O MEO Energia é um tarifário que junta energia, exclusivamente produzida a partir de fontes 100% renováveis, e benefícios de comunicações.
Por esta ninguém esperava. A Altice Portugal acaba de anuncia a expansão do portefólio disponível para clientes MEO para um novo setor de atividade: o setor da Energia. Enquadrada na estratégia de diversificação do portefólio e novos negócios, é lançado o MEO Energia, através da PT Live, parceira da Altice Portugal, num tarifário que junta energia, exclusivamente produzida a partir de fontes 100% renováveis, e benefícios de comunicações.
Atualmente disponível para novos e atuais clientes MEO de pacotes de comunicações com telemóveis associados residentes em Portugal Continental (a oferta não está disponível nas Regiões Autónomas), o MEO Energia começou uma fase piloto a 2 de outubro de 2019 e os ótimos resultados alcançados demonstraram existir uma apetência no mercado pela oferta que hoje é disponibilizada.
Diz a Altice que o “MEO Energia é um tarifário bastante competitivo no mercado”, uma vez que se preocupa com os gastos dos clientes. Assim, os clientes MEO podem não só poupar enquanto ajudam o ambiente, porque a energia é 100% verde, como terão o dobro dos dados móveis disponíveis nos respetivos tarifários.
Podem, desde já, fazer simulações desta nova oferta através do site oficial.
O cinema português está a aproveitar a falta de filmes estrangeiros e continua a dar cartas.
Depois de ganhar o prémio do público no festival de cinema documental Doclisboa, em 2019, o tão aguardado documentário Zé Pedro Rock’n’Roll’, dedicado a Zé Pedro, o lendário guitarrista de Xutos&Pontapés, vai chegar já este mês, mais especificamente a 30 de julho, ao grande ecrã das salas de cinema portuguesas.
O documentário nasceu de uma ideia que foi discutida com o próprio vocalista e estende-se por mais de 100 minutos. Foi considerado uma justa homenagem do realizador e uma viagem íntima à vida e ao mundo de um dos mais carismáticos músicos portugueses, que faleceu em 2017.
Zé Pedro Rock’n’Roll‘já foi distinguido com o prémio de mérito em documentário de longa-metragem nos Accolade Global Films Competition, em La Jolla, na Califórnia, e também na Suécia, como finalista do Sweden Film Awards.
Diogo Varela Silva, o realizador, faz o retrato do velho amigo e tenta explicar a carreira, o percurso, o porquê da música, da partilha e a vida do homem considerado por muitos a maior figura do rock ‘n’ roll português, combinando inéditos registos fotográficos e imagens de arquivo pessoais e da banda Xutos & Pontapés, com entrevistas a familiares e amigos próximos.
Guitarrista fundador de uma das mais aclamadas bandas nacionais de sempre, Zé Pedro foi, seguramente, o grande impulsionador do género musical em Portugal. Um papel que desempenhou também através da divulgação do rock nos papéis de crítico de música, de radialista e de dono do Johnny Guitar, mítico clube lisboeta e sala de concertos onde tantas e tantas bandas deram os seus primeiros passos.
É mais uma oferta da Epic Games Store. Desta vez, dá a oportunidade de os jogadores poderem guardar mais um título na sua biblioteca e de se juntarem à comunidade de jogadores da Steam, com Killing Floor 2.
Disponível para guardar até ao dia 16 de julho, Killing Floor 2 é um jogo de ação na primeira pessoa com elementos cooperativos, com os jogadores a terem que trabalhar em conjunto para sobreviverem a hordas de inimigos mutantes e outras aberrações, em combates frenéticos e exagerados.
Nesta versão do jogo, os jogadores não vão ficar limitados à comunidade da Epic Games Store, mas vão poder jogar, se quiserem, com amigos que possam ter o jogo na Steam, juntando-se, assim, a uma comunidade muito maior e mais solidificada de jogadores.
A subscrição da Ubisoftabriu as portas a todos os jogadores de PC. Até ao dia 27 de julho, será possível ativar um trial de sete dias, seja para novos jogadores ou antigos subscritores, para poderem explorar e testar, na sua totalidade, mais de 100 jogos do catálogo da Ubisoft, com algumas versões nas suas edições digitais mais caras.
Jogos da série Assassin’s Creed, Ghost Recon, Far Cry e muitas mais podem ser experimentados sem compromissos, num serviço que custa cerca de 14,99€ por mês.
Já quem não tiver um bom computador para jogar alguns dos títulos pode também usufruir desta oferta e experimentar alguns jogos via streaming com o GeForce Now, que oferece a integração dos jogos da Uplay.
Esta oferta coincide com o verão de jogos e os eventos que se avizinham, como é o caso do Ubisoft Forward, já dia 12, que vai dar a oportunidade aos jogadores de poderem guardar para sempre na sua biblioteca o jogo Watch Dogs 2.
Boas notícias para os fãs de cinema! Depois da reabertura do UCI Arrábida (Vila Nova de Gaia), no passado 8 de junho, o líder europeu de exibição cinematográfico – UCI Cinemas – anuncia a reabertura das salas de cinema do UCI El Corte Inglés, no próximo dia 13 julho.
Tal como aconteceu na primeira reabertura, foram igualmente adotados protocolos de segurança, no sentido de garantir a melhor experiência de cinema e o bem-estar de clientes e colaboradores.
Em cartaz estão estarão filmes como A Cor da Ambição, Burden – A Redenção, Mulheres de Armas, Rede de Espiões, Sobreviver na Noite, Surdina e Samsam, bem como outras películas, sendo que os bilhetes estarão com um preço promocional de 4,90€.
De resto, é esperar que cheguem mais filmes às salas de cinema.
A 343 Industries confirma que vai mostrar mais sobre o seu novo jogo.
Na semana passada ficámos a saber que a equipa da Xbox se prepara para mostrar os seus trunfos já no próximo dia 23 de julho, no evento Xbox Games Showcase. No ar, e para efeitos de surpresa, não se sabe o que vai ser revelado e mostrado, exceto por uma ou outra confirmação que começam a surgir.
Se são fãs de Halo e não aguentam mais por novidades do próximo jogo da saga, há excelentes notícias. Graças a um update na página da comunidade Halo, a Halo Waypoint, onde os fãs puderam ficar a saber as novidades que vão chegar à The Master Chief Collection em breve, com o lançamento de Halo 3 para o PC, a 343 Industries deixou uma pequena nota de que ninguém vai querer perder o Xbox Games Showcase, pois será nesse evento que vamos ter direito a um primeiro olhar à campanha do jogo, em princípio com imagens diretamente saídas da futura Xbox Series X.
Halo Infinite foi revelado originalmente durante a E3 de 2018, com um trailer que mostrava o ambiente e a vida de um dos icónicos anéis da saga. Mais recentemente, na E3 2019, tivemos direito a um segundo trailer, onde pudemos ter uma pequena noção do aspeto do jogo e da nova armadura de Master Chief.
Em desenvolvimento para a Xbox Series X, Halo Infinite é a sequela direta de Halo 5: Guardians e vai ter lançamento também no PC e Xbox One, já no final do ano.
E irá ficar grátis para quem já tiver o jogo original.
Há um novo Superhota caminho do PC e consolas, já no dia 16 de julho. Chama-se Mind Control Delete e chega em forma de expansão que pode ser adquirida e jogada sem a necessidade do jogo original, mas que será disponibilizado com vantagens para quem o tiver ou adquirir até ao dia 16 na Steam, PS Store, Epic Games Store, GOG ou Xbox Microsoft Store, uma vez que ficará gratuito para esses jogadores.
Contudo, quem já jogou a Superhot através de subscrições e serviços como Games With Gold, Twitch Prime ou Game Pass, tal oferta não se aplica.
Superhot: Mind Control Delete inclui uma nova narrativa que serve de suporte para levar os jogadores entre novos e mais níveis explosivos, onde podemos controlar o tempo através dos nossos movimentos.
A expansão promete ser maior, inclui novas mecânicas de jogo com várias formas de jogar e até a inclusão de perfis para experimentar diferentes habilidades, bem como mais personagens. Está prometida uma experiência mais sólida e afinada.
Ludwig Göransson é o protagonista deste pedaço de Star Wars.
Com The Mandalorian a ficar disponível em Portugal com oDisney Plus em setembro, infelizmente já chega tarde para nos surpreender com alguns twists e detalhes deliciosos.
Um desses detalhes, especialmente para os mais curiosos, é a sua música, composta pelo aclamado Ludwig Göransson, vencedor de um Óscar da Academia pelo seu trabalho em Black Panther e que se prepara para mostrar o que vale em Tenet de Christopher Nolan.
Agora, com a segunda temporada também planeada já daqui a uns meses, a Disney e a Lucasfilm juntaram-se ao realizador Isaac Ravishankara para trazer aos fãs de The Mandalorian um pequeno docinho em forma de videoclipe do fantástico tema da série.
Ao longo do filme, vemos o compositor a experimentar diferentes tipos de equipamentos e técnicas ao mesmo tempo que podemos ver um pouco dos bastidores da série, como os avançados ecrãs de projeção que permitiram a criação dos cenários dos vários episódios de The Mandalorian.
O novo herói de Star Wars pode ser visto a partir de setembro com a chegada do serviço de streaming Disney Plus a Portugal.
A PlayStation revelou o aspeto das novas capas com Marvel’s Spider-Man Miles Morales.
Agora que conhecemos a consola, ou as consolas, e uma dúzia de jogos a caminho da mesma, a PlayStation revelou como serão as capas físicas dos seus títulos para aqueles jogadores que querem preencher as suas prateleiras de caixas e discos.
Com Marvel’s Spider-Man Miles Morales a servir de exemplo do que podemos esperar nas lojas físicas, as novas capas padrão não serão muito diferentes do que a PlayStation tem feito nas últimas gerações, mas há algo de nostálgico na sua simplicidade, ou não fossem as cores preto no branco o inverso do que era usado nos jogos da PlayStation 2.
Marvel’s Spider-Man Miles Morales e outros jogos da PlayStation 5 poderão ser encontrados nas lojas no final do ano.
Salões de festa e de dança também permanecerão encerrados.
Foi publicado um despacho esta quarta-feira, em Diário da República, que autoriza a reabertura dos carrosséis, desde que sejam respeitadas as regras da Direção Geral de Saúde.
Porém, desde logo gerou-se alguma confusão, com muitas pessoas a pensarem que também os parques infantis poderiam retomar a sua atividade. Mas não é bem assim.
“Foi publicado um despacho no sentido de possibilitar o funcionamento dos equipamentos de diversão, que tipicamente são equipamentos itinerantes, e isto diz respeito ao que vulgarmente conhecemos por carrosséis”, esclareceu o secretário de Estado, João Torres, à Renascença.
“O que o despacho preconiza é que assim que seja conhecida e publicada uma orientação técnica da DGS, que estabelecerá um conjunto de regras de higiene, saúde e segurança, possam ser instalados estes equipamentos, o que pressupõem também uma autorização por parte da autarquia competente”, disse ainda o secretário àquela rádio.
Quer isto dizer que somente os carrosséis poderão entrar em funcionamento em breve, ainda que tenham de ser definidas orientações técnicas por parte da DGS, uma vez que, por enquanto, somente foi dada autorização para que estes equipamentos pudessem funcionar.
Portanto, parques infantis, salões de festa e de dança permanecerão encerrados.
Além disso, esta autorização diz somente respeito às áreas que não se encontram de momento em situação de calamidade ou de contingência. Quer isto dizer que, de momento, os carrosséis não poderão funcionar na Área Metropolitana de Lisboa.
Esta gama de bebidas frias de café com leite, prontas a beber, ganha agora uma nova variedade.
Não é a primeira vez que falamos aqui no Echo Boomer sobre a gama Go Chill by Delta, criada para responder a um estilo de vida cosmopolita e citadino. Dito isto, junta-se a esta gama de bebidas ready to drink e ready to go uma nova variedade que promete agradar aos verdadeiros amantes de café e dar aquele boost de energia.
Trata-se da Go Chill Double Expresso, o expresso duplamente perfeito com aroma e intensidade redobradas para aproveitar os dias mais longos do ano. E só pelo nome conseguem antever que esta é uma novidade equivalente a dois cafés e sem açúcares adicionados.
Tal como as outras bebidas da gama, pode ser consumida a qualquer hora e em qualquer lugar, pelo que basta pegar e levar. Já está disponível nos vários canais de distribuição da marca, pelo que poderão encontrar nos super e hipermercados, gasolineiras, vending machines, entre outros locais.
Além desta novidade, a gama Go Chill By Delta já contava com as bebidas Go Chill Cappucino/Cacau, Cappucino/Aveia e Caffe Latte.
Hoje, dia 10 de julho, celebra-se o Dia Mundial da Pizza, pelo que vários restaurantes italianos ou pizzarias devem comemorar a data com ofertas especiais. E a Pizza Hut, criada em 1958 e que, este ano, celebra os 30 anos da sua presença em Portugal, tem também várias ofertas.
Para já, falar da Cheesy Bites (que já provámos e achámos ótima), com duas promoções em vigor. Uma delas é dedicada às entregas em casa, sendo que os clientes podem optar ou por comprar uma Cheesy Bites, com a Pizza Hut a oferecer uma pizza média Cheeseham, ou, então, preferir o menu Cheesy Bites (pizza Tropical, Camponesa, Serrana ou Veggie Lovers) + quatro Pães de Alho Supremo + uma Bebida 1,5L, com um preço especial. Seja qual for a opção que preferirem, podem encomendar através da app, site oficial ou ligando para o 222444222.
Mas as comemorações podem também ser feitas nos restaurantes com serviço à mesa graças ao desconto de 50% na Cheesy Bites (pizza Pepperoni ou Mistura de Vegetais). Para usufruir desta oferta, basta acederem ao website de um dos centros comerciais da Sonae Sierra de norte a sul do país e nas regiões autónomas (como por exemplo o Centro Colombo, Centro Vasco da Gama, NorteShopping, MadeiraShopping ou AlgarveShopping), descarregar o voucher com código único e usufruir do desconto no serviço à mesa do restaurante Pizza Hut escolhido.
De resto, destacar ainda a parceria efetuada com a Uber Eats, uma vez que podem usufruir da oferta de taxa de entrega. Basta que, antes de efetuarem o pedido, insiram o código promocional PHDIADAPIZZA.
Recentemente, a Pizza Hut apostou na abertura de esplanadas como complemento a alguns dos seus restaurantes mais emblemáticos por todo o país, pelo que, se forem almoçar ou jantar fora, nada como aproveitar.
São, portanto, novos pontos de recolha para compras online.
Após a reabertura de todas as lojas em Portugal, devido ao surto de Covid-19, os clientes IKEA em Évora e em São Miguel (Açores) têm agora disponível um Ponto de Recolha em cada localidade, para soluções de mobiliário e decoração da marca.
No caso de Évora, operado por parceiros da IKEA, os clientes poderão levantar as suas compras online, independentemente do valor de compra ou dimensão da encomenda, por 25€. Já em São Miguel, o segundo Ponto de Recolha fora de Portugal Continental, os custos de levantamento são de 49€.
O Ponto de Recolha de Évora irá funcionar na Zona Industrial Almeirim Sul, Praceta das Empresas Lote 6 – Edifício Evocargo. Neste local podem ser recolhidas as encomendas nos dias úteis entre as 10h e as 13h e das 14h às 19h (encerra todos os sábados, domingos e feriados). Em São Miguel, o serviço irá estar disponível em Logislink – Açores, Parque Dinis Moreira da Mota 1, 9500-179 Ponta Delgada, às segundas-feiras entre as 08h e as 11h e às sextas-feiras das 8h às 11h e das 14h às 17h.
Recorde-se que a IKEA tem pontos de recolha a funcionar também em Aveiro, Beja, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Madeira, Santa Maria da Feira, Setúbal-Palmela, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.
No novo espetáculo 2020 Futuro a la Carte, o mote será a tecnologia.
Corria o ano de 2000 quando surgiu no meio um novo grupo de comédia de improviso. Falamos, claro, dos Commedia a la Carte, que rapidamente se tornaram no maior fenómeno de comédia de improviso em Portugal, somando mais de 1000 espetáculos em pouco menos de duas décadas.
Agora, em 2020, ano em que celebram 20 anos de existência, há que celebrar esse marco. Como? Com um novo espetáculo, claro. Com o nome 2020 Futuro a la Carte, terá por mote a tecnologia.
Até ver, são 32 os espetáculos marcados. São 20 sessões no Tivoli BBVA, a acontecer de 16 de setembro a 11 de outubro, às quartas, quintas, sextas, sábados e domingos, e 12 sessões a acontecer no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, entre os dias 3 e 20 de dezembro.
Atualmente, os Commedia a la Carte são constituídos por César Mourão, Carlos M. Cunha e Gustavo Miranda.
Quanto aos bilhetes, já estão disponíveis nos locais habituais, variando entre os 16€ e os 25€ para Lisboa e entre os 16€ e os 22,50€ para o Porto.
Temos uma reconfirmação e três confirmações para começar. Tudo para o dia 28 de agosto.
Foi no início desta semana que demos novidades relacionadas com o EDP Vilar de Mouros, nomeadamente no que às datas de 2021 diz respeito. Pois bem, hoje é dia de falarmos de confirmações e reconfirmações no cartaz.
Para já, Iggy Pop. O lendário músico norte-americano, também considerado como o padrinho do punk, é reconfirmado no EDP Vilar de Mouros 2021, uma vez que estava confirmadíssimo para a edição que deveria ter-se realizado este ano.
O festival mais antigo da península ibérica irá receber este ícone da música no próximo ano, estando prometido um “concertão”.
É um dos músicos mais elásticos, inventivos e arrebatadores da história do punk, do rock e da pop contemporânea. Mesmo no alto dos seus 73 anos (terá 74 quando atuar no festival), continua um animal de palco, conseguindo corar muitos jovens músicos que andam por aí.
Para a atuação, espera-se uma verdadeira viagem musical, começando nos The Stooges, passando por álbuns a solo como Lust For Life, The Idiot, Post Pop Depression ou o mais recente FREE, 18º álbum de originais que foi lançado no ano passado.
O outro destaque vai para os Bauhaus, um dos nomes fortes do movimento gótico, que não atuam em Portugal desde 2006. Aliás, a banda já não se juntava há algum tempo, pelo que Peter Murphy resolveu reativar o projeto em 2019, tendo dado os primeiros concertos desde então já este ano. Espera-se, portanto, um concerto histórico e inesquecível.
As outras confirmações dizem respeito aos australianos Wolfmother, que tratão na bagagem o álbum Rock’n’Roll Baby, editado em 2019, e The Legendary Tigerman, projeto de Paulo Furtado que conta agora com nova baterista.
Recorde-se que o EDP Vilar de Mouros 2021 acontece de 26 a 28 de agosto.
No que toca aos bilhetes, quem adquiriu previamente o passe geral ou bilhete diário terá entrada garantida na edição de 2021 no(s) respetivo(s) dia(s) da semana associados à sua compra. A organização apela ao apoio dos festivaleiros, para que estes ajudem a “ultrapassar as naturais dificuldades impostas pela pandemia. A manutenção do ingresso ou a atualização do bilhete diário para passe geral é para nós um gesto que faz toda a diferença e que nos enche de força para abraçar esta importante e longa jornada que o EDP Vilar de Mouros tem pela frente”.
Contudo, quem não conseguir ir poderá pedir a devolução do valor do ingresso no local de compra ou plataforma de ticketing onde tenha sido adquirido entre 13 de julho e 31 de agosto deste ano. Sim, a organização do Vilar de Mouros está a possibilitar a devolução do dinheiro gasto na aquisição do bilhete ou passe geral já este ano, contrariamente às outras promotoras.
Já para quem não adquiriu nem bilhete diário nem passe geral, pode agora fazê-lo, com o diário a custar 40€ e o passe de três dias a fixar-se nos 80€.
Queriam uma nova série de comédia por parte da marca da maçã? Pois está quase a chegar.
É já a 14 de agosto que a Apple TV+ recebe uma nova série que promete dar que falar. Falamos de Ted Lasso, série que é baseada na personagem interpretada por Jason Sudeikis nos sketchs da NBC Sports.
Este original Apple, apesar de não ser uma ideia totalmente original, conta-nos a história de Ted Lasso, treinador de uma equipa universitária de futebol americano no Kansas que é contratado para orientar uma equipa de futebol inglesa. Problema? Lasso não tem qualquer experiência com essa modalidade em específico, pelo que a série promete fazer o público dar umas valentes gargalhadas.
Além de protagonista, Jason Sudeikis é também produtor da série, juntamente com Bill Lawrence, Joe Kelly e Brendan Hunt. A série tem ainda no elenco nomes como Stephen Manas, Colin Blyth, Bradley Wj Miller, entre outros.
Uma viagem no tempo que irá satisfazer os fãs, mas que pouco ou nada adiciona ao género.
O meu fascínio por simuladores é constantemente desafiado por novos géneros e experiências. Se, por um lado, descobri um interesse particular pela remodelação de casas, protagonizado por House Flipper, por outro, vejo-me a falhar, uma vez mais, na minha ligação à agricultura e às suas tarefas diárias, à repetição e à obrigatoriedade da sua rotina.
Story of Seasons: Friends of Mineral Town, que acaba de chegar à Nintendo Switch, foi a porta de entrada para um género que vi, durante anos, à distância. E ao contrário do que esperava, a porta abriu e fechou tão rapidamente que ainda me bateu no nariz.
Que fique claro desde o início que Friends of Mineral Town foi uma desilusão. Nunca conheci, por dentro, as séries Harvest Moon e Story of Seasons, que partilham o mesmo criador, Yasuhiro Wada, e esta foi a primeira oportunidade que encontrei para cultivar os meus próprios campos e tornar rentável a quinta que o meu avô, pela milionésima vez, me deixou como herança. Este remake/relançamento é uma estreia pessoal que aguardava há muito tempo, cujo fascínio e curiosidade me seduziam à distância, mas deparei-me com um título demasiado simples e mais clássico e rígido do que estava à espera.
Esta ausência de novidades talvez seja uma consequência da sua proximidade ao clássico do GameBoy Advance, do mesmo nome – mas ainda pertencente à série Harvest Moon –, apresentando uma experiência muito destilada desta aventura pelo mundo da agricultura. Os clichés e mecânicas tradicionais do género, em especial de Harvest Moon, estão todos presentes, com a nossa personagem, que pode ser um rapaz ou uma rapariga, a herdar uma quinta que tem de rentabilizar ao longo de um ano. Para tal, é necessário cultivar os campos, criar animais e desenvolver uma relação de amizade – ou amorosa – com os habitantes da cidade.
Com um ciclo de dia e noite, Friends of Mineral Town foca-se na repetição e na realização de tarefas diárias que obrigam os jogadores a tratar do campo e dos animais da sua quinta. Esta é a estrutura que sempre achei tão atraente, a ideia de cultivar diariamente os campos, de regar as sementes e de ver, com o tempo, os frutos do meu trabalho. A existência de vários tipos de sementes, algumas sazonais, motiva a experimentação e a expansão dos terrenos de cultivo, disponibilizando novas técnicas de cultivo e o melhoramento das ferramentas e acessórios.
Há, portanto, uma vontade constante em melhorar e em exponenciar a nossa pequena quinta, em desenvolvê-la e em aumentar o seu tamanho. Existe uma sensação de crescimento ao longo das horas de jogo e é interessante ver a quinta a ficar povoada por animais, que podem navegar livremente, e por novos cultivos, árvores e flores.
Esta era a experiência que procurava, mas o cansaço instalou-se rapidamente. Por mais que quisesse melhorar a quinta e explorar o seu mundo, o jogo parecia determinado em parar o meu progresso e obrigar-me, através dos horários rígidos das lojas e do próprio ciclo temporal – e também da energia limitada da nossa personagem, ainda que existam itens e formas de a melhorar –, a perder um dia de trabalho.
Com algum planeamento, tudo é possível, mas é muito fácil de chegar a meio do dia e não termos mais nada para fazer. Os campos estão regados e os animais estão tratados e alimentados, pelo que não existe nada novo para descobrir. O jogo pede-nos para investigarmos as cavernas em busca de materiais ou que nos mantenhamos envolvidos nos pequenos trechos de estória entre as personagens da cidade – momentos que são desbloqueados à medida que avançamos e visitamos as personagens – mas vi-me a perder o interesse e a curiosidade por este mundo sempre que me via sem tarefas.
A divisão do tempo é agravada, na minha opinião, por uma zona de jogo muito limitada. Apesar de ser familiar, Mineral Town é pequena, pouco interessante e sem grande espaço para a exploração. A existência de festivais e de feriados acaba por quebrar a monotonia, mas não estão suficientemente presentes na campanha. A direção de arte, gráficos e banda sonora também são muito pobres, revelando a sua natureza de baixa produção, especialmente nos efeitos sonoros e na ausência de variedade nas composições musicais. É um produto que, infelizmente, cheira a barato por melhores ideias que apresente.
Estes problemas seriam secundários se Friends of Mineral Town fosse mais empolgante a nível de jogabilidade, mas é novamente prejudicado pelas suas limitações. As mecânicas são acessíveis, é fácil cultivar os campos, cortar árvores ou partir pedras, tal como tomar conta dos animais, mas torna-se aborrecido de jogar. A evolução das ferramentas ajuda muito a quebrar esta repetição, mas se o jogo não vos agarrar de início, como aconteceu comigo, nada irá facilitar a vossa experiência. O mesmo pode ser dito da relação com as restantes personagens, existindo a possibilidade de fazermos pequenas escolhas narrativas e de oferecermos prendas que influenciam o nosso grau de amizade, que fica aquém do esperado.
É difícil criticar um jogo pela ausência de mecânicas quando, na verdade, nunca existiu interesse em ser mais detalhado e profundo do que é. Como está, Friends of Mineral Town é uma boa porta de entrada para os que, como eu, sempre tiveram curiosidade sobre o género e é, sem dúvidas, uma viagem nostálgica para os fãs da série, especialmente para aquele que procuram reviver a estrutura e jogabilidade clássicas de Harvest Moon.
No entanto, é impossível não ver este regresso ao passado como uma oportunidade perdida, onde a monotonia suplanta qualquer pingo de diversão que a jogabilidade se esforça para nos dar. Não consegui não ficar aborrecido e saturado com o jogo apesar de ver as suas qualidades; a vida no campo tornou-se insuportável ao fim de poucas horas. Com quatro estações do ano, há algum desafio e variedade no cultivo das terras, mas é preciso resistência para ver tudo. No final, senti constantemente que devia estar a jogar e a descobrir Stardew Valley e não este regresso a Mineral Town.
Plataformas: Nintendo Switch Este jogo foi cedido para análise pela Decibel PR.
Parece que ainda falta algum tempo para nos despedirmos dos bastidores da família real mais conhecida do mundo. The Crown vai mesmo ter uma 6.ª temporada na Netflix.
O anúncio foi feito através das redes sociais da Netflix UK e Irlanda, que revelaram que o criador da série precisava de mais uma temporada para finalizar a história e, dessa forma, fazer “justiça à riqueza e à complexidade da série”.
Anteriormente, tinha vindo a público que a quinta temporada seria a última de um dos grande sucessos da Netflix.
Ainda assim, a 6.ª temporada de The Crown não irá passar-se nos anos 2000, como estava previsto na temporada que agora já não será a final.
Inicialmente, a série foi concebida para seis temporadas, em que, a cada duas, trocava a atriz que fazia de Rainha Isabel II. Ou seja, confirmam-se assim os planos iniciais.
Depois de Claire Foy nas duas primeiras temporadas e de Olivia Colman na temporada 3 e 4, será a vez de Imelda Staunton interpretar o papel da matriarca inglesa nas últimas duas temporadas.
The Crown conta a história do reinado mais longo da história monárquica inglesa, misturando eventos reais com a dramatização de algumas cenas.
Normalmente, quando se fala em áudio para o PC, pensa-se em headphones e auscultadores dedicados para experiências imersivas e também com capacidades de comunicação. Existem também algumas soluções como colunas e sistemas surround, mas não são tão regulares. E barras de som ainda menos.
Ainda assim, nada impediu a Creative, veterana em soluções áudio, em apostar neste segmento com a Creative Sound BlasterX Katana, uma barra de som dedicada para a experiência de secretária.
É tão raro encontrar soluções deste género que, quando ouvi falar numa barra de som da Creative, pensei que fosse uma coisa recente. Mas não. Na verdade, foi lançada já há alguns anos, algo que pode significar uma de duas coisas: ou os consumidores não aderiram à novidade ou a Creative fez um trabalho tão bom que não sentiu necessidade de atualizar ainda mais o mais recente modelo.
As barras de som são dispositivos muito interessantes e diversificados. Existem modelos baratos e simples que servem apenas para dar um boost ao som manhoso de algumas televisões, já outros vão tão longe ao ponto de darem bigode a muitos sistemas home-cinema multicanal. Mas onde eu acho que são uma solução válida é na sua versatilidade de utilização ao pouparem imenso espaço e cabos num setup, ao mesmo tempo que proporcionam uma experiência bastante sólida. E a Creative BlasterX Katana encaixa perfeitamente neste grupo.
Bem mais pequena do que estava à espera, a Creative BlasterX Katana tem as dimensões perfeitas para se colocar numa secretária de um jogador dedicado. Com 60cm de largura, 6cm de altura e 8cm de profundidade, a Creative Sound BlasterX Katana pode necessitar de algum sacrifício espacial, mas tem as dimensões modestas para caber por baixo dos monitores da maioria dos jogadores, o que é fantástico.
Com um design angular e arrojado, que grita “gaming” em cada um dos seus vértices, a Creative Sound BlasterX Katana conta com um painel de controlo na parte superior, um sistema de iluminação LED e tem o seu mostrador escondido na grelha frontal. Na traseira temos um olhar ao tipo de utilização que podemos dar à Creative Sound BlasterX Katana, com uma porta micro-USB, USB, entrada auxiliar de 3.5mm, entrada de microfone 3.5mm, saída para auscultadores e saída ótica.
Se acham curiosa esta variedade de portas, não é por acaso, pois a Creative Sound BlasterX Katana foi desenhada para os jogadores poderem continuar a usar headsets, em particular aqueles só com microfone, durante as suas sessões de jogos, preservando, assim, a experiência imersiva dos jogos, enquanto falam com amigos. Este tipo de funcionamento não só é possível no PC, como também na PlayStation 4, utilizado a ligação USB. E claro, como não podia deixar de ser, há suporte Bluetooth para por a dar música a partir de um smartphone.
Numa primeira impressão, pelo menos no potencial e aparência, a Creative Sound BlasterX Katana impressiona bastante. Os seus controlos são intuitivos e há ainda um comando genérico com uma qualidade de construção acima da média, que também reflete o resto do produto, com acabamentos que imitam o metal áspero e aquele peso que tende a cair para o produto “premium”. Claro que, juntamente com a coluna, temos um subwoofer de dimensões médias, semelhantes às dimensões de uma consola da próxima geração, que é sóbrio e fácil de esconder debaixo de uma secretária ou ao lado de um móvel.
Tendo usado já um conjunto de sistemas de som de secretária e sala, assim como barras de som, as minhas expetativas para este produto eram bem moderadas, mas a Creative Sound BlasterX Katana impressionou-me de tal maneira que rapidamente troquei o sistema que tinha na minha televisão e passei a usá-lo na secretária, pelo que a Creative BlasterX Katana passou a ser a companheira das minhas sessões de jogo nas consolas.
Não estamos perante uma experiência transcendente e cinematográfica, mas posso dizer que jogar e ver filmes e séries com a Creative Sound BlasterX Katana é impressionante. O som é claro e envolvente e, dependendo dos perfis usados predefinidos, cada tipo de conteúdo ganha uma nova dimensão. Algo tão simples como ver um filme num canal de televisão, com o som elevado, já nos dá aquele aperto no peito de quando entramos numa sala de cinema.
A experiência envolvente do surround virtual brilha, sim, nos videojogos, onde a utilização do som espacial com diferentes tipos de efeitos dinâmicos dá a sensação de que vêm de diferentes direções. Contudo, somente com o volume bem levantado, numa divisão com uma boa acústica e com a coluna mais ou menos centrada, é que é possível ter esse sentimento.
Algo que também brilha é o seu subwoofer, algo que já não utilizava há bastante tempo nas minhas sessões de entretenimento e que me relembraram de como eu tinha saudades de um bom baixo. Com a possibilidade de podermos nivelar a sua força, o volume bem alto da Creative Sound BlasterX Katana, juntamente com o seu subwoofer no máximo, nunca distorce o som ou nos deixa desconfortáveis, o que é incrível.
Mas voltando à experiência PC, é aqui que conseguimos tirar mais partido da Creative Sound BlasterX Katana. Com o software proprietário da Creative, é possível manipular uma série de parâmetros e uma longa lista de perfis para cada ocasião. E como não podia de deixar de ser, sim, também é possível editar os padrões de luz de forma a que sejam mais ou menos intrusivos ou que se deixam fundir com as luzes de outros equipamentos.
Atualmente, a Creative Sound BlasterX Katana está à venda por 249,99€, um aspeto importante a ter em conta e que reflete um pouco a qualidade da experiência áudio de formas que são difíceis de descrever. A verdade é que a Creative Sound BlasterX Katana oferece uma experiência que faz justiça ao valor pedido quando comparado com outros produtos do género dedicados ao cinema em casa. Aliás, até surpreende por ser tão acessível. É um produto diferente, sem dúvida, e pode ser intimidante. Mas se estão abertos à ideia de ter um bom sistema de som na vossa secretária ou setup de jogos, a Creative Sound BlasterX Katana é, sem dúvida, uma fantástica solução.
Este dispositivo foi cedido para análise pela Creative.
Sete atletas icónicos revisitam um momento das suas carreiras onde sentiram que chegaram ao auge que sempre almejaram. Acham que os conhecem melhor que ninguém? A ver vamos.
O que têm em comum LeBron James, Tom Brady, Alex Morgan, Usain Bolt, Shaun White, Katie Ledecky e Kelly Slater? Em determinado momento das suas carreiras foram os melhores do mundo no que faziam (tenham sido durante um determinado tempo, durante anos ou até mesmo considerados os melhores da história). No entanto, a perceção que temos de qual foi esse momento nem sempre é o mesmo em que esses atletas o sentiram.
A Apple decidiu lançar esta série, Greatness Code, com o objetivo de nos dar a conhecer qual foi o processo para chegar ao auge, a mentalidade adotada, as motivações e, acima de tudo, a sensação quando completaram a missão.
Ao longo de sete episódios (individuais) com duração compreendida entre cinco e oito minutos, os atletas escolhidos transportam-nos ao dia em que sentiram que atingiram a grandeza, em formato de narrativa intimista. Essa narrativa é acompanhada de uma mistura entre arquivos de vídeo guardados com efeitos visuais, de modo a ajudar a recriar o momento que estes atletas estão a descrever.
Basta uma hora investida para ver os episódios todos de Greatness Code para percebermos que, à primeira vista, parece ser pouco, mas, chegando ao fim, torna-se percetível o porquê de ter este formato tão curto: objetividade.
Se olharmos para um momento como o que ele é, por norma não dura mais do que minutos. Neste caso, um vídeo de minutos também é mais do que suficiente para oferecer contexto e uma descrição completa do que procuramos saber.
É evidente que, sendo desportistas dos quais somos fãs, isto sabe a pouco, pois queremos sempre mais conteúdo. No entanto, a Apple faz um trabalho notável em gestão de tempo, na medida em que até a história dos que não conhecemos tão bem é reconstruída de forma consistente.
Posto isto, se forem fãs de uma das lendas desta seleção, esse episódio será um bom complemento para o que já conhecem da mesma. No caso de serem fãs de desporto no geral, acredito que vão gostar de Greatness Code.
O formato desta série documental é algo novo, diferente daquilo a que estamos habituados, e considero, neste caso, algo positivo. É uma abordagem mais leve, pessoal e objetiva de um momento no meio de centenas ou milhares.
O que é que torna isso especial? O facto de ter sido o momento mais especial da vida de LeBron James, Tom Brady, Alex Morgan, Usain Bolt, Shaun White, Katie Ledecky e Kelly Slater. Mas sobretudo o facto deles o estarem a partilhar connosco.
Greatness Code estreia na Apple TV+ dia 10 de julho.