Mario Kart Live: Home Circuit invade as vossas salas a 16 de outubro

Mario e Luigi saltam para o mundo real.

A Nintendo tem mais uma interessante experiência de realidade aumentada que promete fundir o mundo real com o mundo digital, com Mario Kart Live: Home Circuit.

Esta nova edição de Mario Kart é uma espécie de spin-off com uma experiência completamente nova, onde os jogadores podem usar a Nintendo Switch para controlar um carro telecomandado em forma de Kart para Mario ou para Luigi.

Com a possibilidade de se criar circuitos dentro de uma das divisões de uma casa, com vários checkpoints, os jogadores vão poder assistir à corrida no ecrã da Nintendo Switch, que está ligada à câmara dos pequenos Karts, e onde poderão ser vistos novos elementos digitais, como oponentes e power-ups.

Com lançamento no dia 16 de outubro, Mario Kart Live: Home Circuit estará disponível em dois modelos, com Mario ou Luigi, e vem incluído com quatro pórticos, duas baias direcionais e um cabo de carregamento por USB para o kart. Já a aplicação ficará disponível para descarregar na Nintendo eShop de forma gratuita.

A nova experiência pode ser partilhada até quatro jogadores com os seus Karts e inclui várias formas de se jogar ao incluir brinquedos, móveis e outros objetos domésticos nos circuitos feitos pelos jogadores. Por isso, se estão a fim de correr com Mario e Luigi, comecem já a arranjar espaço nas vossas salas.

MEO está a oferecer dois meses de acesso ao serviço de streaming Acorn TV

60 dias sem pagar.

serviço de streaming Acorn TV

Foi ontem, dia 1 de outubro, que chegou a Portugal o serviço de streaming Acorn TV, da AMC Networks, cujo catálogo é composto por séries de drama, mistério e comédia britânica do Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Irlanda e Canadá.

Para já, o serviço somente pode ser subscrito nas boxes da MEO e NOS (não há qualquer indicação da disponibilização da plataforma aos clientes Vodafone e NOWO), tendo um custo mensal de 2,99€/mês. Mas não seria bom ter um período grátis para experimentar o serviço?

É certo que nem todas as plataformas de streaming o fazem (a Disney+, por exemplo, não oferece período trial), mas há agora uma boa novidade, neste caso para os clientes MEO: podem ter acesso gratuito ao serviço durante 60 dias.

No site oficial da operadora, é dito que esta campanha é válida para adesões efetuadas até 31 de outubro, sendo que, após o período promocional, a mensalidade é de 2,99€. Contudo, em nenhuma parte é referido que existe uma obrigação de ter o serviço após a oferta de dois meses, o que significa que, caso desejem, podem perfeitamente cancelar o serviço assim que o período grátis estiver prestes a terminar.

O Echo Boomer tentou aderir ao serviço de streaming Acorn TV e o processo foi bastante simples. Basta ir ao canal 84 na box e subscrever o serviço. Assim que estiver feito, basta carregarem em “OK” nesse mesmo canal para que a plataforma dê um ar de sua graça. A partir daí basta escolher o que querem ver.

Há uma nova aplicação para sensibilizar sobre violência doméstica

Surge por parte da Fundação Vodafone e a Associação para o Planeamento da Família (APF).

Bright Sky

Foi hoje lançada a aplicação Bright Sky em Portugal, tendo como principal objetivo atuar junto de dois públicos-alvo relevantes para minimizar o impacto da violência doméstica na sociedade portuguesa: o público em geral, através da sensibilização para os temas e contornos relacionados com esta problemática; e a disponibilização de informação útil direcionada especificamente para as pessoas vítimas de violência doméstica.

Esta iniciativa da Fundação Vodafone e da APF surge num contexto em que a pandemia está a agudizar as situações de violência doméstica já existentes, sendo imperativo reforçar os meios de apoio, sensibilização e informação às vítimas.

Segundo dados divulgados pelo Governo, até junho deste ano foram consumados 10 homicídios (7 mulheres, 1 criança e 2 homens), menos 25 pessoas face ao período homólogo.

Análise – Inertial Drift

Inertial Drift é um jogo estranhamente familiar que chega para contrariar a tendência do realismo nos videojogos, mantendo foco no pormenor.

Inertial Drift

Com grafismos animados (algo semelhantes a anime), baseados num passado mais distante do que parece, Inertial Drift capta na perfeição a aura da transição entre os anos 80 e 90, com o apogeu dos super-carros, da cor e da música. Tudo isto contido naquela máquina arcade, no canto do salão de jogos, em torno da qual todos os miúdos se reuniam aos domingos à tarde e derretiam moedas de 20 escudos como se não houvesse amanhã. Já devem estar a perceber o tipo de jogo que é e a nostalgia que traz.

Até a mecânica capta a essência dos jogos arcade, por ser muito característica e bem diferente relativamente àquela que os fãs de jogos de corridas estão habituados. Na verdade, vão precisar de fazer reset a tudo o que acham que sabem e re-aprender a conduzir, pois neste jogo a mudança de direção para pouco serve na hora de fazer curvas a mais de 180km/h. Isto porque é tudo em drift e os timings são a chave.

Inicialmente, posso dizer que vai reinar a estranheza pelo território incerto onde se está a entrar, mas, com um bocado de tempo, dedicação e sobretudo vontade, rapidamente é possível desbloquear o real potencial do jogo. E acreditem que, se gostam de jogos arcade, vão tirar bastante proveito deste jogo quando o dominarem – chega até a ser excitante se gostarem de “drift”.

À semelhança desses arcade dos salões de jogos, toda a interface do jogo é bastante simples e idêntica à dessas máquinas de jogo. Até o modo história é em formato arcade. Basicamente, o menu principal (único) divide-se nos essenciais e é bastante intuitivo. No topo está o Tutorial, que é por onde devem começar a vossa jornada neste jogo, pois ficam a conhecer os comandos (se se esquecerem podem ir a Options fazer uma consulta).

Inertial Drift

No que toca a modos de jogo rápido, há várias opções distintas. Com as Challenges, à medida que forem sendo completadas, é desbloqueado um carro novo. O modo Arcade, à semelhança das tais máquinas que falei anteriormente, permite optar entre vários tipos de corrida em todos os circuitos disponíveis no jogo e, à posteriori, publicar os resultados online e competir pelo melhor lugar possível nos leaderboards mundiais. O Grand Prix é um modo mais desafiante, onde se tem de completar uma série de desafios em várias pistas com cada carro disponível.

Para além destes modos, é ainda possível jogar contra outros jogadores, quer por Splitscreen com amigos (e inimigos), quer online contra jogadores de todo o mundo. Por último, mas não menos importante: o Story Mode.

O Story Mode é relativamente curto a nível de desafios e rapidamente fica concluído, pois é possível avançar no jogo sem vencer absolutamente nada, no entanto, se o fizerem, só fica 50% da história concluída. Isto é algo ortodoxo em qualquer jogo, porque é suposto ganhar para avançar, mas sendo que a mecânica de condução é fora do comum, percebo o intuito, pois acaba por evitar frustrações aos iniciantes (todos os jogadores, portanto).

Completando o modo história com a personagem escolhida inicialmente, é possível repeti-lo novamente com outras personagens. A primeira impressão que deixa é que é inútil fazê-lo, mas há um senão: todos os carros do jogo são únicos. Como tal, para obter resultados positivos, é preciso aprender a conduzi-los.

O facto de todos os carros serem muito diferentes entre eles e de como reagem aos comandos durante a condução é o grande trunfo deste jogo. Vai exigir paciência, capacidade de aprendizagem e adaptação e memória, de forma a ter avivado como é que têm se conduz cada um. Posto isto, todos os modos que referi até agora têm um desafio acrescido, que é serem completados com todos os carros.

Inertial Drift

A nível de mecânica de jogo, apesar de ser muito diferente do comum, as ações são bastante responsivas aos controlos. O maior desafio é mesmo saber como se comporta cada carro.
Os carros, quando competem entre si, assumem forma fantasma, isto é, nunca embatem, porque se atravessam. Pode parecer uma decisão algo polémica, mas faz todo o sentido, pois torna o jogo mais fluido, menos confuso e mais objetivo. Só precisamos de nos focar na nossa condução, o resto é ruído de fundo.

Em tom de conclusão, o jogo não vem inventar a roda, nem é revolucionário. No entanto, é um título refrescante pela simplicidade e mecânica fora do normal. Isto tudo complementado por um trabalho gráfico limpo e bem feito. Se calhar para Playstation não faz muito sentido comprar este jogo, a não ser que gostem particularmente do género, mas para a Switch é uma boa aposta. A diversidade de modos offline e modos de jogo curtos tornam este jogo ideal para passar tempo a jogar em viagens curtas, pausas de trabalho ou até salas de espera (sei que estou a ser muito específico, mas faz sentido).

O melhor de tudo é o facto do preço base do jogo ser 20€, sendo claro que há bom senso (coisa que faltou a Power Street Football) e noção do real valor do jogo. Comparando com jogos de 60€70€, Inertial Drift não passaria do “Bom” por ser simples demais, mas, sendo que se coloca num patamar bem abaixo a nível de custo benefício, é, na verdade, muito bom.

Nota: Muito Bom

Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch
Este jogo (versão Nintendo Switch) foi cedido para análise pela PQube.

Crítica – The Boys in the Band

The Boys in the Band é um filme que se concentra nos tópicos da homossexualidade e orientação sexual. No entanto, nunca dá a sensação de ser exclusivo aos espetadores LGTBQ+, muito pelo contrário.

The Boys in the Band

Sinopse: “Um visitante vira uma noite de cabeça para baixo quando interrompe uma reunião de gays em New York em 1968.”

Em primeiro lugar, não sabia nada sobre este filme nem a peça de teatro que adapta. Como sempre, também não assisti ao trailer ou a qualquer clipe. Baseando-me apenas e só no elenco e na sinopse, esperava um filme divertido e leve, com uma uma história importante sobre orientação sexual e homossexualidade a ser desenvolvida. Embora não esteja totalmente errado na última parte, The Boys in the Band está longe de ser um daqueles filmes de domingo à tarde que as pessoas ocasionalmente colocam na televisão para entreter convidados por algumas horas.

Possui duas metades distintas. A primeira contém uma das introduções mais cativantes às personagens e à narrativa geral deste ano (até à data desta crítica). Desde o primeiro minuto, o argumento de Mart Crowley e Ned Martel encontra-se repleto com conversas interessantes e todos os atores são capazes de dar força ao guião ao serem incrivelmente realistas e espontâneos. Todas as personagens têm uma personalidade clara e os relacionamentos entre estas são inteligentemente estabelecidos. É, definitivamente, um dos melhores filmes do ano no que toca ao desenvolvimento de personagens, visto que todas são exploradas para além de apenas uma ou duas linhas de caraterização. Tecnicamente, o facto de ser apenas um local agrada-me sempre e funciona muito bem no contexto do filme, tendo em conta que nunca desvia o foco das personagens e das suas histórias pessoais.

No entanto, a segunda metade não podia seguir um rumo mais chocante. O tom outrora leve muda drasticamente depois de Alan (Brian Hutchison) entrar na festa. Um ambiente tenso e desconfortável preenche o apartamento e nunca mais desaparece, nem depois de tudo ter acabado. É uma história emocionalmente pesada, chegando até a ser cansativa, que leva todas as personagens ao seu limite absoluto. Segredos são revelados, verdades omitidas (aquelas que todos guardam bem no fundo para não magoar os amigos) acabam por sair e o álcool desempenha um papel impactante em tudo isto. No entanto, não é realmente um dos temas centrais do filme, embora haja uma mensagem clara sobre esse assunto.

A homossexualidade (como era e ainda é tratada pela sociedade) é, sem dúvida, o tópico principal da narrativa, mas acredito que a orientação sexual seja ultimamente o tema em The Boys in the Band. Na verdade, uma análise ainda mais geral conclui que a mensagem principal segue as já conhecidas diretrizes do “aceite-se a si próprio” e “não tenha medo ou vergonha do que gosta”. Consequentemente, acaba por tornar-se um filme mais acessível, pois nunca parece que se está a fechar, excluindo pessoas fora do público-alvo. Todos podem (e devem) desfrutar da componente temática do filme, uma vez que os debates que as personagens têm umas com as outras são extremamente significativos para a sociedade atual.

The Boys in the Band

O caos que domina o apartamento é surpreendentemente genuíno e natural, criando uma comparação com o que ocorre diariamente por todo o mundo. O tratamento que os argumentistas dão à homossexualidade e à orientação sexual é profundo e muito bem desenvolvido, explorando as fases pelas quais milhares de pessoas acabam por enfrentar: confiança, vergonha, incerteza, aceitação e muitas mais. Honestamente, se alguém se sentir desconfortável ao ver este filme, é porque algo não está bem. Sim, aborda-se preconceitos, discriminação sexual e muitos outros aspetos relacionados com este assunto. No entanto, no final, não é um filme exclusivamente sobre homossexualidade, mas sobre as pessoas aceitarem-se pelo que são sem medo ou vergonha.

O elenco e as personagens que retratam são o que fazem de The Boys in the Band um filme tão bom. Não posso entrar em detalhes sobre todos, caso contrário, esta crítica nunca terminaria, mas tenho que mencionar alguns. Zachary Quinto (Harold) retrata o “amigo-inimigo” de Jim Parsons (Michael) e a sua interpretação estranha, filosófica e enigmática enquanto aniversariante rouba os holofotes em várias ocasiões. Brian Hutchison é incrível como Alan, o “patinho feio” de toda a situação, cuja orientação sexual é questionada durante todo o filme. Hutchison faz um ótimo trabalho em nunca deixar o espetador perceber claramente as suas intenções sexuais. Todos são fantásticos, mas ofereço um último shoutout para o hilariante Robin de Jesús (Emory) e o sempre fantástico Matt Bomer (Donald).

Mesmo com tanta qualidade, Jim Parsons entrega uma prestação de outro nível. Se não receber aquele buzz para a época de prémios, não sei o que mais um ator precisa de fazer mais para o conseguir. Tal como a estrutura da narrativa, Michael também tem duas personalidades distintas, dependendo do nível de álcool no seu sangue. Quando está sóbrio, Parsons mostra aquele seu lado peculiar com as suas expressões faciais engraçadas. Quando se encontra alcoolizado, torna-se verbalmente violento, agressivo para com os amigos e um anfitrião terrível. É o catalisador da história, o motor de todo o filme. Sem ele, nada acontece. Parsons assume essa responsabilidade e oferece uma performance memorável, uma das melhores que 2020 tem para oferecer.

Como mencionado anteriormente, o argumento de Crowley e Martel é excecionalmente bem escrito, possuindo diálogos cativantes. Penso que nunca assisti a uma adaptação de uma peça de teatro que me tenha convencido a querer assistir à última. No entanto, é precisamente devido a The Boys in the Band ser uma adaptação de teatro para cinema que tenho o seguinte problema. Os momentos em que uma audiência ao vivo devia bater palmas ou repetir uma catchphrase são demasiado óbvios, tirando-me do filme nessas ocasiões, pois sinto que falta algo ou que uma personagem é forçada a “substituir” o público inexistente.

The Boys in the Band

O meu outro problema está relacionado com o jogo que Michael propõe e que ocupa a segunda metade do filme. Apesar de começar de uma maneira interessante e emocionalmente convincente, torna-se gradualmente monótono e muito previsível. Um ciclo cansativo onde tudo o que deveria acontecer ocorre sem grandes surpresas. Alguns flashbacks desnecessários também esticam o tempo de execução, para além de serem os únicos momentos em que o espetador deixa o apartamento cheio de suspense e tensão, algo que que realmente não apreciei. No final, duas linhas narrativas são deixadas abertas a diferentes interpretações, decisões narrativas que adoro. Não existem respostas certas, apenas as nossas próprias interpretações.

Sendo assim, The Boys in the Band é uma das melhores adaptações de teatro para cinema que vejo desde há algum tempo. Na verdade, até me convenceu a ver a versão original (se pudesse), o que acaba por ser uma prova do quanto me impactou.

Sim, é um filme que se concentra nos tópicos da homossexualidade e orientação sexual. No entanto, nunca dá a sensação de ser exclusivo aos espetadores LGTBQ+, muito pelo contrário. Transmite uma mensagem geral de aceitação e autoestima, algo com que todos se podem identificar. Mart Crowley e Ned Martel entregam um argumento que trata estes temas de uma forma surpreendentemente genuína, importante e natural, criando uma analogia clara não só com os anos 60, mas também com a sociedade atual. Todas as conversas são fascinantes e envolventes. Personagens debatem assuntos essenciais que todos deviam ouvir e aprender.

Em relação ao desenvolvimento de personagens, este filme de Joe Mantello explora mais as personagens do que qualquer outro filme de 2020 até agora. Todos os atores incorporam os seus papéis na perfeição, mas Jim Parsons merece alguns prémios pela sua prestação emocionalmente poderosa. Ocasionalmente, o ajuste de momentos onde uma audiência ao vivo interagiria não funciona muito bem. O jogo da segunda metade do filme torna-se repetitivo e previsível, estendendo o tempo de execução em demasia (também devido a flashbacks desnecessários).

As duas linhas narrativas ambíguas que terminam o filme são a cereja no topo de um bolo muito bom, pelo que recomendo a darem uma trinca.

The Boys in the Band já pode ser visto na Netflix.

Renova faz chegar ao mercado toalhetes de álcool para higienização das mãos

Mais uma ajuda para o combate diário à COVID-19.

toalhetes de álcool

Depois de toalhetes com aroma a lavanda, a Renova faz chegar ao mercado uma novidade que vem mesmo a calhar em tempos de pandemia. A marca lançou toalhetes de álcool para higienização das mãos, um produto indicado para os cidadãos que procuram lavar as mãos com mais frequência ao longo do dia, contribuindo simultaneamente para a prevenção e combate à Covid-19.

O formato da embalagem é extremamente prático e fácil de transportar, de modo a que tenhamos sempre connosco estes toalhetes quando for necessário higienizar as mãos.

Cada embalagem custa 2,44€ e traz 20 saquetas individuais.

Jamie Foxx volta a ser Electro no próximo filme de Spider-Man

Possivelmente numa nova versão da personagem.

Jamie Foxx - Electro

Os filmes de Spider-Man e respetivos spin-offs vão ficar ainda mais estranhos ao mexerem com a continuidade da nova série de filmes da MCU com Tom Holland. A caminho do terceiro filme da atual saga, surge a notícia de que Jamie Foxx vai regressar ao papel de Electro, personagem protagonizada pelo ator em The Amazing Spider-Man 2, a série de filmes que contava com Andrew Garfield antes da personagem se apresentar com uma nova história e nova cara no Universo Cinemático da Marvel.

A novidade foi avançada pelo The Hollywood Reporter e nem a Disney nem a Marvel comentaram o assunto, mas a fonte garante que é real e, se tal acontecer, as implicações para a continuidade das aventuras do Spider-Man ou do Universo Cinemático da Marvel não são só interessantes como podem ficar confusas, pois passamos a ter um Multiverso de diferentes propriedades com diferentes donos, já que a Sony quer construir a sua própria saga com filmes anexos a Spider-Man, como Venom e Morbius.

Jamie Foxx juntar-se-á, assim, ao elenco da sequela de Spider-Man: Far From Home, que também já contou com uma surpreendente aparição de J.K. Simmons no papel de J. Jonah Jameson, o chefe de redação de Peter Parker na trilogia de Sam Raimi.

O filme ainda não entrou em produção ativa, mas sabe-se que irá contar com Tom Holland, novamente no papel de Parker, Zendaya, Marisa Tomei, Jacob Batalon e Tony Revolori, sob a realização de Jon Watts. Tem data de estreia para dezembro de 2021.

Rock in Rio cria plataforma com experiências e prémios para quem já adquiriu bilhete

“É uma forma de agradecer aos maiores fãs”, explica Roberta Medina, Vice-Presidente Executiva do Rock in Rio, em comunicado.

Rock Club LX

Já têm bilhete para o Rock in Rio Lisboa 2021? Então vão gostar de saber desta novidade. A organização acaba de criar o Rock Club LX, uma plataforma com um conjunto de benefícios exclusivos aos quais apenas os portadores de bilhetes terão acesso.

A possibilidade de assistir a um concerto do Palco Mundo diretamente da house mix, um fast pass para andar nas atrações (roda gigante, slide, etc.), um walking tour pela Cidade do Rock com acesso a locais restritos, visitas ao backstage nos dias do festival, participar no ensaio geral na véspera do Rock in Rio ou ganhar produtos de merchandising oficial e exclusivos são algumas das regalias deste Rock Club LX.

Para que tenham acesso a tudo isto, basta que acedam à plataforma, preencham o registo identificando o código do bilhete e respondam a algumas perguntas. A partir daí, tornam-se membros oficiais do clube e ficam automaticamente habilitados a ganhar uma das milhares de experiências disponíveis. Até ao festival, reagendado para os dias 19, 20, 26 e 27 de junho de 2021, esperam-se muitas outras surpresas para os membros do clube (e não só).

Recorde-se que o Rock in Rio Lisboa 2021 já reconfirmou as atuações de Foo Fighters, The National, Liam Gallagher, Black Eyed Peas, Anitta, Ivete Sangalo, Xutos & Pontapés, David Carreira, Bárbara Tinoco e HMB. Ao que consta, também Post Mallone irá atuar no festival, embora a organização não tenha confirmado essa informação avançada por um jornalista do Yahoo! no passado mês de maio.

É ainda de relembrar o facto de a Rock in Rio Innovation Week ter sido reagendada para abril de 2021. Saibam tudo aqui.

Torres Novas. TUT gratuitos até final do ano

Uma iniciativa para que ninguém fique privado de deslocações na cidade.

Transportes Urbanos Torrejanos - TUT

Em maio, começou por surgir a indicação de que o serviço de Transportes Urbanos Torrejanos (TUT) seria gratuito até ao final de junho. Depois, a Câmara Municipal de Torres Novas estendeu essa oferta até final de setembro. Agora, e estando nós já em outubro, surge a informação de que os TUT serão gratuitos até final do ano, ou seja, até 31 de dezembro de 2020.

Esta medida tem como objetivo garantir o transporte público a todos os cidadãos que necessitem de se deslocar em Torres Novas, nesta fase de pandemia que o país atravessa.

Atenção que, no âmbito do levantamento das medidas de confinamento no combate à pandemia da Covid-19, foi estabelecida uma lotação máxima de 2/3 nos transportes públicos e a obrigatoriedade do uso de máscaras/viseiras.

Os Transportes Urbanos Torrejanos asseguram a ligação entre as várias zonas da cidade de Torres Novas, promovendo a mobilidade da população e dos visitantes. Os trajetos estão delineados com base em três linhas.

Confirmada para este ano a 17.ª edição do Festival Para Gente Sentada

A informação foi dada no programa Maluco Beleza, de Rui Unas.

Festival Para Gente Sentada 2020
John Grant na edição do ano passado do Festival para Gente Sentada

Há vários anos que a Ritmos organiza o Festival para Gente Sentada, evento que já recebeu nomes como Kamaal Williams, John Grant, Nils Frahm, Perfume Genius, Julien Baker, José González, Patrick Watson, Tindersticks, entre muitos outros.

Pois bem, em ano de pandemia, muitos poderiam ter dúvidas sobre a realização da 17.ª edição do festival. Mas nada temam, pois está mesmo confirmada. A informação foi dada por João Carvalho, da Ritmos, em conversa com Rui Unas no programa Maluco Beleza.

Há também outra novidade: o mês em que o evento se realiza. Em 2017, 2018 e 2019, o festival realizou-se em novembro, porém, e talvez devido à pandemia, este ano a festa da música acontece em dezembro.

No que toca ao cartaz, nada se sabe por enquanto. Contudo, e tendo em conta que não têm acontecido concertos de artistas/bandas estrangeiras em Portugal, até porque não é economicamente viável fazer essas contratações com as atuais restrições em vigor, é expectável que o lineup do Festival Para Gente Sentada contenha somente artistas/bandas nacionais.

João Carvalho foi mesmo muito contido no que toca à revelação de detalhes sobre a 17.ª edição do festival, pelo que, e até indicação em contrário, tudo aponta para que aconteça novamente em Braga.

Super Smash Bros. Ultimate recebe personagens de Minecraft

Steve, Alex e Enderman serão personagens jogáveis no jogo de luta da Nintendo.

O elenco de Super Smash Bros. Ultimate não pára de crescer com novas e inesperadas personagens de outros universos.

O popular jogo de luta vai agora adicionar personagens muito acarinhadas pelo mundo dos videojogos, mais especificamente de Minecraft.

Steve, Alex, Zombies e Enderman são, assim, as novas adições do Fighters Pass Vol. 2 de Super Smash Bros. Ultimate, que irão trazer consigo um novo cenário inspirado em Minecraft e novas faixas musicais.

Os novos lutadores irão ficar disponíveis para todos os jogadores que adquirirem o Fighters Pass Vol. 2 por 29.99€, podendo também ser adquiridos por 5.99€ com a compra do Challenger Pack 7.

A data de lançamento destas adições vai ser revelada no dia 3 de outubro, com uma transmissão dedicada novamente ao DLC, que contará com o produtor Masahiro Sakurai, que vai mostrar as habilidades e mecânicas destes lutadores.

20 20 Cultura para todos vai apresentar um total de 40 concertos só de artistas portuguesas

A festa começa a 31 de outubro.

20 20 Cultura para todos

Num ano em que não existem festivais com grandes nomes internacionais, as festas da cidade ou mesmo concertos em grandes espaços, muitos são os profissionais da cultura que têm passado dificuldades. Porém, e mesmo com a pandemia a não dar tréguas, a verdade é que o mundo não pode parar de funcionar, pelo que nada como adaptar o funcionamento dos negócios ao panorama atual.

Assim, eis que é anunciado o 20 20 Cultura para todos, uma iniciativa que tem como objetivo a retoma e o incentivo à cultura em Portugal. Com produção a cargo da Everything is New e a PEV Entertaiment, haverá um total de 40 espetáculos a realizar-se no Campo Pequeno, em Lisboa, e no Super Bock Arena Pavilhão Rosa Mota, no Porto. Cada local irá receber 20 espetáculos, com os primeiros a iniciar-se já a 31 de outubro.

20 20 Cultura para todos

De modo a garantir a segurança de todos, cada espetáculo é pensado com base no cumprimento rigoroso das normas impostas pela Direção Geral de Saúde (DGS). O uso de máscaras é obrigatório, num espaço delimitado para o efeito, onde todos os lugares estarão identificados, cumprindo o distanciamento obrigatório entre os espectadores que não façam parte do mesmo agregado. Por último, de modo a evitar qualquer tipo de congestionamento entre pessoas, todas as entradas e saídas terão circuitos próprios com a devida sinalização.

No que toca aos bilhetes para este 20 20 Cultura para todos, já estão à venda nos locais habituais.

Super Bock Sem Glúten? Sim, existe

É a primeira cerveja nacional aprovada pela Associação Portuguesa de Celíacos.

Super Bock Sem Glúten

São boas notícias para os celíacos e intolerantes ao glúten. Acaba de chegar ao mercado a nova Super Bock Sem Glúten, uma versão especial da cerveja que todos conhecemos, pelo que mantém a cor dourada, leveza e refrescância.

Na sua composição encontram-se ingredientes naturais utilizados nas demais cervejas da Super Bock, designadamente água, malte de cevada, cereais não maltados e lúpulo. É em resultado de um novo processo no fabrico, onde se inclui a introdução de uma enzima especial que separa e elimina a natureza potencialmente inflamatória da proteína do glúten, que torna a Super Bock Sem Glúten apta para consumo pelos doentes celíacos e intolerantes ao glúten, o que a torna indicada também para todos aqueles que, por opção, escolhem ter uma dieta gluten free.

A nova Super Bock Sem Glúten é a primeira cerveja nacional aprovada pela Associação Portuguesa de Celíacos e integra a gama permanente do portefólio de cervejas do Super Bock Group.

A nova cerveja ja está disponível não só em six-pack de 33 cl em super e hipermercados, mas também em vários bares e cafés em todo o país.

(Terminado) Passatempo O Legado – Temos 10 convites duplos para as antestreias (Lisboa e Matosinhos)

O Legado tem estreia marcada para Portugal a 8 de outubro.

O Legado

Título original: Inheritance
Realização e argumento: Vaughn Stein
Género: Thriller
Elenco: Lily Collins, Simon Pegg, Connie Nielsen

Sinopse: “O patriarca de uma família rica e poderosa morre subitamente, deixando à sua filha (Lilly Collins) um chocante legado secreto, que ameaça destruir a sua vida…”

O Echo Boomer, em parceria com a Cinemundo, tem para oferecer 10 convites duplos (5 para Lisboa e 5 para Matosinhos) para as antestreias de O Legado no dia 6 de outubro, às 21h30, nos Cinemas NOS Colombo, em Lisboa, e nos Cinemas NOS NorteShopping, em Matosinhos.

E os vencedores para esta antestreia foram:

Lisboa:

  • Ana Sofia Henriques
  • André Santos da Silva
  • Joana Vaz
  • Sílvia Pinto
  • Bruno Ferreira

Matosinhos:

  • Joana Ribeiro da Cunha
  • Rui Marinho
  • Joana Tomé
  • Beatriz Venâncio
  • Jéssica Costa

Os vencedores podem encontrar as instruções de levantamento dos bilhetes no email que lhes foi enviado (para confirmarem que foram um dos vencedores verifiquem a caixa de spam ou lixo da vossa caixa de correio).

Parabéns aos vencedores! E se ainda não foi desta que foram ao cinema connosco, fiquem atentos a mais passatempos no Echo Boomer, ou espreitem quais é que estão a decorrer agora na nossa secção de passatempos aqui.

Há um novo projeto solidário que apoia imigrantes e refugiados

Uma bela iniciativa.

LADO A LADO

A Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa acaba de anunciar a criação do LADO A LADO um projeto de voluntariado desenvolvido pelos alunos da disciplina de Direito e Voluntariado da faculdade, que visa apoiar a inclusão dos imigrantes e refugiados na sociedade através da sua maior participação em atividades culturais.

Neste projeto, a faculdade estabeleceu uma parceira com o festival TODOS – um evento promovido pela Câmara Municipal de Lisboa e organizado pela Academia de Produtores Culturais – que existe desde 2009 com o propósito de afirmar Lisboa como uma cidade intercultural, eliminando a tendência de formação de guetos territoriais associados às comunidades de imigrantes, através da promoção de programas culturais onde seja possível um maior convívio entre diferentes culturas.

Já a partir do segundo semestre deste ano letivo (que terá início em fevereiro), os alunos desta disciplina vão ter a oportunidade de colaborar enquanto voluntários na estratégia de envolvimento das comunidades migrantes na vida cultural da cidade, no âmbito do festival e de outros projetos da Academia de Produtores Culturais.

Para além desta colaboração, é dada aos alunos envolvidos no projeto LADO A LADO a possibilidade de contactar diretamente com imigrantes e refugiados residentes em Lisboa e apoiá-los a participar mais em espetáculos e outros atividades culturais à sua escolha. Desde assistir a um espetáculo de teatro até visitar um museu, as pessoas abrangidas por este projeto vão poder decidir em que atividade gostariam de participar, sendo que o valor dos bilhetes, do transporte e da refeição será financiado pelo projeto.

LISBOA ZERO. A plataforma que vem combater o desperdício alimentar

Esta plataforma tem como cidade piloto Lisboa, mas o objetivo é ser replicada mundialmente, combatendo o desperdício alimentar.

LISBOA ZERO

Mais um dia, mais uma iniciativa para combater o desperdício alimentar. E ainda bem. Chama-se LISBOA ZERO e é uma aplicação colaborativa que tem como missão o combate ao desperdício alimentar, promovida pela Comissão Europeia através do programa FORCE- Cities Cooperating for Circular Economy. O mais curioso? Lisboa é a primeira cidade a contar com esta novidade.

A plataforma ainda não está totalmente finalizada, mas o objetivo será fazer com que empresas possam doar os excedentes a quem mais precisa, como instituições de solidariedade social, conselhos paroquiais, fundações, entre outras entidades. Dessa forma, não só estarão a combater a escassez de alimentos, como a reduzir a pegada de carbono, contribuindo para a redução de toneladas de emissões de CO2 e consumo de recursos hídricos.

E claro, ao evitar o desperdício da produção de alimentos, recanaliza-se esses produtos para uma nova linha de consumo. Já para os cidadãos comuns, esta plataforma será útil para ensinar umas quantas coisas relacionadas com consumo mais sustentável, separação de resíduos, reciclagem e hábitos de vida e alimentação mais saudáveis.

Na fase piloto de lançamento, a LISBOA ZERO contou com a participação da Auchan, Pingo Doce, Ritz Four Seasons Lisboa e o restaurante A Valenciana, entidades que colaboram já na rede Zero Desperdício.

Crítica – Greenland

Um par de cenas entusiasmantes e um elenco decente não conseguem livrar Greenland do desastre que é.

Greenland

Sinopse: “Uma família luta pela sobrevivência quando um cometa destruidor de planetas chega à Terra. John Garrity (Gerard Butler), a sua ex-mulher Allison (Morena Baccarin) e o seu jovem filho, Nathan, fazem uma perigosa viagem até à sua derradeira esperança de salvação. Por entre terríveis relatos de destruição a nível mundial, a família Garrity experiencia o melhor e o pior da Humanidade, à medida que a contagem decrescente para o apocalipse global se aproxima do zero.”

Este tipo de filme é sempre bastante divisivo entre críticos e público simplesmente devido à sua natureza. Relativamente à história, nunca é única nem inovadora de qualquer maneira. Estes filmes apocalípticos seguem sempre um argumento genérico, repleto com inconsistências lógicas, mas também com imensa ação entusiasmante. Os visuais variam em qualidade dependendo do estúdio, bem como a produção sonora e outros aspetos técnicos. Tento sempre aceitar tudo o que estes filmes atiram irracionalmente para o espetador. Preparo-me para ser o mais aberto possível e, geralmente, não tenho problemas com isso (na verdade, considero até o argumento “não é assim que a ciência funciona” um pouco nitpicky neste subgénero).

No entanto, Greenland não dá aquilo que realmente esperava do mesmo: um cometa destruidor de planetas, puro entretenimento pipoca. Os únicos pontos positivos são o elenco e duas/três cenas realmente excitantes. Gerard Butler já está mais que habituado a estes filmes (saga Has Fallen, Geostorm), logo não tem problemas em retratar mais uma personagem pouco desenvolvida, sem motivações reais ou qualquer tipo de profundidade. O mesmo serve para Morena Baccarin, que simplesmente interpreta a esposa de Butler. Ambos apresentam boas prestações, o suficiente para me manter interessado até ao final do filme.

As poucas cenas interessantes às quais me referi anteriormente são, de facto, muito boas. Pequenos pedaços do cometa gigante atingem a Terra antes do evento de extinção e, honestamente, parecem ótimos. No entanto, somente isto durante 119 minutos está longe de ser satisfatório.

Como esperado, o argumento de Chris Sparling é tão genérico quanto poderia ser, assim como a realização de Ric Roman Waugh, que não oferece nada de novo. Algumas decisões narrativas (não relacionadas com ciência ou tecnologia, pois estas acabei por aceitar como parte das justificações ilógicas do costume) são definitivamente para fazer passar o tempo, visto que não têm qualquer consequência. Greenland é precisamente como dezenas de outros filmes do subgénero, mas sem os aspetos técnicos que acabam por dar valor à película em si.

Greenland

Os efeitos visuais assemelham-se aos do início do século em algumas cenas, quase como se não tivessem tido tempo (ou dinheiro) suficiente para os terminar. Chegam mesmo a colocar uma imagem estática de uma chuva de meteoritos como o céu… Infelizmente, apenas dá a sensação de amadorismo e preguiça. A ausência de uma banda sonora poderosa (David Buckley) faz com que as cenas de ação sejam “vazias”, como se faltasse algum componente. Alguns momentos de luta são praticamente impossíveis de ver claramente devido ao ambiente excessivamente escuro e à edição brusca (Gabriel Fleming). No geral, a ação anda na linha entre o decente e o terrível.

A “chapada” mais significativa é o tal “cometa destruidor de planetas” que todos desejam ver assim que entram no cinema. Não há como contornar: se um filme inteiro cria um build-up tremendo para um cometa impressionante do tamanho da Europa, tem que mostrar o momento em que este atinge o chão, em todo o seu esplendor. A explosão gigantesca de proporções ridículas, o fumo sem fim que enche toda a atmosfera, o som caraterístico do impacto… Este é o momento que pode definir ou quebrar qualquer filme apocalíptico deste género. Infelizmente, e escrevo apenas isto: quebrou.

No final, Greenland é desapontante, contendo apenas um par de cenas entusiasmantes e um elenco decente. Gerard Butler e Morena Baccarin tentam, mas não são suficientes para compensar tudo o resto. Como esperado, o argumento formulaico de Chris Sparling não adiciona um enredo único ou algum aspeto inovador ao subgénero, assim como a realização básica de Ric Roman Waugh. Tudo isto não teria problemas se a ação mostrasse o que a maioria dos espetadores deseja ver, mas, infelizmente, esta componente também é uma deceção.

Apesar de possuir algumas cenas ocasionais interessantes, os níveis de entretenimento são muito baixos devido aos efeitos visuais nada impressionantes, à falta de uma banda sonora impactante e à edição defeituosa, culminando numa desilusão destruidora de quaisquer expetativas.

Se adoram filmes apocalípticos, talvez encontrem algo fascinante que me tenha escapado ou causado indiferença. No entanto, se este tipo de filmes não se adequa às vossas preferências, então este certamente não irá converter-vos.

Keanu Reeves está preparado para a chegada de Cyberpunk 2077 no novo trailer

Já está apontado na agenda, Keanu!

Cyberpunk 2077 é um dos jogos mais antecipados da última década e já falta muito pouco para os jogadores lhe colocarem as mãos em cima.

Durante o seu desenvolvimento, uma das grandes surpresas para os jogadores foi a revelação de que uma das personagens principais deste RPG iria ser protagonizada por, nada mais, nada menos, do que Keanu Reeves, que, nos últimos anos, regressou aos grandes blockbusters de ação.

Agora, no caminho para o lançamento, Reeves tem uma mensagem para os fãs com um novo spot publicitário: marquem na agenda a chegada de Cyberpunk 2077.

Cyberpunk 2077 tem data marcada para o dia 19 de novembro para o PC, Xbox One e PlayStation 4 e, enquanto as melhorias para a nova geração não chegam, o jogo será também jogável na PlayStation 5 e Xbox Series X e S.

Os mortos vivem no trailer de revelação do modo de Zombies para o novo Call of Duty

Black Ops Cold War não vai deixar os mortos em paz.

Os zombies estão de volta. O tradicional modo de jogo característico dos jogos de Call of Duty da Treyarch traz de novo a intensidade e emoções de sobrevivência em formato coop, com uma direção mais fantástica e sci-fi para a série.

A Activision revelou agora o primeiro trailer, capturado com imagens de jogo a correr na PlayStation 5, onde ficamos a conhecer novas áreas e novos tipos de inimigos bem agressivos.

Como seria de esperar, o modo inclui uma nova narrativa paralela à campanha do jogo, chamada Die Maschine, que toma lugar durante os anos 80, com um novo elenco de personagens e novas formas de progressão.

Nesta edição, os produtores prometem uma forma mais acessível de entrar no jogo, com uma experiência ligada entre modos e a possibilidade de podermos jogar com amigos noutras plataformas, graças ao cross-play e ao cross-save.

O modo de zombies fica disponível com o lançamento do jogo, Call of Duty: Black Ops Cold War, no dia 13 de novembro.

Creative lança nova versão das suas colunas minimalistas Pebble

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Redondinhas, maiores e mais potentes.

Creative Pebble V3

Para quem procura bom som, mas também se preocupa com a simplicidade do seu setup, a Creative parece ter a solução com os novos sistemas stereo Creative Pebble V3.

Com um design redondo, minimalista e elegante, as novas colunas foram desenhadas para utilizadores de escritório e contam com diferentes tipos de ligações, como Bluetooth 5.0, USB-C e porta auxiliar de 3.5mm.

A nova versão das Pebble contam com drivers mais largos de 2.25 polegadas, capazes de produzir som mais rico e com 50% mais de volume e o dobro da intensidade.

Já disponíveis à venda em lojas como a da Creative, as Creative Pebble V3 podem ser adquiridos a partir de 37,99€.