Análise – Plantronics RIG 800HS

Ótima relação custo benefício numa solução sonora perfeita para quem passa horas a jogar.

Plantronics RIG 800HS

Para ser franco, enquanto jogador de videojogos, jogo maioritariamente offline (sozinho ou com amigos) e apenas em consolas. Posto isto, nunca tive grande interesse em apostar em Headsets… Pelo menos assim foi até ao início da pandemia, em que caí de para-quedas num grupo de WhatsApp de FIFA 20 (modo Pro) e num de Call of Duty: Modern Warfare.

Para desenrascar, comprei a coisa mais barata que encontrei (até porque não era altura de grandes gastos), cuja qualidade refletia o preço reduzido de forma gritante. Como tal, devido um pouco à parca experiência, continuei a dar pouco valor a uns bons Headsets. Pelo menos até ter recebido os 800HS (Bluetooth) e os 400HS (cabo aux), da Plantronics.

Sendo que o objetivo passava só por fazer análise aos 800HS, pouco uso dei à gama inferior, mas, ainda assim, deu para encontrar algumas semelhanças entre os dois a nível estrutural. São ambos maioritariamente em plástico e, ainda que sejam dotados de bastante flexibilidade, inspiram pouca confiança devido à estrutura em si. A coisa torna-se particularmente alarmante quando se chega à conclusão que o ajuste das conchas na bandolete (com três opções) é feito por encaixe de pressão entre plásticos, quando deveria ser de ajuste regulável sem fricção desnecessária.

É caso para dizer que é bom poder fazer este ajuste na medida em que, estando na opção que queremos, nunca mais se desregula. No entanto, é fundamental perceberem logo qual é a opção ideal para vocês, de modo a evitarem andar a folgar o plástico ou pior, partir. Na minha modesta opinião, esta é a grande debilidade desta linha de Headsets.

As maiores diferenças entre eles prendem-se com o tamanho das conchas, que no HS800 assentam melhor nas orelhas e, nesse mesmo modelo, a bandolete tem um fita flexível extra que garante um melhor ajusta na cabeça, sem exercer tanta pressão pela ausência de rigidez.

Focando-me no modelo 800HS, a estrutura em plástico, apesar de gerar alguma desconfiança no que toca a resistência dos materiais na zona de encaixe das conchas, é, como já referi anteriormente, bastante flexível, não exercendo qualquer pressão “alicate” na cabeça.

Plantronics RIG 800HS

As almofadas são memory foam de ótima qualidade e o revestimento é em tecido. Embora este tipo de revestimento não seja muito mais fresco que o de pele sintética, leva mais tempo até causar desconforto, o que é um grande ponto positivo. Considero apenas que as conchas podiam ter mais profundidade, pois torna-se difícil jogar com a cabeça apoiada sem conseguir evitar roçar com a orelha no plástico do altifalante.

Ressalvo ainda o funcionamento do microfone, que é extremamente bem pensado, intuitivo e funcional. Quando está para cima, está desligado e ninguém nos consegue ouvir, e, para falar, basta puxá-lo para baixo e está ligado. É ainda possível ajustar lateralmente.

A instalação do equipamento é muito fácil e breve, dado que o Headset tem instruções claras e o setup é muito simples. Basta conectar o dispositivo via USB à consola (ou PC), ligá-lo e ligar o Headset. Na PS4 original, é necessário ligar um cabo ótico extra na traseira da consola para funcionar, mas nada de complicado. O único reparo que tenho a fazer relativamente a isto é estético e prende-se com o dispositivo que se conecta à consola. Este, para o conteúdo interno e peso, podia se bem mais pequeno e discreto, pois não fica muito bem esteticamente pendurado na porta USB.

O 800HS oferece, assim, a possibilidade de jogar sem fios ligados ao comando, quando conectados por Bluetooth (se bem que trazem cabo aux). Têm até 24 horas de autonomia, sendo que carregá-los completamente leva três horas via entrada USB type-C. Têm também a funcionalidade de carga rápida, que, com apenas 30 minutos de carga, dá para uma hora e meia de uso.

Graças à autonomia farta, este headset torna-se a opção ideal para quem joga muitas horas seguidas, pois despenaliza a preocupação em carregá-los durante o período de jogo. Pessoalmente, após ter feito um carregamento completo, foi possível fazer sete sessões com três horas de jogo (em média) e, apesar de no início da penúltima sessão, ao ligar, ter dado sinal de bateria baixa, ainda deu para mais de seis horas, por isso bate certo. Desta forma, se receberem o sinal de bateria baixa após uma sessão, e os deixarem a carregar durante a noite ou durante algumas horas que sabem que vão estar offline, muito dificilmente irão ficar desiludidos com este equipamento.

No que toca à qualidade de som, considero-a muito boa, graças aos altifalantes de 40mm com um bass surpreendente, potenciado pelos ressonadores passivos para baixas frequências. Aliado a isto está o Noite Cancelling que, apesar de não ser dos melhores durante um jogo, muito dificilmente fará com que se distraiam com sons do ambiente circundante.

A transmissão sonora é perfeita, crystal clear e sem atrasos, sendo que podemos afastar-nos do emissor de Bluetooth até 10 metros sem ficarmos offline. É bom caso precisem de fazer algo mais longe da consola. Em conjunto, estes três fatores dão origem a uma experiência fiel, imersiva e completa, seja a jogar online num jogo de guerra ou offline num jogo de desporto. Enquanto estiverem com o headset na cabeça, é difícil serem distraídos.

É possível controlar quase tudo a partir do headset, graças aos controlos analógicos incorporados na concha esquerda. Esses controlos permitem regular o volume, ajustar o balanço de volume entre o som do jogo e do chat de equipa e, para além disso, são dotados de equalizador, que permite personalizarem ainda mais a vossa experiência.

Compilando esta análise numa nota final, diria que o 800HS é um ótimo investimento a nível de custo-benefício para os gamers mais ativos. Este modelo é leve, confortável, tem grande autonomia, comandos úteis e bem posicionados, ótima qualidade de som e setup simples e rápido. No meu caso em particular, vou esperar pela chegada da PS5 antes de investir num bom Headset, mas, com estes (800HS e 400HS), a Plantronics ganhou pontos e captou a minha atenção.

Nota: Muito Bom

Este equipamento foi cedido para análise pela Upload Distribution.

Metaleiros Jinjer dão concerto em Portugal em junho do próximo ano

A banda ucraniana vai regressar a Portugal, dois anos depois de uma prestação inesquecível no Vagos Metal Fest.

Depois de um ano atípico, sem a presença de bandas internacionais nos palcos nacionais à escala a que os portugueses se habituaram ao longo das últimas décadas, começam agora a surgir os primeiros vislumbres de um aguardado regresso à normalidade neste setor.

Assim, é com satisfação que a Amazing Events anuncia um novo concerto em Portugal por parte dos Jinjer. Considerados um dos maiores fenómenos de popularidade da música metal da atualidade, a banda tem espetáculo marcado para 2 de junho de 2021, no LAV – Lisboa ao Vivo.

Este será o 3º concerto dos Jinjer em Portugal e o 2º em Lisboa. Em 2016, estrearam-se por cá, no Stairway Club (Cascais). Três anos depois, regressaram como uma das bandas mais solicitadas pelo público do Vagos Metal Fest e deram um espetáculo que ficará na história do festival. Em 2021, regressam para promover o seu mais recente EP Macro, que foi lançado pouco tempo depois dessa atuação no festival vaguense.

Os bilhetes para este concerto custam 25€ e já estão à venda nos locais habituais.

Análise – FIFA 21

FIFA 21 vem com muitas novidades e algumas melhorias face ao capítulo anterior, mas falha onde não pode: dificuldade da AI da consola em jogo offline.

Ao contrário da Konami, que se encontra em sabática durante esta fase de transição de motor de jogo (tendo apenas lançado um Season Update), a Electronic Arts quis certificar-se que aproveitava essa margem que o rival deu, mas não sem antes deixar uma “prenda” aos jogadores que se vão manter fiéis à PS4.

As novidades ainda são algumas, principalmente no modo de jogo VOLTA, no modo de carreira como treinador, na mecânica de jogo e ajudas textuais em quase tudo o que faz parte do jogo. Já o Ultimate Team continua praticamente igual, o que, para mim, significa que continua desinteressante. Não sou fã do modelo de jogo pay-to-win, mas se houvesse alguma possibilidade de segregação entre jogador free-to-play e os restantes, o UT teria mais interesse.

Começo por pegar no que mudou mais abruptamente, que é a alteração extrema na mecânica de jogo. Desde o FIFA 16 que essa mecânica tem vindo a mudar progressivamente, criando uma dinâmica de futebol cada vez menos prazerosa de experienciar. O foco passou a ser jogar em posse de bola, fazendo-a circular à procura do erro do adversário, entrar pela zona central da área e rematar em força para golo ou, então, entrar pelas laterais, passar rasteiro para o meio e encostar. FIFA 20 levou essa dinâmica ao expoente máximo, tornando a jogabilidade monótona e, por sua vez, aborrecida. Chegou a um ponto em que essa dinâmica acabou por roubar magia ao futebol, pelo que PES 2020 foi, naturalmente, considerado o melhor jogo desportivo do ano.

Mecânicas de jogo

Com a próxima geração de consolas a chegar e a Konami a abdicar de grandes novidades este ano (para dar mais atenção ao desenvolvimento do próximo capítulo), foi a hipótese da Electronic Arts ser ousada e arriscar. O que é certo é que o fez e mudou radicalmente a forma como o futebol é jogado em FIFA 21.

De facto, está mais divertido. Há mais liberdade de jogo, é possível marcar golos de canto (e de cruzamento no geral) e de muitas outras formas. O problema? Esta mudança da forma como o futebol é jogado passou mais por debilitar a defesa (e a forma como se defende) do que propriamente alterar a mecânica ofensiva. Esmiuçando o jogo, percebe-se rapidamente que o que FIFA 21 oferece não é, de todo, um jogo revigorado, mas sim uma versão antiga disfarçada de nova.

FIFA 21 análise

O ataque funciona melhor porque os defesas têm pior sentido de posicionamento, piores reflexos, pior capacidade de decisão e pior capacidade de cortar as bolas no timing certo. A prova disto é o facto de todos os níveis de dificuldade estarem mais fáceis. Por norma, começo todos os FIFA em Profissional para perceber a jogabilidade e, uns dias depois, passo para Classe Mundial. Finalmente, lá acabo por começar a jogar em lendário. Em FIFA 21 fiz um jogo em profissional, ganhei 6-1, mudei para Classe Mundial e, ao fim de pouco jogos, já estava a golear de forma recorrente. Comecei a jogar em Lendário nem uma semana tinha passado desde o lançamento do jogo, o que é francamente ridículo.

Este facilitismo permite-nos ser mais desleixados nas transições ofensivas, desperdiçar mais oportunidades de golo e, ainda assim, golear. Do lado da equipa controlada pela consola, para além da defesa ser desastrosa, até a nível ofensivo há menos rigor e eficácia. É certo que não sou eu quem está muito melhor a jogar FIFA, é mesmo o AI do jogo que desaprendeu.

Convém salientar que a defesa funciona mal no geral, pois está mais difícil controlar os defesas e a obter a resposta que queremos da parte deles. Isto por vários factores que levam a concluir que a objetivo passa por ter jogos com mais golos, independentemente do quão bem se sabe defender.
O primeiro factor é que os comandos não são tão responsivos e a direção e profundidade com que o corte é feito raramente corresponde ao que realmente queremos. O segundo factor é que, enquanto defesa, tornou-se mais difícil usar o corpo para ganhar posicionamento no duelo pela bola (beneficiando os brinca na areia). O terceiro é que, quando pegamos num defesa, a resposta ao que queremos fazer é demorada, deixando-nos sempre em desvantagem face ao atacante que transporta a bola/a acabou de receber.

Este défice de balanceamento entre o ataque e a defesa é grave, tornando FIFA num autêntico jogo arcade. À primeira vista até é divertido e emocionante, mas rapidamente cansa porque pouco se assemelha com o futebol real. Para justificar esta falta de equilíbrio, das duas uma: ou facilitar a introdução das Creative Runs (que falarei de seguida); ou, e esta hipótese é mais rebuscada, mas é viável na mesma, que passa por cansar o jogadores que gostam de jogar offline de aborrecimento nos jogos contra o AI da consola, ao ponto de os fazer migrar para o Ultimate Team. Se for o caso, isto é dececionante para um fã que joga o Modo Carreira desde 2003. Adiante…

FIFA 21 análise

As Creative Runs não são propriamente uma novidade neste FIFA, mas sendo que já passaram alguns anos desde a última vez que existiram, passaram a sê-lo novamente. Basicamente, trata-se da possibilidade de controlar dois jogadores em simultâneo em situação ofensiva para criar espaços, encontrar a demarcação perfeita ou construir jogadas mais personalizadas e imprevisíveis. São portanto, três variações. Só têm uma falha: a sobreposição de controlos. Veio fazer com que seja desaconselhado fazer fintas durante uma creative run, caso contrário não só não vamos fazer finta nenhuma, como vamos descontrolar a trajetória que queremos que o jogador sem bola faça.

Para concluir este ponto, os jogadores novos ou mais inexperientes vão adorar esta nova dinâmica, principalmente por ser mais fácil marcar golos e conseguir bons resultados (o meu irmão que é casual e costumava encontrar dificuldades em profissional agora goleia em classe mundial). Para os jogadores já com alguma experiência vai ser agridoce, pois se, por um lado, é mais diverso no ataque, é muito mais limitador e frustrante na defesa.

Modos de jogo

O grande vencedor de reformulação da mecânica de jogo foi, sem dúvida, o VOLTA, que ficou muito mais fluido, dando origem a grandes doses de diversão e futebol bonito. É, também, um ótimo recurso para começar a conhecer mais movimentos técnicos.

A história cinemática está bem construída, mas peca por ser muito curta (passa-se em duas ou três horas). Após terminar a história, é possível continuar a tirar proveito deste modo graças aos desafios (diários e semanais), ganhar novos recrutas para a equipa, desbloquear mais roupa e equipamento e, claro, melhorar os stats do vosso jogador.

O VOLTA tem também competição online, mas de todas as vezes que tentei encontrar adversários, a consola nunca conseguiu um match-up, por isso não consigo dizer honestamente como é jogar este modo online. As maiores lacunas passam mesmo pela história ser demasiado curta e pouco abrangente, por não haver mais modelos de jogo offline (como torneios) e pelo facto de o layout dos menus não ser intuitivo nem bem organizado. Também era de valor se houvesse um tutorial prático de movimentos técnicos, para além da listagem.

FIFA 21 análise

Chega a hora de falar da cereja no topo do bolo: O Modo de Carreira como treinador. Em tempos o melhor modo do jogo, caído no esquecimento com a introdução do Ultimate Team, regressa com novidades promissoras e mecânicas antigas reabilitadas.

No que toca a novidades, o Player Development foi uma das melhores, uma vez que vem permitir um maior controlo no crescimento e desenvolvimento de cada jogador na equipa. Esta nova funcionalidade permite adaptar jogadores, mudando a sua posição em campo, bem como o seu papel, e, por sua vez, tirar mais partido e aproveitamento do plantel com base nas necessidades da equipa.

Associado a isto surge uma nova característica (que funciona em simbiose com a energia) que é o “Match Sharpeness”. A sua utilidade é aumentar o foco dos jogadores de forma a garantir que, durante o jogo, vão conseguir uma performance superior nos momentos chave em que é exigido mais deles. Esta característica aumenta em função dos treinos semanais feitos.

Os treinos também mudaram radicalmente (para melhor). Agora, ao invés de estarmos limitados a treinar cinco jogadores a cada sete dias, é possível treinar até 15 jogadores, várias vezes por semana, nos dias definidos, através do “Schedule Planning” do novo sistema de gestão de atividade. Por defeito, este plano já se encontra pré-feito quando iniciamos a nossa carreira, o que ajuda a perceber as periodicidades, ganhar calo e, depois, manipulá-lo à nossa maneira. Um grande ponto positivo deste modo é que a nota de treino é automaticamente definida pelo último treino em que o utilizador tenha feito os desafios (caso contrário é um “D” automático).

Uma nova funcionalidade que já se exigia há muito, os empréstimos com opção de compra, são finalmente uma realidade em FIFA 21. Outra novidade entusiasmante é que, agora, ao começarem a carreira, podem ativar uma opção que funciona como injeção de dinheiro inicial, podendo ir até aos 500 milhões de euros. Isto vem dar vida até ao clube mais fraco do jogo.

FIFA 21 análise

No que toca a reintroduções, temos de volta a “Interactive Match SIM”. Com esta funcionalidade, é possível ver o desenvolvimento do jogo mapeado com bolas a servir de jogadores, enquanto se ouve o ambiente do estádio e o relato dos comentadores, sendo fácil perceber como o jogo está a correr. A partir do menu desta funcionalidade, é possível ter acesso a todas as informações fundamentais da equipa, como a energia dos jogadores ou a respetiva nota de desempenho. Caso hajam jogadores que não estejam nos seus dias, é possível fazer substituições ou alterações tácticas. Pode-se dizer que esta nova funcionalidade é objetiva e a forma mais rápida de passar cada jogo com controlo do desenvolvimento do jogo, pois corre ao dobro da velocidade normal.

Antigamente, se decidíssemos intervir no jogo, tínhamos de joga-lo até ao fim, pois não era possível voltar a sair. Isso mudou. É agora possível entrar e sair as vezes que quisermos e quando quisermos. Podemos simplesmente decidir entrar só para bater um livre, defender um pénalti ou finalizar uma jogada de contra-ataque e voltar a sair.

Outras novidades que FIFA 21 traz é o regresso da equipa de lendas em jogo rápido, mas finalmente com novos jogadores na equipa, como Ronaldinho, Figo, Zidane, Cannavaro ou Del Pierro (entre muitos outros). Ainda assim, o leque continua a ser limitado, na medida em que não dá para fazer duas equipas e jogar contra amigos usando ambos a equipa de lendas.

Já no modo de criação de torneios personalizados, agora já é possível definir preenchimento automático de equipas por intervalo de classificação de equipas, poupando tempo precioso. Em jogo rápido, há também uma novidade algo polémica, que é a possibilidade de fazer rewind a lances e tentar dar-lhes outro fim. Na minha cabeça isto não faz sentido nenhum, pois rouba a intensidade de jogo e a capacidade de aprender com os erros por via de resultados indesejados.

Posto isto tudo, pode-se dizer que FIFA 21 vem com muitas novidades e algumas melhorias face ao capítulo anterior, no entanto, falha onde não pode em circunstância alguma: dificuldade da AI da consola em jogo offline.

Se não gostarem de Ultimate Team e não tiverem amigos contra quem jogar, este jogo torna-se aborrecido e pouco desafiante muito rapidamente. Fica o desejo que estas alterações tenham sido feitas a pensar nas consolas da próxima geração e que, nas novas máquinas, o jogo seja realmente bom. Nesta geração de consola, a nível de mecânica de jogo, o Season Update de PES 21 é quase melhor que este FIFA.

Nota: Bom

Plataformas: PC, PlayStation 4 e Xbox One
Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela Electronic Arts.

Bolt Food deve estar prestes a lançar-se em Lisboa

Existem várias evidências para isso.

Bolt Food

Em abril deste ano, quando ainda estávamos em confinamento, avançámos com a novidade de que a Bolt, empresa de micromobilidade fundada na Estónia, preparava-se para estrear um novo serviço em Portugal. É que, além dos carros, trotinetes e bicicletas elétricas, a empresa tem também o Bolt Food, serviço de entrega de refeições ao domicílio que veio concorrer com apps como Uber Eats, Glovo e outros.

Nesse mesmo mês, soubemos que alguns parceiros Bolt tinham começado a receber mensagens a informar de que o serviço Bolt Food chegaria em breve ao nosso país, e foi por isso mesmo que se esperava que não demorasse muito mais até o novo serviço arrancar.

Pois bem, a verdade é que estamos a caminhar para o final de outubro e ainda não existe uma data de lançamento oficial para o Bolt Food. Contudo, tudo aponta para que a estreia esteja para muito breve, até porque existem vários indícios para tal.

Para já, a existência da app para Android e iOS. Está disponível e é possível registar uma nova conta, dando, depois, somente a indicação de que o serviço não faz entregas nessa localização. E para existir uma app já pronta a receber registos, tal significa que é mesmo para avançar.

Já a conta do Instagram, sobre a qual falámos em abril, continuam sem quaisquer posts. Porém, a mesma conta refere que o serviço está quase a chegar e que terá “novidades em breve”. E o site oficial? Está totalmente traduzido para português, algo que dá ainda mais alento a esta hipótese de um lançamento iminente. Só os formulários de inscrição, tanto para estafetas como para restaurantes, é que ainda são apresentados em Inglês.

No entanto, temos uma evidência ainda maior de que o serviço deverá arrancar ainda este mês, ou, então, pelo menos até final do ano. Nas redes sociais, existem empresas que não só começaram recentemente a promover apresentações gerais do funcionamento da app Bolt Food, com uma ação de formação (treino) pelo meio, como a promover reservas de mochilas isotérmicas.

Além disso, e isto é muito importante, temos um potencial mapa de cobertura do serviço, como podem constatar aqui em cima. Também sabemos os horários de operação. A confirmar-se, o serviço estará disponível de domingo a quinta-feira, das 9h às 24h, e à sextas e sábados, das 9h às 02h.

De resto, tudo indica que o serviço, lá está, comece por cobrir somente parte da zona de Lisboa. Realçamos, porém, que estas informações que circulam nas redes sociais carecem de informação oficial por parte da Bolt.

Microsoft acaba de disponibilizar o HoloLens 2 em Portugal

O preço? Uns “módicos” 3.899€.

HoloLens 2 Portugal

A última vez que falámos neste dispositivo foi em fevereiro do ano passado, até porque tinha sido anunciado na edição de 2019 da World Mobile Congress. Agora, bastante tempo depois, eis que chega alguns países da Europa, incluindo Portugal.

O modelo original surgiu em 2016 e, desde logo, mostrou ser uma boa abordagem da Microsoft no terreno da realidade mista. Já esta versão, além de ser mais profunda a nível de imersão, está também três vezes mais confortável.

O dispositivo foi construído à base de fibra de carbono com um design ergonómico, tem um centro de gravidade mais equilibrado e permite ao utilizador deslizar os óculos sobre a estrutura de suporte, o que lhe confere mais conforto e flexibilidade de uso.

A gigante de Redmond duplicou o campo de visão nesta nova versão, existindo 47 pixéis por cada grau de visão. Na prática, isto quer dizer que existe mais espaço para interagir com hologramas, além de que é possível fazer manipulação direta dos mesmos através de gestos.

Desta forma, a interação será muito mais natural, pelo que um “toque” pode gerar algum tipo de reação. Na prática, o HoloLens 2 pode ter vários tipos de uso, podendo ser usado em diversas profissões e situações. Para isso, existe a solução Dynamics 365 Guides, que dará variadíssimas possibilidades a empresas que necessitem de adaptar os HoloLens 2 à sua área de atuação.

Em termos de características, temos aqui um Qualcomm Snapdragon 850, uma câmara de 8MP e uma bateria com autonomia que pode ir até às três horas de uso contínuo, só para citar algumas.

Quanto ao preço, se tiverem necessidade e/ou possibilidade de adquirir o dispositivo, saibam que custa 3.899€.

Em Portugal, o HoloLens 2 já está a ser utilizado de forma inovadora na saúde, onde a Fundação Champalimaud foi pioneira a nível mundial na utilização do dispositivo na cirurgia a pacientes com cancro da mama.

Joker, da RTP, vira jogo de tabuleiro

Sim, falamos do programa apresentado por Vasco Palmeirim na estação pública.

Joker RTP

São fãs dos conteúdos da RTP e não perdem pitada do programa Joker? E se vos dissermos que, agora, existe o jogo oficial de tabuleiro?

Chega-nos por parte da Clementoni e é, essencialmente, uma réplica do popular concurso da estação pública.

Ao todo, o jogo de tabuleiro apresenta 1.700 perguntas oficiais. Existem três formatos disponíveis: competição individual, por equipas ou um simples jogo de treino.

Tal como na TV, este jogo apresenta quatro hipóteses de resposta para cada questão colocada. Caso acertem, sobem um patamar na torre, pelo que o objetivo é subir até ao sétimo e último patamar, onde “estão” os 50.000€. Assim que conseguirem, devem tentar manter-se no topo. Como? Respondendo acertadamente às perguntas, pois claro.

O jogo de tabuleiro Joker está atualmente disponível nas lojas Amarket, AutoBrinca, Americana e BabyPrendas. Em breve, o novo jogo chegará também aos pontos de venda habituais.

Como ganhar dinheiro a investir online desde casa

Nos últimos anos, o desenvolvimento tecnológico tornou possível o lançamento de ideias e projetos revolucionários em todo o mundo.

Um deles, no sector das finanças, foi o mercado cambial de divisas, também conhecido como Forex. É uma forma de investir e de tentar obter benefícios sem as limitações físicas e financeiras dos investimentos tradicionais.

O desenvolvimento destas novas formas de investimento fez com que pessoas em qualquer parte do mundo consigam, hoje, participar nos mercados cambiais, onde as principais divisas mundiais são cotadas. Querem saber como começar a investir online?

O que é preciso para investir online?

Abaixo, veremos o que é necessário para começarem a negociar online e participar ativamente nos mercados internacionais de intercâmbio de divisas. Na realidade, quase qualquer pessoa pode tornar-se um operador nestes mercados. Contudo, há algumas dicas a ter em mente para evitarem cometer erros que podem resultar em altas perdas financeiras.

  • Ter fundos disponíveis para o investimento inicial: Embora possa parecer óbvio, para começar a negociar é necessário ter o montante mínimo exigido para cada plataforma ou site de negociação. Portanto, a primeira coisa a fazer é obter esses fundos iniciais.
  • Estudar o risco que se pode assumir e não investir acima do limite: Nunca invistam mais do que se podem dar ao luxo de perder. Os mercados Forex não estão isentos de risco; de facto, apresentam grandes riscos devido à sua volatilidade e que se negoceia com alavancagem (mais dinheiro do que o efetivamente disponível). É, por isso, que a prudência é fundamental para evitar contrair dívidas.
  • Saber como funcionam os mercados cambiais: É essencial saber que fatores alteram os preços das moedas e afetam os nossos investimentos. Ter informação fiável e em tempo real é fundamental para maximizar os investimentos e multiplicar os lucros.
  • Ter uma ligação à Internet e/ou dispositivos adequados: Os mercados de Forex permitem negociar 24 horas por dia. Por conseguinte, é importante ter sempre uma ligação estável à Internet para aproveitarem todas as oportunidades que surjam, sem importar o momento ou o lugar.
  • Encontrem o melhor broker online: Antes de começarem a investir, certifiquem-se de ter comparado todas as empresas que oferecem serviços de corretagem online. Desta forma, poderão escolher aquela que oferece as condições mais favoráveis, tais como comissões baixas e maior cobertura contra possíveis perdas.

Como é que funcionam os mercados Forex?

Como indicámos na secção anterior, saber como funcionam os mercados cambiais é uma das primeiras obrigações de um investidor que quer ter sucesso. Por conseguinte, aqui vamos tentar resumir as principais características destes mercados, a dinâmica do seu funcionamento e o que os afeta.

  • O Forex ou FX – foreign exchange, em inglês – é o mercado no qual são negociadas divisas de diversos países, uma contra a outra. O Forex é um dos maiores mercados financeiros globais para o comércio de divisas;
  • O mercado Forex é descentralizado. Isto significa que tudo acontece sem que exista um espaço físico em que os investidores realizam as operações de compra e venda dos ativos (como acontece nas bolsas ou mercados de valores).
  • As operações FX são geralmente feitas por corretoras ou brokers online. Como já dissemos anteriormente, cada broker oferece condições distintas em relação às comissões que o investidor pagará. É conveniente procurar um broker confiável, regulado e que ofereça boas condições aos investidores.
  • As decisões de compra e/ou venda são tomadas com base em dois tipos de análise: técnica e fundamental. Através de indicadores específicos que fazem parte do mundo Forex e que os investidores deverão conhecer e estudar, são executadas as operações com divisas.
  • As cotações das divisas são influenciadas pelas notícias e eventos económicos: é preciso estar informado de tudo o que acontece no mundo em relação à atualidade política, relações internacionais, cotação das matérias primas ou decisões dos bancos centrais sobre os tipos de juros. Um investidor informado será um investidor com mais opções de sucesso.

Em suma, é importante considerarem todos estes aspetos antes de entrarem no mundo do investimento online. Além disso, a prudência por parte dos investidores será a principal arma para evitar problemas e perdas devidas a investimentos mal orientados. O mundo do investimento online pode ser atrativo – e lucrativo – se tiverem as ferramentas certas.

Foto: © Andrey Popov | Dreamstime.com

Agnes anuncia mais dois espetáculos em Portugal

Um total de quatro concertos.

Foi no mês passado de março que aqui falámos pela primeira vez desta jovem artista, que deveria ter vindo dar concertos a Portugal em abril. Porém, surgiu a COVID-19 e, numa primeira instância, esses espetáculos foram adiados para setembro.

Pois bem, essas datas já passaram e os concertos não se realizaram, uma vez que não existiam condições. Agora, e já depois de terem sido divulgadas novas datas para a estreia de Agnes Nunes em Portugal – 6 de março de 2021 no Hard Club, no Porto, e 13 de março em Lisboa, no Estúdio Time Out -, eis que a artista anuncia mais dois espetáculos em solo português.

Assim, fiquem a saber que Agnes vai também dar um concerto a 4 de março no Espaço Vita, em Braga, e no dia seguinte no Centro de Artes de Ovar. Ou seja, temos agora um total de quatro espetáculos.

Os bilhetes estão já à venda na Ticketline e locais habituais.

ANACOM lança plataforma que permite saber onde existe melhor cobertura de rede móvel

Chama-se tem.REDE? e é uma iniciativa incluída no programa SIMPLEX.

rede móvel

Sempre quiseram saber o estado da cobertura das redes móveis em determinada zona? Agora já é possível.

A ANACOM lançou esta segunda-feira, dia 19 de outubro, a tem.REDE?, uma plataforma que informa sobre a cobertura das redes dos operadores móveis no território nacional. Com esta novidade, qualquer utilizador pode agora saber onde é que os operadores têm cobertura para disponibilizar serviços móveis de “Voz, SMS e MMS” e de Internet móvel no território nacional.

O funcionamento é muito simples: começam por inserir a operadora (MEO, NOS ou Vodafone), depois escolhem o local e, finalmente, definem a tecnologia-serviço (2G, 3G e 4G).

Aém de poderem verificar a cobertura da vossa operadora, podem também consultar a das outras operadoras no mesmo local. Quer isto dizer que, desta forma, passa a ser fácil saber que operadoras têm rede no local onde vivem ou, por exemplo, se existe cobertura no local para onde irão de férias em breve.

Com a tem.REDE?, podem ainda verificar se conseguem fazer uma chamada sem interrupções ou interferências, enviar SMS ou MMS ou usar a Internet para fazer streaming ou jogar online, entre outras opções.

O tem.REDE? é uma iniciativa incluída no programa SIMPLEX que fornece informação sobre a cobertura das redes móveis com base na informação disponibilizada pela MEO, NOS e Vodafone. Nesta primeira fase, a aplicação tem.REDE? está otimizada para desktop.

A ANACOM afirma que esta é a “primeira aplicação deste tipo em Portugal”.

Digimon Survive foi adiado para 2021

E não é a primeira vez que o futuro RPG é adiado.

Digimon Survive

Falhou o 20º aniversário do anime e, agora, vai também falhar este ano. Falamos, claro, do antecipado RPG Digimon Survive, que só nos vai chegar às mãos em 2021.

A má notícia foi dada pelo produtor responsável do jogo, Kazumasa Habu, através de uma partilha feita no Twitter. As razões, como seriam de esperar, estão relacionadas com a pandemia de COVID-19 e que veio alterar o mundo.

Anunciado inicialmente em 2018, Digimon Survive é descrito como um RPG de estratégia que vai reunir tudo o que fãs apreciam na famosa franquia. No jogo, iremos controlar o adolescente Takuma Momozuka que, numa excursão, acaba por perder-se dos seus amigos e vai parar ao Mundo Digimon. Sim, a premissa tem semelhanças com o jogo original, pelo que esperamos que não desiluda.

Agora com lançamento planeado para 2021, Digimon Survive vai chegar à Xbox One, PlayStation 4, Nintendo Switch e PC.

Olaf chega ao Disney Plus com Era uma Vez um Boneco de Neve

A curta metragem estreia a 23 de outubro.

O boneco de neve mais popular da Disney vai ter direito a uma curta exclusiva no Disney Plus já este mês.

A Disney revelou que vai lançar Era Uma Vez um Boneco de Neve em estreia mundial no Disney Plus já no dia 23 de outubro. Aqui, os mais pequenos vão poder conhecer a origem de Olaf, o pequeno e perspicaz boneco de neve que acompanha Anna Elsa Kristoff e Sven nas suas aventuras em Frozen 1 e 2.

Esta curta-metragem foi realizada por Trent Correy (Supervisor de animação de Olaf em Frozen 2: O Reino do Gelo) e Dan Abraham (responsável pelo storyboard da sequência musical “Quando for idoso” de Frozen 2: O Reino do Gelo), e conta ainda com a voz de Josh Gad, na versão original, no papel de Olaf.

RGP GIN. Novo gin português está quase a chegar ao mercado

Foi destilado a partir das mais aromáticas ervas das terras lusitanas e definido com um teor alcoólico de 37,5%.

RGP GIN

Muitos podem não saber, mas hoje, 19 de outubro, celebra-se o Dia Internacional do Gin. E como é que se celebra o dia num dia muito chuvoso? Com o anúncio de uma nova marca e produto, pois claro.

Só para terem noção, o mercado dos gins tem estado em constante crescimento desde 2011. No último ano, por exemplo, registou-se que cerca de 1,2 milhões de indivíduos consumiram esta bebida, concentrando-se os consumidores na faixa etária dos 18 aos 44 anos, sexo masculino.

Assim, não é de admirar a nova aposta do Grupo Domus Capital (não se lembram da chegada da vodka Russkaya a Portugal?), com um novo produto no seu portefólio de bebidas espirituosas.

Chama-se GIN RGP (sigla para Real Gin Português) e apresenta-se numa garrafa de 700ml, alta e estreita, dando-lhe uma aparência distinta às atuais marcas no mercado. Quanto ao gin propriamente dito, foi destilado a partir das mais aromáticas ervas das terras lusitanas e definido com um teor alcoólico de 37,5%.

O GIN RGP estará disponível brevemente tanto em lojas físicas como online, com um PVP de 17,99€.

Análise – Ghost of Tsushima: Legends

A fantasia e a cooperação invadem Tsushima.

 Ghost of Tsushima: Legends

Ghost of Tsushima chegou este verão para marcar a despedida dos grandes exclusivos da PlayStation 4. Com as atenções agora viradas para a nova geração de consolas, o jogo da Sucker Punch recebeu uma nova atualização que promete não só manter os jogadores envolvidos com o mundo de Tsushima, mas também convidar curiosos, tendo o potencial de se tornar um dos primeiros jogos regulares para os jogadores da PlayStation 5.

Legends é o nome da nova expansão gratuita para todos os jogadores de Ghost of Tsushima que, além de adicionar novos conteúdos à aventura de Jin Sakai, inclui agora um novo modo de história com incentivos de voltar a recuperar a ilha de Tsushima, mesmo depois de muitos jogadores já terem o jogo Platinado.

Mas o grande destaque acaba por ir para a inclusão do inesperado modo multijogador que, ainda com uma das suas partes fechadas – as Raids com suporte até quatro jogadores que prometem desafios periódicos -, já se revela uma agradável surpresa cheia de diversão e conteúdo para explorar.

Atualmente, os jogadores podem embarcar num modo narrativo até dois jogadores e num modo de sobrevivência, neste caso até quatro jogadores, onde a gestão e comunicação entre Ghosts são as chaves do sucesso.

Aqui, as habilidades e características de Jin, a que nos vamos acostumando ao longo do jogo original, separam-se e expandem-se em diferentes classes que os jogadores podem escolher e desenvolver. Temos o Samurai, com uma jogabilidade mais pausada e lenta, mas com uma força bruta; Hunter, a arqueira rápida e ágil; Ronin, que funciona como o curandeiro do grupo; e por fim Assassin, rápido, silencioso e letal.

Cada personagem conta com uma árvore de habilidades única, elementos de personalização também únicos (especialmente a nível de fatos e de máscaras) e temos ainda, transversal a todas as classes, equipamentos com armas que apresentam determinadas posturas e buffs, os charms e ataques secundários.

A grande diferença a nível de jogabilidade face ao jogo original é que as classes obrigam-nos a jogar com um determinado ritmo e a usar as nossas habilidades de acordo com o progresso das missões, motivando as sessões em coop com jogadores de classes diferentes e que possam comunicar entre si para as melhores estratégias. Outra grande diferença é que não podemos mudar de postura em tempo real, sendo que estas são qualidades das armas que escolhemos.

A nível de armas e equipamentos, o jogo apresenta um esquema muito semelhante a jogos de loot, onde no final de cada missão ou desafio recebemos um conjunto de itens com níveis superiores, obrigando-nos a escolher, modificar e decidir o que é melhor para cada batalha, podendo ainda desmantelar itens já desnecessários, obtendo créditos em troco.

Mas é durante as missões divertidas que Ghost of Tsushima: Legends brilha. No modo história temos nove pequenas histórias, com uma duração de 15 a 30 minutos cada uma, que nos levam a cenários fantásticos muito diferentes do jogo original, como se a ilha de Tsushima fosse invadida por forças sobrenaturais. A Lua ganha dimensões gigantescas no céu, o ambiente envolve-se de veias vermelhas pulsantes e o céu de plataformas rochosas, há corpos flutuantes ou corações humanos a bater… É estranho, esotérico e infernal, sendo uma mudança radical de direção de arte face ao jogo original, mas muito bem-vinda e emocionante.

Estas missões, que só suportam dois jogadores, são uma introdução ao que poderão ser as raids e servem para perceber as bases antes de nos lançarmos ao modo de sobrevivência. Com níveis estruturados por objetivos, os jogadores terão que ter uma atenção constante aos seus recursos e vida, que só podem ser recuperados em pontos específicos dos níveis e que não voltam a ficar disponíveis ou, então, através de charms e habilidades especificas. Cada nível conta com uma determinada gimmick ou elemento especial dedicado, como habilidades que fecham portais ou arcos e flecha com poder aumentado, mas a jogabilidade acaba por ser muito semelhante ao que já estamos habituados.

O brilho está mesmo na cooperação ao longo da navegação dos níveis, onde cada jogador pode tomar um caminho ou decidir tomar conta de vários inimigos em simultâneo. Ao longo de vários momentos de jogo, Ghost of Tsushima: Legends revela um pouco de Metal Gear Solid cooperativo, o que é excelente.

Apesar de a oferta no modo história ser aparentemente pequena, a sua repetição em níveis superiores é muito mais interessante e elaborada, com os níveis a oferecerem objetivos extra, níveis de dificuldade e pequenos desafios extra, como um cordão entre dois jogadores que não se podem afastar muito um do outro, ou um número limitado de vidas.

O segundo modo disponível é o Survival, uma mistura de modo de horda com king of the hill, onde quatro jogadores devem dividir muito bem as suas tarefas e localização, impedido que as ondas de inimigos (15-20-25 dependendo de cada uma das três dificuldades) se apropriem de uma determinada zona. Neste modo, o jogo atira tudo aos Ghosts, desde inimigos básicos ou outros bem duros de roer, obrigando a que cada um guarde as suas habilidades especiais até ao último momento, resultando em sessões de jogo que terminam de forma intensa e satisfatória.

A comunicação aqui é ainda mais importante, pelo que convém os jogadores andarem a pares entre áreas de controlo, pois se uma área é perdida, a vida de cada jogador diminui.

Para equilibrar o jogo e dar um pequeno toque extra, os jogadores podem, ao longo destas sessões, acumular pontos que, nos intervalos das ondas, podem ser trocados por Gifts. São habilidades extra que podem chamar animais para o combate, colocando os inimigos todos a arder ou, por exemplo, a capacidade de curar todos os Ghosts quando já estão todos a soro.

O modo Survival oferece apenas quatro mapas, para já, e corre o risco de se tornar repetitivo. Contudo, é uma boa forma de treinar e acumular recursos para o futuro deste modo, onde só lá será possível desbloquear todos os elementos estéticos dos nossos Ghosts, com objetivos que prometem fazê-los suar.

Legends traz a Ghost of Tsushima toda uma nova vida, ou dimensão se preferirem, com uma aposta social e casual bastante interessante, perfeita para os samurais colocarem a conversa em dia ao fim de um dia de trabalho, sem o grande stress de combates competitivos. A prova disso é, também, a inclusão do modo de fotografia, agora mais elaborado, no próprio modo multijogador, onde as equipas podem pausar o jogo (em simultâneo para todos os jogadores) e tirar fotos ao fantástico ambiente ou armaduras de cada um.

Talvez o mais impressionante de Legends seja mesmo o facto de ser gratuito e de não conter qualquer tipo de microtransações associadas. Um testamento de boa fé por parte da Sucker Punch, que convida assim mais jogadores a visitarem o seu novo mundo.

Ghost of Tsushima está disponível em exclusivo na PlayStation 4 e será jogável na PlayStation 5 com melhorias de desempenho.

Nota: Muito Bom - Recomendado

A ventilação da PlayStation 5 vai poder ser melhorada através de atualizações de software

Tudo graças à análise de dados.

ventilação PlayStation 5

Um dos problemas da atual geração de consolas da PlayStation foi a quantidade de ruído que as máquinas de muitos jogadores faziam em jogos mais exigentes, ruído esse que resultava da atividade das ventoinhas da consola, uma vez que ajudavam a circular o ar para arrefecer o calor produzido pelos componentes internos da consola.

A próxima geração, com a PlayStation 5, não será diferente, mas a Sony promete que esta consola será muito mais silenciosa. Agora, há um novo detalhe bastante interessante que poderá tornar as novas aventuras digitais ainda mais confortáveis, mas que poderá, também, torná-las um pouco mais barulhentas, em troca do máximo desempenho.

Em entrevista ao portal japonês 4Gamer, Yasuhiro Ootori, Vice Presidente de Design Mecânico na Sony Interactive Entertainment, revelou que a ventilação da nova consola poderá ser otimizada a longo prazo através de atualizações de software.

Segundo Ootori, a Sony irá perceber ao longo do tempo como é que os jogos se comportam, com dados obtidos nas Unidades de Processamento Avançado das máquinas, e que, com essas informações, poderão atualizar as consolas de modo a que a velocidade e desempenho das ventoinhas seja ajustada de jogo para jogo.

Este mecanismo não é só um detalhe interessante, como poderá aumentar a longevidade da consola, não só porque a sua ventoinha não se irá desgastar tão depressa, como também poderá ser puxada ao limite para que o desempenho dos jogos atinja o ponto ideal.

Durante a revelação do interior da PlayStation 5, os fãs puderam ver o tamanho gigante destas ventoinhas e como é que a ventilação da consola poderá funcionar, onde também foi possível ficar a saber que a consola irá contar com pequenos depósitos de pó, de modo a facilitar a manutenção e limpeza da máquina.

A PlayStation 5 chega ao mercado em dois modelos, o normal e a edição digital, no dia 19 de novembro.

Há um novo restaurante Burger King no Montijo

E desta vez é um restaurante próprio.

Há algum tempo que o Burger King tinha um restaurante no centro comercial Alegro Montijo. Mas era o único na cidade. Pois bem, eis que a marca decidiu abrir um novo spot na cidade. E desta vez é um restaurante próprio.

Localizado na Estrada Nacional 5 Alto Estanqueiro, o novo restaurante conta com uma área de mais de 350m2 e, à semelhança das aberturas mais recentes, adota o conceito Prime, que inclui uma open kitchen.

Como é habitual, o spot conta com mesas comunitárias num espaço de refeições aberto, mas oferece também áreas mais pequenas, com separadores, para quem privilegia uma maior privacidade.

Entre os serviços, estão incluídos os de sempre: quisoques digitais, Playking para os mais novos, serviço de Drive-Thru, entre outros.

Este 130º restaurante da marca em Portugal está aberto todos os dias, das 11h às 22h. A abertura deste estabelecimento veio representar mais 25 postos de trabalho, perfazendo um total de 3320 postos de trabalho gerados pela marca em Portugal.

Crítica – Star Wars: Ahsoka (Livro)

O universo Star Wars é gigantesco e fantástico para todos os que exigirem mais dele, para além dos filmes e séries. O livro Ahsoka Tano contém uma daquelas histórias cuja leitura vale a pena.

Star Wars: Ahsoka

No universo cinemático de Star Wars, que se foca na Saga Skywalker, houve muitos Jedi que foram mal explorados ou nem sequer foram apresentados e que, ainda assim, tiveram um papel meritório no desenvolvimento da história deste acarinhado Universo. Isto deveu-se muito ao facto das prequelas (Phantom Menace, Attack of the Clone e Revenge of the Sith) serem limitadas a pouco tempo de ecrã face à quantidade e complexidade de conteúdo existente.

Só para terem a noção, entre o Episódio I e o II passam-se 10 anos, enquanto que, entre o II e o III, passam-se mais três anos (onde ocorreram as Clones Wars), tendo sido o período mais preponderante para a galáxia se ter tornado num local hostil e perigoso durante mais de meio século após o final da mesma.

As boas notícias é que há uma série animada que explora esse período de três anos e faz a ponte entre o Episódio II e o III na perfeição, sendo que quase consegue ter mais conteúdo que o resto da saga. Nessa série, são abordados e explorados muitos assuntos de interesse que vêm complementar os filmes, tal como o processo de construção do lightsaber, a origem do Dark e Light Side da força e o que mantinha o equilíbrio entre amos, o povo de Mandalore (cujo agora volta às luzes da ribalta com The Mandalorian), pelo que ficamos a conhecer melhor várias raças da saga e geografia planetária. Para além de tudo isto, vemos também serem explorados muitos Jedi preponderantes que, nos filmes, pouco ou nenhum tempo de antena têm, como Mace Windu, Ayala Secura, Barriss Offee, Luminara Unduli, Kit Fisto, Ki-Adi Mundi, Shaak Ti, Sifo-Dyas, Plo Koon e, claro, Ahsoka Tano (que se tornou numa fan favorite e é o meu Jedi preferido).

Os acontecimentos deste livro que vos falo estão compreendidos entre o Episódio III e IV, mais concretamente pouco tempo depois do Episódio III e antes de Rogue One ou da série animada Star Wars: Rebels. Dado o facto de Ahsoka Tano nunca ter aparecido nos filmes (com a exceção da sua voz numa das cenas finais do Episódio IX), aconselho vivamente a verem The Clone Wars na íntegra antes de lerem o livro. Até porque, sem conhecerem Ahsoka Tano, vão existir comportamentos e ideologias cujo simbolismo vos vai passar ao lado.

O livro em si está estruturado de forma curiosa, na medida em que, em paralelo com a história (nas páginas normais, a branco), tem pequenos excertos entre alguns dos capítulos (páginas de cor mais escura) que, de certa forma, têm alguma ligação com a narrativa principal, mas acaba por ser só complementos extra-narrativa.

Ao início fui apanhado de surpresa pelos excertos, pois para além de não estar familiarizado com este tipo de dinâmica, fiquei a sentir que perdi alguma coisa no que tinha lido até ao momento. No entanto, após avançar no livro, acabei por percebi a real utilidade dos textos contido nas tais páginas escuras.

O desenvolvimento da história demora um pouco a carburar e, por vezes, o facto de não sabermos bem para onde vai deixa a sensação de falta de objetividade. Acaba por ser compreensível na medida em que este livro foi construído para poder ser lido sem ter visto The Clone Wars e fazer sentido, daí a simplicidade e demora na construção das bases do enredo. Por esse prisma, o livro está bem “montado”.

Chegando a meio, o enredo começa a ficar excitante e torna-se difícil mediar a leitura, pois a vontade é de devorar tudo de uma vez. O meu catalisador na leitura foi o facto de ter escolhido as horas de almoço no trabalho para o ler, então tinha obrigatoriamente de interromper a leitura diariamente. Acabou por ser positivo, pois dava tempo para refletir sobre o que lia durante o dia e, no dia seguinte, voltar cheio de vontade para descobrir o que ia acontecer a seguir.

Ahsoka Tano pode ser encontrado à venda na Amazon, com o preço apresentado a depender dos descontos do momento e se optam por capa dura ou não. No meu caso, optei pelo modelo com capa normal, e posso dizer que até é boa, não sendo daquelas que ficam curvas com a humidade. Não encontrei o livro traduzido para Português, mas, se o Inglês não for uma entrave, aconselho o investimento, até porque a nível literário a escrita é simples.

Se já tiverem visto Clone Wars, acho que deviam mesmo ler o livro, pois faz um ótimo desenvolvimento de personagem. Confere mais densidade a Ahsoka Tano pré-Star Wars: Rebels e explica melhor a introdução nessa série. Sendo que correm rumores de que pode aparecer em The Mandalorian no final deste mês, ainda mais interessante se torna.

Rainbow Six Siege junta-se ao Xbox Game Pass

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O popular jogo da série Tom Clancy chega já este mês ao serviço para consola e dispositivos Android.

rainbow six seige

O Xbox Game Pass prepara-se para receber mais um título colossal: Tom Clancy’s Rainbow Six Siege fica disponível dia 22 de outubro.

O jogo irá chegar ao Xbox Game Pass para consola e poderá, também, ser jogado em dispositivos móveis Android através do xCloud, disponível para subscritores do Xbox Game Pass Ultimate.

Lançado originalmente em 2015, o jogo de ação cooperativo e competitivo da Ubisoft já acumulou 60 milhões de jogadores registados e prepara-se, em breve, para também marcar presença nas consolas da nova geração, provando que se encontra mais forte do que nunca.

Com foco na competição, estratégia e precisão em combates completamente imprevisíveis, Tom Clancy’s Rainbow Six Siege fica assim disponível para um novo grupo de jogadores, convidando-os a juntarem-se à comunidade do jogo, sem qualquer custo adicional. Por isso, comecem já a marcar as sessões de jogo com os vossos amigos.

Depois das trotinetes, Bolt acaba de disponibilizar bicicletas elétricas em Lisboa

Chegou nova concorrência para os veículos da Gira e Free Now.

Bolt bicicletas

As próximas semanas não deverão ser muito convidativas para dar ao pedal, mas tal não significa que não se possa lançar novidades. Assim, a Bolt, depois de disponibilizar o serviço TVDE e de trotinetes no nosso país, acaba de disponibilizar bicicletas elétricas (e-bikes) em Portugal.

O novo serviço, para já só disponível em Lisboa, vem fazer concorrência aos veículos da Gira e Free Now.

Não é necessário instalarem uma nova aplicação. No canto superior direito, está um ícone onde devem carregar, não só para terem acesso às novas bicicletas, mas também para andarem nas trotinetes da marca.

Depois basta verificarem se estes estes novos veículos nas redondezas. Com uma autonomia que varia entre os 45 e 50km, tal como na concorrência, as bicicletas elétricas da Bolt incluem, também, um pequeno cesto à frente onde podem colocar algumas coisas, algo bem útil caso tenham, por exemplo, acabado de sair de um supermercado com algumas coisas.

E há um ponto positivo: não só o desbloqueio é grátis, como cada minuto de utilização tem um custo de 0,10€, metade do valor praticado pela concorrência. Além disso, também os passes de trotinete lançados anteriormente pela empresa são compatíveis com os novos veículos. Ou seja, se forem utilizadores iOS (os passes ainda não existem no Android), poderão adquirir um passe diário/semanal/mensal e utilizar tanto em trotinetes, como em e-bikes.

Ao utilizar o novo serviço, a aplicação da Bolt apresenta ainda ao utilizador um kit de ferramentas de segurança de micromobilidade, que inclui dicas e guia de procedimentos para iniciantes (por exemplo, limitar a velocidade máxima), bem como indicação de regras de trânsito locais e recomendações de segurança relacionadas com a pandemia (como o uso de desinfetante para as mãos ou luvas ao andar de bicicleta).

De momento, estão disponíveis cerca de 250 bicicletas elétricas da Bolt em Lisboa, com a empresa a planear adicionar mais veículos nos próximos meses.

De resto, têm existido evidências de que o serviço Bolt Food estará prestes a lançar-se em Lisboa. Tentaremos trazer mais detalhes assim que for possível.

Sol Raiders é o novo jogo de realidade virtual da Zero Latency

De forma a celebrar este lançamento, há um desconto de 30% nas reservas efetuadas até ao final de novembro.

Depois de Zombie SurvivalSingularityEngineerium e Outbreak Origins, eis que a Zero Latency apresenta um novo jogo de realidade virtual aos portugueses. Chama-se Sol Raiders, é um jogo sci-fi e pede aos jogadores que completem uma série de desafios únicos.

Neste título futurista, a Terra desapareceu. Os restos da humanidade percorrem o universo em busca de novos mundos e novas riquezas. Os alienígenas deixaram para trás o Sol, uma fonte de poder como não há outra. Se conseguir o Sol, ganhou.

Portanto, terão de construir um esquadrão e controlar a equipa de combate ao longo de três mapas, todos eles futuristas e bastante diferentes entre si, e completar todos os objetivos.

Em Sol Raiders, irão pilotar uma plataforma de combate controlada remotamente. As plataformas de substituição podem ser rapidamente enviadas através da falha quando são destruídas, mas são caras.

Sol Raiders é o jogo mais ambicioso da Zero Latency até à data. Se estiverem interessados, saibam que, de forma a celebrar este lançamento, há um desconto de 30% até ao final do mês de novembro. Basta que, na reserva online, insiram o código SOLRAIDERS.

Grim Fandango, Day of the Tentacle e Full Throttle vão chegar ao Xbox Game Pass

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Três clássicos da Double Fine, perfeitos para jogar neste Halloween.

Enquanto um dos novos estúdios da Xbox Game Studios, ao Xbox Game Pass faltavam alguns dos clássicos mais aclamados da Double Fine. Mas em breve isso vai mudar.

Depois de Brutal Legend ter aterrado no serviço, a produtora liderada por Tim Schafer vai disponibilizar mais três títulos no final deste mês.

A partir do dia 29 de outubro, os subscritores vão poder explorar o mundo dos mortos com Manny Calavera em Grim Fandango, impedir que o mal tome conta do mundo em Day of the Tentacle ou viajar até um mundo de motards, loucura e assassínios em Full Throttle. E o melhor de tudo é que chegam em formato de remasterização.

Os três jogos chegam, assim, ao Xbox Game Pass para consola e PC, de forma a entreter os fãs do aclamado estúdio antes do lançamento do seu próximo jogo em 2021, Psychonauts 2.