Outbreak Origins: Fomos experimentar o primeiro shooter de exploração da Zero Latency Lisboa

por Alexandre Lopes

Quem nos acompanha sabe que, cada vez que é lançado um novo jogo na Zero Latency Lisboa, o Echo Boomer tem por hábito ir experimentar antes da abertura ao público. E desta vez não foi exceção.

O novo jogo daquele centro de realidade virtual chama-se Outbreak Origins e é o primeiro shooter de exploração num apocalipse zombie que apresentam. Lembram-se do primeiro Zombie Survival? Pois é, contrariamente a esse primeiro jogo, Outbreak Origins aproveita da melhor forma os 225m2 das instalações da Zero Latency no Dolce Vita.

Para já, a história do jogo. Sabemos que decorre num mundo devastado no qual os zombies conquistaram a terra após um vírus ter transformado população em mortos-vivos, bem ao estilo do que costumamos ver em títulos do género nas consolas e PC.

Depois, nós, jogadores, precisamos de resistir a hordas de zombies e ultrapassar várias zonas de forma a chegarmos com vida ao local onde teremos uma equipa de resgate para nos salvar.

Novamente a comparação com Zombie Survival, que também metia zombies ao barulho. Enquanto que nesse primeiro jogo o espaço era bastante limitado e estávamos somente concentrados em matar zombies sem fim, em Outbreak Origins a abordagem é diferente. Há exploração à mistura, uma vez que temos de ir avançado no mapa à medida que nos encontramos com os nossos inimigos.

É esta a génese do título, que pode ser jogado por um máximo de oito jogadores em simultâneo. Temos, também, vários tipos de armas à disposição, se bem que começamos com uma mais básica, que recarrega automaticamente, e com uma shotgun, que, neste caso, temos de recarregar manualmente, fazendo o típico movimento como se estivéssemos com uma arma real nas mãos.

Depois, à medida que vamos passando os diferentes pontos do mapa, estando em plena rua ou dentro de esgotos, vão surgindo armas mais potentes, como um lança-granadas ou uma minigun, por exemplo.

Quanto aos zombies, eles podem aparecer de qualquer lado onde exista uma passagem, e até na água, pelo que convém estarem atentos a todas as direções. Existem zombies que, facilmente, se aniquilam com um headshot, mas existem outros, mais encorpados, que necessitam de vários tiros (mesmo na cabeça) até serem eliminados.

O grafismo do jogo em si é algo ao nível do que a Zero Latency já nos habitou, sendo que, ao longo do tempo, os jogos têm ficado cada vez mais aprimorados e imersivos. Sim, neste Outbreak Origins existem zonas em que temos de passar por algumas rampas de um lado para o outro, e, no jogo em si, não temos, nesses momentos, paredes ou chão que nos suportem, pelo que é algo que acaba por confundir o nosso cérebro, levando a alguns gritos de pânico. E ainda bem, é sinal que resulta.

Uma última palavra caso joguem com muita gente: sigam as instruções, claro, mas, na altura de matarem zombies, tentem dispersar-se, dois a dois, pelo mapa de jogo. Só assim conseguirão evitar que não morram tantas vezes.

Outbreak Origins ficou disponível hoje no Zero Latency Lisboa. Com a chegada deste título, passam a quatro os jogos disponíveis na Zero Latency, contando com os anteriores Zombie Survival, Singularity e Engineerium.

O preço para jogar Outbreak Origins é de 29,95€ por pessoa (uma hora). O Centro Zero Latency está localizado no Dolce Vita Tejo, ao lado da KidZania, junto à zona de restauração. O horário de funcionamento é de segunda a quinta-feira das 14h às 22h, e na sexta-feira das 14h às 23h. No sábado está aberto das 11h às 23h e no domingo das 11h às 22h.

Além das bilheteiras no centro, é também possível comprar bilhetes online no site do Zero Latency. Basta escolher o dia, a hora, o número de pessoas e proceder ao pagamento.

Desde que abriu em Lisboa em dezembro de 2017, contam-se já quase 30 mil jogadores que passaram pelo local e se deixaram envolver nestes jogos de realidade virtual.

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