São várias as zonas de Lisboa cobertas pelo novo serviço.
2020 tem sido um ano muito complicado para todos. Além dos médicos, que mal conseguem chegar a todos os infetados com COVID-19, também os setores das artes e restauração têm sido amplamente afetados, principalmente devido à falta de clientes, algo motivado pelas fortes restrições.
Aliás, e focando-me na restauração, muitos espaços estão mesmo à beira da falência, mal aguentando estes últimos meses. Mas é também nas dificuldades que se encontram oportunidades. E o Chef Chakall sabe disso.
Este serviço de delivery, com o nome de Chakall em Casa, serve, basicamente, para levar a casa dos clientes os deliciosos pratos do El Bulo Social Club, do Refeitório Senhor Abel ou do Chakburger Marvila, todos eles localizados em Marvila.
O objetivo com esta solução é que os clientes possam desfrutar de sabores de várias geografias em casa ou no escritório, num horário mais alargado (mas podem frequentar os espaços na mesma). Sim, podem ser encomendados os pratos dos três restaurantes em simultâneo numa só encomenda.
O serviço funciona de sexta a domingo, das 12h às 23h30, e de segunda a quinta, das 12h às 22h30. Areeiro, Beato, Marvila, Moscavide, Olaias, Olivais, Parque das Nações, Penha de França, Sacavém e Xabregas são as zonas abrangidas por este serviço de delivery que não cobra taxa de entrega.
Para encomendas, devem ligar para o 218 688 023 ou 218 619 027.
É dedicada aos fãs do colecionismo, da arte e do universo do Metro.
Ao longo de décadas, o Metropolitano de Lisboa tem lançado publicações e outros artigos de prestígio sobre as suas obras na vertente artística e arquitetónica das suas estações, artigos que já se encontram à venda nos referidos espaços cliente. Ora, e porque não aproveitar para vender essas obras?
Seja feita a vontade. A partir de agora, na nova loja online, possível adquirir vários artigos de arte contemporânea com as intervenções artísticas mais emblemáticas que foram existindo ao longo do tempo nas estações da empresa ao longo dos seus 73 anos de existência.
Numa primeira fase, são cerca de 60 os artigos em catálogo que farão as delícias dos fãs do colecionismo, da arte e do universo do Metro. Estes produtos também se encontram à venda nos espaços cliente nas estações Marquês de Pombal e Campo Grande.
O pagamento online dos produtos faz-se através de cartão bancário (débito ou crédito), sendo as entregas da loja garantidas diretamente, em qualquer destino de Portugal Continental e Ilhas, via CTT Expresso. Compras superiores a 100€ estarão isentas de portes de envio.
Muitos utilizadores não estão sequer a conseguir fazer download do novo sistema operativo.
12 de novembro. Foi esta a data prometida pela Apple para o lançamento do seu novo sistema operativo, o macOS Big Sur. Pois bem, parece que as coisas não correram planeado.
Pela Internet fora, muitos são os utilizadores que se queixam que não estão a conseguir atualizar os seus Macs, ora porque nem sequer conseguem fazer download, ora porque a transferência falha assim que começa a decorrer ou perto de ficar finalizada.
Por aqui uso um iMac de 27″ para trabalhar e, como tal, aguardava com expectativa o lançamento deste macOS Big Sur. Mas também surge a seguinte mensagem de erro.
No fórum macRumors, há quem sugira a utilização de uma VPN ligada à Austrália como possível solução do problema.
Com este percalço, fica provado que não é somente a Microsoft que comete erros com as atualizações do Windows.
Afinal não vamos ter direito a prenda de Natal por parte da Disney.
Quando, no passado mês de setembro, foi lançado o trailer oficial de WandaVision, muitos fãs da Disney ficaram com esperança de que a primeira série do Universo Cinemático da Marvel fosse disponibilizada no Disney+ ainda este ano. Mas não é isso que vai acontecer.
Foi hoje anunciado através das redes sociais que a série, protagonizada por Elizabeth Olsen e Paul Bettany, somente irá estrear a 15 de janeiro de 2021 naquele serviço de streaming.
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WandaVision leva-nos até outras dimensões, onde Scarlet Witch, ou Wanda Maximoff para os amigos, e Vision, se reúnem novamente após os eventos de Avengers: Infinity War e Endgame. Não se sabe muito bem como Vision está de regresso, mas temos as nossas suspeitas, que envolvem viagens no tempo e dimensões alternativas.
WandaVision parece ser uma sátira às sitcoms dos anos 50, com Vision e Wanda a irem descobrindo que algo não está bem.
A série é realizada por Matt Shakman e conta também no elenco com nomes como Kathryn Hahn, Randall Park e Kat Dennings.
Uma bela companhia antes do confinamento do fim-de-semana.
Durante o confinamento, quando muitos portugueses ficaram por casa, surgiu sem aviso prévio um programa, chamemos-lhe assim, que acabaria por marcar o serão de segunda a sexta-feira. Falamos, claro, de Como é que o Bicho Mexe, criado por Bruno Nogueira para o Instagram, e que consistia em fazer diretos improvisados naquela rede social, convidando depois vários amigos e outras personalidades a juntarem-se à brincadeira.
E a verdade é que o que começou por ser uma brincadeira alcançou uma notoriedade assinalável, com milhares e milhares de pessoas a ligarem-se à conta do humorista a partir das 23h.
Quando os diretos terminaram (a última emissão chegou a ter 175.000 a assistir via smartphone), Nogueira prometeu que iria voltar, não sabendo bem como, quando ou em que moldes.
Mais recentemente, o também ator fez uma emissão especial de Como é que o Bicho Mexe, mas creio que seja seguro dizer que “soube a pouco”, com muita gente a referir que Bruno Nogueira deveria fazer uma emissão todas as semanas. Tal não aconteceu.
Agora, e já depois de se saber que a última emissão de Como é que o Bicho Mexe (sem contar com esta última) foi transformada numa espécie de documentário que deverá ser emitido ainda este mês na OPTO, nova plataforma de streaming da SIC, eis um miminho: Como é que o Bicho Mexe vai ter já amanhã, sexta-feira, dia 13 de novembro, nova edição no Instagram.
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“Talvez juntos custe menos. Amanhã, sexta-feira, às 23h00”, escreveu o humorista na sua página oficial naquela rede social.
Este regresso do popular programa acontece numa fase em que a pandemia não dá tréguas e após ter sido decretado um confinamento durante os próximos fins de semana que impede a circulação na via pública entre as 13h e as 05h.
Foi na passada quinta-feira, dia 6 de novembro, que foi aprovado um novo Estado de Emergência. Dois dias, o primeiro-ministro António Costa anunciou ao país a proibição de circulação para 121 concelhos determinados com risco elevado, em espaços e vias públicas diariamente entre as 23h e as 05h, bem como aos sábados e domingos entre as 13h e as 05h.
Existem exceções, como deslocações a trabalho, regresso ao domicílio, situações de emergência, passeio higiénico na proximidade da habitação ou o passeio de animais de estimação, entre outras.
Já hoje, e após novo Conselho de Ministros, eis que António Costa anunciou que, apesar de saírem sete concelhos da lista daqueles com risco elevado, entram mais 77 concelhos.
Portanto, a partir das 00h desta sexta-feira, dia 13 de novembro, deixam de fazer parte da lista dos com risco elevado os concelhos de Batalha, Mesão Frio, Moimenta da Beira, Pinhel, São João da Pesqueira, Tabuaço e Tondela.
Já a partir das 00h da próxima segunda-feira, dia 16 de novembro, passam a fazer parte dessa lista os seguintes concelhos: Abrantes, Águeda, Albergaria-a-Velha, Albufeira, Alcanena, Aljustrel, Almeida, Almeirim, Alvaiázere, Anadia, Ansião, Arcos de Valdevez, Arganil, Arronches, Boticas, Campo Maior, Cantanhede, Carrazeda de Ansiães, Castro Daire, Celorico da Beira, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Coruche, Crato, Cuba, Elvas, Estarreja, Évora, Faro, Ferreira do Alentejo, Figueira de Castelo Rodrigo, Freixo de Espada à Cinta, Grândola, Ílhavo, Lagos, Lamego, Mangualde, Manteigas, Mealhada, Mêda, Mira, Miranda do Corvo, Miranda do Douro, Mirandela, Monforte, Montalegre, Montemor-o-Velho, Mora, Murtosa, Nelas, Oliveira do Bairro, Ourém, Pampilhosa da Serra, Penalva do Castelo, Penamacor, Penela, Ponte de Sor, Portalegre, Portimão, Proença-a-Nova, Reguengos de Monsaraz, Resende, Salvaterra de Magos, São Pedro do Sul, Sátão, Seia, Sousel, Tábua, Tavira, Torre de Moncorvo, Vagos, Vieira do Minho, Vila do Bispo, Vila Nova de Foz Côa, Vila Nova de Paiva, Vila Real de Santo António e Viseu;
Ests concelhos juntam-se aos previamente definidos: Alcácer do Sal, Alcochete, Alenquer, Alfândega da Fé, Alijó, Almada, Amadora, Amarante, Amares, Arouca, Arruda dos Vinhos, Aveiro, Azambuja, Baião, Barcelos, Barreiro, Beja, Belmonte, Benavente, Borba, Braga, Bragança, Cabeceiras de Basto, Cadaval, Caminha, Cartaxo, Cascais, Castelo Branco, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Chamusca, Chaves, Cinfães, Constância, Covilhã, Espinho, Esposende, Estremoz, Fafe, Figueira da Foz, Fornos de Algodres, Fundão, Gondomar, Guarda, Guimarães, Idanha-a-Nova, Lisboa, Loures, Macedo de Cavaleiros, Mafra, Maia, Marco de Canaveses, Matosinhos, Mogadouro, Moita, Mondim de Basto, Montijo, Murça, Odivelas, Oeiras, Oliveira de Azeméis, Oliveira de Frades, Ovar, Palmela, Paredes de Coura, Paredes, Penacova, Penafiel, Peso da Régua, Ponte de Lima, Porto, Póvoa de Varzim, Póvoa do Lanhoso, Redondo, Ribeira da Pena, Rio Maior, Sabrosa, Santa Comba Dão, Santa Maria da Feira, Santa Marta de Penaguião, Santarém, Santo Tirso, São Brás de Alportel, São João da Madeira, Sardoal, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Sever do Vouga, Sines, Sintra, Sobral de Monte Agraço, Trancoso, Trofa, Vale da Cambra, Valença, Valongo, Viana do Alentejo, Viana do Castelo, Vila do Conde, Vila Flor, Vila Franca de Xira, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Famalicão, Vila Nova de Gaia, Vila Pouca de Aguiar, Vila Real, Vila Velha de Ródão, Vila Verde, Vila Viçosa e Vizela.
Adicionalmente, e durante o fim-de-semana, o comércio poderá funcionar a partir das 8h, mas terá de encerrar às 13h. As exceções à regra são farmácias, clínicas e consultórios, estabelecimentos de venda de bens alimentares até 200 m2 com porta para a rua e bombas de gasolina.
Já durante o fim-de-semana, a partir das 13h, os restaurantes só poderão funcionar para entrega ao domicílio. Ainda em relação ao setor da restauração, foi aprovado um diploma que estabelece uma medida extraordinária de apoio no âmbito das restrições ao funcionamento aprovadas no quadro do estado de emergência decretado a 6 de novembro.
Ontem, o Pingo Doce chocou boa parte dos portugueses quando anunciou que iria abrir as suas lojas a partir das 6h30 durante os próximos fins de semana. Porém, muitos ficaram confusos: afinal, e sendo uma das exceções da proibição de circulação a possibilidade de ir ao supermercado, qual a lógica de abrir as lojas de madrugada?
Segundo o grupo Jerónimo Martins, o objetivo era “contribuir para evitar a concentração de pessoas nas lojas no período da manhã”. Porém, e como seria de esperar, a decisão já se tornou polémica, até porque não existe qualquer compensação financeira para os funcionários.
Agora, e numa altura em que as câmaras municipais de Lisboa e Cascais já tinham proibido a abertura do comércio às 6h30, eis que é o próprio Pingo Doce a voltar atrás na decisão.
“A intenção do Pingo Doce ao decidir antecipar a abertura da maioria das suas lojas no próximo fim-de-semana era a de contribuir para evitar a concentração de clientes no período da manhã, facilitando o desfasamento das visitas numa altura em que a situação epidemiológica no país aconselha toda a prudência”, refere a Jerónimo Martins em comunicado.
“Face às múltiplas interpretações, também de implicação política, que têm vindo a ser feitas e veiculadas ao longo das últimas horas e ao nível da discussão pública gerada, o Pingo Doce informa que os horários habituais das suas lojas se manterão inalterados.”
Portanto, as lojas Pingo Doce já não irão abrir de madrugada durante os próximos fins-de-semana.
Pela primeira vez, o maior e mais importante concurso internacional de vinhos Sauvignon irá decorrer em Portugal, num território que foi eleito Cidade Europeia do Vinho em 2018. Falamos, claro, da cidade de Torres Vedras, que acolherá, assim, a 12ª edição do Concurso Mundial de Sauvignon, marcada para os dias 12 e 13 de março de 2021 e que acontecerá no Hotel Dolce Campo Real.
O concelho conta com cerca de 6.000 hectares de área total de vinha, que se espalha pelas encostas. A diversidade do clima, dos solos e das castas contribuem para a variedade de vinhos produzidos. E se o Tejo é a região portuguesa mais significativa para o Sauvignon Blanc, a verdade é que Torres Vedras beneficia da influência do Oceano Atlântico, originando vinhos com carácter e elegância.
Todos os anos, o Concurso Mundial de Sauvignon reúne produtores, sommeliers, distribuidores, jornalistas e influenciadores para provar e avaliar alguns dos melhores vinhos Sauvignon Blanc do mundo. 20 nacionalidades, incluindo África do Sul, Nova Zelândia e Estados Unidos, são representadas no painel de degustação, garantindo a diversidade que diferencia este concurso.
Em 2020, o Concurso Mundial de Sauvignon contou com 1110 vinhos de 24 produtores de todo o mundo em competição.
Diz o Grupo Jerónimo Martins que o objetivo é o de “contribuir para evitar a concentração de pessoas nas lojas no período da manhã”. Porém, e como seria de esperar, a decisão já se tornou polémica, até porque não existe qualquer compensação financeira para os funcionários.
Segundo uma denúncia do Sindicato dos Trabalhadores dos Escritórios, Comércio e Serviços de Portugal (CESP), os funcionários somente irão acumular duas horas no banco de horas. Ora, parece que várias câmaras municipais não vão deixar que os supermercados, sejam Pingo Doce ou não, abram portas mais cedo que o habitual.
À SIC Notícias, Fernando Medina, presidente da câmara de Lisboa, foi peremtório: “O horário vai ser igual para todos, a partir das oito da manhã.” O mesmo acontece em Cascais, com Carlos Carreiras, presidente da Câmara de Cascais, a ter emitido um despacho que refere que “os estabelecimentos comerciais do concelho deverão respeitar os horários de abertura que atualmente se encontrem a praticar, não sendo permitido iniciar a sua atividade mais cedo do que o horário habitual”.
É expectável que o mesmo venha a acontecer em mais cidades. No distrito do Porto, os autarcas aguardam com serenidade as conclusões do Conselho de Ministros desta quinta-feira. Caso não sejam definidas medidas, então serão os próprios presidentes de cada município a avançar com restrições.
Com isso, pretende-se que o comércio local não seja discriminado relativamente às grandes superfícies.
O menu reúne receitas e inspiração provenientes de três conceitos do Chef Kiko: “A Cevicheria”, “O Poke” e “O Talho”.
Escolham a melhor mesa, a melhor toalha, os melhores talheres e os melhores copos que tiverem em casa e desfrutem de uma experiência única. É que (isto só se aplica aos lisboetas), agora, podem experimentar pratos de autor à distância de uns toques no smartphone.
Falamos essencialmente do Chef Kiko, que abriu o Fresh & Healthy Food, o seu primeiro restaurante virtual, em exclusivo na Uber Eats.
O menu reúne receitas e inspiração provenientes de restanrautes do Chef Kiko: “A Cevicheria”, “O Poke” e “O Talho”. Tal significa que, por exemplo, poderão pedir neste Fresh & Healthy Food opções tão diferentes como Ceviche Tropical de Salmão, Tártaro Asiático de Novilho ou Poke Salmão e Manga.
O melhor de tudo? Até 22 de novembro não pagam taxa de entrega (em pedidos a partir de 15€). Basta que, antes de efetuarem o pagamento, coloquem o código DOKIKO.
De resto, e caso nunca tenham utilizado a Uber Eats antes, usem o nosso código eats-cwyhis e terão um desconto de 15€ na vossa primeira encomenda, desde que seja de valor igual ou superior a 20€ (sem contar com a taxa de entrega).
As três categorias de produto mais afetadas serão, muito provavelmente, as dos equipamentos de transporte, materiais têxteis a maquinaria e equipamento elétrico.
Uma saída do Reino Unido da União Europeia sem acordo (“Hard Brexit”) poderá custar a Portugal 433 milhões de euros em exportações por ano, estima a Euler Hermes, acionista da COSEC – Companhia de Seguro de Créditos, que avalia também as perdas globais da União Europeia em até 33€ mil milhões anuais, colocando a Alemanha (8,2€ mil milhões), os Países Baixos (4,8€ mil milhões), a França (3,6€ mil milhões), a Itália (2,6€ mil milhões) e a Espanha (2,1€ mil milhões) entre os países mais afetados.
A Euler Hermes estima que, em Portugal, as três categorias de produto mais afetadas serão os equipamentos de transporte (perdas anuais de 109,2€ milhões num cenário de ‘Hard Brexit’), seguidos da maquinaria e equipamento elétrico (66,4€ milhões) e, em terceiro lugar, os materiais têxteis (57,1€ milhões). Num cenário de saída com acordo (‘Soft Brexit’) – que poderá custar a Portugal 218€ milhões por ano em exportações –, a componente de equipamento de transporte poderá perder anualmente cerca de 47,3€ milhões, a maquinaria e o equipamento elétrico, 39,9€ milhões e os materiais têxteis, 23,1€ milhões.
O estudo A hard Brexit could cost the EU EUR33bn in annual exports, publicado no final de outubro, antes das eleições presidenciais dos EUA, que terão claro impacto na política internacional, aponta para o aumento considerável, para 45%, das probabilidades de um Brexit sem acordo no final de 2020.
Nesse cenário (uma saída da União Europeia a 1 de janeiro de 2021, com um provável regresso às negociações durante o ano, depois das eleições), os economistas estimam que o Reino Unido registe, em 2021, uma contração de cerca de -5% do PIB, uma diminuição de -13% nas exportações, uma redução do total de investimento superior a -25%, uma desvalorização de cerca de -10% da Libra, e um aumento de 53% nas insolvências de empresas.
Outra das consequências de uma saída sem acordo, estimam os analistas, é um aumento generalizado e significativo do preço dos bens importados (+15%) – e é isso que explica as perdas que se estimam para as exportações da União Europeia.
Tendo em conta o aumento do valor dos preços dos bens importados, bem como a sensibilidade das importações aos preços, a análise revela que a Alemanha pode perder até -11,2% das suas exportações para o Reino Unido (o equivalente a €8,2 mil milhões e a 0,6% das suas exportações totais); os Países Baixos, -10,5% (o equivalente a €4,8 mil milhões) e a França, -11% (o equivalente a €3,6 mil milhões).
Num cenário de saída com acordo, ao qual a Euler Hermes atribui uma probabilidade de 55%, as perspetivas económicas são mais animadoras. Se houver um entendimento de última hora, e o Acordo de Comércio Livre for implementado até metade de 2021, o Reino Unido registará, em 2021, um crescimento de 2,5% do PIB, um crescimento de 1,8% nas exportações, uma redução do total de investimento de cerca de -15%, uma desvalorização de -3% da Libra, e um aumento de 31% nas insolvências de empresas.
Os economistas estimam que um Acordo de Comércio Livre entre o Reino Unido e a União Europeia seja assinado até meados de novembro. No entanto, não excluem a possibilidade de ser estabelecido um período de transição mais longo para acautelar tempo suficiente para uma ratificação completa, o que poderá levar a que um acordo seja implementado em meados de 2021. A contribuir para as hipóteses de um entendimento sobre um período de transição mais longo, explicam, estará, nomeadamente, a intensificação da crise sanitária.
É, portanto, uma forma de poupar nas taxas de entrega.
Foi no passado mês de junho que a Uber Eats começou por avançar com a funcionalidade de recolha de refeições por parte dos próprios clientes nos restaurantes. Agora, cinco meses depois, é altura da Glovo avançar com essa novidade.
Na prática, isto faz com que os utilizadores possam encomendar algo através da aplicação da Glovo e efetuar a recolha diretamente no restaurante. Basta depois mostrar o código de recolha no momento de ir buscar a encomenda.
Vantagem? Ao ser o utilizador a recolher o pedido, não existirá qualquer taxa de entrega da refeição. Além disso, evitam-se filas e tempos de espera até que o estafeta passe pelo estabelecimento a recolher a refeição e, depois, que faça a viagem até à morada indicada pelo cliente.
Adicionalmente, os custos logísticos associados a esta opção são significativamente inferiores à opção de entrega em casa, pelo que esta modalidade permite também uma redução substancial da comissão desse serviço cobrada ao restaurante.
O recurso ao mapa para pedidos de pick-up disponível também ajuda os utilizadores a explorar os restaurantes abertos nas proximidades. Com a introdução desta opção, os restaurantes podem oferecer aos utilizadores uma alternativa à entrega e incentivá-los a visitar os seus estabelecimentos.
Ainda em relação a esta novidade do Pickup, seria interessante que a Glovo desse maiores descontos aos clientes. Porque senão vejamos: qual é a vantagem de pedir algo via Uber Eats e levantar no restaurante, quando ligar diretamente para o local e fazer na mesma a recolha fica mais barato?
Se os clientes não podem ir ao Frango Vaidoso, o Frango Vaidoso decidiu ir a casa dos clientes.
Atenção, setubalenses. A cadeia de take-away Frango Vaidoso anunciou não só um horário alargado da parte da manhã, como um serviço próprio de entregas ao domicílio da parte da tarde. Sim, vão poder receber os ótimos frangos do Frango Vaidoso, bem como outras refeições, no conforto do lar.
Esta decisão deve-se, lá está, às novas medidas de contingência do novo Estado de Emergência, sendo proibida a circulação na via pública entre as 13h e as 05h. Portanto, já que os clientes não podem ir ao Frango Vaidoso, o Frango Vaidoso decidiu ir a casa dos clientes.
Nos próximos fins-de-semana (14, 15, 21 e 22 de novembro), o Frango Vaidoso funcionará com um horário alargado no período da manhã, das 10h às 13h, hora a que começa o recolher obrigatório. E é após essa hora que entra em funcionamento o serviço de delivery, com entregas entre as 13 e as 14h no período do almoço e entre as 17h30 e as 21h30 a pensar já no jantar.
Caso estejam interessados, bastem que telefonem para o call-center que a marca criou para o efeito através do 265 230 202 ou que façam o vosso pedido na loja online. Em simultâneo funcionarão também os serviços de entrega através das plataformas de delivery com as quais a marca habitualmente trabalha, como a Glovo.
Os novos horários são válidos para todas as lojas Frango Vaidoso, estando em vigor até dia 22 de novembro.
A fintech tem dois planos: um gratuito e um pago. Mas há borlas para quem tem menos de 25 anos.
Foi em 2017 que a Lydia, app francesa, chegou a Portugal com o seu serviço de transferências, permitindo, na altura, fazer pagamentos digitais para amigos, familiares ou até utilizar em estabelecimentos comerciais. Mas foi um formato teste.
Agora, quase no final de 2020, a fintech entra oficialmente no mercado português com uma réplica integral da app-mãe francesa, indo concorrer com empresas Revolut, a N26 e Monese, entre outras.
A Lydia destaca-se pela sua experiência bancária simplificada e única, “caracterizada pela rapidez, centricidade humana e ultra-segurança”, segundo diz no comunicado de imprensa enviado aos meios.
Com a Lydia, todos os movimentos acontecem em tempo real: extrato, histórico de transações, transferências e ainda a criação de uma conta bancária e de um cartão Visa. O dinheiro é movido com um simples “arrastar” entre contas. Também fora da app, a Lydia destaca-se no seu serviço, com a oferta de cartões nacionais Visa – aceites em todos os estabelecimentos -, que possuem isenção de taxas para pagamentos e levantamentos no estrangeiro.
Instalámos a app e, sem informações nossas, isto é, do próprio cliente, parece algo “despida”. Na aba inicial existem várias opções, além do saldo:
Conectar o meu banco: aqui é onde adicionam as vossas contas bancárias e onde conseguirão ter noção do saldo de todas as contas num só lugar. Podem também fazer transferências imediatas entre as diferentes contas;
Money Pot: Serve para criar um link partilhável (por exemplo, para juntar dinheiro para um aniversário) com amigos e gastar online ou com Apple Pay/Google Play. Mas existe uma comissão de 2.9% no plano gratuito;
Contas Partilhadas: Serve para partilhar uma conta Lydia com uma ou várias outras pessoas. Podem definir os direitos para que essas pessoas possam visualizar apenas a conta ou gastar o saldo da mesma;
É também possível criar grupos e sub-contas Lydia.
Já na última aba da app é onde podem optar pela utilização ou do plano gratuito (sem taxas nem comissões, mas com limite de utilização) ou do plano premium. O Lydia Blue tem um valor de 4,90€/mês e faz com que não existam limites de utilização. A boa notícia é que este plano é gratuito para menores de 25 anos de idade.
Para a chegada da Lydia em Portugal, fiquem a saber que existe uma equipa local e 100% nacional responsável pelo processo.
É o que diz um estudo analítico do Portal da Queixa.
Numa altura em que o país regressou ao Estado de Emergência, o Portal da Queixa revela vários detalhes sobre as reclamações dos portugueses dirigidas ao setor da Saúde, desde o início do ano, até ao dia 9 de novembro.
À maior rede social de consumidores de Portugal chegaram mais de 6.000 reclamações (6103), um aumento de 71%, face ao mesmo período em 2019 (3573). O setor privado regista 64.9% do total de reclamações (3962), e o setor público regista 35.1% (2141). Relacionadas com a COVID-19 estão 21% do total de queixas apresentadas pelos utentes (1305).
De acordo com o estudo desenvolvido pela equipa do Portal da Queixa, este ano, a liderar o maior volume de reclamações recebidas estão: os Planos e Seguros de Saúde (1261), as Farmácias (932), os Hospitais e Maternidades (930) e os Grupos de Saúde Privados (824), com destaque para as farmácias que, comparativamente com o período homólogo, registaram o maior crescimento do número de queixas, uma subida de 231%.
Entre os principais motivos de reclamação dos consumidores – dirigidos às diferentes entidades de saúde -, estão a dificuldade de marcação de consulta apontada aos Centros de Saúde (56% do total de queixas dirigidas a estes organismos) e nos Hospitais Públicos, o mau atendimento é o motivo reportado em 21% das reclamações.
Nos Hospitais e Clínicas Privadas, os portugueses apresentaram queixas sobre faturação errada (43%), sobre cobrança de taxas para kits de proteção (23%) e mau atendimento (12%).
Nos Laboratórios de Análises Clínicas, os problemas gerados com o rastreio à Covid-19 geraram 27% das reclamações.
No início da pandemia, as farmácias foram um forte alvo de reclamação junto do Portal da Queixa. Os problemas relacionados com a venda de máscaras geraram 58% das queixas registadas e os preços praticados no álcool gel desinfetante originaram 37% das reclamações.
Estamos a uma semana da chegada daPlayStation 5 a Portugal, consola essa que já começou a sair em alguns territórios internacionais, onde os jogadores já podem meter as mãos em jogos como Demon’s Souls.
Para celebrar o lançamento do aclamado jogo de ação, criado pela From Software originalmente para a PlayStation 3 e agora recriado pela Bluepoint Games para a PlayStation 5, temos o tradicional trailer de lançamento, dedicado aos ambientes, às grandes ameaças e aos demónios das Archstones.
Demon’s Souls promete uma reconstrução melhorada do clássico, dando-se a conhecer às novas gerações de jogadores, mas preservando a sua essência e lendária dificuldade, que abriu as portas a todo um género.
Demon’s Souls pode ser jogado por cá, na PlayStation 5, a 19 de novembro.
Depois de muito se ter falado neste segundo pacote de conteúdos adicionais, eis que há finalmente uma data de lançamento para o segundo DLC de Dragon Ball Z: Kakarot: 17 de novembro.
Ou seja, é já na próxima semana que este A New Power Awakens – Part 2 é finalmente lançado para o jogo. A acompanhar esta novidade há também um vídeo de gameplay, que podem ver aqui em cima e que detalha um pouco de como será esta nova atualização para o jogo.
No anterior A New Power Awakens – Part 1, Goku e Vegeta alcançaram a transformação Super Saiyan God, de modo a que pudessem derrotar Bills, o Deus da Destruição, em combate. Já neste New Power Awakens – Part 2, o foco será derrotar Golden Freezer com a nova transformação Super Saiyan God Super Saiyan.
Além disso, haverão também novas técnicas para utilizar, como Ultimate Vanish, Ultrasonic Fist, Ultimate Kamehameha or Ultimate Galick Gun.
Recorde-se que vimos Golden Freezer e transformação SSGSS de Goku e Vegeta pela primeira vez no filmeDragon Ball Z: A Ressureição de Freezer, de 2015.
A partir do primeiro dia desse mês, todas as fotos passarão a contar para o limite de 15GB de armazenamento de fotografias.
Desde o seu lançamento, em 2015, que o Google Fotos permite ir guardando as nossas fotografias na cloud, servindo como um backup acessível a partir de qualquer lado e qualquer dispositivo.
Com somente 15GB de espaço disponível, a Google tem permitido que, ao definirmos a qualidade das fotos como “Alta qualidade”, guardemos as imagens que quisermos na conta, uma vez que esses ficheiros comprimidos não contam para o limite de espaço. Mas isso vai mudar já no próximo ano.
A partir do dia 1 de junho de 2021, todas as fotografias, mesmo que comprimidas em “Alta qualidade”, irão contar para esse armazenamento gratuito de 15GB. Para “ajudar à festa”, também os documentos do Google Workspace serão tidos em consideração para esse limite.
Chegando aos 15GB, e isto caso queiram continuar a ter as fotos na conta Google, não terão outro remédio senão aderir ao Google One que, na versão mais barata (1,99€/mês ou 19,99€/ano), garante 100GB de armazenamento. Caso não desejem pagar, podem sempre utilizar outras clouds que permitem guardar diversos tipos de ficheiros. Existem aos pontapés, podem é não ser tão fáceis de utilizar nem ter a opção de uploads automáticos.
Em todo o caso, nem tudo são más notícias. Até à data definida pela tecnológica americana, poderão continuar a fazer upload à vontade das vossas fotos (desde que em Alta definição) que não serão tidas em conta para a contagem dos 15GB de armazenamento no Google Fotos.
Segundo a Google, são necessárias cerca de 1.852 fotos em Alta qualidade para ocupar 1GB.
Uma medida que surge em resposta às restrições de circulação.
Quando o Estado de Emergência foi decretado, muitas pessoas ficaram aflitas por pensar que não iriam poder fazer compras no supermercado aos fins de semana após as 13h. Mas não é bem assim.
Entre as várias exceções a essa proibição de circulação, estão as “deslocações a mercearias e supermercados e outros estabelecimentos de venda de produtos alimentares e de higiene, para pessoas e animais”. No entanto, há cadeias de supermercados que se estão a precaver e a antecipar a abertura das suas lojas.
Um desses casos é o Grupo Jerónimo Martins, com as lojas Pingo Doce, que passam a abrir às 06h30 e a encerrar às 22h.
“Dadas as limitações à circulação impostas pelo estado de emergência nos próximos sábado e domingo, e tendo em conta também a possibilidade de haver restrições adicionais à circulação entre concelhos, o Pingo Doce vai abrir a maioria das suas lojas às 6h30m e encerrar às 22h, procurando assim contribuir para evitar a concentração de pessoas nas lojas no período da manhã”, refere o grupo em comunicado de imprensa.
Recorde-se que, normalmente, as lojas tendem a abrir entre as 7h30 ou 8h e a encerrar às 21h ou 22h, dependendo da localização.
Já no que toca às lojas Continente, o grupo Sonae está também a fazer algumas mexidas. “Tal como aconteceu na primeira vaga da pandemia, estamos a analisar a situação e a ajustar os horários das lojas Continente a cada concelho, de forma a maximizar a segurança e o conforto dos nossos clientes”, diz uma nota enviada à imprensa.
Quer isto dizer que o horário de abertura de algumas lojas vai ser antecipado para as 8h, com os horários de fecho a serem alargados nos Continente Bom Dia nos concelhos de elevado risco.
Em relação ao Minipreço, sabe-se que não haverá alterações de horários. Resta saber o que vão fazer as lojas Auchan e Lidl.
Vai reunir convidados bem conhecidos do público e as marcas da indústria dos videojogos.
Em ano de pandemia, pouquíssimos são os eventos que estão a ser realizados. Grandes certames então nem se fala. É o caso do Lisboa Games Week, que não acontece este ano, mas que já tem datas marcadas para 2021: será entre os dias 25 e 28 de novembro, novamente na FIL, em Lisboa.
Porém, tal não significa que não se deva celebrar o mundo dos videojogos, até porque existe a vertente online. Agora, e já depois de termos revelado que iria acontecer um evento digital dedicado à indústria do desenvolvimento nacional devido à 6ª Edição dos Prémios PlayStation Talents, eis que a organização do LGW anuncia oficialmente uma plataforma de streaming temporária: a LGW Live.
Esta nova plataforma foi criada com o objetivo de oferecer conteúdos exclusivos aos seguidores do maior evento de videojogos em Portugal e aos entusiastas do gaming em geral.
A LGW Live irá anunciar diariamente e, até à realização da emissão do seu primeiro programa, de 20 a 22 de novembro, um vasto cartaz com a presença de marcas parceiras dos videojogos e convidados de diversas áreas, que vêm a estúdio falar dos títulos que mais gostam e das suas experiências no universo dos videojogos.
O programa do primeiro evento da LGW Live, com transmissão multistream e acesso gratuito, terá várias horas diárias de emissão, das quais se destacam talkshows temáticos com atuações de convidados e uma banda residente, programas dedicados à atualidade dos videojogos em todas as vertentes, novos produtos apresentados pelas próprias marcas, passatempos, humor e muito entretenimento.
Em ano de grande expectativa face ao lançamento de novas consolas, a LGW Live não poderia deixar de dar o devido destaque às grandes novidades. O programa inclui também rubricas dedicadas ao cosplay, esports, retrogames, VR|AR e board games, bem como Media Talks com os principais meios dedicados à atualidade dos videojogos.
Esta iniciativa é realizada em parceria com a FNAC e com o apoio da AOC Gaming.