Câmaras municipais já estão a proibir que os supermercados abram portas às 6h30

Alguns autarcas nem sequer esperaram pelo Conselho de Ministros desta quinta-feira.

Lojas Pingo Doce
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Ontem, dia 11 de novembro, referimos aqui no Echo Boomer que os super e hipermercados Pingo Doce iriam abrir a partir das 6h30 nos próximos dois fins de semana devido ao novo Estado de Emergência.

Diz o Grupo Jerónimo Martins que o objetivo é o de “contribuir para evitar a concentração de pessoas nas lojas no período da manhã”. Porém, e como seria de esperar, a decisão já se tornou polémica, até porque não existe qualquer compensação financeira para os funcionários.

Segundo uma denúncia do Sindicato dos Trabalhadores dos Escritórios, Comércio e Serviços de Portugal (CESP), os funcionários somente irão acumular duas horas no banco de horas. Ora, parece que várias câmaras municipais não vão deixar que os supermercados, sejam Pingo Doce ou não, abram portas mais cedo que o habitual.

À SIC Notícias, Fernando Medina, presidente da câmara de Lisboa, foi peremtório: “O horário vai ser igual para todos, a partir das oito da manhã.” O mesmo acontece em Cascais, com Carlos Carreiras, presidente da Câmara de Cascais, a ter emitido um despacho que refere que “os estabelecimentos comerciais do concelho deverão respeitar os horários de abertura que atualmente se encontrem a praticar, não sendo permitido iniciar a sua atividade mais cedo do que o horário habitual”.

É expectável que o mesmo venha a acontecer em mais cidades. No distrito do Porto, os autarcas aguardam com serenidade as conclusões do Conselho de Ministros desta quinta-feira. Caso não sejam definidas medidas, então serão os próprios presidentes de cada município a avançar com restrições.

Com isso, pretende-se que o comércio local não seja discriminado relativamente às grandes superfícies.

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Ou seja, e como não podemos sair de casa, são os supermercados a ir ter com os clientes.
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