É, também, o primeiro título da série a ser disponibilizado para a Nintendo Switch.
Quando, no passado mês de junho, foi anunciado Kingdom Hearts Melody of Memory, somente sabíamos que o jogo iria ser lançado ainda este ano. Dois meses depois, tivemos então a confirmação de que o novo título iria chegar em novembro. Pois bem, já está disponível.
Este é um jogo bem diferente daqueles que conhecemos, uma vez que é um título rítmico. Em Kingdom Hearts Melody of Memory, os heróis que todos conhecemos lutam ao som das melodias da série, num jogo que acaba por ser uma celebração da música da aclamada compositora Yoko Shimomura.
Existem mais de 140 temas disponíveis, que vão desde composições como “Destiny Islands”, “Hand in Hand” e “Working Together”, da própria Shimomura, a clássicos dos universos Disney, como “Let It Go” ou “Under the Sea”, entre muitos outros.
Este jogo ritmico conta com três estilos de jogo diferentes, de modo a que jogadores de todas as idades e com mais ou menos experiência possam desfrutar desta aventura musical.
O mais recente título da franquia Kingdom Hearts é, também, o primeiro a ser disponibilizado para a Nintendo Switch. Melody of Memory está ainda disponível para PlayStation 4 e Xbox One.
Noutra nota, podem sempre aproveitar para (re)ler a nossa análise a Kingdom Hearts III.
Esta oferta é limitada a um código promocional por cada conta Fortnite elegível.
A parceria entre a Epic Games e a Disney já deu frutos no passado, com muitos heróis e vilões de filmes daquela empresa a darem um ar de sua graça no super popular Fortnite. Agora, e numa altura em que o Disney+ já conta com mais de 73 milhões de subscritores, está na altura de dar um miminho a quem ainda não se fez assinante do serviço de streaming da casa do Mickey.
A nova promoção de Fortnite faz com que os jogadores possam ter direito a dois meses de Disney+. Como? Basta que comprem V-Bucks ou façam compras usando dinheiro real no Fortnite, como por exemplo para adquirirem o pacote Street Serpent Pack, para que, depois, recebam um voucher com dois meses de acesso à nova plataforma da Disney. Devem começar por seguir os passos aqui.
Esta oferta diz respeito a quem fez compras a partir do passado dia 10 de novembro, porém, a Epic Games está a deixar que também os jogadores que tenham feito compras no início do mês possam usufruir da oferta.
Quando receberem o voucher, basta que acedam ao site do Disney+, criem uma nova conta e utilizem o código que vos foi disponibilizado pela Epic Games. Esta oferta não é elegível para quem já é subscritor do Disney+.
Esta oferta é válida nos seguintes territórios: Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Islândia, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Mónaco, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Portugal, Espanha, Suécia, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos. No caso da Alemanha, a oferta é de somente um mês de acesso ao Disney+.
Têm até final do ano para fazerem uma compra no Fortnite. Já o voucher terá de ser utilizado até 31 de janeiro de 2021.
Esta semana ficou marcada por uma belíssima notícia, até porque nem tudo por ser mau no meio deste caos: Bruno Nogueira anunciou o regresso do seu “programa” Como é que o Bicho Mexe.
Agora, e numa altura em que muitas pessoas têm questionado se esta seria uma edição isolada ou algo mais recorrente, eis que o próprio Bruno Nogueira acaba de confirmar que existirão mais algumas edições.
“A minha ideia é fazer nos dois próximos fins-de-semana. Ou seja, sexta, sábado e domingo… e sexta sábado e domingo. Depois logo se vê”, referiu o humorista na edição de hoje do Como é que o Bicho Mexe.
Recorde-se que Bruno Nogueira foi uma das contratações mais sonantes deste verão no que ao mercado televisivo diz respeito, tendo assinado contrato com a SIC. E é na estação de Paço de Arcos que o também ator terá alguns projetos.
Um deles até está relacionado com Como é que o Bicho Mexe, uma vez que a última emissão (sem contar com a edição que aconteceu em junho) foi transformada numa espécie de documentário que será exibido ainda este mês na OPTO, nova plataforma de streaming da SIC.
Não fiquei particularmente o maior fã dos últimos auriculares que experimentei da Razer, os Hammerhead Pro V2, que, mesmo assim, ainda foram os meus fiéis companheiros durante meses. Apesar do excelente som e fantásticos baixos, a sua forma e materiais usados tornavam-nos pesados e desconfortáveis.
Felizmente, a Razer continuou a trabalhar esta linha e, dois anos e meio depois e após vários modelos, temos os Razer Hammerhead True Wireless, que respondem às necessidades e tendências atuais dos utilizadores, num mundo sem fios nem compromissos.
Às mãos chegou-me o modelo Quartz Pink, uma cor pouco usual, mas que a Razer tem tentado cada vez mais torná-la padrão, ao lado do branco alternativo Mercury White e o comum Classic Black.
Começando pelo design e por uma das mais importantes peças deste tipo de soluções, a sua caixa, esta apresenta-se como uma “pill”: arredondada, simplista e de tamanho pequeno-médio, ideal para colocar num bolso sem atrapalhar muito. Na sua traseira temos uma porta USB-C e, na frente, um pequeno led de indicador de bateria e emparelhamento.
Ao abrir a sua tampa, com uma ação muito satisfatória, encontramos os dois auriculares, dispostos de uma forma estranha, com o lado esquerdo no lado direito e vice-versa. Uma escolha muito peculiar que, nas primeiras utilizações, causa alguma confusão e até frustração, uma vez que não se torna imediatamente intuitivo colocar os auriculares no repouso. Felizmente, uma vez no lugar, ficam bem encaixados e começa logo a carregar.
Apesar da satisfatória tampa, esta também não confere particularmente a experiência mais premium, com uma dobradiça muito solta que fecha com facilidade, sim, mas que abana facilmente.
Quanto aos earbuds em si, estes parecem uma mistura de Apple Airpods com os Hammerhead mais tradicionais. As suas pontas longas, que se destacam, tornam o seu manuseamento facilitado, e as suas cabeças são minimalistas com as saídas pequenas, mas orientadas de forma a debitarem o som mesmo para os nossos ouvidos.
Ao contrário de modelos anteriores, estes Razer Hammerhead True Wireless são extremamente confortáveis e leves, ao ponto de se tornarem esquecíveis. Este modelo traz ainda uma capa de borracha para cada cabeça que tornam ainda mais fáceis a sua utilização, evitando que escorreguem dos ouvidos acidentalmente.
A utilização dos Razer Hammerhead True Wireless, como muitos outros equipamentos do género, requerem uma curva de aprendizagem. Sem qualquer botão físico, a utilização destes earbuds é feita através de botões capacitivos no seu exterior, muito sensíveis ao toque, onde os podemos operar com diferentes padrões de toque para pausa, atendimento de chamadas, mudança de faixas de música e até ativação do modo de baixa latência para minimizar atrasos de sincronia com vídeo e videojogos, para quem os usar para este propósito.
Estes padrões podem ser alterados na aplicação da Razer para smartphones, mas são tão precisos e requerem tantos passos que a sua utilização completa no uso diário pode tornar-se aborrecida e frustrante, especialmente quando algumas das ações requerem duplos e triplos cliques, ou pressão contínua durante determinados segundos.
Contudo, não deixa de ser uma solução completa, personalizável e versátil, se houver vontade para tirar partido de todas as funções que os Razer Hammerhead True Wireless têm para dar. Felizmente, a Razer, para além de fornecer um ótimo guia de utilização junto na caixa, tem também vídeos explicativos que ajudam a compreender a sua utilização
Numa nota menos positiva, que acaba por ser reflexo de coisas boas, é que os botões capacitivos são muito suscetíveis ao toque, ou seja, é muito fácil tocarmos neles sem querer e pausar a música, vídeo ou streaming que estamos a assistir.
Uma das funcionalidades de destaque dos Razer Hammerhead True Wireless é a sua ligação de baixa latência de 60ms, ativada com três toques e um pressionar de dois segundos, que se revela bastante eficaz em todo o tipo de consumo multimédia. E com isso nota-se uma diferença de sincronização notória face a outros earbuds do género, colocando os Razer Hammerhead True Wireless em vantagem. Porém, a distância de conexão aos equipamentos afeta a qualidade de ligação, não sendo o mais ideal para, por exemplo, ouvir música pela casa.
A qualidade de som é fantástica, com um foco particular nos médios e baixos, para sons mais agressivos, efeitos sonoros mais claros e vozes muito mais limpas. No geral, o som é claro e distinto, perfeito para jogos móveis, filmes e séries e até chamadas.
Apesar do bom som dos earbuds, o mesmo não se pode dizer do som captado pelo microfone, que fica aquém do que os smartphones mais recentes são capazes de captar. No entanto, acabam por fazer um bom trabalho a tentar limpar o ruído em volta, ainda que torne a voz captada algo robótica.
Já o tempo de vida da bateria deixa infelizmente a desejar, com apenas meia dúzia de horas de uso intensivo. É ótimo para utilizar durante um dia de trabalho, sim, mas a bateria é consumida muito rapidamente e torna a gestão de carregamento mais complicada, quando a sua base também só oferece 16 horas. Ao longo das últimas semanas, vi-me obrigado a carregar a sua base por cada duas/três utilizações intensivas dos Razer Hammerhead True Wireless.
Mas, no fim do dia, a experiência de utilização dos Razer Hammerhead True Wireless é, apesar de pequenas críticas pessoais, fantástica. Com uma qualidade de som ao nível do que se encontra na concorrência por este valor, é no conforto e na sua utilização “invisível” que os Razer Hammerhead True Wireless são excelentes.
Os Razer Hammerhead True Wireless aparecem em três cores, Classic Black, Quartz Pink e Mercury White e podem ser encontrados na loja da Razer por 119,99€.
Este dispositivo foi cedido para análise pela Razer.
Resta saber quando. E está também a ser estudada a hipótese Montijo.
Há uns dias, quando referimos que a Mercadona queria abrir mais 10 espaços no país durante o próximo ano, somente sabíamos que a marca tinha previsto abrir lojas em Guimarães, Porto, Vila Nova de Famalicão e Santa Maria da Feira.
Pois bem, sabe-se agora que a cadeia espanhola vai abrir uma loja em Setúbal. A informação foi confirmada pela Mercadona ao jornal O Setubalense.
“Confirmamos que assinámos [a compra de] um terreno em Setúbal, com aproximadamente 10 mil metros quadrados, com vista à instalação de um supermercado Mercadona”, revelou fonte oficial da empresa, em resposta ao jornal de Setúbal.
Sabe-se que o supermercado terá “uma área de venda com cerca de 1.900 metros quadrados”, mas a sua futura localização não foi especificada.
Fica por confirmar a data de abertura, mas espera-se que aconteça ainda durante o decorrer do próximo ano.
Ao que tudo indica, esta Mercadona será a primeira no distrito de Setúbal. Correm também rumores que a cadeia espanhola poderá também investir no Montijo, embora fonte da empresa tenha referido ao O Setubalense que “não existe de momento qualquer negócio concreto para apresentar ou comentar, nem previsão de investimento ou datas”.
O intervalo do próximo ano será bem diferente da edição deste ano.
Em fevereiro deste ano, no intervalo da Super Bowl 2020, a honra de animar as hostes coube a Shakira e Jennifer Lopez, que embalaram não só os presentes, mas também quem via o evento a partir de casa, com os seus ritmos latinos. Agora, já se conhece o artista que irá atuar na edição de 2021… e não podia ser mais diferente.
The Weeknd será a atração principal do intervalo da Super Bowl 2021. O Pepsi Super Bowl LV Halftime Show irá acontecer no Estádio Raymond James, em Tampa Bay, na Flórida, Estados Unidos, a 7 de fevereiro de 2021.
O Pepsi Super Bowl LV Halftime Show será produzido pela DPS com a Roc Nation e Jesse Collins como produtores executivos, enquanto Hamish Hamilton será o realizador.
Resta saber como irá acontecer o evento no que toca a público, uma vez que a pandemia não tem dado tréguas.
Em relação a The Weeknd, o projeto do canadiano Abel Makkonen Tesfaye lançou este ano o quarto álbum de estúdio, After Hours, de onde se destacam temas como “Blinding Lights”, “In Your Eyes”, entre outros.
Esperemos que o filme fique disponível por cá em meados do próximo ano.
É o 23º filme da saga Pokémon e deveria ter estreado nos cinemas japoneses no passado mês de julho, mas a pandemia de COVID-19 alterou os planos, pelo que, para aquele país, a película deverá agora chegar ao grande ecrã no dia de Natal.
Falamos, claro, de Pokémon The Movie: Coco, cujo nome nos Estados Unidos é Pokémon The Movie: Secrets of The Jungle. E porque é que falamos dos EUA? Porque acaba de ser lançado um trailer dobrado em Inglês.
No vídeo que podem ver aqui em cima, percebem que o já “imortal” Ash arranja um novo amigo, Coco, um humano que, por ter sido criado por Pokémon, comporta-se como tal.
Os detalhes ainda não são muitos, mas sabemos que Zarude será o Pokémon lendário em destaque neste novo filme. Além disso, a nova longa-metragem terá caras familiares, como a Team Rocket e outros Pokémon que conhecemos tão bem.
Pokémon The Movie: Secrets of The Jungle é lançado em 2021 nos Estados Unidos, pelo que é bem provável que chegue a estes lados também durante o próximo ano. Se se seguir a tendência, e até porque não é costume os filmes Pokémon estrearem nos cinemas portugueses (Detetive Pikachu foi a exceção), é bem provável que este 23º filme da franquia chegue à Netflix.
Terminou no início deste mês a 3ª edição do Tour do Pitéu Almada 2020. Foi uma edição diferente, na medida em que obrigou a cuidados redobrados com a segurança de todos os participantes. Porém, tudo correu bem e a iniciativa serviu, principalmente, para trazer alguma confiança aos comerciantes e visitantes.
Agora, e numa altura em que já sabemos que a Tour do Pitéu Almada irá regressar em 2021, é altura de avançar para outras cidades. Assim, e ainda este mês, irá acontecer a 2ª edição da Tour do Pitéu Seixal.
A começar no dia 28 de novembro e a prolongar-se até 6 de dezembro, a organização promete o “evento gastronómico mais saboroso de sempre”. Neste momento, ainda não conseguimos perceber quais os estabelecimentos de restauração aderentes, mas os interessados em participar podem (e devem) enviar um email.
O que sabemos, sim, é que o preço é o mesmo praticado na versão de Almada. São 3€ e dão direito a um pitéu e uma cerveja.
Mas atenção: só foram postos à venda 350 bilhetes.
Faz hoje cinco anos que os IAMX atuaram no Hard Club, no Porto. Essa foi a última passagem do projeto liderado por Chris Corner por Portugal. Mas o regresso está finalmente para breve, a não ser que a pandemia de COVID-19 volte a estragar os planos.
A At the Rollercoaster anunciou que os IAMX irão voltar a Portugal, desta feita para um concerto em Lisboa, no Lisboa ao Vivo, a 24 de abril do próximo ano. O espetáculo está inserido na Echo Echo European Tour.
A “má” notícia é que somente estão disponíveis 350 lugares. Portanto, e se estiverem interessados, devem ser rápidos a garantir o vosso bilhete. Cada ingresso custa 25€.
A série Gears troca o caos imersivo da guerra na terceira pessoa por batalhas táticas e cerebrais numa nova perspetiva. Mas mantém intactos todos os outros ingredientes que a definem.
Nota: Análise produzida originalmente com a versão PC, atualizada com a chegada do jogo às consolas.
Apesar de não ser o maior fã da saga ou de conhecer o seu lore até à exaustão, a série Gears acompanhou a minha vida enquanto jogador ainda antes do seu lançamento. As demos do jogo original da Xbox 360 fascinavam-me pelos seus visuais e pelo tom sci-fi e de horror que a série prometia, especialmente num mundo pós-Resident Evil 4. Gears of War saiu em 2006 e o resultado não foi bem o que esperava, mas foi, em parte, melhor. Um jogo de tiros e ação frenética, com uma aposta no gore como nunca se tinha visto até ali, e ainda conseguiu revolucionar o género com o seu sistema de cover base, mesmo não sendo o primeiro do género.
14 anos e seis jogos depois da sua estreia – e sim, estou a incluir Judgment –, a série irá certamente continuar a apostar nas suas mecânicas tradicionais de um shooter na terceira pessoa, e, ao mesmo tempo, vai adaptar-se aos designs contemporâneos que pedem sistemas de combate mais profundos. E claro, com tudo isso, espera-se que traga histórias mais complexas e com riscos mais altos, tal como vimos em Gears 5.
Mas antes de vermos o que a The Coalition está a preparar para o futuro da saga, a produtora da Xbox GameStudiosvisita o passado com uma nova história, novos heróis e um género muito, muito inesperado. Gears Tactics é o Gears que não sabia que queria. Não fiquei 100% apaixonado por esta nova aposta, mas abriu-me os olhos a um género que, até agora, passava-me ao lado. Além disso, mostrou-me que a série é muito mais do que tiros e fugas para a próxima cobertura, ainda que, agora que escrevo isto, sejam extremamente bem traduzidas para este formato.
Passado cerca de 12 anos antes do Emergence Day, que serviu, um pouco mais tarde, como ponto de partida da série anteriormente conhecida como Gears of War, Gears Tactics apresenta-nos um novo herói relutante, Gabe Diaz, que é destacado para uma série de operações secretas para capturar e travar Ukkon, um dos responsáveis pelas criações monstruosas dos Locust. A premissa de Gears Tactics é relativamente mais simples e direta que a dos outros jogos da série, mas explora novos e antigos elementos que alimentam e deixam até fermentar a construção deste mundo, acrescentando novos detalhes e deixando em aberto algumas perguntas para o futuro da saga.
Tal como os restantes jogos, o tema da família, união e a relação entre as personagens – das quais não temos qualquer interação, mas vemos a serem desvendadas no ecrã -, continua prevalente, com Gabe Diaz, pai de Kait (Gears of War 4 e Gears 5), a ter um papel importantíssimo na guerra contra os Locust, e as novas personagens a criarem laços e conflitos sempre deliciosos de se verem a desenvolver.
Gears Tactics não está, no entanto, muito preocupado em contar uma grande história ou em ser um épico narrativo, mas tem material suficiente para nos fazer sentir investidos nas vidas destas pessoas, batalha após batalha, e, acima de tudo, com as suas missões: com quem estamos a seguir, com quem vamos lutar, quem vamos salvar e quais são as nossas motivações. Entre cinemáticas curtas muito bem dirigidas e em tempo real que tiram partido dos visuais cinemáticos do Unreal Engine, Gears Tactics é um deleite visual tal como foi Gears 5.
Em jogo, Gears Tactics também impressiona visualmente, não muito, mas o suficiente para ficarmos embeiçados com a atmosfera e os elementos que compõem e enriquecem os níveis variados, entre ruínas urbanas, desertos e zonas industriais, com diferentes períodos do dia ou condições atmosféricas que ajudam a tornar todas as missões visualmente distintas umas das outras.
Também de destacar é o desempenho do jogo que é excelente, isto é, se tiverem uma boa máquina para correr este título. Felizmente, Gears Tactics é um jogo relativamente leve, capaz de uma apresentação bastante sólida e consistente mesmo numa máquina mais modesta, onde a direção de arte se continua a ser um ponto forte, mantendo e evocando o sentimento de que estamos a jogar um Gears of War.
As personagens, por exemplo, continuam com aquele aspeto recheado com músculos até ao pescoço. Já os ambientes continuam inspirados no registo diesel-punk, num mundo sujo, usado e futurista, mas, também ao mesmo tempo, com elementos clássicos e noir. E claro, temos muitas caras familiares, nomeadamente os Locust, que são praticamente os mesmos bichinhos da trilogia original.
E agora, aquilo que importa, a jogabilidade e o progresso. Confesso que, ao longo das mais de 20 horas de campanha, senti algum tédio (mais sobre isto em baixo), mas também tive aquela vontade de jogar só mais um nível, algo tão característico de um jogo mobile. E este sentimento não é por acaso. Com missões tão bem estruturadas, objetivos bem definidos e um ritmo tático tão cerebral, os 10-20 minutos por partida são extremamente satisfatórios e, apesar do seu género, tão ou mais entusiasmantes e emocionantes como um tiroteio no seu formato tradicional.
Com uma perspetiva top-down, controlamos equipas até quatro jogadores, onde cada membro tem um número limitado de três ou mais movimentos por turno. Somos convidados a um jogo estratégico onde o posicionamento de cada um e os seus recursos obrigam-nos a tomar decisões que podem mudar o rumo do combate a qualquer momento. Movimentarmos a personagem de lugar X para Y, disparar para o inimigo certo sem ficar na linha de fogo de outro, decidir quando fazer um reload ou usar uma habilidade passiva são coisas que não temos qualquer noção ou pensamos durante os frenéticos jogos da saga principal, mas que, aqui, são desconstruídos de forma genial e cerebral. São ações que definem o nosso sucesso na batalha.
Este formato dá um sentido de urgência muito diferente daquele que eu antecipava. As batalhas podem ser longas, pendendo de vários fatores, como a posição dos monstros e dos nossos personagens, assim como as classes que cada um tem que pode ser uma vantagem ou desvantagem. No entanto, ter a noção que uma jogada em falso pode significar a morte de um dos nossos membros faz com que Gears Tactics seja o mesmo que jogar um jogo de xadrez, ou qualquer outro jogo por turnos, onde nunca sabemos como o oponente vai reagir – algo que reflete o facto de Gears Tactics ter começado o seu desenvolvimento como um jogo de tabuleiro.
Este sentimento é acentuado em algumas missões, onde somos obrigados a avançar enquanto o mapa vai fechando, ou até nas batalhas com bosses, que são várias e extremamente desafiantes, com inimigos a atacarem por todo o lado. Para apimentar todo este clima de urgência e emoção, Gears Tactics conta com uma inteligência artificial muito bem conseguida, dando a sensação que também os inimigos têm algo a perder, distribuindo habilidades passivas entre si e criando zonas de perímetro difíceis de escapar, a menos que usemos as nossas personagens por ordens muito especificas.
Grande parte do jogo é passada também em menus. É importante escolhermos bem as personagens dependendo das suas classes, mas é também necessário usar pontos nas suas árvores de habilidades e ir atualizando as armas e armaduras, com elementos mais poderosos. Estes itens podem ser adquiridos através de baús que vamos apanhando ao longo das missões, ou, então, “roubados” a novos recrutas que vão aparecendo e que podemos juntar às nossas equipas.
Gears Tactics perde a força em alguma desta gestão. Com uma história tão focada numa equipa de meia dúzia de personagens, seria de esperar estarmos constantemente ao seu lado, e não com estranhos. Ao longo da campanha, estes recrutas vão aparecendo constantemente, por vezes questionando se não os queremos substituir por outros, e, para além de sermos obrigados a usar uma equipa totalmente composta por recrutas, há a sensação de sermos obrigados a evoluí-los, usando-os também em algumas missões de história, e substituindo-os, lá está, pelo elenco principal. Não havendo esse cuidado, acabamos por entrar em missões mais arriscadas, onde as habilidades dos recrutas não estão à altura do desafio, pelo que começam a falhar ações relativamente fáceis.
Lembram-se quando referi tédio? Não foi por acaso. Mas não me interpretem mal. Como referi logo a seguir, o jogo é, de alguma forma, viciante, mas, do ponto de vista de progressão da história e variedade de missões, Gears Tactics “enche chouriços” facilmente com demasiadas missões secundárias obrigatórias. Talvez seja a sua nomenclatura no próprio jogo a criar este efeito placebo, mas fazer duas e três missões designadas como tal, por vezes aparentes repetições de antigas e sem desbloqueio de mais história, fica a sensação que aquela “mais uma missão” foi um “outra vez arroz.”
Isto, na minha opinião, torna o jogo exageradamente longo e pouco convidativo à repetição para muitos jogadores, até porque acabamos por explorar praticamente todas as mecânicas e possibilidades deste título ao longo da carreira.
Fora essa pequena redundância que eventualmente deixa de a ser, Gears Tactics é um jogo que não esperava, de todo, gostar. É um take interessante, sólido e muito bem adaptado de uma série habituada a um ritmo frenético que, para os mais impacientes, não deixa a sua narrativa, emoções e humanidade transparecer tão bem. Gears Tactics é um pouco mais leve na sua abordagem à história, mas expande e enriquece o mundo de Gears de uma forma muito bem-vinda, podendo até servir de porta de entrada na série para os mais céticos. Mas, acreditem em nós, se são fãs de Gears ou para lá caminham, este é dos obrigatórios.
Gears Tactics chega às consolas
Com o lançamento das Xbox Series X e Series S, Gears Tactics chega aos jogadores de consola, incluindo os da Xbox One. Esta conversão parece chegar tardia, mas foi uma decisão por parte da produção, de modo a dedicar-se ao jogo no PC, com todas as suas vantagens, e, depois, mais libertamente, adaptar os visuais e os controlos ao formato de não uma, mas quatro máquinas.
A paridade entre elas é impecável. Gears Tactics apresenta-se de forma gloriosa em cada consola, sendo que, nos nossos testes, o destaque vai para a Xbox Series S, gentilmente cedida para cobertura pela Xbox Portugal, onde o jogo corre a 60fps, sem grandes compromissos de imagem, com uma resolução máxima de 1440p, que se apresenta de forma fantástica numa televisão 4K. Já na geração anterior, nomeadamente na Xbox One X, os jogadores poderão ter o mesmo nível de desempenho, ou aumentar a resolução para 4K nativos a 30fps. Por testar ficou a versão para a Xbox Series X onde, segundo a The Coalition, o jogo atinge o desempenho máximo de 4K a 60fps.
Mas, apesar destes valores na Xbox Series S, onde passei mais tempo, a verdade é que, desde que joguei Gears Tactics no PC, no seu lançamento, não notei diferença nenhuma, pois senti-me logo em casa. O jogo apresenta-se e joga-se tal como me lembro e, em parte, este sentimento de familiaridade deve-se também aos controlos adaptados ao comando da Xbox que, na realidade, já estavam presentes na versão PC e que, já na altura, se tinha tornado a minha forma favorita de abordar as batalhas de Gears Tactics.
Também de notar nesta versão, que chega alguns meses depois da versão PC, é que os jogadores que se aventurarem neste formato, depois de terem experimentado o jogo no lançamento original, serão aqueles que vão poder continuar a sua campanha e as suas missões graças ao sistema de cross-save do ecossistema Xbox.
Gears Tactics está agora disponível no PC, Steam, Xbox One, Xbox Series X e Xbox Series S, e pode ser jogado sem custos adicionais por todos os subscritores do Xbox Game Pass para PC.
Plataforma: Windows 10 PC, Steam, Xbox One, Xbox Series X e Xbox Series S Este jogo foi cedido para análise pela Xbox Portugal.
E além das plataformas digitais, podem também comprar a versão física que inclui algumas edições especiais.
Chegou o dia. Hoje, sexta-feira, 13 de novembro, foi o dia escolhido pelos veteranos AC/DC para o lançamento do seu novo disco no mercado. Com o regresso do vocalista Brian Johnson, do baterista Phil Rudd e do baixista Cliff Williams, Power Up, o 17º álbum da banda australiana, dá-nos mais do mesmo, mas nem por isso deixa a desejar. Se a fórmula funciona, então não há que mudar, mas somente melhorar.
Esta é a tracklist:
1- Realize 2- Rejection 3- Shot In The Dark 4- Through The Mists Of Time 5- Kick You When You’re Down 6- Witch’s Spell 7- Demon Fire 8- Wild Reputation 9- No Man’s Land 10- Systems Down 11- Money Shot 12- Code Red
Segundo Angus Young, Power Up acaba por ser um “tributo” ao malogrado Malcolm Young. E além da versão digital, o álbum tem também uma edição física, destacando-se a versão deluxe, que traz uma caixa com uma luz neon que ilumina o logo da banda, bem como um pequeno speaker embutido que toca o riff do single “Shot In The Dark”. Essa caixa traz ainda um cabo USB para que a possam carregar.
A juntar a tudo isto há ainda um álbum com fotos inéditas da banda em estúdio. Para aqueles fãs mais vintage, saibam que há também uma edição em vinil.
Mas atenção que têm somente até à próxima segunda-feira, dia 16 de novembro, para usufruírem deste preço promocional.
São várias as promoções que o Oceanário de Lisboa vai fazendo ao longo do tempo, mas poucas são as que se aproximam da nova campanha, pelo menos no que a bilhetes para adultos diz respeito.
Agora, e até à próxima segunda-feira, dia 16 de novembro, podem adquirir bilhetes para o Oceanário por apenas 8€. A diferença aqui é que esses bilhetes somente serão válidos para visitas de 7 de janeiro a 15 de março de 2021.
A promoção das Vendas Flash é exclusiva para compra de bilhetes online no site oficial. Entretanto, e durante todo o mês de novembro, visitantes com mais de 13 anos pagam apenas 13€ para visitar o espaço.
São várias as zonas de Lisboa cobertas pelo novo serviço.
2020 tem sido um ano muito complicado para todos. Além dos médicos, que mal conseguem chegar a todos os infetados com COVID-19, também os setores das artes e restauração têm sido amplamente afetados, principalmente devido à falta de clientes, algo motivado pelas fortes restrições.
Aliás, e focando-me na restauração, muitos espaços estão mesmo à beira da falência, mal aguentando estes últimos meses. Mas é também nas dificuldades que se encontram oportunidades. E o Chef Chakall sabe disso.
Este serviço de delivery, com o nome de Chakall em Casa, serve, basicamente, para levar a casa dos clientes os deliciosos pratos do El Bulo Social Club, do Refeitório Senhor Abel ou do Chakburger Marvila, todos eles localizados em Marvila.
O objetivo com esta solução é que os clientes possam desfrutar de sabores de várias geografias em casa ou no escritório, num horário mais alargado (mas podem frequentar os espaços na mesma). Sim, podem ser encomendados os pratos dos três restaurantes em simultâneo numa só encomenda.
O serviço funciona de sexta a domingo, das 12h às 23h30, e de segunda a quinta, das 12h às 22h30. Areeiro, Beato, Marvila, Moscavide, Olaias, Olivais, Parque das Nações, Penha de França, Sacavém e Xabregas são as zonas abrangidas por este serviço de delivery que não cobra taxa de entrega.
Para encomendas, devem ligar para o 218 688 023 ou 218 619 027.
É dedicada aos fãs do colecionismo, da arte e do universo do Metro.
Ao longo de décadas, o Metropolitano de Lisboa tem lançado publicações e outros artigos de prestígio sobre as suas obras na vertente artística e arquitetónica das suas estações, artigos que já se encontram à venda nos referidos espaços cliente. Ora, e porque não aproveitar para vender essas obras?
Seja feita a vontade. A partir de agora, na nova loja online, possível adquirir vários artigos de arte contemporânea com as intervenções artísticas mais emblemáticas que foram existindo ao longo do tempo nas estações da empresa ao longo dos seus 73 anos de existência.
Numa primeira fase, são cerca de 60 os artigos em catálogo que farão as delícias dos fãs do colecionismo, da arte e do universo do Metro. Estes produtos também se encontram à venda nos espaços cliente nas estações Marquês de Pombal e Campo Grande.
O pagamento online dos produtos faz-se através de cartão bancário (débito ou crédito), sendo as entregas da loja garantidas diretamente, em qualquer destino de Portugal Continental e Ilhas, via CTT Expresso. Compras superiores a 100€ estarão isentas de portes de envio.
Muitos utilizadores não estão sequer a conseguir fazer download do novo sistema operativo.
12 de novembro. Foi esta a data prometida pela Apple para o lançamento do seu novo sistema operativo, o macOS Big Sur. Pois bem, parece que as coisas não correram planeado.
Pela Internet fora, muitos são os utilizadores que se queixam que não estão a conseguir atualizar os seus Macs, ora porque nem sequer conseguem fazer download, ora porque a transferência falha assim que começa a decorrer ou perto de ficar finalizada.
Por aqui uso um iMac de 27″ para trabalhar e, como tal, aguardava com expectativa o lançamento deste macOS Big Sur. Mas também surge a seguinte mensagem de erro.
No fórum macRumors, há quem sugira a utilização de uma VPN ligada à Austrália como possível solução do problema.
Com este percalço, fica provado que não é somente a Microsoft que comete erros com as atualizações do Windows.
Afinal não vamos ter direito a prenda de Natal por parte da Disney.
Quando, no passado mês de setembro, foi lançado o trailer oficial de WandaVision, muitos fãs da Disney ficaram com esperança de que a primeira série do Universo Cinemático da Marvel fosse disponibilizada no Disney+ ainda este ano. Mas não é isso que vai acontecer.
Foi hoje anunciado através das redes sociais que a série, protagonizada por Elizabeth Olsen e Paul Bettany, somente irá estrear a 15 de janeiro de 2021 naquele serviço de streaming.
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WandaVision leva-nos até outras dimensões, onde Scarlet Witch, ou Wanda Maximoff para os amigos, e Vision, se reúnem novamente após os eventos de Avengers: Infinity War e Endgame. Não se sabe muito bem como Vision está de regresso, mas temos as nossas suspeitas, que envolvem viagens no tempo e dimensões alternativas.
WandaVision parece ser uma sátira às sitcoms dos anos 50, com Vision e Wanda a irem descobrindo que algo não está bem.
A série é realizada por Matt Shakman e conta também no elenco com nomes como Kathryn Hahn, Randall Park e Kat Dennings.
Uma bela companhia antes do confinamento do fim-de-semana.
Durante o confinamento, quando muitos portugueses ficaram por casa, surgiu sem aviso prévio um programa, chamemos-lhe assim, que acabaria por marcar o serão de segunda a sexta-feira. Falamos, claro, de Como é que o Bicho Mexe, criado por Bruno Nogueira para o Instagram, e que consistia em fazer diretos improvisados naquela rede social, convidando depois vários amigos e outras personalidades a juntarem-se à brincadeira.
E a verdade é que o que começou por ser uma brincadeira alcançou uma notoriedade assinalável, com milhares e milhares de pessoas a ligarem-se à conta do humorista a partir das 23h.
Quando os diretos terminaram (a última emissão chegou a ter 175.000 a assistir via smartphone), Nogueira prometeu que iria voltar, não sabendo bem como, quando ou em que moldes.
Mais recentemente, o também ator fez uma emissão especial de Como é que o Bicho Mexe, mas creio que seja seguro dizer que “soube a pouco”, com muita gente a referir que Bruno Nogueira deveria fazer uma emissão todas as semanas. Tal não aconteceu.
Agora, e já depois de se saber que a última emissão de Como é que o Bicho Mexe (sem contar com esta última) foi transformada numa espécie de documentário que deverá ser emitido ainda este mês na OPTO, nova plataforma de streaming da SIC, eis um miminho: Como é que o Bicho Mexe vai ter já amanhã, sexta-feira, dia 13 de novembro, nova edição no Instagram.
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“Talvez juntos custe menos. Amanhã, sexta-feira, às 23h00”, escreveu o humorista na sua página oficial naquela rede social.
Este regresso do popular programa acontece numa fase em que a pandemia não dá tréguas e após ter sido decretado um confinamento durante os próximos fins de semana que impede a circulação na via pública entre as 13h e as 05h.
Foi na passada quinta-feira, dia 6 de novembro, que foi aprovado um novo Estado de Emergência. Dois dias, o primeiro-ministro António Costa anunciou ao país a proibição de circulação para 121 concelhos determinados com risco elevado, em espaços e vias públicas diariamente entre as 23h e as 05h, bem como aos sábados e domingos entre as 13h e as 05h.
Existem exceções, como deslocações a trabalho, regresso ao domicílio, situações de emergência, passeio higiénico na proximidade da habitação ou o passeio de animais de estimação, entre outras.
Já hoje, e após novo Conselho de Ministros, eis que António Costa anunciou que, apesar de saírem sete concelhos da lista daqueles com risco elevado, entram mais 77 concelhos.
Portanto, a partir das 00h desta sexta-feira, dia 13 de novembro, deixam de fazer parte da lista dos com risco elevado os concelhos de Batalha, Mesão Frio, Moimenta da Beira, Pinhel, São João da Pesqueira, Tabuaço e Tondela.
Já a partir das 00h da próxima segunda-feira, dia 16 de novembro, passam a fazer parte dessa lista os seguintes concelhos: Abrantes, Águeda, Albergaria-a-Velha, Albufeira, Alcanena, Aljustrel, Almeida, Almeirim, Alvaiázere, Anadia, Ansião, Arcos de Valdevez, Arganil, Arronches, Boticas, Campo Maior, Cantanhede, Carrazeda de Ansiães, Castro Daire, Celorico da Beira, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Coruche, Crato, Cuba, Elvas, Estarreja, Évora, Faro, Ferreira do Alentejo, Figueira de Castelo Rodrigo, Freixo de Espada à Cinta, Grândola, Ílhavo, Lagos, Lamego, Mangualde, Manteigas, Mealhada, Mêda, Mira, Miranda do Corvo, Miranda do Douro, Mirandela, Monforte, Montalegre, Montemor-o-Velho, Mora, Murtosa, Nelas, Oliveira do Bairro, Ourém, Pampilhosa da Serra, Penalva do Castelo, Penamacor, Penela, Ponte de Sor, Portalegre, Portimão, Proença-a-Nova, Reguengos de Monsaraz, Resende, Salvaterra de Magos, São Pedro do Sul, Sátão, Seia, Sousel, Tábua, Tavira, Torre de Moncorvo, Vagos, Vieira do Minho, Vila do Bispo, Vila Nova de Foz Côa, Vila Nova de Paiva, Vila Real de Santo António e Viseu;
Ests concelhos juntam-se aos previamente definidos: Alcácer do Sal, Alcochete, Alenquer, Alfândega da Fé, Alijó, Almada, Amadora, Amarante, Amares, Arouca, Arruda dos Vinhos, Aveiro, Azambuja, Baião, Barcelos, Barreiro, Beja, Belmonte, Benavente, Borba, Braga, Bragança, Cabeceiras de Basto, Cadaval, Caminha, Cartaxo, Cascais, Castelo Branco, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Chamusca, Chaves, Cinfães, Constância, Covilhã, Espinho, Esposende, Estremoz, Fafe, Figueira da Foz, Fornos de Algodres, Fundão, Gondomar, Guarda, Guimarães, Idanha-a-Nova, Lisboa, Loures, Macedo de Cavaleiros, Mafra, Maia, Marco de Canaveses, Matosinhos, Mogadouro, Moita, Mondim de Basto, Montijo, Murça, Odivelas, Oeiras, Oliveira de Azeméis, Oliveira de Frades, Ovar, Palmela, Paredes de Coura, Paredes, Penacova, Penafiel, Peso da Régua, Ponte de Lima, Porto, Póvoa de Varzim, Póvoa do Lanhoso, Redondo, Ribeira da Pena, Rio Maior, Sabrosa, Santa Comba Dão, Santa Maria da Feira, Santa Marta de Penaguião, Santarém, Santo Tirso, São Brás de Alportel, São João da Madeira, Sardoal, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Sever do Vouga, Sines, Sintra, Sobral de Monte Agraço, Trancoso, Trofa, Vale da Cambra, Valença, Valongo, Viana do Alentejo, Viana do Castelo, Vila do Conde, Vila Flor, Vila Franca de Xira, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Famalicão, Vila Nova de Gaia, Vila Pouca de Aguiar, Vila Real, Vila Velha de Ródão, Vila Verde, Vila Viçosa e Vizela.
Adicionalmente, e durante o fim-de-semana, o comércio poderá funcionar a partir das 8h, mas terá de encerrar às 13h. As exceções à regra são farmácias, clínicas e consultórios, estabelecimentos de venda de bens alimentares até 200 m2 com porta para a rua e bombas de gasolina.
Já durante o fim-de-semana, a partir das 13h, os restaurantes só poderão funcionar para entrega ao domicílio. Ainda em relação ao setor da restauração, foi aprovado um diploma que estabelece uma medida extraordinária de apoio no âmbito das restrições ao funcionamento aprovadas no quadro do estado de emergência decretado a 6 de novembro.
Ontem, o Pingo Doce chocou boa parte dos portugueses quando anunciou que iria abrir as suas lojas a partir das 6h30 durante os próximos fins de semana. Porém, muitos ficaram confusos: afinal, e sendo uma das exceções da proibição de circulação a possibilidade de ir ao supermercado, qual a lógica de abrir as lojas de madrugada?
Segundo o grupo Jerónimo Martins, o objetivo era “contribuir para evitar a concentração de pessoas nas lojas no período da manhã”. Porém, e como seria de esperar, a decisão já se tornou polémica, até porque não existe qualquer compensação financeira para os funcionários.
Agora, e numa altura em que as câmaras municipais de Lisboa e Cascais já tinham proibido a abertura do comércio às 6h30, eis que é o próprio Pingo Doce a voltar atrás na decisão.
“A intenção do Pingo Doce ao decidir antecipar a abertura da maioria das suas lojas no próximo fim-de-semana era a de contribuir para evitar a concentração de clientes no período da manhã, facilitando o desfasamento das visitas numa altura em que a situação epidemiológica no país aconselha toda a prudência”, refere a Jerónimo Martins em comunicado.
“Face às múltiplas interpretações, também de implicação política, que têm vindo a ser feitas e veiculadas ao longo das últimas horas e ao nível da discussão pública gerada, o Pingo Doce informa que os horários habituais das suas lojas se manterão inalterados.”
Portanto, as lojas Pingo Doce já não irão abrir de madrugada durante os próximos fins-de-semana.
Pela primeira vez, o maior e mais importante concurso internacional de vinhos Sauvignon irá decorrer em Portugal, num território que foi eleito Cidade Europeia do Vinho em 2018. Falamos, claro, da cidade de Torres Vedras, que acolherá, assim, a 12ª edição do Concurso Mundial de Sauvignon, marcada para os dias 12 e 13 de março de 2021 e que acontecerá no Hotel Dolce Campo Real.
O concelho conta com cerca de 6.000 hectares de área total de vinha, que se espalha pelas encostas. A diversidade do clima, dos solos e das castas contribuem para a variedade de vinhos produzidos. E se o Tejo é a região portuguesa mais significativa para o Sauvignon Blanc, a verdade é que Torres Vedras beneficia da influência do Oceano Atlântico, originando vinhos com carácter e elegância.
Todos os anos, o Concurso Mundial de Sauvignon reúne produtores, sommeliers, distribuidores, jornalistas e influenciadores para provar e avaliar alguns dos melhores vinhos Sauvignon Blanc do mundo. 20 nacionalidades, incluindo África do Sul, Nova Zelândia e Estados Unidos, são representadas no painel de degustação, garantindo a diversidade que diferencia este concurso.
Em 2020, o Concurso Mundial de Sauvignon contou com 1110 vinhos de 24 produtores de todo o mundo em competição.