Para já, serão transmitidastrês partidas naquela rede social.
Novo confinamento, novos jogos transmitidos gratuitamente. Aconteceu no passado e, este ano, a ELEVEN volta novamente com essa iniciativa.
Nos próximos dias, a empresa irá transmitir no Facebook três jogos de futebol de ligas sob as quais detém os direitos de transmissão.
A festa do desporto-rei começa já esta sexta-feira, dia 29 de janeiro, às 20h, com o jogo que opõe o Real Valladolid ao Huesca, num jogo a contar para a LaLiga Santader.
No dia seguinte, sábado, dia 30 de janeiro, às 14h30, o Eintracht Frankfurt recebe o Hertha Berlin, numa partida a contar para a Bundesliga.
Já domingo, 31 de janeiro, último dia do mês, é dedicado à liga francesa, com o Nice a medir forças com o Saint-Étienne. O jogo está marcado para as 12h.
Semanalmente será comunicado o calendário com os jogos da LaLiga Santander, Bundesliga e Ligue 1 Uber Eats, que terão transmissão gratuita no Facebook da ELEVEN.
Destruction AllStars é exclusivo PlayStation 5 e Control chega na sua melhor versão.
Estamos perto do fim de janeiro e já sabemos quais os jogos que os subscritores do PlayStation Plus vão poder resgatar durante o mês mais pequeno do ano.
O mês pode ser pequeno, mas a oferta é grande. São três jogos que chegam já no dia 2 de fevereiro e que, à semelhança nos dois meses anteriores, incluem uma oferta exclusiva para os jogadores da PlayStation 5. Trata-se do explosivo jogo de corridas e combate Destruction AllStars, que fica disponível para resgatar até dia 5 de abril.
Contudo, a oferta da nova geração não se fica por aqui. Control Ultimate Edition é outra das ofertas do mês, com a edição completa do aclamado jogo da Remedy Entertainment, que inclui as duas expansões lançadas, e que pode ser jogado na PlayStation 4 e PlayStation 5, mas que ganha uma nova dimensão na mais recente consola da Sony, graças a melhorias exclusivas à máquina.
A terceira oferta é mais modesta, mas também aclamada. Falamos do jogo independente da PixelOpus lançado no final de 2019 para a PlayStation 4, Concrete Genie.
Além das três grandes ofertas, como tem já sido hábito, os jogadores subscritores portugueses recebem mais um bombom, cortesia da iniciativa PlayStation Talents, com o jogo de terror Dawn of Fear.
Para tirarem partido destas ofertas e garantirem os jogos na vossa biblioteca sempre que quiserem, basta manterem a vossa subscrição PS Plus ativa, que dá também acesso a descontos exclusivos na PlayStation Store quase todas as semanas.
A gigante do streaming agarra mais duas grandes propriedades para adaptar.
São cada vez mais os animes que chegam à Netflix, quer com aquisições de clássicos e de séries populares, quer com séries originais e adaptações próprias.
Agora, há mais duas para juntar à lista: as aventuras de Lara Croft, de Tomb Raider, e as de King Kong, em Skull Island.
Tomb Raider será uma continuação da mais recente série produzida nas mãos da Square-Enix, pela Cystal Dynamics e a Eidos Montréal, expandindo a jornada desta versão de Lara Croft. Promete, assim, ser uma adaptação muito mais fiel aos jogos, com continuidade da história e elementos partilhados, em vez de ser uma adaptação solta, como o mais recente filme com Alicia Vikander no papel de Lara.
Esta produção já tem alguns nomes associados, como Tasha Huo, também responsável por outro anime para a Netflix, The Witcher Blood Origin, que irá escrever e produzir.
Já a série de King Kong irá expandir o universo monstruoso da Warner Bros. e da Legendary, com uma história focada em Skull Island, onde um grupo de personagens tenta sobreviver na ilha titular depois de um naufrágio.
Skull Island irá ficar a cargo do estúdio que adaptou a série de Castelvania, a Powerhouse Animation.
Nenhuma data foi dada para a estreia destas séries.
Alguns dos maiores blockbusters de 2021 chegam ao cinema e ao HBO Max.
Ainda não sabemos concretamente quando a HBO Portugal se converterá a HBO Max, ou como será o seu verdadeiro catálogo, mas, em território norte-americano, a Warner Bros. vai fazer história.
Após alguns maus entendimentos entre a HBO, a Warner Bros. e os seus estúdios, as duas gigantes revelaram agora que todos os filmes do catálogo da Warner Bros., destinado aos cinemas para 2021, terão estreia imediata, por tempo limitado, no recente serviço HBO Max, tal como aconteceu com Wonder Woman 1984. Isto faz com que alguns filmes que estiveram em produção nos últimos dois anos fiquem acessíveis e sem grandes razões para adiamentos.
Num trailer de anúncio, ficámos a conhecer o catálogo completo que é absolutamente surpreendente, tendo em conta os valores de produção destes filmes e a sua antecipação. São eles:
The Little Things
Judas and the Black Messiah
Tom and Jerry: The Movie
Godzilla Vs. Kong
Mortal Kombat
Those Who Wish Me Dead
The Conjuring: The Devil Made me do It
In the Heights
The Suicide Squad
Reminiscence
Cry Macho
Space Jam: A New Legacy
Malignant
The Many Saints of Newark
Dune
Matrix 4
Para já estas estreias em formato digital estão limitadas ao território norte-americano. Até uma palavra oficial da HBO sobre a chegada do novo serviço e da gestão dos seus catálogos, os filmes terão a sua estreia apenas limitada nos cinemas.
E traz de volta Robert Rodriguez, criador da saga original.
Quem não se lembra de Spy Kids, série de filmes de espionagem juvenil? Pois bem, após o filme original e três sequelas depois, eis que a saga vai ser reimaginada através de um reboot.
Curiosamente, Robert Rodriguez, criador da saga e que realizou todos os filmes Spy Kids, está de volta como realizador e argumentista deste nova longa-metragem. Já quanto ao elenco ou enredo nada se sabe, apenas que voltará a colocar no centro da ação uma família multicultural de espiões.
Recorde-se que Spy Kids começou por estrear em 2001 nos cinemas. Seguiram-se três filmes: Spy Kids 2: A Ilha dos Sonhos Perdidos (2002), Spy Kids 3: Game Over (2003) e Spy Kids – Todo o Tempo d Mundo (2011).
Quanto a este reboot, também não foi divulgada uma possível data de estreia. É um projeto que ainda está em fase embrionária.
Um novo filme é disponibilizado a cada quinta-feira.
Foi no passado dia 21 de janeiro que a produtora O Som e a Fúria optou por lançar um novo serviço de Vídeo on Demand (VoD) no seu canal no Vimeo, onde estarão disponíveis para aluguer longas-metragens do seu catálogo, tendo a grande maioria destes filmes estado em circulação por festivais nacionais e internacionais de renome.
Na plataforma, poderão encontrar títulos de autores de relevo no panorama cinematográfico nacional tais como Sandro Aguilar, Miguel Gomes, João Nicolau, Salomé Lamas e Ivo M. Ferreira, entre outros.
Mantendo a tradição das estreias em sala às quintas-feiras, a O Som e a Fúria irá publicar um novo filme a cada quinta-feira que poderá ser alugado durante 48 horas por apenas 2.99€.
Podem, até ao final do dia de hoje, alugar o filme Tabu, de Miguel Gomes. Já amanhã, dia 28 de janeiro, é a vez de Volta à Terra, filme de João Pedro Plácido, ficar disponível.
Após esta segunda-metragem, a programação será a seguinte: 9 Dedos (4 de fevereiro), Cartas da Guerra (11 de fevereiro), Technoboss (18 de fevereiro), Viveiro (25 de fevereiro), Olmo e a Gaivota (4 de março), A Cara que Mereces (11 de março), Rio Corgo (18 de março), Ruínas (25 de março), As Mil e uma Noites (1 de abril), A Espada e a Rosa (8 de abril), Mariphasa (15 de abril), Zama (22 de abril), Jesus por um Dia (29 de abril), Il Sogno Mio D’Amore (6 de maio), El Dorado (13 de maio), Rincon de Darwin (20 de maio) e Campos de Flamingos sem Flamingos (27 de maio).
Os links para aluguer dos filmes serão divulgados cada quinta-feira nas redes sociais da produtora.
De modo a gerar relevância e empatia com os consumidores.
Provavelmente já terão encontrado as refeições refrigeradas Tá Pronto nas lojas Aldi e Minipreço, mas certamente que terá sido com a imagem desatualizada. Agora, a marca resolveu apostar num rebranding, surgindo com uma nova imagem mais jovem, divertida, irreverente e emotiva
Com esta nova identidade, foi feita um refresh completo no logótipo e nas embalagens, até para gerar relevância e empatia com os consumidores.
E com uma imagem mais apelativa, é mais fácil captar a atenção dos clientes. Neste caso, as refeições da Tá Pronto foram especialmente criadas a pensar nos jovens e pessoas mais ativas – que no seu dia a dia dispõem de pouco tempo para cozinhar – mas, também, para todos os que procuram uma alternativa aos restaurantes.
Ou seja, se têm dias complicados que não permitem longas pausas, têm aqui uma solução, até porque estas refeições necessitam apenas de ir três minutos ao micro-ondas.
Existem duas gamas: Classic e Veggie. Como o nome deixa antever, a Classic tem refeições inspiradas nas tradições portuguesas, como o Arroz de pato (P.V.P 2,99€), o Arroz à valenciana (P.V.P 2,99€), o Bacalhau com natas (P.V.P 2,99€), o Bacalhau com espinafres e broa (P.V.P 2,99€), as Almôndegas com molho de tomate e arroz branco (P.V.P 2,99€), a Carne de porco com castanhas e arroz de cenoura (P.V.P 2,99€), ou até Caril de frango com arroz branco (P.V.P 2,99€). por outro lado, a Veggie apresenta produtos de origem vegetal com deliciosas receitas, como Caril de grão com batata doce e curgete (P.V.P 3,99€), Massa à lavrador (P.V.P 3,99€), ou Feijoada de legumes com chouriço vegan (P.V.P 3,99€).
Com um conceito tão interessante como a possibilidade de viajar e controlar ações entre dois mundos em simultâneo, a nova aposta de horror da Bloober Team tem dificuldade em fazer justiça ao seu fantástico potencial.
Dois meses depois da chegada das novas consolas da Microsoft, a Bloober Team traz-nos um dos primeiros jogos exclusivos para o ecossistema Xbox, para PC e, em particular, para as Xbox Series S e Series X. Com um portfólio sólido, dentro do género do horror e da narrativa, diz-nos a produtora polaca que The Medium é o seu projeto mais ambicioso de sempre, não só pelas tecnologias adaptadas e otimizadas do motor Unreal Engine, usado de forma muito peculiar neste jogo next-gen, mas também por ser o primeiro título da produtora jogável e visto na terceira pessoa através das suas cinemáticas.
A narrativa de The Medium é simples de se apresentar, mas mais complicado da se resumir. Trata-se de um jogo que vive à custa do mistério, exploração e procura pessoal do primeiro ao último momento, que nunca nos dá uma resposta certa e clara dos seus eventos, mantendo-nos sempre a questionar as suas realidades.
Estamos na Polónia, no final da década de 90. Depois de um misterioso telefonema no dia mais difícil da sua vida, Marianne é chamada para visitar um resort de férias abandonado e assombrado por um passado marcado por um terrível massacre. Enquanto medium, alguém capaz de viajar para uma espécie de limbo, numa dimensão que desafia o tempo e o espaço e onde é possível interagir com os mortos, Marianne parte à descoberta da sua verdadeira missão enquanto ajudamos almas perdidas a encontrarem a paz eterna.
Altamente inspirado em jogos de point and click e de câmaras estáticas como um Resident Evil ou um Alone in the Dark à antiga, The Medium troca ação por momentos de exploração, investigação, seguimento de pistas, procura de itens, resoluções de pequenos puzzles e breves momentos de stealth para não sermos apanhados por estranhas entidades demoníacas.
Superficialmente, The Medium é um jogo mecanicamente simples e bastante familiar para os fãs do género, que conta com um twist: a possibilidade de explorarmos duas realidades ao mesmo tempo e de combinarmos as ações entre o limbo e a realidade de Marianne, para o avanço na sua narrativa ao longo de divisões, corredores e, ocasionalmente, espaços mais abertos.
Esta habilidade está presente em função da narrativa e daquilo que a Bloober Team nos quer contar, ou seja, não é de utilização livre. A mecânica que nos divide o ecrã, ou que nos deixa ter experiências “out of body”, é uma das razões pelas quais este é um jogo de nova geração, com basicamente dois jogos, dois mundos, duas dimensões a serem apresentadas e, por vezes, controladas em simultâneo, até em cinemáticas, mostrando-se como justificações quase plausíveis para aquele universo de fenómenos sobrenaturais, como objetos flutuantes e outras bizarrias.
Apesar de compreender a ambição desta funcionalidade, não consigo afastar o sentimento de desapontamento na sua presença limitada ao longo do jogo, ou do potencial não utilizado para mais puzzles e desafios. The Medium apresenta uma rotina de jogabilidade, com objetivos e desafios, na sua maioria, fáceis e acessíveis na sua resolução, mas a Bloober Team parece ter jogado pelo seguro com uma aposta muito controlada e simples na sua execução. Por vezes, esse controlos torna frustrante a não possibilidade de vermos a outra realidade sem que o jogo nos diga.
As missões e os objetivos propostos são, também, relativamente superficiais. Com um sistema de exploração e aquisição de itens muito semelhante aos de um Resident Evil, teremos que apanhar peças e utensílios que nos ajudam a avançar nos níveis. Quase sempre estes itens estão ao pé de nós e, outras vezes, basta-nos informações, que o jogo obriga a descobri-las, mesmo quando já sabemos a sua resolução. É, mecanicamente, um jogo bem mais simples do que aparenta, mesmo com a sua camada extra. É bastante fácil perceber o que temos de fazer e, tirando um ou outro puzzle mais cerebral, é simples e acessível de completar, um pouco como as experiências propostas pela DONTNOD em Life is Strange ou Tell Me Why.
A apresentação de The Medium é um dos seus grandes pontos de venda que, tal como as suas mecânicas, fica um pouco aquém das expectativas. A Bloober Team sente-se claramente confortável com o género de horror e mistério, mas, em The Medium, não parece ter dado tudo para nos deixar com ansiedades e medos. É, sem dúvida, uma aposta na narrativa e no mistério pessoal de Marianne, e não tanto um jogo para nos assustar. Existe um ou outro jump scare, mas o horror propriamente dito surge através de temas, situações e pensamentos sombrios e altamente desconfortáveis para a nós e para a personagem que controlamos, criando, assim, uma ressonância emocional com Marianne e os eventos do jogo.
The Medium conta com uma ótima direção artística, com alguns cenários extremamente bonitos e cinemáticos, em particular zonas de rua e as diferentes regiões do limbo que vamos visitar, carregadas de tons laranja reminescentes do inferno do filme Constantine. Não são cenários tão horripilantes ou despidos de esperança como poderiam ser, mas fazem um excelente serviço ao estabelecer o tom do jogo.
Também muito promovida foi a banda sonora, composta por uma surpreendente dupla: o aclamado compositor Arkadiusz Reikowski, que já tinha trabalhado com a Bloober Team em jogos passados, a cargo dos segmentos no mundo real, e Akira Yamaoka, que os fãs de jogos de horror conhecerão facilmente pelo seu trabalho em Silent Hill. Numa nota mais pessoal, e como fã de bandas sonoras, gostava de gabar o trabalho da dupla no jogo, mas confesso que foi o elemento do jogo que menos me marcou. A música é uma constante ao longo do jogo e, tal como a restante apresentação visual, estabelece bem o tom e a atmosfera das cenas. Mas no momento de escrita desta análise, nenhum tema me ficou na memória, à exceção de duas canções em momentos chave do jogo.
A nível de desempenho, The Medium não surpreende. Nem tampouco se parece com aquilo que imaginamos como um jogo next-gen, mesmo com a aplicação de tecnologias de ray-tracing. Trancado a 30fps na Xbox Series X e Series S, ao trocar entre as duas plataformas é apenas notório o aumento de resolução de uma para a outra, dos 1080p na S e 4K na X. Quer isto dizer que em ambas vamos ter problemas semelhantes, como carregamento de texturas demorado, loadings lentos quando carregamos um save ou iniciamos o jogo, pequenas quebras de fluidez e artefactos coloridos em cinemáticas. Mas enquanto estes são problemas facilmente resolvidos com atualizações, o mesmo não se pode dizer das animações dos corpos e das expressões faciais das personagens, maioritariamente rígidas e robóticas, o que retira ao jogo a ideia de qualidade que só é possível nas novas consolas.
The Medium não corre riscos. Em todas as suas dimensões, mecânicas, narrativas e técnicas, é um jogo de um elevado potencial que raramente lhe faz justiça. A história, que conta com todo o carinho da equipa de produção, é bem mais simples e direta do que aparenta, com a névoa de mistérios e objetivos redundantes que a abraça. É, sem dúvida, uma ótima adição ao catálogo da Xbox, em particular ao Xbox Game Pass, onde fica disponível para os seus subscritores, e merece ser experienciada. Temo, porém, que tenha dificuldade em encantar os jogadores, especialmente os que esperam algo mais de um jogo da nova geração.
Disponível para: Windows 10 PC, Xbox Series X e Xbox Series S Jogado na Xbox Series X e Xbox Series S Cópia para análise cedida pela Xbox Portugal.
O UCI Cinemas garante que tem todas as condições para que o processo de vacinação seja um sucesso.
As entidades competentes em matéria de saúde enfrentam atualmente um grande desafio, provavelmente um dos maiores das últimas décadas. O processo de vacinação contra a Covid-19 envolve a assistência de milhões de pessoas em poucos meses para assegurar a vacinação da maior percentagem possível da população em Portugal e em todos os países.
Neste contexto, a UCI Cinemas está a contactar as autoridades sanitárias regionais e locais para lhes abrir as portas dos seus cinemas para a campanha de vacinação. As instalações dos cinemas são espaçosas, arejadas e condicionadas.
Apesar de, hoje em dia, as salas de cinema da UCI estarem fechadas, foram reabertas no verão passado, e a empresa investiu muitos esforços na implementação de medidas de segurança, tais como o controlo dos fluxos de acesso e saída para evitar ajuntamentos, a garantia do distanciamento social tanto nos espaços comuns como nas salas, a instalação de pontos de higienização em vários locais do cinema, ente outros.
Além disso, as instalações podem ser adaptadas a outras necessidades específicas que o processo de vacinação exige.
Por outro lado, é importante notar que os cinemas podem suportar eletricidade suficiente para gerir os cuidados do paciente e podem também suportar a energia necessária para os congeladores de manutenção das vacinas.
A UCI Cinemas tem três salas em locais estratégicos e mais populosos em Portugal – El Corte Inglés, UBBO e Arrábida 20 (Porto). Por isso mesmo, pode apoiar os governos regionais e locais. Todos os cinemas da UCI têm fácil acesso através de transportes públicos, bem como áreas de estacionamento, uma vez que a maioria deles estão localizados em centros comerciais.
É uma distinção que enche todos os portugueses de orgulho e eleva a Casa Niepoort – atualmente na sexta geração – e o Vinho do Porto a um patamar ainda mais alto do que aquele que já é seu por direito.
A Casa Niepoort, no Douro, acaba de ser distinguida com um prémio que nos orgulha a todos: o Vintage 2017 da Niepoort foi considerado o Melhor Vinho Fortificado do Mundo no concurso Best Wine of The World 2021. Uma distinção perfeita para celebrar o Dia Internacional do Vinho do Porto, que se assinala hoje.
Com base na plataforma Tastingbook.com, de origem finlandesa, que se descreve como o maior serviço de informações sobre vinhos do mundo, 190.000 profissionais e enófilos votaram, ao longo de três meses, em 20.675 vinhos de 115 países. Ao todo, foram mais de três milhões os votos recebidos.
Após este período de votação, apenas os 100 vinhos mais votados, organizados em seis categorias diferentes, disputaram as finais, que decorreram em dezembro de 2020. Nestas, os vinhos foram avaliados e classificados duas vezes através de provas cegas pelo júri de profissionais daquela plataforma.
As seis categorias principais dividiram-se entre Melhor Vinho Tinto, Melhor Vinho Branco, Melhor Vinho Rosé, Melhor Vinho Espumante, Melhor Champagne e Melhor Vinho Fortificado. Foi nesta última categoria que o Vintage Port 2017 da Niepoort venceu o mais alto galardão, um reconhecimento para a casa Niepoort, para o Douro e para Portugal.
Equilíbrio, harmonia, concentração, qualidade de taninos e frescura são algumas das características associadas a este Vintage. Criado a partir de vinhas velhas, com idades entre os 60 e os 100 anos, no Cima Corgo, o Vintage 2017 é constituído por uvas de vinhas co-plantadas, pisadas a pé, em lagares de granito, com 100% de engaço. Esta crença na mistura de castas, como eram plantadas as videiras antigamente – e que permite sabores únicos e diferentes de ‘terroir’ para ‘terroir’ – é uma das apostas de longa data de Dirk Niepoort.
O resultado, em termos de aromas, é um nariz tímido, austero e explosivo, que depois se mostra com incrível concentração, potência, taninos marcantes, mas camuflados (e nunca por motivos de sobrematuração). Este é um vinho com uma frescura única, rara num Porto – uma combinação poderosa e elegante, com um final de boca ousado, seco e longo. Pela sua estrutura e corpo, o Vintage 2017 anuncia-se como um vinho com grande potencial de guarda.
“Qual foi a verdadeira razão do naufrágio do Titanic?” ou “Onde desapareceu D.B. Cooper?” serão alguns dos mistérios abordados.
Apontem na agenda o dia 3 de fevereiro. É nessa data, às 22h15, que o Canal História estreia em exclusivo uma nova série de investigação. Os Maiores Mistérios da História é narrada pelo ator Laurence Fishburne e irá desafiar tudo sobre alguns dos mistérios mais famosos da História recente.
Os episódios iniciais de não-ficção irão focar-se em mistérios icónicos que cativaram milhões de pessoas e tiveram um impacto cultural muito forte em todo o mundo.
“Qual foi a verdadeira razão do naufrágio do Titanic?”, “Como conseguiu Shackleton regressar da Antártida com toda a tripulação, depois do naufrágio do seu barco “Endurance”?”, “Onde desapareceu D.B. Cooper?” ou “Será que John Wilkes Booth viveu?” são apenas alguns dos temas abordados.
Utilizando novos focos e com ajuda de provas inéditas, como diários e testes avançados de ADN, a série tentará desvendar, ao longo de sete episódios, informações até agora desconhecidas sobre alguns dos episódios mais famosos e enigmáticos da História.
O título é Locked Down e é o novo filme original da Warner Bros. Pictures e dos AGC Studios. Vai estrear, em exclusivo, na HBO Portugal, já a 5 de fevereiro.
Eis a sinopse: “Quando decidem separar-se, Linda (Anne Hathaway) e Paxton (Chiwetel Ejiofor) acabam por descobrir que a vida tem outros planos, quando ficam presos em casa num confinamento obrigatório. A coabitação está a revelar-se um desafio, mas alimentada pela poesia e por grandes quantidades de vinho, vai aproximá-los da forma mais surpreendente.”
Realizado por Doug Liman, Locked Down é protagonizado por Anne Hathaway e por Chiwetel Ejiofor, contando ainda no elenco com nomes como Stephen Merchant, Mindy Kaling, Lucy Boynton, Dulé Hill, Jazmyn Simon, Ben Stiller e Ben Kingsley.
A rede social mais famosa do planeta acaba de publicar dois novos artigos sobre este tema.
Servem não só para para esclarecer algumas dúvidas e mitos que existem, mas também para dar uma explicação mais aprofundada sobre os modelos machine learning (ML) que estão na base do news feed e nas classificações de conteúdo em tempo real, que define a relevância do conteúdo para cada utilizador.
Se o primeiro artigo dá uma perspetiva geral de como funcionam as classificações – link aqui -, o segundo é mais técnico, tratando dos sistemas de aprendizagem multitask e offline – link aqui.
Em todo o caso, pode-se constatar o seguinte:
O sistema de classificação/ranking do news feed não é um algoritmo único; são várias camadas de modelos de ML que são aplicados para prever o conteúdo mais relevante e significativo para cada utilizador. Como se define o que é mais relevante? Uma das formas é perguntar. O Facebook pergunta constantemente aos utilizadores se consideram que o conteúdo ou uma interação em específico é relevante para eles.
O primeiro passo é o sistema de classificação/ranking reunir todas as publicações possíveis para mostrar a alguém em específico, incluindo conteúdos partilhados por amigos, Grupos ou Páginas, desde que fez o último login no Facebook.
Em seguida, o sistema dá uma pontuação a cada conteúdo, baseado numa série de fatores, por exemplo, se é relevante para o utilizador; quem fez o conteúdo; e se esse conteúdo corresponde a quem o utilizador normalmente interage. Estes processos de integridade (integrity process) são aplicados a todas as publicações do Facebook.
Depois, outro modelo restringe o grupo de candidatos às publicações mais relevantes, sendo que quantas menos publicações forem analisadas, mas poderosa é a ferramenta de modelo neural network.
Por fim, faz-se a classificação/ranking principal, em que todos os conteúdos recebem uma pontuação e ordenam-se as publicações pela respectiva pontuação. O último passo é a contextual pass, que é uma contextualização do conteúdo através de ferramentas específicas para contextualizar, que garantem que o news feed tem um balanço interessante de temas diferentes.
É de assinalar que todas estas etapas acima descritas acontecem em tempo real e no mesmo tempo que demora alguém a abrir o Facebook, ou seja, quando alguém abre a aplicação do Facebook existe um trabalho imediato de classificação e distribuição de conteúdo para cada pessoa.
O banco mostra que, mais que abordar o tema da sustentabilidade, é necessário tomar ações.
Em 2020, toda a eletricidade usada pelo Millennium bcp nas suas instalações dos serviços centrais (Taguspark) começou a ser de proveniência renovável. Este ano, eis que é dado mais um passo no caminho da sustentabilidade, com toda a eletricidade usada pelo Millennium bcp em Portugal (serviços centrais e sucursais) a ter origem em fontes renováveis.
Quer isto dizer que, em 2021, toda a eletricidade que o Millennium bcp utilizar nas suas instalações em Portugal será 100% verde, num mix de energia produzida pela central fotovoltaica do banco e de energia adquirida com certificado de origem renovável.
A central fotovoltaica que o Millennium bcp tem nas suas instalações no Taguspark é composta por 3.703 painéis, instalados em três edifícios e é responsável, atualmente, por cerca de 10% de toda a energia consumida pelo Banco nos serviços centrais.
Para já, está prevista uma única atuação, em Lisboa.
Estão a perguntar-se: como é que um dos stand-up comedians com maior fulgor no mundo inteiro sucede a um espetáculo extraordinário como X (que lida com abuso sexual) ou a dois especiais de Netflix (exibidos em 190 países e em 26 línguas) – DARK – sobre o luto – e Puzzle, já responsável por mais de 95 mil separações e citado em mais de 200 divórcios (com direito a fãs a pedirem para autografar o processo)? É isso, com um novo solo que não tem tema, nem nenhum volte-face, nem mesmo advertências parentais.
Chama-se Hubris e é o novo e 11º solo de Daniel Sloss, sendo, também, o espetáculo que marca o regresso do escocês a Portugal. A data está marcada para dia 1 de setembro, no Tivoli BBVA, em Lisboa. Os bilhetes já estão à venda e variam entre os 30€ e os 40€.
Recorde-se que o humorista atuou em 2017 no Palco Comédia do NOS Alive.
Os leitores que seguem o Echo Boomer saberão certamente que, em crianças, nem que tivessem visto somente um episódio, apanharam uma produção que viria a marcar uma geração: os Teletubbies.
No nosso país, a versão original foi exibida na SIC a partir de 1998, cujas vozes eram de Filipe Costa (Tinky Winky), Joel Constantino (Dipsy), Ana Saltão (Laa-Laa) e Alexandra Sedas (Po). Internacionalmente, a série foi emitida entre 1997 e 2002, em mais de 120 países.
Já em 2015, a BBC anunciou estar a preparar 60 novos episódios da série, e Portugal não podia ficar de fora, claro. No ano seguinte, a SIC começou a transmitir esta série Teletubbies New aos fins-de-semana, mas, atualmente, não há qualquer sinal desta produção na grelha de canais da estação de Paços de Arcos.
Pois bem, há agora uma boa notícia para os subscritores do Amazon Prime Video. É que, no serviço, foi disponibilizada a primeira temporada da versão mais recente de Teletubbies. E sim, também está disponível a versão portuguesa. Estão disponíveis 30 episódios.
Portanto, se são pais e têm crianças lá por casa, têm aqui uma “nova” série para os entreter.
O melhor de tudo? Podem até adicionar os vossos emuladores e ROMs à plataforma.
Por esta altura, ainda ninguém sabe se a mais recente consola da Atari, a Atari VCS – que na verdade é um híbrido, pois apresenta-se também como um PC -, vai chegar à Europa. A VCS permite não só instalar um sistema operativo e, consequentemente, ser utilizada como um PC normal, como serve, também, de consola para 100 jogos clássicos do espólio da empresa americana.
Pois bem, a pensar naqueles que são mais saudosistas, eis que o Plex, serviço que permite fazer streaming de conteúdos do nosso computador para outros dispositivos, aliou-se à Atari para criar o Plex Arcade, um serviço por subscrição que permite jogar a uma série de títulos clássicos da companhia.
Há jogos como Centipede, Super Breakout e Missile Command, bem como outros títulos da Atari 2600 e 7800. Ao todo, terão 27 jogos à disposição.
O funcionamento não é o mais simples do mundo, mas também não é complicado. Primeiro que tudo, certifiquem-se que têm o Plex Media Server instalado e a funcionar, seja no macOS ou Windows. Depois, devem criar uma conta na Parsec e associar ao Plex, uma vez que a plataforma da Parsec é utilizada para fazer o respetivo streaming do gameplay. Atenção, o Parsec não funciona no sistema operativo Linux.
Quando tudo isto tiver feito, aí sim, podem ir à página do Plex Arcade e subscrever o serviço. Custa 4,99€/mês, ficando mais barato, a 2,99€/mês, para os assinantes do Plex Pass (modalidade paga). Em todo o caso, a empresa é simpática ao ponto de nos oferecer sete dias de acesso gratuito, de modo a que possamos constatar se o serviço vale o que pedem por ele.
Poderão jogar aos títulos da Atari incluídos no Plex Arcade em dispositivos Amazon Fire TV, Android, Android TV, Apple TV, iOS, MacOS e Windows. Curiosamente, o serviço permite que associemos os nosso emuladores e ROMs. Neste caso, podem adicionar emuladores da Sega (Genesis, Game Gear, Master System e 32X) e Nintendo (NES, Super NES, N64, Game Boy, Game Boy Color e Game Boy Advance), o que pode ser giro para matar saudades de títulos Pokémon ou Sonic.
A medida foi ontem divulgada pelo Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e do Notariado (STRN).
Tal como aconteceu no último Estado de Emergência, o Governo voltou a mandar encerrar as conservatórias e serviços de registo, devido à atual situação da pandemia por covid-19.
Em comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e do Notariado(STRN) refere que, com as conservatórios e serviços fechados, somente funcionarão os serviços essenciais, como registos de óbito e casamento, testamentos em que exista perigo de morte iminente, registos de nascimento e pedido de cartão de cidadão (CC) de recém-nascidos, pedido de cartão de cidadão pela primeira vez e renovações do cartão para menores de 25 anos, que sejam tramitados como urgentes ou extremamente urgentes.
As conservatórias/serviços de registo continuarão a tratar da emissão e entrega de cartão de cidadão provisório, da entrega de CC e passaportes urgentes ou extremamente urgentes, da fixação de novos PIN, em situações de urgência excecional, designadamente, por profissionais de saúde.
O Grupo LEGO aliou-se ao Universal Music Group para levar até aos mais novos uma nova experiência criativa e de entretenimento, o LEGO Vidiyo, que permite a criação de videoclipes musicais e clipes de dança, tudo com efeitos e elementos LEGO.
Serve também de rede social, com a possibilidade de os criadores partilharem os seus clipes, e é destinado a crianças entre os 7 e os 10 anos, que terão que pedir aos seus encarregados de educação o controlo e o consentimento de utilização. No fundo, é uma espécie de TikTok destinado aos mais pequenos, onde a imaginação e a criatividade são os elementos chave.
Para criar um Vidiyo, os utilizadores podem selecionar uma de muitas músicas da biblioteca da UMG, com muitos temas licenciados, em porções de cinco segundos e, em vez de usarem os tradicionais filtros de outras aplicações, pode-se ativar efeitos e animações através de uma minifigura e diferentes azulejos LEGO de 2×2, específicos para o efeito. Depois, basta dar uso das capacidades de realidade aumentada dos smartphones para fazer magia.
Com lançamento marcado para o início de março, o Grupo LEGO compromete-se a trabalhar numa moderação forte, de modo a que o LEGO Vidiyo possa ser um local seguro de diversão e partilha entre os mais novos, que podem, assim, descobrir e apaixonar-se pela música de uma forma diferente.
Palmer habilita-se a ser um sério candidato a um dos meus filmes favoritos do ano e ainda estamos em janeiro…
Sinopse:“Antiga estrela do futebol americano, Eddie Palmer (Justin Timberlake) passou de herói da cidade a criminoso condenado a doze anos de prisão. Regressa a casa para voltar a morar com Vivian (June Squibb), a avó que o criou, formando uma ligação improvável com Sam (Ryder Allen),um rapaz de uma família problemática vizinha. Enquanto tenta reconstruir uma vida tranquila, é assombrado pelas recordações dos seus dias de glória e pelos olhares desconfiados da pequena comunidade.”
Os serviços de streaming têm crescido exponencialmente e, com a atual pandemia global a afetar profundamente a indústria cinematográfica, estúdios de todo o mundo começaram a aceitar o destino dos seus filmes. Controvérsia tornou-se uma palavra banal neste debate, especialmente no que diz respeito à decisão de distribuir exclusivamente blockbusters e filmes muito antecipados através da Netflix, HBO, Disney+, Apple TV+, entre outros.
Em relação a este assunto, defenderei sempre a experiência de cinema como algo único e incomparável com a visualização em casa, pelo menos de uma forma geral. No entanto, considero que o caminho mais compreensível para agradar a todos seja oferecer aos espectadores as duas escolhas e acredito firmemente que será esta a nova norma, mais tarde ou mais cedo.
Qual a razão por detrás deste prólogo aparentemente sem relação? Bem, Palmer estreia exclusivamente na Apple TV+, que é, provavelmente, o serviço de streaming mais subestimado atualmente. Tanto os seus filmes originais (Wolfwalkers, On the Rocks) como as suas séries de TV (Servant) tornaram-se cada vez mais bem sucedidos e a sua qualidade de produção deixa dezenas de estúdios inquestionavelmente invejosos. Com isto em mente, acredito que um filme indie com uma narrativa como a de Palmer iria sempre sofrer na bilheteira numa distribuição de cinema normal, logo sinto-me genuinamente contente que tenha sido a Apple a pegar no mesmo, pois não ficaria surpreendido se terminasse como um dos meus filmes favoritos do ano.
Já vi Fisher Stevens antes, mas nunca na cadeira de realizador. Estou surpreendido com o quanto este filme me impactou positivamente. O argumento de Cheryl Guerriero pode não ser groundbreaking ou incrivelmente inovador, mas segue uma fórmula extremamente eficiente que, quando escrita e realizada da maneira correta, atinge o coração da maioria dos espetadores. Ostentando diálogos bem escritos e cativantes que parecem reais, Palmer conta uma história admitidamente clichê, sim, mas fascinante, com duas personagens excecionalmente inspiradoras que podem, sem dúvida, servir como uma bela influência para muitos espectadores que estão a passar ou passaram por problemas de vida semelhantes.
Ryder Allen interpreta Sam, um rapaz vítima de bullying com um grau notável de autoconfiança e orgulho, apesar de viver numa roulote com pais terríveis e ser ridicularizado pelos seus colegas de escola. Não deixa que outras pessoas controlem as suas escolhas ou os seus gostos, independentemente do que aconteça. A sua vontade e felicidade em vestir-se de princesa, fazer festas de chá,ou simplesmente ser “diferente” de todos os outros (como referido a determinada altura) pode ter um resultado extraordinário no público em casa, principalmente em crianças. Em relação ao desempenho de Ryder, não tenho dúvidas de que será um nome forte em categorias referentes a jovens atores, visto que entrega uma prestação sincera que me provocou algumas lágrimas pelo fim do filme.
No que toca ao parceiro protagonista, Justin Timberlake interpreta Eddie Palmer, um ex-presidiário a tentar encontrar o caminho certo depois de perder mais de uma década da sua vida devido a um crime grave. No entanto, à medida que a personagem é apresentada e desenvolvida ao longo do tempo de execução, torna-se relativamente fácil estabelecer uma relação emocional com Palmer. Apesar do seu tempo na prisão ter sido mais do que justo, Palmer demonstra ser uma pessoa altruísta e afetiva que realmente quer redimir-se dos seus erros, admitindo que está longe de ser considerado uma pessoa “normal”, consequentemente criando um vínculo inquebrável com Sam. Timberlake surpreendeu-me genuinamente com uma performance ponderada e experiente.
No final, é a conexão incrivelmente honesta entre Palmer e Sam que elevam o argumento e o tornam numa narrativa tão inspiradora. Existem outras relações impactantes e interessantes, nomeadamente entre Palmer e Maggie Hayes (Alisha Wainwright), bem como entre Palmer e a sua avó. Estas personagens afetam significativamente a vida de Palmer e as atrizes encontram-se à altura. No entanto, Shelly (Juno Temple) é uma mãe horrível. Não consegui sentir pena da mesma, nem depois de certos atos de compaixão que são realizados com o objetivo dos espectadores perdoarem a personagem. Tecnicamente, apenas um elogio rápido para a banda sonora subtil de Tamar-kali que me atingiu fortemente nos momentos certos.
Espero sinceramente que este filme indie de Fisher Stevens encontre o seu público em casa, pois contém uma história honesta, educacional e emocionalmente convincente de redenção e aceitação pessoal. Palmer pode seguir uma fórmula genérica que todos os espectadores já viram, pelo menos, algumas dezenas de vezes, mas o argumento bem escrito e eficiente de Cheryl Guerriero é traduzido para o ecrã de uma maneira incrivelmente autêntica e genuína.
A ligação maravilhosa entre as personagens de Justin Timberlake e Ryder Allen é o coração e alma do filme. Ambos os atores entregam prestações fenomenais, tal como o resto do elenco, mas é a narrativa sincera (e também clichê), repleta com mensagens significativas que, em última análise, leva lágrimas aos olhos.
Apesar da tentativa falhada em fazer os espectadores sentirem compaixão pela personagem de Juno Temple, a Apple TV+ oferece outro filme altamente louvável para assistir com a família.