Byte. Novo “rival” do TikTok nasce das cinzas do Vine

Estávamos em 2013, não existia TikTok e o Instagram ainda não era assim tão popular. Reinava o Vine, uma app lançada há pouco tempo que se tornava extremamente popular por deixar os utilizadores gravarem vídeos curtos até um máximo de seis segundos.

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O sucesso foi tanto que o Vine, na sua fase de maior sucesso, em 2015, chegou a ter 200 milhões de utilizadores. Afinal, não era qualquer aplicação que “obrigava” o utilizador a ser criativo nos seus vídeos curtos, tanto que existem muitos vídeos no YouTube com milhares e milhares de compilações destes curtos vídeos.

No entanto, o Vine acabou por ser vítima do seu próprio sucesso, uma vez que a sua simplicidade e a não evolução do conceito, juntamente com o surgimento/crescimento de outras aplicações, fizeram com que os utilizadores deixassem de utilizar a app.

Não foi por isso, de admirar, que os responsáveis pelo Twitter, empresa que controlava o Vine, tivessem ordenado em 2016 o encerramento da outrora app de sucesso. Mas quis o destino que a história não acabasse por aqui.

Dom Hofmann, fundador do conceito, começou a trabalhar num sucessor em 2017, embora tivesse anunciado, no ano seguinte, uma pausa no projeto. As coisas, porém, não ficaram por aqui, e agora, em pleno 2020, surge um novo Vine. Chama-se Byte, está disponível para Android e iOS e vem rivalizar com o TikTok.

Byte… E quais as novidades?

O funcionamento parece ser o mesmíssimo do Vine: vídeos de até seis segundos, esperando-se a máxima criatividade possível. Depois os utilizadores podem seguir outras pessoas e publicar comentários nos vídeos que veem.

O Byte, que é não mais do que uma espécie de rede social, traz opções comuns, como um feed, uma página onde podemos explorar perfis, bem como uma secção para verificarmos o nosso próprio perfil. Porém, falta-lhe ainda muito do chamado conteúdo bónus, ou seja, filtros e efeitos, que outras aplicações oferecem.

O objetivo de Hofmann é de, entretanto, arranjar um programa de parcerias para que os criadores de conteúdos mais populares possam ganhar dinheiro com a plataforma. Dessa forma, gente influente do online poderá chamar milhões de utilizadores para o Byte.

A questão que fica é: fará o Byte assim tanta falta ao mundo? Não nos esqueçamos que o Vine já teve a sua fama…

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