Foi a 1 de novembro de 2019 que o tão antecipado serviço de streaming da Apple, o Apple TV+, chegou finalmente ao mercado.
No dia de estreia, foram oito as produções a ficar logo disponíveis: The Morning Show, See, For All Mankind, Dickinson, A Rainha Elefante, Helpsters, Escritor Fantasma e Snoopy No Espaço. Algum tempo depois, juntaram-se ao serviço séries como Servant, Hala, Oprah’s Book Club e Truth Be Told.
Mais recentemente, o serviço não só recebeu novas séries, casos de Defending Jacob, Home Before Dark, Little America, Little Voice, Losing Alice, Mythic Quest: Raven’s Quest, Ted Lasso, Tehran e Trying, como alguns filmes: Greyhound, On The Rocks, The Banker, Wolfwalkers e Palmer.
O Apple TV+ não oferece muito mais que isto, o que é perfeitamente normal. Não sendo a prioridade da empresa, a verdade é que o serviço, apesar de não contar com muita coisa, prima mais pela qualidade do que propriamente pela quantidade. Aliás, não existe efetivamente algo na plataforma que se possa dizer que é realmente mau ou a evitar.
Contudo, e à medida que o tempo passa – não nos podemos esquecer que a plataforma celebra três anos de existência em novembro de 2021 -, a Apple vai apostando cada vez mais fichas no streaming, seja com novos filmes e séries. Recentemente, devido à Television Critics Association Winter 2021 Press Tour, a marca da maçã lançou um trailer de antecipação a novos projetos que estão a ser desenvolvidos e que vão estrear ainda este ano.
Segundo podem reparar no vídeo no início deste artigo, há séries como The Mosquito Coast, protagonizado por Justin Theroux; Physical, com Rose Byrne; Lisey’s Story, com nomes como Julianne Moore e Clive Owen; e as muito antecipadas Foundation (já renovada para uma segunda temporada), Mr. Corman e The Shrink Next Door.
Este ano, estreiam também as segundas temporadas de The Morning Show, Truth Be Told, Central Park, See e Mythic Quest.
Mas nem só de séries se faz a Apple TV+. No que toca a filmes, poderão contar, isto tendo em conta os que estreiam mesmo este ano, com longas-metragens como Cherry e Billie Eilish: The World’s A Little Blurry. Resta-nos esperar que a Apple nos surpreenda ao longo deste 2021.
Atenção que tem em conta o atual plano de vacinação lançado pelo Governo.
“Quem estará primeiro na fila para obter a vacina?” ou “Quando estará disponível para mim” são questões que assolam o nosso quotidiano. Afinal de contas, e embora as vacinas não sejam 100% eficazes, são aliadas valiosas na luta contra a COVID-19 para que consigamos, finalmente, alcançar aquela normalidade pré-pandemia que todos desejamos.
Pois bem, e tendo em conta que o simulador lançado pelo Governo é bastante vago, eis que alguém se lembrou de lançar uma calculadora que vos pode dar uma indicação mais precisa de quando é que, afinal, serão vacinados.
A OMNI Calculator é, portanto, uma calculadora para a fila de vacinas contra a COVID-19 em Portugal, estimando quantas pessoas estão à vossa frente na fila para obter a vacina contra a COVID-19 em Portugal.
Esta calculadora também prevê quanto tempo devem esperar pela vacinação, pelo que, ao usarem esta OMNI Calculator, acabam por ter uma ideia de quando podem receber a vacina.
Atenção, sendo esta calculadora baseada no Plano de Vacinação, não devem reter o resultado apresentado neste momento como final, pelo que não se assustem caso a calculadora vos diga que só serão vacinados algures em 2022. À medida que vacinas são aprovadas e que o nosso país recebe milhares e milhares de doses, é bem provável que o ritmo de vacinação aumente, pelo que aconselhamos a que usem esta calculadora, pelo menos, uma vez por mês. Dessa forma terão uma ideia se o ritmo de vacinação aumentou.
Já se conhecem os primeiros nomes que transitam para a grande final, que decorre a 6 de março.
Valéria, The Black Mamba, Karetus & Romeu Bairos, Fábia Maia e Sara Afonso. São estes os primeiros finalistas do Festival da Canção 2021.
Numa gala que decorreu este sábado, apresentada por Jorge Gabriel e Sónia Araújo, as canções “Na Mais Profunda Saudade”, de Valéria, “Love is on My Side”, dos The Black Mamba, “Dia Lindo”, de Fábia Maia, “Contramão”, de Sara Afonso, e “Saudade”, dos Karetus & Romeu Bairos, levaram a melhor sobre as outras cinco que estavam em competição nesta primeira semifinal.
Tal como é habitual, as votações decorreram no esquema de 50/50: o peso do voto foi repartido entre o público e o júri escolhido pela RTP. Já na final, as votações do júri serão associadas a sete regiões diferenciadas.
Para a segunda semifinal, que acontece no próximo sábado, dia 27 de fevereiro, e cuja apresentação ficará a cargo de Tânia Ribas de Oliveira e José Carlos Malato, estarão em jogo as restantes 10 canções: “I Got Music” (Da Chick), “Jasmim” (Tainá), “Mundo Melhor” (Ariana), “VOLTE-FACE” (EU.CLIDES), “Joana do Mar” (Joana Alegre), “Não Vou Ficar” (Pedro Gonçalves), “Com um Abraço” (Ana Tereza), “Por um Triz” (Carolina Deslandes), “A Vida Sem Acontecer” (Graciela) e “Dancing in the Stars” (NEEV).
A grande final do Festival da Canção 2021, para a qual transitam as cinco mais votadas da segunda semifinal, à semelhança do que aconteceu com a primeira semifinal, acontece a 6 de março.
O “Learn with Google Arts & Culture” reúne histórias, conhecimento e tesouros de 2.000 instituições culturais.
De modo a tornar a aprendizagem mais envolvente, divertida e emocionante, a Google acaba de lançar uma nova plataforma no Google Arts&Culture dedicada a professores, pais e alunos.
O Learn with Google Arts & Culture (em Português Aprender com o Google Arts & Culture), portal dedicado para professores, pais e alunos, reúne histórias, conhecimento e tesouros de 2.000 instituições culturais, bem como ferramentas interativas como Realidade Aumentada e Aprendizagem de Máquina que irão ajudar a tornar a aprendizagem mais envolvente e divertida para os miúdos.
Querem saber mais sobre o Big Bang? Mergulhem na física e descubram o que acontece na CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear) – ou espreitem em 3D os animais pré-históricos e no mais recente Mars Rover Perseverance, da NASA. Precisam de uma nova abordagem para uma aula de arte? Apresentem aos alunos Frida Kahlo, ao visitar o seu atelier, ou Lee Ungno, ampliando as suas obras-primas em ultra alta definição e os movimentos artísticos como o Impressionismo ou o Renascimento do Harlem.
História, Computação, Música, Literatura , Química, Biologia & História Natural e Geografia são apenas alguns dos temas abordados nesta nova plataforma.
Campo Maior, Vila Viçosa, Vendas Novas e Moura. São estas as quatro localidades no Alentejo que acabam de receber clínicas SYNLAB destinadas ao atendimento de utentes com prescrição médica do Serviço Nacional de Saúde (Linha SNS24, Centros de Saúde), de seguradoras ou que pretendem realizar o teste à COVID-19 a título particular.
Os testes COVID-19 PCR nestas unidades são efetuados com zaragatoa, e não requerem jejum nem preparação especial. A marcação prévia é obrigatória, através de contato telefónico ou email. Os resultados são enviados para o utente e para as autoridades de saúde pública num período de 24h a 48h.
O reforço da disponibilização de testes COVID-19 nas unidades SYNLAB do Alentejo é especialmente importante numa altura em que se debate a testagem massiva à população. Os horários e contatos para marcação, bem como a lista completa de unidades, estão disponíveis no site oficial da SYNLAB.
Um jogo de terror e mistério mais ambicioso que se torna obrigatório para todos os fãs do género.
Não é fácil justificar a crescente popularidade dos jogos lineares. Talvez seja mais justo falarmos num lento ressurgimento que tem combatido a ausência de títulos mais focados numa experiência narrativa e, quase sempre, cinematográfica, do que propriamente uma aparição injustificada e inesperada. Não se espera uma mudança total de paradigma ou uma nova exigência incontornável por parte do público, mas lenta e firmemente os estúdios voltam a apostar nesta arte perdida de contar estórias nos videojogos. E projetos como Little Nightmares 2 revelam o quanto a fórmula ainda tem muito para dar, mesmo dentro da sua segurança.
Em todos os sentidos, Little Nightmares 2 é uma evolução surpreendente em comparação ao primeiro. O mundo é mais vasto, os puzzles e momentos de tensão estão devidamente equilibrados e implementados nos seus níveis e existe um maior mistério ao longo da campanha, não só sobre os seus protagonistas – como o rapaz do saco de papel, Mono –, mas também sobre o que aconteceu ao mundo. Desta vez, estamos fora de um bioma e vemos, em primeira mão, o universo da série em todo o seu esplendor. Tão fascinante, como assustador.
A sequela mantém a aposta numa narrativa visual e sem diálogo, remetendo a narração para a ação e para os vários acontecimentos que presenciamos ao longo da curta campanha. Cada zona funciona quase como um mundo em si, com os seus desafios e vilão monstruoso, mas são peças importantes para definirmos onde estamos e para onde caminhamos. Os cenários contam a estória, seja a de escolas abandonadas ou de estranhos que vivem nas florestas, mas mantêm um crescendo impressionante e complementam-se dramaticamente ao longo da campanha. Fica, no entanto, a intenção e a sugestão, mas cabe aos jogadores perceber por si o que se passa em Little Nightmares 2 e quais são as conclusões que retiram.
A direção de arte, a utilização de sombras e luz, tal como um design de níveis seguro, mas sempre focado, constroem este mundo narrativo de sequência para sequência. Senti que cada sala tinha um propósito, ora mecânico – através de puzzles ou colecionáveis -, ora narrativo – apresentando mais informações sobre o mundo ou sobre o vilão que enfrentava. É uma sensação reconfortante, esta de não existirem momentos mortos ou sequências desnecessárias, e revela o quanto a Tarsier Studios cresceu entre os dois jogos. Não é uma evolução revolucionária ou inesperada, mas sim ponderada e focada nos sítios certos: no ambiente, na arte e na tensão.
A estrutura linear é uma das maiores forças de Little Nightmare 2 e, sem a sua aposta em níveis interligados e de fácil leitura, o seu horror e tensão não teriam o mesmo impacto. Existe, claro, o argumento que o jogo retira demasiado controlo ao jogador, colocando-o num caminho restrito sem a possibilidade de explorar por si, mas penso que é isso que o torna tão único e igualmente familiar neste início de geração. Desta forma, a Tarsier Studios conseguiu criar uma experiência feita à medida, com os tempos certos e controlados, desenvolvendo uma sensação de tensão e ritmo que seria impossível num ambiente mais livre. Cada momento, como as fugas dos vilões, estão milimetricamente desenhados para vos fazer sofrer e cada elemento narrativo está presente para vos desafiar a um ritmo que cria ansiedade e mistério. Foi isto que adorei em Little Nightmares 2.
Fora do seu conceito e vertentes visuais, o título não é tão fascinante, mas, defendo, não o precisava de ser. É a mesma jogabilidade que viram no original, mas com algumas novidades, como sequências de combate, melhores puzzles e a colaboração entre as duas personagens. Fora destes elementos, continuamos a explorar cenários lineares e a navegar por momentos de confronto onde somos eliminados com um ataque. O que me custa não é esta falta de variedade nas mecânicas, ainda que existam destaques como a utilização de televisões como transportes rápidos, mas sim a rigidez da jogabilidade. Modo mexe-se quase como um tanque e nem sempre responde eficazmente aos nossos comandos, algo que se agrava nas sequências de plataformas e nas fugas. Não é, no entanto, um elemento capaz de denegrir a experiência, mas está lá. Serve a tensão e a aposta no terror, mas condiciona a navegação dos níveis e os puzzles.
Como não pude experimentar a versão otimizada de Little Nightmares 2, o que irei dizer a seguir deve ser colocado em contexto. Joguei na Xbox One S, na consola, diria, menos resistente à passagem do tempo da geração anterior, e, por isso, encontrei alguns bugs e problemas de desempenho. Foram, na maioria, bugs visuais, ora a personagem ficava presa nos cenários ou alguns dos objetos pairavam no ar, mas encontrei também momentos em que fui obrigado a reiniciar. Felizmente, o jogo tem pontos de gravação muito simpáticos e nunca perdi qualquer progresso, mas os problemas estão lá. Já o desempenho é sinal da idade da consola, não tenho dúvidas, registando quedas de framerate sempre que gravava a partida ou entrava numa nova zona. O tempo não perdoa.
Little Nightmares 2 é um passo certo para a Tarsier Studios e uma evolução palpável da fórmula do primeiro título, agora mais seguro e desafiante. É um jogo que vão querer repetir para encontrarem todas as pistas e para tecerem as vossas teorias. Mesmo com os seus problemas, é um excelente exemplo do que é possível fazer com uma estrutura linear e narrativa, sem as exigências de conteúdos adicionais e de outras distrações.
É uma aventura sólida e inesquecível do princípio ao fim. Arrisco-me a dizer que, com Little Nightmares 2, a Tarsier Studios já tem o seu INSIDE. Agora resta saber para onde esta sequela os leva.
Disponível para: PC, Xbox One, Xbox Series X|S, PlayStation 4, PlayStation 5, Nintendo Switch e Google Stadia Jogado na Xbox One S Cópia para análise cedida pela Bandai Namco.
The United States vs. Billie Holiday podia ter sido uma história inspiradora, mas só não é um desastre gigante devido à estreia impressionante de Andra Day enquanto atriz.
Sinopse:“A lendária Billie Holiday, uma das melhores artistas de jazz de todos os tempos, passou grande parte da sua carreira sendo adorada por fãs em todo o mundo, enquanto o Federal Department of Narcotics a tinha como alvo numa operação secreta liderada pelo agente federal negro Jimmy Fletcher, com quem teve uma relação complicada. Inspirado na sua história de vida, The United States vs. Billie Holiday examina intimamente as suas lutas com o vício, fama e amor de partir o coração.”
Apesar de adorar ouvir jazz, nunca fui a um concerto ou a um clube específico deste tipo de música. Seguindo esta linha de pensamento, desconhecia a história real de Billie Holiday e o seu impacto tremendo não só no género musical respetivo, mas também na luta contra o governo sobre o ato maligno e vergonhoso de linchamento – que chocantemente ainda ocorre nos dias de hoje em alguns países. “Strange Fruit”, um poema escrito por Abel Meeropol, tornou-se incrivelmente polémico devido à sua letra brutal descrevendo o referido ato, comparando a vítima ao fruto das árvores. A canção adaptada foi referenciada como o início do movimento dos direitos civis e a prestação de Andra Day é o destaque de um filme bastante desapontante.
Acabei de assistir a The Mauritanian – um filme “baseado em eventos reais” – no início desta semana e escrevi na sua crítica que fico quase sempre cativado pela história principal deste tipo de filme, mesmo que o resto tenha as suas falhas. The United States vs. Billie Holiday é um filme biográfico inspirado na vida da cantora, mas tirando a representação poderosa de Day e a sua música memorável, tenho dificuldades em encontrar outros aspetos positivos relevantes. A produção artística fabulosa de Daniel T. Dorrance é difícil de ignorar, tal como a banda sonora de Kris Bowers. No entanto, estes dois componentes raramente compensam a edição atabalhoada (Jay Rabinowitz), o argumento desorganizado (Suzan-Lori Parks) e até mesmo a realização errática de Lee Daniels.
Desde as transições desajeitadas e rápidas para preto-e-branco e depois de volta para o ecrã colorido até à falta de conexão entre cortes e as próprias linhas narrativas, é incrivelmente complicado sentir-me cativado por um filme tão visualmente confuso. O enredo de Suzan-Lori Parks entra num ciclo monótono e repetitivo em que Billie Holiday fuma e ingere drogas, canta uma música completa e faz sexo com um homem aleatório, tudo isto enquanto tenta inúmeras vezes parar os seus maus hábitos. Por um lado, Billie Holiday é uma mulher negra, forte e orgulhosa que está a esforçar-se pelo que considera que é correto através da sua voz lindíssima e tenacidade louvável. Por outro, os espectadores têm que suportar inúmeras sequências de comportamento desprezível de alguém que não parece uma boa influência, de todo.
Entendo que um protagonista não precisa de ser perfeito, muito pelo contrário. No entanto, a estrutura narrativa é tão incoerente e levanta tantas questões morais sobre a verdadeira essência da personagem principal que consegui deixar de me sentir pouco investido na sua história. Os únicos momentos interessantes são os atos musicais, que podem ser o único detalhe de storytelling que funciona como um ponto de conexão para o que vem a seguir ou como uma referência a algo que aconteceu pouco antes. Todas as outras cenas são aparentemente separadas das seguintes, pelo que Lee Daniels encontra-se com problemas para encontrar o caminho certo. O único componente bem desenvolvido do início ao fim é o build-up bem sucedido para a performance de “Strange Fruit”.
No final, Andra Day é a grande salvadora do que podia ter sido um desastre gigante. A sua interpretação é uma das prestações de estreia mais impressionantes que vi nos últimos anos. Ignorando a sua voz indiscutivelmente fantástica, Day mostra um alcance emocional notável e um compromisso físico com o seu papel que poucas atrizes são capazes de entregar. Brilha mais que todos os outros elementos do filme, incluindo o elenco restante. Day é a única razão pela qual continuei a ser “arrastado” para o ecrã. Infelizmente, uma pessoa não é suficiente para superar dezenas de problemas significativos.
The United States vs. Billie Holiday podia ter sido uma história inspiradora e impactante sobre a influência de Billie Holiday não só na música jazz, mas principalmente na luta por direitos civis iguais para todos. Em vez disso, a realização inconsistente de Lee Daniels e o argumento extremamente atrapalhado de Suzan-Lori Parks são apenas dois dos muitos problemas que transformam este filme numa deceção absoluta.
Desde a edição horrível que desconeta quase todas as linhas narrativas umas das outras até às decisões questionáveis de storytelling em relação à estrutura narrativa repetitiva e cansativa, torna-se surpreendentemente difícil apoiar por completo o comportamento da protagonista.
Produção artística impecável e banda sonora envolvente, mas é a prestação fenomenal da estreante Andra Day que salva um potencial desastre. A sua música e interpretação da personagem são os dois elementos-chave que mantêm o filme acima da linha de água.
Não consigo recomendar adequadamente a menos que haja um interesse pessoal na vida da personagem principal.
The United States vs. Billie Holiday deve estrear nos cinemas portugueses em abril.
Cada detalhe na Pizza Gira foi cuidadosamente pensado.
Atenção, lisboetas. Há uma nova pizzaria na cidade cujas pizzas vão querer devorar. A Pizza Gira abriu no mês passado com um conceito que reúne a pizza artesanal italiana com os sabores e ingredientes de Portugal. Aliás, a aposta em ingredientes é tão forte que todos eles são biológicos.
Por exemplo, os vegetais biológicos vêm de quintas em Sintra, os cogumelos ostra da Nam Mushroom Farm em Lisboa e o fiambre orgânico do Alentejo, para citar apenas alguns. No fundo, a Pizza Gira está comprometida com a sustentabilidade, trazendo ingredientes de forma consciente e priorizando pequenos produtores e fornecedores locais.
No que toca à massa, é feita à mão diariamente, usando um método familiar tradicional. As receitas foram elaboradas ao longo de meses de testes e degustação e as inspirações vêm da rica cultura alimentar portuguesa, com ingredientes locais e provenientes do Alentejo e Açores. Os responsáveis por tudo isto? O chefMauro Soggiu, um dos três fundadores da Pizzaria Roberta’s, em Brooklyn, e a sua equipa.
Mas não é só nos ingredientes e massa que a Pizza Gira se destaca. Cada detalha na pizzaria foi cuidadosamente pensado, desde os aventais costurados à mão, passando às caixas retangulares. Estas são descartáveis, incluindo instruções de como reaquecer a pizza, se necessário. A caixa também protege contra a contaminação e permite que ela seja reciclada.
As embalagens, o branding da Pizza Gira e o interior do restaurante foram projetados pela sócia Selina van der Geest, designer de interiores de renome internacional com a sua própria linha de móveis de aço.
Resta-nos falar nas pizzas propriamente ditas, que não têm o típico formato das pizzas que costumamos ver por aí, uma vez que surgem em formato oval. A verdade é que não existem muitas opções, mas isso não é necessariamente mau. Têm nove pizzas à disposição, incluindo uma doce.
Os preços vão dos 7€ aos 12€, pelo que podem optar pelas pizzas Dona Rita (Tomate, Mozzarella, Requeijão, Manjericão, Piso), Alentejana (Tomate, Mozzarella, Presunto do Alentejo, Cogumelo, Queijo Amanteigado, Tomilho, Rúcula), Mar e terra (Tomate, Mozzarella, Chouriço, Amêijoas, Salsa Verde, Alho), Portuguesa (Tomate, Mozzarella, Bacalhau, Cebola, Azeitona Preta, Ovos de Codorniz, Coentro, Salsa Verde), Açoriana (Tomate, Mozzarella, Ananás, Lombo de Porco Defumado, Cebola Roxa, Agrião, Piri-Piri), Horta Branca (Mozzarella, Puré de Feijão Branco, Salvia, Pasta da Alho, Abóbora, Alho Frances, Pinhão), Gulosa (Mozzarella, Requeijão, Creme de Avelã e Cacau, Fruta da Estação), entre outras.
A Pizza Gira está localizada na Rua do Poço dos Negros 167. Podem ligar para o 213950577, encomendar diretamente ao restaurante e passar pelo local e leventar ou, se preferirem, optar por utilizar a Uber Eats, que vos levará as pizzas a casa.
Caso ainda não tenham aberto conta na Uber Eats, aproveitem o nosso código eats-cwyhis que vos dá um desconto de 8€ num pedido de valor igual ou superior a 15€ (excluindo taxa de entrega).
Do Alto Alentejo ao Litoral Alentejano, conheçam alguns locais que são tesouros nacionais.
Quanto mais tempo passamos em casa, mais sonhamos em passear. Este parece ser um dado adquirido, pelo menos para aqueles que têm um espírito aventureiro. Seja pela gastronomia ou paisagens, a verdade é que tanto temos o desejo de voltar a locais que conhecemos (e adoramos), como de ir ao encontro do desconhecido.
Mas, e se ao invés de irmos logo até ao estrangeiro, porque não aproveitar o pós-confinamento para conhecer os recantos de Portugal? O Alentejo, por exemplo, tem tudo para entrar nessa lista de sonhos. É a maior região de Portugal, detentora de uma alma e paisagens muito próprias.
Em baixo, têm cinco sugestões de locais para conhecer no Alentejo depois do confinamento.
1- Monsaraz
Localizada no topo de uma colina, Monsaraz oferece uma vista privilegiada sobre o Alqueva, um dos maiores lagos artificiais do continente europeu. Além disso, esta aldeia fortificada possui ainda um enorme património cultural que vale a pena ser apreciado.
2- Castelo de Vide
Não há como não ficar encantado com a beleza e a história de Castelo de Vide, carinhosamente conhecida como “Sintra do Alentejo”. Extremamente bem conservada e com ruelas encantadoras, esta vila guarda também pontos de interesse históricos e culturais que são obrigatórios, como a Judiaria, Forte de São Roque, o Castelo de Castelo de Vida e as Fortificações Renascentistas.
3- Mértola
Mértola foi, em tempos, um porto fluvial bastante importante do Mediterrâneo. Talvez por isso o apelido de Vila-Museu lhe faça tanta justiça. Visitar esta vila muralhada é estar em contacto permanente com antigas civilizações (romanos, muçulmanos, visigodos). No cimo, o Castelo de Mértola é visita obrigatória. Cá em baixo, o Guadiana compõe um postal e convida a um passeio de barco.
4- Vila Nova de Milfontes
Junto ao rio Mira e integrada no Parque Natural do Sudoeste Alentejano, mora esta bonita povoação alentejana. No entanto, são as praias de areal extenso e água cristalina que fazem as delícias de quem aqui passa. São várias as opções, desde a Praia das Furnas, Praia da Franquia ou a Praia do Farol.
Vila Nova de Milfontes é o destino ideal para férias em família.
5- Porto Covo
“Aqui, no lugar de Porto Covo”, cantava Rui Veloso sobre esta vila encantada caiada de branco e azul. Há muito que Porto Covo entrou no mapa de locais imperdíveis do litoral alentejano, mas a sua beleza continua intemporal. Da vila às praias e falésias com um visual incrível, Porto Covo é o tipo de sítio em que as fotografias se vão, certamente, multiplicar.
The Mauritanian conta uma história verdadeira chocante que todos devemos ver, mais tarde ou mais cedo.
Sinopse:“Baseado no memoir do NY Times, Guantánamo Diary, de Mohamedou Ould Slahi, esta é a inspiradora história verdadeira da luta pela liberdade do autor depois deste ser detido e preso sem acusações pelo governo dos EUA durante anos. Sozinho e com medo, Slahi (Tahar Rahim) encontra aliados na advogada de defesa Nancy Hollander (Jodie Foster) e na sua associada Teri Duncan (Shailene Woodley) que lutam contra o governo dos EUA numa batalha por justiça que testa o compromisso das mesmas com a lei e o seu cliente. A sua defesa controversa, juntamente com evidências descobertas por um procurador militar formidável, Lt. Colonel Stuart Couch (Benedict Cumberbatch), descobre verdades chocantes e, em última análise, prova que o espírito humano não pode ser preso.”
Como já escrevi em inúmeras outras críticas do mesmo género, costumo maioritariamente apreciar filmes “baseados numa história verídica”, visto que estes cumprem com as minhas expectativas principais quase sempre: ensinarem-me sobre um evento ou assunto o qual não conhecia (muito). A história real de Mohamedou Ould Slahi era naturalmente desconhecida no momento da visualização, mas The Mauritanian faz um ótimo trabalho em contar a sua vida chocante, insana e inacreditável no campo de detenção da Baía de Guantánamo. A existência desta prisão fora-da-lei ainda me deixa perplexo nos dias de hoje. Duas décadas após o início do século XXI e a humanidade continua a encontrar formas imorais e ilegais de destruir os direitos humanos mais básicos.
Kevin Macdonald, um realizador que é, provavelmente, mais reconhecido pelos seus documentários do que pelas longas-metragens, oferece uma adaptação direta do memoir do protagonista, focando-se na narrativa principal sem dar muito espaço ao melodrama típico de Hollywood de obter a sua participação genérica e redutora. Segue a fórmula habitual deste tipo de filme e os seus atributos técnicos não distraem ou são visualmente avassaladores, o que é capaz de ser o melhor elogio que tenho para dar a The Mauritanian. A sua história, por si só, é interessante o suficiente, por isso aprecio profundamente que Macdonald tenha aproveitado a sua experiência em documentários para produzir este filme, uma vez que poderia facilmente ter sido um documentário normal – e, em alguns aspetos, é muito semelhante a este tipo de cinema.
O argumento escrito por M.B. Traven, Rory Haines e Sohrab Noshirvani é bastante cativante durante a maior parte do tempo de execução, mas perde um pouco de gás devido a algumas sequências desnecessárias e sem grande impacto. Durante muitos momentos, os argumentistas e Macdonald conseguem fazer passar a mensagem que desejam eficientemente, mas estas cenas continuam por alguns minutos extra que realmente não adicionam nada de novo à história, às personagens ou à atmosfera. Apesar da narrativa principal ser sobre Slahi, estes subplots envolvendo personagens secundárias estão longe de ser remotamente interessantes. Se não fosse por um sempre cativante Benedict Cumberbatch e uma encantadora Shailene Woodley, algumas destas linhas narrativas podiam ter prejudicado o filme mais do que o previsto.
Um dos momentos mais importantes do filme ocorre no início do terceiro ato. Embora seja vital para o público experienciar os mesmos horrores que Slahi teve de enfrentar, esta sequência demasiado longa vai de puramente chocante a genuinamente desconfortável, até ao ponto de alguns espectadores realmente saltarem tudo à frente. Cai no problema acima de não saber quando terminar uma cena, estendendo-a em demasia, e aumentando consequentemente o já substancial tempo de duração. No entanto, permaneci totalmente concentrado na história central parcialmente devido às prestações marcantes de Jodie Foster e, especialmente, de Tahar Rahim.
A primeira entrega uma performance verdadeiramente notável, interpretando Nancy Hollander, uma advogada que traz à mesa o dilema moral mais comum na respetiva área de profissão. Será que todos – literalmente todos – merecem os mesmos direitos humanos? Ou existem exceções, como terroristas ou violadores? Foster incorpora lindamente esta tarefa desafiadora de defender um homem que 99.9% do mundo se recusaria a sequer falar com ele, quanto mais arriscar a sua vida e reputação para tal.
Ainda assim, é a prestação física e emocionalmente poderosa de Rahim, digna de prémios, que rouba os holofotes. Desde o seu olhar de desespero nos piores momentos à sua esperança infindável de que justiça seria feita, é impossível não sentir uma compaixão gigante por Slahi e torcer pela sua liberdade.
The Mauritanian é um daqueles filmes “baseado em eventos reais” que permanecerão na minha memória durante bastante tempo. A história imperdível, chocante e verídica de Mohamedou Ould Slahi, que recebeu um tratamento inacreditavelmente injusto, imoral e ilegal pelo governo dos EUA, é contada através de um argumento formulaico, mas eficiente, colocando os holofotes sobre a prestação excecional e digna de prémios de Tahar Rahim.
Kevin Macdonald emprega métodos de storytelling e filmmaking não-distrativos, permitindo que o foco principal se mantenha no próprio Slahi em vez de visuais avassaladores ou uma cinematografia estranha. Apesar de ter praticamente sucesso total nesta tentativa, não deixa de perder um pouco da sua energia e interesse geral ao estender em demasia cenas irrelevantes com personagens secundárias. Jodie Foster também entrega uma interpretação incrivelmente cativante de uma advogada que nunca desiste dos seus próprios princípios e regras morais.
Pode seguir a estrutura genérica de outros filmes do género, mas cumpre a sua missão de trazer esta história ao mundo sem quaisquer restrições. Recomendo, mas fica o aviso para uma sequência longa e violenta de tortura que poderá incomodar alguns dos espectadores mais sensíveis.
The Mauritanian deve estrear nos cinemas portugueses no próximo mês de março.
Em março, a Netflix recebe uma nova adaptação em formato animado de mais uma popular série de videojogos, DOTA.
DOTA: Dragon’s Blood é inspirada na série de jogos de estratégia da Valve (criadores de Half-Life e Portal), aparecendo agora em forma animada pelos estúdios Mir, que nos trouxeram no passado The Legend of Korra e Voltron: Legendary Defender.
Escrito por Ashley Edward Miller, responsável por criar as histórias de X-Men: First Class e Thor, DOTA: Dragon’s Blood vai acompanhar a história de Davion, um famoso herói dedicado a livrar o mundo das forças do mal. Depois de se cruzar com um poderoso e antigo dragão e com a Princesa Mirana, ela própria a cumprir uma missão secreta, Davion envolve-se em acontecimentos muito maiores do que aquilo que imaginava.
Para colocarem na agenda, DOTA: Dragon’s Blood estreia na popular plataforma de streaming no dia 25 de março.
A app NIVEA SKin GUiDE promete ajudar a encontrar a rotina de cuidado da pele ideal.
Em 2020, a NIVEA convidou 1.000 embaixadoras para testarem uma nova aplicação que estava a desenvolver. Menos de um ano depois, eis que surge a novidade: uma web app dedicada aos cuidados da pele.
NIVEA SKiN GUiDE é uma aplicação Web que ajuda a encontrar a rotina de cuidado da pele ideal. Utilizando selfies tiradas por cada pessoa, a app NIVEA SKiN GUiDE faz análises faciais e determina a idade, a firmeza, o tom uniforme e a suavidade da pele, fazendo com que cada pessoa possa descobrir as verdadeiras necessidades da pele.
A NIVEA aconselha a que, de modo a poder acompanhar o progresso de melhoria da condição da pele, tirem uma selfie por dia e acompanhem as pontuações no respetivo diário de pele personalizado.
Esta app é possível devido ao trabalho de cientistas, especialistas do cuidado da pele, programadores e fãs NIVEA trabalham nos bastidores da app NIVEA SKiN GUiDE – incluindo mais de 10.000 mulheres em todo o mundo, que analisaram diariamente a própria pele ao longo de vários meses. O trabalho baseia-se em mais de 20 milhões de imagens que foram analisadas utilizando inteligência artificial. Só assim foi possível criar tratamentos personalizados para cada tipo de pele e as suas respetivas necessidades.
Para determinar a idade da pele, são analisadas as áreas da testa, olhos, maçãs do rosto e boca. Já a firmeza da pele é determinada pela verificação de rugas em torno da testa, olhos, nariz e boca. Até as impurezas e vermelhidão são analisadas para avaliar a suavidade. Por fim, para o tom uniforme, a app analisa o número de manchas, o tamanho e a intensidade da sua cor.
Sendo uma web app, tal significa que não necessitam de instalar nada no smartphone. Basta tirar uma selfie, submeter e começar o processo de aperfeiçoamento da pele.
A NIVEA recomenda que tirem uma foto do rosto sem maquilhagem, limpo e seco, com o cabelo puxado para trás, sem óculos, de olhos abertos e sem se rirem. É um pouco como a fotografia biométrica do passaporte – não é propriamente para partilhar, mas é perfeita para a análise facial.
Quando esta app online tiver as informações necessárias da vossa pele, irão receber várias recomendações de combinações de produtos, sendo que, como a pele muda constantemente, a empresa promete recomendações adequadas a cada fase.
Para já, esta NIVEA SKin GUiDE somente funciona com mulheres, mas a marca já está a trabalhar na criação de uma versão para homens.
A personagem começou por aparecer no grande ecrã em 2005, num filme cujo protagonista era Keanu Reeves, mas foi mal recebido pela crítica e fãs.
Mais recentemente, em 2014, Constantine ganhou uma versão para TV, desta vez com Matt Ryan enquanto protagonista. Porém, a série deixou a desejar em termos de audiências, o que fez com a CW não renovasse para uma segunda temporada.
A personagem, ficou, então, por aí, embora Matt Ryan tenha aparecido novamente na pele do exorcista de demónios nas séries Arrow e Legends of Tomorrow, dando ainda voz ao personagem no filme animado Justice League Dark, de 2017.
Entretanto, no ano passado, surgiram rumores de que uma sequela do filme estava em desenvolvimento, chegando a dizer-se que J.J Abrams estaria envolvido enquanto produtor. Mas nunca mais soubemos nada sobre esta suposta sequela. E enquanto não acontece (isto se efetivamente acontecer), sabe-se, sim, que uma nova série está em desenvolvimento, neste caso para a HBO Max.
Segundo o The Hollywood Reporter, a Bad Robot, produtora de J.J. Abrams, está envolvida no processo, com o britânico Guy Bolton a ficar responsável pelo argumento do episódio-piloto. Também se sabe que nem Keanu Reeves ou Matt Ryan foram considerados para o papel.
Ao que consta, os responsáveis procuram um ator afroamericano para dar vida a uma versão mais jovem da personagem, numa história que irá focar-se mais nos elementos de terror da banda desenhada original do que no tema da religião.
Resta-nos aguardar por mais detalhes e, também, por uma data de estreia.
Podem experimentar Ghostrunner gratuitamente na PlayStation, Xbox e Nintendo Switch.
Lançado originalmente no ano passado, Ghostrunner recebe finalmente uma demonstração gratuita nas consolas, onde os jogadores podem experimentar este título que mistura elementos de jogos de plataforma, ação e parkour em ambiente cyberpunk.
A demonstração está disponível nas lojas digitais para a PlayStation, Xbox e Nintendo e pode ser jogado nas novas consolas, a PlayStation 5 e Xbox Series X|S, apesar de ser em formato de retrocompatibilidade. Quanto às versões otimizadas para a nova geração, ainda não saíram, mas apontam mais para o final do ano.
Esta não é a primeira vez que Ghostrunner recebe demos. No PC, os jogadores tiveram direito a duas, uma em maio e outra em setembro do ano passado, antes do lançamento oficial no final de outubro para PC, Xbox One e PlayStation 4 e, mais tarde, em novembro para a Nintendo Switch.
A Riot Games revelou os novos conteúdos para o seu jogo de cartas.
Dia 3 de março, Legends of Runeterra irá receber uma nova atualização com novos conteúdos. O patch 2.3 traz consigo a expansão Empires of the Ascended, que incluirá uma nova região, Shurima e 110 novas cartas colecionáveis, e que a Riot Games considera ser a sua expansão mais ambiciosa.
A revelação do lançamento foi acompanhada por um trailer cinemático que mostra o tom e ambiente da nova expansão.
Os detalhes de Empires of the Ascended, que tem data de chegada para 3 de março, são escassos, mas já estão prometidas novidades nas redes sociais de Legends of Runeterra, todos os dias pelas 17h, até ao seu lançamento.
Legends of Runeterra é um jogo gratuito e está disponível para PC, iOS e Android.
Comecemos com um pouco de contexto histórico. Entre os anos 80 do século passado e os primeiros do século XXI, Adolfo Manuel Meirinho, no que foi um tributo ao seus ancestrais, optou por manter os olivais de familia em Campo de Viboras, no concelho de Vimioso, no nordeste transmontano, entre os rios Maças e o Angueira. E manteve, claro, as variedades tradicionais (santulhana, negrinha, lentisca, bical), tendo ainda introduzido a cobrançosa.
Mais recentemente, em 2014, alguns dos seus descendentes conservaram e valorizaram os olivais tradicionais e fizeram novas plantações que têm vindo a explorar respeitando as melhores práticas agrícolas enquadradas no modo de produção biológico. Assim nasceu a marca Meirinho Biológico.
Agora, e após alguns anos de atuação no mercado alimentar (azeite e mel), a Meirinho Biológico está a lançar a sua plataforma online para que possa fazer chegar os seus produtos biológicos a todo o país.
Essencialmente, a loja online foca-se em três tipos de produtos:
Azeite – Extraído a frio, a partir da seleção de azeitonas em agricultura biológica, de variedades de oliveiras típicas de Trás-os-Montes – santulhana, negrinha, lentisca e cobrançosa, que lhe conferem um sabor intenso, frutado e aveludado, com um amargo e picante ligeiros. De cor verde/amarela. Acidez 0,2º;
Mel – Apicultura ética e sustentável no nordeste Transmontano. O mel é o alimento natural de maior fonte de energia. Pode ser consumido por qualquer pessoa de qualquer idade, e diariamente, pois equilibra o processo biológico do corpo por ser o único alimento que contém proporções equilibradas de fermentos, vitaminas, minerais, ácidos e aminoácidos, semelhantes substâncias bactericidas e aromáticas;
Compotas – Feitas a partir de frutos da época, de produção biológica e obtidas através de um processo único de cozedura em vácuo a baixa temperatura. O resultado são compotas ricas e cheias de sabor, sem adição de corantes ou conservantes.
Para quem pretende azeite, têm três produtos à disposição: garra de 0,5L (6,50€), lata de 0,5L (7€) ou uma caixa com 3L (20€).
Já na secção dedicada ao Mel, existem duas variedades: Mel de Rosmaninho em recipientes de 250 ou 500gr (5€ ou 7€, respetivamente); e Mel de Urze, também em recipientes com o mesmo tamanho e os mesmos preços.
Finalmente na aba dedicada às Compotas, têm duas variedade de 400 gr à disposição: Abóbora e Figo. O preço? 6€ cada.
No que toca aos envios, são feitos para todo o país, sendo que o valor dos portes é calculado em função do peso dos produtos e do destino dos mesmos. Porém, fiquem a saber que os portes de envio são gratuitos em encomendas de valor igual ou superior a 30€.
O pagamento pode ser feito via Multibanco, MB Way ou num agente PayShop.
A nova plataforma surgiu no ano passado, mas só recentemente começou a dar que falar em Portugal.
Se são utilizadores das redes sociais, seja Facebook, Instagram ou Twitter, ou até em conversas via WhatsApp, certamente já deverão estar algo fartos de ouvir/ler o termo Clubhouse. É que esta é uma nova aplicação que tem dado que falar por, essencialmente, tratar-se de um podcast, mas onde não existem guiões ou tópicos pré-definidos a seguir.
A app surgiu em 2020 por parte da Alpha Exploration e, no final desse ano, já contava com cerca de 600.000 utilizadores. Recentemente, ultrapassou a fasquia dos seis milhões, muito por “culpa” de Elon Musk, ajudando a dar um valente impulso a este rede social. Sim, é que a Clubhouse é: uma rede social, mas virada para o áudio.
Não é, portanto, uma rede social qualquer. Até a podemos considerar algo elitista, não só porque somente está disponível para iOS (mas uma versão Android está a ser desenvolvida), mas porque funciona à base de convites. Assim de repente, e embora não esteja relacionado, faz-nos lembrar quando surgiu a marca OnePlus, em que era necessário convite para adquirir o modelo original da empresa.
Adiante. Existem duas formas para entrar na Clubhouse: ou descarregam a app, preenchem os vossos dados (sim, têm de inserir o número de telemóvel) e esperam que algum conhecido aprove a vossa entrada (desde que tenha dado acesso à lista de contactos), ou são convidados diretamente por alguém. Certamente já devem ter visto uns quantos amigos referirem que têm convites para distribuir. Lá está, a sensação de elite, como se fosse algo super importante.
Dentro da app, poderão definir uma foto de perfil, sendo a única fotografia que irão colocar por lá, e preencher uma lista de interesses, de modo a que a Clubhouse vos sugira salas ou clubes. A partir daí, podem entrar em salas e ficar a ouvir o que os outros têm a dizer, como também pedir para participar. Qualquer utilizador, pode, também, criar o seu próprio audio room, onde podem entrar até cinco mil pessoas.
Não se admirem caso fiquem um pouco à nora nas primeiras horas. É que, contrariamente a todas as outras redes sociais, a Clubhouse não tem texto (nem sequer podem enviar uma mensagem escrita a outras pessoas), vídeos e, como já referimos, fotos. Também não existem botões para deixar um gosto ou partilhar. No fundo, é uma rede social, mas quase acaba por não o ser, uma vez que não promove tudo aquilo em que as outras se baseiam.
O truque é mesmo entrar numa sala e deixarem que os outros falem enquanto cozinham ou dão um passeio higiénico. Caso os temas em discussão não vos interessem, saem e entram noutra sala (existem, claro, salas privadas). Como se fosse uma festa.
Atenção. Como já referimos, a Clubhouse somente está disponível para iOS, pelo que, se repararem em algum link que afirma existir uma versão para Android, denunciem no imediato, pois é falso.
Precisam de reparar o vosso equipamento Apple, Samsung, Huawei ou de outras marcas? Eis que surge uma solução.
A iServices, conhecida pelos seus serviços de reparações em equipamentos tecnológicos, acaba de abrir uma nova loja no CascaiShopping.
Baterias viciadas, vidros partidos, botões sem funcionar, danos provocados por água, problemas nas câmaras traseiras ou frontais, colunas e saídas de áudio sem som e até antenas estragadas. Estes são apenas alguns dos problemas que os técnicos da iServices conseguirão resolver. odos os serviços de reparação têm diagnóstico gratuito e garantia igual ou superior a 2 anos.
Adicionalmente, será possível adquirir uma enorme diversidade de acessórios, como películas de vidro, capas de proteção, cabos ou carregadores e gadgets, como drones da DJI, colunas de som e wheelboards.
A loja está localizada no piso 0 e funciona de segunda a sexta-feira, das 10h às 20h, e aos fins de semana, das 10h às 13h.
É já no próximo mês de março que chega a Portugal o novíssimo Mi 11, mais recente topo de gama da Xiaomi que já está disponível em alguns mercados europeus. E com isso, a marca chinesa acaba de divulgar uma bela oferta para quem está interessado em adquirir o novo equipamento.
Para quem estava a precisar de um novo smartphone, claro, mas também de um robô aspirador, a Xiaomi tem a solução para os vossos problemas. É que, entre 1 e 8 de março, a Mi Store Portugal terá uma campanha de pré-venda deste Xiaomi Mi 11 que inclui a oferta do Mi Robot Vacuum Cleaner Mop.
Este robô aspirador promete limpezas mais facilitadas, num equipamento que faz mapeamento automático da casa, recarga automática e que pode ser inteiramente controlado via app. O PVP é de 249,99€, sendo uma belíssima oferta.
Em relação ao telemóvel em si, destaca-se o ecrã QHD+ OLED de 6.81″ com 120Hz, o processador Qualcomm Snapdragon 88, a câmara cinematográfica de 108MP a bateria de 4600mAh que carrega dos 0 aos 100% em 45 minutos e colunas da Harman Kardon. A versão em pré-venda é a que tem 256GB de armazenamento interno e 8GB de RAM.
Embora a edição de 2021 no LISB-ON Jardim Sonoro esteja prevista para setembro deste ano, a verdade é que o Governo ainda não decidiu o que fazer relativamente à realização de festivais por cá, pelo que não se sabe, ao certo, se este evento vai mesmo acontecer.
Para já, a organização não se foca nisso, mas, sim, na primeira edição do Jardim de Inverno, “um evento LISB-ON que vem regar e cuidar do talento nacional”.
Com transmissão gratuita e exclusiva no site oficial, este Jardim de Inverno acontece entre 27 e 28 de fevereiro, das 14h às 00h. No cartaz estão nomes como 2Jack4U, André Leiria, Caroline Lethõ, Dj Al, Enkõ, Mary B, Narciso, Salbany, Solid Funk, Ze Salvador, Zenner, Zoy, entre outros.
A organização refere ainda que, durante a transmissão, será possível fazer doações, sendo que todos os fundos angariados revertem para os artistas.