Sangue, porrada, ossos partidos e violência. Tudo ingredientes que fazem parte da experiência Mortal Kombat, o icónico jogo de luta que marcou, também, a história das adaptações de cinema em 1995.
De regresso aos filmes, a HBO e a Warner Bros. revelaram o primeiro trailer do reboot da série adaptada, apresentando-se sem medo de deixar os espectadores desconfortáveis, com um tom sério e até épico, e mostrando um elenco de personagens familiares com diferentes motivações para entrarem em combate.
Mortal Kombat é produzido por James Wan (The Conjuring e Aquaman) e realizado por Simon McQuoid, que se estreia na cadeira de realizador.
Apesar de pertencer ao grupo de filmes com estreia no serviço HBO Max em território norte-americano, Mortal Kombat tem estreia agendada para o grande ecrã em Portugal, devendo chegar aos cinemas a 15 de abril.
A Worten é daquelas lojas que podem estar abertas durante o confinamento.
Imagem meramente ilustrativa
É a segunda loja Worten da cidade. Depois do espaço no Guimarães Shopping, chega a vez do Espaço Guimarães contar com um estabelecimento da marca.
Desde eletrodomésticos, a equipamentos de som e imagem, telecomunicações, entretenimento, gaming e cultura, a nova loja oferece tudo isto e muito mais. Fica localizada no Retail Park, junto ao parque de estacionamento exterior.
A Worten está em funcionamento durante este período de confinamento para assegurar bens considerados essenciais.
Recorde-se que, recentemente, a Worten passou a disponilizar os produtos vendidos pela Staples no seu marketplace.
E não se esqueçam que, na segunda metade do ano, a HBO Portugal vai evoluir para HBO Max.
Há cada vez mais séries e filmes para acompanhar, mas cada vez menos tempo para o fazer. Por isso, é importante fazer uma triagem e decidir os conteúdos com os quais nos podemos vir a identificar.
Agora, e antes da evolução para HBO Max, a HBO Portugal partilha uma série de filmes e séries que vão chegar à plataforma.
É caso disso Allen v. Farrow, série documental de quatro partes que vai além de décadas de manchetes sensacionalistas para revelar a história privada de um dos mais conhecidos e falados escândalos de Hollywood; Genera+ion, série sombria, mas lúdica, que acompanha um grupo de estudantes do ensino secundário, cuja exploração da sexualidade moderna testa crenças profundamente enraizadas sobre a vida, o amor e a natureza da família; a tão antecipada Liga da Justiça de Zack Snyder; The Nevers, série que gira em torno de um grupo de pessoas, os Touched, que de repente manifestam habilidades incomuns; Scenes from a Marriage, série com Oscar Isaac e Jessica Chastain; a nova versão de Gossip Girl; entre outros.
Já no caso da produção original da HBO Europe, destaca-se Kamikaze, primeira produção original dinamarquesa; Pray, Obey, Kill, série de documentários suecos sobre crimes reais; ou Welcome to Utmark, drama norueguês que estreia a 18 de abril.
Já quando a HBO Portugal evoluir para HBO Max, a HBO promete uma antevisão ao ano de 2022, que trará a tão esperada prequela de Game of Thrones, House of the Dragon; a antecipada nova série And Just Like That…; a segunda temporada de Euphoria, entre muitas outras.
Boas notícias para quem já viu todos os episódios. A Netflix acaba de confirmar uma segunda temporada de Fate: The Winx Saga, a nova versão live-action da série animada Winx Club. A produção deverá começar algures mais perto do final do ano, na Irlanda. Para já, sabemos que a nova temporada terá um total de oito episódios.
Como já devem ter percebido, as jovens Abigail Cowen (Bloom), Hannah van der Westhuysen (Stella), Precious Mustapha (Aisha), Eliot Salt (Terra) e Elisha Applebaum (Musa), que tiveram de aprender a controlar os seus poderes em Alfea, estarão de volta para novas aventuras.
Fate: The Winx Saga conta com Brian Young como showrunner e é uma série original da Archery Pictures Production em colaboração com o Rainbow Group.
Durante a mais recente Nintendo Direct, segmento que surgiu para revelar uma série de títulos, foi também revelado World’s End Club, a nova aposta dos criadores de Danganronpa e Zero Escape, Kotaro Uchikoshi e Kazutaka Kodaka.
A nova aventura narrativa acompanha um elenco de personagens presos num parque temático subaquático onde são forçados a jogar o “Jogo do Destino”, um teste às suas amizades e resiliência que os irá ajudar a escapar e a descobrir porque é que toda a gente desapareceu.
World’s End Club chega em exclusivo à Nintendo Switch a 28 de maio.
A popular série multijogador da Nintendo Switch tem sequela já para o ano.
Não seria uma Nintendo Direct sem uma revelação final. Para a mais recente, o anúncio escolhido foi para Splatoon 3.
Com data marcada para 2022, Splatoon 3 apresentou-se com um trailer que mistura trechos de jogabilidade com imagens de ambiente, revelando ainda um breve olhar ao sistema de personalização que inclui, agora, uma criatura de companhia.
Segundo a Nintendo, esta nova aposta vai tomar lugar em novas regiões, como as Splatlands, onde vamos poder conhecer os seus habitantes cheios de estilo.
Sabe-se ainda que Splatoon 3 vai contar com uma carreira a solo e com o modo multijogador, Turf Wars, que coloca equipas de quatro jogadores em competição com novos cenários, manobras e armas.
Splatoon 3 chega em exclusivo à Nintendo Switch em 2020, numa data a confirmar.
A ideia é de uma nova startup incubada na Startup Ourém. Trata-se da doMore, plataforma digital em fase de lançamento apoiada no âmbito do Startup Voucher, do IAPMEI, que visa premiar os seus utilizadores pela concretização de atividades benéficas para a sua saúde e para o meio ambiente.
Essencialmente, haverá uma aplicação móvel que atribuirá pontos aos utilizadores sempre que estes realizem atividades que promovam um estilo de vida mais saudável ou sempre que pratiquem comportamentos mais sustentáveis. Exemplos disso são caminhadas, idas ao ginásio ou, até, a utilização de transportes públicos.
“Sempre que o façam, os utilizadores serão recompensados com pontos que deverão utilizar para resgatarem os prémios exclusivos nas mais de 50 parcerias espalhadas por todo o território nacional”, explica o empreendedor Pedro Silva, acrescentando que “para as nossas parcerias, realizamos publicidade de forma completamente gratuita, dando assim a possibilidade às micro, pequenas e médias empresas de atingirem públicos que seria impensável através dos meios tradicionais, assim como muitas outras vantagens”.
Não sabemos, contudo, quantos pontos serão dados por atividade e a quantidade mínima para a troca pelos tais prémios. Também não sabemos ao certo quais os prémios que os utilizadores poderão adquirir, mas, a ter em conta as publicações nas redes sociais, conseguimos perceber que servirão de descontos em estadias em hotéis, comida, calçado, roupa, entre outras possibilidades.
De momento, a doMore encontra-se na fase de lançamento MVP – Produto Viável Mínimo, com o intuito de testar e melhorar a experiência dos utilizadores na construção de um produto final.
Menos de um dia depois do anúncio de Fall Guys para Nintendo Switch, a Mediatonic e a Xbox revelam que o divertido jogo competitivo também está a caminho da Xbox One e Xbox Series X|S.
Assim, Fall Guys: Ultimate Knockout vai mesmo chegar às consolas da Xbox, mas sem presença no catálogo do Xbox Game Pass. Portanto, fica disponível em formato standalone e, como tal, com um custo associado.
Os jogadores da Xbox poderão juntar-se em breve à comunidade de Fall Guys no verão, na altura composta por jogadores do PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Nintendo Switch, Xbox One e Xbox Series X|S.
Vivem no Montijo, têm um carro elétrico e costumam ir fazer compras ao Centro Comercial Alegro Montijo?
O Alegro Montijo acaba de disponibilizar uma solução integrada de energia e mobilidade elétrica, que oferece oito lugares de estacionamento, com postos de carregamento para carros híbridos e elétricos – três postos rápidos e dois postos duplos semirrápidos – com recurso a energia solar proveniente de painéis fotovoltaicos, instalados para o efeito.
Estes postos de carregamento resultam de uma parceria com a Mota-Engil Renewing e permitem o carregamento de sete veículos em simultâneo, com uma perspetiva de ampliação de postos de carregamento, de acordo com o crescimento das necessidades de mobilidade elétrica.
A energia proveniente dos painéis fotovoltaicos instalados no parque de estacionamento permitirá alimentar um parque automóvel com uma autonomia até cerca de 1.200.000 km por ano, cerca de 100.000 km por mês.
Teresa Sousa, Diretora do Alegro Montijo, acrescenta ainda que “o tempo médio de visita de um cliente ao Centro Comercial Alegro Montijo é de 1 hora e 15 minutos, tempo suficiente para um carregamento superior a 100 km, no caso da maioria dos veículos 100% elétricos, variando em função da tipologia –híbrido ou elétrico –, do tipo da viatura e da marca”.
A Nintendorevelou uma nova entrada na série Mario Golf, com Super Rush.
Adormecido desde 2014, ano em que foi lançado para a Nintendo 3DS, Mario Golf está a caminho da Nintendo Switch com um elenco de personagens icónicas que terão que competir não só com a precisão das suas tacadas, mas também com corridas e habilidades especiais.
Mario, Luigi, Yoshi, Peach, Waluigi, Bowser e Daisy são as personagens que podem ser usadas no novo jogo que conta agora com o modo Speed Golf, onde todos competem para chegar primeiro à bola para a sua próxima tacada.
Mario Golf: Super Rush promete, também, uma campanha com história, onde podemos usar até o nosso Mii, progredindo e evoluído ao longo da carreira de golfista.
Mario Golf: Super Rush chega à Nintendo Switch a 25 de junho.
A Devolver Digital aproveitou a recente Nintendo Direct para dar as boas notícias aos jogadores da Nintendo. O super popular jogo da Mediatonic, Fall Guys: Ultimate Knockout, vai deslizar e cair na Nintendo Switch durante o verão.
Para já, os jogadores podem divertir-se em sessões de sobrevivência no PC e na PlayStation, onde o jogo teve a sua explosão de popularidade quando foi lançado como oferta do PS Plus em agosto de 2020.
Atualmente, Fall Fuys: Ultimate Knockout vai na sua terceira temporada, contando com mais níveis e conteúdos para desbloquear do que quando foi lançado. Por isso, quando chegar à Nintendo Switch, estará ainda mais completo.
Para já, não se conhecem os detalhes desta versão, mas podemos dizer com confiança que será possível juntar 60 jogadores em divertidas e coloridas partidas de sobrevivência em modo docked e em modo portátil.
A data e o preço de lançamento ainda não foram revelados.
2021 marca o aniversário da saga The Legend of Zelda. Para celebrar, a Nintendo revelou que um dos jogos mais acarinhados pelos fãs vai ganhar uma versão para a Nintendo Switch.
Lançado originalmente para a Nintendo Wii, The Legend of Zelda: Skyward Sword HD chega às mais recentes consolas da Nintendo a 16 de julho, sendo, essencialmente, uma conversão do jogo com pequenos ajustes visuais e mecânicos.
Do lado visual são esperados gráficos em HD, até 1080p a 60fps, possíveis na Nintendo Switch normal. Já do lado da jogabilidade, a nova versão vai receber suporte para controlos convencionais, com os dois joysticks dos JoyCons e controlos da Nintendo Switch Lite, uma vez que, na versão original, as ações de Link recorriam ao uso do Wii Remote e do Nunchuk.
Ainda assim, será possível jogar com os sensores de movimento dos Joy-Cons.
Juntamente com o jogo, e por falar em Joy-Cons, a Nintendo revelou também um novo par de Joy-Cons comemorativos de The Legend of Zelda: Skyward Sword, que ficarão à venda também a partir de 16 de julho.
Framing Britney Spears estreou este mês nos Estados Unidos.
Fãs de Britney Spears, e não só, guardem a noite da próxima segunda-feira, dia 22 de fevereiro. Às 22h, o canal Odisseia irá estrear em exclusivo Framing Britney Spears, um documentário do The New York Times que causou recentemente grande impacto nos EUA.
A produção recorda as luzes e as sombras da trajectória de Britney Spears, incluindo a sua etapa de maior popularidade nos anos 90 e 2000, abordando a série de acontecimentos que levaram a que, em 2008, perdesse o controlo da sua vida e passasse a ser tutelada a partir dessa altura pelo seu pai (Jamie Spears).
Este trabalho de investigação explora a base legal da tutela, assim como os requisitos que devem cumprir tanto Spears como os tutores designados pelo juíz. Hoje em dia, a cantora de 39 anos não pode dispor livremente do seu dinheiro ou assinar nenhum documento sem autorização prévia, o que a levou a uma árdua batalha judicial contra o seu pai. A origem desta decisão legal foi a crise nervosa de que a “princesa da pop” sofreu em 2007, e que a levou a rapar a cabeça e, posteriormente, a perder a custódia dos seus filhos e a entrar num centro psiquiátrico.
Framing Britney Spears também explora a ferverosa base de fãs que estão convencidos que Britney deveria ser libertada da tutela (e que lideram o movimento #FreeBritney) e revê o tratamento questionável que os meios de comunicação revelaram durante a carreira da estrela da pop. Uma época em que a artista sofreu o permanente assédio, com paparazzi que a perseguiam 24 horas por dia, e objeto de comentários ofensivos e machistas em programas de televisão.
Entre os testemunhas deste documentário, destaque para Felicia Culotta, uma amiga da familia que viajou juntamente com Spears durante grande parte da sua carreira; Kim Kaiman, a responsavel de marketing que ajudou a criar a imagem original de Spears; Vivian Lee Thoreen, advogada que atualmente trabalha na luta pela tutela; e Adam Streisand, o advogado que Spears tentou contratar nos primeiros dias de tutela para tentar desafiar o seu pai.
Framing Britney Spears faz parte da segunda temporada de The Weekly, série documental produzida pelo The New York Times e que o Odisseia oferece em exclusivo em Portugal.
Este croissant, sem gorduras hidrogenadas, destaca-se pela massa meio brioche, meio folhada, resultando numa crosta estaladiça.
Se costumam fazer compras nas lojas Continente, saibam que, na próxima visita, irão encontrar um novo produto muito especial. O Nosso Croissant está, a partir de hoje, à venda em exclusivo nas lojas da insígnia da Sonae, bem como nas lojas Bagga.
Trata-se de um produto nacional, semi-folhado, e que resulta de uma receita original contendo massa meio brioche, meio folhada, apresentando, no final, crosta estaladiça.
Este O Nosso Croissant, sem gorduras hidrogenadas, foi pensado ao pormenor, desde o aperfeiçoamento minucioso da receita ao desenvolvimento da identidade da marca até à apresentação na loja e nas embalagens personalizadas – caixas ou saco de papel.
O custo é de 1€ por croissant, o mesmo valor aplicado a cada unidade dos Dunkin Donuts, também à venda nas lojas Continente.
Concorrência para as lojas dedicadas a este nicho.
Swappie, Forall Phones, Hey Phones. E isto sem contar com lojas mais tradicionais, como Worten, Fnac, Staples, PC Diga e afins. Todas elas têm vindo a apostar num nicho que se tem provado lucrativo: a venda de smartphones recondicionados, maioritariamente iPhones.
Apercebendo-se do potencial do mercado, eis que, agora, a NOS resolveu apostar neste segmento, sendo a primeira operadora em Portugal a disponibilizar smartphones Apple recondicionados.
Com garantia de dois, diz a NOS que os iPhones estão como novos e que podem ser adquiridos a preços muito competitivos. Neste momento, estão disponíveis os modelos iPhone 7 de 32GB (229,99€), iPhone 8 de 64GB (334,99€), iPhone XS Max de 64GB (499,99€) e iPhone XR de 64GB (649,99€). Todos os equipamentos incluem carregador e auriculares.
Tal como nas outras lojas, também a NOS irá vender iPhones que variam entre os estados de “Como novo”, “Bom Estado” e “Estado razoável”, embora, no momento de escrita deste artigo, somente venda smartphones recondicionados da Grade A, ou seja, como novos.
Resta dizer que estes equipamentos não estão disponíveis nas lojas físicas e, como tal, são exclusivos da loja online. Para quem preferir, saibam ainda que é possível adquirir estes recondicionados em prestações.
Os smartphones recondicionados vendidos pela NOS são fornecidos pela Recommerce.
Basta usar a conhecida app e pedir o que mais desejam da seleção de cerca de 800 produtos disponíveis.
Depois de, em dezembro do ano passado, ter começado a trabalhar com a Uber Eats, e, mais recentemente, ter disponibilizado excedentes na popular app Too Good To Go, eis que as lojas Celeiro acabam de celebrar uma nova parceria, neste caso com a Glovo.
A partir de agora, os portugueses têm mais uma opção para que possam usufruir de bens saudáveis essenciais. São cerca de 800 produtos disponibilizados na aplicação da Glovo, distribuídos pelas categorias de mercearia biológica, alimentação infantil, alimentação apta para as várias intolerâncias, frescos biológicos, cosmética natural, alimentação para animais, suplementos alimentares e higiene, entre outras.
Caso nunca tenham usado a Glovo, usem o nosso código 29AX7X2 que vos garante 15€ de desconto em produtos (limitado a 5€ por pedido) em pedidos de valor superior a 10€.
O Celeiro abriu a sua primeira loja em 1974, no Rossio, e, de momento, conta com mais de 45 lojas em todo o país.
Numa altura em que Portugal vive ainda sob fortes medidas restritivas devido à Covid-19, à medida que os empresários, comerciantes ou prestadores de serviços se preparam para o eventual fim do confinamento geral, eis que chega uma nova funcionalidade muito interessante para os clientes empresariais Revolut.
Basicamente, a partir de agora, os clientes Revolut Business passam a ter disponível a opção de pagamento com QR Codes. Quer isto dizer que, com recurso ao smartphone, na app Revolut Business, podem agora gerar códigos QR sem ser necessário deter ou adquirir um terminal de pagamento automático específico para o efeito.
Apesar deste sistema se destinar a pagamentos físicos, funciona como método de pagamento sem contacto, salvaguardando o ainda necessário distanciamento social à luz da pandemia.
Esse recurso sem contacto permite pagamentos instantâneos, requerendo, para isso, apenas uma ligação à Internet, por forma a garantir que o pagamento foi realizado com sucesso na presença do cliente.
Na prática, os comerciantes usam a sua app Revolut Business para gerar um código QR que o cliente pode digitalizar com a câmara do seu telefone. O cliente receberá um aviso para pagar com Apple Pay, Visa ou Mastercard e poderá concluir o pagamento no seu próprio dispositivo iOS ou Android.
Naturalmente, esta funcionalidade está também disponível em Portugal. Para ativar os códigos QR, os clientes Revolut Business precisam de atualizar a sua app para, pelo menos, a versão 2.28.
Empresa bracarense Portuguese Craft Beer aposta na distribuição.
No ano passado, Portuguese Craft Beer, empresa do humorista João Seabra, começou por colocar as suas cervejas em 16 lojas da cadeia holandesa SPAR. Três meses depois, o número de lojas SPAR com os produtos da PCB mais do que triplicou.
O ano de 2021 começou com as cervejas Alma e Amphora presentes num total de 50 lojas SPAR, num processo de crescimento continuado que entusiasma os responsáveis da PCB.
A Amphora dispõe de seis rótulos: a Bracara (Cream Ale), a Imperator (Quadrupel), a Elysivm (Honey Ale), a Gladiator (American IPA), a Centvrivm (Imperial Stout) e a Nemesis (Special Ale). No segmento premium, a Portuguese Craft Beer detém a Alma, também com diversos rótulos, evocativos das regiões portuguesas.
Mais recentemente, foi lançada a Alma Brasileira, com objetivo inicial de servir a comunidade brasileira residente em Portugal, cujo mercado vale mais de 150 mil pessoas.
Todas estas cervejas podem ser encontradas na loja online da produtora, nos supermercados El Corte Inglés e, claro, nas lojas SPAR.
Ano novo, vida igual. Mas pelo menos há música nova!
Bem-vindos à rubrica de álbuns essenciais de cada mês. Este vai ser o meu segundo ano a escrever sobre música para o Echo Boomer, mas o entusiasmo continua a ser o mesmo. A verdade é que é difícil não ficar entusiasmado quando o tema abordado é música.
2021 começou a meio gás, mas já tivemos alguns álbuns aguardados lançados em janeiro. Destaca-se um disco muito agradável de Rhye, um bastante eletrizante dos You Me At Six e um regresso acima das expectativas dos Weezer. Novidades também as há, por isso aproveito para abrir com a que me mais me surpreendeu: Arlo Parks.
O álbum de estreia de Arlo Parks (nome pelo qual Anaïs Marinho é conhecida profissionalmente) tornou-se num instant classic, adaptado a público de todas as idades, com a capacidade de se tornar intemporal. Um ótimo arranque que vem provar que estavam corretos todos aqueles que depositaram confiança nas capacidades da cantora enquanto songwriter.
Anaïs aborda temas sensíveis enquanto mantém a a sua música acessível ao público geral, num álbum introspetivo e com uma boa carga de reflexão. Após algum tempo a lançar singles, Arlo Parks subiu bastante a fasquia com este álbum. E nós cá estaremos para o que aí virá desta carreira promissora.
Diretamente da Irlanda do Norte, surge um álbum que está a gerar algum discussão, produzido pela dupla que forma Bicep, Andrew Ferguson e Matthew McBriar.
Sabendo que a estreia deste duo foi bastante promissora, todas as atenções dos fãs estavam viradas para este álbum. E pode-se dizer que não desiludiu!
Isles é, como a capa do álbum indica, uma produção colorida, com sonoridades e batidas que rapidamente se entranham no ouvido, espalhando-se pelo corpo através de ondas de impulsos elétricos ao longo do sistema nervoso e se recusam a sair deste ciclo infindável de produção de serotonina.
Este álbum funciona melhor quando desconstruído em faixas do que como um álbum em si, mas os temas que valem a pena são realmente incríveis.
Classificação do álbum: ★★★★
Músicas a ouvir:
Atlas
Apricots
Saku (ft. Clara La San)
Rever (ft. Julia Kent)
Celeste – Not Your Muse
Género: Soul/R&B
Link para o Spotify
Not Your Muse está recheado de músicas cheias de soul, com a capacidade de cativar facilmente. No entanto, peca por ser extenso demais, com alguma falta de critério nas músicas selecionadas para o integrar, diluindo um pouco o que o torna tão especial.
Ainda assim, é, no geral, um bom álbum de uma artista que veio para ficar e promete bastante, dada a sua capacidade de produzir melodias belíssimas, acompanhadas de uma voz densa e cativante. O facto de, neste álbum de estreia, ter conseguido faixas tão especiais sem grande esforço, só justifica ainda mais as expectativas que coloco nela.
On All Fours é o primeiro grande álbum do ano (dentro do punk), produzido por este quarteto que se dá pelo nome de Goat Girl e cuja evolução sonora desde o álbum de estreia se traduz em “sucesso”.
Ainda que não acredite que seja um álbum destinado às massas ou de consumo rápido, com a devida atenção de quem o está a ouvir, fica melhor a cada rodagem.
Esta produção de Goat Girl é a primeira estrela no currículo da banda e, mesmo que não reinvente a roda, vem dar um novo fulgor ao Post-Punk Revival com harmonias refinadas e bastante equilibradas que a fazem rodar de forma constante, sem devaneios a destoar da missão do álbum.
Costuma haver muita superstição com o número 13, mas as 13 faixas deste álbum são tudo menos produto de má fortuna.
A ascensão meteórica de Jazmine Sullivan já não é segredo para ninguém, muito menos depois de ter atuado no início do Super Bowl LV.
Ainda que a cantora norte-americana encare Heaux Tales como um género de EP, este tem mais ar de álbum que muitos outros que são lançados semanalmente. Heaux Tales é, como o nome indica, uma coletânea de contos da autoria de Jazmine, que tem uma capacidade admirável de storytelling.
Foram desenvolvidas personagens e cenários que, sem grandes adereços, tornam este trabalho em algo poético, capaz de transparecer todo o significado e simbolismo que a cantora lhe quis dar.
Quase oito anos depois do lançamento do aclamado single “Open”, Rhye (nome do projeto de Mike Milosh) mantém toda a consistência e harmonia de início de carreira, o que é algum bastante positivo. E apesar deste Home já se aproximar um pouco do estatuto de “Pop album”, mantém algo que o torna especial: as ligações do cantor canadiano às suas raízes. Não há nada mais importante na indústria musical que a identidade e integridade artística.
Em 2018, tive o privilégio de assistir a um concerto de Rhye no NOS Primavera Sound, bastante prazeroso na altura. Com estas novas músicas, adicionadas ao repertório, tenho a certeza que o próximo que tiver oportunidade de assistir ainda será ainda mais especial. Ainda assim, sou da opinião que este álbum poderia estar melhor caso tivesse o devido tempo para maturar, embora esteja claramente superior aos últimos dois.
Vindos diretamente da Grã-Bretanha, esta banda de Post-Punk já havia avisado em 2018 sobre as suas intenções que conquistar o seu lugar ao sol no panorama Punk apesar da presença forte de Idles e Fontaines D.C.. Este ano, o grupo volta a dar cartas nesse sentido, reforçando a sua presença.
Pode-se dizer que o “Punk is not dead”, muito pelo contrário, visto que os Shame dão ar da sua graça num álbum que dá o correto uso ao Punk. Isto é, o Punk nasceu em garagens com o objetivo de contrariar o mainstream, sendo que a missão passava sobretudo em passar uma mensagem forte (muitas vezes polémica).
No final dos anos 90, o mundo pareceu começar a deixar de precisar do género musical, vivendo numa utopia colorida toldada pelo R&B, Folk e Pop. Com o panorama atual, a mensagem trazida pelo Punk Rock volta a ser uma necessidade e o álbum Drunk Tank Pink surge, nestes tempos conturbados, para colmatar essa necessidade.
Um álbum perfeito para relaxar e para momentos de introspeção, graças à sonoridade cósmica que acarta. Enquanto a maioria das músicas são dotadas de um som muito único, das quais a “Bad Town” capta o género Desert Noir no seu esplendor máximo de beleza, “A Kiss Before Dying” traz recordações do som de The XX.
A verdade é que The Last Exit é um álbum consistente, constantemente a arranhar o topo e a superar-se a si próprio. Um ponto forte é a capacidade representativa da cultura western em muitos momentos, naquele que é, sem dúvida, um disco perfeito para uma longa viagem de carro ao cair da noite. Nem a propósito, “White Sands” foi, de todas, a minha parte preferida da viagem.
Os velhinhos Weezer desistiram de tentar recriar o produto que os levou ao auge há 20 anos e, atualmente, estão apenas a divertir-se sem compromissos. Houve uma grande aproximação da vertente Pop e a música não está tão refinada como seria de esperar (principalmente no que toca a escrita), mas houve uma melhoria face aos álbuns anteriores, de onde já não sai nada de jeito desde Everything Will Be Alright In the End (2014). E enquanto não é o produto com mais profundidade musical da banda, OK Human é melhor que muito pop mainstream que por aí anda, ficando com facilidade no ouvido. No fim de contas, é um bom álbum para entreter.
É irónico como os You Me At Six conseguem num álbum, de forma tão simples, a proeza que os Imagine Dragons andam a tentar fazer (e a falhar) há quase 10 anos. Lançar músicas com letras desafiantes e melodias poderosas, tendo como base um Rock híbrido. Neste álbum, somos presenteados com sons refrescantes e eletrizantes influenciados por traços de música eletrónica, econando com uma naturalidade admirável.
Depois de, seguramente, ter ouvido Suckapunch mais de 20 vezes, a sensação que fica é que a banda de Rock moderno britânica está, ao 7º álbum, no seu auge a nível de ideias.
Conclusão final? Temos aqui um álbum potente!
Classificação do álbum: ★★★★½
Músicas a ouvir:
Beautiful Way
Kill The Mood
Glasgow
Adrenaline
What’s It Like
Embora janeiro seja sempre um mês com poucos lançamentos a nível musical, este ano arrancou melhor que 2020. Veremos se em fevereiro a tendência se mantém.
Um espaço dedicado à discussão construtiva e à partilha de conhecimento e experimentação.
São clientes do Continente e adoravam participar na criação dos serviços e produtos de amanhã, tendo, como recompensa, a possibilidade de experimentar esses mesmos produtos/serviços gratuitamente? Então têm de conhecer o Continente Labs.
Essencialmente, trata-se de uma comunidade, um ponto de encontro entre o Continente e os clientes que gostam de desafios. Se estão sempre prontos a partilhar críticas construtivas ou têm melhores soluções para produtos existentes ou novas ideias para novos projetos, este é o espaço indicado para todos vós. No fundo, o Continente quer a opinião destes beta testers para que possa melhorar os produtos que irão lançar futuramente, tornando-os o mais relevantes e úteis possíveis para os clientes.
O que podem fazer na comunidade Continente Labs?
Testar novas app’s e produtos, ajudar a melhorá-los;
Ganhar reconhecimento na comunidade e deixar a vossa marca num produto que pode fazer parte da vida de milhões de pessoas;
Debater assuntos exclusivos, explorar questões e dúvidas diretamente com quem está empenhado em fazer a diferença no Continente;
Manterem-se a par de todas as novidades tecnológicas e conhecer produtos Continente surpreendentes.
O funcionamento é simples. Primeiro, devem registar-se com o número de telemóvel associado à vossa conta da app Cartão Continente. Depois, já registados, devem explorar todos os projetos e identificar aqueles que vos fazem sentido.
Podem, então, entrar nas respetivas conversas e comentar, votar e partilhar ideias sobre diferentes projetos em aberto a cada momento, identificando erros e propondo melhorias. O interessante é que vários responsáveis do Continente estarão a interagir diretamente convosco através da plataforma, recolhendo e analisando todo o feedback, pelo que devem, depois, aguardar por novidades.
É muito isto a plataforma, consistindo em testar novidades que ainda não foram lançadas para o público em geral, pois só com o respetivo tempo de teste é que se consegue entregar o melhor produto/serviço possível.
E além de se poderem manter a par de todas as novidades tecnológicas do Continente, podem deixar a vossa “marca” num produto que pode vir a fazer parte da vida de milhares de pessoas, incluindo a vossa.
Esta semana, o Continente informou que já contava com mais de 2.600 participantes, de norte a sul do país, nesta comunidade. Além disso, e se forem ativos na plataforma, podem perfeitamente adquirir novos produtos gratuitamente.
Por exemplo, o Continente Labs disponibilizou aos primeiros utilizadores que interagiram na comunidade um cupão de 100% de desconto na compra de um Beyond Burger, um dos produtos do Continente Food Lab. Na prática, isso significa que, embora gastem originalmente o valor do produto, recuperam-no na totalidade em Cartão Continente.