Crítica – Quantum of Solace

Quantum of Solace foi uma das maiores desilusões da década em que foi lançado e também um enorme tombo para a série que foi tão bem revitalizada com Casino Royale.

Sinopse: “Após a morte de Vesper Lynd, James Bond (Daniel Craig) torna a sua próxima missão em algo pessoal. A procura por aqueles que chantagearam a sua amante leva-o ao implacável empresário Dominic Greene (Mathieu Amalric), um jogador-chave na organização que coagiu Vesper. Bond descobre que Greene está a planear obter o controlo total de um recurso natural vital, tendo que navegar por um campo minado de perigo e traição para estragar esse mesmo esquema.”

Nunca é fácil criar um filme para ser aclamado numa saga já muito popular. Ainda mais difícil é produzir uma sequela direta a uma obra que revitalizou uma determinada saga. Depois de uma primeira aposta tão bem sucedida nesta nova Era de James Bond, Marc Forster (World War Z) teve a tarefa desafiante de entregar algo tão bom quanto o que Martin Campbell foi capaz de lançar. Infelizmente, uma greve de argumentistas afetou profundamente a produção de Quantum of Solace – Forster e Daniel Craig reescreveram várias cenas – e o resultado final é um dos maiores fracassos da década de 2010.

Assistir a esta sequela menos de um dia depois de ver Casino Royale não ajudou a aliviar a minha opinião negativa. A queda em qualidade e entretenimento geral é gigantesca. Sendo totalmente honesto, apenas a prestação convincente de Craig salva este segundo filme da sua saga de se tornar num desastre total. O ator continua a ter um empenho e dedicação notáveis, demonstrando mais uma vez que o seu casting foi uma decisão fantástica. Infelizmente, tenho dificuldades em encontrar o mesmo nível de apreciação em qualquer outro elemento deste filme.

Quantum of Solace

Uma das mudanças mais evidentes são as sequências de ação pouco entusiasmantes e horrivelmente filmadas. Tinha intenção de usar alguma parte deste filme para comparar com o seu antecessor, mas a melhor cena de ação da obra de Forster não é suficientemente boa por conta própria. Praticamente todas as cenas de ação encontram-se desprovidas da elegância, grandeza e epicidade da saga Bond. Perseguições incompreensíveis são montadas através de cortes rápidos (edição por Matt Chesse e Richard Pearson) e cenas de luta são arruinadas por uma câmara com demasiados tremeliques (cinematografia por Robert Schaefer).

Até a história em si sofre com estes elementos técnicos que se destacam pela negativa. Personagens escapam frequentemente de certas situações sem que os espetadores sejam capazes de entender como. Os pontos de enredo ocorrem e alcançam as suas conclusões sem qualquer caminho de desenvolvimento. Ainda assim, o maior pecado de Quantum of Solace é conseguir fazer com que um filme de James Bond seja incrivelmente aborrecido. Desde a ação dececionante à narrativa desinteressante, os níveis de entretenimento são tão baixos que o menor tempo de execução de toda a franchise parece mais longo do que realmente é.

Além disso, esta sequela pega no Bond impiedoso, introduzido no filme anterior, e transforma-o num homem simplesmente violento. No meio de tanta ação confusa e caótica, Bond é retratado de uma maneira muito mais intensa apenas e só porque decidiram que o filme necessitava de violência, o que vai contra o que Campbell apresenta na sua própria longa-metragem. As novas “Bond girls” voltam a ser mulheres banais e genéricas sem arco ou propósito verdadeiros, apesar de Olga Kurylenko (Black Widow) e Gemma Artenton (Summerland) entregarem boas performances. Finalmente, Mathieu Amalric (Oxygen) interpreta um vilão esquecível de Bond que segue as fórmulas clichés do arquétipo.

Não consigo mesmo entender como é que uma saga passa de um filme fenomenal, adorado pela grande maioria dos espetadores, para uma sequela vergonhosamente chata com um enredo que dificilmente justifica o próprio termo. As personagens viajam de cidade para cidade, lutam contra pessoas aleatórias em diferentes locais e, quando os espetadores se apercebem que não existe um objetivo em concreto, metade do filme já decorreu. Forster está longe de ser um mau cineasta, mas como o próprio indiretamente admitiu, a saga de James Bond não é o lugar certo para ele.

Quantum of Solace foi uma das maiores desilusões da década em que foi lançado e também um enorme tombo para a série que foi tão bem revitalizada com Casino Royale. A prestação dedicada de Daniel Craig não é suficiente para salvar um filme com um James Bond excessivamente violento, repleto com sequências de ação terrivelmente manuseadas – shaky cam e cortes rápidos é capaz de ser o pior combo técnico no cinema – e uma narrativa pouco inspiradora e surpreendentemente aborrecida. Tanto o vilão como as novas “Bond girls” voltam a ser simples clichés facilmente esquecíveis. Apesar de ser o filme mais curto de toda a saga, mal podia esperar que esta sequela inesperadamente pobre chegasse ao seu final desanimador. Uma mancha que, felizmente, o próximo filme conseguiria limpar…

O novo mural de Lisboa sensibiliza para a proteção do Estuário do Tejo

É o primeiro do género em Portugal com estas dimensões.

Após o lançamento do movimento #probablybetternow, no passado mês de julho, a Carlsberg e a ANP|WWF oferecem agora um novo mural de Arte Urbana à cidade de Lisboa, que sensibiliza para a necessidade de proteger o Estuário do Tejo e a sua biodiversidade, em particular os golfinhos comuns visitantes do rio.

Localizado numa empena virada para a Biblioteca de Alcântara, a obra de grandes dimensões (20m x 17m) é da autoria de EDIS One, artista que tem usado esta expressão artística para chamar a atenção para a preservação de espécies através da série Extinction.

Trata-se de uma obra que consciencializa para um problema próximo e real, estando repleta de simbolismo. É também inovadora ao incorporar, de forma inédita, um QR Code que dá acesso a uma experiência imersiva, onde os golfinhos mostram o seu habitat natural, a mensagens relacionadas com a proteção desta espécie e à plataforma #probablybetternow. A criatividade e experiência imersiva foram desenvolvidas pela Akt Creative e é a primeira em Portugal com estas dimensões.

Sobressaem, no mural, dois golfinhos, um pintado a branco e outro a castanho, cor que representa a cortiça, material ecológico que Edis One usa habitualmente nos seus trabalhos em espaço interior. Entre a pintura, sobretudo feito a graffiti, surgem efeitos que simulam um jornal transmitindo mensagens associadas ao projeto, ao rio Tejo e à espécie retratada.

Amazon confirma que spin-off de The Boys está em desenvolvimento

Ainda não tem nome nem data de estreia.

Estávamos em setembro do ano passado quando o rumor surgiu pela primeira vez. Na altura, a Variety avançava que um spin-off da popular série The Boys, da Amazon, estava em desenvolvimento há alguns meses, mas a verdade é que, desde então, não tivemos muito mais detalhes sobre isso.

Esta semana, a Amazon confirmou que, de facto, está a trabalhar num novo projeto, tendo encomendado uma primeira temporada deste spin-off da série principal.

Com a história a decorrer na única universidade americana para jovens super-heróis (dirigida pela Vought International), o spin-off ainda sem título de The Boys é uma série irreverente que explora a vida de jovens e competitivos super-heróis, à medida que testam as suas fronteiras físicas, sexuais e morais, concorrendo pelos melhores contratos nas principais cidades. A produção será uma mistura entre série universitária e Hunger Games, mas com todo o coração, sátira e morbidade de The Boys.

Quanto ao elenco principal, será constituído por Jaz Sinclair, Lizze Broadway, Shane Paul McGhie, Aimee Carrero, Reina Hardery e Maddie Phillips. Mais nomes serão anunciados em breve.

A nova série estreará em exclusivo na Amazon Prime Video em mais de 240 países e territórios de todo o mundo.

Relativamente a The Boys, as filmagens da terceira temporada terminaram recentemente, pelo que o anúncio da data de estreia está para muito breve.

Inaugurados dois pontos de carregamento ultrarrápidos nas áreas de serviço de Penafiel

A parceria que a Repsol tem com a Brisa e a EDP Comercial vai possibilitar a instalação de 34 pontos de carregamento ultrarrápido e rápido nas autoestradas do país.

A Repsol, ao abrigo do Via Verde Electric e em conjunto com a Brisa e a EDP Comercial, inaugurou mais dois pontos de carregamento ultrarrápido, desta feita na A4, localizados nas Áreas de Serviço de Penafiel. Os dois equipamentos têm ambos uma potência de 160 kW e destinam-se aos condutores de veículos elétricos a circular em ambos os sentidos da autoestrada.

Atualmente, a empresa conta com 24 pontos de carregamento em operação em Estações de Serviço da Repsol em Portugal, sendo que 16 de operação própria estão divididos entre carregadores rápidos e ultrarrápidos. O seu plano de expansão da rede de carregadores elétricos prevê superar as 100 Estações de Serviço equipadas com carregadores elétricos ligados à rede da Mobi.e até ao final de 2022.

A parceria entre a Repsol, a Brisa e a EDP Comercial permitirá instalar 34 pontos de carregamento elétrico nas Estações de Serviço geridas pela Repsol, na A1, A2, A4 – Autoestrada de Trás-os-Montes e Alto Douro, A6 – Autoestrada Marateca-Caia e A9 – Circular Regional Exterior de Lisboa. Em cada Área de Serviço, estarão disponíveis dois carregadores rápidos e um ultrarrápido, este último permitindo carregar o equivalente a 100 kms em apenas 10 minutos.

Até ao final do ano, o Via Verde Electric será composto por 82 postos de carregamento de norte a sul do país em 40 áreas de serviço. Os postos com a insígnia Via Verde Electric já instalados, nas áreas de serviço de Santarém (A1), Grândola e Almodôvar (A2), Barcelos (A3) e Estremoz (A6) robusteceram a rede de carregamentos elétricos da Brisa Concessão Rodoviária e permitem, desde o verão, atravessar Portugal, do Minho ao Algarve, sem emitir gases com efeito de estufa.

Village Underground reabre clube esta quinta-feira

A entrada na esplanada mantém-se gratuita.

O Village Underground vai reabrir as portas do clube quando bater no relógio a meia-noite e um minuto desta quinta-feira, dia 30 de setembro.

A primeira noite de clubbing, com pista de dança, sem máscara, sem limite de capacidade nem de horário, desde que encerrou há 18 meses.

Para celebrar a ocasião, será o próprio “host” do Village Underground, Gustavo Rodrigues, a atuar até às 06h da madrugada de sexta—feira.

Para entrar, é obrigatório apresentar certificado digital (com vacinação ou testagem em dia).

O Village Underground tem já um alinhamento com o melhor talento nacional e internacional, residente em Portugal, por enquanto, para os meses de outubro e novembro que vai desvendando nas suas plataformas, nomeadamente Instagram e site oficial. Para o fim-de-semana que se aproxima e que inclui ainda, como bónus, uma véspera de feriado, esperam-se grandes momentos de reencontro e comunhão na pista de dança. Na sexta-feira com King Kami, DJ Caring e Wrong Island (B2B); no sábado com John-E e Caroline Lethô; e na segunda-feira com Chima Hiro, Early Jacker e 2old4school.

Os DJ sets na esplanada ao final do dia irão também continuar até que o tempo assim o permita. Por isso, na sexta-feira há DJ Faria, e no sábado, NelAssassin de volta à casa. A entrada na esplanada mantém-se gratuita, já o custo da entrada no clube é de 10€ consumíveis.

Esta é a primeira escola 5G do país

Os alunos fizeram um teste real da tecnologia, através de uma experiência em realidade virtual que ligou a Escola ao Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa.

Depois de dois estádios, um hospital e uma praia, é altura do 5G chegar às escolas. Para já, e como a tecnologia vai demorar a ficar disponível para todos aqueles que possuem equipamentos compatíveis, fiquem a saber que a Escola João Gonçalves Zarco, em Matosinhos, já tem 5G, sendo a primeira escola 5G de Portugal.

Com recurso a uma solução de Realidade Virtual sobre 5G, os alunos da turma de Ciências e Tecnologias do 12º ano fizeram uma visita de estudo virtual ao Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva, em Lisboa, situado a mais de 300 km da escola. Nesta experiência puderam visitar e interagir, de forma imersiva e quase real, com os conteúdos da exposição da Sala Explora do Pavilhão do Conhecimento, através de um robô equipado com uma câmara 360º, controlado remotamente pelos alunos.

Consciente da relevância de dar continuidade ao projeto hoje lançado, a NOS formalizou o compromisso de, em conjunto com a Ericsson – parceiro tecnológico da NOS para a implementação da rede 5G em Matosinhos -, desenvolver projetos educativos assentes em 5G. O objetivo é permitir que a Escola João Gonçalves Zarco comece, desde já, a tirar o máximo partido desta tecnologia, disponibilizando aos alunos e professores novos e disruptivos métodos de ensino e aquisição de conhecimento.

Desde 2019 que Matosinhos é um laboratório vivo de inovação, para o qual a NOS tem contribuído ativamente, através do desenvolvimento de projetos ligados às cidades inteligentes.

Querem pedir reembolso dos bilhetes do North Music Festival? Atenção aos prazos

Depende do dia para o qual adquiriram bilhetes.

Depois do recente anúncio do novo adiamento do North Music Festival (NMF), que deveria começar já esta quinta-feira, dia 30 de setembro, muitos festivaleiros ficaram sem saber muito bem o que fazer relativamente aos bilhetes adquiridos. Mas nada temam, pois um novo comunicado vem esclarecer tudo.

Assim, convém desde logo referir que os bilhetes já adquiridos são válidos para as novas datas do festival, que serão anunciadas brevemente. Porém, terão sempre de efetuar uma troca, isto é, contrariamente ao que vai acontecendo com outros eventos, os bilhetes que adquiriram não serão automaticamente válidos. Para isso, poderão efetuar a troca, sem custos, para qualquer outro dia à escolha mediante disponibilidade de lotação e realizada no ponto de venda onde o primeiro bilhete foi adquirido. Para tal, será necessária apenas a apresentação do bilhete e do comprovativo de compra.

Já quem tem outros planos e ficou sem vontade de ir ao festival, ou porque não pode mesmo, saibam que o reembolso é possível. Neste caso, deverão dirigir-se ao ponto de venda onde o bilhete foi adquirido e solicitar o reembolso durante os 14 dias úteis após a data prevista para a realização do evento. Também neste caso, o reembolso será efetuado mediante a apresentação do bilhete e do comprativo de compra.

Mas atenção às datas, pois varia consoante o dia do festival. Assim:

  • Para os bilhetes adquiridos para o dia 30 de setembro 2021, os reembolsos poderão ser pedidos a partir de 1 de outubro;
  • Para os bilhetes adquiridos para o dia 1 de outubro 2021, os reembolsos poderão ser pedidos a partir de 2 de outubro;
  • Para os bilhetes adquiridos para o dia 2 de outubro 2021, os reembolsos poderão ser pedidos a partir de 3 de outubro;
  • No que se refere aos passes gerais de dois e/ou três dias – 30 de setembro, 1 e 2 de outubro de 2021 –, os reembolsos poderão ser pedidos a partir de 3 de outubro.

Por último, convém também realçar que os bilhetes ganhos em passatempos nos canais oficiais do NMF – Instagram e Facebook – continuam a ser válidos para os dias correspondentes aos do passatempo, sem possibilidade de troca.

De momento, resta-nos aguardar por novidades, não só relativamente a datas, mas também relativamente ao cartaz do festival.

Clandestino. Novo spot em Aveiro é um investimento “anticrise”

Desde as francesinhas às pizzas, às entradas mais conhecidas ou a novidades, o menu do Clandestino é dirigido a um público moderno e desenvolto.

Clandestino by Salpoente é um novo conceito em Aveiro, numa nova aposta que representa um investimento “anticrise” na criação do novo restaurante, um espaço urbano e moderno e que abre com base nos pratos e produtos que fizeram sucesso no delivery do Salpoente durante a pandemia – o Executive Express. A excelente receção dos clientes ao receituário desenvolvido pelo chef Duarte Eira e a sua equipa permitiu a nova aposta: o Clandestino.

Localizado na Rua Luis Bráz Abreu, trata-se de uma localização estratégica, ficando perto da Universidade de Aveiro, Hospital e vários serviços públicos. O Clandestino apresenta uma decoração aprimorada, como é apanágio no Grupo Salpoente, e tem uma esplanada, completamente integrada com o jardim da baixa de Santo António, que os clientes vão adorar.

O Clandestino apresenta uma carta moderna, urbana e diferenciadora. Desde as francesinhas às pizzas, às entradas mais conhecidas ou a novidades, o menu foi pensado para um público moderno e desenvolto.

Do Salpoente transitará João Dias como chef residente do Clandestino e que levará o mesmo profissionalismo e atenção ao detalhe para o novo restaurante.

O restaurante funciona todos os dias das 12h às 15h e das 19h às 22h30, estando também disponível em modo takeaway e delivery.

The Hood, o antimall mais cool da Europa, recebe espaço para jogar os grandes clássicos dos videojogos

O valor do bilhete varia dependendo de quanto tempo pretendem jogar.

Os fãs de videojogos, pelo menos os mais saudosistas, deverão por esta altura já ter ouvido falar no nome Nostalgica – Museu de Videojogos, um museu de videojogos que foi fundado em 2016 para promover eventos sob a temática dos videojogos. Além de ter um espaço físico, o museu apresenta exposições itinerantes para toda a família, com experiências únicas para várias gerações.

Ora, a Nostalgica vai-se dando a conhecer aqui e ali. Recentemente, o museu esteve no MAR Shopping Matosinhos para relembrar os clássicos dos videojogos dos últimos 40 anos. Agora, e de modo a simular uma sala de jogos arcade em Tóquio, eis que a Nostalgica apresenta a Tokyo Arcade Experience, mas desta vez no The Hood, o antimall mais cool da Europa, localizado no UBBO.

No espaço, é possível jogar os grandes clássicos dos videojogos, desde Tetris a Outrun, passando por Metal Slug, Pacman, R-type e Thunder Blade.

Além disso, todos aqueles que têm uma veia de artista podem subir ao palco Garage Band, da série de jogos Guitar Hero, onde três pessoas podem tocar e cantar centenas de temas, desde os anos 60 aos single pop mais recentes.

Os visitantes do espaço podem usufruir de todos os sistemas de jogos existentes sem qualquer limite. A entrada tem um custo de 3€ para 15 minutos, 5€ para 30 minutos e 9€ para 60 minutos. O espaço está aberto todos os dias e funciona das 12h às 21h.

Miniso abre terceira loja em Portugal, desta vez no Porto

A marca japonesa quer abrir um total de 20 lojas no nosso país.

Foi em janeiro deste ano que a Miniso, marca de lifestyle inspirada no design japonês, chegou oficialmente a Portugal. Na altura, a marca abriu uma loja no ArrábidaShopping, em Gaia, com uma área de 229 m2 e mais de 3.000 referências divididas em 11 categorias de produto. E mesmo quem estivesse longe da loja podia perfeitamente ter acesso aos produtos, neste caso através da loja online.

Já em agosto, a marca abriu um novo espaço na Póvoa de Varzim, mais especificamente na Rua da Junqueira. É também uma loja bem mais pequena, contando com 130m2. Agora, e antes de terminar setembro, eis que abre mais uma loja da marca, também a norte do país.

Para este terceiro spot, a Miniso resolveu instalar-se na Praça D. João I, no Porto. É, até ver, a maior loja da marca em Portugal, com uma área de 280 m2.

Tal como as restantes, quem por lá passar poderá ter acesso a milhares de produtos a baixo preço, bem como produtos licenciados da MarvelDisneyWe Bare BearsAdventure Time e Rua Sésamo.

Uma das outras particularidades da Miniso, e que não serão exceção na loja do Porto, são as novidades que chegam às lojas a cada sete dias, trazendo uma frescura e renovação semanal que faz com que cada visita seja única e especial, cativando clientes com idades compreendidas entre os 18 e os 40 anos.

A Miniso conta com mais de 4.300 lojas em todo o mundo. Em Portugal, a marca planeia abrir um total de 20 lojas.

Há novas instalações para a prática de indoor skydiving no Porto

A DreamFly Porto apresenta novas infraestruturas de apoio ao complexo já existente.

Quatro salas num total de 110 m2 equipadas com a tecnologia e meios audiovisuais adequados a todas as necessidades, e capacidade para grandes grupos, formam o espaço perfeito para receber todo o tipo de eventos. Adicionalmente, o túnel de vento já existente representa uma mais valia, dando a possibilidade de aliar trabalho e divertimento, ou simplesmente organizar um momento entre amigos repleto de convívio e aventura.

Para comemorar a abertura deste espaço e dar a conhecer aos clientes os novos serviços, a DreamFly Porto realiza uma mega promoção no fim de semana de 2 e 3 de outubro. Nestes dias, tanto o Voo Infantil (para crianças entre os 4 e os 12 anos), como o Voo Individual dispõem de 40% desconto e cada pacote inclui dois voos equivalentes a dois saltos de 4.000 metros de altura. As vagas são limitadas e a pré-reserva é obrigatória.

A DreamFly Porto abre assim as portas da sua nova área enquanto possibilita viver a experiência única do indoor skydiving a um preço mais acessível – a atividade que simula a queda livre e a forma perfeita de sentir a adrenalina do skydiving, com a garantia de total segurança. Uma sensação única que ensina as noções básicas de bodyflying e prova que qualquer um pode voar, inclusive as crianças (a partir dos 4 anos).

O túnel de vento da DreamFly Porto é um dos maiores da Europa ao ar livre e conta com mais de 3m de largura e 6m de altura. Um equipamento de última geração que produz ventos entre os 180 e os 350km/h numa estrutura com atmosfera controlada.

Aberto de quinta a domingo, o túnel de vento da DreamFly Porto localiza-se junto à Galeria Comercial Auchan Maia. Um novo túnel de vento DreamFly chega brevemente também a Lisboa.

Somersby Out Jazz já angariou quase 5.000€ para a União Audiovisual

Um ato solidário nesta 14ª edição do festival.

Por esta altura, muitos de vós estarão familiarizados com o Somersby Out Jazz, festival que veio dar uma nova vida aos finais de tarde dos lisboetas. Este ano, após não se ter realizado em 2020 devido à pandemia, o evento regressou à capital para proporcionar tardes de domingo inesquecíveis entre agosto e outubro, ao som do melhor do jazz, soul, funk e hip-hop.

O Somersby Out Jazz começou em agosto no Jardim Botânico Tropical, em Belém. Já este mês de setembro passou para o Jardim Botânico de Lisboa, no Príncipe Real. E para finalizar em beleza, os domingos de outubro terão muita música no Auditório de Pedra, na Tapada da Ajuda.

Outra novidade este ano foi o facto de, pela primeira vez, assumir um novo formato com lugares sentados, lotação máxima e bilhete de ingresso. Mas isto provavelmente já sabiam.

O que podem não ter reparado é que, uma vez que o festival passou a exigir bilhete, a NCS, empresa que organiza e produz o Somersby Out Jazz, aproveitou para ser solidária ao doar o valor da bilheteira para a União Audiovisual, uma associação de cariz cultural e social que nasceu durante a pandemia para apoiar os profissionais técnicos e artistas da cultura, espetáculos e eventos. E pode-se dizer que foi um sucesso.

Só em agosto, a NCS conseguiu angariar o valor de 4.888,73€, que reverterá na totalidade para a União Audiovisual. Espera-se agora que os montantes de setembro e outubro, a ser divulgados futuramente, sejam ainda mais positivos.

Depois dos livros, Book in Loop aposta na venda de calculadoras gráficas em segunda mão

Algo que vai dar muito jeito ao estudantes deste país.

A Book in Loop, plataforma online de compra e venda de livros escolares em segunda mão, lançada pela startup tecnológica The Loop Co., está de volta e com uma novidade: este ano, além de livros escolares, aposta também na revenda de calculadoras gráficas.

No início de cada ano escolar, comprar calculadoras gráficas e científicas é mais um gasto que, muitas vezes, representa uma verdadeira preocupação para as famílias. Tendo em conta que este dispositivo chega a custar cerca de 200€, a Book in Loop dá agora a possibilidade aos portugueses de comprarem calculadoras em segunda mão, por menos 50% dos valores do mercado.

Os interessados podem comprar os materiais no site da Book in Loop, no qual as calculadoras são disponibilizadas para venda depois de um processo de recondicionamento e esterilização e de passarem por rigorosos testes de controlo de qualidade.

Além dos benefícios financeiros, a revenda das calculadoras traz também benefícios ambientais, dado o aumento do seu tempo de vida e a consequente poupança dos recursos naturais que seriam usados para produzir esses materiais novos.

Até ao momento, a Book in Loop já movimentou milhares de livros e ajudou as famílias a pouparem mais de três milhões de euros, poupando mais de 10 mil árvores e mais de 100 mil toneladas de CO².

Ferrero Rocher começaram a chegar ao mercado em caixas recicláveis

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Mas fiquem descansados que se mantém a transparência da icónica caixa.

Em 2019, o Grupo Ferrero anunciou o seu compromisso de tornar 100% das suas embalagens reutilizáveis, recicláveis ​​ou compostáveis ​​até 2025. Como parte do seu compromisso para embalagens mais sustentáveis, a empresa apresentou recentemente uma nova caixa com design ecológico para sua icónica gama Ferrero Rocher.

As novas caixas com design ecológico da Ferrero Rocher começaram a ser introduzidas em todo o mundo este mês de setembro, num processo que será gradual, a começar pelas suas caixas mais vendidas de 16 e 30 unidades.

As novas caixas com design ecológico da Ferrero Rocher serão feitas de polipropileno (PP), o que permite uma reciclagem mais fácil em todo o mundo. Além de ser mais fácil de reciclar, esta inovação vai reduzir o uso de plástico e o impacto no clima. Por exemplo, as novas caixas usam 40% menos plástico para as de 16 unidades e 38% menos plástico para as de 30 unidades.

Graças às novas caixas de 16 e 30 unidades com design ecológico, a Ferrero Rocher economizará aproximadamente 2.000 toneladas de plásticos em todo o mundo no seu primeiro ano desde o lançamento. Assim que a implementação das novas caixas com design ecológico estiver concluída em todo o portfólio de caixas da Ferrero Rocher, o impacto total do projeto é estimado em aproximadamente 10.000 toneladas a menos de plástico usado.

As novas caixas de 16 e 30 unidades têm também, pelo menos, uma pegada de carbono 30% inferior. Para além disso, quando uma caixa é reciclada, tem um impacto climático ainda menor – atingindo uma pegada de carbono 70% inferior em relação à caixa anterior.

Universidade de Coimbra obtém autorização pioneira para distribuição do Gálio-68, um isótopo essencial para o diagnóstico do cancro

Uma excelente notícia.

A ICNAS-Produção, empresa da Universidade de Coimbra (UC), obteve autorização de distribuição do GalliUC, uma formulação de Gálio-68 produzido em aceleradores de partículas (ciclotrões), que vai revolucionar o uso deste isótopo para o diagnóstico do cancro.

A autorização foi concedida pelo INFARMED e é a primeira na Europa para o Gálio-68 e a primeira a nível mundial para um processo deste tipo, tendo inclusive obrigado à elaboração de uma nova monografia da Farmacopeia Europeia especialmente dedicada à produção de Gálio-68 em ciclotrões.

O Gálio-68 é um isótopo utilizado em exames PET (Tomografia por Emissão de Positrões) para o diagnóstico oncológico, nomeadamente em tumores neuroendócrinos e no cancro da próstata. Até agora, a única forma de obter este isótopo era através de equipamentos denominados geradores de gálio, dispositivos dispendiosos e com capacidade de produção bastante limitada. Por este motivo, existe uma escassez deste produto a nível mundial e, por vezes, os doentes têm de esperar vários meses até conseguirem realizar os seus exames.

Em Portugal, a ICNAS-Produção distribui, desde 2013, radiofármacos para PET preparados a partir de Gálio-68 produzido em geradores. Recentemente, resultado da sua investigação, a Universidade de Coimbra desenvolveu um processo de produção de Gálio-68 baseado em ciclotrões, o que possibilita “aumentar até 10 vezes a capacidade diária de produção, permitindo assim suprir as necessidades dos hospitais em relação a este isótopo essencial”, destaca Antero Abrunhosa, investigador e Gerente da ICNAS-Produção.

Crítica – Casino Royale

Casino Royale é uma estreia quase-perfeita de Daniel Craig como o novo James Bond.

Sinopse: “Depois de receber licença para matar, o agente do Serviço Secreto Britânico James Bond (Daniel Craig) voa para Madagáscar, onde descobre uma ligação para Le Chiffre (Mads Mikkelsen), um homem que financia organizações terroristas. Sabendo que Le Chiffre planeia arrecadar dinheiro num jogo de poker, o MI6 envia Bond para jogar contra ele, apostando que o seu mais recente agente “00” vai derrubar a organização do homem.”

Desde o nascimento da arte cinéfila, literalmente milhares de filmes foram criados e oferecidos ao mundo. Como crítico de cinema com uma tremenda paixão pela arte respetiva, esforço-me para manter uma opinião justa, imparcial, honesta, mas também experiente e conhecedora. Devido à descoberta tardia de tal paixão nos primeiros anos universitários, para além de um emprego numa área totalmente distinta, inevitavelmente perdi alguns clássicos e filmes influentes do passado, bem como franquias massivamente conhecidas. A saga de James Bond é uma dessas falhas.

Lembro-me vagamente de alguns filmes do Bond de Sean Connery a passar na TV e assisti às últimas duas películas protagonizadas por Pierce Brosnan. Fora isso, provavelmente possuo vislumbres dos outros filmes, mas nunca assisti aos mesmos como devia. Apesar disso, considero-me um fã da saga em si. Desde o género de espionagem às enormes sequências de ação, sem esquecer um personagem principal incrivelmente convincente, tem tudo o que aprecio profundamente numa saga adorada por muitos. Irei rever todas as aventuras de Daniel Craig como Bond até à estreia de No Time To Die, supostamente o seu último filme como tal.

Casino Royale é, ainda nos dias de hoje, considerado um dos melhores filmes de toda a saga e é relativamente fácil de entender porquê. Primeiro, uma viagem às memórias: nunca esquecerei a quantidade de ódio e desilusão que as pessoas tiveram com a escolha de Craig como o novo James Bond. Simplesmente porque a grande maioria dos comentários foram tontos e infantis: “é loiro e tem olhos azuis, este não é o meu Bond”. Engraçado como os anos passaram e as redes sociais apenas aumentaram o número de opiniões semelhantes em relação a outras sagas e respetivos elencos.

Sempre guardei uma opinião extremamente positiva sobre Craig enquanto ator. Quando coloquei os olhos em Casino Royale pela primeira vez – terceira adaptação da obra original de Ian Fleming – acreditei genuinamente que o ator tinha entregue uma prestação fenomenal e mantenho essa afirmação. Tudo sobre a sua representação grita James Bond: postura, charme, humor, a maneira de falar e, claro, a sua extraordinária habilidade de usar um smoking na perfeição. Esta versão de Bond retrata um espião impiedoso e implacável que fará o que for preciso para completar uma missão, mesmo que isso signifique matar pessoas com famílias.

Este novo Bond é apresentado ao público logo na primeira cena. A partir daí, Craig brilha como o famoso 007, oferecendo one-liners memorávelmente espirituosos e interações notáveis com cada membro do elenco. A sequência de tortura será uma das suas melhores – e mais dolorosas – cenas, digna de muitos prémios. Não possuo uma opinião válida sobre os outros atores, mas realmente precisam de ser algo especial para levar de vencida esta versão de Craig que tanto adoro. Antes que me esqueça, a banda sonora de David Arnold para James Bond é tão perfeita quanto poderia ser.

Craig partilha uma química fantástica com Eva Green (Dumbo), que interpreta a nova “Bond girl”, Vesper Lynd, uma mulher esperta e capaz que é muito mais do que apenas um objeto genérico e banal para ser aproveitado. Lynd é uma personagem intrigante cuja primeira aparição conquista não só a atenção de Bond, mas também a dos espetadores. O diálogo inicial entre estas duas personagens encontra-se repleto de humor e é tão divertido quanto uma conversa pode ser, mas a exposição inteligente sobre quem são realmente estas duas pessoas marca esta cena como um momento de grande importância no início do segundo ato.

Casino Royale

Relativamente ao resto do elenco, Judi Dench (Artemis Fowl) não tem tanto tempo de ecrã como M, a responsável pelo MI6, mas os seus pequenos bocados de diálogo chegam longe o suficiente para demonstrar que não é uma personagem que alguém gostasse de incomodar. Dench emana confiança e poder, algo que Mads Mikkelsen (Chaos Walking) também mostra enquanto está na pele de Le Chiffre. É sempre refrescante testemunhar um arco antagonista que não é outra variação do cansativo conquistador do mundo, um rico movido pelo poder. Le Chiffre tem os seus próprios problemas com grupos superiores, logo a sua vulnerabilidade nunca é escondida do público. Mikkelsen não é nada menos do que excecional neste papel.

Passando para a ação, é aqui que o filme entrega algumas sequências de fazer cair o queixo, mesmo analisando-as de uma perspetiva de 2021. Praticamente todas as sequências de ação podiam ser facilmente a cena final e climática de um filme de ação genérico, o que acaba por demonstrar o impressionante trabalho de coreografia e de câmara (cinematografia por Phil Méheux) presente em Casino Royale. O primeiro ato é pesado em ação, possuindo cenas de perseguição longas e entusiasmantes, incluindo uma das melhores sequências de parkour de sempre. Todas estas sequências são controladas impecavelmente por Martin Campbell (The Mask of Zorro), todas com momentos verdadeiramente fascinantes.

O jogo de poker tenso e cheio de suspense que ocupa a maior parte do segundo ato contém algumas das melhores falas de Craig, mas também é onde todos os pontos narrativos essenciais acontecem. Desde o momento em que todos os jogadores se sentam à mesa até à última cena do filme, a história sofre imensas reviravoltas. Neal Purvis, Robert Wade e Paul Haggis fazem um belo trabalho em equilibrar os diferentes arcos, enquanto Campbell lida com as mudanças tonais sem problemas significativos. No entanto, algo sobre a história não encaixa bem comigo.

Casino Royale

Este é um daqueles filmes onde não consigo identificar grandes falhas ou mesmo problemas menores, mas algo me impede de adorar o mesmo ao máximo. Pode ser o ritmo, tendo em mente que sinto que o terceiro ato apressa os seus eventos um pouco, apesar de todos os elementos de storytelling estarem no ponto. Uma parte de mim também deseja que Le Chiffre tivesse um impacto maior na obra geral, mas mais uma vez, a escrita é clara sobre a hierarquia das personagens. Apesar de mais alguns pormenores aqui e ali, considero a primeira aventura de Craig como James Bond um começo fantástico para uma nova Era.

Casino Royale é uma estreia quase-perfeita de Daniel Craig como o novo James Bond. Esta versão brutal do famoso protagonista é lindamente interpretada por Craig, que contradiz as más línguas da altura do lançamento e entrega uma prestação fenomenal como o icónico 007. O seu humor espirituoso, charme irresistível e excelentes diálogos encontram uma adversária à altura em Eva Green, cuja inteligência e forte atitude colocam de lado quaisquer traços genéricos e formulaicos de uma “Bond girl”.

As sequências de ação são dignas de pertencer a blockbusters de hoje em dia, possuindo um trabalho de coreografia e cinematografia impressionantes. Mads Mikkelsen é notável como sempre ao interpretar o antagonista vulnerável, mas o seu impacto geral é ligeiramente desapontante. Martin Campbell cria um daqueles filmes em que não consigo identificar grandes falhas. Os fãs de Bond ficarão encantados.

Todos os jogos adicionados ao Xbox Game Pass em setembro de 2021

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Sim, podem começar a jogar mais estes jogos todos.

485. É o número de jogos únicos disponíveis neste momento no Xbox Game Pass. Ou 1086, se contarmos os jogos que se repetem no PC, consolas e/ou Cloud Gaming da Xbox. São mesmo muitos e isso acontece graças à adição (e remoção) mensal de títulos a serviço da Xbox.

Com o mês a chegar ao fim, está na altura de fazer novamente as contas, com base numa breve compilação das duas vagas tradicionalmente anunciadas (parte 1 e parte 2) que incluíram:

  • Craftopia (Game Preview) (Cloud, Xbox e PC) ID@ – 2 de setembro
  • Final Fantasy XIII (Xbox e PC) – 2 de setembro
  • Signs of the Sojourner (Cloud, Xbox e PC) – 2 de setembro
  • Surgeon Simulator 2 (Cloud, Xbox e PC) ID@ – 2 de setembro
  • Crown Trick (Xbox e PC) ID@ – 7 de setembro
  • Breathedge (Cloud, Xbox e PC) ID@ – 9 de setembro
  • Nuclear Throne (Xbox e PC) ID@ – 9 de setembro
  • The Artful Escape (Xbox e PC) ID@ – 9 de setembro
  • Flynn: Son of Crimson (Cloud, Xbox e PC) ID@Xbox – 15 de setembro
  • I Am Fish (Cloud, Xbox e PC) ID@Xbox – 16 de setembro
  • SkateBird (Cloud, Xbox e PC) ID@Xbox – 16 de setembro
  • Superliminal (Cloud, Xbox e PC) ID@Xbox – 16 de setembro
  • Aragami 2 (Cloud, Xbox e PC) ID@Xbox – 17 de setembro
  • Lost Words: Beyond the Page (Cloud, Xbox e PC) – 23 de setembro
  • Sable (Cloud, Xbox e PC) ID@Xbox – 23 de setembro
  • Subnautica: Below Zero (Cloud, Xbox e PC) ID@Xbox – 23 de setembro
  • Tainted Grail: Conquest (PC) ID@Xbox – 23 de setembro
  • Lemnis Gate (Xbox e PC) – 28 de setembro
  • Astria Ascending (Cloud, Xbox e PC) – 30 de setembro
  • Unsighted (Xbox e PC) ID@Xbox – 30 de setembro
  • Phoenix Point (Xbox) ID@Xbox – 1 de outubro

Ao todo, até ao dia 1 de outubro, serão feitas 21 adições às diferentes plataformas: consolas Xbox, PC e dispositivos móveis.

Os destaques e recomendações são vários, desde Final Fantasy XIII, que pode ser desfrutado em alta resolução nas consolas graças às otimizações de retrocompatibilidade; temos a psicadélica jornada de The Artful Escape, que teve o seu lançamento com o Xbox Game Pass; temos também o insólito SkateBird e muitas outras experiências variadas.

Há jogos para todos os gostos, das grandes produções aos mais independentes, e estão disponíveis através de três tipos de subscrição: O Xbox Game Pass para PC, para os jogadores que apenas usam as suas máquinas de secretária; o Xbox Game Pass para consola, apenas com o catálogo para as Xbox; e o Xbox Game Pass Ultimate, que dá acesso aos catálogos do PC, da consola, acesso ao Xbox Cloud Gaming, ao catálogo do EA Play e acesso também a todas as vantagens do Xbox Live Gold.

Fica a saber mais na página oficial do serviço.

Fall Guys entra no livro do Guinness como o jogo mais descarregado do PS Plus

Há jogos populares. Jogos muito populares e depois há Fall Guys, que bate recordes do Guinness.

Lançado em agosto de 2020, Fall Guys foi uma das ofertas da subscrição do PS Plus e colocou-se desde logo em vantagem, já que qualquer jogador com a subscrição poderia experimentar o divertido jogo sem custos adicionais.

Definido como um título de plataformas e obstáculos em ambientes coloridos, numa experiência reminiscente dos Jogos Sem Fronteiras, Fall Guys foi um imediato sucesso tão grande que agora, um ano e troca o passo depois, chega aos Recordes do Guinness como o jogo mais descarregado no PS Plus de sempre!

A novidade foi partilhada pelas contas sociais do jogo da Mediatonic, mas infelizmente não foram partilhados números para percebermos quantos downloads do jogo foram feitos. Ainda assim, é impressionante, considerando que o serviço existe desde 2010 com ofertas de jogos todos os meses, ofertas que incluíram centenas de jogos de sucesso, entre eles exclusivos e até estreias, como foi o caso do Fall Guys.

Atualmente, Fall Guys continua forte, na sua quinta temporada, com imensas colaborações com outros jogos e marcas e a poder ser jogado no PC e consolas PlayStation. As versões da Nintendo e Xbox também estão prometidas para breve.

Alan Wake Remastered recebe trailer de comparação e detalhes da versão PC

Com Alan Wake de regresso e de cara lavada, a Remedy Entertainment revela o que podemos esperar deste projeto.

Alan Wake Remastered está quase a chegar, cerca de uma década depois do seu lançamento original na Xbox 360, por isso podemos dizer que muita coisa mudou entretanto.

É por isso que Alan Wake regressa de cara lavada e atualizado para os PCs e consolas modernas.

Numa comparação lançada pela Xbox, podemos assistir à versão original do jogo ao lado da mais recente e testemunhar as diferenças, que num primeiro impacto e sem comparação poderiam não revelar muito, mas que neste prisma mostram bem como o jogo está mais bonito do que nunca.

Os avanços são vários, como resoluções 4K a 60fps (com a Xbox Series S a oferecer 1080p a 60fps) texturas de alta resolução, novos modelos de personagens, novas expressões faciais, um sistema de iluminação melhorado e mais atmosférico, entre outras novidades que vêm tornar os ambientes mais ricos e imersivos enquanto desvendamos os mistérios de Bright Falls.

Assim, no lado das consolas, teremos os seguintes níveis de desempenho:

  • PlayStation 4 – 1080p / 1080p / 30fps 
  • PlayStation 4 Pro (Performance Mode) – 1080p / 1080p / 60fps 
  • PlayStation 4 Pro (Quality Mode) – 1296p / 2160p (4K) / 30fps / 4 x MSAA 
  • Xbox One – 900p / 900p / 30fps 
  • Xbox One X (Performance Mode) – 1080p / 1080p / 60fps 
  • Xbox One X (Quality Mode) – 1440p / 2160p (4K) / 30fps / 4 x MSAA 
  • PlayStation 5 – 1440p / 2160p (4K) / 60fps / 4X MSAA 
  • Xbox Series X – 1440p / 2160p (4K) / 60fps / 4 X MSAA 
  • Xbox Series S – 1080p / 1080p / 60fps  

Mas as novidades não se ficam pelas consolas e o PC recebe uma série de otimizações, com as definições partilhadas pela Remedy Entertainment.

Além de framerate desbloqueado, Alan Wake Remastered poderá ser jogado com DLSS da NVIDIA em quatro modos de desempenho, suportará modo wide-screen a 21:9 (mas com as cinemáticas em 16:9) e uma série de opções que podem ser ligadas e desligadas, como as seguintes:

Graphical Settings  

  • Ambient occlusion – Yes – (HBAO+ Nvidia Ambient occlusion tech) 
  • Resolution – Enumerated resolutions 
  • V-Sync – On/Off  
  • Console v-sync set to on and with no option to turn off 
  • HUD – Enabled/Disabled 
  • Brightness 
  • Motion Blur – Enabled/Disabled 
  • Film Grain – Enabled/Disabled 
  • FOV – Slider  

Advanced Options 

  • Graphics Quality – Low/Medium/High/Custom 
  • Render Scale – Slider – default to 100% 
  • Anisotropic Filtering – Off, 2x, 4x, 8x, 16x 
  • Shadow Quality – Low, Medium, High 
  • Volumetric Light Quality – Low, Medium, High 
  • Terrain Quality – Low, High 
  • Draw Distance – Slider 

E claro, não ficaram de fora os requisitos para jogar no PC, que são os seguintes:

Minimos
CPU: i5-3340 ou Ryzen 3 1200
GPU: Nvidia GeForce GTX 960 ou AMD RX470. 4GB VRAM.
RAM: 8 GB ou mais
OS: Win 10 64-bit

Recomendados
CPU: i7-3770 ou Ryzen 5 1400
GPU: Nvidia GeForce GTX 1060 ou AMD 5600XT. 6GB VRAM
RAM: 16 GB
OS: Win 10 64-bit

Eagles of Death Metal tocam em Lisboa no próximo ano

O próximo ano já está bem recheado de bons espetáculos.

Os Eagles Of Death Metal acabam de anunciar a segunda parte da sua 24th Anniversary Tour, onde se inclui uma passagem pelo Coliseu dos Recreios, em Lisboa, a 22 de abril de 2022.

Conhecidos pela suas contagiantes boas vibrações e as eletrizantes performances ao vivo, os Eagles of Death Metal ao vivo são Jesse Hughes (voz e guitarra), Jennie Vee (baixo), Jorma Vik (bateria) e Joshua Jove (guitarra).

A primeira parte do espetáculo será assegurada pelos Bones UK. Quanto aos bilhetes, são postos à venda esta sexta-feira, dia 1 de outubro, nos locais habituais, por 26€.

Já este ano, a banda junta forças para apresentar, no dia 19 de novembro, Eagles of Death Metal Presents A Boots Electric Christmas“, um EP com seis faixas especialmente dedicado a trazer o muito esperado espírito de Natal aos corações e ouvidos de todos.