Skul: The Hero Slayer – Troquem de cabeça e derrotem os heróis neste roguelike divertido

Nesta aventura, não somos o Escolhido ou um dos heróis tradicionais dos RPG, mas sim um dos inúmeros esqueletos que geralmente derrotamos nos videojogos.

Não consigo ficar muito tempo longe dos roguelikes e ainda bem. Há algo de mágico no género, algo que ignorei durante muito tempo e que agora tento compensar com cada novo lançamento, tal como Skul: The Hero Slayer. Com estreia marcada no PC no início de 2021, o título da Neowiz Games chega finalmente às consolas, onde sempre considerei que seria a sua casa perfeita, numa aventura segura, mas composta por algumas variantes que tornam a campanha tão desafiante, como empolgante em vários sentidos.

Seria impossível não começar pela temática de Skul, que inverte os papéis tradicionais do género RPG para nos colocar no papel dos terríveis monstros e não dos aventureiros escolhidos pelo destino. Em Skul, nós somos um adorável esqueleto, um dos poucos sobreviventes do exército do Demon King, agora desaparecido, vítima do ataque de First Hero, o herói que tantas vezes encarnámos em jogos semelhantes. Com os nossos companheiros aniquilados, estamos praticamente sozinhos na luta contra as forças do bem, numa aventura que nos leva a encontrar aliados perdidos – que funcionam como mercadores e nos ajudam na evolução da nossa personagem – e a desafiar várias hordas de inimigos e mundos repletos de perigos, segredos e muita aleatoriedade.

Na sua génese, Skul: The Hero Slayer segue a fórmula tradicional dos roguelikes, no sentido em que apresenta uma campanha assente na repetição, na morte e na descoberta de um mundo que nunca é idêntico. Com uma perspetiva 2D, a campanha leva-nos a explorar zonas distintas, guardadas por aventureiros e um guardião final, em busca de riquezas que poderemos gastar nos mercadores, mas também de ossos e cristais negros para evoluirmos Skul e os seus atributos permanentemente. A jogabilidade é desafiante, tal como os roguelikes nos habituaram, e nunca saberemos o que iremos encontrar a seguir, a não ser a certeza de que perderemos o progresso conquistado sempre que morremos. Assim é a vida de um fã de roguelikes.

A jogabilidade não se aventura por inúmeras mecânicas ou habilidades, focando-se num ataque rápido, num botão de desvio e na utilização de três poderes em simultâneo, tal como a possibilidade de adicionar buffs e debuffs – permanentes ou temporários – ao longo da campanha. No papel, Skul: The Hero Slayer parece ser apenas mais um roguelike, semelhante a Dead Cells, mas sem a sua aposta numa estrutura metroidvania, ou a Hades, mas sem a perspetiva isométrica, no entanto, existem várias mecânicas que o distanciam dos seus iguais. Para começar, temos a mais interessante e impactante na jogabilidade e na progressão a campanha: a possibilidade de trocarmos a caveira do nosso esqueleto. Não é a primeira vez que encontramos algo desta natureza, mas Skul apresenta uma enorme variedade de caveiras, que mudam eficazmente as suas habilidades – ao ponto dos ataques poderem ser mais fortes e lentos ou totalmente compostos por projéteis – e a forma como jogamos. É importante, mas também um desafio encontrar a caveira perfeita para cada situação, e é igualmente interessante mudar regularmente para experimentarmos e conhecermos melhor o que o mundo de Skul tem para oferecer. E para ajudar, podemos ter duas caveiras em simultâneo, que alternamos com o L1.

A mudança de caveira é tão impactante que o nosso esqueleto pode transformar-se por completo, ao ponto de assumir a pele de um lobisomem ou de um homem-touro. É uma mecânica simples e intuitiva que funciona muito bem com a estrutura de um roguelike. Os intervalos entre as novas caveiras são curtos, especialmente se acederem às salas dedicadas à sua descoberta – identificadas pela cor verde –, o que significa que terão acesso regular a novidades e, assim, sentir um maior dinamismo ao longo da campanha. Mesmo que decidam não trocar de caveira e de habilidades, têm a possibilidade de destruir as que não querem para aceder a fragmentos de ossos. Com eles, podem melhorar as vossas caveiras favoritas e exponenciar a sua resistência, ataque e habilidades associadas. Se equacionarmos a possibilidade de melhorarmos permanentemente os atributos do nosso esqueleto, através da Bruxa no castelo principal, percebemos que Skul é simples na sua abordagem, mas profundo na forma como equilibra todas as mecânicas que apresenta, especialmente na sua tentativa de reduzir a frustração de retomarmos ao início sempre que somos derrotados.

Claro que Skul: The Hero Slayer está longe de ser perfeito e sinto que existe um desequilíbrio no posicionamento dos inimigos em campo e na combinação entre salas. Os inimigos surgem em tipos básicos, como um arqueiro ou uma árvore gigantesca, e podem assumir uma maior agressividade, ao ponto de não os conseguirmos atordoar, ou serem apenas carne para canhão, surgindo em grupos pelos mapas e sem um desafio mais proeminente além de “mais números, mais difícil”. Por fim, temos uma mecânica interessante, mas que efetivamente não senti em combate. De acordo com o jogo, os inimigos que nos derrotam ganham pontos de experiência, tal como num RPG, o que significa que iremos sempre enfrentar uma versão mais poderosa no futuro, mas não foi isso que senti. Devido à aleatoriedade das salas e dos inimigos, nunca senti que me deparei com um adversário mais poderoso e inteligente, algo que seria muito mais palpável e marcante se estivéssemos fora da estrutura roguelike. Algo a reanalisar no futuro.

Tal como qualquer outro roguelike, Skul: The Hero Slayer irá durar até onde for a vossa paciência. A campanha não é demasiado longa ou injusta e existem várias caveiras para descobrirem e dominarem antes de verem os créditos finais. O loop de jogabilidade é sólido, as mecânicas funcionam bem em conjunto e o mundo peca pelo seu design aleatório, mas nunca ao ponto de condicionarem a diversão. É um roguelike sólido, sem pretensões de se destacar no género ou com mecânicas verdadeiramente inovadoras – ou com focos peculiares dentro do género, como Hades e Loop Hero –, mas que é divertido do princípio ao fim. E é exatamente isso que procuro num jogo deste género.

Recomendado

Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela Team Critical Hit.

Aqui é Fresco abriu lojas de proximidade em Avis e em Tábua

Lojas de proximidade independentes, supermercados e minimercados, espalhadas por todo o país. Assim é a rede Aqui é Fresco.

Quando falamos em lojas de proximidade, é possível que o primeiro nome que nos venha à cabeça seja o Meu Super, da Sonae MC. Mas existem outras marcas que se primam por esta abordagem, como é o caso da Aqui é Fresco, que se considera ser a “maior rede de supermercados de proximidade de Portugal”. E para ajudar nesta expressão, eis que, nestes primeiros dias de novembro, foram inauguradas duas novas lojas.

A primeira abertura do mês aconteceu no passado dia 5 de novembro, com uma loja na vila de Tábua, mais concretamente na Av. Dr. Castanheira de Figueiredo, N.º 7 – A, bem junto à escola secundária desta localidade da Beira Alta.

O estabelecimento MerQado, com uma área de 180 m2, disponibiliza um sortido variado e baseado numa seleção de produtos premium e da maior qualidade. De registar, no entanto, a preocupação em manter os preços competitivos que são apanágio da rede de lojas Aqui é Fresco.

A outra abertura registou-se hoje, neste caso com a primeira loja Aqui é Fresco em Avis. O Largo 1.º de Maio ficou ainda mais luminoso com a abertura do Supermercado da Vila, que vem oferecer à população desta pitoresca vila alentejana, feita de ruas estreitas e casas caiadas, mas também aos muitos turistas que a visitam uma oferta completa e de grande qualidade, de modo a ir ao encontro das suas necessidades.

O supermercado da vila espelha na sua oferta a preocupação em contribuir para a economia local, ao estabelecer parceria com padarias locais de Avis e do Cano, brindando os clientes com a qualidade reconhecida do pão alentejano, disponível em várias fornadas ao dia. Também o talho resulta de outra parceria efetuada com um criador de Ponte de Sor, devidamente certificado, oferecendo carne de elevada qualidade pronta a levar. A loja funciona todos os dias, das 8h30 às 20h.

Crítica – The French Dispatch

Um filme que não teria melhor altura para chegar.

Atenção esta crítica tem spoilers… Não há como falar sobre este filme sem revelar alguns detalhes das histórias que aqui vão encontrar. E o que vão encontrar é mais um retrato excêntrico de um realizador excêntrico sobre um assunto excêntrico, neste caso revistas jornalísticas. The French Dispatch (em português Crónicas de França do Liberty, Kansas Evening Sun) é uma carta de amor aos jornalistas e escritores, não só pelo seu papel como comentadores do mundo e da verdade, mas, e isto talvez seja mais importante, pela forma como o fazem. Assim se resume a obra de Wes Anderson. Não é a mensagem, é a forma.

Wes Anderson conta uma história sobre o jornalismo e a forma como capta o irreverente, o contemporâneo e cultural, os factos e loucuras do mundo da arte, política e até os detalhes minuciosos de um dia mundano numa cidade igual a tantas outras, mas não menos única, com um romantismo e estilo que acaba por valer mais que as próprias narrativas do filme (e essas em si já são bastante encantadoras).

O filme conta a história do jornalismo levado a cabo na cidade de Ennui, na França, onde a revista The French Dispatch transformou-se numa das revistas mais lidas do mundo. Neste universo ficcional, caricato e quase tirado das páginas de uma banda-desenhada franco-belga, cedo descobrimos que o mundo do jornalismo sofre um abalo quando o seu editor, Arthur Howitzer Jr, o editor da dita revista, falece antes sequer do filme começar. À semelhança de Citizen Kane, mas com uma lente de comédia e carinho, acompanhamos os detalhes da sua carreira não pelos seus feitos, mas pelo tipo de histórias que caracterizaram a sua revista. A partir do seu obituário, somos lançados numa aventura onde vemos como três crónicas surgiram de três circunstâncias tão únicas, divertidas e melancólicas.

O primeiro, The Concrete Masterpiece, conta sobre a criação de uma obra de arte e a fama subsequente do seu pintor, Moses Rosenthaler, um recluso artista, um Benicio Del Toro brilhante, aqui inspirado pela sua musa, a guarda prisional Simone, interpretada por Lea Seydoux, e guiado/explorado pelo pernicioso Julien Cadazio, um encantador Adrien Brody. A segunda, Revisions to a Manifesto, apresenta-nos Lucinda Krementz (Frances McDormand), como uma jornalista solteirona que segue o processo de uma revolução estudantil na cidade e no decorrer procura fazer um perfil do seu líder de facto, o jovem Zeffirelli, interpretado por Timothy Chalamet, com quem acaba não só por se envolver, mas guiar na sua jornada revolucionária e na sua vida.

The French Dispatch

E finalmente, The Private Dining Room of the Police Commissioner, em que Jeffrey Wright conquista-nos no seu papel de Roebuck Wright, uma homenagem a James Baldwin, aqui representado como um famoso cronista com memória fotográfica e um segredo pessoal que o assombra, recontando em detalhe a sua aventura na noite em que um mero jantar que serviria de tema para um artigo da secção de culinária transforma-se numa crónica sobre o submundo do crime, raptos e a cruzada de um pai para salvar o seu filho.

E isto serve para dizer que, à sua maneira, The French Dispatch vale pelo seu todo e pela soma das partes. Agora, como eu referi, tudo isso depende muito da forma. O estilo excêntrico, vaudevilliano, caricatural, de Wes Anderson, está a todo o gás neste seu mais recente filme. Apesar de cada uma destas histórias individualmente não ser estrondosa, o guião nunca ascende a píncaros nunca antes vistos na sua obra, mas as narrativas são elevadas pela estética de Anderson, que parece entregar-se completamente aos seus caprichos como realizador. Se forem aficionados de estrutura e guião, podem ficar insatisfeitos porque o filme funciona mais como uma antologia, cujo tema central acaba por ser a humanidade que transparece nestes retratos de vidas, e não necessariamente um conflito com príncipio, meio e fim. Esse elemento arquetipal está mais presente em cada crónica, mas não é seguido com a seriedade de um guionista perfecionista. Anderson preza mais o caricato e os momentos de humanidade no insólito do que contar uma história que deve seguir aquelas batidas férreas da estrutura clássica de guião. Isso perdoa-se porque a sua realização é incrível, como já é sabido. Se o trabalho de um realizador é dirigir a nossa atenção, aqui Anderson mostra que está a dominar a sua arte.

Das crónicas em si, cada uma delas tem um estilo diferente que corresponde à narrativa, mas também a estilos de cinema da época. Há elementos de Bunuel na primeira, de Truffaut na revolução estudantil da segunda e, curiosamente, tanto de Jean Pierre Melville e de Jacques Tati na aventura cómico-criminosa da terceira história. Anderson acaba por abordar não só os feitos da New Yorker e do jornalismo, mas também da história do cinema dessa época dos anos 60 em França.

De destacar é uma pequena e encantadora crónica – narrada do início ao fim por Owen Wilson – sobre a própria cidade de Ennui, inspirada em Angoulême, onde o filme foi filmado, que nos leva numa viagem maravilhosa sobre o dia a dia de uma cidade que, por ser mundana, é complexa e mágica. Desde os telhados que pertencem aos gatos, aos meninos do coro indomáveis nas ruas, aos becos dos carteiristas e os cadáveres que flutuam nos canais, tudo está representado com um nível de caricato que nos faz rir só de ver o enquadramento dos planos.

No entanto, há um desequilíbrio na qualidade das crónicas. Algumas destacam-se mais, já outras sofrem pela falta de um tema concreto. Só na terceira crónica temos uma sequência de animação que é capaz de superar qualquer outro momento do filme em termos de diversão. Mas apesar disso, o filme termina de forma brilhante, apesar de se sentir que queremos ver mais sobre o cenário de fundo, os bastidores do trabalho de edição da revista. No entanto, quando percebemos que os eventos aqui retratados, e a forma como são retratados, enquadram-se perfeitamente com a estética, sentimos que estamos a ver uma adaptação real da experiência que é ler aquela revista, transportada para o grande ecrã.

The French Dispatch

Agora, um grande elenco, um ritmo que nunca desaponta e a variedade estética, juntamente com um bom equilíbrio entre comédia e drama, tornam o filme numa das experiências cinematográficas do ano mais encantadoras.

Há momentos de tocante humanidade, em que Anderson nos aproxima dos personagens e os despe da excentricidade do seu estilo, remontando ao seu trabalho inicial, com as comédias negras Bottle Rocket e Rushmore, onde sentimos uma proximidade maior com os seres que habitam este filme. No início do filme vemos Bill Murray – tocante no papel de Arthur Howitzer Jr, o editor da revista The French Dispatch, baseada na lendária The New Yorker e o seu igualmente lendário editor e co-fundador, Harold Ross – editar um escritor e percebemos que, para ele, esse trabalho de edição é tanto guiar o escritor, como protegê-lo de si mesmo. Este momento e outros, como o momento em que Roebuck reconta o seu primeiro encontro com Harold na cadeia de Ennui, ou o momento em que o mesmo reconta as tocantes palavras do cozinheiro da policia, o Tenente Nescaffier, um brilhante Steve Park, no final da temerosa aventura de resgate, dão ao filme um retrato de humanidade brilhante pela sua simplicidade e impacto.

The French Dispatch é um filme que não teria melhor altura para chegar. Não só como último bradar da imprensa em papel, como homenagem ao cinema e às salas e um apelo a um retorno, se não a dias passados, às qualidades esquecidas desses dias passados. Os dias em que a palavra tinha significado, a escrita era prezada e as experiências queriam-se saboreadas, não com gratificação imediata.

No final do filme, ficamos com um sentimento de nostalgia que pode cair perigosamente na melancolia, não só pelas memórias de tempos e costumes que estamos a abandonar na literatura, cinema, no fundo, nos comportamentos culturais, mas pelo prazer de saborear algo novo que nunca acreditávamos que existia. Neste caso, é um filme, uma crónica sobre crónicas, que dita o fim de uma geração, mas não o seu esquecimento. Como Roebuck diz, “nunca esqueço a palavra escrita”. Nunca esquecerão este filme.

App da Via Verde já permite o acesso a mais de dois mil pontos de carregamento elétricos em Portugal

Tudo graças à introdução de um novo serviço.

Chama-se Via Verde Electric (sim, tem o mesmo nome da rede de carregamento elétrico) e é a nova solução digital para aceder a qualquer ponto da rede pública de carregamentos elétricos em Portugal. Na verdade, este serviço, integrado naturalmente na app da Via Verde, permite o acesso a mais de dois mil carregadores elétricos da rede Mobi.E, sendo também compatível com a rede de postos de carregamento das autoestradas operadas pela Brisa.

O Via Verde Electric permite ainda localizar, desbloquear e escolher pontos de carregamento, assim como selecionar as tomadas adequadas. Após a operação, a app informa sobre o tempo e a energia carregada na bateria do veículo elétrico. O pagamento é feito por débito direto através da conta bancária indicada pelos utilizadores da aplicação.

A rede de carregadores da Via Verde Electric já conta com 30 pontos de carregamento nos principais eixos rodoviários que ligam o norte ao sul do país – na A1 e na A2 – e também na A3, A4, A6 e A13, incluindo os recentemente inaugurados nas áreas de serviço do Seixal, Montijo e Salvaterra.

Sociedade Ponto Verde faz 25 anos e vai oferecer bicicletas, trotinetes elétricas e outros prémios

Só têm de ser criativos.

É sob o mote “Juntos a Reciclar, todos a festejar!” que a Sociedade Ponto Verde (SPV) convida os portugueses a celebrar o seu 25.º aniversário, desafiando-os a participar num passatempo que vai premiar a criatividade na confeção de um bolo de banana e o conhecimento sobre a correta separação das embalagens utilizadas. Esta iniciativa que distingue quem recicla, mas também a originalidade dos participantes, decorre entre hoje e 23 de novembro.

Mas porquê um bolo de banana? Porque é o preferido do Gervásio, o influenciador da reciclagem que se encontra sempre perto dos portugueses e, como tal, quer partilhar com todos esta data tão especial.

O desafio é simples: dar largas à imaginação na confeção de um bolo de banana, juntarem as embalagens utilizadas e enviar uma fotografia do resultado para o nº de WhatsApp do Gervásio (914619286). Não esquecer de indicar os ecopontos onde as embalagens usadas devem ser colocadas, seguir a página de Instagram da Sociedade Ponto Verde e deixar um “gosto” na publicação alusiva ao passatempo.

E quanto aos prémios? Bom, são os seguintes:

  • 1º lugar – Duas noites para duas pessoas na Suite Deluxe do Hotel Rio do Prado em regime de meia pensão. Inclui uma aula de paddle ou canoagem para duas pessoas, workshop sobre culinária sem desperdício e um piquenique na Lagoa de Óbidos.
  • 2º e 3º lugares – Bicicleta Elétrica Dobrável FIIDO D4S 20” Branco (Autonomia: 80 km | Velocidade Máx: 25 km/h).
  • 4º e 5º lugares: Trotinete Elétrica XIAOMI MI Electric 1S (Velocidade Máx: 25 km/h | Autonomia: 30 km).
  • 6º ans 25º lugar: Conjunto de ecobags.

Serão selecionadas como participações vencedoras o bolo mais original e criativo, e que, no entender do júri determinado, espelham a melhor versão de uma receita de bolo de banana, através do registo fotográfico enviado e da indicação correta do local de separação das embalagens utilizadas.

Dito isto… boa sorte!

Bairro chega às Laranjeiras para entregar produtos de supermercado em 15 minutos

A startup foi criada em dezembro de 2020 com um investimento inicial de 100.000€, direcionado para o desenvolvimento da aplicação móvel e abertura da primeira dark store.

Parece que a entrega de produtos de supermercado em 10/15 minutos virou moda. Recentemente, demos conta da chegada da startup turca Getir a Portugal, arrancando operações em Lisboa. Já este mês, foi a vez da Bolt Market fazer a sua estreia no país, prometendo entregas de encomendas em algumas zonas da capital portuguesa em apenas 15 minutos. Agora, é a vez de destacarmos a startup portuguesa Bairro, que acaba de chegar a uma nova zona.

Na verdade, a Bairro chegou ao mercado antes destas empresas internacionais, uma vez que foi lançada em Lisboa no início deste ano. A startup, que entrega produtos de supermercado em 15 minutos, começou por ter o seu primeiro armazém no Marquês de Pombal, mas expande-se agora para a zona das Laranjeiras com o mesmo objetivo.

Desta feita, o Bairro assegura, a partir de agora, entre as 10h e as 00h, a entrega de produtos e bens alimentares desde as zonas circundantes do Marquês de Pombal, ao Bairro Alto, Rossio, Campolide, Alvalade e Benfica.

Atualmente, a startup já possui contratos diretos com fornecedores de maior destaque, como a PepsiCO, Unilever, Nestlé, entre outros, e oferece bens de consumo de várias categorias desde produtos de mercearia, padaria, peixaria, charcutaria, congelados e bebidas alcoólicas e não alcoólicas a produtos de higiene, limpeza para a casa, produtos para bebés, animais e material de escritório. Nos próximos dois anos, o plano é expandir a gama de produtos alimentares e bens de consumo, bem como apostar nos produtos farmacêuticos.

Até ao final do ano, a Bairro deverá estrear-se na cidade do Porto. Em 2022, é possível que a startup se comece a expandir para outras cidades do país.

Repsol vai instalar 610 pontos de carregamento elétricos nas suas estações de serviço de Portugal e Espanha

Serão instalados antes do final de 2023.

A Repsol anunciou recentemente que irá investir 42,5 milhões de euros na instalação de 610 pontos de carregamento elétricos rápidos e ultrarrápidos nas suas Estações de Serviço de Portugal e Espanha. Este projeto vai ao encontro do objetivo da multienergética de alcançar 1.000 pontos de carregamento elétricos na rede pública, até ao final de 2022, disponibilizando o maior número de pontos de carregamento aos seus clientes na Península Ibérica.

Os 610 pontos de carregamento elétricos (18 ultrarrápidos e 592 rápidos) serão instalados antes do final de 2023 e ficarão situados em 33 das Estações de Serviço em Portugal e em 577 em Espanha, nos corredores do Mediterrâneo e do Atlântico. A potência instalada nos pontos de carregamento rápidos e ultrarrápidos será de 50 kW e 180 kW, respetivamente. Todos os pontos de carregamento elétricos da Repsol têm a garantia de origem de eletricidade 100% renovável.

Atualmente, a rede pública de carregadores da Repsol é uma das mais relevantes em Portugal e Espanha, com mais de 350 pontos de carregamento, entre os quais se incluem 70 rápidos – a maioria situados em Estações de Serviço -, o que posiciona a empresa multienergética como líder em carregadores rápidos na Península Ibérica.

Vodafone é a primeira operadora a lançar um comando de voz mãos-livres para TV

Comandos com botões? Pode ser coisa do passado daqui a alguns anos…

São clientes Vodafone ou estão a pensar contratar os serviços da operadora e gostavam de ter algo que as outras não oferecem? Pois bem, seja feita a vossa vontade.

A Vodafone acaba de anunciar o lançamento de um comando de voz mãos-livres para TV, permitindo que os clientes possam controlar as principais funcionalidades do seu serviço de televisão através da voz. A empresa é a primeira no país a oferecer este formato de interação, referindo em comunicado que se trata de “uma tendência mundial”.

A partir de agora, será possível aumentar o volume, ligar/desligar a televisão ou fazer pesquisas inteligentes na televisão, entre muitas outras funções, apenas por indicações de voz.

O novo comando de voz mãos-livres funciona através do emparelhamento com a Tv Box e Smart TVs das principais marcas, tendo site desenhado para conseguir ouvir o utilizador até uma distância de seis metros. Ao utilizador bastará dizer “Olá Tobi”, seguido da ação que pretende que seja executada, como por exemplo, “Quero ver o ‘Futuro Hoje”.

Nesta fase de lançamento, este produto está disponível como oferta promocional em novas adesões online aos pacotes Fibra que integrem a VBox Pro 4K ou para qualquer cliente do serviço de TV da Vodafone com uma Box compatível, por um custo de 69,90€.

Casino Online: 5 dos mais populares em Portugal

Portugal é um país que conta com vários casinos online. Descubram aqui o que os mais famosos têm de especial.

Os jogos de casinos onlines em Portugal expandiram-se nos últimos dois anos. Devido a certas medidas que o governo tomou, incluindo a legalização do jogo online, novas casas de apostas apareceram. Ao mesmo tempo, algumas das mais velhas saíram do território após escândalos de manipulação de resultados. Portanto, ao jogar num casino online em Portugal, é essencial termos a certeza de que o operador é um provedor de casino legítimo e que o site é seguro e protegido.

Portugal possui, inclusive, um rico histórico de jogos de azar. Isso é, praticamente, um pré-requisito para explicar o crescente interesse nos operadores online. Não é à toa que sites como o ICE Casino online estão a tentar destacar-se entre os utilizadores.

Se estiverem interessados em saber quais os mais famosos casinos online do país, vieram ao lugar certo. Encontrarão aqui alguns dos melhores sites de casino online de Portugal que merecem a vossa atenção na lista abaixo!

888 Casino

O 888 Casino é licenciado em Gibraltar e certificado pela eCogra. Ao longo dos anos, o 888 ganhou vários prémios de Casino do Ano, sendo o mais recente o Prémio Totalgaming de Melhor Casino Online do Ano em 2012.

No entanto, o número total de jogos no 888 Casino não chega nem perto do que encontrarão em alguns megacasinos online. Em vez disso, com mais de 200 jogos, este casino online está mais preocupado com a qualidade do que com a quantidade. Ainda assim, há variedade mais do que suficiente para satisfazer a maioria dos jogadores. Todos os jogos de slot machines e de mesa mais populares são representados com limites de apostas amplos o suficiente para atender a quase todos.

O 888casino tem um layout simples e fácil de navegar. A plataforma tem uma combinação de cores preto e limão. Na extremidade esquerda da página inicial, as guias de navegação irão direcionar-vos para várias categorias de jogos de casino e para a secção de promoções.

Betano

Com sede na Alemanha, a Betano é um casino notável. Existem mais de 200 jogos diferentes no casino Betano, muitos dos quais são jogos de slots. Podem desfrutar de jogos fornecidos por alguns dos melhores programadores do setor.

Há jogos populares como Age of the Gods, Anaconda Wild e outros, sendo que também podem jogar no smartphone, o que faz com que estejam disponíveis em qualquer lugar. No entanto, o seu casino ao vivo ainda deixa muito a desejar. Portanto, há espaço para melhorias no site.

Cada seleção tem um tema único, regras distintas e jogabilidade que a torna incomparável. Na secção do casino Betano, pode aceder a várias variantes de jogos de mesa. Estes são softwares de jogos que contam com cartas ou bolas, no caso da roleta, e seguem a lógica de um jogo clássico, mas com as suas próprias reviravoltas.

bwin

A bwin é um casino online em Portugal. O site oferece mais de 1050 jogos de casino, com mais de 300 jackpots. Algumas máquinas dignas de menção são o Gonzo’s Quest e o Jack Hammer 2. No entanto, uma coisa negativa sobre o grande número de slots é que os outros jogos são negligenciados.

Há apenas uma pequena parte dos jogos pertencente a outras categorias. Portanto, a distribuição geral poderia ter sido melhor pensada, uma opinião que, certamente, também será comum a fãs de jogos de mesa e vídeo póquer. Ainda assim, há muita diversidade na seleção de jogos, de modo a agradar a uma grande quantidade de jogadores.

ESC Online

O ESC Online Casino conta com uma impressionante biblioteca de jogos de programadores como iSoftBet, NetEnt, NextGen Gaming e muitos outros provedores. Nele é possível encontrar slot machines online, Roleta Francesa e Blackjack. 

Um desses jogos é “como uma demonstração do jogo”, apesar de não ser preciso registar uma conta. Ou seja, podem aproveitar o jogo sem terem que gastar dinheiro real. Assim, e dependendo das partidas, conseguirão ter uma melhor impressão da experiência do jogo.

Além disso, esta casa de apostas oferece vários pagamentos e levantamentos de jogos online, como transferência bancária, mas também para carteiras eletrónicas, como a Neteller e Skrill.

Fórmula 1 – Grande Prémio Cidade do México reforça liderança de Max Verstappen e leva Pérez ao pódio

Com o público mexicano a encher as bancadas para o Grande Prémio Cidade do México, foi a Red Bull que saiu vencedora. Depois de uma qualificação, dominada pela Mercedes, com momentos menos bonitos da equipa austríaca, Max Verstappen conseguiu subir ao lugar mais alto do pódio, seguido de Lewis Hamilton e do piloto da casa, Sergio “Checo” Pérez.

Depois de três sessões de treino dominadas pela Red Bull, ninguém estava à espera que fosse a Mercedes a conseguir trancar a fila da frente, conseguida a Pole Position e a segunda posição na grelha de partida para a corrida de domingo. Valtteri Bottas surpreendia tudo e todos ao conseguir pole logo seguido de Lewis Hamilton, enquanto que os pilotos da Red Bull tinham que se contentar com um P3 e P4 para a partida. A tarefa da Red Bull não agoirava ser fácil, mas a equipa mostrava querer lutar contra tudo e contra todos… até contra Yuki Tsunoda. Pobre rookie. Foi vítima de comentários menos positivos por parte do wannabe campeão do mundo (leia-se alguém que quer ser algo que ainda não é) e da pessoa forte da Red Bull, ao acusarem o japonês de lhes ter estragado a última tentativa da Q3, quando, na verdade, essa tentativa já vinha a ser estragada por Max desde o primeiro setor.

No entanto, a qualificação não é a corrida, e a corrida não é a qualificação. Semáforos vermelhos apagam e os carros seguem. O arranque de Max Verstappen é fenomenal e, antes de chegar à zona de travagem para a curva 1, já está lado a lado com ambos os Mercedes. Com Hamilton do lado “sujo” da pista, Max acaba por atacar a primeira curva pelo lado de fora, travando mais tarde que ambos os Mercedes, conseguindo assim a liderança da corrida logo à saída da primeira curva. Mas calma, que a “vida” da Mercedes estava a breves segundos de ficar (ainda) mais complicada.

Grande Prémio Cidade do México
Crédito: Racefans.net / XPB Images

Na chegada à primeira curva, Bottas trava cedo, quando comparado com Max e Hamilton, e já vinha a ser apanhado pelo McLaren de Daniel Ricciardo, piloto que tem por hábito travar tarde. O McLaren tenta passar por dentro, mas acaba por tocar na traseira do Mercedes. O resultado foi: meio pião de Bottas, uma asa frontal a menos para Ricciardo, uma confusão na pista e Yuki Tsunoda e Mick Schumacher de fora após toque com Esteban Ocon. Ah sim, e Safety Car.

Pelo fim da volta 4 está o safety car de volta à pit e Max arranca de forma fenomenal, mais uma vez, conseguindo logo ficar cerca de um segundo à frente do seu maior rival, Lewis Hamilton. Volta 7 e a vantagem já está nos 2.1 segundos. O Red Bull está com um ritmo muito superior… quem viu e quem vê o Mercedes de Hamilton. Não fosse a sua qualidade enquanto piloto e podia ter ainda mais problemas. Sergio Pérez ia fazer tudo por tudo para conseguir pelo menos a P2 neste que é o Grande Prémio do seu país.

Quem também estava a fazer uma boa corrida, e assim continuou até ao fim, mesmo que com umas trocas de posição a mando da equipa, eram os dois Ferrari. Charles Leclerc estava em P5, Carlos Sainz Jr. em P6, e assim continuariam até ao fim. Na verdade, depois das primeiras curvas, a corrida foi tão morna que, ao olharmos para o top 6, na volta 7 ou na volta 71 nada muda. Verstappen, Hamilton, Pérez, Pierre Gasly, Leclerc e Sainz. Nada de McLaren, não é? Festa para os italianos da Ferrari, que assim conseguem respirar de alívio no que toca à posição no campeonato do mundo de construtores.

Como vos disse, os eventos não foram muitos, mas também vos disse que o carro de Lewis era 0 contra o carro de Max, certo? Posso resumir assim:

  • Volta 14: Max Verstappen (4.8 segundos) Lewis Hamilton
  • Volta 19: Max Verstappen (6.7 segundos) Lewis Hamilton
  • Volta 43: Max Verstappen (10.2 segundos) Lewis Hamilton
  • Volta 51: Max Verstappen (13.1 segundos) Lewis Hamilton
  • Volta 71: Max Verstappen (16.5 segundos) Lewis Hamilton

E se a diferença entre o P1 e o P2 ia aumentado, a diferença entre o P2 e o P3 ia diminuindo. Max fugia, Sergio aproximava-se e Lewis… Lewis fazia contas à vida. Sem dúvida que estamos perante três bons pilotos, mas não fosse a qualidade, e o quão estável é a condução do piloto britânico, a segunda posição no Grande Prémio Cidade do México tinha mesmo ficado em casa, com Sergio Pérez.

No fim, com o segundo carro da Mercedes fora dos pontos, Bottas ainda teve a oportunidade de parar duas vezes para meter pneus de mistura macia e assim tentar “roubar” a volta mais rápida (1:17.774) a Max Verstappen, de forma a conseguir manter a equipa britânica no topo da tabela no que toca ao campeonato do mundo de construtores. Se na primeira tentativa apanhou Max pelo caminho e não conseguiu, na segunda tentativa, durante a última volta, conseguiu mesmo fazer o tempo mais rápido, roubando assim um ponto ao piloto à Red Bull.

Grande Prémio Cidade do México
Crédito: Formula1.com

Destaque ainda para os pontos de Fernando Alonso, em P9, e para a P10 de Lando Norris. O piloto da McLaren começou a corrida em P18 e recuperou oito lugares de forma a conseguir o único ponto que a McLaren consegue neste Grande Prémio, mas um ponto que pode ser importante na luta pelo 3º lugar no campeonato de construtores. Destaque também Lance Stroll, que começou em P20 conseguiu subir seis posições e terminar em P14. E sim, Max Verstappen está 19 pontos à frente numa altura em que faltam quatro corridas para o fim da época de Fórmula 1 em 2021.

Campeonato do Mundo de Fórmula 1 – Top 10 por pilotos

PosiçãoPilotoEquipaPontos
1Max VerstappenRed Bull Racing Honda312.5
2Lewis HamiltonMercedes293.5
3Valtteri BottasMercedes185
4Sergio PerezRed Bull Racing Honda165
5Lando NorrisMcLaren Mercedes150
6Charles LeclercFerrari138
7Carlos Sainz Jr.Ferrari130.5
8Daniel RicciardoMcLaren Mercedes105
9Pierre GaslyAlphaTauri Honda86
10Fernando AlonsoAlpine Renault 60

Campeonato do Mundo de Fórmula 1 – Top 5 por equipas

PosiçãoEquipaPontos
1Mercedes478.5
2Red Bull Racing Honda477.5
3Ferrari268.5
4Mclaren Mercedes255
5Alpine Renault106
6AlphaTauri Honda106

Forza Horizon 5 contra a realidade: O destino perfeito para férias

Um dos mais populares Youtubers de análises técnicas de videojogos mostra a beleza do novo jogo da Xbox comparando-o com a realidade.

Forza Horizon 5 chega esta semana a todos os jogadores Xbox e PC, bem como aos subscritores do Xbox Game Pass, mas já são muitos os que tiveram a oportunidade de experimentar em primeira mão as novidades de uma das mais fortes franquias do ecossistema Xbox.

Um deles é o canal ElAnalistaDeBits, um projeto inteiramente dedicado à análise de desempenho de videojogos em consolas modernas e PCs, onde a cada novo lançamento compara as diferentes versões, revela a que resoluções os jogos operam, as suas framerates e diferenças de detalhes entre plataformas e opções gráficas.

Um dos mais recentes vídeos é um pouco diferente e revela não só a ambição da Playground Games em tornar a sua versão do México em Forza Horizon 5 num sítio autêntico, como mostra o grau de aproximação das contrapartes reais de alguns dos pontos de interesse mais interessantes da região.

Ao longo de 17 minutos, podemos assistir a comparações lado a lado de Forza Horizon 5 com imagens do Google StreetView em zonas como a cidade de Guanajuato, que guarda imensos pontos de interesse históricos e reconhecidos, como a Plaza de la Paz ou a Basílica da Santíssima Trindade. Também podemos ver a recriação de estruturas naturais, como o Arco de Cabo San Lucas, o vulcão inspirado no Nevado de Toluca e o seu lago ou até a Cascata de Água Azul. E claro, não faltam as ruínas históricas Ek’ Balam, a antiga cidade de Teotihuacan ou a Antiga Igreja de San Juan Parangaricutiro.

As comparações são de cair o queixo com o nível de detalhe e aproximação à realidade, num jogo que é uma versão encolhida e reduzida de todo o país mexicano de uma costa à outra, algo que, como é obvio, é feito com alguma liberdade criativa.

Forza Horizon 5 revela-se assim um destino a considerar nas próximas férias, um destino virtual, pois claro, mas onde poderemos conduzir alguns dos carros mais exóticos à face da Terra com toda a liberdade.

O exclusivo do ecossistema Xbox chega já no dia 9 de novembro ao PC, consolas Xbox e Xbox Game Pass e já é um dos jogos mais bem cotados do ano, com 92 pontos no OpenCritic, 91 no Metacritic e, claro, muitos elogios também da nossa parte.

Arcane – League of Legends chega à Netflix com uma deslumbrante e emocional adaptação

League of Legends recebeu finalmente a sua muito aguardada adaptação, com um início forte que vai deixar qualquer curioso investido neste mundo “novo” criado pela Riot Games.

Começo por falar de Arcane com uma pequena confissão: Nunca joguei League of Legends ou desejei fazê-lo. Reconheço, obviamente, o impacto que tem na indústria dos videojogos em diferentes dimensões, mas é apenas uma questão de preferência pessoal, onde guardo vontades de experimentar outro estilo de jogos. Contudo, é difícil não tirar os olhos ou ficar curioso e encantado com o trabalho que a Riot Games faz para lá dos seus jogos competitivos.

Esse encanto é relativamente recente, com o hino para o Worlds 2018 de League of Legends, “RISE”, revelado numa energética e belíssima curta sobre a escalada à vitória do maior evento de esports do jogo, ou com incrível single da banda de K-Pop virtual da Riot Games, “POP/STARS” das K/DA.

A fantástica colaboração entre a Riot Games e a Fortiche Productions nestes projetos expansivos multimédia não se ficou por meros materiais de marketing na esperança de apelar novos fãs e curiosos. Na cartola existia algo bem mais ambicioso, algo que prometia apresentar Runeterra e os seus conflitos de uma forma mais narrativa, emocionante e ao alcance de todos.

Nasce assim Arcane, uma adaptação que, a julgar pelos primeiros quatro episódios a que tive acesso, são uma pequena demonstração de que sim, é possível termos fantásticas peças de entretenimento inspiradas em videojogos.

Ter a casa mãe diretamente envolvida na produção da série, neste caso a Riot Games, é meio caminho andado para o sucesso, assim como a longa colaboração com a Fortiche, mas a receita para o fantástico resultado que Arcane apresenta nestes episódios é feita de uma série de boas escolhas: a escolha de contar uma história original, de origem de vilões e heróis; a de concentrar a trama numa região especifica do mundo de Runeterra e numa mão cheia personagens importantes; apostar em animação em vez de live-actions; escolher o formato de série; mas, acima de tudo, dar espaço a todos para conhecerem o elenco de personagens e ficarem investidos em conhecer os seus destinos.

Arcane foca-se essencialmente num conflito entre duas cidades, a desenvolvida e rica Piltover, onde a ciência e a magia colidem, e o submundo de Zaun, onde uma misteriosa droga transforma humanos em monstros. Ao mesmo tempo, temos a âncora emocional da série, centrada à volta de Vi e Jinx, duas irmãs órfãs ao abrigo de um respeitado líder de rufias do submundo, Vander, que veem a sua vida e mundos a desmoronarem graças a uma série de eventos dramáticos e traumáticos.

Ao longo desta parte introdutória, a Fortiche e a Riot Game mostram que Arcane não é só para fãs, focando-se na origem destas e outras personagens, apresentando as diferentes narrativas que eventualmente se vão entrelaçando, com tempo para todas brilharem, para se tornarem interessantes, mas, acima de tudo, para que o público crie uma ressonância emocional real. Algo que se torna claro a certa altura, quando o desejo de reencontrar certas personagens é tão autêntico para um não fã, como para aquele que está à busca de easter-eggs e de entradas magníficas.

Estes primeiros episódios são essencialmente de setup, com a série dividida em três partes. Podemos até considerar os três primeiros, com cerca de 40 minutos cada, como uma enorme longa-metragem, que dá tudo o que necessitamos para ficarmos apaixonados pela trama, pela dinâmica destas personagens e também pelo mundo, algo que a série também se preocupa a explorar de forma subtil e eficaz. Enquanto fã de “world building” e de narrativa visual, foi impossível virar a cara ao longo destes episódios, com quase todas as cenas, sejam elas interações entre personagens ou de ação incrível, a darem-nos pequenos vislumbres da escala deste mundo, do seu funcionamento social e tecnológico inspirado em steampunk e da história que todos aqueles ambientes e adereços guardam.

Tudo parece fantástico graças ao casamento perfeito de uma história bem contada, bem ritmada e de uma produção de valores absurdos, fazendo com que Arcane pareça a série mais cara de sempre. Com a sua estética de fantasia e steampunk, a Fortiche parece ter dado vida aquilo que seriam as concept arts de League of Legends, com um tom de aguarela, cheio de textura e uma animação tridimensional misturada com elementos desenhados à mão que dão uma identidade única à série.

Em movimento, Arcane é um enorme deleite, como já tínhamos visto em trailers, com movimentos fluidos, planos de ação altamente legíveis e uma edição eletrizante, ao mesmo tempo que todos os frames e planos escolhidos revelam o seu peso narrativo.

A primeira ronda de Arcane tem tudo para ser vitoriosa. Não posso obviamente falar enquanto fã, mas sim enquanto alguém que acompanha League of Legends de longe, alguém que foi ficando entusiasmado com a série graças aos seus trailers e expectativas do trabalho da Riot Games.

Arcane já tem três episódios disponíveis na Netflix, com a segunda parte a estrear no dia 14 de novembro e os últimos três episódios a 21 de novembro. E por aqui, mal posso esperar por ver que mais emoções fortes Arcane reserva.

Serra da Estrela Ice Arena. Pista de gelo nas Penhas da Saúde entra este mês em funcionamento

Os miúdos vão adorar.

Estamos naquela altura do ano em que começam a surgir notícias relativamente aos populares mercados de Natal, tanto que já vos falámos de alguns que estão programados para breve. Mas é também nestas alturas que muitos portugueses optam por ir até à zona da Serra da Estrela, com os pais a mostrarem aos miúdos as maravilhas desta época mais fria.

Pistas de gelo também são daquelas coisas que prometem momentos bem divertidos, logo porque não apostar nisso mesmo? Pois fiquem a saber que, no dia 20 de novembro, é inaugurada a Serra da Estrela Ice Arena, uma pista de gelo com 400 m2 nas Penhas da Saúde.

O projeto é da responsabilidade da Federação de Desportos de Inverno de Portugal que, à NiT, revelou mais detalhes desta novidade.

Primeira que tudo, é a primeira vez que algo assim abre na zona. E sim, veio para ficar, o que significa que estará em funcionamento durante os próximos anos. Mais precisamente, a Serra da Estrela Ice Arena funcionará sempre desde o início de novembro até ao final do mês de abril.

De acordo com Lino Togal, diretor da pousada situada nas Penhas da Saúde, trata-se do “primeiro espaço em Portugal a abrir este ano com a modalidade de Curling”. E além do Curling, por ali será possível experimentar modalidades como Hóquei no Gelo ou Patinagem Artística, com acessórios incluídos.

Todos podem visitar e assistir ao que se irá passar na Serra da Estrela Ice Arena, mas, para andarem na pista de gelo, aí terão de pagar alguma coisa, com os preços a variarem “entre os quatro e os 10€”, de acordo com o mesmo responsável.

Mais detalhes serão revelados em breve. Certo mesmo é que esta pista de gelo foi pensada para todas as idades e entrará em funcionamento daqui a uns dias. Portanto já sabem: se visitarem a Serra da Estrela em breve, não percam a oportunidade.

Final da Rua dos Clérigos com trânsito interrompido durante 13 meses

As obras da Linha Rosa do Metro do Porto já mexem no trânsito.

É cada vez mais expressivo e visível o desenvolvimento dos trabalhos de construção da Linha Rosa do Metro do Porto, que irá unir a futura estação de S. Bento/Liberdade à nova estação da Casa da Música. À medida que esta linha vai ganhando corpo, surgem também novos desvios de trânsito impreteríveis para a realização das obras. Tiago Braga, presidente do conselho de administração da Metro do Porto, anunciou, esta semana, numa visita a parte da obra que decorre na Praça da Liberdade, quais serão as próximas etapas a cumprir no que respeita, precisamente, a alterações temporárias na circulação automóvel.

Uma das novidades mais relevantes prende-se com o encerramento ao tráfego rodoviário do final da Rua dos Clérigos, o que acontecerá já a partir da próxima quarta-feira (dia 10 de Novembro), ficando esta artéria disponível apenas para circulação pedonal. “É uma nova fase da obra, em que a marca da empreitada se vai fazer sentir de um modo mais claro. A partir de agora, vamos começar a ocupar a cidade de uma forma mais visível. Este corte na Rua dos Clérigos é fundamental para conseguirmos construir a nova estação S. Bento/Liberdade”, explicou Tiago Braga, que acrescentou também que o referido corte terá uma duração de 13 meses.

Como consequência deste impedimento, o troço final da Rua do Almada passa também a não ter saída rodoviária quer para o Largo dos Lóios, quer para a Praça da Liberdade. Esta rua ficará, porém, com dois sentidos de circulação desde a zona do Banco de Portugal (até aqui tinha apenas um). Para quem tenha mesmo que deslocar-se de carro para a Avenida dos Aliados ou para a Praça da Liberdade (onde se mantêm em vigor os desvios já implementados), recomenda-se assim a utilização da Praça Guilherme Fernandes e da Rua de Ceuta (passam a ter dois sentidos ambas) ou da Rua Conde de Vizela.

A Linha Rosa irá envolver a criação de quatro novas estações – S. Bento, Hospital de Santo António, Galiza e Casa da Música -, dispondo ao todo de três quilómetros de via.

Megan Thee Stallion estreia-se em Portugal no festival Afro Nation

A primeira parte do cartaz já foi desvendada.

Foi a 7 de maio que a organização do Afro Nation Portugal deu uma novidade relativamente à edição deste ano, dizendo que iria tomar uma decisão sobre o evento até ao dia 28 desse mês: se continuava com o festival ou se adiava para o próximo ano. E a organização decidiu-se pelo reagendamento.

Com essa decisão, o festival ficou marcado para acontecer de 1 a 3 de julho de 2022, no mesmo local: Praia da Rocha, em Portimão. Desde então que não tivemos mais desenvolvimentos… até agora.

Os bilhetes para a edição do próxima já estão à venda, sendo que a primeira parte do cartaz já foi desvendada: Burna Boy, Wizkid, Megan Thee Stallion (estreia absoluta em Portugal), Beenie Man, Dadju, Diamond Platnumz, entre outros, que podem constatar aqui em baixo.

Afro Nation

Os bilhetes já estão à venda e os preços são bem superiores ao que os portugueses estão habituados para outros festivais: de momento, estão disponíveis a partir de 265,36€. Há também bilhetes VIP e Golden, com uma série de vantagens.

Nespresso e estilista Johanna Ortiz juntam-se para uma coleção especial a pensar no Natal

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E claro, está também de regresso o Calendário do Advento.

Chegámos a novembro, as montras das lojas começam a adequar as suas ofertas à época natalícia que se avizinha e, claro, as árvores começam a dar um ar de sua graça com as típicas luzinhas e decorações de Natal. Com isto, vem também aquele “drama” de sempre: mas o que é que vou oferecer aos meus amigos e família este ano?

Ora, para já temos uma belíssima sugestão, que nos chega por parte da Nespresso em parceria com a estilista colombiana Johanna Ortiz, que se juntaram para criar a edição limitada Gifts of the Forest.

Inspirada pela beleza intimista da natureza, a coleção Gifts of the Forest da Nespresso resume a devoção da marca ao precioso ambiente em que o café é cultivado. A coleção apresenta três cafés de edição limitada, com acessórios festivos, que se tornam presentes perfeitos para a família e amigos.

Os três cafés fazem parte da gama Forest Variations, onde se incluem dois cafés aromatizados e um black coffee, transportando-nos para um ambiente marcado pelos frutos do bosque às estrondosas copas das árvores. São eles:

  • Forest Black – Experimentem um pouco da floresta na sua chávena com este blend de cafés cultivados debaixo destas árvores da Colômbia. Exóticas notas amadeiradas e a especiarias dançam à sombra deste espresso;
  • Forest Fruit Flavour – Mergulhem em suculentos frutos silvestres e notas doces. Este espresso traz-lhe notas a frutas da floresta para um suave café de Arábicas da América do Sul;
  • Forest Almond Flavour – Desfrutem deste espresso aromatizado, rico em aromas incríveis – desde amêndoas frescas e nozes doces até leves notas frutadas e um sabor marcante a baunilha.

Já para quem quiser experimentar a linha de café Gifts of the Forest da Nespresso ao ar livre, pode também optar pela mais recente travel mug NOMAD da Nespresso. Como parte da colaboração de Johanna Ortiz, a nova travel mug combina bem com a natureza, uma vez que vem num tom de “cereja profunda”.

Não podíamos terminar sem referir o regresso do tão cobiçado Calendário do Advento. Para esta edição, a sua embalagem deslumbrante foi desenhada pela Johanna Ortiz como parte da sua colaboração. O calendário de advento deste ano levará os amantes da Nespresso a um café diferente a cada dia de 1 a 23 de dezembro, com um presente especial no dia 24.

Back 4 Blood – Análise: No topo da cadeia alimentar do género

Back 4 Blood é essencialmente um excelente jogo co-op (muito superior a Aliens: Fireteam Elite e ao já mencionado World War Z: Aftermath).

Após ter aceitado o desafio de fazer a análise de World War Z: Aftermath, também enquadrado no mesmo género, como fã de The Walking Dead (e zombies no geral) decidi investir o meu tempo neste jogo, até para ganhar termo de comparação. E a verdade é que fiquei satisfeito com a minha decisão, visto que Back 4 Blood está simplesmente noutro nível.

O grande destaque deste jogo é, sem dúvida, o modo campanha. Dividido em quatro atos com inúmeras etapas, funciona por exploração e progressão em percursos ponto a ponto, onde o jogador, juntamente com mais três aliados, têm de trilhar caminho até chegar à próxima “Safe Room” (ou cumprir o objetivo final para evacuação). Seja para limpar hordas, desinfestar territórios, isolar espaços ou simplesmente atravessar terrenos mais duvidosos, há sempre objetivos bem definidos, uma narrativa por detrás e muita ação pela frente, fazendo deste modo um produto entusiasmante.

Neste modo (campanha) podem optar por jogar com amigos, jogadores aleatórios ou a solo (com bots). Apesar do emparelhamento com jogadores aleatórios ser algo demorado, é certo que os vão encontrar, dado que Back 4 Blood permite crossplay entre consolas e computador. Enquanto os bots têm uma maior habilidade defensiva na hora de responder a ameaças vindas dos mais variados sítios, proporcionando uma boa cobertura, a nível ofensivo, e tendo em conta o foco no objetivo final, é sempre melhor jogar com jogadores reais. O problema é que nunca é certo o que vai sair na rifa e, com base na minha experiência, perdi algumas runs por culpa da equipa passiva e desorganizada em que “calhei”.

Há, contudo, um grande problema no emparelhamento com outros jogadores. À medida que vamos avançando nos stages com determinada equipa, se um jogador sair este é automaticamente substituído por um bot e assim continua, ao invés de ser feito novo emparelhamento entre stages para completar a equipa sem bots. Isto faz com que seja provável que, ao fim de três ou quatro stages, estejam a jogar cooperativo a solo (só com bots), o que não faz sentido.

Para começar uma run, o primeiro passo é escolher uma personagem. Todas elas têm características diferentes e armas/equipamento distinto associado. Após escolher a personagem, é possível escolher de um leque alargado de cartas de boosts definitivos, ao qual é adicionada uma nova carta a cada estágio. Ao longo da run vão-se encontrando melhores armas e melhores upgrades para as otimizar (de comuns até lendários), sendo o leque de armas bastante diversificado.

Infelizmente, há um enorme ponto negativo associado a este modelo progressivo de melhoria ao longo da campanha. No caso de insucesso repetido em determinado estágio, obriga a começar uma nova run e todas as cartas de boost e armas (+ upgrades) levam reset. O facto da “loja” da safe room ter opções limitadas e aleatórias no que toca a armas e upgrades leva a que seja necessário completar vários estágios para ter a arma otimizada e preparada para os níveis mais avançados. Este handicap não faz sentido nenhum, dado que, de estágio para estágio, o jogo fica mais desafiante e difícil, logo ninguém quer chegar a meio do terceiro ato com uma arma comum sem upgrades e sem cartas de boosts praticamente nenhumas.

Dado que não tem qualquer lógica começar uma nova run a partir de um ato que já completaram previamente só para voltarem a ter a arma que querem otimizada, o meu conselho para minimizar o transtorno com esta mecânica é investir sempre num tool kit para abrir portas especiais. Normalmente, por detrás das mesmas, há sempre melhores armas ou upgrades mais avançados. A meu ver, esta mecânica de perder o armamento com o insucesso numa run seria aceitável se, após ter de recomeçar uma nova, fosse disponibilizado na loja da safe room todo o armamento que já tiveram previamente para compra.

Para além do modo campanha co-op, outro modo que este jogo tem é o “Swarm”, surgindo repartido em várias rondas, onde os jogadores envolvidos se dividem em duas equipas. Uma das equipas são os cleaners e outra os zombies/mutantes, na qual os jogadores assumem um dos zombies para jogar nessa ronda. Dentro da mesma ronda, os jogadores alternam entre as duas equipas, desempenhando os dois papéis. O objetivo passa por conseguir derrotar a swarm em menos tempo para ganhar a ronda. No fim, a equipa vencedora é a que ganhar mais rondas. Achei este modo de jogo deveras interessante e divertido pelo facto de podermos escolher entre os vários tipos de zombies e experimentar as mecânicas associados a cada um. Só tenho pena de não haver um modo de jogo de treino para testar e treinar antes de jogar no modo swarm.

Apesar da perda dos boosts associados com o insucesso numa determinada run, é possível criar um deck pré-definido à priori. Isto não faz com que os recuperem todos de raiz, mas pelo menos garante o leque de opções mais direcionado no decorrer da próxima run. Isto é possível elaborar no Fort Knox. O Fort Knox basicamente funciona como base onde se pode juntar a equipa de jogadores antes de começar uma run, escolher o modo de jogo, melhorar as supply lines (que desbloqueiam cartas de boosts melhores e itens de personalização), personalizar as personagens e as armas com skins distintas. No Fort Knox existe ainda uma área de teste e treino de tiro, onde estão disponíveis todas as armas para o jogador experimentar durante o tempo que bem entender antes de avançar para a campanha.

Depois de uma análise extensiva aos modos de jogo, está na hora de ser mais técnico. Quero começar por ressalvar o design do jogo. Os diferentes tipos de mutações de zombies e as suas habilidades distintas tornam tudo mais interessante e dinâmico. A criatividade por detrás dos mesmos, os detalhes horríficos de cada um e os sons associados (tensão overload) tornam a experiência mais aterradora e intensa. No que toca a mapas, o design também tem muito que se lhe diga, tais são os pormenores por detrás dos mesmos, onde o cenário apocalíptico está mais do que explícito. Somando a isto o nevoeiro ou a reduzida iluminação da lanterna em zonas de escuridão total, faz com que a atmosfera dos cenários atinja um nível sublime de imersão. Escusado será falar dos gráficos, que estão muito bem conseguidos.

À medida que se progride no jogo, as mutações ganham boosts que se tornam mais difíceis de derrotar, e os zombies normais também evoluem, dando origem a uma panóplia de efeitos diferentes. Entre esses efeitos existem zombies com espetos, que para além de serem mais difíceis de derrotar, provocam mais dano; zombies em chamas que incineram os jogadores em que tocam, somando o dano de fogo ao de slashing; e zombies tóxicos, que explodem caso recebam algum dano, provocando dano de veneno. Estes dois últimos tornam inviável recorrer a armas físicas para os derrotar (que com os restantes são uma ajuda preciosa).

Direcionando agora as atenções para as mecânicas de jogo, sou da opinião que Back 4 Blood consegue maximizar a experiência sem a complicar, tornando-se num jogo deveras atrativo para todo o tipo de jogador. A stamina desempenha um papel fundamental, não só para correr, mas também para dar vigor aos ataques físicos, e consome-se/regenera-se de forma equilibrada e dinâmica. De armamento é possível ter duas armas: a primária, que pode ser uma arma básica como uma pistola simples ou uma arma branca (bastão de basebol, machado ou cutelo por exemplo), e a secundária, que provoca dano como gente grande. Para além disso, existem mais três spots para material de regeneração de saúde, material de explosão e material técnico – a quantidade que se pode transportar de cada depende dos boosts aplicados.

Os efeitos das armas brancas são potentes quando apanham um zombie à frente e é extremamente satisfatório usá-las, principalmente o bastão, que nos dois primeiros atos é muito útil. As armas de disparo estão otimizadas para o DualSense e são igualmente satisfatórias de usar, devido aos diferentes efeitos no gatilho de disparo. A precisão está bem ajustada e o efeito do embate dos tiros muito bem desenvolvido, seja para que armas for.

Estou familiarizado com Left 4 Dead, apesar de nunca o ter jogado, por isso percebo a paixão e entusiasmo dos fãs em torno da saga. Houve algumas críticas a Back 4 Blood, maioritariamente pela falta de conteúdo, mas ainda assim não sei se concordo. Após mais de 30 horas de jogo, sinto que ainda tenho muito pela frente, a começar por voltar a passar o jogo nos dois níveis de dificuldade acima de “recruta”. Fora isso, em PvP há o modo Swarm e, ainda que não seja a praia de todos, diferencia o jogo dos demais.

Posto isto, considero que Back 4 Blood é essencialmente um excelente jogo co-op (muito superior a Aliens: Fireteam Elite e ao já mencionado World War Z: Aftermath), ideal para fãs de cenários apocalípticos. É um jogo carregado de detalhes admiráveis, mecânicas atrativas e grafismo impressionante que faz valer o dinheiro investido. Considero que todos os fãs de Left 4 Dead devam dar uma chance a este novo capítulo, pois acredito que não se vão arrepender.

Estou certo que, em 2021, Back 4 Blood pertence ao tier mais alto de RPG com FPS dentro do género. E como tal, se têm interesse neste tipo de jogos, recomendo a aquisição do mesmo.

Recomendado

Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela Upload Distribution.

Raiden IV x MIKADO remix – Mais do mesmo sem novidades de destaque

A fórmula Raiden continua a funcionar perfeitamente, mas este novo lançamento não se consegue destacar das novidades que recebemos em 2021.

Temos assistido a um verdadeiro ressurgimento do género de ação espacial em 2021. Não consigo perceber qual é o porquê para esta fama emergente, mas como fã das batalhas impossíveis e dos ecrãs repletos de projéteis e monstros, fico feliz por receber não só novos projetos, como o relançamento de títulos clássicos ou anteriormente perdidos entre gerações. Raiden IV x MIKADO remix é uma mistura dos dois, baseando-se na campanha clássica da série de ação, mas apresentando novos elementos, modos e uma verdadeira remistura que procura satisfazer os fãs. Para mim, infelizmente, foi apenas mais um no meio de tantos.

Talvez tenha sentido isto porque joguei recentemente Raiden V, na PS4, e tive acesso a uma experiência mais completa, munida de uma componente social bastante interessante – onde os jogadores votam e apoiam os outros ao longo da campanha – e com um refinamento a nível da jogabilidade que não está presente nesta reedição. Seja a versão original ou a nova MIKADO remix, Raiden IV mantém-se clássico, apostando em níveis previsíveis onde temos à nossa disposição três tipos de armas, que podemos melhorar, bombas e um foco na pontuação e no melhor ranking possível. As surpresas são poucas, mas Raiden IV é divertido e desafiante, cimentando-se não como um título para todos, mas sim para os fãs do género e da série.

A reedição conta, claro, com algumas novidades. Para além do Arcade Mode, que apresenta a experiência tradicional e já conhecida de Raiden IV – com as dificuldades light e original –, e o popular Score Attack Mode, a nova versão traz consigo o Overkill Mode e o Additional Mode. O primeiro modo é o grande destaque, apresentando uma remistura da campanha com um novo sistema de pontuação – onde podemos aumentar os pontos ao atacarmos os inimigos de forma contínua – e dois níveis exclusivos, que expandem a longevidade e a dificuldade desta aventura espacial. Já o Additional Mode é menos entusiasmante e apresenta-se como uma variante da experiência arcade, mas incluindo os dois níveis adicionais de Overkill. Para além dos novos modos, podem sempre contar com o ranking mundial e o desbloqueio de novos modelos para a galeria. Sinto que faltam extras que justifiquem o valor (de 34,99€ na Nintendo Switch).

Se são fãs da série Raiden, não existe muito a dizer. Por esta hora já devem ter adquirido o título e celebrado o 30º aniversário deste clássico do género. Destaca-se ainda a remistura e o novo trabalho de gravação das músicas pelo Game Centre Mikado, o famoso salão de arcade japonês, que dá o subtítulo a este relançamento.

Se não são fãs da série, diria para aguardarem por uma promoção, pois existem mais e melhores alternativas a Raiden IV – incluindo, nas consolas da Sony, a sua sequela.

Cópia para análise (Nintendo Switch) cedida pela PQube

Concluída A Reabilitação Do Passadiço Da Foz De Alge

Tem cerca de 300 metros e permite uma vista sobre toda a albufeira.

A Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos anunciou recentemente que foi concluída a reabilitação do Passadiço da Foz de Alge. O percurso, que já evidenciava fortes sinais de degradação, é hoje um espaço aprazível, fruto da recuperação do pavimento e gradeamento, zona de bancos e miradouro no abrigo de passageiros, estruturas de informação turística painéis informativos, entre outros trabalhos de requalificação.

Na zona adjacente ao percurso foi implantada uma moldura que permite aos visitantes tirarem fotos do local, tendo como fundo a Albufeira de Castelo do Bode, com destaque para o Rio Zêzere, a Ribeira de Alge, a Cova da Eira, entre outros.

Este passadiço integra-se perfeitamente na paisagem, num local de especial interesse turístico muito procurado não só pelas ofertas de lazer disponíveis, tais como a zona de estar da Foz de Alge (Cova da Eira), a Pista de Pesca Desportiva, o Clube Náutico, o Parque de Campismo, mas também pelo património natural associado ao rio Zêzere e à aldeia de Foz de Alge.

Alle Wine. Chegou a app portuguesa para impulsionar o mercado do enoturismo

Esta app pretende ser um facilitador e agregador da experiência do enoturismo.

Alle Wine, a aplicação que pretende impulsionar o enoturismo, é apresentada oficialmente no próximo sábado, dia 6 de novembro, durante o Encontro de Vinhos 2021, pelas 17h30. Desenvolvida por uma startup portuguesa com o mesmo nome, vencedora do Wine Discoveries em 2018 e considerada alfa startup na Web Summit em 2019, a app vem dar resposta a algumas necessidades de um mercado em franco crescimento.

A Alle Wine faz a gestão integrada da experiência enoturística, desde o momento inicial até à avaliação final. Esta app destina-se a dois públicos, os enoturistas e os produtores de vinho, e pretende ser um facilitador e agregador da experiência do enoturismo, permitindo ao utilizador poder descobrir, escolher, marcar e chegar às adegas/produtores de forma autónoma, simples e conveniente. O enoturista poderá ainda fazer a reserva da sua viagem, estadia e escolher os melhores locais para degustação.

“Portugal já tem unidades de enoturismo de classe mundial, no entanto muitas não estão suficientemente divulgadas, nem a operar de forma expedita para captar os inúmeros potenciais enoturistas internacionais”, afirmou o fundador e CEO da Alle Wine, António Pé-Curto.

“O enoturismo é atualmente um setor com um crescimento muito acentuado, mas ainda com alguma imaturidade. Existe uma crescente procura e alguma oferta, que nem sempre se encontram. A Alle Wine vem exatamente responder a essa necessidade, permitindo a localização da oferta, seleção e marcação da experiência de enoturismo, de forma simples e imediata através da app”, sublinhou Marta Vendeiro, co-fundadora de Alle Wine.