Ficar em casa não tem, nem deve ser, uma limitação à atividade física. Agora, e já depois de vários ginásios terem disponibilizado aulas online, surge uma novidade: o primeiro ginásio 100% virtual.
O ginasio-online.pt pode ser acedido através do smartphone, tablet ou computador e traz, todos os meses, 250 novas aulas das mais variadas modalidades de fitness e uma série de outros conteúdos para que os portugueses se mantenham ativos e saudáveis, mesmo neste período de confinamento.
Este ginásio 100% online disponibiliza uma “biblioteca” onde é possível encontrar aulas, galeria de exercícios e planos de treino por objetivo que incluem com mais de 1.000 exercícios, bem como artigos variados com dicas de treino e fitness, nutrição e receitas.
Em breve, a plataforma possibilitará também a realização de sessões individualizadas com personal trainer, assim como, consultas de nutrição.
Se pensarmos bem, este ginasio-online.pt disponibiliza todos os serviços que um ginásio tradicional oferece aos seus clientes, com exceção dos equipamentos, claro. Ainda assim, também aqui há uma solução, uma vez que, segundo o comunicado enviado, os equipamentos poderão ser adquiridos através da plataforma com condições vantajosas proporcionadas pela rede de parceiros.
Melhor de tudo? O acesso à plataforma é gratuito até ao próximo dia 5 de abril, pelo que basta efetuarem o registo no site. Após essa data, as aulas poderão ser adquiridas avulso, a partir de 3€/aula, ou em packs de seis ou 15 aulas.
Sensível à atual situação, o ginasio-online.pt oferece acesso totalmente gratuito a todos os profissionais de saúde (médicos, enfermeiros e auxiliares) que se encontram ao serviço de todos os portugueses. Para usufruir do acesso, basta que enviem email com prova da situação profissional.
Não, desta vez não está relacionado com o surto de COVID-19, mas não deixa de ser um email falso. Está a ser enviado um novo email falso que se quer fazer passar pela Polícia de Segurança Pública.
Claro, é mais um entre tantos outros esquemas para enganar os mais distraídos. Portanto, já sabem, se receberem um email duvidoso, apaguem-no no imediato. Não carreguem em nenhum dos links ou imagens que surgir nestas mensagens.
Como identificar que é um email falso e que não é, de facto, enviada pela Polícia de Segurança Pública?
É fácil. Primeiro, devem verificar logo qual é o remetente. Neste caso, o endereço surge como Polícia de Segurança Pública, mas o email exato é invitation@psp.pt. Estamos em Portugal, enviam uma comunicação num português brasileiro esquisito, logo porquê usar um endereço que começa com uma palavra estrangeira?
Depois, basta lerem por alto o email para perceber que contém erros ortográficos, demostra falta de pontuação e está escrito em Português do Brasil. Novamente, se estamos em Portugal, porquê está comunicação?
Além disso, refere até termos em inglês, como “Chief Superintendent”, o que não faz qualquer sentido.
E cuidado. Apesar de o email não conter nenhum ficheiro anexado, está uma “imagem” desfocada no fim do email. Não se consegue ler, mas dá para perceber que está redigida em Inglês. Ora, que motivo haveria para, primeiro, enviarem um qualquer email e, segundo, com uma imagem desfocada escrita em Inglês? É um SCAM descarado, ainda que os burlões se tenham dado ao trabalho de colocar o logo da PSP logo no início do email.
Portanto, se receberem algum email deste tipo, já sabem o que têm de fazer: apagar no imediato. Não cliquem em nada.
E já agora, se quiserem entrar em contacto com a PSP, o site oficial é este.
Desde há uma série de dias que milhares de colaboradores, aqueles aos quais isso é possível, estão a trabalhar a partir de casa, no que pode chamar de teletrabalho obrigatório.
Isto implicou uma mudança de rotinas e, também, uma adoção de novas estratégias, de forma a que não só seja possível trabalhar de forma remota, mas igualmente manter o nível de concentração e produtividade.
Porém, isso nem sempre é fácil. Ficando por casa, a quantidade de trabalho produzido pode diminuir, sendo que existem muito mais distrações quando não nos deslocamos para o escritório.
Ora, o livro Out of the Office, lançado em 2013, conta várias histórias de sucesso sobre novos modelos de trabalho e tem um capítulo que pode ajudar muitos profissionais na atual conjuntura económica. O melhor de tudo? Está agora disponível gratuitamente em formato PDF (em Português e em Inglês).
O livro conta várias histórias de sucesso de um conjunto de empresas e profissionais que adotaram novos métodos de trabalho, como o coworking, o escritório virtual e, principalmente relevante neste altura de isolamento, quarentena e contenção social, o teletrabalho.
No fundo, podem (e devem) passar os olhos por este livro, de modo a ficarem motivados para estes dias um pouco fora do normal.
Disponibilizado pelo Avila Spaces, ou não fosse o CEO Carlos Gonçalves co-autor de Out of the Office, o livro pode ser acedido aqui.
Chama-se covid.pt e é uma iniciativa que, visando aproveitar o potencial inovador da sociedade portuguesa por via da colaboração, pretende dar resposta aos desafios colocados pelo surto de Covid-19.
Para o efeito, foi criada uma plataforma na qual cidadãos, empresas e ONGs podem submeter ideias criativas e inovadoras associadas às dificuldades que surgiram neste período difícil.
Como é que o covid.pt funciona?
Primeiro, na plataforma estão expostos vários desafios causados por esta crise, que vão sendo escolhidos pelos moderadores. E para cada desafio, qualquer pessoa pode propôr uma ideia.
A partir daí, qualquer pessoa pode comentar ou votar uma ideia para que esta se torne melhor e concretizável.
Depois, caso alguma empresa ou grupo de pessoas quqeira agarrar numa ideia e concretizá-la, poderá entrar em contacto com os responsáveis do website, de forma a que estes últimos também possam ajudar e comunicar esse progresso aos seguidores da plataforma.
Atenção, o covid.pt não é um concurso. As ideias não têm propriedade. É uma iniciativa que nasce acreditando que se todos nós dermos o nosso melhor e colaborarmos, todos ganhamos com isso.
A plataforma surgiu por parte de três empresas: InnovationCast, Premium Minds e OutSystems.
Foi ontem, dia 31 de março, que a Casa de Anne Frank em Amesterdão, em conjunto com a Every Media, iniciou uma série no YouTube que conta a história de Anne Frank através de diários em vídeo.
A vida da jovem decorreu durante a Segunda Guerra Mundial, tendo ficado famosa pelo seu diário que foi depois encontrado e traduzido internacionalmente.
Nesta série, Anne é imaginada como se não tivesse tido um diário nos anos 40, mas antes uma câmara para vlogs. Ou seja, Anne Frank é aqui representada por Luna Cruz Perez, uma atriz de 13 anos que adapta as cartas do diário de Anne para vídeos diários expressos por palavras próprias.
Esta série é composta por 15 episódios, sendo que podem ver os dois primeiros aqui em cima.
Todos os vídeos têm legendas em Alemão, Inglês, Português e Espanhol. O último episódios ficará disponível, claro, a 4 de maio, dia em que se assinala o Dia da Lembrança na Holanda.
É uma medida que tem por objetivo não só minimizar o impacto que o isolamento social tem nas rotinas diárias de exercício dos seus membros, como também nos negócios dos seus parceiros. Assim, os subscritores Urban Sports Club passam a ter direito a aulas online e em direito.
Para isso, basta que o façam através da aplicação ou do website da marca, na categoria de Aulas Online.
A empresa compromete-se a, através da aplicação, enviar um lembrete 15 minutos antes da aula começar. Além disso, também o instrutor deverá conseguir ver o seu aluno.
O melhor de tudo é que, via online, será possível ter acesso a aulas realizadas por toda a Europa, independentemente da localização geográfica. Ou seja, será possível ter acesso a milhares de atividades, onde se incluem aulas como yoga, Hiit, Pilates, meditação, entre muitas outras.
É simples marcarem uma aula. Basta escolher a que desejam, reservar e, depois, aceder à mesma via livestream.
O Urban Sports Club está a trabalhar em estreita colaboração com as suas instalações desportivas parceiras, em toda a Europa, no sentido de disponibilizar o mais rapidamente possível os seus serviços a todos os membros.
Além das aulas em direto, o Urban Sports Club está a incentivar toda a sua comunidade digital a partilhar as suas atividades em quarentena, como planos de treino, dicas de cinema e literatura ou receitas saudáveis.
Foi há duas semanas que aqui dissemos que a Festa do Cinema Italiano ia acontecer em formato online, em virtude da edição deste ano em salas de cinema ter sido adiada. Pois bem, é hoje que começa o evento, mas em versão adaptada a esta nova realidade.
Hoje, os Canais TVCine apresentam em exclusivo no TVCine Edition, um Especial Cultura Italiana, com a exibição de cinco filmes, com a exibição de Hitler VS Picasso: A Obsessão Nazi Pela Arte (às 15h25), Tintoretto – Um Rebelde em Veneza (às 17h05), Michelangelo Infinito (às 18h40), Beautiful Things (às 20h20) e Palombella rossa, de Nanni Moretti (às 22h).
Já sexta-feira, dia 3 de abril, é a vez da plataforma Filmin receber uma programação especial dedicada a Itália, uma oportunidade para mostrar algumas das mais importantes obras do recente cinema italiano, incluindo algumas estreias online, como é o caso de Dogman, de Matteo Garrone; Noites Mágicas, último filme de Paolo Virzì; e Lucia Cheia de Graça, de Gianni Zanasi, assim como os filmes de Abel Ferrara, Pasolini, e o novíssimo Tommaso, que estreou em sala há poucos meses.
Fazem também parte desta programação alguns filmes premiados em edições da Festa do Cinema Italiano, como Almas Negras, de Francesco Munzi; O Meu Nome é Jeeg Robot, de Gabriele Mainetti; Le Cose Belle, de Giovanni Piperno e Agostino Ferreante; e A Máfia Só Mata no Verão, de Pif, bem como filmes de autores importantes como Alice Rohrwacher, Paolo Sorrentino, Bernardo Bertolucci e Giuseppe Tornatore.
Destaque ainda para a estreia do inédito Selfie, de Agostino Ferrante, uns dos documentários italianos mais premiados do ano passado, e A Febre Ferrante, de Giacomo Durzi, sobre um dos maiores fenómenos italianos da literatura do séc. XXI.
E como os clássicos não podem faltar, estão disponíveis algumas das mais relevantes obras de Fellini, Rossellini, Visconti, Scola e muitos outros. Ao todo, diz a organização que serão 114 títulos à disposição dos subscritores Filmin, serviço cujo preço mensal é de 6,95€.
Quanto à versão “real” da 13ª Festa do Cinema Italiano, ainda não foi possível à organização avançar novas datas, mas sabemos que estão a trabalhar nesse sentido.
2020 está a ser um ano estranho, mas no mundo dos videojogos pode-se dizer que está a ser muito emocionante.
Para apimentar o catálogo do ano, a Atari revela agora um novo projeto, que não é nada mais, nada menos, que o regresso de um dos primeiros videojogos de sempre, Pong.
Pong Quest é um ressuscitar do icónico jogo que chega num novo formato e género e que, a julgar pelas primeiras informações, parece tão divertido como aparenta.
“Viaja por terras na pele de um divertido e adorável Pong e embarca numa jornada que irá ditar o futuro do Mundo Pong. Visita masmorras inspiradas em títulos da Atari e derrota o mal que espreita com intensos combates inspirados no clássico Pong”, pode ler-se em comunicado da Atari.
O jogo conta com visuais adoráveis inspirados no título original e com habilidades únicas para tornar os confrontos mais aliciantes. Chega ao PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch ainda durante a primavera.
Quando ainda andava na escola, Jack Cunningham (Ben Affleck) tinha tudo a seu favor. Um fenómeno do basquetebol, conseguia um bilhete para a faculdade ou até mesmo para o circuito profissional, mas, em vez disso, escolheu sair do jogo, perdendo o seu futuro. Os dias de glória de Jack já lá vão… mas, afinal, não foram esquecidos.
Anos mais tarde, recebe a oportunidade de retomar a sua vida quando é convidado a treinar a equipa de basquetebol da sua escola antiga. Jack aceita relutantemente, surpreendendo-se a si próprio mais do que aos outros e, à medida que os miúdos começam a unir-se como uma equipa e a vencer, pode ter aqui a sua última oportunidade de redenção.
Não sou o fã “número um” de dramas desportivos inspiradores, mas também nunca desgostei de nenhum ao certo. Todos seguem aquela fórmula narrativa que toda a gente reconhece, mas têm sempre sucesso. O protagonista é um ser humano miserável devido a um passado trágico. Tem uma nova chance de triunfar na vida, geralmente uma situação de underdog (alguém em quem ninguém acredita ser capaz de alcançar o que quer seja, nem a pessoa em si) e, eventualmente, supera qualquer desafio que aparece, incluindo derrotar os seus vícios se tiver algum. Todos vivem “felizes para sempre” e o espetador sai do cinema com um sorriso na cara, simplesmente porque nos faz sentir bem.
É incrivelmente fácil torcer por um underdog que tenta prevalecer e alcançar algo em que nunca acreditou. Em The Way Back, a sua equipa de basquetebol é horrível, mas Jack ensina-os não só a jogar melhor, mas a serem uma melhor equipa. A partir daí, é tal e qual como a sinopse: uma vitória aqui e ali coloca tudo e todos no caminho certo, acabando por ser muito divertido ver os miúdos “crescerem” em todas as áreas da vida. E enquanto desportista, são vários os pequenos detalhes que me ajudam a desfrutar ainda mais deste tipo de filmes.
No entanto, é uma variação simples da mesma história cliché e previsível… até certo ponto. Existe um desenvolvimento genuinamente surpreendente. Não sei se foi devido às minhas “defesas estarem em baixo” ou se Gavin O’Connore Brad Ingelsby realmente fizeram um ótimo trabalho em escondê-lo até ao momento certo, mas definitivamente funcionou.
A falta de desenvolvimento das personagens secundárias é, provavelmente, o meu maior problema com The Way Back, tirando o argumento formulaico. Ainda existe um miúdo que tem uma determinada história, mas nunca recebe a consideração merecida. É um filme muito centrado no protagonista, algo que não tem nada de errado, especialmente quando Ben Affleck entrega uma das melhores prestações da sua carreira. Deixei-o para último, pois acredito que todo o filme tem sucesso devido ao seu papel impressionantemente cativante.
Muitas pessoas têm vindo a comentar como a própria vida de Affleck e as suas lutas passadas contra o vício do álcool fazem disto uma interpretação pessoal no sentido em que Affleck está apenas a auto-retratar-se. Alguns até rebaixaram a sua performance, referindo que “é mais fácil representarmo-nos do que uma personagem fictícia”, algo que não poderia discordar mais. É uma tarefa árdua interpretar uma versão da nossa personalidade, ainda mais uma parte tão sombria e triste. Não é apenas um enorme desafio para atores, mas também um teste pessoal aterrorizante.
Divago. Honestamente, não me podia importar menos com a vida pessoal de Affleck, ou com qualquer outra. Deviam parar de tentar trazer temas externos para críticas. Afinal, é um dos primeiros princípios que se aprendem enquanto críticos de cinema (que infelizmente se esqueceram com o tempo). Não sei se a sua experiência com o vício ajudou na sua prestação ou não, mas Affleck mostra-se incrivelmente comprometido com o seu papel. Eleva a sua personagem e carrega o filme inteiro aos seus ombros. Interpretação brilhante, emocional e muito realista de alguém que lida com depressão, frustração, raiva e um problema alcoólico.
Resumindo, The Way Back é um drama desportivo inspiracional que segue os estereótipos do género e o argumento formulaico, mas não deixa de ter muito sucesso na sua execução. As personagens secundárias recebem pouco ou nenhum desenvolvimento, mas não existe nada de errado com uma história centrada apenas no seu protagonista… desde que o ator principal entregue uma prestação excecional. E isso é algo que Ben Affleck faz de uma maneira emocionalmente poderosa, oferecendo um retrato genuíno de alguém com um passado trágico e muitos problemas pessoais.
Acredito que é uma das melhores performances da sua carreira. Jack pode seguir todas as linhas narrativas do género, mas Ben Affleck é razão suficiente para uma olhadela neste The Way Back de Gavin O’Connor.
Minecraft está prestes a receber um novo spin-off com Dungeons.
Inspirado no mundo de Minecraft e em jogos ao estilo de Diablo, Minecraft Dungeons é uma nova aventura com mecânicas de dungeon crawler onde é possível explorar, colecionar itens e armas e lutar contra as forças do mal de Arch-Illager com a ajuda de quatro amigos.
Esta nova aventura é separada do jogo original de Minecraft, mas utiliza todo o charme e elementos do mundo em que se inspira. De fora fica o lado mais criativo, mas há muitas emoções para nele viver.
Com o anúncio, a Microsofte a Mojang revelaram também a data de lançamento do novo título, marcada para o dia 26 de maio para PC, Xbox One, Nintendo Switch e PlayStation 4. Fora do lançamento ficam as capacidades cross-play, que permitem jogar com amigos em plataformas diferentes. No entanto, a Mojang prometeu em comunicado oficial estar a trabalhar numa solução para breve.
Enquanto jogo da Xbox Studios, os subscritores do Xbox Game Pass vão poder desfrutar desta nova aventura sem custos adicionais, mas quem quiser guardar na sua biblioteca para sempre, ou comprar para outra plataforma, já pode pré-resevar Minecraft Dungeons, disponível na Standard Edition de 19,99€ e na Hero Edition de 29,99€, que inclui o Hero Pass com itens exclusivos e dois pacotes de DLC.
Um dos segredos mais mal guardados dos últimos tempos foi confirmado com um lançamento surpresa. A remasterização do aclamado Call of Duty: Modern Warfare 2ficou disponível na PlayStation 4, com a Xbox One e o PC a receberem esta nova versão do jogo no dia 30 de abril.
Tal como a remasterização do seu antecessor, esta versão de Modern Warfare 2 é composta apenas pela campanha do jogo que está virtualmente intocável, exceto, claro, pela sua apresentação.
Originalmente lançado para PC, Xbox 360 e PlayStation 3, Modern Warfare 2 aparece agora com novos visuais de alta definição, um novo sistema de iluminação, novos modelos e efeitos e suporte HDR. Tudo combinado, torna o clássico num jogo aparentemente moderno.
Esta campanha conta, contudo, com alguns extras para o multijogador do mais recente Call of Duty: Modern Warfare, lançado no final de 2019, e do free-to-play Call of Duty: Warzone, com uma nova skin de operador para o Ghost, duas novas armas e muito mais.
Está disponível 24 horas por dia em todo o continente e ilhas e é inteiramente grátis, façam a chamada da rede móvel ou fixa. Por isso, a partir de agora, basta ligar para o 1400 de modo a garantir o acesso a medicamentos com aconselhamento farmacêutico.
O 1400 é especialmente recomendado às pessoas que, pela sua idade ou condição de saúde, se devem abster de qualquer saída à rua durante a pandemia de COVID-19. O centro de atendimento dará prioridade à satisfação dos pedidos de doentes crónicos e pessoas com mais de 60 anos.
A linha pode ainda ser usada para planear visitas à farmácia. O serviço 1400 garantirá a cada português que terá à sua espera, na farmácia da sua preferência, todos os medicamentos e produtos de saúde de que necessita, com especial atenção aos mais urgentes.
Aliás, a escolha da farmácia cabe a cada cidadão, mas o serviço de atendimento telefónico irá sempre quais as farmácias mais próximas com os medicamentos disponíveis.
No que toca às modalidades de entregas ao domicílio, as farmácias garantem a dispensa de medicamentos, em todo o país, com serviços próprios, em parceria com autarquias, IPSS e os CTT.
O serviço SAFE 1400 cumpre as boas práticas de farmácia e de distribuição, testadas em projetos-piloto que decorreram em Bragança e Loures.
Um dos novos projetos nacionais a ser lançado este ano para PC e consolas não ficou imune a atrasos devido à Covid-19.
Originalmente com data marcada para o dia 15 de maio, Those Who Remain, do estúdio independente Camel 101, vai chegar agora em junho, sensivelmente duas semanas depois da data anterior.
Recentemente, o anúncio da data original foi feito com um trailer dedicado que revela o tom sombrio e misterioso deste título que nos leva até à pacata vila de Dormont, onde começam a desaparecer pessoas e uma força sombria começa a espalhar a paranóia entre os seus habitantes. No papel de Edward, cabe ao jogador confrontar os seus próprios demónios e os horrores que se espalham na escuridão da noite nesta vila, através de puzzles e exploração.
Those Who Remain está a ser desenvolvido para PC (Steam), PlayStation 4 e Xbox One e vai contar com uma versão para a Nintendo Switch, mais lá para o verão com a ajuda da Wired Productions.
A equipa da Xbox revelou os jogos que vão chegar aos subscritores do Xbox Live Gold e do Xbox Game Pass Ultimate durante o mês de abril.
Como sempre, temos quatro jogos aqui, com duas ofertas para Xbox One e duas para a Xbox 360.
Durante todo o mês de abril, os subscritores terão acesso a Project CARS 2, um dos melhores simuladores de corrida disponíveis nas consolas, com mais 180 veículos licenciados e 140 circuitos recriados até ao mais pequeno pormenor para acelerar.
Ainda na Xbox One será possível resgatar, entre os dias 16 de abril e 15 de maio, o RPG à antiga Knights of Pen and Paper Bundle. Já nas oferta da Xbox 360 encontramos o clássico Fable Anniversary (com melhorias na Xbox One X), até ao dia 15 de abri, e, logo depois,Toybox Turbos, até ao dia 30.
Como sempre, para que possam aceder a todos estes jogos Xbox Games With Gold, basta terem a subscrição do Xbox Live Gold ou do Xbox Game Pass Ultimate ativas durante o período de oferta.
E entra hoje em funcionamento, às 17h30, no Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa. Desenvolvido pela empresa portuguesa Biosurfit e financiado pelo Pingo Doce, este sistema possibilita a identificação precoce e rápida dos casos potencialmente mais graves entre os pacientes encaminhados pelo Serviço Nacional de Saúde, por suspeita ou confirmação de Covid-19.
É, no fundo, um projeto inovador de “triagem inteligente” de casos suspeitos ou já confirmados do novo coronavírus.
O paciente, sem sair do carro, passa por um processo de triagem inteligente, onde será submetido a testes cujo resultado é apurado em menos de dez minutos. O resultado permite avaliar o estado clínico geral e segmentar os pacientes segundo uma escala de severidade de três níveis: entrada imediata para os cuidados intensivos, permanência sob observação ou encaminhamento para casa.
Estima-se que este equipamento tenha capacidade para avaliar 240 pacientes por dia. O Pingo Doce apoiou este projeto em cerca de 30 mil euros.
As redes sociais trouxeram de volta o debate sobre a privacidade dos seus utilizadores. Os recentes escândalos que envolveram empresas como o Facebook colocaram em dúvida até que ponto os nossos dados estão seguros ao realizar um registo qualquer na Internet.
Além das redes digitais, muito se discute, também, a respeito da privacidade como indivíduos em locais públicos, por exemplo. Em Portugal e em vários outros países da Europa, é cada vez mais comum notar câmaras de vigilância espalhadas pelas ruas. Alguns queixam-se de viver num Big Brother da vida real.
Sandro Camilleri, empresário italiano e CEO e fundador da Matica Technologies, vê a segurança como o bem mais precioso. “A privacidade é uma cura muito boa, um valor absoluto, mas a vida é um bem supremo. Devemo-nos perguntar, enquanto comunidade, o que queremos priorizar.”
A Matica está no mercado tecnológico há mais de 20 anos e oferece produtos especializados em processamento e impressão de cartões de identificação e documentos para sistemas de segurança. “Para mim, em primeiro lugar, há a defesa da vida, e uma das maneiras de o fazer é garantir ferramentas de identificação digital confiáveis, como aquelas que produzimos todos os dias na minha empresa.”
O assunto é polémico, mas necessita de ser debatido, de acordo com Sandro Camilleri. “É um assunto delicado, que muitas vezes suscita dúvidas e preocupações sobre a questão da privacidade. Se, como Estado, não tenho meios para conhecer a sua identidade, como posso iniciar um processo que leve à sua integração? Por este motivo, cada país tem o direito de adquirir os meios para conhecer antecipadamente os dados das pessoas.”
Na opinião do CEO da Matica Technologies, a imigração deve ocorrer de forma legal e responsável, o que garante a integração entre povos e culturas diferentes de forma saudável. “Queremos um mundo fechado, baseado em barreiras, com fronteiras de ferro? Ou um mundo aberto, baseado na troca entre diferentes culturas, onde é possível mover-se com mais liberdade?”, questiona Sandro Camilleri.
O líder da Matica acredita ser necessário criar métodos não tão invasivos, que priorizem a privacidade das pessoas. “Em Shenzen – China – um incrível sistema de controlo foi recentemente aprovado e posto em funcionamento. Em cada semáforo, foram colocadas câmaras, num total de cinquenta e sete mil, capazes de reconhecer o rosto dos motoristas. Acredito firmemente que o nosso dever, no Ocidente, é fazer tudo o que é possível para evitar chegar a esse ponto e, portanto, devemos-nos equipar com ferramentas adequadas, minimamente invasivas, mas eficazes.”
Fartos das séries da Netflix, HBO, Amazon e afins? Há uma boa notícia para aqueles que gostam de séries portuguesas. Na próxima semana, mais especificamente a 8 de abril, estreia na RTP1, às 21h, A Espia, uma nova série de ficção histórica da RTP1 que nos traz um história de espionagem, romance e sedução passada em Portugal e na Galiza durante a 2ª Guerra Mundial.
Produzida pela Ukbar Filmes, em coprodução com a RTP e a Ficción Producciones e com o apoio do ICA e PIC Portugal, A Espia foi filmada entre maio e julho de 2019, em Lisboa, Porto, Curia, Tomar, Figueira da Foz e Santiago de Compostela. A série contou com a consultoria histórica da Doutora Margarida Ramalho.
Com um total de oito episódios, esta nova série foi realizada por Jorge Paixão da Casta e conta no elenco com nomes como Daniela Ruah, Maria João Bastos, Diogo Morgado, Marco d’Almeida, António Capelo, Adriano Carvalho, Patrícia Tavares, Adriano Luz e Pedro Lamares.
Uma série onde a ficção se cruza com a realidade da história de um país onde ninguém é o que parece. Para ver a partir de 8 de abril na RTP1 e, também, na RTP Play.
Perante o atual contexto mundial associado ao surto de Covid-19 e num cenário em constante mudança que implica restrições impostas pelas autoridades à celebração de espetáculos públicos e à livre circulação de pessoas, o concerto único Dragon Ball Symphonic Adventure, originalmente agendado para o próximo dia 18 de julho na Altice Arena, Lisboa, acaba de ser cancelado.
A prioridade absoluta de todas as pessoas e equipas envolvidas neste projeto será sempre garantir a segurança do público, artistas e todas as pessoas envolvidas no evento.
Os bilhetes já adquiridos para o espetáculo Dragon Ball Symphonic Adventure serão devolvidos quando for levantado o Estado de Emergência.
Em comunicado, a organização fez saber que as devoluções de bilhetes adquiridos online serão feitas automaticamente pela Blueticket através dos seus canais oficiais.
Quanto aos bilhetes adquiridos em lojas físicas, é algo que implica a deslocação a uma loja física, sendo que isso apenas acontecerá quando terminar o Estado de Emergência. Terão depois até ao dia 18 de agosto para solicitar a devolução do dinheiro gasto na aquisição dos bilhetes para este espetáculo.
A organização tem esperança que, em breve, possa apresentar este espetáculo em Portugal.
Há mais um festival a ser remarcado. Depois de alguns adiamentos que já aqui demos a conhecer, hoje foi a vez da organização do Boom Festival, que iria acontecer este ano entre 28 de julho e 4 de agosto, em Idanha-a-Nova, anunciar que o festival não irá realizar-se este ano.
Assim, o Boom Festival irá realizar-se entre os dias 22 e 29 de julho de 2021. A justificação é, obviamente, a pandemia de COVID-19.
“O presente momento não nos permite alcançar estes propósitos de vida do Boom. A situação Covid-19 continua a degradar-se. É irrealista achar que se a pandemia passar até Julho os efeitos psicológicos irão desaparecer subitamente. As limitações que a pandemia impôs à produção e logística do festival, assim como à comunidade mundial Boomer, com supressão de movimentos por tempo indeterminado, obriga-nos a uma decisão”, diz o comunicado no site oficial.
“Perante esta pandemia, há que ser ético e responsável. Para salvaguardar a saúde pública, os Boomers, o espírito do Boom; norteados pelos nossos princípios e, especificamente pelos de Humanismo e Unidade; seguindo as orientações em Portugal patentes no Decreto-Lei n.º 10-I/2020, que se aplica a todos os espetáculos que não podem ser realizados no lugar, dia ou hora agendados, entre os dias 28 de fevereiro de 2020 e até ao 90.º dia útil seguinte ao fim do estado de emergência somos obrigados a reagendar a edição de 2020”, pode ler-se na mesma nota.
“Toda a produção está afectada. Somos um festival que depende dos bilhetes para sobreviver e tem sido esse apoio que financia tudo até agora desde o começo de 2019. Neste momento trabalham 100 pessoas para o festival. Em Maio seriam cerca de 200, em Junho 300 de mais de 35 nacionalidades e os números não iriam parar de subir.”
No que toca aos bilhetes, e como se seria de esperar, a organização diz que os “detentores de bilhetes de 2020 têm direito à edição de 2021. Os serviços adquiridos para 2020 (ex: Boom Bus, Tipis, Cardboard Village) transitam para o Boom 2021 sem custos adicionais”.
Para quem não tiver a possibilidade de ir no próximo, há uma má notícia: o Boom Festival não faz devoluções de bilhetes. Porém, a organização está sensível ao facto de que alguns Boomers poderão não ter disponbilidade em julho de 2021, pelo que irão criar uma plataforma externa ao festival onde poderão colocar bilhetes à venda para que possam ser comprados por outro festivaleiro.
A organização do Boom Festival promete mais informações para breve.
O aumento da confiança na economia portuguesa e novas práticas e rotinas laborais, sobretudo promovidas pelas gerações mais novas, fazem com que a flexibilidade laboral seja um processo inevitável. Verifica as melhores webinar platforms de 2021 no site da Webinarcare.
De acordo com um estudo de 2019 realizado pela Polar Insight em parceria com a Universidade Católica Portuguesa sobre a flexibilidade do trabalho no país, 34% dos portugueses refere ter dificuldades em alterar ligeiramente o horário de trabalho, sendo que mais de metade é obrigada a trabalhar nas instalações da sua entidade empregadora. Entre as principais vantagens que a flexibilidade traz às empresas, contam-se uma maior capacidade de atração e retenção de talento e o aumento da produtividade e qualidade do trabalho.
De forma a desmistificar conceitos como Freelancing, Trabalho Remotoe Nomadismo Digital, decorrerá entre os dias 13 e 18 de abril a Nómada Digital Summit, a primeira conferência 100% online e gratuita em língua portuguesa dedicada a este tema. O conceito partiu de três jovens portugueses, Diogo Reffóios Cunha, João Mendes e Gonçalo Hall.
A conferência tem como principal objetivo ensinar estratégias e metodologias para aperfeiçoar ou aderir ao trabalho remoto. Os temas discutidos irão desde como ganhar dinheiro em viagem, como aprender a programar em pouco tempo, dicas para ser um freelancer de sucesso, como as empresas podem fazer a transição para trabalho remoto, até contabilidade, dropshipping e marketing digital.
Os cinco dias da Nómada Digital Summit terão acesso gratuito mediante a inscrição prévia no site da conferência, onde também podem consultar o programa ao pormenor.