Concerto de Stacey Kent em Lisboa adiado para junho de 2021

Começam a chegar os adiamentos de eventos/espetáculos que deveriam acontecer em junho. Desta vez falamos de Stacey Kent, que deveria dar um concerto no próximo dia 5 de junho no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, e cujo espetáculo foi adiado para junho de 2021.

Mais especificamente, o concerto foi agora reagendado para dia 4 de junho de 2021, acontecendo no mesmo local.

Os bilhetes adquiridos anteriormente são naturalmente válidos para a nova data.

A Incubadora D’Artes refere ainda que os bilhetes para a nova data já se encontram à venda na Ticketline, variando entre os 20 e os 40€. Devido ao Decreto-Lei n.º 10-I/2020, este espetáculo não dá direito a reembolso, logo não podem devolver bilhetes previamente adquiridos.

Andrea Bocelli dá concerto no domingo de Páscoa. E podem ver no YouTube

É já daqui a três dias que o tenor italiano Andre Bocelli dá um concerto na histórica Duomo, a catedral de Milão, após um convite da cidade e da catedral e graças à hospitalidade do arqui-sacerdote e da Veneranda Fabbrica del Duomo.

Como é óbvio, este é um concerto sem audiência, uma vez que foi proibido o acesso ao público em conformidade com os regulamentos do governo quanto à Covid-19. Logo, como o mostrar a toda a gente? Fácil, através do canal do tenor no YouTube.

Portanto já sabem: este domingo de Páscoa, a partir das 18h, têm um programa muito especial.

Neste concerto a solo, Andre Bocelli será acompanhado apenas pelo organista da catedral, Emanuele Vianelli, tocando num dos maiores órgãos de tubos do mundo. As peças cuidadosamente selecionadas, especialmente arranjadas para voz e órgão só para a ocasião, incluirão a amada “Ave Maria” de Bach/Gounod, e “Sancta Maria” de Mascagni – edificante repertório de música sacra num dia simbólico da renovação da vida.

O evento é promovido pela cidade de Milão e pela Veneranda Fabbrica del Duomo, produzida pela Sugar Music e Universal Music Group, graças ao generoso apoio do YouTube. A participação de Andrea Bocelli é totalmente pro-bono (em colaboração com Almud e Maverick Management).

Convém ainda destacar o facto de a Fundação Andrea Bocelli (ABF) ter iniciado uma campanha para amealhar fundos para ajudar os hospitais a comprar todos os equipamentos necessários para proteger a sua equipa médica. Podem doar através da campanha no GoFundMe.

Recorde-se que, de momento, Andrea Bocelli continua com um espetáculo agendado para dia 4 de julho no Estádio Cidade de Coimbra. Ainda não se sabe se o concerto irá ou não realizar-se.

TeleEscola. Aulas do Ensino Básico vão ser transmitidas na RTP Memória a partir de 20 de abril

Foi hoje, em plena conferência de imprensa, que o primeiro-ministro António Costa anunciou uma série de medidas que vão afetar o normal funcionamento do ensino em Portugal.

Há pontos importantes a reter desde já. Primeiro, os alunos até ao 9º ano de escolaridade vão ter aulas à distância. Já os alunos do secundário (foquemo-nos naqueles do 11º e 12º ano) vão ter aulas presenciais… mas ainda não se sabe quando. O objetivo é ter aulas presenciais em segurança, decisão que se deve ao facto da existência dos exames nacionais, que, como sabem, servem para a entrada no Ensino Superior.

TeleEscola

Ensino Básico

Lembram-se da TeleEscola? O formato está de volta para este ano, dado as circunstâncias que todos conhecemos. Assim, com o terceiro período a iniciar-se a 14 de abril, António Costa divulgou que, para os alunos até ao 9º ano, não haverá aulas presenciais, mas sim à distância. Essas aulas serão transmitidas via RTP Memória a partir de 20 de abril, sabendo-se ainda que haverá conteúdos de apoio ao pré-escolar, mas desta feita transmitidos na RTP e, presumivelmente, na RTP Play.

Além disso, e isto é importante, os alunos do Ensino Básico não terão nem provas de aferição, nem exames nacionais.

Ensino Secundário

Como já referimos, o terceiro período inicia-se a 14 de abril e, de momento, não existirão aulas presenciais, mas sim à distância, através de meios digitais. Certo é que, para os alunos do 10º ano, as aulas manter-se-ão à distância até final do ano letivo.

Já para os alunos do 11º e 12º ano, a história é outra. Para já, e tal como referimos anteriormente, as escolas permanecem encerradas. Porém, e quando existirem condições para tal, as escolas irão reabrir para que sejam dadas aulas presenciais das 22 disciplinas cujas provas finais são necessárias para o acesso ao ensino superior.

Quer isto dizer que, para as restantes disciplinas, o ensino continuará a ser feito à distância. No entanto, e para os pais que não desejarem ver os seus filhos expostos a um possível contágio, fiquem a saber que a assiduidade não será obrigatória, ou seja, as faltas serão consideradas justificadas.

Ainda no que toca às escolas, serão disponibilizados dispensadores de gel desinfetante à porta de cada sala de aula, com uso obrigatório à entrada e à saída. O uso de máscara será obrigatório.

Finalmente no que toca aos exames, a primeira fase acontece entre 6 e 23 de julho, com a segunda fase a decorrer entre 1 e 7 de setembro.

António Costa referiu ainda que, no próximo ano letivo, haverá um esforço de recuperação das aprendizagens em todos os anos de escolaridade. Além disso, e ao que tudo indica, será desenvolvido um programa para a disponibilização de equipamentos e acesso à Internet em banda larga para ensino à distância por meios digitais.

TV Fest. Festival de música começa hoje, mas parece que já foi cancelado

É o que diz o Expresso, num artigo exclusivo para assinantes. Apesar de o Ministério da Cultura não o ter anunciado, adianta aquele jornal que fonte da RTP confirmou que o festival “foi cancelado”.

TV Fest

Recorde-se que ainda ontem demos a conhecer este TV Fest, um festival de música delineado par ajudar artistas e técnicos. O problema, porém, é que os moldes de funcionamento do concurso não agradaram aos artistas no geral, algo que está relacionado com a verba disponibilizada (um milhão de euros) e a escolha dos primeiros quatro artistas (Fernando Tordo, Marisa Liz, Ricardo Ribeiro e Rita Guerra).

Além disso, e segundo Graça Fonseca, ministra da Cultura, o objetivo era o de “criar uma corrente entre os músicos, entre os artistas. Portanto, a Rita Guerra escolhe o próximo, o próximo escolhe o próximo… vamos criar uma cadeira entre os próprios artistas para fazer este festival na TV”.

Ora, a classe artística fez-se ouvir e não concordou, em nada, com a forma como tudo foi concretizado, acusando a RTP/Ministério da Cultura de promover um esquema de pirâmide que iria servir, sobretudo, para pagar a amigos.

Assim que se soube deste TV Fest, foi rapidamente criada uma petição pública online a pedir o cancelamento imediato deste festival. À hora de escrita deste artigo, a petição contava com perto de 19 mil assinaturas.

Tratamentos de fertilidade em tempos de pandemia: O que precisam de saber?

Hospitais sobrelotados, empresas fechadas, ruas desertas… Tudo parece estar em suspenso devido à pandemia de coronavírus que assolou este planeta a que chamamos casa. Contam-se ventiladores, máscaras, infetados, recuperados e mortos. Porém, qual flor que desabrocha entre os hiatos do mais duro granito, a vida continua a levar a sua magia aos quatro cantos do mundo com o fruto dessa magia a consubstanciar-se em milhares de crianças a nascerem todos os dias. Tão maior é esta bênção quando se percebe que alguns destes recém-nascidos provêm do útero de mães infetadas e, até à data, nenhuma delas deu positivo no teste à Covid-19.

Porém, para muitos casais com problemas de fertilidade que estão em tratamento, a incerteza parece fazer parte do dia-a-dia.

Tratamentos de fertilidade no mundo

De modo a aplacar a ansiedade dos casais nesta situação, a Associação Portuguesa de Fertilidade (APFertilidade) veio a público recomendar que os tratamentos de Procriação Medicamente Assistida (PMA) previstos devem prosseguir mediante aconselhamento das equipas médicas que estão a acompanhar as mulheres e os casais.

Citando estudos do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) nos EUA, e do Royal College of Obstetricians and Gynecologists (RCOG), no Reino Unido, corroborados pela European Society for Human Reproduction and Embryology (ESHRE), que demonstram não existirem evidências fortes de quaisquer efeitos negativos da infecção Covid-19 na gravidez, especialmente na sua fase inicial. A APFertilidade explica que, no contexto atual, “não existem, pelo menos até à data, dados científicos que nos permitam dizer que a realização de tratamentos de infertilidade no contexto actual esteja associada a qualquer risco quer para as crianças que hão-de nascer, quer para as mulheres que se submetem ao tratamento”.

Apesar destes dados animadores, a associação afirma que se deve “saber respeitar as ansiedades e preocupações dos doentes e sobretudo analisar o contexto específico em que cada um se movimenta: não faz sentido a realização de tratamentos em pessoas que cumprem os critérios para estar em quarentena ou isolamento profilático (por exemplo, porque apresentam sintomas, contactaram com indivíduos afectados ou vivam numa zona em que há um grande risco de transmissão comunitária da doença), sendo aliás até aconselhável interromper os processos clínicos nestas situações”.

Em sentido contrário, doentes que não estejam nestas circunstâncias e tenham os tratamentos planeados para uma data específica após longos processos de preparação, impossibilidade logística de o fazer noutra altura ou perante o risco de diminuição da reserva ovárica, podem ser tratados, desde que garantidas as condições de segurança do processo. Em consonância com isto, não existe, até ao momento, uma recomendação estrita para o encerramento dos centros de PMA, deixando as decisões sobre essa questão sob responsabilidade do diretor de cada centro.

Apesar de tudo, a APFertilidade continua a sublinhar que cada caso é um caso e depende muito de cada casal e das circunstâncias em que trabalha o centro de Procriação Medicamente Assistida e a equipa médica e científica que o compõem. A associação exemplifica com o caso de um centro de PMA que esteja incluído num hospital que está na primeira linha do combate ao Covid-19. Este não poderá atuar da mesma forma que outro que esteja num local completamente independente e que permita a adoção de medidas preventivas do contágio.

No entanto, há um conjunto de ferramentas ao dispor dos médicos que realizam tratamentos de PMA que podem ser usadas no atual contexto: em caso de necessidade abrupta de interrupção de tratamentos, podem criopreservar esperma, ovócitos e embriões, existindo ainda formas de controlar clinicamente um processo de tratamento interrompido de forma inesperada como, por exemplo, uma mulher sob estimulação que entretanto teve que entrar em quarentena. Quem se encontra numa destas situações deve contactar o seu médico.

Caso as limitações sejam muitas e não puder avançar já com o processo de tratamento, há outras coisas que se podem ir adiantando, afirma a APFertilidade: alguns tratamentos implicam a toma de medicação que se pode iniciar previamente e podem-se realizar as análises clínicas e outros testes necessários à concretização do processo. Já nos casos de diagnóstico genético pré-implantação, podem avançar-se com os estudos informativos prévios.

Tratamentos de fertilidade: Quais as soluções?

fertilidade

Neste domínio, muitos centros de fertilidade estão a oferecer consultas por telefone ou videochamada que ajudam a preparar o processo, de modo a que, quando tudo passar, as coisas voltem o mais rapidamente possível ao normal.

Um destes centros é a Ilaya, projeto multifuncional nascido em Kiev, Ucrânia, com parcerias que já chegam a San Jose e Nova Iorque, nos Estados Unidos, e uma clínica própria em Valência, Espanha. Dotado de um corpo de profissionais experientes e multilingues, a Ilaya oferece um serviço integrado onde, por exemplo, os pacientes podem armazenar material biológico através de criogénese por um período ilimitado de tempo, e que agora, devido à pandemia que assola o mundo, decidiu adotar uma nova forma de comunicação e acompanhamento entre pessoal médico, pacientes e potenciais pacientes.

Com as clínicas de Kiev e Valência fechadas (Kiev estará aberta apenas para os tratamentos já previstos) em cumprimento com as recomendações dos respetivos governos, a Ilaya está a oferecer consultas e a responder a todas as perguntas que possam surgir relacionadas com os serviços prestados com a clínica via telefone e/ou chamada Skype.

Aliás, a ideia de que as clínicas devem continuar a executar os tratamentos já previstos é corroborada por Cláudia Vieira, presidente da APFertilidade, que, em consonância com as recomendações da Sociedade Portuguesa de Medicina de Reprodução e do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida, sustenta que apenas os tratamentos já previstos devem prosseguir. Explica a dirigente que, ao não fazê-lo, poderia estar-se a comprometer a terapêutica e o procedimento já numa fase mais avançada de realização.

“É importante que os casais confiem no aconselhamento da sua equipa médica e mantenham a calma, apesar da situação atípica que vivemos”, realça Cláudia Vieira.

A responsável assegura ainda que a APFertilidade está a acompanhar a situação da PMA desde que foram registadas as primeiras alterações no funcionamento dos centros, indicando que têm sido dadas garantias às mulheres e casais que os procedimentos já agendados irão decorrer sob as condições necessárias e obrigatórias de segurança e proteção. “A APFertilidade continua a trabalhar e está disponível para esclarecer dúvidas relacionadas com a PMA e com a situação do Covid-19, sendo que, nesta fase, dúvidas mais específicas sobre o tratamento devem ser esclarecidas com a equipa médica”, reforça Cláudia Vieira.

De uma forma ou de outra, as clínicas de fertilidade estão, como se percebe, a adaptar-se às exigências e dificuldades do momento, garantindo que todos os seus pacientes continuarão a ter o acompanhamento necessário durante a pandemia do coronavírus.

DGS lança manual com receitas para usarmos os enlatados que temos por casa

Além da febre pelo papel higiénico e pela recente procura por farinha (afinal de contas, há que fazer pão caseiro e bolos para nos entretermos), os portugueses também “limparam” as prateleiras dos enlatados nos supermercados. Aliás, segundo dados da consultora Nielsen, houve um aumento de 79% nas vendas de conservas na semana de declaração do Estado de Emergência.

Logo, e porque não aproveitar o que temos armazenado em casa para criar pratos diferentes? Há agora um manual online com diretrizes e receitas que podem consultar.

enlatados

Surge por parte do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável (PNPAS) da Direção-Geral da Saúde (DGS) e da Estratégia Integrada para a Promoção da Alimentação Saudável (EIPAS).

No manual, que resulta da colaboração com o chef Fábio Bernardino, a DGS começa por falar dos “bons” enlatados em tempo de COVID-19, recomendando conservas de pescado, devido ao seu valor proteico e sabor intenso, e de leguminosas (feijão, grão, ervilhas, lentilhas…) que são alimentos de grande valor nutricional. Aliás, devido à nossa reclusão em casa, com menos exercício físico e exposição solar, necessitamos das proteínas de elevada qualidade e dos minerais e vitaminas (como a vitamina D) presentes nas conservas de pescado.

O mesmo se pode dizer das leguminosas que, por estes dias, podem ser um importante fator de equilíbrio no nosso dia alimentar, reduzindo o nosso apetite e contribuindo eficazmente para a ingestão de nutrientes com capacidades protetoras do nosso organismo.

De resto, a DGS dá ainda dicas dos cuidados a ter em conta na escolha das conservas, os cuidados a ter na utilização e a forma de conservar e armazenar.

No que toca a receitas, podem encontrar no manual opções como Arroz de atum no forno, Almôndegas de atum, Esparguete de curgete, Batata recehada com cavala e legumes, Empadão de cavala, Burrito de sardinha e couve lombarda, Brigadeiro de sardinha e broa, Estufado de frango e grão-de-bico, hambúrguer de Feijão e arroz, Rancho Vegetariano, entre muitas outras.

Circula email falso que se quer fazer passar pela Netflix

Não é daqueles emails que “oferecem” mensalidades devido à pandemia de COVID-19, não. Este é o típico esquema que continua a existir, querendo enganar o utilizador ao fazê-lo pensar que a sua conta Netflix foi cancelada.

Mas não passa de mais um esquema. E este é muito fácil de identificar.

Como identificar que é um email falso e que não é, de facto, enviado pela Netflix?

Ora, para já convém pensar numa coisa. Este exemplo de burla foi recebido num email que não está associado à Netflix, logo como é que iria existir uma confirmação de cancelamento de uma conta que nem sequer existe?

Caso tenham uma conta Netflix, e se está a funcionar ou pagaram a mensalidade há poucos dias, naturalmente que este email também não tem razão de ser.

pela Netflix

Depois regressa-se ao básico. Começar por olhar para o remetente. Aqui surge como “NET FLIX_HD”, e, no email propriamente dito, surge como yassineturkey55@getresponse-mail.com. Não está, de forma alguma, relacionado com a Netflix.

Depois basta atentarem no corpo do email, onde constam alguns erros e faltas de palavras. Não só não indicam o email em questão onde supostamente foi desativada a conta, como, se repararem bem, o email termina com “The Netfilx Team“.

Além disso, mais em baixo no email, na secção das questões, existem hiperligações onde diz “Communication Settings” e “help.netflix.com“. E se optarem por copiar a ligação e colar no vosso browser, mas sem visitar a página, o endereço é . Ou seja, nada relacionado com a Netflix.

Portanto, se receberem algo deste género, já sabem o que devem fazer: apagar no imediato.

MEO, NOS, Vodafone e NOWO dão dados móveis, minutos e SMS aos profissionais do SNS

Lembram-se daquela oferta das operadoras nacionais, em que toda a gente pôde usufruir de 10GB de dados móveis inteiramente grátis? Pois bem, há agora uma excelente novidade para os profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) dedicados ao tratamento de doentes da COVID-19.

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Foi assinado um Acordo de Colaboração entre o Gabinete de Resposta Digital à COVID19, o Ministério da Saúde e os operadores de telecomunicações Altice, NOS, NOWO e Vodafone que faz com que esses profissionais de saúde possam ter direito a 10 mil minutos de voz para redes fixas e móveis nacionais, 10 mil SMS para redes móveis nacionais e 10GB de dados.

Esta é uma oferta especialmente útil para todos aqueles profissionais que estão afastados da família por receio de que os possam infetar com COVID-19, pelo que, desta feita, “matam-se” as saudades à distância.

Além disso, e isto é importante, este benefícios são associados aos tarifários de serviço telefónico móvel subscritos pelos profissionais do SNS, sendo renovados no primeiro dia de cada mês enquanto se mantiver a pandemia.

Para que possam usufruir, devem clicar aqui ou instalar a app Estamos On e, neste caso, clicar na imagem que surge no topo. Depois basta preencher o formulário na totalidade e esperar até que a oferta fique ativa.

Análise – Below

Below é um bom jogo com um sentido visual muito apurado que podia ter sido mais memorável.

Below

Há um antes e um depois de Dark Souls. O jogo da FromSoftware, lançado em 2011, mudou por completo a indústria dos videojogos e trouxe consigo um novo género de títulos de ação e RPG com ênfase na dificuldade. O género não se limita, no entanto, à dificuldade, e apresenta-se sob a forma de mecânicas específicas, como a barra de energia (stamina), mas também no design dos mundos, muitas vezes assentes em inspirações medievais e compostos por cenários soturnos e opressivos.

Com a hibernação de Dark Souls, o género continuou, felizmente, em frente. Transformou-se e deu origem a títulos como Below, da Capybara Games, que chegou agora à PS4, onde o foco na dificuldade se mantém inalterado, mas com uma aposta na sobrevivência que muda por completo o ritmo da sua ação. É um monstro diferente, muito mais ponderado, mas cuja experiência é, por vezes, demasiado insatisfatória para o nível de mecânicas e dificuldade que procura construir ao longo da campanha.

Uma coisa é certa: Below é belíssimo. Com uma estória pouco presente, sem diálogos, onde a narrativa é contada visualmente, o título da Capypara Games transporta-nos para um mundo assustador, depressivo, mas igualmente belo, contrastando os seus tons cinza com apontamentos coloridos, como os inimigos ou armadilhas, para criar alguma luz no seu ambiente esmagador.

Below

Below leva-nos para cavernas abandonadas, para grutas perdidas e templos esquecidos, criando um mundo interligado onde existe, felizmente, uma progressão a nível de cor e detalhe, passando das cavernas repletas de sombras – com o jogo a deleitar-se na escuridão e no nevoeiro ao ponto de ser difícil de ler os cenários – para mundos gélidos, entre outros.

Acima de tudo, existe uma sensibilidade cinematográfica em Below que complementa a sua narrativa visual, criando um ambiente impressionante para um título que é, à primeira vista, tão comedido. A introdução, por exemplo, marca o ritmo e estilo do jogo de forma perfeita, deixando a ação de parte e forçando o jogador a uma viagem de barco, lenta e ponderada, à medida que a banda sonora toma forma e nos aproximamos da ilha. Esta calma e serenidade surpreenderam-me, dois elementos que são pouco explorados no género e que aqui encaixam perfeitamente.

O cuidado visual é de louvar e há uma atenção aos pormenores que tornam os cenários poligonais em pequenas narrativas espalhadas ao longo da campanha, guiando eficazmente os jogadores ao longo das suas cavernas e campos abandonados.

Below é um jogo minimalista e esta escolha reflete-se, em parte, na jogabilidade e na explicação das suas mecânicas. Para um título de ação com elementos RPG, Below foca-se no combate lento e tático e divide a campanha por vários andares – ou zonas –, cada uma com vários caminhos alternativos. O foco na exploração é necessário, ainda mais para um jogo mais soturno e misterioso, e há uma aposta interessante em mecânicas de sobrevivência que lhe dão uma maior personalidade.

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Para além da dificuldade em combate e de armadilhas que nos eliminam num só golpe, Below exige que controlemos a fome, a sede e o bem-estar da personagem ao longo dos vários níveis, sem nunca explicar como o podemos fazer. Felizmente, as mecânicas acabam por ser intuitivas e fáceis de utilizar, ainda que seja frustrante descobrir o que cada recurso faz e como podemos combiná-los.

A perspetiva mais afastada, quase top-down, dá uma expansividade interessante aos cenários, mas retira alguma da leitura dos cenários e dos confrontos. A ação está, na minha opinião, demasiado afastada, e os modelos das personagens são muito pequenos para o tipo de experiência que Below quer proporcionar. Mesmo com um botão de desvio, outro de defesa e várias armas, o sistema de combate nunca foi satisfatório. É demasiado simples. Podemos combinar o desvio e a corrida para um ataque à distância, mas senti pouco impacto ao longo das batalhas.

A presença de armadilhas é uma boa adição, um elemento que nos coloca sempre na defensiva, mas o facto de morrermos com um só golpe é desmoralizante. Below é, para além de um título de ação, um roguelite, o que significa que basta um erro para perdermos o progresso realizado. Mesmo com um sistema de vida, as armadilhas são implacáveis e basta uma falha para voltarmos à estaca zero. Preparem-se para ver a praia e os primeiros níveis de Below várias vezes, pois a campanha é imperdoável, mas existem formas de contornar este recomeço constante.

Ao longo do jogo irão encontrar fogueiras que, ao serem acesas, permitem a viagem entre os vários pontos das cavernas. Só podem, no entanto, viajar numa direção e acender uma das fogueiras, e se, por algum motivo, voltarem ao início, o jogo obriga-vos a percorrer todos os níveis novamente. E tal como em Dark Souls, têm a oportunidade de recuperar os itens perdidos se encontrarem o cadáver da vossa personagem anterior, ainda que esta recolha seja limitada a uma mão cheia de itens.

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Com a chegada à PS4, a Capybara Games lançou um novo modo, intitulado Explore, que procura dar aos jogadores uma experiência menos assente na dificuldade. Ao contrário do modo sobrevivência, a experiência tradicional do jogo, Explore permite-nos jogar sem a tensão das mecânicas de sobrevivência, focando-se na ação e na exploração. O novo modo reequilibra o jogo, elimina as mortes súbitas e abandona alguma da sua tensão, mas irá, certamente, facilitar a vida de muitos jogadores. Sinto-me dividido em relação ao modo, pois elimina parte da experiência original, mas admiro a Capybara Games por tentar deixar a porta aberta a qualquer jogador. Nem todos têm de ser a FromSoftware e não há mal nenhum nisso.

Below é um bom jogo com um sentido visual muito apurado que podia ter sido mais memorável. O combate não é interessante e os seus cenários, mesmo que repletos de uma beleza simplista, acabam por se tornarem repetitivos à medida que avançamos. O design dos níveis é também pouco interessante, relegando-se a caminhos estreitos e a áreas mais amplas, mas sem nunca alterar e amplificar as possibilidades de combate.

É, no entanto, um jogo calmo, ponderado, com um ritmo mais lento e que pede paciência aos seus jogadores, algo que se torna evidente pela sua aposta numa narrativa mais visual. Não é obrigatório, mas é um bom exemplo do que o género nos pode dar.

Nota: Bom

Plataformas: PC, Xbox One, PlayStation 4
Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela popagenda.

Com os cinemas fechados, filmes portugueses podem chegar mais cedo à TV e plataformas de streaming

É o que diz o Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA), naquela que é uma medida excecional que estará em vigor durante estes dias em que tudo está parado devido à pandemia de COVID-19.

Na prática, os distribuidores que recebem apoio financeiro do ICA terão a oportunidade de disponibilizar os seus filmes através de um serviço de aluguer, ou, então, optar pelo streaming, apostando em serviços como a Filmin, onde surgem várias películas nacionais.

Serviços

Além disso, e devido a esta medida excecional, também os filmes portugueses poderão figurar na grelha de alguns canais de televisão por subscrição, como é o caso dos canais TVCine.

Em comunicado, a ICA dá a conhecer ainda algumas regras. Por exemplo, e no que toca aos canais de televisão, “se um filme tiver uma distribuição prevista de quatro semanas, o filme terá de, durante esse tempo, ser exibido pelo menos uma vez por semana”.

No que às plataformas digitais diz respeito, aplica-se o mesmo princípio, ou seja, imaginando-se que “um filme tem um plano com 10 sessões previstas a decorrer de janeiro a maio, terá de ficar disponível na plataforma pelo menos até maio”.

O ICA diz ainda que “irá manter as datas previstas de fecho dos concursos de apoio ao cinema e ao audiovisual de 2020 e, sempre que possível, acelerar os procedimentos concursais relativos ao processo de atribuição dos apoios ao cinema e ao audiovisual”.

Estas medidas podem ir sendo atualizadas ao longo dos próximos dias.

RFM Somnii confirma Diego Miranda e Brennan Heart na edição deste ano

Numa altura em que a cultura está parada, uma vez que não se realizam eventos, os festivais de verão optaram também por não divulgar novidades a não ser que seja estritamente necessário.

Por exemplo, não temos sabido novidades no que toca aos cartazes dos principais festivais de verão de Portugal. Sabemos, sim, que o NOS Primavera Sound foi adiado para setembro, o North Music Festival foi remarcado para maio de 2021 e o Rock in Rio Lisboa foi também reagendado para junho de 2021.

Diego Miranda

De resto, os promotores não têm divulgado novidades quanto a estes grandes eventos. Porém, não é assim que pensa a organização do RFM Somnii, que confirmou mais dois nomes para a edição deste ano.

São eles Diego Miranda, hoje um dos mais influentes DJs e produtores a nível nacional, que regressa a um festival onde foi feliz em 2016, e o holândes Brennan Heart, um dos DJs de hardstyle mais aclamados do momento.

Recorde-se que o cartaz do RFM Somnii conta com as atuações de Dimitri Vegas & Like Mike, Alan Walker, Alok, Sean Paul, Vini Vici, DVBBS, Mandragora, Tropkillaz, Martin Jensen, MORTEN, MATTN e Miss K8.

Quanto aos bilhetes, estão disponíveis o passe geral de três dias (57,49€), bem como o passe três dias VIP que, por 109,99€, dá direito a entrar no recinto pela entrada especial, a zonas exclusivas de alimentação, bares e WC, bem como a vistas privilegiadas sobre o palco.

Estão também à venda os bilhetes diários (29,99€) e os bilhetes diários VIP (59,99€).

No entanto, e tal como já aqui tínhamos dito, adquirir bilhetes para o que quer que seja nesta altura é um risco, dado a pandemia pela qual estamos a passar.

De resto, não se percebe muito bem o porquê da organização do RFM Somnii continuar a confirmar nomes nesta altura. É que ninguém sabe se o festival poderá realmente realizar-se em julho.

Governo lança TV Fest, festival de música para ajudar artistas e técnicos

A área da cultura foi das primeiras a sofrer repercussões inimagináveis devido ao surto de COVID-19. Aliás, tal como indicámos num artigo colocado no sábado passado, mais de 24.000 espetáculos foram adiados, cancelados ou suspensos durante estes dias.

Os resultados têm sido catastróficos, tanto que o Governo aprovou um Decreto-Lei que, de alguma forma, pode proteger os promotores de espetáculos. No entanto, é uma área que necessita da presença de público e de vendas e, sem eventos, os artistas, promotores e demais pessoas envolvidas perdem o seu emprego, por assim dizer, e ficam sem qualquer tipo de apoio.

TV Fest

A pensar nisto surge agora o TV Fest, um festival de música para acompanhar quer na TV, quer na RTP Play. E para esta iniciativa, sabe-se que o Ministério da Cultura disponibilizou um milhão de euros para pagar aos artistas e técnicos que vão participar no evento.

O TV Fest começa amanhã, quinta-feira, dia 9 de abril, às 22h, sendo que, todos os dias, à noite, haverá quatro novos artistas. No primeiro dia atuarão Fernando Tordo, Marisa Liz, Ricardo Ribeiro e Rita Guerra.

“Convidámos o Júlio Isidro para ser aquele que inaugura o festival”, contou Graça Fonseca, ministra da Cultura, à RTP1.

“O objetivo é criar uma corrente entre os músicos, entre os artistas. Portanto, a Rita Guerra escolhe o próximo, o próximo escolhe o próximo… vamos criar uma cadeira entre os próprios artistas para fazer este festival na TV”, explicou a ministra da Cultura.

Para que possam acompanhar, podem fazê-lo através da RTP Play ou, por outro lado, no canal 444, disponível em todos os operadores de televisão por cabo.

Forza Street acelera no iOS e Android em maio

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Já se sabia que a versão móvel da popular série Forza estava a caminho dos smartphones com um spin-off muito peculiar.

Atualmente disponível nos dispositivos Windows 10, Forza Street é um título inspirado em jogos de corridas de drag racing, com condução autónoma, onde a precisão e o timing de ações são a chave do sucesso.

Agora, Forza Street já tem data para os equipamentos iOS e Android, para o dia 5 de maio. Como já era conhecido, o jogo encontra-se em fase de pré-registo (na Google Play e Samsung Galaxy Store) que irá avisar os jogadores assim que a versão completa estiver disponível.

Os jogadores que experimentarem o jogo entre os dias 5 de maio e 5 de junho vão receber um Founder’s Pack, uma espécie de presente de agradecimento por serem dos primeiros a jogar, dando acesso a um carro raro do jogo, o Ford GT de 2017, e alguns créditos in-game. Os créditos do jogo podem ser ganhos através de corridas, sendo depois usados para upgrades e veículos novos ao longo da campanha do jogo.

Entretanto, os curiosos podem sempre começar a sua aventura em Forza Street no Windows 10 PC e continuar com o seu jogo nos dispositivos móveis a 5 de maio.

Há “coisas estranhas” e mais uma mão cheia de jogos a caminho do Xbox Game Pass

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Em abril, os subscritores do Xbox Game Pass já foram presenteados com alguns jogos aclamados, tais como Nier: Automata Become as Gods Edition e Totally Reliable Delivery Service, ambos na Xbox One, e Overcooked! 2, neste caso para PC.

Já amanhã, dia 9 de abril, a Xbox One recebe mais duas adições ao seu catálogo, com a chegada do jogo independente do programa ID@Xbox, Alvastia Chronicles, um RPG à moda antiga com um look retro e muita fantasia, e do muito colorido e cheio de humor Journey to the Savage Planet.

xbox game pass abril 20

O resto das adições são dedicadas ao PC e irão chegar nos próximos dias. Ao todo temos uma mão cheia de jogos, entre eles o já conhecido título de coop Overcooked! 2; o popular simulador dos bastidores do futebol, Football Manager 2020; também Alvastia Chronicles; outro RPG de fantasia em Mistover; e por fim o jogo oficial da popular série da Netflix, Stranger Things 3: The Game.

Xbox Game Pass existe com três opções: Xbox Game Pass para consola por 9,99€/mês, Xbox Game Pass para PC por um preço limitado de 3,99€/mês e Xbox Game Pass Ultimate, que inclui acesso à biblioteca do PC da Xbox e aos benefícios do Xbox Live Gold por 12,99€/mês.

Para ficarem a conhecer mais sobre estes novos serviços, visitem o site da Xbox e comecem já a jogar.

Star Wars: The Rise of Skywalker chega ao streaming mesmo a tempo da Páscoa

Se não apanharam o mais recente episódio de Star Wars nos cinemas e querem ver como tudo acaba na Saga Skywalker, vão poder fazê-lo no conforto da vossa casa.

The Rise of Skywalker, o ponto final da icónica saga de ficção e fantasia, realizado por J.J. Abrams, vai ficar disponível no Videoclube da NOS já a partir de dia 10 deste mês.

Em comunicado, a NOS dá ainda destaque a outros filmes de peso recentes que já podem ser assistidos na sua plataforma, como é o caso de Joker, Era Uma Vez em Hollywood, 1917, Birds of Prey, Frozen II e Bloodshot.

Grounded, o novo jogo da Osidian, recebe um novo trailer e vai ter Early-Access

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O primeiro Inside Xbox de 2020 foi palco de várias novidades no que toca a jogos para a família Xbox. Entre elas destaca-se Grounded, o novo título da Osidian Entertainment, da fama de Fallout: New Vegas e, mais recentemente, The Outer Worlds, que vai chegar em breve à Xbox One e ao PC.

A produção do jogo aproveitou o momento para partilhar algumas informações sobre o título, começando por revelar um novo trailer dedicado à premissa e à história de Grounded que, tal como o filme Querida, Encolhi os Miúdos, os jogadores são reduzidos a um tamanho minúsculo e terão que tentar voltar ao tamanho normal enquanto tentam sobreviver aos perigos escondidos na vegetação rasteira de um simples jardim.

O jogo conta com alguns elementos de fantasia e ficção científica, como o misterioso robô BURG.L que nos vai dando indicações e missões para cumprir ao longo da nossa jornada, que, de resto, poderá ser partilhada com mais três amigos.

Grounded é um jogo narrativo com elementos cooperativos e de sobrevivência onde o jogador pode construir as suas armas e armaduras com recursos apanhados na sua jornada, construir e personalizar bases de controlo e até viajar às costas de formigas, aranhas e outros insetos.

Ainda sem data de lançamento definida, os jogadores vão poder experimentar Grounded muito em breve com uma versão de Early-Access para a Xbox, via Xbox Insider Program, e para o PC via Steam Early Access.

Gears 5 com ação gratuita durante fim de semana na Steam e Xbox One

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O Free Play Days desta semana vai dar a oportunidade aos jogadores da Xbox e do PC de explorarem o mais recente capítulo da série Gears of War.

A partir de agora e até ao dia 12 de abril, os jogadores PC com acesso à Steam e os jogadores Xbox One com a subscrição Xbox Live Gold vão poder descarregar e jogar, sem qualquer custo adicional, Gears 5, que acabou também de receber a sua mais recente atualização, Operation 3: Gridiron.

A Operation 3: Gridiron foi lançada no final de março e inclui um novo modo de jogo, o Gridiron, que coloca duas equipas de cinco jogadores cada numa espécie de partida de Capture The Flag.

Gears 5

A atualização, além deste modo e novos mapas para explorar, inclui também o regresso de personagens adoradas pelos fãs para os modos multijogador, como Cole Traine e Clayton Carmine, enquanto personagens jogáveis, Queen Myrrah como vilã no modo Versus e ainda uma Skin do icónico lutador/ator Batista.

Se o multijogador não vos assiste, Gears 5 conta com uma campanha terrífica para experiênciar, cuja longevidade dá perfeitamente para concluir do início ao fim durante este período do Free Play Days. Do que estão à espera?

Lovers & Lollypops lança página no Patreon que terá concertos, conversas e programas de autor

Chama-se Clube Lovers & Lollypops e é, no fundo, uma página alojada no Patreon onde a editora e promotora portuense disponibilizará um série de conteúdos de acesso exclusivo ligados ao seu universo.

Há concertos em streaming, documentários e filmes, programas de autor realizados pela equipa e pelos artistas, discos físicos e digitais, merchandising das bandas e editora e mixtapes exclusivas, sendo que os conteúdos ficarão disponíveis consoante o tipo de subscrição.

Lollypops

Existem três opções: a básica, no valor de 10€, que dará acesso aos conteúdos digitais que serão lançados; a intermédia, no valor de 25€, onde, para além das novidades digitais, os utilizadores poderão escolher discos do catálogo da editora; e uma avançada, no valor de 50€, que permitirá o acesso a todos os conteúdos das outras mensalidades, mais um disco à escolha de uma prateleira seleccionada em outras editoras.

Os primeiros 50 subscritores receberão, em casa, a reedição, em K7, de Um Ano de Bailarico, compêndio celebratório do primeiro ano de atividade da L&L.

Os principais objetivos deste Clube Lovers & Lollypops são a manutenção do trabalho de edição da editora, assim como a criação de novas alternativas de apresentação e comunicação para os músicos e artistas com quem trabalha.

De resto, a editora e promotora irá apostar na criação de uma comunicação de proximidade, apostando numa newsletter mensal e no envio de duas mensagens via Whatsapp por mês para comunicar momentos específicos de streaming.

E claro, serão feitas comunicações específicas no Patreon e nas redes sociais não só da editora, mas também nas dos artistas.

Passem pelo site oficial de modo a conhecerem todos os detalhes e a respetiva programação para abril.

O novo comando da PlayStation 5 vai ter porta de áudio

Uma das dúvidas que ficou na cabeça de muitos entusiastas aquando da recente revelação do DualSense, o novo comando para a PlayStation 5, foi se o novo comando iria manter uma porta áudio para os jogadores poderem usar os seus headphones por cabo, diretamente do periférico.

Esta dúvida foi inclusivamente referida no nosso artigo original, uma vez que o comunicado oficial da PlayStation deixou de fora a funcionalidade e as imagens partilhadas pareciam ser bastante tímidas a mostrar a parte inferior do comando.

DualSense PlayStation 5

Agora, para responder à questão, Toshimasa Aoki, gestor de produtos da PlayStation, foi ao Twitter esclarecer a situação: “Ainda tem uma porta áudio para ligar os nossos headphones, tal como no DualShock 4.”

Assim, apesar de o comando ser novo, vai poder ser usado tal e qual como antes para muitos dos jogadores.

O DualSense é o novo comando para a PlayStation 5 que, como o nome indica, promete mexer com os sentidos dos jogadores graças aos seus motores hápticos que reagem à ação no ecrã. Outras funcionalidades de destaque neste comando é a bateria melhorada, o novo botão de criação de conteúdos que substitui o share e o microfone integrado, que elimina a necessidade de um headset para o efeito.

Lojas Pingo Doce vão estar abertas mais uma hora por dia

A partir de amanhã, quinta-feira, dia 9 de abril, as lojas Pingo Doce de norte a sul do país passam a ter um novo horário. Na prática, quer isto dizer que estes super e hipermercados vão abrir mais uma hora, ou seja, vão estar abertos mais uma hora por dia.

Lojas Pingo Doce

A novidade foi avançada no site oficial. Como o horário atual é temporário, a Jerónimo Martins optou por mexer nos horários de modo a servir melhor os clientes e, também, para garantir a rotação das equipas.

Recorde-se que a cadeia de supermercados reduziu para uma terço a rotação das equipas para reforçar as lojas.

Relembre-se lojas Pingo Doce alteraram o seu horário de funcionamento a 16 de março. As áreas de restauração e cafetaria também estão encerradas.

Devem consultar aqui os horários de todas as lojas Pingo Doce do país.