Hercules vai ganhar uma nova vida com a ajuda dos realizadores de Avengers

Os irmãos Russo vão ser os produtores do novo live-action da Disney.

hercules

Desde a estreia de Avengers: Endgame, há coisa de um ano, que os irmãos Joe e Anthony Russo andam mais atarefados na cadeira de produtores do que de realizadores. E a somar a mil e um projetos, temos agora um bem interessante.

A Disney está a preparar mais um live-action e, desta vez, será a adaptação do filme de animação de 1997, Hercules.

https://x.com/Russo_Brothers/status/1255981410642358273

A novidade foi originalmente avançada pelo portal DisInsider e, mais tarde, confirmada pelo The Hollywood Reporter, que associou também Dave Callaham ao projeto, neste caso para escrever o guião. Atualmente, Callaham está também a trabalhar num dos próximos filmes da Marvel, Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings.

Sem elenco ou direção apontados, falta-lhe também uma data, o que significa que Hercules ainda está longe de voltar ao grande ecrã com atores reais.

O filme original, lançado em 1997, apresentou-se como um musical de fantasia inspirado na mitologia grega e focado na lenda de Hercules, um meio-humano meio-deus que, no filme, tinha que provar ser digno de viver entre os Deuses do Monte Olimpo.

A apresentação de jogos da próxima geração da Xbox vai focar-se em jogos multiplataforma

Iremos ver mais exclusivos para a Xbox Series X mais tarde.

Xbox Series X

Após a revelação do novo Assassin’s Creed Valhalla, a comunidade de jogadores ficou a saber que iria ter acesso aos primeiros vídeos de jogabilidade em breve num evento da Xbox, com a sua transmissão Inside Xbox, onde iriam ser revelados mais títulos. No ar, ficava a questão que jogos é que poderiam ser mostrados. Pois bem, agora temos uma ideia.

Ao que tudo indica, o Inside Xbox, a decorrer já a 7 de maio, será interessante até para os jogadores que anseiam pela PlayStation 5, isto porque será um segmento dedicado aos parceiros da Microsoft, que estão também a desenvolver jogos multiplataforma.

Quem o diz é o chefe de Marketing da Xbox, Aaron Greenberg, em resposta a um fã no Twitter que questionou o que é que podemos esperar da transmissão.

Na mensagem, ficámos a saber que esta será a primeira de várias transmissões com novidades de jogos, havendo mais momentos nas próximas semanas ou meses dedicados aos projetos criados pelos estúdios da Xbox.

Com a Xbox Game Studios, composta atualmente por 15 estúdios ativos a desenvolverem jogos para a Xbox One e Xbox Series X, não faltará material suficiente para deliciar os fãs num evento inteiramente dedicado aos projetos exclusivos.

Assim, talvez não seja já que iremos ter um novo olhar a Halo Infinite ou ao próximo Forza, mas iremos certamente ver o que a malta da EA, Activision e Ubisoft, entre outros, andam a magicar.

O Inside Xbox dedicado à próxima geração acontece no dia 7 de maio, quinta-feira, pelas 16h.

John Wick 4 atrasa a próxima missão por um ano

A Lionsgate mexeu também nas datas de outros filmes.

John Wick 3

O estúdio que nos trouxe Keanu Reeves de novo aos filmes de ação reagendou uma série de projetos, destacando-se, obviamente, a próxima aventura de John Wick. Inicialmente com data marcada para o mesmo dia em que estreia Matrix 4, 21 de maio de 2021 (nos Estados Unidos), o quatro capítulo de Wick aponta agora para 27 de maio de 2022, um ano depois do previsto.

É com poucas surpresas que John Wick 4 se atrasa, uma vez que, recentemente, o realizador Chad Stahelski tinha comentado ao portal Collider que o filme ainda não tinha um guião definido e que os esforços do ator e do realizador estavam concentrados nas gravações de Matrix 4, atualmente paradas, onde Keanu Reeves regressa ao papel de Neo e onde o próprio Stahelski está envolvido em parte no que toca às stunts do filme.

Além de John Wick 4, a Lionsgate também atualizou a sequela espiritual da saga SAW, que irá regressar com Spiral, onde Chris Rock produz e protagoniza, que inicialmente iria estrear já este mês. Agora, sabe-se que a película foi adiada precisamente um ano, passando para maio de 2021.

Outras alterações de datas atingem Hitman’s Wife’s Bodyguard, a sequela da comédia Hitman’s Bodyguard, com Ryan Reynolds e Samuel L. Jackson, que estreia agora em agosto de 2021.

Porém, e no meio de tanto ajuste, destaca-se o insólito, e muito curioso, filme onde Nicholas Cage vai fazer dele mesmo, numa história fictícia inspirada na sua própria carreira, The Unbearable Weight of Massive Talent, que mantém a data de março de 2021.

Tudo estreias a apontar na agenda que, se tudo correr bem, não mudam e poderão ser celebradas sem perigos de vírus.

Hitman – The Complete First Season gratuito na PS Store

Disfarça-te, infiltra e derruba o teu alvo nesta oferta limitada.

Mais um freebie surpresa para os jogadores, desta vez da PlayStation 4. Até ao dia 3 de maio, ou seja, amanhã, domingo, podem resgatar para a biblioteca, sem custos acrescidos, o jogo Hitman – The Complete First Season.

Hitman – The Complete First Season marca o regresso do icónico assassino contratado num soft reboot da série e inclui todas as missões e localizações do jogo lançado por episódios em 2016, onde podemos viajar até a Paris, Sapienza, Marraquexe, Banguecoque, Colorado e Hokkaido na pele do Agente 47. Irás assassinar alvos poderosos e de elevado perfil num thriller de espionagem intenso desenrolado num mundo de assassinatos.

No entanto, alguns jogadores podem ficar de fora desta oferta, nomeadamente aqueles que possam já ter descarregado no passado o prólogo gratuito de Paris, sendo possível aceder a esta oferta ao descarregar todos os níveis individualmente.

Para quem procura a sua sequela Hitman 2, esta não está gratuita, mas encontra-se atualmente com um desconto de 71%, ficando por 19,99€ na PS Store.

Análise – Stranded Deep

Um bom jogo de sobrevivência que nos deixa viver as emoções de um Tom Hanks perdido numa ilha deserta.

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Stranded Deep acaba de cair como uma pedra nestes tempos de isolamento. O jogo de sobrevivência, que chegou ao PC – em versão Early Access – em 2015, estreia-se agora na PS4 e Xbox One com um conceito diferente.

Ao contrário de The Forest, The Long Dark e Subnautica, o jogo da Beam Team Games leva-nos literalmente para uma ilha deserta, longe de tudo e de todos, numa luta contra os elementos, a fome, a própria loucura e a fauna marítima. É uma experiência interessante, onde o isolamento nunca fez tanto sentido, e arrisco-me a dizer que é um dos jogos de destaque deste início de maio.

Em 2015, Stranded Deep era uma lufada de ar fresco. O género de sobrevivência, que agora começa a esmorecer, vivia um período de prosperidade e experimentação, onde a busca por uma experiência única, muitas vezes assentes numa jogabilidade mais – para o género – realista, levava à criação de títulos que vieram a ocupar o pódio da popularidade. Como Stranded Deep, vimos o lançamento de 7 Days to Die, Green Hell, Ark: Survival Evolved, entre outros, onde a procura por um conceito inovador parecia ser a força motora por detrás das suas produções.

No caso da Beam Team Games, esse conceito é facilmente identificado. Em Stranded Deep, não estamos perdidos em florestas densas, em futuros pós-apocalípticos ou em cenários de ficção científica, mas sim numa ilha deserta.

Ao sobrevivermos a um desastre de avião, vemo-nos sozinhos numa ilha com recursos limitados e com um só objetivo: explorar as ilhas mais próximas e escapar. Para tal, é preciso recolher recursos, construir novas estruturas e ferramentas, proteger a nossa personagem e garantir as suas necessidades básicas enquanto lutamos contra o ambiente, que apresenta um ciclo de dia e noite e um clima dinâmico, e contra a fauna marítima que rodeia as ilhas geradas aleatoriamente.

Não há uma tentativa de reinventar o género. Pela minha descrição, conseguem imaginar e identificar a maioria dos títulos de sobrevivência, sem grande discernimento. Stranded Deep não tenta inovar para além do seu contexto e da sua aposta num mundo dividido por ilhas, mas é tão sólido, divertido e empolgante que a sua falta de inovação se desvanece ao longo da sua campanha longa. A jogabilidade é imediata, muito familiar e rapidamente estamos a descobrir novas ilhas e a construir estruturas, ferramentas e até jangadas que nos permitem sobreviver perante todas as adversidades.

O ciclo de progressão é muito coeso e sentimos que há sempre algo novo para descobrir ou construir. Se são fãs do género, já sabem o que esperar, mas se Stranded Deep é o vosso primeiro jogo de sobrevivência, não se assustem: é uma excelente porta de entrada. Com um tutorial muito intuitivo, a sua progressão é fantástica e sentimo-nos a dominar os vários elementos e mecânicas à medida que exploramos.

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Há uma alegria palpável e uma satisfação sempre que criamos uma nova faca ou desbloqueamos finalmente a possibilidade de construir paredes reforçadas ou uma jangada a motor. Sentimos que estamos a evoluir, a sobreviver e a criar o nosso próprio paraíso à medida que saímos da nossa zona de confronto e descobrimos novas ilhas, recursos e pontos de interesse. Explorar e sobreviver: assim são os lemas de Stranded Deep.

Ao longo da campanha, que poderá ter 20 ou 50 horas – dependendo do vosso interesse e determinação –, esta sensação de crescimento é exponenciada não só pelo desbloqueio de novas opções de crafting, mas pela própria evolução da personagem. À medida que realizam tarefas, como caçar ou construir objetos, a personagem vai evoluindo de nível e ficando mais forte, resistente e eficaz , desbloqueando novos objetivos. A construção passa a ser mais rápida, gastarão menos recursos por criação e serão mais resistentes a ataques, a venenos – muito cuidado com as cobras – ou até à insulação.

É um cenário de Homem contra a Natureza onde sentimos constantemente que estamos a ambientar-nos a um mundo anteriormente hostil, onde, aos poucos, nos tornamos donos do que está à nossa volta; como uma segunda casa.

Em pouco tempo, Stranded Deep agarrou-me. O ciclo de evolução deixou-me completamente embrenhado no seu mundo e vi-me a definir objetivos diários para concluir. A dificuldade, como podem assumir, é elevada, e Stranded Deep não tem quaisquer problemas em desafiar-nos, mas é igualmente intuitivo e, até certo ponto, direto, o que nos dá uma maior sensação de gestão e controlo. As ações são rápidas, a construção é quase automática e sentimos que estamos sempre a avançar, sem grandes paragens para tarefas demasiado repetitivas. No entanto, fica o aviso de que a repetição faz (e fará sempre) parte da experiência de um jogo de sobrevivência, e o que poderá ser empolgante para nós poderá não o ser para vocês.

O que não apreciei, e o que tornou, agora sim, algumas tarefas mais monótonas, foi o inventário limitado da personagem. Apesar de podermos criar cintos de ferramentas, que desbloqueiam a seleção rápida das armas e itens – relegadas aos quatro botões direcionais –, senti que temos um espaço de inventário demasiado curto. Quando o jogo se foca na navegação constante entre ilhas em busca de recursos, isto significa que somos obrigados a fazer o mesmo trajeto várias vezes, especialmente nas primeiras horas. Até construirmos uma jangada com baús de inventário, nunca nos sentimos sob controlo. Parece que a nossa vontade em explorar é forçosamente condicionada.

A passagem para as consolas nunca é suave e Stranded Deep apresenta os problemas do costume: UI incompatível, downgrade gráfico e controlos não tão responsivos. É um jogo de PC, puro e duro, mas a Beam Team Games fez o seu melhor para adaptar a experiência às consolas.

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Apesar dos problemas que identifico, onde sublinho a monotonia de navegar pelos menus – algo que os comandos nunca irão simplificar, mesmo com atalhos –, a passagem foi mais suave do que em alguns dos jogos do género, como Ark: Survival Evolved, e os controlos funcionam perfeitamente neste ambiente mais condicionado. A simplicidade de Stranded Deep prevalece nas consolas e enaltece, na minha opinião, a experiência ao apostar em ações rápidas e intuitivas. Uma boa escolha para as consolas.

A nível visual, Stranded Deep é um misto de emoções. Apesar de existirem momentos de pura beleza, com um amanhecer de cortar a respiração – cheio de cores quentes e de uma luz terna – e um flora aquática realista, o jogo peca nos pormenores. Quando nos aproximamos, começamos a ver os problemas: os modelos com texturas pobres, a repetição de objetos, o dithering, a performance pouco estável – caindo a pique em alguns momentos mais intensos – e um arrasto na movimentação que retira toda a beleza natural dos cenários.

Quando paramos e observamos ao longe, Stranded Deep emana uma calma reconfortante – mesmo com a sua má profundidade de campo nas consolas –, mas, em movimento, os problemas amontoam-se, dando lugar a vários bugs que quebram a imersão. E na banda sonora, pouco ou nada há a dizer para além de umas composições desinteressantes e de sons repetitivos, seja da personagem ou dos animais que encontram.

Stranded Deep não é o jogo mais inovador que irão encontrar nas consolas, mas é um sólido título de sobrevivência que nos transporta para a era dourada do género. É simples, é intuitivo, mas é igualmente desafiante e tenso; tal como adoramos. A passagem para as consolas trouxe alguns problemas, nomeadamente técnicos, mas Stranded Deep é perfeito para a realidade que vivemos atualmente e há uma certa calma e descontração que compõem a sua experiência.

Se estão com saudades de um jogo de sobrevivência e já se saturaram de Memories of Mars (como nós), ou se procuram uma experiência a solo e mais focada na sobrevivência, então Stranded Deep é o jogo que procuram.

Nota: Bom

Plataformas: PlayStation 4, Xbox One
Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela Beam Team Games.

NOS Alive não deverá mesmo realizar-se este ano em Algés

Quem o diz é Álvaro Covões, diretor-geral da Everything is New, numa conversa na qual participou no programa Prova Oral, da Antena 3.

Esta semana, durante as medidas de desconfinamento anunciadas por António Costa, um dos jornalistas perguntou ao primeiro-ministro como tinha ficado a questão dos festivais, se podiam ou não realizar-se, com o responsável a remeter uma decisão final para o início da próxima semana.

No entanto, há muito que se fala sobre a não realização não só do NOS Alive, mas dos festivais em geral, uma vez que juntam muita gente e é impossível colocar o distanciamento social em prática. Hoje, no decorrer de uma conversa no programa Prova Oral da Antena 3, Álvaro Covões, diretor-geral da Everything is New, deixou antever que o festival não deverá mesmo realizar-se.

“Isto é uma questão de consciência, como o João Carvalho disse (diretor do Vodafone Paredes de Coura). Só se amanhã de manhã acordássemos com a notícia em grande manchete: “Vacina vai começar a ser distribuída na segunda-feira” ou então “Vai começar a ser vendido um medicamento e temos um bilião de comprimidos para disponibilizar ao mundo”… Portanto nós temos de ser conscientes. Isto vai demorar muito tempo”, referiu o responsável à pergunta do radialista Fernando Alvim, quando este questionou se o festival iria realizar-se em Algés.

Em todo o caso, Álvaro Covões disse também algo interessante: “O NOS Alive tem muitas formas de ser, de acontecer”. Quererá isto dizer que está a ser pensada uma versão alternativa do festival?

Recorde-se que, no mês passado, Taylor Swift, uma das cabeças de cartaz do NOS Alive, tinha cancelado a sua tour europeia, pelo que não iria atuar no Passeio Marítimo de Algés.

Os burlões do MB Way estão cada vez mais astutos

Ou seja, agora já nem pedem à vítima para inserir um número de telemóvel diferente.

do MB Way

Já por diversas vezes falámos aqui no Echo Boomer sobre burlas do MB Way, dando a conhecer alguns esquemas para roubar dinheiro. Pois bem, parece que, agora, os burlões, certamente cientes de que cada vez mais e mais pessoas estão informadas destes esquemas, arranjaram uma “nova” forma de ludibriar as vítimas.

Como? É que, desta vez, já nem dizem para inserir um número de telemóvel diferente, mas somente um pin. E sim, funciona.

Hugo Medeiros, também conhecido no mundo da Internet como MedHug, fez um vídeo a alertar dessa mesma burla.

Imaginemos que colocam algo à venda no OLX ou outra plataforma do género e são contactados por alguém nos minutos seguintes. O que tem acontecido é que esses burlões tentam “fazer o negócio” via MB Way, sabendo da facilidade de efetuar burlas através deste método de pagamento. Aí, pedem à vítima para associar um número de telemóvel diferente à conta bancária, concluindo os passos seguintes.

Na prática, e sem se aperceber, a vítima está a dar acesso ao seu banco. Neste “novo” método, a coisa difere um bocadinho. E é uma burla tão disfarçada que muitos poderão cair na esparrela.

No caso do vídeo de Hugo Medeiros, o burlão começa por dizer para ir ao Multibanco e selecionar a opção MB Way, fazendo uma nova adesão. Aí, pede à vítima para colocar o seu número de smartphone (ou seja, não o do burlão, mas o correto), mas colocar um PIN diferente. A vítima aceita, conclui tudo e retira o cartão do Multibanco.

Mas é o passo seguinte que estraga tudo. O burlão, do outro lado da linha, o que vai fazer é usar o MB Way, mas com o número de telemóvel da vítima. Como? Ao instalarmos pela primeira vez a app da SIBS num qualquer smartphone, e ao indicarmos o número de telemóvel e o PIN, é de seguida enviado um código de confirmação para esse número.

Ora, e sabendo disto, como o burlão neste caso terá colocado o número de telemóvel da vítima na app do MB Way, juntamente com o PIN que indicou anteriormente, o que este faz é dizer à outra pessoa que o banco enviará um código de acesso. Pois bem, já adivinharam: está a mentir. Na prática, o burlão está, através do smartphone, a pedir acesso ao MB Way, necessitando desse código para completar o esquema.

A vítima, ao dar esse código, está a dar ao bandido a permissão de usar o MB Way. Essencialmente, a grande diferença é que estes bandidos passam a usar a conta bancária da vítima, mas com o número de telemóvel correto, ou seja, aquele que é suposto.

Esta burla é muito semelhante àquela que quase toda a gente já conhece por esta altura, mas pode ser ainda mais difícil de detetar. Mantenham-se atentos. E já sabem: transferências MB Way só via smartphone, não é necessário ir ao Multibanco!

Summer Game Fest – 4 meses de celebração e novidades de videojogos

2020 promete ter o verão mais quente da indústria do entretenimento.

summer game fest

Este não tem sido um ano muito simpático para a indústria do entretenimento. Filmes pararam produções, estreias foram adiadas, concertos e tours foram canceladas e/ou reagendadas e nem os videojogos escapam, com datas de lançamento adiadas e algumas das feiras mais importantes, onde são dados a conhecer futuros projetos, a ficarem sem efeito.

Uma dessas feiras era a E3, por muitos considerada a maior e a mais importante da indústria, composta uma semana de apresentações feitas para todo o mundo e de oportunidades de teste para quem a visitava.

Com uma nova geração a preparar-se para chegar no final do ano e muitas surpresas para desvendar, Geoff Keighley, jornalista da indústria, conhecido por criar eventos como os The Game Awards, parece ter a solução perfeita para colmatar a falta destes momentos.

Summer Game Fest é o seu nome e tem como objetivo juntar o mundo para celebrar os videojogos. Jogadores, entusiastas, produtores e estúdios, todos vão ter um papel nesta celebração que irá durar quatro meses, entre maio e agosto.

Ao longo destes quatro meses de celebração, vamos poder acompanhar todas as novidades através da divulgação de notícias exclusivas, transmissões em direto, eventos dentro de alguns videojogos mais populares e, segundo o trailer do evento, “conteúdo jogável através do conforto das nossas casas”, que Keighley refere como experiências interativas e não necessariamente demonstrações garantidas de videojogos.

Este festival digital vai incluir a próxima apresentação da Xbox, anunciada para a semana que vem com um novo episódio do Inside Xbox, que será o palco para o primeiro olhar a muitos jogos da próxima geração, tanto para a Xbox Series X como para a PlayStation 5.

Para mais informações e novidades sobre o festival Summer Game Fest, basta visitarem a sua página oficial, aqui.

Dreams da PlayStation 4 com direito a demo gratuita

Curiosos em experimentar algumas das criações mais interessantes de Dreams?

Dreams

Um dos lançamentos mais interessantes do ano até agora foi Dreams, para a PlayStation 4, um jogo que é, também, uma plataforma criativa, permitindo a produção de curtas, músicas, jogos e muito mais, feitos completamente de raiz.

Para mostrar de forma mais prática algumas das criações possíveis de Dreams, a Media Molecule lançou uma demonstração gratuita que dá acesso a uma seleção de jogos criados pela comunidade, de forma a acordar a veia criativa de futuros jogadores.

Entre as criações de destaque, encontramos por exemplo The Ornithologist’s Private Collection, Ruckus, Cubric, Player Piano Player, Art Therapy e Great Job Human.

A demonstração já está disponível na PS Store e, para além deste conjunto de níveis já feitos, dá acesso aos primeiros 20 minutos da experiência narrativa criada pela Media Molecule, O Sonho de Art, que serve não só de montra das capacidades do jogo, como uma amostra da campanha tradicional de um título.

O progresso feito na demo pode ser continuado na versão completa e, quem quiser começar já a explorar outros projetos, pode fazê-lo no site de Dreams para adicionar à sua playlist pessoal e jogar, depois, na versão completa do jogo.

Dreams é um exclusivo PlayStation 4. Para ficarem a saber a nossa opinião do jogo, podem sempre passar pela nossa análise.

Comic Con Portugal vai promover sessões de cinema drive in

Ou seja, pretende-se que os participantes assistam a antestreias ou a filmes icónicos que marcaram a cultura pop no interior das suas viaturas.

drive in

Não é propriamente uma novidade por cá, até porque alguns festivais já o tinham feito anteriormente. Nos Estados Unidos, por exemplo, esta é uma prática recorrente. Agora, e devido à pandemia de COVID-19, chegou a altura da Comic Con Portugal apostar neste formato.

Basicamente, as Drive in Comic Con Portugal Sessions servirão ora para ver a antestreias, ora para revisitar filmes icónicos, ao ar livre, mas com a particularidade de cada participante assistir aos filmes dentro do seu automóvel.

Não se sabe onde irão decorrer as sessões, mas é expectável que aconteçam, por exemplo, em parques de estacionamento, com os locais a serem anunciados brevemente. No dia do visionamento, cada participante deverá estacionar o seu carro, sintonizar na frequência indicada e, depois, assistir ao filme ao ar livre num ecrã gigante.

A primeira sessão irá decorrer a 1 de junho, Dia Mundial da Criança, com a estreia do filme familiar de comédia e ação, O Meu Espião, distribuído pela Cinemundo. A película, protagonizada por Dave Bautista, terá estreia nacional nos cinemas logo que estes possam retomar a sua atividade.

Crítica – The Great (1ª temporada)

A nova aposta de época da Hulu tem tudo para fazer justiça ao nome e ser mesmo fantástica.

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Numa época em que as séries ganham cada vez mais mercado, conseguindo, de certa forma, começar a saturá-lo de conteúdo repetitivo e, muitas vezes, de qualidade duvidosa (a maioria com o selo da Netflix – que é claramente Bollywood da televisão), chega-nos The Great, a nova série da Hulu que prima pela criatividade e abordagem.

The Great é uma série de comédia histórica com base na monarquia do Império Russo, na segunda metade do Século XVIII, que aborda a ascensão de Catherine (nascida na Prússia, atualmente parte da Polónia) a Imperatriz da Rússia. Ainda em tom de contexto histórico, Catherine The Great foi a Imperatriz com o reinado mais longo da história do Império, conhecido como “A Era de Ouro da Rússia”, não só devido às conquistas geográficas e diplomáticas, mas sobretudo graças à proliferação da cultura e educação que passou também a abranger as mulheres (até então eram fortemente negligenciadas).

Se gostaram do humor do filme The Favorite (2018), vão gostar tanto ou mais de The Great, visto que ambos os trabalhos partilham a escrita de Tony McNamara. Dito isto, é fácil perceber que esta série tem uma forte componente de ficção indexada, tratando a transformação de uma jovem Catherine (Elle Fanning), sonhadora, fantasiosa e apaixonada, numa mulher corajosa, determinada e idealista. Essa transformação dá-se graças ao choque de realidade, brutalidade e loucura a que é exposta quando se torna na esposa de Peter III, o Imperador da Rússia (Nicolas Hoult).

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Com base no 1º e 2º episódios, temos a sensação de que o ritmo da narrativa é um pouco acelerado, sendo que o romance entre Catherine e Peter podia ter sido mais desenvolvido de forma a decompor por “etapas” a transformação ideológica de Catherine que referi acima.

No entanto, o desenvolvimento pós-mudança ideológica da Imperatriz compensa a rapidez inicial, até porque nem sempre querer é poder, e os passos não podem ser maiores do que as pernas. Esta decisão de explorar mais o pós do que o pré é o setup perfeito de McNamara para criar aquele desconforto e nervoso miudinho já familiar para quem viu The Favourite. Para além disso, pode-se constatar que o ritmo acelerado inicial não prejudica em nada a perceção da história ou o desenvolvimento das personagens (que foi explorado de forma consistente e cuidada).

Já conhecida por inúmeros papéis durante a sua infância/adolescência que lhe valeram alguns prémios, Elle Fanning (de 22 anos) pode ter aqui o papel que precisa para fazer renascer a sua carreira enquanto atriz, que estagnou de há cinco anos para cá. Os maneirismos e a sua expressão corporal trazem valor acrescentado ao seu papel de monárquica e o carisma muito próprio oferece um cariz mágico à sua performance como atriz, que mostra ter estofo para ser protagonista nesta série.

Nicolas Hoult foi extremamente bem aproveitado e tem aqui uma boa oportunidade para ganhar ainda mais espaço e nome na indústria, encarnando um Peter com um humor muito distorcido, em sobressalto, com vontade de se afirmar como Imperador, mas sem saber muito bem como. Quem viu Hoult em Skins e o vê agora pode constatar que há talento e que a evolução foi bastante positiva.

Em nota de rodapé, é interessante comparar os papéis de Skins e The Great, visto que ambos são bastante semelhantes no que toca a egocentrismo e manipulação característica da personagem, mas sua a naturalidade e à vontade são bem superiores atualmente.

Quero ressalvar ainda alguns atores secundários, visto que The Great não tem o potencial que tem graças a singularidades e a maioria do elenco assenta que nem uma luva, criando uma simbiose bastante agradável e dinâmica.

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Phoebe Fox (no papel de Marial), nunca teve um papel que a destacasse ao longo da sua carreira, mas se o desenvolvimento dela em The Great lhe continuar a dar o protagonismo que tem dado, esta pode vir a ter visibilidade que precisa para futuros trabalhos. Marial é sarcástica, tem uma boa amplitude a nível de visão geral e apesar de ter uma postura mais progressiva, não é descuidada.

Douglas Hodge e Adam Godley (na pele de Velementov e Archie respectivamente), como veteranos na representação, trazem a experiência e a maturidade ao elenco, consolidando-o.
Sacha Dhawan, veste a pele de uma personagem bastante incomum (como Count Orlov), no entanto a sua prestação é bastante refrescante.

A nível técnico, nota para toda a caracterização espacial. Grande parte da temporada foi filmada entre o Royal Palace de Caserta, em Campania (Italiá), onde também foram gravadas as cenas do Palácio de Naboo nos dois primeiros episódios de Star Wars, e Hatfield House, em Hertfordshire (Reino Unido), conhecido por The Crown ou Batman: Begins.

O guarda-roupa prima pela fidelidade à época, mas com pequenas adaptações ao dinamismo da narrativa. Ressalvar ainda os diálogos que, estando ajustados à época, são dotados de nuances e mentalidade muito atual (tanto a mais liberal como a mais conservadora/retrograda).

Nota especial para a fotografia, que consegue captar emoções, pensamentos ou sentimentos sem ser preciso as personagens os exprimirem verbalmente ou exagerar no uso da narrativa de exposição.

Terminada a temporada, conclui-se que não só este novo trabalho de McNamara é uma das melhores estreias de TV deste ano, como tem material e premissa para garantir a sustentabilidade de temporadas futuras.

Posto isto, aconselho a verem The Great (“an occasionally true story”), que podia facilmente ser chamada de The Awesome. Sem mais a acrescentar, “Huzzah!” (vão perceber isto quando virem a série).

A primeira temporada completa de The Great já está disponível na HBO Portugal.

Burnout Paradise Remastered rebenta na Nintendo Switch em junho

De volta ao paraíso em modo portátil.

Burnout Paradise Remastered

O aclamado jogo de corridas da EA já tem data de lançamento na consola da Nintendo.

Burnout Paradise chega à Nintendo Switch dia 19 de junho na sua versão remasterizada e mais completa.

Originalmente lançado em 2008 e 10 anos depois relançado com visuais atualizados para a geração atual, Burnout Paradise Remastered chega à consola da Nintendo com todas as melhorias, que incluem visuais otimizados, framerate a 60 FPS, texturas melhoradas e controlos táteis exclusivos à plataforma.

Nesta revisitação a Paradise City, os jogadores podem contar com os oito pacotes de DLC lançados para o original, como Cops and Robbers Pack, Legendary Cars, Burnout Bikes e a expansão Big Surf Island, entre outros.

Menos positivo é o preço de lançamento do jogo na consola da Nintendo, que é de 49,99€, um valor elevado considerando que Burnout Paradise Remastered para PC, PS4 e Xbox One pode ser atualmente encontrado entre 4,99€ a 19,99€.

Já mais de 10 milhões de jogadores experimentaram o Xbox Game Pass

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Quase um Portugal inteiro a jogar.

Xbox Portugal

Esta semana olhámos para os últimos três meses de serviço e observámos que, nesse pequeno período de tempo, o Xbox Game Pass já ofereceu aos jogadores mais de 50 jogos, onde se incluem títulos multiplataforma aclamados e alguns dos grandes exclusivos da Microsoft.

Agora, a Microsoft revela o sucesso do seu serviço que, de alguma forma, justifica o porquê da aposta em levar mais e melhores jogos até aos seus PCs e consolas.

Em comunicado, a companhia revela que o serviço composto por mais de uma centena de títulos prontos a descarregar e jogar já atingiu 10 milhões de membros únicos no PC e nas consolas.

xbox game pass data

Os últimos meses e as dificuldades sociais recentes foram também alvo de análise, revelando algumas tendências sociais interessantes:

  • Desde março, os membros Xbox Game Pass adicionaram mais de 23 milhões de amigos no Xbox Live – um aumento de 70% no rácio de pedidos de amizade;
  • Desde março, os membros do Xbox Game Pass estão também a jogar o dobro e a interagir em mais jogos multiplayer, cuja utilização cresceu em 130%;

A utilização do Xbox Game Pass também se tem mostrado uma mais valia para os hábitos dos jogadores, com uma atividade acima dos 40% após a subscrição e com 90% dos membros a revelarem que nunca teriam experimentado certos títulos sem o acesso à subscrição.

O Xbox Game Pass existe com três opções: Xbox Game Pass para consola por 9,99€/mês, Xbox Game Pass para PC por um preço limitado de 3,99€/mês e Xbox Game Pass Ultimate, que inclui acesso à biblioteca do PC da Xbox e aos benefícios do Xbox Live Gold por 12,99€/mês.

Para ficarem a conhecer mais sobre este serviço, visitem o site da Xbox e comecem já a jogar.

Estado de Calamidade. Conheçam o Plano de Desconfinamento do Governo

Confirmou-se tudo o que já temos vindo a falar aqui no Echo Boomer. Porém, há questões que o Governo não esclareceu.

Estava prometido e aconteceu. Hoje, dia 30 de maio, o primeiro-ministro António Costa anunciou uma série de medidas de desconfinamento que já vinham a ser faladas há algum tempo na Internet.

Acaba o Estado de Emergência, começa o Estado de Calamidade. Mas isso não significa que a normalidade como a conhecemos esteja de volta. Longe disso.

Seguem as medidas anunciadas pelo Governo:

Regras Gerais:

  • A partir de 4 de maio: Confinamento obrigatório para pessoas doentes e em vigilância ativa, dever cívico de recolhimento domiciliário, proibição de eventos ou ajuntamentos com mais de 10 pessoas, lotação máxima de cinco pessoas por 100m2 em espaços fechados e os funerais só poderão contar com a presença de familiares;
  • A partir de 30 e 31 de maio: cerimónias religiosas (celebrações comunitárias) poderão realizar-se de acordo com regras a definir entre DGS e confissões religiosas.

Transportes públicos:

  • A partir de 4 de maio: Lotação de 2/3 e uso obrigatório de máscara. A higienização e limpeza dos transportes será feita de forma regular.

Trabalho:

O teletrabalho será obrigatório durante maio, pelo menos para aquelas empresas que podem trabalhar nesses moldes. Já a 1 de junho o teletrabalho poderá ser feito parcialmente, o que significa que os funcionários poderão regressar aos poucos às empresas, ainda que com horários desfasados ou equipas em espelho.

Serviços públicos:

  • A partir de 4 de maio: Reabrem balcões desconcentrados de atendimento ao público (repartições de finanças, conservatórias, etc), sendo obrigatório o uso de máscara. O atendimento será feito por marcação prévia;
  • A partir de 1 de junho: Reabrem as Lojas do cidadão.

Comércio e restauração:

  • A partir de 4 de maio: Reabrem lojas com porta aberta para a rua até 200m2, bem como cabeleireiros, manicures e similares, livrarias e stands de automóveis. Nas lojas será obrigatório o uso de máscara. Para cabeleireiros e similares, o atendimento será feito por marcação prévia e mediante condições específicas;
  • A partir de 18 de maio: Reabrem lojas com porta aberta para a rua até 400m2 ou partes de lojas até 400 m2 (ou maiores por decisão de cada autarquia), bem como restaurantes, cafés e pastelarias/esplanadas. No caso dos restaurantes, a lotação máxima estará a 50% da capacidade original, sendo que terão de fechar às 23h;
  • A partir de 1 de junho: Reabrem lojas com área superior a 400m2 ou inseridas em centros comerciais.

Escolas e equipamentos sociais:

  • A partir de 18 de maio: Começam as aulas presenciais para os alunos do 11º e 12º anos ou 2º 3º anos de outras ofertas formativas, bem como as creches (com opção de apoio à família). Será obrigatório o uso de máscaras, exceto para crianças em creches e jardins de infância;
  • A partir de 1 de junho: Reabrem creches, ATLs e o estabelecimentos de ensino pré-escolar.

Cultura:

  • A partir de 4 de maio: Reabrem bibliotecas e arquivos;
  • A partir de 18 de maio: Reabrem museus, monumentos, palácios, galerias de arte e similares;
  • A partir de 1 de junho: Reabrem cinemas, teatros, auditórios e salas de espetáculos. Neste caso, os lugares serão marcados, de modo a que exista distanciamento físico, e a lotação será reduzida.

Desporto:

  • A partir de 4 de maio: Será permitida a prática de desportos ao ar livre, mas sem utilização de balneários nem piscinas;
  • A partir de 30 e 31 de maio: Poderão regressar as competições oficiais da 1ª Liga de Futebol e Taça de Portugal. Estas datas, porém, não estão fechadas.

No que toca a condições gerais, a lotação máxima de todos os espaços será reduzida, o distanciamento físico deverá ser de dois metros e, claro, a lavagem das mãos continua a ser essencial. Estas decisões serão reavaliadas a cada 15 dias.

Ficaram por definir algumas questões. Por exemplo, e relativamente aos festivais, a decisão ficou adiada para a próxima semana. No que toca ao acesso às praias, será permitido, sim, mas apenas para a prática de desportos individuais.

Relativamente à saúde, e no que toca, por exemplo, à Medicina Oral, como dentistas, os mesmos continuam a estar disponíveis para consultas de emergência. Mas ainda não existem datas para um regresso “normal”.

Resta saber por quanto tempo permanecerá o país em Estado de Calamidade. Estas medidas foram pensadas somente até 1 de junho, estando sujeitas a reavaliações.

Depois do Millennium BCP e Santander, CGD também obriga clientes a usarem máscara

A medida deverá entrar em vigor já na próxima segunda-feira, dia 4 de maio.

CGD

Lembram-se quando, há uns dias, anunciámos que os bancos Millennium BCP, ActivoBank e Santander passaram a obrigar os clientes a usar máscara no interior dos estabelecimentos para serem atendidos ao balcão? Pois bem, a CGD decidiu seguir os mesmos passos.

“Levantado o Estado de Emergência, é expectável que aumente a afluência às agências bancárias. Assim, com o intuito de manter a segurança sanitária, que é um direito de todos, passa a ser obrigatória a utilização, pelos clientes, de máscara respiratória protetora no interior das Agências da Caixa”, diz o comunicado de imprensa no site oficial da CGD.

Como é óbvio, cada cliente deverá levar consigo a sua máscara protetora.

Na mesma nota, a Caixa refere ainda que “durante todo o período de Estado de Emergência, a Caixa Geral de Depósitos manteve em funcionamento mais de 520 Agências e Gabinetes de Empresas por todo o país”.

O comunicado dá também conta de que a Caixa instalou barreiras protetoras de acrílico nas suas agências, tendo ainda reforçado a sua limpeza e desinfeção para aumentar a proteção dos clientes e dos colaboradores.

A Xbox vai revelar os primeiros jogos da próxima geração já para a semana

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O novo Inside Xbox vai ser a janela para o que a Xbox Series X tem para oferecer.

Halo Infinite = Halo 6

Este ano não há E3 para ninguém, mas isso não significa que não tenhamos revelações bombásticas sobre os jogos da próxima geração.

Como já tem sido habitual, a Microsoft parece ser a primeira a abrir as portas aos jogadores mais curiosos e anunciou que vai revelar jogos da próxima geração já na próxima semana.

No dia 7 de maio, quinta-feira, pelas 16h, irá ser transmitido um novo episódio do segmento Inside Xbox, onde os jogadores terão um primeiro olhar sob alguns dos títulos de lançamento para a Xbox Series X.

https://x.com/xbox_pt/status/1255890178922733570

Detalhes sobre os projetos a revelar são escassos, sabendo-se que vamos ver em ação o recém-anunciado Assassin’s Creed Valhalla, mas podemos começar a especular já por outros, como a presença de Halo Infinite, dos novos jogos de estúdios como The Initiative e Playground Studios, um novo Forza ou mais jogabilidade de Cyberpunk 2077. Está tudo em aberto, mas jogos next-gen são garantidos, por isso apontem já na vossa agenda.

Assassin’s Creed Valhalla recebe um primeiro trailer épico

Não se metam com os Vikings.

Assassin's Creed Valhalla

Foi ontem que a Ubisoft revelou o nome do próximo capítulo da série Assassin’s Creed. Já hoje foi dia de nos dar um trailer em formato de cinemática CGI.

Ao longo de quatro belos minutos, somos levados até ao mundo nórdico dos Vikings onde Assassin’s Creed Valhalla vai acontecer. Nesta cinemática cheia de cor, ação e violência, ficamos a descobrir um lado mais honrado dos guerreiros Viking que, muitas vezes, são dados a conhecer como bárbaros.

Assassin’s Creed Valhalla é o terceiro jogo da saga depois do seu soft-reboot em Origins, surge cerca de dois anos depois do lançamento de Assassin’s Creed Odyssey, e conta com a ajuda de cerca de 15 estúdios diferentes que tentam criar um dos mundos mais complexo para a série.

Apesar de ainda não termos visto imagens em movimento do jogo, esta cinemática veio acompanhada de informações curiosas, como a janela de lançamento para o final de 2020, no PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X.

Ferbar lança três novos produtos tropicais com origem no Brasil

São três ofertas que se juntam às duas já existentes.

no Brasil

Tapioca, Polvilho Doce e Polvilho Azedo. São estas as novidades da Ferbar no que toca a produtos com origem no Brasil.

Em conjunto com o Coco Ralado e a Farinha de Mandioca, que já faziam parte da oferta da marca, surge a renovada Gama Tropical, mais robusta e com maior oferta.

Além disso, a Gama Tropical apresenta agora uma nova imagem, onde se destacam as cores vivas e um fundo inspirados em folhas de palmeiras que remete para um cenário tropical e exótico. Para complementar, cada produto surge num packging completamente original, com cores e folhagem distintas.

Relativamente a preços, variam consoante o produto, indo desde 1,99€ a 3,99€.

Máscaras descartáveis já estão à venda no Pingo Doce. Cada unidade custa 0,44€ mais IVA

Ou seja, com preços bem acessíveis.

Estavam à espera da oportunidade certa para adquirir máscaras a um preço menos proibitivo? Pois bem, já o podem fazer.

O Pingo Doce está a comercializar desde ontem máscaras descartáveis em todas as suas 443 lojas espalhadas pelo País. Na ilha da Madeira, as máscaras, constituídas por três camadas de proteção, tendo elásticos laterais ajustáveis, estarão disponíveis a partir de sábado.

Cada máscara custa 0,44€ mais IVA, sendo vendidas em caixas de 50 unidades. Esta é uma desvantagem pois pode não ser necessário adquirir tantas de uma vez. Porém, podem sempre dividir a conta com algum amigo ou familiar.

No que toca à questão do IVA, sabe-se que, de momento, o valor aplicado é de 23%. Porém, e assim que for publicado o respectivo diploma legal em Diário da República, a taxa do IVA será de somente 6%.

Bolt Business Delivery é o novo serviço de entrega para empresas a chegar a Portugal

Depois da Uber, a Bolt também se disponibiliza a entregar encomendas.

Bolt

Foi há umas semanas que a Uber referiu que, devido à pandemia de COVID-19, iria passar a ter motoristas e estafetas disponíveis para que as empresas pudessem requisitar os serviços daquela plataforma. Agora, é a vez da Bolt avançar também com essa vertente.

Chama-se Bolt Business Delivery e, como o nome indica, é um serviço dedicado a empresas. Basicamente, as companhias ficam com acesso à rede de motoristas e estafetas da Bolt para garantir que os seus produtos chegam o mais rápido possível aos clientes.

Essencialmente, ao invés de se pedir serviços aos CTT ou a transportadoras privadas, a Bolt reinventa-se e, desta forma, dá serviço a muitos dos seus colaboradores, que deverão ter notado um decréscimo gigante de procura por estes dias. Muitos deles têm estado parados até.

Neste Bolt Business Delivery, as empresas podem recorrer ao serviço através de uma plataforma intuitiva, onde é possível adicionar as entregas realizando o upload de um documento CSV ou introduzindo os pedidos manualmente através de um formulário.

Os pedidos podem ser configurados para serem recolhidos no imediato ou nas 48h seguintes e existe ainda uma opção que permite a um único estafeta gerir múltiplas entregas para diferentes clientes na mesma viagem.

E é na parte de inserir as entregas no sistema que a empresa recebe uma estimativa de valor. Após confirmação do pedido, a Bolt envia um estafeta para recolher o pedido na hora indicada.

Como seria de esperar, há um sistema de tracking que permite acompanhar o processo de entrega. Neste caso, o cliente receberá um SMS com um tracking link, com a informação de que a encomenda está a caminho, tempo estimado de chegada e o contacto do estafeta.

Por estes dias, e de forma a evitar a propagação do vírus, todas as entregas são realizadas sem que exista um contacto direto com o destinatário. Quer isto dizer que as empresas deverão especificar um local onde a encomenda possa ser entregue.