VOA – Heavy Rock Festival já tem datas para 2021. Organização espera manter o mesmo cartaz

Aos poucos e poucos vamos sabendo como fica a situação de cada festival de verão.

VOA - Heavy Rock Festival

São cada vez mais os eventos com datas definidas para 2021. Se hoje já falámos do Vagos Metal Fest, é agora hora de darmos atenção ao VOA – Heavy Rock Festival, que acaba de pronunciar-se quanto a tudo o que se tem estado a passar.

Com a aprovação da proposta de lei que proíbe a realização de festivais e outros espetáculos de natureza análoga até 30 de setembro deste ano, o VOA também teve de ser adiado.

Assim, ao invés de realizar-se a 2 e 3 de julho deste ano, irá realizar-se a 1 e 2 de julho de 2021, no mesmo local.

“Agradecemos a compreensão e apoio de todos e esperamos – tão breve quanto possível – comunicar-vos a notícia que todos desejamos: a manutenção integral do cartaz já anunciado”, diz a organização em comunicado. Por outras palavras, a promotora do festival não promete o mesmo cartaz, mas tudo fará para que o consigo manter na totalidade para o próximo ano.

Recorde-se que, para este ano, o VOA – Heavy Rock Festival tinha confirmado as atuações de System of a Down, Bring Me The Horizon, Korn, Meshuggah, Of Mice & Men, Bizarra Locomotiva, Amon Amarth, Sepultura e Sylosis.

Stargirl. Nova série da CW chega à HBO Portugal a 19 de maio

Ou seja, já na próxima terça-feira.

Ainda ontem falámos aqui da CW, referindo que, este ano, já não teríamos novas temporadas de séries como The Flash, Supergirl ou Batwoman, devido à pandemia de COVID-19.

Pois bem, e porque nem tudo é mau, há mais uma série do canal que vai chegar à HBO Portugal na próxima semana. Chama-se Stargirl e estreia a 19 de maio no serviço de streaming, sendo que, depois, cada novo episódio será exibido semanalmente.

Eis a sinopse: “Stargirl acompanha Courtney Whitmore, uma estudante de liceu, que se muda para Blue Valley, no Nebraska, que descobre um bastão cósmico e que o seu padrasto, Pat Dugan, era um ajudante de super-heróis, tornando-se numa inspiração para uma nova geração de super-heróis.”

Produzida por Greg Berlanti e Geoff Johns e criada por Geoff Johns e Lee Moder, Stargirl inclui no elenco nomes como Brec Bassinger, Anjelika Washington e Luke Wilson.

Luca Guadagnino vai ressuscitar Scarface

O realizador de Call Me by Your Name e o recente Suspiria tem uma nova responsabilidade.

Scarface

Se há filmes em que é difícil de aceitar uma sequela ou até um remake, Scarface faz certamente parte dessa lista. Mas a mais recente notícia sobre o desenvolvimento desse particular projeto é animadora.

A Universal Pictures deu luz verde ao remake de Scarface e vai contar com uma produção forte. Para o guião, os responsáveis serão os irmãos Coen, Joel Coen e Ethan Coen, de filmes como The Big Lebowski e No Country for Old Men. Já na cadeira de realização vamos ter Luca Guadagnino, o aclamado realizador de Call Me by Your Name e pelo arrepiante e inesperado remake de Suspiria.

Scarface tornou-se memorável em 1983 pela lente de Brian de Palma, com Al Pacino no papel principal, que tornou esta história de ascensão ao poder no mundo da Máfia na sua versão definitiva, que, apesar de tudo, é também ele um remake de um filme bem mais antigo, de 1932.

Segundo o portal Variety, esta nova versão vai pegar em elementos de ambos os filmes, localizados em Los Angeles.

O novo Scarface encontra-se, de momento, em pré-produção, e não tem data de estreia nem elenco confirmado. Para já, Guadagnino não se encontra parado, estando a trabalhar numa nova série limitada da HBO, We Are Who We Are, com Alice Braga e Kid Cudi.

ThemeForest. Sabiam que este site oferece temas premium WordPress de vez em quando?

Querem iniciar um blogue e ter alguns plugins, mas não vos apetece ou dá jeito gastarem dinheiro? Então têm mesmo de conhecer o ThemeForest.

ThemeForest

Quantas e quantas vezes já não pensaram abrir um blogue, mas depois desistiram devido aos custos acrescidos e ao tempo que têm de despender para fazerem crescer um projeto?

Não parecendo, os projetos fazem-nos perder não só bastante tempo, mas também nos fazem gastar dezenas de euros. Se quisermos fazer algo em condições, há que escolher um bom alojamento (podem optar pela WebHS para o fazerem), um domínio (logo duas coisas que têm um custo anual) e, claro, optar por um tema WordPress, algo que requer especial atenção, pois não só devem escolher um tema leve, como preparado para o Google Adsense, boas práticas de SEO, etc.

Porém, os temas WordPress têm um custo, que, por norma, podem variar entre os 30 e os 60€. Ou até mais. Depende muito do que escolherem. Mas não seria bom terem vários temas premium WordPress à disposição, mas sem terem de pagar por isso? Pois bem, há um site que, regularmente, vai oferecendo por tempo limitado alguns temas WordPress inteiramente grátis.

Chama-se ThemeForest, foi criado em 2008 e, essencialmente, é um diretório/mercado gigante na Internet onde podem adquirir não só temas e templates para que possam montar o vosso website/blogue, como podem também comprar ficheiros áudio, vídeo, ficheiros 3D, plugins, entre muitas outras coisas.

Milhões de pessoas usam e abusam do ThemeForest, e não é para menos. O site tem tudo o que necessitamos para criarmos um blogue de topo. Mas há algo que podem não saber: é que, todos os meses, o ThemeForest oferece ficheiros inteiramente grátis.

Como? Basta que criem uma conta no site. Ao fazerem isso, garantem que, todos os meses, recebem um email a dar conta dos freebies desse mês. Podem ser temas WordPress, templates HTML, plugins, pacotes com ficheiros áudio…

O nosso conselho? Guardem tudo, pois nunca se sabe do que irão precisar no futuro. E assim poupam uns quantos euros.

O próximo filme de Mad Max vai ser uma prequela com Furiosa

Mas Charlize Theron não vai regressar ao papel.

mad max furiosa

Desde que Mad Max: Fury Road estreou nos cinemas que o público ficou em pulgas por mais filmes deste universo, em particular de uma história em torno da personagem de Charlize Theron, Furiosa.

Ao que tudo indica, o realizador George Miller já tinha esta ideia em mente durante o desenvolvimento do seu filme de ação. Agora, em entrevista ao New York Times, ficámos a saber que o projeto está de volta à mesa de produção, mas sem Theron no papel principal.

Segundo Miller, a razão tem a ver com a sua ambição na apresentação da personagem. Quer isto dizer que, se contasse com Theron, teria de envolver tecnologias de rejuvenescimento digital, que o realizador considera ainda não estarem suficientemente desenvolvidas.

Durante muito tempo eu achava que podíamos simplesmente tornar a Charlize mais nova com efeitos digitais, mas julgo que ainda não estamos lá,” comentou Miller. “Apesar dos avanços em The Irishman, acho que ainda há uma certa estranheza. Todos tentam resolver isso, particularmente produtores de videojogos japoneses, mas acho que a estranheza ainda é muita.”

Temos a certeza que Charlize Theron conseguiria, certamente, parecer bem mais nova com pouco esforço, seja com efeitos digitais ou não. Porém, talvez a história que Miller queira contar seja bem mais ambiciosa do que aquilo que estamos estar à espera.

Para já, ainda não há nomes para o papel de Furiosa neste projeto em pré-produção de Mad Max, mas os rumores apontam para Anya Taylor-Joy, de Split e Emma., no papel desta heroína.

The Elder Scrolls: Blades já pode ser jogado na Nintendo Switch

A aposta free-to-play do universo The Elder Scrolls tem uma nova casa.

A Bethesda lançou, em jeito de surpresa, uma das suas mais recentes apostas do universo The Elder Scrolls na Nintendo Switch.

A partir de agora, The Elder Scrolls: Blades já pode ser descarregado e jogado na consola da Nintendo. Conta com funções de cross-play e cross-progression, útil para os jogadores que tenham começado a sua aventura nos dispositivos Android e iOS ou que pretendam ir trocando de dispositivo à medida que avançam a sua aventura.

The Elder Scrolls: Blades já está disponível na Nintendo eShop.

Música: Álbuns essenciais (março)

Na seleção deste mês, para além da habitual seleção de álbuns, também incluí aquele que considero o single mais bem conseguido de março, ainda sem disco anunciado.

março

Março tem a particularidade de ter sido o mês em que mais música ouvi neste ano (provavelmente mais de 200 horas). É também um mês onde tivemos surpresas agradáveis da parte de Porridge Radio, Waxahatchee, Lilly Hiatt ou US Girls, bem como regressos muito aguardados de The Weeknd, Dualipa ou dos míticos Pearl Jam.

Mas chega de conversas e vamos passar ao que interessa!

Adam Lambert – Velvet

Adam Lambert – Velvet

Género: Disco/Glam Rock

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A vida de Adam Lambert mudou radicalmente com a conquista do 2º lugar na edição de 2009 do American Idol. Apesar de muitos músicos de concursos desaparecerem após o momentum desse tipo de programa desvanecer, Adam nunca se resignou, tendo inclusive conseguido uma das maiores honras na história da música: uma longa e feliz colaboração com os Queen (como vocalista) que começou em 2011, tomando o lugar do incomparável Freddie Mercury.

Em 2020, Adam lançou Velvet, o seu trabalho mais consistente e com a identidade mais vincada até hoje (com flow dos anos 60/70). Pode muito bem ser o começo de algo especial na sua carreira enquanto músico.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • Velvet
  • Loverboy
  • Roses
  • Overglow
  • Love Don’t

Baxter Dury – The Night Chancers

Baxter Dury – The Night Chancers

Género: Indie Rock/Pop

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Olhando para o percurso de Baxter Dury enquanto músico, pode-se dizer que tem sido uma carreira bastante discreta. Foi preciso chegar a 2014 para encontrar o som que viria a chamar de “porto seguro” para a sua voz.

A partir daí foi sempre a trilhar caminho e a aperfeiçoar a sua arte. Em 2020, com The Night Chancers, consegue finalmente arrumar a casa e marcar posição.

Temos neste álbum um trabalho melódico e instrumentais bem arranjados com uso de toques de música clássica e jazz que, por vezes, diluem-se num jogo entre o hip-hop/soul suave, narrativa e coros. Agora que atingiu a maturidade musical que procurava, as expetativas são altas. Sim, é um ótimo álbum, e sim, é um “must listen”!

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:

  • I’m Not Your Dog
  • Slumlord
  • Carla’s Got A Boyfriend
  • The Night Chancers
  • Say Nothing

Caroline Rose – Superstar

Caroline Rose – Superstar

Género: Indie Pop/Synth-Pop

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Nota-se que a temática escolhida para Superstar foi uma aposta segura. No entanto, este álbum continua a ser especial por ter o toque humorístico tão característico de Caroline Rose no que toca à escrita.

Se, possivelmente, tivesse contado com alguma ajuda de terceiros, o produto final teria sido mais consistente. Porém, há que ressalvar muito mérito para Caroline, dado que escreveu (de forma distinta) e produziu o álbum todo sozinha. Acaba por ser um bom álbum, bastante agradável de se ouvir.

Classificação do álbum: ★★★½

Músicas a ouvir:

  • Nothing’s Impossible
  • Got To Go My Own Way
  • Feel The Way I Want

Childish Gambino – 3.15.20

Childish Gambino – 3.15.20

Género: R&B/Pop Rock

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As influências são percetíveis. De Prince a David Bowie, passando por uma série de trabalhos de músicos célebres, a tracklist é misteriosa e as músicas imprevisíveis. Num trabalho muito consciente e extremamente atual, Donald Glover aborda temas delicados, conferindo ao álbum um papel documental, fazendo dele intemporal, se bem que um pouco forçosamente.

Ainda assim, com os singles lançados em 2018, e sabendo que Glover anunciou que se vai afastar da produção de música em nome próprio, todo o esforço e dedicação que empregou neste álbum resultou num produto final que ficou um pouco aquém do esperado. Falta algo mais de cativante para além da mensagem, intenção e algumas sonoridades.

Em todo o caso, apesar de não ser tão bom quanto se esperava (nem tão bom como o Awaken, My Love!), continua a ser um bom álbum, essencial para qualquer fã do género e obrigatório para os fãs do trabalho de Glover.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • Time
  • 35.31
  • 42.26
  • 47.48
  • 53.49

Dua Lipa – Future Nostalgia

Dua Lipa – Future Nostalgia

Género: Disco-Pop/Dance-Pop

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Na análise de janeiro referi que Halsey (com o álbum Manic) podia gerar concorrência a Taylor Swift e Ariana Grande na corrida pelo cognome de “Rainha da música Pop”. Menos de dois meses depois, Dua Lipa lança Future Nostalgia e ficou claro que há um campeonato à parte, onde se encontram nomes como o de Madonna, Michael Jackson, Kylie Minogue, Lady Gaga ou Beyoncé.

O pop é bastante abrangente, mas, a meu ver, subdivide-se em duas variantes: Pop comercial, com base numa fórmula básica para entreter durante um jornada (ajustado ao mercado atual), acabando esquecido no tempo; e Pop intemporal, com alguma profundidade e maturidade a nível de composição.

As boas notícias é que Future Nostalgia é a 2ª variante e, como o nome indica, tem tudo para ser um trabalho com o potencial de marcar diferentes gerações, sem perder relevância no futuro.

Dua Lipa lançou um dos melhores álbum do ano, sem fillers e com 11 músicas melhores que os lead singles da maioria dos álbuns lançados em 2020.

Classificação do álbum: ★★★★★

Músicas a ouvir:

  • Pela primeira vez, desde que comecei a fazer estas análises, acho difícil escolher músicas a ouvir. Isto porque torna-se difícil escolher quando todo o álbum é bastante equilibrado. Ao ouvi-lo na íntegra ao fim da primeira vez, até podem estranhar. À segunda começa a crescer em vocês. À terceira entranha-se. Encontrámos a sucessora de Kylie Minogue e Madonna no que toca a Disco-Pop/Dance-Pop.

Jay Electronica – A Written Testimony

Jay Electronica – A Written Testimony

Género: Rap

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A Written Testimony é uma longa e triste história do rapper prodígio que ficou mais de 10 anos à espera de um lugar ao sol para brilhar. E o facto deste álbum de estreia ser excelente só torna as circunstâncias mais excruciantes.

Lembro-me de, em 2013, quando Big Sean lançou o single Control, tendo a colaboração repartida de Kendrick Lamar e Jay Electronica, se falava que tanto Kendrick como Jay iam fazer coisas fantásticas. Desde então, Kendrick lançou três álbuns em quatro anos (dois deles bastante aclamados) e Jay precisou de mais sete anos para lançar o primeiro.

Se valeu a pena a espera? Valeu. Não se vêem álbuns de estreia de rappers com esta complexidade e qualidade de conteúdo e raros são os que seguem este tempo entre o batidas e as letras. Mas ter a estreia oficial aos 46 anos, enquanto rapper, não é a melhor estratégia. De todo.

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:

  • The Blinding (feat. Travis Scott)
  • The Never-ending Story
  • Shiny Suit Theory (feat. The-Dream)
  • Universal Soldier
  • A.P.I.D.T.A.

Jessie Reyez – Before Love Came to Kill Us

Jessie Reyez – Before Love Came to Kill Us

Género: R&B/Pop

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Jessie Reyez lançou finalmente o seu álbum de estreia e, como um todo, está bastante satisfatório. A sua voz é o real trunfo e faz com que este primeiro trabalho seja algo fácil de apreciar. No entanto, a cantora canadiana precisa de ganhar maturidade a longo prazo.

O facto de optar por incluir 14 faixas no álbum não jogou a seu favor, sendo que torna difícil encontrar uma linha que una todas as músicas de forma consistente. Com a disparidade de música para música, fica a sensação de que este álbum não passa de uma simples mixtape aleatória, previsível e com alguns fillers sem propósito.

Por outro lado, este álbum deixa a sensação que Reyez até é uma artista completa, mas isso por si só não basta, dada a frágil abordagem em quase todas as músicas.

A missão para o próximo álbum vai ser desafiante, mas vejo na cantora potencial para se tornar num ícone do R&B. Para isto, basta que Reyez ganhe a confiança, foco e consistência na hora de decidir que tipo de álbum quer produzir.

Classificação do álbum: ★★★½

Músicas a ouvir:

  • Intruders
  • Kill Us
  • Figures

Låpsley – Through Water

Låpsley – Through Water

Género: Indie Pop/Eletrónica

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Through Water é o trabalho que procede Long Way Home (um dos meus álbuns preferidos de 2016), o aclamado álbum de estreia de Låpsley, que primou por todos os colaboradores envolvidos na produção do mesmo terem ajudado a limar as arestas.

Desta vez, Låpsley decidiu arriscar num trabalho 100% solo e mais limpo de acessórios, de forma a testar a sua capacidade enquanto produtora. E apesar de não brilhar tanto como o antecessor, conseguiu provar que, sozinha, também é capaz de criar coisas bonitas e especiais.

Este álbum acaba, assim, por ser dotado de batidas calmas e melodias simples, complementadas pelo belíssimo timbre da cantora, que serve de prova do quão versátil é.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • Through Water
  • First
  • Ligne 3
  • Womxn
  • Speaking of the End

Lil Uzi Vert – Eternal Atake

Lil Uzi Vert – Eternal Atake

Género: Rap

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No mercado emergente de rap moderno que faz reciclagem àquilo que gosto de chamar de “músicos beat based” (por serem imensos a querer uma fatia de sucesso), estar mais do que um ano parado pode ser o suficiente para se cair no esquecimento, e Lil Uzi Vert esteve desde 2017 sem lançar material novo.

O regresso com Eternal Atake ficou marcado pela positiva não só com várias músicas refrescantes recheadas beats originais ou adaptações bem conseguidas, mas também pelo talento do rapper na arte de debitar palavras.

No entanto, o conteúdo lírico continua a ser imaturo e infundado, fazendo com que não seja justificável o número de faixas no álbum.

Apesar de tudo, este continua a ser o melhor álbum de Lil Uzi Vert até à data.

Classificação do álbum: ★★★½

Músicas a ouvir:

  • Baby Pluto
  • Lo Mein
  • Prices
  • P2
  • That Way – Bonus Track

Lilly Hiatt – Walking Proof

Lilly Hiatt - Walking Proof

Género: Rock/Country

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Lilly Hiatt tem vindo a aperfeiçoar-se de forma constante ao longo dos últimos anos e, com Walking Proof, consegue o seu trabalho mais expressivo até agora.

É um instrumental floreado com influências de country (produzido com a ajuda de Lincoln Parish, ex-guitarrista dos Cage The Elephant), com a maior parte das letras em tom auto-biográfico cheias de certeza, acompanhadas da voz sensível e convidativa de Lilly. Juntando o útil ao agradável, a capa do álbum reflete em muito o seu conteúdo: é colorido, motivador e a companhia perfeita para dar ritmo aos dias felizes.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • P-Town
  • Some Kind of Drug
  • Candy Lunch
  • Brightest Star
  • Never Play Guitar

Lyra Pramuk – Fountain

Lyra Pramuk - Fountain

Género: Electronic/Experimental

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Lyra Pramuk começou desde nova a treinar as suas cordas vocais ao fazer parte do coro de uma das igrejas que frequentava semanalmente. Com o passar do tempo, percebeu que o seu hobbie lhe conferiu a capacidade de usar a sua voz de inúmeras formas, quase sem limites. Já na universidade, decidiu explorá-la como instrumento musical para sonoridades mais experimentais.

Quando descobriu todo o potencial desenvolvido ao longo de anos de treino e aprimoramento das cordas vocais, usou esse talento para produzir Fountain, o seu álbum de estreia onde 100% dos sons são provenientes da sua voz, tendo resultado num disco muito especial.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • Witness
  • Tendril
  • Gossip

Megan Thee Stallion – Suga [EP]

Megan Thee Stallion – Suga [EP]

Género: Rap/R&B

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Megan tomou de assalto todos os charts em 2019 com “Cash Sh*t” (com a colaboração de Suge) e “Hot Summer Girl” (com a colaboração de Nicky Minaj e Ty Dollar $ign), tornando-se a nova rapper sensação.

Em 2020 não perdeu tempo e lançou este Extended Play com músicas que a pintam como uma pessoa de forte carácter, até nos momentos de maior vulnerabilidade. Com Suga, para além de vincar a vertente Rap que a caracteriza, dá também passos firmes enquanto cantora de R&B.

Não, é de todo, algo que vá ficar na história, mas é um trabalho necessário para continuar a fazer crescer a sua fanbase e com hits que prometem marcar 2020.

Classificação do álbum: ★★★½

Músicas a ouvir:

  • Savage
  • Hit My Phone (feat. Kehlani)
  • B.I.T.C.H.

Pearl Jam – Gigaton

Pearl Jam – Gigaton

Género: Rock/Grunge

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Esta é, até agora, a grande surpresa positiva do ano, num comeback digno de Hall of Fame! Os Pearl Jam, com Gigaton, conseguem o álbum mais inventivo e excitante em mais de 10 anos.

Na verdade, não há muitas bandas célebres a conseguir este tipo de feito, o de se reinventarem ao fim de várias décadas de carreira.

A importância deste álbum cresce quando estamos num mercado onde o rock já não é o estilo alfa e o grunge é mesmo coisa do passado, tendo assim quase um papel de revival.

Classificação do álbum: ★★★★★

Músicas a ouvir:

  • Who Ever Said
  • Superblood Wolfmoon
  • Dance Of The Clairvoyants
  • Quick Escape
  • Alright
  • Seven O’Clock
  • Retrograde

Porridge Radio – Every Bad

Porridge Radio – Every Bad

Género: Alt-Rock/Indie Rock

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É apenas o segundo álbum da banda de Brighton, mas a premissa passou de “uma banda de músicas minimalistas para tocar em pequenos anfiteatros com o público sentado”, para “uma banda de músicas providas com o potencial para eletrizar arenas à pinha”.

Enquanto que, neste novo trabalho, os Porridge Radio adaptaram o seu som a um público mais mainstream, conseguiram ao mesmo tempo agarrar-se à estranheza própria que os caracteriza, não perdendo nenhum fragmento de identidade.

Todas as letras estão cuidadosamente compostas e carregadas de emoção. A sonoridade é nua e crua, mas, ao mesmo tempo, pensada e extremamente bem composta, com crescendos que deixam qualquer amante de rock com água na boca por mais discos assim.

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:

  • Born Confused
  • Sweet
  • Pop Song
  • Give/Take

The James Hunter Six – Nick of Time

The James Hunter Six – Nick of Time

Género: Soul/R&B

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Se a série Suits ainda estivesse em produção, não tenho dúvidas que algumas músicas deste álbum seriam usadas para servir de banda sonora.

A voz de James Hunter é extraordinária, sempre com aquele swing magnífico que dá vontade de dançar. Neste álbum, há a sensação que essa habilidade foi aprimorada, também muito graças ao instrumental magnífico que a acompanha, que dá vida às influências que levaram Hunter a dedicar-se à música.

Uma viagem a sonoridades do passado em pleno ano 2020.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • I Can Change Your Mind
  • Nick of Time
  • Brother or Other
  • Take It As You Find It
  • Paradise for One
  • He’s Your Could’ve Been

The Weeknd – After Hours

The Weeknd – After Hours

Género: R&B/New Wave

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The Weeknd começou a carreira de forma fantástica com três Mixtapes muito interessantes em 2011 (House of Baloons, Thursday e Echoes of Silence), que prometiam algo diferente com base no potencial demonstrado.

No entanto, Kiss Land veio ofuscar essa promessa e transportou The Weeknd para um panorama comercial, adaptando a sua música à cultura mainstream. Posto isto, apesar de ser provido de vários êxitos que chegaram à rádio, After Hours é o trabalho mais equilibrado em nove anos.

O facto de captar uma vibe new wave/dream pop típica dos anos 80 faz deste álbum (tal como o Future Nostalgia da Dua Lipa) um género de Product Placement perfeito ao dia presente, onde usos e costumes dos anos 80/90 têm sido muito procurados e replicados.

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:

  • Alone Again
  • Too Late
  • Hardest To Love
  • Heartless
  • Blinding Lights
  • After Hours

U.S. Girls – Heavy Light

U.S. Girls – Heavy Light

Género: Indie Rock/Alt-Rock

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Após um início de carreira a meio gás, Meg Remy cresceu a olhos vistos nos últimos três álbuns. E é com In a Podem Unlimited (2018) que dá o seu maior salto até à data.

Heavy Light é um álbum com uma narrativa mais pessoal, mas sem perder o foco em temas fortes, como o trauma ou a sustentabilidade. E se trabalhos anteriores eram movidos com a força da revolta, neste álbum parece que Remy encontrou finalmente paz interior, mostrando ao resto do mundo que a vida é longa, mas sendo possível continuar a crescer e evoluir. A solução é clara: basta que deixemos para trás as coisas menos boas do passado quando são o que teima a puxar-nos para baixo.

A nível instrumental, In a Podem Unlimited perdeu um bocado a força eletrizante das guitarras, mas, em troca, apresenta-nos um som mais vintage com arranjos que nos transportam até ondas dos anos 60. É um álbum mais experimental ao qual U.S. Girls não nos havia habituado, mas a experiência correu lindamente.

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:

  • 4 American Girls
  • Overtime
  • IOU
  • And Yet It Moves/Y Se Mueve
  • Denise, Don’t Wait
  • Woodstock ’99

Waxahatchee – Saint Cloud

Waxahatchee – Saint Cloud

Género: Americana/Indie Folk

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Depois de uma passagem pelo alternative rock que coincidiu com uma época mais complicada da vida da cantora de Alabama devido a abuso de substâncias, Katie Crutchfield está de volta a casa com um álbum orientado às suas raízes, sendo, também, o mais sóbrio da sua carreira.

Com o trabalho mais pessoal até à data, Katie mostra estar mais confiante que nunca e em total controlo de Saint Cloud, num paralelismo poético com o controlo que tomou na sua vida. De músicas mais calmas àquelas com ritmos mais efusivos, este é um álbum luminoso que irradia luz em dias mais cinzentos, tornando-se facilmente (na minha opinião) o melhor álbum do ano até à data – não só pelo que representa, mas sobretudo como o faz.

Classificação do álbum: ★★★★★

Músicas as ouvir:

  • Oxbow
  • Fire
  • Lilacs
  • Hell
  • Arkadelphia
  • Ruby Falls
  • St. Cloud

Singles do mês de março:

Flume e Toro Y Moi uniram esforços para criar uma música cheia de energia. Quem já conhece o trabalho de ambos os músicos tem aqui um verdadeiro eargasm. A particularidade desta faixa, é que o lançamento mundial foi feito através do spot publicitário da Apple, criando uma simbiose fantástica entre música e imagem.

Narrativa cativante, mistura de som perfeita, edição de imagem fantástica e fotografia no ponto. Aproveito e deixo-vos o vídeo em causa, que podem ver aqui em baixo.

O mês de março foi fantástico a nível de nova música. A prova disso é o facto de haverem tantos álbuns de qualidade, candidatos a melhores do ano, neste primeiro trimestre (algo semelhante só em 2017, talvez).

Estou algo ansioso por ter a compilação do mês de abril em dia, ate porque, de certa forma, já sei o que a casa gastou. Mas ainda em relação a março, qual foi o álbum que mais gostaram desta seleção?

Entretanto, se não o fizeram, descubram a nossa seleção de álbuns de fevereiro.

Link para os álbuns essenciais de abril

Há novos conteúdos a caminho de Nioh 2

E agora já se podem fotografar demónios.

Nioh 2

A Sony Interactive Entertainment e a Team Ninja revelaram novidades para o seu jogo de ação Nioh 2.

A partir de hoje, os mais destemidos podem regressar ao título e encontrar nove novas missões emocionantes e um modo de fotografia criativo, que servirá para capturar os momentos mais épicos em batalhas contra demónios ou, também, para simplesmente apreciar a natureza e arquitetura dos ambientes ancestrais de um Japão antigo.

Neste modo, como tantos outros do género, os jogadores podem mexer na exposição da imagem, gradação, iluminação, filtros, molduras, tonalidades, etc.

Mas para quem quer ainda mais razões para continuar no mundo de Nioh 2, essas chegam no dia 30 de julho, com o lançamento do primeiro de três DLCs que promete expandir a narrativa. Vai haver novas histórias adicionais, novos yokai, novos chefes, espíritos guardiões, habilidades, armaduras e armas.

O primeiro chama-se The Tengu’s Disciple e, segundo a sua sinopse, “terá lugar em Yashima, no final do período Heian. Como visitante deste território, o protagonista encontrará um santuário com um apito misterioso chamado Sohayamaru. Este objeto curioso será a chave para restaurar a paz na terra de Yashima”.

Nioh 2 chegou em exclusivo à PlayStation 4 no passado dia 13 de março e, segundo a nossa análise, que podem ler aqui, este é um jogo rápido, feroz e brutal que promete deixar até os jogadores mais dedicados com os cabelos no ar.

As ferramentas educacionais Assassin’s Creed Discovery Tour estão gratuitas

Visita o Egipto e a Grécia antiga graças aos mundos criados para os jogos da Ubisoft.

Discovery Tour

Os dois capítulos mais recentes de Assassin’s Creed são extremamente detalhados e autênticos, a um ponto em que muitos dos seus elementos tornam os jogos em máquinas do tempo.

A oportunidade de aprender mais sobre a história do Homem não passou despercebida para a Ubisoft, que aproveitou para criar modos do jogo que permitem aos jogadores aprender mais sobre os mundos e épocas em que os jogos se passam: os conflitos que ocorreram, como a sociedade vivia, como era a sua economia e estilos de vida, entre muito mais.

Agora, a Ubisoft lançou estas ferramentas de forma gratuita para todos os jogadores. Quer isto dizer que mesmo aqueles que não têm acesso quer a Assassin’s Creed Origins, quer a Assassin’s Creed Odyssey, podem experimentar estas tours virtuais sem qualquer custo acrescido.

Assassin’s Creed Discovery Tour está assim disponível em dois pacotes, um dedicado ao mundo de Origins, no Egipto, e outro a Odyssey, na Grécia Antiga, mas apenas via Uplay, até ao dia 21 de maio.

Praias poderão ter semáforos à entrada para avisar da lotação nos areais

Essa é uma das medidas pensadas pelo Governo para a abertura da época balnear.

Semáforos

Normalmente associamos os semáforos à condução, uma vez que a sua função é gerir o trânsito. Na loucura, já os vimos a ser utilizados, por exemplo, em parques aquáticos, quando o sinal verde dá a ordem para que possamos avançar nos escorregas. Pois bem, este verão promete dar um novo significado aos semáforos, uma vez que, muito provavelmente, os iremos ver a serem utilizados nas praias.

Essa é uma das propostas do Governo para o acesso à praia, sendo que essa indicação luminosa servirá para avisar da lotação nos areais. A medida foi avançada por André Silva, porta-voz do PAN, após uma reunião com o primeiro-ministro na residência oficial de São Bento, em Lisboa.

“Vemos como muito positivo a nota que o Governo deu relativamente às praias. Não haverá uma lotação propriamente obrigatória, uma lotação máxima, não existirão medidas propriamente coercivas, mas sim, mais uma vez, um apelo, a que nós também nos associamos, a que continue a existir solidariedade e acima de tudo disciplina para poderem cumprir as regras de distanciamento também na praia”, referiu o deputado do PAN.

André Silva adiantou que “haverá uma média calculada de 10 metros quadrados por pessoa nas praias” e “uma espécie de semáforo ou uma indicação luminosa da lotação da praia”.

O porquê de optarem pelos semáforos? Será muito difícil ter pessoal em número suficiente para controlar todos os portugueses que tentarão aceder às praias.

Mercadona baixa preço de máscaras higiénicas descartáveis

A procura foi tanta que a marca não teve outra opção a não ser baixar o preço. Cada máscara custa agora menos 0,08€ face ao preço original.

máscaras higiénicas descartáveis

Foi ontem, dia 14 de maio, que anunciámos aqui no Echo Boomer que a Mercadona tinha passado a disponibilizar máscaras higiénicas descartáveis de marca própria em todas as lojas.

Pois bem, face à crescente procura de máscaras entre os portugueses, devido à obrigatoriedade da sua utilização em diversos contextos, a marca decidiu levantar a restrição de unidades limitadas por cliente na venda de máscaras higiénicas e baixar o seu preço.

Assim, cada máscara, que anteriormente custava 0,54€ por unidade, passa a custar 0,46€, o que faz com que o pack de 10 unidades tenha um preço de 4,60€.

Além das máscaras higiénicas descartáveis, a Mercadona tem também à venda nas suas lojas luvas e gel desinfetante, produtos que já vendia antes do início da pandemia. Na passada sexta-feira, os géis baixaram o seu preço devido à redução do IVA de 23% para 6%. Apesar desta descida do IVA só se aplicar a dois dos quatro tipos de géis que vende, a empresa decidiu reduzir o preço dos 4 produtos na mesma proporção.

Vagos Metal Fest anuncia datas para 2021

É mais um evento que já definiu datas para o próximo ano. Mas e quanto ao cartaz?

Vagos Metal Fest
Foto de: Flávia Franco

Na semana passada, a Amazing Events, promotora do Vagos Metal Fest, referiu que estava em conversações com o Município de Vagos, representantes de artistas e entidades parceiras para transitar o evento para 2021, com o mínimo de alterações possível no que toca ao cartaz já apresentado.

Pois bem, e pelo menos no que toca a datas, já temos novidades. Apontem na agenda: 29, 30 e 31 de julho. São estes os dias para a realização do Vagos Metal Fest 2021.

E no que toca ao cartaz? Bom, e como a promotora deu a entender, serão feitos os possíveis para minimizar perdas de nomes, por assim dizer. Portanto, novidades só mesmo nas próximas semanas.

Recorde-se que, para este ano, o Vagos Metal Fest tinha confirmado as atuações de nomes como Behemoth, Trollfest, Testament, Eluveitie, Emperor, D.R.I., entre muitos outros.

Lojas IKEA reabrem a 1 de junho. Restaurantes e bistros voltam a funcionar a 18 de maio

Desde o início do surto da pandemia em Portugal que a IKEA constituiu uma equipa dedicada à gestão e ao acompanhamento constante desta situação.

IKEA

Faltam duas semanas para que todas as lojas possam reabrir novamente, mesmo as grandes superfícies. É a 1 de junho que o país tentará voltar à “normalidade”, ainda que com novas regras. Daí ser normal o facto da IKEA estar a planear a reabertura de todos os seus espaços em Portugal já a partir do início do próximo mês.

Antes disso, e já na próxima segunda-feira, dia 18 de maio, todos os restaurantes, lojas suecas e bistros das lojas IKEA irão reabrir ao público, sendo implementadas medidas de distância social, higiene e segurança.

Melhor de tudo? A IKEA Portugal terá um novo serviço de take-away. Basicamente, basta realizarem uma encomenda pela loja online através do serviço Click & Collect e, depois, passar pelo local e recolher.

SPAMFLIX. Plataforma de aluguer de filmes portuguesa ganha apps para Android e iOS

Talvez muitos não conheçam a SPAMFLIX, até porque não é a típica plataforma de streaming. Mas vale a pena darem-lhe uma oportunidade.

SPAMFLIX

Não, não é mais uma plataforma ao estilo da Netflix, HBO ou Amazon Prime. Porquê? É que a SPAMFLIX, serviço português dedicado a filmes de culto e outras raridades em Video on Demand, funciona em diferentes moldes: não cobra mensalidade, mas cobra, sim, por aluguer de cada filme. Ou seja, chamarem-lhe “a Netflix dos fãs de filmes de culto” não faz muito sentido.

Adiante. A plataforma portuguesa, cofinanciada pelo Programa Operacional Lisboa2020 do Fundo Europeu FEDER, tem novidades para apresentar. Até aqui, a plataforma só podia ser acedida via browser. Agora, acabam de ser disponibilizadas as apps para Android e iOS, pelo que podem fazer download da app na Google Play Store e Apple Store, respetivamente. E sim, o Chromecast também é compatível.

A SPAMFLIX apresenta de momento um catálogo com mais de 70 filmes, sendo que o utilizador paga 3€ (via cartão de crédito ou PayPal) por cada aluguer, que, por sua vez, fica disponível para visionamento durante 72 horas, ou seja, três dias.

No que toca ao catálogo, composto por curtas e longas metragens, a plataforma reúne filmes raros e pouco vistos que, apesar de aclamados em festivais de filmes de autor, mas não conseguiram distribuição internacional. A aposta é focada na comédia negra, crime, nonsense e cinema fantástico.

E sendo uma plataforma portuguesa, claro que tinha de ter alguns filmes de culto do cinema português. Entre eles, estão a longa metragem baseada no conto de José Saramago, Embargo (2010) de António Ferreira, um programa de curtas do mesmo realizador e A Floresta das Almas Perdidas (2017), o slasher de José Pedro Lopes. A nível internacional, a Spamflix lançou recentemente os filmes portugueses Diamantino (2018), de Daniel Schmidt e Gabriel Abrantes, e O Filme do Bruno Aleixo (2020), dos realizadores João Moreira e Pedro Santo.

Crítica – White Lines

Mistério, drama e romance. White Lines, a nova produção de Álex Pina, tem um pouco de tudo.

White Lines

White Lines era, provavelmente, uma das séries que mais esperava este mês na Netflix. Não só por ter Nuno Lopes, o ator português, no elenco, mas também por ser a primeira produção de Álex Pina, o criador de La Casa de Papel, para a Netflix, e ter ainda o carimbo dos produtores de The Crown, uma das minhas séries preferidas. E não desiludiu.

O corpo de um lendário DJ de Manchester é descoberto 20 anos depois do seu misterioso desaparecimento em Ibiza. Quando a sua irmã regressa à bela ilha espanhola para descobrir o que aconteceu, a sua investigação leva-a a um emocionante mundo de discotecas, mentiras e encobrimentos, forçando-a a confrontar os lados mais escuros do seu próprio carácter num lugar onde as pessoas vivem a vida no limite. O diálogo é uma mistura de inglês e português.

Uma série bilíngue na vida noturna de Ibiza

Não sou um grande apologista de se falar duas línguas ou mais numa série, especialmente porque raramente conseguem ser coerentes. Ainda assim, White Lines conseguiu um equilíbrio raro entre o inglês e o espanhol, que muitas poucas séries o conseguem fazer. São poucas as vezes que nos apercebemos que a série é falada em duas línguas, pelo que tudo flui muito bem.

Ibiza é o cúmulo da vida noturna, mas também da mistura do inglês com o espanhol, tendo em conta a quantidade de artistas e turistas ingleses que costumam visitar esta ilha espanhola. Nesta série, toda a parte visual é bem conseguida. Os planos de Ibiza estão muito bem feitos e transportam-nos para este pequeno paraíso no Mediterrâneo. Os tons da imagem estão de acordo com a ilha, mas também da narrativa.

Não há propriamente muitas semelhanças a La Casa de Papel, com a exceção de se passar em duas linhas temporais. No entanto, acho que, em White Lines, não foi tão bem conseguido. Embora as cenas passadas em 1992 sejam importantes, teria gostado que tivessem seguido uma ordem cronológica de eventos e não serem apenas aleatórias entre episódios.

White Lines

O papel de Nuno Lopes em White Lines

Não é só a trama de White Lines que chama a atenção. A presença de Nuno Lopes é outro dos pontos mais positivos nesta produção. O ator português tem um papel de destaque e entende-se, então, todo o furor que se tem vindo a fazer em relação à sua presença na série. Nuno Lopes consegue ter uma personagem bem construída e que foge ao cliché do típico chefe de segurança de uma família dona da noite de Ibiza.

Ao longo dos episódios simpatizamos com Boxer, a personagem de Nuno Lopes, e vemos a sua evolução enquanto pessoa. Além disso, há outro português no elenco. Paulo Pires faz uma aparição breve na série, aparecendo em alguns episódios.

[A partir de aqui contém spoilers]

Ainda que o piloto desta produção não seja o melhor ou até o mais interessante, acho que acaba por funcionar bem. Introduz-nos a este universo e explica, ainda que de uma maneira resumida claro, como é que vai funcionar a história. Começamos por ver Zoe ainda magoada com o desaparecimento do seu irmão há 20 anos. Podemos culpá-la? Claro que não. Acho que qualquer um de nós teria perdido a cabeça. E se não havia propriamente muitas respostas até ao aparecimento do seu corpo (bem caraterizado, diga-se de passagem), há ainda menos agora.

É neste ponto que se dá a viragem e percebemos que a Zoe não vai desistir até saber realmente a verdade. Não a verdade que lhe querem contar, mas a verdade sobre a morte do seu irmão. Junta-se a Boxer, que atrevo-me a dizer que é uma das personagens mais bem construídas nesta série, e a química entre os dois desenvolve-se ao longo dos episódios. Sempre com um toque de humor, claro.

No decorrer dos episódios, vemos que Zoe não está apenas a tentar descobrir a verdade, mas também a tentar descobrir-se e perceber quem realmente é.

White Lines

A resolução do mistério

É aqui que acho que a série se perde um pouco. Não é que não seja interessante esta narrativa, mas a procura pela verdade sobre a morte de Axel fica de parte. De repente parece que estamos a assistir uma temporada diferente e onde já sabe quem matou o jovem. E ainda não se sabe.

Não há problema nisso, atenção. Eu gostei deste rumo. Mas teria sido muito mais interessante se tivesse sido tomado quando houvesse mais informações sobre o desaparecimento do irmão de Zoe. Ainda que se perceba o porquê, gostaria que o mistério tivesse sido desvendado aos poucos durante os episódios.

Porém, nos episódios finais começamos finalmente a perceber o mistério no desaparecimento de Axel e posso dizer que não fiquei totalmente surpreendido. Não é que a morte não tenha sido explicada de maneira correta (porque o foi), mas já estava à espera que o assassino fosse um dos seus amigos. Talvez veja demasiadas séries deste género.

Se gostas de algum mistério, drama e romance, White Lines é o prato que junta estes três ingredientes. O resultado é bastante positivo e candidata-se a ser uma das melhores séries da Netflix este ano.

White Lines já está disponível na Netflix.

Oficial: Como É Que o Bicho Mexe vai ter uma “segunda temporada”

Nós bem achámos estranho Bruno Nogueira ter usado por diversas vezes o termo “até já” para a despedida de Como É Que o Bicho Mexe. Agora percebemos porquê.

Excelentes notícias para quem segue os diretos de Bruno Nogueira de segunda a sexta-feira no Instagram. O humorista acaba de confirmar na live de hoje que Como É Que o Bicho Mexe vai ter uma segunda temporada.

“O objetivo disto era estarmos todos entretidos, nesta espécie de família”, começou por referir Bruno Nogueira, quando explicou o porquê de referir-se a este fim como um “até já” e não um adeus em definitivo.

“Havendo esta segunda-fase de desconfinamento, sinto que há muita malta que fica até à uma da manhã, mas isso já é duro. Chega então a altura de não fazer isto todos os dias. Se me custa? Custa. Isto criou uma espécie de adição, até porque o retorno é imediato, ao contrário dos outros projetos. E custa-me mais parar, porque mexeu com o meu sentimento Sou um lamechas”, admitiu Bruno.

Por fim, lá confessou. “Eu acho que isto é o fim de uma primeira temporada. Não dou isto por terminado, mas preciso de me organizar. Sinto-me a ganhar muito, mas há uma fatia familiar que fica menos beneficiada”.

Além disso, Bruno confidenciou que já andava a sentir a sua criatividade em baixo “há uma ou duas semanas”, pelo que, quando isso acontece, o melhor é mesmo parar.

Bruno Nogueira, no fim da explicação, disse que a filha o questionou se ia regressar com os diretos no Instagram, tendo-o prometido à criança. E agora tem de cumprir, claro.

“Ainda vou pensar em que moldes, mas preciso de um tempinho para pensar”, finalizou Bruno Nogueira.

Portanto, e tal como se já suspeitava, não é mesmo um adeus. É uma pausa. O humorista promete regressar, não se sabe é quando e onde, ou se continuará a utilizar o Instagram para estes diretos. Há quem deteste a plataforma, mas já existe uma certa magia quando algo falha. Faz com que tudo seja mais natural.

Nos comentários, muita gente pediu para que Bruno Nogueira volte para uma segunda ronda, mas fazendo o programa uma vez por semana.

Ghost of Tsushima promete ser a experiência definitiva para os fãs de samurais

Mas que cinemático!

Ghost of Tsushima só chega no verão, mas a equipa da PlayStation e da Sucker Punch Productions fizeram as delícias dos fãs com um olhar bem extenso a um dos próximos exclusivos da PlayStation 4.

Ao longo de 20 minutos, o vídeo explorou várias facetas do jogo. Como se joga, as suas mecânicas, oportunidades e até algumas funções que vão deliciar os fãs de cinema, em particular os fãs das obras de Akira Kurosawa.

Esta nova aventura de época leva-nos até ao Japão Feudal, num jogo de RPG de ação em mundo aberto, onde a navegação poderá ser feita da forma mais imersiva e natural, com a ajuda de elementos da natureza, como o vento e animais, que nos guiam na direção para os próximos objetivos.

No vídeo, podemos espreitar o combate de Ghost of Tsushima, que pode ser abordado de várias maneiras: enquanto um samurai honrado, entrando a matar nas áreas dos inimigos, ou enquanto ghost, usando ação furtiva e espalhando o medo pelos habitantes daquele mundo.

Depois de espreitarmos alguns dos cenários do jogo e da sua ação, a equipa da Sucker Punch revelou funções bem interessantes. Ao longo da nossa aventura vamos poder apostar na personalização de Jin, o protagonista, com diferentes fatos que afetam a forma como jogamos e que podem também ser modificados ao nosso gosto.

Os fãs da fotografia vão ficar contentes em saber que vão ter um modo profundo com funções raras, como a possibilidade de pausar o jogo, mas manter elementos visuais animados, como folhas e plantas a moverem ao sabor do vento. Se quiserem podem até incluir músicas do jogo para fazerem mini clipes.

Por fim, os que procuram a experiência cinemática samurai mais autêntica podem não só encontrar Ghost of Tsushima totalmente em japonês, como terão acesso a um filtro a preto e branco que nos transporta para um filme à antiga, mas interativo. É muita coisa para ver e descobrir neste longo vídeo de jogabilidade que já nos deixou de água na boca.

Ghost of Tsushima chega em exclusivo à PlayStation 4 no dia 17 de julho.

Lisb-ON #Jardim Sonoro não se realiza este ano, mas já tem datas para 2021

A promotora do Lisb-ON #Jardim Sonoro apela a que, se for possível, os “jardineiros” mantenham os seus passes.

Jardim Sonoro

Agora que a proposta do Governo em proibir festivais de verão até 30 de setembro foi aprovada, cabe às promotoras anunciar o cancelamento ou adiamento dos seus eventos. Entre muitos outros, um dos festivais também adiados é o Lisb-ON #Jardim Sonoro, que não irá realizar-se este ano.

A edição de 2020 fica sem efeito, mas a organização foi rápida a confirmar as datas para 2021: 3, 4 e 5 de setembro.

Para que esta edição não fique esquecida, faremos todos os esforços para que o cartaz deste ano se repita em 2021, à exceção do lendário Tony Allen, de quem nos despedimos com incomensurável tristeza”, diz a organização em comunicado.

Quanto aos passes já adquiridos, prestem atenção. Se quiserem ir ao festival na mesma, então não têm de fazer rigorosamente nada, uma vez que os passes serão válidos para 2021. Aliás, há até um bónus: os jardineiros que decidam manter o seu passe para o próximo ano poderão requerer ao LISB-ON um promocode para a compra de um passe adicional de três dias, válido para a edição de 2021, pelo valor do Early Bird de 45€. Ou seja, perfeito para a vossa cara-metade ou amigo que vos acompanha nos festivais. Para isso, deve enviar um email, pedindo esse código promocional.

Para quem não conseguir mesmo ir, saibam que o Lisb-ON #Jardim Sonoro está a aceitar devoluções. Os pedidos de reembolso devem ser feitos via email até ao dia 31 de maio de 2020. A devolução do valor do bilhete será feita até ao final do mês de setembro de 2020.

Festivais. Vai ser possível pedir reembolso, mas somente em 2022

Depois de sabermos que os bilhetes atuais valerão um vale de igual valor ao preço pago, há agora boas e más notícias para quem pretendia um reembolso.

Festivais

Depois de termos ficado a saber que os festivais não poderiam realizar-se até 30 de setembro, muitos começaram a ficar preocupados relativamente ao dinheiro gasto em bilhetes para as edições deste ano. Não havendo festivais, os bilhetes podem ser automaticamente válidos para 2021 ou, por outro lado, substituídos por vales.

Isto era o que se sabia ontem. Na proposta de lei que deu entrada de Parlamento, entretanto aprovada na Assembleia da República, ficámos a saber mais detalhes relativamente a estas situações.

Para já, referir que este “decreto-lei é aplicável ao reagendamento ou cancelamento de espetáculos não realizados entre os dias 28 de fevereiro de 2020 e 30 de setembro de 2020, inclusive”.

Depois, e como já se sabia, os portadores de bilhetes de ingresso dos espetáculos têm direito à emissão de um vale de igual valor ao preço pago. Este vale é emitido à ordem do portador do bilhete de ingresso, é válido até 31 de dezembro de 2021 e é transmissível a terceiros por mera tradição.

Além disso, e muita atenção a isto, o vale, segundo a proposta de lei, poderá ser utilizado para o mesmo espetáculo/festival ou, por exemplo, para outros eventos realizados pelo mesmo promotor.

E para quem pretender o reembolso?

Ora, “caso o vale referido no n.o 4 não seja utilizado até ao dia 31 de dezembro de 2021, o portador tem direito ao reembolso do valor do mesmo, a solicitar no prazo de 14 dias úteis”.

Por outras palavras, caso tenham um bilhete para um espetáculo/festival e não tiverem possibilidade ou interesse em ir numa nova data, deverão guardar o bilhete e respetiva prova de compra para que possam pedir a devolução do dinheiro… em 2022. E atenção: somente têm 14 dias úteis para o fazer.

Já aos agentes culturais, pede-se que publicitem não só o cancelamento do espetáculo ou a nova data para a sua realização, como o local, físico ou eletrónico, o modo e o prazo para a emissão do vale.

Curiosamente, o mesmo documento refere que os agentes culturais devem publicitar para quais os espetáculos estará a aceitar a utilização dos vales emitidos até 31 de dezembro. Por outras palavras, parece-nos que as promotoras terão uma última palavra em relação a este assunto, podendo decidir para qual evento aceitam, ou não, os tais vales.

Uma última nota. Apesar da proibição de realização de festivais e espetáculos de natureza análoga, o mesmo documento diz que, afinal, esses espetáculos/festivais podem acontecer, mesmo ao ar livre, mas somente “com lugar marcado e no respeito pela lotação especificamente definida pela Direção-Geral da Saúde em função das regras de distanciamento físico que sejam adequadas face à evolução da pandemia da doença COVID-19”.

E quanto à Festa do Avante!? Pois, ainda não se sabe como se resolverá essa situação. Recorde-se que, anteriormente, António Costa tinha dito que não lhe passava pela cabeça proibir eventos políticos.

Alan Wake vai chegar ao Xbox Game Pass

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Foi assim que a Remedy celebrou o 10º aniversário do seu jogo.

Alan Wake

Se são subscritores do Xbox Game Pass para consola e PC e nunca tiveram a oportunidade de jogar Alan Wake ou gostavam de o revisitar, em breve vão poder fazê-lo.

O aclamado jogo da Remedy Entertainment, que nos trouxe Max Payne, Quantum Break e, mais recentemente, Control, celebrou esta quinta-feira o seu décimo aniversário desde o seu lançamento. Por isso, nada melhor do que celebrar e tornar o jogo acessível a mais jogadores, já no próximo dia 21 de maio.

Lançado originalmente em 2010 para Xbox 360 e, mais tarde, com uma conversão para PC, Alan Wake segue as aventuras da sua personagem titular, que tenta descobrir o que aconteceu à sua mulher desaparecida durante as férias, seguindo pistas deixadas pelo caminho em forma de páginas de um livro.

O jogo de ação passa-se num ambiente reminescente de filmes e séries de mistério à la Twin Peaks e conta com mecânicas de jogabilidade interessantes onde controlamos a luz como arma.

Desde o seu lançamento, Alan Wake teve direito a dois episódios em formato DLC, bem como uma expansão inspirada numa série de ficção dentro do próprio jogo.

Após muitos descontos e ofertas em populares serviços como a Epic Games Store e o Xbox Games With Gold, fica aqui mais uma forma de convidar os jogadores a experimentarem este thriller de ação psicológico.

O Xbox Game Pass existe com três opções: Xbox Game Pass para consola por 9,99€/mês, Xbox Game Pass para PC por um preço limitado de 3,99€/mês e Xbox Game Pass Ultimate, que inclui acesso à biblioteca do PC da Xbox e aos benefícios do Xbox Live Gold por 12,99€/mês.

Para ficarem a conhecer mais sobre este serviço, visitem o site da Xbox e comecem já a jogar.