A lógica da iniciativa Caixa Solidária é muito simples.
Foto de: Nuno Botelho
No início da pandemia em Portugal, o fotojornalista Nuno Botelho teve uma ideia simples, mas brilhante: criar uma iniciativa social para ajudar quem mais necessitasse. A ideia, denominada de Caixa Solidária, basicamente começou como um simples gesto de ajuda, mas rapidamente tornou-se um movimento à escala nacional.
O conceito é simples: quem quiser, pode deixar o seu donativo (bens alimentares ou de higiene pessoal); quem precisar, pode retirar o que necessita. Agora, e já depois de existirem mais de 2400 caixas solidárias espalhadas por todo o país, eis que surgem mais nove, desta vez nas maiores lojas de norte a sul do país do Pingo Doce.
Assim, estas caixas solidárias estão disponíveis no exterior dos hipermercados de Santa Maria da Feira, Aveiro, Póvoa de Varzim, Barreiro, Bela Vista, Telheiras e das suas lojas de Linda-a-Velha, Bobadela e Faro (Penha). Poderão lá colocar enlatados, massas/arroz, óleo/azeite, leite, outras mercearias, e produtos higiene pessoal. Para uma maior segurança, existe um dispensador de álcool gel na parte lateral da caixa.
Este projeto insere-se na política de Responsabilidade Social do Pingo Doce que, no contexto da pandemia Covid-19, reforçou a sua atuação junto dos mais vulneráveis e dos que estão na linha da frente deste combate. Neste âmbito, destaca-se o apoio a 31 Hospitais e Unidades de Saúde Públicos com bens alimentares, durante o Estado de Emergência.
Gostaram deThe Witcherda Netflix? Uma segunda temporada não foi o suficiente para ficarem apaixonados pelo seu mundo? Pois bem, temos boas novidades para partilhar.
A Netflix revelou que está a trabalhar numa prequela da sua série que se vai passar 1200 anos antes das aventuras de Geralt of Rivia pelo Continente, focando-se num mundo de monstros, numa era em que os Witchers foram criados.
Os detalhes são escassos, mas a página oficial da Netflix, NX, no Twitter, partilha que se chamará The Witcher: Blood Origin. Será live-action, terá seis episódios e será criada por Declan de Barra e Lauren Schmidt Hissrich, que nos trouxeram a primeira adaptação.
Hissrich partilhou também a novidade com alguma emoção, e nos comentários, quando questionada se o criador de The Witcher, Andrzej Sapkowski, estaria envolvido, a resposta foi positiva.
The Witcher: Blood Origin ainda não tem data de estreia, mas podem conhecer Geralt e companhia na sua série atual na Netflix.
É o que diz um estudo da Rede Douro Vivo, projeto liderado pelo GEOTA, Grupo de Ordenamento do Território e Ambiente.
As mais de 1.200 barreiras no Rio Douro estão a colocar em risco direto espécies como a lampreia e enguia, com impactos nos habitats de espécies como a águia-real e o lobo-ibérico. A conclusão é de um estudo efetuado pela Rede Douro Vivo, projeto liderado pelo GEOTA, Grupo de Ordenamento do Território e Ambiente, que concluiu que a qualidade da água e a biodiversidade na bacia hidrográfica do Douro estão seriamente comprometidas dado o elevado número de barragens ao longo do rio.
De acordo com o documento, as mais de 1 200 barreiras identificadas, por potenciarem a deterioração da água e dos habitats ribeirinhos e quebrarem o normal ciclo do rio, estão a pôr em risco a continuidade de dezenas de espécies selvagens, algumas delas em elevado risco de extinção, tais como o mexilhão-de-rio, a lampreia, salmão e a enguia, afetando ainda o habitat de espécies emblemáticas como a águia-real e o lobo-ibérico.
Além disso, das 152 barreiras visitadas no Douro, verificou-se que mais de 25% estão total ou parcialmente destruídas ou abandonadas, não tendo qualquer propósito funcional.
O trabalho focou-se na bacia hidrográfica do Douro com o objetivo de a caracterizar ecológica e funcionalmente, estudando a integridade dos habitats, alguns com espécies ameaçadas, e identificando aqueles que estão ainda em boas condições ecológicas, tanto em Portugal como em Espanha.
Para fazer frente aos problemas encontrados, a Rede Douro Vivo vai propor uma série de medidas ao Estado, para que possa atuar no sentido de minimizar os impactos ambientais criados por estas estruturas e contribuir para a preservação dos ecossistemas e bem-estar das populações.
A nova aposta de Jordan Peele e J.J. Abrams está a caminho da TV.
Diretamente da Comic-Con at Home chega o primeiro trailer completo de uma das grandes apostas da HBO para este ano, Lovecraft Country.
Produzido por Jordan Peele e J.J. Abrams, esta série é uma adaptação de um livro do mesmo nome, lançado em 2016, de Matt Ruff, que acompanha a jornada de Atticus Black (Jonathan Majors), Letitia (Jurnee Smollett-Bell) e George (Courtney B. Vance), numa jornada por uma América em plena década de 50, onde tentam fugir e contornar aos horrores de cultos satânicos e racistas.
No trailer, podemos conhecer o tom bizarro e tenso da série, que navega entre o mundo real, mundos paralelos e que nos apresenta também todo o tipo de monstruosidades, das mais humanas às mais fantásticas, com o grande destaque para monstros saídos da mente de H.P. Lovecraft, cujo trabalho é uma das grandes inspirações deste projeto.
Enquanto os fãs aguardam por novidades oficiais sobre a próxima etapa para a série Call of Duty, um simples pacote de Doritos avançou-se à Activisione revelou o nome do novo jogo.
Especula-se que chegue ao PC e consolas já este ano e, segundo muitos rumores, este seria um reboot da série Black Ops. Agora confirma-se, ainda que as coisas possam ser diferentes.
Numa foto divulgada pelo portal Modern Warzone, vemos um pacote de Doritos onde se pode ler Call of Duty: Black Ops – Cold War, um nome longo que quase caminha para um terceiro subtítulo. O nome do jogo é revelado através do logo oficial, para uma campanha promocional entre a Doritos e a Activision, que dá aos jogadores a oportunidade de duplicarem o XP no multijogador do jogo.
Mas há mais detalhes interessantes. A promoção só começa no dia 5 de outubro, o que significa que o título poderá sair nessa altura ou um pouco antes.
Com o calendário a apertar e as fugas de informação a chegarem, é mesmo uma questão de tempo até Call of Duty: Black Ops – Cold War ser formalmente revelado, algo que se espera que aconteça durante agosto.
Este ano, a grande Comic-Con de San Diego aconteceu de uma forma bem diferente, com painéis lançados online através de videochamadas com personalidades e criadores das nossas peças de entretenimento favoritas.
A Adult Swim foi um dos canais/estúdios a marcar presença na Comic-Con at Homee revelou novos detalhes de Rick and Morty, a popular série de animação de sci-fi e comédia absurda que é uma fonte infinita de memes e um monumento da cultura pop atual.
O futuro de Rick and Morty promete dezenas e dezenas de episódios e, atualmente, estamos à espera da quinta temporada, que irá chegar quando tiver preparada. Até lá, os produtores não quiseram deixar os fãs de mãos a abanar e revelaram um primeiro olhar a um dos novos episódios, com uma cena inacabada, mas que satisfaz tanto como um episódio inteiro.
Neste clipe, vemos Morty a tentar salvar Rick e, quando tudo parece perdido, Morty encontra uma razão de viver e salva o dia. Neste clipe, também ficamos a conhecer o rival de Rick, Mr Nimbus, que é uma paródia a Aquaman.
Os produtores também revelaram que Rick and Morty já tem uma sexta temporada a ser escrita. Mas as novidades não se ficam por aqui.
Fora da Comic-Con at Home, a série recebeu um novo especial anime, realizado por Takashi Sano (Tower of God), que leva Morty numa aventura até Tóquio para parar o malvado Genocider. É ridículo, difícil de acompanhar, mas extremamente energético e divertido, e pode ser visto aqui.
É a primeira empresa portuguesa a apresentar leguminosas em embalagem tetra recart.
A Ferbar é uma empresa familiar que tem vindo a inovar e a diversificar o seu portfólio de acordo com as tendências de mercado e as necessidades do consumidor.
Assim, a Ferbar acaba de apresentar um formato inovador no segmento das leguminosas, lançando três produtos na embalagem Tetra Recart, da Tetra Pak. A partir de agora, é possível encontrar feijão branco, feijão encarnado e grão, cozidos sem adição de sal, neste novo formato inovador mais sustentável e amigo do ambiente.
Vantagens? Esta embalagem é inquebrável, ocupa menos espaço e é mais fácil de utilizar, uma vez que permite um esvaziamento completo e de fechar e guardar para usar novamente mais tarde. Além disso, é 100% reciclável, o que a torna mais ecológica comparativamente com outras opções, e reduz em 81% as emissões de carbono.
Para os próximos anos, a marca tem a ambição de estender esta solução a mais produtos.
Muito antes da Uber Eats chegar a Portugal, já esta empresa dava cartas.
Hoje em dia, muitas são as pessoas que utilizam a Uber Eats. Afinal de contas, há coisa mais fácil do que agarrar no smartphone, abrir uma app, selecionar o que queremos comer e esperar que a refeição chegue a casa? Pois, parece life changing.
Contudo, em Portugal, muito antes da Uber Eats, já existiam empresas dedicadas à entrega de refeições ao domicílio. Uma delas é a Comer em Casa, que se encontra a operar no mercado desde 2004 em diversas cidades do continente e ilhas.
A plataforma já está disponível numa série de cidades, continuando a expandir-se ao longo do tempo. Diz a empresa que, atualmente, tem estabelecidas parcerias com mais de 2.000 restaurantes que abarcam quase todas as especialidades gastronómicos disponíveis em cada cidade. Portanto, desde sushi, carnes, a pratos vegetarianos, passando por pratos de peixe, pizzas ou outras coisas, irão encontrar aqui de tudo um pouco.
O objetivo da Comer em Casa é, lá está, ir ao encontro das necessidades dos clientes que, no conforto do lar ou em qualquer outro local, podem degustar os mais diversos pratos com qualidade e rapidez.
O funcionamento é muito simples. Começam por indicar a morada e a hora a que pretendem receber a refeição (podem fazê-lo tanto no site como através da app disponível para Android e iOS). Depois escolhem o restaurante a refeição pretendida, pagam (podem fazê-lo com cartão de crédito, MB WAY, pagamento em dinheiro ou pagamento com cartão na altura da entrega) e esperam pelo pedido, que deverá ser entregue em cerca de 60 minutos (ou seja, nada como encomendar com antecedência). E é isto.
Mas existe uma grande vantagem em utilizar a Comer em Casa: é que, somente com um pedido, é possível pedir várias coisas de restaurantes diferentes.
Claro, à semelhança do Uber Eats, também aqui os preços dos pratos são mais caros, o que é perfeitamente normal, uma vez que existem taxas associadas.
A Comer em Casa requer um valor mínimo de 11€ por pedido, valor esse que cresce para os 13,50€ caso estejam em Lisboa.
Existem franquias que estão destinadas ao esquecimento. Todos os anos, décadas, gerações encontramos novos jogos que mereciam um lugar no pódio, mas que o público pura e simplesmente esqueceu, seja pelas suas mecânicas ou estórias peculiares, ou pela ausência de uma estrutura popular e atualmente relevante. Os motivos podem até ser irracionais, mau timing ou uma fama injusta, mas todos conseguimos pensar em mais do que um jogo que ficou perdido no meio do mar de lançamentos anuais. Hidetaka “SWERY” Suehiro é um produtor relegado aos jogos de culto, aos projetos esquecidos, mas cujas temáticas continuam a conquistar fãs por todo o mundo, quebrando as limitações geracionais. Um desses projetos é Deadly Premonition, lançado em 2010, considerado como um dos piores daquele ano, senão mesmo da geração.
No entanto, dez anos depois, Deadly Premonition é uma série de culto. O fascínio em torno do seu estilo, narrativa, mas também da sua falta de valores de produção, deram-lhe uma força e uma longevidade que seria impossível de prever em 2010, aquando do seu lançamento na Xbox 360, dividindo de tal forma a comunidade que conquistou um recorde do Guiness para o jogo mais amado e odiado da história. Depois da Xbox 360, chegou a versão PC, PS3 e, mais recentemente, um lançamento surpresa na Nintendo Switch, naquela que é a sua edição mais próxima de um cânone. Este Twin Peaks à SWERY – e isto é um elogio – poderia ser uma mera distração, uma falha na matrix que viveria apenas pela sua fama entre “tão mau que é bom” e “um produto incontornavelmente genial”. Até agora.
Para surpresa de todos, regressamos ao mundo de Deadly Premonition com uma sequela que consegue ser uma evolução e um tropeçar de skate, de cara ao chão, em simultâneo. Deadly Premonition: A Blessing in Disguise é mais arriscado, muito mais extenso e arrojado que o original, mas é um desastre técnico. A cada momento inesquecível, com a estória a ser uma vez mais o destaque deste reencontro com Francis York Morgan, há um outro que nos condiciona não só a progressão, mas também a paciência para aceitar e contornar problemas que não deveriam ser possíveis num final de geração. Deadly Premonition 2: A Blessing in Disguise é impossível de recomendar de coração aberto, especialmente quando temos uma falta de otimização como esta, mas quero partir para a análise com uma certeza: eu adoro este jogo.
Acho injusto determinarmos que Deadly Premonition 2 vive apenas da sua estória e das personagens irreverentes e loucas que encontramos ao longo da extensa campanha. Isso seria apontar apenas para a ponta do icebergue e ignorar todas as estranhas e surpreendentemente cativantes decisões de design da sequela. A Blessing in Disguise é melhor, até certo ponto, que o seu antecessor, dando-nos um mundo mais fácil de explorar que está repleto de missões secundárias, vários segredos, um ciclo de dia e noite, e o mesmo surrealismo que seria de esperar de um projeto de SWERY. É nesta panóplia de elementos e mecânicas e fios narrativos – que irei desenvolver mais à frente – que se desenrola uma experiência que pura e simplesmente não encontrarão noutro meio. É novo, estranho e ao mesmo tempo familiar.
A sequela não perde tempo em banhar-se numa ambição desmedida. Se Deadly Premonition era uma homenagem (não-oficial, segundo o produtor) a David Lynch e Twin Peaks, com a ação a decorrer numa pacata cidade dos Estados Unidos da América, a nova aventura divide-se em duas partes igualmente importantes. A primeira, e aquela que nos apresenta ao novo mundo de Zach e York, decorre em 2018, onde o Agente do FBI, agora envelhecido e aparentemente enlouquecido, é interrogado por Aaliyah Davis, também ela agente do FBI, sobre um dos casos mais estranhos do seu passado. O interrogatório é dividido por momentos de diálogo, que mantêm o ritmo e irreverência a que SWERY já nos habituou, mas também de investigação, com Aaliyah a necessitar de encontrar as pistas corretas para motivar Morgan a responder às suas questões. É uma luta de poderes, no seu cerne, onde dois investigadores procuram saber o que se passou em Le Carré, durante o ano de 2005.
A segunda parte, e aquela que será mais familiar aos fãs da série, foca-se exatamente em Le Carré, no Louisiana, durante uma das investigações mais controversas e populares de York, ligada à sua demanda para descobrir as origens da droga Saint Rouge. Em 2005, York mantém a sua juventude, o amor pelo sobrenatural e o ocultismo, mas também a sua crueza e natureza direta, criando situações tão cómicas, como desconfortáveis. Cinco anos antes dos acontecimentos em Greenvale, descobrimos uma nova cidade repleta de personagens inesquecíveis, mas também um novo mistério macabro, com a herdeira da família Clarkson, que controla a cidade de Le Carré, a surgir brutalmente assassinada. Só York, motivado por oráculos e por ajudas do além – sob a figura de Houngan, um espírito Cajun –, a descobrir os segredos desta cidade do Louisiana e as suas ligações à droga que continua a perseguir York numa investigação sem fim.
Esta estrutura encaixa que nem uma luva na narrativa e dá a SWERY a possibilidade de criar o mistério num crescendo impressionante, levando os jogadores numa viagem repleta de reviravoltas e de revelações chocantes. O humor continua a ser uma presença incontornável, e não seria Deadly Premonition se assim não fosse, mas é interessante perceber como as peças, que anteriormente pareciam não pertencer ao mesmo jogo, quanto mais ao mesmo puzzle, se encaixam naquela que é uma campanha perfeita para fãs de investigação, mas também de jogos de terror e suspense. Este cocktail de fios narrativos, muitas vezes compostos por diálogos tão estranhos como cativantes, é impossível de largar, e vi-me muitas vezes fascinando pela escrita e pelo seu equilíbrio entre um tom quase ridículo e uma seriedade respeitosa. É impossível jogar A Blessing in Disguise e não chegar ao seu fim a sentir-nos cativados pelo seu mundo e habitantes, mas fica o aviso: depois da estória, chegam os problemas.
Na sua génese, a sequela mantém-se próxima do título original, dividindo a ação por episódios e obrigando os jogadores a navegarem ao longo de uma cidade, regida por horários e um ciclo rigoroso de dia e noite, à medida que avançam na investigação e conhecem novas personagens. Este é um jogo de ação e aventura, muito simples, quase básico, não fosse pelo seu mundo, mas existem novidades e distrações que ajudam a compor uma sensação de familiaridade e quotidiano que acabam por conceber a sua alma. A cidade Le Carré é longa, um pouco aborrecida e sem muito para descobrir, mas compensa através da apresentação de locais detalhados e de atividades secundárias. É possível jogar bowling, assistir a concertos de jazz, atirar pedras no rio, eliminar OVNIS – e sim, estão a ler bem – e concluir missões secundárias. Estas missões, que podem ser encontradas ao falarmos com as personagens ou ao lermos o placard na esquadra de Le Carré, não adicionam uma grande variedade ao jogo, limitando-se à recolha de itens ou à eliminação de um número determinado de animais. Apesar de não injetarem novos desafios palpáveis à jogabilidade, a verdade é que, aos poucos, nos deixamos levar pelo seu apelo mundano, especialmente quando esperamos entre missões pela hora correta.
A Blessing in Disguise não é apenas ambicioso pela estória que tenta contar, e pelos percalços tonais que acaba por cometer ao longo da campanha, mas sim pelos seus excessos. Le Carré é enorme e oferece ainda mais mecânicas e extras do que aqueles que já identifiquei. A saúde de York continua a ser uma preocupação sempre presente, e tal como no original, é necessário tomar banho, fazer a barba, mudar os seus fatos – que depois teremos de enviar para a lavandaria – e manter a sua alimentação e energia em níveis aceitáveis. Parece que estamos a cuidar de um amigo, a ajudá-lo a lidar com as adversidades que encontra pelo caminho. A esta fatia do quotidiano, junta-se a presença do skate de York, o seu método de deslocamento, que pode ser melhorado e arranjado ao longo da campanha, onde desbloquearemos, inclusivamente, novos truques e outras funcionalidades. Temos aqui os colares mágicos que podemos construir para dar a York novos atributos, seja na sua capacidade de luta ou resistência física. Há um pouco de tudo e A Blessing in Disguise está constantemente a desafiar a sua própria denominação como jogo de aventura a cada novo desenvolvimento narrativo, olhando afincadamente – e sempre que pode – para o género RPG em busca de inspirações.
Se concluíssemos aqui a nossa viagem por Le Carré, não tinha quaisquer dúvidas de que este seria um dos meus jogos favoritos de 2020. Nada se assemelha à sua campanha, nem mesmo o estranho e hipnotizante – e igualmente imperdível – Pathologic 2, e à forma como a sua estória se desenrola. Mas A Blessing in Disguise tem um lado mais nefasto que certamente já viram pelas redes sociais: o seu desempenho. É um desastre. Não há outra forma de abordar esta temática. Não sei o que levou a um lançamento tão atribulado: se foram as limitações da consola, a inexperiência de SWERY com a plataforma, as exigências da distribuidora ou da própria Nintendo ou um desinteresse desolador em corrigir os problemas visíveis da sequela. Tal como está, é quase impossível de recomendar, tal como disse anteriormente, e é difícil, imaginem, identificar todos os problemas que encontrei ao longo das minhas horas, mas fica a tentativa.
A resolução é deplorável, seja na TV ou em modo portátil; as cores estão completamente esbatidas e acabam por retirar alguma da vida dos modelos, que se queriam mais ricos e destacados nos cenários; o framerate chega a ser tão mau que o jogo parece ser um longo e aborrecido PowerPoint, caindo para os 7/10 frames por segundo, especialmente no skate; os bugs visuais são uma presença constante, seguidos de popins, dithering, má profundidade de campo e falhas de som; o jogo é propício a quedas e cheguei a perder quase 30 minutos de progresso; é possível cair do mapa se não tivermos cuidado; algumas personagens estão a flutuar o mapa; os tempos de loadings são dolorosos; e, por fim, as animações continuam a ser robóticas e desinteressantes.
Estes problemas, sublinho, estão presentes a partir do momento em que chegam a Le Carré: são incontornáveis. E isto é uma pena, um desperdício, especialmente para uma série e um criador que merecem muito mais. Tal como o original em 2010, A Blessing in Disguise apresenta-se e rapidamente vai ao chão, com cara a bater com toda a força no passeio. Mas ao contrário do primeiro Deadly Premonition, a continuação é ainda mais deplorável no seu desempenho. Mesmo com os modelos mais definidos, em jeito de cel-shaded, e com animações mais realistas nas personagens principais – e só nas personagens principais –, é impossível recomendar este jogo pela sua direção de arte ou fidelidade visual. Até os momentos surreais, como o outro mundo, não estão livres de problemas técnicos e perdem a sua força e novidade rapidamente.
E no entanto, eu adorei o meu tempo com Deadly Premonition 2: A Blessing in Disguise, mas sinto, quase pela primeira vez, a doce vantagem em ser crítico. Eu não paguei pelo jogo, não gastei 59,99€ para me juntar uma vez mais a York e companhia na sua aventura absurda e dadaísta. Não sei o que é comprar este jogo e sentir que não funciona. E é por causa disso que sou obrigado a reduzir a minha nota e a reforçar que não posso e não vou recomendar Deadly Premonition 2 até existir um patch que resolva parte dos seus problemas. E sim, um primeiro patch já foi lançado, mas não é o suficiente. Os problemas continuam lá. Apesar da minha classificação, arrisquem-se apenas se são fãs de SWERY e do título original ou se não têm mais nada para jogar na Nintendo Switch. E se for esse o caso, por favor, vejam vídeos antes de fazerem a compra. Os vídeos são reais – demasiado até.
A nível pessoal, estou maravilhado com o mundo de A Blessing in Disguise, mesmo com os seus problemas narrativos e técnicos, e de uma certa rigidez na progressão (especialmente em missões de recolha de itens), continua a ser uma experiência sem rival que vale pelas suas personagens e por uma narrativa pouco convencional. Mas sai a querer ainda mais. Este é um amor difícil, mas no final do dia, nunca deixa de ser amor e é assim que recordarei este regresso a Deadly Premonition.
Plataformas: Nintendo Switch Este jogo foi cedido para análise pela Nintendo Portugal.
Entre mergulhos e atividade, haverá ainda DJ sets, cuspidores de fogo, bombas de fumo colorido e flamingos e unicórnios insufláveis.
2020 está a ser marcado por esta pandemia que teima em não desaparecer, mas tal não significa que o verão deva ser cancelado. Afinal de contas, já é certo e sabido que as praias são dos sítios mais seguros onde possamos estar (mas sempre com o devido distanciamento), principalmente em dias de muito calor, graças à radiação ultravioleta (UV).
Agora, e para aqueles que sentem falta dos festivais de verão, saibam que existe um que vai acontecer, mas possivelmente bem diferente do que o que estavam a pensar. Chama-se Lisbon Boat Fest, acontece já este domingo, dia 2 de agosto, e, segundo a organização, “é o primeiro festival aquático em Portugal que não só permite cumprir com as normas de segurança da DGS, como tem tudo para ser o melhor dia do verão de 2020″.
A ideia é muito simples, na verdade: cada grupo (com um máximo de 20 pessoas) aluga um barco individualmente e reúnem-se todos no Tejo durante o início da tarde (mantendo sempre a distância de segurança) para um espetáculo visual com Live DJ entre mergulhos e atividades aquáticas, como volta de speed boat, trailers insufláveis, stand up paddle e passeios de mota d’água.
O Lisbon Boat Fest, que promete ser também a maior concentração de barcos alguma vez vista em espaço marítimo português, promete também cuspidores de fogo, bombas de fumo colorido e, claro, o vento a bater na cara.
O melhor de tudo? Haverá uma hora de bar aberto, pelo que poderão beber à vontade, mas sempre com precaução. E podem ficar descansados: o evento será acompanhado de perto pela Capitania do Porto de Lisboa, que se prontificou a prestar qualquer apoio necessário para garantir que tudo corra com a maior das seguranças.
Mas claro, sendo um festival especial, também a “lotação” é outra: os lugares são mesmo muito limitados, pelo que, se estiverem interessados, devem desde já contactar com os vossos amigos.
No que toca aos bilhetes, são vendidos em packs para grupos de pequeno número de pessoas e, a cada grupo, é atribuído uma embarcação única. Desta forma, assegura-se que as pessoas estão condicionadas fisicamente ao grupo com quem já interagem no seu quotidiano sem possibilidade de aproximação a pessoas estranhas.
Indo ao site, verão que é possível optar por cinco categorias de barco: Floating (barco antigo ou clássico, 50€ por pessoa), Comfortable (barco moderno, 60€ por pessoa), Luxury (barco moderno superior, 75€ por pessoa), Extravagant (barco de luxo e VIP, 85€ por pessoa) e Outlander (para quem quer vir no seu próprio barco, 90€ por barco).
Para evitar ajuntamentos, o local de embarque poderá ser numa de quatro marinas diferentes entre Alcântara e Belém. A marina exata será indicada após a venda.
Isto porque não existe qualquer evidência científica que a COVID-19 se propague desta forma.
A Direção-Geral da Saúde (DGS) considera que o risco de transmissão do novo coronavírus motivada pela utilização de ar condicionado em espaços fechados é muito baixo, desde que se cumpram as regras de manutenção e o espaço seja arejado.
Numa atualização às orientações sobre climatização dos espaços, a DGS refere que o risco da utilização de sistemas AVAC (Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado) é considerado muito baixo, “desde que se cumpram as regras para uma utilização segura, nomeadamente a sua manutenção, de acordo com as indicações do fabricante, e a renovação do ar dos espaços fechados”, lê-se no documento.
Recorde-se que, a 9 de julho, a OMS emitiu um comunicado sobre as vias de transmissão do SARS-CoV-2, em que reitera que a transmissão do vírus ocorre maioritariamente através de secreções e gotículas e do contacto próximo com pessoas infetadas, não excluindo a possibilidade de transmissão por aerossóis.
A DGS atualizou também as orientações relativas a métodos de pagamento, referindo que se verifica que “o risco da utilização de moedas e notas é considerado muito baixo desde que se cumpram as regras de higienização das mãos”.
É já no próximo mês de agosto que o Festival Política regressa ao Cinema São Jorge, em Lisboa.
Depois das problemáticas da abstenção, dos direitos humanos e da Europa, à quarta edição, o festival elege o Ambiente como tema central e propõe-se a debater a sustentabilidade, convidando a repensar a sociedade atual e os moldes em que gerimos os ecossistemas.
De 13 a 16 de agosto, um conjunto de atividades gratuitas como debates, filmes, performances, exposições e espetáculos de música e humor, convida, mais uma vez, à consciencialização e participação de todos e todas, lembrando que essa é uma das chaves imprescindíveis para o saudável desenrolar da democracia e para uma equilibrada construção da consciência colectiva.
Os destaques deste ano vão para o debate A exploração da gente para a exploração da terra, com moderação do Fumaça; sessões de cinema com os vencedores dos Green Film Network Awards e a exibição de Injustiça, o grande vencedor Ambiente da última edição do CineEco, o espetáculo do humorista Diogo Faro também conhecido por Sensivelmente Idiota e a exposição da artista Carolina Maia, que estará patente no São Jorge durante todo o festival.
Nesta edição, o Festival Política terá pela primeira vez a figura do país-foco. Este ano, será o Brasil que estará em destaque em vários momentos da programação como na atuação da dupla Venga Venga, na performance de Viton Araújo e André Dez Saravá Palavrá ou no debate O que se passa no Brasil?.
Com as alterações climáticas no centro das reivindicações dos mais jovens e com os poderes públicos e económicos cada vez mais pressionados para mudarem as suas políticas em prol de um desenvolvimento mais sustentável, o festival dará especial atenção ao papel dos cidadãos como agentes transformadores, sem ignorar o impacto que a pandemia da covid-19 está a ter em todo o mundo.
Todas as atividades do festival são gratuitas sendo necessário o levantamento de bilhetes na bilheteira do Cinema São Jorge. Para garantir a acessibilidade, todos os filmes estão legendados para português e todos os conteúdos orais são acompanhados por tradução em Língua Gestual Portuguesa. Serão cumpridas todas as recomendações da Direcção-Geral de Saúde.
Da região de Monção e Melgaço, conhecida pelo seu enorme potencial para a produção de Alvarinhos de grande qualidade, chega-nos o vinho João Portugal Ramos Alvarinho 2019. Elaborado 100% com a casta rainha da região, que é uma celebridade incontestada das castas brancas portuguesas, este é um vinho com um aroma intenso, cítrico e floral, com notas minerais e de frutos tropicais.
Elegante e envolvente com um longo final de boca, é a companhia ideal para marisco, peixe grelhado, carnes brancas e saladas. Podem adquirir nos locais do costume com um PVP de 9,99€.
Por outro lado, a garrafa João Portugal Ramos Vinho Verde Loureiro 2019, com características típicas da casta e fiel ao “terroir” da região do vale do Lima, é um vinho de aroma fresco e elegante com notas cítricas associadas a uma notável mineralidade. Com um intenso e elegante final de boca, pode ser servido como aperitivo ou para acompanhar pratos de peixe, vegetarianos, ovos e saladas. Esta versão, porém, é muito mais económica, custando apenas 3,99€.
Esta é uma dupla que representa bem a fantástica aptidão natural da região dos Vinhos Verdes para elaborar vinhos brancos de excelência.
Basta adquirirem as mais recentes Gillette Fusion 5 Power ou Gillette Fusion 5 ProGlide Power e esperar que a sorte queira algo convosco.
Sempre quiseste ter uma experiência de condução em pista num autódromo? Agora, com a Gillette Fusion 5 Power e Gillett Fusion 5 ProGlide Power, tens a oportunidade perfeita. É que a marca tem a decorrer um passatempo onde ficam habilitados a ganhar uma experiência num dos vários autódromos disponíveis em Portugal.
A Gillette está a oferecer um prémio por semana, que pode variar entre sete voltas de condução ao circuito de Braga com um Ferrari 360 Modena, duas voltas de condução ao circuito do Estoril com um Ferrari GTB 488 ou três voltas de condução e uma volta em co-piloto ao circuito de Portimão com um Porsche Cayman 718 S.
Para que se possam habilitar a uma destas experiências, devem adquirir uma das Gillette que falámos anteriormente em qualquer estabelecimentos comercial e, depois, descarregar o cupão de participação nesta página.
Já depois de preencherem os campos corretamente, devem elaborar uma frase original sobre a diferença que a Gillette faz no dia-a-dia. Finalmente, devem enviar a vossa participação, juntamente com a fatura original de compra e o código de barras original do produto, para a morada indicada no formulário de participação.
Cada participação equivale a um cupão de participação, uma frase, uma fatura original e um código de barras original. O passatempo está a decorrer até 26 de agosto.
Conseguimos ter um vislumbre da misteriosa cidade de Cittàgaze.
A HBO divulgou o primeiro trailer oficial da segunda temporada da série Mundos Paralelos. Neste novo leque de episódios, sabemos que Lord Asriel (James McAvoy) abre uma ponte para um novo mundo e Lyra (Dafne Keen), perturbada pela morte do seu melhor amigo, segue Asriel para o desconhecido.
No vídeo aqui em cima, é possível ter um vislumbre da misteriosa cidade de Cittàgaze e podem ainda ser vistas imagens de novas personagens da segunda temporada como Andrew Scott (“John Parry”), Jade Anouka (“Ruta Skadi”) e Simone Kirby (“Dr. Mary Malone”), que se juntam ao elenco que está de regresso e que inclui Ruth Wilson (“Sra. Coulter”), Ariyon Bakare (“Lord Boreal”), Amir Wilson (“Will”) e Lin-Manuel Miranda (“Lee Scoresby”).
Em Portugal, Mundos Paralelos é exibida em exclusivo na HBO Portugal. A segunda temporada tem estreia prevista para o outono.
O CustoJusto estreou uma nova funcionalidade esta semana. Aquela que é um dos maiores portais de classificados português acaba de disponibilizar aos utilizadores a possibilidade de criarem uma loja virtual, onde, de uma forma rápida, organizada e atrativa, é possível encontrar no “mesmo espaço” todos os anúncios inseridos pelo mesmo anunciante.
Esta novidade, denominada de CustoJustoPro, permite aos utilizadores criarem uma página com url personalizado e, nesta montra virtual, disponibilizarem todos os produtos que têm no momento à venda na plataforma.
De entre as vantagens exclusivas associadas a esta nova ferramenta, destaca-se a visibilidade conferida aos anúncios, a rapidez na aprovação e renovação aos anúncios, a possibilidade de incluir mais fotografias, moedas para a compra de destaques, entre muitas outras.
Para além destas vantagens, os utilizadores do CustoJustoPro terão ainda acesso a uma nova área onde estarão disponíveis mais funcionalidades e estatísticas.
Mas claro, com tantas funcionalidades, este serviço não podia ser grátis. Os preços vão desde os 23,33€/mês até aos 100€/mês, existindo ainda uma opção sob consulta para algo ainda mais personalizado.
Os preços variam dependendo de várias possibilidades, como o número de anúncios em simultâneo, as publicações por mês, o número de imagens por anúncio, o nome da empresa na listagem de anúncios, “anúncios para si” exclusivos ao stock ou a oferta de moedas para destaques.
Sabe-se, também, que os anúncios são renovados automaticamente a cada dois meses e colocados no topo. Para este plano profissional, existe ainda apoio personalizado por parte da equipa do CustoJusto, seja via email ou telefone.
Muitos condutores não dão importância a este acessório, mas a verdade é que faz toda a diferença.
Volta e meia, é frequente entrarmos dentro de automóveis que, por acaso, não têm tapetes para os nossos pés. E isto não podia estar mais errado.
É que não só os tapetes podem ajudar a manter o carro limpo (afinal de contas, basta depois sacudir), como protegem os nossos veículos de sujidade e humidade. Dessa forma, prolonga-se a vida útil do revestimento. E mais: alguns tapetes assentam tão bem que acabam por servir de decoração interior.
Existem dois tipos de tapetes: os universais e aqueles que são feitos propositadamente para uma determinada marca e modelo. Se optarem pelos universais, estarão a poupar dinheiro, uma vez que, como servem praticamente para todos os veículos, o seu custo acaba por descer. Por outro, se optarem por um tapete específico, estarão a fazer uma melhor escolha. Sim, fica mais caro, mas adequam-se melhor ao vosso carro.
Já os tapetes de borracha são os mais populares. Porquê? São duráveis q.b. e podem ser adquiridos a um preço reduzido, existindo tapetes com padrões e rebordos. Mas para aqueles que querem tapetes personalizados, saibam que existe uma loja que faz precisamente isso.
Chama-se Rei Dos Tapetes e é uma loja que se dedica à venda e distribuição de tapetes à medida para automóveis. Esta é uma empresa fabricante que, após alguns anos especializada na prestação de serviços a concessionários, resolveu abrir uma loja online para oferecer todos os produtos a qualquer cliente, quer seja particular, uma oficina ou um concessionário.
Ou seja, este é o local ideal para quem procura tapetes automóvel. Seja qual for o vosso automóvel, a empresa garante que serão capazes de reequipar o vosso veículo de forma económica e com estilo, uma vez que existem tapetes para todos os gostos e orçamentos.
Sim, é que, apesar de garantir bons preços, uma vez que fala diretamente com o cliente, evitando, dessa forma, intermediários, a Rei dos Tapetes também vende tapetes borracha auto. Ou seja, há tecidos baratos… e tecidos premium.
Indo ao site, percebem rapidamente que estão perante algo que garante qualidade. Por exemplo, os responsáveis referem que, assim que recebem uma encomenda, esta entra diretamente no processo de fabrico. Imaginem, portanto, que procuram tapetes Audi. Aí, a máquina rotativa de empresa corta a forma dos tapetes auto com água à pressão, adaptando-os às medidas do veículo. Em seguida, cosem o rebordo do tapete, montam as fixações originais (se necessário) e passam para o primeiro controlo de qualidade. E daí até casa do cliente é um saltinho.
Portanto, desde tapetes BMW, tapetes Honda, tapetes Lexus, Tapetes Mercedes, Tapetes Porsche, entre tantas outras marcas, uma coisa é certa: não ficarão desiludidos. E é muito simples pesquisarem algo, uma vez que o site é rápido intuitivo. Basta selecionarem a marca, o modelo e a versão para que, desde logo, vos sejam apresentados os produtos compatíveis com o vosso automóvel.
Além disso, a marca tem também tapetes para o porta-malas, feitos de tecido, borracha e plástico (PVC). Tudo à distância de um clique.
Mas a Rei dos Tapetes vende também outros acessórios, como capas de volante, capas para proteger o próprio veículo do sol ou da chuva, malas personalizadas, purificadores de ar, entre outros.
No que toca ao envio dos pedidos, a Rei dos Tapetes promete não demorar mais do que sete dias úteis. Em relação aos métodos de pagamento, a empresa aceita cartão de crédito/débito, PayPal (embora tenham de pagar uma taxa adicional de 4€ por pedido) ou à cobrança, o que acresce mais 3,99€ ao valor final. Para a Europa, o envio é sempre gratuito nas encomendas superiores a 30€.
Já se necessitarem de fatura, basta que enviem um email a indicar os dados fiscais e o número da encomenda. A fatura só é emitida após a entrega da encomenda.
A Rei dos Tapetes tem ainda conta no Instagram e Facebook (basta que pesquisem por reitapetes) e conta com mais de 6.000 opiniões de clientes satisfeitos.
A película ganha um novo formato para o pequeno ecrã. O primeiro de cinco episódios é exibido já a 2 de agosto.
Já esteve no cinema, nos videoclubes, na TVCine Top e, agora, tal como era esperado, vai ser exibido na SIC Radical. Falamos d’O Filme do Bruno Aleixo, película que ganha um novo formato para chegar àquele canal.
Queremos com isto dizer que o filme foi dividido em cinco episódios, tal e qual como se fosse uma minissérie. E já há data para a exibição do primeiro episódio: dia 2 de agosto, às 21h.
Gravado entre Anadia (na Bairrada) e Coimbra, o projeto conta, além dos bonecos Bruno Aleixo, Bussaco, Renato Alexandre e Busto, com a participação de nomes como Gonçalo Waddington, José Raposo, Rogério Samora, Adriano Luz, Manuel Mozos, Fernando Alvim e José Neto.
O Filme do Bruno Aleixo foi realizado e escrito pelos criadores de sempre, João Moreira e Pedro Santo.
Os viciados em donuts decerto que conhecem a Crush Doughnuts, marca que começou com eventos pop up em setembro de 2018 na incrível hamburgueria Ground Burger, em Lisboa.
Agora, e já depois de em janeiro do ano passado termos referido que iria existir uma loja dedicada, esse dia vai mesmo acontecer já em agosto, segundo refere a Time Out Lisboa.
É, portanto, no próximo dia 5 de agosto, que a Crush Doughnuts ganha finalmente um estabelecimento próprio. Sabe-se que a loja fica localizada mesmo ao lado da Ground Burger, no número 140E, o que é expectável, uma vez que fica perto da “casa” que lhe deu sucesso.
Estarão disponíveis um total de 15 donuts diferentes no interior da loja, pelo que se espera que os preços sejam os mesmos praticados na hamburgueria: entre 2,95€ e os 5,95€. Para acompanhar haverá café e também outras bebidas caseiras.
A massa dos donuts, caso não saibam, é brioche, fermentada durante 24 horas.
De resto, também podemos adiantar que a loja estará em funcionamento de terça-feira a domingo, das 08h às 20h.
Até lá, podem continuar a deliciar-se com os donuts no sítio do costume, sendo possível reservar, fazer takeaway diretamente ou utilizar a Uber Eats.
Dos videojogos para a mesa, com receitas para todos os gostos.
Destiny 2 é um jogo bem grande, que se expande entre planetas e dimensões, com locais exóticos, culturas e sociedades avançadas e outras destruídas. Por isso, não é de espantar que, dentro do seu mundo, possa existir também uma enorme variedade gastronómica.
Numa estranha parceria entre a Bungie e a Insight Editions, chega agora uma curiosa forma de expandir o universo de Destiny para fora do videojogo, levando até à mesa dos jogadores, amigos e familiares, um leque de opções gastronómicas inspiradas nos locais e perfis das personagens do jogo.
Destiny: The Official Cookbook é um livro de receitas escrito por Victoria Rosenthal, entusiasta de videojogos e alimentos, com um gosto especial pela experimentação, que a levou a criar receitas inspiradas no jogo e nas viagens de Eva Levante, uma misteriosa personagem de Destiny, que aparece misteriosamente com missões para nos dar e histórias para contar sobre as suas jornadas e aventuras.
O livro conta, assim, com receitas diversas inspiradas no mundo de Destiny, com instruções detalhadas e fotos para alimentar a nossa criatividade e expetativas dos seus pratos.
Destiny: The Official Cookbook chega às lojas em agosto para complementar as sessões de jogo em Destiny 2, por 37,99€.