Obrigatório usar máscara ao ar livre? DGS não descarta essa possibilidade

É preciso, contudo, “sustentabilidade científica”.

máscaras de proteção
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Uma coisa é certa: a COVID-19 veio para ficar. Enquanto não existir uma vacina, se é que irá mesmo existir, teremos de aprender a conviver a doença. E com isso, já todos sabemos que devemos usar máscara nos espaços fechados e que devemos manter o distanciamento social.

Mas e se vos dissermos que a hipótese de expandir o uso de máscara sem ser em espaços fechados está em aberto? Foi o que disse ontem Graça Freitas em conferência de imprensa: “Não temos qualquer problema em expandir o uso de máscara, mas para isso é preciso sustentabilidade científica.”

Mas não sejamos alarmistas. Apesar da diretora-geral da Saúde ter dito que tem um grupo especializado única e exclusivamente nesta matéria, tal não significa que possa mesmo acontecer. Dependerá da evolução da pandemia, claro, mas também dos novos dados que os cientistas forem descobrindo sobre a COVID-19.

Imaginemos, porém, que tal passaria a ser obrigatório. Primeiro que tudo, tal levaria a uma rutura de stock, isso é certo. Depois, como é que essa fiscalização ia ser feita? Não existem agentes da autoridade em número suficiente para controlar quem colocaria máscara na rua ou não, pelo que seria apelar ao bom senso dos portugueses.

Tal obrigação também significaria, por exemplo, colocar máscaras para realizar tarefas tão simples como praticar desporto ao ar livre (e logo aí o suor retira qualquer proteção às máscaras), correr, ir levar o lixo ou ir passear o cão.

Resta-nos esperar para que, de facto, tal não se torne uma obrigação.

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