Mais uma semana, mais novidades da Too Good To Go. Desta vez, ficámos a saber que a popular app dinamarquesa fechou uma parceria com a Makro Portugal para, em conjunto, combaterem o desperdício alimentar. Contudo, o funcionamento será ligeiramente diferente.
Ao que parece, o objetivo da Makro é desafiar os seus clientes Horeca a criarem as suas próprias Magic Boxes, com produtos que, de outra forma, iriam para o lixo. Como os clientes originais da Makro são hotéis, restaurantes e cafés, estes estabelecimentos tendem a mandar muita comida para o lixo. Com esta parceria, a Makro deixa, assim, um desafio aos seus clientes Horeca.
Desta forma, evita-se não só o desperdício alimentar, como os próprios estabelecimentos acabam por ficar mais conhecidos graças à aplicação.
De resto, basta-nos esperar até que comecemos a ver na aplicação as lojas Makro, sendo expectável que o levantamento dos pedidos aconteça nas diferentes lojas da grossista espalhadas pelo país.
Além da Makro, seria excelente que lojas como o Recheio, ou até o próprio Continente, Pingo Doce e Lidl, se pudessem juntar à Too Good To Go em breve.
Mas são poucos os dispositivos com Android TV que suportam a app de momento.
Ao longo dos últimos meses, a MEO tem vindo a apostar cada vez mais no digital. Em maio, a operadora passou a apresentar os canais no MEO Go em Full HD. No mês passado, soubemos que iria entrar no setor da energia. Agora, e para algo diferente, eis que surge uma app dedicada para box e Android TV.
Basicamente, ao instalarem esta app, ganham acesso a uma experiência mais personalizada e fluida, onde terão acesso a mais de 150 canais em direto, aos canais premium que subscreveram, às gravações dos últimos sete dias, entre outras funcionalidades.
Portanto, seja séries, filmes, notícias, desporto, documentários ou desenhos animados, aceder a esses conteúdos ficou ainda mais fácil e rápido.
Podem instalar gratuitamente a app MEO como parte do vosso pacote MEO Fibra (TV + Internet) e aceder através da internet MEO (Wi-Fi ou cabo).
Há, porém, limitações. Para já, só podem ter a app a funcionar num máximo de quatro boxes. Até podem instalar uma quinta vez numa box diferente, mas não irá resultar.
Já os equipamentos suportados são, por agora, muito reduzidos. Esta app MEO somente irá funcionar na NVIDIA SHIELD TV Pro, NVIDIA SHIELD TV e Xiaomi Mi Box S. No que toca a televisores, também será difícil encontrarem algum que tenha mesmo Android TV.
Muitos podem até não saber – o que é perfeitamente legítimo -, mas a maioria das smart TVs que estão nas casas dos portugueses não são Android TV. Correm diversos sistemas operativos, mas não são efetivamente Android TV. A LG usa o WebOS, a Samsung usa o Tizen OS, por aí fora.
Ou seja, só irão “safar-se”, por assim dizer, caso tenham uma TV Hisense, Philips, Sharp, Sony ou TCL. E não é garantido que todos os modelos funcionem, até porque é necessário o equipamento em questão ter a versão Android TV 9 ou superior.
No fórum da MEO, um utilizador diz ainda que, em setembro, aquela operadora vai ter uma box Android TV de marca própria para aluguer por 3€/mês. Parece-nos que é uma decisão que vem “concorrer” com o facto de, agora, a NOS disponibilizar uma Apple TV para aluguer por 4,99€/mês.
Mais saúde, mais sustentabilidade, mais apoio à economia e produtores locais. O novo Restaurante Vegetariano da Universidade de Aveiro (UA) quer servir num só prato estes três grandes objetivos. A inauguração está marcada para o arranque do próximo ano letivo e os menus prometem cativar de imediato quem já aprecia comida vegetariana e converter até os paladares mais céticos.
No Refeitório do Castro, onde vai ficar instalado o novo restaurante vegetariano, está praticamente tudo pronto para se começar a servir em setembro a mais recente oferta dos Serviços de Ação Social da UA. Os novos equipamentos para preparar e distribuir as receitas mais verdes já foram adquiridos, algumas obras de adaptação vão ser realizadas em agosto e a equipa para trabalhar neste novo projeto já está selecionada e no ativo há alguns meses.
No que tocas às opções, será possível, pedir, por exemplo, uma açorda vegetariana, sendo uma alternativa à carne de porco à alentejana, ou até croquetes de tremoço.
Torres Vedras com dez praias e Peniche e Angra do Heroísmo com cinco são os concelhos líderes.
Foi no mês passado que a ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável divulgou as 68 praias portuguesas com distinção “Zero poluição”. Na prática, uma praia ZERO poluição é aquela em que não foi detetada qualquer contaminação microbiológica nas análises efetuadas às águas balneares ao longo das três últimas épocas balneares.
Em 2020, as praias com ZERO poluição representam 11% do total das 621 zonas balneares em funcionamento, um aumento de 55 pontos percentuais, mais 24 praias, em relação às 44 classificadas no ano passado.
Esta análise da Associação ZERO teve em conta os parâmetros da legislação em vigor, tendo verificado que todas as 68 zonas balneares são costeiras. O concelho com maior número de praias ZERO poluição é Torres Vedras, que repete a boa classificação do ano anterior. Também na zona Oeste há que destacar Peniche, com cinco praias com aquela classificação, bem como Angra do Heroísmo. Já Tavira e Praia da Vitória, neste caso nos Açores, apresentaram quatro praias.
De salientar que é extremamente difícil conseguir um registo incólume ao longo de três anos nas zonas balneares interiores, muito mais suscetíveis à poluição microbiológica. Este ano, ao contrário do que havia sido registado em todos os anos anteriores desde 2016 (ano em que a ZERO iniciou esta avaliação), não há nenhuma zona balnear interior com a classificação de ZERO poluição.
Este facto é um indicador do muito que ainda há a fazer para garantir uma boa qualidade da água dos rios e ribeiras em Portugal, o que requer esforços adicionais ao nível do saneamento urbano e das empresas.
Podem consultar a lista das 68 praias ZERO poluição aqui.
O investimento é de 1,5 milhões de euros, pretendendo-se, com isso, alavancar o turismo no interior da região Centro.
A Linha do Dão foi das primeiras vias-férreas de bitola estreita (via métrica) de Portugal, tendo sido inaugurada a 25 de novembro de 1890.
Com início na estação de Santa Comba Dão, onde intersetava a Linha da Beira Alta, a Linha do Dão viria ainda a passar por Tondela, atravessando as terras do Dão, até chegar à estação de Viseu numa extensão total de 49,2 Kms. A partir daqui, viria a ligar à Linha do Vouga que estabeleceria a ligação até Aveiro, interligando com a Linha do Norte.
A Ecopista do Dão desenvolveu-se ao longo do antigo ramal ferroviário do Dão, numa extensão de 49,2 Kms e atravessa os concelhos de Viseu, Tondela e Santa Comba Dão. Agora, sabe-se que esta ecovia será prolongada, ganhando mais 40 quilómetros cicláveis.
A Ecovia do Mondego irá prolongar-se até aos limites do concelho de Penacova, já no distrito de Coimbra, após atravessar os municípios de Mortágua e Vila Nova de Poiares. a extensão de 40km será feita entre o final da Ecopista do Dão junto à Estação Ferroviária de Santa Comba Dão e o limite do Concelho de Penacova.
Nos próximos 10 anos, Portugal deverá contar com mais de sete mil quilómetros de vias cicláveis.
Poucos serão aqueles que, hoje em dia, ainda não se depararam com lojas da Nata Lisboa espalhadas um pouco por todo o país. Esta é uma rede de coffee shops em que a estrela é, naturalmente, o pastel de nata, tendo nascido para levar as delícias desta receita original de Lisboa a todo o lado.
Pois bem, parece que esse é um lema para levar mesmo à letra, uma vez que, muito em breve, as cidades de Guimarães, Óbidos e Torres Novas irão receber uma loja da Nata Lisboa.
Em Torres Novas, sabemos que o spot ficará localizado no centro comercial Torreshopping. O post colocado no Facebook pela Nata Lisboa refere somente que chegarão em breve à cidade, o que tudo indica que aconteça ainda este mês, ou, no pior das hipóteses, em setembro.
Não admira esta abertura de uma loja Nata Lisboa naquele centro comercial. O Torreshopping foi recentemente renovado, estando a ser dinamizado com a abertura de novos conceitos que, até então, não existiam na cidade.
Sabe-se também que a marca irá abrir estabelecimentos em Guimarães e Óbidos, mas não se sabe quando nem onde.
Neste momento, a Nata Lisboa conta com lojas em Almada, Amadora, Aveiro, Braga, Cascais, Coimbra, Covilhã, Ermesinde, Évora, Faro, Gondomar-Rio Tinto, Leiria, Lisboa, Loulé, Montijo, Nazaré, Porto, Setúbal, Sintra, Vila do Conde, Vila Nova de Famalicão e Vila Nova de Gaia.
Ao longo de mais de um quilómetro, mais de dois milhões de luzes LED estarão ligadas para criar um efeito arrebatador.
Lembram-se do The Sweet Art Museum, que esteve disponível em 2018, em Lisboa, e que se apresentava como um museu extravagante, permitindo-nos mergulhar numa piscina de marshmallows (sim, isso mesmo), tirar selfies com um unicórnio ou andar de baloiço? Bom, extravagante parece ser mesmo a palavra favorita dos responsáveis pelo conceito, uma vez que, para este ano, vão trazer a Portugal o maior evento drive-in de Natal da Europa.
Chama-se Lanterns Fest e, ao longo de mais de um quilómetro, terá mais de dois milhões de luzes LED que estarão ligadas ao mesmo tempo para criar um efeito arrebatador. O melhor de tudo? O evento é drive-in, o que significa que não terão de sair do carro (nem a organização o permite). Basta que, devagarinho, dentro do vosso veículo, percorram aquele quilómetro.
Este evento é inspirado no famoso Festival das Lanternas de Chiang Mai, no norte da Tailândia, pelo que a organização promete lanternas do mundo, túneis de luz, músicas de natal e circuitos imersivos, tudo para que os cinco sentidos possam estejam em permanente alerta.
Como é óbvio, podem (e devem) levar os vossos dispositivos totalmente carregados, pois o Lanterns Fest convidará a muitas fotos e vídeos para colocarem no Instagram. A organização promete ainda muitas surpresas durante o circuito.
A localização do evento ainda é desconhecida, mas sabemos, para já, que irá acontecer de 14 de novembro a 10 de janeiro de 2021. Podem também já fazer o registo no site para que fiquem a par de todas as novidades.
Em relação aos veículos permitidos, todos os veículos ligeiros (classe 1 e 2), motas e mini-bus (reserva antecipada) podem participar no evento. Já limousines, bicicletas, trotinetes e autocarros não são permitidos.
Os preços também não foram divulgados, se bem que o custo do bilhete será feito por veículo, e não pelo número de pessoas. Ou seja, a lotação de cada veículo, autorizado por lei, será o limite. Sabe-se também que os carros 100% elétricos terão um desconto direito na aquisição do ingresso.
Parafraseando o célebre Lightning McQueen: “I AM SPEED!“
O jogo do desporto motorizado com maior popularidade dos Estados Unidos (no desporto como um todo, só perde em espectadores para a NFL), regressa ao PC e consolas sob o nome de NASCAR Heat 5. E pode-se dizer que satisfaz.
No que toca a popularidade interna, acredito que a modalidade da NASCAR seja um sucesso relativamente grande, mas, a nível externo, tenho as minhas reservas. No mercado europeu encontra muita oposição implacável, como são os casos da Fórmula 1, jogos de rally (Dirt/WRC), o emergente Forza Horizon, o famoso Gran Turismo, entre outros. Posto isto, percebo a relutância na hora de investir no Nascar.
O novo jogo da franquia oferece a experiência mais completa possível e completamente fiel à realidade da NASCAR por via de quatro séries distintas de jogo que ocorrem em 34 circuitos autênticos, contando com todos os equipas, carros e condutores oficiais. No caso de decidirem ter as coisas à vossa maneira, há liberdade de personalização do carro, apesar da variedade de personalização do piloto ainda ser muito limitada e linear.
Relativamente a novidades face ao predecessor, passam sobretudo por um modo de teste de condução em single-player (Test Session), onde é possível fazer ajustes mecânicos ao carro de forma a ficar mais ao gosto de cada um, e pelo modo Championship, onde já podem personalizar o calendário a 100%. Também houve ajustes nas pit-stops, ligeiras melhorias no modo de carreira e as DNF (Did Not Finish) foram introduzidas no jogo – por isso cuidado com o dano no carro.
Para além do novo modo de Test Session e do modo de Championship com mais liberdade de personalização, não existem muitos mais modos. Existe o Race Now, Split Screen, Challenges, Career Mode, Multiplayer e Online Challenges (um desafio por semana).
Enquanto o modo Multiplayer parece ser divertido, na medida em que é possível correr com 40 jogadores em simultâneo, se quiserem competir pela aprendizagem e competitividade não vão sair muito satisfeitos, pelo menos inicialmente. Isto porque, neste jogo, onde há pistas muito lineares, é fácil um pequeno toque arruinar-vos a prova, e pessoas com vontade de fazer isso não faltam. Por outro lado, NASCAR está disponível este ano em eSports, logo, se se dedicarem a sério, podem encontrar mais pessoas que estão “para o mesmo que vocês”.
O que me remete para o Career Mode, que é claramente o modo estrela deste jogo. Não é o mais complexo que joguei de jogos motorizados, mas é divertido pela simplicidade com que está montado. Como grande trunfo, é-nos dada a escolha de nos juntarmos a uma equipa ou criar uma nova. Se o objetivo é só competir, então a primeira opção é a mais indicada, mas, se quiserem uma experiência mais completa e divertida, comecem a vossa equipa – que só peca por não deixar contratar outros pilotos.
A nível de gráficos, NASCAR Heat 5 encontra-se a um nível bastante bom, mas, nas pistas em terra, a renderização dos efeitos da lama/poeira podia estar bem mais trabalhada (à distância nem parece natural). Sendo que o motor de jogo vai mudar para o ano que vem (deixando de ser da responsabilidade da Unity), muitas novidade virão a caminho.
Falando da jogabilidade, há dois pontos importantes, onde o mais importante são os presets de assistência de condução. Por norma, vou reduzindo as assistências aos poucos e desativando-as à medida que me vou sentido confortável na condução. Porém, este jogo tem já presets feitos. O conselho que vos deixo é: evitem jogar no mais fácil, porque é enfadonho. Por sua vez, aconselho a irem logo para o mais difícil, porque os outros dois não vão ajudar nada à vossa aprendizagem, dada a simplicidade dos circuitos e da monotonia da condução.
Comecem é com a Inteligência Artificial dos adversários em fácil, pois assim têm tempo e margem para falhas, tornando a adaptação mais agradável e divertida. Mas atenção que a IA deste jogo é mais agressiva e muito mais inteligente no blocking, drafting e pitching. Isto faz com que conduzir offline seja a experiência mais competitiva na história desta franquia.
Nas tecnicidades, há mesmo muito a manipular e alterar, tudo para que possam aproveitar toda a experiência de condução e física do carro. Inicialmente podem sentir que o vosso carro é um bocado lento e pesado, mas tudo depende de um enorme leque de alterações e ajustes que podem fazer. Essas alterações e ajustes passam pela distribuição do peso, compressão dos pneumáticos, suspensão, pressão dos pneus, rácio de alteração de mudanças, entre outras que, para mim, foram novidade. Se quiserem investir nisto, têm aqui um ótimo guia para perceber os efeitos das alterações que vão fazendo.
O ato de conduzir em si deixa um pouco a desejar. A resposta do jogo ao comando não é tão natural, realista e fluida como seria de esperar – pelo menos em pista alcatroada. Em pistas de terra, não se nota tanto e até acaba por ser mais divertido do que a experiência “real” de NASCAR. O que tenho lido é que, para conduzir em pista, o melhor mesmo é investir num set de pedais e volante (de preferência com force feedback), mas, para já, isso vai ter de esperar.
Outro problema foi o jogo ter sido lançado com muitos bugs e problemas que só foram corrigidos (em parte) com patches. O facto de terem decidido lançar o jogo dois meses mais cedo do que o costume teve grande influência (sem qualquer dúvida), mas, ainda assim, é um bocado amador lançar um jogo incompleto só para despachar, de forma a ganhar tempo para começar já a desenvolver o próximo. Com o mercado de patches e updates, sinto que se está a perder um bocado o brio na indústria dos videojogos, o que não é nada bom – principalmente para quem gosta de comprar a versão física dos jogos.
O facto de terem adiantado a data de lançamento e a época da Fórmula 1 ter atrasado fez com que este jogo e F1 2020 saíssem um dia a seguir ao outro. E sejamos honestos: dar 120€ por dois jogos de corrida de uma só vez é algo incomportável. Esta infeliz coincidência ainda prejudicou mais o “share” de mercado internacional que NASCAR almejava alcançar.
Fazendo um apanhado geral, apesar de alguns desleixos e falta de novidades, NASCAR Heat 5 continua a ser um bom jogo de desporto motorizado e mais divertido do que aparenta. No entanto, na hora de investir, fiquem a saber que os bónus da Gold Edition não valem o custo extra e, se tiverem o jogo anterior a este, não aconselho o investimento, pois não passa de um pequeno update apressado.
Caso queiram mesmo jogar NASCAR Heat 5, esperem por uma promoção!
Plataforma: PC, PlayStation 4 e Xbox One Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela Sandbox Strategies.
Mas para isso é obrigatório reservar uma estadia de duas noites.
No início deste ano, o Grupo Stay Hotels abriu mais uma unidade em Portugal. O Stay Hotel Lisboa Centro Chiado foi inaugurado em janeiro de 2020 e resultou de um investimento de cerca de 2,5 milhões de euros na reconversão de um edifício histórico.
Para este ano, o grupo quer ainda abrir mais dois hotéis: um junto ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, cujo investimento rondou os 600 mil euros, e o outro em Lisboa, junto ao Aeroporto Humberto Delgado, que representa um investimento total de mais de 1,5 milhões de euros.
No entanto, e antes disso, há que dar destaque à nova campanha do grupo. É que, imagine-se, de 1 de agosto a 30 de setembro, será possível pernoitar num dos hotéis Stay Hotels por apenas 10€. Mas há uma regra para que isso aconteça.
A campanha Venha turistar nas nossas cidades permite que paguemos, de facto, somente 10€ por uma noite, mas, para isso, é necessário reservar um mínimo de duas noites. Ou seja, enquanto que uma noite fica por somente 10€, a noite seguinte fica ao preço normal.
Imaginemos que, normalmente, uma estadia de duas noites fica por 120€. Com esta promoção, pagam 70€, sendo, neste caso, uma poupança de 50€, o que é excelente.
Para isso, devem ir ao website e, depois de selecionarem as datas que desejam, escolherem a opção de alojamento Venha turistar nas nossas cidades. Os quartos são Stay Twin, sem direito a pequeno-almoço.
Podem aproveitar esta promoção nos 10 hotéis que o grupo detém em Guimarães, Porto, Coimbra, Lisboa, Torres Vedras, Évora e Faro.
26 anos depois, os Battletoads saltam para a Xbox e PC.
A equipa da Xbox e da Rarerevelaram finalmente uma data de lançamento para o novo jogo de Battletoads.
Desenvolvido pela Dlala Studios, Battletoads chega com um look renovado e muito animado, parecido com séries de animação matinais, e com uma aventura completamente nova que mistura géneros de videojogos de todos os tipos.
Com data marcada já para o dia 20 de agosto, o anúncio do novo Battletoads faz-se acompanhar de um trailer muito colorido e cheio de humor que apresenta Zitz, Rash e Pimple, que podem ser controlados em simultâneo por três jogadores em aventuras cooperativas, entre cenários beat-em-up, plataformas, fugas, puzzles, shot-em-ups e muitos outros.
Com lançamento na Xbox One e PCs Windows 10, Battletoads será lançado na Steam e no catálogo do Xbox Game Pass, ficado disponível aos seus subscritores. Battletoads original foi lançado em 1991 pela Rare, para a NES, e tornou-se, ao longo dos tempos, num jogo de culto pelo seu humor e níveis de dificuldade agressivos. Resta agora saber se também vamos perder as estribeiras nesta nova versão.
Parece que foi ontem que Hyper Scape convidou os jogadores a entrarem no seu mundo virtual, numa fase de early-access no PC. E agora, a partir de agosto, já todos poderão jogar a sua versão final.
A Ubisoft revelou que o seu jogo free-to-play debattle-royale chegará ao PC, Xbox One e PlayStation 4, na sua versão final, mas sempre em evolução, no dia 11 de agosto. Esta será a estreia do jogo nas consolas e vai trazer um novo modo de jogo limitado, um novo passe de temporada para progredir ao longo de 10 niveis e muito mais.
Hyper Scape segue o mesmo modelo de jogos battle-royale já conhecidos, mas aposta num mundo mais sci-fi, em ambientes mais verticais, em habilidades por classe e novas formas de vencer em combates. Os jogadores que já começaram a jogar no PC e investiram no jogo poderão tirar partido das suas vantagens até ao lançamento oficial do jogo, quando o progresso regressar de novo a zero.
A fórmula Mega Man continua a ser inigualável. Com uma aposta na ação e nas sequências de plataformas desafiantes, a série da Capcom surpreende pela sua estrutura aberta, dando aos jogadores a possibilidade de escolherem a ordem com que derrotam os vários inimigos do jogo. Esta escolha determina, igualmente, a dificuldade da franquia, com a conquista de novas habilidades a facilitarem futuras batalhas. Panzer Paladin, que chegou recentemente à Nintendo Switch, é uma excelente adaptação destas sensibilidades clássicas e dá-nos um novo olhar sobre uma época já desparecida, ainda que com alguns percalços.
Panzer Paladin surpreende assim que iniciamos a sua campanha. Os gráficos clássicos, com sprites detalhados e muito animados, e a sua banda sonora energética e sempre presente, transportam-nos para a era da NES e preparam-nos para uma aventura que é tão moderna como clássica. A estória mantém a simplicidade do género, colocando-nos no papel de Flame, uma jovem capaz de controlar Paladin, um Mecha, para combater uma estranha invasão de armas alienígenas. A ação divide-se por 17 níveis, cada um com o seu vilão principal, e a narrativa é contada por trechos de estória que relembram Ninja Gaiden e o estilo visual da série Lupin The III. Uma mistura peculiar, mas que dá ao jogo uma identidade muito própria.
Como um título de ação e plataformas, Panzer Paladin simplifica o design dos níveis e segue o modelo do género quase à risca. Os níveis são compostos por duas fases, com um checkpoint no meio, vários inimigos e saltos desafiantes, e a ocasional aposta na exploração, na descoberta de segredos e numa maior verticalidade. A sua aposta na simplicidade é acertada, mas existe um desequilíbrio na longevidade dos níveis, que nunca é satisfatória. Se alguns trechos são curtos, outros parecem não ter fim, dando assim origem a uma experiência que é, ao contrário de outros títulos do género, pouco equilibrada. A dificuldade não consegue esconder esta falha, mas enaltece-la quando estica quase artificialmente alguns dos momentos mais complexos do jogo, obrigando os jogadores a regressar aos pontos de gravação. Mais dificuldade, menos frustração.
À primeira vista, a jogabilidade parece ser quase idêntica a jogos como Castlevania e Mega Man, com a sua aposta no combate e em sequências de plataformas, mas aTribute Games decidiu dar uma maior profundidade às mecânicas e apresenta algumas novidades que tornam Panzer Paladin numa experiência refrescante. Apesar do foco continuar a ser o mesmo – um botão de salto e outro de ataque –, a nossa heroína é muito mais versátil e é acompanhada por um leque de movimentos e de opções de combate que exponenciam a estrutura do jogo.
Panzer Paladin foca-se na utilização constante de armas. Ao longo dos níveis, encontramos novas espadas, machados e lanças que podemos usar em combate. O nosso Mecha não só é capaz de utilizar todo o tipo de armamento, como pode atirá-los, atacar para cima e para baixo (relembrando Shovel Knight), e ainda aceder ao poder inerente de cada arma, desbloqueando uma nova habilidade temporária, desde o poder de cura até a um escudo de defesa. Para aceder a estas habilidades, no entanto, temos de as destruir para sempre. Esta opção não afeta a experiência do jogo e encontramos tantas armas espalhadas pelos níveis que a sua durabilidade nunca é um problema – a não ser que não se prepararem para as batalhas contra os bosses. Antes pelo contrário, motiva-nos a mudar constante de armamento para enfrentarmos os vários desafios com novas abordagens. É uma adição simples, mas que injeta alguma profundidade ao sistema de combate.
As armas são o foco dentro e fora dos níveis. Ao recolhermos armas, num total de cinco em combate, temos acesso a um menu de armazenamento que nos permite escolher quais as que queremos utilizar. Mas não só. Para além das vantagens em combate, as armas podem ser utilizadas para evoluir a energia do nosso Paladin. Para tal, é preciso sacrificar as armas que não queremos até atingirmos um número fixo de pontos, desbloqueando assim mais pontos de vida para o Mecha. Mais uma pequena adição inocente que acaba por dar a ilusão de profundidade ao jogo.
A aposta no desafio é bem-vinda, mas Panzer Paladin apresenta alguns problemas de equilíbrio. As suas ideias são boas, inspirando-se em The Legend of Zelda II: Link’s Adventure para construir os seus duelos – onde temos de utilizar o nosso escudo para evitar ataques e explorar os pontos fracos dos nossos adversários –, mas não há uma grande sensação de desafio nos níveis ou nos confrontos contra os bosses. Os padrões são muito básicos e fáceis de dominar, e é possível utilizar certas armas para obliterar grande parte dos vilões. Mesmo que sejamos derrotados uma vez, a verdade é que a tentativa seguinte perde a sua intensidade rapidamente.
Por sua vez, os níveis são os verdadeiros desafios do jogo, especialmente as sequências de plataformas, onde Flame e o seu Paladin não são tão fáceis de controlar como deviam. Os saltos têm um arco muito curto e parece que falta impulso à sua deslocação, dando origem a vários momentos frustrantes. Destaco ainda a possibilidade de podermos sair do Panzer e jogarmos como Flame, uma clara influência da série Blaster Master, que tem os seus próprios trechos de combate e plataformas.
Infelizmente, a Tribute Games não teve imaginação para injetar alguma personalidade a estas sequências, tal como os mais recentes Blaster Master, e acabamos por ter as mesmas mecânicas e desafios, só que com uma personagem menos resistente. Panzer Paladin é um bom jogo de ação e plataformas… mas é igualmente frustrante. Nos melhores momentos, parece ser um clássico perdido da NES, com um bom design de níveis e uma aposta interessante na utilização de vários tipos de armas. Por outro, apresenta mecânicas a mais, que mal utiliza, e uma dificuldade inconsistente, especialmente nos confrontos contra bosses.
No final do dia, Panzer Paladin é um bom jogo, perfeito para os amantes do género e um destaque para este verão atípico. Só lhe faltou ser espetacular.
Plataformas: PC e Nintendo Switch Este jogo (versão Nintendo Switch) foi cedido para análise pela Tribute Games.
Enquanto os fãs esperam e desesperam por um novo jogo focado nas missões de Sam Fisher, as suas aventuras vão acontecer fora das mãos dos jogadores. A Netflix e a Ubisoftrevelaram que estão a trabalhar em conjunto para trazer Splinter Cell do limbo, numa adaptação em série animada para a gigante de streaming.
Com pelo menos duas temporadas garantidas, com um total de 16 episódios, Splinter Cell conta também com nomes de peso já associados, em particular Derek Kolstad, guionista de John Wick, que irá supervisionar este projeto. Outros detalhes são desconhecidos, deixando-nos apenas com questões sobre o que é que a série vai adaptar, se um dos jogos em particular ou algo completamente novo.
A série de jogos original da Ubisoft é baseada nas novelas de Tom Clancy e acompanha as missões de Sam Fisher, um ex-militar Navy SEAL que é, agora, um agente secreto da NSA.
A Netflix junta, assim, mais um “jogo” ao seu catálogo. De Dragon’s Dogma, passando por Castlevania e The Witcher (ainda que este seja mais adaptado dos livros do que de um jogo), a gigante do streaming parece querer ser o complemento perfeito para os fãs de videojogos, levando as histórias dos jogos até novos públicos e expandido os seus universos.
Actualização: A 343 Industries confirmou as fugas de informação. Numa partilha no Twitter, sem se alastrar em detalhes foi confirmado que o multijogador de Halo Infinite será free-to-play e que na Xbox Series X poderá ser jogado até 120fps. Na mesma partilha a 343 Industries promete novos detalhes em breve.
Artigo Original: Para já não está confirmado, mas uma fuga de informação num revendedor irlandês e britânico revelou novos detalhes muito interessantes sobre o próximo capítulo da saga Halo.
As informações foram apagadas e guardadas em cache, aqui, mas, muito resumidamente, dão conta de que Halo Infinite terá um modo multijogador gratuito que tirará partido das capacidades especiais da Xbox Series X, tornando-a no melhor sítio para jogar Halo Infinite.
Obviamente, a Microsoft ainda não confirmou, mas, se acontecer, o multijogador de Halo Infinite será gratuito (não contando com a possível subscrição Xbox Live Gold necessária) num modelo free-to-play, à semelhança de um Fortnite ou Call of Duty: Warzone, com passes de temporada e desafios únicos.
As novas informações dão conta de que o multijogador terá novas opções de personalização, novas na série, e que, na Xbox Series X, será possível jogar a 120fps com tempos de carregamento menores.
Além destas informações ainda não oficiais, há rumores que dão conta de modos battle-royale no jogo, apesar de os produtores negarem tal aposta em forma de brincadeiras, dizendo no passado que o “único BR (battle royale) em Halo é a Battle Riffle”.
Portanto, será uma questão de tempo até sabermos tudo sobre o multijogador que, recentemente, foi confirmado que não iria ter direito a uma fase beta.
Halo Infinite chega ao PC, Xbox One e Xbox Series X no final deste ano.
Abriu hoje ao público o World of Wine, um projeto que celebra a histórica indústria do Vinho do Porto.
O objetivo deste projeto, assinado pela Broadway Malyan e desenvolvido durante seis anos, era não só criar uma atração de classe mundial nas históricas caves de Gaia, mas também, ao mesmo tempo, dar resposta à estratégia do Plano Municipal para atrair turismo para esta zona.
Localizado na encosta orientada sobre o rio Douro e com frente para a cidade do Porto, o World of Wine conta com uma área bruta de 55.000 m2 e contempla cinco áreas diferentes, incluindo a Wine Experience, Cork Experience, Porto Through the Ages, o Fashion & Design Museum e a área de History of Drinking Vessels, todas integradas num projeto que combina a recuperação das caves e edifícios históricos com novas formas arquitetónicas, desenvolvidas em torno de uma nova praça pública com vários restantes e lojas.
No local, existem seis museus, nove restaurantes (há um restaurante vegetariano, um de peixe e outros dedicados à gastronomia portuguesa) e cafés, um espaço de exposições e vários espaços para eventos.
O projeto inclui a reabilitação sensível da estrutura original de vários armazéns e a sustentabilidade, preservação do património histórico e os valores sociais foram os principais motores para a arquitetura do novo projeto.
Aliás, a reabilitação dos edifícios existentes inclui a substituição de vigas de madeira e a recuperação de paredes de granito utilizando uma pedra local, que foi também utilizada para os novos edifícios bem como para os pavimentos das zonas públicas.
Apesar de o acesso ao espaço ser totalmente livre, a entrada nos museus é paga, com os bilhetes a poderem ser adquiridos online ou no local.
Estas alterações entram em vigor a 1 de janeiro do próximo ano.
Desde há algum tempo que se fala em abolir as comissões do MB Way, uma app que, durante algum tempo, permitiu fazer transferências sem cobrar quaisquer taxas. Agora é mesmo oficial: a partir do primeiro dia de 2021, as comissões bancárias vão acabar… mas somente em operações de baixo valor.
A informação foi avançada pela agência Lusa, tendo em conta o que foi divulgado pelo deputado Miguel Matos (PS), que coordenou o Grupo de Trabalho das Comissões Bancárias na Comissão de Orçamento e Finanças (COF).
A legislação, que entrará em vigor a 1 de janeiro de 2021, diz que, no MB Way, foi aprovado o fim das comissões bancárias para “para determinadas operações de baixo valor”. São consideradas de baixo valor as operações até aos 30€.
Mas há mais. Para termos isenção de comissões, não podemos nem ultrapassar o limite mensal de 150€ em transferências, nem efetuar mais de 25 transferências por mês. Ou seja, tudo abaixo desses montantes/valores fica gratuito.
Acima disso, será aplicada uma taxa igual ao do regulamento de transferências da Comissão Europeia, na percentagem de 0,2% para cartões de débito e 0,3% para os cartões de crédito, segundo refere Miguel Matos.
Se esta é a vida de um mago, é melhor trazerem muito café.
Depois de Naruto e One Piece tentarem a sua sorte no mundo dos videojogos, chegou a vez de revisitarmos Fairy Tail e as suas guildas de magos num RPG que acaba de chegar à PS4. Com uma aposta em combates por turnos, um mundo verdejante e várias personagens icónicas do anime e manga, esta adaptação prometia dar aos fãs uma experiência substancial, mas aquilo que encontrei foi um RPG banal e pouco memorável.
Como se trata de uma adaptação de uma famosa série anime, a estória, assim dita a minha experiência, nunca é o foco principal. De facto, o padrão é tão consistente que Fairy Tail já fazia antever a sua falta de originalidade através dos trailers, mas o ponto de partida é, no entanto, curioso o suficiente. Depois de uma longa batalha, acontecimento que marcou o anime e o manga, os heróis de Fairy Tail acabam por dar um salto no futuro, reaparecendo sete anos depois. Com o tempo passado, a guilda perdeu o seu lugar no topo e o grupo, anteriormente conhecido como o mais famoso e importante da região de Fiore, regressou ao fundo do barril, praticamente esquecido. Para regressar ao topo, Natsu e companhia terão de concluir missões, subir de ranking e conquistar a fama que tanto ambicionaram, numa experiência que se foca primeiramente nas personagens.
Para os fãs, algumas interações serão deliciosas e expandirão o mundo da série, mas para quem não seguiu, durante anos, Fairy Tail, é impossível não ver a banalidade dos seus diálogos e a sua falta de criatividade narrativa, seguindo clichés indesculpáveis e momentos “narrativos” que pouco ou nada adicionam ao género. Infelizmente, fica a questão: se o jogo adapta uma boa parte dos arcos do manga, será que o problema está inerente à franquia ou trata-se apenas de uma má adaptação?
Antes de lançar as minhas críticas, quero apenas sublinhar que Fairy Tail não é um mau RPG, mas sim demasiado seguro. Na verdade, parece ser o equivalente a um trabalho mal copiado, onde as mecânicas, a estrutura e sistema de combate são roubados de outros jogos mais competentes, mas que, aqui, funcionam puramente pela sua simplicidade e falta de profundidade mecânica. Fairy Tail é, até certo ponto, um excelente RPG para quem nunca experimentou o género e uma rampa de lançamento, em especial, para os fãs da série. Se procuram, no entanto, uma experiência mais desafiante e profunda, não a irão encontrar aqui.
A campanha divide-se em vários episódios, que incluem capítulos separados, e foca-se, como disse anteriormente, na recuperação do ranking da guilda – e não só. Para tal, é necessário concluir missões, desde salvamentos à descoberta de itens específicos ou ao combate contra um número determinado de inimigos. Resumindo, Fairy Tail é composto, fora as suas missões de estória, por fetch quests, das mais básicas, desinteressantes e aborrecidas que podemos encontrar no género.
O jogo obriga-nos a visitar várias vezes as mesmas zonas e a lutar contra os mesmos inimigos até á exaustão. A Gust parece ter total consciência das suas limitações e identifica, quase com medo de perder a atenção dos jogadores, todas as localizações dos itens necessários ou dos inimigos que teremos de eliminar nos mapas para não existir espaço para exploração ou qualquer tipo de atividade secundária. Aceitem uma missão, transportem-se para o local certo, recolham o item e voltem à base: agora repitam até ao final da campanha.
Mas existem boas ideias em Fairy Tail e, num primeiro contacto, parece ser mais profundo do que é na realidade. Por exemplo, a evolução da guilda e das suas instalações. Remetidos a um barracão, a equipa tem de juntar não só pontos, como garantir a melhoria e o crescimento da sua base de operações. A evolução do laboratório, onde podemos criar novos Lacrima, do boletim e da loja de itens está associada a missões específicas e à descoberta de itens importantes, existindo ainda a possibilidade de melhorar a percentagem e probabilidade de recebermos pontos adicionais sempre que usamos estas três opções.
Infelizmente, a Gust não faz mais com a personalização da base, mesmo com o desbloqueio de novas lojas e zonas, relegando grande parte do processo a uma progressão automática. Mesmo com as diferenças estéticas e visuais, onde vemos as lojas a crescer, e a passagem para instalações maiores e mais detalhadas, faltam incentivos reais à sua utilização. Fairy Tail é um jogo estruturado para ser o mais simples e direto possível, onde todos os seus elementos estão numa harmonia perfeita e num sistema de causa-efeito do mais seguro possível: e mesmo assim falha. É uma pena.
O sistema de combate também não é muito surpreendente, mas apresenta os mesmos problemas que já descrevi. Os confrontos são por turnos, com um sistema de grelha que determina a posição de ataque de cada magia (pensem em Enchanted Arms) e Fairy Tail dá a possibilidade de termos uma equipa de quatro membros, onde podemos combinar magos com várias vantagens, desvantagens e habilidades únicas em combate. A nível mecânico, temos o tradicional botão de ataque – que raramente usei –, a opção de usarem magias, itens e uma opção de defesa. A Gust tenta exponenciar o sistema com várias opções, permitindo, à medida que evoluímos as personagens, um contra-ataque rápido, várias combinações – que estão associadas aos botões do comando –, poderes destrutivos e à possibilidade de despertarem as habilidades das personagens (Awakening), que vos dá acesso a um ataque ainda mais destrutivo.
Se são fãs do género, de certeza que já se aperceberam que as opções de combate são tudo menos inovadoras; e não o precisavam de ser. No entanto, Fairy Tail insiste em ser previsível, eliminando grande parte do desafio e relegando a ação para combates ora lentos ora aborrecidos. O desafio é quase nulo e existem habilidades – especialmente se explorarem os pontos fracos dos inimigos – que destroem por completo todos os monstros e magos rivais que se atravessem no vosso caminho. As magias são tão fortes que, tal como mencionei, o botão de ataque é quase descartável, não justificando o seu baixo nível de dano. Devo, no entanto, reforçar que aprecio a presença de um número extenso de personagens na equipa, pois encurtam o tempo das batalhas. Infelizmente, isto é um elemento positivo.
A evolução das personagens também é um passo à frente e dois atrás. Ao contrário da maioria dos jogos do género, Fairy Tail despede-se dos equipamentos, das armas e armaduras, e assume um sistema de Lacrima. Estes cristais, que podem ser criados no laboratório, têm vários níveis de efetividade e adicionam novos elementos às personagens. Funcionam como acessórios, por exemplo, onde podem adicionar uma maior resistência a veneno, ataques elementais ou aumentar a percentagem de dano, defesa ou velocidade das personagens. É simples, mas muito funcional. Fora este elemento incomum, o jogo aposta na tradicional evolução por níveis, que aumentam os atributos das personagens e desbloqueiam novas habilidades. Têm também um sistema de ranking para as personagens, que dá acesso a mais atributos e vantagens, juntamente com missões que aumentam o nível de afinidade entre os membros da guilda. É tudo, como podem prever, muito básico, mas, neste campo, Fairy Tail não precisava de surpreender e a sua jogada segura foi a mais acertada.
A nível visual, Fairy Tail não convence, mas mantém um registo muito próximo do anime, com cores fortes e muito vivas, e modelos expressivos, ainda que apenas nas sequências de vídeo. De resto, é um mundo estático, muito repetitivo e com NPCs que se clonam a cada nova esquina, com um design pouco surpreendente. Os menus e UI também não são apelativos e acabam por se tornar, muito pela sua nomenclatura, confusos. O mesmo pode ser dito da banda sonora, que utiliza as mesmas composições até à exaustão. Este parece ser um RPG de baixo orçamento com um preço que não justifica a sua falta de qualidade.
Fairy Tail é um título apenas para os fãs da série ou para jogadores que procurem um RPG mais simples e sem a complexidade inerente do género. É um projeto seguro, muito assente na repetição e nos conteúdos sem imaginação, mas que funciona perfeitamente dentro do que procura fazer. É mediano, não se destaca, mas fora alguns slowdowns, a rigidez das personagens e a falta de criatividade dos cenários, a verdade é que funciona sem grandes percalços. E este é o maior elogio que lhe posso tecer: funciona.
Plataforma: PC, PlayStation 4 e Nintendo Switch Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pelaKoei Tecmo.
Cada saco custa apenas 1€. 50% desse valor reverte para a Associação Portuguesa dos Bombeiros Voluntários (APBV).
A Missão Continente desenvolveu um saco de compras solidário cujas vendas reverterão para a Associação Portuguesa de Bombeiros Voluntários (APBV) para a compra de Desfibrilhadores Automáticos Externos (DAE). Estes sacos solidários estarão disponíveis a partir de amanhã, 1 de agosto, em todas as 41 lojas Continente de norte a sul do país.
Cada saco custa apenas 1€, sendo que 50% desse valor reverte para a APBV. Não é que precisamos de explicar o porquê desta ajuda aos bombeiros voluntários, mas a verdade é que não só estiveram na linha da frente no combate à COVID-19, como são os principais combatentes dos incêndios de verão.
Com as mensagens “Este saco tem uma Missão” e “Para grandes causas, grandes missões”, os sacos reutilizáveis e recicláveis, de ráfia, incluem uma etiqueta onde se explica que a APBV, desde 2005, em parceria com várias entidades, ajudam a proteger centenas de bombeiros, atribuindo equipamentos de proteção individual para as missões que estes, diariamente, enfrentam, salvando vidas e defendendo o nosso património.
A equipa da Missão Continente prevê lançar mais edições especiais de sacos solidários e sustentáveis, até ao final do ano, para ajudar outras instituições de apoio social.
Ainda esta semana demos novidades da Häagen-Dazs, nomeadamente sobre o facto da marca estar agora a apostar em bebidas feitas à base de café frio. Pois bem, temos mais para partilhar.
É desde ontem, dia 30 de julho, que as lojas Häagen-Dazs estão disponíveis oficialmente no Uber Eats. Quer isto dizer que, agora, pode não só receber os deliciosos gelados da marca, mas também crepes, gaufres, cookies e brownies.
Portanto, podem agora receber em casa as várias embalagens (pints de 460ml) de gelado disponíveis, como Belgian Chocolate, Dulce de Leche, Pralines & Cream, Macadamia Nut Brittle, Cookies & Cream, Brownie Machiato, Vanilla, Strawberry Cheesecake, Strawberry & Cream, Mango Raspberry, Lemon & Mandarin, White Peach & Raspberry, Mango Sorbet e Raspberry Sorbet.
Claro, utilizando a Uber Eats vão sempre acabar por pagar mais. Por exemplo, enquanto que, no Continente, um pint custa 6,79€, os preços apresentados na app são de 8,50€… sem contar com taxa de entrega. Mas é perfeitamente normal isto acontecer.
Se pretenderem, têm ainda menus disponíveis onde são combinados vários produtos. Por exemplo, dois crepes/gaufres/cookies/brownies juntamente com um pint e dois toppings fica por 15€.
Basta agora somente averiguarem se estão no raio de alcance das lojas no Algarve (Marina de Vilamoura e Praia da Rocha), Lisboa (Centro Vasco da Gama, Centro Colombo e CascaiShopping) e Porto (Arrábida Shopping, Mar Shopping Matosinhos, Norte Shopping e Rua das Flores).
Sabe-se também que, de 1 a 9 de agosto, a taxa de entrega será grátis para compras superiores a 10€.
De resto, e caso nunca tenham utilizado a Uber Eats antes, usem o nosso código eats-cwyhis e terão um desconto de 10€ na vossa primeira encomenda, desde que seja de valor igual ou superior a 15€ (sem contar com a taxa de entrega).
Já se esperava. Após terem reagendado a digressão europeia devido à pandemia de COVID-19, a banda norte-americana Machine Head anunciou esta manhã o cancelamento das digressões europeia e australiana.
No que toca a Portugal, os concertos, inicialmente agendados para abril deste ano, tinham sido adiados para outubro, mas ficam agora sem efeito.
A promotora House of Fun partilhou no Facebook o comunicado oficial da banda, onde o guitarrista e vocalista Robb Flynn explica que, com a situação atual, tinham tomado a responsável decisão de cancelar em definitivo a tour. Com os espaços a funcionar a conta gotas ou sem poderem receber cidadãos dos Estados Unidos, esta é uma decisão que tem afetado imensa gente e, consequentemente, causado imensos prejuízos.
Resta agora, portanto, tratar do reembolso. Para quem adquiriu bilhete para o concerto de Lisboa ou Porto dos Machine Head, saibam que poderão pedir o reembolso a partir da próxima segunda-feira, dia 3 de agosto, no respetivo ponto de venda.