Análise – Metamorphosis

O mundo está entregue aos bichos!

Metamorphosis

Como adaptar a obra de Franz Kafka aos videojogos? Como pegar nos elementos surreais, absurdistas, nas críticas mordazes e transpô-las para um produto capaz de chegar às massas? A adaptação direta talvez seja impossível, mas a Ovid Works tentou um caminho diferente, algo original, mas sempre próximo do autor e interligou duas das suas estórias mais famosas, O Processo e A Metamorfose, para criar uma nova experiência. O resultado final nem sempre é fascinante, perdendo alguma da carga dramática dos textos originais – especialmente a burocracia labiríntica do tormento de Joseph K. –, mas o humor e o surrealismo leva-nos numa viagem curta, mas igualmente divertida numa nova reinterpretação do que é ser, na verdade, um inseto.

Metamorphosis é um jogo de plataformas na primeira pessoa com um foco muito suave na resolução de puzzles. De facto, a Ovid Works preocupou-se mais em interligar as estórias e em dar um mundo repleto de humor aos jogadores do que a criar desafios reais, limitando – e muito – a exploração a uma mão cheia de locais e relegando a campanha a uma sucessão de puzzles de navegação que aproveitam, felizmente, a perspetiva e as habilidades de Gregor Samsa enquanto inseto. A campanha não é longa, antes pelo contrário, mas tem uma longevidade aceitável e satisfatória para a estória que quer contar, levando Gregor numa viagem pelo mundo da burocracia à medida que tenta encontrar uma forma de recuperar a sua forma humana.

A experiência mantém-se simples até ao seu final abrupto, mas é funcional. Como Gregor, temos de navegar por cenários repletos de caminhos alternativos em busca de um objetivo sempre visível, existindo a possibilidade de explorarmos à medida que descobrimos novas missões secundárias e conhecemos melhor o mundo de Metamorphosis. A navegação é intuitiva, nunca se torna confusa, até mesmo quando nos encontramos de patas para o ar, e a Ovid Works foi inteligente em limitar as mecânicas do jogo ao essencial, criando assim uma experiência mais próxima do género de plataformas – sem excessos – sem perder o seu foco na narrativa. Para além da deslocação, Gregor pode utilizar cola, doce e tinta para aderir às superfícies e navegar sem medos. Fica o aviso que a sua duração é limitada, mas nunca frustrante.

Metamorphosis

A aposta no surrealismo e no absurdismo dá a Metamorphosis um lado mais psicótico, de sonho atribulado, onde nunca conseguimos distinguir o real do irreal. Como Gregor, vemos tudo da perspetiva de um inseto, com o mundo a expandir-se para lá da nossa pequenez e a levar-nos por cenários compostos por zonas mundanas, como a secretária de um advogado, um projetor abandonado ou os canos do quarto do nosso protagonista. As cores ajudam a cimentar este lado mais febril, em tons de roxo e verde, e há uma sensação de estranheza à medida que avançamos pelo seu mundo e descobrimos outros insetos em busca de liberdade. Há a criação de um mundo coeso, mesmo dentro do ridículo, e percebemos como funciona e quais as metáforas que o representam. A burocracia é quase desconstruída e levada ao extremo à medida que as duas estórias se fundem e revelam o quanto Gregor e Joseph K. estão presos numa máquina sem fim. Até certo ponto, Metamorphosis parece ter saído da mente de Terry Gilliam, e este é o elogio mais sincero que lhe posso dar.

Não estava à espera de uma adaptação próxima do livro, mas fui surpreendido por esta junção interessante entre A Metamorfose e O Processo. Nesta versão, Gregor Samsa e Joseph K. são amigos de longa data, ambos presos ao sistema judicial e burocrático numa tentativa de descobrirem o porquê do seu destino cruel. Gregor não sabe porque se transformou em inseto e Joseph, tal como no livro, não consegue descobrir o crime que cometeu. As duas estórias vão-se cruzando ao longo da campanha e, devo admitir, que não gostei de algumas interpretações livres da Ovid Works. Sem querer entrar em pormenores, senti que a magia estava no invulgar, na ausência de respostas ou de uma ideia clara do que se passava em ambos os mundos, mas em Metamorphosis temos uma leitura – que poderá ser real ou não – sobre ambos os acontecimentos, um como e um porquê, que prejudicou o final do jogo.

Apesar de apreciar a duração da campanha, que nunca se tornou aborrecida ou cansativa, não consigo gostar da sua conclusão abrupta. Depois de um pico emocional, onde temos uma escolha narrativa que determina qual o final que nos espera, somos levados quase de mão dada para uma conclusão que é pouco satisfatória: o jogo simplesmente termina. Será este o final mais Kafkiano possível? Talvez. É um bom argumento a favor do seu absurdismo, mas sinto que falta algo. Não queria respostas, mas sim mais cuidado narrativo ou até de direção, ideias fortes que exponenciassem os temas de ambos os livros – qualquer coisa mais arriscada. Mas nada. Não vão encontrar um soco no estômago como em O Processo, nem tão próximo.

Metamorphosis

Os problemas técnicos também prejudicam a experiência, apesar de não serem muito graves. Na PS4, o jogo corre com alguns slowdowns e uma resolução baixa, com as texturas a misturarem-se devido à sua baixa qualidade e às cores utilizadas. Encontrei vários bugs – desculpem a piada fácil – e deparei-me com modelos desinteressantes, pouco imaginativos e limitados em termos de animação. É um jogo muito estático, mas existem momentos, como o voo dos certificados, que demonstram uma certa sensibilidade visual por parte da Ovid Works. É uma experiência curta, de uma equipa pequena e que vive da sua direção de arte e dos momentos surreais. Fica apenas o aviso que não surpreende a nível do desempenho. No entanto, gostei das interpretações dos atores e dos diálogos em si, relembrando sempre o lado mais mordaz de Kafka e um humor mais sarcástico e ácido.

Metamorphosis não é um jogo que fique na memória, mas é perfeito para os fãs de experiências únicas e de aventuras na primeira pessoa. Se procuram algo diferente, com uma campanha curta, mas banhada em humor e são fãs de Franz Kafka, esta adaptação poderá ser uma distração interessante. Os cenários são um dos destaques, especialmente a forma como transformam algo tão mundano em pequenos puzzles, e nunca deixa de ser divertido ver tudo da perspetiva de um inseto. Há muito para gostar em Metamorphosis – só lhe faltou um maior soco emocional.

Nota: Bom

Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch
Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela All in! Games.

Chegou ao mercado um iogurte que sabe a bola de Berlim com creme

O melhor é comprarem várias embalagens pois certamente que irão esgotar rapidamente.

OIKOS Bola de Berlim

Queriam tornar este Verão mais doce, mesmo sem irem à praia? Temos a solução. A Oikos, conhecida pelos seus iogurtes gregos, acaba de fazer chegar ao mercado o mais conhecido sabor das praias portuguesas. Sim, estamos mesmo a falar das incríveis e deliciosas bolas de Berlim com creme

Os novos iogurtes OIKOS Bola de Berlim trazem-nos uma combinação única da mais famosa especialidade do verão português com a incomparável textura e sabor do melhor iogurte grego.

E atenção: à semelhança dos amores de verão, esta é uma edição limitada e que vai deixar saudades já em setembro

Já podem adquirir estes OIKOS Bola de Berlim nos locais do costume, com cada embalagem com quatro unidades a custar 1,99€.

Ghost of Tsushima recebe modos multijogador com Legends

A inesperada expansão é gratuita e chega no final do ano.

Um dos melhores jogos do ano promete ficar ainda melhor. Ghost of Tsushima: Legends foi agora revelado, chega no final do ano e vai trazer modos multijogador.

Legends é uma experiência completamente nova, separada da campanha principal do jogo, que abraça o lado mais fantástico para levar os jogadores a mundos estranhos com criaturas e locais inspirados na mitologia do folclore japonês.

Esta experiência convida os jogadores a juntarem-se até três amigos, em missões de exploração e sobrevivência, com a possibilidade de poderem até escolher classes, como Samurai, Hunter, Ronin ou Assassino, cada uma com habilidades e vantagens únicas.

Legends oferece a possibilidade de jogar com mais um amigo, em sessões de dois, para missões de história com dificuldade crescente que requer sincronia das habilidades dos jogadores. Já com a equipa completa, a quatro, há ondas de inimigos em missões de sobrevivência.

Além destes dois modos, Legends vai introduzir mais tarde uma inesperada mecânica de Raid em multi-jogador, que promete enviar os jogadores para uma nova dimensão fantástica com novos desafios e missões para cumprir em coop.

A Sucker Punch promete novos detalhes desta expansão gratuita em breve, que incluirá também personalização, gestão de classes e muito mais.

Legends ainda não tem data, mas Ghost of Tsushima já pode ser jogado na PlayStation 4.

Douro River Taxi. Está de volta a travessia mais rápida entre o Porto e Vila Nova de Gaia

Das ruas históricas da baixa do Porto ao enérgico cais de Gaia, bastam apenas três minutos para cruzar as duas margens do rio Douro.

Douro River Taxi

Todos a bordo! O Douro River Taxi volta a levantar a âncora e convida a uma viagem rápida no embalo das Rabelas – as embarcações inspiradas nos antigos barcos Rabelos que, em tempos, transportavam as pipas carregadas de vinho do Porto.

Num ano voltado para a redescoberta de Portugal, esta é uma das experiências a juntar à check list obrigatória: uma travessia que permite desfrutar da vista única para alguns dos pontos mais icónicos da cidade, como a ponte D. Luís ou a Serra do Pilar. Disponível de sábado a segunda-feira, a cada 15 minutos das 12h às 20h, o Douro River Taxi tem a capacidade para 15 pessoas, com o valor de 3€ cada uma.

Esta é também uma opção para quem quer fazer uma visita às Caves Taylor’s ou ainda conhecer o recentemente inaugurado World of Wine – o novo quarteirão cultural localizado em Vila Nova de Gaia que reúne cinco museus, oito restaurantes e cafés e, em breve, uma escola de vinhos.

Mortal Shell vai ter direito a uma versão física

A Edição Digital chega já esta semana ao PC e consolas.

É já esta semana que os fãs de jogos de ação desafiantes vão poder acalmar a espera por um próximo jogo da From Software com a nova aposta da Cold Symmetry, Mortal Shell.

Com lançamento no PC, Xbox One e Playstation 4, este jogo de ação na terceira pessoa com combate corpo-a-corpo chega primeiro em formato digital, já amanhã, dia 18 de agosto, mas os mais pacientes vão poder adquirir o jogo em formato físico um pouco mais tarde.

A produtora revelou que a versão física de Mortal Shell vai ser lançada no dia 2 de outubro para as três plataformas existentes. Há alguns incentivos para adquirir esta versão, uma vez que inclui um poster do jogo e um livro de arte com imagens conceptuais e outros materiais de desenvolvimento do jogo, tudo por apenas 34,99€.

Contudo, a versão PC do jogo continuará a ser, de alguma forma, digital, uma vez que, além dos extras, traz um código de download do jogo na Epic Games Store ao invés do tradicional disco.

Há um novo Nintendo Indie World já amanhã

Pode ser visto pelas 17h no Youtube.

A Nintendo revelou que vai ter mais um segmento dedicado aos videojogos independentes para a Nintendo Switch já esta semana.

É um novo Indie World, com cerca de 20 minutos, que irá dar a conhecer novidades sobre novos jogos de estúdios independentes que estão a caminho da Nintendo Switch, mas que podem também surgir noutras plataformas. Ou seja, vale sempre a pena espreitar, quer sejam jogadores de Nintendo Switch ou não.

A transmissão deste Nintendo Indie World pode ser vista, como sempre, no YouTube, num dos canais regionais oficiais (ou aqui neste artigo, em cima), a partir das 17h, horário de Lisboa.

Marvel’s Avengers prepara-se para receber heróis adicionais

Black Panther, Doctor Strange, Captain Marvel e muitos mais.

Marvel’s Avengers

Marvel’s Avengers só chega em setembro com apenas meia dúzia de heróis, mas os fãs da Marvel vão ficar contentes em saber que o futuro está aberto a mais personagens.

Até agora, sabemos que, por vias oficiais e depois do lançamento, Marvel’s Avengers vai receber Ant-Man, Hawkeye e, em exclusivo nas consolas da PlayStation, Spider-Man. Porém, uma investigação feita por jogadores e curiosos aos ficheiros da versão PC da Beta, que teve lugar este fim-de-semana, revela que há mais um conjunto de novas personagens a chegar ao jogo.

A informação foi partilhada no YouTube pelo utilizador Sanders Presents, tendo este revelado a lista completa de personagens que, por sua vez, aparecem sob o prefixo de “UnlockPlayableCharacter_”, podendo também querer dizer que podem já existir na versão final do jogo.

Entre os novos heróis, encontramos alguns nomes mais reconhecidos graças à popularidade do Universo Cinemático da Marvel, como Black Panther, Doctor Strange, Captain Marvel, e outros que ainda não tiveram a sua versão de carne e osso, como Kate Bishop ou She-Hulk.

Podem conhecer a lista completa de heróis mencionados no vídeo aqui em cima:

  • Ant-Man
  • Black Panther
  • Captain Marvel
  • Captain America
  • Doctor Strange
  • Falcon
  • Hawkeye
  • Hulk
  • Hulkbuster
  • Iron-Man
  • Kamala
  • Kate Bishop
  • Mar-Vell
  • Mockingbird
  • Quake
  • Scarlet Witch
  • She-Hulk
  • Thor
  • Vision
  • War Machine
  • Wasp
  • Black Widow
  • Winter Soldier

Marvel’s Avengers chega no dia 4 de setembro ao PC, PlayStation 4 e Xbox One e vai ter uma última beta aberta a todos os jogadores a partir do dia 21 de agosto.

A M-Box promete ser a solução ideal para quem quer realizar eventos virtuais

Há que ser criativo em tempo de pandemia.

M-BOX

A Maze FX, uma das maiores empresas do mundo de conteúdos e inovação para eventos virtuais, em conjunto com a portuguesa LineUp, acaba de lançar o primeiro pacote de ferramentas que une tecnologias e efeitos visuais, assegurando tudo o que é necessário para a criação de eventos virtuais de nova geração. Apresentam, assim, a M-Box, recém chegada ao mercado.

Já disponível no Brasil e em Portugal, a M-Box é a solução que permite criar qualquer cenário e realidade, com uma qualidade de imagem como nunca, para qualquer empresa que se queira posicionar com eventos virtuais de destaque e que proporcionem verdadeiras experiências ao utilizador, numa era de pandemia que desafia a uma reivenção das marcas.

Este novo produto encontra-se disponível para todo o tipo de eventos virtuais, desde eventos corporate, ativação de marca, lançamentos, mas também espetáculos e exposições, tornando-se possível através da equipa especializada da Maze FX.

Análise – Huawei Y6P

Um smartphone acessível e fácil, mas com demasiadas limitações para se recomendar.

Huawei Y6P

Começo este texto por dizer que, nos últimos três meses, tive na minha mão três telemóveis de marcas diferentes e com sistemas operativos diferentes. Com o “meu velho” iPhone 6 na mão e ao qual já estou mais do que habituado, um Oppo Find X2 Lite e, agora, o Huawei Y6P.

Os três smartphones são muito distintos. Enquanto saiba que o meu smartphone base possa estar algo desatualizado, o Oppo Find X2 Lite é um dos topos de gama da marca chinesa. Assim sendo, foi um pouco complicado partir para uma análise de um modelo de gama mais baixa sem fazer comparações.

Porém, tentei fazê-lo ao máximo sem qualquer preconceito. O Huawei Y6P tinha potencial para ser um excelente smartphone para quem não está habituado a estas andanças, mas não o é. Vamos por partes.

Falta de Aplicações na Huawei App Gallery

Os problemas no setor tecnológico entre a China e os Estados Unidos da América são conhecidos de quase todos e isto tem sido um desafio para a Huawei. Este modelo não conta com a Google Play Store, uma das maiores lojas de aplicações do mundo a par da App Store, e usar um smartphone sem acesso a essa plataforma é como viver num mundo onde a gigante norte-americana não existe.

Huawei Y6P

Até aqui, nunca me tinha apercebido do quão dependente estamos dos serviços da Google. Quer seja do próprio Gmail, do Mapas, da Drive ou de qualquer, serviços estes que costumam vir pré-instalados em qualquer smartphone Android. Mas não é o que acontece por causa da “guerra tecnológica” entre as duas potências. Até do YouTube, que muitas vezes me esqueço que é da Google, senti falta.

Alternativa da Huawei? A AppGallery. Já disponível há bastante tempo em vários smartphones, só recentemente é que se tornou a loja primária dos modelos da marca chinesa, muito por causa da situação com os Estados Unidos da América.

A loja tem vindo a crescer e já conta com várias apps portuguesas, como o MB Way, Sapo ou RTP Notícias. Mas, não chega. Faltam as “gigantes”. Não há forma normal de instalar, por exemplo, o Facebook, Twitter ou Instagram, com a loja a remeter-nos para a página browser do serviço. Na prática, é possível usar todas as apps através do browser, mas nunca é a mesma coisa, parecendo sempre algo arcaico.

Como alternativa, podes instalar a Aptoide, que pode servir como loja de aplicações principais e, dessa forma, instalas tudo o que te falta. Ainda assim, é um ponto negativo. Porquê? Sendo um modelo de gama baixa, seria, por exemplo, apropriado para pessoas mais velhas ou aquelas que não gostam de telemóveis com muitas funcionalidades. No entanto, para quem é leigo nestas andanças, não ter as principais aplicações disponíveis na loja oficial é um desafio que não devia existir. E não estou a atirar culpas, atenção. Mas quer-se um telemóvel simples e, este modelo, com todos estes passos extra, não o é.

Ainda assim, apesar destes desafios, pode ser um bom telemóvel para quem quer um equipamento extra para o trabalho e não pretende gastar muito dinheiro. Pessoalmente não o utilizaria como smartphone principal, mas também porque gosto de outros atrativos que este telemóvel não tem.

Desempenho

Esta secção é, para mim, uma das mais importantes para a escolha de um novo telemóvel. O Huawei Y6P vem com um processador MediaTek Helio P22 e nunca tinha experimentado este tipo de processador. Não consigo ter uma opinião clara sobre ele. Porquê? Muitas vezes, notei que o telemóvel era demasiado lento a navegar entre as aplicações, mas, dentro das aplicações, até é fluído e consegues navegar bem. Acho que para a faixa de preços não está mau, mas poderia ser melhor. Honestamente, creio que vale mais a pena dar um pouco mais de dinheiro e comprar um telemóvel com melhor desempenho. Este modelo vem também com 4GB de RAM e com 64GB de armazenamento inteerno e tudo corresponde dentro do que é pedido neste departamento da capacidade.

Design

Este modelo da marca chinesa está disponível em três cores distintas e calhou-me a versão verde. Confesso que teria preferido a versão em preto clássico, mas há gostos para todos e é bom haver mais do que duas cores.

Huawei Y6P

Ao contrário de muitos dos modelos recentes, o telemóvel não é demasiado grande e tem 159,07 mm de altura, o que é basicamente o tamanho de uma mão “normal”. Em termos de peso, o telemóvel acaba por ficar um pouco pesado para a sua aparência, muito devido à bateria, mas não em demasia. É agradável de andar com ele na mão e muito fácil de manusear, sendo este um dos poucos pontos positivos.

Em termos de entradas, temos uma entrada USB Type-C e uma jack 3.5 mm que são ótimas para carregar o telemóvel e ouvir música ao mesmo tempo. Do lado direito estão os botões normais para desbloquear o Huawei Y6p e aumentar ou diminuir o som. Já do outro lado está uma entrada que permite aumentares o armazenamento deste dispositivo. Mais um ponto positivo.

O Touch ID está na parte traseira do telemóvel e funciona bem na maioria das vezes. Ainda assim, aconteceu-me muitas vezes desbloquear sem querer o telemóvel por andar com ele na mão e involuntariamente colocar a mão no sensor na parte traseira.

O Face ID, por sua vez, não é o melhor e precisa de algumas melhorias. No escuro, por exemplo, não reconhece facilmente a nossa cara, nem se estivermos a utilizar óculos de sol. Ainda assim, tenho quase a certeza que estas questões vão ser melhor trabalhadas em outros modelos da marca chinesa.

Câmaras Fotográficas

Também na parte traseira estão as câmaras fotográficas. Ao todo temos três, um pouco como a maioria dos modelos mais recentes.

O Huawei Y6P vem, então, com a câmara principal de 13MP, uma segunda câmara grande angular de 5MP e ainda uma câmara de 2MP para captar cenários com grande angular. Na frente, está uma câmara de 8MP. Para este modelo acho que não se poderia pedir outra coisa, porque na verdade estamos a falar de um telemóvel relativamente barato para o mercado atual. Ainda assim, as câmaras traseiras não satisfazem.

Fico mais satisfeito com um modelo mais antigo de iPhone ou qualquer outro telemóvel recente com Android. Isto diz muito da qualidade das câmaras. Fiz várias tentativas com bom iluminação e não fiquei contente com o resultado, com as fotos a ficarem com pouca qualidade.

Ainda assim, nem tudo é mau. A câmara frontal permite selfies minimamente satisfatórias e as outras câmaras contam com algoritimos avançados para embelezar a imagem, tal como é costume nos smartphones da marca chinesa.

huawei y6p review echo boomer 3

A bateria e o Rádio FM são os pontos positivos

Mas nem tudo é mau, atenção. Sei apontar os principais problemas deste modelo, sim, mas também as suas principais virtudes. A bateria é uma delas. O Huwaei Y6P vem equipado com uma bateria massiva de 5.000 mAH que, segundo a marca, dá para 20 horas de navegação na Internet, 32 horas de vídeos e 36h de chamadas. Não fiz tanto tempo de chamadas, como podem calcular, mas no resto comprovo. A bateria é o grande ponto positivo deste telemóvel, apresentando uma capacidade superior a muitos modelos desta gama. Além disso, o telemóvel pode ser utilizado para carregar um outro telemóvel sem grandes complicações.

Mas os pontos positivos não ficam por aqui. Haver uma aplicação nativa para Rádio FM fez-me lembrar os telemóveis antigos e deixou-me um pouco nostálgico, confesso. Não abusei desta aplicação, tendo em conta que já me habituei a ouvir rádio através de outras vias, mas é sempre bom saber que ela está lá.

Em suma, o Huawei Y6P poderia ser um telemóvel relativamente bom para esta gama de preços, mas não o é. Poderia ser um telemóvel para quem não está habituado ainda aos smartphones, mas não o é. Há algumas falhas que não me permitem recomendá-lo. Não trocava o meu iPhone 6 (já com três anos na minha posse) por este modelo e acho que isso diz muito.

Nota: Satisfatorio

Este dispositivo foi cedido para análise pela Huawei Portugal.

Análise – Microsoft Flight Simulator

Até o tempo voa.

Microsoft Flight Simulator

Uma das novas apostas da Microsoft, ou melhor, dos Xbox Games Studios, é um exclusivo para PC (pelo menos por enquanto), tendo o objetivo de revitalizar a longa série de simuladores de aeronáutica, que já existia muito antes de termos simuladores de tudo.

Mais focado no realismo puro e duro, temos então Microsoft Flight Simulator, naquele que promete ser o mais ambicioso que a série alguma vez já viu e que se mostra como tal até para quem nunca jogou um título anterior.

Sempre tive um enorme fascínio por aviões. Na realidade por qualquer veículo que voasse, fosse ele real ou de ficção científica, e, durante muito tempo na minha infância, eu tinha um sonho: andar de avião. Durante esse mesmo período fiz coleções, montei inúmeros modelos da Revell, aprendi mais sobre aviões do que sobre Pokémon e, eventualmente, o sonho evoluiu para “pilotar um avião”, mas eventualmente percebi que as minhas competências físicas e académicas não estavam muito para aí viradas.

Jogar Microsoft Flight Simulator em 2020 foi um pouco nostálgico em certos aspetos. Por um lado, despertou de novo o meu interesse na aviação, que esteve anos adormecido; por outro lembra-me dos pesadelos de experimentar as demos de títulos anteriores, vindas em discos da revista Mundo do CD-ROM, onde não sabia como raio levantar voo.

Desenvolvido pela produtora francesa Asobo, que recentemente nos trouxe algo completamente diferente em A Plague Tale, esta nova aposta pode parecer bastante intimidante. Aqui, temos a possibilidade de interagir com os aviões e o ambiente à nossa volta de uma forma que podemos fazer um completo role-play de capitão de um Boeing 747, com uma variedade de ações que nos levam à observação da pista, tráfego, condições atmosféricas, gestão e manuseamento de mil e um botões no cockpit e até fazer pequenas chamadas para as torres de controlo, muito antes de metermos o nosso veículo com asas a trabalhar.

Felizmente para os fãs mais hardcore, a Asobo parece ter-se dedicado a 1000% em todas as possibilidades e atividades que um piloto tem diante dos seus olhos e das suas mãos quando se senta na cadeira de avião. Já para os mais novatos e curiosos, a produtora fez também um excelente trabalho em tornar tudo tão simples ao ponto de podermos voar num registo quase mais “arcade”, com diferentes níveis de dificuldade por escolher e uma incontável lista de parâmetros de assistência que podem ser ativos e desativados, de acordo com a forma como queremos experimentar Microsoft Flight Simulator.

Experiência é a palavra chave em Microsoft Flight Simulator, até porque este “jogo” não se joga. Há objetivos, há missões, há até tabelas de pontuação, mas o objetivo não é sair vencedor ou passar de nível através dos objetivos propostos. É, sim, aprender, relaxar e depois explorar.

Não esperava outra coisa e, confesso, não sou muito fã de jogos que me levem pelas mãos, mas foi extremamente reconfortante encontrar um tutorial extenso, dividido por lições, que nos oferece as bases de condução e navegação pelo jogo. Alguns bugs de parte (como por exemplo objetivos propostos que não apareciam logo na primeira missão), o tutorial de Microsoft Flight Simulator não é extenso ao ponto de tirarmos a carta de avião, mas é suficiente para podermos desfrutar da experiência que nos aguarda nas missões de viagem, de aterrar em condições complicadas e de exploração.

Com o mundo inteiro à nossa espera (literalmente), com todos os aeroportos do mundo, onde quase meia centena está recriada à mão, não há barreiras nem limites por onde podemos viajar. Ambicioso na teórica, mas extremamente exequível na prática, viajar por Microsoft Flight Simulator é, no fundo, como usar um serviço tipo Google Earth, marcando pontos de interesse e passagens por alguns dos locais mais exóticos da Terra, que podemos viajar em tempo real, com condições atmosféricas reais (aproximadas de acordo com a atualização dos servidores) e com trafego aéreo real.

Esta ambição é fantástica quando podemos viajar por alguns dos locais mais belos do mundo, onde, visto por cima, tudo tem uma beleza incontornável, e que para muitos de nós nunca poderá ser apreciada de outra maneira. Por outro, há alguns sacrifícios, com locais, incluindo capitais, onde o sistema de procedural resulta em aproximações visuais um pouco desapontantes. Por cada bela skyline detalhada de uma Nova Iorque, temos várias regiões, como Lisboa, com pontos de interesse substituídos por pontes genéricas e edifícios que não têm nada a ver com o seu paralelo real.

Mas estes defeitos não afetam tanto a experiência como estava à espera. Afinal de contas, a representação real que temos em serviços de mapas semelhantes também fica, por vezes, longe do real, e quando estamos dentro de um cockpit ou a voar a mais de 10 mil pés de altura, a imersão não quebra. E também porque muita da beleza do jogo encontra-se na geografia terrestre, colorida e detalhada com um enorme realismo, que ganha mil e uma dimensões diferentes dependendo do horário e condições atmosféricas dinâmicas. Contudo, há muitos locais mais exóticos que beneficiam por passagens bem mais rasantes onde até alguma fauna podemos ver a deambular em regiões abertas, ou aves a voar em bandos.

São também de destacar, obviamente, os belos visuais do jogo. Sendo extremamente realistas, produzem belíssimas paisagens, criam atmosfera e tensão e permitem-nos relaxar dentro dos aviões, muitíssimo bem reproduzidos até mesmo ao mais ínfimo detalhe. É um autêntico portento gráfico que nos responde facilmente porque é que Flight Simulator ainda não teve um lançamento para consolas, nomeadamente da geração atual com a Xbox One. Não seria, de todo, impossível, tendo em conta que o título corre bastante bem num computador mais modesto, mas só se desfruta na sua totalidade numa máquina mais exigente.

Como referia em cima, Flight Simulator é mais uma experiência do que um jogo. E diria até que é até uma plataforma de relaxamento, com missões e objetivos que fazem com que o tempo também voe graças à sua imersão e beleza. Uma plataforma no sentido em que, no fim do dia, uma viagem entre dois aeroportos pode servir de momento de meditação ou para por em dia os nossos podcasts favoritos, tudo isto enquanto procuramos a melhor e mais segura rota para uma aterragem perfeita.

Flight Simulator pode não ser para todo o tipo de jogadores, mas irá certamente agradar ao seu público alvo. É, sem qualquer dúvida, um jogo a espreitar, especialmente se tiverem 150GB de espaço no vosso disco e o acesso à biblioteca do Xbox Game Pass.

Nota: Muito Bom - Recomendado

Plataforma: Windows 10 PC
Este jogo foi cedido para análise pela Xbox Portugal.

Como encontrar os melhores casinos online em Portugal

Nos últimos anos, os jogos online têm crescido imenso em todo o mundo. E em Portugal não é diferente.

O gosto dos portugueses pelas apostas aumentou na última década com o acesso cada vez mais facilitado aos meios digitais (ou como quem diz, à Internet) e com os movimentos em prol da legalização dos jogos onlin.

Os casinos atraem a atenção de toda a gente desde há muito tempo graças à magia de se poder tentar a sorte no blackjack, na roleta e nas slot machines, além de opções como o bacará, o póquer e o keno. No entanto, muitas pessoas ainda têm dificuldades para escolher as melhores opções em casinos online, uma das mais desejadas pelos jogadores.

Neste artigo, falamos sobre os casinos online que são autorizados em Portugal, quais deles têm sede por cá e como escolher os mais confiáveis para testarem a vossa sorte. Para uma lista detalhada de casinos online em Portugal, visitem online-casinos.com.

Regulação dos casinos online em Portugal

Desde o início da febre dos casinos online até à primeira década deste século, todas as casas que operavam em Portugal tinham, na verdade, as suas licenças registadas noutros países. Afinal de contas, esse era o licenciamento válido disponível, já que a atividade não estava regulada nosso país.

Isso mudou em 2015, com o advento do Regime Jurídico dos Jogos e Apostas Online, que foi instituído por meio do Decreto-Lei n.º 66/2015. Esse marco institucional definiu as regras para a operação dos casinos online em Portugal e colaborou para a segurança jurídica das empresas que passaram a operar no país (ou passaram a operar de forma regular).

O novo regime jurídico levou as empresas de jogo online a ter de adquirir uma licença para operar em Portugal – não apenas casinos, mas também apostas desportivas. A licença passou a ser concedida pelo Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ). O certificado do SRIJ é, em si, uma espécie de selo para casinos online confiáveis, pois confirma ao público que as empresas têm operações de casino online regularizadas em Portugal.

Ainda assim, há casinos online que operam em Portugal sem ter licença. Ou seja, estão sediados noutros países, mas permitem o acesso a jogadores que residem em território português. Como não são regularizados no país, estão alheios ao seu regime fiscal. Por isso, na maior parte das vezes, conseguem oferecer propostas melhores aos jogadores em Portugal e, dessa forma, obter uma vantagem comercial e económica.

Logicamente, o jogador pode beneficiar disso mesmo ao abocanhar parte da fatia que, originalmente, iria para o governo – e que esses casinos irregulares podem gastar em ofertas e inventivos aos apostadores, já que não pagam impostos.

Ainda assim, o mais indicado é optar pelas empresas licenciadas pelo SRIJ, ou seja, em casas de aposta online regularizadas em Portugal. Neste artigo, o foco são justamente as empresas que têm licença do SRIJ e, por isso, oferecem maior segurança aos jogadores.

Como escolher um casino online em Portugal

É óbvio que ter a licença do SRIJ não é o único bom indicador para medir a confiança que se pode ter num casino online. Num mercado com tantas opções e tamanha variedade entre elas, às vezes é difícil para um apostador pouco experiente perceber alguns detalhes que podem fazer uma diferença enorme em termos de segurança.

Além disso, outros aspetos, que não os diretamente relacionados à segurança, devem também analisados ao escolher um casino online em Portugal.

Tomem nota de alguns elementos importantes ao avaliarem um casino online:

  • Licenças de operação – Já falámos sobre a licença emitida pelo SRIJ. Pois bem, essa é a principal amostra de que um casino oferece um bom nível de segurança aos utilizadores. Um casino online certamente passa mais confiança aos jogadores quando supervisionado por um órgão de fiscalização e em conformidade com regras bem definidas.
  • Sigilo de dados – A utilização de protocolos SSL e https é um indicativo importante de que um casino online oferece a proteção desejada para os dados de seus utilizadores.
  • Verificação de identidade – Por mais incómodo que seja para o utilizador, a prática de confirmar os dados do jogador no momento do registo demonstra preocupação com os procedimentos de segurança. Por isso, não se aborreçam se tiverem de fornecer um documento para provar que são maiores de idade, ou até mesmo um comprovativo de morada.
  • Atendimento ao cliente – Mesmo as grandes empresas, em dados momentos, falham nesse quesito, o que pode gerar uma certa insegurança nos jogadores. Um casino online deve oferecer diversos métodos de apoio ao cliente. O ideal é que haja atendimento em português, também. Assim, se tiverem algum problema com a plataforma, saberão que existem meios práticos de resolvê-lo.
  • Métodos de pagamento – Este quesito pode fazer toda a diferença na hora de depositar ou levantar valores num casino. Antes de ativarem a vossa conta numa plataforma, verifiquem quais as opções de pagamento (tanto para pagar como para receber do casino). Algumas das opções mais comuns são cartões de crédito, Multibanco, MB Way, PayPal e Bitcoin. Aproveitem, também, para conferir as taxas e limites praticados pelo casino.
  • Ofertas de jogos – Se são jogadores experientes, provavelmente têm alguns jogos preferidos que são sempre dos primeiros que procuram aceder num casino. Slot machines, roleta e outros jogos tradicionais não faltam em nenhum casino online, mas verifiquem se as versões disponíveis são aquelas com as quais estão acostumados a jogar.
  • Interface e jogabilidade – Uma plataforma pouco amigável e jogos mal-feitos podem estragar toda a experiência de um jogador. Por isso, procurem sempre um layout intuitivo e que torne as vossas horas de lazer realmente prazerosas. Afinal de contas, não quererão perder tempo apenas a tentar entrar num jogo.

Casinos online legais em Portugal

A primeira empresa de jogos online a obter licença em Portugal foi a Betclic. No entanto, não incluía jogos de azar, apenas apostas esportivas. No ramo de casinos online, a primeira empresa licenciada foi a ESC, que se tornou pioneira em jogos de azar em Portugal.

Nos anos seguintes, diversas outras casas de apostas conseguiram a licença em Portugal e deixaram ao rubro o mercado de casinos online no país.

Atualmente, há 13 empresas a operar casinos online legalmente em Portugal. Vejam quais são as marcas:

  • 888
  • Bet
  • Betano
  • Betclic
  • Betway
  • Bidluck
  • Casino Portugal
  • Casino Solverde
  • ESC
  • Luckia
  • Moosh
  • Nossa Aposta
  • Pokerstars

Essa lista tende a aumentar nos próximos anos, já que, mesmo com as regras rígidas para a atividade no país, o ramo de casinos online está em forte expansão. As condições favoráveis têm atraído, inclusive, capital nacional. Das 13 empresas registadas no país, cinco pertencem a grupos portugueses. Ou seja, se preferem jogar numa casa lusitana, há opções variadas ao dispor.

Entre os casinos portugueses, destaca-se o ESC Online, da empresa Estoril Sol, também detentora de casinos físicos no Estoril, Lisboa e Póvoa do Varzim. Já o grupo Solverde controla, além do Casino Solverde, casinos físicos em Espinho, Vilamoura, Monte Gordo, Chaves e Algarve. Há, ainda, a casa Nossa Aposta, controlada pela Cofina. Por fim, duas marcas exclusivas de Portugal: Bet.pt e Casino Moosh.

Fórmula 1 – Grande Prémio de Espanha volta a dar domínio à Mercedes

0

Depois das dúvidas sobre a sua realização, a Fórmula 1 chegou à Catalunha, para o Grande Prémio de Espanha, e voltou a trazer o domínio da Mercedes para a prova Rainha do desporto motorizado. Quatro motores Mercedes nos primeiros cinco lugares, com apenas Max Verstappen a conseguir quebrar o domínio alemão.

Fórmula 1 - Grande Prémio de Espanha
Foto: Formula1.com – Grande Prémio de Espanha 2020

Texto por: André Santos

De volta à cidade de Barcelona para 66 voltas ao traçado que todos os pilotos já têm obrigação de conhecer. É aqui que se fazem os testes de pré-temporada e onde alguns pilotos pegam pela primeira vez nos novos carros para testar a proposta de composto para os pneus da temporada que está para abrir. Para o 6º Grande Prémio de Fórmula 1, num ano em que a temporada está longe de ser normal, pouca emoção era esperada num circuito com poucas zonas de ultrapassagem e onde apenas Max Verstappen conseguiria por à prova o domínio da Mercedes F1 AMG. 

Luzes apagadas e começa o GP. Os primeiros segundos conseguiram prever com alguma exatidão aquilo que viriam a ser as 66 voltas ao Circuito da Catalunha do piloto com o carro 77, Valtteri Bottas, a não conseguir um bom arranque e a deixar Max Verstappen, no seu Red Bull Racing Honda, conquistar o segundo lugar. Quem também teve um bom arranque foi, sem dúvida alguma, Lance Stroll, que conseguiu levar o seu Racing Point BWT Mercedes do quinto lugar, conseguido na qualificação, até ao terceiro lugar antes da primeira curva. Infelizmente para o piloto da futura Aston Martin, o domínio sobre Bottas não durou muito e, ao fim de algumas voltas, a classificação já mostrava o resultado final… 

A partir deste momento, a corrida foi o que se esperava: 15 voltas corridas e já o terceiro lugar (Bottas) estava a 12.4 segundos de Lance Stroll na quarta posição. Aquilo que começava já a ver-se como uma corrida a três teve o seu único momento de emoção, até aqui, patrocinado pela Pirelli e pelos seus pneus, já que o piloto Holandês, Max Verstappen, em tão poucas voltas já se queixava da fraca condição da borracha que calçava o carro da Red Bull.

Com a diferença entre o terceiro e o quarto lugar a aumentar, mas com a impossibilidade de Bottas conseguir chegar-se perto do motor Honda de Verstappen, a corrida que se pensava a três passava a ter o seu destino anunciado – Hamilton com tudo para ganhar, Max em segundo e Valtteri parecia que não iria conseguir mais que um modesto terceiro lugar. 

Fórmula 1 - Grande Prémio de Espanha
Foto: Formula1.com – Grande Prémio de Espanha 2020

Num desporto em que os carros atingem velocidades superiores a 300km/h, a emoção teimava em não aparecer, e o único momento que fez com que alguém, provavelmente na garagem da Renault, se levantasse minimamente da cadeira foi quando Estaban Ocon conseguiu ultrapassar Kimi Räikkönen e, para isso, quase ir à relva na reta da meta. Se a emoção já não era muita, assim continuou depois de terem parado os três primeiros lugares e as posições a manterem-se inalteradas, com Max a ser o piloto que separa os Mercedes dos dois lugares mais altos do pódio.

Se pensam que as paragens e a menor distância dos dois Racing Point para os três da frente poderia trazer alguma emoção… bom, podem esperar sentados. Nem assim os carros equipados por motores (e não só…) Mercedes conseguiram ter ritmo suficiente para ameaçar o troféu mais pequeno da tarde.  

Chegamos a meio do Grande Prémio de Espanha e as pequenas batalhas que vão surgindo são para lugares do meio da tabela, com Carlos Sainz a tentar lutar pelo sexto lugar – sem grande sucesso, diga-se – e com Charles Leclerc a mostrar grandes dificuldades para passar o McLaren de Lando Norris, que tentava manter o 11º lugar. Já a Renault, ainda sem paragens, colocava nesta altura dois carros nos pontos com Daniel Ricciardo em 4º lugar e Ocon em 8º, mas era sol de pouca dura, já que a equipa francesa acabou longe daquilo que seria esperado, com ambos os carros fora dos pontos. 

Damos um salto até à volta 38, onde o destino da Ferrari muda. A Scuderia, que estava com sérias dificuldades em colocar qualquer um dos seus carros nos pontos, vê um problema de motor atirar Leclerc para a última posição. Depois de se ouvir perfeitamente, durante a transmissão, o motor do Ferrari a desligar por completo, o piloto monegasco consegue ainda voltar a andar, mas apenas para levar o seu SF1000 até às boxes e, assim, evitar um Safety Car, já que acabou por dar a sua participação como terminada na volta seguinte.

Com a equipa Italiana novamente em apuros, apenas Sebastian Vettel poderia dar alguns pontos aos Tifosi. E assim foi… depois de ser o próprio a decidir que faria todas as 66 voltas do Grande Prémio de Espanha com apenas uma paragem. O Ferrari número 5 acaba em 7º lugar, conquistando assim uns importantes seis pontos e ainda o prémio, atribuído pelos telespetadores, de Driver of The Day

Numa corrida em que apenas os três primeiros terminaram na volta 66, todos os outros levavam uma volta de avanço. Importa destacar um excelente trabalho da Racing Point, tendo conseguido o seu melhor resultado da época ao colocar Lance Stroll em 4º e Sergio Pérez, que regressa depois de duas semanas de paragem devido a ter testado positivo para o novo Corona-Virus, em 5º lugar. O piloto Mexicano acabou por perder o 4º lugar para o colega de equipa, Lance Stroll, devido a uma penalização de cinco segundos por ignorar bandeiras azuis quando estaria a ser ultrapassado por Lewis Hamilton. Este resultado levou a equipa de Lawrence Stroll ao terceiro lugar do campeonato de construtores e empurrou a Ferrari para 5º, que foi também ultrapassada pela McLaren, e que, por sua vez, acabou por conseguir colocar dos carros nas dez primeiras posições. 

Na corrida que deu a 88ª vitória a Lewis Hamilton, e ainda fez com que o piloto britânico ultrapasse o Alemão Michael Schumacher no número de pódios (conta agora com 156), foi o seu companheiro de equipa, Valtteri Bottas, que conseguiu a prémio DHL para a volta mais rápida com 1:18:183, acabando em terceiro lugar atrás de Max Verstappen. Foi o piloto Holandês que, mais uma vez, fez com que a Mercedes não ficasse com os dois lugares mais altos do pódio… e logo numa corrida em que nos cinco primeiros lugares acabaram quatro motores Mercedes. 

Abrir conta na CGD dá direito a um máximo de 50€ em Cartão Continente

Claro, o valor depende do tipo de conta que abrem naquele banco.

na CGD

De vez em quando lá surgem ofertas que vale a pena aproveitar. E esta da CGD é uma delas. Na nova campanha daquele banco, quem efetuar uma nova adesão ou upgrade de uma conta já existente habilita-se a ganhar um máximo de 50€ em Cartão Continente.

É simples. Primeiro que tudo, devem aderir, seja na Caixadirecta, app Caixadirecta ou numa agência CGD, a uma conta Caixa S (10€ de oferta), M (20€ de oferta) ou L (50€ de oferta). Quando a conta estiver aberta, devem associá-la ao Cartão Continente. Finalmente basta aguardarem pelo cupão, que será enviado via SMS e e-mail.

O cupão poderá ser utilizado numa compra efetuada no Continente e deverá ser apresentado juntamente com o Cartão Continente que foi associado à Conta Caixa. O valor ficará disponível no Cartão Continente no dia seguinte à compra efetuada.

Esse cupão também estará disponível na APP Cartão Continente e nos quiosques nas lojas Continente.

E atenção, se fizerem o upgrade da vossa Conta S para a versão M, L ou conta Caixa Azul, também terão direito a esta oferta, desde que não tenham beneficiado antes de um cupão no âmbito desta campanha, claro

Esta iniciativa é válida até 31 de dezembro de 2020.

Lidl já tem uma coleção de ténis feita com plástico reciclado

E há modelos tanto para criança como para adulto.

plástico reciclado

Precisam de um novo par de ténis, mas não querem gastar muito dinheiro nem poluir o meio ambiente? O Lidl tem a solução.

A conhecida marca vai lançar a 31 de agosto a sua primeira coleção de ténis fabricada com plástico reciclado. Chama-se Ocean Bound Plastic e usa tanto plástico recolhido nas praias, ilhas e zonas costeiras para 25% do tecido, como garrafas de plástico recolhidas e recicladas de forma convencional para os restantes 75%.

As garrafas são prensadas, limpas e trituradas para que possam ser processadas em fios de reciclagem, que é então usado para a fabricação de calçado (material superior em tecido). Assim, a parte têxtil da coleção Ocean Bound Plastic do Lidl é feita 100% de plástico reciclado, representando cerca de 20% do total dos ténis.

Cada modelo é produzido com aproximadamente 11 a 16 garrafas de plástico. Para um maior conforto, o exterior é feito em malha respirável e a palmilha com espuma de memória, adaptando-se perfeitamente ao pé e proporcionando um maior conforto.

Esta nova coleção estará disponível nas cores rosa, cinzento e preto, com preços de 14,99€ para crianças e 16,99€ para adultos.

Festa do Avante! reduz lotação para 33 mil pessoas por dia

Ou seja, um terço da capacidade do recinto.

Festa do Avante!

Muito se tem falado na Festa do Avante!, que irá mesmo realizar-se. Agora, e já depois de termos aqui falado sobre as novidades desta edição e dos bilhetes, eis que existem mais detalhes para divulgar.

Para já, algo importante: a lotação do espaço. Já se sabendo que o Avante! é capaz de ter 100.000 ao mesmo tempo no recinto, tal não poderá acontecer este ano, como é óbvio. Assim sendo, sabemos que a lotação do espaço foi reduzida para 33 mil pessoas por dia.

“O número de presenças em simultâneo na Festa será de ⅓ da capacidade licenciada, assegurando que os 300 mil m2 postos à disposição dos visitantes significam que cada um pode usufruir de uma área superior à que está estabelecida para a frequência de praias e que, em regra, será o dobro daquela que está fixada para espaços similares (no caso, espaço ao ar livre)”, segundo refere o mais recente comunicado do PCP.

Há também alterações no que diz respeito à hora limite para a entrada (e reentrada) na Festa que será fixada nas 00h de sexta-feira e sábado e nas 22h de domingo (em vez, respectivamente, da 01h e das 22h30).

Diz o PCP que “serão ainda adoptados um conjunto de procedimentos quanto à circulação nas imediações e no interior do recinto da Festa. Destacam-se neste domínio corredores de circulação de sentido único, separação de canais de entrada e saída, maior fluidez de acesso a transportes públicos”.

De resto, o partido diz que realizará a “esta do Avante! com toda a responsabilidade e garantindo integralmente as condições para o seu usufruto em tranquilidade e segurança”, aplicando um “conjunto de procedimentos quanto à circulação nas imediações e no interior do recinto da Festa. Destacam-se neste domínio corredores de circulação de sentido único, separação de canais de entrada e saída, maior fluidez de acesso a transportes públicos”.

O PCP não divulgou quantos bilhetes já vendeu para a edição deste ano. Quem quiser pode ainda adquirir a EP por 26€ até 3 de setembro, valor que sobe para os 38€ nos dias do evento. No que toca aos bilhetes diários, estarão à venda exclusivamente nas bilheteiras do certame.

Recorde-se que a Festa do Avante! 2020 realiza-se de 4 a 6 de setembro na Quinta da Atalaia, no Seixal.

Ljubomir Stanisic lança a sua primeira loja online

Podem comprar café, facas, livros e, claro, muitas bebidas.

Ljubomir Stanisic

Parece que esta é uma sexta-feira da qual Ljubomir Stanisic não se esquecerá tão depressa. Depois do chef jugoslavo ter anunciado que ia mudar de “casa”, saindo da TVI para a SIC, eis que há mais uma novidade para partilhar: uma loja online.

Faz bastante sentido, se pensarmos bem no assunto. O chef gosta de ir descobrindo coisas novas e de, principalmente, criar novos produtos, pelo que disponibilizar estas novidades é como dar um bocadinho de si a todos os portugueses.

Nota-se que foi lançada hoje, até porque o aspeto do site é bastante simples, estando dividindo em quatro categorias: Cozinha, Livros, Bebidas e Mesa.

Precisam de café, sal ou de um novo conjunto de facas? Basta selecionaram a aba Cozinha. Querem saber como fazer os cocktails de Ljubomir Stanisic? Basta então adquirirem o livro 100 Cocktails 100 Maneiras. Preferem vinhos, rum ou cerveja artesanal? Também encontram nesta loja online.

As encomendas podem ser pagas via cartão de crédito, Multibanco ou MB Way, mais portes, que deve depender do tamanho e peso de cada artigo. As entregas, feitas pelos CTT Expresso, deverão chegar a casa do cliente até sete dias úteis após a encomenda.

Praias de Albufeira vão ter espetáculos aéreos durante uma semana

A iniciativa dá pelo nome da Albufeira Esta é a Praia e surge por parte dos mesmos produtos do Albufeira Carpe Nox.

Albufeira Esta é a Praia

É já hoje, dia 14 de agosto, até ao próximo dia 20, que as praias dos Salgados, dos Pescadores, dos Olhos d´Água, da Falésia, de Santa Eulalia, entre outras, vão acolher o Albufeira Esta é a Praia, um ciclo de espetáculos protagonizados por aviões de acrobacia aérea sincronizada ao som de algumas das melhores bandas portuguesas.

Os espetáculos acontecem em sete praias diferentes, sem aviso e sem hora marcada, e fundem-se com o universo da praia e do verão e, sobretudo, com as emoções e as memórias das pessoas.

Este ciclo de espetáculos culmina a 20 de agosto, Dia do Município de Albufeira, em que o Albufeira Esta é a Praia se cruza com o festival online Albufeira Summer Live, em que atuam China, Nuno Lopes e The Gift.

O Albufeira Esta é a Praia é criado e produzido pela TAVOLANOSTRA Eventos Globais, os mesmos produtores do Albufeira Carpe Nox, o inesquecível espetáculo de fim de ano que iluminou os céus de Albufeira para mais de 150.000 pessoas.

Trotinetar Portugal deixa-nos descobrir Viana do Castelo, Figueira da Foz e Portimão através de trotinete

E tudo isto sem pagar um cêntimo.

Trotinetar Portugal

Vivem em Viana do Castelo, Figueira da Foz e Portimão ou estão de passagem por uma dessas localidades e gostavam de descobrir as cidades de uma forma… diferente? Pois bem, os centros-auto Roady, a insígnia automóvel do Grupo Os Mosqueteiros, têm um desafio: incentivar os portugueses a explorar as ruas dessas cidades em duas rodas. Não, não falamos de bicicletas, mas sim de trotinetes.

Sendo este um tipo de veículo tão em voga hoje em dia, é perfeitamente natural que mais e mais cidades apostem neste tipo de mobilidade. No caso da Trotinetar Portugal, sabe-se que serão disponibilizadas um total de 15 trotinetes, ou seja, cinco por autarquia. O melhor de tudo? Podem ter esta experiência sem pagar um cêntimo que seja.

Em relação às trotinetes propriamente ditas, podemos avançar que os centros-auto Roady comercializam estes modelos, os Urban Glide Ride-69L, tendo uma autonomia máxima de 15km. Essa autonomia pode ser inferior: tudo depende da velocidade a que circulam, pelo que não tenham pressa em pressionar o acelerador.

A entrega das trotinetes será realizada em Viana do Castelo, Figueira da Foz e Portimão nos dias 15, 16 e 29 de agosto, respetivamente. Nos mesmos dias, será realizada ainda uma ação de distribuição de brindes com promotoras nas praias das cidades em questão.

Em relação a toda a logística da iniciativa Trotinetar Portugal, ainda não existem muitos detalhes, uma vez que está a cargo de cada câmara municipal, mas mais novidades serão divulgadas em breve.

Afinal, a 4ª temporada de Pesadelo na Cozinha pode nem acontecer

É que Ljubomir Stanisic acaba de ser contratado pela SIC!

chef Ljubomir Stanisic

Tem estado ao rubro o mercado de transferências. Não, não falamos de futebol, mas sim das estações televisivas portuguesas, que têm andado num constantemente rodopio de apresentação de novos nomes. Agora, e já depois de Cristina Ferreira ter saído da SIC novamente para a TVI, eis que há mais uma “bomba”: Ljubomir Stanisic saiu de Queluz de Baixo para abraçar novos projetos na estação de Paço de Arcos.

Em comunicado, a SIC diz que o “chef aceitou integrar um conjunto de novos projectos transversais no Grupo Impresa, que terão expressão máxima na SIC generalista e nos diferentes canais do grupo e também na nova plataforma streaming que a SIC irá lançar”.

Segundo Daniel Oliveira, diretor de programas da SIC, “o Ljubomir tem uma intuição natural para a comunicação e é uma figura única na sociedade e no panorama televisivo português. A sua vinda para a SIC vai permitir que consolidemos a diversificação dos nossos conteúdos sob a matriz da ousadia e da criatividade nas diferentes plataformas”.

Por sua vez, o chef jugoslavo afirma: “Tenho sido muito feliz na televisão, guardo com muito carinho as memórias, os trabalhos e as pessoas com que trabalhei nos últimos anos, agradecerei para sempre à TVI a oportunidade que me deu, o espaço, a liberdade, a confiança, mas quem me conhece sabe que adoro desafios. E este, com a SIC, é um dos grandes. Queremos fazer diferente – e tentar fazer a diferença. Estão na calha novas ideias, novos projectos, que me entusiasmam muito. Gosto de ousadia, de ir mais longe em tudo o que faço na vida. Este novo passo representa tudo isso, por isso não podia estar mais satisfeito com o que aí vem.”

Não se sabe ao certo quais serão os projetos pensados para o chef, mas sabemos, sim, que serão anunciados muito em breve.

Esta é uma péssima notícia para a TVI. Perde uma das suas estrelas e a cara do programa Pesadelo na Cozinha, lider de audiências cada vez que era exibido. Em entrevistas, Ljubomir chegou a referir que tinha contrato assinado com a SIC e que, como tal, iria gravar uma quarta temporada de Pesadelo na Cozinha. Porém, esses planos alteraram-se com a COVID-19 e o contrato pode ter expirado, o que levou a que o chef ficasse livre para assinar por outro canal.

Ao perder Ljubomir, a TVI pode nem sequer pensar na eventual quarta temporada daquele programa. Até pode acontecer, mas, sem Ljubomir ao leme, nunca será a mesma coisa.

O Fortnite deixou de estar disponível para download na Google Play e Apple Store

A Google e a Apple removeram o jogo das suas lojas.

Fortnite Android iOS

Esta semana, as duas grandes lojas mobile Google Play Store e Apple Store removeram o popular jogo Fortnite.

Esta ação, que apanhou todos de surpresa, surgiu em resposta à nova forma que a Epic Games decidiu para os jogadores adquirirem V-Bucks, as moedas do jogo. Neste caso, passam a ser compradas diretamente à Epic Games, evitando, assim, uma taxa de 30% em transações que iriam para a Apple e a Google.

Apesar de removidos das lojas, o título continua ativo para quem já o tem instalado, mas os jogadores estão agora limitados a atualizações e compras de itens online. No caso dos dispositivos Android, o jogo pode continuar a ser instalado com o auxílio da Samsung Galaxy Store e de ficheiros .apk.

A Apple foi a primeira a puxar a ficha, o que levou a Epic Games a dar uma resposta rápida com a produção e partilha de uma paródia da publicidade da Apple inspirada na obra 1984, intitulada Nineteen Eighty-Fortnite, onde a produtora pede o apoio dos jogadores.

O vídeo foi partilhado nas redes sociais e passado dentro do próprio jogo, num dos ecrãs gigantes da ilha.

Já a Google removeu o jogo pouco depois, com justificações semelhantes às da Apple. Agora, a Epic Games encontra-se numa luta legal com as duas gigantes tecnológicas, na esperança que estas alterem as suas políticas de monetização com as suas taxas elevadas, uma mudança que pode ser benéfica para produtores independentes e até mesmo consumidores, podendo mudar também a forma como outras empresas, como a Sony, Microsoft e Nintendo, atuam no mercado digital.