E até podem oferecer como presente de aniversário.
Os amantes de boa comida decerto deverão conhecer o Grupo SushiCafé. Afinal de contas, é graças a este grupo que podemos conhecer restaurantes como Avenida SushiCafé, IZANAGI, Este Oeste, SOI e Mano a Mano. Pois bem, e se vos dissermos que, agora, existem vouchers que podem adquirir e que dão direito a experiências personalizadas?
Os vouchers Experiências Gastronómicas são válidos para duas pessoas por experiência, mediante reserva. Existem seis vouchers ao todo, sendo que cada um é dedicado ao restaurante em si.
Para o Mano a Mano, há um voucher de 50€; para o IZANAGI, Este Oeste, SOI há um voucher de 60€; e para o Avenida SushiCafé há um voucher de 90€. Como cada voucher dá direito a um serviço e menu desenhados especificamente para o efeito, incluindo uma receção e acompanhamento durante toda a experiência – por parte do chef de sala e do chef de cozinha -, cada voucher necessita de reserva antecipada.
Ou seja, para consumo próprio ou para oferecer de presente a alguém, devem, primeiro, ligar para o restaurante em questão e reservar mesa. No dia da refeição, basta que não se esqueçam de levar o voucher.
Há ainda um sexto voucher, Experiência Grupo SushiCafé, que, por 50€, dá a oportunidade de fazerem uma rota por vários restaurantes do grupo, onde poderão provar alguns dos pratos de partilha ou entradas mais emblemáticas de cada restaurante incluído no voucher. Neste caso, não é necessário reservar previamente.
Os vouchers podem ser adquiridos em qualquer um dos restaurantes aderentes, sendo que todos estes estabelecimentos vendem qualquer um dos vouchers. Quando são comprados, estes vouchers são carimbados e assinados para que se tornem válidos.
No que toca a prazos, podem ficar descansados: todos os vouchers poderão ser utilizados até 30 de dezembro de 2021.
A remasterização também será lançada apenas digitalmente.
A chegada da PlayStation 5 é entusiasmante, bem como as notícias de que vamos ter mais Spider-Man, com um spin-off e uma remasterização do jogo original de 2018. Mas nem tudo é perfeito.
A Insomniac Games pronunciou-se sobre o estado de Marvel’s Spider-Man para a PlayStation 5 e as notícias não são muito animadoras. Primeiro, a remasterização de Marvel’s Spider-Man só poderá ser adquirida através da compra da Ultimate Edition de Marvel’s Spider-Man Miles Morales, o novo spin-off que será título de lançamento da nova consola da Sony. E agora, sabe-se ainda que não há planos para a remasterização ser lançada em formato físico.
As notícias menos animadoras não se ficam por aqui, com a produtora a confirmar que os jogadores da PlayStation 4, que tenham começado a sua aventura na Nova Iorque virtual do jogo de 2018, não poderão continuá-la se decidirem jogar a versão remasterizada, obrigando assim ao início de um jogo novo.
Assim, fãs do Homem-Aranha, se quiserem continuar a salvar pessoas em apuros ou tiverem ainda a intenção de platinar o jogo, terão que o fazer na versão PlayStation 4, que também será compatível com a PlayStation 5, mas que não tirará partido de algumas novidades tecnológicas da remasterização.
Marvel’s Spider-Man Miles Morales chega no dia 19 de novembro, juntamente com a PlayStation 5, e, na sua versão Ultimate Edition, inclui uma remasterização de Marvel’s Spider-Man de 2018.
A Logitechrevelou dois novos ratos destinados à produtividade e mobilidade. Disponíveis para Windows ou Mac, os MX Anywhere 3 Wirelelss Compact Mice querem ser o nosso novo companheiro do dia à dia, estando preparados para serem usados em qualquer superfície.
Segundo a Logitech, os novos ratos foram desenhados para rastrear qualquer superfície, incluindo vidro, revelando-se assim dispositivos prontos a usar onde quisermos. Com o seu tamanho compacto e tecnologia wireless, torna também o seu transporte facilitado, sendo ainda compatível com uma vasta gama de equipamentos. É, acima de tudo, um periférico versátil.
A linha MX Anywhere 3 destaca-se por outras funcionalidades, como por exemplo a sua roda de atrito personalizável, que pode ser rodada silenciosamente revelando 1000 linhas por segundo, graças aos seus novos modos ratchet e hyperfast.
Com um alcance de 10 metros de distância graças a tecnologia Bluetooth, o MX Anywhere 3 pode ser ligado até três equipamentos em simultâneo, alternando entre eles apenas com o toque de um botão. Pode também ser usado via USB-C, ficha com a qual pode ser carregado em apenas três horas, para uma utilização intensiva de 70 dias.
Os novos ratos MX Anywhere 3 são compatíveis com Windows, macOS, iPadOS, ChromeOS e Linux. A versão MxAnywhere 3 para Mac é, claro está, otimizada para macOS e compatível com iPads.
Ambas as versões ficam disponíveis nas lojas habituais ainda este mês, em cinza claro, rosa e grafite, a partir de 92,99€.
Apesar das novas consolas serem retrocompatíveis com periféricos da Xbox One, há uma nova geração de equipamentos que promete tirar partido de algumas funções únicas, como é o caso dos novos comandos adaptados às Xbox Series X e Xbox Series S.
Aparentemente, os novos comandos são muito semelhantes aos atuais da Xbox One e PC, mas com algumas pequenas diferenças e melhorias emprestadas da Elite Series, como é o caso do novo D-Pad. Com um aspeto mais limpo, os novos comandos contam com uma textura traseira mais aderente ao toque, mas o grande destaque vai para o novo botão de partilha de clipes e vídeos, algo que vai facilitar a vida aos mais criativos.
Também importante de destacar é a nova ligação USB que é feita via USB-C, servindo também para carregar as baterias vendidas em separado.
Os novos comandos trazem um cabo e podem ser usados a pilhas AA, além da bateria, e apresentam-se em três novos tons, Carbon Black, Robot White e Shock Blue.
Para quem quiser usar os novos comandos com bateria, como tem sido tradição até hoje, terá que a adquirir em separado, num pacote que inclui a bateria e um novo cabo USB-C.
Da mesma forma que os comandos antigos são compatíveis com as novas consolas, os novos comandos são compatíveis com uma miriade de equipamentos, desde consolas Xbox One, PCs Windows 10, smartphones Android (para jogar via xCloud) e iOS.
Com este novo passo, os comandos vêm, assim, substituir os atuais, o que significa também que o Xbox Design Lab, onde os jogadores podiam personalizar os seus comandos novos, vai sofrer alterações. Para já, vai ficar inativo, mas o regresso já está prometido para 2021, com novidades adaptadas aos novos comandos.
Os novos comandos chegam a 10 de novembro em dois formatos, Comando Sem Fios Xbox + Adaptador Sem Fios para Windows 10 e Comando Sem Fios Xbox + Cabo USB-C, por 59,99€ cada. Já a bateria recarregável Xbox + Cabo USB-C ficará disponível por 22,99€.
Não vai ser possível experimentar antes de comprar.
A chegada de uma nova temporada de jogos desportivos significa o lançamento de demos experimentais, pelo que a EA Sports quase sempre tem oferecido aos jogadores um pequeno aperitivo antes do lançamento de um novo FIFA.
Este ano, as coisas não correram como seria suposto nem para a EA Sports, que revelou através das suas redes sociais que FIFA 21 não terá uma demonstração gratuita.
A razão não é explícita, mas depreende-se que a COVID-19 tenha limitado alguns aspetos de desenvolvimento do jogo. Com uma nova versão para as consolas de nova-geração a caminho, o trabalho desenvolvido foi feito a dobrar, sendo compreensível que o foco da equipa esteja no produto final.
Habitualmente, no passado, a cada lançamento, os jogadores podiam testar o novo FIFA com uma demo que dava acesso a meia partida e uma seleção curada de equipas, de forma a que os jogadores pudesse conhecer um pouco as novas mecânicas e avanços face ao título anterior.
FIFA 21 tem lançamento no PC, PlayStation 4 e Xbox One no dia 9 de outubro, mas poderá ser jogado 10 dias mais cedo para os membros do EA Play.
Quando, em agosto passado, foi anunciado o segundo DLC para Dragon Ball Z: Kakarot,A NEW POWER AWAKENS – Parte 2, muitos fãs especularam que iriam combater contra Golden Freezer. Afinal de contas, foi no filme Dragon Ball Z: A Ressureição de Freezer, de 2015, que os fãs viram pela primeira vez a transformação Super Saiyan God Super Saiyan.
Na altura do anúncio, a Bandai Namco não se pronunciou muito sobre os conteúdos do DLC, mas agora é oficial: Golden Freezer vem aí e promete ser um osso duro de roer.
Neste episódio, tanto Goku como Vegeta irão alcançar a forma Super Saiyan God Super Saiyan, que permite técnicas como Ultimate Vanish, Ultrasonic Fist, Ultimate Kamehameha or Ultimate Galick Gun.
O novo DLC só pode ser adquirido comprando o Season Pass ou o pacote A NEW POWER AWAKENS SET. Até lá, não se esqueçam de (re)ler a nossa análise.
O Grupo Portugália Restauração está a apostar em força no delivery.
Depois de, na semana passada, termos dado conta de que os pratos da La Brasserie de L’Entrecôte e Cervejaria Ribadourotinham chegado à Glovo, há agora outros restaurantes a ficarem disponíveis em exclusivo na Uber Eats.
São eles a Cervejaria Portugália, Cervejaria Trindade e Segundo Muelle. Por exemplo, podem agora receber em casa especialidades seculares e tão tradicionais da Cervejaria Trindade, como o emblemático Bife à Trindade, o Bacalhau com Broa, a Espetada de Camarão ou uma completa e saborosa Mariscada, entre outras criações.
Caso prefiram os pratos da Cervejaria Portugália, há o estaladiço e inconfundível Croquete, o tradicional Bife com molho Portugália, a Açorda de Camarão, o Bacalhau à Brás ou até o saboroso Arroz de Camarão e Amêijoas. Para finalizar? O belo do Pudim Flan.
No que diz respeito à gastronomia do Peru, o Segundo Muelle é o local de eleição, pelo que podem optar por pratos como o Risotto de Quinua con Lomo Saltado, o exótico Risotto de Camarones ou o fresco Cebiche Segundo Muelle. Como sobremesa, não poderia falta o tradicional Bolo Trés Leches ou a única Mousse de Lucuma.
E atenção: até 27 de setembro, todas as encomendas superiores a 20€ têm a oferta da taxa de entrega. Para isso, basta utilizarem os promocodes CERVEJARIAFD, TRINDADE e SEGUNDOMUELLE, dependendo do restaurante em questão, é claro.
Contudo, e caso nunca tenham utilizado a Uber Eats antes, usem o nosso código eats-cwyhis e terão um desconto de 10€ na vossa primeira encomenda, desde que seja de valor igual ou superior a 15€ (sem contar com a taxa de entrega).
Unrailed é um ótimo party-game, ou mesmo um título casual para aquelas tardes aborrecidas.
Unrailed é uma nova e divertida aposta com foco cooperativo onde os jogadores terão que trabalhar em conjunto para criar um caminho férreo à medida que um comboio vai avançando. Produzido pela Indoor Astronaut, Unrailed chega finalmente à sua versão final após um período de early access e junta-se ao grupo de jogos ao estilo de Overcooked, Moving Out e Good Job!, onde os reflexos, gestão de itens e controlo num determinado cargo são a chave do sucesso.
Com a possibilidade de jogarmos também a solo com a ajuda de bots, Unrailed é uma muito agradável surpresa para jogadores mais dedicados e para os mais casuais, muito fácil de aprender as bases de forma intuitiva e que se vai tornando mais complexo, cerebral e desafiante à medida que progredimos.
O conceito de Unrailed é bastante simples. Cada nível apresentado é aleatório, gerado proceduralmente, e temos um comboio que avança numa linha férrea que vamos ter que construir o mais rapidamente possível, obtendo recursos como pedras e madeira, ao mesmo tempo que vamos enchendo as suas carruagens, que produzem mais pedaços da linha, e que cuidamos da saúde do comboio. Também há que ter atenção a diferentes obstáculos e desafios, como ladrões que roubam recursos ou rios, pedras e até animais que se colocam à nossa frente.
É sempre intimidante entrar neste tipo de títulos, onde é fácil sentir aquele pequeno nervosismo e ansiedade, uma vez que o relógio está sempre a contar e um pequeno erro a qualquer momento pode custar-nos o nível inteiro, como por exemplo fazer um caminho que nos bloqueie o acesso ao que está para trás, deixar um ou outros itens para fora do ecrã ou, sem querer, ficar sem forma de recuperar mais recursos para a produção da linha. Contudo, todos estes pontos conseguem criar uma experiência bastante divertida, rápida e muito orgânica, dando substância e razões suficientes para jogar e continuar a jogar, nível após nível, tentando atingir o score máximo que, em vez de pontos, aqui são metros. Quanto mais longe chegarmos melhor.
A cada sessão, o nosso comboio vai podendo ser atualizado com novas carruagens e melhorias que permitem aumentar a nossa eficiência de nível para nível. Tais melhorias podem ser conseguidas através de parafusos ganhos de acordo com o nosso desempenho ou apanhando os que se escondem nos níveis, incentivando assim um pouco também à exploração.
À medida que progredimos no jogo, vamos também poder explorar novos níveis com biomas diferentes, entre desertos, florestas e zonas nevadas. Todas apresentam diferentes obstáculos, desafios e segredos, tornando o avanço no jogo ainda mais interessante.
Com uma apresentação muito adorável e reminescente de um Minecraft muito mais simplificado, Unrailed tem uma arte e uma estética capaz de se diferenciar o suficiente, onde cada pequeno bloco é um pixel 3D. A Indoor Astronaut fez um excelente trabalho em aproveitar este conceito visual, com uma apresentação cuidada, sólida e muito orgânica, que se expande até à forma como interagimos com o menu do jogo, como se a jogabilidade continuasse nas escolhas das opções.
Unrailed, como a sua premissa propõe, joga-se melhor com companhia. No entanto, é possível testar as nossas capacidades e reflexos com a inteligência artificial do jogo, dando ordens ao nosso bot de companhia, que nos vai dando uma mãozinha nas diferentes tarefas. A inteligência artificial do jogo é ótima, ainda que por vezes fique presa no cenário ou bloqueada em algumas ações.
Felizmente, o título conta com um excelente modo de sinalética, avisando-nos de tudo. Em companhia, online ou no mesmo ecrã, o jogo torna-se bem mais divertido, pois além dos sinais que podemos partilhar, podemos também falar diretamente com quem estamos a jogar, facilitando a troca de tarefas em tempo real.
Além da cooperação, temos também modos competitivos, onde os jogadores dividem o mapa com dois caminhos de ferro em áreas diferentes e tentam chegar o mais longe possível até que um dos jogadores descarrile, um modo que aumenta ainda mais a emoção e ansiedade, revelando-se bastante divertido.
Unrailed apresenta-se, assim, como um ótimo party-game, ou mesmo um título casual para aquelas tardes aborrecidas, com um jogo muito fácil de se jogar, mas desafiante de dominar. Com lançamento no PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch, é só escolher e combinar com os amigos onde começar esta viagem de comboio.
Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch Este jogo (versão PC) foi cedido para análise pela Best Vision PR.
Muitas vezes, produtos em bom estado de consumo, mas cujas características estéticas não permitem que estejam à venda nas lojas, são deitados para o lixo. E isto, numa altura em que temos noção do alarmante número que diz respeito ao desperdício alimentar, em que toneladas de alimentos são deitadas fora, não faz qualquer sentido.
A Auchan sabe disso e já começou a trabalhar nesse sentido. Agora, e depois de se ter associado à Too Good To Go, passou a vender pão do dia anterior a preços mais baixos.
Esta iniciativa faz parte do projeto Desperdício Zero, que tem permitido que os clientes possam adquirir produtos aptos para consumo, mas a preços reduzidos.
No caso do pão do dia anterior, tanto pode ser consumido como utilizado para culinária. A Auchan também vende pães com dois dias ou mais, mas, nessa situação, são transformados em pão ralado. Tanto num caso como no outro, sabe-se que são vendidos com uma redução de 50% no preço relativamente ao pão do dia.
De resto, sabe-se ainda que a marca lançou nas suas lojas o bolo de banana vegan e de fabrico próprio, aproveitando as bananas muito maduras que, de outra forma, seriam desperdiçadas.
Por último, e se forem clientes habituais dos supermercados Auchan, não se esqueçam de passar pela área de self-discount, que muitas vezes passa despercebida. Nessa secção, poderão encontrar frutas e legumes de boa qualidade alimentar a preços mais baixos, por apresentarem características estéticas que retirariam estes produtos do circuito comercial.
Não é todos dias que surgem marcas, ainda por cima portuguesas, que propõem boa ração para os nossos patudos e ainda ajudam outros, pelo que a Nutri Chance merece destaque.
A nova marca, nascida a partir do projeto Home for Paws, que pretende promover a adoção através de fotografias divertidas e capazes de retratar a personalidade de cada cão, destaca-se pela sua ração natural para cães, inteiramente produzida em Portugal. Esta ração, além de não conter cereais, é altamente nutritiva.
A marca garante um sabor delicioso para os nossos animais de quatro patas. Como? A receita é composta maioritariamente por carne (frango) e acompanhada por ingredientes 100% naturais. Sabe-se ainda que a receita é enriquecida com um pack vitamínico e mineral de forma a promover a saúde e o bem-estar dos nossos melhores amigos.
Além disso, a Nutri Chance garante alguns outros benefícios caso os patudos comam esta ração, como fezes firmes e com menos odor, uma pele e pêlo mais saudáveis, equilíbrio da flora intestinal e suporte articular, na medida em que ajuda a manter as articulações saudáveis e flexíveis.,
O único “senão” é o facto de somente existir uma variedade. Na loja online, estão disponíveis dois sacos: um de 4kg (23,90€) e outro de 15kg (54,90€). A entrega é grátis em encomendas de valor superior a 35€.
De resto, salientar que, por cada embalagem vendida, a Nutri Chance oferece 1kg de ração para ajudar a alimentar um patudo à espera de família.
O que têm em comum a segurança do vosso home banking, as auditorias eleitorais e o sorteio semanal do Euromilhões? Todas requerem números aleatórios.
A aleatoriedade é uma peça crítica dos negócios e processos do nosso dia a dia. Apesar de ser mais facilmente observável num sorteio de uma lotaria, depende também dela, por exemplo, a criptografia aplicada para estabelecermos comunicações seguras ou para garantir a segurança das criptomoedas.
A maioria da aleatoriedade que usamos é gerada por algoritmos a correr num computador — sendo um computador uma máquina determinística, os números produzidos são apenas pseudo-aleatórios. Em particular, um adversário que conheça, adivinhe, ou consiga influenciar os parâmetros usados para inicializar o algoritmo, pode também prever ou alterar os valores aleatórios gerados.
Em 2015, o ex-diretor de segurança da entidade que gere a maioria das lotarias nos Estados Unidos foi condenado por fraude após ter configurado um sistema que gerava as chaves vencedoras para produzir números específicos em certas datas, permitindo-lhe ganhar a lotaria seis vezes.
Como podemos, então, produzir números aleatórios para, por exemplo, o sorteio de uma lotaria, de forma a que nenhuma entidade os possa influenciar e, igualmente importante, de forma a que o público possa verificar esta propriedade? É este o objetivo do software drand e da League of Entropy (da qual faz parte a PTisp), que anunciou recentemente o lançamento de um serviço público de números aleatórios capaz de suportar aplicações em produção.
A aleatoriedade e o drand
Apesar do papel crítico da aleatoriedade, até ao lançamento do serviço drand não existia um serviço público desenhado para fornecer aleatoriedade verificável, imprevisível e impossível de influenciar. Quer isto dizer que não havia fontes de números aleatórios? Não. Quando se joga monopólio com os amigos, e aceitando que os dados não foram viciados, o grupo pode concordar que os números gerados são corretos.
Numa situação de comunicação remota, em que não há confiança entre as partes e não é possível verificar os dados ou presenciar o seu lançamento, o problema complica-se. Soluções adotadas no passado incluem presunção de boa fé, serviços centralizados ou a utilização de fontes secundárias, como os preços de ações na bolsa — que, dentro de certos limites, são bastante difíceis de prever e alterar.
O drand, cujo desenvolvimento teve início em 2017, na EPFL (o Instituto Federal Suíço de Tecnologia, em Lausanne), veio revolucionar o panorama, fornecendo uma fonte pública de números aleatórios, gerados e revelados a cada 30 segundos, e acessíveis a todos os que os queiram usar — seja para jogar monopólio, seja para sortear o vencedor da lotaria. Como é possível garantir que os números não foram viciados nem conhecidos antecipadamente por nenhuma parte? Recorrendo a um grupo diverso de participantes independentes e a técnicas modernas de criptografia (nomeadamente assinaturas BLS).
Como funciona realmente o drand? Os detalhes são complicados, mas o conceito é simples. Um grupo de computadores, controlados por diferentes entidades, gera uma chave criptográfica distribuída. Esta chave é dividida em partes, tantas como o número de computadores, e um número inicial é gerado. A partir daí, e a cada 30 segundos, cada um destes computadores usa a sua chave parcial para assinar o número publicado no período anterior, enviando-a aos restantes.
Quando uma maioria dos computadores envolvidos tiver completado o processo, as diferentes assinaturas parciais podem ser combinadas para construir a assinatura distribuída, que será publicado como o próximo número aleatório.
Nenhum dos computadores em causa, ou dos seus operadores, pode influenciar o resultado final. Como este número tem de corresponder a uma assinatura válida e única, e como a chave distribuída é conhecida, qualquer pessoa pode verificar se um número é, de facto, correto.
Igualmente importante é que nenhum dos operadores pode prever números futuros: como cada número depende do anterior e o anterior só é conhecido quando um número suficiente de parceiros envia a sua assinatura, altura em que também passa a ser conhecido pelo público (na rede atual, dentro de um segundo), ninguém, incluindo os participantes, apresenta uma vantagem.
A League Of Entropy
O drand é a primeira peça do puzzle — e a fundação do serviço agora lançado. Mas, lendo a explicação do processo, torna-se claro que a escolha do grupo de computadores envolvidos é fundamental para garantir não só a segurança mas, acima de tudo, a fiabilidade da geração e distribuição dos números.
É neste contexto que surge a League of Entropy (“Liga da Entropia”), um consórcio de organizações que trabalham conjuntamente para operar o serviço drand de forma robusta e imparcial para o benefício do público.
Apesar de a liga ter sido criada em 2019, com o lançamento de uma rede experimental, o lançamento da rede de produção este mês assinala a disponibilização de um serviço fiável e confiável, público e gratuito, e pronto a ser usado por aplicações críticas — e também das primeiras aplicações, a criptomoeda Filecoin e o protocolo de notarização Chainpoint.
A partir de agora, qualquer utilizador ou programador que necessite de uma fonte pública de números aleatórios pode recorrer ao beacon da League of Entropy, contribuindo para resultados mais seguros e confiáveis.
Este conteúdo foi produzido pela PTisp e pela Protocol Labs.
The One and Only Ivan é um dos filmes mais bonitos de 2020.
Sinopse:“O gorila Ivan (Sam Rockwell) tenta juntar as peças do seu passado misterioso com a ajuda da elefante Stella (Angelina Jolie) enquanto elaboram um plano para escaparem do cativeiro.”
Artemis Fowl foi o primeiro filme lançado exclusivamente no Disney+ no qual coloquei os olhos e, sem dúvida, vai terminar como um dos piores filmes de 2020. A partir desse momento, não consegui deixar de sentir-me um pouco cético sobre as decisões da Disney em colocar filmes inicialmente destinados a um lançamento nos cinemas no seu serviço de streaming, que é o caso de The One and Only Ivan. O pensamento “lançaram digitalmente porque é horrível como o outro?” não deixava a minha mente, logo assisti a esta película com expectativas moderadamente baixas…
Felizmente, este filme é uma das surpresas mais doces deste ano. Não esperava derramar lágrimas num conto tão genérico, mas assim o fiz. A história segue uma fórmula familiar do estúdio, mas com algumas pequenas mudanças. O protagonista é a estrela de um espetáculo em declínio quando alguém novo entra para salvar tudo e todos, deixando o protagonista ciumento. No entanto, desta vez, o protagonista não tenta sabotar ninguém para ser novamente a atração principal. Ivan fica muito próximo de Ruby (Brooklynn Prince) e deseja realmente cumprir uma promessa sincera que faz a Stella: libertar todos os animais.
Mike White (que co-escreveu um dos piores filmes de sempre, The Emoji Movie) também foi uma razão para os meus baixos níveis de confiança, mas agora consigo perdoá-lo por fazer parte dessa outra atrocidade de animação. White oferece a todas as personagens uma personalidade distinta ou, pelo menos, um traço específico único do animal respetivo. Até personagens sem impacto qualquer na história, tais como Henrietta (Chaka Khan), Murphy (Ron Funches) ou Frankie (voz do próprio White), ficaram claramente inseridos na minha memória devido às suas cenas hilariantes (nunca imaginei que voltaria a rir de uma piada ao estilo de “porque é que a galinha atravessou a estrada?”).
Ivan, Ruby, Stella e Bob (Danny DeVito) são, sem dúvida, os destaques. Todos são personagens muito fáceis de fazer os espetadores apaixonarem-se. Ivan funciona lindamente como um protagonista cuja história é tão trágica quanto se pode imaginar. O seu arco é incrivelmente convincente e emocionalmente poderoso, tanto que termina parcialmente triste. A sua relação com Ruby é autêntica e sincera, assim como com Stella. Bob é, definitivamente, o mais engraçado de todos, mas até este tem uma história de abandono e isolamento. Todos os animais selvagens merecem liberdade, tal como todos os animais domésticos merecem um lar de família. Esta é uma mensagem que sempre apoiarei e defenderei como alguém que adora animais.
O maior elogio que posso dar a este filme é o aspeto de que é surpreendentemente imersivo, mesmo vendo em casa. Quando Ivan fala, nunca pensei “é o Sam Rockwell!”. Sempre vi e ouvi Ivan como Ivan, tal como com todas as outras personagens. Os animais parecem impressionantemente realistas, mas a magia do cinema já chegou a um ponto onde, por vezes, dificilmente se nota a diferença entre um animal de verdade e um falso. Não é o caso de The One and Only Ivan, mas depois de The Lion King, algo como o primeiro não me surpreende mais.
Ainda assim, só demonstra como storytelling pode ser a “atração principal”. Fiquei tão encantado com a narrativa que não me podia importar menos com os animais visualmente deslumbrantes nem com o trabalho de voz excelente. Só queria ver os animais serem libertados.
Há ainda mais dois aspetos impactantes que tornaram o filme ainda melhor. A banda sonora de Craig Armstrong é excecionalmente propensa a arrepios e lágrimas. É subtil quando precisa de ser e emocionante durante os grandes momentos. É uma das minhas bandas sonoras favoritas de 2020.
O último detalhe está relacionado com a criação do filme. Não me perguntem porquê, mas perdi o “inspirado por uma história verídica” nos créditos iniciais. Como é habitual neste tipo de filmes, logo após o final, texto acompanha fotos e vídeos, neste caso, de Ivan da vida real. Apesar de ser um filme genérico, fiquei emocionalmente chocado ao ver as imagens reais. Terminei o filme com lágrimas de felicidade, mas tenho que deixar um aviso.
Em relação a pontos negativos, este é um daqueles filmes onde não consigo apontar falhas diretas ou problemas técnicos. Gostava de ter visto mais desenvolvimento dado à ligação supostamente muito forte entre Ivan e Mack (Bryan Cranston) que partilham como uma família. Não prejudica os momentos comoventes entre os dois, mas podia ter tornado estas cenas muito mais impactantes.
É simplesmente um filme divertido, engraçado, com ritmo rápido e de uma hora e meia que funciona tanto para adultos como para crianças. No entanto, apesar de não existir violência visível ou abuso de animais, algumas das personagens partilham o passado triste e traumático que tiveram que enfrentar, algo que pode ser demasiado sombrio para crianças muito novas…
The One and Only Ivan é uma das surpresas mais bonitas de 2020. Com um elenco impecável e uma das minhas bandas sonoras favoritas do ano, esta adaptação da história verídica de Ivan até pode seguir uma fórmula genérica (ligeiramente alterada), mas é, sem dúvida, uma aventura emocional digna da atenção de todos, tanto adultos como crianças.
Mike White entrega um argumento cheio de coração, repleto com personagens animais memoráveis e fáceis de criar conexão emocional, mesmo para espetadores que não tenham tanto amor por animais. É uma história bonita, com mensagens significativas e momentos de fazer derramar algumas lágrimas, executada de forma tão brilhante que se tornou numa das minhas visualizações caseiras mais imersivas dos últimos anos.
Visualmente, não consigo apontar um único defeito, dado que os animais parecem verdadeiramente incríveis. Se necessitasse de um argumento para convencer amigos e familiares a subscreverem o Disney+, este seria o filme que lhes mostraria.
Agora que já todos conhecem, finalmente, A Criança, ou Baby Yoda para os amigos, o Grupo LEGO revela o seu mais recente set de construção de Star Wars.
LEGO Star Wars A Criança é uma figura complemente criada com tijolos de LEGO que dão vida à nova personagem da série live-action de Star Wars, The Mandalorian, que estreou em Portugal este mês com a chegada do serviço de streaming Disney Plus.
Com cerca de 20 cm de altura e 1073 peças, este set, que também tem uma minifigura d’A Criança, é destinado a crianças a partir dos 10 anos, apesar de parecer um conjunto de colecionador, pois até inclui uma placa informativa para exposição. Pode ser articulado, com movimentos no pescoço, braços e até expresões faciais.
O set LEGO Star Wars A Criança chega à loja oficial da LEGO a partir do dia 30 de outubro, por 89,99€.
Desde há muito tempo que ouvimos falar de contas PayPal hackeadas. Por mais cuidados que tenhamos, por vezes cometemos deslizes e, ao clicar inadvertidamente num certo link ou abrir um ficheiro que não era suposto, podemos expor-nos a ataques piratas, com esses malfeitores a acederem a todas as nossas contas e mais algumas. Além disso, vários são os esquemas de phising que vão surgindo por aí, tendo até já falado desses casos aqui no Echo Boomer.
No que ao PayPal diz respeito, quando tal acontece, o hacker pode, por exemplo, transferir o dinheiro para uma conta sua e levantar para o banco (embora esse processo de levantamento possa demorar até três dias úteis a ser processado) ou, se preferir, utilizar esse dinheiro em compras online, a carregar uma conta de uma carteira digital, etc. As possibilidades são imensas.
Dito isto, não é de admirar que o PayPal vá mudar em breve a maneira como acedemos à nossa conta. Num email enviado aos clientes, a empresa diz que, de forma a cumprir os novos regulamentos, está a “a adicionar a Autenticação Forte do Cliente (SCA – Strong Customer Authentication) no início de sessão do PayPal”.
Basicamente, tal significa que, quando quiserem iniciar sessão ou efetuar pagamentos, poderá ser pedido um código de utilização única que será enviado para o número de telemóvel registado no vosso perfil.
Portanto, e de modo a poderem continuar a utilizar o PayPal sem interrupções, devem assegurar-se de que o número de telemóvel associado ao vosso perfil é o correto.
Para isso, devem iniciar sessão na vossa conta e, em seguida, clicar no ícone da rodinha. Basta que depois selecionem o vosso Perfil (browser) ou Informação Pessoal (caso utilizem a app) e verifiquem qual o número de telemóvel associado.
Se for o vosso atual e que utilizam regularmente, tudo ok. Caso contrário devem mesmo atualizar essa informação de forma a evitar chatices.
Graças a artistas e entusiastas, é agora possível usar tecnologia de realidade aumentada para colocarem a PlayStation 5 nas vossas salas.
A PlayStation 5 está quase a chegar e promete ser grande, muito grande. Até mesmo o seu modelo sem leitor de discos é grande.
Com cerca de 39 cm de altura, 26 cm de comprimento e 10 cm de largura, a PlayStation 5 ocupa um volume de 10.5 litros e é a maior consola de videojogos moderna, ultrapassando as dimensões da Xbox One original e da PlayStation 3 original.
Com dimensões tão grandes e uma aparencia tão futurista, a questão que muitos colocam é: “como será que fica ao pé da minha TV/na sala/no quarto?” A resposta pode ser encontrada agora que conhecemos as dimensões reais da consola, mas há uma forma interativa que visualizar o nosso cenário.
Graças a artistas e entusiastas, é agora possível usar tecnologia AR para colocarem a PlayStation 5 nas vossas salas. Através de recriações 3D em plataformas como o Sketchfab, é possível usar o nosso smartphone para visualizar a PlayStation 5 na nossa sala.
Tudo o que precisam de fazer é seguir este link no vosso smartphone ou, em alternativa, clicar no botão de AR na preview 3D da consola e seguir os passos propostos, como a leitura do código QR.
Visualização 3D da PlayStation 5 via AR
A partir daqui é só apontar a consola para onde acham que ela poderá ser colocada e podem até vê-la de bem perto.
O resultado final nem sempre é preciso e, dependendo das condições de luz da zona, das referências ou até do próprio smartphone, a visualização poderá não ser realista, apresentando dimensões irrealistas (que podem ser manipuladas). Mas é, sem dúvida alguma, uma forma divertida de explorar a nova consola.
O negócio, avaliado em 7.5 mil milhões de dólares, conta com algumas das séries mais aclamadas da indústria dos videojogos.
A menos de 24 horas da abertura das pré-reservas das novas Xbox Series X e S, a Microsoft revela que adquiriu um dos maiores grupos da indústria dos videojogos, a ZeniMax Media, a empresa-parente da Bethesda Softworks, num negócio avaliado em 7.5 mil milhões de dólares.
Esta aquisição apanhou a indústria do entretenimento de surpresa e promete marcar a sua história, pois agora a Microsoft é detentora de algumas das propriedades intelectuais mais aclamadas e conhecidas.
Assim, a partir de agora, séries como The Elder Scrolls, Fallout, Doom, Dishonored, Wolfenstein, Quake, entre outras, passarão a fazer parte do portfólio de jogos da Xbox Game Studios, assim como futuros títulos desenvolvidos, que terão apoio da Microsoft e serão lançados no primeiro dia no Xbox Game Pass.
Com esta aquisição, os Xbox Game Studios, que eram compostos por 15 estúdios, passam a ser 23, aumentando assim o potencial de novos jogos e sequelas.
Apesar desta aquisição, muitos dos jogos da Bethesda podem não ficar confinados ou exclusivos ao ecossistema da Xbox. Em comunicado no blog da Bethesda, Pete Hines revela que os jogos que estão a ser atualmente trabalhados continuarão o seu desenvolvimento com os objetivos originais e serão publicados pela própria Bethesda.
É uma declaração relevante para os fãs de outras plataformas que esperam continuar a jogar jogos como The Elder Scrolls, Doom, ou até Deathloop, que na PlayStation 5 é atualmente um exclusivo temporário.
Além desta novidade, a Microsoft revelou também uma nova conquista ao atingir os 15 milhões de subscritores do Xbox Game Pass, um número que certamente ajudou na decisão da aquisição dos estúdios da Bethesda, que irão adicionar mais jogos ao catálogo do serviço muito em breve.
O mundo mudou e a forma de lançar jogos também. E eFootball PES 2021 é uma sensata e honesta maneira de levar uma nova temporada até às mãos dos fãs do género.
Quem me conhece sabe que sou fã de jogos de futebol e colecionador de FIFA (com todas as caixas guardadas, desde o 2003), mas nunca fui fanático ao ponto de entregar o título de melhor jogo a título definitivo a nenhum simulador. Para ser franco, já tive quatro jogos de futebol diferentes como predilectos ao longo dos últimos 22 anos. Nos períodos de 1998-2000 tinha preferência por Actua Soccer, de 2001-2002 optei por This Is Football, de 2003-2005 foi a vez de FIFA, de 2006-2012 foi PES que ganhou a corrida e, mais recentemente, no período 2013-2019, a minha escolha tem recaído novamente para a série FIFA.
Com a edição de 2020 de FIFA (a pior para mim desde 2007), considero que, apesar das fragilidades, PES2020 conseguiu estar um nível ligeiramente superior. Com este Season Update de PES, oficialmente designado de eFootball PES 2021 Season Update, estou a divertir-me com um jogo de futebol como já não acontecia desde 2017. Dado que já não jogava PES com consistência há uns anos valentes, esta análise vai ter como termo de comparação FIFA 20.
Face à conjuntura e panorama atual, em que o mundo parou parcialmente por causa da pandemia e uma nova geração de consolas está prestes a tomar o mercado de assalto, a Konami optou por lançar um standalone a um preço acessível. Em vez de apostar forte no desenvolvimento de um jogo novo, apostou em atualizar as equipas, equipamentos e alguns pormenores na jogabilidade da versão anterior.
Sinceramente, achei uma decisão sensata e honesta. Primeiro porque evitam perder tempo no desenvolvimento completo de duas novas versões do jogo para as consolas atuais e as novas que estão a caminho, podendo assim focar-se e empregar esforços no desenvolvimento de PES 2022. E depois porque evitam custos operacionais na produção e distribuição de jogos físicos, numa altura em que o mercado é muito imprevisível, não sendo fácil prever ao certo o volume de vendas de jogos. Posto isto, a Konami limitou-se a lançar a mesma versão do jogo anterior, com algumas alterações superficiais e chamou-lhe aquilo que ele é: Season Update.
Grande parte das alterações significativas foram visuais e updates de conteúdo, no entanto, já há a confirmação de algo que promete deixar qualquer gamer de água na boca. Enquanto FIFA continua preso ao motor de jogo Frostbite, que ao longo dos últimos quatro anos tem sido responsável pela deterioração da jogabilidade e pouca evolução gráfica, a Konami fez parceria com a Unreal Engine.
No que toca a modos, não há muitas novidades, sendo que o menu continua relativamente simples, mas conta com os essenciais. Saltou-me à vista o equivalente ao modo de treinador (em FIFA), que em PES se chama Master League.
Considero que, em comparação com o de FIFA, é superior. Só perde pela falta de licenças de equipas e ligas. No entanto, ganha a nível de pormenores e complexidade, que passa pela apresentação de jogadores recém-contratados, pelo spot publicitário alusivo à liga em que estamos a competir no arranque da mesma, pela complexidade de treinos a fazer aos jogadores e à forma simples com que são programados, pela complexidade estatística disponível dentro e fora de campo (títulos individuais, ranking de clubes e países), pelo modo como são feitas transferências e contratos e por toda a panóplia de animações disponíveis.
Considero também os gráficos e jogabilidade superiores à de FIFA. Apesar de achar a forma como é fácil distribuir jogo ao 1º toque um bocado irrealista, bem como algumas movimentações e interações com a bola, acaba por ser uma Wild Card muito interessante face à monotonia com que nos temos deparado ao longo dos últimos anos com FIFA. Para além disso, considero que o drible deveria ser mais intuitivo e simples do que é.
Neste jogo não há cortes ou interceções fora-de-série ao nível de ninja, sendo possível ganhar bolas de cabeça por sermos capazes de disputar o espaço de forma realista. Também conseguimos marcar golos de cabeça após cruzamentos longos, bem como balançar as redes de inúmeras formas diferentes (incluindo de livre), pelo que o golo de passar para o lado e encostar não é uma constante. Fascina-me também a liberdade de movimentação e decisão a todo o momento, em diversos lances de disputa e recuperação de bola. As animações são também muito melhores no que toca a realismo que as do jogo rival, como em cortes ou defesas incompletas.
A complexidade e especificidade na forma como a equipa é gerida e preparada a cada jogo é brutal. Fascina-me sobretudo que não seja um jogo que consiste apenas em circular a bola à espera do erro do adversário, mas sim em ir à procura do momento perfeito para finalizar a partir da construção de jogo.
eFootball PES 2021 Season Update faz-me lembrar FIFA 2016, que foi dos jogos mais divertidos e com diversidade de dinâmicas e possibilidades em campo que já joguei – e isso é bom. Não foi por acaso que PES 2020 ganhou o prémio E3 de melhor jogo de desporto no ano, após um longo reinado de FIFA (cinco vitórias nos últimos oito anos).
No geral, eFootball PES 2021 Season Update é quase idêntico a eFootball PES 2020. Por isso, se tiverem a versão anterior e não vos fizer confusão passar mais um ano a jogá-lo sem atualização de equipamentos, é dinheiro que poupam.
Se forem fãs de FIFA e estiverem à procura de algo refrescante até sair o novo jogo já para a PS5, arranjam facilmente PES 2020 (jogo físico) por menos de 20€, pois costuma estar regularmente em promoção. Mas atenção que a falta de licenças de PES é uma realidade e vai fazer alguma confusão inicialmente.
Plataformas: PC, PlayStation 4 e Xbox One Este jogo (versão PS4) foi cedido para análise pela Ecoplay.
É já no dia 10 de novembro que a nova geração de consolas da Xbox chega às mãos dos jogadores.
Com dois modelos distintos, a Xbox Series S por 299,99€ e Xbox Series X por 399,99€, os jogadores podem começar já a pensar qual das duas se encaixa mais nas suas necessidades. Se a Series S digital é para quem não tem uma TV 4K, nem tão depressa precisa de uma, já a Series X está preparada para altas resoluções e a melhor experiência possível.
A partir de amanhã, dia 22 de setembro, pelas 8 da manhã, os jogadores que querem garantir que terão uma das duas novas consolas nas suas mãos no dia 10 de novembro vão poder fazer a sua pré-reserva. Há vários locais onde fazer, online ou presencialmente, em lojas como a Worten, FNAC, Mediamarkt, entre outras.
Preferencialmente, as pré-reservas podem também ser feitas através da Microsoft Store para a Xbox Series X e para a Xbox Series S.
As novas consolas da Xbox vêm preparadas para jogos da nova geração, tirando partido das novas tecnologias e avanços na produção de gráficos de alta qualidade, e prometem ser o melhor lugar para jogar jogos Xbox, com compatibilidade de jogos lançados desde a primeira Xbox original, apresentando desempenho superior em jogos da Xbox, Xbox 360 e Xbox One.
Com data de lançamento marcada para 10 de novembro, a Xbox Series X e S chegam para rivalizar a aposta da Sony, com a PlayStation 5, a ficar disponível uns dias depois, a 19 de novembro.
Assim escusam de perder tempo a personalizar a vossa caixa.
Ao trabalhar com a Uber Eats, a Olá tem disponibilizado aos consumidores não só pints (embalagens em formato de copo) Magnum, como uma Box personalizável com outros tipos de gelados, como Cornetto, Magnum Ruby, entre outros.
Pois bem, e se vos dissermos que, agora, existe uma nova box de gelados só com sabores icónicos? A nova Box Olá Clássicos traz cinco gelados diferentes – Feast (1,30€), Super Maxi (1€), Perna de Pau (1,30€), Magnum Amêndoas (2€) e Cornetto Morango (1,70€) -, estando disponível nas lojas Olá na aplicação Uber Eats.
Pode acontecer é, por vezes, algum dos gelados estar esgotado. Aí, o que têm de fazer é adicionar uma segundo unidade de outro dos gelados clássicos à escolha.
Esta box clássica só estará disponível dia 27 de setembro. Solução? Após essa data, podem escolher uma Box Olá e personalizar ao vosso gosto… podem é não ter todos os gelados clássicos disponíveis nessa altura.
É já no próximo dia 1 de outubro, de forma a começar bem o mês, que o Porto recebe aquela que será a única academia em Portugal dedicada à área da música eletrónica com certificação DGERT.
Localizada na Rua Doutor Carlos Cal Brandão, 32, a escolaProDJ Porto terá, à semelhança da sede em Lisboa, uma oferta formativa de cursos de DJ, produção e indústria musical, ministrados por uma equipa de profissionais experientes e com os mais actuais recursos técnicos e tecnológicos. Os cursos serão ministrados presencialmente, cumprindo todas as regras sanitárias em vigor, bem como em regime de b-learning e online.
Com 12 anos de actividade, cerca de 2.000 alunos formados, uma oferta formativa que ascende a 16 cursos e 12 formadores, a ProDJ promete agora dar que falar na zona norte do país.
A nova escola estará aberta às terças, quartas e sextas, das 10h às 19h; às quintas, das 10h às 21h; e aos sábados, das 10h às 13h.