Análise – 9 Monkeys of Shaolin

Viajem até à China Medieval numa busca por vingança e muita ação.

9 Monkeys of Shaolin

Com a idade, consigo reparar que fico mais fascinado com a simplicidade, com os designs minimalistas e com as mecânicas aprumadas e artificialidades. Começo a adorar projetos que são “o que são”, sem ideias mirabolantes, grandes conceitos – que muitas vezes ficam aquém do esperado – ou a necessidade canibalesca de adicionar mais elementos à jogabilidade. Este ano, tenho descoberto produções independentes que desafiam este amor crescente e 9 Monkeys of Shaolin é mais um excelente exemplo de “menos é mais”.

A Sobaka Studio trouxe-nos um beat’em up puro e duro, onde o foco no combate intenso é o seu grande destaque. Através de cinco capítulos e de múltiplos níveis, embarcamos numa viagem em busca de vingança, mas encontramos uma demanda pessoal e de crescimento pessoal à medida que o nosso herói, um simples pescador, se junta a um clã de monges e descobre a sua vocação para as artes marciais. A estória é muito simples e não é, de todo, o foco do jogo, mas achei muito interessante a vontade da Sobaka Studio em evoluir o seu protagonista através dos cinco capítulos, demonstrando como se desenvolve fisicamente e moralmente ao longo da campanha. Um pequeno toque para um jogo que é muito mais assente na sua jogabilidade

Em combate, 9 Monkeys of Shaolin domina as combinações rápidas, os ataques leves e mais pesados e ainda um desvio fluído e intuito que vos salvará de algumas situações de risco. Com um formato semelhante a outros clássicos do género, onde a linearidade dos níveis é complementada por hordas de inimigos e a possibilidade de recolhermos vários itens – como chás, que nos podem curar, dar mais pontos de defesa ou aumentar a nossa agressividade –, 9 Monkeys of the Shaolin aprofunda as suas mecânicas com um leque de adversários competentes que desafiam constantemente a nossa destreza em jogo. Sejam guerreiros com armaduras, que só poderão ser atordoados com ataques pesados, ou arqueiros, que podemos refletir os seus ataques para devolver as setas e balas, os inimigos complementam-se perfeitamente e dão ao jogo uma dificuldade sempre presente, nunca injusta, e que nos obriga a alternar entre ataques e poderes regularmente.

Apesar do seu foco em mecânicas mais tradicionais, este beat’em up apresenta algumas influências do género RPG no seu sistema de evolução e na forma como gerimos o equipamento do protagonista. Ao contrário de títulos como Streets of Rage ou Golden Axe, aqui podemos melhorar o nosso guerreiro do Shaolin através de várias árvores de atributos que desbloqueiam mais pontos de ataque e defesa, mas também novas habilidades. Estes pontos de experiência servem de recompensa sempre que concluímos um dos níveis e podem ser utilizados entre missões quando regressamos ao HUB do jogo. O mesmo acontece com os equipamentos, com o nosso arsenal de lanças e acessórios, que também podemos equipar antes de nos lançarmos numa missão.

9 Monkeys of Shaolin

É um pequeno toque e 9 Monkeys of Shaolin nunca chega a ser verdadeiramente profundo, mas a sensação de evolução, que é complementada pela própria narrativa, dá-lhe a ilusão de complexidade. Os equipamentos também não são descartáveis, cada peça tem as suas vantagens – passivas e ativas –, o que faz com que este sistema supostamente minimalista ganhe uma nova dimensão na prática.

A profundidade de 9 Monkeys of Shaolin pode não estar presente no sistema de progressão, mas está certamente no combate e nas habilidades que temos à nossa disposição. Se começamos com um leque limitado de ataques rápidos e pesados, rapidamente temos acesso a combinações mais destrutivas e a magias que nos ajudam a controlar os grupos de inimigos. Estas habilidades, que desbloqueamos ao longo da campanha, dependem de Qi, ou da energia do nosso protagonista, e obrigam a uma gestão de recursos sempre que as quisermos utilizar. No entanto, nunca senti que o jogo me estava a tirar controlo sobre estes poderes e com alguma calma, pude sempre utilizar o que queria quando queria.

No início, duvidei da profundidade do jogo. Faltava algo na jogabilidade, algo mais interessante a nível mecânico e que me obrigasse a combinar ataques e poderes de uma forma satisfatória. Faltava diversão. Os gráficos, num primeiro contacto, também não facilitaram, juntamente com alguns problemas de desempenho e bugs, mas quando 9 Monkeys of Shaolin começou a apresentar os seus trunfos, vi-me agarrado ao comando e não consegui largar. Senti um sorriso a formar-se à medida que avançava pelos cinco capítulos sem sentir um pingo de cansaço ou tédio.

Vi-me, por exemplo, a aperceber-me que podia combinar o pontapé para encurtar a distância com os inimigos, a puxá-los para mim – graças ao Qi – e a disferir uma combinação rápida (com R2 e triângulo), ao mesmo tempo que os paralisava no ar e concentrava o meu poder num só golpe pesado. Tudo isto sem paragens e sem perder o controlo, com a fluidez e a resposta dos comandos a permitir esta sucessão rápida de ataques e magias.

9 Monkeys of Shaolin

No entanto, o jogo nunca deixou de ser desafiante, até mesmo com todas estas opções, e isso é graças à variedade de inimigos e à sua agressividade em combate (ainda que a IA fique aquém do esperado).

A linearidade da campanha também é desafiada pela possibilidade de escolhermos quais as missões que queremos completar. Entre momentos narrativos, temos sempre dois ou três caminhos que podemos seguir que nos levam para cenários totalmente diferentes, tal como as recompensas que ganhamos no final de cada nível. Há sempre uma escolha que temos de fazer e sentimos que temos algum controlo sobre a progressão da campanha, mas esse controlo acaba por ser ilusório. Isto porque podemos concluir os níveis que não escolhemos à posteriori e como missões secundárias, eliminando assim o peso da escolha.

Contudo, tenho de sublinhar a variedade de níveis e de cenários que encontramos ao longo da campanha. Nunca sentimos que estamos a revisitar constantemente as mesmas zonas e há uma progressão física à medida que os monges viajam em busca dos seus adversários.

Com uma duração média de cinco horas e com a possibilidade de repetirem missões e de se aventurarem pelas dificuldades mais desafiantes, 9 Monkeys of Shaolin nunca desperdiça o vosso tempo. Os níveis curtos, mas variados, mantém-nos presos à campanha e existe uma sensação de “só mais um” à medida que avançamos pela estória. A nível visual, peca muito pela fidelidade gráfica e, apesar da variedade de cenários, é um jogo pobre com modelos pouco expressivos e vivos.

Mas não se deixem influenciar pelos gráficos e pela banda sonora genérica: se são fãs do género, 9 Monkeys of Shaolin é uma excelente experiência.

Nota: Muito Bom

Plataformas: PC, PlayStation4, Xbox One e Nintendo Switch
Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela Dead Good Media.

Crítica – On the Rocks

On the Rocks não parece um filme, mas sim uma história real com pessoas reais… pelo menos até ao terceiro ato.

On the Rocks

Sinopse: “Uma jovem mãe nova-iorquina (Rashida Jones), diante de súbitas dúvidas sobre o seu casamento, junta-se ao seu pai (Bill Murray), um excêntrico playboy, para juntos seguirem o seu marido (Marlon Wayans).”

Antes de analisar o filme em si, devo confessar a minha admiração pela carreira de Sofia Coppola até agora. Com um cineasta tão célebre como pai (Francis Ford Coppola, o famoso realizador por detrás da clássica trilogia The Godfather, Apocalypse Now e muito mais), Sofia foi capaz de criar uma carreira distinta, evitando comparações condescendentes com o sucesso do seu pai. A maioria das pessoas iriam ceder à pressão na mesma situação, sucumbindo ao fracasso total.

Felizmente, Sofia começou a mostrar o seu talento muito cedo, entregando uma das melhores rom-coms dos anos 2000, Lost in Translation (apenas a sua segunda longa-metragem). Portanto, estava realmente muito interessado na premissa aparentemente simples de On the Rocks.

Esta última obra da filmografia de Sofia continua com uma das suas caraterísticas marcantes: um filme leve que aborda temas não tão leves. A narrativa principal segue a resposta a uma pergunta binária: estará o marido de Laura (Rashida Jones), Dean (Marlon Wayans), a ter um caso? Os dois resultados possíveis não permitem que o filme contenha surpresas impactantes em relação a este enredo, mas Sofia escreve um argumento repleto com interações entre personagens cativantes, principalmente entre Laura e o pai, Felix (Bill Murray). O início do filme concentra-se em demonstrar o dia-a-dia de Laura, desenvolvendo a personagem de uma maneira excecionalmente suave e tranquila.

Estes primeiros minutos sem Felix na fotografia estabelecem perfeitamente o estado mental de Laura. Os seus sentimentos, pensamentos, dúvidas, tudo é partilhado com o espetador, seja através de exposição clara ou expressões subtis da notável Rashida Jones, que entrega uma prestação calma, mas extremamente rica. De seguida, entra o fenomenal Bill Murray. Felix é um idoso charmoso, mas complicado, que não consegue estar perto de uma mulher sem se atirar à mesma ou dizer parvoíces como: “acho que estou a ficar surdo apenas com as vozes das mulheres”. A sua relação com a filha parece muito próxima ao ponto de Laura confiar nas suas teorias da conspiração loucas baseadas em factos exagerados.

Aqui encontra-se o meu problema número um com o filme. Até ao terceiro ato, descreveria On the Rocks em apenas uma palavra: real. Todas as cenas, conversas ou ações são exibidas de uma forma tão realista que tenho dificuldades em encontrar uma única sequência que não necessitasse de estar no filme. Ao fim de cada cena, o espetador aprende sempre algo novo, seja sobre uma personagem, um evento ou apenas um mero detalhe da vida de alguém. No entanto, a última meia hora leva as personagens principais (pai e filha, para ser claro) por um caminho que ultrapassa o limite do bom senso, criando a dúvida sobre se Laura realmente seguiria tal trajeto, baseado no que o filme mostrou da sua personalidade até então.

No entanto, este não é “o” problema. Esse é a revelação que vem com este ato final que levanta algumas questões sobre a conexão pai-filha. Não posso entrar em spoilers, mas Sofia desenvolve Felix como um homem engraçado, divertido, para não ser levado a sério e que faz algumas piadas que não deve em demasia. Apesar disso, depois de descobrir uma certa parte da sua vida e o quanto isso afetou a família, perdi parcialmente a empatia que tinha. A revelação é, provavelmente, o único aspeto ligeiramente surpreendente do filme, não por ser chocante (o filme claramente aponta nesta direção), mas devido ao foco do espetador estar apenas em descobrir se Dean está ou não a trair Laura.

On the Rocks

Este novo desenvolvimento faz questionar como Laura consegue estar tão perto do pai sem nunca mostrar no ecrã como a mesma lidou com a situação, especialmente no final onde o assunto é trazido de volta à sua vida. Não se deixem enganar com esta explicação extensa, não desgostei do filme, de todo! Não posso negar o impacto deste problema, mas está longe de destruir On the Rocks. É muito bem produzido, com todos os aspetos técnicos a complementarem-se. Sofia controla tanto o ritmo como o tom do filme impecavelmente.

Mesmo assim, Rashida Jones e Bill Murray roubam os holofotes. Ambos entregam performances fantásticas, carregando os diálogos sem esforço e abraçando totalmente as personalidades das suas personagens. Marlon Wayans também é muito bom, apesar de não ter muito tempo de ecrã. Com uma duração curta, a premissa fica surpreendentemente mais cativante do que estava a antecipar. Senti-me investido no processo de descobrir a resposta à grande questão e, apesar do terceiro ato parcialmente desapontante, este enredo é brilhantemente executado.

No fim, On the Rocks é mais um sucesso para a A24 e Apple TV+. Sofia Coppola continua a já notável e distinta carreira com mais uma peça definida por um dos seus atributos conhecidos. Um assunto sério retratado através de uma perspetiva mais leve, possuindo interações fascinantes entre personagens e uma premissa que acaba por ser muito mais envolvente (mas ainda um pouco previsível e formulaica) do que o que se esperava da mesma.

Rashida Jones e Bill Murray são genuinamente impressionantes, partilhando uma química palpável, e ultimamente carregando toda a narrativa nos seus ombros. Não parece um filme, mas sim uma história real com pessoas reais… pelo menos até ao terceiro ato, onde uma sequência exagerada e difícil de se acreditar leva a uma revelação que questiona a ligação emocional entre pai e filha, bem como a resolução apressada de tal novidade. Não deixo de recomendar, especialmente como uma escolha de fim-de-semana, ao fim da tarde, devido ao seu tempo de duração curto e história, no geral, bastante agradável.

Acesso ao filme via screener fornecido pela AppleOn The Rocks já está disponível na plataforma de streaming.

Lei do Cinema. Plataformas de streaming e canais de TV por subscrição passam a pagar uma taxa de 1% da faturação

O objetivo? Financiar o Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA).

A lei é polémica e promete dar que falar, mas foi aprovada e vai mesmo acontecer. “Somos o primeiro país da UE a aplicar esta tipo de medida (a taxa)”, garantiu José Magalhães, deputado do PS que participou no debate da especialidade sobre esta denominada Lei do Cinema, ao Expresso.

Para já, a grande novidade: plataformas de streaming, como Netflix, Disney+, HBO, Amazon Prime Video e afins, bem como canais de TV por subscrição, passam a pagar 1% da faturação dos seus serviços. O pagamento dessa taxa servirá para financiar o Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA), que, desta forma, beneficiará não só dos milhões de euros do Orçamento do Estado, como desta nova taxa.

Essas plataformas/serviços passam, também, a estar sujeitos a novas regras de inserção de publicidade. Neste caso, quem produz ou insere vídeos nas plataformas, terá de informar as mesmas sobre a existências de anúncios ou outras ações publicitárias.

Já plataformas como YouTube e outros serviços de partilha de vídeos deverão impedir a difusão de conteúdos de ódio ou que sejam nocivos para crianças e jovens.

A Lei do Cinema refere ainda que os consumidores poderão cancelar contratos de TV cujas condições foram alteradas sem a devida divulgação junto dos mesmos. “Devem ser comunicadas ao consumidor, com 30 dias de antecedência, quaisquer alterações das condições contratadas, com a expressa menção da faculdade de resolução do contrato, sem quaisquer ónus ou encargos, sempre que tais alterações respeitem à composição ou preço da oferta de serviços de programas televisivos e dos serviços audiovisuais a pedido disponibilizados pelos operadores de distribuição”, refere a lei agora aprovada.

Resta saber se a aplicação desta nova taxa trará consequências para os consumidores de serviços de streaming e canais de TV pagos, nomeadamente um aumento de preços.

Todas as temporadas de The Americans chegaram ao Amazon Prime Video

2020 ainda vai tendo coisas boas.

Estreou em 2013 e misturava espionagem russa, amor e factos verídicos. Falamos, claro, de The Americans, série que, ao longo dos anos, foi arrecadando vários prémios importantes, entre os quais um Golden Globe, mas que, por algum motivo, foi sempre subvalorizada por parte do público.

Agora, e já depois de ter saído do catálogo da Netflix, eis uma boa novidade: todas as temporadas de The Americans chegaram ao Amazon Prime Video.

A série está totalmente disponível tanto no catálogo espanhol como no português, o que quer dizer que terão acesso a todos os episódios tenham feito a subscrição através do site oficial ou diretamente através da Amazon ES.

Há é o problema das legendas, algo que vai afetando muitas séries e filmes: não existem legendas em português caso tenham acesso ao catálogo espanhol do Prime Video. Se tiverem subscrito o serviço através do site oficial, ou seja, tendo acesso ao catálogo português, aí sim, terão legendas em Português.

The Americans teve como protagonistas Keri Russell e Matthew Rhys. Em Portugal, a série foi também exibida no canal FOX Crime.

Em breve vamos poder renovar o Cartão de Cidadão no Multibanco

A novidade deverá estar ativa muito em breve.

Cartão de Cidadão

Atualmente, é possível fazer a renovação do Cartão de Cidadão de duas formas: Internet ou presencialmente.

No caso da renovação online do Cartão de Cidadão, pode ser feita por cidadãos com 25 anos ou mais. É um processo mais barato que a renovação ao balcão, mas, para isso, devem fazer a autenticação com Chave Móvel Digital ou Cartão de Cidadão.

Já presencialmente todos sabem como fazê-lo: deve-se agendar previamente a renovação e, depois, ir a uma Loja do Cidadão.

Agora, sabe-se que, muito em breve, será possível fazer a renovação de outra forma: via Multibanco. A novidade foi avançada por Anabela Pedroso, secretária de Estado da Justiça, durante uma entrevista no Portugal Digital Summit, a conferência da ACEPI que decorreu de 19 a 23 de outubro.

O objetivo é que os cidadãos não tenham de deslocar-se a mais nenhum sítio do que a máquina ATM. Resta agora saber uma data em concreto para a implementação desta novidade.

Recorde-se que, desde setembro passado, os CTT passaram a entregar o Cartão de Cidadão em casa dos portugueses. Numa primeira fase, o serviço envolverá mais de 6.000 cidadãos do concelho de Oeiras, prevendo-se que abranja cerca de 100 mil cidadãos muito em breve. Depois, e de forma gradual, o serviço será alargado a todo o país.

Chegou às lojas uma nova compilação com êxitos das Doce

Mesmo a tempo de nos prepararmos para o filme.

É já a 26 de novembro que estreia um dos filmes portugueses mais antecipados do ano. Falamos, claro, de Bem Bom, filme que retrata a vida das quatro cantoras das Doce e que acompanha o percurso do grupo desde a sua formação, em 1979, até ao pico do sucesso.

Mas antes do filme estrear, há uma nova compilação para conhecer, de forma a que estejamos preparados e com as letras na ponta da língua. Doce – O Melhor já chegou às lojas e reúne êxitos que ainda hoje são conhecidos de todos e que não saem da memória dos portugueses, como “Amanhã de manhã”, “Ali Babá”, “Bem Bom”, entre muitos outros.

Este é o alinhamento:

1- “Doce”
2- “Ali-Babá”
3- “Bem Bom”
4- “Starlight”
5- “Quente, Quente, Quente”
6- “Amanhã De Manhã”
7- “Jingle Tónico”
8- “For The Love Of Conchita”
9- “O Barquinho Da Esperança”
10- “Ok, Ko”
11- “É Demais”
12- “Perfumada”
13- “Rainy Day”
14- “Um Beijo Só”
15- “Fora Da Lei”
16- “Kiss Me Once”
17- “Café Com Sal”

Formadas em 1979, as Doce foram a primeira girlband portuguesa. Fátima Padinha, Laura Diogo, Lena Coelho e Teresa Miguel são as protagonistas deste grupo que revolucionou o panorama musical dos anos 1980 e se tornou numa das mais famosas e intemporais bandas portuguesas. Venderam quase 250 mil álbuns e atingiram o 1.º lugar do top de vendas por diversas vezes.

Escola Digital. Primeiros 100 mil portáteis começam a ser distribuídos em novembro

Foi em abril passado, quando se soube do regresso da Teleescola (#EstudoEmCasa), que o governo anunciou que seria desenvolvido um programa, Escola Digital, para a disponibilização de equipamentos e acesso à Internet em banda larga para ensino à distância por meios digitais.

Pois bem, sabe-se agora que os primeiros computadores vão ser distribuídos durante a primeira quinzena de novembro. Ao todo serão distribuídos cerca de 100 mil computadores portáteis que, segundo Tiago Brandão Rodrigues, Ministro da Educação, destinam-se a escolas dos territórios educativos de intervenção prioritária e a alunos beneficiários da ação social escolar.

“Já foram lançados os procedimentos para a aquisição de um número muito significativo de outros computadores também para alunos com ação social escolar que deverão chegar, esperamos, este ano letivo às nossas escolas”, explicou Tiago Brandão Rodrigues.

O Ministro disse ainda que o plano de transição digital assenta não só na distribuição de portáteis como também “nas questões dos equipamentos e da conectividade”, “na capacitação de professores e no desenvolvimento e disponibilização de recursos pedagógicos digitais e na desmaterialização dos recursos físicos”.

Sobre a capacitação dos docentes, o Secretário de Estado e Adjunto da Educação disse que já foi iniciado o programa de formação, em colaboração com os centros de formação, e que a primeira fase – que arrancou na sexta-feira – vai incluir cerca de 400 docentes, que serão formadores na fase seguinte.

Análise – Valco Wireless ANC Headphones

A Valco é uma startup finlandesa que se estreou na área do auscultadores com a promessa de qualidade em troca de um preço acessível.

Valco Wireless ANC Headphones

A experiência com a Valco começa bem antes de começar a ouvir música ou até de ligar os auscultadores, graças à proximidade que a marca tem com o cliente, com uma enorme dose de humor à mistura. Fundada por Henri Heikkinen (MSc Computer Science) e Jani Rajaniemi (PhD Administrative Sciences), o objetivo passa por desenvolver um produto de qualidade desejável de comprar e por um preço acessível. Caso não estejam satisfeitos, a diferença entre a Valco e as outras empresas da área é, segundo a marca: “if there is an issue with your headphones, you can email our CEO and tell him to go f*ck himself. With us you won’t be calling an outsourced customer service representant.”

Ao receberem o produto, este vem numa bolsa rígida própria em pele sintética com o nome da marca inscrito nela e duas etiquetas: uma com a apresentação do produto e outra com especificações e características do produto, que, à semelhança do site, são textos cheios de humor, tornando a experiência mais divertida.

Características

Estes auscultadores estão equipados com Bluetooth 5.0, facilmente conectável, com um alcance dentro da média e com o chipset Qualcomm QCC3008. Tem também, como o nome indica, Active Noise Cancellation, quatro microfones stereo de 40mm e amplificador Class AB (que é o melhor para auscultadores). Pesam 250 gramas e têm uma bateria de 1050mAh com uma autonomia de 45 horas de reprodução de música e 40 horas em chamada. O seu carregamento é feito na íntegra entre duas a três horas.

Para além disto, é compatível com a Siri e Google Home, pelo que poderão atender chamadas (sim, tem um microfone para fazer chamadas). Juntamente com os auscultadores, a bolsa traz ainda um cabo de carregamento Type-C e cabo de 3,5mm, o que permite continuar a ouvir música quando a bateria acabar.

Valco Wireless ANC Headphones

Design

Como já disse anteriormente, os auscultadores vêm numa bolsa rígida revestida de pele sintética, com um laço numa das extremidades (se por algum motivo quiserem pendurá-la). Ao abri-la, terão, de um dos lados, os auscultadores dobrados numa cavidade à medida para garantir que andam sempre seguros, e, do outro, os cabos e instruções num compartimento de rede com fecho.

A estrutura dos auscultadores é maioritariamente em plástico, sendo que, na zona de regulação da bandolete, onde as conchas dobram para guardar, tem um reforço em metal (transmitindo a sensação de durabilidade). Na bandolete, há ainda uma área enorme almofadada revestida de pele sintética, o que garante um ótimo conforto na forma como assenta na cabeça. Já as conchas, à semelhança da bandolete, são também almofadadas com revestimento a pele sintética, cujo conforto é fantástico. A parte externa das conchas tem uma película laminar em madeira com o nome da marca e o símbolo cravados, um pormenor bonito e único neste tipo de dispositivos, conferindo identidade à marca. Um extra agradável é o facto do interior das conchas que assenta nas orelhas ser também almofadado, adicionando pontos ao factor conforto.

Funcionalidades

O facto do Active Noise Cancellation estar equipado com quatro microfones permite filtrar de forma eficiente barulhos de fundo de baixas frequências. Ainda que não esteja sequer perto dos XM4 da Sony, consegue um ótimo isolamento sonoro.

Caso tenham os auscultadores conectados por Bluetooth (que é o normal), é possível controlar o que estão a ouvir através de botões mecânicos em ambas as conchas. Do lado esquerdo controla-se o Active Noise Cancellation (ligado acende uma luz verde) e, do lado direito, é possível pausar e começar a música, aumentar e diminuir o volume e avançar e recuar músicas.

Os elementos do stereo dinâmico de 40mm, combinados com o chip Qualcomm QCC3008 – o mais indicado para auscultadores -, foram programados e configurados à mão por Jasse Kesti (que trabalha há mais de 20 anos com o som a nível profissional), pelo que o resultado é muito positivo. A música soa muito bem (principalmente a eletrónica) com uma amplificação de baixos fantástica, os videojogos com os Valco vão ser uma experiência cristal clear, fazendo tanto ou mais que um bom headset a nível sonoro, e, para ver filmes ou séries, é garantido que dificilmente serão incomodados (já sabendo que conforto não falta).

Valco Wireless ANC Headphones

Só encontrei um defeito nos auscultadores, que não é bem nos auscultadores, pois prende-se com alguns modelos mais recentes de iPhone. Por algum motivo sobrenatural, quando conectados a iPhones de gama XS ou XR (que foram dois dos quatro modelos em que foram testados) o volume no máximo rompe todos os limites e torna-se extremamente alto, gripado e desconfortável. No entanto, usei os auscultadores no iPhone 6s e SE, num TCL 10 Plus, no meu MacBook, PlayStation 4 e Nintendo Switch e, mesmo com o volume ao máximo, o som esteve sempre impecável e crystal clear.

Ainda não obtive resposta da marca relativamente ao assunto, mas dá a sensação que esses modelos de iPhone conseguem fazer override ao limitador de volume dos auscultadores, fazendo com que estes atinjam um volume anormal, muito acima do que deveria ser possível. Posto isto, se tiverem um desses modelos de iPhone, recomendo que ouçam música quatro níveis de volume abaixo do máximo.

Veredito

Nos primeiros auscultadores desta modesta e engraçada marca finlandesa, pode-se dizer que entraram com o pé direito na indústria do som. O conforto é o mais ponto forte, seguido da qualidade do som (ainda que com aquele problema de configuração do volume com alguns iPhones, como referi acima) e durabilidade da bateria – ainda não os carreguei desde que chegaram e já vou na 37ª hora (a bateria está a meio, mas também não ouvi sempre no máximo). O aspeto e apresentação dos auscultadores e da bolsa também merecem destaque, convencendo-nos de que estamos perante um produto premium.

O Active Noise Cancelling precisa de ser trabalhado, ficando um pouco aquém de outras ofertas no mercado. No entanto, graças ao bom isolamento sonoro, podem estar à vontade que os sons externos passam um bocado ao lado.

Posto isto, posso garantir que se decidirem investir nestes Valco (preço base 149€), não irão ficar desiludidos. Porém, para já não vão ter sorte, visto que estão esgotados desde a semana passada. Em todo o caso, vão metendo olho no site oficial, nem que seja para ler tudo o que lá estiver escrito. Juro que é hilariante.

Nota: Muito Bom

Este equipamento foi cedido para análise pela Valco.

Oficial: Máscaras passam a ser obrigatórias na rua

A medida estará em vigor durante pelo menos três meses, podendo depois ser renovada.

máscaras de proteção

Há semanas que se falava no assunto, tanto que até médicos e outros profissionais de saúde defendiam que o uso de máscara deveria ser obrigatório na rua. Pois bem, vai mesmo acontecer.

Os deputados aprovaram este manhã o projeto de lei apresentado pelo PSD. O diploma teve votos favoráveis do PSD, PS, BE e CDS-PP, ao passo que a Iniciativa Liberal votou contra. PCP, PAN, PEV e a deputada Joacine Katar Moreira abstiveram-se.

O diploma determina que é obrigatório o uso de máscara aos maiores de 10 anos para o acesso, circulação ou permanência nos espaços e vias públicas “sempre que o distanciamento físico recomendado pelas autoridades de saúde se mostre impraticável”.

Pode haver dispensa desta obrigatoriedade “em relação a pessoas que integrem o mesmo agregado familiar, quando não se encontrem na proximidade de terceiros” ou mediante a apresentação de um atestado médico de incapacidade multiusos ou declaração médica que ateste que a condição clínica ou deficiência cognitiva não permitem o uso de máscaras.

Também não é obrigatório o uso de máscara quando tal “seja incompatível com a natureza das atividades que as pessoas se encontrem a realizar”.

Tirando estas exceções, quem não cumprir com a medida poderá ser sancionado com uma coima que varia entre os 100€ e os 500€. A medida estará em vigor durante pelo menos três meses, podendo depois ser renovada.

Recorde-se que, ainda esta semana, o Governo decretou a proibição de circulação entre concelhos de 30 de outubro a 3 de novembro

A Xbox pode receber uma versão em formato de streaming stick para o xCloud

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Esta poderá ser um terceiro modelo da Xbox dedicado ao streaming.

xCloud

Em entrevista ao portal Stratechery, via The Verge, Phil Spencer, da Xbox, revelou alguns dos planos da sua equipa para o suporte de serviço de streaming xCloud, deixando no ar a possibilidade da existência de um novo dispositivo dedicado aos jogos na Cloud.

Em conversa, Spencer referiu o seguinte: “Acho que vamos ver um dispositivo mais barato que fará parte do nosso ecossistema”, acrescentando ainda a possibilidade de ser um streaming stick, ligando-se à TV para jogar via xCloud. “Podem imaginar até algo que inclua o Game Pass, dando a possibilidade de jogar jogos no xCloud na televisão”, concluiu Spencer.

Além disso, há também, segundo o The Verge, o potencial de uma nova categoria de subscrição, cujo nome pode ser “Xbox Game Pass Platinum”, dedicada a este tipo de hardwares.

Apesar de parecer muito garantido, estas são ideias lançadas ao ar do que é possível fazer hoje em dia com a tecnologia corrente. Dado o desenvolvimento do xCloud e de alternativas como Luna, da Amazon, ou Stadia, da Google, parece ser uma aposta muito interessante da Xbox em ter o seu próprio stick de entretenimento.

Contudo, estas declarações podem também aludir a potenciais parcerias com outros produtores de equipamentos para TV ou até SmartTV com capacidades para correr o xCloud nativamente.

Atualmente, o xCloud oferece centenas de jogos que podem ser acedidos em qualquer dispositivo Android compatível, com o auxílio de um comando ou de controlos táteis numa pequena seleção de títulos. O xCloud está também apenas disponível para os subscritores do Xbox Game Pass Ultimate, que dá ainda acesso aos benefícios do Xbox Live Gold e à biblioteca do Xbox Game Pass para PC.

Entretanto, as atenções da Xbox estão nas suas novas consolas, a Xbox Series X e a Series S, que chegam ao mercado no dia 10 de novembro por 499,99€ e 299,99€, respetivamente.

Crítica – Rebecca

A versão da Netflix de Rebecca perde-se ao tentar equilibrar tantos géneros em apenas um filme.

Rebecca

Sinopse: “Depois de um romance turbulento em Monte Carlo com o belo viúvo Maxim de Winter (Armie Hammer), a jovem recém-casada (Lily James) chega a Manderley, a imponente propriedade da família do seu novo marido, na costa inglesa varrida pelo vento. Ingénua e inexperiente, começa a habituar-se à sua nova vida, mas vê-se a lutar contra a sombra da primeira esposa de Maxim, a elegante e sofisticada Rebecca, cujo assustador legado é mantido vivo pela sombria governanta de Manderley, a Mrs. Danvers (Kristin Scott Thomas).”

Rebecca, da Netflix, é baseado no livro homónimo de 1938 da autora Daphne du Maurier, mas não é sua primeira adaptação cinematográfica, o que me leva à seguinte declaração vergonhosa: nunca vi a famosa versão de Alfred Hitchcock (nem li a fonte original, mas defendo firmemente que isto não importa). É o único filme da filmografia de Hitchcock a receber o Óscar de Melhor Filme, logo admito que estou muito em falha nesta situação.

No entanto, Ben Wheatley não realizou um remake do filme original, mas sim outra adaptação do também incrivelmente popular livro. Fiquei intrigado com a premissa e o elenco é definitivamente interessante, por isso, como correu esta visualização? Se tivesse que escolher uma palavra para descrever Rebecca neste momento, provavelmente seria… estranho. Mas já lá vamos.

Começo pelos pontos positivos. Armie Hammer e Lily James partilham uma química tão vívida que eleva a ligação surpreendentemente convincente que as personagens formam. Escrevo “surpreendentemente” pois não sou facilmente envolvido na maioria dos relacionamentos românticos em filmes, sejam estes últimos simplesmente romances ou misturados com outros géneros, como comédia ou, como neste caso, horror/thriller. No entanto, Lily e Armie são capazes de capturar perfeitamente o crescente interesse amoroso um pelo outro ao longo do primeiro ato, que é inteiramente dedicado a desenvolver e nutrir a relação-chave do filme.

Rebecca

Isto leva-me a algo que aprecio: quando os cineastas sabem como controlar o ritmo e quanto tempo uma determinada personagem ou enredo deve receber de build-up. Wheatley faz um trabalho impressionante durante a primeira metade do filme, movendo as personagens e o plot para a frente no momento exato em que precisam. Permite que o espetador entenda o que as personagens estão genuinamente a sentir e o porquê de algumas decisões narrativas, que mudam o curso da história, serem eventualmente tomadas. Lily James oferece uma prestação notável, tal como Armie Hammer. Kristin Scott Thomas também é excelente, embora a sua personagem seja parte dos meus problemas com o filme. No entanto, é a produção artística que se destaca!

As cores belas e paisagens deslumbrantes da Riviera Francesa enchem o ecrã de luxo e harmonia durante o início apaixonado da relação. Quando a narrativa se move para Manderley, o tom muda para um ambiente gradualmente mais deprimente e sombrio, acompanhado por uma banda sonora creepy (Clint Mansell) e pesadelos assustadores. O guarda-roupa adequado também ajuda a estabelecer a atmosfera, mas o início da segunda parte é onde o filme começa a ficar extremamente estranho.

Desde o primeiro momento em que o espetador se instala em Manderley, nota-se claramente que algo não está certo. Todos referem a falecida esposa, Rebecca, como o ser humano mais perfeito que alguma vez existiu, recebendo mesmo elogios divinos numa clara tentativa de tentar criar o clichê “esposa anterior era incrível, a nova é horrível, vamos fazer da sua vida um inferno”. Um desenvolvimento esperado com comentários exageradamente positivos por parte do staff da casa.

Porém, é a vibe de horror que abraça a mansão que me deixa com os cabelos em pé. Wheatley estabelece um ambiente escuro, misterioso e até sobrenatural em volta da casa, um aspeto intrigante que leva a uma conclusão extremamente dececionante, vazia e nada satisfatória.

Do primeiro ao segundo ato, o género em exibição muda de um romance divertido e leve para um horror/thriller numa mansão “assombrada”. A mudança de tom está longe de ser suave. Contudo, o terceiro ato guarda uma mudança drástica em praticamente tudo: tom, género, história e até mesmo personagens. Não posso entrar em detalhes, mas é a decisão mais incompreensível de todo o filme. O último ato não só segue um caminho que surge do nada como é incrivelmente apressado, concluindo a película da maneira mais desarticulada e atrapalhada possível.

Rebecca

Levanta questões relacionadas com eventos e personagens do ato anterior, trata Mrs. Danvers muito mal e termina com uma última imagem enganadora que faz o espetador pensar “será que perdi alguma coisa?” quando a resposta é um claro “não, é apenas um final estranho”. A banda sonora de Clint Mansell é cativante, mas o timing da sua utilização sai completamente ao lado.

É este sentimento de falsa incerteza que me deixa frustrado. Com que objetivo é que se tenta fazer um filme sobre algo que não é suposto? Para quê tentar dar uma vibe de horror a Rebecca se não leva a nenhum resultado impactante? Terminei o filme com dúvidas que não têm razão para existir, simplesmente porque as perguntas nunca deveriam ter sido feitas pela história em primeiro lugar…

Para concluir, a versão da Netflix de Rebecca perde-se ao tentar equilibrar tantos géneros em apenas um filme. Ben Wheatley faz um ótimo trabalho relativamente ao controlo do ritmo, oferecendo tempo suficiente ao desenvolvimento das personagens principais e da sua relação. Todavia, as mudanças de tom estão longe de serem bem executadas, levando a um último ato totalmente absurdo, apressado e confuso, surgido do nada, levantando questões lógicas e deixando o espetador com uma falsa sensação de incerteza.

Rebecca tem uma primeira metade bem estruturada e divertida, compensando parcialmente a estranheza que engloba a segunda parte. Lily James e Armie Hammer entregam prestações notáveis, assim como Kristin Scott Thomas, mas a produção artística (apoiada por um guarda-roupa fantástico) rouba os holofotes. A banda sonora de Clint Mansell não passa despercebida, mas o seu uso e timing são excecionalmente ineficientes. No final, a tentativa de criar uma atmosfera de horror com o enredo da mansão “assombrada” é tão anti-climática que não consigo propriamente recomendar este filme…

Acesso ao filme via NetflixRebecca já está disponível na conhecida plataforma de streaming.

A PlayStation 5 será compatível com as aplicações multimédia mais populares

E quase tudo à distância de um botão.

PlayStation 5 - Centro de Controlo

A PlayStation revelou as aplicações que estarão disponíveis na sua nova consola no dia de lançamento.

Com cada vez mais televisões preparadas para as plataformas de streaming mais populares, o lado multimédia das consolas de videojogos começa a ficar para segundo plano. Ainda assim, a PlayStation 5 vai apostar nessa vertente com aplicações instaladas nativamente no seu sistema operativo. Aplicações essas dirigidas aos adeptos de filmes, séries, música, jogos e mais.

A partir do dia 19 de novembro, quando a PlayStation 5 começar a chegar às lojas, os jogadores vão poder navegar e assistir aos seus conteúdos favoritos nas seguintes aplicações: Netflix, Apple TV, Disney+, Spotify, Twitch e YouTube.

Para facilitar a navegação pelos conteúdos destas aplicações, a PlayStation revelou um novo comando multimédia para a PlayStation 5, o Centro de Controlo, que conta com atalhos para o Disney+, Netflix, Spotify e YouTube, além dos controlos de navegação tradicionais.

Este comando é também compatível com o leitor de discos Blu-Ray, disponível no modelo mais caro da PlayStation 5, de 499,99€. Quem não tiver interesse em suporte físico, poderá adquirir a Edição Digital por 399,99€.

Oliveira de Azeméis vai ganhar um novo parque urbano

Será um espaço sustentável que irá preservar o património arquitectónico e “urbanístico” em presença.

Oliveira de Azeméis

Está a nascer em Oliveira de Azeméis um Parque Urbano/Centro de Interpretação Ambiental. O projeto, com uma área de cinco hectares, ficará localizado numa área central da cidade, na denominada “antiga” Quinta dos Borges, e é da autoria do gabinete de arquitetura ad quadratum arquitectos.

Este projeto dotará a cidade de um espaço central de uso público, com as características de parque urbano estruturado em moldes contemporâneos, onde, pela implementação das melhores boas-práticas de concepção e projeto, se oferecerá um lugar promotor dos mais sustentáveis e estimulantes modelos de utilização.

A intervenção na sua proposta imagina o parque como um pólo de intervenção e promoção de resiliência ambiental na cidade de Oliveira de Azeméis, com o objetivo de melhoria da saúde e bem-estar geral dos oliveirenses e visitantes, bem como na obtenção de benefícios ambientais e económicos, tentando-se preservar o ecossistema já estabelecido pela vegetação existente, introduzindo novos espécimes que ajudam a consolidar e fortalecer o potencial ecológico do parque. A cidade passará, assim, a dispor de um equipamento estratégico para o seu desenvolvimento, um espaço de recreio e lazer de grande qualidade, projectado em prol do bem-estar e da comunidade.

A proposta prevê a requalificação do edificado existente na “antiga” Quinta dos Borges para espaços de restauração, como o café do parque/esplanada café concerto, e a disponibilização de áreas para Centro Interpretativo e Quinta Pedagógica, estruturas de slide e arborismo, circuitos e equipamentos de desporto de manutenção, zonas de repouso, entre muitas outras valências.

O arquiteto José António Lopes garante que serão adoptadas estratégias de intervenção, seja nas estruturas pré-existentes, seja nas novas construções a implantar, que assegurem a mais adequada compatibilidade da valência proposta com o “contentor” edificado (pré-existente) que a acolherá. Todos os espaços deste projeto resultam em espaços comprometidos com a necessária versatilidade dos usos (e dos públicos) apontados e consideram um valor de polivalência que vai para além da proposta imediata.

A adopção de metodologias de salvaguarda do património e de integração arquitetónica conjugam-se necessariamente com processos inovadores e com a procura das melhores soluções de eficiência energética e neutralidade ambiental. Na intervenção no espaço do parque, estes princípios de sustentabilidade ambiental assumem especial ênfase, considerando que a intervenção se fará directamente em ecossistemas complexos, que articulam flora protegida e sistemas hidráulicos frágeis.

Não foram divulgados prazos para a conclusão destas obras de requalificação.

Nova coleção da marca Kasa, do Continente, aposta nos artigos produzidos em Portugal

A coleção Outono-Inverno 2020/2021 fica nas lojas Continente e online até 20 de fevereiro de 2021.

kasa nova colecao continente

Fãs de decoração, juntem-se. O Continente apresentou uma nova coleção da sua marca KASA.

A nova coleção e o desenvolvimento dos produtos foram realizados por uma equipa dedicada a mapear tendências, a interpretá-las com recurso à criatividade dos designers nacionais e das equipas de compradores e de qualidade dedicados à marca KASA em exclusivo. Mais de metade dos artigos são comprados em Portugal, o que reforçou a capacidade de resposta do Continente, com produtos com a melhor relação qualidade/preço.

O novo catálogo tem duas coleções exclusivas: Poetry, que celebra o amor à vida e é marcada pelos tons neutros, verdes secos, menta e rosas românticos; e Native, uma coleção descontraída com alma de viajante, inspirada em tons quentes e terrosos.

Além das coleções, a KASA quer ainda trazer sugestões práticas e funcionais para arrumar, simplificar e organizar as nossas casas. Assim, o catálogo apresenta várias sugestões de como colocar um escritório numa divisão da casa, bem como outras dicas práticas para o dia-a-dia. Há outras novidades como os artigos para o frio: capas de edredão em flanela, mantas de bombazine e de fazenda com forro de pelo borreguito e ainda mantas XXL.

Os artigos de cozinha como frigideiras, caçarolas e caixas de alimentos para transportar as refeições também estão em destaque, assim como os têxteis de mesa.

A marca apresenta ainda acessórios para ajudar a cozinhar e a dar largas ao universo de pastelaria – um hobby reforçado no contexto atual – e que o Continente apoia e incentiva através da oferta de acessórios e complementos. A nova coleção destaca ainda móveis e soluções para homeoffice e escola em casa, bem como pequenas mesas, uma grande variedade de cadeiras, sofás e um reforço das opções de decoração.

Os produtos KASA podem ser encomendados online e recolhidos gratuitamente, nos dias úteis e ao fim de semana, com uma taxa de 1€, em 156 lojas Continente. Em compras superiores a 40€ no site oficial, a taxa de entrega é gratuita.

PRIO passa a comercializar energia elétrica com origem apenas em fontes renováveis

Estará disponível a partir do próximo mês.

energia elétrica

A PRIO, considerada a maior produtora de biocombustíveis em Portugal, acaba de dar mais um passo na sua estratégia de sustentabilidade. A partir do próximo mês de novembro, a empresa vai passar a comercializar energia elétrica com origem apenas em fontes renováveis. O melhor de tudo? Tal alteração não terá qualquer custo acrescido para os clientes.

Esta energia 100% renovável estará disponível para os utilizadores do cartão PRIO ELECTRIC, lançado em 2017, e que permite o acesso aos mais de 1000 postos da rede de carregamento elétrico nacional da MOBI.E.

Adicionalmente, também já a partir de novembro, sempre que um utilizador do cartão PRIO ELETRIC carregar o seu carro em qualquer ponto de carregamento da MOBI.E, esteja ou não dentro de um posto PRIO, irá estar a fazê-lo com energia com origem em fontes 100% renováveis.

Através deste investimento em mobilidade elétrica a PRIO irá também, nos próximos anos, reforçar a sua rede de postos de carregamentos elétricos, passando dos atuais 190 pontos para os 300 até 2025, bem como investir na componente tecnológica dos mesmos.

Too Good To Go anuncia chegada a Aveiro, Viseu e Setúbal

São cada vez mais os estabelecimentos que combatem o desperdício alimentar.

desperdício alimentar

Há largos meses, pelo menos desde que a Too Good To Go chegou a Portugal, que temos seguido de perto as novidades da aplicação. Tendo chegado ao nosso país em outubro do ano passado, a popular app dinamarquesa começou por funcionar em Lisboa e, a partir daí, foi-se expandido para várias cidades portuguesas, ao contrário da Phenix, que continua focada em Lisboa e Porto.

A Too Good To Go tem uma forma curiosa de anunciar a “chegada” às cidades. Normalmente, os utilizadores da app vão consultando a mesma ao longo do tempo para verificar se existem novidades. No nosso caso, reparámos que, aqui em Setúbal, a app já tinha estabelecimentos aderentes há largos meses. Porém, só agora a Too Good To Go anunciou a chegada ao município. Porquê? Os responsáveis portugueses somente fazem isto quando já têm um bom número de estabelecimentos aderentes. Faz sentido, até porque vão sempre existindo spots que acabam por desistir da aplicação.

Além de Setúbal, a Too Good To Go anunciou também a disponibilização da app em Aveiro e Viseu. Portanto, e como já devem ter reparado, podem salvar refeições de dezenas de restaurantes, pastelarias e supermercados. Entre comida típica, frutos, legumes, bolos e muito mais, opções deliciosas não irão faltar.

Em Portugal, sabemos que existe o desperdício anual de um milhão de toneladas de alimentos. Mas este não é um problema somente português. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), um terço de toda a produção alimentar humana é desperdiçada.

Ligação fluvial Seixal – Cais do Sodré vai ficar suspensa a partir de 26 de outubro

Tudo devido à substituição do pontão de embarque/desembarque do Terminal fluvial do Seixal.

Ligação fluvial

São daqueles que apanham o barco no Terminal fluvial do Seixal com destino ao Cais do Sodré? Pois bem, temos más notícias.

A partir da próxima segunda-feira, dia 26 de outubro, essa ligação estará suspensa. Em causa está a substituição do pontão de embarque/desembarque do Terminal fluvial do Seixal.

Na nota publicada no site oficial, a Transtejo não refere quantos dias demorará à substuitção do pontão, prometendo apenas que esta será uma suspensão temporária.

Em alternativa, os utilizadores poderão utilizar a ligação fluvial de Cacilhas, neste caso o Transporte rodoviário Seixal – Cacilhas (terminais fluviais). Além disso, título de transporte, válido na ligação fluvial do Seixal, pode ser utilizado nas ligações fluviais do Barreiro, Cacilhas e Montijo.

Já em comunicado oficial, a Câmara Municipal do Seixal “lamenta a ausência de mais esclarecimentos por parte do Governo acerca desta medida que coloca em causa os interesses da população do concelho”.

Nova campanha do moey! dá cashback caso sejam clientes MOCHE

Uma campanha que serve tanto para clientes atuais moey! como para quem ainda não tem conta.

moey! moche

Depois de se ter associado à Zomato para oferecer a uns quantos clientes um ano da subscrição Zomato Pro, eis que o moey!, a 1ª solução bancária digital, mobile-only e totalmente portuguesa, associa-se à MOCHE para uma campanha igualmente interessante.

O nome da campanha é “Pé-de-moey!” e, basicamente, permite transformar parte do valor do tarifário MOCHE em dinheiro na conta moey!. Se abriram conta após o início da campanha (19 de outubro) ou ainda estão a pensar abrir, irão ganhar 5€ e, durante três meses consecutivos, 10% do valor do tarifário MOCHE.

No caso de serem clientes moey! antes do início da campanha (19 de outubro), irão ganhar 10% do valor do tarifário MOCHE durante seis meses consecutivos.

Para que possam aproveitar, devem enviar um SMS para o 1618 com o texto MOCHEMOEY.

Atenção, terão sempre de carregar o vosso tarifário de modo a receberem o reembolso, pois só assim a moey! vos dará os tais 10% de volta. Esse valor é creditado na conta até ao quinto dia útil do mês seguinte ao da realização do pagamento do valor do tarifário MOCHE.

Podem participar nesta campanha até 31 de dezembro. O regulamento está disponível aqui.

Estes são os jogos da Xbox compatíveis com controlos táteis via xCloud

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E são apenas os primeiros.

Jogos Xbox compatíveis xCloud

Os dispositivos Android já correm jogos da Xbox. Esta capacidade é possível graças ao desenvolvimento atual do streaming, que chegou com o lançamento do xCloud, disponível para subscritores do Xbox Game Pass Ultimate.

A lista de jogos compatíveis com o xCloud é extensa, mas, na sua maioria, para tirar partido dos jogos, é necessário um comando compatível, algo que nem sempre está ao nosso alcance num determinado momento.

Agora, com a promessa de ainda aumentar a lista, a equipa da Xbox revelou uma nova seleção de jogos com suporte de controlos táteis, onde é possível jogar, com toques no ecrã do dispositivo, como já acontece em muitos títulos nativos para smartphone.

Quando o xCloud foi lançado, apenas Minecraft Dungeons suportava esta funcionalidade. Agora, os seguintes jogos juntam-se à festa:

  • Dead Cells
  • Gucamelee! 2
  • Hellblade: Senua’s Sacrifice
  • Hotshot Racing
  • Killer Instinct
  • New Super Lucky’s Tale
  • Slay The Spire
  • Streets of Rage 4
  • Tell Me Why
  • UnderMine

Para levar esta funcionalidade aos smartphones, cada título recebe um tratamento diferente no que toca aos controlos, adaptados ao seu género e estilo de jogo e com diferentes configurações, razões pelas quais a lista ainda é limitada.

Os novos jogos estão disponíveis no Xbox Game Pass para consola, mas, para tirar partido do xCloud, só mesmo com a subscrição Ultimate, que oferece também os benefícios do Xbox Live Gold e o acesso à biblioteca no PC.

Ghostrunner salta para a nova geração de consolas em 2021

Com atualização gratuita para quem começar a correr nas consolas atuais.

O jogo de ação e parkour na primeira pessoa em ambiente cyberpunk, Ghostrunner, vai dar o salto para a próxima geração.

A All In! Games e a 505 Games revelaram que o jogo desenvolvido pela One More Level, 3D Realms e Slipgate Ironworks vai chegar à PlayStation 5, Xbox Series X e Series S em 2021.

As boas notícias não se ficam por aqui. Quem avançar para o jogo, já este mês, na PlayStation 4 e Xbox One, poderá depois fazer a atualização para as novas consolas, da marca respetiva, sem custos adicionais.

Ghostrunner tem agora como alvo o PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch, já no final deste mês, a 27 de outubro.