Análise – Xiaomi Mi Air 2 SE

Se o que procuram é um par de auriculares true wireless de qualidade e em conta, os Mi Air 2 SE são uma aposta fiável.

Xiaomi Mi Air 2 SE

Texto por: Cláudio Araújo

Recentemente tivemos oportunidade de testar os Mi True Wireless Earphones (nome para o mercado europeu), também conhecidos como Mi Air. Agora, é a vez de analisarmos os Xiaomi Mi Air 2 SE, uma versão melhorada e com design diferente.

Design

Seguindo a tendência habitual da Xiaomi, os Mi Air 2 SE possuem um design claramente inspirado nos AirPods Pro, da Apple, surgindo em branco matte e com uma “perna” descendente. Aliás, também os anteriores Mi True Wireless Earphones assim o são. Ambos os modelos da Xiaomi são do mesmo tamanho, logo maiores que os AirPods da Apple. Ainda assim, os Mi Air 2 conseguem ser mais parecidos com o modelo da Apple, sendo que, agora, até a “cabeça” do auricular é idêntica.

A nível de conforto, são perfeitos para as minhas orelhas, tal como foram todos os modelos de auriculares da Apple que usam este formato. Sendo um tamanho fixo e sem opções de personalização, uma boa forma de identificarem se os Mi Air 2 Se vão ser confortáveis é pedirem a alguém que tenha uns auriculares da Apple que vos deixe experimentar. Mais uma vez, superaram a já habitual prova da corridinha sem terem caído ou causado desconforto, mas cuidado ao colocar/retirar máscaras. Este último exercício já fez com os os auriculares tivessem alguns encontros imediatos com a calçada portuguesa.

A caixa segue a mesma linha de design dos earphones, em branco matte com traços curvilíneos, mas, desta vez, surge mais pequena e leve que no modelo anterior, optando por um design com uma base mais larga e menos altura. O indicador de bateria é um pequeno ponto branco na frente da caixa, mas, ao contrário da caixa dos Mi True Wireless Earphones, esta caixa não tem botão para configuração dos auriculares com os dispositivos compatíveis e verificação do estado da bateria.

A nível de funcionalidade, tem entrada type-C na base da caixa, acompanhada com um cabo bastante curto para carregamento da caixa. Internamente, conta com a existência de dois conectores onde é feito o contacto com os auriculares para o carregamento dos mesmos.

Xiaomi Mi Air 2 SE

Características

Este modelo apresenta um tempo de reprodução de até cinco horas (a 50% volume) para os auriculares e um total de 20 horas de autonomia a contar com a caixa. É, portanto, o suficiente para um dia inteiro com pausas pelo meio.

A ligação é feita agora via Bluetooth 5.0 (upgrade face ao Bluetooth 4.2 dos Mi True Wireless Earphones) e, durante a utilização, não ocorreram falhas ou interferências. O carregamento é feito, mais uma vez, através de USB Type-C. Têm microfone incorporado, sendo possível fazer chamadas de voz e gravar áudios.

A nível de controlo, é tudo feito à base de toque, sendo simples e intuitivo. Enquanto que o auricular do lado direito serve para atender/desligar chamadas e reproduzir/colocar músicas em pausa, o do lado esquerdo chama o assistente (Siri e Google Now). Estes controlos não podem ser personalizados. No que toca à compatibilidade, estão preparados para Android e iOS.

Funcionalidades

A instalação inicial é bastante simples e intuitiva, o que faz com que, a partir do momento em que se abre a caixa até meter os auriculares, seja uma questão de minutos. As utilizações seguintes são também bastante intuitivas. Tendo o Bluetooth do telemóvel já ligado, basta retirar os auriculares da caixa para que se liguem automaticamente. Porém, este processo não foi tão fluido nas primeiras tentativas, mas depois lá estabilizou.

Um ponto positivo é que, com o novo design da caixa, em que somos obrigados a pegar o auricular pela “perna”, é muito mais fácil retirar os auriculares da caixa sem qualquer esforço. Mais uma vez, ainda não existe nos comandos a opção de para aumentar ou diminuir o volume.

No que toca à qualidade de som, o volume é bastante semelhante ao dos Mi True Wireless Earphones e superior a uns earbuds que tenho cá por casa que custaram 40€ e têm um som muito estéril. O volume é bom, o bass é bastante satisfatório e é complementado com uns médios razoáveis. Considero, assim, que a relação qualidade-preço é bastante boa. Tanto quanto me apercebi, esta versão não tem função de noise cancelling, sendo que, a meu ver, também não é necessária.

Xiaomi Mi Air 2 SE

A música entra em pausa quando tiramos um dos auriculares do ouvido. Para retomar a reprodução, devemos premir duas vezes o auricular que estamos a utilizar ou, então, o direito, isto em caso de utilização simultânea dos dois. A pressão deve ser efetuada na parte lateral branca do auricular, a qual é invisível e requereu alguma tentativa-erro até encontrar (se a versão anterior tinha uma zona cinzenta para utilizar os comandos, esta versão também tem uma zona cinzenta, mas muito reduzida, pelo que os comandos não funcionam quando pressionada).

Veredito

Com bom volume de som, existência de graves satisfatórios e um conforto perfeito para as minhas orelhas, consegue-se atingir uma experiência agradável e descontraída, quer seja a trabalhar, relaxar, realizar exercício ou atender uma chamada. A bateria é razoável e será suficiente para uma viagem inferior a cinco horas ou para um dia inteiro sem efetuar uma carga.

Ja os comandos não são tão práticos. São até menos intuitivos que na versão anterior, pelo que podem (e devem) ser melhorados no que toca a opções, tais como regular o volume.

O design é simples, sendo quase iguais aos AirPods, só que maiores e mais robustos. Gostava que fossem um pouco mais pequenos e discretos.

Posto isto, se o que procuram é um par de auriculares true wireless de qualidade e em conta, os Mi Air 2 SE são uma aposta fiável e segura caso tenham a sorte de serem confortáveis para os contornos das vossas orelhas e consigam ignorar o design demasiado semelhante aos AirPods.

Os Xiaomi Mi Air 2 SE estão disponíveis em lojas como a Cafago, com o preço a ir oscilando ao longo do tempo. Se quiserem adquirir, não se esqueçam de pagar sempre com PayPal.

Xiaomi Mi Air 2 SE
Nota: Muito Bom

Este dispositivo foi cedido para análise pela Cafago

Zuddy é a plataforma que compara os preços da Amazon com os de algumas lojas portuguesas

Uma ferramenta que pode ser útil na demanda para encontrar o melhor preço possível.

Zuddy

Quem nos segue já deve saber que somos adeptos de promoções, passatempos, dicas… basicamente, tudo o que a Internet tem de bom para oferecer. E como seria de esperar, nas compras que efetuamos online, tentamos sempre garantir o melhor preço.

Isso nem é possível, muito por culpa da oscilação de preços. E por vezes, também existem aquelas situações em que precisamos mesmo de adquirir um determinado produto, mas como não comprámos anteriormente, não o adquirimos ao melhor preço possível. É mesmo assim que funciona.

Quem tem por hábito fazer compras online em sites europeus certamente que já terá adquirido algo numa das versões existentes da Amazon. Aí, quando queremos comprar algo interessante, há sempre que fazer comparações de preços. Para comparar entre as diversas versões da Amazon, existem sites como o Tropical Price. Mas sabiam que existe uma plataforma que também compara preços da Amazon… mas neste caso com sites portugueses?

Chama-se Zuddy e foi criada por Alexandre Paulo. Apesar da ideia ter surgido no verão de 2017, a plataforma só foi lançada em março de 2019 após cerca de ano e meio de desenvolvimento e testes, como contou o responsável ao Poupa e Ganha.

Essencialmente, e tendo em conta várias experiências, Alexandre ficou chocado pela diferença de preços existente entre a Amazon e as lojas portugueses. Como ninguém se lembrou de criar uma plataforma do género, foi o próprio que avançou com o projeto.

A Zuddy é simples de utilizar. Tanto podem pesquisar diretamente por algo como navegar pelas diversas categorias existentes na plataforma. Depois, a partir daí, é ir verificando qual a Amazon que pratice o preço mais interessante.

A Zuddy consegue fazer esta comparação graças à leitura do código de barras padrão (EAN), válido e único para todo o mundo para os produtos comercializados a nível internacional. Isto significa que um artigo que é comercializado em Portugal tem o mesmo código de barras em todos os outros países onde seja vendido.

No entanto, e apesar do seu valor, a Zuddy é bastante limitada no que toca às lojas com as quais consegue comparar preços diretamente. Auchan, Bebé.pt, Bodum, Chip7, Decimas, El Corte Inglés, FNAC, Mbit, Norauto, Notino, PCDiga, Portugal Didáctico, Rádio Popular, Staples, ToysRUs, Vidaxl.pt e Worten são as lojas “presentes” na plataforma. É um número bastante reduzido tendo em conta as centenas/milhares que existem online, portanto continuem a usar o KuantoKusta e o motor de pesquisa da Google para as vossas comparações.

Além disso, a Zuddy não consegue atualizar os preços em tempo real. Os valores podem ter mudado desde as horas indicadas, sendo válidos os que estiverem em vigor no momento da compra. Os preços dos portes também não estão incluídos no valor apresentado, pelo que devem sempre consultar os valores atuais antes de tomarem qualquer decisão.

Ainda assim, ideias destas são de louvar. Só nos resta desejar sucesso e esperar que a Zuddy seja utilizada por muitos portugueses.

Yu-Gi-Oh! Rush Duel é o novo jogo da franquia e tem como destino a Nintendo Switch

O novo jogo é baseado no mais recente anime Yu-Gi-Oh! SEVENS.

Yu-Gi-Oh! Rush Duel

Em abril deste ano, estreou na TV japonesa o sétimo spin-off do anime Yu-Gi-Oh!, chamado Yu-Gi-Oh! SEVENS, e que celebra, também, o 20º aniversário da série Yu-Gi-Oh! Duel Monsters. Agora, esse mais recente anime vai ganhar uma adaptação para videojogo.

Com o nome de Yu-Gi-Oh! Rush Duel, este é um projeto que foi apresentado pela Konami no Jump Festa 2021 Online e que conta com mecânicas bem interessantes, tendo como destino a Nintendo Switch. Por exemplo, os jogadores daquela consola poderão invocar (Normal Summon) o número de monstros que desejarem em apenas um turno.

Outra novidade de relevo é o facto de, em cada nova jogada, os jogadores poderem sacar cinco cartas do baralho, ao invés de somente uma, como tem sido habitual até aqui.

É também provável que seja aplicada a nova mecânica de somente existirem três campos de invocação, ao invés dos habituais cinco.

E sendo este Yu-Gi-Oh! Rush Duel baseado no mais recente anime, os jogadores poderão defrontar inimigos que surgiram na série animada.

E isto é tudo o que sabemos por agora. Resta-nos aguardar por mais detalhes e, principalmente, por uma data de lançamento para a Europa.

Crítica – Wonder Woman 1984

Wonder Woman 1984 merece ser visto no grande ecrã! Mesmo com os seus problemas, é uma explosão de entretenimento e uma história perfeita para terminar este ano de 2020 no cinema.

Crítica - Wonder Woman 1984

O género de super-heróis tem crescido exponencialmente durante a última década. Sabendo disto, é, no mínimo, bizarro, estarmos prestes a terminar 2020 e somente filmes como Birds of Prey e The New Mutants terem estreado no cinema, ao invés de, literalmente, dezenas de filmes da Marvel e outros DC.

Felizmente, a Warner Bros. decidiu lançar Wonder Woman 1984 antes do final do ano, mas nem todos o conseguirão ver no grande ecrã. A maioria das pessoas só terá a possibilidade de assistir a um dos poucos blockbusters de 2020 assim que o mesmo for lançado em VOD ou em Blu-ray. Já nos Estados Unidos, os americanos poderão ver o filme diretamente no HBO MAX, serviço de streaming que, para já, só está mesmo disponível naquele país. Há ainda uns quantos sortudos que podem ver este filme visualmente épico nos cinemas, dependendo das regras pandémicas em cada país.

Bem, sou uma dessas pessoas sortudas que tiveram a oportunidade de terminar 2020 numa nota positivamente imersiva depois de assistir ao último filme de Patty Jenkins numa sala IMAX quase vazia (paraíso). Se me seguem há algum tempo, sabem que sou um acérrimo defensor da chamada “experiência cinemática”, pelo que não posso esconder o facto de me ter sentido extremamente emocionado ao entrar numa das melhores e maiores salas de cinema em Portugal para testemunhar aquele que, para mim, era um dos filmes mais antecipados de 2020.

Até 2017, a DCEU lutou para entregar uma obra altamente adorada até Wonder Woman chegar para salvar a situação. Foi um dos meus filmes favoritos desse ano, logo estava obviamente entusiasmado para a sequela, ainda para mais tendo em conta as circunstâncias atuais.

Na minha opinião, esta sequela está próxima do primeiro filme. Com um longo tempo de duração conhecido por ser associado a filmes absolutamente épicos, estava confiante de que WW84 poderia apresentar-se não só como um filme sólido, mas, também, com vilões decentes.

Crítica - Wonder Woman 1984

Bom, Kristen Wigg e Pedro Pascal são, definitivamente, dois dos destaques. Patty Jenkins, Geoff Johns e David Callaham tomaram a decisão certa ao dedicar uma parte significativa do argumento a Barbara Minerva e Max Lord. Os seus arcos estão longe de serem inovadores, mas são mil vezes mais eficazes do que a narrativa do “saco de pancadas CG”.

Barbara segue o arquétipo “solitária, insignificante, ninguém se importa comigo” e Wiig faz um trabalho surpreendentemente notável em retratar esta personagem, mas é o argumento que realmente a faz brilhar. Ao início, os seus maneirismos cómicos deixaram-me de pé atrás em relação ao quão gostaria da personagem. No entanto, com o passar do tempo, é quase inevitável sentir pena de Barbara, que torna as suas motivações futuras compreensíveis e perfeitamente naturais. Por outro lado, Max Lord é, aparentemente, uma explosão de convicção, mas a sua vida não é tão incrível como muitos pensam. Desta vez, é Pedro Pascal quem acaba por elevar a personagem, oferecendo uma prestação brilhante com a quantidade certa de expressões over-the-top.

Embora estes dois sejam magníficos, Gal Gadot continua a provar que é uma das melhores escolhas de elenco do milénio ao interpretar Diana Prince, também conhecida como Wonder Woman. Não consigo imaginar outra atriz no papel e que atire com tanto vigor o Lasso of Truth, incorporando a essência da personagem tão perfeitamente como Gadot. Neste filme, a atriz foi capaz de lidar com cenas altamente emocionais, conseguindo ser fantástica em todas. A sua química com Chris Pine (Steve Trevor) é palpável do outro lado do mundo e as suas interações passam por todas as zonas do espetro de emoção. Em relação a Steve, não vou obviamente contar como é que voltou ou detalhes sobre o seu arco, mas posso escrever com segurança que a sua presença no filme é necessária e lógica.

Crítica - Wonder Woman 1984

O maior elogio que vou oferecer a esta sequela diz respeito ao seu argumento e realização. Finalmente, posso escrever com confiança que a DCEU é capaz de produzir uma história bem estruturada e bem desenvolvida com personagens bem escritas. Não tem tanta ação quanto o original, mas não senti o peso dos 151 minutos. Wonder Woman 1984 flui incrivelmente bem devido à capacidade de Jenkins em preencher o tempo de execução (praticamente) apenas com cenas importantes. Existe uma ligeira “persistência excessiva” na tentativa de enviar uma certa mensagem (já lá chego), mas, em termos de história, não removeria nem um segundo. Mesmo os momentos de comic relief, particularmente com Pine (que cria um paralelismo com a Diana do primeiro filme), são bem-vindos e oportunos.

As cenas de ação podem ser poucas em quantidade, mas as que o público recebe são longas, complexas e tecnicamente complicadas. Só a sequência de abertura quase me fez chorar devido ao quão épica parece e soa. A poderosa banda sonora de Hans Zimmer, a edição limpa de Richard Pearson e a câmara de Matthew Jensen trabalham juntas para apresentar uma longa, grandiosa e ampla visão de uma pista de obstáculos olímpica com a Diana jovem. Durante todo o filme, a ação é colorida, vibrante, divertida e repleta de entretenimento… exceto no confronto (supostamente) climático.

Para ser justo, existem dois climaxes nos últimos trinta minutos, visto que WW84 possui dois antagonistas. Um deles é fechado de forma impecável, com o nível emocional ao mais alto nível. Nada de negativo a apontar. No entanto, a sequência de luta principal contrasta inexplicavelmente com o resto da ação do filme. As cores vibrantes desaparecem e são substituídas por um cinzento dececionante, o que torna difícil reparar numa das personagens envolvidas (que partilha o mesmo tom de cor), transformando uma batalha final épica numa coleção incompreensível e desapontante de cortes, socos e gritos. O fato dourado de Gadot é muito menos cativante (e mal iluminado) do que o seu conjunto original e o arco de Barbara termina sem fecho.

Além disso, Jenkins insiste demasiado em passar para o público a mensagem de que a ganância traz consequências horríveis. “Tenham cuidado com o que desejam”, “dinheiro e poder não compram felicidade”, “sejam gratos pelo que têm” e as mensagens neste sentido são repetidas continuamente (implícita e explicitamente). Admito que pode ser um nitpick meu e que outras pessoas possam nem reparar, mas não consegui deixar de sentir que alguns momentos soaram e/ou pareceram muito repetitivos e um bocado preachy. Também é um pouco estranho o facto da premissa oficial mencionar Wiig como Cheetah, mas esta palavra não ser mencionada uma única vez em todo o filme… Mas não se enganem: estou muito contente por WW84 ser o último filme que assisto no cinema este ano!

Crítica - Wonder Woman 1984

Resumindo, Wonder Woman 1984 prova que a DC continua no caminho do sucesso, entregando um filme bem estruturado e bem desenvolvido da DCEU, sem necessitar de uma quantidade absurda de CGI e/ou vilões nada memoráveis. O argumento extensivamente trabalhado de Patty Jenkins, Geoff Johns e David Callaham torna o longo tempo de execução adequado devido não só às sequências de ação épicas, emocionantes e tecnicamente soberbas, mas também devido aos heróis e antagonistas notavelmente bem escritos.

Gal Gadot e Chris Pine são fantásticos juntos, mas Kristen Wiig e Pedro Pascal roubam o espetáculo ao interpretar as novas personagens. Com dois “vilões” surpreendentemente cativantes e relacionáveis, WW84 ostenta uma narrativa sólida e elaborada que tive sorte de testemunhar no grande ecrã. Infelizmente, a batalha climática é desapontante e incolor, o arco de Barbara Minerva termina abruptamente sem um verdadeiro fecho e Jenkins insiste em demasia na mensagem temática da história. Estas questões podem afetar mais ou menos espetadores, mas disto não tenho dúvidas: é um dos filmes com mais entretenimento do ano inteiro, digno de ser visto num cinema enorme.

Oito dicas para proteger a nossa casa do frio e do mau tempo

São sugestões da Zurich Portugal que não só ajudam a garantir um maior conforto da família em casa, mas também a prevenir possíveis danos na habitação, equipamentos e mobiliário.

Oito dicas para proteger a nossa casa do frio e do mau tempo

Muitos podem não ter esta noção, mas a verdade é que, em Portugal, muitas das casas estão pouco preparadas para o frio e as famílias estão sensíveis à necessidade de aumentar o conforto térmico dentro de portas.

Para além do frio, hoje em dia há também que juntar as tempestades e os furacões, que são episódios climáticos extremos cada vez mais frequentes e acentuados.

Proteger a casa no inverno é, por isso, essencial, e implica manter o frio do lado de fora e aumentar a resiliência perante geadas, ventos fortes, chuva, neve, tempestades, furacões e inundações. Trata-se de, por um lado, garantir o conforto e o bem-estar das famílias, mas também de prevenir possíveis danos na habitação, equipamentos e mobiliário – sejam estes danos imediatos ou graduais, desgastando a casa ano após ano, como é o caso de infiltrações ou excesso de humidade.

Tendo isto em conta, a Zurich Portugal preparou oito dicas para quem está a pensar proteger a sua casa do frio e do mau tempo caraterísticos desta época do ano.

  • Escolham o sistema de aquecimento certo. Caso a vossa habitação não inclua sistema de aquecimento, optem pela solução mais adequada à vossa família, como piso radiante, bombas de calor, aquecimento central ou emissores térmicos. Considerem sempre a dimensão da casa e os custos de instalação, mensais e de manutenção na altura de escolher o vosso sistema de aquecimento. Com a temperatura agradável dentro de casa, não irão precisar de andar com muita roupa e sentir-se-ão muito mais confortável.
  • Vedem portas e as janelas. Esta dica serve, por um lado, para impedir a entrada de correntes de ar frio e, por outro lado, para evitar que o calor saia de dentro de casa. Poderão fazê-lo utilizando uma fita isolante, um “chouriço” ou tubos de espuma ou de borracha.
  • Utilizem papel de parede e prefiram cores quentes. Mais do que uma opção decorativa, o papel de parede pode ajudar a manter uma temperatura mais elevada no interior da vossa casa, uma vez que consegue retê-lo dentro de casa. Outra opção a considerar seria pintar as paredes com tons mais quentes, pois estes acumulam e preservam melhor o calor. Acima de tudo, estes tons ajudam a tornar a vossa casa mais acolhedora e confortável para aproveitar a companhia de quem mais ama.
  • Aproveitem a luz solar. Mesmo durante o inverno, aproveitem para usufruir da luz solar para aquecer a casa. Para isso, basta abrir as persianas e as cortinas pela manhã, manterem-se assim enquanto houver sol e, quando anoitecer, fechar tudo para impedir a entrada do frio. Desta forma, poderão saborear melhor os momentos de refeição em família, com a sala de jantar ou a cozinha mais aquecidas.
  • Coloquem cada móvel no sítio certo. Uma vez que os objetos também conseguem reter o calor, a localização exata do mobiliário vai influenciar a temperatura do interior da casa. Algumas opções que podem seguir passam por: decorar as paredes com quadros, molduras e espelhos, que ajudam a manter o calor dentro de casa; decorar o chão com tapetes e carpetes; encostar móveis de pouca utilização às paredes exteriores, que são as mais frias; posicionar as camas e sofás junto das paredes interiores, onde a temperatura é sempre mais elevada. Tentem dar destaque destaque ao mobiliário com um significado especial, como peças que herdaram da família ou que vos foram oferecidas, para tornar cada divisão mais humana e afável.
  • Fechem bem as janelas em dias de tempestade. Sempre que se preveja vento e/ou chuva fortes, é fundamental fechar bem os estores e as janelas para que não batam e, consequentemente, estalem ou partam.
  • Tenham atenção à manutenção dos telhados e paredes exteriores. Para evitar o risco de infiltrações em períodos de mau tempo, importa verificar as telhas, placa e paredes que estão expostas aos elementos. Certifiquem-se que as telhas estão bem encaixadas e que a placa, paredes exteriores e telhas não apresentam fissuras. As calhas e ralos devem ser limpos regularmente, para permitir o escoamento da água da chuva.
  • Não se esqueçam do exterior da habitação. Garantam que a poda das árvores é feita amiúde, para evitar danos maiores em dias de vento forte. Protejam, de preferência dentro de casa, objetos como mobiliário de exterior e churrasqueiras portáteis. Mantenham a limpeza do quintal, para evitar que folhas e pequenos ramos caídos possam impedir o correto escoamento da água da chuva. Em zonas vulneráveis de cheias, considerem colocar um anteparo de madeira ou metal à entrada da casa, cave ou rés-do-chão, para evitar a entrada de água.

Peter Jackson revela um pequeno olhar ao seu documentário sobre os The Beatles

The Beatles: Get Back estreia nos cinemas em 2021.

the beatles get back

O que fazer com mais de 56 horas de imagens inéditas e nunca antes vistas de uma das bandas mais influentes da história da música? Um documentário, pois claro.

É nisso em que Peter Jackson (responsável por dar vida à trilogia The Lord of the Rings inspirada na obra de J. R. R. Tolkien), tem estado a trabalhar ultimamente. Chama-se The Beatles: Get Back e promete oferecer um olhar íntimo e exclusivo ao processo criativo de algumas das músicas mais icónicas de sempre.

O sneak peek, que também pode ser visto no Disney Plus, dura cerca de cinco minutos e é composto por uma montagem de imagens de estúdio e performances do grupo, em momentos divertidos e descontraídos, ao som da música titular do documentário “Get Back”.

The Beatles: Get Back é uma produção da Disney e tem lançamento previsto para o final de agosto de 2021 nos cinemas.

Ghost of Tsushima: Legends recebe conteúdos de Horizon Zero Dawn, Bloodborne e mais

Uma pequena prenda para os fãs da PlayStation.

Ghost of Tsushima: Legends

O modo multijogador de Ghost of Tsushima recebeu novos conteúdos dedicados aos maiores fãs da PlayStation, com uma espécie de crossover de jogos.

A partir de agora, os jogadores que completarem uma missão de história ou uma missão de sobrevivência de Ghost of Tsushima: Legends, com uma determinada classe, receberão um novo set para essa mesma classe inspirada noutros jogos PlayStation, como God of War, Shadow of the Colossus, Bloodborne e Horizon Zero Dawn.

Esta prenda está ativa até 15 de janeiro, sendo uma boa desculpa para espreitar Legends e, quem sabe, convidar amigos para se juntarem à luta em missões e novas raids.

Ghost of Tsushima é um jogo para PlayStation 4 que também pode ser jogado com melhorias exclusivas na PlayStation 5.

Nintendo revela o mundo de Mario com uma visita guiada à Super Nintendo World

Infelizmente, esta será a única maneira que muitos de nós terão de colocar os olhos no parque de atrações da Nintendo.

Super Nintendo World

Com a ajuda da Universal Studios Japan, a Nintendo prepara-se para trazer o mundo do Super Mario para o mundo real, com um parque temático dedicado à sua mascote. Chama-se Super Nintendo World e é uma espécie de Disneyland, mas focada essencialmente no icónico Mushroom Kingdom.

Com as portas da Super Nintendo World a abrir em Osaka, no Japão, a 4 de fevereiro de 2021, a Nintendo revela agora como é o espaço por dentro e o tipo de atividades imersivas que os visitantes poderão esperar.

Num vídeo guiado pelo criador de Mario, Zelda, Donkey Kong e muitos mais, Shigeru Miyamoto, faz-se não só um pequeno apanhado de várias regiões, lojas e restaurantes que podem ser visitadas, como também uma demonstração das atividades de realidade aumentada nas quais todos poderão participar, colecionando “moedas”.

O convite ao mundo da Nintendo está feito e, em breve, não se ficará só pelo Japão. A Nintendo tenciona criar novos Super Nintendo World em Hollywood, Califórnia, Orlando, Florida e Singapura, deixando o continente europeu de fora dos planos iniciais.

Google Stadia promete receber mais 400 novos jogos a partir de 2021

O diretor do serviço promete mais conteúdo em 2021 e 2022.

Google Stadia - 400 novos jogos

O Google Stadia, o serviço de jogos por streaming da Google, não teve o melhor lançamento. E mesmo depois de chegar a Portugal, apesar de ser uma ótima alternativa para jogar alguns dos jogos mais exigentes de hardware, sem necessidade de um PC ou consola, a oferta do catálogo deixa um pouco a desejar face ao que as concorrentes já fazem.

Mas as coisas vão mudar a partir de 2021. Pelo menos essa é a promessa de Jack Bauser, diretor de serviços de jogos da Google, que referiu ao portal Mobilesyrup que, nos próximos anos, vamos ver mais jogos a chegar ao serviço. Até aqui nada de novo, o expectável.

Sem revelar muito, Bauser partilhou que serão cerca de 400 novos jogos, a serem desenvolvidos por mais de 200 produtoras, que começarão a ser lançados a partir do ano que vem. Porém, o foco estará em 2022, sendo que os títulos que irão chegar ao serviço vão começar a ser revelados em breve.

Por explicar fica também quem são estes produtores e que tipo de jogos estão a criar, se serão exclusivos à plataforma ou se serão jogos de terceiros com lançamentos multiplataforma, onde se inclui o Google Stadia. Se pudéssemos apostar, diríamos a segunda opção.

Para já, o serviço da Google, já disponível em Portugal, conta com cerca de 150 títulos que podem ser comprados e jogados com apenas um clique. Há ainda cerca de 30 jogos gratuitos para os subscritores do Google Stadia Pro.

Os novos bombons da Häagen-Dazs prometem derreter na boca

Estarão disponíveis até março de 2021.

Häagen-Dazs Delights - novos bombons

Nas lojas da marca desde o passado mês de novembro, esta é a prenda ideal para oferecer aos familiares ou amigos mais gulosos este Natal. Falamos dos Häagen-Dazs Delights, os novos bombons que vão fazer os encantos dos fãs da marca (e não só).

São quatro os sabores disponíveis (Raspberry Sorbet com doce de lichias no centro e cobertura crocante de chocolate rosa, Gelado de Chocolate & Hazelnut com molho de chocolate negro e coberto com chocolate negro e nozes, Gelado de Dark Chocolate & Caramelized Almond com molho de praliné no centro e cobertura de chocolate branco e Gelado de Vanilla com molho de caramelo e noz no centro coberto com chocolate de leite e nozes) e podem ser consumidos em loja ou levar para casa numa caixa personalizada.

Cada caixa tem oito bombons de cremoso gelado Häagen-Dazs revestidos com chocolate crocante e um topping.

Estes bombons estão disponíveis em todas as lojas de norte a sul do país para levar para casa ou para consumir logo no momento. Cada box custa 13€.

Vitalina Varela é o filme português candidato aos Óscares 2021

Substitui Listen, de Ana Rocha de Sousa, que foi desconsiderado pela Academia Americana de Cinema.

Vitalina Varela

A notícia caiu quase que nem uma bomba na semana passada. Listen, de Ana Rocha de Sousa, o filme português mais visto do ano e que tinha sido definido como o candidato português à categoria de Melhor Filme Internacional nos Prémios da Academia Americana de Cinema, ou seja, para a 93ª edição dos Óscares, foi desconsiderado pela Academia Americana de Cinema.

Tal obrigou a Academia Portuguesa de Cinema a efetuar uma nova votação para os três nomeados pré-selecionados anteriormente: Mosquito, do realizador João Nuno Pinto; Patrick, do realizador Gonçalo Waddington; e Vitalina Varela, do realizador Pedro Costa.

Sabemos agora que a escolha recaiu em Vitalina Varela.

Vitalina Varela estreou-se em 2019 no Festival de Locarno, na Suíça, onde recebeu o prémio máximo, o Leopardo de Ouro, assim como a protagonista, Vitalina Varela, duplamente premiada como melhor atriz. O filme, com produção da OPTEC, conta a história de uma mulher que viveu grande parte da vida à espera de ir ter com o marido, emigrado em Portugal. Sabendo que ele morreu, Vitalina Varela chegou ao país três dias depois do funeral.

Desde então, o filme já foi exibido em mais de 50 festivais de cinema, cinematecas e ciclos dedicados a Pedro Costa, tendo sido premiado na maioria dos certames, como o Festival de Cinema de São Francisco, nos Estados Unidos, em abril, que deu ao realizador o prémio Persistence of Vision.

A 93ª edição dos Óscares acontece no dia 25 de abril de 2021, no Teatro Dolby, em Los Angeles, durante a qual a Academia Americana de Cinema irá distribuir prémios em 23 categorias.

Quais serão as tendências para as áreas da fotografia, vídeo e impressão em 2021?

A Canon explica.

Canon Europa

2020 foi um ano sem igual: a forma como vivemos, trabalhamos e interagimos foi profundamente alterada e as repercussões de tudo isso vão sentir-se ainda durante anos. Com a imprevisibilidade e a incerteza asseguradas na nossa vida, mas com esperança no horizonte, o que vai acontecer no mundo da imagem? Olhando para o futuro, a Canon Europa identificou cinco tendências principais que vão definir o que veremos em 2021.

1. Nostalgia no agora

As pessoas estão a apoiar-se no passado para as confortar no presente. Basta pensarmos na tendência viral “Me at 20” que eclodiu este ano e o reaparecimento dos “zines” (brochuras publicadas pelos próprios autores) para percebermos que as pessoas sentem saudades de tempos mais simples. Nos dois primeiros meses de confinamento, as pesquisas no Google que incluíam as expressões “80s” ou “90s” quase duplicaram a nível mundial e outras pesquisas sugerem que as tendências como a nostalgia se desenvolvem em padrões de 30 anos.

Assim, é expectável que em 2021 vamos assistir a uma transição da nostalgia dos anos 80 para os 90 e que ela se manterá connosco durante o resto da década. A Canon consideramos que isso terá um impacto significativo nas tendências visuais para o próximo ano.

O poder da nostalgia não estará apenas nas imagens que captamos, mas também nos produtos que compramos – os dispositivos utilizados para captar fotografias ou vídeo continuam a combinar um estilo retro com as mais recentes funcionalidades, como impressoras com tamanho de bolso que criam imagens duradouras a partir de um smartphone. Da mesma forma, os algoritmos e filtros utilizados para processar e editar imagens conseguem cada vez mais recriar as imperfeições das fotografias impressas do passado.

2. Imagens conseguidas com IA vão tornar-se parte do quotidiano

Ainda que a Inteligência Artificial (IA), por si só, não seja novidade, o que vimos até agora foi uma fração do impacto que o machine learning e o deep learning terão na sociedade. Continuamos a precisar da inteligência humana, mas os progressos contínuos da IA vão preencher lacunas e permitir que os fotógrafos ocasionais consigam fotografias de nível profissional.

Em 2021, a Canon prevê que as tecnologias e dispositivos capacitados por IA vão tornar-se mais predominantes no quotidiano da criação de conteúdo, à medida que as pessoas compreendem o potencial que trazem à captação de ótimas imagens, independentemente das suas capacidades, em cada vez menos tempo e com cada vez menos esforço.

Espera-se também que a popularidade das imagens conseguidas através da IA continue a aumentar no que respeita à simplificação do dia-a-dia. Estudos recentes indicam que 62% dos millennials quer poder realizar pesquisas utilizando imagens em vez de palavras em qualquer nova tecnologia. Como resultado, podemos esperar o regresso de dispositivos como o Google Glass e outros de lifelogging (registo das atividades do quotidiano), o que gerará grandes fluxos de imagens captadas, reunidas, compreendidas e arquivadas.

Poderemos até chegar ao dia em que, por exemplo, a IA irá dinamizar as nossas redes sociais com imagens recolhidas para nós e comentários num estilo que reproduz o nosso tom de voz, vocabulário e personalidade.

3. O Poder do deepfake e um regreso à confiança

A abundância de conteúdo gerado pelos utilizadores, os controversos algoritmos das redes sociais e o aumento das conspirações levaram a uma desconfiança em massa em relação à informação. O deepfake – método utilizado para combinar e sobrepor novas imagens ou vídeos sobre os originais – é apenas uma das técnicas que contribuem para as fake news e as farsas online.

Tal como as ferramentas de produção de conteúdo estão em transformação, também o estão as ferramentas de autenticação – assim, esperamos assistir ao aparecimento de serviços e funcionalidades que tornem os vídeos e imagens mais fiáveis. Desde a incorporação de meta dados sobre quando e onde uma fotografia foi tirada à categorização de imagens com histórico de edição, os progressos da tecnologia vão ajudar a combater esta desconfiança nos meios de informação.

4. A “neutralidade corporal” será a nova “positividade corporal”

Não é novidade que as expectativas em relação à imagem física foram profundamente afetadas pelas redes sociais – por exemplo, 18% de todos os posts no Instagram utilizam algum tipo de filtro.

Felizmente, estamos a assistir a uma redefinição desta tendência. 2020 encorajou as pessoas a reavaliar o que é realmente importante e o resultado disso, juntamente com as mudanças sociais no sentido da diversidade, inclusão e tolerância, é que estamos agora mais focados naquilo que os nossos corpos podem fazer, em vez da sua aparência – uma filosofia chamada body neutrality, a neutralidade corporal.

Assim, em 2021, a Canon prevê uma transição para a celebração das conquistas físicas em vez da estética; uma maior procura por imagens sem edição e mais inclusivas, que fará com que as marcas e os meios de comunicação continuem a afastar-se da promoção de um único tipo de beleza. Em resultado, os feeds das redes sociais vão tornar-se mais autênticos, diversos e sem filtros.

5. O aperfeiçoamento do home office e a revolução 2.0 da impressora doméstica

As medidas de confinamento e distanciamento social forçaram os trabalhadores a deixar os escritórios e a estar em casa, trabalhando nas suas mesas de refeição, sofás, camas e, apenas no caso dos mais sortudos, em escritórios em casa. No geral, 78% dos trabalhadores indicou que gostaria de trabalhar em casa pelo menos ocasionalmente, mesmo que não existissem restrições devido à COVID-19.

No início, a maioria dos trabalhadores remotos utilizava um cenário temporário com uma atitude de improviso. No entanto, à medida que a nova situação de trabalho se prolonga, muitos estão agora a criar espaços mais sofisticados nas suas casas, dependendo mais de impressoras que se adequam aos propósitos laborais e também criativos. Como resultado, estamos prestes a presenciar uma segunda revolução das impressoras domésticas, após o advento original do computador doméstico nos anos 90.

Um estudo sobre trabalho híbrido concluiu que ¾ dos trabalhadores no Reino Unido já estão a imprimir em casa, e 64% dos trabalhadores remotos que registaram maior produtividade afirma que imprime mais agora do no escritório. Nos EUA, 48% das empresas proporcionou impressoras individuais a cada colaborador, e outros 34% planeia fazê-lo. A nível global, as tendências dos modelos de trabalho híbrido e da impressão em casa vão continuar a crescer no próximo ano.

Canais Travel, Eurochannel, Fox News e Luxe TV dizem adeus à grelha da MEO

Os canais saem da oferta da operadora no último dia do ano.

MEO gravações automáticas

Em novembro, referimos aqui no Echo Boomer que os canais Eurochannel, Fox News e Luxe TV iriam sair da grelha da MEO. Pois bem, há mais um canal a dizer adeus: Travel.

A partir de 31 de dezembro, esses mesmos canais vão deixar de fazer parte da grelha da operadora.

Não se sabe ao certo o que terá causado esta decisão, mas já deu para perceber que, pontualmente, vão existindo ajustes nas ofertas das operadoras. Já no passado mês de outubro, a NOWO fez desaparecer os canais Discovery Channel, Discovery Channel HD, Eurosport, Eurosport 2, Eurosport 2 HD, Eurosport HD e TLC.

Mas nem tudo são más notícias. Para os clientes MEO Fibra RF (sem necessidade de box), chegaram recentemente três canais para substituir os que vão sair: Nickelodeon SD (posição 44), Fuel HD (posição 108) e Alma Lusa HD (posição 139). Atenção que esta alteração diz respeito somente aos clientes sem box.

Sonatural usou “fruta feia” para um novo sumo de romã

É que, apesar de “feia”, o seu interior, a qualidade do seu sumo e aporte nutricional mantêm-se.

Sonatural

Muitas são as iniciativas que têm vindo a surgir relacionadas com o desperdício alimentar. No caso das frutas, estamos perante um conflito circular, no qual os supermercados não conseguem vender a fruta de aparência defeituosa aos consumidores, vendo-se obrigados a rejeitar as mesmas aos seus fornecedores.

No entanto, os agricultores não conseguem alterar aquilo que a natureza lhes dá. O final deste ciclo? Toneladas de alimentos de perfeita qualidade para consumo no lixo.

A Sonatural, marca nacional, recorre à produção portuguesa de Romã e tem como política o aproveitamento da fruta feia que não vai de encontro com os standards de aparência das superfícies comerciais. Apesar de “feia”, o seu interior, a qualidade do seu sumo e aporte nutricional mantêm-se, resultando num sumo igualmente delicioso, o Sumo de Romã Sonatural, com um “sabor” acrescentado pela contribuição na redução do desperdício alimentar.

Além de ser uma fruta desta época e, por isso, estar no pico do seu sabor e riqueza, a romã é uma fruta que possui variados benefícios para a saúde. Segundo o Instituto Nacional de Saúde, dos EUA, o consumo regular de romã ou do seu sumo atua de forma benéfica para a saúde e pode proteger ou melhorar várias doenças, como obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e até mesmo alguns tipos de cancro.

A Romã é uma fruta com poder de ação anti-inflamatória e digestiva, possui elevadas quantidades de potássio, é rica em antioxidantes e é rica em Vitaminas como A e C, sendo uma fonte de hidratação devido ao elevado teor de água na sua composição. É também habitualmente recomendada a diabéticos pelos baixos, ou nulos, níveis de sacarose.

O Sumo de Romã Sonatural é uma fresca combinação de fruta verdadeira 100% natural, sem açúcares, água ou conservantes adicionados. Pode ser encontrado nos super e hipermercados habituais e na loja online.

Send&Store quer ser a alternativa portuguesa à Glovo

O objetivo é mesmo entregar um pouco de tudo um pouco num raio de 30km.

Send&Store

A Uber Eats tem pretensões de se tornar numa espécie de Glovo ao longo de 2021, entregando um pouco de tudo. Porém, e antes disso acontecer, é altura de dar destaque a uma nova solução portuguesa que quer concorrer com estas aplicações mais utilizadas.

Chama-se Send&Store e pode ser a futura alternativa made in PT à Glovo, tendo o objetivo de ajudar o comércio local.

Não existe no site oficial uma secção de FAQ (Frequently Asked Questions), mas, tendo em conta a morada da empresa, conseguimos perceber que esta é uma ideia saída do Vodafone Power Labs, um programa que tem o intuito de fomentar a inovação e empreendedorismo em Portugal.

Essencialmente, o serviço Send&Store consiste na oferta de um mercado de plataforma tecnológica no qual determinadas lojas locais em vários territórios podem oferecer ou incluir os seus produtos e/ou serviços por meio de uma aplicação móvel ou website.

O objetivo é, portanto, que a Send&Store nos facilite a vida, reunindo num só lugar todos os estabelecimentos onde costumamos fazer compras.

São muitas as categorias existentes, como Padaria, Peixaria, Talho, Pastelaria, Congelados, Refeições, Higiene, Casa, Animais Domésticos, Beleza, Roupa, entre muitas outras. É quase como se fosse um marketplace orientado para o comércio local.

A utilização é simples. Basta que registem nova conta, seja no site ou app, e permitam o acesso à vossa localização, sendo que também podem definir a vossa morada manualmente.

Segundo o que conseguimos apurar, o serviço funciona em algumas cidades da Área Metropolitana de Lisboa, casos de Lisboa, naturalmente, mas também no Montijo, Cascais e Amadora. O objetivo é, claro, ir expandindo cada vez mais.

Como não é um serviço exclusivamente assente na entrega de refeições, tal permite que o raio de atuação possa ser alargado relativamente aos outros serviços. Neste caso, a Send&Store pode fazer entregas em qualquer lugar num raio de até 30km do estabelecimento.

Como é óbvio, quanto maior a distância, mais cara fica a taxa de entrega. Por exemplo, fizemos uma simulação de um restaurante na Quinta do Conde, e cuja entrega é possível em Setúbal, e o custo da entrega ao domicílio é de 14,50€. Contudo, o preço de entrega também pode ser de 1,90€, caso o estabelecimento se encontre muito perto da vossa morada. Lá está, tudo depende da distância.

Tal como acontece nas outras aplicações, aqui é também possível pedir para deixarem o pedido à porta, algo não aplicável quando definirem pagamento no ato de entrega.

A Send&Store parece ser fácil de utilizar, mas ainda existem coisas por esclarecer e sobre as quais não encontrámos detalhes.

Por exemplo, cada compra dá direito a alguns pontos que, posteriormente, deverão acumular até terem 500 pontos, mínimo para que possam converter esses pontos em dinheiro e, dessa forma, abater no custo do pedido. Mas não se sabe quanto vale cada ponto.

Além disso, o serviço está ainda muito focado na entrega de refeições e de produtos de mercearia, pelo que vai demorar bastante até conseguir tornar-se uma alternativa credível à Glovo.

Entretanto, e caso experimentem este novo serviço, digam-nos o que acharam.

CTT levam a famosa Batata Doce de Aljezur a todo o país

Têm é de comprar no Dott.

Batata Doce de Aljezur

Este ano não foi possível realizar o Festival da Batata Doce de Aljezur no seu formato habitual, mas isso não significa que tenhamos de ficar privados desta maravilha.

Assim, e numa iniciativa que partiu de parceria com Associação dos Produtores de Batata Doce de Aljezur e do Município de Aljezur, os CTT – Correios de Portugal e o Dott levam a famosa Batata Doce de Aljezur a todo o país.

Esta iniciativa segue as mais recentes tendências das transações comerciais, tendo por missão apoiar os produtores locais no escoamento dos seus produtos a nível nacional no atual contexto de pandemia COVID-19, que impediu a realização de mercados físicos e alterou os hábitos de consumo dos portugueses.

O Festival da Batata Doce de Aljezur teve início a 27 de novembro e tem-se revelado um sucesso, com já cerca de 140 encomendas e 1300kg processados. Um dos produtos mais vendido é o pack de 4kg batata doce premium e já foram feitas encomendas para Vila Nova de Famalicão, aproximadamente a 550km de distância.

Todos os produtos da Associação de Produtores de Batata Doce de Aljezur podem ser consultados e adquiridos aqui.

UCAL ganha variedade de leite com chocolate com sabor a avelã

É, portanto, um evolução do sabor original.

UCAL

Em miúdos, muitos de nós bebemos várias garrafas de leite com chocolate UCAL. Fosse em casa, antes ou depois das aulas ou noutro sítio qualquer, a verdade é que terão sido muito poucos aqueles que nunca provaram deste leite. E claro, podem continuar a beber mesmo sendo adultos: não há mal nenhum nisso.

Pois bem, em outubro passado, a UCAL apresentou uma novidade, referindo ser uma evolução do sabor original. É, também, um leite com chocolate, mas desta vez com sabor a avelã.

As reações a esta nova aposta têm sido positivas. Embora várias pessoas continuem a preferir o sabor original, alegando que esta nova versão é “muito doce”, outros tantos consumidores já provaram e referem que é “uma delícia”.

No Facebook, há também quem sugira que a UCAL deve investir numa versão sem leite de vaca.

Concerto dos The Ocean Collective em Lisboa foi adiado para junho

Svalbarduk, Hypno5e e pg.lost continuam igualmente confirmados como bandas suporte.

O concerto deveria acontecer a 13 de janeiro de 2021 no Lisboa ao Vivo, mas devido ao motivo que todos já sabemos, o mesmo foi adiado.

Assim, e na esperança que uma normalidade não esteja assim tão distante, os The Ocean Collective reagendaram o seu concerto em Portugal para 8 de junho de 2021.

Os bilhetes previamente adquiridos são naturalmente válidos para a nova data. Svalbarduk, Hypno5e e pg.lost continuam igualmente confirmados como bandas suporte.

Em todo o caso, os The Ocean Collective asseguram que, caso tenham de adiar novamente a tour europeia em prol da segurança de todos, o farão sem hesitar.

OPTO prestes a ganhar aplicação para smart TVs da LG e Samsung

A app também ficará disponível para os equipamentos Apple TV no primeiro trimestre de 2021.

OPTO - serviço de streaming da SIC

Por norma, quando um novo serviço é lançado, acontece algo que é perfeitamente normal durante os primeiros dias: a falta de compatibilidade com diversos dispositivos. É o caso da OPTO, novo serviço de streaming da SIC, que ainda não tem muitos equipamentos onde a app exista.

Essencialmente, quem quiser usufruir do serviço, tem de, neste momento, utilizar ou o browser no PC ou, então, a app disponível smartphones e tablets Android ou iPhone (iOS). Ou seja, é mesmo muito limitado.

Contudo, já é possível desfrutarem dos conteúdos da OPTO na TV. Têm é de utilizar um dispositivo Google Chromecast ou um equipamento semelhante que faça o mesmo. Para isso, basta que o vosso smartphone ou tablet esteja ligado na mesma rede Wi-Fi desse Chromecast e, já na app, devem pressionar o respetivo ícone para darem início a essa transmissão.

É também possível fazê-lo através de Air Play. Aí, necessitam de um iPhone ou iPad e, também, de uma smart TV com Air Play 2 integrado.

Para quem não consegue fazer esta transmissão, mas possui uma smart TV LG (com WebOS 4.0 ou superior, o que equivale à maioria dos modelos comercializados desde 2018) ou Samsung (com Tyzen 4.0 ou superior, o que equivale à maioria dos modelos comercializados desde 2018), há boas notícias. Num email enviado a quem está registado na plataforma, a SIC refere que a aplicação da OPTO já está em fase de aprovação nas stores respetivas, pelo que deverá ser disponibiliza muito em breve.

Além disso, a app também ficará disponível para os equipamentos Apple TV no primeiro trimestre de 2021. É mesmo questão de aguardar.

A OPTO foi lançada no passado mês de novembro e tem duas modalidades disponíveis: a gratuita, muito limitada, e o plano premium (3,99€/mês ou 39,99€/ano) que dá acesso a todo o catálogo do serviço, incluindo os programas exclusivos. Os membros pagantes também não “levam” com publicidade e podem assistir às antestreias de novos episódios das novelas da SIC na véspera de serem emitidos na televisão.

Carta de Inverno no Refeitório do Senhor Abel e novo serviço Chakall em Casa – Novidade e comodidade

Tivemos a oportunidade de provar algumas das novidades para a saison de Inverno, com natural inclinação pelos produtos da época.

Dia de visitar Marvila, o habitat natural dos vários espaços do universo Chakall, o argentino que largou o jornalismo e queria dar voltas ao mundo de moto, mas acabou por ficar em Portugal. E marcar o panorama gastronómico do país.

Falar do Refeitório do Senhor Abel é falar das criações de Roberto Mezzapelle, o pizzaiollo siciliano que procura constantemente colocar novas opções no menu do restaurante. Aquelas com maior sucesso junto do público costumam entrar nos pratos fixos. Para esse feito, tivemos a oportunidade de provar algumas das novidades para a saison de Inverno, com natural inclinação pelos produtos da época.

Para inciar, e como é costume, as entradas. No caso, o Venere (12,95€) – com arroz do mesmo nome, de origem chinesa e culto até hoje em Itália, puré de batata doce, creme balsâmico, salmão fumado, abacate, sésamo, parmesão e tempero de cítrico. De extrema suavidade no conjunto. Também a Terra Nostra (11,50€), prato que presta homenagem às tradições da Sicília com a combinação da Peperonata – preparação de pimentos bem saborosa, numa excelente combinação com burrata e salsa. Recomenda-se.

Em seguida, e a contar pelos principais (classificação que, no fundo, pouco importa), degustou-se a Pizza del Nonno (13,50€), com uma original base de Grano Arso (variedade típica de farinha com origem na Puglia, com uma torra superior ao habitual), creme de abóbora, mozzarella, cebola roxa, queijo de cabra, noz tostada, tomate cherry em confit, figo seco e bacon. Quem quiser provar bases de farinha fora do trivial, tem aliás aqui um templo.

Os adeptos do gnocchi, onde consta o escriba, têm no Gnocchi 4 Formaggi (8,50€) um excelente argumento para se deslucarem ao Refeitório do Senhor Abel ou encomendarem para receber o prato em casa. Saborisíssimo, com os queijos a envolverem de forma aveludada a massa com base em batata. A definição de clássico.

Por fim, para adoçar a boca chegaram a La Dolcezza Del Bosco (5,00€), cheesecake de frutos vermelhos com base irrepreensível e, em especial, os Cannoli Sicilianos (2,50€ por unidade), típicos da Sicília, imortalizados no Padrinho III e, nesta versão, ajustados aos gostos portugueses.

Outro dos pontos fortes do Refeitório é a programação de noites temáticas e música ao vivo, agora naturalmente limitada. Assim, logo que possível, estarão de volta os Domingos ao jantar com música e direito a aperitivo e tábua de enchidos e queijos italianos. Esta iniciativa diferenciadora será retomada assim que os horários de fim-de-semana à noite assim o permitam.

Todos os pratos, e muitos outros presentes na carta do Refeitório, encontram-se disponíveis em formato take away (com levantamento no espaço do restaurante) ou entrega em casa através do serviço Chakall em Casa ou pela Uber Eats.

Quanto à quadra do Santo Natal, o mais estranho de que há memória, o Refeitório do Senhor Abel estará a funcionar à hora do almoço com carta normal e alguns pratos especiais no dia 24 de dezembro à hora de almoço. Dia 25 irá estar aberto ao almoço e jantar com horários normais de funcionamento. No pós-Natal, dia 26, existirá almoço em funcionamento normal, mas o jantar funcionará apenas em take away.

Para acabar, quanto ao réveillon, 31 de dezembro, haverá – tanto quanto se saberá ao dia de hoje – almoço em horários normais e, ao jantar, música ao vivo e garrafa de espumante por mesa (os restaurantes têm de fechar às 22h30). No Dia de ano novo, que se espera muito melhor que o atual, o espaço residente nos históricos armazéns Abel Pereira da Fonseca funcionará ao almoço, até às 15h30.