Eis o trailer de Sky Rojo, a nova série dos criadores de La casa de papel

Estreia já a 19 de março.

Já aqui vos tínhamos falado de Sky Rojo, nova aposta da Netflix que mistura humor negro, muita ação e pura adrenalina. Dos criadores Álex Pina e Esther Martínez, responsáveis pelo fenómeno La Casa de Papel, Sky Rojo vai estrear já a 19 de março, mas faltava um trailer para captar a nossa atenção. Pois bem, esse dia chegou.

A história vai-nos fazer acompanhar as três protagonistas, Coral (Verónica Sánchez), Wendy (Lali Espósito) e Gina (Yany Prado), em busca pela liberdade enquanto são perseguidas por Romeo (Asier Etxeandia), o chulo de serviço, e Moisés (Miguel Ángel Silvestre) e Christian (Enric Auquer), os seus capangas.

Juntas, iniciarão uma jornada frenética e sem rumo, onde terão de enfrentar todos os tipos de perigos e viverão cada segundo como se fosse o último.

A primeira temporada conta com oito episódios de 25 minutos, um formato inovador para uma série dramática na qual convergem vários géneros. Sky Rojo foi gravada em vários pontos de Madrid e Tenerife, tendo sido produzida pela Vancouver Media para a Netflix. Melhor de tudo? Está já confirmada uma segunda temporada, também com oito episódios.

The Witcher 3 e Bloodstained: Ritual of the Night vão partir do Xbox Game Pass

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Se não os jogaram ainda, do que estão à espera?

The Witcher 3 Game Pass

Por norma damos destaque às entradas no serviço de subscrição da Xbox, o Xbox Game Pass, que todos os meses vê uma seleção curada de títulos a juntarem-se ao catálogo.

Mas com as novidades há também partidas e, desta vez, merecem um apontamento. As aplicações do Xbox Game Pass para PC e dispositivos móveis começaram a receber a notificação de lembrança de jogos a partirem do serviço já este mês, a 15 de março, que incluem o aclamado e adorado pelos fãs, The Witcher 3, um dos maiores nomes no serviço, para consola.

Além das aventuras de Geralt, o Xbox Game Pass despede-se também de outros fan-favorites ,como Alvastia Chronicles, Astrologaster, Bloodstained: Ritual of the Night e Kona.

Assim, os jogadores têm agora duas semanas para terminar as suas aventuras ou aproveitar o desconto para subscritores, que remove 20% do valor de cada jogo existente no serviço.

Junkie XL vai regressar à música de Mad Max em Furiosa

O compositor de Fury Road volta a juntar-se a George Miller.

Mad Max Fury Road - Junkie XL Furiosa

Quando estreou, em 2015, Mad Max: Fury Road apanhou tudo e todos desprevenidos, tornando-se rapidamente um clássico moderno. Parte desse sentimento existe por causa da incrível banda sonora que acompanha toda a ação do filme.

Com Furiosa, a prequela de Fury Road, em produção, sabemos agora que o tom do filme vai manter a mesma energia, isto porque Tom Holkenborg, de nome artístico Junkie XL, vai regressar para compor novos temas e expandir os já conhecidos.

O anúncio foi feito em entrevista ao canal de YouTube The Film Junkee para falar dos novos detalhes da banda sonora de Zack Snyder’s Justice League, para onde emprestou novamente o seu talento, e onde acabou por falar do seu envolvimento em Furiosa, a prequela de Mad Max: Fury Road, que já conta no elenco com Anya Taylor-Joy, Chris Hemsworth e Yahya Abdul-Mateen II nos papéis principais.

Na entrevista, Holkenborg fala também de como conheceu George Miller e como foi produzir a banda sonora de Fury Road, já com o filme quase completo.

Furiosa encontra-se atualmente em produção e tem data de estreia marcada para junho de 2023. Até lá, podem ouvir o compósito em Zack Snyder’s Justice League, Godzilla vs. Kong ou em Army of the Dead, também de Zack Snyder.

Torres Novas. Teatro Virgínia vai transmitir espetáculos do último trimestre de 2020 no YouTube

A iniciativa começa já este mês.

Teatro Virgínia Torres Novas - Rodrigo Leão

A performance Por Um Fio (Erva Daninha), o concerto de homenagem a Pedro Barroso, a peça de teatro A Cantora Careca e o concerto Método, de Rodrigo Leão, realizado no âmbito do Misty Fest. São estes os espetáculos gravados entre setembro e dezembro do ano passado no Teatro Virgínia, em Torres Novas, e que serão em breve transmitidos gratuitamente para toda a gente através do YouTube.

No dia 12 de março, a partir das 21h30, todos os interessados poderão assistir ao espetáculo de novo circo Por Um Fio, da companhia Erva Daninha. Uma semana depois, a 19 de março, à mesma hora, é transmitido o Concerto-Festa-Memória em que participaram vários amigos do artista falecido Pedro Barroso, interpretando algumas das músicas do cantautor.

No Dia Mundial do Teatro, 27 de março, às 21h30, será transmitida aquela que foi a estreia da peça A Cantora Careca, pelo Teatro Maior de Idade, do projeto Teatro em Formação do Teatro Virgínia.

Finalmente, a 2 de abril, também às 21h30, é a vez do concerto O Método, de Rodrigo Leão. O músico português define a digressão do álbum O Método como “uma produção onde as influências clássicas e eletrónicas estão mais presentes e são mais exploradas”.

FEST – Festival Novos Realizadores, Novo Cinema acontece este ano em formato presencial

Está marcado para outubro.

FEST Festival

É entre 4 e 11 de outubro que acontece a 17ª edição do FEST – Festival Novos Realizadores, Novo Cinema. A 17ª edição do festival de cinema manterá toda a sua programação de filmes nas salas de Espinho e trabalhará para reforçar a vertente familiar, assim como os espaços de encontro com a comunidade local, dando continuidade ao trabalho desenvolvido nas anteriores edições.

A vertente profissional, um dos principais elementos diferenciadores do FEST, voltará este ano em formato presencial, num compromisso consciente entre as necessárias medidas de saúde pública e a preservação da identidade do evento: a criação de um ambiente de proximidade, troca de ideias e contacto próximo entre profissionais de diversos espetros.

Composto pelas masterclasses, conferências e palestras do Training Ground, os espaços de encontro entre profissionais (Industry Meetings) e o Pitching Forum (espaço de formação e apoio a novos projectos), o Fest Pro partirá da sala para o online, num formato híbrido que permitirá a transmissão de algumas das iniciativas para um público mais alargado e transnacional.

No campo da programação de cinema, o FEST manterá todo o esqueleto competitivo (Competição Internacional de curtas e longas metragens, Grande Prémio Nacional, NEXXT e FESTinha), assim como o foco essencial na divulgação e criação de novas oportunidades a realizadores emergentes. Mantém-se também os programas temáticos, Be Kind Rewind e Flavours of the World, e a vontade de levar o programa competitivo em simultâneo a outras cidades do país, à semelhança do que aconteceu no ano passado com Porto e Lisboa.

Mais detalhes sobre a programação serão divulgados nos próximos meses.

O novo hambúrguer do Burger King combina quatro queijos diferentes

Pão de queijo, queijo creme de cabra, queijo cheedar e um medalhão de gouda de cabra!

Queen Cheese

É mais um lançamento por tempo limitado, portanto têm de aproveitar antes que esgote. Chama-se Queen Cheese e é o novo hambúrguer do Burger King, numa criação a que os cheese lovers não vão conseguir resistir, ou não tivesse quatro queijos diferentes.

O novo hambúrguer Queen Cheese junta um delicioso pão com massa de queijo barrado com creme de queijo de cabra, um medalhão de gouda de cabra e o icónico quejo cheddar derretido na carne preparada na grelha. Tudo isto acompanhado por alface e tomate frescos, preparados diariamente nos nossos restaurantes e cebola crocante. O resultado? A fórmula perfeita que vai fazer as delicias dos amantes de queijo.

Adicionalmente, para que todos possam provar o novo hambúrguer, o Queen Cheese vai estar disponível pela primeira vez na opção Double Crispy Chicken, um filete de frango panado crocante e suculento (a opção de frango favorita dos fãs da marca).

Esta novidade, que vem cumprir o desejo de 94% da população que se afirma como amante de queijo, está já diponível em todos os restaurantes Burger King em Portugal, nos serviços take away, Drive Thru e home delivery.

Festivais Primavera Sound adiados para 2022

Tanto a versão portuguesa como a espanhola.

NOS Primavera Sound 2021

No passado mês de janeiro, referimos aqui no Echo Boomer, tendo em conta um rumor que circulava no fórum do site eFestivals, que os festivais Primavera Sound Barcelona e NOS Primavera Sound deveriam ser adiados para setembro. Pois bem, isso não vai acontecer.

Acaba de ser divulgado oficialmente o adiamento de ambas as versões do festival, ou seja, tanto a de Barcelona como a do Porto. Foquemo-nos na edição portuguesa, agora adiada para acontecer entre 9 e 12 de junho de 2022. Sim, com mais um dia em relação à edição programada para este ano.

Em comunicado, a organização refere ter tomado “esta tão dolorosa decisão devido às incertezas que rodeiam a realização de grandes espectáculos nas datas originais do NOS Primavera Sound – 10 a 12 de junho -, que adicionadas às restrições que existem actualmente, fazem com que não seja possível trabalhar com normalidade na preparação do festival nem assegurar a sua celebração. Apesar de dolorosa, sabemos que é a decisão correcta, especialmente para todos aqueles que têm de planear antecipadamente a sua viagem”.

“Mantivemos o contacto permanente com as autoridades locais e com a Direcção Geral da Saúde para explorar possíveis soluções, mas a nona edição do festival Primavera Sound merece ser celebrada como antigamente e as restrições a nível mundial fazem prever que isso não seja possível ainda este verão. Pelo menos, não da forma como deve ser vivida a experiência completa do festival”, pode ler-se no mesmo comunicado.

De resto, e à semelhança do ano passado, todos os bilhetes adquiridos para a edição de 2020 e 2021 são válidos para a edição de 2022. Quem quiser poderá solicitar o seu reembolso a partir de 1 de janeiro do próximo ano.

Até dia 5 de junho será anunciado o cartaz da edição do próximo ano.

SoSushi. Há um novo restaurante virtual de sushi que faz entregas nos concelhos de Coimbra e Aveiro

Diz-se e lê-se sou sushi.

Sushi4you

Há algum tempo que os restaurantes estão fechados, mas isso não significa que novos negócios não possam surgir. Enquanto que alguns empreendedores abrem espaços para que possam, eventualmente, receber pessoas, outros optam por lançar propostas virtuais. É o caso do SoSushi, um novo restaurante virtual que faz entregas nos concelhos de Coimbra e Aveiro.

No SoSushi (diz-se e lê-se sou sushi), o sushi é descomplicado, centrado nos sabores mais procurados, muito fresco e feito por mãos sábias. A ementa baseia-se em combinados de 16 ou 32 peças (13€ e 26€, respetivamente) tradicionais, fusão ou vegetarianos. Na carta existem ainda as opções à peça em pequenas ou médias doses, pelo que poderão optar por encomendar Sopa Miso, gyosas ou crepes vegetais nas entradas, makis, temakis, gunkans, nigiris, sashimi e até bolachas artesanais. Os preços são a combinar com tudo isto: justos e simpáticos para permitir ter sushi mais vezes em casa.

Para que tudo isto funcione, há uma plataforma através da qual podem fazer a vossa encomenda, sendo também possível ligar diretamente (9124180467). Este é o ponto positivo do SoSushi: não trabalha com plataformas de delivery, optando antes por um serviço próprio de entregas. Tal permite poupar custos, pois não só não têm de pagar taxas a plataformas como a Uber Eats ou Glovo, como o preço das peças não necessita de ser aumentado, o que é frequente acontecer nesses serviços.

Assim, o serviço do SoSushi faz-se exclusivamente em delivery de duas formas diferentes: entregas personalizadas que são entregues na morada definida pelo cliente e através de rotas semanais com pickup points em cada um dos concelhos abrangidos. Neste momento, as entregas personalizadas são feitas em todos os concelhos do distrito de Coimbra e mais três concelhos do distrito de Aveiro (Mealhada, Anadia e Oliveira do Bairro).

Relativamente às rotas, existem seis diferentes, de terça a domingo, abrangendo 12 dos 17 concelhos de Coimbra e mais três concelhos de Aveiro.

Quanto ao custo das entregas, vai variando. No perímetro mais urbano (até 5km) é 2€, entre 5 e 10km são 3€ e depois vai crescendo em função da distância. Nas rotas, os valores são entre os 3,5€ e os 4,5€. Em todo o caso, estão previstas algumas iniciativas de promoção, umas mais habituais e outras mais “fora da caixa”.

Apesar de ser um conceito que nasceu em Coimbra, o SoSushi está pensado para ser implementado em qualquer lado. O objetivo é que a expansão possa acontecer organicamente (diretamente do grupo fundador) mas principalmente através de parceiros investidores locais.

Nova funcionalidade do Instagram permite diretos com quatro pessoas

Até aqui, somente era possível fazer diretos com outra pessoa.

Live Rooms

A funcionalidade esteve a ser testada na Índia e Indónesia no ano passado, mas, agora, vai começar a chegar aos utilizadores de todo o mundo. Falamos do Live Rooms, nova funcionalidade do Instagram que permite diretos com um total de quatro participantes.

A título de exemplo, para quem acompanha os diretos de Como é que o Bicho Mexe?, no Instagram, sabe que Bruno Nogueira vai convidando amigos seus, um a um. Fala com uma pessoa, termina a “chamada” com esse participante e passa para outro. Sempre assim. Em breve (não se sabe bem quando é que a funcionalidade ficará disponível globalmente), diretos deste género poderão ser feitos com um máximo de quatro pessoas ao mesmo tempo.

Basicamente, o Instagram vai-nos permitir chamar três amigos, ao invés de somente um. Dessa forma, todos poderão participar de outra forma na conversa. O funcionamento é simples: na app, basta deslizarem para a esquerda e escolherem a opção “Direto”. Definem um título e, depois, basta selecionarem no ícone “Rooms” e adicionar os convidados, sendo que poderão, também, procurar por algum amigo e adicioná-lo ao direto.

Com esta novidade, o Instagram espera que se possam criar outro tipo de dinâmicas naquela rede social. A criatividade é o limite.

Bandida do Pomar lança novo sabor para comemorar a chegada da primavera

Uma marca sempre atenta às últimas tendências do mercado.

Bandida do Pomar Frutos Vermelhos

Depois de, no ano passado, ter lançado um sabor a maçãs ácidas e de ter sido certificada como a primeira sidra no mercado nacional sem glúten e apta para celíacos, eis que a Bandida do Pomar tem um novo sabor para apresentar aos consumidores: frutos vermelhos.

Com um intenso e agradável aroma a frutos vermelhos, Bandida do Pomar Frutos Vermelhos distingue-se pela perfeita combinação de um sabor doce, com um toque de acidez, o que lhe dá um equilíbrio perfeito para comemorar a chegada da primavera e antecipar o verão.

Esta nova variedade apresenta um teor alcoólico de 4,5% e chega às grandes superfícies comerciais durante o mês de março, no formato estrela da marca, a icónica lata de 50cl.

RPGs e o futuro das opções românticas

Uma das características de destaque dos RPGs (role playing games) é a capacidade de se fazer o que quisermos, até mesmo encontrar o amor.

RPGs romance

Para alguns jogadores, o romance é uma parte necessária e crucial de qualquer experiência de RPG. Entre salvar o mundo, esmagar inimigos, procurar melhores equipamentos e nivelar, alguns jogadores sentem a necessidade de encontrar alguém especial para as suas personagens.

Por isso mesmo, há já algum tempo que vários títulos têm procurado incorporar opções e sistemas de namoro na sua jogabilidade. Sem surpresas, estas opções de romance são muito mais fáceis quando comparadas com namoros e romances da vida real, algo que talvez fascine muitos gamers, uma vez que são geralmente mais introvertidos e alguns até sentem dificuldades em relacionar-se com pessoas e situações sociais reais. Aplicações de encontros para gamers têm procurado criar um meio para que pessoas com personalidades idênticas consigam criar alguma empatia através do seu amor e interesse pelos mesmos jogos, como podem conferir nesta compilação elaborada pelo Lovino.

De certa forma, há sempre uma conexão entre o mundo real e o desenvolvimento das opções românticas nos RPG’s. Prova disso é vermos grandes títulos a abrir o caminho para o romance inclusivo e a liberdade de escolha, algo que antes só se encontrava em alguns romances visuais e jogos indie. Recentemente, jogos como Cyberpunk 2077, The Sims 4, Skyrim e Dragon Age procuraram introduzir opções de romance queer (minorias sexuais e de género) para os jogadores.

Vejamos alguns dos RPGs com mais opções de romance e inclusão.

Dragon Age: Inquisition

Dragon Age: Inquisition tem algumas das opções românticas mais fora de série, com oito possíveis candidatos em vários playthroughs. Muitos destes indivíduos têm preferências de raça e género que o jogador precisa de cumprir se quiser romanceá-los. Uma duende feminina tem muito mais opções do que um humano masculino, por exemplo.

Cada uma das opções é uma personagem totalmente desenvolvida com histórias e motivações relacionadas com a narrativa principal. De um mercenário Qunari ao Herói de Orlais, o jogador tem algumas escolhas interessantes no jogo.

Mass Effect 2

Outro jogo da Bioware que oferece uma série de opções românticas é o Mass Effect 2. Neste jogo, os jogadores podem romancear até nove personagens em diferentes playthroughs. Três opções exigem que a personagem do jogador seja masculina, outras três exigem que seja feminino e três não têm preferência de género.

Do quarian nómada ao asari de pele roxa, o jogador masculino tem algumas opções intrigantes. As jogadoras têm escolhas algo estranhas, como o oficial turiano da C-Sec Garrus e o assassino drell Thane.

Mass Effect 3

Mass Effect 3 tem o maior número de parceiros possíveis da série com 15 opções. O que é interessante sobre este título é que não há nenhum humano masculino como opção para uma personagem feminina. Também apresenta o único Prothean romanceável em toda a série.

O mais notável sobre as opções românticas neste jogo é que elas têm um impacto na história. As opções de romance de jogos anteriores também podem continuar.

Mass Effect: Andromeda

Mass Effect: Andromeda tem 10 parceiros possíveis. Mais uma vez, personagens masculinas têm mais opções do que personagens femininas.

As opções incluem vários humanos, como o rei criminoso Reyes, Asaris e os novos alienígenas de Angara. Curiosamente, algumas das opções, como Avela, são meras aventuras, enquanto outras são personagens mais desenvolvidas que impactam a história.

Fallout 4

Fallout 4 apresenta nove parceiros românticos que o jogador pode namorar durante as suas playthroughs. Ao contrário de outros jogos, o estilo de jogo preferido do jogador e as suas ações podem ter consequências na perceção que os possíveis parceiros têm de si. Como resultado, os jogadores devem estar no seu melhor, ou pior, comportamento para seduzir estes indivíduos.

As opções incluem o robô Gilda Broscoe, o ghoul John Hancock e o robô sintético Curie. A maioria destes parceiros romanceáveis também podem servir como companheiros para ajudar em missões e combate. Também é interessante ver como cada uma das personagens reage a diferentes encontros devido às suas personalidades e perspetivas únicas.

The Sims 4

Quando se trata de um jogo que é conhecido por ser inovador em termos de romance inclusivo e diversidade, é definitivamente a franquia Sims. No final dos anos 90, quando o romance inclusivo era quase inexistente nos jogos, o Sims quebrou barreiras ao mostrar duas mulheres a partilhar um beijo.

Desde então, a franquia Sims sempre defendeu a inclusão de género. Sims 4, a mais recente edição, permite ao jogador escolher separadamente a preferência de roupa de uma personagem, o que permite também a criação de trans Sims. Qualquer um pode ser romanceado; cabe ao jogador decidir que tipo de história quer contar.

Cyberpunk 2077

Cyberpunk 2077 foi o primeiro jogo a ganhar fama exatamente pelas suas opções sexuais e de romance. Night City é um mundo aberto imensamente diversificado com uma tonelada de personagens vibrantes e ricos.

V, o personagem principal e mercenário de Cyberpunk 2077, pode ser personalizado livremente pelo jogador. Além disso, os programadores optaram por não dar a V uma opção binária de género, ou seja, são os jogadores que escolhem o tipo de corpo, o que significa que V pode-se identificar com quem o jogador desejar. Há uma variedade de opções de romance para escolher, sem dúvida, independentemente do tipo de corpo.

The Elder Scrolls V: Skyrim

O RPG com mais opções de romance é The Elder Scrolls V: Skyrim, com 62 NPCs capazes de se apaixonar pelo personagem do jogador. O personagem é livre para cortejar qualquer personagem, independentemente da raça ou sexo. Para alguns jogadores é uma utopia de namoro; para outros não é muito realista.

Ainda assim, oferece um tremendo nível de personalização, especialmente quando associado aos mecanismos de construção de casas, como os introduzidos na expansão Hearthfire. Algumas das personagens têm mais história do que outras, mas há alguém para todos neste jogo.

Eis os protagonistas de Metal Lords, o primeiro filme dos criadores de Game of Thrones para a Netflix

Podemos esperar mais filmes e séries da dupla nos próximos anos.

Metal Lords

Foi em 2019 que surgiu a notícia: David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série Game of Thrones, tinham assinado um contrato com a Netflix que previa a produção de filmes e séries para os próximos anos.

Agora, e já depois de se saber que estão a desenvolver a adaptação televisiva de The Overstory, escrito por Richard Powers e vencedor do Pulitzer Ficção 2019, eis que nos chegam detalhes sobre o primeiro filme desenvolvido pela dupla para a plataforma de streaming: Metal Lords.

Esta longa-metragem centra-se em dois miúdos que querem começar uma banda de heavy metal na secundária, numa escola onde somente dois garotos se interessam por aquele género musical. O elenco será composto por Jaeden Martell (Knives Out, It), Isis Hainsworth (Misbehaviour, Emma) e Adrian Greensmith, neste caso fazendo a sua estreia enquanto ator.

A ser lançado ainda este ano, Metal Lords será realizado por Peter Sollett (Nick and Norah’s Infinite Playlist), sendo que o argumento fica a cargo de Weiss, que é também produtor, juntamente com Greg Shapiro. Já Benioff, Bernie Caulfield e Robin Fisichella são os produtores executivos. O mais curioso? Tom Morello, dos Rage Against the Machine, é produtor musical executivo.

Análise – Monster Jam Steel Titans 2 (Nintendo Switch)

Monster Jam Steel Titans 2 é algo entre o desafiante e o divertido, pelo que certamente irá deixar-vos com os nervos à flor da pele.

Monster Jam Steel Titans 2

Após ver o trailer do jogo, ficou a sensação que, enquanto a versão da Playstation iria desaproveitar o potencial da consola, a versão da Switch tinha tudo para ser satisfatório e servir de entretenimento ambulante de fácil acesso. Escolhi testar a versão para a Nintendo Switch e não me arrependo, de todo, visto que bate certo com as minhas expectativas.

Monster Jam Steel Titans 2 é um jogo de Monster Trucks que traz algumas novidades em relação ao seu predecessor. Entre as quais mais veículos, novos mundos, novos modos online, estádios autênticos e modos de competição baseados no que acontece na competição na vida real.

Sendo que as competições de Monster Trucks são, tipicamente, norte-americanas, este jogo vai, certamente, encontrar entraves em vingar no mercado português. Eu próprio confesso que, ao início, também tive as minhas reservas, mas decidi experimentar para ter mais conhecimento de causa. A conclusão é animadora, pois apesar das suas fragilidades, Monster Jam Steel Titans 2 é um jogo bastante divertido para os mais novos e muito desafiante para os mais velhos.

A interface de Monster Jam Steel Titans 2 é relativamente simples e fácil de compreender. Primeiramente por ser obrigatório passar um teste de admissão antes de começar a jogar, onde nos são dados a conhecer todos os comandos disponíveis e as suas funcionalidades. Após completar o tutorial, somos remetidos para o primeiro mundo onde começa toda a aventura, pelo que, basicamente, estamos a jogar antes de decidir o que queremos fazer no jogo. É uma abordagem diferente, mas não desgosto.

É quando colocamos o jogo em pausa que temos acesso aos modos de jogo disponíveis. O foco do jogo reside em “Single Player”, área onde conseguimos aceder às competições de World Career e The Big Show, que funcionam por capítulos e vão permitir desbloquear novo veículos, novos estádios e os mundos seguintes ao que começamos. Nesses capítulos, é possível competir contra outros NPCs em determinadas categorias, quer em pavilhão (Heat-To-Head, Freestyle, Two-Wheel Skills e Timed Destruction) quer no mundo em causa (Circuit Racing ou Waypoint). Nas Circuit Racing, há a possibilidade de metade da grid correr em direção oposta da outra metade, dando origem a situações inesperadas e imprevisíveis sempre que se cruzam. Esta modalidade de jogo é brutal.

Monster Jam Steel Titans 2

Enquanto as categorias em pavilhão são dotadas de dinâmicas relativamente fáceis de compreender e, por sua vez, dominar, as corridas nos mundos (Waypoint ou Circuit Racing) são mais complicadas de controlar. Digo isto porque, apesar de poderem controlar a direção do Monster Truck através do eixo frontal e eixo traseiro das rodas, é mais enganador do que parece. E o facto das pistas terem inúmeros mino obstáculos e diferenças de relevos faz com que seja extremamente fácil capotar o Monster Truck. Capotar o Monster Truck, nem que seja apenas um vez, pode ditar o adeus ao 1º lugar, mesmo a jogar em dificuldade média. Os cinco mundos são muito distintos a nível de ambiente e decoração, mas todos eles originam uma experiência completamente diferente. Só não fiquei fã do 2º por ser mesmo muito básico.

O Single Player também permite Quick Play, mas é necessário desbloquear todas as pistas e mundos em World Career e The Big Show para jogar nelas. Caso tenham interesse em competir contra alguém, há três modos que o permitem. Se estiverem com amigos podem fazê-lo em Split Screen (dá até seis jogadores), se bem que com o ecrã da Switch pode ser difícil. Caso tenham amigos na zona com o mesmo jogo, podem competir em Local Multiplayer. Na eventualidade de não terem ninguém com quem jogar, podem optar por jogar online contra jogadores de todo o mundo.

Os gráficos na Switch são o esperado, ao passo que, na TV, ganham outra qualidade. Contudo, a minha experiência a jogar na TV não foi, de todo, positiva. Não quero com isto atribuir responsabilidades ao jogo, mas havia mais arrastamento de imagem que a jogar em Handheld mode, e os joycons ligados à estrutura de comando tinham algum atraso no que toca a responsividade. Tenho a dizer que foi frustrante a experiência e deu vontade de atirar o comando contra a parede. Juro que sou um gajo pacífico quando perde, por saber que a responsabilidade foi minha. Agora perder por deficiência do jogo já é outra história.

A mecânica é interessante e tem ciência, sendo possível controlar ligeiramente o comportamento da orientação veículo em terra, impedindo-o de capotar, através na manipulação correta dos dois eixos das rodas ou com trabalho de acelerador/travão. Já no ar é outra conversa, pois mesmo conseguindo controlar a inclinação do veículo (para trás e para a frente), a nível lateral não há forma. Não é nenhuma debilidade, apenas obriga a quem está a jogar a interpretar os relevos e possíveis resultados após interação com os mesmos.

Monster Jam Steel Titans 2

As debilidades de Monster Jam Steel Titans 2 passam, sobretudo, por bugs que fazem com que o Monster Truck atravesse certos obstáculos (aparentemente sólidos), fique preso de forma pouco natural a árvores, tenha reações anormais ao embate contra determinados obstáculos ou outros veículos ou, o mais grave de todos, ficar entrelaçado com outro Monster Truck como se fossem um só, continuando durante tempo indeterminado. Nada disto está sempre a acontecer, mas acontece com mais frequência do que gostaria. Talvez um futuro update corrija em parte algum destes bugs.

Para além destes bugs, em relação ao logo em si, só não gostei muito no facto dos carros temáticos se “partirem” quando há embates. Enquanto somos presenteados com uma panóplia de Monster Trucks caricatos e muito originais, estes perdem a magia quando capotam e perdem partes, ficando só a carroçaria (idêntica ao Monster Truck com que começam). Embora perceba o lado realista por detrás desta decisão, acho que rouba um pouco a magia ao jogo.

Em suma, Monster Jam Steel Titans 2 é um título divertido e desafiante. Apesar de não serem precisas muitas horas para desbloquear todo o conteúdo, serão necessárias muitas para o passar em dificuldade difícil com sucesso, principalmente no último mundo, que é excessivamente complexo (pela positiva). Nas provas de pavilhão vão estar tranquilos, mas fiquem avisados que, quando chegar à corrida final de cada capítulo, estão a jeito para um ataque de nervos na perseguição pelo primeiro lugar.

Como disse anteriormente, Monster Jam Steel Titans 2 é um jogo muito divertido para os mais novos, por ser uma sandbox onde os cinco mundos estão ligados entre si, sendo possível jogar infinitamente sem chegar a um beco sem saída, com muito por explorar. Mas é, também, um título desafiante para os mais velhos, exigindo muita leitura das pistas e domínio do Monster Truck nos mais variados cenários. Contudo, o maior ponto positivo é mesmo o preço, que está fixado em 39,99€ para todas as consolas. Parece-me ajustado.

Mesmo que não estejam familiarizados com este tipo de competição, ou não tenham conhecimento de todo da cultura Monster Truck, este Monster Jam Steel Titans 2 é um jogo que não a exige para tirar o máximo proveito e diversão.

Nota: Muito Bom

Disponível para: PC, Xbox One, Xbox Series X|S, PlayStation 4, PlayStation 5 e Nintendo Switch
Jogado na Nintendo Switch
Cópia para análise cedida pela Dead Good Media.

Hestia. Neste site podem comprar produtos somente acessíveis a restaurantes e hotéis

Há carne maturada, carne wagyu, ostras, carpaccios, filetes de robalo de mar ou gelados Sandro Desii, entre outros artigos.

Hestia

Existe, cada vez mais, uma tendência para os consumidores se preocuparem com a qualidade e o processo de produção. Contudo, a experiência de compra nem sempre é fácil, uma vez que obriga os consumidores a despenderem boa parte do seu pouco tempo na visita a vários estabelecimentos, como peixarias, talhos e mercearias. Só assim é possível conseguirem tudo o que precisa, por isso é normal que, durante o processo, muitos acabem por desistir e recorrer às grandes superfícies.

A pensar nisto, eis que surge um novo site que fará as delícias dos apreciadores de comida gourmet. Chama-se Hestia e é um portal que permite adquirir produtos até agora apenas acessíveis a restaurantes e hotéis, como carne maturada, carne wagyu, ostras, carpaccios, filetes de robalo de mar ou gelados Sandro Desii, entre outros artigos.

Desta forma, os amantes de boa comida e, claro, os chefs lá de casa, podem agora contar com produtos e ingredientes premium que geralmente apenas podem ser degustados em restaurantes de luxo e não se encontram disponíveis nas grandes superfícies.

Com artigos disponíveis nas categorias de talho, peixaria, marisco, legumes, frutas, mercearia, sobremesas e produtos asiáticos, é possível encontrar num mesmo local online uma grande variedade de soluções de elevada qualidade. Basta encomendar e esperar que os produtos cheguem a casa.

Em relação ao serviço de entregas ao domicílio, está disponível no Grande Porto (concelhos de Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto e Vila Nova de Gaia) e na Grande Lisboa (concelhos de Amadora, Cascais, Lisboa, Loures, Odivelas, Oeiras e Sintra). As entregas, feitas às quartas e sextas-feiras, são grátis em compras de valor superior a 60€, sendo que, abaixo disso, os portes de envio têm um custo de 5€.

Crítica – Raya and the Last Dragon

Raya and the Last Dragon segue uma narrativa parcialmente desapontante e formulaica, mas compensa com animação belíssima, uma banda sonora arrepiante e um final bastante agradável.

Raya and the Last Dragon

Sinopse: “Há muito tempo, no mundo de fantasia de Kumandra, humanos e dragões viviam juntos em harmonia. Mas, quando uma força maligna ameaçou a terra, os dragões sacrificaram-se para salvar a humanidade. Quinhentos anos depois, o mesmo mal regressou. Cabe a uma guerreira solitária, Raya (Kelly Marie Tran), localizar o último dragão para recuperar a terra e o seu povo, divididos. Ao longo da viagem, vai aprender que será necessário mais do que um dragão para salvar o mundo.”

A Disney comprou a Pixar em 2006 e muitos filmes de animação incríveis foram lançados por ambos os estúdios. Portanto, é bastante compreensível que muitas pessoas não reconheçam a diferença entre Walt Disney Animation Studios e a própria Pixar. Este último estúdio lançou dois filmes só no ano passado (Onward, Soul), ao passo que o primeiro tem como último filme original Moana, de 2016. Logo, havia muita expetativa para um novo filme de animação do estúdio que nos deu clássicos como Aladdin, The Lion King, Mulan e, mais recentemente, a saga Frozen. Com Don Hall (Big Hero 6) e Carlos López Estrada (Blindspotting) ao leme, e Adele Lim (Crazy Rich Asians) e Qui Nguyen (estreia em longas-metragens) a tratar do argumento, será que conseguiram entregar um bom filme?

Bem, se tiver que responder “sim” ou “não”, vou com a primeira. Começo pelos pontos positivos. O único detalhe técnico que todos – críticos e público geral – esperam de um filme animado da Disney é, de facto, uma animação deslumbrante, e Raya and the Last Dragon apresenta imensos cenários incrivelmente bonitos, criativos e de fazer cair o queixo. As diferentes terras que a história leva os espectadores a visitarem parecem impressionantemente realistas, algumas delas claramente inspiradas em lugares reais da cultura asiática. Os desenhos das personagens também parecem excelentes, embora não estejam muito longe do que se tem visto da animação 3D nos últimos anos.

Raya and the Last Dragon

Tecnicamente, porém, o destaque tem que ir para a banda sonora viciante e arrepiante de James Newton Howard. Desde as faixas emocionais aos tons energéticos que elevam as sequências de ação, é uma banda sonora que vai demorar a sair da minha cabeça nas próximas semanas, especialmente o tema principal. Na verdade, estou a ouvi-la enquanto escrevo esta crítica e sinto-me revitalizado. Os efeitos sonoros para os monstros Druun são bastante intimidantes, é difícil não sentir o peso da sua presença ameaçadora, mas as faixas inspiradoras e indutoras de lágrimas impactaram-me imenso. As cenas de ação são maravilhosamente filmadas e animadas, trazendo altos níveis de entretenimento e entusiasmo para uma narrativa parcialmente guiada pela aventura. A luta de espadas de Raya é, indiscutivelmente, o tipo de batalha mais cativante visto durante todo o tempo de execução.

Relativamente à história, e sendo totalmente honesto, é algo desapontante. Enquanto que os visuais partilham imaginação e criatividade notáveis, o argumento formulaico de Adele Lim e Qui Nguyen é muito mais simples e menos surpreendente do que o esperado. Tinha noção de que Raya and the Last Dragon não entregaria uma narrativa inovadora, mas um enredo ao estilo de um videojogo está longe de ser uma boa alternativa. O terceiro ato tenta desafiar a previsibilidade da sua história com um pequeno momento inesperado que adoro inquestionavelmente, mas além de não mudar a conclusão prevista nos primeiros 10 minutos do filme, prejudica severamente uma personagem secundária.

Em relação a este último tópico, não consigo negar que é o meu problema principal com o filme, mas teria que entrar em território de spoilers para explicar devidamente. Sendo assim, abordarei apenas a inconsistência da personagem que, infelizmente, afeta a mensagem central do filme. Os temas essenciais giram à volta da confiança e de como se tratarmos as outras pessoas gentilmente, receberemos o mesmo tipo de tratamento. Uma nota adorável que pais pelo mundo fora certamente vão querer transmitir aos seus filhos. No entanto, a personagem em questão passa o filme sem saber de que lado está, constantemente a trair todos e até culpando os outros por algo que a própria personagem provocou em primeiro lugar.

Raya and the Last Dragon

Apesar de ter um impacto significativamente negativo na minha apreciação do filme, o final funciona muito bem e compensa este problema com a referida personagem. Kelly Marie Tran empresta a sua voz a Raya, uma protagonista fácil de se torcer por devido às suas motivações claras e missão importante, enquanto que Awkwafina é muito engraçada como Sisu, um dragão algo pateta com mais profundidade do que aquilo que os espectadores possam esperar da primeira impressão. Todos no elenco entregam um trabalho de voz excecional e todas as personagens possuem algum tipo de caraterística cativante que fará o público apoiá-las, exceto a tal que já descrevi acima. Tendo em mente que as crianças são, de facto, o público-alvo deste filme, tenho a certeza que todos se sentirão encantados com o mesmo.

Possuindo um elenco predominantemente asiático-americano, todos com um trabalho de voz extraordinário, Raya and the Last Dragon segue uma narrativa parcialmente desapontante e formulaica, mas compensa com animação belíssima, uma banda sonora arrepiante e um final bastante agradável.

A Walt Disney Animation Studios regressa com uma história original que carece de elementos surpreendentes, empregando toda a criatividade e imaginação do projeto à sua aventura cheia de entretenimento e com ritmo rápido, assim como aos visuais inegavelmente impactantes e sequências de ação incrivelmente fascinantes. Apesar de um problema significativo com uma personagem inconsistente que afeta profundamente a desfrutação no filme, todas as outras personagens são extremamente empáticas, divertidas e bem desenvolvidas.

Uma mensagem adorável sobre confiança e tratar os outros com gentileza é, em última análise, bem transmitida aos espetadores, que espero genuinamente que pais mostrem aos filhos. Observação final: a música de James Newton Howard não vai sair das vossas mentes por muito, muito tempo.

Raya and the Last Dragon fica disponível dia 5 de março no Disney+ mediante o pagamento de 21,99€. Para quem não desejar pagar este custo adicional, saibam que o filme disponível para todos os subscritores a 4 de junho.

Corsair revela conjunto que inclui um novo rato e tapete para gaming

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Com aposta no desempenho e design.

Forma e função são as palavras de ordem dos novos periféricos gaming da Corsair, num conjunto que inclui um novo rato de alto desempenho e um tapete largo para o acompanhar.

O pequeno rato é o Corsair Katar Pro XT Gaming Mouse e apresenta-se com apenas 73 gramas. É uma solução leve para os jogadores competitivos de FPSs e MOBAs. Vem equipado com um cabo de baixo atrito e inclui novos botões Corsair Quickstrike, com tempos de atuação reduzidos.

Corsair Katar Pro XT Gaming Mouse

Para ajudar na ergonomia, esta é uma solução simétrica, o que significa que pode ser usado com a mão esquerda ou direta. Tem ainda revestimento com padrões antiderrapantes para manter a mão no sítio.

A Corsair revelou ainda um novo tapete para ratos de grandes dimensões e iluminação dinâmica. O iCUE MM700 RGB Extended Cloth Gaming Mouse Pad tem 93cm x 40cm para cobrir uma grande área da nossa secretária, permitindo o uso dos ratos sem qualquer tipo de compromisso e dando um pouco de estilo ao nosso setup.

Estas novidades já estão à venda na loja online da Corsair e revendedores selecionados.

Conhece a região de Lental no novo vídeo de New Pokémon Snap

Preparados para a nova aventura?

new pokemon snap

É já no final de abril que os jogadores da Nintendo Switch vão poder aventurar-se numa nova região do mundo Pokémon, num jogo diferente e muito nostálgico, o New Pokémon Snap.

Em jeitos de preparação, há um novo vídeo dedicado à nova região, uma espécie de cartão de visita com novas imagens do jogo que revela, também, os seus objetivos.

Ao longo da nossa jornada vamos apanhar Pokémon, não com Pokébolas, mas sim com a nossa câmara fotográfica, registando como estas criaturas vivem nos seus habitats naturais. Vamos poder interagir com eles, procurar os mais misteriosos e, quem sabe, captar um momento verdadeiramente único.

New Pokémon Snap segue o formato do jogo original de 1999 para a Nintendo 64 e chega à Nintendo Switch no dia 30 de abril.

Vem aí um novo filme do Super-Homem produzido por J.J. Abrams

Será uma história completamente nova.

Superman

Man of Steel levantou voo e rapidamente aterrou com os seguintes filmes da DC. Sem um Man of Steel 2 planeado, a próxima aventura do Super-Homem será um reboot, com uma nova versão da personagem e uma nova equipa de produção.

Segundo a imprensa internacional, como o Deadline, a Warner Bros. está a trabalhar num novo filme da sua icónica personagem com uma história nova e original, semelhante ao que já está a fazer com The Batman.

Este novo projeto será distante do “Snyderverse”, que incluiu a versão do Super-Homem interpretada por Henry Cavill, e será produzida por J.J. Abrams que, no passado, já tinha tentado a sua sorte no desenvolvimento e realização de um filme inspirado nesta personagem.

Apesar de não se saber quem vai realizar, este filme será produzido pela produtora de Abrams, a Bad Robot, e contará com a ajuda de Ta-Nehisi Coates na escrita do guião, escritor e jornalista americano para o The Atlantic que está atualmente a trabalhar com Ryan Coogler (Creed, Black Panther) no drama Wrong Answer.

Coates também não é estranho a produtos de super-heróis, tendo escrito no passado histórias para a Marvel Comics de Black Panther e Captain America, e é também creditado nas adaptações da MCU em filmes como Avengers: Infinity War e Avengers: Endgame.

Estes são apenas detalhes de um projeto numa fase muito embrionária que faz parte de um negócio da WarnerMedia com J.J. Abrams em 2019, no valor de 500 milhões de dólares, para o desenvolvimento de novos filmes para a DC e não só.

Deathloop recebe um vídeo dedicado ao loop temporal e aos objetivos do jogo

Um novo olhar ao novo jogo da Arkane Studios, onde ficamos a perceber melhor o seu loop temporal.

Deathloop é a nova aposta da Arkane Studios, que no passado nos trouxe Dishonored. Desenvolvido para o PC e PlayStation 5, este jogo de ação apresenta um formato pouco regular e, para percebermos um pouco mais o seu conceito, a equipa de produção revelou um novo vídeo para nos ajudar.

Revelado em exclusivo para a IGN, o novo vídeo faz um apanhado dos objetivos principais para quem se for aventurar em Deathloop e na misteriosa ilha de Black Reef, onde vamos ficar presos num loop temporal onde os dias fazem reset e tudo volta ao início às doze badaladas.

No vídeo, o diretor do jogo, Dinga Bakaba, explica que Deathloop é um morder-puzzle onde temos que estudar os movimentos dos inimigos e descobrir onde estão os oito alvos principais a abater. O objetivo principal? Eliminar todos num único ciclo, se possível todos de uma só vez.

O novo vídeo revela também um conjunto de habilidades e armas únicas que vamos poder evoluir, onde se destacam alguns poderes muito semelhantes aos de Dishonored, mas adaptados a um jogo de mais ação.

Durante as nossas jornadas, vamos ter também que ter em atenção uma personagem especial, Julianna, que se pode disfarçar de inimigos comuns ou ser controlada por outro jogador, com o objetivo de nos travar.

Deathloop chega ao PC e PlayStation 5 a 21 de maio.

Halo Infinite revela o seu novo visual com novas imagens

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E com muito melhor aspeto do que na primeira apresentação.

Halo Infinite novas imagens

A revelação da jogabilidade de Halo Infinite deixou um gosto amargo na boca de muitos fãs e jogadores. Enquanto que os elementos mecânicos e a direção artística pareciam estar no ponto, visualmente Halo Infinite não parecia estar à altura das expectativas.

Com as críticas e opiniões de fãs, jogadores e entusiastas, e face aos desafios da atual pandemia, Halo Infinite acabou por ser adiado por um ano, com a promessa de se transformar em algo novo. Agora, já temos o primeiro olhar aos novos visuais desta aposta para a Xbox e PCs.

Na mais recente publicação dedicada ao jogo no Halo Waypoint, a 343 Industries partilhou as primeiras imagens do atual estado de desenvolvimento do jogo. Captadas da versão de PC, podemos espreitar como é que poderemos visitar o novo Anel de mundo aberto, o Zeta Halo, onde vamos contar, pela primeira vez na série, com ciclos dia-noite dinâmicos.

Mesmo sem comparações diretas para ver o antes e o depois, as novas imagens mostram um jogo muito mais polido e detalhado, com especial destaque na densidade de objetos, texturas e reflexos melhorados, melhor qualidade de materiais e uma iluminação muito mais realista.

Ainda assim, estas imagens representam o jogo em desenvolvimento, o que significa que o aspeto poderá mudar. Falta ainda vê-lo de novo em movimento, algo que não demorará muito, já que Halo Infinite tem data de lançamento marcada para o final de 2021.