Os primeiros detalhes foram divulgados no mês passado de fevereiro. Com data agendada para 7 de maio, vai chegar à Netflix uma nova série de super-heróis. Baseada nas comics de Mark Millar e Frank Quitely, Jupiter’s Legacy é um “drama épico de super-heróis que se estende por décadas e que se expõe as sempre complexas dinâmicas de família, poder e lealdade”.
Essencialmente, a série aborda o passar de testemunho da primeira geração de super-heróis, após quase um século a protegerem a humanidade, aos respetivos filhos. Porém, a pressão aumenta quando os jovens, ansiosos por provar o seu valor, deixam de estar à altura da lendária reputação dos seus pais.
Agora, para começarmos a antecipar a chegada desta nova produção, a Netflix divulgou um clipe com as primeiras imagens oficiais, onde temos um primeiro olhar não só à primeira geração de super-heróis, mas também aos respetivos sucessores. Temos também algumas imagens destacadas, aqui em baixo.
No elenco, há nomes como Josh Duhamel, Leslie Bibb, Ben Daniels, Elena Kampouris, Andrew Horton, Mike Wade, Matt Lanter e Ian Quinlan.
Jupiter’s Legacy terá um total de oito episódios nesta primeira temporada no conhecido serviço de streaming. Sang Kyu Kim é o showrunner.
Nomadland irá desiludir quem antecipar uma história mais ativa, mas será uma história contemplativa, esclarecedora e emocional para quem se deixar levar pelos nómadas reais.
Sinopse:“Após perder tudo na última grande recessão económica, Fern (Frances McDormand), uma mulher na casa dos 60 anos, prepara a sua carrinha e parte pela estrada numa viagem pelo oeste americano, explorando uma vida fora da sociedade convencional, como uma nómada moderna.”
À data deste artigo, Nomadland já recebeu inúmeras nomeações para basicamente todas as cerimónias de homenagem ao cinema (devido à extensão da elegibilidade de filmes até fim de fevereiro) e acaba de sagrar-se vencedor nas categorias de Melhor Filme Dramático e Melhor Realizador nos Golden Globes 2021. Isto inclui Chloé Zao (The Rider, Songs My Brothers Taught Me), que também foi nomeada para as categorias de realização e argumento, ganhando um tremendo apoio da comunidade cinematográfica, uma vez que realizadoras femininas raramente são reconhecidas pelo seu magnífico trabalho – Emerald Fennell (Promising Young Woman) e Regina King (One Night in Miami) também estão em jogo este ano. Apesar de nunca ter visto os dois filmes anteriores da carreira de Zao, tinha conhecimento sobre o seu estilo estar muito ligado à realidade e autenticidade, não deixando que os Hollywoodismos típicos impactem a sua visão.
Se há algo que, definitivamente, prova o seu compromisso notável em alcançar esse realismo, é a contratação de não-atores para participar nos seus filmes. Ao longo de Nomadland, várias pessoas reais contam a sua história, explicando as razões pelas quais se tornaram nómadas e oferecendo uma perspetiva enriquecedora e inspiradora sobre a vida. Este é, de longe, o aspeto mais cativante e emocionalmente convincente do filme. Aprender quem são estas pessoas e o que as faz continuar a viver como vivem é incrivelmente educativo, destruindo estereótipos terrívelmente errados que não deviam ter lugar no nosso mundo. Com tantas entregas excelentes por parte dos não-atores, tenho a certeza absoluta que algumas das interações entre a personagem de Frances McDormand e estes nómadas da vida real não foram escritas.
Na verdade, existe um claro estilo documental associado a este filme. Desde a cinematografia deslumbrante ao nível do terreno (Joshua James Richards) ao trabalho bem estruturado de edição (também feito por Zao), a narrativa contém um storytelling superficialmente sem eventos e observador que muitos espectadores irão considerar cansativo e aborrecido, o que é completamente compreensível. É difícil negar que o enredo é baseado em seguir McDormand numa caravana através do Oeste Americano, vê-la a conhecer novas pessoas, a trabalhar em alguns sítios diferentes… e é muito à volta disto. Se as pessoas entrarem para este filme antecipando desenvolvimentos alucinantes e revelações chocantes, todas sairão extremamente desapontadas.
É um filme lento, e até algo repetitivo, contado pela visão única de Zao, que é a peça-chave que faz este filme funcionar tão bem. A sua dedicação impressionante em entregar uma representação tão realista de um estilo de vida em particular eleva toda a película. Tecnicamente, já mencionei que é muito bem filmado, mas a banda sonora de Ludovico Einaudi é indutora de lágrimas por si só. Com faixas de piano sinceras, a música de Einaudi toca durante paisagens fantásticas, ajudando estes momentos a colocar os espectadores num estado mental de introspeção. O argumento de Zao está repleto de temas subjacentes, mas as opiniões diversas e impactantes sobre o que significa viver, assim como lidar com o luto e traumas pessoais, agarraram a minha atenção.
Apesar de tudo o que escrevi acima, Nomadland é altamente guiado pelas prestações. Frances McDormand carrega este filme com mais uma interpretação poderosa para adicionar à sua já impressionante carreira. As suas reações em cada conversa que tem com os não-atores parecem vir da própria McDormand e não da sua personagem, Fern. No que toca a esta, Fern é uma personagem incrivelmente agradável, a definição absoluta do que significa ser uma boa pessoa. Seguir tal protagonista torna a viagem extremamente longa um pouco mais leve. Todos os não-atores são absolutamente perfeitos. Não tenho nada além de tremendo respeito por eles e pela vida que escolheram viver.
Não espero que o público em geral adore este filme, mas adorava ver os espectadores a tentarem descobrir o que o torna tão especial. Muitos irão terminar a sua visualização e pensar que este é apenas mais um “filme técnico” que só recebe elogios dos críticos. Sinceramente, gostaria que a audiência se questionasse por que não gostaram de um filme tanto como outras pessoas e que pesquisassem sobre o mesmo. Ir à procura do que torna o filme tão inspirador e com um belíssimo storytelling. Sim, é bastante filosófico, o seu ritmo podia ser melhor controlado e não tem realmente grandes surpresas ou eventos significativos. Mas se possui muito mais do que existe à superfície, então investiguem, leiam um pouco sobre o que foi necessário fazer para criar este filme e, talvez – apenas talvez – se torne numa melhor visualização.
Nomadland oferece uma história contemplativa, esclarecedora e emocional sobre a vida de nómada, possuindo pessoas reais que tornam este filme muito mais especial. A visão única e repleta de paixão de Chloé Zao e a sua dedicação notável à autenticidade são caraterísticas mais do que suficientes para merecer dezenas de nomeações. Uma cinematografia muito bonita e uma banda sonora adorável elevam tremendamente o filme, criando a atmosfera perfeita para um storytelling pensativo.
Alguns problemas com o ritmo e uma narrativa sem eventos/surpresas baseada praticamente em simplesmente acompanhar a protagonista através da sua longa viagem afetam negativamente a desfrutação do filme, o que deixará alguns espectadores dececionados. Frances McDormand carrega o filme nos seus ombros com outra prestação dominante para acrescentar à sua carreira impressionante.
No entanto, os holofotes vão para os nómadas da vida real que participaram neste projeto maravilhoso, partilhando histórias pessoais cheias de perspetivas valiosas sobre tantos temas relacionados com a vida e modos de a viver. Um candidato digno para a temporada de prémios.
Nomadland estreia brevemente nos cinemas portugueses.
Em dezembro do ano passado, Daniel Oliveira, Diretor Geral Entretenimento Impresa/Diretor Programas SIC, tinha referido em conferência de imprensa online que a versão portuguesa de Hell’s Kitchen, apresentada por Ljubomir Stanisic, iria estrear no primeiro trimestre de 2021.
Ora, não estreou em janeiro, nem em fevereiro, pelo que só podia estrear em março. Agora, temos finalmente o dia de estreia: tudo acontece no dia 14.
“Alerta! O ‘Hells Kitchen Portugal’ estreia dia 14. Pode já anotar a data na sua agenda. O chef Ljubomir Stanisic vai mudar as suas noites de domingo”, pode ler-se numa publicação feita nas redes sociais.
Portanto, podem começar a reservar um tempinho na agenda ao domingo à noite para acompanharem todas as peripécias dos concorrentes em jogo, que serão divididos em duas equipas que vão competir entre si. O grande vencedor garantirá uma vaga de chef de cozinha num restaurante.
As gravações de Hell’s Kitchen já terminaram, tendo acontecido num megaestúdio de 1400 m2 feito de raiz propositadamente para a ocasião. De resto, e embora a SIC ainda não o tenha anunciado oficialmente, a revista TV7 Dias alega que uma segunda temporada já foi encomendada, com as gravações a iniciarem ainda este mês.
Para já, poderão contar com um novo episódio todos os dias.
Há algum tempo que se fala neste regresso do Contra Informação, agora evoluído para Do Contra. A estreia já devia ter acontecido, mas o atual contexto pandémico obrigou a adiar a estreia para março.
Hoje, primeiro dia do mês, ficou disponível na homepage do SAPO o primeiro episódio da nova série, sendo o único local onde poderão apreciar os textos de João Quadros, os bonecos desenhados pelo argentino Pablo Bach e a equipa de vozes dirigida por Mila Belo. A realização é de Filipe Portela, numa produção que ficou a cargo da MauMau Mia.
A sátira política e social que marcou várias gerações de portugueses está, assim, de volta ao ativo, contando com muitos bonecos que representam a nossa sociedade atual, como Marta Temido, André Ventura, Cristina Ferreira, Frederico Varandas e Luís Filipe Vieira, entre outros.
Estão finalizados 12 episódios e outros cinco encontram-se em produção. A parceria para a disponibilização de episódios de Do Contra na homepage do SAPO estende-se até final do ano, pelo que poderão contar com um 2021 na companhia destes bonecos.
Tal vai permitir poupar 400 toneladas de plástico virgem por ano.
Esta é mais uma iniciativa da Estratégia para o Uso Responsável de Plásticos, em que o Continente se propõe, entre outros compromissos, a aumentar a incorporação de matérias primas secundárias (recicladas) em novos produtos, e assim evitar a produção de mais plástico.
A partir de março, vão chegar às lojas Continente garrafas de água de marca própria com composição alterada. Na prática, essas garrafas passam a incorporar 25% de plástico reciclado.
Das garrafas de 0,33l aos garrafões de 6l, a categoria de águas lisas do Continente representa 1.600 toneladas de PET (polietileno tereftalato) que chegam às mãos dos consumidores anualmente. Com esta medida, ¼ de cada garrafa passará a ser composto por materiais reciclados e permitirá eliminar 25% do total de plástico virgem que era antes necessário, ou seja, 400 toneladas.
Assim, e além de diminuir o consumo de matéria prima virgem, esta medida contribui para uma economia verdadeiramente circular: por cada garrafa em fim de vida que é reciclada, a marca volta a incorporar esse plástico numa nova garrafa.
O Continente tem vindo a implementar diversas medidas no âmbito da sua Estratégia para o Uso Responsável dos Plásticos. Em 2020, o Continente alcançou um nível de poupança superior a 4,2 mil toneladas de plástico virgem por ano. Além das toneladas de plástico virgem eliminadas (entre eliminação de plástico considerado desnecessário e substituição de material virgem por reciclado), a marca substituiu ainda 50 toneladas de plástico com baixa reciclabilidade (como o PVC) por outros materiais mais fáceis de reciclar (como o PET) dos seus produtos. Atualmente, 70% das referências de marca própria já são 100% recicláveis.
Algo que está relacionado com o facto de a Apple ter criado obsolescência programada para os iPhones 6 e 6S.
Lembram-se quando, em dezembro do ano passado, referimos aqui no Echo Boomer que a Euroconsumers tinha acusado a Apple de tornar os modelos iPhone 6 propositadamente mais lentos? Na altura, mencionámos também que a DECO Proteste estava a preparar uma ação judicial para janeiro, tendo por base o mesmo enquadramento.
Pois bem, vai mesmo acontecer. Ciente da necessidade de indeminização dos consumidores portugueses, a DECO Proteste avançou com uma ação judicial contra a marca americana, tendo por base a legislação europeia que proíbe expressamente as práticas comerciais desleais, enganosas e agressivas, como é o caso da obsolescência programada.
O critério considerado adequado para apurar o valor de compensação é o custo pela reparação da bateria e 10% do valor de compra do equipamento, ou seja, em média, um valor aproximado de 60€.
Embora a Apple tenha alegado tratar-se de uma atualização para prolongar a vida útil das baterias, a DECO Proteste denuncia a utilização de obsolescência programada para incentivar os consumidores a comprarem novos telemóveis, nomeadamente, modelos mais recentes da marca.
A par das questões financeiras e interesses económicos dos utilizadores, a DECO Proteste afirma também que a obsolescência programada tem efeitos nefastos no ambiente, tendo em conta o descarte prematuro destes dispositivos.
Isto após o primeiro concerto ter esgotado num ápice.
Foi no início do mês que a notícia chegou: o canadiano Abel Makkonen Tesfaye, mais conhecido como The Weeknd, tinha anunciado a nova digressão mundial After hours world tour para 2022, onde se inclui uma passagem pelo nosso país. Pois bem, o concerto, marcado para 25 de outubro do próximo ano, já está esgotado.
Os bilhetes foram postos à venda no passado dia 8 de fevereiro e esgotaram rapidamente, pelo que se percebe a “sede” que os portugueses têm para retomar uma vida normal e cheia de música.
A pensar nisso e, claro, tendo em conta a disponibilidade do artista, eis que a Everything is New anuncia uma data extra: dia 26 de outubro há mais um concerto de The Weeknd em Portugal. O local é o mesmo: Altice Arena, em Lisboa.
No que toca aos bilhetes, ficam disponíveis para venda esta quarta-feira, dia 3 de março, nos locais habituais. Os preços praticados são os mesmos que os divulgados para a loja original.
Publicado no Japão desde 2017, o manga I’m Tsushima the Cat, também conhecido como Ore, Tsushima naquele país, da autoria de Opunokyodai, conta, até ao momento, com três volumes encardernados publicados pela editora Shogakukan. Em breve, vai ganhar adaptação televisiva em formato anime.
Para quem não conhece, I’m Tsushima the Cat apresenta-nos a história de uma idosa que possui vários gatos que, por sua vez, pensam que ela é um homem, chamando-a de Ojii-chan. Um dia, um gato misterioso apelidado de Tsushima aparece no seu jardim. E é a partir daí que as aventuras começam.
Teremos duas conhecidas vozes na dobragem original: Akio Otsuka (Batou em Ghost in the Shell) e Mayumi Tanaka, que dá a voz a Luffy em One Piece.
Os estúdios Fanworks e Space Neko Company irão produzir o anime, cuja realização ficará a cargo de Jun Aoki. De resto, apenas sabemos que a versão em série animada de I’m Tsushima the Cat deverá estrear algures no verão.
40 pessoas já trabalham remotamente. Até final do ano, serão contratados mais 140 funcionários.
Vai nascer na cidade do Porto um novo centro tecnológico que irá reunir uma “equipa de talentos multidisciplinar em áreas distintas”, relacionadas com tecnologias de informação, para a “criação de serviços em áreas como Acquiring, Sistemas de EPOS, CRM, Loyalty Manager e E-commerce”. Quem o diz é João Barros, presidente da Pagaqui, empresa portuguesa cuja quase totalidade do capital foi adquirida pelo grupo SaltPay.
Essencialmente, serão investidos 40 milhões de euros num novo hub tecnológico no Porto, cujo foco será a contratação de “engenheiros ao nível das infraestruturas tecnológicas e de software, constituindo-se, assim, como um centro de excelência a nível europeu”.
Neste momento, sabe-se que uma equipa de 40 pessoas já trabalha remotamente, sendo que, até final do ano, serão contratados mais 140 colaboradores. O hub, a ter um espaço físico lá para 2024, deverá eventualmente contar com um total de 550 trabalhadores.
658 sensores, divididos por oitenta estações, vão monitorizar, em tempo real, a qualidade do ar e níveis de ruído e de trânsito na cidade de Lisboa.
O projeto representa um investimento de cerca de 350.000€, parcialmente financiados pelo projeto de inovação H2020 Sharing Cities.
Prevê-se que estes dados, que estarão disponíveis em atualização permanente nesta plataforma, permitam ainda a atualização do mapa estratégico de ruído da cidade e promover novas dinâmicas de controlo da poluição atmosférica.
É a primeira vez que tal acontece na capital. Os sensores deverão estar prontos a funcionar até final de março.
A promoção desta novidade envolve uma parceria com a Sociedade Ponto Verde.
PanteneChampô Repara & Protege, H&SChampô Clássico, Herbal EssencesChampô Reparação Óleo de Argão de Marrocos e AussieChampô Miracle Moist. São estas as referências em embalagens de alumínio e refill que já estão disponíveis em Portugal.
A Procter&Gamble, que possui todas estas marcas, desenvolveu estas embalagens de modo a tornar os seus produtos de cuidados capilares mais sustentáveis. Em comunicado, o grupo refere que as embalagens reutilizáveis são 100% feitas em alumínio, enquanto que o novo sistema de refill reciclável é produzido com 60% menos plástico (por mililitro de champô face a uma embalagem de champô tradicional).
A multinacional juntou-se à Sociedade Ponto Verde para promover estas novas embalagens, incentivando os consumidores a optarem por formatos mais sustentáveis.
De resto, a P&G também afirma que quer deixar de produzir 300 milhões de garrafas de plástico por ano já a partir de 2021.
E vai retomar os eventos da série após o final da sétima temporada.
Foi, a par de séries como Weeds, Homeland, Dexter (que vai regressar) Nurse Jackie e Californication, um dos projetos de maior duração da Showtime. Falamos, claro, de Ray Donovan, que teve um total de 82 episódios emitidos distribuídos ao longo de sete temporadas.
Pode-se dizer que o cancelamento da série, principalmente após o cliffhanger do último episódio da última temporada, deixou os fãs em choque. Antes desta decisão, mas já após a conclusão da sétima temporada, o protagonista Liev Schreiber tinha referido que uma eventual oitava temporada estava nas mãos da Showtime, que acabou por não dar seguimento ao projeto.
Mas nem tudo é mau. Segundo a Variety, está em desenvolvimento um filme para televisão de modo a encerrar em definitivo o capítulo de Ray Donovan, indo retomar os evento da série após o final da sétima temporada.
Como seria de esperar, Schreiber está de volto no papel titular, juntamente com os co-protagonistas Jon Voight e Kerris Dorsey. O argumento do filme foi escrito por Schreiber e o showrunner David Hollander, que realizará o filme.
A produção do filme deverá começar algures este ano em Nova Iorque. Até lá, e para quem ainda não viu, saibam que podem ver todas as temporadas de Ray Donovan na HBO Portugal.
Das 10 canções finalistas, uma será escolhida como a representante portuguesa no Festival Eurovisão.
Está decidido. Na gala deste sábado transmitida pela RTP, apresentada por Tânia Ribas de Oliveira e José Carlos Malato, os portugueses ficaram a conhecer as restantes cinco canções que transmitam para a grande final do Festival da Canção2021.
“Joana do Mar”, de Joana Alegre, “Por um Triz”, de Carolina Deslandes, “Não Vou Ficar”, de Pedro Gonçalves, “Dancing in the Stars” de NEEV, e “Volte-Face”, de Eu.Clides juntam-se, assim, às canções anteriormente apuradas para a gala final: “Na Mais Profunda Saudade”, de Valéria, “Love is on My Side”, dos The Black Mamba, “Dia Lindo”, de Fábia Maia, “Contramão”, de Sara Afonso, e “Saudade”, dos Karetus & Romeu Bairos.
Tal como é habitual, as votações decorreram no esquema de 50/50: o peso do voto foi repartido entre o público e o júri escolhido pela RTP. Já na final, as votações do júri serão associadas a sete regiões diferenciadas.
A grande final do Festival da Canção 2021, apresentada por Filomena Cautela e Vasco Palmeirim, acontece 6 de março. De entre as 10 canções finalistas, uma será escolhida como a representante portuguesa no Festival Eurovisão.
Será a primeira e verdadeira adaptação para anime.
Já tivemos seis filmes, uma série de TV e duas web séries, pelo que só faltava uma série animada da saga Exterminador Implacável para um qualquer serviço de streaming. Pois bem, é mesmo isso que vai acontecer em breve.
A Netflix, juntamente com a Skydance (produziu os últimos dois filmes da saga), anunciou uma nova série animada baseada na famosa franquia, sendo a primeira adaptação anime para o pequeno ecrã.
Este novo projeto será produzido em parceria com a Production I.G. (Ghost in the Shell, B: The Beginning), empresa com a qual a Netflix assinou um acordo em 2019. O showrunner da série será Mattson Tomlin (Project Power, The Batman), servindo também como produtor executivo.
Infelizmente, isto é tudo o que sabemos por agora. Não há elenco de vozes anunciado, nem sequer uma data de estreia. Só nos resta esperar por mais novidades.
Entretanto, o pugilista já veio pedir boicote a esta nova produção.
Esta semana, os meios internacionais noticiaram que a Hulu tinha decidido avançar com uma série biográfica sobre Mike Tyson. Com o título de Iron Mike, a série documental irá focar-se, obviamente, naquele que é um dos mais controversos e conhecidos pugilistas de sempre, reconstituindo a carreira do atleta, rica em polémicas e recheada de períodos trágicos e controversos.
Iron Mike terá um total de oito episódios, sendo realizada por Craig Gillespie. O criador é Steven Rogers, ao passo que Karin Gist é a showrunner.
Até aqui tudo bem. O problema é que, entretanto, o próprio Mike Tyson veio pedir boicote à nova produção, alegando que é uma minissérie não autorizada e que, como tal, não foi recompensado financeiramente.
No Instagram, o pugilista acusou a Hulu de ser insensível relativamente às pessoas de cor, especialmente depois de tudo o que aconteceu no ano passado. Adicionalmente, Tyson anunciou que a verdadeira história autorizada sobre a sua vida está em desenvolvimento e que será anunciada nos próximos dias. O protagonista? Jamie Foxx.
Uma viagem emocional e marcante por um mundo coberto de pó e cinza.
Do pó viemos e para o pó retornaremos. Não é apenas uma ponderação filosófica, mas sim a realidade da nossa existência. Nascemos, vivemos e morremos. A ordem é imutável e a estória termina sempre da mesma forma. Podemos lutar contra o destino, profanar os céus e os infernos da existência, mas continuamos a caminhar para a morte a cada segundo, minuto e hora que passa. Ao pó retornaremos. Ponto final.
Anodyne 2: Return to Dust é uma surpresa agradável, no sentido em que é muito mais do que o seu género e estilo visual. No papel, é um jogo de aventura que se divide em dois modos de exploração: o primeiro, em 3D, constrói-se num mundo semi-aberto com várias localizações que podemos descobrir e explorar livremente, munindo-se de um grafismo que o aproxima de títulos da PlayStation original e da Nintendo 64; o segundo, e aquele que sobrevive do primeiro jogo, é um modelo muito próximo à série The Legend of Zelda, relegando a ação para cenários top-down com puzzles simples e um sistema de combate focado na recolha e projeção de inimigos.
A combinação entre os dois estilos é suave e funciona narrativa e concetualmente ao longo da campanha. Entre momentos de exploração, podemos entrar, literalmente, para o interior de várias personagens e limpá-las do terrível “pó”, que não só prejudica a sua saúde, como é capaz de alterar a sua personalidade. Como Nova, uma Duster Cleaner, esta é a nossa missão. E sempre que escolhemos auxiliar uma das personagens, abandonamos o mundo 3D, diminuímos de tamanho, até ao ponto microscópico, e damos inicio à aventura 2D. No final, quando terminamos a limpeza, temos acesso a pó e a uma carta que nos ajudarão a limpar o mundo e a aumentar a área de exploração.
Nova é uma personagem clássica em todos os níveis, pelo menos num primeiro contacto. Nesta aventura de ação e plataforma, a jovem não vem munida de um leque extenso de habilidades, contando apenas com um duplo salto e a possibilidade de se transformar num veículo, ideal para as deslocações no mapa extenso. O que a torna especial é a sua aptidão para remover pó e alterar o seu tamanho, iniciando vários modos de jogo, como um minijogo de ritmo, sempre que decide ajudar alguém. Apesar da sua base sólida e de mecânicas intuitivas, que criam assim uma experiência nostálgica – muito auxiliada pelos cenários surreais, de cores pasteis, e pela banda sonora melódica –, Anodyne 2 não vive da jogabilidade, mas sim dos seus temas fortes e como nos relacionamos com eles.
Esta ideia de vida e de morte cria os alicerces da aventura de Nova, desta personagem que vemos nascer no início da campanha e cujo crescimento acompanhamos ao longo de oito horas. Acompanhamo-la enquanto aprende a caminhar, a falar e a relacionar-se com os outros, quando descobre o outro lado da existência e se vê, pela primeira vez, sozinha num mundo que parece estar destinado a desaparecer – por mais que tente contrariar o seu destino. Temas como a hereditariedade, a ausência de figuras paternais e de uma família, de doenças crónicas, de estados mentais e da impossibilidade em comunicar com os outros criam lentamente uma campanha que vai além dos clichés do género e que nos agarra de surpresa, sem nunca mais nos largar.
É uma viagem emocionante que, talvez, não tenha a mesma ressonância para vocês. São ideias muito específicas, ainda que sinta que existe aqui uma vontade tremenda em comunicar connosco, os jogadores, e em compreender-nos nos nossos próprios problemas. Quase como se Anodyne 2 nos dissesse: eu estou aqui e eu percebo-te. São as fantasias e os medos da adolescência, de sentirmos que perdemos o nosso lugar num mundo que é muito maior do que nós e no qual poderemos ser insignificantes: a não ser para quem nos ama. São ideias fortes que Melos Han-Tani e Marina Kittaka conseguiram recriar sem nunca saírem do género de aventura e dos seus elementos mais mecânicos, como a aposta numa estrutura assente na recolha de colecionáveis (como cartas e moedas). É um quebrar e readaptar dos elementos-chave de um género que quase sempre se foca num herói, ou heroína, que tem de enfrentar todas as adversidades para salvar o mundo. Mas em Anodyne 2, o que haverá para salvar senão nós próprios e aqueles que amamos?
Não é um jogo para todos. A jogabilidade é muito básica, os colecionáveis são simples de apanhar e quase servem um propósito utilitário, com o design dos níveis, fora da sua direção de arte, a não surpreender, ainda que exista sempre espaço para a exploração. É uma aventura surreal, mas é, acima de tudo, uma viagem emocional sobre o conceito de vida e de morte, tal como a hereditariedade de pais para filhos.
Seremos os pecados dos nossos pais? Existiremos por nós próprios? São questões que Melos Han-Tani e Marina Kittaka tiveram coragem de fazer, nem sempre com os melhores resultados, mas com um enorme carinho e um bom sentido de humor que vão além das barreiras do meio. Ao pó regressaremos. Vivamos até lá.
Disponível para: PC, Xbox One, Xbox Series X|S, PlayStation 4, PlayStation 5 e Nintendo Switch Jogado na Xbox One S Cópia para análise cedida pela Ratalaika Games.
Carnage foi gravado durante o confinamento com o parceiro de longa data Warren Ellis, dos Bad Seeds.
Só sai em LP e CD a 28 de maio, mas já o podemos escutar nas demais plataformas de streaming. Falamos, claro, de Carnage, novo disco de Nick Cave gravado durante o confinamento com o parceiro de longa data Warren Ellis, dos Bad Seeds. Ninguém esperava que o disco ficasse já disponível, portanto tomem isto como um miminho dos responsáveis para estes dias fechados em casa.
Apesar de colaborarem há muito e de até já terem escrito bandas-sonoras juntos, Carnage é o primeiro álbum em conjunto de Cave e Ellis. Num comunicado enviado às redações, Nick Cave descreve o disco como “brutal mas muito belo, cravado numa catástrofe colectiva“, enquanto que Warren Ellis afirma que o processo criativo surgiu de uma “intensa criatividade e espontaneidade“.
Eis a tracklist de Carnage:
Hand of God
Old Time
Carnage
White Elephant
Albuquerque
Lavender Fields
Shattered Ground
Balcony Man
Recorde-se que, no passado mês de dezembro, Nick Cave cancelou o concerto que tinha agendado para Portugal para 24 de maio na Altice Arena, em Lisboa. Resta esperar que o possamos receber por cá em 2022.
O cancelamento de ruído (ANC) ainda precisa de ser trabalhado, mas a nitidez do som surpreende.
A Energy Sistem lançou recentemente os BT Travel 5, os seus novos auscultadores Bluetooth com tecnologia ANC, o que permite reduzir o ruído exterior e, dessa forma, desfrutar de um som mais nítido.
À semelhança da Urban Box 5+, a experiência começa no momento em que estamos a abrir a embalagem dos mesmos, com um simpático “Say hello to your next journey” e um embasamento limpo e bem organizado. Agora só falta torná-lo mais compacto e está perfeito.
Os auscultadores seguem com cabo jack, cabo de carregamento USB 2.0 (o que é estranho, visto que a tendência é passar a uniformizar em torno do USB-C) e bolsa de transporte, de forma a impedir dados estéticos. Para além disso, na caixa onde estão os cabos e a bolsa, vem também o habitual guia de utilização, que prima, mais uma vez, pela facilidade de interpretação, transparecendo também a facilidade em começar a usar estes auscultadores.
Com apenas quatro botões é possível fazer tudo: ligar/desligar, play/pausa, regular o volume, avançar ou retroceder para outra música e ativar/desativar o cancelamento de ruído. Têm ainda dois mostradores luminosos que indicam se o aparelho está ligado, se o ANC está ativado ou não, se o modo de emparelhamento está ativo e, por fim, se o equipamento está em carregamento (no momento em que está carregado, a luz desliga). Caso a bateria esteja baixa, é dado um sinal sonoro aos 10% de bateria.
No que toca a funcionalidades, para além da reprodução de música, é também possível atender chamadas. Contudo, surge aqui um ponto negativo neste auscultadores, que se prende com o facto do microfone não ser dos melhores. Isto faz com que quem está do lado de lá da chamada tenha dificuldades em ouvir o que estamos a dizer. A meu ver não é grave, visto que a minha intenção quando compro uns auscultadores é a boa dispersão de som e nitidez do mesmo. Porém, se tem esta funcionalidade, seria bom que funcionasse em pleno.
O ANC, apesar de ser percetível, deixa um bocado a desejar, embora admita que isso se deva muito ao facto de ter experimentado os Sony XM4, que são os topo de gama de ANC do mercado. Não sei explicar, mas depois de experienciar o ANC dos XM4, é difícil levar a sério as marcas que vendam auscultadores tabelados entre 50€-150€ e apregoem ter ANC incorporado. Dificilmente vão encontrar bons sistemas de ANC em equipamentos nesse patamar de preços.
A nível estético, pouco ou nada tenho a apontar. Para o preço, está um produto bem conseguido, contando com um design simples e com acabamentos bastante satisfatórios. A cor é uniforme (cinza/prateado), os botões ficam todos do lado esquerdo e a marcação do lado correspondente de cada copo (esquerdo e direito) está inscrita no interior dos mesmos, logo prima pela discrição.
Funcionalmente, arrisco a dizer que estes auscultadores são perfeitos. O material usado parece ser dotado de qualidade e tem uma banda dobrável com sistema de rotação de 90 graus (permitindo torná-los mais compactos). O conforto é um ponto chave e, aqui, não falha de forma alguma, pois para além dos auscultadores serem leves, tanto no topo da banda que assenta na cabeça, como em torno dos copos como no interior do mesmo, os auscultadores são totalmente almofadados.
A qualidade do som é outro ponto forte e compila o volume com nitidez de forma surpreendente, principalmente se o ANC estiver ligado. A vida útil de bateria está dentro da média, sendo 12 horas com o ANC ligado e podendo ir até 16 horas caso esteja desligado.
Tudo isto compilado e tendo em conta o preço tabelado de 49,99€, a Energy Sistem oferece com os BT Travel 5 ANC um produto competitivo a nível de qualidade-preço. Posto isto, se estiverem à procura de uns auscultadores para desenrascar, com boa qualidade, aconselho estes sem qualquer hesitação.
Este dispositivo foi cedido para análise pela Energy Sistem.
O serviço arrancou este mês e está agora a juntar-se a novos estabelecimentos.
Agora que a Uber Eats começa a chegar praticamente à totalidade do país, também zonas como as do Médio Tejo, onde estas novidades demoram imenso tempo a ficar disponíveis, começaram a contar com os estafetas daquele serviço de delivery. Mas há sempre quem tente arranjar uma alternativa que seja mais barata para os restaurantes.
Daí surgiu um novo serviço, Domus Delivery, que nasceu com o “grande propósito de criar um serviço moderno e personalizado, de forma a proporcionar uma interação simples, confortável e rápida” entre todos os envolvidos.
A Domus Delivery tem como objetivo entregar refeições quentinhas a tempo e a horas, estando disponível no Entroncamento, Barquinha, Cardal, Moita, Atalaia, Meia Via e Torres Novas. Mas atenção: aqui não existe app, contrariamente a outros serviços de delivery.
Primeiro que tudo, deverão ir a este link, onde poderão consultar as opções disponíveis do Taj Mahal, Trampolim, Pizzaria da Cidade, Burger Lunch, Maria Chá, Rainha dos Frangos, Mr.King Kebab&Pizza, Ginza 8 e Lusitanus. Sim, os parceiros ainda são poucos, mas esta é uma lista que irá aumentar significativamente ao longo das próximas semanas.
Depois de escolherem, ligam ou enviam mensagem via WhatsApp para o 913862698, indicam o que pretendem receber em casa e definem o método de pagamento a usar: dinheiro, MB Way ou Multibanco. Indicam o vosso nome, morada e depois basta aguardar.
Se quiserem, podem ainda marcar uma hora específica para que o pedido chegue até vós, desde que feito com uma antecedência mínima de uma hora.
O Facebook da Domus Delivery refere uma taxa de 2,50€, mas não conseguimos apurar se esse valor é fixo ou se varia dependendo da distância entre o restaurante e morada do cliente. O serviço está a funcionar todos os dias, das 9h à 22h.
Curiosamente, o aspeto é ligeiramente diferente de outros que já estavam à venda no mercado português.
Foi em 2017 que a novidade foi anunciada: chegavam a Portugal os tão famosos cereais Oreo, trazidos para o país graças a lojas como Glood, Flavers e afins, que se dedicam à comercialização de produtos que não costumamos encontrar nos super e hipermercados convencionais.
Pois bem, reparámos recentemente que lojas como o Continente e El Corte Inglés passaram a vender embalagens com cereais Oreo. Curiosamente, o site português da Oreo, bem como as respetivas redes sociais, não fazem qualquer referência a este produto.
As informações deste novo produto são, por isso, escassas. Contudo, só o aspeto da embalagem deixa-nos perceber que estes cereais Oreo não são propriamente iguais aos que estão à venda na Glood, Flavers e outras. Enquanto essas lojas vendem cereais cuja embalagem é dos Estados Unidos, compostos por argolas de trigo crocantes com sabor a cacau, a versão à venda no Continente e El Corte Inglés contempla ainda pequenos discos de arroz com sabor a baunilha, para replicar a cobertura das bolachas Oreo originais.
Resta saber se estes cereais são bons. Cada embalagem traz 350gr, cujo preço pode variar dependendo da superfície comercial onde os encontram.