O novo navio oferecerá uma escolha incrível de restaurantes e bares com os melhores sabores e cozinhas internacionais.
São daqueles que estão a pensar ir num cruzeiro da MSC, mais especificamente no novo navio MSC Virtuosa, que vai ter o primeiro barman robótico humanoide no mar? Há boas notícias. A companhia acaba de divulgar pormenores sobre a ampla oferta gastronómica a bordo do navio, pelo que ficámos a saber que serão introduzidos dois novos conceitos de restaurantes de especialidade: HOLA! Tacos & Cantina e o Restaurante Indochine.
O HOLA! Tacos & Cantina é um novo conceito de refeição fast-food casual de rua que oferece uma selecção de pratos e bebidas de inspiração latino-americana e mexicana para serem partilhados e apreciados num ambiente descontraído e agradável, aberto para almoço e jantar. Poderão escolher várias opções de uma variedade de pratos tentadores de tacos e nachos de milho azul, empadas de carne originais e saborosos tamales até à sopa de tortilha ou tacos vegetarianos, tudo isto para ser saboreado com um copo de água fresca ou com uma selecão de tequilas e mezcals.
Este bar de salsa típico permite uma escolha de seis salsas caseiras e de uma grande seleção de molhos picantes, assim como um posto de guacamole fresco que completam a experiência. Os hóspedes podem optar entre guacamole já feito ou, então, levar a refeição interactiva até um nível superior, fazendo eles próprios o guacamole na sua mesa.
Já o Restaurante Indochine é um novo conceito original que irá oferecer aos hóspedes refeições tradicionais vietnamitas com um toque francês, combinando duas deliciosas tradições gastronómicas. O menu incluirá um leque de opções vegetarianas e vegan, bem como inúmeras opções saborosas que podem ser servidas num estilo familiar, para partilhar entre amigos. De Saladas de Papaia Verde a Pãezinhos com Carne de Boi, de Caracóis Assados Franceses a Crepes Vietnamitas Vegetarianos, a seleção oferece opções saudáveis e ponderadas, com combinações criteriosas de sabores doces, acres, salgados, amargos e picantes.
Para além disto, a ampla carta de vinhos apresenta alternativas do Novo e do Velho Mundo, para seduzir até o mais experiente dos sommeliers, enquanto a selecção de cocktails típicos tropicais ajudam a completar esta experiência original.
No que toca a outros restaurantes, estão de regresso três conceitos:
Butcher’s Cut. A tradicional steakhouse ao estilo americano celebra a habilidade de um mestre talhante. Servindo cortes de carnes da especialidade, incluindo tomahawk envelhecido a seco, t-bone, da terra e do mar, este é um autêntico sonho para os apreciadores de carnes, confecionado em cozinha aberta, oferecendo um restaurante descontraído e sofisticado, inspirado na Época Dourada Americana;
Kaito Teppanyaki. O elegante restaurante oferece o estilo moderno da gastronomia oriental-ocidental da cozinha japonesa em duas grelhas teppanyaki, onde os chefs deliciam e entretêm os hóspedes com espectaculares manobras e truques enquanto confeccionam refeições originais de deixar água na boca perante o olhar dos hóspedes;
Kaito Sushi Bar. Oferece uma experiência mais intimista, onde os hóspedes podem assistir aos seus sushis frescos, sashimis e tempuras a serem confecionadas por chefs mestres em sushi para uma refeição situada por cima da movimentada promenade.
Além destes, há ainda cinco restaurantes principais que servem especialidades mediterrâneas e internacionais de primeira classe num ambiente refinado. Os menus alteram todos os dias e os pratos requintados foram criados para as refeições refinadas.
E claro, não podemos esquecer o Buffet Marketplace, que serve uma grande variedade de pratos internacionais, com cozinhas abertas, uma fábrica de mozzarella fresca, pão acabado de cozer e um mercado de massas e frutas frescas e de vegetais;
Fora da gastronomia, saibam que o MSC Virtuosa oferece ainda 21 bares e lounges interiores e exteriores, bem como uma chocolaterie e um balcão Crêpes & Gelato.
Depois de experimentar o Razer BlackShark V2 X e o Razer BlackShark V2 Pro, chegou a altura de colocar as mãos no modelo intermédio, o Razer Blackshark V2. Apesar do nome mais simplista, este não é o modelo base, mas sim a base da nova linha BlackShark. Oferece melhorias face ao mais acessível X, mas sem ir tão longe como a versão Pro, que já conta com funções wireless. Ainda assim, o Razer Blackshark V2 aproxima-se mais da sua versão aumentada, como um par de auscultadores de alta qualidade, a roçar o premium, para o utilizador exigente.
Os Razer Blackshark V2 são, assim, um par de auscultadores com fios, compatíveis com a utilização no PC e consolas através da sua ficha de 3.5mm, para ligar aos comandos, e o seu cabo maleável de alta qualidade e de baixo atrito, o Speedflex.
A qualidade de materiais é semelhante à da versão Pro, portanto, do melhor que a Razer utiliza atualmente, ainda que, ao pegar neles, essa não seja a sensação imediata, mas por uma excelente razão: são incrivelmente leves. Esta foi a minha oportunidade de largar os meus auscultadores diários, os HyperX Cloud II, que se incluem mais ou menos na mesma gama, e a diferença foi abismal.
Para ajudar a este sentimento, temos a ergonomia dos Razer Blackshark V2, que são extremamente confortáveis, e não fazem muita pressão, mas mantêm-se muitíssimo estáveis quando colocados, graças às almofadas fofas de flownknit que tapam as nossas orelhas e ajudam a isolar a acústica. Os materiais usados também fornecem alguma flexibilidade de manuseamento com ajustes e torcedelas, sem o perigo de partir. Ainda no seu design e construção, temos um aspeto muito parecido com o resto da linha, com acentos em verde, sem Chroma RGB e destaque para o seu microfone destacável.
Uma das vantagens deste par de auscultadores face ao modelo mais básico é a inclusão de um adaptador USB, que serve de DAC. Através deles, temos acesso a uma qualidade de som flexível via Razer Synapse onde, além de criar perfis de equalização, podemos configurar o excelente áudio espacial certificado pela THX, que permite ser configurado de forma diferente para cada aplicação ou jogo. Esta ligação USB é compatível, por exemplo, com a PlayStation 5 ou a Nintendo Switch, mas tirando uma forma diferente de ligar os auscultadores às consolas, não oferece nenhuma outra vantagem. Dito isto, usando a ligação de 3.5mm ou o USB, a experiência é idêntica.
A nível de som, estamos novamente perante um fantástico par de auscultadores. Os drivers TriForce Titanium de 50mm da Razer estão de regresso para nos oferecer um excelente alcance e diferença de tons. Por defeito, a equalização é bastante clara e pouco exagerada, como é normal neste tipo de equipamentos para gamers, permitindo, assim, através de equalizadores, aumentar ou diminuir confortavelmente o nível de bass.
Graças à natureza dos auscultadores, contamos também com uma acústica fantástica, o que permite a fácil distinção espacial de objetos e movimentos em diferentes cenários, seja em jogos ou em filmes, especialmente se tivermos ativos o THX ou, em alternativa, o Dolby Atmos para headphones ou o Windows Sonic, que fazem um trabalho semelhante no PC e nas consolas Xbox.
Não seria um par de auscultadores para gamers sem funções de comunicação e, neste caso, os Razer Blackshark V2, tal como os outros auscultadores desta linha, fazem um trabalho muito satisfatório. O microfone retrátil Hyperclear Cardioid capta o som de forma clara para sessões de chat, jogos multijogador e streaming, e bem afinado no Razer Synapse, com o auxílio da ligação USB, até para produção de conteúdos pode ser uma alternativa, uma vez que vamos ter controlo para afinar o volume, a redução do som ambiente e equalização do microfone, entre outras propriedades.
Se tivesse que descrever os Razer Blackshark V2 em duas palavras seria com “conforto” e “clareza”, duas qualidades bastante importantes num equipamento do género. Neste caso, são apenas a cereja no topo do bolo daquilo que é um par de auscultadores bastante completo e versátil.
Os Razer Blackshark V2 já estão à venda na loja da Razer por 109,99€, juntamente com o mais simples Razer Blackshark V2 X e o mais avançado Razer Blackshark V2 Pro.
Este dispositivo foi cedido para análise pela Razer.
Com a pandemia de COVID-19, que exigiu o isolamento social presencial, o teletrabalho assumiu uma importância acrescida em todo o mundo.
Isto porque traduz-se num forma de permitir aos colaboradores das diversas empresas que continuem a exercer as suas funções, a partir de casa ou outro local, conseguindo manter-se seguros e isolados.
O teletrabalho, trabalho remoto ou trabalho à distância consiste numa prática de trabalho efetuada à distância, por exemplo, a partir de casa, a qual é executada autonomamente, com o recurso ferramentas digitais de comunicação e de colaboração entre as entidades envolvidas (empresas, colaboradores e clientes).
Nos dias de hoje, existem centenas de ferramentas à disposição que permitem comunicar e gerir equipas, realizar e agendar reuniões com colaboradores ou clientes, ensinar à distância, partilhar e criar documentos colaborativos, etc.
Existem soluções muito diferenciadas, o difícil mesmo será optar pelas mais adequadas à realidade de cada um, pois escolha é coisa que não falta. Assim sendo, eis uma lista, elaborada pela PTisp, com algumas das ferramentas que poderão ser úteis para dar início ao teletrabalho e manter a equipa 100% funcional.
Outras ferramentas de trabalho colaborativo à distância
Github
Canva
Mindmeister
Moodle
Zoho Desk
Todoist
YouTube/Facebook
Apesar de existirem algumas desvantagens no teletrabalho, vamos-nos focar nas suas vantagens. Uma delas é o facto de que conseguem manter a continuidade do seu negócio, o que é fantástico, face ao panorama atual. Atentem nas vantagens que advêm do trabalho à distância:
Motivação dos colaboradores: Sentirão uma motivação acrescida junto dos vossos colaboradores, que sentir-se-ão reconhecidos pelo voto de confiança que lhes estão a dar;
Ganho de tempo e maior qualidade de vida: Parecendo que não, com o teletrabalho toda a equipa ganhará o tempo das deslocações e de toda a logística que envolve a ida e vinda para o trabalho como: preparar marmitas, levar as crianças à creche, perdas de tempo no trânsito, etc. Essas perdas deixam de acontecer e ganham mais tempo pessoal e reduzem a exposição ao stress;
Espírito de equipa: Irão notar um reforço no espírito de equipa e de união entre todos;
Redução de custos: As despesas gerais como água é a luz irão reduzir, o que será positivo;
Flexibilidade: Salvo empresas que mantenham um atendimento geral ao público mesmo à distância (telefone, email e livechat), poderão tornar os horários dos colaboradores mais flexíveis e adaptados às respetivas rotinas pessoais/familiares.
Mantenham-se seguros e a trabalhar a partir de casa. Se tiverem sugestões, deixem nos comentários e atualizaremos a lista com base nisso!
Os melhores projetos podem vir a ser investidos pelo Fundo NOS 5G e o vencedor terá acesso direto a incubação na Startup Lisboa.
Com velocidades muito mais rápidas, baixa latência e com a capacidade de ligar milhões de equipamentos e dispositivos entre si, o 5G será um dos principais impulsionadores da economia digital. A NOS, enquanto operador de telecomunicações líder na inovação, e a Amazon Web Services (AWS) lançam agora um programa que vai desafiar as startups com atividade em Portugal a tirarem partido da tecnologia 5G, para desenvolverem as suas ideias de negócio.
Com o apoio da Startup Lisboa, o Acelerador 5G – Programa de Inovação Colaborativa tem como objetivo impulsionar startups com ideias ou negócios que possam vir a ser potenciados pela tecnologia 5G.
Podem concorrer startups nacionais ou estrangeiras com operação em Portugal que tenham um modelo de negócio que possa ser potenciado pela tecnologia 5G ou que pretendam explorar e desenvolver novos modelos de negócio a partir desta tecnologia.
As startups selecionadas vão beneficiar da exposição a potenciais investidores, entre o quais a Armilar Venture Partners, entidade que gere o Fundo de Capital de Risco NOS 5G. Terão ainda acesso a sessões com mentores técnicos e de negócio da NOS e AWS e a uma oferta de serviços da AWS que pode ir até 100.000€, através do programa AWS Activate. O grande vencedor receberá um prémio monetário de 7.500€ e acesso direto à incubação na Startup Lisboa.
Com duração de sete semanas, o programa Acelerador 5G é composto por webinars, sessões de mentoria e momentos de acompanhamento individual a cada projeto. Contará ainda com sessões de networking, de open innovation e, ainda, talks de especialistas na tecnologia 5G, empreendedorismo e capital de risco.
O programa termina a 30 de junho com a dinamização de um Demo Day e a apresentação pública dos projetos finalistas a potenciais parceiros e investidores.
As candidaturas já abriram e prolongam-se até 11 de abril.
A Bethesda vai revelar The Ancient Gods Part II em breve.
Não parece, mas já passou um ano desde que Doom Eternal chegou ao PC e consolas para se afirmar um dos melhores jogos de ação de 2020. Porém, isso não quer dizer que as aventuras do Doom Slayer neste capítulo tenham terminado.
Depois de receber a sua primeira expansão, The Ancient Gods Part I, está, obviamente, na altura de conhecermos a Part II. Os detalhes desta continuação são escassos, mas a Bethesda já faz questão de nos deixar curiosos.
Numa publicação no Twitter na conta oficial do jogo, foi anunciada a data para o teaser trailer de The Ancient Gods Part II, juntamente com uma arte desta expansão, onde podemos ver o início de uma batalha épica liderada pelo Doom Slayer.
https://x.com/DOOM/status/1368634833761624064
Por detalhar está ainda o estado da atualização de nova geração com melhorias para a PlayStation 5 e Xbox Series X|S. Até lá, o jogo pode ser experienciado em todo o seu esplendor, juntamente com as versões de PC, PlayStation 4, Xbox One, Google Stadia e Nintendo Switch.
O save que deixaram para trás em 2000 e tal pode ser continuado em Diablo 2 Resurrected.
Em entrevista àIGN do Médio Oriente, o produtor de Diablo 2 Resurrected, Matthew Cederquist, confirmou um detalhe surpreende e muito bem-vindo para os fãs de Diablo. A sua aventura em Diablo 2 irá continuar em Resurrected, ou seja, o saved game do jogo original é compatível com a remasterização.
Cederquist conta que esta funcionalidade não estava planeada desde o início e que foi algo que acabou por acontecer por coincidência, já que parte do código do jogo original existe na nova versão.
“Quando estávamos a trabalhar na remasterização, questionámos se os antigos saved games funcionavam. Experimentámos e funcionou”, conta Cederquist com entusiasmo. “Ok, esta é uma das melhores funcionalidades de sempre.”
Com lançamento para PC, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox One, Xbox Series X|S e Nintendo Switch, o que não ficou claro foi até que ponto é que esta pequena funcionalidade irá funcionar através de plataformas, pelo que, para já, especula-se que seja algo exclusivo à versão PC.
Ainda assim, mesmo que seja só no PC, os fãs de Diablo 2 que cresceram com o jogo têm aqui um pequeno docinho. Quem sabe poderão terminar mais uma aventura no jogo que deixaram para trás há quase 20 anos.
A Ubisoft anunciou que o modo online do mais recente jogo da franquia Watch Dogs foi adiado.
Com data de lançamento inicialmente marcada para dia 9 de março, e de forma gratuita para todos os jogadores de Watch Dogs Legion, a equipa de produção da Ubisoft revelou que se viu obrigada a ajustar as datas de lançamento, com as consolas a receberem os modos multijogador no dia 23 de março. No que toca à versão PC fica, para já, sem data.
Em comunicado, é explicado que, na versão PC, durante os testes de pré-lançamento, verificaram um número substancial de crashes para jogadores com determinados CPUs, tornado o título injogável no estado atual.
Já o modo Tactical Ops, nas versões de consola e Stadia, também está a dar problemas, o que faz com que este vá chegar na nova data.
Watch Dogs Legion foi lançado em novembro para PC, consolas Xbox, PlayStation e Google Stadia, mas sem funcionalidades online, algo que foi prometido que chegaria em 2021 de forma gratuita a todos os jogadores.
Explorem as ruínas amaldiçoadas de um roguelite que vem apetrechado de clichés, mas também de elementos que o tornam especial.
Depois de um ano repleto de novidades, é normal sentirmos um certo cansaço e uma verdadeira necessidade em parar e esperar. Com os adiamentos sucessivos, causados pela atual pandemia – que teima em não desaparecer –, 2021 teve, ao contrário de 2020, um início muito mais seguro e espaçado no que toca a lançamentos de peso. No entanto, temos de ver o copo meio cheio, sendo que se criou o cenário ideal para os estúdios independentes e para as suas produções de baixo orçamento que, noutro cenário, poderiam ficar perdidos entre lançamentos de séries populares. Assim é o caso de Curse of the Dead Gods, um interessante roguelite de ação que é tão seguro como diferente o suficiente para agarrar a vossa atenção.
Foquemo-nos nas novidades. Por esta altura, e com o lançamento sucessivo de novos jogos, vocês já conhecem o género roguelike como a palma da vossa mão, que vive, surpreendentemente, tempos de notoriedade há muito merecidos. Mas fica aqui o resumo: Curse of the Dead Gods traz-vos uma campanha com níveis aleatórios, onde a progressão é construída em torno do recomeço constante de uma partida. Quando terminam uma partida ou são derrotados em combate, regressam ao início. Esta é a base para um género que se tem reinventado ao longo dos últimos anos, criando experiências mais acessíveis, como Hades, e um maior carinho pelo público geral. Mas o título da Passtech Games ambicionou adicionar algo diferente à fórmula clássica, munindo-se de uma estrutura de progressão pouco inovadora – seguindo um modelo próximo do que viram em Slay the Spire, com vários caminhos e salas que podem escolher até chegarem ao guardião de cada nível –, mas apostando num combate mais ponderado e numa evolução passiva mais eficaz.
Tal como o nome indica, a nossa personagem está amaldiçoada pelos titulares deuses falecidos, criando assim a mecânica principal do jogo. Ao viajarmos entre níveis ou ao sermos atacados por certos inimigos, aumentamos o nível da nossa maldição e ativamos habilidades passivas que podem ser tão positivas, como destrutivas. Com um total de cinco maldições por nível, podemos ficar condicionados em combate, perder parte da visão – algo que se torna assustador nesta perspetiva top-down – ou a habilidade de iluminar as salas que, consequentemente, aumenta o poder dos inimigos à nossa volta.
Nunca sabemos o que nos vai calhar e se, nos níveis, mais avançados temos a possibilidade de eliminar uma destas maldições, a verdade é que será muito difícil de chegarmos ao adversário principal sem termos ativado todas as desvantagens possíveis. Cria-se, assim, uma verdadeira corrida contra o tempo, uma tensão permanente que nos faz pensar quando e como devemos usufruir de novas armas ou aumentar os nossos atributos (num sistema que me relembrou Dead Cells, divididos por força, destreza e perceção).
E tudo isto funciona devido ao equilíbrio que existe entre as vantagens e desvantagens das armas e das maldições, juntamente com a sua aleatoriedade. Nunca me senti prejudicado devido à falta de alternativas em jogo, antes pelo contrário. Existem armas e relíquias suficientes para combatermos os efeitos das maldições, criando também uma excelente sensação de estratégia que se mantém especialmente viva nos últimos níveis.
Por exemplo, imaginem que estão condicionados no que toca aos ataques à distância. Podem combater esta falha ao apostar num chicote com propriedades elétricas e ao recolher relíquias que aumentam o poder dos ataques elétricos, criando, desta forma, uma sucessão de golpes de meia distância imparáveis – foi assim, contra todas as adversidades, que destruí por completo um dos bosses. Para ajudar, Curse of the Dead Gods é um jogo sistémico, no sentido em que podem combinar vários atributos para criar novos efeitos, como nuvens de gás que podem ser incendiadas ou armadilhas que podem ser ativadas para destruírem grupos de inimigos.
A utilização da luz também é um destaque e funciona não só em combate, como na própria exploração. Os níveis são escuros, muitas vezes não conseguimos ver sequer o que está à nossa frente, mas ao iluminarmos as salas, através de altares ou fogueiras (ou até os inimigos), afastamos a escuridão e conseguimos lutar mais eficazmente. Mas existem outras vantagens. Na luz, a nossa personagem é mais poderosa, os ataques têm mais hipóteses de infligir dano adicional e os inimigos ficam condicionados e mais fracos sempre que abandonam a escuridão dos cenários.
É simples e uma mecânica pouco ou nada original, mas representa muito bem o conceito do jogo e da demanda do nosso protagonista nestas ruínas abandonadas, funcionando de forma equilibrada com o sistema de energia que a Passtech Games decidiu implementar. Talvez seja por essa razão que comparam Curse of the Dead Gods a Dark Souls, apenas por esta mecânica de stamina – representada por vários cristais na UI –, mas não existem dúvidas que funciona em combate e que dá ao jogo um ritmo mais ponderado e estratégico, no sentido em que a energia não é só influenciada pelos ataques normais, o desvio e o “parry” – que, no momento certo, atordoa os inimigos –, mas também pelos ataques à distância, funcionando quase como balas.
No que toca à progressão, Curse of the Dead Gods aproxima-se muito mais de uma experiência light do género. Não existe um sistema de evolução por níveis, mas podem comprar novas armas, habilidades e atributos que encontrarão espalhados pelo templo, aumentando, assim, as probabilidades de chegarem mais longe. Também é possível influenciar os favores dos deuses, aumentar a vossa sorte e melhorar as armas com que começam todas as partidas. Já a campanha em si é dividida por várias zonas, todas elas com um boss final e divididas por níveis progressivamente mais desafiantes. É uma pena, no entanto, que o cansaço se instale rapidamente e que as batalhas contra os bosses sejam, pela minha experiência, o elemento mais acessível do jogo, bastando uma boa preparação e alguma destreza para os obliterar.
Curse of the Dead Gods é um roguelite muito interessante cuja longevidade não é, ao contrário de outros jogos do género, o seu maior ponto de venda, mas sim os momentos de combate e de exploração. É normal que se cansem, as novidades rapidamente se esgotam, mas as primeiras horas foram muito empolgantes pela combinação entre as maldições, a escuridão e a aposta sistémica em elementos que adicionam novas camadas ao combate. Não é um passo evolucionário para o género, mas é um excelente companheiro para este início de ano.
Disponível para: PC, PlayStation 4, PlayStation 5 e Nintendo Switch Jogado na PlayStation 4 Cópia para análise cedida pela Ecoplay
Surge por parte da Boundless Welfare, startup portuguesa.
Foi lançada no passado dia 6 de março e promete ensinar o que não se ensina na escola sobre Saúde, Dinheiro, Sabedoria, Negócios, Liderança, Relações e Espiritualidade. Assim é a Disvolv, a primeira plataforma de educação 100% gratuita em Portugal.
Criada pela Boundless Welfare, uma startup portuguesa, a Disvolv disponibiliza softwares gratuitos com o objetivo de facilitar a aplicação do conhecimento, seja para definir um orçamento pessoal, criar uma estratégia de poupança, otimizar as despesas mensais ou até investir no processo de descobrir o propósito e vocação.
De momento, foram lançados programas sobre saúde física e mental, processos de autoconhecimento com vista à descoberta do propósito e vários guias para poupar e otimizar despesas ao final do mês. Estes são apenas três dos programas disponíveis, cujo número continuará a aumentar.
O distanciamento social e os períodos de confinamento ajudaram-nos a valorizar ainda mais as nossas grandes amizades. Afinal, quem é que não tem um “bro”? Por isso, este ano, Jameson comemora o St. Patrick’s com St. Patrick’s Broweddings – o primeiro “casamento” de “bros”, uma iniciativa que celebra as amizades mais bonitas, cumplices e fortes.
Quim Albergaria e Hélio Morais, integrantes da banda PAUS, serão os grandes embaixadores desta celebração. “Bros” assumidos há anos, os dois amigos vão finalmente “dar o nó” e a Jameson, que irá apadrinhar a festa, vai permitir que muitos outros “bros” possam também oficializar o seu bromance.
No fundo, esta é uma iniciativa que pretende puxar pela criatividade dos participantes. Para isso, e já a partir de 9 de março, a Jameson vai lançar diversos desafios semanais na sua página de Instagram para eleger os melhores e mais criativos “bros”. Os vencedores irão ganhar um “enxoval Jameson”, constituído por seis garrafas Jameson Original, duas garrafas Jameson Black Barrel, um conjunto de copos Tumbler, uma hoddie, um flask, um cooler de água, um par de meias, um chapéu, um kit de bartender, uma t-shirt e um baralho de cartas. Os amigos terão aqui muitos produtos para dividir.
Mas não é tudo. Esta amizade será oficializada no evento final do St. Patrick’s Broweddings, que contará também com a atuação musical de Quim e Hélio, numa performance criada exclusivamente para esta celebração, que acontecerá assim que os constrangimentos atuais o permitirem.
Quantos e quantos de nós, em crianças, não bebemos leite com chocolate em pó da ColaCao? É daquelas marcas que nos acabamos por esquecer que existem, mas que, ainda hoje, faz as delícias dos mais jovens. Agora, eis que chega uma nova versão adaptada aos dias de hoje.
O ColaCao Milk Shake 0% é “a perfeita combinação de cacau natural com leite de alta qualidade Pascual, 100% certificado com o selo bem-estar animal desde 2018”. Tudo isto resulta numa bebida cremosa e pronta a consumir (não requer qualquer tipo de preparação).
A nova bebida ColaCao Milk Shake 0%, que é também isenta de glúten, já está disponível nos super e hipermercados do costume.
Das várias alternativas para fazer root a dispositivos Android, a aplicação Panda Helper é considerada uma das melhores, tanto que a loja de apps é agora uma das principais alternativas à da Google.
A popular loja de apps de terceiros oferece acesso a muitos jogos, aplicações, ferramentas e muito mais, com muito conteúdo não oficial e gratuito. A loja de apps de terceiros oferece melhores recursos do que algumas versões oficiais, não requere a necessidade de root dos dispositivos e pode também ser usada em dispositivos iOS.
Como descarregar a aplicação Panda Helper
A Panda Helper é fácil de descarregar e é multiplataforma. Basta escolher a plataforma onde se deseja instalá-lo e seguir as etapas. Mas foquemo-nos na versão Android.
Abrir as Configurações do dispositivo Android e seguir para Segurança ou Privacidade;
Ativar a opção Permitir fontes desconhecidas – isso permitirá que o arquivo APK seja instalado;
Abrir a página oficial de downloads da aplicação Panda Helper e escolher arquivo APK;
Ir a Downloads e tocar duas vezes no arquivo descarregado;
Aguardar até que a Panda Helper apareça no ecrã inicial e a instalação esteja concluída.
Se o ícone não estiver lá, basta repetir as etapas.
Como extra, é possível usar a Panda Helper em PCs Windows ou Mac. Basta instalar um emulador Android (Nox Player ou BlueStacks são os recomendados) e, assim, instalar o arquivo APK e carregá-lo no emulador.
Como usar a aplicação Panda Helper
Usar a Panda Helper é extremamente simples:
Abrir a aplicação no ecrã inicial;
Ir para a parte inferior do ecrã inicial da Panda Helper e tocar em Apps;
Escolher uma categoria de aplicação – ver em baixo os detalhes;
Tocar em qualquer aplicação ou jogo que que se queira descarregar – basta navegar ou escrever na barra de pesquisa;
Seguir as instruções no ecrã para instalar a aplicação;
O ícone da aplicação irá aparecer no ecrã inicial quando terminar.
Recursos da aplicação App Panda Helper
A Panda Helper não só é gratuita, como também funciona em várias plataformas, mas não necessita o jailbreak ou do root dos dispositivos. Com tanto conteúdo na aplicação, os produtores decidiram colocar tudo por categorias, ajudando o utilizador a encontrar as suas aplicações e jogos mais rapidamente:
Aplicaçõess da Play Store – aplicaçõess oficiais para Android e iOS
Aplicações exclusivos da Panda Helper – aplicações e jogos não oficiais, como ajustes do Android, emuladores, gravadores de ecrã, temas do Android e muito mais;
Perguntas Feitas Frequentemente
Como a aplicação Panda Helper não é oficial, há muitas questões no ar. Por isso, para ajudar, aqui estão as respostas para as perguntas mais frequentes.
O que é a aplicação Panda Helper?
É uma loja de aplicações não oficial, lançada originalmente como uma alternativa de root para utilizadores de Android. Desde então, tornou-se uma alternativa muito popular à loja oficial Google Play Store e, devido à demanda popular, passou a receber suporte também para computadores. A Panda Helper oferece aos utilizadores milhares de aplicações não oficiais, jogos, emuladores, ferramentas e muito mais, tudo gratuitamente.
Recebo um erro “Não é possível ligar à Panda Helper”
Isso depende do certificado. Basta esperar algumas horas e tentar novamente – se os programadores conseguirem substituir o certificado, ele funcionará.
Posso pedir aplicações e jogos?
Sim, é possivel entrar em contato com os programadores via Twitter. No entanto, eles recebem muitos pedidos e nem todos as aplicações e jogos podem ser encontrados. Portanto, não fiquem surpreendidos se não puderem atender ao vosso pedido.
As minhas aplicações encravam – o que posso fazer?
A maneira mais fácil de resolver isso é excluir a aplicação Panda Helper do dispositivo Android e, em seguida, reinstalá-la usando o guia acima.
O uso da Panda Helper anulará a minha garantia?
Não. Como não é necessário fazer root ao dispositivo, não se está a quebrar regras de segurança da Google. Não é necessária nenhuma permissão especial e é descarregada como qualquer outra app. É possível ter problemas com ajustes que mudam a forma de funcionamento do dispositivo, mas é possível excluí-los se necessário e instalá-los novamente mais tarde.
A Panda Helper é uma das melhores alternativas, não apenas para root, mas também para as lojas de aplicações oficiais da Apple e Google. Experimentem já no vosso dispositivo; quem sabe pode tornar-se a maneira preferida de descarregar novas aplicações.
Há algum tempo que lojas de apps de terceiros têm vindo a surgir, principalmente como alternativas à PlayStore, da Google, e a mais recente é uma loja de apps com uma diferença.
A HappyMod é a casa de mais de 30.000 aplicações e jogos. Podem ter acesso a tudo isso sem que seja necessário fazer root ao smartphone. E podem também jogar à Roleta Brasileira, se quiserem.
Funcionalidades da app HappyMod
Apps não oficiais – A HappyMod oferece mais aplicações e jogos não oficiais do que qualquer outra loja do género;
Versões antigas – Têm disponíveis versões antigas de apps em caso de preferência ou cujo dispositivo não pode executar as versões mais recentes;
Tendências – Indicada para apps populares de terceiros, jogos e muito mais;
Interface amigável – Fácil de usar, parece e comporta-se como tantas outras.
Como fazer download da HappyMod no Android
É fácil fazer download da HappyMod, sendo que envolve uma instalação com recurso a um ficheiro APK:
Abram a página de download da HappyMod e descarreguem o ficheiro APK da HappyMod;
No vosso smartphone, abram as Definições e, depois, a opção Segurança;
Encontrem a opção Permitir Instalação de Fontes Desconhecidas e ativem-na;
Na vossa pasta de downloads, abram o ficheiro APK que descarregaram;
Sigam as instruções no ecrã e aguardem;
Aproveitem!
Como funciona a HappyMod
A HappyMod é muito parecida com a Google Play Store, pois tem toneladas de apps e jogos. No entanto, a HappyMod difere muito – tudo o que está disponível na loja foi atualizado de uma forma ou outra. Ou seja, as aplicações não só contam com recursos extra, como estão desbloqueadas. Isto é o que irão encontrar:
Jogos não oficiais – A maioria dos títulos oficiais exige que ganhem certos bónus para continuarem no jogo. Contudo, quando descarregarem os jogos do HappyMod, não irão obter nada disso, até porque está tudo desbloqueado. Podem começar os vossos jogos com vidas ilimitadas, itens infinitos e muito mais;
A interface é familiar – Na verdade, é muito parecida com a da loja oficial da Google, pelo que é bastante simples de usar. As apps e jogos estão em categorias, logo, tudo o que precisam de fazer é escolher uma e efetuar download da que pretendem. As categorias incluem jogos, apps e uma nova categoria onde todos os uploads mais recentes são armazenados para fácil acesso. Até podem usar a HappyMod lado a lado com a Google Play Store oficial e aproveitar o melhor dos dois mundos;
Suporte a vários idiomas – Chinês simplificado e tradicional, inglês, alemão, romeno, espanhol, italiano e muitos mais são apenas alguns dos idiomas suportados;
Logs de mudanças dos jogos – Cada app ou jogo vem com o seu próprio log de mudanças, explicando as atualizações e o que vieram trazer de novo. Algumas apps podem ter algumas versões, cada uma com as suas próprias atualizações, daí o changelog ser útil para ajudar a decidir qual a melhor para o vosso caso.
A HappyMod é seguro?
Sim. Todas as apps são submetidas a um antivírus e testadas primeiro para exploits – se falharem, não serão permitidos na loja de apps. Dessa forma, poderão ficar descansados, pois todas as aplicações serão seguras.
Como atualizar a app HappyMod
Todas as apps, independentemente da loja, necessitam de ser atualizadas algures no tempo. As atualizações melhoram a experiência, a segurança e corrigem bugs, entre outras coisas. Como se trata de jogos e apps não oficiais, não poderão atualizá-las através da Google Play Store. Contudo, a HappyMod enviará uma notificação e poderão fazer as atualizações por meio desta loja alternativa.
Às vezes, os programadores também podem atualizar a própria loja HappyMod. Tal pode dever-se a motivos de segurança e, nesse caso, recomendamos que façam logo a atualização. Contudo, essa atualização também pode servir para somente corrigir algo simples, pelo que não serão obrigados a atualizar. Ao contrário da Play Store, a HappyMod vai sempre funcionar, independentemente da versão que têm instalada.
Sejamos sinceros, nem toda a gente tem um dispositivo capaz de executar versões mais recentes, além de que os próprios utilizadores podem não ver motivos para atualizarem a app. De qualquer forma, a não ser que seja uma atualização de segurança ou correção de bug, a escolha de atualização é vossa.
A HappyMod oferece aos utilizadores uma maneira abrangente e repleta de recursos para instalar conteúdo não oficial nos dispositivos Android. É totalmente gratuita e não precisam de fazer root no dispositivo Android. Experimentem, vejam o que a app oferece e como se compara à loja oficial da Google. Este tipo de loja está mais popular do que nunca, pelo que não podem perder a experiência que a HappyMod oferece.
Já ouviram falar da TutuApp? Trata-se de uma das lojas de apps alternativas para Android mais bem cotadas do mundo.
A TutuApp oferece apps e jogos de terceiros para utilizadores do Android. E não só é uma alternativa ao root e à loja oficial do Google Play, como é, também, uma ótima alternativa a outras lojas de apps de terceiros, como a Panda Helper, HappyMod e ACMarket. Em baixo, dizemo-vos tudo o que precisam de saber sobre esta loja de apps gratuita e legal.
Como fazer download da TutuApp no smartphone Android
Como a TutuApp funciona no Android e iOS, terão de escolher a vossa plataforma de eleição antes de prosseguirem. Para este artigo, foquemo-nos na versão Android.
Façam download do APK da TutuApp no vosso dispositivo;
Abram as Definições e carreguem na opção Segurança;
Ativem a opção de Permitir Fontes Desconhecidas;
Instalem a app.
Como instalar o APK da TutuApp num PC
Não é uma tarefa difícil, embora a TutuApp não suporte, pelo menos de forma oficial, a instalação no PC. Para contornarem essa limitação, terão de recorrer a um emulador de Android grátis – recomendamos o BlueStacks ou o Nox Player – e uma conta Google. Se não possuírem nenhuma, podem facilmente criar uma neste momento.
Primeiro, façam download do Emulador Nox ou emulador BlueStacks no vosso computador;
De seguida, façam download do arquivo APK para Android da TutuApp no vosso computador a partir do site oficial da TutuApp no link que indicámos anteriormente;
Abram o emulador e efetuem o login. Aguardem pela configuração – pode levar vários minutos;
Depois de terminarem, digitem TutuApp na barra de pesquisa da página inicial do emulador;
Alternativamente, poderão arrastar e soltar o arquivo .apk no emulador ou clicar com o botão direito nele e clicar em Abrir com (definem depois o emulador);
Cliquem no arquivo TutuApp quando for carregado e façam a respetiva instalação – minutos depois estará pronto a usar.
Como usar a TutuApp
O TutuApp é uma loja de apps amigável e simples de usar. Para isso, devem seguir estes passos:
Abram a app TutuApp no vosso dispositivo;
Naveguem ou usem a barra de pesquisa para encontrar uma app ou jogo;
Toquem no ícone e, depois, em Instalar. A partir daí basta desfrutar.
O que é a TutuApp?
A TutuApp é uma popular loja de apps alternativa que oferece uma grande variedade de aplicações e jogos não oficiais. Funciona em todos os dispositivos Android e iOS, sendo que têm a opção de optar pela versão gratuita ou VIP da loja. A versão VIP possui conteúdo exclusivo que, naturalmente, não surge na versão grátis.
Funcionalidades da TutuApp
Se quiserem saber o que é que a TutuApp oferece antes de decidirem instalar, atentem nos pontos abaixo:
Apps exclusivas – Incluem-se alguns emuladores totalmente funcionais com apps integradas, screen recordings com várias opções, alguns ajustes para Android e até mesmo algumas apps de root;
Não há necessidade de fazer root – A TutuApp funciona em todos os dispositivos sem ser necessário efetuar root;
Suporte a várias plataformas – Funciona em Android, iOS (sem necessidade de jailbreak) e, com um emulador de Android, podem até instalar em computadores Mac ou Windows;
Fácil de usar – Interface limpa e organizada;
Atualizado regularmente – A app vai sendo melhorada ao longo do tempo, seja a nível de segurança ou, simplesmente, para corrigir bugs, isto sem mencionar o novo conteúdo.
Perguntas feitas frequentemente sobre a TutuApp
Eis tudo o que necessitam de saber sobre a TutuApp:
É seguro instalar a TutuApp? Sem dúvida. O programador garante que a sua loja de apps é totalmente segura. Em todo o caso, podem sempre utilizar um antivírus;
Posso usar a TutuApp VIP no Android? De momento isso não é possível;
O que é que a TutuApp VIP oferece que a TutuApp grátis não apresenta? A TutuApp grátis oferece o suficiente para manter as pessoas felizes, mas, com um pagamento, podem obter ainda mais recursos. Além de, obviamente, poderem contar com mais conteúdos, terão uma versão livre de anúncios, downloads mais rápidos, zero restrições de download e outros recursos exclusivos. Além disso, se comprarem a conta VIP, também poderão usá-la no vosso computador. Basta vincular o vosso desktop à conta e fazer o download. E se já têm a versão VIP e têm menos de 60 dias para renovar, podem obter um desconto de 10%;
A razão pela qual devem utilizar a TutuApp no vosso PC ou Mac. Ainda que, de momento, existam smartphones mais potentes que muitos computadores, a verdade é que os PCs contam com recursos úteis que podem usar para tirar partido da TutuApp. Para começar, têm um ecrã muito maior, um processador mais rápido, um disco com muitos GB disponíveis, vários GB de RAM e, claro, placas gráficas dedicadas. Além de tudo isso, têm ainda direito a uma outra loja de apps no vosso computador, onde tudo é totalmente gratuito.
Quais são as outras lojas de apps disponíveis? Existem muitas lojas de apps parecidas, tais como a ACMarket, Panda Helper e HappyMod.
Prós e contras de usar o TutuApp
Prós
Podem instalar no Android ou iOS sem ser necessário fazer root ou efetuar jailbreak;
Possui uma interface semelhante a outras lojas oficiais, sendo fácil de usar.
Contras
A instalação de conteúdo não oficial apresenta o potencial para eventuais problemas de segurança.
Correm o risco de apanhar algum malware ou vírus, daí ser importante terem um antivírus instalado.
Experimentem a TutuApp no vosso dispositivo Android ou iOS e aproveitem todo o conteúdo oferecido gratuitamente.
Embora a Google Play Store seja, indiscutivelmente, a maior loja de aplicações móveis do mundo, oferecendo aos utilizadores uma grande variedade de aplicações e jogos, é fácil perceber que, na realidade, não tem tudo.
A Google é bastante rígida quanto ao tipo de aplicações que permite na sua loja, adicionando restrições geográficas à mistura e algumas aplicações de streaming interessantes que nunca chegam ao público pretendido. Mas agora já não é um problema, porque a ACMarket está aqui para a resolver. Gratuita para descarregar, a ACMarket oferece muitas aplicações e jogos de terceiros que a Google Play Store não oferece.
Como fazer o download da loja ACMarket
A ACMarket é a maior rival da Google Play Store e, como tal, significa que não é possível descarregá-la de forma tradicional. O arquivo APK deve ser instalado diretamente no dispositivo Android – um processo bastante fácil, bastando seguir este guia:
Antes de instalar a ACMarket, o dispositivo precisa de permitir a instalação de conteúdo não oficial. Para isso, basta aceder às configurações do Android e ir a Segurança (ou pode ser Privacidade, dependendo da versão do firmware);
Encontrar a opção Fontes Desconhecidas e ativá-la;
Descarregar o ficheiro APK da página oficial de download do ACMarket;
Encontrar o ficheiro na pasta Downloads e tocar nele;
Aguardar enquanto a loja é instalada no dispositivo;
Aproveitar a nova loja de aplicações.
Como usar a app ACMarket
A ACMarket é uma aplicação amigável e intuitiva, sendo fácil aproveitá-la:
Abrir a ACMarket no ecrã inicial do dispositivo;
Tocar numa das categorias de aplicações;
Tocar em qualquer aplicação ou jogo para descarregar;
Tocar em OBTER e aguardar – quando estiver instalado, a aplicação ou jogo estará no ecrã inicial.
Recursos da app ACMarket
A ACMarket está recheada de recursos úteis, tais como:
Grátis – A ACMarket é e sempre será gratuita de se usar, sem taxas ocultas em qualquer lugar;
Fácil de usar – A interface é muito parecida com a da loja oficial da Google, sendo fácil de navegar;
Aplicações categorizadas – Todas as aplicações e jogos estão divididos por categorias – Aplicações principais, Tendências, Mais recentes, Modificados, Ajustados e muitas mais;
Sem restrições geográficas – Todas as restrições geográficas foram eliminadas para que qualquer utilizador possa usar qualquer aplicação ou jogo, independentemente da localização;
Sem anúncios – Sem anúncios irritantes ou pesquisas para preencher antes de descarregar qualquer coisa;
Atualizações regulares – Inclui novos conteúdos, melhorias, atualizações de segurança, correções de bugs e muito mais;
Completamente seguro – Todos os bugs e problemas relatados são corrigidos dentro de 48 horas com uma atualização, sendo que cada aplicação é submetida a antivírus e verificada em busca de exploits – qualquer uma que falhe será rejeitada. E a criptografia de string SSL mantém os downloads, dados e dispositivo seguros, isto se forem descarregadas do link oficial e instalarem as atualizações;
Downloads em alta velocidade – velocidades de download mais altas do que a maioria das lojas, incluindo a Google Play Store;
Suporte ao cliente 24/7 – Suporte 24 horas por dia. não importa onde o utilizador esteja ou que horas sejam, a ajuda está sempre à mão.
Perguntas Feitas Frequentemente:
Com tantas questões levantadas sobre esta loja de aplicações não oficial, aqui estão as respostas às mais comuns:
Posso usar a loja ACMarket em dispositivos iOS?
Não. A ACMarket foi criada apenas para utilizadores Android e não há planos para incluir o suporte para iOS. Existem muitas lojas alternativas de aplicações que oferecem o mesmo tipo de coisa para utilizadores iOS.
Posso usar no meu computador?
Sim. Por ser uma aplicação de Android, o uso de um emulador Android no seu Mac ou PC com Windows permite a instalação e utilização da ACMarket.
A ACMarket deixou de funcionar – o que posso fazer?
Isso pode acontecer por diferentes motivos, sendo as três principais as preferências de aplicação incorretas, a cache necessitar de ser limpa ou a opção de fontes desconhecidas não estar ativa. Eis algumas formas de resolver isso:
Método 1: Repor as preferências da aplicação
Esta é a principal causa deste problema. Para resolverem, devem:
Abrir as configurações do Android e escolher Aplicações (ou Gestor de Aplicações);
Tocar na opção Todas as Aplicações;
Tocar em Repor Preferências das Aplicações > Repor Agora;
Tentar novamente e verificar se a ACMarket voltou a funcionar.
Se não der, podem tentar o método 2.
Método 2: Limpar os Dados do Pacote de Instalador e a Cache
Voltar às Configurações > Aplicações (ou Gestor de Aplicações);
Tocar em Aplicações de Sistema > Instalador de Pacotes;
Tocar em Limpar cache e Limpar dados – No caso de usarem o Android 6.0 Marshmallow, essas opções podem ser encontradas em Armazenamento;
Se não resultar, há ainda um último método.
Método 3: Permitir Fontes Desconhecidas
Abrir as configurações do Android e tocar em Segurança ou Privacidade;
Procurar a opção Permitir Fontes Desconhecidas e ativá-la.
Se a ACMarket continuar a não funcionar, convém desinstalar do dispositivo. Verifiquem se a opção de Fontes Desconhecidas está devidamente ativada e tentem reinstalar a loja – isso deve resolver o problema.
A loja ACMarket é considerada por muitos utilizadores uma ótima alternativa para a Google Play Store e promete uma grande variedade de aplicações, jogos e muito mais de forma segura e acessível. São razões ótimas e interessantes para espreitar tudo o que ela tem a oferecer.
Embora existam algumas alternativas à Google Play Store, a Lucky Patcher é algo diferente e tem vindo a tornar-se popular.
Ao invés de apresentar apps modificadas para download, a Lucky Patcher ajuda a modificar as aplicações e os jogos que já estão no vosso dispositivo, além de também oferecer outros recursos úteis. Mais abaixo vão poder descobrir o que esta app pode dar-vos.
Requisitos da Lucky Patcher
Embora a Lucky Patcher seja uma das melhores ferramentas disponíveis para Android, existem alguns requisitos a cumprir antes de poderem usar:
O vosso dispositivo deve ter root – O Lucky Patcher funciona num dispositivo sem root, mas as funcionalidades não estarão totalmente disponíveis
Como fazer download do Lucky Patcher
Abram o vosso browser e visitem o site da Lucky Patcher. Em seguida, façam download;
Abram as Definições no vosso dispositivo e toquem com o dedo na opção Segurança;
Ativem a opção Fontes desconhecidas. Se não o fizerem não conseguirão instalar a app;
Abram o local de download e toquem duas vezes no arquivo da Lucky Patcher;
Digam que “Sim” à mensagem que vai aparecer para confirmar que desejam instalar o arquivo;
O ícone da Lucky Patcher fica disponível no ecrã inicial do vosso smartphone.
O que é a Lucky Patcher?
É uma ferramenta do Android que permite aos utilizadores modificar os jogos e aplicações nos seus dispositivos. Com esta ferramenta, poderão instalar patches, adicionar novos recursos às apps, remover os anúncios, ignorar as verificações de licença, remover restrições e muito mais.
Talvez a opção mais popular dessa ferramenta seja a remoção de anúncios irritantes que vêm com apps e jogos descarregados da loja oficial da Google, especialmente os gratuitos. Normalmente, é necessário pagar para atualizar a app para removê-los, mas esta ferramenta permite que o façam de forma fácil e gratuita.
Além disso, não ocupa muito espaço no telemóvel. São menos de 10MB, pelo que não interfere na forma como o vosso smartphone funciona.
Recursos da Lucky Patcher
A Lucky Patcher oferece alguns recursos interessantes e úteis, tais como:
Remover anúncios – Livrem-se de anúncios para sempre;
Ignorar as compras dentro da app – Evitem todas as compras in-game;
Modificar jogos – Modifiquem os jogos para que todos os recursos estejam disponíveis, tais como jóias, moedas e outros bónus ilimitados desde o início. Atenção, é necessário fazer root ao telemóvel;
Alterar as permissões da app – Alterem as permissões da aplicação para aquelas que desejam aceitar, e não o que o jogo exige.
Perguntas feitas frequentemente
As respostas a essas perguntas mostram o que precisam de saber sobre a Lucky Patcher.
A Lucky Patcher causará danos ao meu dispositivo ou aos dados? Não. A Lucky Patcher pode modificar as apps no vosso dispositivo, mas não causará nenhum dano nem irá comprometer os vossos dados ou interferir em qualquer outra coisa.
Como é que funciona? Depois de instalarem a Lucky Patcher, a app examinará as aplicações e jogos e emitirá um aviso sobre aquelas que podem sofrer alterações. Isso inclui a remoção de verificações de licença, anúncios e muito mais.
A Lucky Patcher é ilegal de usar? Não… É apenas uma app que não precisa de nenhuma permissão especial para ser instalada. No entanto, alguns dos recursos do app são ilegais, tecnicamente falando, portanto usem por vossa conta e risco.
O meu dispositivo Android precisa de root? Não, mas descobrirão que funciona melhor se o vosso dispositivo estiver com root feito. Quando instalam a Lucky Patcher num dispositivo com acesso root, ele altera automaticamente as apps instaladas… isto se puderem ser alteradas. Se não tiverem root no dispositivo, terão menos recursos à disposição e, como tal, irão necessitar de fazer tudo manualmente.
A Lucky Patcher funcionará nos meus jogos? Não há como saber – tudo o que podem fazer é experimentar a app e averiguar. Obviamente, pode não funcionar em todos os jogos, até porque existem milhares e milhares. Alguns dos títulos compatíveis que sabemos que funcionam são:
ROBOTS
Zombie Scrapper
Stick War: Legacy
Tower Madness 2: 3D Defense
Age of wind 3
Zombie Highway 2
O Chrome diz que a aplicação pode não ser fidedigna
A Lucky Patcher não é uma app perigosa, isso é garantido. A única questão é que o Google Chrome emite esse aviso relativamente a qualquer aplicação que tentem descarregar fora da Play Store, portanto é algo normal.
A Lucky Patcher é uma ótima ferramenta para todos os utilizadores do Android, especialmente aqueles que optam por fazer root nos seus dispositivos. Oferece muitos recursos interessantes, mas, mais uma vez, devemos avisar-vos que, como alguns desses recursos podem ser considerados ilegais, o uso da app é inteiramente por vossa conta e risco. Como é óbvio, isso não impediu que milhões de pessoas em todo o mundo usassem a app sem problemas. Divirtam-se.
Depois dos dois primeiros DLC estarem relacionados com os filmes Dragon Ball Z: Battle of Gods e Dragon Ball Z: Ressurection F, muitos esperavam que o próximo pacote de conteúdos adicionais para o jogo Dragon Ball Z Kakarot abordasse os acontecimentos do mais recente filme Dragon Ball Super: Broly. Outros tantos esperavam que fossem levados até ao título personagens como Goku Black e Zamasu (da Future Trunks Saga do anime Dragon Ball Super) ou Jiren e Kefla (da saga Universe Survival Saga, também do anime Dragon Ball Super). Mas não é nada disso que vai acontecer.
Esta madrugada, após o final de uma transmissão de várias horas dedicadas a torneios online dos vários jogos Dragon Ball, ficámos a saber que o próximo DLC para Dragon Ball Z Kakarot, neste caso o terceiro, irá levar os jogadores até à saga de Future Trunks.
Atenção, não será a mais recente saga abordada em Dragon Ball Super, mas sim aquela que todos nós conhecemos do anime Dragon Ball Z. O DLC Trunks – The Warrior of Hope passa-se numa altura em que Goku está morto e não pode ser ressuscitado pelas bolas de cristal por ter falecido de uma doença no coração (lembram-se quando, no anime, Trunks viajou até ao passado para dar um remédio a Goku?). Algum tempo depois, os androides 17 e 18 começam a causar o caos, cabendo aos restantes lutadores enfrentar a nova ameaça.
Todos morrem, exceto Trunks e Gohan, que terão de enfrentar os poderosos inimigos. Resta saber se este novo DLC irá contar-nos a história tal e qual a conhecemos ou se poderemos contar com algumas surpresas.
Resta dizer que este DLC Trunks – The Warrior of Hope é um novo arco na história que estava prometido, pelo que poderá demorar algum tempo a ser concluído.
Para já, apenas sabemos que o novo DLC está prometido algures para o início do verão. Este Trunks – The Warrior of Hope será o último pacote de conteúdos adicionais prometidos com o Season Pass. Não sabemos, por agora, se Dragon Ball Z Kakarot ficará por aqui ou se a Bandai Namco irá anunciar, em breve, um Season Pass 2.
A banda vai representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção deste ano, a acontecer em Roterdão, na Holanda.
A votação foi renhida, tanto que só ficou decidida nos últimos minutos, mas temos vencedor: os The Black Mamba, constituídos por Pedro Tatanka, Ciro Cruz e Miguel Casais, são os vencedores do Festival da Canção 2021 com o tema “Love is on My Side”. Quer isto dizer que a banda portuguesa irá representar o nosso país no Festival Eurovisão da Canção, a decorrer este ano em Roterdão, na Holanda.
Na primeira parte da votação, o júri regional colocou Carolina Deslandes no primeiro lugar, com 12 pontos, ao passo que os The Black Mamba contavam com 10 pontos. Contudo, o televoto acabou por alterar as coisas. A artista reuniu oito pontos do público, enquanto que os The Black Mamba conseguiram 10 pontos. Empatados a 20 pontos cada, diz o regulamento do festival que, em caso de igualdade pontual, ganha a canção que tiver reunido maior preferência do público. Daí que, embora com os mesmos pontos que Deslandes, os The Black Mamba acabaram por sagrar-se os grandes vencedores do evento.
Recorde-se que o Festival Eurovisão da Canção 2021 vai avançar com versão presencial. A organização recomenda um período de cinco dias de quarentena antes da viagem, sendo que devem testar negativo à COVID-19 72 horas antes da partida. Uma vez no país, cada delegação deverá permanecer no hotel, exceto nas situações em que tenham de se deslocar devido aos ensaios, transmissões ao vivo e outras atividades relacionadas com o festival.
Em Roterdão, todos os envolvidos no festival, seja a equipa de produção, artistas e respetivas delegações, bem como jornalistas, serão testados regularmente numa zona definida para o efeito, próxima da arena Rotterdam Ahoy.
Caso, por algum motivo, os The Black Mamba não consigam viajar até Roterdão, será utilizada uma performance pré-gravada da canção “Love is on My Side”.
WandaVision é do melhor conteúdo que se pode encontrar no género de super-heróis. Uma história incrivelmente cativante sobre o luto em que Elizabeth Olsen e Wanda são impressionantemente fascinantes.
Sinopse:“Uma mistura entre televisão clássica e Marvel Cinematic Universe em que Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) e Vision (Paul Bettany) – dois seres super-poderosos experienciando as suas vidas suburbanas idealizadas – começam a suspeitar que nem tudo é o que parece.”
Nota de Editor: A primeira parte desta crítica foca-se nos três episódios. Podem encontrar as considerações finais para o resto da temporada mais em baixo.
A Marvel criou um universo de super-heróis sem precedentes que culminou no destruidor de recordes, Avengers: Endgame (Spider-Man: Far from Home é, na verdade, o último filme da Infinity Saga, mas vamos ignorar isto). Com a primeira história global terminada após 23 filmes, a MCU começa agora uma nova Era. Basicamente, a Phase Four é outra Phase One, onde os espectadores irão encontrar novos heróis. No entanto, ainda existem dezenas de Avengers em jogo, incluindo a incrivelmente poderosa Wanda.
A televisão terá um papel importante na próxima saga, com minisséries protagonizadas por super-heróis principais, tendo um impacto significativo nos filmes. Obviamente, isto levanta a questão: os espectadores necessitam de assistir às séries para entender e acompanhar os filmes? Acredito que sim. Algumas podem não ter tanto impacto quanto outras, mas WandaVision afetará, sem dúvida, o caminho de Wanda na MCU. Desde ser um dos Avengers mais poderosos à possibilidade de Wanda ser a próxima grande vilã, esta personagem tem potencial ilimitado. Além disso, Elizabeth Olsen é uma das melhores atrizes da franchise e, honestamente, de toda a sua geração.
Portanto, apesar de tentar sempre manter as minhas expetativas o mais moderadas possível, não consegui deixar de me sentir extremamente ansioso para WandaVision. A série é tão estranha e misteriosa como esperava que fosse. Nos primeiros três episódios, o espectador é colocado dentro de uma sitcom a preto e branco, onde se torna claro que tudo o que está a acontecer se passa dentro da própria mente de Wanda ou algo semelhante pelo qual esta é definitivamente responsável. Tendo em conta o que aconteceu a Vision, parece que a série irá lidar fortemente com assuntos sensíveis como o luto, a depressão e o escapismo extremo. No entanto, estes primeiros episódios são bastante determinados em seguir a rota da comédia.
Com centenas de referências ao período respetivo da televisão clássica, WandaVision é muito mais hilariante do que antecipava. Piadas aparentemente simples, mas eficientes, sobre os poderes de Wanda e Vision e sobre a sua natureza são as que despoletam as gargalhadas mais generosas (argumento impecável de Jac Schaeffer). Neste aspeto, tenho que elogiar Kathryn Hahn (Agnes), cuja prestação como a “vizinha intrometida” é muitíssimo engraçada. Teyonah Parris ainda não interpreta a sua personagem real (Monica Rambeau), mas o seu desempenho é bastante interessante. O resto do elenco é, todo ele, fantástico, mas tudo se resume a Elizabeth Olsen e Paul Bettany, que são muito charmosos e divertidos juntos.
A sua química é ainda mais palpável agora que são os protagonistas da sua própria história. É uma sensação estranha ver Bettany retratar Vision novamente, mas a sua performance incrível vem demonstrar que a conexão do espetador com a personagem é tão humanamente convincente como qualquer outra. No entanto, Olsen é a verdadeira estrela do espetáculo. Admito que posso ser um pouco tendencioso, visto que é uma das minhas atrizes favoritas a trabalhar nos dias de hoje, mas Olsen prova que é digna de papéis mais importantes em Hollywood, fora da MCU. É capaz de um alcance emocional inacreditável, um timing cómico excelente, uma expressividade requintada e uma capacidade impressionante de mudar drasticamente e rapidamente de estilos. Uma nomeação para os Emmys não seria surpreendente.
O enredo principal gira em torno da vida aparentemente ideal de Wanda com Vision. Como? Este é o mistério que vai recebendo mais e mais pistas após cada episódio. Um certo símbolo aponta para uma organização que, sem dúvida, levará os fãs da Marvel a gritarem de emoção desde o primeiro episódio (se olharem com atenção, irão encontrá-lo). Este é o primeiro conteúdo da MCU desde julho de 2019, logo a fasquia está inevitavelmente alta, pois Matt Shakman tem que cumprir a missão de trazer de volta o entusiasmo para o universo respetivo. Shakman e Schaeffer empregam estranheza e narrativa não convencional que transformam a série numa história extremamente cativante, embora a resposta principal para o que está a acontecer seja bastante clara.
Tecnicamente, a banda sonora de Christophe Beck é o destaque. Desde os efeitos sonoros oportunos da televisão clássica até canções específicas que tocam durante certos momentos, Beck entrega um score que eleva a série no geral. Os créditos de abertura são únicos e sempre diferentes, fazendo referência a várias Eras da televisão (elogios para Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez por comporem os temas). Quanto ao resto, edição fantástica de Tim Roche, Nona Khodai e Zene Baker. Os efeitos visuais parecem perfeitos mesmo em preto-e-branco e a cinematografia de Jess Hall assemelha-se habilmente a atributos de sitcoms. Excelente produção artística (Mark Worthington) também.
Resumindo, após apenas três episódios, WandaVision mostra-se tão estranha, misteriosa e excecionalmente cativante como pretende ser. Matt Shakman e Jac Schaeffer entregam uma série surpreendentemente hilariante com a quantidade certa de pistas para o que realmente está a acontecer. Embora a resposta global seja algo previsível, a narrativa criativa constrói uma atmosfera de incerteza e de dúvidas intrigantes que deixarão os espetadores extremamente ansiosos pelo próximo episódio.
Desde a banda sonora de Christophe Beck ao preto-e-branco lindo, a vida aparentemente ideal de Wanda e Vision encontra-se rodeada por atributos técnicos que homenageiam a Era da televisão clássica. Paul Bettany, Teyonah Parris e Kathryn Hahn são fantásticos, mas Elizabeth Olsen é a estrela indiscutível, mostrando o seu talento inegável que pode muito bem garantir-lhe a nomeação para um Emmy. Sendo o primeiro conteúdo da MCU em mais de um ano, WandaVision conquistou toda a minha atenção para os episódios restantes, que certamente possuem revelações impactantes. Ainda não é clara a verdadeira influência que terá no reino dos filmes, mas só posso presumir que seja significativa. Não percam!
Crítica Pós-Finale(Com base nos episódios restantes e em toda a temporada)
Os seis episódios seguintes não podiam ser melhores. A homenagem década a década às sitcoms continua, mas diminui exponencialmente as suas tentativas de humor e níveis de leveza. Como esperado, um tom muito mais dramático e emocional toma conta da narrativa, em que cada episódio aproxima os espectadores de respostas às dezenas de perguntas levantadas por episódios anteriores. Novas perguntas surgem com a introdução/revelação de personagens que, definitivamente, deixarão o público incrivelmente entusiasmado, mas é o foco nos sentimentos de Wanda que, em última análise, eleva esta minissérie, tornando-a num dos melhores conteúdos do género de super-heróis.
O estudo realizado à dor de Wanda e o que a mesma fez para lidar com a perda dos que mais amava é, de longe, o aspeto mais fascinante de toda a série. Embora a maioria das ações de Wanda pareçam bastante previsíveis desde o início – especialmente numa perspetiva mais geral e superficial – as escolhas e caminhos relativos ao storytelling que Matt Shakman e a equipa de argumentistas descobrem são bastante imaginativos. Existe, inclusivé, uma frase específica que todos os espectadores irão recordar para sempre, visto ser tão poderosa que pode até funcionar como um mecanismo de cura para muitas pessoas que passam por uma dor emocional semelhante à de Wanda. Escrita brilhante, desde o episódio piloto ao finale.
Uma enorme vantagem de séries com uma só temporada é a sua imunidade a teorias ridiculamente ilógicas e absurdas dos fãs e à pressão das redes sociais, simplesmente porque a produção terminou as filmagens bem antes dos primeiros episódios irem para o ar, logo não há hipótese da série ser influenciada pela opinião do público. É divertido teorizar com amigos e tentar descobrir o que realmente está a acontecer, mas quando atinge níveis de fanatismo excessivo, torna-se perigosamente irritante e prejudicial para os próprios fãs. Os espectadores criam as teorias mais estapafúrdias relativamente a personagens e linhas narrativas baseadas em “pistas” incrivelmente ambíguas e subjetivas que estão longe de serem remotamente significativas. Consequentemente, expetativas irrealistas levam muitos destes fãs a uma desilusão brutal no finale.
Felizmente, mantive-me são e as minhas expetativas “com os pés no chão”, esperando pacientemente pelas surpresas que a série teria guardadas. O finale é uma conclusão quase-perfeita para uma série absolutamente impressionante que impactará o futuro das próximas séries da MCU. Muitos espectadores – principalmente fãs hardcore – vão ficar desapontados devido ao debunking inevitável de teorias extremamente hyped, mas no geral, WandaVision terminará como uma experiência positiva para uma maioria significativa. Olhando para a mesma como um todo, só encontro problemas menores com um episódio em particular onde o fan-service esmagador arrisca a lógica da sua presença, a personagem irritantemente clichê de Josh Stamberg e um certo arco que ficou um pouco vago demais para o “grande finale”.
WandaVision é, sem dúvida, do melhor conteúdo que se pode encontrar no género de super-heróis. Desde a narrativa misteriosamente não convencional que nunca deixou de ser incrivelmente cativante à bela homenagem a sitcoms que marcaram décadas, Jac Schaeffer e Matt Shakman abordam o luto e as diferentes maneiras que as pessoas lidam com a perda de quem amam de uma forma inegavelmente impactante.
Apesar da narrativa principal seguir um caminho previsível, as histórias secundárias indutoras de teorias em massa e personagens secundárias atiram o público para loops de dúvida constante, gerando uma quantidade surreal de hype para o próximo episódio. A série nunca perde o foco do seu núcleo emocional, algo que se encontra diretamente relacionado com uma das maiores vantagens de produtos com uma só temporada: não podem ser influenciados por teorias absurdas dos fãs nem pela pressão online.
Tanto Elizabeth Olsen como Wanda provam que são os membros mais fortes da MCU, com a atriz a entregar uma prestação digna de um Emmy (alcance emocional excecional) e a personagem a mostrar o seu verdadeiro poder, motivado pela sua solidão e amor perseverante. Paul Bettany, Teyonah Parris e Kathryn Hahn também são magníficos, mas, no final, “it was Wanda’s show all along“.
WandaVision pode ser visto na totalidade no Disney Plus.
Para já, não é possível efetuar chamadas em grupo.
Há muito tempo que os utilizadores pediam esta funcionalidade, principalmente aqueles que usam WhatsApp no computador. Ficou finalmente disponível, pelo que, a partir de agora, basta terem o WhatsApp Desktop a funcionar para falarem com a família ou amigos.
Para já, esta funcionalidade é compatível com o Windows 10 a partir da versão 1903 e com o macOS, neste caso a partir da versão 10.13 (High Sierra).
Em segundo lugar, as chamadas em grupo não estão disponíveis, pelo que não pensem em utilizar (ainda) como um substituto do Zoom ou Teams. Na prática, significa que só podem falar com mais uma pessoa ao mesmo tempo, tal como numa qualquer chamada mais tradicional.
À semelhança do que acontece na versão para smartphones, o WhatsApp garante chamadas com encriptação end-to-end, o que impede a plataforma de ver/ouvir as chamadas efetuadas.
Atenção, é necessário que tenham a app do WhatsApp instalada no vosso computador, ou seja, o WhatsApp Desktop, pois a versão web, que funciona à base do browser, não é compatível com esta novidade.