E se Kit Harington de Game of Thrones fosse Cersei? Ou Hodor?

Kit Harington tornou-se amplamente conhecido do grande público ao interpretar Jon Snow na série Game of Thrones, da HBO, adaptada para televisão a partir dos livros de George R. R. Martin.

Até aqui tudo bem. Mas imagina que o ator fazia de Hodor. Ou de Tyrion Lannister. Ou até de Daenerys Targaryen. Bem, não precisas de sonhar mais, basta veres o vídeo em baixo.

Claro que tudo isto não passou de uma brincadeira exibida no programa de Jimmy Kimmel. O sketch, exibido no talk-show na passada segunda-feira, dia 10 de julho, mostra os dotes de Kit Harington como outra personagem da adorada série. E até de outra personagem que não faz parte – Harry Potter.

Mais a sério, a sétima temporada de Game of Thrones vai estrear em Portugal no próximo dia 17 de julho, em exclusivo no Syfy.

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Segunda temporada de Stranger Things já tem data

Já esperávamos voltar a ver os miúdos de Stranger Things de volta à Netflix no final do ano, sendo que só faltava mesmo saber em que dia é que nos podíamos lançar numa binge session.

Podem apontar, é dia 27 de outubro.

Provavelmente alguns dias mais cedo do que esperado, uma vez que o primeiro trailer desta nova temporada mostrava os nossos heróis petizes disfarçados de Ghostbusters em preparação para o Halloween, que decorre na noite de 31 de outubro.

Para celebrar este “pequeno” anúncio, a Netflix disponibilizou este fantástico poster onde Will e companhia olham para uma nova e estranha criatura. Mas a questão que se coloca agora é: Onde está a Eleven?

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Gangnam Style perdeu o título de vídeo mais visto do Youtube

Foram precisos cinco anos para que um outro vídeo de um músico norte-americano conseguisse destronar o recorde alcançado por PSY, autor do mega hit “Gangnam Style”.

A música do sul-coreano, que tornou a própria coreografia num marco da Internet, foi finalmente destronada pelo êxito “See You Again”, de Wiz Khalifa e Charlie Puth. Esta música, recorde-se, serve de homenagem ao malogrado Paul Walker, que protagonizou Brian O’Conner na saga milionária Fast and Furious. Na cena final do filme, toca a música enquanto Brian se despede de Dominic Toretto, interpretado pelo americano Vin Diesel.

Quanto a números, “Gangnam Style” tinha, à hora deste artigo, 2.895.107.524 visualizações. Em 2012 o vídeo bateu recorde ao tornar-se o primeiro do YouTube a chegar às mil milhões de visualizações. Quanto ao novo rei “See You Again”, contava, à hora deste artigo, com 2.897.619.778 visualizações.

Mas o sucesso de Wiz Khalifa e Charlie Puth pode ter os dias contados. É que o sucesso deste ano, “Despacito”, do porto-riquenho Luis Fonsi, já leva 2.490.847.293 visualizações.

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Ryanair lança 250 mil bilhetes por 9,99€

Queres voar para a Europa a um preço baixo entre outubro e novembro? Não precisas de procurar mais. A Ryanair, popular companhia aérea low-cost, anunciou há umas horas uma mega promoção: 250 mil bilhetes, para mais de 900 rotas, ao preço de 9,99€ cada.

Parece mentira, mas não é. A companhia irlandesa é conhecida por fazer campanhas sem anúncio prévio e verdadeiramente bombásticas.

Fazendo uma rápida pesquisa, percebemos que, a partir de Lisboa, tens voos de ida e volta para Karlsruhe/Baden-Baden, na Alemanha; para o Luxemburgo; para Paris, em França, e para Ponta Delgada ou Terceira, nos Açores.

A partir do Porto, a oferta é MUITO maior. Barcelona, Bordéus, Carcassone, La Rochelle, Luxemburgo, Madrid, Palma de Maiorca, Paris, Estrasburgo ou Valência.

Tem em atenção que, para teres os voos de volta em muitos dos destinos a 9,99€, necessitarás de tirar uma semana de férias. Mas vê os voos disponíveis e faz contas à vida.

Apressa-te. É que a promoção termina no final do dia de amanhã, quarta-feira, dia 12 de julho.

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The Dark Tower de Stephen King recebe novo trailer

A muito aguardada adaptação da obra de ficção de Stephen King, The Dark Tower, está finalmente ao virar da esquina, depois de quase uma década desde que se começou a ouvir falar desta versão cinematográfica.

Após o projeto passar pelas mãos de JJ Abrams e Damon Lindelof, na altura conhecidos pela fama de LOST, Ron Howard esteve muito perto de trazer a visão de King para o grande ecrã. No entanto, o dinamarquês Nikolaj Arcel acabou por ser o responsável pela adaptação.

Com Idris Elba e Matthew McConaughey como protagonistas, The Dark Tower é um épico de ficção científica e fantasia com a típica demanda do bem contra o mal e que mistura uma estética contemporânea com o antigo velho oeste.

No segundo trailer lançado esta semana, espreitamos um pouco da trama e ficamos com uma ideia do que poderemos esperar – um filme de pipoca com muita ação.

Resta saber se irá fazer justiça aos livros, que contam com uma enorme comunidade de fãs sedentos por mais The Dark Tower.

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NOS Alive dia 1: The xx foram reis e senhores da noite

O primeiro dia do NOS Alive, um dos festivais mais badalados de Portugal, tinha como cabeças de cartaz o canadiano The Weeknd e os britânicos The xx. Se o primeiro veio apenas confirmar o bom momento que passa atualmente com a sua pop com laivos de R&B, os segundos mostraram que cresceram, que estão mais maduros e que dão um espetáculo cada vez mais aprimorado. Reis e senhores da noite, finalmente perceberam que tinha em Jamie xx uma espécie de mestre de cerimónias das máquinas. Mas já lá vamos.

Entrámos no recinto algo tarde dado o difícil trânsito e a demora nas filas de espera para, efetivamente, entrar no festival. Aliás, vimos até Álvaro Covões, responsável do evento, bastante furioso com os seguranças pelas filas gigantes que se iam criando.

Já dentro do NOS Alive, uma considerável moldura humana fazia companhia aos ingleses alt-J, eles que vieram apresentar o mais recente álbum Relaxer. Vencedores de um Mercury Prize em 2012, os britânicos deram um espetáculo mais competente do que em 2015, quando atuaram também no palco principal, mas pareciam algo deslocados e amorfos, como se tivessem sido engolidos pela subida de divisão. Desta vez a coisa foi diferente.

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Foto: Arlindo Camacho

Começaram devagarinho e sem muito alarido com “3WW” do mais recente Relaxer, mas rapidamente recuaram aos anteriores álbuns de estúdio. Este rock-pop experimental dos rapazes de Leeds tem uma admiração considerável por cá, no entanto, são as músicas do registo de estreia An Awesome Wave que mais histeria criam em quem vê o concerto. Afinal, não há álbum como o primeiro, não é?

“Something Good”, “Tesselate”, “Dissolve Me”, “Every Other Freckle”, “Taro”, “Breezeblocks” e a tão aclamada “Matilda”, cantada a plenos pulmões, foram outros dos temas do alinhamento do concerto do trio britânico. Há algumas bandas queridas do público português e que gozam de um estatuto considerável por cá. Os alt-J são um desses casos, e, quer-nos parecer que, qualquer que seja o álbum, Portugal irá recebê-los de braços abertos.

Da pop introspetiva passámos para a eletrónica mais dançável dos franceses Phoenix, também eles com novo álbum, Ti Amo, lançado no passado mês de junho, e do qual foram apresentados no NOS Alive a faixa-título e “J-Boy”. Apesar deste mais recente Ti Amo não ser um álbum tão forte como o anterior Bankrupt!, os franceses têm uma mão cheia de músicas para abanar a anca, como “Lisztomania”, “1901” ou “If I Ever Feel Better”, com refrões sobejamente conhecidos por quem aprecia este indie-rock corridinho dos gauleses.

Foto: Arlindo Camacho

Embora não tenham sido a razão principal pela qual os festivaleiros estavam no recinto, os Phoenix deram um excelente concerto com muita intensidade e energia. Nota-se que, em palco, o vocalista Thomas Mars está como peixe na água, soltando-se livremente no decorrer do concerto. Aliás, foi mesmo ele a estrear o crowd surfing nesta edição do NOS Alive. Bom bom era um concerto em nome próprio. Fica a dica.

Fomos a correr para o palco Heineken (o que é lixado, com tanta gente a querer fazer o mesmo) e já a atuação do Sr. Ryan Adams tinha começado. E ele pode fazer o que bem lhe apetecer com os seus 16 álbuns a solo, não contando com a passagem fugaz pelos Whiskeytown. Afinal de contas, falamos de um homem que transpira rock, que vive o rock como poucos, e que vê no amor e nos respetivos desgostos a grande fonte de inspiração para as suas canções.
A plateia esteve bem composta (mas com muito espaço vazio para preencher) para ver o concerto mais rock do primeiro dia. E notou-se que quem ali estava era verdadeiro apreciador do trabalho do norte-americano.

Ryan, que publicou algumas fotos de Lisboa no seu Instagram, elogiando a beleza da capital portuguesa, veio em digressão apresentar o seu mais recente disco Prisoner, editado em fevereiro passado. E que belo disco esse.
Num concerto barulhento que se farta, o norte-americano elogiou a energia da plateia, e, entusiasmado, lá revelou que “as pessoas ainda acreditam no rock and roll”.

“Do You Still Love me?” (single do novo álbum) foi o tema escolhido para abrir o concerto, seguindo-se “To Be Young” (Is to Be Sad, Is to Be High) e “Gimme Something Good”, despertando, desde logo, emoções várias em quem via o espetáculo. Ele é country rock, ele é blues rock, ele é um romântico incurável. O Sr. Ryan sabe o que faz, e fá-lo bem pa caraças.

Criada a ligação com o público, o alinhamento do concerto passou por boa parte da carreira de álbuns do artista, até nos registos com os The Cardinals, mas deixou outros de fora. E não, o álbum de covers das músicas de Taylor Swift também não foi aqui apresentado.

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Foto: NME

Como bom rocker que é, Ryan tenta agradar à totalidade do seu público, passando dos enormes solos de guitarra para momentos de maior calma e tranquilidade.

Toda a gente sabe que, de grandes desgostos de amor, nascem os mais incríveis discos. A discografia de Ryan Adams revela-o um mestre na arte de amar e de destruir corações. Há como não adorar?

Infelizmente não ficámos para o fim do concerto, muito por culpa do concerto dos the xx, que tocariam 40 minutos após o início do concerto do norte-americano. Os horários são tramados e, à medida que o concerto dos ingleses se ia aproximando, a plateia ia abandonando o espaço sem muito estrilho. Ryan, espero que leias isto: volta, mas em nome próprio. Por favor. Deixa-me sofrer contigo e com as tuas músicas.

Palco NOS ao barrote para ver um dos cabeças de cartaz deste dia, os ingleses the xx, que vieram apresentar I See You, terceiro registo de originais, lançado este ano. E há que realçar logo uma coisa: os the xx ficaram muito diferentes, muito mais expansivos, e saíram de dentro da bolha introspetiva onde se colocaram nos dois álbuns anteriores. Um dos grandes culpados é Jamie xx, mestre da eletrónica do grupo, e que trouxe os ensinamentos do seu álbum a solo para junto de Romy e Oliver, os vocalistas da banda. O som está mais cheio, chega a mais gente e isso só pode ser bom. Aliás, ao meu lado diziam que “os The xx abriram para o Jamie xx”.

Começaram com “Intro” em formato gingão, qual mais, para gáudio dos presentes, tema esse que abre o álbum que os deu a conhecer ao mundo. O trio britânico já há algum tempo que criou uma relação de amor com os portugueses, começando logo em 2010 com um concerto de estreia na Aula Magna, em Lisboa. Nesse mesmo ano, seguiram-se uma data na Casa da Música, no Porto, e outra data no palco secundário do Optimus Alive 2010. Depois, em 2012, vieram ao Optimus Primavera Sound e, em 2013, os ingleses trouxeram a Portugal o seu próprio festival, Night + Day. E desta vez, sete anos depois de terem ido ao Alive, regressaram como cabeças de cartaz no palco principal. Incrível. E a tal relação de amor? Pois, consumou-se em casamento.

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Foto: Arlindo Camacho

Logo depois de “Intro” veio “Crystalised”, sendo seguida por “Say Something Loving”, do novo álbum. Aliás, foram tocadas sete faixas do mais recente trabalho discográfico, além de “Loud Places”, que saiu do álbum In Colour, de Jamie xx.

Ao longo do concerto, os britânicos foram tocando novos temas e regressando aos antigos, para gosto dos fãs que os acompanham desde o início. Com o novo disco a ser tocado quase na íntegra, percebeu-se que os The xx cresceram e amadureceram. O som introspetivo, algo sombrio e cru, evoluiu e deu lugar a algo mais ritmado, mais eletrónico, e não tão fechado. Aliás, só com esta crescente de popularidade se compreende a subida de divisão ao palco principal. Mas a sonoridade não se perdeu; está lá, mas transformada. A fragilidade dos dois álbuns anteriores está lá, mas a emoção cresceu como nunca antes visto no grupo.

Algo curioso é que, ao vivo, as músicas dos The xx estão um bocadinho mais aceleradas, mesmo as mais antigas. Apercebi-me disso neste concerto, mas claro, não fica nada mal.

Fazendo sempre jogos de vozes, Romy Madley Croft e Oliver David Sim, cada um do lado do palco, vão fazendo valer as suas qualidades enquanto músicos e cantores. Ela, mais liberta que nunca, a deslumbrar a solo com a fantástica “Performance”, e, depois, em “Brave for You”, ele, que nem uma serpente e o seu grandioso baixo, a mostrar o que vale na fabulosa “A Violent Noise” e a dedicar “Fiction” a um membro da banda que se encontrava no hospital.

Quanto a Jamie xx, ora nas máquinas, ora nas baquetas de percussão, é o mestre de ritmos e da eletrónica do grupo. É cada vez mais essencial no grupo e é um dos grandes responsáveis por um concerto dos The xx ser mais animado que nunca. Ou seja, o minimalismo e crueza da pop monocromática e melancólica do grupo mudou para algo mais franco e entusiasta, muito por culpa das influências do jovem produtor. “Shelter”, por exemplo, foi apresentada em versão de discoteca. E Infinity? Bem, incrível.

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Foto: Arlindo Camacho

Eles próprios estão mais faladores. Romy pediu ajuda ao público para a acompanhar em “Performance”, Oliver Sim revelou “adorar festivais, porque podemos ser quem nós quisermos e esquecer os problemas em casa”, realçou “adorar a cidade, tanto que trouxemos cá o nosso próprio festival” e Romy reforçou que “estávamos à espera deste concerto há tanto tempo. Obrigado por todo o amor que sempre nos deram”. Vejamos: este comunicar com o público era impensável há uns anos. Eles estão mais soltos, mais alegres. Nota-se outra energia.

Lá para o final, a inevitável “Angels”, um clássico instantâneo da banda, foi dedicada por Romy à sua noiva, que andava por ali. “Quero dedicar esta à minha noiva. Amo-te”.

Final da atuação e de um dos melhores concertos desta edição do NOS Alive. As juras de amor entre banda e público foram renovadas. Voltámos a apaixonar-nos.

Foto: Arlindo Camacho

Entretanto fomos em passo apressado para ver o duo inglês Royal Blood, acabados de entrar em palco, e desde logo a partir tudo, com a tenda a rebentar pelas costuras.

Com álbum novo lançado no mês passado, How Did We Get So Dark?, e com concerto agendado para 28 de outubro no Campo Pequeno, em Lisboa, este concerto do NOS Alive serviu para muitos verem a banda pela primeira vez ao vivo, enquanto que, para quem vai ao concerto de outubro, este serviu como aperitivo. E não nos cansamos de dizer isto: como é que dois tipos conseguem fazer tanto barulho?!?

Mike Kerr e Bem Thatcher chegaram que nem um estrondo ao mundo da música quando, em 2014, editaram o disco de estreia homónimo, que os levou a atuar pela primeira vez em Portugal no Coliseu de Lisboa. Não é qualquer banda que faz isto.

Do início ao fim, o duo de Brighton, Inglaterra, esteve infernal e a multidão em total exaltação. Arrancaram com “Where Are You Now”, do segundo e mais recente registo de originais, e, a partir daí, foi debitar e debitar riffs. Isto é rock puro e duro – há solos prolongados, há solos de bateria.

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Foto: Hugo Macedo

Não soam tão sujos como outras bandas, nem tão pouco têm uma atitude punk, mas os Royal Blood estão ali para destruir os ouvidos da malta: é pancada atrás de pancada, como se a banda tivesse uns quatro ou cinco elementos. Mas não, eles são apenas dois. Uau.

Escutámos “Lights Out”, “Hook”, “Line & Sinker”, “Come on Over”, “Figure it Out”, “Ten Tonne Skeleton” e, a fechar, “Out of the Black”. Nota positiva para o público. Notava-se claramente que estavam ali para apreciar a atuação e que eram conhecedores da curta carreira do duo inglês. O entusiasmo era mútuo. E isso é tão bonito de se ver.

Terminado o concerto, virámos costas e fomos ao palco NOS ver a atuação do (outro) nome mais esperado do dia: The Weeknd. Não ouvimos temas como “Starboy” ou “Party Monster”, temas do último registo de estúdio, mas desde logo percebemos uma coisa: o canadiano veio confirmar o bom momento que atravessa, mas não causou tanto impacto como seria de esperar.

O homem disse que “quando venho a Portugal, eu quero é festa!”, mas fez ele mais a festa do que, propriamente, o público. Apesar do espaço livre para ficar em melhor sítio para vislumbrar o canadiano, a verdade é que eram os fãs das filas da frente que mais vibravam com as músicas de The Weeknd. O pessoal, cansado, conseguiu aguentar-se durante mais de uma hora.

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Foto: Arlindo Camacho

Não foi uma atuação má, mas também não foi memorável. Digamos que cumpriu, apenas. Separado do resto da sua banda, The Weeknd acaba por ser como uma espécie de ídolo que comanda uma multidão de jovens. Como se fosse um dos rostos de um canal de música que já não existem. Abel Makkonen Tesfaye, nome real do canadiano, esteve há cinco anos no Primavera Sound quase como um perfeito desconhecido a atuar para algumas dezenas de pessoas num palco secundário. Aqui encabeçou o NOS Alive. Ele que começou mais R&B e que depois se virou para uma pop mais viciante e elástica para uma geração adolescente.

Não faltaram temas mais dançáveis como “In The Night”, “Rockin” ou “Secrets” e mega sucessos como “Feel My Face” e “I Feel It Coming”, encerrando a atuação com “The Hills”, já no encore, e com muito fogo à volta do palco. Portanto, um alinhamento muito ajustado nos dois últimos álbuns.

Há quem adore, há quem deteste, há quem não ligue patavina. Mas apesar de não ter sido um concerto espetacular, The Weeknd conseguiu deixar a sua marca no NOS Alive.

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Torres Novas vai ter Wi-Fi à borla nos principais espaços públicos

É uma novidade que vai agradar a quem tem um pacote de dados limitados, ou, por outro lado, algo útil para os turistas que visitam a cidade de Torres Novas.

A candidatura #TorresNovasLigaTe – rede wi-fi de acesso livre, resultante do acordo de colaboração com o Turismo de Portugal, vai criar uma rede municipal de zonas de acesso à Internet nos principais espaços públicos da cidade. Como espaços públicos compreende-se os locais com maior afluência dado o seu interesse turístico, histórico e patrimonial.

O objetivo é, portanto, disponibilizar acesso wi-fi nesses centros históricos e com maior afluência de turistas. No caso de Torres Novas, serão feitas intervenções na Praça 5 de Outubro, o Castelo, as ruínas romanas de Vila Cardílio, a Biblioteca, a Praça do Peixe, a Praça dos Claras, o Museu, o Mercado Municipal, o Palácio dos Desportos, as Piscinas e o Teatro Virgínia.

O orçamento do projeto situa-se nos 71.340€, sendo que o financiamento será de 50 mil euros.

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Fãs fazem a melhor (ou pior) recriação de um filme de Star Wars

Star Wars é, provavelmente, a saga mais importante da história do cinema, goste-se ou não. O impacto cultural e social da saga criada nos anos 70 por George Lucas teve proporções à escala global e foi dos produtos mais inspiradores para futuras gerações de realizadores e fãs de cinema e ficção científica.

Avançando rapidamente para 2017, sabemos que, com a nova vaga de episódios Star Wars, a saga continua bem presente nas nossas vidas. E para muitos fãs é quase uma religião.

Os mais dedicados vestem-se como as personagens e, por vezes, vão até mais longe ao criar curtas e adaptações baseadas na saga, com valores de produção que fazem inveja a muitos filmes de Hollywood.

Depois temos este grupo de fãs, que abraçam o absurdo e fazem uma adaptação, cena a cena de Revenge of the Sith, com o mínimo de recursos de produção possíveis. E o resultado é, no mínimo, hilariante, não se percebendo se é terrível.. ou genial.

A ideia surgiu do neozelandês Tim Hoekstra e de um grupo de amigos bastante dedicado que, nos tempos livres, deram tudo pelo projeto mais (ou menos) ambicioso que vão ver hoje. É que estão recriadas todas as cenas existentes no filme original.

NOS Primavera Sound: passes gerais à venda amanhã durante 12 horas a preço promocional

Se, tal como nós, és um adepto do NOS Primavera Sound, festival de música que se realiza anualmente no Parque da Cidade, no Porto, então tens de aproveitar a oportunidade para adquirires o passe geral para a edição do próximo ano a um preço reduzido.

Amanhã, 11 de julho, a partir das 12h00 e até à meia noite, poderás comprar o passe geral para a sétima edição do NOS Primavera Sound por 85€. Os bilhetes estarã à venda na BOL, Ticketea, Portal NOS Primavera Sound e nos locais habituais.

Mas, se fores portador do cartão de passe geral NOS Primavera Sound 2017, terás um desconto extra de 5€, o que faz com que o teu bilhete passe a custar apenas 80€. Neste caso, necessitarás de validar o código de barras do cartão.

Aconselhamos-te a que não deixes passar a oportunidade, pois logo no dia seguinte, 12 de julho, os passes gerais para o NOS Primavera Sound passam a custar 105€. Ou seja, se queres poupar 20 ou 25€, tens mesmo de aproveitar.

Como já deves saber, o festival portuense regressa ao Parque da Cidade, no Porto, de 7 a de junho de 2018.

O primeiro smartphone holográfico é de uma empresa de câmaras de cinema

A Red Digital Cinema (RDC), uma empresa de câmaras para cinema e televisão, fez hoje um anúncio inesperado. Vai lançar o primeiro smartphone holográfico, o Hydrogen One.

O anúncio foi feito apenas com uma pequena imagem de teaser, início da campanha de pré-vendas e uma descrição do que é o equipamento.

Provavelmente estão tão confusos como nós, mas segundo a RDC, o Hydrogen One é um smartphone Android que promete revolucionar o modo como olhamos para os nossos ecrãs e manuseamos os nossos dispositivos.

Não, ainda não vamos ter pequenos hologramas de Leia no nosso bolso. O que vai acontecer é que as imagens no ecrã retina de 5,7 polegadas do Hydrogen One vão ganhar profundidade, sendo possível manipular conteúdo 3D sem o recurso a óculos ou dispositivos externos. Estas capacidades vão, também, ter impacto em aplicações, jogos e em funcionalidades de realidade aumentada e VR.

A RDC não está com meias medidas com o seu primeiro smartphone, querendo também aumentar a experiência áudio dos utilizadores com algoritmos que vão permitir usar áudio surround com headphones 5.1.

Para tornar o dispositivo ainda mais especial, o Hydrogen One vai ser modular, ou seja, permite adicionar ou remover equipamentos, consoante a experiência desejada do utilizador.

As novidades ainda não acabam aqui, mas são mais dirigidas aos cineastas, que poderão usar o smartphone como interface das diferentes câmaras da marca norte-americana.

Infelizmente não se sabe muito mais sobre o Hydrogen One, nem há imagens para ver como ele é. Sabe-se que chega em 2018 e que já está em pré-venda com o modelo Titanium a 1595 dólares e o Aluminium a 1195 dólares.

Huawei apresenta o Y6 2017, um smartphone bem supimpa

Já existem poucas desculpas para, em 2017, não ter um smartphone. Longe vão os tempos em que qualquer dispositivo era uma imitação do iPhone e que custavam dois ordenados e troca-o-passo.

Reconhecendo que há um nicho de mercado para conquistar, e que até agora poucos o fazem de modo convincente, a Huawei apresentou o Y6 2017, um dispositivo modesto, mas com looks de gente grande.

A proposta da Huawei é barata, mas dá cartas na performance quanto basta. Disponível em três cores, haverá dois modelos, um single-SIM e um dual-SIM, mas ambos com um ecrã 1280×720 píxeis IPS de 5 polegadas, um tamanho que, nos dias de hoje, é o perfeito.

Dentro da sua carapaça temos um processador MediaTek MT6737T de 1.4GHZ, 2GB de RAM e 16GB de memória para encher. É ainda possível usar um cartão microSD até 128GB.

O Y6 2017 vem equipado com uma câmara traseira de 13MP com flash led e uma “câmara de selfies” com 5MP, também com flash led.

Vem munido de uma bateria de 3000 mAh, que confere uma longevidade decente, tem Bluetooth 4.0, porta Micro-USB e vai chegar ao mercado muito em breve por 159.90€.

Aparentemente, o único aspeto menos positivo para alguns poderá ser o sistema operativo que se fica pela versão modificada do Android 6.0 MarshMallow com o EMUI 4.1, mas, graças ao suporte da marca, não será certamente um deal-breaker para um telemóvel smart de baixo custo.

Godzilla está de regresso em formato de… anime?

Godzilla está para as histórias de monstros como o 007 está para as histórias de espionagem. É um franchise longo, com imensas histórias e reinvenções no seu legado, entre filmes japoneses e americanos.

A próxima grande aventura do rei dos monstros chega em formato de anime e apresenta-nos um conceito inesperado e diferente do que vimos até agora na série.

Vinte mil anos no futuro, a Terra está ocupada por vários monstros onde se inclui o Godzilla, e a humanidade encontra-se numa guerra para recuperar o planeta.

Para além da descrição da série, o estúdio de animação TOHO lançou ainda o primeiro trailer da série, que chegará lá para o final do ano.

Recentemente vimos Godzilla na adaptação americana em 2014, que deu lançamento a um novo universo cinemático da Legendary Pictures, e em Shin Godzilla, um reboot japonês lançado o ano passado.

Entroncamento: Abriu uma nova loja de produtos biológicos

Chama-se Peso e Medida a Granel e, essencialmente, trata-se de uma mercearia de produtos biológicos orgânicos sem glúten e sem lactose.

Sara Bernardino, responsável do espaço, apostou nesta loja para que possa impingir um modo de vida saudável, neste caso, falamos em termos de alimentação saudável, às pessoas do Entroncamento e arredores. A loja terá produtos como superalimentos, frutos secos e desidratados, tapioca, massas, arroz, cereais, entre tanta outra coisa.

Podes ainda comprar os produtos na loja online da Peso e Medida a Granel e, caso sejas do Entroncamento, entregam-te os produtos em casa por apenas 1,5€. Se fores de outra zona do país e fizeres mais de 50€ em compras, então terás os portes gratuitos.

A loja está situada na rua António Lucas e está aberta todos os dias, exceto ao domingo, das 9h30 às 13h00 e das 14h30 às 19h00.

Star Trek: Discovery vai chegar exclusivamente à Netflix

Os trekkies que preparem as suas orelhas pontiagudas e apontem nas agendas – Star Trek: Discovery, a nova série da saga, chega à Netflix a 25 de setembro, sendo exibida todas as segundas-feiras.

A nova aposta do canal CBS terá 15 episódios e será dividida em dois capítulos. O primeiro será composto por oito episódios que serão lançados de 25 de setembro a 6 de novembro. O segundo chega em janeiro de 2018.

Esta nova aventura é uma prequela da série Star Trek original dos anos 60, onde vamos poder acompanhar a tripulação da USS Discovery na exploração de novos mundos e civilizações.

Para ficares a par das novidades da série, podes seguir as páginas do Twitter, Instagram e Facebook do Star Trek: Discovery.

Asus Zenfone 4 Max oficialmente anunciado

Anunciado oficialmente na passada segunda-feira, dia 4 de julho, na Rússia, o Asus Zenfone 4 Max é o primeiro smartphone da linha Asus Zenfone 4 a ser apresentado ao público.

Já saíram os horários do Super Bock Super Rock

Falta exatamente uma semana para começar mais uma edição do festival camaleónico lisboeta. A decorrer no Parque das Nações, em Lisboa, desde 2015, o Super Bock Super Rock, festival de verão da promotora Música no Coração, acontece este ano entre 13 e 15 de julho, tendo Red Hot Chili Peppers, Future, London Grammar, Deftones e Fatboy Slim como nomes fortes.

Qualquer festivaleiro que se preze aguarda sempre pelos horários de modo a fazer as suas escolhas. E ei-los, finalmente.

Não terás grandes problemas de sobreposição de concertos, a não ser que prefiras ver o projeto Língua Franca (Rael, Emicida, Valete, Capicua) ao invés de London Grammar ou tenhas preferência, por exemplo, em ver Taxiwars ao invés de Foster The People.

Vê aqui em baixo os horários e prepara-te para três dias de boa música no Parque das Nações.

OZARK é a nova série original da Netflix

Dia 21 de julho chega à Netflix a muito antecipada série, OZARK, com Jason Bateman e Laura Linney.

Em OZARK, Marty (Jason Bateman) é um assessor financeiro corrupto que trabalha com cartéis de droga mexicanos, e, um dia, quando as coisas começam a correr para o torto, vê-se obrigado a fugir com a sua família para a região de Ozark, no Missouri.

Sabe-se ainda que este drama conta com Laura Linney, Esai Morales, Marc Menchaca, Jason Butler Harner e Harris Yulin.

Para já, a Netflix lançou um clipe da série onde os dois protagonistas discutem o início dos problemas que vão enfrentar.

E se os dinossauros da série “Dinosaurs” aparecessem no Jurassic Park?

Para quem cresceu durante os anos 90, sabe o quão os “dinossauros” eram populares, muito graças à adaptação de cinema do Jurassic Park.

Entre filmes e séries centradas em répteis pré-históricos, havia um série obscura chamada Dinosaurs, uma espécie de sitcom, mas com fantoches e pessoas vestidas de dinossauros.

O aspecto amigável, e também assustador, das criaturas desta série levaram a ilustradora Jen Lewis a reimaginar o clássico de Steven Spielberg, substituindo os dinossauros do filme, pelos da série. E o resultado fantástico e igualmente aterrorizante.

TAP anuncia primeira ligação direta entre Portugal e China

Sempre quiseste embarcar numa aventura pelo Oriente, mas não gostas de algumas companhias aéreas ou não queres fazer escalas? Pois fica a saber que a TAP anunciou ontem a primeira ligação direta entre Portugal e China, através de um voo para Pequim em code-share com a Beijing Capital Airlines, a acontecer já a 26 de julho.

E o que é isto do code-share? Basicamente a TAP coloca o seu código em voos da companhia aérea chinesa na primeira ligação direta entre Portugal e China – neste caso específico, Pequim. O mesmo acontece no inverso com a Beijing Capital Airlines, que assim passa a colocar o seu código em voos TAP em ligação com os seus serviços. Numa fase inicial, estarão abrangidos voos entre Lisboa e Casablanca. No futuro, as cidades do Porto, Faro, Funchal e Madrid ficarão também integradas nesta parceria.

Quem optar pelo trajeto e necessitar de chegar a outras cidades chinesas, pode usufruir dos serviços da Beijing Capital e Hainan Airlines, que oferecerão ligações para Hong Kong, Cantão, Xangai, Xiamen, Fuzhou, Wuhan, Qingdao e Macau.

Além disso, para quem viajar até Lisboa a partir de Pequim, terá à disposição ligações para o mercado africano, brasileiro, americano e europeu, como São Tomé, Rio de Janeiro, Boston, entre outros.

beijing capital airlines echoboomer

Para quem está já a pensar na utilização e acumulação de milhas, vai ter de aguardar algum tempo, já que a Beijing Capital Arlines não pertence a rede Star Alliance e não é parceira TAP Victoria. Contudo, prevê-se, a breve trecho, a interligação dos Programas de Fidelização Victoria e Fortune Wings Club, que passarão a oferecer aos respetivos clientes múltiplas opções de utilização e acumulação de milhas nas redes de destinos de ambas as companhias.

Quanto a preços, por exemplo, um voo de ida e volta entre Lisboa e Pequim, com saída da capital portuguesa a 26 de julho e regresso a 2 de agosto, tem um custo de 608,86€. Esse mesmo voo parte de Lisboa às 10h30 num A330-200 e chega a Pequim às 5h55 do dia seguinte, tendo a duração de 12 horas e 25 minutos. Neste mesmo exemplo, o voo de regresso parte de Pequim à 1h10, chegando a Lisboa às 7h30, e tem a duração de 13 horas e 20 minutos.

NOS Alive: Tudo o que precisas de saber para a edição deste ano

Está quase a começar mais um NOS Alive. A decorrer desta quinta-feira, 6 de julho, até sábado, 8 de julho, muitos são os artistas e bandas que irão pisar os palcos do festival que decorre todos os anos no Passeio Marítimo de Algés, em Oeiras.

São centenas de concertos, vários palcos, muitos espaços de marcas que patrocinam o festival, uma área bem interessante e diversificada de restauração… Enfim, espera-se uma grande festa, mas com menos estrangeiros à mistura: 22 mil pessoas que vêm de fora, ou seja, este ano, os portugueses interessaram-se mais pelo NOS Alive.

O orçamento é cada vez maior. Este ano ascende a 8,5 milhões, canalizados na maior parte para o cartaz musical. The Weeknd, The xx, Foo Fighters e Depeche Mode são os cabeças de cartaz, mas os fãs esperam também pelas atuações de Ryan Adams, Imagine Dragons, Fleet Foxes, Bonobo, Glass Animals, entre tantos outros. Para tudo isto funcionar, 5 mil pessoas estão envolvidas na conceção do festival, para que nada falhe nos dias do evento.

mapa nosalive2017 echoboomer

Esperam-se 55 mil pessoas por dia. É muita gente. Por isso, fica a saber que não é permitida a entrada dos seguintes objetos no recinto: objetos perigosos (canivetes, qualquer tipo de arma, correntes); cintos e/ou pulseiras pontiagudas, etc.); garrafas plásticas com tampa; bebidas alcoólicas; caixas com comida; máquinas fotográficas / filmar profissionais; gravadores de som; animais; capacetes; stick GoPro/ selfie stick; objetos de vidro (garrafas/ perfumes, etc.); qualquer objeto que possa ser arremessado. A organização aconselha ainda que deixes a mochila em casa, pois isso pode atrasar a entrada no recinto.

Outro ponto que importa referir é o dos transportes. Não leves carro, apanha antes um transporte público. Ou, então, podes deixar o carro no parque de estacionamento do Alegro Alfragide (gratuito) e trocar o bilhete diário ou o passe geral pela pulseira no parque exterior do segundo piso que te leva em viagem ao recinto a bordo do Alegro BUS. As viagens são gratuitas, ocorrem a cada 30 minutos e acontecem desde as 16h00 até às 3h00 da madrugada.

Ah, no Alegro podes ainda trocar o teu passe geral pela pulseira do NOS Alive. É o único ponto do país onde o podes fazer, e sempre poupas tempo na altura da confusão nas imediações do recinto.

Também há boas novidades para quem reside na Margem Sul. Durante os dias do festival, a Transtejo terá três carreiras noturnas às 3h00, 3h30 e 4h00 da madrugada.

acaopamento echoboomer

A edição deste ano conta ainda com um Acãopamento, para que possas deixar o teu amigo de quatro patas entregue aos cuidados da Equipa Tiago Patel; um serviço de recolha para veículos Cabify, ou seja, chamas um Cabify, chegas ao ponto pickup e aguardas pelo condutor, e uma outra novidade para os mais gulosos: gelados da McDonald’s.

Pronto, não vais ter o Big Mac ou o Big Tasty, mas pelo menos vais poder escolher entre o McFlurry de Oreo ou de M&M’s (1,70€ cada) ou o Sundae de caramelo, morango e chocolate (1,50€ cada).

Já fizeste o teu horário? Não? Então passa aqui e decide-te. Marca na agenda também: o NOS Alive regressa no próximo ano entre 12 e 14 de julho, sempre na segunda semana do mês de julho.