A Razer revela uma nova cadeira para “gaming a sério”

Podem não jogar melhor, mas vão jogar com maior conforto.

A promessa da Razer para a sua novidade é forte, pois a Razer Iskur X apresenta-se como “a cadeira essencial para gaming a sério”.

Não será certamente a arma que irá aumentar o desempenho nas vossas sessões de jogo, mas pelo menos irá torná-las mais confortáveis.

A nova Iskur X foi desenhada para o máximo de conforto, ergonomia e durabilidade, com uma estrutura reforçada em aço, espuma de alta densidade e acabamento em couro sintético de várias camadas resistente ao desgaste.

razer iskur x 2

Com suporte até 136kg, conta com um encosto para costas com apoio ao longo da curvatura natural das costas; apoios de braço 2D reposicionáveis para pousar os pulsos; e o assento tem uma ligeira curvatura para suportar as coxas e as pernas durante longas sessões de jogo.

Esta novidade está à venda através da loja online da Razer e outras selecionadas a partir de 399,99€, com almofadas para a cabeça e para as costas a 39,99€ e 49,99€, respetivamente, que podem ser adquiridas em separado.

Nova Era Beach Party 2021 tem novas datas para acontecer ainda este ano

Mantém-se o lineup anunciado para as datas de 2020.

Estava previsto para o final de junho, mas acaba de ser reagendado para setembro… deste ano. Falamos do Nova Era Beach Party 2021, festival de música eletrónica que acontece na Praia do Aterro Norte, em Matosinhos.

“Nestes últimos meses, acompanhámos atentamente a cada dia, a evolução nacional e internacional da pandemia da Covid-19, que colocou o Mundo num contexto que nunca tínhamos vivido antes. Tendo em conta a indefinição em que ainda nos encontramos, a organização da Nova Era Beach Party decidiu reagendar a maior Beach Party da Europa para 10 e 11 de setembro de 2021, altura em que todos os indicadores atuais nos dão confiança de a poder realizar dentro daquilo que achamos essencial para todo o público, artistas e colaboradores: segurança e bem-estar”, diz a organização em comunicado.

O lineup já anunciado para as datas de 2020 inicialmente agendadas mantém-se com Martin Garrix, Armin van Buuren, Oliver Heldens, W&W, Vintage Culture, Mariana Bo, Chapeleiro, Bassjackers e D-Block & S-te-fan. Outras novidades serão brevemente anunciadas na antena da Rádio Nova Era.

Os bilhetes já adquiridos são válidos para as novas datas de 10 e 11 de setembro, não sendo necessária troca ou emissão de novo bilhete. Quem desejar comprar, saibam que o custo do bilhete diário é de 25€, havendo o passe de dois dias por 35€. Nos dias do evento, o preço do bilhete diário e do passe sobem para os 28€ e 38€, respetivamente.

Há novas opções vegetarianas da Garden Gourmet para levar para qualquer lado

Em formato Grab&Go, portanto.

Foi há muito tempo, neste caso em setembro de 2019, que falámos pela primeira vez aqui no Echo Boomer sobre a Garden Gourmet, uma nova marca da Nestlé cujos produtos são inspirados na dieta flexitariana.

Com nuggets, almôndegas, tiras braseadas, hambúrgueres e panados a fazerem parte da gama, estes produtos devem ser consumidos no lar, uma vez que necessitam de ser preparados antes que possam ser servidos. Agora, porém, eis que surgem novas soluções vegetarianas a pensar em quem anda sempre de um lado para o outro.

Trata-se da gama Snock Feito com Garden Gourmet, prometendo conquistar um lugar de destaque nas preferências de quem quer optar por refeições prontas, rápidas e práticas, como parte de um estilo de vida saudável.

Têm à disposição saladas, wraps, sandes ou hambúrgueres à base de proteína vegetal, pelo que basta comprar, levar para qualquer lado e devorar.

Estes produtos podem desde já ser adquiridos nas superfícies comerciais El Corte Inglés, Auchan, Meu Super, Apolónia, Portela Cafés, na loja da Expo e nos postos de combustível Galp, BP e Cepsa.

Garrafões da Água Serra da Estrela passam a ser feitos de plástico 100% reciclado

Recorde-se que desde 2017, a Água Serra da Estrela já incorpora 25% de plástico reciclado em todas as suas garrafas de plástico, que são também 100% recicláveis.

Na semana que assinala o Dia Mundial do Ambiente, a Água Serra da Estrela dá mais um passo na sua estratégia de sustentabilidade ao lançar o primeiro garrafão feito com plástico 100% reciclado (RPET) em Portugal.

O novo garrafão de 6L é feito a partir de oito garrafas de 33cl e apresenta a característica de ser ligeiramente menos transparente, o que não afeta em nada a qualidade da água, estando já a ser comercializado nos diversos pontos de venda.

Com esta iniciativa, a marca prevê reduzir, por ano, a utilização de mais de 150 toneladas de plástico novo, reduzindo a pegada de carbono do garrafão em 70%.

Recorde-se que desde 2017, a Água Serra da Estrela já incorpora 25% de plástico reciclado em todas as suas garrafas de plástico, que são também 100% recicláveis. E nos últimos 11 anos, a marca reduziu em 39% a gramagem de plástico nas mesmas garrafas.

Canal História estreia documentário sobre as Bruxas de Salem

São quatro episódios ao todo.

O infame julgamento das bruxas de Salem começou durante a primavera de 1692, depois de um grupo de jovens raparigas em Salem Village, Massachusetts, alegarem estar possuídas pelo diabo e acusarem várias mulheres locais de bruxaria. As lendas sobre posses diabólicas levaram a detenções em massa, julgamentos forjados e até enforcamentos públicos em praças. Após as acusações e condenações de algumas adolescentes, foram executadas 20 jovens e outras 5 faleceram na prisão. Um dos momentos históricos mais escabrosos de sempre.

Embora o Tribunal Geral de Massachusetts tenha posteriormente anulado os vereditos de culpa contra as bruxas acusadas e concedido indenizações às suas famílias, a amargura permaneceu na comunidade e o doloroso legado dos julgamentos das bruxas em Salém manteve-se por séculos.

Coincidindo com o aniversário de Bridget Bishop, a primeira pessoa executada durante os Julgamentos de Salem na Nova Inglaterra colonial a 10 de Junho de 1692, o Canal História revive, em exclusivo, a histeria coletiva vivida nos julgamentos das Bruxas de Salem com a estreia do “docudrama” As Bruxas de Salem no dia 10 de junho, a partir das 22h15. Ao longo de quatro episódios com emissão dupla, nas quintas-feiras, 10 e 17 de junho, o canal ressuscita aqueles feitos de verdadeiro terror.

Analisando toda a documentação existente e registos judiciais, especialistas, sociólogos e historiadores reconstroem a história e dão explicações científicas sobre o que pode ter acontecido. Além disso, investigam como um acontecimento de histeria de tal envergadura pôde ocorrer naquela época e como poderia voltar a acontecer até na atualidade.

Já se pode renovar o Cartão de Cidadão através de uma videochamada

E em breve, será também possível renovar a carta de condução, marcar consultas ou pedir um certificado de registo criminal.

Há uma nova forma de renovar o Cartão de Cidadão. A partir de agora, passa a ser possível renovar o Cartão de Cidadão (para pessoas com 25 anos ou mais), alterar a morada do Cartão de Cidadão e ativar a Chave Móvel Digital através de uma videochamada.

Para agendar este apoio, os cidadãos devem aceder ao serviço pretendido no portal ePortugal e clicar no botão “Suporte” no lado direito da página. Após o preenchimento do formulário de agendamento é enviado um e-mail de confirmação para finalizar o pedido. Depois é enviado um segundo e-mail com o link de acesso à videochamada e os requisitos para a realização do serviço.

No dia escolhido é enviado um e-mail 15 minutos antes do início da videochamada.

Este serviço, que pretende evitar as deslocações para atendimento presencial nos serviços públicos, permitirá, em breve, revalidar a carta de condução, marcar uma consulta no centro de saúde, pedir o certificado de registo criminal de pessoas singulares e, ainda, associar atributos empresariais com o sistema de certificação de atributos profissionais.

Fornecimento de eletricidade, gás natural e água pode voltar a ser cortado em julho

Estas medidas temporárias deixam de estar implementadas a partir do início do próximo mês de julho.

Para fazer face à pandemia, dando resposta às dificuldades enfrentadas pelos consumidores, o Governo tinha aprovado uma série de medidas no ano passado, como por exemplo obrigar as empresas a não cortar o fornecimento de luz, gás natural e água por falta de pagamento das respetivas faturas. Mas essa é uma medida que termina já no final deste mês de junho.

A partir de 1 de julho, caso existam valores em dívida, “as empresas poderão cortar os serviços, desde que enviem um pré-aviso de corte nos termos da lei”, diz a DECO em comunicado.

A entidade relembra também que “os serviços de telecomunicações não podem ser suspensos até 30 de junho, por falta de pagamento das faturas, em caso de desemprego, de quebra de rendimentos do agregado familiar igual ou superior a 20%, ou de infeção por COVID-19”.

Além disso, “os consumidores que se encontrem em situação de desemprego, ou quebra de rendimentos do agregado familiar igual ou superior a 20% face aos rendimentos do mês anterior, podem cancelar o seu contrato de telecomunicações sem qualquer penalização, até 30 de junho. Em alternativa, e nas mesmas condições, podem solicitar a suspensão do contrato de telecomunicações, sem penalizações, retomando-o a 1 de janeiro de 2022, ou noutra data a acordar com o operador”, refere ainda a DECO.

Lisboa Comedy Club abre portas já este mês

E com almoços e jantares de quarta a domingo.

Lembram-se quando, no passado mês de março, vos referimos que o Lisboa Comedy Club, espaço dedicado ao stand up comedy na capital portuguesa, iria ganhar uma segunda vida? Pois bem, já temos uma data para a abertura de portas ao público.

Acontece já no dia 10 de junho e vai contar com almoços e jantares de quarta a domingo.

O Lisboa Comedy Club será, assim, o único clube em Portugal exclusivamente dedicado à comédia, e em especial ao stand-up comedy. O novo espaço será um clube de comédia, sala de espetáculos, mas também restaurante e bar.

Até lá, podem continuar a apoiar o projeto através do aluguer de espetáculos de vários comediantes na plataforma digital dedicada do Lisboa Comedy Club. Têm à disposição roasts e solos de stand-up comedy. No que toca a roasts, têm aqueles que já passaram na TVI: Roast – Toy, Roast – José Castelo Branco e Roast – Ljubomir Stanisic. No que diz respeito a solos, têm de Guilherme Duarte, Hugo Sousa, Ana Garcia Martins, Paulo Almeida, Francisco Menezes, Jorge Picoto, Alexandre Santos, Gilmário Vemba, Rui Cruz, Tuneza, Jovem Conservador de Direita, Joel Ricardo Santos e Renato Albani. Problema? Encontram alguns destes solos no YouTube… sem que tenham de pagar qualquer valor.

Cada aluguer custa 3€, ficando o conteúdo em questão disponível durante 24 horas.

Além disto, o espaço está ainda a servir refeições através do Uber Eats. Têm à disposição petiscos, saladas, hambúrgueres, pizzas, sobremesas e até pipocas.

Análise – Song of Horror (PlayStation 4)

Uma aventura de terror que funciona como um best of do género, mas que falha em ser assustador.

Uma boa ideia não equivale a um bom videojogo. Um conjunto de ideias, como podem depreender, também não é o suficiente para darmos origem a um videojogo competente ou memorável. É preciso saber combinar essas ideias, mecânicas e narrativas num pacote completo e focado. Podemos, claro, respeitar a ambição e criatividade da produtora, que teve também a coragem de criar um projeto capaz de se expandir na sua própria fórmula, mas é difícil não criticar esta falta de análise e pensamento prévio.

Song of Horror, da Protocol Games, é um desses projetos, um título de terror com inspirações nas aventuras gráficas que propõe uma campanha repleta de mecânicas, mas sem um coesão que torne a experiência minimamente memorável.

A Protocol Games parece ter partido com a intenção de criar o jogo de terror mais completo e representativo do género que jogaremos este ano. Com um mistério suficientemente intrigante a despoletar a campanha, que se constrói em torno de uma misteriosa caixa de música, Song of Horror não perde tempo a apresentar todas as suas cartadas. As inspirações nas aventuras gráficas, e também no catálogo da Telltale Games, faz-se sentir assim que iniciamos a campanha. No papel de Daniel, podemos explorar a sua casa com total liberdade, investigando documentos – que podemos manusear -, e conhecer melhor o sistema de visibilidade, representado pela posição da cabeça da personagem, que identifica os itens com os quais podemos interagir. A visão na terceira pessoa e a presença de ângulo definidos, mas dinâmicos, dão a Song of Horror a vaga sensação de que estamos perante um clássico do género.

Só nesta introdução, que também me relembrou The Medium – um jogo que, apesar dos seus problemas, é muito mais competente –, temos uma cultura de excessos no que toca às suas mecânicas.

Song of Horror

Com a introdução terminada, temos acesso à experiência destilada da campanha. Song of Horror não se desenvolve apenas com um protagonista, mas sim com vários, cada um deles com aptidões particulares e uma fonte de luz diferente. Podemos escolher, por exemplo, Sophie, que se mune de uma vela para iluminar o caminho, Mas também Alexander e Omar. O elenco é variado e o título da Protocol Games constrói-se em torno de uma experiência com morte permanente, isto é, sempre que uma personagem falecer terão de trocar para a próxima e continuar a aventura. A narrativa tenta conciliar as várias estórias e criar, no meio da confusão, uma sensação de terror permanente, mas a aposta nos puzzles e na navegação lenta, juntamente com as personagens que são – para todos os efeitos – descartáveis, perde-se qualquer tensão que se pudesse construir pela presença da entidade que nos persegue.

A possibilidade de perdermos personagens é aliciante e é, sem dúvidas, um dos pontos de venda de Song of Horror. Tenho de sublinhar que existe, de facto, um terror honesto na morte permanente, mas apenas num primeiro contacto. Depois, cria-se a inevitável irritação de quem perdeu um protagonista sem saber bem porquê. É possível mudarem as regras do jogo e eliminarem a morte permanente, mas sinto que isso é ir contra as intenções dos produtores. No entanto, Song of Horror podia ser mais equilibrado no desafio e na perda das personagens, ainda que se note que o foco se manteve sempre na navegação, recolha de itens e na resolução de puzzles. Nesse sentido, é um jogo competente e próximo dos seus semelhantes.

Outro elemento interessante que podia ser mais proeminente na jogabilidade é a iluminação. Apesar do seu destaque, influenciando, por exemplo, quais os itens que as personagens conseguem percecionar nos cenários, nunca sentimos o peso da escuridão e a leveza da luz, com o jogo a manter-se num ambiente bastante controlado e longe de ser assustador. O que é estranho, visto que outra das suas mecânicas permite que acendamos várias fontes de luz, como lareiras, para reforçarmos a segurança de um local.

Song of Horror

Esta ideia de segurança transparece também na forma como localizamos a entidade que nos persegue, existindo a possibilidade de encostarmos o ouvido nas portas para ouvirmos o que se passa do outro lado. Uma fonte de tensão, sem dúvida, mas que sabe a pouco. Não só é evidente quando existe algo do outro lado, como esta opção só está disponível em momentos e portas concretas. Não existe uma tensão permanente, pois sabemos quando é suposto parar para ouvir. O mesmo para a possibilidade de segurarmos as portas para impedirmos que a entidade nos apanhe, uma ação relegada para QTE.

Song of Horror é rico em ideias, mas sabe a pouco. É raro abandonar um jogo de terror antes de o terminar, até mesmo quando são deploráveis, mas o título da Protocol Games foi uma maré de aborrecimento que não me conseguiu agarrar. Talvez encontrem uma experiência muito diferente da minha, mas aconselho-vos a darem o salto se gostarem de aventuras gráficas – o terror é quase opcional.

Fica o aviso que Song of Horror tem alguns problemas de desempenho na PlayStation 4, com slowdowns e bugs visuais constantes, como uma lanterna que fica presa no ar sempre que nos movimentamos. Fora alguns momentos de iluminação, também é um jogo pouco atraente a nível visual, com texturas pobres e modelos ultrapassados. Tantas ideias e pouco desempenho.

https://youtu.be/zRx6ZefGiH0
Nota: Satisfatorio

Disponível para: PC, Xbox One e PlayStation 4
Jogado no PlayStation 4
Cópia para análise cedida pela Renaissance PR.

Albufeira está mais inteligente graças a uma nova app

Uma nova plataforma que permite aos serviços do município controlar as principais variáveis que integram as funções da cidade.

Albufeira é uma cidade mais inteligente. Com a sala Smart City de Albufeira já implementada e em funcionamento, a NOS e a Câmara Municipal de Albufeira apresentaram o projeto Smart City e a autarquia lançou a sua ferramenta online Albufeira Smart City – Gestão de Ocorrências, uma plataforma fácil e direta para que os cidadãos possam comunicar com a autarquia e transmitir várias ocorrências.

Com esta solução, é possível responder diretamente às necessidades e problemas dos cidadãos, gerindo a sua resolução de forma eficiente, uma vez que todas as ocorrências chegam à sala Smart City de Albufeira, situado no piso térreo da Câmara Municipal, que conta com o acompanhamento dos técnicos especializados.

A informação é recolhida através dos dispositivos de sensorização presentes na cidade, bem como pelos relatos dos cidadãos, neste caso através da app disponibilizada para o efeito, e é imediatamente analisada, dando início à ativação dos serviços camarários competentes, ou permitindo, até, antecipar intervenções com base nos dados existentes.

Esta plataforma permite aos serviços do município controlar as principais variáveis que integram as funções da cidade, nomeadamente o ambiente, iluminação pública, segurança, trânsito, vias de comunicação, parques de estacionamento, entre outras infraestruturas, numa visão 360º da cidade.

Albufeira junta-se, assim, a outras cidades como Lagoa, Oeiras, Moita e Vila Nova de Famalicão, onde os cidadãos já recolhem quotidianamente os benefícios das soluções implementadas pela NOS.

Há uma nova loja Continente Bom Dia em Penafiel

Esta abertura resulta de um investimento de 5,2 milhões de euros.

Abriu na passada quarta-feira, dia 2 de junho, uma nova loja Continente Bom Dia em Penafiel. Localizado na Avenida de Cabeça Santa, o novo espaço conta com cerca de 1.130 m2 de área de venda e, à semelhança de outras lojas, disponibiliza uma gama com milhares de produtos, onde será dado destaque a produtos da região.

No interior, os clientes conseguirão encontrar sacos reutilizáveis na compra de fruta, legumes ou padaria e encontrar à venda caixas 0% desperdício, com 5 kg de frutas e legumes em boas condições de consumo, mas próximos do limite da sua vida útil, por 0,50€/kg.

Na vertente ambiental, há a destacar a disponibilização de equipamentos onde os consumidores podem depositar óleos alimentares usados, pilhas usadas e rolhas de cortiça, que serão posteriormente levados para reciclagem.

Ao nível da iluminação, a loja dispõe de lâmpadas de baixo consumo, 100% LED e ainda de equipamentos de controlo e redução de potenciais consumos excessivos de água.

O Continente Bom Dia Cabeça Santa, à semelhança de todas as novas lojas da marca, inclui centrais fotovoltaicas de autoconsumo, de forma a minimizar a pegada carbónica do espaço.

O Continente Bom Dia Cabeça Santa conta ainda com os serviços de Cafetaria. Tendo resultado de um investimento de 5,2 milhões de euros por parte da marca, esta abertura veio criar 45 postos de trabalho na região.

O horário de funcionamento é de segunda a domingo, das 08h às 22h.

Yorn oferece 50GB de Internet por mês em junho, julho e agosto

Sim, são mesmo 50GB por mês, para gastar em cada um dos meses.

Os clientes Yorn já se habituaram a alguns mimos da marca por volta de alturas festivas, como é o caso da época natalícia, ou na altura do verão, em que muitos necessitam de dados móveis para trabalhar ou navegar na Internet por estarem de férias, logo fora de casa e impossibilitados de usar a rede Wi-Fi caseira.

Mas este ano a Yorn excedeu-se. Na nova oferta, a pensar no verão que se aproxima, a marca está a oferecer 50GB/mês de dados móveis para utilizarem em junho, julho e agosto. Sim, é que nem são 50GB no total, mas 50GB para cada mês.

Para aproveitarem esta oferta, basta que abram a app My Vodafone. Irão reparar que, na página principal, surge um banner alusivo a esta oferta. Devem então clicar nessa zona e fazer a respetiva ativação, sendo que receberão um SMS de confirmação.

Se quiserem consultar os consumos, terão de fazê-lo, lá está, na app My Vodafone. Além disso, esta net promocional é somente aplicável ao consumo “normal” de Internet, pelo que os consumos efetuados em serviços de streaming, YouTube e afins não serão aqui contabilizados, aplicando-se os valores de sempre do respetivo tarifário.

Atenção: esta é uma oferta válida somente para quem tem ativo o tarifário Yorn XL, que normalmente garante 10GB de dados móveis por mês. Quer isto dizer que os tarifários Yorn XM e Yorn XS não estão abrangidos nesta campanha.

Crítica – A Quiet Place Part II

A Quiet Place Part II é “menos” do que o seu antecessor em quase todos os elementos, mas continua a ser uma das melhores sequelas do género de horror.

Sinopse: “Após os acontecimentos mortais ocorridos na sua casa, a família Abbott (Emily Blunt, Millicent Simmonds, Noah Jupe) terá agora de enfrentar os terrores do mundo exterior enquanto continua a lutar em silêncio pela sobrevivência. Forçados a aventurarem-se no desconhecido, rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que se escondem para lá do caminho de areia.”

Se estão a ler este artigo, então provavelmente também perderam uns minutos com a minha opinião sobre A Quiet Place de 2018. Se assim for, sabem o quanto adoro este primeiro filme. Uma peça de horror de baixo orçamento com um conceito único que surpreendeu tudo e todos, acabando por se tornar num dos melhores filmes do ano respetivo, bem como uma das melhores histórias de horror originais das últimas duas décadas.

Agora, reconheço que John Krasinski criou algo que pode muito bem vir a ser “the next big thing” no que toca a franchises de horror. No entanto, isso não significa que apoie tal decisão. Artisticamente, preferia muito mais que esta narrativa gerasse apenas uma película, mas sei perfeitamente que, se um filme original for tremendamente bem sucedido na bilheteira – especialmente um que requer pouco dinheiro para fazer -, conversas sobre sequelas irão inevitavelmente surgir.

O único grande problema pessoal com o primeiro filme foi, de facto, o seu final. É uma conclusão admitidamente badass, mas que, ao mesmo tempo, também pareceu um apelo a Hollywood para continuar a história. Não esperava este tipo de fim para um projeto pessoal tão guiado pelas personagens, mas, com toda a honestidade, prefiro ter uma sequela de A Quiet Place do que o 10º filme de SAW ou a continuação da interminável saga Fast & Furious. Dito isto, as minhas expectativas mantinham-se bastante elevadas devido ao envolvimento ainda mais impactante de Krasinski neste filme. Com crédito individual de argumento e, desta vez, com apenas alguns minutos de presença no ecrã, Krasinski teve mais tempo para se concentrar no seu papel técnico principal, entregando, novamente, uma realização magistral.

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Considero A Quiet Place Part II inferior ao seu antecessor em muitos aspetos, mas os níveis extremos de suspense gerados pela realização impecável de Krasinski continuam a ser o ponto alto desta saga. A sequência de abertura lindamente filmada (cinematografia de Polly Morgan) estabelece os limites de tensão incrivelmente elevados para as cenas subsequentes com os monstros, todas exigindo aos espectadores que sustenham a respiração durante largos minutos. Estes momentos de deixar os nervos à flor da pele são elevados ainda mais por prestações fenomenais – já lá chego -, mas Krasinski demonstra um excelente conhecimento da arte de filmmaking, usando os seus melhores atributos em favor do filme. Com uma atmosfera de fazer roer as unhas e de jumpscares eficazes, as personagens encontram algumas manobras de evasão imaginativas para fugir aos monstros.

Infelizmente, este último componente leva-me a um dos problemas principais com esta sequela. O primeiro filme introduz as criaturas de forma impiedosa e letal nos primeiros minutos, onde se torna claro que se alguém fizer o mais pequeno barulho e se um monstro estiver por perto, a morte é certa. Existe uma hipótese mínima de sobrevivência e o final emocionalmente ressoante também atesta este aspeto fundamental de todo o conceito à volta das “bestas caçadoras de som”. No entanto, durante toda a sequela, incluindo o início fantástico, é como se os espectadores testemunhassem monstros diferentes. Se o primeiro filme já possuía algumas questões lógicas, esta sequela aumenta o número de nitpicks pessoais.

Quase todos conseguem fugir durante imenso tempo antes das criaturas se aproximarem – tanto que acreditava firmemente que o filme voltaria à sequência de abertura para explicar como é que as personagens principais escaparam a um ataque específico. Os protagonistas sobrevivem a situações absurdamente improváveis devido ao famoso plot armor pesado. Até várias decisões de personagens/narrativas são altamente dúbias, particularmente o gatilho que inicia o terceiro ato. Depois do filme original, onde tudo parece surpreendentemente realista e longe de disparates sem sentido, saltar para a continuação da mesma história e ter de desligar o cérebro constantemente é um pouco dececionante, especialmente porque o argumento mantém-se incrivelmente focado nas personagens.

Quase todos os elementos desta sequela contêm menos impacto emocional do que a peça anterior, mas está longe de ser uma grande desilusão. De facto, tendo em conta a competição do género, A Quiet Place Part II até pode ser uma das melhores sequelas de horror de sempre. Em primeiro lugar, os atores são absolutamente magníficos. Emily Blunt (Evelyn) e Cillian Murphy – alguém que não antecipava ter tanta importância e tempo de ecrã – trazem a sua experiência para um filme onde os “miúdos” são quem realmente brilha. Noah Jupe (Marcus) e Millicent Simmonds (Regan) roubam os holofotes aos colegas mais renomados, apresentando performances impressionantes que certamente garantirão várias nomeações para prémios até ao fim do ano.

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O foco em explorar profundamente as personagens reforça a ligação emocional com os espectadores, fazendo com que todas as cenas carreguem um certo gravitas. Os dilemas éticos são muito bem abordados através da personagem de Murphy, Emmett, que cria uma conexão inesperada com Regan. Esta última destaca-se como uma rapariga surda corajosa, inteligente e altruísta, que deverá inspirar imensas pessoas por todo o mundo – de relembrar que Simmonds, também surda na vida real, traz uma autenticidade brutal ao seu papel. Tal como o filme original, a maioria dos diálogos são executados por linguagem gestual, por isso, a narrativa também é desenvolvida através de storytelling visual. Mais uma vez, Krasinski sabe perfeitamente quando e como contar ao público algo exclusivamente através da câmara, muitas vezes apenas silêncio puro, mantendo a atenção dos espectadores no ecrã durante todos os segundos.

Ao longo da sequela, existem vários pormenores e callbacks visuais ao primeiro filme que apreciei bastante, tais como um determinado objeto numa prateleira ou uma frase repetida. O final tem menos peso emocional do que os últimos minutos chocantes do original, mas o último ato inteiro será considerado uma das conclusões mais impecavelmente editadas do ano. Michael P. Shawver necessita de montar e ir trocando entre duas sequências excruciantemente tensas em locais completamente diferentes com personagens importantes que enfrentam o mesmo nível de perigo. A ação é apresentada sem problemas, permitindo ao público desfrutar genuinamente dos últimos momentos do filme sem uma edição irritantemente agitada. A banda sonora de Marco Beltrami é verdadeiramente cativante e arrepiante durante a totalidade deste ato.

A Quiet Place Part II é “menos” do que o seu antecessor em quase todos os elementos, mas continua a ser uma das melhores sequelas do género. Desde a sequência de abertura arrebatadora e frenética – maior parte filmada em takes longos e ininterruptos – até um dos finais mais impressionantemente editados dos últimos anos anos, John Krasinski mantém uma atmosfera incrivelmente tensa e repleta de suspense durante todo o tempo de execução, algo que se está a tornar uma espécie de “marca registada” da sua carreira enquanto realizador.

Relativamente à história, as personagens continuam a ser o foco principal da narrativa. Apresentando dilemas emocionais e desenvolvimento de personagem ousado, as crianças têm um impacto surpreendente no argumento. Cillian Murphy e Emily Blunt são excelentes, mas Noah Jupe e Millicent Simmonds são absolutamente excecionais, especialmente a última. No entanto, os monstros são representados de uma forma muito menos ameaçadora e letal, levando a muitas decisões de enredo questionáveis, bem como a situações absurdas de sobrevivência. Para além disto, faltam revelações significativas e ideias criativas no que toca ao world-building desta nova franchise.

No geral, é um filme com menos peso emocional que o original, o que não significa que seja uma desilusão, mas esperava mais desta sequela. Mesmo assim, recomendo vivamente que assistam no cinema. Afinal de contas, a maioria do público e da própria crítica tem desfrutado imenso deste filme…

Análise – Wonder Boy: Asha in Monster World (PlayStation 4)

Um clássico reinventado, mas demasiado próximo da versão original para se destacar dos restantes títulos do género.

Passo a passo, a série Wonder Boy, cujas origens se cruzam também com a franquia Adventure Island (da Hudson Soft), parece estar finalmente a preparar o seu regresso. Depois de Wonder Boy: The Dragon’s Trap e Monster Boy and the Cursed Kingdom, duas homenagens muito sentidas às aventuras de infância nas consolas da SEGA, chegou a ver de reencontrarmos Asha e o mítico Monster World IV. Apesar de ter falhado o seu lançamento original na Mega Drive, tornando-se num dos exclusivos japoneses mais apetecíveis da consola, o clássico de ação e aventura estreia-se nas novas consolas de cara lavada, mas com a mesma jogabilidade de sempre, num remake tão fiel ao original que somos levados a pensar: qual é o seu propósito?

O propósito, no entanto, é tornar-se mais acessível para uma nova geração de jogadores. Apesar da jogabilidade se manter inalterada, apostando novamente na ação rápida e nas secções de plataformas mais desafiantes, Wonder Boy: Asha in Monster World apresenta controlos mais limados, fluídos e naturais, mantendo a perspetiva 2D, mas expandido os cenários para a tridimensionalidade. A nova versão apresenta também barras de energias para todos os inimigos, que facilitam os combates e a leitura dos mesmos – não existindo tantos riscos como no original –, e a possibilidade de gravarmos a partida em qualquer parte do mapa. O feiticeiro, encarregue de gravar a campanha no original, continua presente na nova versão, mas apenas com o intuito de ajudar os jogadores com dicas e informações sobre as zonas e masmorras em que se encontram.

Se jogaram Monster World IV, podem contar com a mesma jogabilidade clássica da série da SEGA, com a mesma aposta nas habilidades especiais, desta vez a cargo do adorável Pepelogoo – que nos permite, por exemplo, utilizar um duplo salto ou ajudar em puzzles, transformando-se em novos objetos –, na aquisição de armas, escudos elementais e braçadeiras que melhoram os pontos de vida de Asha. Também temos a possibilidade melhorar permanentemente o número de corações através da recolha de pontos de vitalidade, que funcionam como os colecionáveis do jogo e adicionam alguma variedade e motivação à exploração e repetição de zonas.

Mas a nível mecânico tudo se mantém igual. Asha pode atacar para cima e para baixo, tal como utilizar a magia da sua espada para infligir maior dano aos inimigos. Até as animações são idênticas, apesar dos modelos 3D apresentarem agora uma maior fluidez e personalidade nos seus movimentos. O mesmo se aplica ao level design, dentro e fora das masmorras, que, pelo que pude averiguar, não sofreu quaisquer alterações. É mais um revisitar do que um remake, uma pintura de fresco com novos modelos e um estilo visual que nem sempre funciona – ora os cenários são vibrantes pelas suas cores, ora têm um aspeto plástico e com texturas básicas. Não existe uma consistência visual e a passagem para 2.5D não foi a mais feliz. Ao contrário de Wonder Boy: The Dragon’s Trap e dos seus cenários desenhados à mão, o regresso de Asha aproxima-se mais de Adventures of Mana no que toca ao seu estilo visual – e isto é, peço desculpa, uma enorme ofensa.

Se não existiu criatividade visual na direção de arte, ou uma vontade sincera em readaptar o clássico a um novo estilo – ainda que o modelo de Asha seja sólido -, este relançamento cai um pouco no vazio. Não existem novidades suficientes que justifiquem a sua existência, fora alguns elementos que tornam a experiência mais acessível, e terminei o jogo a sentir que Asha merecia algo novo e diferente do original o suficiente para viver por si só. Não deixa de ser uma aventura sólida, apesar de algumas masmorras serem cansativas devido ao seu tamanho, mas existiam mecânicas que podiam ser melhoradas – como a utilização do nosso companheiro adorável para ações tão simples como um duplo salto – nesta nova versão e tal não aconteceu.

Ainda bem que existe, é a conclusão a que se chega, pois novos jogadores terão acesso à série e a este capítulo perdido do catálogo da SEGA, mas fico a aguardar pelo regresso a sério de Wonder Boy.

Nota: Satisfatorio

Disponível para: PlayStation 4 e Nintendo Switch
Jogado no PC
Cópia para análise cedida pela PR Hound.

Tell Me Why está grátis durante junho para celebrar o mês do orgulho LGBTQIA+

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Não há desculpas para não experienciar um dos melhores jogos de 2020.

Já estava disponível para os subscritores do Xbox Game Pass e com o primeiro episódio a servir de demonstração para os restantes jogadores, mas em junho não há desculpas para não conhecer a história dos irmãos Ronan.

Até ao dia 30 de junho, Tell Me Why vai estar gratuito, na sua versão completa, nas consolas Xbox, na loja do Windows 10 e na Steam. A razão é simples: a celebração do mês do orgulho LGBTQIA+, sendo outra forma de tornar o jogo mais acessível a novos jogadores.

As apostas da Dontnod não são estranhas à comunidade LGBTQIA+, mas Tell Me Why marcou a diferença pela representação do primeiro grande protagonista jogável transgénero num videojogo, Tyler Ronan, que vamos controlar durante uma grande porção do jogo enquanto investigamos os mistérios do seu passado e da sua irmã.

Além do jogo gratuito, a Dontnod partilhou, em comunicado, algumas formas de como podem usar o “valor do jogo” para doar a instituições, comunidades LGBTQIA+ de apoio e até em jogos independentes que apostam na diversidade, como That Which Faith Demands de Jenna YowSpirit Swap da Soft Not WeakIkenfell da Happy Ray Games e If Found… da DREAMFEEL

Com três episódios, Tell Me Why é um jogo relativamente pequeno, mas cheio de emoção, alma e mistério perfeito para passar num fim de semana. Podem ficar a conhecê-lo melhor na nossa análise.

Razer vai juntar-se pela primeira vez às conferências da E3

A E3 regressa este ano num novo formato e com novos aliados.

Depois de um ano complicado, a E3 regressa este ano em formato digital. Aos parceiros que vão, de alguma forma, aproveitar o programa da E3, este ano encontraremos a Razer, a popular marca de periféricos de videojogos.

A Razer revelou os seus planos para a apresentação, que irá contar com o seu CEO, Min-Liang Tan, a apresentar novos produtos a serem lançados nos próximos meses, um pouco ao estilo do que já conhecemos deste tipo de apresentações de videojogos e gadgets.

Esta será a primeira grande conferência da Razer num certame como a E3, onde também se espera conhecer eventuais parcerias com outras marcas e tecnológicas no desenvolvimento de alguns produtos.

A conferência da Razer na E3 poderá ser acompanhada através dos canais da E3 ou do Summer Game Fest, que irá fazer uma cobertura geral dos eventos, ou até mesmo pelas redes sociais da Razer, como o Facebook, Youtube e Twitch, no dia 14 de junho pelas 23h.

Vem aí uma versão de Valorant para smartphones

Já são mais de 14 milhões de jogadores ativos e não vai ficar por aqui.

Um ano depois do lançamento da versão final de Valorant, o jogo free-to-play competitivo da Riot Games acumulou uma média de 14 milhões de jogadores ativos que se juntam em partidas online todos os meses para jogar.

Mas se este número já é impressionante, em breve poderá ser ainda mais. No dia em que Valorant celebra o primeiro aniversário, a Riot Games revela que vem aí uma nova versão do jogo, Valorant Mobile.

Apesar de Valorant já ser um jogo gratuito e altamente otimizado para PCs, a oportunidade de lançar um jogo mobile abre a porta a mais jogadores e Anna Donlon, Executive Producer do VALORANT na Riot Games, não esconde esse entusiasmo: “Ver a nossa comunidade de jogadores em crescimento a reconhecer e valorizar o que estamos a fazer com o VALORANT, é para além do que podíamos esperar e estamos entusiasmados para, em breve, oferecer a mesma experiência competitiva do VALORANT a mais jogadores globais.

A versão móvel de Valorant ainda não tem data, mas a equipa da Riot Games está ativamente a trabalhar nesta versão, com detalhes que serão divulgados em breve.

Por enquanto, a celebração do primeiro aniversário do jogo irá continuar ao longo do mês de junho, com surpresas para os fãs e jogadores, a começar com o Evento de Aniversário de Valorant, a acontecer no momento de escrita deste artigo, e com o Valorant Circuito de Elite, que inicia no dia 5 de junho.

A Nintendo Direct da E3 2021 acontece dia 15 de junho

Preparem-se para conhecer os futuros jogos da Nintendo Switch.

Apontem nas vossas agendas o dia 15 de junho. É nessa data que a Nintendo terá a sua conferência anual da E3, uma Nintendo Direct, seguida da Nintendo Treehouse Live, que contará com hands-ons e antevisões exclusivas dos jogos revelados.

A Nintendo promete uma apresentação sólida de 40 minutos “focada exclusivamente” nos jogos para as consolas Nintendo Switch, algo que convém ter em conta para controlar as expectativas.

Com os rumores de uma nova versão da Nintendo Switch, são muitos os fãs da Nintendo que especulam quando é que a empresa revelará a nova peça de hardware, mas, ao que tudo indica, não será nesta Nintendo Direct. Pode, no entanto, ser antes ou até depois.

Para já, uma coisa é certa, jogos não irão faltar e vamos ficar a conhecê-los no dia 15, pelas 17h, nos canais oficiais da Nintendo.

Acesso às praias da Arrábida via carro volta a estar interdito nesta época balnear

Apostem nos transportes públicos ou nas trotinetes da Bolt.

Na passada segunda-feira, dia 31 de maio, a Câmara Municipal de Setúbal aprovou o programa Arrábida Sem Carros e em Segurança 2021, que define regras no acesso às praias da Arrábida.

À imagem de anos anteriores, o programa implementa um conjunto de medidas para minimizar os constrangimentos viários sentidos durante a época balnear no acesso às praias da Arrábida, devido ao estacionamento anárquico, com desrespeito pela sinalização e pela segurança e mobilidade de todos.

E como tal, volta a proibição de circulação de automóveis, de 10 de junho a 15 de setembro, nos dois sentidos de trânsito, no período compreendido entre as 08h e as 20h, entre os parques de estacionamento das praias da Figueirinha e do Creiro.

Mantém-se interdito, também, o troço que conduz ao Portinho da Arrábida, a partir do cruzamento de acesso. A circulação rodoviária está também condicionada no acesso à Praia de Albarquel entre as 08h e as 20h.

No entanto, a circulação nos troços com restrição de trânsito é autorizada a veículos de duas rodas, transportes públicos regulares, táxis e similares, autoridades e viaturas de emergência.

Há ainda o caso dos residentes, comerciantes e concessionários, que podem requerer cartões de acesso por requerimento disponibilizado na página do município ou via email.

Dito isto, os banhistas terão de optar pelos transportes públicos (cujos detalhes podem consultar aqui) no acesso às praias da Arrábida. Também poderão deixar os carros estacionados nos parques de estacionamento existentes na Secil, Figueirinha, Creiro, Portinho da Arrábida e Albarquel, cuja lotação é obviamente bastante limitada.

Outra solução é optar pela ligação pedonal entre o extremo poente do Parque Urbano de Albarquel e a Praia de Albarquel. Além disso, será disponibilizado um sistema de trotinetes de acesso às praias.

Relativamente à lotação das praias, convém ter isso em atenção, até porque este ano mantêm-se as regras de distanciamento social. Dito isto:

  • Portinho da Arrábida/Creiro – Lotação de 800 pessoas
  • Galapos – Lotação de 400 pessoas
  • Galapinhos – Lotação de 300 pessoas
  • Praia da Figueirinha – Lotação de 1.500 pessoas
  • Praia de Albarquel/Maria Esguelha – Lotação de 700 pessoas

Portugal com duas novas fases de desconfinamento

O teletrabalho deixa de ser obrigatório e os recintos desportivos poderão ter uma lotação de 33%. Bares e discotecas continuarão encerrados até ao final de agosto.

Uma a partir de 14 de junho e a outra a partir do dia 28 deste mês, estendendo-se até ao final de agosto. Foram estas as datas anunciadas hoje pelo Primeiro-Ministro António Costa numa comunicação ao país após mais uma reunião do Conselho de Ministros.

António Costa referiu que a matriz de risco que tem vindo a ser adotada pelo Governo vai ser mantida, mas será introduzida uma diferenciação entre os territórios de baixa densidade que ocupam mais de dois terços do território continental e as restantes áreas do território continental com maior densidade populacional.

O Primeiro-Ministro salientou que a atual fórmula a partir dos 120 ou 240 casos por 100 mil habitantes a 14 dias “é fortemente penalizadora nos territórios de baixa densidade”. Desta forma, nos territórios de baixa densidade, os limiares máximos serão duplicados: passarão a ser de 240 quando antes eram de 120 e de 480 onde antes eram 240.

Desconfinamento a partir de 14 de junho:

  • Teletrabalho recomendado (e não obrigatório) nas atividades que o permitam;
  • Restaurantes, cafés e pastelarias com as regras e lotação atuais até à meia-noite para admissão e 01h para encerramento;
  • Lotação completa nos transportes públicos onde só existem lugares sentados;
  • Lotação de dois terços nos transportes públicos onde existem lugares sentados e de pé;
  • Espetáculos culturais até à meia-noite;
  • Salas de espetáculos com lotação a 50%;
  • Fora das salas de espetáculos, lugares marcados e aplicação das regras de distanciamento definidas pela DGS;
  • Escalões de formação e modalidades amadoras com lugares marcados e regras de distanciamento definidas pela DGS;
  • Recintos desportivos com 33% da lotação e, fora de recintos desportivos, aplicar-se-ão regras a definir pela DGS.

Desconfinamento a partir de 28 de junho (estende-se até ao final de agosto)

  • Transportes públicos sem restrição de lotação;
  • Lojas de Cidadão sem marcação prévia;
  • Escalões profissionais de desporto ou equiparados com outras regras a definir pela DGS, com lotação de 33% dentro dos recintos e com outras regras a definir pela DGS fora dos recintos.

No entanto, há restrições que continuarão em vigor: os bares e discotecas continuarão encerrados, as festas e romarias populares serão proibidas e casamentos, batizados e outros eventos de natureza familiar terão de respeitar uma lotação de 50% dos recintos.

Penalização para concelhos que excedam limiares máximos

Para os concelhos em territórios de baixa densidade que excedam os 240 casos por 100 mil habitantes em 14 dias e concelhos em territórios de alta densidade que excedam os 120 casos por 100 mil habitantes em 14 dias, o teletrabalho será obrigatório quando as funções o permitirem, a restauração estará aberta até às 22h30, os espetáculos culturais respeitarão o mesmo horário e o comércio a retalho poderá estar aberto até às 21h.

Quando a taxa de incidência for superior a 240 casos por 100 mil habitantes a 14 dias (ou 480 no caso dos territórios de baixa densidade), os restaurantes, cafés e pastelarias mantêm o horário de abertura até às 22h30 durante a semana e terão de encerrar até às 15h30 nos fins de semana e feriados, os espetáculos culturais respeitarão o mesmo horário da restauração e os casamentos, batizados e outros eventos de natureza familiar terão uma lotação máxima de 25%.

A avaliação destes critérios será semanal e a aplicação destas restrições só ocorrerá depois de uma ultrapassagem em semanas consecutivas destes limiares máximos.