Há uma nova forma de ouvir os jogos da Xbox com os novos Stereo Headset

Uma alternativa mais acessível para tirar o máximo partido dos jogos da Xbox.

Depois do Xbox Wireless Headset, a Microsoft revela agora uma novidade mais acessível, mas a troco da experiência sem fios.

Os novos Xbox Stereo Headset são baseados no modelo sem fios, com o mesmo design, flexibilidade, ergonomia e compatibilidade com som espacial de alta fidelidade, como Windows Sonic, Dolby Atmos e DTS Headphone: X. A grande diferença? É que têm fios.

Xbox Stereo Headset

Ligando-se facilmente ao Jack de 3.5mm dos comandos da Xbox, este pequeno sacrifício abre portas de utilização, tornando-se também utilizável noutras consolas, PCs, smartphones e outros dispositivos com ligação áudio estéreo.

Os Xbox Stereo Headset ficam disponíveis a 21 de setembro, mas já podem ser pré-encomendados na loja da Microsoft por 59,99€.

Há uma nova loja Meu Super em Ceira (Coimbra)

É a 15ª loja Meu Super no distrito de Coimbra.

Pode-se dizer que praticamente todos os meses abrem novas lojas Meu Super em Portugal. Logo, era esperado que a Sonae MC inaugurasse mais um espaço da marca este mês de agosto. E foi o que aconteceu.

A partir do dia de hoje, 19 de agosto, Ceira, em Coimbra, passou a contar com uma nova loja de proximidade Meu Super.

O novo espaço comercial, localizado na Estrada da Beira, conta com uma área total de venda de 338 m2 e tem serviços de cafetaria, padaria, talho e charcutaria.

Tal como qualquer outra loja Meu Super, o estabelecimento de Ceira disponibiliza vários produtos das marcas Continente, como a Seleção ContinenteFácil & Bom ContinenteContemporalÁrea Viva ou MyLABEL.

Este superfície comercial, a 15ª loja Meu Super no distrito de Coimbra, está a funcionar de segunda a sabádo, das 8h às 20h, e ao domingo das 8h às 13h.

Eternals recebe um novo trailer e responde onde estavam quando Thanos estalou os dedos

Estreia nos cinemas em novembro.

Eternals é o novo filme da Marvel Studios para este ano, que vem introduzir um novo elenco de personagens super poderosas.

Protetores da Terra e dos seus habitantes, revelam-se agora como agentes ausentes da grande batalha de Wakanda em Avengers Infinity War e no grande final de Avengers Endgame. Agora, no trailer final, a resposta é-nos dada de uma forma muito simples, mas também é revelado porque é que só agora é que vão sair das sombras.

Numa jornada contra o tempo, os Eternals vão ter que voltar a reunir-se para salvar de novo a humanidade contra a sua mais antiga ameaça, os Deviants.

Realizado por Chloé Zhao, vencedora dos Óscares de Melhor Realização e Melhor Filme, na última celebração, e conta com um elenco recheado de estrelas com Gemma Chan como Sersi, a amante da humanidade; Richard Madden como o todo-poderoso Ikaris; Kumail Nanjiani como Kingo, que se move a energia cósmica; Lia McHugh como Sprite, uma velha alma eternamente jovem; Brian Tyree Henry como o inteligente inventor Phastos; Lauren Ridloff como a super-rápida Makkari; Barry Keoghan como o solitário Druig; Don Lee como o poderoso Gilgamesh; com Kit Harington como Dane Whitman; Salma Hayek como a sábia e espiritual líder Ajak e Angelina Jolie como a feroz guerreira Thena.

Estreia nos cinemas nacionais em novembro.

Bancos traseiros nas viagens com a Uber podem agora ser ocupados na totalidade

Mas os da frente continuam sem poder ser utilizados.

Uma das consequências que a pandemia trouxe para o setor TVDE, além de toda a menor procura derivada da COVID-19, foi a impossibilidade de os veículos serem ocupados na totalidade. Por exemplo, se antes uma viagem podia ser partilhada com mais um amigo na parte de trás do veículo, tal deixou de ser possível por estes dias, com essa mesma viagem a ficar limitada à ocupação de somente uma pessoa. Este é apenas um exemplo, com as situações a variarem dependendo da tarifa e do tipo de veículo.

Ora, com grande parte da população vacinada, e tendo em conta o alívio das restrições que foram anunciadas em julho pelo primeiro-ministro António Costa, também o setor TVDE começa a ficar aliviado.

No seguimento da última orientação da Direção Geral da Saúde relativamente aos procedimentos nos transportes públicos coletivos e individuais, os bancos traseiros poderão agora ser ocupados na totalidade. Isto significa que, por exemplo, numa viagem UberX, podem agora viajar três utilizadores nos bancos traseiros.

Já os bancos dianteiros continuarão a não poder ser ocupados. Estas orientações são aplicáveis a todo o território nacional.

Análise – Ghost of Tsushima Director’s Cut (PlayStation 5)

É mais Ghost of Tsushima para os fãs do aclamado jogo da Sucker Punch.

Após um ano do lançamento de Ghost of Tsushima, a aventura de Jin Sakai recebe mais um episódio com novos conteúdos, que fazem parte de um novo pacote, ou reedição, com um nome que, para muitos pode ser confuso. Trata-se claro de Ghost of Tsushima Director’s Cut.

No cinema, Director’s Cut é a denominação dada a uma redição de uma obra, de acordo com a visão do seu realizador, da pessoa que imaginou um certo mundo, histórias e personagens. É uma visão singular despida o quanto baste das interferências de estúdio e outras imposições de terceiros. Por vezes são adicionados conteúdos (novas cenas), a edição é reajustada e por vezes até são removidas cenas para polir a experiência.

Ghost of Tsushima Director’s Cut, apesar do seu nome, não é nenhuma “remix”, nada é retirado, nada é reajustado. É sim, um pacote mais completo, com mais conteúdos e mais otimizações feitas em particular para a PlayStation 5, onde recebe suporte nativo. É assim: mais Ghost of Tsushima.

No passado já analisámos a sua experiência base, com o lançamento na PlayStation 4, onde nos deixamos apaixonar pela sua imersão e beleza, e também nos divertimos com Ghost of Tsushima: Legends, a experiência multijogador coop, que está aqui também incluída na nova versão com mais conteúdos. Por isso, vamos agora focar-nos nas novidades, que são muitas.

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Antes de viajarmos até Iki, é difícil de ignorar as otimizações da PlayStation 5, que é um dos grandes destaques desta reedição, que agora é nativa à nova consola. Até agora, graças a um pequeno patch lançado em novembro, Ghost of Tsushima já corria na PlayStation 5 com algumas vantagens. Tempos de carregamento mais rápidos, uma fluidez melhorada e constante e uma resolução mais sólida. A passagem para versão nativa, no entanto não é tão transformadora como muitos poderão pensar, mas faz o suficiente.

Os tempos de loading já não existem, com a remoção completa dos cartões com dicas. Fazer fast-travel entre pontos é um simples fade out e fade in, entrar no jogo é imediato e por ai fora. Temos assim passagens suaves, sem tempos de espera mortos, tornando a experiência fluída e o mais imersiva possível.

No campo visual e técnico a barreira entre versões antigas e a mais recente, é bastante ténue. As diferenças são mínimas à primeira vista e a menos que se coloque o jogo lado a lado, o salto para a versão nativa da PlayStation 5, muito honestamente, não espanta. Mas não leiam isto de forma depreciativa, pois Ghost of Tsushima já é, na sua versão base um jogo extremamente bonito e sólido E agora, com um pouco mais de resolução e fluidez, a imagem tem um pouco mais de nitidez e o jogo controla-se melhor.

Contudo, há um aspeto técnico que me deixou um pouco triste, que vai de encontro até uma das minhas críticas no jogo original. As cinemáticas, que mesmo nos novos conteúdos na ilha de Iki, se mantêm com planos distantes e calmos nas interações com NPCs, impedindo uma ressonância emocional maior com algumas personagens secundárias. E nos poucos segmentos chave cinemáticos o jogo volta aos 30FPS. Uma decisão artística, compreendo eu, mas que no fluir da experiência, além da alteração do aspect ratio para 21:9, retira um pouco daquela imersão de estar ali, naquele mundo.

Mas a versão da PlayStation 5 não é só visuais e carregamentos rápidos. O DualSense recebe aqui total suporte do jogo, apostando na imersão de forma espetacular e muito natural. Como outros jogos da PlayStation 5, o feedback háptico permite sentir simples ações como navegar por entre os campos de erva e flores, o cavalgar a cavalo ou o impacto das espadas, ataques e defesas. Já a coluna embutida serve para ouvirmos efeitos sonoros extra, vozes e porções de música em momentos chave. E claro temos os gatilhos responsivos que respondem também às ações dos arcos e flechas. Há uma excelente utilização do DualSense, que nunca, em momento algum, se torna aborrecida ou uma barreira para o jogo, quanto muito, tem um efeito contrário e torna a experiência mais interessante, deixando-nos a pedir até mais, algo que a ilha de Iki faz muito bem, com as suas novas atividades extra para explorar.

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Melhorias de parte, e porque Ghost of Tsushima Director’s Cut também está disponível para a PlayStation 4, é Iki Island que vende esta reedição, em particular para jogadores que já experienciaram o jogo original e podem atualizar por um custo associado de 19,99€, ou de 29,99€ caso queiram a versão da PlayStation 5.

Com cerca de 10-12 horas para a história principal da Ilha de Iki, não faltam conteúdos para justificar mais Ghost of Tsushima, porque é exatamente isso que a Ghost of Tsushima Director’s Cut oferece: mais.

Iki Island acerta na checklist das tendências atuais de uma expansão: É novo episódio narrativo no seu mundo, leva-nos a uma nova região exótica, oferece-nos novos inimigos com novas gimmicks, e, ainda que a jogabilidade pouco mude, oferece uma ou outra nova mecânica e novos mini jogos e atividades para encontrar.

Sobre o último ponto, por exemplo, as icónicas termas são agora momentos de flashback, os pontos de reflexão são pequenos momentos musicais que tiram partido do DualSense, e para além dos desafios de corte, temos agora desafios de arco e flecha.

Já o novo episódio, juntamente com a suas missões secundárias, são o coração da expansão de Iki, explorando o passado de Jin Sakai e contextualizando o seu legado e traumas com uma bela história de conflito e aceitação, com as mesmas nuances e motivações dúbias daqueles que o rodeiam.

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O traumático passado de Jin, com a morte do seu pai é bilhete de viajem para a ilha de Iki, uma nova região sensivelmente com as dimensões de uma das três partes do jogo original, que ainda não foi totalmente invadida pelos Mongóis, devido ao grupo resistente que nela habita e a uma nova fação liderada por uma entidade conhecida como a Águia, uma poderosa feiticeira e lutadora, que pretende usar Jin como arma para a dominância da ilha.

A premissa da nova história é interessante, focada e tão ou mais aliciante como a reta final do jogo base. A forma como Jin é visto na ilha pelos seus habitantes é constantemente questionável, as motivações da fação inimiga dúbias e há um constante sentimento de desconfiança para com aqueles que acompanham Jin nesta jornada, tornando-a num pequeno thriller em ambiente de samurais. Contudo os excessos do jogo, pela sua natureza, com as suas atividades extras e missões secundárias, tendem a desviar o foco e atenção da história principal. Um pequeno sacrifício que surge por um bem maior, que é mais conteúdo, que felizmente é ótimo, com outras pequenas histórias e eventos aleatórios que nos recompensam com habilidades, armas, armaduras e cores.

Com o desbloqueio da ilha de Iki durante o segundo ato do jogo principal, os jogadores podem optar por viajar até esta região quando quiserem, alternando com o mapa principal de forma livre, e percorrendo a sua história ao seu ritmo, contudo e apesar de não afetar a história total do jogo, deixar este pequeno pedaço para o fim é mais saboroso, algo que será certamente o plano de muitos jogadores, desejosos por mais Ghost of Tsushima.

E é basicamente isto: mais. Quem jogou o jogo original e procura novos desafios e um novo episódio é exatamente isso que vai receber. Já quem se sentiu saturado do original, não será com a ilha de Iki que encontrará aspetos redentores da sua opinião. Seja como for, Ghost of Tsushima continua ótimo, talvez melhor do que nunca, mais completo e mais otimizado, numa versão que será em breve a melhor opção para jogar Ghost of Tsushima pela primeira vez.

Ghost of Tsushima Director’s Cut fica disponível na PlayStation 4 e PlayStation 5 a 20 de agosto.

Nota: Muito Bom - Recomendado

Disponível para: PlayStation 4 e PlayStation 5
Jogado na PlayStation 5
Cópia para análise cedida pela PlayStation Portugal.

Lidl segue a tendência do mercado e disponibiliza dois vinhos em lata nas suas lojas

São da Adega Mãe, marca exclusiva do grupo.

Nos dias de hoje, os consumidores procuram cada vez mais produtos convenientes, que sejam práticos e fáceis de consumir. Foi a pensar nessa facilidade de consumo que as marcas começaram a disponibilizar os seus produtos em lata, sejam hard seltzers, vinhos, espumantes, cocktails, sidras… Há de tudo um pouco, pelo que é natural que cada vez mais empresas apostem neste tipo de formato.

A pensar nisso, o Lidl vem reforçar a sua oferta com a introdução de dois vinhos em lata, de origem nacional – Adega Mãe Vinho Rosé Regional Lisboa e Adega Mãe Vinho Branco Regional Lisboa –, privilegiando os produtores portugueses.

Criado a partir das castas Touriga Nacional (61%) e Aragonez (39%), o vinho em lata Adega Mãe Rosé Regional Lisboa caracteriza-se pelo seu aroma delicado com notas florais e frutadas. É perfeito para tardes de verão, na companhia de saladas, pizzas ou massas. Já o vinho em lata Adega Mãe Branco Regional Lisboa, produzido pelas castas Chardonnay (67%) e Arinto (33%), distingue-se pela sua frescura consistente que envolve o paladar e evidencia o sabor da comida. Combina na perfeição com pratos de peixe, sushi e queijos.

Ambos estão disponíveis em latas de 250ml, por 0,99€ cada, exclusivamente nas mais de 260 lojas Lidl, de norte a sul do país.

ZU abre loja em Tomar

E com esta abertura, a marca passa a contar com 31 lojas em Portugal.

A cidade de Tomar é a mais recente aposta da ZUmarca da Sonae MC que se dedica ao bem-estar e aos cuidados de saúde de cães e gatos, para a inauguração de um novo espaço.

Com uma área de 87m2, a loja está localizada no Continente Modelo de Tomar e abre já esta sexta-feira, dia 20 de agosto, disponibilizando produtos de alimentação, higiene, produtos veterinários e acessórios. 

Em jeito de comemoração, este espaço em Tomar vai abrir com uma campanha de 10% de desconto em Cartão Continente em toda a loja (exceto em produtos veterinários sujeitos a receita médica e não acumulável com outras promoções em vigor) que se encontrará em funcionamento até ao dia 29 de agosto.

O novo espaço vai gerar quatro postos de trabalho. Com este investimento, a insígnia aumenta para 31 o número de espaços comerciais que tem em todo o país.

A ZU pode também ser encontrada no Continente OnlineGlovoUber EatsMarketplace da Worten e Marketplace do DOTT.

Análise – I Am Dead (PlayStation 5)

I am Dead é uma aventura com o coração no lugar certo, mas que sofre de alguma falta de imaginação.

Morris Lupton acorda na praia de Shelmerston, a ilha onde cresceu e viveu durante toda a sua vida. O antigo dono do museu, que cuidou durante anos, passeia pela praia enquanto se recorda dos dias que passou com os seus pais, caindo no saudosismo de férias passadas, até que a sua mente viaja para a memória de Sparky, a sua cadela fiel, de quem confessa ter imensas saudades. Enquanto ouve o som das ondas, mas também destes trechos do passado, Morris é surpreendido pela presença de um banco comemorativo. Na placa, consegue ler uma data e um nome. Para sua surpresa, é o seu nome e a data é a data da sua morte. Morris é um espírito que acaba de se aperceber que faleceu.

Este é o início de I Am Dead, esta descoberta de que Morris já não está vivo, mas sim preso à ilha onde sempre viveu e é na busca por respostas, através de uma visita ao seu museu, que reencontra Sparky, também ela um espírito – afinal os cães também vão para o céu –, e percebe que a ilha, a sua terra natal, corre perigo: o vulcão vai entrar brevemente em erupção.

Com a ajuda de Sparky, Morris precisa encontrar um novo espírito capaz de proteger a ilha e manter o vulcão controlado. O nosso protagonista oferece-se para ser o substituto de Aggi, um espírito responsável pela ilha há mais de 3 mil anos, mas a sua alma ainda é recente. Um verdadeiro substituto precisa estar morto há mais de mil dias e é esta urgência que o leva a reencontrar amigos e conhecidos do seu passado à medida que descobre mais sobre eles e os seus familiares numa demanda marcada pela arte colorida e quente, mas também pela repetição incontornável dos seus objetivos e mecânicas. Uma experiência que se torna, infelizmente, agridoce, apesar do seu potencial para ser profundo e marcante.

Mais do que um jogo de aventura e de puzzles, considero I Am Dead como uma construção de personagens. Chego a esta conclusão devido à forma como o jogo retrata não só os seus protagonistas, como a ilha de Shelmerston, deixando-nos envolver nas suas memórias e nos seus pertences pessoais à medida que descobrimos mais sobre o mundo que nos rodeia e que tentamos salvar. Como fantasma, Morris tem a habilidade de ler os pensamentos das personagens e reconstruir fragmentos de memória para dar vida aos vários espíritos – e seus amigos já falecidos – espalhados pelas zonas da ilha. As personagens vivem assim das recordações dos seus familiares, conhecidos, esposos, amigos ou de estranhos com quem chegaram a conviver, com Morris a encontrar objetos importantes para cada um dos candidatos a protetor da ilha e a invoca-los para um último diálogo.

A forma como I Am Dead passa esta ideia de assombração, do imaterial, é muito interessante e é o que dá à jogabilidade um sabor diferente. Como qualquer fantasma, Morris consegue trespassar os objetos e ver o que está no seu interior, suplantando a barreira entre o físico e o espiritual para investigar, manipular e encontrar segredos ao seu redor. A campanha segue uma estrutura muito rígida e limita a exploração a zonas específicas e muito restritas, mas defendo que é este foco em cenários fechados, mas bem decorados e vividos que dá a I Am Dead alguma personalidade. Com o objetivo de encontrarmos objetos específicos, torna-se imperativo saber direcionar o jogador através das memórias reconstruídas e dar pistas fáceis de perceber e interpretar sem tornar o jogo absolutamente aborrecido. A possibilidade de analisarmos objetos nunca perde a sua novidade, mas, infelizmente, o jogo não consegue manter o jogador investido devido à repetição desta estrutura rígida, mas necessária para a campanha curta do jogo.

A repetição é um problema que nasce da natureza de I Am Dead e do seu foco na narrativa, mas acredito que irá satisfazer alguns jogadores que só procuram uma oportunidade para se embrenharem num mundo verdejante e animado enquanto resolvem puzzles acessíveis. Como disse anteriormente, I Am Dead é mais um jogo de personagem, de análise pessoal, e está mais interessado em retratar a estória de Morris e de Sparky, à medida que descobrem mais sobre a vida depois da morte, do que em criar uma experiência desafiante ou assente na longevidade. O jogo segue sempre a mesma estrutura, onde primeiro encontramos as memórias, depois os objetos pessoais e, quando já temos recordações suficientes para despertar o espírito em questão, controlamos Sparky enquanto devolve as memórias de volta ao seu dono. E a estrutura nunca muda.

No entanto, o desafio está presente através dos wrens e das adivinhas de Mr Whistable, que requerem uma maior manipulação dos objetos e dos cenários para serem desvendados – onde basta recriarmos uma imagem para encontrarmos estes segredos mal escondidos –, mas este é um jogo de ponderação e descoberta, mais próximo de uma longa-metragem interativa do que de um jogo de puzzles.

Apesar das suas valências, I Am Dead foi perdendo a sua magia ao longo das três horas que passei a explorar a ilha de Shelmerston. A repetição de objetivos conseguiu deixar-me um sabor amargo na boca mesmo quando queria saber mais sobre as personagens peculiares deste mundo pós-morte, mas o mesmo poderá não vos acontecer. Há muita alma e carinho em I Am Dead, e existe uma exploração sincera sobre o valor das memórias e do nosso legado quando a vida dá lugar ao imaterial, mas não consegui suplantar a sensação de que estava a repetir as mesmas ações sem existir um crescendo satisfatório nas tarefas que tinha de resolver.

É interessante podermos pegar em praticamente todos os objetos, mas rapidamente quebramos a magia e começamos a pensar para que serve esta liberdade se raramente encontramos algo novo ou que valha a pena o nosso tempo. Mas esse não é o foco de I Am Dead e que isso fique sublinhado. Resta agora saberem se querem ou não visitar a ilha de Shelmerston.

Nota: Bom

Disponível para: PC, Xbox One, Xbox Series X|S, PlayStation 4 e PlayStation 5
Jogado na PlayStation 5
Cópia para análise cedida pela FortySeven.

Anthony Mackie será o protagonista em Captain America 4

É mesmo preciso dizermos porquê?

Quem já teve oportunidade de assistir a The Falcon and The Winter Soldier deverá ter reparado que, além de ter permitido que o público descobrisse mais sobre as vidas de Sam (Anthony Mackie) e Bucky (Sebastian Stan), a série serviu também como uma espécie de passagem de testemunho, apresentando-nos um novo Capitão América.

Ao longo da série, Anthony Mackie provou por diversas vezes que tem talento mais do que suficiente para ser o próximo Cap, tendo abordado discursos extensos e importantes que deixariam Chris Evans orgulhoso. O enredo “Black Captain America” era altamente esperado e, felizmente, os escritores não fizeram o tema parecer forçado. Foi, aliás, o melhor elemento narrativo da série.

Dito isto, era somente questão de tempo até que tivéssemos novidades sobre quando é que Mackie voltaria a carregar o escudo. De acordo com o Deadline, o ator chegou a acordo com a Marvel para ser protagonista em Captain America 4. E isto é praticamente tudo o que sabemos até agora, pelo que não temos indicação se Sebastian Stan ou Wyatt Russell, cuja personagem John Walker acabou por não ser digna de ter o escudo do Capitão América, estarão de volta.

Sabe-se também que o filme terá argumento de Malcolm Spellman, escritor principal da série The Falcon and The Winter Soldier, e de Dalan Musson. Até à data, Captain America 4 não tem ainda um realizador.

Noutra nota, o Deadline dá ainda conta de que existe um projeto secreto que pode trazer Chris Evans de volta ao Universo Cinemático da Marvel. Trata-se de um rumor, pelo que contamos ter mais desenvolvimento nas próximas semanas.

Vilar de Mouros celebra 50 anos com concertos gratuitos

Podem levantar dois bilhetes por pessoa.

Em 2021, 50 anos depois de ser o palco escolhido para a estreia em Portugal por artistas como Elton John e Manfred Mann, Vilar de Mouros celebra a efeméride da sua mítica primeira edição, a 28 de agosto, com David Fonseca, Banda do Filme Variações, Rui Pregal da Cunha e Paulo Pedro Gonçalves (Live DJ set) e Bunny Kills Bunny.

Não podendo deixar de celebrar esta data, mas tendo em conta a atual situação pandémica ainda em curso, este ano está pensada uma verdadeira festa de aniversário, imbuída do espírito e da atmosfera que só em Vilar de Mouros se consegue encontrar.

Os Bunny Kills Bunny abrem o palco às 18h30 para apresentar retratos musicais dos tempos de confinamento. Segue-se a Banda do Filme Variações, que homenageia o legado de uma das maiores figuras da música dos anos 80. O grande concerto da noite estará a cargo de David Fonseca, um dos mais carismáticos e prolíferos artistas nacionais, que leva a Vilar de Mouros vários hinos da sua autoria que inscreveu no cancioneiro português contemporâneo, como “Kiss, oh Kiss Me”, “Someone that Cannot Love” e “Superstars”.

Por último, e para encerrar as comemorações com chave-de-ouro, Rui Pregal da Cunha e Paulo Pedro Gonçalves, membros fundadores de Heróis do Mar, revisitam em modo Live DJ Set alguns dos temas que mais os marcaram. E consta que estão a preparar uma surpresa inesquecível.

Os bilhetes são gratuitos e poderão ser levantados nos postos de turismo de Caminha, Vila Praia de Âncora e na Junta de Freguesia de Vilar de Mouros, a partir de segunda-feira, 23 de agosto, pelas 11h. Limite de dois bilhetes por pessoa.

Importa celebrar esse acontecimento cultural singular que foi o Festival Internacional de Música Moderna Vilar de Mouros, realizado em pleno Estado Novo, no verão de 1971, e que recebeu, além das estrelas internacionais, alguns dos mais importantes artistas nacionais de então, como o Quarteto 1111, Duo Ouro Negro e Amália Rodrigues. Foram três fins-de-semana que mudaram a história da música ao vivo em Portugal para sempre e estabeleceram o modelo de festival de verão nacional, inspirado no Woodstock – como assumiu o fundador Doutor António Barge -, alavancando a criação de um circuito de festivais em Portugal nas décadas seguintes, já em democracia.

MyIced faz regressar insetos como topping para os gelados, crepes ou waffles

E desta vez vieram para ficar.

Recentemente, a Direção Geral de Alimentação e Veterinária passou a autorizar a venda e consumo humano de um conjunto de espécies de insetos, aplicando assim os Regulamentos da União Europeia nesta matéria. Ora, a MyIced aproveitou a ocasião para fazer regressa um topping que foi experimentado no passado. E desta vez veio mesmo para ficar.

Falamos, claro, do topping de insetos liofilizados, que regressa ao cardápio das deliciosas coberturas oferecidas pela marca. Assim, a partir desta semana, este topping extra estará disponível em todas as lojas MyIced aderentes, pelo que poderão “rechear” os vossos gelados de iogurte, crepes ou waffles com topping de insetos.

Os insetos comestíveis MyIced Top Bugs não têm antibióticos, corantes artificiais, aromatizantes, conservantes ou MSG; são ricos em nutrientes e proteínas, pobres em carboidratos e uma grande fonte de fibras, minerais e aminoácidos. Os insetos são desidratados através de um processo de liofilização: são congelados sob vácuo e o gelo formado é volatilizado.

A marca optou por adquirir o fornecimento das larvas (tenebrio) a uma empresa portuguesa, a Portugal Bugs, que já tem esta produção ativa e legalizada no nosso país.

O novo espaço do NorteShopping é dedicado aos jogos arcade e à realidade virtual

O ROCK’N’BOWL Arcade tem 294 m2 dedicados a jogos que atravessam os anos 80 até aos dias de hoje.

Foi desde o início deste mês de agosto que o NorteShopping se tornou o sítio ideal para os fãs de jogos arcade. No Piso 1, os visitantes podem agora encontrar o ROCK’N’BOWL Arcade, o novo espaço do centro comercial que quer juntar família ou amigos para viverem juntos muitas horas de diversão.

São cerca de 294 m2 totalmente dedicados a jogos que atravessam os anos 80 até aos dias de hoje. Dos famosos Air Hockey Games (dois jogadores jogam um contra o outro numa mesa de ar) ao Down The Clown (dois jogadores competem lado a lado por uma pontuação alta) e ao Milk Jug Toss (desafia a habilidade de atirar num alvo específico), este centro de diversões no NorteShopping disponibiliza mais de 20 jogos.

O ROCK’N’BOWL do centro comercial destaca-se ainda pela aposta em experiências de realidade virtual, disponíveis para um jogador ou quatro em interação simultânea. Depois de equipados, os visitantes são transportados para um mundo distinto onde podem, entre outros desafios, lutar com robôs, zombies ou dragões.

Tudo isto acontece num espaço confortável que garante também todas as regras de segurança necessárias. O ROCK’N’BOWL foi pensado para o público a partir dos seis anos, com os preços a irem dos 1,75€ a 6€, dependendo da diversão.

O horário de funcionamento de segunda a sexta-feira é das 12h às 23h. Ao sábado, domingo e feriados, o espaço está aberto entre as 11h e as 23h.

Alugar os novos dobráveis da Samsung? Sim, já é possível

E atenção à iniciativa Buy & Try, que vos ajudará a decidir se querem ficar ou não com os novos dobráveis.

Foi no passado dia 11 de agosto que a Samsung apresentou ao mundo os seus mais recentes dobráveis, o Galaxy Z Fold3 5G e o Galaxy Z Flip3 5G. Com as novidades que todos já conhecem, trazem melhorias significativas face aos modelos anteriores, proporcionando uma experiência foldable mais otimizada.

Ora, o que podem não saber é que a marca sul-coreana anunciou um novo modelo de renting, permitindo o o aluguer destes dois novos smartphones durante 18 meses. De entre as condições aplicáveis a estas soluções de renting, destacam-se as seguintes:

  • Galaxy Z Fold3 5G: Locação durante 18 meses, com entrada inicial de 99€ e com opção de upgrade do equipamento após 12 meses; Financiamento antander Consumer Finance;
  • Galaxy Z Flip3 5G: Locação durante 18 meses, com entrada inicial de 99€ e com opção de upgrade do equipamento após 12 meses; Financiamento Santander Consumer Finance.

Além das soluções de renting, os clientes que paguem a pronto um dos novos dobráveis da Samsung (o Galaxy Z Fold3 5G encontra-se disponível pelo preço mais baixo em loja de 1.859,90€ e o Galaxy Z Flip3 5G por 1.099,90€) podem experimentar durante 60 dias o equipamento, através da iniciativa Buy & Try, e decidir se querem ficar ou não com o mesmo.

Para o efeito, devem registar-se na página da Samsung até 14 dias depois da compra, experimentar e desfrutar do smartphone adquirido durante esse período e, caso optem por não ficar com o equipamento, serão reembolsados na totalidade, mediante o cumprimento das condições que se encontram descritas no site da marca.

A campanha é válida de 11 a 30 de setembro de 2021, durante o período de pré-vendas e lançamento dos equipamentos abrangidos por esta iniciativa.

Os novos dobráveis da Samsung estão disponíveis para pré-compra desde o dia 11 de agosto e serão lançados oficialmente a 27 de agosto.

SkyShowTime. Novo serviço de streaming vai chegar a Portugal em 2022

Vai incluir conteúdos de plataformas como Peacock (somente disponível nos Estados Unidos da América) e Paramount+ (disponível nos EUA e em alguns países).

À medida que novos serviços de streaming vão ficando disponíveis nos Estados Unidos da América, acaba por ser questão de tempo até que esses serviços, seja com outros nomes ou integrados noutras plataformas, acabem por expandir-se em todo o mundo. Tudo isto para dizer que, em 2022, vai chegar aos países nórdicos, Países Baixos e Europa Central e de Leste, bem como a Espanha e Portugal, o serviço de streaming SkyShowTime.

A plataforma SkyShowtime vai reunir décadas de filmes e séries originais do portefólio de marcas da NBCUniversal, Sky e ViacomCBS, pelo que será o lar de mais de 10 mil horas de entretenimento de alguns dos maiores criadores e do conteúdo mais popular de todo o mundo. A vasta oferta do serviço vai abranger todos os géneros e categorias de público, incluindo filmes, conteúdos para crianças e família, franchises, estreias, programação local, documentários/conteúdo factual e muito mais.

Obviamente, o novo serviço incluirá novos filmes e temporadas de séries de TV lançados todos os meses, com uma biblioteca de elevada qualidade dos favoritos e clássicos de todos os tempos e programação familiar e infantil.

O que é interessante é que a SkyShowtime irá incluir propriedades e títulos da Showtime (que tem o serviço de streaming Showtime Now), Nickelodeon, Paramount Pictures, Sky Studios, Universal Pictures, Peacock (serviço de streaming somente disponível nos Estados Unidos da América) e Paramount+ (serviço de streaming disponível nos EUA e em apenas alguns outros países). Isto poderá querer indicar que, uma vez que irá apresentar conteúdos dessas plataformas, há a possibilidade de esses serviços não serem lançados por cá a “solo”, por assim dizer, uma vez que as respetivas séries e filmes de cada um serão disponibilizados neste SkyShowtime.

O novo serviço SVOD será lançado em 2022, encontrando-se ainda sujeito a aprovação regulatória, e estará disponível em mais de 20 mercados. Não se esqueçam, porém, que devido a licenças, poderão existir alguns conteúdos que não serão disponibilizados no catálogo europeu.

Quanto a preços, ainda nada se sabe. Seria também interessante que este novo serviço de streaming fosse oferecida por alguma operadora, à semelhança do que faz a Vodafone Portugal com a Amazon Prime Video e HBO Portugal.

IKEA abre estúdios de planificação em Setúbal e Coimbra até ao final do ano

Os Estúdios de Planificação são complementares às lojas IKEA.

A IKEA anunciou a abertura de dois novos Estúdios de Planificação em Setúbal e em Coimbra até ao final de 2021, em datas a anunciar. Estes serão o quarto e o quinto espaço deste formato que a marca abre em Portugal, depois de Cascais, Seixal e Sintra.

Esta decisão vem reforçar o objetivo da IKEA de estar cada vez mais próxima dos portugueses e de chegar a mais consumidores, através de um espaço 100% dedicado à planificação de soluções de mobiliário e decoração para várias divisões da casa, com especial foco em cozinhas e roupeiros, com uma equipa especializada e atendimento personalizado.

Os Estúdios de Planificação são complementares às lojas IKEA. O conceito foi criado para ajudar as pessoas a planificar as divisões da sua casa tal como idealizam, nomeadamente cozinhas e quartos.

À semelhança do que acontece nos restantes espaços de planificação, no CascaiShopping, no Alegro Sintra e no Rio Sul Shopping, também nos futuros estúdios os artigos IKEA poderão ser comprados, mas não podem ser levados para casa no momento. O atendimento personalizado será feito com pré-reserva, no próprio espaço ou no site da empresa sueca.

Análise – Star Hunter DX (Nintendo Switch)

Este novo shoot’em up revela como serão as viagens espaciais se os bilionários tomarem contra do espaço: um aborrecimento e uma irritação permanente.

É difícil não sentir que Star Hunter DX é uma oportunidade perdida. O problema não reside na jogabilidade ou na estrutura dos níveis e no equilíbrio da sua dificuldade – ainda que seja um jogo impróprio para iniciantes no género –, mas sim numa falta acentuada de conteúdos e de motivos para regressar às batalhas espaciais. Star Hunter DX é um lançamento seguro, pensado apenas para os fãs de shoot’em ups, mas sem grandes alicerces para uma maior longevidade fora da busca incansável pelas melhores pontuações.

Com três personagens à disposição, sendo que apenas uma está disponível no início da campanha, Star Hunter DX divide-se através de seis níveis divididos por combates frenéticos, padrões impossíveis de balas e outros perigos espaciais, culminando, como sempre, numa batalha contra um dos enormes e desafiantes bosses finais. A estrutura é familiar e Star Hunter DX só se torna marcante pela sua insistência em ser tudo menos memorável, relegando as atenções para níveis caóticos, pouco interessantes a nível visual e com uma visibilidade pouco satisfatória – no entanto, este caos poderá ser controlado através dos três níveis de dificuldade.

Cada piloto tem as suas vantagens e tipos de ataque, mas pouco muda em ação. Star Hunter DX relembra-me, nos melhores momentos, títulos como Mars Matrix, onde os combates tentam ser mais um equilíbrio entre a defesa e o contra-ataque do que o melhoramento constante do poder de ataque e das habilidades especiais da nossa nave. Um sinal desse foco é o facto da tradicional bomba destrutiva, um elemento clássico em qualquer título do género, não estar presente, dando lugar a uma aura que bloqueia os ataques inimigos por meros segundos. Esta aposta na defesa e na pontuação também se faz sentir na habilidade especial das naves, que permite transformar todos os projéteis de uma nave inimiga em cubos dourados. No que toca à jogabilidade, as opções são poucas, mas é agradável existirem dois modos de disparo: um mais concentrado e poderoso, e outro mais disperso, que permite atacar vários inimigos em simultâneo.

E é isto. Isto é Star Hunter DX. Não há muito mais para criticar, infelizmente. Os níveis são desinteressantes, os padrões são demasiado irregulares e espáticos, e as naves não adicionam diferenças significativas que justifiquem o investimento dos jogadores. É um mau jogo? Não o considero como tal, mas é apenas a planta para algo melhor que, infelizmente, não está presente. A arte é banal, o preço não é o mais convidativo e existem neste momento ofertas mais apetecíveis na Nintendo Switch: é a dura verdade.

No entanto, existem achievements, que o jogo intitula de “challenges”, para colecionarem se assim o quiserem, e as batalhas contra os bosses estão divididas em dois momentos, onde no final é necessário parar a fuga destes inimigos mais desafiantes. Afinal existem conteúdos! Segue-se o som dos grilos.

Nota: Satisfatorio

Disponível para: PC e Nintendo Switch
Jogado na Nintendo Switch
Cópia para análise cedida pela Player Two PR.

Análise – Razer Hammerhead True Wireless

A nova geração dos Razer Hammerhead True Wireless afirma-se não só como uma revisão, mas como um verdadeiro produto novo, completo e de alta qualidade.

Sabem o que é que faltava mesmo aos earphones da Razer? RGB. Pronto. E nos dias que correm, claro, cancelamento ativo de ruído e uma autonomia das boas.

Estes são os ingredientes extra da nova versão dos Razer Hammerhead True Wireless, que se apresentam como uma segunda geração do modelo anterior, mas que são, na verdade, um produto complemente novo, que se distingue externa e internamente do modelo anterior. A caixa que acompanha o par de earphones é maior e de maior capacidade, a forma como os guardamos é diferente, e até o próprio design é completamente novo.

Começando exatamente pelo design e não querendo parecer muito crítico, os novos Razer Hammerhead True Wireless causam, de facto, um ótimo primeiro impacto. A sua caixa é maior, mas fácil de transportar, apesar de usar o mesmo material do modelo anterior. Parece um pedaço de hardware mais sólido (especialmente graças à sua tampa altamente satisfatória de abrir e fechar), ao passo que os earphones em si apresentam-se brilhantes, com um design mais orgânico, com pontas achatadas, mas aparentemente muito premium. Tudo excelente até aqui, exceto pelo uso de um material glossy que se suja muito facilmente com dedadas e suor, retirando-lhes esse aspeto mais “exclusivo”.

No geral, porém, são bonitos. Mas mais importante do que isso, extremamente confortáveis de se usar. Mesmo com as pontas já aplicadas por defeito (podendo ser alternadas com outros tamanhos incluídos na caixa), o seu design é, provavelmente, o mais confortável dos vários Razer Hammerhead que já experimentei devido à sua ponta saliente. Sem dúvida alguma um enorme upgrade face ao formato do seu antecessor, que requeria uma membrana de borracha em todo o corpo para ficar fixo no ouvido com o seu one size fits all.

A qualidade de áudio acaba por sofrer com a sua ergonomia, mas a instalação mais confortável potencia as melhores qualidades dos Razer Hammerhead True Wireless: o equilíbrio, alcance e baixos do seu som. Ao colocar os novos Razer Hammerhead True Wireless, os baixos suaves, mas encorpados, saltam facilmente ao “ouvido”, seguindo de um ótimo alcance e som bastante rico em detalhe nos mais variados géneros de música.

A experiência áudio pode também ser ajustada facilmente na aplicação móvel da Razer, a Razer Audio, com os habituais equalizadores e perfis já preparados, mas o grande destaque da aplicação vai para o remapeamento de ações e a ativação dos vários modos de cancelamento de rúido. Infelizmente, o Razer Chroma só é possível ser personalizado através de uma aplicação exterior, descarregada através da mesma app.

Através da app do Razer Chroma, podemos então explorar uma das novidades do Razer Hammerhead True Wireless, a iluminação. Temos efeitos de reação ao som, de respiração, estáticos, entre outros… e é apenas isto. É interessante, mas vamos ser honestos: não oferece absolutamente nada de novo. Quanto muito, acaba por consumir energia da bateria. Por isso, a recomendação é que se use a aplicação simplesmente para desligar esta função.

Outra das novidades, e que acaba por ser o grande destaque dos novos Razer Hammerhead True Wireless, é o cancelamento ativo de ruído. E tal como os outros novos auscultadores da Razer, é excelente.

Aqui temos três modos – o desligado, o de cancelamento total e o de ambiente -, com este último a tirar partido dos microfones embutidos para filtrar o som. O resultado em ambos os dois modos principais é genuinamente ótimo – dependendo do que estamos a fazer com os earphones – e, em conjunto com o isolamento físico dos próprios earphones, permitem uma abstração do ambiente e uma concentração melhorada no conteúdo, isto no caso do ANC on. Já o modo de ambiente filtra os sons mais importantes, amplificando-os, de modo a que possamos ouvir as nossas músicas e podcasts confortavelmente na rua sem riscos de acidentes.

Já o tempo de bateria dos Razer Hammerhead True Wireless é relativamente decente, com uma carga diária modesta para um dia inteiro de trabalho, com armazenamento sempre a carregar que potencia cerca de 32 horas, sem iluminação ou ANC ligado. Num cenário prático reduz-se para 20 horas, ou quatro dias de utilização, sem ter que carregar a caixa, o que é ótimo.

No geral, os Razer Hammerhead True Wireless afirmam-se não só como uma revisão, mas como um verdadeiro produto novo (um substituto do modelo anterior) completo e de alta qualidade. Por 139,99€, o Razer Hammerhead True Wireless é um autêntico no brainer.

Echo Boomer Recomendado

Este dispositivo foi cedido para análise pela Razer.

Homenagear o Comendador Rui Nabeiro dá direito a uma caixa de 10 cápsulas Delta Q

Rui Nabeiro chegou longe, “sem nunca esquecer as origens”, e é hoje o rosto humano da marca e da história da Delta Cafés.

A Delta Q celebra o 90º aniversário do Comendador Rui Nabeiro com o lançamento de uma campanha de comunicação ímpar que desafia os portugueses a dedicar e a partilhar as palavras que melhor definem o fundador do Grupo Nabeiro – Delta Cafés.

Com o mote “Uma celebração palavra por palavra”, a campanha tem um site próprio onde qualquer pessoa pode deixar uma palavra de celebração dedicada ao Comendador Rui Nabeiro.

Nas últimas seis décadas, Rui Nabeiro chegou longe, “sem nunca esquecer as origens”, e é hoje o rosto humano da marca e da história da Delta Cafés. Foi esta história que inspirou a Delta Q a criar, não só esta campanha ímpar, mas também o blend de assinatura Delta Q Comendador Collection. Um café pensado ao detalhe, feito pela mão e mestria do próprio Comendador, de torra lenta e especialmente cuidada. Os grãos de café utilizados neste blend têm origem na região costa-riquenha de Tarrazu e na Ilha de Java na Indonésia, e dão origem a um café encorpado, envolvente e rico em notas de cacau, chocolate e avelãs torradas.

Ora, o que podem não saber é que a Delta Q agradece as nossas palavras e participações com o envio de uma caixa de 10 cápsulas do blend Comendador Collection. Basta que escolham então a vossa palavra no site da campanha, que preencham os dados necessários e que esperem até outubro, pois será nesse mês que as cápsulas de oferta serão enviadas.

Como seria de esperar, o objetivo não é abusar desta oferta, pelo que somente será enviado um tubo de 10 cápsulas do blend Comendador Collection por endereço. Têm até 20 de setembro para participar… isto caso o stock não esgote até lá.

Garantia dos produtos passa a ser de três anos a partir de 2022

O mesmo aplica-se para produtos recondicionados, o que é muito interessante.

Quando compramos os chamados “bens móveis”, como eletrodomésticos, sabemos que a garantia convencional é de apenas dois anos. Ora, isto vai mudar já no próximo ano.

De acordo com o Jornal de Negócios, 2022 vai trazer novidades relativamente à garantia aplicada na compra de produtos, que passará a ser de três anos. No diploma (que transpõe duas diretivas europeias) sobre este proposta, que já foi submetido à consulta do Conselho Nacional do Consumo (CNC) e que entrará em vigor a 1 de janeiro de 2022, pode ler-se que o objetivo passa por reforçar “a proteção do consumidor num mercado cada vez mais competitivo e digital”.

Dito isto, o vendedor passará a ser “responsável por qualquer falta de conformidade que se manifeste no prazo de três anos a contar da entrega do bem”. Já no que toca a bens usados, a garantia será de 18 meses.

Curiosamente, o diploma refere algo interessante para os produtos recondicionados, tão em voga por estes dias, como computadores e smartphones, e cuja garantia, por norma, é de apenas um ano. Com este diploma, também a garantia destes produtos será de três anos.

Outra novidade do decreto-lei é “um novo direito do consumidor”, que na prática é o direito de rejeição. Por exemplo, se o consumidor adquirir um produto, cuja avaria ou defeito seja identificado nos primeiros 30 dias após a entrega, “o consumidor pode solicitar a imediata substituição do bem” ou, se preferir, a sua devolução.

Por último, referir que este documento vem também reforçar os direitos dos consumidores de conteúdos e serviços digitais. Sim, estamos a falar de plataformas de streaming ou subscrição de publicações periódicas. Neste caso, será possível denunciar contratos no prazo de 30 dias caso existam alterações nos conteúdos e serviços digitais que não estavam previstos anteriormente.

Lidl de Vialonga reabre com um espaço mais moderno e funcional

E também novos serviços.

Continua a aposta do Lidl Portugal em modernizar lojas já com algum tempo de existência. Esta semana, mais especificamente já esta quinta-feira, dia 19 de agosto, vai reabrir a loja Lidl de Vialonga.

O novo espaço vem substituir o anterior, de forma a disponibilizar à população do concelho um espaço moderno e funcional. Com mais de 1400m2, a loja anterior foi substituída por uma loja completamente nova.

Para além da zona de padaria com uma máquina de corte de pão, onde diariamente são disponibilizadas dezenas de variedades de pão e pastelaria, os clientes contam agora com máquina de sumo de laranja natural, espremido na hora.

A loja localiza-se na Rua Professor Egas Moniz, em Vialonga, e estará aberta diariamente das 8h às 21h00. O primeiro cliente terá o privilégio de cortar a fita de inauguração, recebendo igualmente um bouquet de flores comemorativo desta data especial.