Hotel Pestana CR7 Funchal – Não é só para os fãs de futebol

Uma experiência bastante agradável e que nos faz querer voltar muito em breve.

Todos sabemos que Cristiano Ronaldo é mais que um jogador de futebol. É uma marca, uma das mais valiosas do mundo através do seu “CR7”. O que não tinha noção é que, para além de ser uma marca global, é também um nome de herói na ilha da Madeira. Não pelo busto no aeroporto ou o próprio nome do aeroporto, nem tampouco pelo museu ou a estátua em frente ao mesmo. Cristiano Ronaldo é nome de herói na ilha da Madeira pelas histórias que as pessoas da ilha contam. Na Madeira pela primeira vez para visitar o Hotel Pestana CR7, unidade hoteleira pertencente ao Pestana Hotel Group, ao entrar no táxi que me levaria até ao destino, deu para perceber quase de imediato que Cristiano Ronaldo é um nome que faz muita gente sorrir de orgulho sempre que o ouve.

O Sr. Taxista foi, a caminho do Funchal, ao saber que íamos ficar no Pestana CR7, contando histórias de como Cristiano Ronaldo já tinha ajudado pessoas na ilha, do orgulho que era ter um dos maiores, se não o maior de sempre, no mundo do futebol a nascer ali, na mesma ilha que ele. O orgulho que era ter a ilha da Madeira nas bocas do mundo muito por culpa de Cristiano Ronaldo… a certo ponto dizia-se: “o Messi é bom, tem habilidade, mas não há desportista como o Cristiano”.

Depois de uma viagem que bem podia pertencer a um roteiro turístico oferecido pelo museu CR7 (local onde os hóspedes do hotel têm entrada gratuita), cheguei ao hotel e a primeira coisa que reparei foi no seu ar industrial. O edifício, que agora é ocupado, em parte, pelo Hotel Pestana CR7, situa-se lado a lado com o porto do Funchal, local bem conhecido de todos… mesmo que nunca lá tenham ido certamente já o viram nas reportagens anuais sobre as passagens de ano na ilha da Madeira. O edifício já existia antes dos planos de expandir a marca Pestana CR7 até território madeirense, pelo que o Hotel teve que adaptar-se ao espaço existente: se o primeiro andar é todo ele ocupado pelos quartos e restantes serviços do Hotel, o rés-do-chão é também ocupado pelo museu CR7, bem como outras lojas ligadas à restauração e aos serviços de turismo.

Pestana CR7 Funchal

A chegada ao Hotel Pestana CR7 Funchal

À chegada ao hotel, a receção não podia ter sido melhor. Como ainda faltavam algumas horas para o check-in e o quarto ainda estava a ser preparado, foi sugerido que as malas ficassem no hotel, isto enquanto podíamos aproveitar as primeiras horas para explorar a cidade do Funchal. Uma prática normal nos hotéis, mas que é bem-vinda quando é sugerida, em vez de ter que ser o próprio cliente a procurar essa solução. Antes de partir para as colinas da cidade do Funchal em procura de um local para almoçar, foi-nos oferecida uma bebida de boas-vindas, oferta já habitual no Hotel Pestana CR7, e as escolhas eram simples: Gin & Tonic ou Brisa Maracujá. Como eram 11h30 e estavam uns excelentes 25 graus, a escolha foi simples: Uma Brisa Maracujá para quem me acompanhava e um Gin para mim.  

Depois das bebidas na explanada do Pestana CR7, o quarto até já estava pronto, e subimos. O almoço pode esperar. A caminho do quarto, que fica no primeiro andar, passamos por um par de camisolas assinadas pelo Cristiano Ronaldo e umas quantas fotografias. Lá em cima, no corredor de acesso aos quartos, temos a sensação constante que estamos no túnel de acesso a um estádio de futebol: as luzes, a carpete a simular relva… todo o ambiente do corredor leva-nos para uma noite de Liga dos Campeões onde, na verdade, os protagonistas somos nós.

No quarto há menos de dois minutos, enquanto apreciava a vista (que a varanda do quarto oferecia) para o porto do Funchal e para a cidade em si, fui interrompido por um bater à porta: uma funcionária do Pestana CR7 Funchal tinha uma tábua de frutas da época para nos dar as boas-vindas. Mas pronto, falemos dos quartos.

No Pestana CR7 Funchal existem cerca de 30 quartos. Destes, metade tem vista para o porto do Funchal e a outra metade consegue ter uma vista, que embora não seja tão surpreendente, não é má… os quartos da parte traseira do hotel têm vista par um jardim e para a casa do Governo Regional da Madeira, que por acaso é um edifício bastante agradável. Existe ainda uma suite, que embora seja bastante similar aos quartos superiores (os tais com vista para o mar), tem um “add-on”: uma sala que pode ser completamente fechada, de modo a não incomodar quem está na zona de dormir.  Nesta sala, há uma zona de lazer que, para além de uma vista fantástica, tem ainda uma TV, uma consola de videojogos e claro, FIFA.

Quartos confortáveis com um toque “Ronaldo”

O quarto onde ficamos hospedados era, tal como os outros, uma ode aos feitos de Cristiano Ronaldo. Quadros com desenhos a destacar os maiores feitos de Ronaldo, holofotes numa clara referência à fama do jogador e o que isso lhe traz. E, num pormenor um pouco “assustador”, uma câmara de videovigilância na casa de banho. Sim, é falsa, mas é mais uma clara alusão ao facto de Cristiano Ronaldo raramente conseguir ter privacidade.

O espaço da casa de banho, a forma como foi decorada e os materiais e cores usadas fazem-nos sentir num balneário desportivo. Não existem banheiras, apenas duches, algo que pode parecer estranho num hotel, principalmente se forem em busca de alguns dias de relaxamento. A cabine de duche é grande o suficiente e é fácil estar confortável na mesma, mas a banheira é algo que sempre pensei encontrar em hotéis de topo.

Pequena desilusão à parte, quando olhamos para o público-alvo do Pestana CR7, um público que procura uma experiência mais relaxada, menos “elitista”, até que faz sentido a casa de banho estar mais despida de luxos e mais ligada à terra. Ah, ainda dentro do território do duche, caso estejam a ponderar visitar um dos Hotéis Pestana CR7 e não gostem de cheiros fortes, aconselho a que levem o próprio gel de duche e shampoo. Embora a qualidade seja fantástica, o cheiro dos produtos de banho é forte, semelhante a um perfume masculino. Algo que pode não ser do agrado de todos.

Depois de tanta emoção, e fruta, acabei por não sair para almoçar. Fechei as cortinas, que isolam na perfeição a luz exterior, liguei a luz ambiente, o ar condicionado e decidi fazer uma sesta para recuperar do voo de quase 4 horas que liga Londres à ilha da Madeira. Tenho que vos dizer: pela primeira vez num hotel, consegui descansar sem precisar de um período de adaptação à cama. Ou o colchão era igual ao meu ou acertaram no tipo de colchão que escolheram para os quartos do CR7. As camas, daquele quarto, eram Twin (ou seja, duas camas individuais lado a lado), algo que não me incomoda, mas que podem ter em atenção caso façam uma reserva.

O exterior do Pestana CR7 do Funchal

No primeiro andar do Pestana CR7 Funchal existe ainda uma sauna e uma banheira de hidromassagem, ambos encerrados temporariamente devido à situação pandémica do país, mas que têm bom aspeto, lá isso têm. Existe ainda uma área com relvado onde se pode simplesmente relaxar e um ginásio ao ar livre, algo que escolhi não visitar. Mas calma, fiz exercício, dei umas braçadas na piscina que existe no topo do hotel.

A zona da piscina é equipada por espreguiçadeiras, chapéus de sol e ainda mesas “normais”. As toalhas para a piscina, caso não se encontrem no quarto, podem ser requisitadas na receção ou a qualquer funcionário do hotel e são depois deixadas numa zona específica para serem recolhidas para limpeza. Na zona exterior, como forma de suporte à piscina, existe ainda um bar que, para além de servir bebidas, aceita pedidos de comida, já que o hotel tem um menu específico para a piscina que está disponível durante a tarde. Embora o bar de apoio à piscina não esteja aberto todos os dias ou a toda a hora, é sempre possível fazer um pedido através do telefone presente no balcão do bar e um funcionário do hotel entregará esse mesmo pedido na piscina. Foi assim que fiz para este bowl de frutas:

Pestana CR7 Funchal

A piscina pode também ser usada a qualquer hora, desde que isso não incomode os restantes hóspedes. Ou seja, existe um grande liberdade desde que as pessoas consigam manter uma boa dose de civismo, algo bom num hotel. Em experiências passadas, o horário de funcionamento da piscina era muito mais curto, o que dificultava a utilização da mesma depois de um dia passado em passeio. Mas digo-vos, em jeito de conclusão, tenho saudades da piscina e da vista que oferece (tanto de noite como de dia) para a cidade do Funchal e para o Oceano Atlântico.

Comer e beber

O Hotel Pestana CR7 Funchal oferece ainda um pequeno-almoço bastante completo. Diferentes tipos de pastelaria, café Nespresso, leite e alternativas vegetais, pão de diferentes qualidades, frutas, smoothies, cereais, queijos, ovos, panquecas e carnes frias. Mas claro, qualquer coisa que não esteja disponível na altura basta pedir ao chef e é feito na hora. As práticas de pequeno-almoço responderam na perfeição no que toca à organização e a cuidados de higiene tendo em conta o panorama Covid-19.

Para além do pequeno almoço para os hóspedes, é ainda possível qualquer pessoa usar os serviços de bar e restaurante existentes no piso térreo do hotel. A carta de bebidas é generosa, tendo todos os suspeitos do costume bem como algumas especialidades locais, como é o vinho da madeira e a Poncha regional. No restaurante, a comida é servida num menu que pode ser apreciado por uma geração mais jovem: Pizzas, hambúrgueres, saladas, prego (no Bolo do Caco, claro). Temos ainda duas opções mais “compostas”: um Bife do lombo com maturação de 21 dias e um Tomahawk de 1kg (sugerido para duas pessoas) com o agradável preço de 59€.

Os hambúrgueres são servidos com a normal batata-frita e são grandes o suficiente para deixar uma pessoa bem alimentada, mas sabem o que vos digo? Caso estejam a pensar ir ao Pestana CR7 Funchal ou até vivam por esses lados, provem as Bolas de Risotto com Pato. É como comer um croquete de arroz de pato, uma verdadeira delícia. Mas como falar de comida dá fome, fiquem com as fotos:

O único senão no que toca à comida e bebida foi numa tarde de piscina que, ao pedir um Aperol Spritz, foi-me entregue uma bebida diferente pela falta de stock de Aperol… tudo ok. Sem problema algum, não fosse não ter gostado da tentativa do funcionário do bar em criar algo “parecido”.

Tudo somado, a experiência no Hotel Pestana CR7 Funchal foi bastante agradável e espero voltar brevemente. Quero voltar não só pela vista da varanda ao nascer do sol ou os mergulhos na piscina ao por do sol. Quero voltar também pela simpatia de todo o staff, que até a fazer um roteiro de “onde comer a melhor espetada” ajudou a fazer (Dica: O Polar ou O Abrigo do Pastor).

Já sabem, caso estejam a pensar fazer uma viagem até à ilha da Madeira, mesmo que não sejam fãs de futebol, não vão ficar desiludidos com os serviços do Hotel Pestana CR7. Com o levantar de algumas restrições, é possível até que encontrem alguns eventos a decorrer no hotel, seja uma noite com DJ ou até um evento ligado à moda, uma forma de abrir as portas do Hotel a mais pessoas e de criar um ambiente relaxado, mas sempre com algo a acontecer.

Recomendo: visitem a esplanada do Hotel Pestana CR7… nem que seja para provar as bolas de risotto de pato. Podem ainda descobrir outros hotéis Pestana CR7 em cidades como Lisboa, Madrid e Nova Iorque. Os próximos hotéis Pestana CR7 deverão abrir em Marraquexe e Paris.

MENU. Novo projeto oferece refeições nutritivas e de fácil confeção à base de macroalgas da costa portuguesa

Espera-se que os primeiros produtos surjam no mercado algures em 2022.

Um leque variado de pratos doces e salgados à base de macroalgas marinhas da costa portuguesa é a proposta do projeto MENU. Coordenado pela investigadora Ana Marta Gonçalves, do Centro de Ciências do Mar e do Ambiente (MARE) da Universidade de Coimbra (UC), este projeto foca-se no desenvolvimento de refeições pré-cozinhadas alternativas, com elevado valor nutricional e de rápida confeção, oferecendo aos consumidores uma dieta rica e saudável. Os primeiros produtos poderão estar no mercado dentro de um ano.

A grande inovação do “MENU: Marine Macroalgae: alternative recipes for a daily nutritional diet” está na utilização completa das macroalgas marinhas e não apenas extratos ou compostos, como acontece em várias indústrias. O objetivo é aproveitar todas as propriedades destas verduras do mar, conhecidas, por exemplo, pelas suas propriedades antivirais, antibacterianas, antidiabéticas, antioxidantes e anticancerígenas, entre outras.

Já foram desenvolvidas várias receitas, tais como arroz com algas, frango com algas, sopas e molhos adicionais. Nos doces, apostaram em compotas, arroz doce e em gelatinas de framboesa e morango, bem como em pudins de vários sabores, nomeadamente amêndoa, baunilha, chocolate e coco. Outros produtos estão em fase de desenvolvimento, como por exemplo mousses.

Naturalmente, já foram realizados alguns workshops, com os participantes a referirem que “gostaram bastante, demonstrando interesse, especialmente no que respeita aos benefícios para a saúde, e destacaram o sabor e textura agradáveis”.

Este projeto, que é financiado pelo Fundo Azul – um mecanismo de incentivo financeiro da Direção-Geral de Política do Mar destinado a apoiar a investigação científica –, visa também dar resposta aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, contribuindo para a produção e consumo de produtos sustentáveis e melhoria da nutrição.

Hospital de Santa Maria conta agora com 3.267 painéis solares no parque de estacionamento

A empresa responsável pela instalação diz que se trata do “maior projeto em modelo de autoconsumo executado” em Portugal.

A SunEnergy, especialista em soluções de produção de energia elétrica a partir do sol, finalizou recentemente um projeto que envolveu a instalação 3.267 painéis solares fotovoltaicos no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, após vencer um concurso público lançado pelo Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte, E.P.E.

Até à data, este é o maior projeto em modelo de autoconsumo executado, não apenas em hospitais portugueses, como no setor público em geral, com a particularidade de ter sido executado em parque de estacionamento. Foram instalados 3.267 painéis solares de 300W, perfazendo um total de 980 kW. Este é um valor que se aproxima do limite máximo de potência permitido para este tipo de projetos regulados pelo Dec Lei nº 162/2019 de 25 de outubro, que se encontra nos 1.000 kW.

Esta Unidade de Produção para Autoconsumo (UPAC) no Hospital de Santa Maria vai permitir uma redução de aproximadamente 180 mil euros por ano na fatura energética nesta unidade de saúde. A instalação dos painéis solares fotovoltaicos para a produção de energia elétrica a partir do sol que será consumida pelo hospital vai ainda permitir uma redução assinalável das emissões de CO2, na ordem das 320 toneladas por ano.

Há uma nova loja Intermarché em São João da Pesqueira

Resulta de um investimento de três milhões de euros e vai permitir a criação de 36 postos de trabalho.

Foi no passado mês de junho que o Intermarché inaugurou a sua mais recente loja, neste caso em Moncarapacho, reforçando a presença do Grupo Os Mosqueteiros no Algarve. Agora, para dar continuidade à expansão em território nacional, eis que abre esta quinta-feira, dia 16 de setembro, uma nova loja em São João da Pesqueira.

Localizada no distrito de Viseu, a nova loja conta com um total de 900 m2 e é o resultado de um investimento de 2 milhões de euros que resulta ainda na criação de mais de 30 postos de trabalho.

Este novo ponto de venda estará aberto diariamente das 09h às 20h e terá ainda disponíveis diversos serviços como posto de combustível, lavandaria, multibanco, entre outros. Como parte da dinamização deste espaço, a partir de dia 16 de setembro, o novo Intermarché contará também com serviços de pastelaria, uma cafetaria e take away.

Com esta abertura em São João da Pesqueira, o Intermarché passa a contar com 256 lojas em Portugal.

Circuito de Portimão chegou a F1 2021

Graças a uma nova atualização gratuita.

São fãs de Fórmula 1, têm o mais recente título, mas estavam tristes pela ausência do Circuito de Portimão? Pois bem, saiu hoje uma atualização que vem trazer esta pista ao jogo.

A atualização gratuita permite aos jogadores reescreverem a história após a vitória de Lewis Hamilton no passado mês de maio. Já o circuito de Imola, lar da primeira vitória da temporada de Max Verstappen, estará disponível em outubro, seguido de Jeddah, em novembro, antes da sua estreia como a penúltima corrida da temporada. F1 2021 incluirá também várias atualizações durante o resto da temporada de F1 e F2.

Também disponível está o desempenho atualizado do veículo, refletindo mais de perto a temporada 2021 e o carro de segurança Aston Martin, complementando o Mercedes AMG GT R já existente.

De resto, os jogadores de Xbox e PlayStation também podem experimentar F1 2021 gratuitamente com uma versão experimental disponível para download nas respetivas lojas digitais. O teste permite aos jogadores experimentarem a abertura do Braking Point ao lado de um Grande Prémio em Monza e o fim-de-semana de abertura para a Minha Equipa.

Enquanto preparam os motores, aproveitem para (re)ler a nossa crítica.

Seis centros comerciais vão receber uma exposição muito especial dedicada a Spongebob

A mostra é aberta a todos os elementos da família e é gratuita.

Os Centros Comerciais Alameda Shop & Spot, Alma Shopping, LoureShopping, Nosso Shopping, RioSul Shopping e Torreshopping, todos geridos pela CBRE, recebem, entre os meses de setembro e novembro, a estrela do canal Nickelodeon, SpongeBob SquarePants, através de uma exposição memorável de pinturas.

As 18 telas que compõem esta mostra pensada para os mais novos (e que vai surpreender os mais velhos) interpretam, de forma divertida, obras fundamentais de alguns dos maiores artistas da arte universal.

Esta exposição vai exibir o SpongeBob, materializado nas figuras de grandes obras de arte mundiais como A persistência de memória de Dali, A criação de Adão de Miguel Ângelo e o Homem Vitruviano de Leonardo da Vinci.

A exposição engloba ainda uma vertente ambiental e ecológica, integrada nas várias atividades didáticas, orientadas para a sensibilização para a preservação água e para a proteção das espécies marinhas.

A exposição começa por ser inaugurada no RioSul Shopping, de 17 a 26 de setembro. Segue-se o Alma Shopping, de 28 de setembro a 6 de outubro; o Torreshopping, de 7 a 18 de outubro; o Nosso Shopping, de 20 a 28 de outubro; o Alameda Shop & Spot, de 29 de outubro a 6 de novembro; e, por fim, o LoureShopping, de 8 a 16 de novembro.

A mostra é aberta a todos os elementos da família e é gratuita.

Série de Hawkeye recebe o primeiro trailer e data de estreia

Um trailer natalício com estreia a tempo das festividades.

A Marvel revelou o primeiro trailer da série Hawkeye, que acompanha uma nova aventura de Clint Barton após os eventos de Avenger’s Endgame.

Apesar de uma aventura a solo, Barton (novamente protagonizado por Jeremy Renner) faz-se acompanhar por Kate Bishop (Hailee Steinfeld) enquanto aprendiz e uma das melhores arqueiras deste mundo que, quem sabe, poderá juntar-se a futuros heróis da Marvel.

O novo trailer deixa-nos espreitar o tom e a escala da série, que aparenta ser uma série de ação mais contida que as restantes séries, com elementos de espionagem e algum humor à mistura. Além da antecipada estreia de Steinfeld na MCU, o destaque do trailer vai para a sua época festiva, que combina com a data de revelação da série, que começa a dar, sempre com um episódio por semana, a 24 de novembro, no Disney Plus.

Gleba abre padaria em Cascais, naquela que é a primeira loja fora de Lisboa

A marca aproveitou também a ocasião para lançar um serviço de subscrições online.

Depois de Alcântara, Alvalade, Av. Novas e Campo de Ourique, a Gleba, padaria artesanal fundada em 2016 por Diogo Amorim, abre agora portas no centro de Cascais, naquela que é a quinta loja da marca. É a primeira vez que a Gleva inaugura um espaço fora da cidade de Lisboa.

À semelhança do que acontece em todas as lojas Gleba, em Cascais é possível comprar 26 variedades de pão de fermentação lenta e natural, assim como sugestões doces como o Pannettone ou as Broas Castelares, e produtos de especialidade em parceria com diversas marcas portuguesas.

Outro dos destaques vai para as farinhas, que estão agora também disponíveis para venda em todas as lojas da marca. De relembrar que, na Gleba, todas as farinhas usadas são moídas diariamente em mós de pedra a partir de cereais comprados diretamente a pequenos agricultores nacionais, garantindo pães integrais, saudáveis e com muito sabor.

Para todos os que continuam a não conseguir deslocar-se a nenhuma loja ou ponto de venda Gleba, há também outras soluções: a marca faz agora entregas todos os dias da semana em oito concelhos da Grande Lisboa (Lisboa, Cascais, Oeiras, Sintra, Almada, Odivelas, Loures e Amadora), sendo também possível agendar as entregas em regime de subscrição. As encomendas são feitas através do site oficial e os portes são grátis a partir de 25€.

As lojas Gleba estão abertas todos os dias, de segunda a sexta-feira das 8h às 20h30, e sábados e domingos das 8h às 19h. Até ao final do mês de outubro, a Gleba marca também presença num corner pop-up no El Corte Inglés Lisboa, com horário alargado (até às 22h de segunda a quinta-feira, até às 23h30 às sextas e sábados e até às 20h aos domingos).

Quatro anos depois, estação de metro de Arroios volta a funcionar

Uma obra que demorou bem mais que o inicialmente previsto.

Estávamos a 8 de março de 2017 quando, no Parlamento, o ministro do Ambiente anunciava que a estação de metro de Arroios ia encerrar a 19 de julho desse ano. Mas e quando se pensava que as obras iam demorar somente ano e meio, afinal estenderam-se para lá do dobro. Porquê? É que, com o atraso dos trabalhos, o Metro de Lisboa viu-se obrigado a mudar de empreiteiro.

Assim, quando a conclusão das obras estava prevista para o primeiro semestre de 2019, o Metropolitano de Lisboa acabou por rescindir contrato com a empresa responsável pelas obras, tendo adjudicado um novo concurso em setembro desse mesmo ano. Já a consignação da “nova” empreitada foi assinada em janeiro de 2020, com a previsão de que as obras decorressem durante 18 meses a partir de então. Daí toda esta demora

Agora, a duas semanas das eleições autárquicas, eis que a tão ansiada abertura vai finalmente acontecer. E é já esta terça-feira, dia 14 de setembro.

Os trabalhos de ampliação e renovação da estação Arroios tiveram como principal objetivo ampliar o cais para receber composições de seis carruagens e dotar a estação de três elevadores para acesso de pessoas de mobilidade condicionada, garantindo uma acessibilidade plena nesta estação e a melhoria da qualidade de serviço em toda a rede do Metropolitano de Lisboa.

A remodelação desta estação contemplou, igualmente, a reformulação dos átrios e a reorganização dos espaços de apoio à exploração.

Análise – WRC 10 (PlayStation 5)

O jogo mais popular do mundial de Rali está de regresso, desta vez montado com régua e esquadro e já adaptado de raiz para as consolas de nova geração.

O capítulo anterior desta franquia foi um dos melhores títulos que joguei lançados em 2020. Este ano, WRC 10 está bem posicionado para repetir a façanha, graças a quatro pontos chave: interface, melhoria do modo de carreira, áudio mais imersivo e melhorias da sensação de condução.

A interface, que foi completamente redesenhada, tornou-se muito mais intuitiva e user friendly. Há agora, nos menus, uma disposição diferente. Foi abandonada a ideia de páginas inteiras (que se mantém no F1 2021, por exemplo), passando a funcionar por aba lateral e secções correspondentes.

Nessa aba lateral (que é basicamente o menu inicial) podem encontrar o modo WRC, que conta com tudo o que é essencial à experiência do jogo; o modo 50º aniversário, um modo exclusivo que consiste em reviver todos os ralis históricos, correndo-os com carros célebres, por etapas; a carta de condutor, que agora inclui muito mais dados sobre o progresso e desempenho no jogo (apreciado por fãs de estatística, como eu); o salão de exposição virtual, local onde é possível ver todos os carros do jogo ao detalhe; e por fim, uma zona exclusiva para personalizar todas as definições do jogo.

Como referi anteriormente, tudo o que é essencial ao jogo está concentrado no modo WRC, subdividindo-se em quatro secções distintas e bem organizadas. Uma delas é a “Life”, que dispõe todos os eventos online diários e semanais e o feed de notícias. Temos também a secção “Solo”, onde estão os meus modos preferidos: o modo de carreira, jogo rápido, temporada e o novíssimo editor de livery para os carros, onde é possível criar um design a gosto para qualquer carro disponível. Não podia faltar a secção de multiplayer, composto pelos clubes, online multiplayer, leaderboard, co-driver (introduzido no ano passado) e o clássico split screen. Por fim, há a secção de “Skill Development”, onde estão agora os desafios, a área de teste e o modo de treino, que se desenrola em diversas pistas cíclicas e nos permite escolher o carro a usar. O objetivo passa por melhorar tempos com base na repetição de percursos.

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Em todas estas secções, que ocupam o ecrã “à vez”, o que dá um aspeto mais limpo, está associada a informação sobre o que se pode fazer na secção em causa, acompanhado pela reprodução de arquivo vídeo do jogo e de momentos esports a passar em loop (diferente para cada secção). Isto é uma novidade bem pensada, visto que vem conferir outro dinamismo ao ecrã (beneficiando deste agora ser mais descomplicado) e oferecer inspiração, enquanto não é tomada uma decisão sobre o que fazer a seguir.

Esta nova interface também trouxe a sua quota parte de benefícios ao jogo rápido, uma vez que, assim que é definida a prova a correr, há uma ordem sequencial de escolha de pré-definições da corrida em si, por fases. Estas fases já incluem a escolha da altura do dia e tempo meteorológico. Uma melhoria muito bem-vinda até porque, no jogo anterior, a prova era definida por ecrã de navegação, então muitas vezes saltava-se a escolha da altura do dia e meteorologia sem querer.

Para terminar este ponto, e já que estou a falar das melhorias no que toca à interface, aproveito também para referir o modo de carreira, que está muito mais atrativo, completo e organizado. Este ano, há a novidade de ser possível criar uma equipa própria ou alterar o aspeto de carros contemporâneos através do editor de designs. Caso a gestão de pessoal não seja a vossa praia, mas ainda assim querem experienciar toda a emoção de um campeonato de rali, o modo temporada é a alternativa a escolher.

Apesar dos gráficos não terem melhorado de forma revolucionária, posso confirmar que o áudio está realmente mais imersivo (com os sons do comando melhorados) e que a sensação de condução está melhor no que toca a interação do carro com a pista e meteorologia, notando-se ainda mais o contraste ao correr em tipos de piso diferentes.

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Avançando para as novidades de conteúdo, os ralis do México, Argentina, Turquia e Alemanha foram substituídos pelos da Estónia, Croácia, Bélgica e Espanha. Contudo, por este ser o 50º aniversário, foram incluídos diversos ralis históricos que incluem Acrópole (Grécia) e Sanremo (Itália), por exemplo. Todos estes ralis combinados conferem ao jogo 120 etapas distintas, o que é muito terreno para trilhar. Há também mais de 20 carros lendários, bem como todos os carros pertencentes às 52 equipas oficiais da temporada de 2021 das categorias WRC, WRC2, WRC3 e Junior WRC.

Ainda que existam dezenas de pontos positivos, o jogo fica a uma unha negra da nota máxima (mais uma vez) pelo simples facto de ainda haverem problemas de conectividade com os servidores, algo irritante que já devia estar resolvido. Fora isso, a precisar de melhorias, só mesmo o público presente nas provas, que contrasta um bocado com o detalhe gráfico do resto do jogo. O ponto de foco a ter no próximo jogo, já que a interação do carro com a pista está sublime, é mesmo começar a otimizar a interação do carro com os elementos fora da pista (se bem que isto só traz valor acrescentado para iniciantes, como eu).

Fazendo um balanço para vos ajudar a decidir se valerá a pena investir neste jogo, acaba por ser simples. Se forem fãs de rali, vale o investimento por todo o novo conteúdo, pelas melhorias de sensação de condução e a amplitude que o modo carreira ganhou. Caso tenham o anterior, mas entretanto tenham comprado consola de nova geração para além dos motivos anteriores, junta-se a influência do DualSense na sensação de condução. Caso ainda não tenham feito o upgrade de consola e tiverem comprado WRC 9, julgo que vai depender do quanto vale o novo conteúdo, na vossa opinião. Ainda assim, considero WRC 10 um upgrade considerável e recomendo-o.

Nota: Muito Bom - Recomendado

Disponível para: PC, PlayStation 4, PlayStation 5,
Xbox One e Xbox Series X|S
Jogado na PlayStation 5
Cópia para análise cedida pela Upload Distribution

Há uma nova etiqueta energética para lâmpadas

Entrou em vigor no primeiro dia de setembro.

Depois dos eletrodomésticos, dos televisores/monitores/ecrãs e dos frigoríficos e congeladores, chegou a vez de as fontes de luz (grupo que inclui lâmpadas e candeeiros com lâmpadas integradas) contarem com uma nova etiqueta energética.

A nova etiqueta entrou em vigor a 1 de setembro e vem trazer novidades no que à classificação diz respeito. À semelhança do que aconteceu anteriormente este ano, deixam de existir as classes A+ e A++, passando as lâmpadas e candeeiros com lâmpadas integradas a contar com uma escala mais simples de interpretar, que vai do A (mais eficiente) ao G (menos eficiente). 

etiqueta energética para lâmpadas

Nas etiquetas, os fabricantes deverão colocar um código QR, a partir do qual é possível aceder a informação técnica adicional, como por exemplo a cor da fonte de luz, a capacidade de atenuação e a vida útil expectável.

3,2 milhões de clientes já têm um contador inteligente de eletricidade em casa

E destes, um milhão está ligado à rede inteligente.

A ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos divulgou um Balanço da Implementação das Redes Inteligentes de Distribuição de Energia Elétrica em 2020, concluindo que 3,2 milhões de consumidores em Baixa Tensão Normal (BTN), correspondendo a clientes domésticos e pequenas empresas, já têm um contador inteligente instalado e, destes, um milhão está ligado à rede inteligente.

O relatório da ERSE retrata o ponto de situação da instalação dos contadores inteligentes a 31 de dezembro de 2020, a sua integração em redes inteligentes e a utilização de serviços e disponibilização de dados.

Através de um questionário dirigido aos operadores das redes de distribuição e aos comercializadores, a ERSE verificou o estado atual de implementação do Regulamento dos Serviços das Redes Inteligentes de Distribuição de eletricidade. O regulamento define o quadro mínimo de serviços a disponibilizar aos clientes e inclui a medição e disponibilização de dados de consumo e de produção, o acesso a esses dados diretamente no contador e em plataformas eletrónicas, a eliminação de estimativas na faturação, a realização de alterações contratuais de forma remota, sem necessidade da presença do consumidor na instalação, entre outros.

O relatório conclui que os Operadores da Rede de Distribuição em Baixa Tensão (ORD BT) manifestam um compromisso generalizado com o desenvolvimento das redes inteligentes de distribuição de energia elétrica, prevendo-se, de acordo com os planos dos ORD BT, que em 2024 seja a quase totalidade dos 6,5 milhões de clientes.

Um número significativo de instalações em BTN, com contador inteligente instalado embora não integrado nas redes inteligentes, dispõe de acesso a alguns serviços inovadores, tal como a leitura remota mensal do contador ou a atuação remota para alguns serviços concretos, correspondendo a 22% de clientes.

As instalações BTN integradas em redes inteligentes totalizavam, no final de 2020, 16% do total (1 milhão de clientes). Os ORD BT estimam que, no final de 2022, 50% das instalações de BTN esteja integrada numa rede inteligente e que, em 2024, esse número atinja os 76%.

O relatório realça também o facto de alguns comercializadores evidenciarem ainda desconhecimento da regulamentação em vigor relacionada com o acesso ao registo das instalações integradas nas redes inteligentes e de outros não utilizarem todas as potencialidades decorrentes da integração das instalações de consumo nas redes inteligentes.

A nova funcionalidade do Spotify permite receber recomendações musicais instantaneamente

Conheçam o “Ampliar”, que só está disponível para os utilizadores Spotify Premium.

Os utilizadores que criam playlists para cada momento ou situações sabem que algumas playlists se criam sem qualquer problema mas, por vezes, é difícil encontrar músicas que se adequem ao tom da playlist ou ao nosso estado de espírito. Para simplificar, o Spotify lançou na semana passada a “Ampliar”, uma nova funcionalidade que permite aos utilizadores do Spotify Premium receber recomendações musicais personalizadas instantaneamente para as adicionar às suas playlists.

“Ampliar” é a funcionalidade perfeita para todos aqueles utilizadores que precisem de ajuda ao criar criar as suas próprias playlists, uma vez que oferece recomendações adaptadas aos gostos de cada utilizador para os ajudar no processo de criação através de uma interface intuitiva.

Como funciona a “Ampliar”?

  1. Em primeiro lugar, basta ativar ou desativar a função no novo botão “Ampliar” na parte superior de cada playlist;
  2. De seguida, aparecerão as recomendações de músicas da playlist que está a ser criada, sendo que cada sugestão será obtida a cada duas faixas , chegando a um máximo de 30 recomendações por casa lista de reprodução;
  3. Se o utilizador gostar de uma das músicas recomendadas, deverá carregar no ícone de “+” que aparece ao lado da faixa para poder adicioná-la à sua playlist;
  4. Por último, é necessário destacar que as músicas recomendadas pela funcionalidade “Ampliar” são uma adição às já existentes na lista de reprodução, e nunca as substituirão. Além disso, podem desativar o “Ampliar” com um simples toque.

Ao longo do próximo mês, a “Ampliar” irá estender-se a todos os utilizadores do Spotify Premium em Portugal, tanto para Android como iOS.

Circuito Lisboa avança para segunda temporada

Assegurar a sobrevivência das grassroots music venues e apoiar artistas garantindo a diversidade da oferta cultural continua a ser o grande propósito deste projeto.

Com apoio renovado da Câmara Municipal de Lisboa, as salas de programação de música do Circuito em Lisboa voltam a abrir portas, pontualmente, para apresentar uma programação cultural ao vivo que envolve centenas de artistas e outros profissionais da música.

Durante os próximos meses, as salas do Circuito Lisboa vão promover um programa que reúne um mínimo de 120 atividades, envolvendo 480 artistas e outros profissionais da música.

Aprovado pela primeira vez em dezembro de 2020, este projeto garantiu a sobrevivência destas salas durante os meses de inverno através da compensação do prejuízo mensal provocado pelos custos fixos não visados por outras medidas de apoio extraordinárias e mantidos desde março de 2020.

De igual modo, este apoio da CML possibilitou a abertura pontual das salas de programação de música e estender este apoio a artistas e outros profissionais. Nos meses de maio, junho e julho, o B.Leza, a Casa Independente, a Casa do Capitão, as DAMAS, o Hot Clube de Portugal, o Lounge, o Lux Frágil, o Musicbox, RCA Club, Titanic Sur Mer, Valsa e Village Underground Lisboa promoveram 153 atividades.

Ainda sem condições que viabilizem uma abertura financeiramente sustentável, a renovação deste apoio permitirá compensar o prejuízo mensal provocado pelos custos fixos, viabilizando também que estas salas de programação de música voltem a acolher nos seus palcos um programa artístico diversificado. As atividades retomaram na passada sexta-feira, dia 10 de setembro, com as atuações de Bardino e Mr. Mute no Lux Frágil, respeitando as medidas e orientação da DGS em vigor.

Toda a informação sobre a programação, horários e bilheteira pode ser consultada no site oficial.

Amazon anuncia novo Fire TV Stick 4K Max. E já podem fazer a pré-reserva

Mas terão de utilizar um serviço extra para que possam receber o equipamento em casa.

Depois do Fire TV Stick Lite, Fire TV Stick e Fire TV Stick 4K, a Amazon anunciou na semana passada um novo equipamento que se junta à gama: o Fire TV Stick 4K Max. Conta com um processador mais potente, mais memória RAM e Wi-Fi 6, o que promete uma ligação à Internet mais estável e com mais qualidade.

Na verdade, a Amazon diz que este Fire TV Stick 4K Max é 40% mais potente que o Fire TV Stick 4K devido ao novo processador quad-core a 1.8GHz. Já a RAM é de 2GB, o que corresponde a uma melhoria de 25% relativamente à versão 4K, e há também um GPU a 750MHz.

O novo dispositivo traz um novo comando compatível com a Alexa para comandos de voz (PT-PT não é suportado), sendo que as teclas de atalho são configuráveis. Traz ainda o Fire OS 7, versão que o stick anterior não possui, e consegue reproduzir o codec AV1, algo que nem a recentemente lançada Apple TV 4K é capaz de fazer.

Naturalmente, é também compatível com Dolby Vision, HDR, HDR10+ e Dolby Atmos.

Se tudo isto vos parece bem, então vão gostar de saber o preço: 64,99€ em pré-venda na Amazon.es. Ao vender abaixo dos 65€, a Amazon consegue novamente revolucionar este tipo de mercado, conseguindo um dispositivo mais barato e com características que o mais recente Google Chromecast com Google TV não consegue competir.

Interessados na compra? Então convém saber que, nesta altura, só conseguirão receber o novo Fire TV Stick 4K Max de duas formas: ou têm algum amigo/familiar que consegue adquirir o produto por vós no estrangeiro, ou então recorrem ao serviço de morada internacional dos CTT. Basta colocarem a morada espanhola que os CTT vos dão no site da Amazon e enviarem o produto para lá. Dias depois, terão notícias dos CTT para dar seguimento ao envio.

O impacto da música no casino

Hoje em dia é quase impossível imaginar estabelecimentos de jogos de azar, seja físicos ou virtuais, sem música.

Vamos contar-vos como e por que motivo todas as melhores casas de jogos de azar do planeta selecionam o acompanhamento musical.

A música é um elemento importantíssimo nas casas de apostas. Como mostra a prática, o acompanhamento musical em estabelecimentos de jogos de azar desempenha um papel essencial na criação de uma atmosfera especial para quando os jogadores vão lá. Mesmo nos primeiros casinos, organizados no sul da Itália para encontros de jogadores, havia sempre música. Os músicos de rua convidados tocavam canções simples para que os convidados não ficassem entediados.

Tal como a escolha da música, é fundamental que a variedade de jogos seja grande. Apesar de haver tantos elementos da diversão (como póquer, Blackjack, roleta), o jogo mais escolhido são as slots. Por qualquer motivo desconhecido, o baccarat, um bom jogo, com regras simples, não é tão conhecido entre os jogadores. Este, no fundo, é um jogo de cartas em que os jogadores procuram marcar o máximo de pontos possível usando duas ou três cartas.

Já que os jogos não faltam, é necessário pensar numa maneira para atrair o cliente e fazê-lo ficar apaixonado pelo ambiente. É aqui que a música desempenha o seu papel. É a música que acompanha cada passo do cliente da casa de apostas. Em cada divisão do estabelecimento (incluindo os casinos online), as melodias são diferentes. Existe apenas uma regra geral para todas as músicas — elas não devem atrair muita atenção dos visitantes, dado que o principal objetivo dos visitantes é o jogo em si.

Nas salas onde os clientes fazem uma pausa do jogo, toca uma música leve e relaxante. Essas são melodias instrumentais sem palavras, soando menos ásperas e calmas. Se o jogador se deslocar dessas zonas para o salão com as slot machines, poderá ouvir música mais rítmica, festiva e alegre. Tudo isso é complementado pelas luzes brilhantes das próprias máquinas a trabalhar. É uma festa muito animada!

A seleção de música mais tranquila está nas salas onde os clientes jogam póquer e roleta. Aqui tocam sempre composições sem palavras, calmas e suaves. Afinal, esses jogos exigem muita concentração dos jogadores e nada os deve distrair.

É interessante referir que as primeiras casas de jogo foram abertas no século XVI. E desde então, há mais de 400 anos, o acompanhamento musical tem sido escolhido a partir de melodias prontas conforme as tendências da moda. Mas no século XX, quando a psicologia se tornou a ciência mais desenvolvida, as melodias começaram a ser escritas por encomenda. Na verdade, psicólogos profissionais descobriram como diferentes músicas afetam a disposição e o comportamento das pessoas. Desde então, os casinos mundiais têm levado muito a sério as músicas para os seus salões.

É sabido que certas melodias têm um efeito no aumento da disposição, algo que foi comprovado por especialistas há muitos anos. É tudo uma questão de hormonas: quando uma pessoa ouve algumas músicas específicas, o seu cérebro produz serotonina, também chamada “hormona da felicidade”. Os cientistas ainda estão a estudar este tópico, mas os profissionais de marketing de todo o mundo ficarão felizes por usufruir dessas descobertas. É por isso que a música de casino pode causar uma sensação de euforia e fazer com que voltem sempre.

Porém, é preciso não apenas melhorar a disposição dos clientes, mas mantê-la de uma forma especial para as pessoas excessivamente alegres não perturbarem outros visitantes. Portanto, algumas das melodias são escolhidas de modo a que os visitantes consigam regressar a um estado calmo.

Se já visitaram os corredores com slot machines, provavelmente saberão que a lista de reprodução é repetida e produzida exclusivamente num círculo. Isso não acontece porque os organizadores desses jogos não têm imaginação. A música tocada em círculo aumenta o foco e a concentração. Se os efeitos sonoros mudam com frequência, ocorre o efeito oposto. Mas também há um ponto negativo dessa estratégia: todos têm gostos musicais diferentes e nem todos podem gostar da composição musical escolhida.

Digam o que disserem, quase qualquer jogo num casino é uma execução monótona das mesmas ações. O cérebro humano é projetado de tal forma que precisa de variedade. De ações monótonas, embora as mais interessantes, uma pessoa pode cansar-se. Para evitar o tédio no casino, os proprietários usam a música. As melodias instrumentais rítmicas acrescentam variedade à sequência constante de apostas ou ao pressionar os botões da máquina. Assim, o jogo torna-se mais divertido.

Esperamos que tenham encontrado uma informação nova e útil. Agora já sabem como é que a música é usada nas casas de apostas. Reparem nas técnicas que os proprietários usam da próxima vez que forem jogar.

Deixou de ser obrigatório usar máscara na rua, mas recomenda-se em aglomerados

Já sabem: protejam-se.

A lei 62-A, que regulamentava em que situações era obrigatório usar máscara, não foi renovada. A lei expirou este domingo, às 23h59, após uma duração total de 318 dias – foi aprovada a 28 de outubro de 2020 -, logo deixou de estar em vigor. Mas o que é que isto significa na prática?

Na prática, cai o uso obrigatório de máscara “sempre que o distanciamento físico recomendado pelas autoridades de saúde se mostre impraticável”, como por exemplo para o acesso, circulação ou permanência nos espaços e vias públicas”.

Por outras palavras, o uso de máscara passa a ser facultativo e recomendado (e não obrigatório, importa salientar) em algumas situações. No fundo, passará a depender do bom senso de cada um.

Em declarações à Lusa, a Direção-Geral da Saúde referiu estar a rever a orientação relativa à utilização de máscaras: “A orientação relativa à utilização de máscaras, que está a ser revista, irá no sentido de deixar de recomendar a utilização universal de máscaras no exterior, que poderá ser utilizada de forma facultativa”, disse a DGS.

Contudo, em “situações especiais, nomeadamente aglomerados previsíveis ou potenciais de pessoas, contextos específicos e situações clínicas particulares”, a máscara irá ser recomendada.

Atenção: a lei que agora expirou refere-se apenas ao uso de máscara na rua, não regulamenta nada mais. Isto significa que continua a ser obrigatório o uso de máscara em espaços fechados. Essa obrigatoriedade aplica-se também às escolas. A máscara é para ser usada em todos os momentos, inclusive durante o período de recreio.

Digimon Ghost Game ganha uma espécie de trailer e data de estreia

É bem provável que consigamos acompanhar através da Crunchyroll.

Foi no passado mês de agosto que tivemos a confirmação, após uns leaks que tinham chegado à Internet. A franquia Digimon ia ganhar uma nova série com Digimon Ghost Game, sucedendo ao reboot de Digimon Adventure, cujo último episódio, o nº67, é exibido daqui a duas semanas.

Não, Digimon Ghost Game não se trata de uma sequela, mas uma série inteiramente nova, cujos protagonistas Digimon serão Angoramon, Gammamon e Jellymon. A data de estreia não tinha sido divulgada anteriormente, mas agora já sabemos quando é que o primeiro episódio é exibido: 3 de outubro no Japão.

O que é que isto significa para os portugueses? À primeira vista nada, mas tendo em conta que o serviço de streaming Crunchyroll tem exibido o reboot de Digimon Adventure, é “seguro” dizer que também será possível acompanhar a nova série Digimon na plataforma.

Se for o caso, nesse mesmo dia, 3 de outubro, conseguirão desde logo assistir ao primeiro episódio. Isto se forem subscritores de um plano premium, caso contrário só terão acesso ao primeiro episódio na semana seguinte à estreia… e com anúncios pelo meio, o que é bem chatinho.

A série é realizada por Kimitoshi Chioka, ao passo que a animação fica a cargo da Toei Animation, Fuji Television Network e Yomiuri Advertising Agency.

Fórmula 1 – Grande Prémio de Itália com festejos na Austrália

Depois de ter perdido o último Grande Prémio e de ter saído desiludido da prova belga, o Grande Prémio de Itália veio salvar, pelo menos para mim, os três fins de semana consecutivos no campeonato do mundo de Fórmula 1. Depois de um sábado com corrida Sprint e um domingo com acidentes que podiam ser mais graves caso o Halo não estivesse presente, o Grande Prémio de Itália acabou a ser festejado na Austrália após a vitória de Daniel Ricciardo ao volante do seu McLaren Mercedes.

Pela segunda vez este ano tivemos a qualificação à sexta-feira, onde a pole position foi entregue a Valtteri Bottas, que se mostra agora mais relaxado, mesmo sabendo que para o ano vai estar a conduzir um Alfa Romeo. No sábado tivemos direito a sprint race com os dois Mercedes a partirem dos lugares da frente, mas com Hamilton a cair para P5 depois das 18 voltas. Bottas aguentou a “pole“, mas devido à troca da power unit, teve mesmo que partir de último, levando os três primeiros lugares da grid a serem compostos da seguinte forma: Max Verstappen, Daniel Ricciardo e Lando Norris.

Estava tudo pronto para as “lights out and away we go” no domingo quando se soube que Yuki Tsunoda não ia participar devido a problemas mecânicos, deixando a AlphaTauri numa situação ainda pior após ter Pierre Gasly a partir da pit lane, já que as mudanças feitas devido ao acidente na sprint foram mais que muitas. Os semáforos apagam-se e a corrida começa.

Lewis Hamilton a partir de P5, e de pneus duros tal como o seu colega de equipa, consegue um bom arranque, acabando mesmo por estar lado a lado com Max Verstappen na luta pela P2, mas acaba fora na curva 4 depois de um momento de corrida em que as rodas dos carros de ambos os pilotos acabam por se tocar. Quem também conseguiu um ótimo arranque foi Daniel Ricciardo, que conseguiu, ao fim da primeira curva, passar para a liderança do Grande Prémio de Itália. Os sonhos da McLaren depois de uma grande sprint race começavam a ficar cada vez mais visíveis.

Depois de um Virtual Safety Car causado por Antonio Giovinazzi, a corrida voltava a ter bandeira verde e a ação estava de volta a Monza. Ricciardo continuava na liderança e a conseguir defender os ataques de Max, enquanto que Lando Norris mantinha o P3 e defendia muito bem os ataques do Mercedes de Lewis Hamilton, que continuava em P4, mas a conseguir tempos idênticos aos três da frente que calçavam pneus médios ao invés de duros. 13 voltas passadas e tínhamos tudo para ter uma corrida de sonho, com os dois McLaren a fazerem frente aos dois concorrentes ao título e com Valtteri Bottas que, após partir de P19, já estava nos pontos, em P10.

Lá na frente, o primeiro a parar é Ricciardo, que depois de uma paragem fantástica, consegue voltar à pista em P6 e depressa passar Carlos Sainz Jr. para conquistar a P5. O piloto australiano estava a jogar em modo fácil. A volta seguinte foi a mais importante para o desenrolar do Grande Prémio de Itália: Max Verstappen pára, e pára muito tempo… 11.1 segundos parado. Resultado? O piloto da Red Bull a cair para P10 quando volta à pista.

Antes de parar para trocar de pneus, Hamilton ainda passa Lando Norris e fica na liderança. No entanto, a troca de pneus acontece de forma um pouco lenta, levando o piloto da Mercedes a ficar parado 4.6 segundos e, quando volta à pista, quem lá estava, lado a lado, para a batalha na curva 1, era Max Verstappen.

Assim que pode, Hamilton leva o seu carro para a esquerda para dar a levar Max a ir por fora na abordagem à primeira curva. Max vê que mesmo assim tem espaço e, em vez de ir em frente, por cima das curbs da curva 2, acaba por tentar atacar a curva. Azar dos azares, o carro de Max acaba por ir por cima de uma das curbs mais elevadas, levando a traseira a saltar e acabando por ficar em cima, literalmente, em cima do carro de Lewis Hamilton.

Sim, mesmo em cima. Isto aconteceu:

Grande Prémio de Itália 2021
Crédito: Telegraph.co.uk / AFP

Não quero, nem vou, atribuir culpa a ninguém, embora a FIA tenha atribuído três lugares de penalização na grid (a cumprir na próxima corrida) a Max Verstappen, talvez para continuar na mesma linha de pensamento que em Silverstone. Na minha opinião, foram dois pilotos que tentam ao máximo ganhar pontos naquela que é, dos últimos anos, a batalha mais feroz pelo título de Campeão do Mundo em Fórmula 1. Lewis podia ter dado mais espaço? Talvez. Max podia ter seguido em frente? Talvez. Quero apenas deixar a nota, aos fãs de Fórmula 1, que estas guerras de “o Max isto” ou “o Hamilton aquilo” ficam muito bem, mas do lado de fora deste desporto. Fórmula 1 não é, nem quer ser, futebol.

Depois dizer ainda, antes de passar ao resto da corrida, que Max Verstappen, por muito chateado que estivesse ao ver o seu carro em cima do Mercedes, podia ter confirmado com Lewis Hamilton se estava bem. São estas atitudes de “puto mimado” que me levam a gostar um bocadinho menos de Max a cada corrida que passa. Por fim, um agradecimento especial às pessoas que levaram o Halo até aos carros de Fórmula 1… não fossem eles e Lewis podia ter sofrido um bocado mais que um susto e umas dores de pescoço. Obrigado por fazerem o desporto que todos gostamos um pouco mais seguro.

Voltando à corrida: safety car, pois está claro. Com a saída de Max e Lewis, estão agora os dois McLaren na frente, com o de Ricciardo em P1, e Bottas, que tinha começado em P19, já está em P5. O finlandês disse à equipa que ia lutar pelo pódio. E sim, estava a lutar pelo pódio.

Mais à frente, é Pérez que passa Charles Leclerc e consegue, assim, conquistar a P3. No entanto, o piloto da Red Bull apenas passou o Ferrari porque ganhou vantagem fora de pista, entendem os comissários de corrida, e acaba por levar uma penalização de 5s, tempo esse a ser adicionado ao tempo final, já que em condições normais Pérez não voltaria a parar nas boxes. Com tudo isto, e com Bottas a menos de 1s de Sergio Pérez, o piloto da Mercedes está no pódio e diria até que, se tivesse conseguido passar o Red Bull, estaria em boa posição para lutar com os McLaren pelo lugar mais alto do pódio… mas não, Bottas acabou mesmo a corrida em P4, sendo depois promovido a P3 devido à penalização de Pérez.

Com Ricciardo na liderança e com Pérez a atacar a traseira do carro de Norris, o piloto britânico pede ao seu colega, através do rádio de equipa, para ganhar um pouco mais de ritmo. Daniel responde de forma fantástica e afasta-se do seu colega, que por sua vez conseguiu afastar-se do Red Bull. Depois de um excelente trabalho de equipa, Norris ainda pergunta à equipa o que é melhor fazer, lutar pelo P1 ou deixar Daniel ganhar e não arriscar um acidente que podia deixar os dois McLaren de fora. Resposta dada e Lando faz o que tão bem sabe fazer: ganha o ritmo necessário para deixar o Red Bull e o Mercedes mais para trás, tendo assim a McLaren o 1-2 cada vez mais nas mãos.

Grande Prémio de Itália 2021
Crédito: Formula1.com

Até ao fim ainda tivemos um Virtual Safety Car que acabou por ajudar a McLaren, já que tanto Ricciardo como Norris conseguiram ganhar alguma vantagem com o retomar da bandeira verde. Na última volta, Daniel Ricciardo ainda conseguiu fazer a volta mais rápida com 1.24.812, logo seguido de Norris com 1.24.9??, mostrando que os McLaren geriram muito bem a corrida e ainda tinham mais para tirar do carro caso fosse necessário… uma fantástica vitória da piloto australiano e da equipa britânica.

Por fim, destacar novamente o P3 de Valtteri Bottas, que recuperou assim 16 lugares numa corrida que deve ter sido das suas melhores. Dar destaque também ao P9 de George Russell, que volta assim a pontuar pela Williams, e ainda à corrida solida de Fernando Alonso e ao esforço feito por Robert Kubica, que consegue manter o ritmo do seu colega de equipa mesmo estando ali apenas para substituir Kimi Räikkönen.

Campeonato do Mundo de Fórmula 1 – Top 10 por pilotos

PosiçãoPilotoEquipaPontos
1Max VerstappenRed Bull Racing Honda226.5
2Lewis HamiltonMercedes221.5
3Valtteri BottasMercedes141
4Lando NorrisMcLaren Mercedes132
5Sergio PerezRed Bull Racing Honda118
6Charles LeclercFerrari104
7Carlos Sainz Jr.Ferrari97.5
8Daniel RicciardoMcLaren Mercedes83
9Pierre GaslyAlphaTauri Honda66
10Fernando AlonsoAlpine Renault 50

Campeonato do Mundo de Fórmula 1 – Top 5 por equipas

PosiçãoEquipaPontos
1Mercedes362.5
2Red Bull Racing Honda344.5
3Mclaren Mercedes215
4Ferrari201.5
5Alpine Renault95

Crítica – The Feast (MOTELX)

Uma premissa forte, boa atuação e boa cinematografia, mas uma história pouco coerente tornam o filme desequilibrado.

Sinopse: “Uma família reúne-se na sua luxuosa e contemporânea casa feita de vidro e aço nas montanhas galesas. A matriarca está a oferecer um jantar com o seu marido político em nome de um empresário que espera comprar terras na área para mineração. Os dois filhos adultos da família são relutantes convidados do jantar. Os valores e crenças da família são desafiados pela chegada de Cadi, uma jovem que eles contrataram para servir como criada durante a noite. A sua presença cresce em força e o comportamento da família torna-se cada vez mais extremo. Apesar de estar enraizado em folclore gaélico, os temas de “The Feast” são universais e contemporâneos – família e história, ganância e responsabilidade, identidade e diferença – e versam a urgência ambiental de uma forma que só um filme de terror pode ambicionar.”

Um trabalhador numa operação de extração mineral no meio do campo sucumbe a uma condição inexplicável que parece ser provocada por algo debaixo da terra. Assim começa esta comédia de costumes e conto de terror ecológico, que nos leva numa jornada perturbadora, mas que eventualmente desaponta.

O cenário do filme é uma casa moderna isolada num cenário bucólico do País de Gales. Esta é a casa de férias e herança de família de um político corrupto e a sua família complicada, cada um dos membros, marido, mulher e dois filhos, danificados emocionalmente ao ponto de serem prejudiciais uns para os outros e para o mundo à volta. No seio deste ambiente familiar disfuncional, que se tenta esconder por trás de uma fachada de família perfeita, organiza-se um jantar luxuoso para convencer uma agricultora local a deixar o seu terreno ser explorado por um empresário sem escrúpulos. Mal sabem eles que Cadi, a estranha e quieta empregada contratada para ajudar no jantar, está ali para impedir que esse negócio se realize. Antes da noite terminar, Cadi irá provocar uma devastação impiedosa desta família e daquilo que representam. Não se deve brincar com a mãe natureza.

The Feast é a primeira longa metragem de Lee Haven Jones, um realizador com uma longa carreira em televisão que, com este salto para o grande ecrã, mostra talento para os thrillers minimalistas europeus, como Raw ou Dogtooth. Infelizmente, a riqueza visual e o tema não são suficientes para perdoar a história previsível, uma protagonista sem lógica e o desfecho pouco original.

O elemento em que o filme realmente tem sucesso é na satira. Desde um político egocêntrico e corrupto, a uma mãe narcisista, um filho toxicodependente e outro um pervertido sexual, estes novos ricos afastam-se tanto das suas origens e de uma noção de humanidade a ponto de se tornarem tóxicos para a própria terra natal.

Acompanhamo-los pelos olhos de Cadi ao longo do dia e percebemos os traumas que os consomem, chegando mesmo a sentir empatia por eles. Há um momento de particular emoção em que Glenda, a matriarca, interpretada pela excelente Nia Roberts, confessa com muita pena que, nesta casa remodelada, as lembranças da família já não têm lugar. A questão é: para quê estar a permitir-nos sentir empatia por estas pessoas se o filme não lhes oferece possibilidade de redenção?

Essa é uma abordagem sádica e perturbadora, niilista, que funciona em termos de provocar um efeito no público, mas não faz sentido na estrutura da narrativa. No final, quando toda a família sucumbe à vingança de Cadi, apercebemo-nos que estamos a ver apenas um exercício de sadismo sem justificação plausível. Porque ela mata indiscriminadamente, a moralidade de Cadi acaba por ser tão corrupta como a das suas vítimas. O filme é um exercício em tragédia, mas não oferece nada de novo ou substancial.

Mas não há como negar a qualidade da cinematografia, excelente atuação e um cenário intrigante, tudo elementos para o filme funcionar como um excelente exemplo de eco terror.

No entanto, o guião está demasiado dependente da misteriosa criada, interpretada com uma presença e confiança desconcertantes por Annes Elwy, mas que se comporta sem uma lógica coerente. Claramente ela está ali para punir estas pessoas, impedindo-os de prejudicar ainda mais os terrenos férteis naquela região, e tem poder para os destruir a qualquer momento. Então porque é que em vários pontos do filme ela afeiçoa-se a eles, demonstra empatia e tenta aproximar-se das suas vítimas, age até com surpresa quando alguns são feridos pelo castigo que ela própria provocou?

Sente-se que o guião depende demasiado de momentos insólitos e perturbadores, mas não tem uma lógica coerente a unir essas situações e as consequências que cada personagem deve sofrer. Como entidade ancestral que está ali para proteger a terra, nunca há uma justificação para Cadi se envolver emocionalmente com esta família ou tentar ajudá-los, e no entanto é isso que ela faz em certos pontos, apenas para mudar de ideias e os aniquilar friamente.

A certa altura, um dos filhos é punido de forma particularmente severa durante uma cena de sexo. Em todos os elementos superficiais, de espetáculo, é uma cena muito forte. Mas quando pensamos no porquê desta situação, a justificação é muito vaga e apresentada tão tarde que não é o suficiente para ver isto como algo mais que violência gráfica. O filme prometia uma história melhor do que um enredo de slasher com uma camada de cinema alternativo de género.

Isso é outro dos problemas que o filme apresenta, parece ter vergonha de se assumir como filme de género. Os elementos fantásticos estão tão remetidos para debaixo do tapete que parecem uma lembrança. Destaca-se o mistério por trás desta força elementar que ataca a família. A justificação é explicada de forma tão superficial, e tão tarde, que parece que o guionista se lembrou a certa altura que tinha que justificar a missão de Cadi naquele cenário.

A conclusão não é tão bombástica ou inesperada que resulte, e quando o filme termina, questionamo-nos porque se arrastou durante tanto tempo o inevitável. Uma premissa forte, boa atuação e boa cinematografia, mas uma história pouco coerente tornam o filme desequilibrado. É ambicioso e tem tudo para funcionar, mas algures a meio, perdeu-se algo na tradução da página para o ecrã.

É uma pena, porque o potencial está lá, mas tal como as vítimas do filme, The Feast merecia um desfecho melhor.