Não é este ano que a banda russa regressa a Portugal.
Ainda vai demorar até que as coisas voltem mesmo ao normal, pelo que é recorrente vermos adiamentos de vários eventos. Na Cultura então tem sido algo muito frequente, com as iniciativas a acontecerem quase exclusivamente com artistas portugueses, sendo perfeitamente natural.
Já no que toca a artistas estrangeiros, e uma vez que envolve toda uma logística de preparação, é ainda mais complicado. Um dos casos mais recentes é o dos Motorama, que afinal só irão regressar a Portugal no próximo ano.
Os concertos da banda russa estavam agendados para o próximo mês de outubro, mas face ao estado do mundo, a promotora At the Rollercoaster informa que os concertos voltaram a ser adiados para daqui a um ano.
Assim, os espetáculos ficam agendados para 20 de outubro de 2022 no RCA Club, em Lisboa, e para o dia seguinte no Hard Club, no Porto.
Os bilhetes anteriormente adquiridos serão válidos para as novas datas.
Estávamos em 2017 quando saiu Mon Garçon, um filme francês que podia ser como tantos outros, não fosse o facto de o protagonista, Guillaume Canet, ter improvisado todas as suas falas, uma vez que não teve acesso ao guião. Agora, em 2021, vai surgir o remake desse filme, o que significa que teremos outro ator a improvistar por completo os diálogos.
Em My Son, James McAvoy não teve acesso ao guião da história, o que significa que todas as suas falas foram improvisadas. Na prática, tanto os telespectadores como o próprio estarão a experienciar os acontecimentos pela primeira vez ao mesmo tempo. McAvoy somente sabia alguns detalhes básicos da história, que deve obviamente seguir um determinado caminho, mas, de resto, o realizador Christian Carion promete que tudo o que estamos a ver no ecrã é autêntico.
No filme, o ator escocês dá vida a um homem, Edmond Murray, que recebe uma chamada da ex-mulher Joan Richmond (Claire Foy) em lágrimas, contando-lhe que o seu filho de sete anos desapareceu. Rapidamente apercebem-se que o rapaz foi raptado e estes pais entram em desespero. A partir daí, McAvoy acaba por tornar-se uma espécie de investigador privado, desvendando pistas à medida que o filme se vai desenrolando.
A ideia para este thriller parece fantástica, pelo que resta saber o resultado final desta peça de acting. My Son irá estrear no serviço de streaming Peacock, exclusivo dos Estados Unidos, e ainda não tem previsão de estrear em Portugal noutra plataforma.
Estamos numa era em que fazemos tudo através do smartphone. Hoje em dia, até podemos pedir a um estafeta que passe no supermercado a recolher uma lista de compras. Sim, os serviços de entrega de compras de supermercado ao domicílio não são sequer uma novidade, mas a chegada de plataformas como a Uber Eats e Glovo veio revolucionar um pouco o mercado, permitindo receber as compras em questão de minutos.
Ora, para isso, os portugueses têm utilizado os dois serviços que mencionámos anteriormente: Uber Eats e Glovo. Mas já tinham reparado que os serviços da empresa espanhola são mais baratos? É tudo uma questão de taxas.
Para começar, a Glovo tem uma grande vantagem em relação à Uber Eats: uma subscrição que permite ter entregas gratuitas. Basta pagar 5,99€/mês e, graças à subscrição Glovo Prime, terão entregas gratuitas em pedidos de restaurantes e lojas de mais de 8€ e em pedidos de mercearias de mais de 15€. Infelizmente, a Uber Eats não tem qualquer serviço do género atualmente.
Depois, os valores variam bastante devido às taxas aplicadas. E é aqui que a Uber Eats se torna bem mais cara.
A Glovo tem (ou tinha) a possibilidade de, numa primeira vez, experimentarmos o Glovo Prime gratuitamente durante 30 dias. Após esse primeiro mês, a plataforma deixou-nos ter mais 30 dias de entregas gratuitas, pagando apenas 2€ neste caso. A partir daí, entregas gratuitas só pagando o valor normal de 5,99€/mês, o que é um excelente negócio, principalmente para quem faz imensas encomendas para delivery.
Contudo, mesmo que não consideramos esta entrega gratuita por parte da Glovo, os serviços da empresa espanhola são sempre mais baratos.
Preço Glovo
Preço Uber Eats
Reparem neste exemplo. Para uma simulação rápida, escolhemos o produto Pão de Queijo Continente Seleção (300 gr 12 unidades), com cada pacote a custar 2,49€.
Enquanto que, na Glovo, o pedido fica por 20,92€, na Uber Eats o preço sobe para os 23,63€. Não só a entrega é mais cara (repare-se que estamos a fazer o pedido do mesmo supermercado), como há uma taxa Pick & Pack de 2€. Trata-se de uma diferença de 2,73€, o que, multiplicado por vários pedidos, faz diferença ao final do mês.
A única “vantagem” da Uber Eats em relação à Glovo é que não aplica uma sobretaxa em pedidos de valor inferior a 15€, neste caso para compras de supermercado, pelo que podem fazer um pedido de qualquer valor. No caso da Glovo, a app aplica uma sobretaxa de 1,49€ para encomendas abaixo de 15€. Mas sejamos sinceros: qualquer pessoa ultrapassa facilmente os 15€ numa encomenda de supermercado, portanto este acaba por não ser um “não problema”.
Porém, a Glovo pode ainda ficar mais barata, neste caso graças à subscrição Glovo Prime. Uma vez que custa 5,99€/mês, na prática, bastam dois pedidos para “pagar” a mensalidade. A partir daí, e neste caso pegando novamente no exemplo que vos demos anteriormente, o pedido do supermercado, ao invés de ficar por 20,92€, ficaria somente por 17,43€. E de 17,43€ para 23,63€, estamos a falar numa diferença de 6,2€. É muito significativo.
Mas ainda deve faltar algum tempo até que estes veículos fiquem disponíveis.
De modo a promover um estilo de vida que mais respeita o meio ambiente, muitos são os municípios que têm vindo a promover diversos projetos: seja com autocarros elétricos, com veículos movidos a biodiesel, tudo para que os cidadãos evitem, ao máximo, o uso de automóvel próprio e encontrem nos transportes públicos uma alternativa.
Claro, também cada vez mais municípios apostam em veículos que servem para curtas distâncias, como trotinetes e bicicletas partilhadas. Ora, em breve, também a cidade de Torres Novas será “invadida” por estes veículos de duas rodas.
Nas redes sociais e no seu site institucional, o Município de Torres Novas fez saber que “decidiu desencadear o início de procedimento de elaboração de Regulamento de utilização do sistema de bicicletas de uso partilhado” na cidade.
Assim, durante 15 dias úteis, os cidadãos poderão constituir-se como interessados e apresentar contributos para o regulamento municipal em causa, bastando para isso enviarem um email, uma carta (Rua General António César de Vasconcelos Correia, 2350-421 Torres Novas) ou apresentarem-se presencialmente na Câmara Municipal da cidade nos dias úteis, entre as 08h30 e as 17h30. Terão de referir o nome, morada e e-mail, bem como o que entenderem por conveniente.
Já no que toca aos contributos para a elaboração do regulamento em si, devem ser apresentados à Câmara Municipal de Torres Novas, também no prazo de 15 dias úteis.
Como o regulamento ainda vai ser discutido, ainda deverá levar alguns meses até que as bicicletas partilhadas fiquem disponíveis na cidade para uso público. Resta também saber como funcionarão, bem como os respetivos preços de utilização.
Nos últimos anos, vários pontos do território nacional têm vindo a ganhar baloiços que, por norma, oferecem vistas de cortar a respiração. Esta tem sido uma forma criativa e simples de colocar determinada localidade a ser falada nos vários meios de comunicação.
Porém, é-nos impossível ir acompanhando todas as novidades, pelo que surge agora uma app que vem facilitar a vida a quem quer conhecer o maior número de baloiços possível. Chama-se A Baloiçar, foi desenvolvida pelo português Gonçalo Marques e surge em cooperação com a página de Facebook A Baloiçar, que é dedicada à partilha dos vários baloiços em Portugal.
Tal como a app indica, o objetivo é dar a conhecer os baloiços espalhados por Portugal. Após instalarem a app e a abrirem pela primeira vez, irão reparar que existem dezenas e dezenas de baloiços por explorar. Para ser mais fácil, devem carregar no ícone que está no topo superior esquerdo e escolher a opção “Lista de Baloiços”, que irá dar-vos uma lista por freguesias.
Se clicarem num dos pontos do mapa, irão reparar que cada baloiço é apresentado com uma imagem e o respetivo nome, bastando depois clicar no ícone do carro para saberem a que distância se encontram.
Caso encontrem algum erro ou tenham alguma sugestão, podem entrar em contacto diretamente com o programador via email.
Para já, a app somente está disponível para Android, mas em breve irá surgir uma versão para iOS.
O equivalente aos bonecos de Dragon Ball Z que comprávamos nas papelarias, mas mais divertido.
Como uma cápsula do tempo, Ultra Age, produzido pela Intragames, parece ter hibernado durante anos, enterrado algures no deserto, como um tesouro perdido de uma era há muito desaparecida, que agora ressurge numa geração carente por experiências deste género, mas cuja evolução mecânica o tornou obsoleto. É o equivalente a um simulacro, a uma miragem, onde, se serrarmos os olhos, conseguimos ver mais as suas influências do que as suas virtudes, mas não deixa de ser fascinante o quanto nos relembra de tempos longínquos, nostálgicos e mais simples. Um misto de sensações.
Seria fácil comparar Ultra Age às séries populares da Capcom, como Devil May Cry e Onimusha, para perceberem como a campanha se constrói em torno de um sistema de combate acessível, mas com a profundidade necessária para quem quiser retirar mais da sua utilização de várias armas em combate. No entanto, o título da Intragames não é apenas uma cópia das aventuras de Dante, ainda que mais linear e sem dividir a sua campanha por missões (ou níveis), ou de Nier Automata, mas sim de toda uma era. Para ser mais específico, Ultra Age transportou-me diretamente para a sexta geração, para as tardes de verão em torno da PlayStation 2 e de títulos que combinavam a exploração do género de aventura com o foco no combate frenético e vistoso de um brawler. É tanto Devil May Cry, como Rygar: The Legendary Adventure e Nanobreaker.
A fórmula mantém-se viva e leva-nos numa campanha curta, mas dividida entre exploração ocasional e a aposta em combates suficientemente fluídos e desafiantes para transformarem Ultra Age numa distração eficaz para os fãs do género. Apesar de não ser original, é um jogo peculiar na forma como combina algumas das suas mecânicas e constrói esta experiência clássica para uma nova geração de jogadores.
A linearidade dá origem a um sistema de combate centrado na utilização de cinco armas que devem ser combinadas para eliminarem as várias hordas de inimigos. Cada arma tem as suas vantagens e está pensada para ser eficaz contra determinados tipos de inimigos, como a Katana, que é perfeita para contra-atacar alguns dos monstros do planeta abandonado, e a Claymore, que nos dá uma enorme vantagem contra os robots da Frontier. Ultra Age apresenta ataques especiais para cada arma, tal como habilidades únicas – acessíveis através de R1 – e uma árvore de atributos. E depois adiciona a quebra de armas ao seu sistema de combate. E depois adiciona a possibilidade de encontrarmos armas regularmente, dentro e fora de combate – invalidando por completo a presença desta mecânica. E depois tem mecânicas temporais que nos permite retroceder no tempo e adquirir ainda mais armas. E não ficamos por aqui.
Ultra Age não tem medo de atirar todas as mecânicas possíveis para o seu pote e esperar que tudo funcione. O que mais me surpreende é que, à exceção da mecânica do tempo – que está no cerne da narrativa fraca do jogo, mas que mecanicamente pouco adiciona –, estes elementos funcionam. Não são explorados ou exponenciados como deviam, mas são sólidos o suficiente para tornarem Ultra Age numa experiência bastante clássica e aceitável até para os padrões atuais das produções independentes. Não apresenta um sistema de combate vistoso, repleto de golpes impossíveis e de uma coreografia impressionante, mas é direto e sem grande gordura, focando-se mais na simplicidade das suas mecânicas para dar aos jogadores uma experiência acessível e, ainda assim, divertida.
Apesar das armas partilharem as mesmas combinações entre si, que se focam na utilização de ataques rápidos e fortes, as árvores de atributos desbloqueiam regularmente novas habilidades e oportunidades de combate que refrescam o sistema de combate: tal como os plug-ins que podemos adicionar a Age. Também podemos melhorar as habilidades de Age e de Helvis, o seu companheiro robótico, para desbloquearmos mais poder de ataque e aumentarmos, por exemplo, a quantidade de vida que conseguimos recuperar entre utilizações, tal como o tempo que podemos retroceder e a eficácia da habilidade Critical Rage, que funciona como o Devil Trigger de Ultra Age, ao aumentar o poder de Age em combate. Estas melhorias são desafiadas regularmente pela IA dos inimigos, que é muito agressiva, e pela necessidade constante de alternarmos entre espadas, criando assim combates pouco imaginativos em termos de momentos narrativos e do posicionamento dos inimigos, mas sempre divertidos e fluídos.
Esta combinação de mecânicas é tão acentuada que Ultra Age até apresenta um gancho que pode ser utilizado dentro e fora de combate. Naquela que é, fora o design de Age e do sistema de combate, a mecânica mais descaradamente copiada da série Devil May Cry, podemos utilizar o gancho para transportarmos Age para um ponto específico, onde poderemos, por exemplo, encontrar segredos, ou puxar inimigos para nós, permitindo que possamos continuar a atacar. E, mais uma vez, funciona perfeitamente dentro do sistema de combate de Ultra Age. Não é perfeito ou inovador, e a mira nem sempre ajuda, mas funciona e acho que esse seria um bom resumo para o titulo da Intragames, que abraça a sua vida enquanto homenagem. Seria facilmente recomendado se não fosse pela repetição de inimigos e de cenários, a linearidade desgastante – seguida de níveis com salas extensas e vazias –, um melhor equilíbrio entre armas – é muito fácil apostar apenas em duas espadas –, os gráficos desinspirados e o péssimo desempenho dos atores e do guião do jogo. O desempenho dos atores é tão mau que podia passar por paródia à sexta geração de consolas, mas penso que tal não se aplica.
Tal como Tormented Souls, Ultra Age é um artefacto perdido, uma janela para outra era e as suas decisões de design revelam essa natureza, mas é difícil desculpar todos os problemas inerentes a esta necessidade de ser pouco mais do que uma homenagem. É divertido, mas igualmente desinspirado. É sólido, mas sempre pouco profundo. É mestre de nada, mas é também uma recordação das tardes de verão em frente à televisão e de comando nas mãos. É nostalgia: é o melhor elogio que lhe posso fazer.
Disponível para: PlayStation 4 e Nintendo Switch Jogado na PlayStation 4 Cópia para análise cedida pela DANGEN Entertainment
Uma viagem íntima ao mundo de um dos mais carismáticos músicos portugueses no dia em que completaria 65 anos.
Depois da estreia em alguns festivais, nos cinemas portugueses e nos canais do cabo, chegou finalmente a hora: o documentário Zé Pedro Rock’n’Roll vai estrear em sinal aberto.
Neste caso, será a RTP1 a exibir o filme, já na próxima segunda-feira, dia 13 de setembro, a partir das 23h.
Zé Pedro Rock’n’Roll é um filme de Diogo Varela Silva com muitas recordações que nos vão surpreender, desde memórias de infância de Zé Pedro, à sua paixão pela música e ainda outras facetas que iremos conhecer. O lendário guitarrista dos Xutos e Pontapés é apresentado tal como ele era através de imagens de arquivo pessoais e da banda, entrevistas e memórias guardadas pela família e amigos próximos.
Considerado por muitos como a figura maior do rock´n´roll português, Zé Pedro foi o grande impulsionador do género rock em Portugal enquanto guitarrista fundador dos Xutos e Pontapés, mas também através da divulgação deste género musical como crítico de música, radialista e dono do Johnny Guitar, o mítico clube lisboeta onde muitas bandas deram os seus primeiros passos.
Criada em 2020, a empresa pretende abrir 30 agências em Portugal e estar representada em mais de 10 países nos próximos anos.
Vila Nova de Gaia foi a região escolhida para abrir a primeira loja da DS Private em Portugal. A DS Private trabalha as áreas imobiliária no segmento de luxo, intermediação de crédito e construção de imóveis, proporcionando aos seus clientes um serviço personalizado e exclusivo, com toda a qualidade e singularidade que este segmento exige.
A DS Private, marca Premium do GRUPO DECISÕES E SOLUÇÕES para o segmento de imobiliário de luxo, vai ter presença em outras cidades através da abertura de mais 11 agências. As cidades onde a marca estará presente serão as seguintes: Amarante, Braga, Cascais, Esposende, Lisboa (Avenidas Novas), Lisboa (Duque d´Ávila), Lisboa (Santos), Oeiras, Setúbal, Viana do Castelo e Vilamoura. Estas aberturas vão representar a criação de cerca de 200 postos de trabalho.
O modelo de negócio é semelhante ao franchising e para abrir uma agência DS Private o investimento total rondará os 40.000€ + IVA, já incluindo o direito de entrada, projeto de arquitetura, mobiliário e obras necessárias à adaptação do espaço ao layout e imagem preconizada pela marca.
Voltando à loja de Vila Nova de Gaia, está localizada na Rua Padre Manuel Valente Pinho Leão, 233. Para mais informações, basta enviarem um email ou ligarem para o 220169148.
Uma homenagem sentida e desafiante a alguns dos maiores clássicos do género de terror.
O género de terror vive tempos atribulados, mas de alguma produtividade. Se os grandes estúdios parecem não saber como abordar o género, à exceção de um punhado de estúdios – onde agora podemos incluir a Motive com o remake de Dead Space –, já os produtores independentes, munidos pela nostalgia, apostam de forma crescente nesta vontade em assustar os jogadores com experiências novas ou assentes no passado. De facto, o género parece não existir sem esta necessidade de homenagear constantemente o passado e é aqui que Tormented Souls, da Dual Effect Games, se insere: uma homenagem sentida aos clássicos do género que precisava de um maior polimento para se destacar neste final de ano.
Tormented Souls é um excelente exemplo para demonstrar a luta interior que marca a vida de um crítico, no sentido em que nos sentimos na obrigação de analisar rispidamente algo que apreciámos. Posso dizer que gostei genuinamente do meu tempo com Tormented Souls e da sua campanha repleta de referências, puzzles interessantes e cenários suficientemente labirínticos que tornam a exploração entusiasmante, mas cujos problemas não consigo ignorar. Apesar de me ter divertido, não consigo fechar os olhos aos problemas técnicos, à história banal e aos péssimos diálogos que apresenta, criando assim uma experiência pouco consistente, mas repleta de personalidade.
Sinto que a Dual Effect Games estudou eficazmente o género, em especial Resident Evil e Silent Hill – adicionando, inclusivamente, uma realidade alternativa que acedemos através de um espelho –, ao demonstrar uma atenção especial no que toca ao design do seu hospital abandonado. Os corredores são extensos e constroem um mundo repleto de salas, segredos e puzzles que se interligam através de atalhos inteligentes e bem pensados para suavizar a constante navegação, para trás e para a frente, exigida pelo género. A direção de arte também é sólida e os ângulos pré-definidos e dinâmicos estão bem pensados, mas a experiência é prejudicada por alguns cortes no desempenho e por bugs visuais, como o desaparecimento da nossa arma, que levaram a mortes prematuras. Um no cravo e outro na ferradura.
A estrutura de Tormented Souls é muito idêntica e próxima aos clássicos do género, na medida em que começamos numa zona pequena e controlada, onde podemos explorar de forma linear à medida que nos habituamos às suas mecânicas, até que encontramos cenários progressivamente mais extensos e labirínticos. Não vão encontrar grandes novidades em Tormented Souls ou mecânicas arriscadas e invulgares, ainda que aprecie os seus menus com cursor livre – onde podemos interagir com objetos e botões sem necessitarmos dos comandos direcionais, semelhante a um título point and click –, mas há uma enorme solidez de progressão, até mesmo quando sentimos que todas as ideias não se coadunam ao longo da campanha – muito motivado pela falta de coesão temática em certas zonas do jogo.
A experiência mantém-se assente na sobrevivência e os recursos são escassos, com a Dual Effect Games a adicionar um fator que influencia não só a exploração, como o combate pouco surpreendente de Tormented Souls: a escuridão. Caroline, a nossa protagonista, tem medo do escuro e é necessário utilizar um isqueiro ou aceder velas para a mantermos protegida. Se estiver banhada na escuridão, Caroline não consegue atacar ou interagir com objetos, criando assim a necessidade de termos algum sentido estratégico porque não podemos, por exemplo, utilizar o isqueiro e uma arma em simultâneo. São poucas as situações onde temos de escolher entre atacar e fugir, mas existem e têm influência também na forma como resolvermos certos puzzles.
Os dois grandes problemas de Tormented Souls são, na minha opinião, a sua banda sonora genérica, repleta de leitmotifs tradicionais e que destoam do ambiente do jogo, e o facto de não ser assustador. A ausência de sustos sérios – e retiro da equação os irritantes jump scares – ou de um ambiente tenso, onde tememos cada passo que damos, leva-me a considerar Tormented Souls mais como um jogo de aventura gráfica e não tanto como um titulo de sobrevivência. Está no meio, mas sem grande equilíbrio entre ambas as partes. Os monstros, criaturas que resultam de experiência falhadas, apresentam um design muito forçado e pouco imaginativo, aproximando-se do que vimos em Silent Hill Downpour, e isto não é um elogio. O seu posicionamento também não é o mais satisfatório e o jogo raramente utiliza os ângulos pré-definidos a seu favor para criar alguma tensão.
Apesar dos seus problemas, diverti-me com Tormented Souls. É uma boa homenagem, de corta e cola, ao género de terror e aos clássicos da PlayStation, apresentando momentos genuinamente bons e ainda alguma diversão na resolução dos puzzles e na exploração do hospital abandonado. Falta-lhe originalidade, polimento e uma melhor banda sonora, o que faz com que não seja fácil de recomendar a quem não se recorde nostalgicamente da era dourada do género: ainda que apresente um esquema de controlos em 3D e não apenas os infames “tank controles”. Mas se, como eu, acompanharam a evolução dos jogos de terror e sobrevivência, Tormented Souls será, no mínimo, divertido e uma competente viagem ao passado do género.
Disponível para:PC e PlayStation 5 Jogado na PlayStation 5 Cópia para análise cedida pela PQube
A ELEVEN vai transmitir em exclusivo para o território nacional 12 jogos das equipas portuguesas (Sporting CP, FC Porto e SLBenfica) presentes da UEFA Champions League 2021/22, durante a fase de grupos da competição, que acontece entre setembro e dezembro de 2021.
Todos os 125 jogos da UEFA Champions League 2021/22 serão transmitidos apenas na ELEVEN. A TVI, parceira de Free to Air da ELEVEN, emitirá 15 jogos da Champions League (um jogo por cada jornada da fase de grupos, oitavos, quartos de final, meia final e final). Quer isto dizer que, de todos os jogos da competição, a estação de Queluz de Baixo somente transmitirá alguns.
Por outro lado, isto também significa que terão de ter uma subscrição da ELEVEN ativa para verem os jogos do Sporting, FC Porto e Benfica. Outra alternativa é ver o jogo num café, um hábito bem presente nos fãs de futebol, ou então juntarem-se com algum amigo que seja assinante da Eleven.
Confiram abaixo a lista de jogos que terão transmissão exclusiva na ELEVEN, com respetivas datas e horários.
Jornada 1
Terça-feira, 14 de setembro Grupo E: Dynamo Kyiv x Benfica (20h00)
Quarta-feira, 15 de setembro Grupo C: Sporting x Ajax (20h00)
Jornada 2
Terça-feira, 28 de setembro Grupo C: Dortmund x Sporting (20h00)
Quarta-feira, 29 de setembro Grupo E: Benfica x Barcelona (20h00)
Jornada3
Terça-feira, 19 de outubro Grupo B: FC Porto x Milan (20h00) Grupo C: Beşiktaş x Sporting (17h45)
Jornada 4
Terça-feira, 2 de novembro Grupo E: Bayern München x Benfica (20h00)
Quarta-feira, 3 de novembro Grupo B: Milan x FC Porto (17h45)
Jornada 5
Quarta-feira, 24 de novembro Grupo B: Liverpool x Porto (20h00) Grupo C: Sporting x Dortmund (20h00)
Jornada 6
Terça-feira, 7 de dezembro Grupo B: FC Porto x Atl. Madrid (20h00)
Quarta-feira, 8 de dezembro Grupo E: Benfica x Dynamo Kyiv (20h00)
Recorde-se que a ELEVEN lançou recentemente o Passe Semestral que, por 9,99€/mês, que dá acesso completo aos seis canais da ELEVEN em Full HD e à transmissão em direto das melhores competições do mundo, entre elas a UEFA Champions League. A subscrição está disponível até 30 de setembro, em todos os operadores (MEO, NOS, NOWO e Vodafone) ou através do site oficial.
FIFA 22 chega às diversas plataformas a 1 de outubro.
A EA Sports acaba de anunciar um acordo que visa aumentar a experiência do futebol italiano para os fãs de todo o mundo. Basicamente, ao ter a Lega Serie A como parceiro oficial, 14 clubes da Serie A estarão totalmente licenciados, e em exclusivo, em FIFA 22.
A parceria inclui também direitos exclusivos para activações da Serie A, incluindo a integração da Serie A na Equipa da Semana FUT, Equipa da Temporada da Serie A FUT e o novíssimo prémio Jogador do mês EA Sports.
Adicionalmente, o novo jogo inclui mais de 17,000 jogadores em mais de 700 equipas, mais de 90 estádios em mais de 30 ligas totalmente licenciadas, o que dá aos jogadores acesso exclusivo às maiores competições do mundo.
Desde a UEFA Champions League à CONMEBOL Libertadores e mais, os jogadores vão poder saborear a autenticidade de jogar com os principais clubes nas maiores ligas e quer sejam transportados entre Anfield e Santiago Bernabéu, do Parc des Princes a San Siro, a energia e a atmosfera destes estádios icónicos vai ganhar vida no jogo deste ano.
Recorde-se que FIFA 22 vai ficar disponível em todo o mundo a 1 de outubro para PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC via Origin e Steam, Stadia, PlayStation 4 e Xbox One. A pré-reserva continua disponível e, quem adquirir a Ultimate Edition, terá quatro dias de Acesso Antecipado, Dual Entitlement, FIFA points e muito mais.
O que não é propriamente grave, dado que grande parte da população portuguesa já está totalmente vacinada.
O Governo divulgou hoje novas orientações para garantir a realização de atividades letivas e não letivas presenciais.
O contexto em que se iniciarão as atividades das instituições científicas e de ensino superior no presente ano letivo é relativamente diferente do ano letivo transato. Com efeito, o risco de contágio por Covid-19 encontra-se mitigado face ao ano anterior, com uma elevada fração da população já vacinada, incluindo os jovens adultos.
Medidas de prevenção e controlo, para minimizar o risco de infeção por SARS-CoV-2, a adotar pela comunidade educativa
É obrigatória a utilização de máscaras nas instituições científicas e de ensino superior por estudantes, docentes, não docentes, investigadores e outros colaboradores, de acordo com a legislação vigente, sendo aconselhável a sua utilização e, se aplicável, reutilização adequadas, de acordo com as instruções do fabricante, em termos sanitários e ambientais.
Deve ser acautelada a higienização das mãos à entrada e à saída dos estabelecimentos, salas e espaços comuns, com solução desinfetante.
Todos os espaços devem ser higienizados de acordo com as normas e orientações da DGS, devendo ser garantida a existência de material e produtos de limpeza para os procedimentos adequados de desinfeção e limpeza dos edifícios.
Devem ser definidos e/ou mantidos os circuitos de entrada e saída nas instalações, de forma a minimizar a concentração e o ajuntamento de pessoas.
Deve continuar a ser privilegiada a renovação frequente do ar em todos os recintos fechados, em articulação com as normas e orientações da DGS aplicáveis.
Devem continuar a ser acauteladas instalações sanitárias com água, sabão líquido com dispositivo doseador e toalhetes de papel de uso único, para a promoção das boas práticas de higiene, nomeadamente a limpeza e higienização das mãos, bem como higienização frequente das instalações, de acordo com as normas e orientações da DGS.
Se possível, os portões e portas devem permanecer abertos de forma a evitar o toque frequente em superfícies e a permitir uma melhor circulação do ar dentro dos espaços.
Organização e disposição das salas de aula, anfiteatros e outras áreas onde decorrem atividades com estudantes, docentes, investigadores e colaboradores
Nas salas, deve, quando possível, deve garantir-se um distanciamento físico adequado entre as pessoas, sem comprometer o normal funcionamento das atividades letivas presenciais.
Deve continuar a ser promovida a higienização frequente dos materiais partilhados e sempre antes da troca de utilizador, a higienização das mãos antes da entrada em cada sala e à saída e a higienização do mobiliário e equipamentos de utilização comum presentes nas salas de aula antes do início de cada aula, sempre que assim seja possível.
Nas bibliotecas, nos laboratórios e instalações similares, deve ser maximizado o distanciamento físico recomendado entre as pessoas. Sempre que tal não for possível, ou nas situações em que as pessoas estejam frente a frente, como nas bibliotecas, devem manter-se as barreiras de proteção, já instaladas.
Os ginásios e outras instalações desportivas devem cumprir todas as medidas de higiene e controlo ambiental, bem como o adequado distanciamento físico e lotação, em cumprimento das normas e orientações da DGS para esse setor.
Nas cantinas e bares deve continuar a ser acautelado o respeito pelas regras de distanciamento físico entre todos os utilizadores e o uso obrigatório de máscaras (com exceção durante o período de refeição), incluindo a colocação de sinaléticas que promovam um afastamento de pelo menos 2 metros nas filas para acesso às linhas e balcões de serviço; a organização das salas de refeições de modo a deixar um lugar de intervalo entre os utilizadores; o estímulo ao alargamento de horários do serviço de refeições e cruzando-os, sempre que possível, com uma maior flexibilidade de horários de atividades académicas, de forma a evitar concentrações elevadas de pessoas dentro desses espaços, bem como nas entradas e saídas dos mesmos; a utilização exclusiva de todos os espaços para refeições ou para serviços de cafetaria, não sendo permitida a permanência de pessoas para outros efeitos, designadamente convívios, ou qualquer outra forma de confraternização lúdica e/ou académica; quando necessário e conveniente poderá ser permitida a utilização das cantinas, fora dos horários de refeições, como espaço de estudo, desde que sejam mantidas as regras de distanciamento físico similares às salas de estudo das residências e assegurada a conveniente higienização e arejamento/ventilação do espaço previamente à sua utilização; a correta higienização das mãos por parte dos utilizadores (antes e depois das refeições), bem como uma adequada limpeza e desinfeção das superfícies, de acordo com as normas e orientações da DGS; a continuação da utilização adequada de protocolos de limpeza e desinfeção, incluindo a desinfeção, pelo menos, duas vezes por dia, e com recurso a detergentes adequados, de todas as zonas de contato frequente (ex.: zonas de atendimento, balcões, etc.), assim como a higienização das mesas com produtos recomendados após cada utilização e a remoção de motivos decorativos nas mesas; Manter a abolição de objetos e equipamentos de utilização comunitária, incluindo jarros de água, entre outros.
Organização e disposição das residências de estudantes
É obrigatório o uso de máscara nos espaços comuns;
O acesso às residências pode ser condicionado à exigência do Certificado Digital Covid da UE (vacinação completa, recuperação ou teste) ou um teste negativo;
Deve ser garantida uma distância lateral mínima de 2 metros entre camas em quartos com mais do que um estudante, sempre que assim seja possível, não sendo recomendada a utilização de beliches ou equipamento mobiliário similar, bem como o usufruto comum de roupeiros, armários, prateleiras, mesas de trabalho ou equivalentes;
A utilização de espaços comuns, incluindo cozinhas, copas ou áreas equivalentes, deve obedecer a um regime de escala, a fixar por cada instituição, garantindo que a ocupação simultânea permita distanciamento físico de acordo com as normas vigentes, com a consequente limpeza e desinfeção, de acordo com a Orientação 014/2020 da DGS;
Os espaços de lazer de usufruto comum, designadamente salas de convívio ou similares, devem continuar a ser redimensionados na sua lotação máxima e o mobiliário de apoio deve ser higienizado regularmente;
Nas salas de estudo ou estruturas de natureza similar deve ser maximizado o distanciamento físico entre as pessoas, de pelo menos um metro, sempre que possível. Sempre que tal não for possível, ou nas situações em que os utentes estejam frente a frente, devem manter-se instaladas as barreiras de proteção, como por exemplo, divisórias em acrílico entre espaços de trabalho/estudo;
Organização das aulas e estágios em estabelecimentos prestadores de cuidados de saúde
Distanciamento físico (mínimo 2 metros), sem comprometer as atividades de prestação de cuidados aos doentes, quando estas forem imprescindíveis;
Uso de máscara cirúrgica por todas as pessoas (colocada adequadamente e em permanência);
Utilização do equipamento de proteção individual (EPI), adequado a cada situação, de acordo com as normas e orientações da Direção-Geral da Saúde;
Cumprimento de medidas de etiqueta respiratória e evicção de contatos;
Lavagem ou desinfeção das mãos (com água e sabão ou com solução antisséptica de base alcoólica – SABA);
Estrita evicção dos aglomerados de pessoas (de acordo com a legislação em vigor).
Deve ser assegurada a correta formação e informação aos estudantes sobre as medidas de segurança, prevenção e controlo da infeção, a adotar no contexto de estágios em unidades de cuidados de saúde, informando os estudantes sobre os riscos associados à infeção pelo vírus SARS-CoV-2, designadamente o risco de transmissão de vírus na comunidade, o risco de transmitir o vírus aos utentes e o risco pessoal de infeção da doença.
Sim, ainda estamos no final do verão, mas a LEGO já está a pensar no Natal ao apresentar um novo set muito festivo e inspirado nas visitas do Pai Natal.
Para este Natal, a LEGO propõe um set composto por uma casa familiar, coberta de neve e detalhada com adereços natalícios, onde se inclui uma pequena árvore de Natal e, claro, tem um mini-figura do Pai Natal à espreita para descer pela chaminé.
O novo set vai chegar a tempo do Natal, disponível para membros LEGO VIP no dia 16 de setembro e para os restantes fãs dia 1 de outubro, por 89,99€.
As placas SSD da linha MP600 são mais rápidas e têm mais armazenamento.
A Corsair revelou um novo modelo das suas placas de armazenamento SSD, com a nova MP600 PRO XT M.2 NVMe SSD.
Com um formato semelhante aos restantes modelos desta linha, a nova placa Gen4 da linha MP600 apresenta um novo design do dissipador, mas é no seu interior que estão as novidades.
Com suporte até 4TB, o novo modelo promete um desempenho de topo, quebrando os 7000MB/s, com 7100MB/s em leitura sequencial e 6800MB/s em escrita sequencial.
O seu formato é compatível com o padrão NVMe e conta com o novo dissipador que promete manter a placa fresca para o melhor desempenho, oferecendo a possibilidade de ser removido para utilização de refrigeração líquida com o Corsair Hydro X Series XM2 Water Block, vendido em separado.
Com modelos de 1TB, 2TB e 4TB, as novas MP600 PRO XT M.2 NVMe SSD já estão disponíveis a partir de 219,99€.
God of War: Ragnarok brilhou numa transmissão com revelações igualmente bombásticas.
Depois do pico do verão recheado de novidades, a PlayStation aproveita a reta final do mesmo para apresentar as suas, com o PlayStation Showcase que aconteceu esta semana.
Foram 40 minutos non-stop, cheio de trailers. Tivemos atualizações de jogos já conhecidos, novos olhares e datas de lançamento.
Ao todo, foram apresentados mais de 15 jogos para a PlayStation 5, com destaque nos exclusivos, que incluíram surpresas inesperadas como o Remake de Star Wars: Knights of the Old Republic, a revelação de Marvel’s Wolverine, a sequela de Marvel’s Spider-Man 2 e a chegada de Uncharted 4 e de Uncharted: The Lost Legacy à PlayStation 5. E no fim, a oportunidade para um primeiro e belo olhar a God of War: Ragnarok.
O PlaySatation Showcase pode ser visto ou revisto aqui em baixo, juntamente com um apanhado de todas as novidades importantes e trailers.
Star Wars: Knights of The Old Republic Remake revelado para a PlayStation 5 e PC
Project EVE mostra-se em ação
Tiny Tina’s Wonderlands recebe um primeiro trailer de jogabilidade muito psicadélico e data de lançamento para 25 de março de 2022
Forspoken leva-nos até um mundo fantástico já na próxima primavera
Alan Wake Remastered chega à PlayStation pela primeira vez a 5 de outubro
Grand Theft Auto 5 vai ser novamente relançado em 2022
Ghostwire Tokyo recebe mais um trailer de jogabilidade
Marvel’s Guardians of the Galaxy causam um caos catastrófico no novo trailer
Deathloop recebe uma sinopse da sua história em forma de trailer
Uncharted: Legacy of Thieves Collectionrevelado para PlayStation 5 e PC. Chega em 2022
Insomniac Games com surpresas a dobrar ao revelar Marvel’s Wolverine e Marvel’s Spider-Man 2
Gran Turismo 7 acelera para a meta a 4 de março de 2022
God of War: Ragnarok mostra-se pela primeira vez com trailer de jogabilidade
Os Cacifos CTT permitem que todos os clientes recebam as suas compras online onde e quando quiserem.
Os CTT – Correios de Portugal continuam empenhados na expansão da sua rede de Cacifos e prevêem ampliá-la de 120 para 200.
A maioria dos Cacifos CTT serão públicos e estarão disponíveis, como já acontece, em diversas localizações como centros comerciais, redes de retalho físico, plataformas intermodais, supermercados e também em espaços públicos, como autarquias, universidades e hospitais.
Assim, os CTT estão a desenvolver diferentes tipologias do produto, desde refrigerados a Cacifos de exterior, Cacifos de menores dimensões direcionados a escritórios e residências, bem como Cacifos mais sustentáveis, alimentados a energia solar, fortalecendo a nossa abordagem de um caminho mais amigo do ambiente, assente em três pilares de atuação: Faster, Better and Greener.
Os Cacifos CTT permitem que todos os clientes recebam as suas compras online onde e quando quiserem. Exemplo disso foi o período das férias de verão, altura que possibilitou a todos os clientes que se ausentaram das suas moradas continuar a rececionar as suas encomendas em qualquer ponto do país, a qualquer hora.
E nada do que está exposto poderá ser levado para casa no imediato.
Estávamos em setembro de 2019 quando falámos deste assunto pela primeira vez. A IKEA, no âmbito da sua estratégia de transformação multicanal, anunciava que ia inaugurar no mês seguinte um Estúdio de Planificação no RioSul Shopping.
Essencialmente, trata-se de um complemento às lojas IKEA. É um espaço que é totalmente dedicado à planificação de interiores, neste caso cozinhas e roupeiros. Além disso, conta com atendimento personalizado. Aliás, esse é mesmo um dos focos destes estúdios de planificação: apoio personalizado de especialistas IKEA em mobiliário e decoração.
Ora, e se a IKEA já possui alguns espaços do género em Portugal, parece que, agora, a Leroy Merlin resolveu seguir os passos, com a inauguração do primeiro Leroy Merlin Projetos.
Trata-se de um novo conceito de loja. Um espaço para se inspirarem e concretizarem todos os projetos de forma acompanhada. Sim, tal como acontece com os estúdios de planificação da IKEA, também aqui a Leroy Merlin aposta num acompanhamento personalizado da nossa equipa especializada.
Além disso, e também à semelhança dos espaços da IKEA, esta nova loja não tem stock, o que significa que nada do que está exposto poderá ser levado para casa no imediato. Nem é esse o objetivo.
O que se pretende, mesmo, é ajudar na inspiração dos clientes. Para isso, esta loja Leroy Merlin Projetos, localizada em Telheiras, conta com mais de 5.000 m2 de inspiração em 55 ambientes, seja de cozinha, casa de banho ou roupeiros, entre outras possibilidades.
Mas as novidades não ficam por aqui: há também um novo espaço, o Atelier da casa, onde podem usufruir de um conjunto de serviços nas áreas de design de interiores, organização de espaços, remodelação e certificação energética para complementarem os vossos planos.
A nova loja Leroy Merlin Projetos fica localizada no Centro Comercial Telheiras e funciona de segunda a sábado e feriados, das 8h às 22h, e ao domingo das 9h às 22h. Para qualquer questão, podem ligar para o 215939800.
Coming Home in the Dark é um inquietante thriller, um filme com brilhante execução, excelentes atores e um guião com uma mensagem que deve ser partilhada.
Sinopse:“O passeio idílico de uma família transforma-se em pesadelo quando o professor de secundário Alan ‘Hoaggie’ Hoaganraad, a sua esposa Jill e os seus enteados Maika e Jordon, exploram uma linha de costa isolada. Um encontro inesperado com um par de vagabundos desvia a família da sua rota, tornando-os reféns do psicopata Mandrake e do seu cúmplice silencioso, Tubs. De início, o medo da família parece nascer do encontro aleatório com dois sociopatas, mas, à medida que a noite avança, Hoaggie e Jill percebem que este pesadelo começou 20 anos antes…”
De tempos a tempos, o melhor thriller do ano estreia-se em Portugal através do MOTELX. Em 2015 foi Green Room, de Jeremy Saulnier. Em 2019 foi Come to Daddy, de Ant Timpson. Este ano de 2021 é a vez de Coming Home in the Dark, de James Ashcroft, que estreou neste festival em 2007 com o filme de culto Black Sheep, o pioneiro dos filmes de terror de ruminantes assassinos.
Agora, depois de realizar e produzir várias curtas metragens, James Ashcroft realiza um thriller devastador. Neste filme depara-mo-nos com a família Hoaggie e Jill, um casal de professores de secundário, a fazer uma viagem de estrada com os dois filhos adolescentes, quando a família é interrompida a meio de um piquenique pela visita de dois estranhos, Mandrake e Tubs, que os assaltam e fazem deles reféns.
A partir daqui, começa uma odisseia de estrada que dura uma noite. Uma noite repleta de violência; uma vingança que surge do acaso; um olhar revelador sobre os traumas da violência contra crianças no sistema de ensino neozelandês dos anos 80. Mandrake anuncia aos seus reféns que quer realizar um desvio antes de seguir caminho com o seu companheiro. Até ao final da história, contamos as paragens como um conta-relógio, na esperança de que o filme termine finalmente, mas com medo de encarar o final.
Não quero revelar muito sobre a história, mas posso desde já garantir que irão ficar presos ao assento assim que o nosso protagonista tem o seu malogrado encontro com os vilões. É um filme muito enérgico e que não perde tempo. O guião está reduzido ao essencial, sendo de uma eficácia controlada, com cada reviravolta a ser apresentada como um murro no estômago.
A história é uma mistura interessante de sabores. A premissa é parecida aos contos de Flannery O’Connor, a estrutura narrativa semelhante ao clássico de culto Cohen and Tate, de Eric Red, e a realização tem uma abordagem quase neo-realista. Coming Home in the Dark é um filme visceral, como diz o próprio vilão do filme, Mandrake, interpretado brilhantemente por Daniel Gillies, conhecido pelo seu trabalho nas séries The Vampire Diaries e The Originals.
Baseado numa história de Owen Marshall, o filme adapta a história sobre um homem que é atacado durante uma viagem por uma dupla de perigosos criminosos, sobre o perigo da arbitrariedade, como a qualquer momento alguém inocente pode cruzar caminho com alguém malicioso no mais inócuo dos lugares. O realizador e o guionista vão mais longe e puxam pela crítica social, ligada ao historial de vários reformatórios naquele país onde durante décadas foram perpetrados atrocidades e abusos contra as crianças que lá eram cuidadas.
Agora no filme, essas crianças cresceram e andam à solta e, quando se cruzam com Hoaggie, o nosso protagonista, e percebem que ele fez parte desse sistema, mesmo que de forma muito superficial, inicia-se uma descida até aos infernos para o nosso herói. Hoaggie é um protagonista interessante, um homem de família, humilde e carinhoso, que tenta lidar com o trauma num registo de sobrevivente, dando sempre luta para tentar salvar aqueles que lhe são próximos, e reconhecendo os seus erros na expetativa de poupar o sofrimento a outros. Ele é tão altruísta como é selvagem na sua vontade de sobreviver.
O interessante é o que eleva o filme além de um competente thriller, esse grau de complexidade que atribui aos seus personagens. Tal como o nosso herói esconde um passado sórdido, os vilões que o atormentam merecem a sua vingança. De destacar a dinâmica da relação entre os dois homicidas, com uma hierarquia silenciosa que está impregnada no âmago de quem eles são – um o mestre de cerimónias, o outro o ajudante. Daniel Gillies (Mandrake) e Matthias Luafutu (Tubs) vão permanecer na memória como uma das duplas mais impactantes entre os vilões do género.
Desde personagens que não queremos ver morrerem serem mortos sem piedade, a uma paragem tensa num posto de gasolina, à frieza imperdoável de Mandrake perante um grupo de miúdos que podem ajudar Hoaggie a escapar, durante todo o filme encaramos cada paragem do carro com a ansiedade de enfrentar mais um horror.
O monstro retratado no filme acaba por não ser o herói com um passado sombrio, ou os vilões vingativos, mas o sistema que permitiu que estes crimes fossem cometidos e nunca os resolveu. Neste filme vemos representadas todas as crianças que foram maltratadas, abusadas, feitas reféns de um sistema reformatório abusivo e dominante, e depois foram soltas para uma sociedade que não estava pronta para as receber.
Coming Home in the Dark é um inquietante thriller, um filme com brilhante execução, excelentes atores e um guião com uma mensagem que deve ser partilhada. Recomendo. Vejam-no cinema, com companhia, mas no escuro, que é onde esta história pertence.
Violation é um filme agonizante e pode ser demasiado forte para alguns, mas a qualidade do guião, da realização confiante, os elementos visuais e os actores, fazem deste um thriller de grande qualidade.
Sinopse:“Com o casamento à beira da implosão, Miriam regressa à sua terra-natal para procurar consolo junto da irmã mais nova e do cunhado. Mas uma noite, um pequeno mal-entendido leva a uma traição catastrófica, deixando Miriam chocada, desequilibrada e furiosa. Acreditando que a sua irmã está em perigo, Miriam decide protegê-la a todo o custo, mas o preço da vingança é alto e ela não está preparada para as consequências que isso acarreta.”
Desde os primeiros momentos de Violation percebemos que se trata de um filme inquietante, arrojado, que nos mostra não só as consequências de um abuso sexual, mas também como a vingança pode destruir o vingador. Já a história em si é bastante simples.
Miriam, que está a sofrer problemas no seu casamento, procura reacender a relação com a irmã mais nova, há muito tempo afastada dela. Durante a estadia de fim de semana na casa de campo da irmã e do marido, Miriam acaba por aproximar-se do seu cunhado, Dylan. Este confunde a busca por amizade por atração e o que começa como uma procura por um retorno ao lar, termina num evento de assédio. Miriam é vítima de violação e a própria irmã recusa-se a acreditar nela. Para se vingar, e para salvar a irmã de um marido que é um manipulador, Miriam decide ir ao extremo. Mas qual será o custo da sua vingança?
A dupla Madeleine Sims-Fewer e Dusty Mancinelli, que tem feito furor com as suas curtas-metragens sobre abuso e jogos de poder, fez agora a sua primeira longa-metragem, o aguardado Violation.
Apesar da estrutura do filme não ser linear, acompanhamos Miriam em todos os passos importantes da sua transformação, numa narrativa bastante simples e direta, em que o que importa aqui não é tornar este conflito mais complexo, mas mergulhar no detalhe. E este é um filme que se dedica bem ao detalhe. Desde a abordagem visual dinâmica e inovadora, aos diálogos, à recriação de cenas grotescas, encontramos um nível de detalhe e realismo que nos deixa tão fascinados como perturbados.
Chamo a atenção para um momento de sedução, a pouco antes de metade do filme, que começa como um retrato realista e excitante de um encontro sexual, e só nos apercebemos tarde demais do quão inquietante a situação realmente é, ao vermos que os papéis de amantes mudaram para vítima e atacante. A riqueza do filme é essa. Mostra-nos como todos podemos ser vítimas e atacantes, dependendo do momento e circunstância. As pessoas são complexas, diz Dylan num momento de intimidade e partilha, um prenúncio do crime que cometerá e da piedade que nos fará sentir ao vê-lo sofrer por isso.
Violation é um filme agonizante e pode ser demasiado forte para alguns, mas a qualidade do guião, da realização confiante, os elementos visuais e os atores, fazem deste um thriller de grande qualidade. Miriam é uma protagonista determinada e confiante, assolada pelos seus demónios internos, mas que descobre em si uma força que não sabia ter. Madeleine faz um excelente trabalho no seu papel e todo o resto do elenco está muito forte, principalmente Jesse LaVercombe, no papel de Dylan. Quando um ator consegue representar um vilão com tanta humanidade, não conseguimos deixar de sentir alguma empatia quando o vemos sofrer tão brutalmente uma vingança merecida.
Só perto do final é que o filme sofre um pouco de problemas de ritmo e o final pode ser vago para alguns, mas fora isso, é um filme impactante, que brilha pela simplicidade e reviravolta que nos traz à história de vingança. Não há uma satisfação nesta viagem, apenas uma realização perturbadora que a vingança, como o ato em si, destrói-nos por dentro.
Quando o filme termina, tal como as cinzas dispersas de um homem que nunca mais será visto, resta apenas a memória de uma experiência perturbadora sobre o impacto do abuso sexual. Recomendo que vejam, mas preparem-se, vai ser duro.
O projeto Bebidas+Circulares, que está a ser desenvolvido em Lisboa desde o final de novembro do ano passado, já contribuiu para a recolha de mais de 1,2 milhões de embalagens de bebidas em plástico PET, latas de metal e garrafas de vidro, a que correspondem mais de 64 toneladas de materiais encaminhados para reciclagem.
Por dia, foram recolhidas em média mais de 400 embalagens em cada máquina. O projeto conta com a importante parceria da Câmara Municipal de Lisboa na recolha e encaminhamento das embalagens de bebidas nos 11 locais.
Este projeto tem como objetivo incentivar cada vez mais os cidadãos a adotarem comportamentos sustentáveis para que o material recolhido, por circuitos dedicados a realizar pela Câmara Municipal de Lisboa, seja reciclado, promovendo a sustentabilidade ambiental através de uma economia mais circular.
As regras de utilização e funcionamento das máquinas de recolha automática são muito simples. Os cidadãos depositam nas máquinas as embalagens aceites (garrafas de bebidas em plástico, do tipo PET, e latas de metal e, nas máquinas identificadas, garrafas de vidro, não reutilizáveis, de águas, sumos, refrigerantes ou bebidas alcoólicas) e recebem um talão no valor total correspondente às embalagens devolvidas, de dois cêntimos por cada garrafa entre 0,1 e 0,5 litros, e cinco cêntimos por cada garrafa acima de 0,5 e até 2 litros.
Estes talões podem ser utilizados em compras, de valor igual ou superior, na loja ou insígnia onde as embalagens foram entregues. O valor recebido pode ser doado à Associação Mais Proximidade Melhor Vida, de apoio a população idosa a viver na grande Lisboa, bastando para isso selecionar essa opção no ecrã da máquina no final da operação. Três das 11 máquinas funcionam em regime exclusivo para donativos. No caso do Mercado Municipal de Benfica, as doações revertem para a Associação Ajuda de Berço, instituição que apoia bebés e crianças desprotegidas localizada na Freguesia de Benfica. Até ao momento, já foram doados mais de 2.000€ a estas duas instituições.
As 11 máquinas de devolução automática estão instaladas em lojas das insígnias de vários associados da APED, como o Continente, Pingo Doce, Lidl, Auchan e El Corte Inglés e ainda no Mercado Municipal de Benfica, em resultado da parceria com a Câmara Municipal de Lisboa. Os materiais recolhidos são encaminhados para as instalações da Valorsul com vista à sua reciclagem.