O próximo filme dos Caça-Fantasmas acaba de receber um novo nome e uma nova adição ao elenco.
Confirmado: “Avengers: Endgame” regressa aos cinemas portugueses a 11 de julho
A Marvel vai relançar Avengers: Endgame nos cinemas, numa última oportunidade de bater mais recordes e se tornar, oficialmente, o maior filme da história.
Pearl Harbor é atacada pelo realizador de o “Dia da Independência” em “Midway”
Roland Emmerich está de volta. E novamente com um filme destrutivo.
Final Fantasy vai uma adaptação para série live-action
Com mais de 30 anos e 15 videojogos, sem contar com spin-offs, Final Fantasy está finalmente prestes a ter uma adaptação em live-action.
Os “Anjos de Charlie” estão de volta ao cinema
Bom dia, Anjos. A Sony Pictures revelou o primeiro trailer de uma nova adaptação da série de culto Charlie’s Angels, ou Anjos de Charlie por cá.
Os mistérios de H.P. Lovecraft já podem ser desvendados em The Sinking City
Chegou ao PC e consolas mais um jogo inspirado nas obras e nos mitos de H.P. Lovecraft, o autor em que toda a gente coloca os olhos quando se fala em horror cósmico.
Chama-se The Sinking City e é um novo jogo de ação, exploração e investigação que nos vai fazer questionar a realidade na pele de Charles Reed, um investigador privado que é destacado para revelar os mistérios sobrenaturais que assombram a cidade de Oakmont em Massachusetts, durante a década de 20.
Com uma atmosfera sombria e episódios misteriosos, o jogador vai ter que cuidar do estado mental de Reed, de forma a que não sucumba às suas visões e não tome decisões com consequências severas para os habitantes dessa cidade.
The Sinking City já está disponível para PC, PlayStation 4 e Xbox One.
Crítica – “Annabelle Comes Home”
Determinados a evitar que Annabelle cause mais estragos, os demonologistas e investigadores de fenómenos paranormais, Ed (Patrick Wilson) e Lorraine Warren (Vera Farmiga), decidem trancar a boneca possuída na sala de artefactos de sua casa, colocando-a “em segurança” dentro de uma vitrine sagrada benzida por um padre. Mas uma noite profana de horror está prestes a acontecer quando Annabelle desperta os espíritos malignos da sala e todos se voltam para um novo alvo – a filha de 10 anos dos Warren, Judy (McKenna Grace), e as suas amigas.
É o terceiro filme do fenómeno global Annabelle e o sétimo pertencente ao universo de The Conjuring.
Não esperava muito de Annabelle Comes Home, mas nunca me passou pela mente que iria assistir a um filme tão mau ou pior que The Nun. No entanto, o primeiro tenta o seu melhor para ser ainda pior. Odiei. Não consigo mentir. O género de horror tem crescido exponencialmente e é um dos dois géneros mais populares atualmente (filmes de superheróis são o outro), mas esta classe barata, vazia, clichê, previsível e esquecível de filmes de horror está genuinamente a tornar-se irritante e frustrante.
O universo de The Conjuring transformou-se num conjunto de spin-offs com entidades que não têm qualquer interesse e repleto de personagens extremamente subdesenvolvidas.
Este é o terceiro filme sobre Annabelle. Três filmes que abordam os poderes de uma maldita boneca. Três! Muito poucas pessoas gostaram do primeiro, a prequela foi reconhecidamente uma agradável surpresa, mas este é simplesmente atroz. Nem sequer existe uma história. O filme inteiro é baseado em repetir sequências de jump scares hilariantes. Literalmente, é tudo uma variação do seguinte:
Personagem percorre um corredor -> Barulho estranho ocorre -> Personagem segue lentamente esse barulho -> Banda sonora começa a aumentar de volume -> Personagem verifica algo e a câmara aproxima na cara do/a ator/atriz -> Banda sonora torna-se mais pesada e mais alta com a introdução dos graves -> Outro barulho ocorre por trás da personagem -> Câmara roda com a personagem e nada acontece -> Personagem continua a verificar algo -> Outro barulho, outra viragem, nada novamente -> Banda sonora está a atingir o seu clímax -> Personagem continua a fazer a mesma coisa -> Ruído final, câmara roda e um dos dois tipos de jump scares sucedem: BOO! ou Fake! … BOO! -> Estes são acompanhados por um som ridiculamente alto que todos no cinema já se preparam para porque, que surpresa, todos sabem o que vem aí -> Corta -> Repete.
Exceto durante os primeiros 15-20 minutos, que são usados para fornecer backstory para as três personagens principais, todas as cenas têm build-ups para jump scares desinspirados, pouco imaginativos, extremamente previsíveis e aborrecidos, demasiado dependentes de um som exageradamente alto e alguém a gritar. Não existe uma narrativa real para além de algumas histórias relativas ao passado das personagens que têm igualmente os seus próprios problemas, especialmente uma que envolve uma tentativa de começar um romance.
Gary Dauberman tentou inserir comédia, a fim de equilibrar um filme monótono, mas falhou miseravelmente. Cada momento supostamente engraçado é incrivelmente cringe-worthy. Foi a sua estreia enquanto realizador.. e tal demonstra-se.
Parece apenas mais um filme de horror barato, carregado de jump scares e mais nada. Um após o outro. Todos os realizadores de Hollywood poderiam ter coordenado este filme, já que não existe um estilo distinto ou uma imagem de marca registada. Nada. Acredito que cada filme tem imenso trabalho e há centenas de pessoas por detrás de um filme que realmente dão tudo ao mesmo. Mas Annabelle Comes Home parece imenso um puro cash grab e odeio escrever estas palavras porque todos os filmes, desde sempre, são, no fundo, uma tentativa de ganhar dinheiro para os estúdios.
No entanto, esta sequela nunca dá a entender que está realmente a servir qualquer propósito para a expansão ou melhoria do universo que representa. É um filme de horror filmado em apenas um local, algo que aprecio bastante, pois pode-se fazer imenso com este aspeto, mas, desta vez, parece que foi filmado inteiramente numa casa porque era mais barato, logo, mais probabilidade de lucro.
Há duas áreas bastante claras no género de horror: a zona com filmes como Hereditary, Get Out e Us, onde a história e as suas personagens são o que é mais importante e mais assustador; e a outra com filmes como The Nun, The Curse of La Llrona ou Annabelle Comes Home, onde o único objetivo é produzir ciclicamente sequências com jump scares sem significado ou impacto narrativo. Se apreciam este último tipo de filmes (o que é absolutamente normal, tudo é subjetivo e dependente de preferências pessoais), então provavelmente irão gostar deste filme.
No entanto, se estão cansados de assistir à mesma coisa uma e outra vez, para o vosso próprio bem, evitem-no.
Se não fossem as performances verdadeiramente incríveis, poderia muito facilmente ser o pior filme do ano (Serenity ainda segura esse lugar). McKenna Grace é fenomenal como Judy! Madison Iseman e Katie Sarife também são muito boas nos seus papéis. Patrick Wilson e Vera Farmiga mal têm tempo de ecrã, mas, quando aparecem, definitivamente elevam qualquer cena. Tudo isto relacionado com a produção artística acaba por ser muito bom, mas tecnicismos nunca salvam um filme da miséria se os dois pilares basilares (história e personagens) são atirados pelo esgoto.
Além disso, fiquei chocado ao descobrir que este é Rated R. Raramente se vê sangue ou qualquer coisa que justifique este tipo de classificação. É outro aspeto que torna este filme uma deceção ainda maior.
No final, Annabelle Comes Home é tão pobre ou pior que The Nun. Não consigo decidir qual assistiria se tivesse de escolher um, pois não quero ver nenhum nunca mais. Um elenco brilhante pode salvar este filme de uma crítica completamente negativa, mas não deixa de ser uma adição atrozmente barata ao género de horror. Todos sabem porque é que este filme não funciona: repetir continuamente sequências com jump scares previsíveis e de volume elevado não é uma história.
É impossível sentir-se investido em qualquer uma destas cenas se as mesmas não têm impacto narrativo ou um nível assustador minimamente … assustador. Até a falta do tremer instintivo de um jump scare (algo que não se consegue propriamente evitar quando se têm colunas espalhadas à nossa volta) é um sinal do quão horrível este filme é. Expetativas para The Conjuring 3 caíram tremendamente. Boa sorte, James Wan. Vai precisar.
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Vianeza apresenta massas feitas à base de farinha de legumes e/ou cereais
Nutritivas, saborosas e isentas de glúten. É o que promete a Vianeza com as suas novas massas alimentícias, feitas de farinha de legumes e/ou cereais.
Está a decorrer mais uma semana dedicada aos colaboradores do grupo Intercontinental Hotels
Começou no passado dia 24 de junho a Celebrate Service Week, mas, até final do mês, existem ainda muitas atividades planeadas para o Crowne Plaza Porto, InterContinental Cascais-Estoril, InterContinental Lisbon e InterContinental Porto – Palácio das Cardosas.
Apple Pay já está disponível em Portugal!
Depois de termos avançado com essa possibilidade, eis que se concretizou. O Apple Pay, sistema de pagamentos da Apple, já está disponível em Portugal. Assim, os donos de produtos da marca da maçã (e com uma conta N26, Monese ou Revolut) podem fazer as suas compras em lojas, apps ou websites através do seu iPhone, Apple Watch, iPad ou Mac.
Também o Crédito Agrícola irá suportar o Apple Pay, embora aquela cooperativa ainda não tenha referido quando é que isso irá acontecer.
Com um iPhone e um Apple Watch, é possível agora usar o Apple Pay em lojas, restaurantes, táxis, vending machines e em muitos mais lugares. Nas compras com Apple Pay em apps ou na web no Safari, deixa de ser preciso preencher manualmente formulários ou de repetir a informação sobre faturação e entrega dos produtos. Cada compra Apple Pay é autenticada com um simples deslizar do dedo ou um simples olhar para o dispositivo, através do Face ID ou do Touch ID, ou, então, através da password ou do pin do equipamento.
A segurança e a privacidade estão no core da Apple Pay, graças ao Mastercard Digital Enablement Service (MDES), que usa as tecnologias que asseguram a integridade da informação do cartão. Sempre que usarem um cartão de crédito ou de débito na Apple Pay, os números desses cartões não são guardados no equipamento, nem nos servidores da Apple. Em vez disso, um número de conta de dispositivo exclusivo (Device Account Number) é atribuído e cada transação é autorizada com um código único de segurança dinâmico exclusivo.
A tecnologia de tokenização torna os pagamentos de comércio eletrónico e mobile seguros e simples, substituindo as contas dos consumidores por um identificador digital exclusivo ou “token” usado especificamente para cada dispositivo. Assim, os dados da conta e do cartão nunca são partilhados, o que traz uma camada adicional de segurança aos pagamentos digitais.
Além da Mastercard, a outra empresa que garante o funcionamento do serviço em Portugal é a Visa.
Em caso de roubo de um iPhone, o número da conta digital (token) armazenado pode ser imediatamente desativado pela instituição financeira, ou seja, o cartão registado não necessita de ser bloqueado e trocado. Os consumidores que usam os seus cartões no Apple Pay serão cobertos pelos mesmos benefícios que desfrutam atualmente com os seus cartões de débito e crédito, incluindo proteção contra fraudes para compras não autorizadas e ampla aceitação internacional.
Há, contudo, comerciantes que podem não aceitar o Apple Pay. Para saberem quais, podem sempre procurar pelo termo “Apple Pay” na app Mapas e perceberem quais os estabelecimentos/lojas compatíveis.
Neutralidade carbónica nos aeroportos nacionais até 2050
A novidade foi anunciada ontem de manhã no 29º Congresso Anual da ACI EUROPE em Limassol, Chipre, e já está a dar que falar. A ANA Aeroportos de Portugal / VINCI Airports comprometeu-se a atingir a neutralidade carbónica dos aeroportos nacionais até 2050, num compromisso que chamaram de NetZero 2050.
NOS Alive’19 divulga programação do segundo dia do Palco Coreto
Chong Kwong, Sreya, Marinho, Bia Maria e um showcase surpresa. São estes os atos anunciados para o segundo dia (12 de julho) do NOS Alive’19 no que ao Palco Coreto by Arruada diz respeito.
PRIO.GO – Agora é possível pagar o combustível via smartphone
É a primeira aplicação móvel em Portugal a permitir o pagamento de combustível sem sair do carro. Chama-se PRIO.GO, foi desenvolvida pela portuguesa PRIO em colaboração com a Bliss Applications, Easypay e Gasodata e vem fazer com que, a partir de agora, a experiência de abastecimento seja mais rápida e cómoda.
É muito simples. Primeiro que tudo, há que sacar a app, disponível para iOS e Android. Depois, é necessário inserir o NIF, matrícula e método de pagamento (cartão de crédito ou MB WAY) na altura do registo.
Protetores solares que respeitam o meio ambiente
Com a chegada do Verão, é necessário ter cuidados com a pele diariamente, e não só quando relaxamos na praia.

A A-derma oferece uma gama de protetores solares ideal para o dia a dia, com a vantagem que é um produto natural, com base em princípios ativos de plantas e amigo do ambiente e da pele da vossa família. Indicado para crianças, peles sensíveis ou atópicas, esta gama vai proporcionar-vos um Verão ecológico.
Vantagens dos protetores solares biodegradáveis
Este protetores solares são normalmente produzidos através do uso de ingredientes naturais e extratos de plantas, como o óxido de zinco ou dióxido de titânio, refletindo os raios UV, sejam eles UVA ou UVB, antes que estes nos toquem na pele. Como não contêm substâncias químicas como oxibenzona ou metoxicinamato de octilo, parabenos, derivados de canfora, cinamatos, benzofenonas, triclosan, ácido paraminobenzoico ou octocrileno, não poluem ou destroem os oceanos e proporcionam efeitos hidratantes e regeneradores à nossa pele, sendo altamente recomendados para pessoas com peles sensíveis, crianças e grávidas.
Este tipo de protetores solares biodegradáveis, que protegem o nosso corpo da mesma forma que um protetor solar químico, ao utilizarem nanopartículas com base em sílica, que não reagem ao oxigénio quando em contacto com a água, evitam a destruição dos bancos de corais e não afetam negativamente outras vidas marítimas.
Como funcionam?
Um protetor solar tradicional, com ingredientes à base de químicos, quando em contacto com raios do tipo UV reage quimicamente, absorvendo os ditos raios. Esta absorção pode ser nociva ao nosso corpo, se a proteção oferecida pelo protetor solar for de baixa intensidade. Um protetor solar biodegradável, orgânico ou mineral, quando exposto a raios UV, reflete-os, repelindo-o e protegendo o nosso corpo de qualquer tipo de absorção prejudicial. Os protetores solares biodegradáveis funcionam como uma capa protetora do nosso corpo, repelindo estes raios nocivos da nossa pele.
Amigos do ambiente
A maioria dos protetores solares tradicionais não só enchem o nosso corpo de químicos, como contêm ingredientes que são nocivos para o meio ambiente, destruindo ecossistemas de corais e a vida nos oceanos. Os mais recentes estudos científicos identificaram que alguns dos componentes químicos e nanopartículas bloqueadoras de sol, quando em contacto direto com a água dos oceanos, são tóxicos e provocam danos irreversíveis nos recifes de corais. A proibição de utilização deste tipo de produtos químicos foi já regulamentada em países da Oceania, entrando em vigor a partir de 2020. Será multado quem persistir na utilização de protetores solares que contenham, pelo menos, um dos dez químicos proibidos.
Esta medida pode parecer radical, mas a verdade é que os cientistas estimam que cerca de 14 mil toneladas de protetor solar seja despejadas diariamente nos oceanos, prejudicando a reprodução de corais jovens e levando à sua descoloração, chegando a interferir com a reprodução de peixes e destruindo por completo o habitat destes ecossistemas marinhos frágeis.
Os protetores solares orgânicos e biodegradáveis, como são compostos por ingredientes naturais, não poluem as águas do mar, não interferindo com qualquer ecossistema ou contribuindo para o aumento da temperatura dos oceanos, ajudando a preservar a natureza e garantindo um futuro melhor para as gerações vindouras.
Ajudem a vossa pele ajudando o ambiente e descubram esta nova geração de protetores solares ecológica, biodegradável e, acima de tudo, muito mais saudável para o vosso corpo. Desejamos-vos um Verão radiante e protegido! Aproveitem ao máximo.
Em breve poderás ter que pagar para ver os teus streamers favoritos no Twitch
O serviço de transmissões em direto mais popular da comunidade dos videojogos recebeu uma nova função em fase experimental.
Futebol e corridas de arcade no PlayStation Plus de julho
A PlayStation anunciou a sua seleção de jogos a oferecer na subscrição PlayStation Plus no mês de julho.
(Terminado) Temos 20 convites duplos para a antestreia do filme “Rastejantes” (Lisboa e Matosinhos)
Título Original: Crawl
Género: Thriller/Terror
Elenco: Kaya Scodelario e Barry Pepper
Realização: Alexandre Aja
Argumento: Michael Rasmussen e Shawn Rasmussen
Produção: Craig Flores, Sam Raimi e Alexandre Aja
Produção executiva: Gregory Levasseur, Justin Bursch e Lauren Selig
Sinopse: “Quando um enorme furacão atinge a sua cidade natal, na Florida, Haley (Kaya Scodelario) ignora a ordem de evacuação para procurar o pai desaparecido (Barry Pepper). Quando o encontra gravemente ferido na cave da casa de família, os dois acabam por ficar encurralados devido às rápidas e fortes cheias. À medida que o tempo para fugirem à intensa tempestade se esgota, Haley e o pai descobrem que a subida do nível da água é o menor dos seus receios.
“RASTEJANTES”, produzido e realizado por Alexandre Aja (“Terror nas Montanhas”), e que conta ainda com os produtores Craig Flores (“300”) e Sam Raimi (“Nem Respires”, “A Noite dos Mortos-Vivos”), é um thriller de terror de cortar a respiração que chega aos cinemas a 11 de julho.”
“Rastejantes” tem estreia marcada para Portugal a 11 de julho.
Análise – Bloodstained: Ritual of the Night
Depois de uma sucessão de lançamentos desapontantes resultantes de campanhas de crowdfunding, de onde podemos identificar títulos como Mighty Nº 9 e Yooka Layle, os olhos estavam postos em Koji Igarashi e em Bloodstained: Ritual of Blood, o seu novo projeto, agora longe da Konami.
Os Trolls salvam a música no primeiro trailer de “Trolls World Tour”
Os Trolls vão regressar ao cinema com a sequela da Dreamworks, Trolls World Tour.
