Realiza-se desde 2017, pelo que o Vivarium Festival vai ter este ano a sua 4ª edição. É de 26 a 28 de março que o evento regressa ao Porto, com um programa que cruza as áreas da música, performance, dança, artes visuais e pensamento. O objetivo é o de pôr o púbico a refletir sobre o impacto tecnológico nas artes e, no fundo, na vida.
Seu Jorge & Daniel Jobim também dão concerto na Super Bock Arena
Foi ontem que surgiu a notícia de que Seu Jorge & Daniel Jobim viriam ao festival Jardins do Marquês – Oeiras Valley com um espetáculo que pretende homenagear Tom Jobim. Pois bem, os dois músicos vão também dar um concerto no Porto.
Concurso Montepio Acredita Portugal 2020 com inscrições abertas até 28 de março
Não é a primeira vez que falamos aqui do Concurso Montepio Acredita Portugal, até porque este ano celebra-se a 10ª edição. É o 2º maior concurso de empreendedorismo do mundo e está de momento a aceitar inscrições gratuitamente até ao próximo dia 28 de março.
Festival Montepio Às Vezes o Amor já tem datas para 2021
Apontem na agenda: 12, 13 e 14 de Fevereiro de 2021. São estas as datas reservadas para a 7ª edição do festival Montepio Às Vezes o Amor, que terminou recentemente a edição deste ano.
(Terminado) Passatempo “Academia Cranston – Cenas Monstruosas!” – Temos 20 convites triplos para as antestreias (Lisboa e Vila Nova de Gaia)
Título original: Cranston Academy: Monster Zone
Realização: Leopoldo Aguilar
Argumento: Bob Barlen, Cal Brunker, Jose C. Garcia de Letona
Género: Animação
Com vozes de: Ruby Rose, Jamie Bell, Jayssolitt
Sinopse: “Danny é um miúdo de 15 anos que, por ser um pequeno génio e ter montes de ideias malucas, nunca se conseguiu integrar na sua escola… Um dia, Danny, recebe uma bolsa para estudar na Academia Cranston, uma prestigiada, mas secreta, escola de génios!
A competitividade na Academia é muita e, para mostrar o que vale, Danny abre um portal para a 5ª dimensão, libertando, sem querer, os monstros e demónios…
Juntamente com a sua amiga Liz e o professor Mothman – metade homem, metade traça –Danny terá de vencer os monstros e salvar a escola…”
“Academia Cranston – Cenas Monstruosas!” tem estreia marcada para Portugal a 12 de março.
Oliver Heldens na Galp Beach Party 2020
Há mais um nome no cartaz da Galp Beach Party 2020. Falamos do DJ e produtor holandês Oliver Heldens, que sobe a palco no dia 26 de junho.
Jorge Ben Jor no EDP Cool Jazz 2020
Depois de, ano passado, ter dado um belíssimo concerto no NOS Primavera Sound, o brasileiro Jorge Ben Jor irá regressar em breve a Portugal, desta vez para um espetáculo a 30 de julho no EDP Cool Jazz 2020.
Too Good to Go já tem dezenas de restaurantes parceiros no Algarve para evitar desperdício alimentar
Não é propriamente uma novidade, mas vale a pena relembrar esta chegada da fantástica app Too Good to Go ao Algarve. Começámos por dar a novidade aqui no Echo Boomer no passado dia 9 de fevereiro, quando referimos que, no Algarve (em Lagoa, Almancil, Loulé e Faro), já era possível evitar que comida fosse para o lix em quatro locais aderentes.
Centro de Suporte da Revolut é inaugurado em Matosinhos a 19 de março
Oitenta e quatro anos depois de ter aberto portas pela primeira vez, o número 612 da Avenida Menéres, em Matosinhos, ganha uma nova vida, onde a tradição e a inovação se aliam para melhorar os serviços daquele que pretende ser o primeiro banco verdadeiramente global. É caso para dizer: a Revolut chegou ao norte do país!
Crítica – The Gentlemen
Esta é a história do expatriado americano Mickey Pearson (Matthew McConaughey), um homem que construiu um império de marijuana altamente lucrativo em Londres. Quando se torna pública a notícia de que está a tentar lucrar com os negócios para se reformar, desencadeiam-se conspirações, esquemas, suborno e chantagem, com a única tentativa de sabotarem o seu domínio de luxo.
Sempre fui fã do estilo de Guy Ritchie. Embora admita que tem a tendência de usar as suas próprias técnicas em demasia (tal como neste filme), consegue sempre trazer algo único para os seus projetos. Criou um bom remake live-action de Aladdin, deixando o seu toque pessoal; surpreendentemente gostei de King Arthur: Legend Of The Sword, mas o final é dececionante; e The Man from U.N.C.L.E. e as películas de Sherlock Holmes entretêm e são, no mínimo, engraçadas. Logo, sim, estava algo entusiasmado para assistir a The Gentlemen.
Com um elenco repleto de estrelas, existe alguém que não se interesse por um thriller criminal à moda antiga? Em primeiro lugar, tenho de deixar já o seguinte: é uma obra que qualquer pessoa pode desfrutar, sem dúvida alguma, mas para quem sabe como os filmes geralmente funcionam, Ritchie aplica um método de storytelling que vai deixar todos os “nerds de filmmaking” de cabeça perdida. Hugh Grant (Fletcher) é praticamente o narrador de toda a história e, basicamente, interpreta uma “versão” de Guy Ritchie, contando a história do seu próprio “filme”.
Isso significa que Fletcher aborda tecnicismos como o formato de ecrã e a sua resolução, mas também ajuda o público a entender o que está a acontecer, anunciando se a história está perto do seu clímax ou se “the plot thickens”. É uma maneira cativante e engraçada de usar exposição sem esta parecer preguiçosa ou forçada. Grant também faz questão de fazer as perguntas que o público deve fazer. Desta forma, mesmo quem não gosta de pensar quando vai ao cinema (sim, há sempre alguém sem muita vontade), será capaz de seguir o mistério a desenrolar-se.

Obviamente, o elenco inacreditável torna este filme muito divertido. Matthew McConaughey é um ator impressionante quando se trata de entregar diálogos longos. Tudo o que diz é sempre bastante envolvente, seja pela maneira como fala, pelas suas expressões ou pela intensidade física que coloca por detrás das suas próprias palavras. Charlie Hunnam (Ray) oferece, muito provavelmente, o seu desempenho mais engraçado até à data. Ray vai ser definitivamente uma das personagens favoritas dos fãs e as suas interações com Fletcher (com quem ele passa a maior parte do tempo) são hilariantes.
Henry Golding (Dry Eye), Michelle Dockery (Rosalind Pearson) e Jeremy Strong (Matthew) têm prestações excelentes, mas Colin Farrell é o melhor deste grupo de personagens como Coach. As suas cenas são algumas das sequências mais engraçadas do ano. Desde o seu sotaque até à ação em que se envolve eventualmente, é uma daquelas personagens que vai deixar todos a querer mais. Quanto à história, é, sem dúvida, um dos argumentos mais complexos que vi desde há algum tempo. Comparando com Knives Out, a estrutura narrativa acaba por ser algo semelhante.
Ambos possuem dezenas de twists que deixam o público a coçar a cabeça por um bom bocado. Ambos mostram diferentes eventos da história, apresentando uma personagem específica num determinado momento de uma maneira distinta (flashback, flashforward, exposição simples). No entanto, The Gentlemen abusa do seu próprio truque, especialmente durante a primeira metade. Algo que traz entretenimento pode rapidamente transformar-se num aspeto muito irritante se a narrativa não for bem equilibrada. Não se pode ter muito de qualquer coisa, certo?

Este é o meu problema geral com o filme. Guy Ritchie traz algo cativante e fresco para escapar à exposição pesada, mas continua a ser muita informação a transmitir e nem sempre funciona bem. Alguns subplots não precisavam de ir tão longe, o que tira tempo a histórias mais emocionalmente investíveis. Apesar disso, no final, Ritchie encaixa todas as linhas narrativas na perfeição, criando uma peça muito bem escrita. Um guião com tantas camadas é extremamente difícil de se juntar tudo de forma a entregar um final coeso, mas Ritchie cumpre soberbamente.
Resumindo, The Gentlemen é outro sucesso de Guy Ritchie e pode até ser o seu melhor filme de sempre. Com um dos argumentos mais complexos dos últimos tempos, o elenco fenomenal eleva este thriller criminal, tornando-o num dos melhores filmes de 2020, até agora. Matthew McConaughey, Charlie Hunnam, Hugh Grant e Colin Farrell destacam-se, mas todos os atores entregam prestações excelentes.
Tem um método de storytelling extremamente engraçado e cativante através da narração de Grant que, irónico ou não, é o que o filme tem de melhor e pior. Quando usado em excesso, torna-se algo incomodativo e demorado, mas, durante a maior parte do tempo de execução, esta alternativa à exposição substancial funciona brilhantemente. Personagens interessantes, mistério intrigante e comédia hilariante fazem desta obra puro entretenimento.
Tecnicamente, uma edição fantástica mantém um ritmo bem controlado, mas é a narrativa repleta de camadas de Ritchie que rouba os holofotes.
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