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Vivarium Festival regressa ao Porto para refletir sobre o impacto tecnológico nas artes

Realiza-se desde 2017, pelo que o Vivarium Festival vai ter este ano a sua 4ª edição. É de 26 a 28 de março que o evento regressa ao Porto, com um programa que cruza as áreas da música, performance, dança, artes visuais e pensamento. O objetivo é o de pôr o púbico a refletir sobre o impacto tecnológico nas artes e, no fundo, na vida.

O Vivarium Festival irá decorrer não só no Maus-Hábitos, a casa-mãe, como no Passos Manuel, Armazém 22 e Reitoria da Universidade do Porto.

No eixo do Pensamento, o Vivarium 2020 organizará, assim, uma conferência de filosofia sob o tema Je est un autre, Instintos e instituições na era da tecnologia, que contará com as participações de Laurent Goldring, Ana Falcato, Ernesto Costa, Leonel Moura, Alexandre Oliveira e moderação de Sofia Miguens. A mesma terá lugar no sábado, dia 28 de março, pelas 14h, na Casa Comum da Reitoria da Universidade do Porto.

Na música será possível assistir ao espetáculo especial dos Telectu, aqui desafiados a interpretar Belzebu & Off Off (1983-1984), bem como a concertos dos Osso Vaidoso, projeto liderado por Ana Deus e Alexandre Soares; da compositora e multi-instrumentista Kelly Moran, do compositor de música electrónica Franck Vigroux e do produtor Lil Data. O festival terá ainda a honra de ter estreia nacional da rapper americana Yatta.

Nas artes visuais, o Vivarium vai inaugurar exposições do americano Mark America, que, no Porto, vai apresentar uma selecção de vídeos onde explora as possibilidades do cruzamento, remistura de media, som, imagem e palavra, da identidade do autor e da sua obra; do francês Laurent Goldring, com um trabalho fotográfico e videográfico que tem como objecto a desconstrução do antropomorfismo; e de Tiago Rorke, que, em parceria com MILL – Makers in Little Lisbon, apresenta PALAVRAS/CRUZADAS – uma composição visual generativa, interativa e colaborativa, baseada no jogo de mesmo nome, desenhado por uma plotter, enquanto os participantes enviam novas pistas ou resolvem as existentes.

A destacar ainda a instalação Não tens cara de pau! do artista madeirense Marco Fagundes, a ter lugar no sábado pelas 21h30 nos Maus Hábitos.

A performance que, este ano, terá como palco principal o Armazém 22, contará com as apresentações de Youtopia, de Gustavo Monteiro (sábado, dia 28 março, 21h), uma apresentação que questiona e desconstrói os ideais da originalidade aberta e sarcasticamente imitando (ou plagiando) as imagens de antepassados artísticos e da cultura de massas no YouTube. Na sexta, dia 27, também pelas 21h, será estreada a performance The Perception Of, um diálogo entre a dança de Eva Klimackova, as imagens de Laurent Goldring e a poesia de Gherasim Luca.

A programação completa-se com o clubbing, este ano integrando um ciclo de curadorias entregues a festas de coletivos regulares do Maus Hábitos, e mais uma edição do E—X—S—I Encontro Expressões entre o Som e a Imagem.

Podem encontrar todas as informações no site oficial.

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