Transferências imediatas para bancos da zona euro ficam disponíveis até final de 2020

Tal já era possível, desde setembro de 2018, entre bancos nacionais. Agora vai acontecer o mesmo, mas para bancos dentro da zona euro.

Transferências imediatas

É o que diz um comunicado do Banco de Portugal sobre o Relatório dos Sistemas de Pagamentos de 2019.

Em 2020, será concretizada a adesão da comunidade portuguesa ao serviço pan-europeu para liquidação de transferências imediatas, que permitirá a realização de pagamentos à escala europeia em poucos segundos.

O que é que isto quer dizer? Por exemplo, imaginando que necessitam de fazer uma transferência para um banco francês. A partir do fim do ano, essa mesma transferência poderá ser realizada em poucos segundos, eliminando-se o tempo de espera de alguns dias úteis.

“Até ao final de 2020, será concretizada a adesão da comunidade nacional ao TIPS – TARGET Instant Payments Settlement, o serviço pan-europeu para a liquidação de transferências imediatas. O TIPS complementará a solução nacional e permitirá a realização, à escala europeia, de pagamentos em poucos segundos”, diz o mesmo comunicado.

Ainda para 2020, “está prevista a definição de uma estratégia nacional para os pagamentos de retalho. O objetivo desta estratégia é a modernização dos pagamentos de retalho ao serviço dos cidadãos, das empresas e dos organismos da Administração Pública, adequando-os às exigências do mercado e às expetativas renovadas que decorrem da evolução tecnológica”.

Vem aí um spinoff de American Horror Story

O nome? American Horror Stories. Já vão perceber o porquê.

American Horror Story

Por esta altura, muitos dos nossos leitores deverão conhecer American Horror Story (por vezes somente designada por AHS), uma série de sucesso do canal FX. AHS, no ar desde 2011, ano em que estreou a primeira temporada, teve temporadas mais bem conseguidas que outras, até porque cada season é dedicada a uma temática em específico.

Agora, e numa altura em que ainda não se sabe quando irá estrear a 10.ª temporada de American Horror Story (as filmagens foram adiadas devido à pandemia de COVID-19), eis que surge a novidade de que está a ser preparado um spinoff.

Chama-se American Horror Stories e foi oficializada pelo criador Ryan Murphy nas redes sociais. O porquê do nome? É que, contrariamente à série principal, que se foca num só tema ao longo de toda a temporada, este spinoff terá cada episódio dedicado a uma história de terror em específico. Ou seja, serão episódios independentes.

Cada um deles terá a duração de uma hora… e isso é tudo o que sabemos por agora. Não se sabe o número de episódios, quando poderá estrear, nada. Portanto só nos resta aguardar.

Em relação à série principal, sabe-se que, pelo menos, terá 13 temporadas.

Rock in Rio Innovation Week@LACS reagendado para outubro deste ano

O evento é adiado quatro meses.

Rock in Rio

Se tudo tivesse corrido normalmente, teríamos mais uma edição do Rock in Rio Lisboa este ano. Porém, a pandemia de COVID-19 estragou os planos, obrigando a que o festival fosse adiado para 2021. Consequentemente, também o Rock in Rio Innovation Week@LACS, o programa de inovação do Rock in Rio, é agora reagendado. Mas somente uns meses.

Inicialmente, o Innovation Week deveria realizar-se entre 23 e 26 de junho deste ano, mas a edição foi agora adiada quatro meses. Se tudo correr bem, deverá concretizar-se entre os dias 12 e 15 de outubro de 2020.

Para quem já tinha bilhete, fiquem descansados que os mesmos são válidos para as novas datas. Porém, quem não conseguir estar presente nas novas datas, poderá solicitar o reembolso até 20 de junho. E sim, o evento irá na mesma decorrer no LACS Conde de Óbidos, em Lisboa.

Recorde-se que, durante os quatro dias do evento, os participantes poderão participar em mais de 100 workshops, talks interativas, sessões de Q&A, sessões diárias de networking guiado, imersões artísticas, espetáculos de música, além das já conhecidas happy hours no Rooftop do LACS.

Até lá, não se esqueçam que o warm-up para o evento já começou e está acessível a todos, com uma programação online. Todas as quartas-feiras há live talks na página de Instagram do projeto, recebendo convidados dos mais diversos setores; quinzenalmente, os interessados podem acompanhar os Meetups que, agora, têm um formato digital (na página do projeto no Linkedin), onde um painel de oradores convidados discute temas relacionados com os propostos pelo Rock in Rio Innovation Week: Autoconhecimento; Relações Humanas e Criação de Futuros Desejáveis.

Empresa desenvolveu sistema para chamar o elevador sem carregar no botão

Como? Através de uma app para smartphones, pois claro.

o elevador

Numa altura em que temos todos os cuidados e mais alguns para eliminar o risco de contágio de vírus, bactérias e outros microrganismos, quem vive em prédios e usa regularmente o elevador sabe que ou toca com o dedo no botão ou, por exemplo, usa a chave do carro para efetuar esse toque. Mas e houvesse uma forma de chamar o elevador, mas sem contacto no botão?

Pois bem, já existe. Chega-nos por parte da Schmitt+Sohn, a única empresa em Portugal a produzir de raiz, instalar e fazer a manutenção de elevadores. A companhia acaba de lançar um sistema inovador de chamada remota de elevadores que prescinde da necessidade de utilizar os botões dos equipamentos.

Chama-se Be Safe Touchless by S+ e, basicamente, permite que, através do smartphone, façamos uma marcação virtual dos botões.

O Touchless by S+ integra o leque de soluções Be Safe, lançada esta semana pela Schmitt+Sohn, com o duplo objetivo de garantir a segurança de utilização dos equipamentos de transporte vertical e transformar os equipamentos em agentes ativos de prevenção, ao invés de serem agentes ativos de contaminação.

Claro, a ideia é boa, só que, para tudo isto funcionar, será necessário tornar os elevadores compatíveis com este sistema, e isso tem um custo. Além disso, o tocar no botão está tão enraizado na cultura que deverá ser difícil mudar esse hábito aos portugueses.

Lares de idosos. Visitas são retomadas a partir de 18 de maio

Mas atenção, será preciso respeitar uma série de requisitos gerais e específicos.

lares

A Direção-Geral da Saúde (DGS) já tinha divulgado previamente orientações para a reabertura dos restaurantes, bem como para o regresso às aulas. Agora foi a vez de lançar um documento com uma série de medidas para que as visitas aos lares de idosos possam acontecer já a partir da próxima segunda-feira.

O documento começa por dizer que a instituição “deve ter um plano para operacionalização das visitas e ter identificado um profissional responsável pelo processo”, algo que terá de ser comunicado aos familiares e outros visitantes.

Assim, cada lar “deve garantir o agendamento prévio das visitas, tendo de organizar um registo de visitantes por data, hora, nome, contacto e residente visitado”.

Além disso, os visitantes deverão “cumprir todas as medidas de distanciamento físico, etiqueta respiratória e higienização das mãos (desinfeção com solução à base de álcool ou lavagem com água e sabão)”.

O mesmo documento diz que cada instituição “deve garantir que a visita decorre em espaço próprio, amplo e com condições de arejamento (idealmente, espaço exterior), não devendo ser realizadas visitas na sala de convívio dos utentes ou no próprio quarto, exceto nos casos em que o utente se encontra acamado (nos casos de quartos partilhados terão de ser criadas condições de separação física)”.

Cada instituição será responsável por “disponibilizar aos visitantes produtos para higienização das mãos, antes e após o período de visitas, e deverá, sempre que possível, definir corredores e portas de circulação apenas para as visitas, diferentes dos de utentes e profissionais”.

Visitas nos lares de idosos com duração máxima de uma hora e meia

Sabe-se também, além do agendamento prévio, que “cada visita não deve exceder os 90 minutos. Estas visitas devem respeitar um número máximo por dia e por utente, sendo, numa primeira fase, de um visitante por utente, uma vez por semana (este limite pode ser ajustado mediante as condições da instituição e a situação epidemiológica local, em articulação com a autoridade de Saúde local e segundo a avaliação de risco)”.

Será naturalmente obrigatório o uso de máscara durante todo o período de permanência nos lares de idosos. Os visitantes também não devem levar objetos pessoais, comida alimentares ou outros produtos e não deverão circular pela instituição nem utilizar as instalações sanitárias dos utentes.

Compras online vão ter novas regras em 2021

Será necessário um passo extra para concluir uma compra na Internet.

compras online

Usam e abusam das compras online? Pois bem, vão existir novas regras já a partir do próximo ano.

As novas alterações na diretiva europeia de pagamentos vão fazer com que os dados dos cartões de crédito, como a data de validade ou o código CVV/CVC, deixem de ser considerados válidos para concluir compras na Internet.

A informação é avançada pelo Jornal de Negócios, que refere que, em 2021, será implementada uma camada extra de segurança. Quer isto dizer que, para concluir uma compra, o utilizador terá de fazer uma autenticação através de dois de três elementos aos quais somente essa pessoa tem acesso, como uma palavra-passe, o número de telemóvel (neste caso recebe-se uma SMS com um PIN) ou através de impressão digital (se bem que aqui apenas servirá para dispositivos móveis).

Ao que tudo indica, esta autenticação também servirá para cartões online, ou seja, para aqueles virtuais criados pelo MB Way, por exemplo.

O que não se sabe é se estas alterações apenas surtirão efeito em compras efetuadas em sites portugueses, ou se também serão aplicadas a nível internacional. Para quem compra na Amazon, a título de exemplo, sabe que, de momento, o sistema somente pede o nome do titular do cartão, bem como o número do cartão em si. Nem sequer pede o código CVV/CVC.

Em todo o caso, já existem entidades em Portugal a optar pelo envio de SMS, que contém um código PIN, para a conclusão de compras online.

Estas novas regras terão de ser implementadas pelos bancos nacionais até final de 2020, entrando depois em vigor em 2021.

Filmes da saga Balas & Bolinhos estão a chegar ao canal oficial do YouTube

Os primeiros dois filmes já foram disponibilizados oficialmente. Só falta o terceiro e último capítulo.

Balas & Bolinhos

Foi em meados do mês passado que anunciámos aqui no Echo Boomer que os responsáveis pela saga Balas & Bolinhos tinham feito upload no canal oficial do YouTube do espetáculo Balas & Bolinhos Mesmo à frente ao teu focinho, gravado ao vivo no Coliseu do Porto a 14 de março de 2013. Pois bem, é agora altura de revisitarmos os filmes, também no canal oficial.

De momento, a equipa responsável pela primeira trilogia no cinema português já colocou no canal o primeiro filme, Balas&Bolinhos (2001), bem como a segunda película, Balas&Bolinhos – O regresso (2004). Ou seja, só falta mesmo o terceiro e último filme, Balas & Bolinhos – O Último Capítulo, que será disponibilizado oficialmente muito em breve.

Ao Echo Boomer, a equipa referiu que a intenção é disponibilizar de forma gratuita não só os três capítulos da saga, como todos os conteúdos (documentários, making of, anúncios tv, promos e curtas-metragens) criados ao longo dos anos.

Ubisoft com evento próprio para revelar novidades dos seus jogos

Os estúdios franceses revelam a sua alternativa à E3.

Ubisoft E3

Entre as conferências da E3, a Ubisoft já era uma cara familiar para quem as assistia, com apresentações inesperadas cheias de surpresas e alguns momentos embaraçosos.

Este ano, a E3 não acontece, mas são vários os estúdios e produtores que tentam colmatar o seu cancelamento com eventos próprios e transmissões dedicadas às suas novidades.

Depois da EA, a Ubisoft é o player mais recente nas transmissões de novidades, com o Ubisoft Forward, marcado para o dia 12 de julho. Será um evento digital, com notícias de jogos exclusivas, revelações e muito mais.

https://x.com/Ubisoft_UK/status/1259876120280862721

Não se sabe, para já, o que a apresentação irá conter, mas já se especula que o recente Assassin’s Creed Valhalla se apresente em formato jogável, que Watch Dogs Legion receba uma data de lançamento e que jogos como Gods & Monsters, Rainbow Six Quarantine e Beyond Good and Evil 2 recebam detalhes de produção.

Empark oferece a primeira hora de estacionamento em 56 parques

Basta estacionar o carro e usufruir.

Empark

A oferta até pode nem parecer nada de mais numa primeira observação, mas se tivermos em conta que a promoção acontece em 56 parques nacionais, então rapidamente chegamos à conclusão de que são milhares de euros a ser “oferecidos” pela Empark.

Assim, e até ao próximo dia 22 de maio, a empresa está a oferecer a primeira hora de estacionamento em 56 dos seus parques a nível nacional.

Sim, até nos mais conhecidos, como o parque dos Restauradores, do Camões e do Saldanha, em Lisboa, ou o Dom João I e o Brasilia, no Porto. Existem exceções, como alguns (poucos) parques de terceiros geridos pela empresa.

A promoção aplica-se a todos os clientes, pelo que basta estacionar num parque e usufruir dessa oferta.

Para já, e numa primeira fase, esta campanha da Empark não distingue meios de pagamento. Porém, numa segunda fase, a oferta desta primeira hora será exclusiva para quem utilizar a app Telpark. Ou seja, nessa altura, caso não tenham usufruído da promoção, terão de fazer download da aplicação.

O que não percebemos foi se, com o uso da app, essa oferta de uma hora ficará “bloqueada” a determinado parque. Imaginando que utilizam a app e usufruem da oferta num determinado parque. Será que, se forem a outro parque, também terão uma hora de estacionamento grátis? É isso que não sabemos.

Há ainda outra promoção em vigor. Além desta oferta, os portadores da app Telpark que utilizem como meio de pagamento associado um cartão de crédito Mastercard usufruem de um desconto extra de 40% em todas as utilizações de estacionamento, tanto nas operações de via pública (vulgo parcómetros) como nos parques de estacionamento onde aquela aplicação está disponível.

13 Reasons Why regressa para uma última temporada a 5 de junho

Já estava na altura de dizer adeus.

13 Reasons Why

Foi um dos maiores sucessos da Netflix em 2017 e marcou, sem quaisquer dúvidas, o início de grandes produções da plataforma de streaming. Agora, 13 Reasons Why regressa à Netflix para a 4.ª e última temporada no próximo dia 5 de junho.

Embora tenha perdido algum do encanto inicial, 13 Reasons Why conseguiu manter o público fidelizado. Assim sendo, obteve a renovação para mais uma temporada, confirmada na altura da estreia do terceiro leque de episódios.

A acompanhar o anúncio da data de estreia, foi também divulgado o primeiro teaser da última temporada da série.

https://x.com/13ReasonsWhy/status/1259859584400920588

13 Reasons Why conta a história de um adolescente que, após o suicídio de uma amiga da escola, descobre uma série de cassetes com as razões que a levaram a tirar a sua vida.

Festival Afro Nation já tem datas para 2021

A organização vai permitir que os compradores possam revender os seus bilhetes numa plataforma oficial.

Se são dos poucos portugueses que adquiriram bilhete para o festival Afro Nation, certamente já saberão que o evento não acontecerá este ano devido à proibição da realização de festivais até 30 de setembro.

Devido a essa proibição, muitos eventos já encontraram datas para 2021. E o Afro Nation é mais um deles.

Sabe-se agora que o festival irá realizar-se entre 1 e 3 de julho de 2021 em Portimão, no Algarve.

Quanto ao cartaz, sabemos que o festival Afro Nation irá manter os artistas de maior gabarito anunciados este ano, como Wizkid, Beenie Man, French Montana, Tory Lanez, Diamond Platinumz e Chronixx. A estes acrescentam-se nomes como Burna Boy, Davido, Skepta, Yemi Alade e Mavado, entre outros.

E quanto aos bilhetes? Bom, quem já tinha adquirido bilhete terá duas hipóteses: ou conserva o ingresso para o próximo ano, sendo naturalmente válido, ou coloca à venda numa plataforma oficial de revenda. Mais detalhes sobre este aspeto serão dados em breve.

Em declarações à Blitz, Tiago Castelo Branco, da promotora MOT, referiu que este é um festival dirigido sobretudo ao público britânico. É que, dos 30 mil ingressos vendidos, 25 mil foram adquiridos no estrangeiro.

A questão é: porquê realizar festivais portugueses cujo público-alvo são os estrangeiros? Faz-nos lembrar o Nova Batida, que, apesar de ser um festival realizado em Portugal, revelou ser mal organizado e com uma comunicação feita quase na totalidade em inglês.

Análise – The Last of Us Remastered

Não há melhor altura para (re)visitar The Last of Us como agora.

The Last of Us

Com The Last of Us Part II mesmo ao virar da esquina, resolvi fazer algo que já tinha pendente há demasiado tempo e joguei a primeira parte, agora remasterizada na PlayStation 4.

Antes de falar desta revisita do opus magnus da norte-americana Naughty Dog, há algumas coisas que preciso de tirar do peito, entre elas a de que a minha primeira aventura ao lado de Ellie e Joel não me marcou tanto como gostaria, um efeito que parece ter abalado a indústria e toda a comunidade de jogos no seu lançamento em 2013.

Depois de uma experiência amarga com Uncharted 3, aliada ao meu desinteresse por mundos pós-apocalípticos, com zombies, e com a existência de outros jogos que se ajustavam mais aos meus gostos pessoais, uso estes argumentos para justificar o meu sentimento de descarte na minha primeira jornada em The Last of Us. Lembro-me obviamente de o jogar, mas, infelizmente, não fez o suficiente para me marcar.

Apesar de já se terem passado quase sete anos desde que Ellie e Joel se apresentaram ao mundo, a sua sequela não tardou em ser revelada, tendo acontecido três anos e meio depois. Foi aí que me apercebi o quão mal eu experienciei The Last of Us, ao ponto de não me lembrar da maioria dos seus eventos, além do seu chocante, e sempre emocionalmente eficaz, início. Este esquecimento tem as suas vantagens, especialmente agora que The Last of Us está disponível na PlayStation 4 em forma remasterizada. Por isso, com a sequela a caminho, achei que era a altura perfeita para me atualizar.

Senti-me iluminado no final da minha nova aventura. A “verdade” esteve sempre à minha frente: The Last of Us é um jogo excecional, ligas acima de 99% do que é feito ainda hoje, quer em nível técnico quer a nível narrativo. Mas não deixa de apresentar alguns pontos menos positivos (aos meus olhos), que espero que a Part II resolva.

The Last of Us Remastered passa-se num futuro próximo, em 2033, quando a sociedade se desmoronou devido a uma pandemia global, um cenário que atualmente tem um peso emocional muito maior devido à COVID-19, cuja falta de cuidado no seu combate e controlo poderá levar-nos até um cenário perigosamente semelhante, exceto pela existência de zombies/mutantes.

Por si só, visitar este mundo decadente, mas igualmente belo da Naughty Dog, é uma experiência estranha nos dias de hoje: é como olhar para uma janela de um universo paralelo que mostra uma possível realidade negra.

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Neste mundo de sobreviventes acompanhamos Joel, um pai em luto, cuja missão é levar a jovem Ellie, imune ao vírus que desolou o mundo, até um refugio, onde supostamente poderia viver com o mínimo de condições até ser a cura desta pandemia.

Por esta altura, quem já jogou já sabe a história, o ritmo, os dramas e as aventuras sofridas dos nossos protagonistas, pelo que não vou estragar as surpresas aos novos jogadores. No entanto, é impossível falar de The Last of Us sem referir o nível de excelência na escrita da história, do mundo e das personagens.

The Last of Us Remastered é um blockbuster dos raros, com uma apresentação cinemática e narrativa com potencial para prémios dos Óscares da Academia. Uma observação que poderia ser exagerada, não fosse a busca e perseguição por uma adaptação do jogo ao grande ecrã tão concorrida que atualmente está nas mãos da HBO para se transformar numa série, escrita pelo produtor do jogo (e da sua sequela) e do criador da aclamada série da rede televisiva, Chernobil.

Mas, como em muitos jogos, há coisas que não serão tão fáceis de transcrever para um meio menos interativo, especialmente nos momentos mais calmos do jogo, onde o nosso objetivo é simplesmente andar em frente ou explorar, encontrar uma casa abandonada e conhecer a história dos seus antigos habitantes apenas pela forma como o cenário é apresentando, onde os objetos, pistas e por vezes os seus corpos contam as histórias. É também nesses momentos, quando as personagens interagem e partilham o que lhes vai na alma ou no seu passado, que os seus laços se tornam muito mais fortes do que quando acontece uma cinemática. E nos momentos de ação, onde a urgência de uma fuga ou salvamento bate mais forte, é fácil vestir a pele da personagem e perceber as emoções que lhe vai na alma.

Jogar The Last of Us Remastered não é, e dificilmente será, a mesma coisa que assistir a The Last of Us, por estas e outras razões. São detalhes invisíveis, ou os ingredientes secretos, que tornam este jogo um título obrigatório para os fãs de aventuras mais narrativas.

Algo pelo qual The Last of Us Remastered é bastante gabado é pela sua imersão, especialmente pelo nível mais elevado, que desliga uma série de indicadores, como o “modo de detetive”, auto-aim, elementos do HUD, etc, que tornam o jogo mais realista e que nos obrigam a usar os sentidos. Não é para fracos, mas também não é razão para alienar os jogadores mais novatos, porque existe sempre um modo fácil (e outros três pelo meio, totalizando cinco), que tornam o jogo num verdadeiro passeio virtual.

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The Last of Us foi lançado no final da geração da PlayStation 3, o que significa que tirou o máximo de partido da consola da Sony. Na versão da PlayStation 4, o jogo está melhor, com resoluções de 1080p ou superiores (na PS4 Pro), taxas de frames mais altas, texturas de melhor qualidade e conta até com suporte HDR.

Apesar de não ser propriamente um jogo recente – A sua remasterização foi lançada a meio da geração atual -, The Last of Us impressiona a nível técnico, o que é ainda mais impressionante quando este é um título que aponta para o fotorrealismo na sua direção artística, algo que normalmente envelhece mal, mas aqui não é de todo o caso.

Apesar de datado, apresenta-se extremamente atual. Os modelos das personagens são extremamente detalhados e com melhor qualidade do que muitos jogos atuais, todas as animações são credíveis e fluidas, o sistema de iluminação dos cenários torna o jogo numa janela e claro, o trabalho de câmara dentro do jogo e nas suas cinemáticas tornam The Last of Us num “filme” interativo sem grande esforço. Há muito “smoke and mirrors” que nos dão a ilusão de um realismo e qualidade maior do que a que existe, mas a verdade é que, tecnicamente, é eficaz e atual, a menos que paremos ou puxemos do modo de fotografia para apreciar alguns objetos ou elementos de fundo menos detalhados.

E todo este aparato visual é acompanhado por uma excelente prestação dos atores que dão vida e alma a Joel e Ellie, retratados de uma forma tão natural e realista que será certamente difícil de, no futuro, vê-los nas nossas televisões com outras caras e vozes. O que felizmente não irá faltar é a fantástica banda sonora de Gustavo Santaolalla, que é quase um terceiro elemento da nossa jornada com as melancólicas e deliciosas melodias da sua guitarra, e que estará de volta na segunda parte e até na série da HBO.

A nível de jogabilidade, The Last of Us também se apresenta bastante atual. Este é, para mim, um dos elementos menos favoritos do jogo, mas que reconheço que funciona para o seu propósito, ao mesmo tempo que nos relembra que o salto da geração da PS3 para a PS4 não foi tão espetacular a nível mecânico como muitos esperariam. É um jogo de ação na terceira pessoa, com momentos de ação mais frenéticos e outros de ação furtiva, que nos dão alguma flexibilidade para lidar com alguns confrontos.

Tinha na minha memória que os encontros com humanos, clickers e infetados eram mais frequentes. Nesta minha aventura, optei por fazer o mínimo de barulho possível e evitar estes confrontos, mas quase sempre sem sucesso. A ação furtiva é extremamente divertida, especialmente conhecendo os padrões dos inimigos e usando objetos para controlar os seus movimentos, e é, sem dúvida, uma das melhores abordagens a ter no jogo, porque além de termos quase sempre os nossos recursos contados, o sistema de tiro não é, de todo, o meu favorito.

Há um peso, um desleixo da nossa personagem, em acertar eficazmente nos inimigos, especialmente em dificuldades maiores, o que às vezes torna tanto humanos como clickers em inimigos esponja, resultando em alguns confrontos mais tensos em bombas de ansiedade desproporcional, onde os inimigos vêm de todo o lado e não temos como sobreviver.

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E claro, temos também os puzzles, ou as tentativas de puzzles, que se resumem a arranjar maneiras de passar de lado A a lado B, subir ou descer de áreas, etc, que são excelentes para obter novos pedaços de história através das interações das personagens, mas que acabam por parecer um excesso para esticar a longevidade do jogo.

Estas são pequenas observações muito pessoais de uma revisitação feita apenas por curiosidade, mas que são importantes para perceber o que poderá mudar, ou não, na segunda parte. Mas se há coisas que são objetivas em The Last of Us é que a sua jornada é bela, trágica e emocional e as personagens são tão ricas como o seu mundo, explorando um lado da condição humana que talvez nunca tenha sido tão importante como agora.

Depois deste pequeno aperitivo e com os portões abertos para mais uma nova aventura, fica no ar se The Last of Us será capaz de repetir a proeza elevando a fasquia, ou se será apenas uma sequela. Dia 19 de junho ficaremos a saber.

The Last of Us Remastered está disponível para a PlayStation 4.

Nota: Muito Bom - Recomendado

Plataforma: PlayStation 4

Preparem as carteiras. A Steam Summer Sale 2020 já tem data

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A Steam Summer Sale acontece entre 25 de junho e 9 de julho.

As promoções da Steam são, para muitos jogadores de PC, como uma espécie de “black friday”. Durante uma semana, quase toda a loja reduz o valor dos seus jogos para mínimos históricos, sendo possível encontrar um pouco de tudo a muito baixo custo.

Mesmo com ofertas um pouco por todo o lado e com jogos gratuitos disponíveis de vez em quando, a Steam Summer Sale continua a ser relevante. Tudo isto para dizer que, neste momento, já conhecemos a data da edição deste ano.

A Steam Summer Sale 2020 vai acontecer entre 25 de junho e 9 de julho. Sabemos isto não por meios oficiais, mas graças a fugas de informações de alguns produtores. Essa informação foi partilhada na Internet por um dos gestores da base de dados da Steam.

Apesar das datas, não se sabe ainda que promoções vão estar em vigor e que tipo de atividades a Valve vai lançar para os jogadores poderem ganhar prémios e descontos acrescidos.

Ninjala vai agora chegar à Nintendo Switch em junho

O novo brawler para as consolas da Nintendo atrasa-se um mês.

Se estavam em pulgas para experimentar a nova aposta mulijogador free-to-play exclusiva para as consolas da Nintendo, vão ter que esperar mais um mês.

Originalmente com data marcada para dia 27 de maio, Ninjala chega agora a 24 de junho.

Revelado na Nintendo Direct da E3 de 2018, Ninjala é um jogo de ação competitivo entre oito jogadores que podem escolher personagens coloridas e com habilidades e armas variadas.

Comic-Con de San Diego vai acontecer em formato digital

Depois de cancelada, a mãe das Comic-Cons vai chegar às nossas casas.

Infelizmente, o mundo da cultura pop este ano ficou sem a Comic-Con de San Diego, uma das feiras de entretenimento mais populares do mundo, onde normalmente ficamos a conhecer novos projetos cinemáticos, videojogos, bandas-desenhadas, entre muitas outras coisas do género da fantasia, ficção e muito mais.

Mas a organização parece ter um plano B e anunciou a Comic-Con @ Home, uma edição inédita, mas que irá continuar a celebrar a cultura geek e pop de uma forma especial.

Os detalhes são, para já, escassos. Sabe-se apenas que acontecerá durante o verão e que todos, até nós deste lado do Atlântico, vamos poder assistir.

Dado o atual estado das várias indústrias do entretenimento, não serão esperadas grandes revelações. Contudo, não deixará de ser curioso, uma vez que vamos poder participar num evento que, em quase todas as suas edições, conta com painéis e momentos à porta fechada, exclusivos apenas para quem está fisicamente presente no evento.

Experimentem um pouco de nex-gen na beta de Second Extinction

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O jogo revelado no mais recente Inside Xbox vai ter uma beta para PC.

Second Extinction foi um dos jogos revelados durante o segmento Inside Xbox, dedicado aos novos jogos para a Xbox Series X, que nos mostrou um mundo destruído e infestado por dinossauros mutantes.

Mas Second Extinction não é um exclusivo Xbox. Sabemos agora que vai também chegar ao PC, pelo que poderemos espreitá-lo em breve numa versão beta, com uma data ainda por anunciar.

Até lá, está a decorrer uma fase de recrutamento, onde os jogadores interessados em experimentar este jogo, em vez de simplesmente se inscreverem e esperarem que sejam chamados, terão que se envolver neste mundo através de um programa de “recruta”.

Os jogadores terão que se inscrever no War Support, entrar no seu fórum e recrutar jogadores que se queiram juntar à aventura. E se recrutarem vários, há itens especiais para resgatar no jogo.

Second Extinction é um jogo cooperativo na primeira pessoa, onde os jogadores terão que trabalhar em equipa para sobreviverem aos ataques de hordas de dinossauros mutantes. O jogo está a ser desenvolvido pela Systemic Reaction, um sub-estúdio da Avalanche Studios, conhecidos pelo seu trabalho no jogo de sobrevivência em coop, Generation Zero.

Snowpiercer chega à Netflix a 25 de maio

Portugal e o resto do mundo ganham acesso à série original da TNT daqui a duas semanas.

O mês de maio está recheado de novidades na Netflix, entre as quais se destaca, sem dúvida, Hollywood e White Lines, que conta com Nuno Lopes no elenco. Agora, temos a informação de que Snowpiercer vai chegar à Netflix ainda este mês.

A data de estreia desta série original da TNT é a 17 de maio nos Estados Unidos da América. Contudo, em Portugal e no resto do mundo, Snowpiercer poderá ser visto na Netflix a partir de 25 de maio.

Os episódios vão ser transmitidos semanalmente e chegarão todas as segundas-feiras à plataforma de streaming.

Snowpiercer é uma adaptação televisiva do filme de sucesso de 2013, realizado por Bong Joon-ho. Decorre num mundo futurístico, onde o planeta deixou de ser habitável devido às temperaturas baixas e o que resta da humanidade vive num comboio.

Oceanário de Lisboa já reabriu portas

Há, claro, novas medidas de segurança. E o uso de máscara no Oceanário de Lisboa é naturalmente obrigatório.

Oceanário de Lisboa

Após quase dois meses de encerramento ao público em consequência da situação de pandemia, o Oceanário de Lisboa reabre agora com medidas de prevenção reforçadas e em resposta às exigências que o contexto atual impõe.

Quer isto dizer que, agora, já podem visitar novamente aquele espaço para ver e descobrir as maravilhas do oceano.

Desde já importa dizer que as exposição estão abertas, pelo que o público vai poder voltar a “mergulhar” no grande aquário central, visitar as “Florestas Submersas” e descobrir a magia da instalação “ONE – o mar como nunca o sentiu”, estreada no início deste ano.

No que toca às medidas implementadas, destacam-se a redução do número de visitantes em simultâneo, a realização de ações frequentes de higienização dos espaços, o reforço de dispensadores de gel desinfetante para uso dos visitantes e o pagamento de bilhetes exclusivamente por meios automáticos.

Além disso, e como seria de esperar, o uso de máscara é obrigatório durante a visita. Porém, e caso se esqueçam da vossa, fiquem descansados, pois o Oceanário de Lisboa disponibilizará gratuitamente máscaras descartáveis aos visitantes.

O MOCHE XL Esports 2020 foi cancelado

A organização revelou que o cancelamento do MOCHE XL Esports deve-se a questões de segurança.

MOCHE XL ESPORTS

Com data agendada originalmente para 27 e 28 de junho, o MOCHE XL Esports, promovido pela E2Tech com o apoio do MOCHE, dedicado às competições de desportos eletrónicos, ficou, este ano, sem efeito.

A organização explica o cancelamento daquele que seria a terceira edição do evento, a ocorrer na Altice Arena, em Lisboa, devido ao atual panorama global do surto de COVID-19.

Assim, a E2Tech irá seguir todas as orientações da Direção Geral de Saúde, que implica restrições em eventos e espetáculos públicos, como este campeonato, que atraem milhares de adeptos e entusiastas.

No que toca à devolução dos bilhetes, a organização explica que “a devolução dos bilhetes adquiridos será feita automaticamente pela Blueticket através dos seus canais oficiais. O prazo para solicitar a devolução dos bilhetes adquiridos é de até 30 dias após a data original do evento a partir de dia 28 de junho de 2020.

Para já, não há ainda informações ou datas sobre uma futura edição do MOCHE XL Esports.

Análise – John Wick Hex

Um olhar ao que vai na mente do Baba Yaga nos momentos mais delicados.

John Wick Hex

Lançado originalmente no final do ano passado para PC e Mac, depois da febre do terceiro capítulo da saga de ação cinematográfica, John Wick dispara finalmente nas consolas, mais precisamente na PlayStation 4.

Parece que há um consenso generalizado na crítica e na comunidade: John Wick Hex, a primeira adaptação a jogo licenciada da saga, é uma surpresa, no sentido em que não é o shooter tradicional na primeira ou na terceira pessoa que facilmente seria traduzido para os mundos virtuais, mas sim um jogo tático, reminescente de jogos de tabuleiro e estratégia.

Esta abordagem faz todo o sentido quando percebemos o que está em jogo, que é o tempo e os reflexos rápidos da personagem titular, ou seja, as habilidades que lhe dão a vantagem nas frenéticas cenas de ação dos filmes. Em John Wick Hex, nós não só controlamos Wick pelos vários níveis, como espreitamos como funciona a sua “mente”, ao podermos escolher a melhor e mais eficaz ação em pequenas frações de tempo.

Esta descrição poderá dar a entender que John Wick Hex é rápido e frenético, mas, neste caso, não é bem assim. Para cada ação ou movimento, há uma porção de tempo que é gasta e apresentada na parte superior do ecrã, com o relógio do jogo em pausa entre cada uma dessas ações. E para apimentar a coisa, a escolha de cada uma dessas ações afeta o movimento do mundo, incluindo inimigos que se aproximam ou atuam autonomamente para nos atacar, criando regularmente momentos de tensão e ansiedade a cada encontro.

Na mesma barra de tempo que nos mostra o gasto por ação, temos também linhas de tempo para cada ação dos inimigos que podem demorar mais ou menos do que as nossas, dando-lhes vantagem ou desvantagem nas rápidas trocas de tiros. É um jogo de estratégia ativo, inspirado no modelo por turnos, mas com um twist bastante interessante, obrigando-nos a tomar as decisões mais eficazes possíveis.

John Wick Hex

A jogabilidade torna-se ligeiramente mais profunda com a atenção a pormenores mais tradicionais de videojogos, como a gestão de energia – importante para movimentos mais rápidos de cobertura ou para ataques corpo a corpo -, gestão de vida e, como seria de esperar, a gestão das munições, fazendo com que tenhamos de mudar constantemente de arma com as que vão sendo deixadas pelos inimigos.

Felizmente, o jogo conta com uma variedade de armas muito limitada, o que nos retira a preocupação de apanhar “as melhores” e, assim, qualquer arma serve. O sucesso das nossas missões depende mais da nossa habilidade em percorrer o mapa eficazmente do que limpar todos os inimigos.

Removendo toda esta camada estratégica, conseguimos imaginar como é que este modelo traduz tão bem o que pensa John Wick durante os seus combates nos filmes. Aliás, é para isso que serve o modo de replay, que mostra, de uma forma mais ou menos cinemática, como foi o nosso desempenho ao longo dos níveis.

Lançado depois de Chapter 3, John Wick Hex é uma prequela da trilogia, com uma missão tão simples e direta como a dos filmes. Em vez de uma missão de vingança ou fuga, em Hex temos uma missão de resgate dos amigos de John Wick, Winston e Charon (que são novamente protagonizados pelos atores dos filmes, Ian McShane e Lance Reddick), das amarras do vilão titular, Hex, aqui protagonizado por Troy Baker.

A história do jogo é contada através de painéis estáticos, narrados pelos três atores, que vão trocando linhas de diálogo à medida que John Wick, neste jogo mudo, viaja entre ruas, discotecas, galerias de arte, montanhas e outros locais para derrotar a rede de Hex.

John Wick Hex

A apresentação do jogo é altamente inspirada na estética de banda desenhada, com uma palete de cores limitada a tons de rosa e roxo e modelos de personagens exagerados. A direção de arte é, no geral, interessante, mas, tal como o género do jogo, distancia-se do tom cinemático dos filmes, sendo muito fácil distanciarmo-nos desse mundo.

A nível de animações, John Wick Hex é também relativamente simples, e a sua quantidade de ações limitadas vão tornando o jogo relativamente repetitivo de missão para missão, com apenas um pano de fundo e, eventualmente, a estratégia de ataque contra bosses e inimigos mais poderosos.

John Wick Hex é uma recomendação estranha para quem é fã da ação explosiva dos filmes. É uma aposta inesperada, mas curiosa, e que merece a atenção dos jogadores que procuram um jogo de estratégia, mas não muito cerebral.

Oferece um olhar interessante ao mundo de John Wick, com mais um capítulo no seu currículo, mas que poderá ser facilmente descartável até para os grandes fãs.

John Wick Hex está disponível para PC, Mac e, agora, na PlayStation 4.

Nota: Bom

Plataforma: PC, Mac e PlayStation 4
Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela Cosmocover.