KFC inaugura novo restaurante em Mem Martins

Com esta abertura, a marca atinge os 33 restaurantes em Portugal.

Mem Martins

São cada vez mais os restaurantes KFC em Portugal. Neste momento, a marca já tem todos os seus estabelecimentos a funcionar em Portugal, pelo que é altura de retomar o plano de expansão pelo nosso país. Assim, acaba de inaiguruar um novo restaurante em Mem Martins, em plena linha de Sintra.

Muito bem localizado junto ao IC 19, perto da saída para Mem Martins, este novo restaurante KFC conta com uma ampla sala, duas esplanadas, serviços de Drive, Delivery e Playground. Esta nova unidade vem criar 25 novos postos de trabalho.

De resto, realçar que todos os restaurantes da KFC estão a aplicar um rigoroso plano de segurança. Estão agora identificados percursos de circulação e foi aplicada sinalética de apoio ao distanciamento social, sendo que muitos deles possuem excelentes esplanadas. No interior, é garantida a boa ventilação e renovação frequente de ar através da abertura de portas e janelas, tendo ainda sido reforçada a desinfeção e limpeza de todos os equipamentos.

E claro, também naqueles pedidos via Uber Eats ou Glovo, as encomendas são seladas e sem contacto, garantido a máxima segurança.

Mickey e Minnie recebem um adorável tratamento em LEGO

O icónico casal da Disney recebe um set para os maiores fãs.

LEGO DISNEY Personagens para Construir - Mickey Mouse e Minnie Mouse

O Grupo LEGO e a Disney revelaram um set para os maiores fãs da Disney e das suas mascotes. É o set 43179 – LEGO DISNEY Personagens para Construir – Mickey Mouse e Minnie Mouse, e é um adorável conjunto de colecionador.

Com uma escala maior do que as habituais figuras LEGO, as duas personagens com cerca de 35 cm de altura podem ser construídas bloco a bloco para depois serem expostas, ou até para se brincar, se forem corajosos.

O set inclui ainda alguns adereços das personagens como uma guitarra para o Mickey, um ramo de flores para a Minnie, um álbum de fotos dos dois e uma camara fotográfica.

As duas personagens são inspiradas nas suas versões mais clássicas e ao todo são compostas por 1739 peças.

Como é um conjunto de coleção este set é recomendado para maiores de 18 anos e vem com um preço premium de 179,99€. Pode ser adquirido na loja oficial da LEGO e fica disponível no dia 1 de julho.

Huawei P40 Pro+ chega a Portugal a 10 de julho. Preço? 1399€

A marca oferece uns produtos bem simpáticos na campanha de lançamento.

Huawei P40 Pro+

Aquando da revelação oficial da gama P40, no passado mês de março, a Huawei optou por dar destaque aos P40 Pro e P40 Pro+, com este último a ficar guardado para mais tarde.

Entretanto, e já em abril, chegaram a Portugal os P40 Lite e P40 Pro, pelo que só faltava mesmo o Pro+ ficar disponível por cá. Originalmente, previa-se que a versão mais poderosa chegasse a Portugal em junho. Porém, e tendo em conta a pandemia de COVID-19, as coisas atrasaram um pouco.

Tudo isto para dizer que é finalmente a 10 de julho que o smartphone mais poderoso da gama P40 fica disponível.

Quais as diferenças do P40 Pro+ em relação ao anterior?

São três, essencialmente: um novo acabamento, mais câmaras e a capacidade de carregamento sem fios.

Começando pelo acabamento, o P40 Pro+ chega agora com um acabamento em cerâmica nano tech, estando disponível somente em duas cores: preto ou branco. Porquê? Este é um material extremamente difícil de produzir, pelo que demora imenso até que fique pronto. Além disso, e uma vez que é revestido em cerâmica, o próprio smartphone é muito mais resistente a riscos relativamente ao vidro. Adicionalmente, a cerâmica é um material não condutor térmico, pelo que, mesmo que os componentes internos do equipamento aqueçam, dificilmente o utilizador irá sentir esse calor.

A outra diferença está nas câmaras. É que este é o primeiro smartphone equipado com um sistema Ultra Vision de cinco câmaras Leica, suportando um zoom ótico verdadeiro de 10x e um zoom digital máximo até 100x.

São cinco sensores na traseira – lente Ultra Vision de 50MP (Grande Angular, f/1.9, OIS) + lente Cinemática de 40MP (Ultra Grande Angular, f/1.8) + lente SuperZoom de 8MP (10x Zoom Ótico f/4.4, OIS) + lente Telefoto de 8MP (3x Zoom Ótico, f/2.4, OIS) + sensor TOF 3D – e duas na traseira: câmara Selfie de 32MP (f/2.2, AF) + lente de profundidade TOF.

A última grande diferença está no carregamento sem fios. Pela primeira vez, conseguimos que este P40 Pro+ carregue exatamente à mesma velocidade, esteja a ser carregado pelo modo convencional ou com recurso ao carregador wireless da Huawei. Seja com ou sem fios, o smartphone será carregado a 40W.

Existe ainda outro detalhe que importa realçar: o armazenamento interno é de 512GB, ao invés dos 256GB da versão Pro.

O único senão, e que ainda não se percebeu muito bem, é o porquê da Huawei ter incluído uma película protetora por cima do ecrã do P40 Pro+, algo que não acontecia no P40 Pro. Além disso, e como já devem saber, o equipamento não traz os Google Mobile Services.

Não obstante, resta-nos falar no mais importante: o preço. E não é para todas as carteiras. Com um preço de 1.399€, este será, sem dúvida, um terminal muito apetecível, mas ao alcance de poucos.

Para aproveitar o lançamento, a Huawei estará a oferecer, juntamente com o P40 Pro+, um Watch GT2 de 42cm, o tal carregador sem fios Supercharge de 40W, seis meses de acesso ao serviço de streaming Huawei Music e 50GB na Huawei Cloud durante 12 meses.

Smart Delivery na Xbox Series X. Compra uma vez, joga entre gerações

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A equipa da Xbox explica o conceito da Smart Delivery.

Desde o seu anúncio e, mais recentemente, com a revelação de alguns jogos da próxima geração para a Xbox Series X, que o termo “Smart Delivery” tem aparecido um pouco por todo o lado.

Um dos grandes desafios nesta fase de transição de gerações é não só manter a população de jogadores concentrada, como permitir que as suas aventuras possam continuar de uma consola para a outra. E a Microsoft quer garantir que os seus jogadores tenham a melhor experiência possível durante essa transição.

E assim entra a Smart Delivery, um programa que vai dar a oportunidade dos criadores poderem atualizar os seus jogos para a nova consola de forma mais facilitada. Já para os consumidores, tal significa simplesmente que, ao comprarem um título, vão poder jogá-lo tanto nas Xbox One atuais, como na futura Xbox Series X, sem qualquer custo adicional.

Seja em versão física ou digital, uma seleção de jogos será compatível com ambas as plataformas de forma automática. Alguns títulos irão requerer um download adicional de informação para correr melhor na Xbox Series X, mas outros, se os produtores assim o entenderem, podem ficar logo na sua melhor versão possível.

No blog da Xbox, a equipa revela alguns exemplos de como é que este sistema vai funcionar, utilizando jogos atuais e futuros exclusivos do ecossistema Xbox.

Por exemplo, os jogadores que atualmente jogarem Gears 5 e quiserem continuar a campanha, ou a sua progressão multijogador, vão poder fazê-lo de forma orgânica na Xbox Series X, apenas descarregando o jogo na sua nova consola.

No caso do Halo Infinite, quando este chegar às lojas, os jogadores não vão ter que preocupar-se com que versão terão que adquirir, pois o jogo irá simplesmente funcionar na consola do utilizador, com as consolas a reconhecerem a sua versão mais otimizada.

Um terceiro exemplo é o muito antecipado Cyberpunk 2077, que irá chegar à Xbox One em setembro, um pouco mais cedo que a nova consola da Microsoft, o que significa que muitos jogadores vão poder visitar Night City bem mais cedo. A sua jornada pelo mundo futurista de Cyberpunk poderá continuar, mais bonito do que nunca, na Xbox Series X, sem qualquer custo adicional.

Há muitos mais jogos como estes três exemplos que referimos. A Microsoft promete trazer mais títulos com Smart Delivery para cima da mesa, com muitos a serem revelados em breve. Para já, esta é a lista de jogos da próxima geração com suporte Smart Delivery:

  • Halo Infinite 
  • Cyberpunk 2077 
  • Assassin’s Creed Valhalla 
  • Destiny 2 
  • DiRT 5 
  • Scarlet Nexus 
  • Chorus 
  • Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2 
  • Yakuza: Like a Dragon 
  • The Ascent 
  • Call of the Sea 
  • Gears 5 
  • Second Extinction 
  • Metal: Hellslinger 

Por esta altura deverão estar a perguntar-se: “então e os meus jogos antigos? Também vão funcionar na Xbox Series X?” A resposta é afirmativa, isto se fizeram parte do extenso programa de retrocompatibilidade da Xbox. A Smart Delivery diz apenas respeito a jogos da próxima geração, sendo que títulos mais antigos, da Xbox One, Xbox 360 e Xbox original, prometem correr na Xbox Series X de forma nativa e com algumas melhorias visuais, impossíveis nas atuais consolas.

Para perceberem mais detalhadamente como tudo funciona, visitem o artigo original no portal da Xbox e preparem-se para a nova geração.

Os casinos com melhor classificação em Portugal

Depois de lerem este breve artigo, estarão mais orientados no que toca a esta questão. Além disso, receberão imensas dicas de como suceder na escolha do melhor casino online.

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Avaliação dos casinos portugueses mais ricos

É muito difícil realizar uma escolha bem feita nos variados casinos em Portugal. Aliás, um principiante pode mesmo ficar totalmente perdido com diversas promoções. E é justamente por razões como essa que uma ajuda é necessária, principalmente quando se quer desfrutar das melhores ofertas em bónus nos casinos do mercado português.

A melhor forma de ir aos melhores casinos de Portugal é acedendo a sítios que forneçam formas de testar serviços antes de se investir qualquer montante. Além disso, devem procurar sites acessíveis que forneçam jogos casino grátis.

Os casinos que hipnotizarão qualquer pessoa

Há diversificados casinos na internet para nativos portugueses. Porém, não é propriamente fácil selecionar um que tenha uma boa classificação. Mas fiquem tranquilos: vamos resolver essa problemática.

Sim, fizemos uma verificação aprofundada para descobrir um casino que seja seguro, com uma boa reputação e que traga alegria aos jogadores:

  1. Casino Figueira – Este casino é o mais popular em Coimbra. A sala de jogos não é apenas incrível por causa da abundância de mesas de jogo, mas também devido à beleza da arquitetura.
  2. Casino Lisboa – O interior do casino metropolitano da capital portuguesa é feito em estilo minimalista que combina com o caráter português. O casino possui mais de 900 máquinas slot machines e mais de 20 mesas de póquer, blackjack e roleta.
  3. Casino Estoril – É o mais antigo casino da Europa. A empresa oferece também concertos diários de artistas famosos e outros espetáculos, como de dança.

Os casinos portugueses estão a crescer em popularidade

Lotarias, jogos de azar e questionários são muito procurados em Portugal, e as pessoas da zona são, provavelmente, os jogadores mais ávidos. Lembrem-se: a idade mínima legal para entrar num casino português é de 18 anos. Joguem com responsabilidade e divirtam-se!

Star Wars: Squadrons recebe um trailer de revelação

O novo jogo é dedicado às batalhas espaciais.

Este ano, os jogadores vão receber um novo jogo do universo de Star Wars. Mas desta vez não parece haver lutas de sabres nem o uso da força. Em vez disso, Star Wars: Squadrons vai dedicar-se ao combate espacial e às naves mais icónicas do cinema.

Desenvolvido pala EA Motive, Star Wars: Squadrons vai-nos deixar pilotar naves como X-Wings e TIE Fighters em combates multijogador em equipas de cinco contra cinco pilotos, e conta ainda com uma campanha com história para explorar a vida dos pilotos durante o final da Guerra Civil Galáctica, depois dos eventos de Star Wars: Return of the Jedi.

Tendo como destino o PC, PlayStation 4 e Xbox One, Star Wars: Squadrons vai chegar às três lojas digitais do PC – Origin, Steam e Epic Games -, vai suportar jogabilidade em realidade virtual (PC e PS VR) e vai ser um dos primeiros jogos da EA a receber funcionalidades de cross-platform, algo que foi recentemente disponibilizado em NFS Heat.

Para já, sabe-se que Star Wars: Squadrons ficará disponível a 2 de outubro. O título irá receber mais informações e trechos de jogabilidade, já no dia 18 de junho, no EA Play.

Resident Evil Village recebe um vídeo comentado com um breve momento de jogabilidade

O próximo Resident Evil é 100% next-gen.

Resident Evil Village

Uma das grandes surpresas no evento dedicado aos jogos da PlayStation 5 foi a revelação oficial de Resident Evil 8, conhecido como Resident Evil Village.

Agora, o próximo capítulo da celebre série da Capcom recebeu um vídeo de produção onde Tsuyoshi Kanda e Peter Fabiano, produtores de Resident Evil Village, explicam algumas ideias por detrás do seu jogo.

No vídeo, os produtores explicam que, este jogo, apesar do seu subtítulo, é o 8º capítulo principal da saga, servindo de sequela direta de Resident Evil 7.

Tal como o episódio anterior, e como pudemos assistir no trailer, será novamente na primeira pessoa e irá usar o fantástico motor de jogo RE Engine, agora otimizado para as novas consolas e futuros PCs para uma experiência imersiva e, segundo os produtores, sem loadings.

De realçar no vídeo, além da misteriosa aparição de Chris Redfield, o facto de termos um breve olhar a meros segundos de jogabilidade e ao novo inventário do jogo, uma mecânica já clássica na série.

Resident Evil Village chega em 2021 e tem como alvo o PC, a PlayStation 5 e Xbox Series X.

Doutor Finanças disponibiliza Simulador de Subsídio de Desemprego 2020

Com esta ferramenta, os necessitados conseguem não só saber durante quanto tempo terão acesso a este subsídio, mas também o valor que irão receber ao longo desse período.

Subsídio de Desemprego

O Doutor Finanças, empresa especializada em finanças pessoais e familiares, acaba de disponibilizar o Simulador de Subsídio de Desemprego 2020. Com o simulador, os necessitados conseguem saber durante quanto tempo terão acesso a este subsídio, bem como o valor que irão receber ao longo desse período.

Os dados de remuneração a introduzir no simulador referem-se aos primeiros 12 meses dos últimos 14 anteriores à situação de desemprego.

Para que seja possível simular corretamente o valor e duração do subsídio de desemprego, são necessárias as seguintes informações: Número de dias com contribuições nos 24 meses anteriores ao desemprego; quantos meses contribuíram na totalidade da carreira; idade; salário médio dos primeiros 12 meses nos últimos 14 meses; número de meses com descontos nos últimos 14; valor do subsídio de férias; valor do subsídio de Natal; situação do agregado familiar e número de dependentes.

Para se ter direito a este subsídio, basta que tenham feito descontos como trabalhador por conta de outrem durante, pelo menos, 360 dias nos dois anos anteriores à situação de desemprego. Já o valor dependerá dos rendimentos declarados.

No entanto, estão estipulados limites mínimos e máximos. Uma pessoa que fique desempregada receberá 65% da remuneração de referência, sendo que isto se refere a rendimentos brutos e abrange todas as remunerações declaradas nos primeiros 12 meses dos últimos 14 meses, incluindo subsídios de Natal e de férias. Em termos de rendimentos líquidos, está definido que, no máximo, o beneficiário receberá 75% do valor de referência.

Quanto aos limites monetários, está definido que no mínimo uma pessoa que fique desempregada receberá o equivalente a um indexante de apoios sociais (IAS), que em 2020 é de 438,81€ Já o limite máximo é de 2,5 IAS, que este ano corresponde a 1.097,03€.

Relativamente à duração do mesmo, quanto mais anos de descontos, mais tempo durará o subsídio de desemprego. Por exemplo, uma pessoa com mais de 50 anos de idade que tenha registado contribuições para a Segurança Social toda a vida ativa terá acesso a 540 dias, acrescidos de 60 dias por cada 5 anos com registos de descontos nos últimos 20 anos. Neste caso, o acréscimo seria de 240 dias de subsídio, o que corresponde a oito meses.

De realçar que as regras do subsídio de desemprego foram alteradas em 2012, mas ainda há pessoas que podem beneficiar dos pressupostos da altura. Este Simulador de Subsídio de Desemprego também mostra as duas situações (antes e depois de 2012) para que as pessoas possam perceber qual o melhor cenário para o seu caso, sendo que as condições concedidas pela Segurança Social são sempre as mais favoráveis para o contribuinte e feitas de forma automática.

O Subsídio de Desemprego é pedido no centro de emprego, num prazo de 90 dias contínuos, após a data de desemprego. Para que possam fazer o requerimento do mesmo, os beneficiários já deverão estar inscritos no centro de emprego.

Lidl aposta num hambúrguer e picado 100% vegans

São duas novas opções que integram a marca própria Next Level Meat.

Next Level Meat - Vegans

Nos dias de hoje, os consumidores preocupam-se cada vez mais com os seus hábitos alimentares, optando por uma alimentação saudável e escolhas mais conscientes.

Dito isto, e de modo a acompanhar as tendências, o Lidl vem reforçar a sua oferta vegan com duas novidades que comprovam a máxima qualidade ao melhor preço, sem abrir mão do sabor.

O Hambúrguer (227g) e Picado (275g) 100% vegans fazem parte da marca própria Next Level Meat, sendo feitos a partir de proteína de ervilha, rica em fibras e vitaminas, soja e trigo. Estas são mais duas opções nutritivas não só para quem opta por uma alimentação vegana ou vegetariana, mas também para quem procura alternativas para reduzir o consumo de carne.

Diz o Lidl que ambos os produtos apresentam diferenças quase insignificantes no sabor, textura e cheiro quando comparados com a carne.

Para além de complementarem a oferta vegan da conhecida insígnia, os dois novos artigos garantem a sustentabilidade da cadeia de fornecimento – são economizadas 91% das emissões CO2, em comparação com um hambúrguer de carne bovina.

Cinemas NOS exibem filme Family Romance, LLC em Alvalade às duas da manhã

Não só o horário é estranho, como é ainda mais estranho ser o único filme a ser exibido em breve.

cinema português

Temos vindo a dizer no Echo Boomer que as salas de cinema estão a abrir aos poucos. As salas da Castello Lopes Cinemas já abriram, as do UCI Arrábida 20 também, as do Cinema City Alvalade idem e, hoje, as salas do Cinema da Villa também reabriram.

E no que toca aos Cinemas NOS? Bom, e segundo conseguimos apurar, uma das salas dos cinemas NOS Alvaláxia vai voltar a funcionar só para exibir o filme Family Romance, LLC… às duas da manhã.

Sim, é tão estranho quanto parece, mas é mesmo essa a informação apresentada no site oficial. Há, porém, uma certa confusão na data: embora o site da NOS refira primeiramente o dia 17 de julho, ou seja, na madrugada de quarta-feira, a verdade é que, no momento de adquirir bilhete, a NOS refere o dia 18, ou seja, madrugada de quinta-feira, O horário é que não muda: é mesmo às duas da manhã.

Existem 154 lugares livres, não estando nenhum ocupado.

Crítica – The Personal History of David Copperfield

The Personal History of David Copperfield não só é uma obra semi-biográfica bem divertida, como é, também, uma das surpresas mais agradáveis de 2020.

The Personal History of David Copperfield

Passado na década de 1840, o filme narra a vida do seu icónico protagonista (interpretado por Dev Patel), enquanto este se movimenta num mundo caótico, na tentativa de encontrar um lugar que parece escapar-lhe. Da sua infeliz infância à descoberta do seu dom como contador de histórias e escritor, o percurso de David Copperfield – ora hilariante, ora trágico – é sempre cheio de vida, cor e humanidade.

Baseado na obra-prima de Charles Dickens, The Personal History of David Copperfield é o primeiro filme que vejo de Armando Ianucci. Não possuía muito conhecimento sobre este filme, para além do seu elenco repleto de estrelas, e, confesso, não sou o maior fã de obras biográficas. Normalmente, acho-as muito restringidas às fórmulas do género e, se não sentir que a vida do protagonista é remotamente interessante, então todo o filme vem abaixo. Felizmente, não é o caso desta adaptação de Ianucci. É uma das surpresas mais agradáveis do ano.

A vida de David Copperfield é retratada de uma maneira tão cativante, divertida, genuína e sincera, mas sempre mantendo uma certa leveza. Existe sempre algo positivo que se pode retirar das piores situações. Na verdade, acredito que esta é a melhor mensagem que se transmite ao espetador: não importa o quão horrível a nossa vida possa ser num determinado momento, só vai melhorar se não desistirmos e se nos rodearmos de verdadeiros amigos e família. Durante todo o tempo de execução, David partilha a sua vida com diferentes famílias e amigos, trabalhando e vivendo nos lugares mais pobres e ricos.

O seu estilo de vida muda drasticamente após cada novo desenvolvimento significativo na sua caminhada para se tornar um escritor, pelo que é uma alegria vê-lo crescer. Desde trabalhar que nem um escravo numa fábrica e ser sem-abrigo até viver num “barco-casa” e, eventualmente, numa mansão como um verdadeiro cavalheiro, David passa por todos os obstáculos que a vida lhe atira, aprendendo com os mesmos para se tornar uma pessoa melhor.

Um pequeno toque fantástico são os nomes distintos que as pessoas lhe chamam ao longo da sua vida, dependendo de onde ele mora/trabalha e com quem está a falar: Davy, Doady, Daisy, Trotwood… Estas podem ser apenas alcunhas diferentes para David, mas significam muito mais. São pequenos, mas eficientes detalhes que distinguem os seus estilos de vida únicos.

The Personal History of David Copperfield

Ianucci e Simon Blackwell fazem um ótimo trabalho com o argumento, oferecendo a Dev Patel uma plataforma excecional para brilhar. Todo o elenco oferece prestações espetaculares que elevam o filme de uma maneira inestimável. Patel é um excelente protagonista e não quero tirar mérito à sua interpretação extraordinária, mas apenas é tão incrível quanto os seus colegas. Tilda Swinton (Betsey Trotwood) e Hugh Laurie (Mr Dick) formam um casal hilariante, muitíssimo importante para ajudar David a levantar-se da miséria em que vivia. Peter Capaldi retrata brilhantemente Mr Micawber, um homem de família com imensas dívidas, que ensina ao jovem David (impressionantemente representado por Jairaj Varsani) como Londres funciona, fugindo aos seus credores.

Darren Boyd e Gwendoline Christie usam os seus atributos físicos para interpretar os irmãos Murdstone, familiares malvados que empregam medidas extremas e violentas para educar David. Todos os envolvidos em dar vida à família Peggotty são tão essenciais quanto a importância da família para o protagonista. Benedict Wong (Mr Wickfield) mostra o seu lado engraçado mais uma vez, enquanto que Morfydd Clark é charmosa o suficiente como Dora Spenlow e Clara Copperfield. Aneurin Barnard (James Steerforth) torna-se o melhor amigo de David, mas, na minha opinião, o seu arco final não encaixa muito bem no filme, prolongando o mesmo por alguns minutos extras desnecessários.

Assim, como já devem ter reparado, todos os membros do elenco têm um papel vital a desempenhar. Todos são incrivelmente divertidos, fazendo este filme de duas horas fluir tremendamente bem. Tecnicamente, a produção artística, a cenografia e o guarda-roupa são dignos de prémios. As ruas, casas e roupas do século XIX são verdadeiramente imersivas, criando um ambiente realista, elevado ainda mais pela banda sonora subtil, mas poderosa (Christopher Willis). A edição perfeita (Mick Audsley, Peter Lambert) e a cinematografia impecável (Zac Nicholson) também ajudam no ritmo de The Personal History of David Copperfield, contribuindo para algumas piadas de transição.

Resumindo, The Personal History of David Copperfield é uma das obras semi-biográficas mais divertidas que alguma vez vi, assim como uma das surpresas mais agradáveis de 2020. É um daqueles filmes que nos deixa com um sorriso enorme, de orelha a orelha. Como espetador, assistir à viagem de David Copperfield para se tornar um escritor é tão cativante e divertido, não apenas devido ao argumento humorístico, mas principalmente porque é uma história incrivelmente honesta, emocional e genuína. Apenas alguns minutos dentro e já tinha uma vontade imensa que David tivesse sucesso na vida. A minha ligação emocional com o protagonista era tão forte que não consegui evitar que algumas lágrimas caíssem no final.

Não tenho palavras suficientes para descrever o quão maravilhoso cada membro do elenco é e o quão importante cada papel tem na vida de David. Dev Patel é um protagonista impressionante, mas a sua prestação é elevada pelo trabalho dos seus colegas. É tecnicamente impecável, mas a história e as suas personagens fazem deste filme uma experiência de felicidade pura.

The Personal History of David Copperfield é, sem quaisquer dúvidas, um dos melhores filmes do ano. Não se atrevam a perdê-lo! O filme fica disponível esta segunda-feira em blu-ray.

Remake de Mafia recebe um primeiro trailer dedicado à história

Mafia: Definitive Edition chega em agosto.

Remake de Mafia

A 2K anunciou recentemente o relançamento da trilogia Mafia em formato de Edição Definitiva. Enquanto que Mafia 2 e 3 já foram relançados com melhorias visuais e todos os conteúdos extra incluídos, Mafia 1 ficou, para já, na gaveta, pois levará um tratamento bem mais ambicioso.

Mafia: Definitive Edition será um remake completo do jogo original de 2002 para a PlayStation 2 e Xbox, o que significa que terá novos visuais, nova jogabilidade, novas tecnologias e uma nova direção de arte, tudo isso à altura das atuais máquinas de jogos.

O remake de Mafia só chega a 28 de agosto ao PC, PlayStation 4 e Xbox One, no mesmo dia em que a trilogia completa recebe uma versão física da coleção. Até lá, teremos de nos contentar com um primeiro olhar ao novo jogo em forma de trailer narrativo, com foco nas suas cinemáticas.

Acompanha aqui a revelação de Star Wars: Squadrons

Preparem-se para os combates espaciais.

star wars squadrons

A EA prepara-se para levar a guerra mesmo até às estrelas com um novo jogo Star Wars.

Squadrons foi dado a conhecer com uma fuga de informação acidental no site oficial da Xbox, pelo que a EA rapidamente formalizou a sua existência com um anúncio para todos os fãs.

O novo jogo parece ser dedicado aos combates estaciais e já se especulava a sua existência e eminente revelação há algum tempo, sob o nome de código Project Maverick, em referência à personagem do icónico filme de aviões Top Gun.

Com o evento EA Play a acontecer no dia 18 de junho, Star Wars: Squadrons ser um forte candidato a ser apresentado na transmissão, mas os fãs vão poder ter um primeiro olhar ao jogo bem mais cedo, já hoje, pelas 16h, no YouTube.

Chegou a Portugal o ferro de engomar anti coronavírus

São dois modelos da marca Di4. Estão certificados por duas patentes que, em conjunto, permitem erradicar a COVID-19 tecidos com uma eficácia superior a 99,9999999%.

ferro de engomar

A SDA Factory, fabricante das marcas Ufesa e Di4 e sedeada em Vitoria-Gasteiz, Espanha, anuncia um novo ferro de engomar (Di4 Jet Pressing Healthy 8b) que pode ser utilizado sobre qualquer tecido, desativando o coronavírus e respeitando, em simultâneo, todas as recomendações das autoridades sanitárias em relação à higiene e ao cuidado da roupa na eliminação do vírus.

Com esta solução, não é necessário submeter a roupa a lavagens a 60º que, na maioria dos casos, danificam seriamente os tecidos. Este sistema, sustentado em duas patentes e em estudos realizados no Laboratório da Universidade de Navarra e testado, para além disso, no Eurecat – Centro Tecnológico da Catalunha, confirmam que é possível engomar qualquer tecido, na vertical ou na horizontal, a uma temperatura superior.

Na prática, a tecnologia utilizada permite uma injeção de vapor a uma velocidade de transferência superior para os tecidos a uma temperatura mais alta. Tal não danifica a roupa, mas elimina o SARS-CoV-2.

É uma tecnologia acessível e disponível tanto para profissionais, como lavandarias tinturarias e comércio de vestuário (evitando, por exemplo colocar em quarentena as roupas e minimizando os problemas de stocks), como para particulares.

Além do ferro de engomar Di4 Jet Pressing Healthy 8b, também o gerador de vapor Vapore Stiro Healthy 3200 incorpora estas tecnologias. O preço do ferro de engomar é de 279,99€, ao passo que o Vapore Stiro Healthy 3200 tem um custo de 99,99€.

Cinema adiado. Tenet, Wonder Woman 1984 e mais novamente adiados

O regresso aos cinemas está complicado.

tenet

A indústria do entretenimento sofreu gravemente com a COVID-19. Além de produções paradas, houve adiamentos de estreias e lançamentos antecipados. Agora, começamos a ver uma tentativa de abrir cinemas com novas estreias que estão constantemente a ser empurradas para novas datas, quer por segurança das audiências e, claro, segurança nas receitas de bilheteira.

A Warner Bros. começa a acumular imensos projetos no seu catálogo e, de modo a garantir que os filmes não se sobrepõem uns aos outros nas salas de cinema, a gigante de Hollywood voltou a mexer nas datas dos seus filmes.

Tenet, uma das maiores estreias do verão, tinha data marcada para meio de julho, mas foi empurrado duas semanas, para dia 31, em território norte-americano. Significa que, por cá, deve agora estrear no dia 30 de julho.

Ao mesmo tempo, a Warner Bros. tem planos de relançar Inception nos cinemas na data inicial de Tenet, comemorando o décimo aniversário do celebre filme de Christopher Nolan, prometendo ainda oferecer às audiências looks exclusivos de Tenet e outros projetos. Contudo, em território nacional, tal relançamento ainda não está confirmado.

Wonder Woman 1984 tem sido outro filme sofrido. A película terminou a sua produção em 2018, mas a chegada ao grande ecrã está a ser constantemente empurrada para novas datas. Sabíamos até há bem pouco tempo que a estreia estava marcada para 13 de agosto, porém, foi novamente adiada, neste caso para o início de outubro de 2020. O período entre WW 1984 e Tenet parece ser agora ainda maior, talvez para garantir que o projeto de Nolan fique mais descansado nos cinemas durante o período do verão e início do outono.

Outros adiamentos são mais distantes… e ainda mais distantes vão ficar. The Witches, a nova aposta do lendário Robert Zemeckis que iria estrear em outubro deste ano, foi removido do calendário da Warner Bros. Godzilla vs. Kong tinha estreia para novembro e, agora, só chega em maio de 2021. A nova adaptação a filme dos adoráveis Tom & Jerry salta do natal para março de 2021. E Matrix 4 é adiado quase um ano para abril de 2022.

Atualmente, em Portugal, já são várias as salas de cinema que começam a abrir um pouco por todo o país. Infelizmente, estas contam com poucas estreias, algo que, pelos vistos, ainda demorar mais algum tempo, pelo menos por parte da Warner Bros.

Surpresa! Olá faz regressar o gelado Feast ao mercado

Tinham saudades?

Feast

Já lá vão quatro anos desde que foi retirado do cartaz, numa decisão que deixou desgostosos muitos dos fãs. Falamos, claro, do gelado Feast, considerado por muitos como o melhor de sempre da Olá.

Pois bem, e se vos dissermos que o gelado está de regresso ao mercado? É verdade. Mas atenção, não está à venda em cafés, pastelarias e afins, mas somente em super e hipermercados, em formato multipack.

A receita é a de receita de sempre: gelado aromatizado de chocolate com um interior sólido aromatizado de chocolate (13%), cobertura aromatizada de chocolate (19%) e pedaços de biscoito (1,5%).

À venda em packs de quatro unidades, o PVP é de 4,99€. Porém, e dependendo da superfície comercial, podem encontrar cada pack de quatro gelados Feast com 50% desconto.

Cigarro eletrónico Logic Compact já está disponível em todo o país

Já foram vendidos por cá mais de 20.000 dispositivos Logic Compact.

Logic Compact - cigarro eletrónico

Foi em outubro do ano passado que começámos por falar nesta novidade: o cigarro eletrónico Logic Compact, da multinacional Japan Tobacco International (JTI), ia chegar ao mercado português a 4 de novembro.

Este é um produto que tem logo a vantagem de necessitar de apenas um clique para começar a ser utilizado, isto porque é desta forma que as cápsulas magnéticas de recarga se encaixam. E é bastante leve e compacto, uma vez que os seus 10cm permitem que seja utilizado como dispositivo de bolso, digamos assim.

Além disso, quando a combustão não ocorre, o seu consumo não liberta fumo, cinzas ou cheiro. Os responsáveis também garante que a sua utilização não incomoda os que rodeiam o fumador. Adicionalmente, não necessita de limpeza e tem uma bateria de 350mAh, que, quando recarregada em 74 minutos, fica com autonomia para um dia inteiro de uso.

Na altura, a estratégia da JTI era focar as vendas nas regiões de Lisboa e Porto. Porém, desde o início deste mês que a comercialização do produto foi alargada a todo o território nacional. Com isso, sabe-se também que a gama foi ampliada, ganhando novas cores e sabores.

Quer isto dizer que, agora, podem encontrar este cigarro eletrónico nos pontos de venda habituais de produtos de tabaco. No que toca a preços, o Logic Compact custa 19,90€ e cada recarga tem um custo de 3,50€.

Desde o lançamento, já foram vendidos por cá mais de 20.000 dispositivos Logic Compact.

Música: Álbuns essenciais (maio)

Depois de abril ter sido marcado pelo regresso dos The Strokes, mas principalmente pelo novo álbum de Fiona Apple, o disco mais incrível de 2020, chegamos a maio com as expetativas em alta.

Álbuns essenciais (maio)

Hayley Williams (Paramore) lançou a sua esteia a solo e Freddie Gibbs juntou-se a The Alchemist para mais um trabalho em parceria. Lady Gaga regressou ao seu registo antigo e os The 1975 fizeram jus à sua diversidade musical novamente. Moses Sumney completou o álbum lançado em fevereiro e Perfume Genius voltou a brilhar.

Entre estes, houve estreias, afirmações e álbuns de carreira. Sem mais delongas, eis a seleção dos álbuns essenciais lançados em maio.

Boston Manor – Glue

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Género: Alt-Rock/Grunge

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Com sete anos de existência, os Boston Manor já tratam o rock por “tu” e tocam como gente grande. Apesar de, neste álbum, se terem afastado um pouco da vertente emo e se aproximarem mais do rock alternativo, continuam próximos da aura do grunge dos anos 90. Sinceramente, foi isso que os tornou numa promessa excitante.

Com este novo trabalho, a jovem banda britânica consegue canalizar todos os fantasmas do passado e andar na corda bamba entre o explosivo e o consciente. No entanto, em última instância, é o querer do coletivo que faz deste álbum um trabalho muito estimulante!

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:

  • Plasticine Dreams
  • Only1
  • Playing God
  • Brand New Kids
  • Stuck in the Mud
  • Liquid

Buscabulla – Regresa

Buscabulla - Regresa

Género: Latin/Electronic

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Foi apenas após dois Extended Plays (lançados entre 2014 e 2017) que o duo de Porto Rico residente em Nova Iorque se viu na obrigação de regressar a casa, por consequência do furacão Maria, que matou mais de 3.000 pessoas.

Enquanto a tendência coletiva foi a dos Porto Riquenhos (entre os quais família e amigos do duo) abandonarem a destruição do país, Raquel Berrios e Luis Alfredo Del Valle foram contra a tendência e decidiram regressar a casa. Foi sob essa aura pesada de destruição e crise que encontraram inspiração para gravar Regresa, que simboliza o regresso a Porto Rico para encontrar conforto na reaproximação com as suas raízes.

Dotado de ritmos latinos, o álbum de estreia dos Buscabulla é um sucesso instantâneo pelo conteúdo e carga emocional, mas também pela sonoridade que é um misto entre a alegria e a melancolia.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • Vámono
  • El Aprieto
  • NTE
  • Nydia

Charli XCX – how i’m feeling now

Charli XCX - how i'm feeling now

Género: Pop/Electronic

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how i’m feeling now é o resultado do processo criativo, em plena pandemia, que aconteceu durante o isolamento social de Charli XCX. No entanto, a verdade é que a artista de 27 anos não precisa de usar a pandemia como pretexto para produzir música, pois desde 2017 já lançou duas mixtapes de dois álbuns (entre eles uma série de singles) de sucesso.

O espantoso é que, apesar do fluxo de música produzida ser elevado, Charlotte Aitchison nunca para de surpreender com material fresh a cada ano que passa.

Este álbum abre e fecha com brutalidade e é composto todo ele por sonoridades eletrónicas fortes. Contudo, é durante o seu desenvolvimento que a cantora britânica partilha connosco o seu íntimo e mostra que também pode ser vulnerável e cheia de ternura. Este é, assim, o trabalho mais pessoal de Charli XCX. A sua qualidade é evidente.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • forever
  • claws
  • 7 years (ft. RJ Burton)
  • enemy
  • party 4 u

Eve Owen – Don’t Let the Ink Dry

Eve Owen - Don't Let the Ink Dry

Género: Indie Folk/Indie Rock

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Eve Owen acaba de estrear-se a solo num álbum produzido com a ajuda de Aaron Dressner (guitarrista dos The National) e é surpresa mais bela do ano devido à graciosidade da sua voz. É um disco que traz uma mensagem de esperança nestes tempos mais conturbados.

Don’t Let the Ink Dry é um trabalho produzido ao longo de três verões, uma vez que Eve Owen também foi backup singer dos The National, integrando inclusive a tour do álbum I am Easy to Find.

O conteúdo das letras é tocante. Quando combinadas com a textura suave dos instrumentais – cuja composição passa pelo piano e guitarra, mas também tocam numa vertente mais eletrónica – faz lembrar Birdy. Artistas assim, cuja voz é o instrumento principal, são raros, logo é fácil imaginar a minha felicidade ao descobrir que Eve Owen tinha lançado um álbum.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • Tudor
  • Lover Not Today
  • She Says
  • So Still For You
  • Blue Moon
  • A Lone Swan

Freddie Gibbs – Alfredo

Freddie Gibbs - Alfredo

Género: Rap

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O rapper de Indiana começou o caminho para o estrelato em 2013, mas foi, porém, no ano seguinte, com o álbum Piñata, em colaboração com Madlib, que conquistou a crítica. Desde então não tem parado de lançar álbuns de qualidade ímpar. No entanto, foi com Alfredo, em colaboração com The Alchemist – o produtor de rap que já conquistou um estatuto lendário – que conseguiu o trabalho mais impressionante da sua carreira.

Tal como este álbum, todo o trabalho de Freddie Gibbs é muito particular. Nos anos 80/90, dominado por rapper líricos, tendo em conta quão naturais, soft e clean são os beats associados ao som dele, ia certamente ter um sucesso astronómico. Atualmente, posso dizer que é ousado apostar neste tipo de rap. O mercado mexe-se rápido e as pessoas estão mais focadas no agir, consumir e divertir do que no parar, pensar e refletir.

Referência ainda para as colaborações com Rick Ross (cheia de referências) e Tyler. The Creator (num registo completamente diferente). Senhoras e senhores, estamos perante um clássico instantâneo.

Classificação do álbum: ★★★★★

Músicas a ouvir:

  • 1985
  • God Is Perfect
  • Scottie Beam (ft. Rick Ross)
  • Something to Rap About (ft. Tyler. The Creator)
  • Baby $hit

Hayley Williams – Petals for Armor

Hayley Williams - Petals for Armor

Género: Indie Rock/Indie Pop

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A famosa vocalista dos Paramore lança pela primeira vez um álbum a solo. E apesar de não ter nada a ver com todo o seu trabalho em banda, é um bem necessário para a cantora e para quem a acompanha e gosta dela.

Petals for Armor é uma metáfora à descoberta da força que o seu feminismo lhe confere, face a todos os dissabores que lhe trouxeram insegurança ao longo dos anos e, por sua vez, a levaram a produzir este álbum.

O álbum é longo, se calhar mais do que precisava, mas, no geral, é uma viagem consistente pelos pensamentos, vulnerabilidades e inseguranças que a artista foi acumulando ao longo dos anos e que, agora, decideiu partilhar com o mundo em nome próprio num registo mais indie.

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:

  • Simmer
  • Leave It Alone
  • Sudden Desire
  • Dead Horse
  • My Friend
  • Roses/Lotus/Violet/Iris
  • Pure Love
  • Crystal Clear

I Break Horses – Warnings

I Break Horses - Warnings

Género: Synth-Pop/Dream-Pop

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Alguma vez se questionaram o que acontece quando o synth-pop e o dream-pop se cruzam e fundem? Os I Break Horses respondem a essa questão ao longo de quase 55 minutos, no álbum Warnings.

Este álbum é um tesouro musical com a capacidade de transportar qualquer fã de música numa viagem mágica, algo experimental, mas bastante agradável, ao contrário dos dois anteriores, que iam de forma mais analítica diretos ao assuntos.

Maria Lindén encontrou o som e setup perfeito para a sua voz. O resultado está à vista.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • Turn
  • Silence
  • I’ll Be The Death Of You
  • The Prophet
  • Death Engine

Lady Gaga – Chromatica

Lady Gaga - Chromatica

Género: Dance Pop/Electropop

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Lady Gaga regressa ao estrelato da cultura pop com mais um álbum bastante satisfatório, mas completamente diferente do registo do anterior (Joanne). Francamente, fica um pouco abaixo desse a nível de consistência.

Quem conhece a artista sabe que é uma liricista brilhante e tem ideias magníficas, mas, na hora de as passar para a música, parece que fica sempre um pouco aquém do esperado.

Chromatica é uma ode à Dance Pop dos anos 90 que garante diversão do início ao fim, mas falta a chama de trabalhos passados como o do The Fame ou The Fame Monster, álbuns que a diferenciaram e enalteceram face ao resto do panorama pop. Ainda assim, é um álbum com ótimas individualidades.

Classificação do álbum: ★★★½

Músicas a ouvir:

  • Stupid Love
  • Rain On Me (ft. Ariana Grande)
  • Sour Candy (ft. BLACKPINK)
  • 1000 Doves

Moses Sumney – Græ

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Género: R&B/Electronic

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Quando a primeira parte saiu (em fevereiro), criou expetativas enormes para com a segunda parte, devido à dúvida se estava à altura para servir de complemento. Moses Sumney lançou então, em maio, as duas partes juntas num só álbum. A forma como funcionam juntas é magnífica.

Este torna-se, assim, o holy grail do cantor. É rico em conteúdo, diversidade de musicalidade e mais poderoso e ousado que o seu predecessor, Aromanticism.

O melhor é que, devido a essa diversidade, a experiência ao ouvir este álbum de uma assentada vai ser sempre diferente mediante o estado de espírito, pois a complexidade de Græ torna-o possível.

Classificação do álbum: ★★★★★

Músicas a ouvir:

  • Cut Me
  • Virile
  • Conveyor
  • Colouor
  • Polly
  • Bystanders
  • Me In 20 Years
  • Bless Me

Perfume Genius – Set My Heart on Fire Immediately

Perfume Genius - Set My Heart on Fire Immediately

Género: Baroque Pop/Indie Pop

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Quem conhece Mike Hadreas decerto que não está surpreendido com a qualidade deste álbum. Aliás, não tenho quaisquer dúvidas de que a felicidade seja enorme pelo simples facto de poder ouvir mais da música formidável que este produz.

É impossível ouvir a música de Perfume Genius e não ter a capacidade automática de human-shazam, associando logo ao artista, pois a sua arte é única e distinta.

O que foi plantado em Too Bright e cresceu forte em No Shape começa a florescer em Set My Heart On Fire Immediately. E que bela carreira que Mike está a a cultivar aqui, conseguindo passar a sua vida com emoções e visões anexadas para a música sem quaisquer falhas ou perda de identidade em prol do sucesso.

Relativamente ao álbum como um todo, não só é dotado de músicas que empregam uma simbiose entre a melodia e a melancolia incentivando à reflexão, como também de músicas onde os ritmos dançantes são predominantes e carregam consigo uma aura de dream pop puxando da vontade de bater o pé.

Resta dizer que, pela terceira vez consecutiva, Perfume Genius consegue um álbum excelente e, muito facilmente, um dos melhores álbuns do ano – outra vez!

Classificação do álbum: ★★★★★

Músicas a ouvir:

  • Whole Life
  • Without You
  • Jason
  • On the Floor
  • Your Body Changes Everything
  • Nothing at All
  • Some Dream

Sparks – A Steady Drip, Drip, Drip

Sparks - A Steady Drip, Drip, Drip
Sparks – A Steady Drip, Drip, Drip

Género: Art Pop/New Wave

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Apesar de ser da autoria de artistas norte-americanos, Steady Drip, Drip, Drip consegue trazer à vida a predisposição britânica (onde a banda começou a fazer carreira) – o humor sofisticado, a inteligência na escrita das letras e a forma como são trazidas à vida, bem como o jogo de instrumentos divertido e dançante.

São já cinco décadas de carreira para os Sparks que, curiosamente, sempre foram buscar a sua inspiração a ídolos do Reino Unido, como The Who, Pink Floyd e The Kinks. A nível de género, a versatilidade é imensa, já tendo passado por glam rock, synth-pop, new wave, post-punk ou alternative rock.

Apesar de nunca terem tido a visibilidade que mereciam face à capacidade musical, regressam em 2020 com um álbum bastante acessível, com o qual todos os fãs de música podem embarcar nesta viagem, sem qualquer compromisso com o passado da banda.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • All That
  • I’m Toast
  • Lawnmower
  • Sainthood Is Not In Your Future
  • Left Out In The Cold
  • Please Don’t Fuck Up My World

The 1975 – Notes on a Conditional Form

The 1975 - Notes on a Conditional Form
The 1975 – Notes on a Conditional Form

Género: Rock/Electropop

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Mais uma vez, os The 1975 lançam um álbum que prima pela diversidade de conteúdo musical. No entanto, apesar de ter individualidades muito boas, não chega ao nível do álbum lançado em 2017. Peca por ter 22 músicas que se estendem ao longo de 1 hora e 20 minutos. Para um álbum que não seja uma coletânea ou banda sonora cinematográfica, é longo demais.

A banda britânica caiu inevitavelmente no erro de incluir músicas (frágeis) só porque sim, deixando a sensação que não passam de tentativas de fazer render o álbum em singles. Coisa que não aconteceu, até porque a receção crítica não foi famosa.

Ainda assim, é um álbum melhor do que o pintam! Encaixa na perfeição na categoria de “álbum de companhia” e é ideal para ouvir sozinho em casa. Tem passagens que forçam a introspeção e outras que incentivam aquela vontade miudinha de dançar sozinhos, independentemente de onde estivermos.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • People
  • The Birthday Party
  • Jesus Christ 2005 God Bless America
  • Nothing Revealed/Everything Denied
  • Tonight (I Wish I Was Your Boy)
  • If You’re Too Shy (Let Me Know)
  • What Should I Say
  • Guys

De modo geral, maio foi um mês equilibrado e com ótimos trabalhos. Fazendo uma retrospetiva, é possível constatar que, em cinco meses, já há material para fazer um top 50 de melhores álbuns cheio de diversidade de géneros e qualidade geral.

Ainda que, para outras vertentes (como o cinema), não esteja a ser o melhor ano, para a música tem sido o oposto. Em muitos casos, esta pausa até tem sido benéfica para muitos artistas encontrarem inspiração, explorarem mais a sua arte e, consequentemente, aumentarem a sua capacidade de criar música.

Link para os álbuns essenciais de junho

Trendy Market. O site onde os pequenos produtores podem anunciar os seus produtos

O objetivo é, à semelhança de outros tantos projetos, ajudar a economia local.

Trendy Market

Apesar de, nos dias que correm, muitas coisas já estarem abertas, a verdade é que não estamos naquele momento em que tudo é igual ao período pré-COVID-19. Medidas de higiene e segurança foram adoptadas, os espaços foram reduzidos e limitados e, convenhamos, é verdadeiramente chato (apesar de necessário) andar sempre de máscara no outro e a desinfetar constantemente as mãos.

Tudo isto para dizer que muitas marcas apostam cada vez mais numa presença online. Porém, e num mundo onde não é fácil prevalecer, porque não aceitar a ajuda de plataformas que reúnem o que de melhor se faz em Portugal? É esse o objetivo do site Trendy Market, que se apresenta como o espaço para a promoção e venda do resultado do trabalho de pequenos produtores e empreendedores.

Nesta plataforma, os comerciantes locais dão a conhecer os seus produtos para que, dessa forma, aumentem a relação de confiança para com o seu público.

No próximo fim-de-semana, o Trendy Market estará a funcionar desde as 10h do dia 20 de junho até às 22h do dia 21 de junho.

O funcionamento é muito fácil: os interessados entram no site, onde encontram as marcas segmentadas por conceitos e depois, basta escolher a marca, sendo remetidos para o site do expositor onde poderão encontrar milhares de produtos, com desconto, e agilizar com a sua marca eleita a compra nas melhores condições.

Crítica – Artemis Fowl

Artemis Fowl entra para a lista das piores longas-metragens que a Disney alguma vez criou.

Artemis Fowl

Descendente de uma longa linhagem de mentes do crime, Artemis Fowl (Ferdia Shaw), um génio de 12 anos, vê-se numa batalha de força e astúcia contra uma poderosa e oculta raça de fadas que pode estar por trás do desaparecimento do seu pai.

Um dos filmes mais adiados de sempre, Artemis Fowl, passou por graves problemas de produção. Os seus planos começaram em 2001 (!) e só quase 20 anos depois está a ser lançado… num serviço de streaming. Vários realizadores e argumentistas passaram por este projeto, mas Kenneth Branagh, Conor McPherson e Hamish McColl são as pobres almas que decidiram ficar. Não vou esticar esta crítica mais do que o necessário. É um dos piores filmes que a Disney alguma vez lançou, live-action ou de animação!

Não tenho conhecimento do material original, por isso, não posso dar a minha opinião sobre se é leal ao mesmo ou não. No entanto, posso escrever que é uma adaptação chocante, genuinamente horrível, de uma saga de livros que sei que tem um fandom tremendo. Estou tão boquiaberto com o quão mau é que nem sei por onde começar.

Desprezo imenso criticar prestações de atores jovens, especialmente quando se trata de estreias como a de Ferdia Shaw, mas, neste caso, não consigo evitar. A performance de Shaw é mesmo embaraçosa, não só pelas suas expressões sem emoção e “vazias”, mas também pela cinematografia e edição.

Shaw passa o filme inteiro simplesmente a ler as suas falas e à espera que alguém lhe dê a próxima. Odeio escrever isto, mas é uma das piores estreias de um jovem ator que alguma vez vi. No entanto, nem tudo é culpa de Shaw. O guião é atroz em todos os níveis e, por alguma razão, Haris Zambarloukos (DP) e Matthew Tucker (editor) mantêm a câmara no miúdo por muito tempo. Durante todo o tempo de execução, Shaw termina a sua fala e a câmara mantém-se nele por segundos a mais, à espera do corte tardio, enquanto a prestação do jovem ator fica vulnerável.

Mesmo assim, o argumento e a falta de uma história coerente são os piores aspetos de todos. Sendo alguém que não tinha ideia de quem era Artemis Fowl, como os mundos dos humanos e das fadas funcionavam e quais eram as regras deste universo ficcional, terminei o filme confuso e impressionado (no mau sentido, obviamente) com a estrutura atrapalhada. Josh Gad (Mulch Diggums) narra os eventos do filme inteiro com a voz mais estranha e caricatural possível, ao passo que Judi Dench (Commander Root) aplica a mesma estratégia. A quantidade de exposição pesada e brutalmente forçada nestes 94 minutos é absurda para um filme que deveria começar uma nova saga cinemática.

Artemis Fowl

Todas as linhas de diálogo assemelham-se a um tipo de anúncio, como se novas informações tivessem sido desvendadas, mesmo quando não o são. A estrutura narrativa é caótica e tenta compactar de tal maneira a construção deste mundo fictício que é impossível importar-me com um único enredo ou personagem. Durante a primeira metade do filme, não tinha ideia sobre o que é que o filme queria ser. Existe um MacGuffin enorme no centro de tudo, um vilão (?) sobre quem o filme não explora nada e tantos subplots que se misturam numa tentativa desesperada de dar algum sentido ao filme.

A edição é extremamente choppy. As sequências de ação são hilariantemente más com CGI surpreendentemente “velho” e até a banda sonora (que é capaz de ser o único componente decente de tudo isto) torna algumas cenas ainda piores. Existe também uma história secundária envolvendo Lara McDonnell (Officer Short), que é igualmente mal explorada, mas é muito mais cativante do que qualquer assunto remotamente ligado a Artemis. Este último é uma personagem tão desinteressante que não me importei sequer com esta por um único segundo. Honestamente, não consigo entender como é que a Disney foi capaz de lançar isto.

Artemis Fowl é uma das piores longas-metragens que a Disney alguma vez criou, sem quaisquer dúvidas. Não contém absolutamente nenhuma qualidade redentora. Por mais que me doa escrever, Ferdia Shaw entrega uma das piores prestações jovens que já testemunhei, mas a vergonha é partilhada por todos os envolvidos nesta trapalhada atroz de filme. É genuinamente impressionante o quão mau é.

Possui um argumento terrível, carregado com uma exposição irritantemente explícita, uma voz de narração ridícula (perdoa-me Josh Gad) e uma quantidade inacreditável de informação que conseguiria ser encaixada num tempo de execução de três horas, quanto mais num tão curto como este. Nenhum enredo é explorado ou executado corretamente e nenhuma personagem está sequer perto de ser interessante. Todas as sequências de ação são um desastre visual e as tentativas de comédia saem incrivelmente ao lado. Tecnicamente, é tão embaraçoso quanto o resto: edição descontrolada, cinematografia defeituosa e efeitos visuais surpreendentemente amadores.

O único pequeno positivo que tenho é Lara McDonnell, cuja prestação considero decente, mas não posso recomendar, de forma alguma, este erro colossal por parte de um estúdio tão famoso.

Artemis Fowl está disponível no Disney+. O serviço chega a Portugal em setembro.