Hyper Scape é a aposta battle royale da Ubisoft

O jogo futurista vai chegar ao PC e consolas.

Hyper Scape

A Ubisoft anunciou um novo jogo, desta vez para os jogadores mais competitivos e adeptos da experiência tensa e caótica dos battle royale.

Chama-se Hyper Scape e, como podem imaginar apenas pelo nome, este é um jogo com um registo sci-fi futurista que promete largar 100 jogadores na cidade de Neo-Arcadia, com um mapa urbano, cheio de ruas, interiores e topos de edifícios.

O título conta com alguns twists que o prometem distanciar de outros jogos do género. Por exemplo, o mapa oferece maior verticalidade, as personagens contam com um leque de habilidades interessantes, os jogadores podem manter-se ativos mesmo depois de caírem e há duas maneiras de ganhar os encontros: seja a ser o único sobrevivente ou a conseguir manter controlo de um item, uma coroa, durante 45 segundos. Em cima de tudo isto, temos uma estética cyberpunk muito apelativa para entreter os nossos sentidos.

O jogo foi desenvolvido pela Ubisoft com algum ADN de jogos como Rainbow Six e Assassins Creed e contou com a colaboração do Twitch para a criação de extensões especiais, que vão permitir que o público possa manipular os eventos do jogo em tempo real, como sistemas de voto de conteúdos que possam aparecer no mapa e afetar a jogabilidade, como por exemplo gravidade baixa ou munições infinitas, ou através da interação de streamers com os seus fãs.

Tal como outros jogos do género, Hyper Scape será free-to-play e irá contar com uma progressão através de battle-passes ao longo do tempo.

Para já, o jogo encontra-se em fase de testes para um número muito limitado de jogadores, pelo que podem tentar a vossa sorte em participar, e tem como alvo o PC, PlayStation 4 e Xbox One.

Não há EDP Vilar de Mouros este ano, mas haverá um evento drive-in nas mesmas datas

Devido à pandemia de COVID-19, tanto este festival como tantos outros não podem realizar-se este ano.

Vilar de Mouros

Estava marcado para acontecer entre 27 e 29 de agosto, contando no cartaz com nomes como Iggy Pop, Placebo e Limp Bizkit. Falamos, claro, do EDP Vilar de Mouros, que, à semelhança de outros grandes festivais, não irá realizar-se este ano devido à pandemia de COVID-19.

Porém, tal não significa que não possa acontecer outro tipo de evento. Esta quinta-feira, a Câmara Municipal de Caminha anunciou para as mesmas datas do festival um evento drive-in especial. Ou seja, e dentro dos seus veículos, os participantes poderão assistir a concertos ao vivo, sessões de DJs, atuações de stand-up comedy e a alguns filmes.

Tal evento acontecerá ao final da tarde, prolongando-se ao longo da noite. Não sabemos ao certo os horários, artistas e programação no geral, mas tal será divulgado muito em breve.

Ainda em relação ao EDP Vilar de Mouros, não deixa de ser estranho o facto de a organização nunca ter referido que o festival estava cancelado/adiado, apesar de o decreto lei assim o indicar. Por exemplo, nem nas redes sociais nem no site oficial está qualquer informação referente a um adiamento/cancelamento.

O mais grave ainda é que, através do site oficial, e remetendo-nos para a Festicket, é ainda possível comprar tanto o passe geral, como o bilhete diário para o evento, algo que não faz qualquer sentido.

Nesta fase, e uma vez que a organização ainda não divulgou as datas para o próximo ano, resta aos portadores de bilhetes guardarem os seus e aguardarem por mais indicações.

Clientes Yorn X com 10GB recebem extra de 30GB/mês para dados móveis em julho e agosto

Basta ir à app My Vodafone e ativar.

Yorn - 30GB

Numa altura em que muitos de nós vão de férias, o consumo de dados móveis tem tendência a aumentar. Afinal de contas, damos por nós a consultar notícias, a ver vídeos, a fazer streaming de música, entre outras coisas que pesam bastante nos GB consumidos diariamente.

Todos os verões, a Vodafone tem por norma oferecer um miminho aos seus clientes: vários GB para utilizarem sem preocupações. Pois bem, este ano a oferta é ainda melhor para quem é cliente Yorn com o tarifário de 10GB: são 30GB extra por mês, em julho e agosto, sem que tenham de pagar um cêntimo.

Ou seja, esta é uma oferta válida somente para quem tem o tarifário Yorn XL.

Tudo é feito através da app My Vodafone. Assim que abrem a app, irão notar na seguinte informação no topo: “Verão com 40GB. Em julho e agosto o teu Yorn tem 4 vezes mais net.”

É simples ativar o serviço. Basta irem à secção Tarifários e Serviços e, depois, selecionarem a opção Ofertas para Si. Aí, irão reparar na oferta Verão Yorn com 40GB. Clicando nessa oferta, irão reparar que terão direito a 30GB extra em julho e agosto, sendo automaticamente renovados sem qualquer custo.

Ao selecionarem a opção Ativar, irá surgir a seguinte mensagem no ecrã: “Pedido de ativação recebido. A oferta será ativa no prazo máximo de 48h. Assim que a oferta estiver ativa receberá um SMS de confirmação.” Depois basta esperarem por uma SMS que diz o seguinte: “Verão com 40GB! Extra net para Julho e Agosto está ativo.”

Estes 30GB de dados móveis extra são para consumo geral de Internet, pelo que não deverão servir para o uso de apps específicas nem para streaming.

Até ver, nem a NOS nem a MEO avançaram com oferta semelhante.

Gelataria GROM celebra 2º aniversário em Portugal com oferta de gelados

Basta que comprem um gelado, em cone ou copo, e receberão um 2º gelado grátis de tamanho abaixo.

oferta de gelados

Vivem em Lisboa ou estão de visita à capital e vão dar um passeio até ao Chiado? Pois bem, há um spot onde podem parar por uns breves minutos. É que a gelataria GROM, sobre a qual já falámos aqui imensas vezes, está a celebrar o segundo aniversário em Portugal com oferta de gelados.

Nos dias 3, 4 e 5 de julho, todas as pessoas que visitarem a loja e pedirem um gelado, em cone ou copo, receberão um segundo gelado grátis de tamanho abaixo. Para quem escolher a opção de takeaway, a oferta será topping de biscoitos caseiros, disponíveis até dia 12 de julho.

Será possível escolher entre qualquer sabor disponível, desde o gelato do mês, Iogurte com Morango e Avelã, que junta numa combinação única a frescura do morango com a cremosidade do iogurte e crocância da avelã, aos já conhecidos sabores de Stracciatella, Pistáchio, Crema di Grom, Caramelo e Amêndoas, entre outros.

Outras novidades da época incluem o gelato de Mirtilo, com a sua cor púrpura e aroma intenso, ao qual se juntam os restantes sorbets de fruta, como a Framboesa, Limão, Melão e Figo.

A loja da GROM situa-se no nº42 da Rua Garrett, abre às 12h e encerra às 23h, todos os dias da semana. Para quem preferir, pode também encomendar os gelados da marca através da Uber Eats, desde que vivam perto da loja.

MyCloma. A plataforma portuguesa para recolha, compra e venda de roupa em segunda mão

Além de incentivar a compra destes produtos, os responsáveis da MyCloma querem ajudar a reduzir a pegada ecológica do setor têxtil em Portugal.

MyCloma

A ideia de todo o conceito é da fundadora Ana Catarina Monteiro, jovem estudante universitária do curso de Contabilidade, no Porto. Por ser alguém com forte sensibilidade para as questões ligadas à sustentabilidade e ecologia, idealizou a criação de uma empresa que contribuísse para reduzir eficazmente o impacto ambiental associado ao excesso de consumo de roupa e acessórios em Portugal.

Assim, e já com a ajuda de mais quatro jovens portugueses, eis que surge a MyCloma, uma plataforma online que tem como principal objetivo promover a economia circular através do prolongamento da vida útil da roupa, reduzindo, assim, o impacto ambiental da roupa que compramos com uma vertente social.

Qualquer pessoa pode solicitar um pedido de recolha de vestuário e/ou acessórios que pretende vender sem sair do conforto de sua casa. Basta preencher um formulário, arranjar uma embalagem e colar uma etiqueta que a plataforma irá enviar via email. Depois é esperar que a transportadora passe pelo local a recolher.

Estas peças serão posteriormente validadas, fotografadas e colocadas à venda na plataforma. No prazo de 10 dias úteis desde a receção das peças, a equipa MyCloma enviará um e-mail com a valorização correspondente. Caso o dono original concorde – após cinco dias assumem a aprovação tácita da tua parte -, a peça ou peças de roupa estão prontas para ter um novo dono.

Caso os produtos enviados não preencham os requisitos de qualidade estipulados, o cliente tem a opção de pedir a sua devolução ou optar que a MyCloma entregue diretamente numa organização sem fins lucrativos (ONG) parceira da empresa.

Após a venda, o cliente poderá reinvestir o ganho das vendas noutros artigos ou, caso pretenda, solicitar a transferência para a sua conta bancária, que pode demorar até 30 dias. Em relação a esta questão dos ganhos, a MyCloma quer dar a quem compra e a quem vende o preço mais justo. Para isso, criaram uma tabela que privilegia as melhores peças de roupa.

Assim, quanto melhor a peça, maior a valorização e maior a percentagem dada ao cliente. Ao valor de cada peça será subtraído um custo de gestão de 2€. Estes valores terão de ser acrescidos de IVA à taxa de lei em vigor.

A plataforma já conta com mais de 400 artigos, sendo atualizada com novas adições diariamente.

No que toca ao pagamento, a MyCloma aceita Multibanco ou MBWay. Já os portes de envio são de 3,99€, valor esse que é oferecido em encomendas superiores a 29,99€.

Hulu renova The Great para uma 2.ª temporada

Até estávamos a estranhar a demora.

The Great

Estreou nos Estados Unidos a 15 de maio, na Hulu. Por cá, foi exibida na HBO Portugal um dia depois, com os 10 episódios a ficarem logo disponíveis. Falamos de The Great, uma série de comédia histórica com base na monarquia do Império Russo, na segunda metade do Século XVIII, que aborda a ascensão de Catherine (nascida na Prússia, atualmente parte da Polónia) a Imperatriz da Rússia.

Pois bem, a Hulu acaba de renovar a aclamada série para uma segunda temporada, tendo encomendado mais 10 episódios. E isto é tudo o que sabemos por agora, pelo que não existe ainda uma data de estreia prevista.

Criada por Tony McNamara (The Favourite), The Great conta com Elle Fanning e Nicolas Hoult nos papéis principais, numa série que conta ainda no elenco com nomes como Phoebe Fox, Adam Godley, Gwilym Lee, Charity Wakefield, Douglas Hodge, Sacha Dhawan, Sebastian de Souza, Bayo Gbadamosi e Belinda Bromilow.

Até à estreia da segunda temporada, aproveitem para (re)ler a nossa crítica ao primeiro leque de episódios.

ZenZoe. Chegou a Portugal o robô que desinfeta áreas e objetos propícios à transmissão de COVID-19

O ZenZoe foi desenvolvido pela ASTI Mobile Robotics, empresa de tecnologia e robótica sediada em Espanha, e pela BOOS Technical Lighting, e promete ser um aliado valioso no combate à COVID-19.

ZenZoe

Enquanto não surge uma vacina que nos previna de apanhar COVID-19, a tecnologia vai evoluindo para que possamos combater esta doença ao máximo. Assim, é tempo de falarmos do ZenZoe, robô que, através de uma luz ultravioleta, consegue desinfetar espaços públicos.

Tendo já sido utilizado em no estádio do Villarreal, no Hospital Universitário de Burgos e no aeroporto de Barajas, em Madrid, bem como em escola, clínicas, centros comerciais e outros espaços, o ZenZoe precisa apenas de oito minutos para desinfetar, tanto a nível vertical como horizontal, uma área de 25 metros quadrados. Pode-se dizer que é um tempo de limpeza recorde.

A ASTI Mobile Robotics, empresa de tecnologia e robótica sediada em Espanha, e a BOOS Technical Lighting, responsáveis pelo desenvolvimento do ZenZoe, alegam que o robô desinfeta salas com uma eficácia de 99,9%. Para comprovar, a mesma luz ultravioleta utilizada pelo ZenZoe foi testada pelos investigadores do Laboratório Nacional de Doenças Infecciosas Emergentes (NEIDL) da Universidade de Boston que, ao exporem materiais infetados com o SARS-CoV-2 (vírus que provoca a Covid-19), concluíram que, com a dose e aplicação indicadas, tal reduz o vírus em 99,99%.

Em Portugal, o robô será distribuído em Portugal pela Aura Light, líder no mercado de iluminação interior e exterior, pelo que será questão de tempo até vermos o ZenZoe em diversos espaços públicos.

Crítica – The King Of Staten Island

The King Of Staten Island emprega uma fórmula muito conhecida (e demasiado utilizada) que se estende em demasia, mas Judd Apatow equilibra-a com um sentido de humor negro com a ajuda dos seus co-argumentistas.

the king of staten island critica echo boomer 1

A vida de Scott (Pete Davidson) parou desde a morte do pai bombeiro quando tinha sete anos. Agora que chegou aos 20 e poucos, pouco conseguiu e até mesmo o sonho de se tornar tatuador parece estar fora de alcance. Enquanto a ambiciosa irmã mais nova (Maude Apatow) prepara terreno para a faculdade, Scott ainda vive com a mãe (Marisa Tomei), uma exausta enfermeira dos serviços de emergência, e passa os dias a fumar erva, a passear com o seu grupo e a sair em segredo com a sua amiga de infância, Kelsey (Bel Powley). Mas quando a mãe começa a namorar um bombeiro chamado Ray (Bill Burr), tem início uma cadeia de acontecimentos que obrigará Scott a lidar com a dor e a dar os primeiros passos para avançar na vida.

Judd Apatow realizou/produziu algumas peças hilariantes de cinema: Trainwreck, Bridesmaids, Superbad, Knocked Up, The 40 Year Old Virgin… Tem uma bela filmografia, não há como negar. Assim, apenas o nome dele já é suficiente para garantir o meu interesse quando uma comédia co-escrita e realizada por ele aparece. E depois, ao adicionar Pete Davidson como co-escritor e estrela principal, para além de um elenco realmente fascinante com Marisa Tomei e Bill Burr, então fico ainda mais interessado

The King of Staten Island tem uma premissa formulaica (a típica história de um “pai morto implica um rapaz malvado que precisa de aprender a ser uma pessoa melhor” tem sido explorada até à exaustão), mas será o filme capaz de elevá-la de alguma forma?

Em primeiro lugar, adoro humor negro. Para quem não gosta deste tipo de comédia, o filme de Apatow pode ser demasiado excessivo. São centenas de piadas sem quaisquer restrições sobre os assuntos mais sensíveis e personagens sem limites. Portanto, se não são fãs de comédia negra, este filme pode vir a ser uma experiência muito desagradável.

No entanto, se não têm problemas em se rirem de uma “piada má”, esta comédia pode funcionar bem o suficiente para se divertirem. Tive umas boas gargalhadas.

Scott leva o clichê “rapaz mau que faz coisas más” a um nível bastante exagerado (e, por vezes, ilegal). Possui todos os tipos de problemas psicológicos que possam imaginar e mais uns quantos. Diz as coisas mais deprimentes, tristes e ofensivas a qualquer pessoa que esteja à sua frente. Pete Davidson brilha neste papel, parecendo que está genuinamente a divertir-se muito. No entanto, a sua personagem passa por um caminho tão longo e exagerado que não consegui nem conetar-me nem sentir pena dele. Isto vai quebrar o filme para qualquer espetador dependendo da sua posição: a conexão emocional com o protagonista.

Como escrevi no início, a narrativa segue uma história bastante clichê que já se viu milhares de vezes. É bastante fácil de entender como o filme se vai desenvolver desde o início do mesmo, bem como o que vai mudar dentro das personagens e como vai acabar. As surpresas no argumento não aparecem muitas vezes neste género e, mesmo quando aparecem, muito raramente são capazes de impactar o público de uma maneira que muda completamente a perspetiva sobre o filme ou as suas personagens.

the king of staten island critica echo boomer 2

The King of Staten Island é um filme que conta aos seus espetadores tudo o que precisam de saber nos primeiros 10 a 15 minutos e, a partir daí, não existe nada remotamente novo ao longo de toda a duração.

É muito tempo. Um pouco acima de duas horas a ver alguém tentar descobrir o que vai fazer com a sua vida não é exatamente o melhor entretenimento de sempre. Existe mais de uma maneira do espetador se poder conetar com a personagem de Pete Davidson, mas, pessoalmente, necessitei de procurar bem fundo para encontrar algum tipo de ligação. Como a maioria dos leitores provavelmente sabe, o pai de Davidson também foi um bombeiro que morreu nos ataques de 11 de setembro, pelo que este filme inspira-se claramente na vida de Davidson.

Não é a biografia dele, mas sem dúvida alguma que coloca muitos dos seus problemas pessoais na personalidade de Scott. Algumas críticos até já afirmam que está apenas a interpretar-se a ele próprio, algo que não está muito longe da verdade.

Na minha opinião, o melhor aspeto de The King Of Staten Island é, sem dúvida, os diálogos incrivelmente realistas. Parece que as personagens estão a ter conversas verdadeiramente reais. A edição é tão impecável que, por diversas vezes, esqueci-me que estava a assistir a um filme. A química entre todos os membros do elenco é tão vibrante que todos os diálogos entre quaisquer duas personagens parece sempre extremamente realista. Marisa Tomei e Bill Burr são impressionantes, mesmo. Gostava que mais tempo fosse dado para desenvolver um pouco mais do subplot pessoal de Bel Powley, mas entendo que a sua personagem está longe de ser uma das mais relevantes.

No final, The King Of Staten Island emprega uma fórmula muito conhecida (e demasiado utilizada) que se estende em demasia, mas Judd Apatow equilibra-a com um sentido de humor negro com a ajuda dos seus co-argumentistas Pete Davidson e Dave Sirus. A maior parte da comédia funciona para mim, o que me ajudou a ultrapassar as partes menos entretidas (e previsíveis) da narrativa.

Davidson brilha num papel que muitos já abordaram como “está apenas a interpretar-se a si mesmo”, mas considero-o incrivelmente envolvente e cativante, mesmo que não tenha conseguido conetar-me com a sua personagem. A ligação emocional com o protagonista é o principal componente que vai fazer-vos ou adorar este filme ou passar um par horas simplesmente a ver alguém tentar descobrir o que fazer com a sua vida. Os diálogos realistas (há que assinalar a edição perfeita) e a química fenomenal entre os vários membros do elenco empurram a escala para o lado positivo.

Recomendo o seu visionamento, mas com o pequeno aviso de que, se não são fãs de comédia negra, então é melhor deixarem este para outros desfrutarem.

The King of Staten Island ficará brevemente disponível em Portugal.

Análise – Mr. Driller DrillLand

Uma remasterização do clássico de 2002 que pouco adiciona ao original no que toca a conteúdos.

Mr. Driller DrillLand

Peguem nas vossas brocas e deem as boas-vindas a Mr. Driller. A icónica personagem da Bandai Namco, que marca presença nas consolas há mais de 20 anos, estreia-se na Nintendo Switch com uma remasterização de DrillLand, uma coletânea de minijogos lançada originalmente para a GameCube em 2002. Como um pacote de níveis apetecível e variações à tradicional fórmula da série, esta remasterização irá deliciar os fãs, mas, para os jogadores casuais, que procuram uma experiência mais profunda e menos assente na dificuldade, DrillLand cai como uma pedrinha no lago, incapaz de surpreender ou de justificar a sua longevidade.

Mr. Driller DrillLand é, de facto, um jogo para os fãs, que irão apreciar este regresso ao passado. Apesar da sua remasterização, que nos traz cenários, modelos e vídeos em alta definição – tudo com um design limpo, muito estilizado e nostálgico, relembrando perfeitamente as sensibilidades visuais da Namco no final do século XX –, o clássico da Bandai Namco foca-se unicamente na rotatividade entre cinco minijogos que procuram exponenciar a fórmula e a jogabilidade da série.

No que toca a mecânicas, tudo permanece intocado, com DrillLand a trazer-nos vários níveis e cenários onde o objetivo continua a ser perfurar o chão, evitar obstáculos, combinar cores e encontrar ar num sistema de puzzles acessível, mas difícil de dominar.

A coleção de minijogos assume a forma de parque de diversões, com os cinco níveis a ficarem disponíveis desde o início. O objetivo principal é terminar cada um dos níveis e colecionar cartões estampados que dão acesso ao confronto final com Dr. Manhole. Uma vez terminada, a campanha – que se foca na família titular e nos traz uma narrativa muito simples, mas divertida – não nos dá grandes motivos para voltarmos, a não ser que sejamos fãs da série. Os níveis não mudam, mas temos acesso a novos modos de dificuldade, com os objetivos a ficarem mais desafiantes e o puzzles mais exigentes.

Na verdade, podem dividir DrillLand em dois modos: Casual e Classic, de acordo com o tipo de dificuldade que procuram retirar do jogo.

Mr. Driller DrillLand

Os minijogos são o grande destaque de DrillLand e aprecio, ao só ter jogado o original, a tentativa em melhorar e injetar uma maior variedade a uma jogabilidade tão clássica e simples. Na sua génese, Mr. Driller é um jogo de puzzles onde temos de perfurar níveis enormes à medida que conciliamos blocos de várias cores. Estes blocos são o nosso maior inimigo e podem roubar-nos uma vida com um só toque.

No entanto, se jogarem com cuidado, conseguirão combinar cores, eliminar blocos mais facilmente e até parar a sua descida. É, num primeiro contato, muito divertido e uma fórmula que encaixa perfeitamente, por exemplo, num ambiente de festa entre amigos.

Em DrillLand, a Bandai Namco não procurou fraturar a jogabilidade da série, mas sim combiná-la com novos objetivos e géneros. Os cinco minijogos temáticos incluem alterações à fórmula, como a descoberta de itens, pequenos trechos de combate – muito simplificado – e ainda uma aventura RPG, com caminhos alternativos e um boss no final do nível. Não são alterações profundas, mas, num primeiro contato, é interessante ver e analisar a forma como a equipa se esforçou para injetar alguma variedade à série. Infelizmente, saí com a sensação que Mr. Driller merecia algo mais arrojado, tal como aconteceu com Bomberman e as suas aventuras RPG.

A aposta no público casual transparece não só na estrutura do jogo, mas também por algumas adições que procuram moldar a dificuldade da série. No parque de diversões, temos acesso não só aos cinco minijogos, mas também a uma zona de lojas, onde podemos comprar, para além de colecionáveis e outros bónus, itens que melhoram e auxiliam o nosso desempenho nos vários níveis. Estes itens permitem aumentar o número de vidas, a presença de um escudo e outras vantagens que facilitam – e muito – o início de cada partida.

Os jogadores veteranos poderão ignorá-los facilmente e comprar apenas os colecionáveis, existindo ainda uma zona focada na história de cada minijogo e das suas inspirações em séries da Namco, como Tower of Druaga.

O grande problema de Mr. Driller DrillLand, para além da sua idade, é a falta de conteúdos que justifiquem esta nova versão. Mesmo com modos cooperativos e competitivos, onde podem jogar até quatro jogadores, e com cinco minijogos, cada um com vários níveis de dificuldade, este regresso de Mr. Driller é vazio e pouco ou nada diferente do que vimos anteriormente na série. Apesar do seu charme, sendo impossível não destacar os fantásticos menus e banda sonora, é um jogo perfeito para uma promoção e para os amantes deste clássico.

No entanto, é impossível ignorar a jogabilidade clássica, os puzzles meticulosos e a aposta em desafios que obrigam ao pensamento e reflexos rápidos. É difícil quantificar a qualidade desta coletânea para quem não é, como eu, fã da série, mas acredito que os amantes de puzzles estejam completamente em casa.

Desta forma, experimentem se adoram o género ou a série em si. Se não têm qualquer contacto com Mr. Driller antes desta estreia na Switch, mantenho o que disse anteriormente: esperem por uma promoção.

Nota: Satisfatorio

Plataformas: Nintendo Switch
Este jogo foi cedido para análise pela Bandai Namco.

Bem Bom chega aos cinemas a 26 de novembro

É um dos filmes portugueses mais aguardados do ano. Inicialmente previsto para junho, Bem Bom ganha agora nova data de estreia.

Já devia ter estreado, mas a pandemia de COVID-19 veio estragar os planos deste filme português. No entanto, agora já temos uma data de estreia: é a 26 de novembro que Bem Bom chega aos cinemas portugueses.

1979. Quatro jovens são contratadas para formar uma girls band. Elas sabem cantar, brilham a dançar e escandalizam o país. Elas tornam-se num fenómeno de popularidade. Elas são as Doce.

O filme português conta no elenco com Bárbara Branco (Fátima Padinha), Lia Carvalho (Teresa Miguel), Ana Marta Ferreira (Laura Diogo) e Carolina Carvalho (Lena Coelho). Poderemos ainda contar com Nuno Nolasco, que dará vida ao estilista que vestia as Doce, e Eduardo Breda no papel de Tozé Brito, que era o mentor da banda.

Além disso, sabe-se que o filme terá pouco mais de 100 minutos e será exibido na RTP1 no último trimestre de 2021. Quanto às músicas que poderemos ouvir no filme, foram gravadas com as vozes das atrizes que darão vida às Doce no pequeno e grande ecrã, ou seja, os icónicos temas não serão as gravações originais do famoso quarteto.

Sim, referimos pequeno ecrã porque, em setembro, estreará na RTP1 uma série sobre as Doce. Serão, ao que tudo indica, sete episódios, com abordagens completamente diferentes relativamente ao filme, até porque abrangem apenas o período de 1979 e 1982, ano em que venceram o Festival da Canção.

Novo gelado da MyIced é vegan e tem sabor a pastel de nata

É uma edição limitada para este verão.

MyIced pastel de nata

Com a retoma da atividade quase normal em todas as lojas da rede MyIced, a marca nacional de gelados de iogurte decidiu responder à crescente procura por sabores vegan e à tendência para valorizar o que é nacional. Nasce, assim, a edição limitada do gelado MyIced Pastel de Nata Vegan.

É a primeira de várias surpresas para o verão de 2020, juntando doce de leite, nata e canela. E para aqueles que adoram o estaladiço da massa folhada, não desesperem, uma vez que a marca oferece o estaladiço do cone de bolacha.

A MyIced tem lojas em Leiria, Benfica, Baixa, Ponte de Lima e Braga, pelo que podem pedir aos estafetas da Uber Eats (e também Glovo no caso de Leiria) para que vos levem esta novidade até casa.

Já é possível evitar o desperdício alimentar de gelatinas graças à Too Good To Go

A popular aplicação estabeleceu uma parceria com a marca Condi, evitando desta forma o desperdício alimentar.

Condi gelatinas

Decerto que muitos de vós já usam e abusam da Too Good To Go, popular aplicação que permite combater o desperdício alimentar. Mas não seria também bom que pudéssemos salvar algo em específico, como por exemplo… gelatinas? Pois bem, já é possível.

A Condi Alimentar acaba de criar uma parceria com a Too Good To Go, fazendo chegar aos portugueses as suas gelatinas a um preço mais reduzido.

A Magic Box da Condi custa somente 2,99€, que corresponde a um terço do valor real dos produtos. Como já é hábito, quem fizer o pedido não sabe ao certo o que vai receber, mas serão, claro, gelatinas, pelo que as quantidades podem variar entre packs de duas ou quatro unidades, na versão tradicional, Zero e +Proteína.

Uber passa somente a permitir o registo de veículos elétricos a partir deste mês

É a 16 de julho que tudo muda.

do Médio Tejo

São motoristas TVDE, ou estão a pensar sê-lo, e querem registar um automóvel movido a gasolina ou gasóleo na aplicação? Então têm de ser bastante rápidos, pois vem aí uma regra que vai mudar tudo.

É que, a partir de 16 de julho, a Uber passa apenas a permitir o registo de veículos elétricos nas maiores cidades do país correspondentes às áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, distritos de Braga e de Faro relativamente ao principal serviço UberX, bem como ao Comfort.

Contudo, os parceiros vão poder continuar a adicionar veículos não elétricos no caso de substituição de um veículo já registado na plataforma ou para os serviços Uber Black ou UberXL.

Esta decisão tem como objectivo acelerar a electrificação das viagens feitas através da Uber, dando um contributo importante para a melhoria da qualidade de vida nas cidades portuguesas e para a descarbonização do sector dos transportes.

Para facilitar esta electrificação, em julho, os motoristas e parceiros vão ter acesso exclusivo a uma rede de 14 pontos de carregamento em todo o país, como parte da parceria entre a Uber e a startup portuguesa PowerDot.

Relembre-se que, desde 2016, a Uber tem disponível em Portugal a opção de viagem 100% elétrica. Com as viagens Uber Green, a plataforma estima que os veículos eléctricos disponíveis na aplicação já poupam 40 toneladas de emissões CO2 semanalmente, 2080 toneladas anualmente.

A apresentação dedicada aos jogos da Xbox Game Studios pode acontecer no final de julho

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Agora é a vez da Microsoft quebrar o silêncio.

Halo Infinite

Durante algum tempo, desde a revelação surpresa da Xbox Series X nos The Game Awards, que a Microsoft estava na linha da frente no que toca a novidades sobre o futuro dos seus jogos. Tudo mudou com o estado político e social do mundo, entre maio e junho, que obrigou a atrasos de apresentações dentro desta indústria, e com a sua concorrente direta a fazer (finalmente) explodir a Internet com a PlayStation 5.

Enquanto a Microsoft, oficialmente, se mantém em silêncio, surgem os rumores de insiders que começam a criar antecipação para o que está para vir e que encaixa com algumas novidades recentes. O plano da Microsoft em mostrar os jogos dos estúdios internos, que estão a produzir jogos para a Xbox One, Xbox Series X e PC, era que houvesse um evento dedicado no início de julho. Agora, ao que parece, este pode acontecer mais para o final do mês, mais especificamente no dia 23 de julho.

A informação chega-nos através de Jeff Grubb, do portal VentureBeat, que tem vindo a partilhar atualizações na sua agenda de eventos a seguir este verão. Mais tarde, a informação foi corroborada pela VGC, que indica um evento a acontecer na semana de 20 de julho, onde adiciona a presença de novos detalhes de Halo Infinite, a apresentação do novo jogo da The Initiative e a possibilidade de um novo Fable, pelas mãos da PlayGround Studio (série Forza Horizon).

Algo que pode também ajudar a confirmar esta data é a revelação do evento digital da Xbox, o Summer Games Fest Demo Event, revelado esta semana, que vai dar a oportunidade aos jogadores, a partir da sua casa, de experimentarem demos exclusivas de futuros jogos por tempo limitado. O evento acontece entre os dias 21 de 27 de julho e poderá conter até demos de alguns desses jogos exclusivos para o ecossistema Xbox.

Tudo que falta agora é mesmo a confirmação oficial.

Crash Bandicoot 4 não vai ter microtransações

Tudo dentro do jogo será desbloqueado pelos jogadores.

Crash Bandicoot 4 - microtransações

O regresso de Crash Bandicoot numa sequela é emocionante, mas quando temos empresas como a Activision por detrás, é fácil torcer o nariz e não questionar se a gigante dos videojogos não vai tentar monetizar o jogo além do seu preço base, como acontece em muitos outros títulos do seu catálogo.

Estes receios surgiram depois de aparecer a indicação de “+ Ofertas nas compras via aplicação” na página do jogo na loja da Microsoft, onde o título está à venda por 69,99€, um valor já premium por si só. Mas agora os jogadores podem respirar de alívio, pois ao que parece essa informação não passa de uma confusão.

Segundo a produtora Toys for Bob, via Twitter, o jogo não vai contar com microtransações. O que vai ter, sim, são conteúdos adicionais gratuitos em todas as versões digitais do jogo, que não podem ser vendidas em separado do jogo e que podem ter despoletado o aviso.

Crash Bandicoot 4: It’s About Time foi revelado no final de junho e promete ser uma sequela direta da trilogia de jogos criada pela Naughty Dog que, hoje em dia, produz jogos mais sérios e ambiciosos como The Last of Us Part II.

Produzido pela Toys for Bob, que já nos tinha trazido o remake dos três jogos originais, a N.Sane Trilogy e o remake de Spyro, Crash Bandicoot 4: It’s About Time vai levar Crash e amigos numa viagem pelo espaço e pelo tempo, ao longo de mais de 100 níveis cheios de desafios e surpresas para desbloquear.

Crash Bandicoot 4: It’s About Time tem lançamento na Xbox One e PlayStation 4 no dia 2 de outubro.

Everything is New promove petição pública para salvar a indústria da música

Com a petição Let the Music Play, a promotora pretende apoios, prolongamento do lay off e um plano cronológico para que tudo volte a funcionar a 100%.

Let The Music Play - petição pública

“Numa altura em que a indústria da música enfrenta uma grave crise, precisamos ser ouvidos. Precisamos do apoio claro do governo.” É desta forma que a Everything is New, através do Facebook, dá a conhecer a petição pública Let The Music Play.

Numa altura em que o setor começa a funcionar aos poucos, mas com várias limitações/restrições, ainda não existe muita confiança por parte do público em regressar às salas. E sem assistências, empresas irão à falência, empregos serão perdidos, algumas salas não voltarão a abrir e alguns festivais podem mesmo nunca mais voltar. Além disso, existem milhares de trabalhadores independentes, bandas e músicos que vivem desta indústria.

Tendo em conta o cenário negro, a petição pública Let the Music Play é dirigida ao Presidente da República Portuguesa, ao Presidente da Assembleia da República de Portugal, ao Primeiro-Ministro de Portugal e à Presidente da Comissão Europeia, pedindo uma intervenção urgente e de fundo para alterar o curso deste destino que parece inevitável e irreversível.

A EIN definiu três medidas para salvar a indústria da música:

  • 1) Apoio financeiro directo para artistas, managers, agentes, empresas de audiovisuais, empresas de equipamentos para espectáculos, técnicos, riggers, stage hands, roadies, runners, produtores e assistentes de produção, promotores, salas de espectáculos e outros agentes da Indústria da Música;
  • 2) Definição de um plano cronológico, de uma data para que esta indústria possa voltar a funcionar a 100%;
  • 3) Prolongamento do lay off para os profissionais do sector, incluindo os sócios-gerentes e os trabalhadores independentes.

Se amam música e, acima de tudo, se estão solidários com toda esta gente que faz o país mexer, podem (e devem) assinar a petição, aqui.

A Devolver Digital vai ter uma nova transmissão para revelar novos jogos

A Devolver Direct está de regresso.

Devolver Digital

Nos últimos anos, a Devolver Digital usou o período da E3 para apresentar os jogos do seu catálogo ao parodiar e brincar com as conferências de outras grandes marcas, recorrendo ao humor e irreverência punk que faz parte do ADN dos seus jogos.

Este ano não há E3, mas o show continua, pelo que a Devolver Direct está de regresso para satisfazer o desejo dos fãs e jogadores.

Anunciado em junho, o evento ganha agora uma data: acontece a 11 de julho, pelas 20h, via Twitch.

São esperadas muitas surpresas e, a julgar pelos anos anteriores, como a conferência em baixo, muito entretenimento. Mas o que não irá certamente faltar são jogos, dos de produções mais elevadas a deliciosos indies.

Worms está de regresso em 2020 com um novo estilo de jogo

Quem se lembra destas minhocas?

Worms Rumble

A Team17 vai trazer Worms de volta com mais um jogo explosivo, mas desta vez com um estilo de jogo muito diferente do que estávamos habituados.

Worms Rumble troca a jogabilidade por turnos para nos trazer ação em tempo real e controlos precisos nos movimentos e ataques das minhocas, que são agora mais ágeis e mortíferas.

Com batalhas até 32 jogadores, um modo battle royale e deathmatches, pelo trailer Worms Rumble parece ir buscar ingredientes a jogos populares como Super Smash Bros. com plataformas, cenários dinâmicos, obstáculos e muita ação.

Com destino na PlayStation 4, PlayStation 5 e PC (onde vai receber uma beta a 15 de julho na Steam), Worms Rumble chega no final do ano com suporte para partidas entre plataformas.

Feira Medieval de Palmela não se realiza este ano

É um dos eventos de maior relevância no concelho e na região.

Feira Medieval de Palmela

Considerando a imprevisibilidade da evolução favorável da situação epidemiológica da COVID-19 e a impossibilidade de atempadamente desenvolver todos os procedimentos e ações preparatórias para mais uma edição, a Câmara Municipal de Palmela informa que, este ano, não realizará a Feira Medieval de Palmela, que estaria agendada para os dias 25, 26 e 27 de setembro.

A Feira Medieval de Palmela tornou-se, desde 2014, um dos eventos de maior relevância no concelho e na região, registando a presença de cerca de 30.000 visitantes que, anualmente, vivem uma viagem histórica num dos castelos mais icónicos do país.

Portanto, resta-nos esperar pelo dia 24 de setembro de 2021. Até lá, esperemos que tudo esteja resolvido para que se possa celebrar mais uma edição da Feira Medieval de Palmela.

Altice Portugal investe 10 milhões de euros para reforçar fibra ótica em 20 munícipios

É um investimento privado, autónomo e totalmente voluntário.

Fibra ótica - Altice Portugal

Foi ontem dado o pontapé de saída de mais uma deslocação da Comissão Executiva da Altice Portugal a várias regiões do país, que assinala o regresso ao território com um investimento superior a 10 milhões de euros e um programa inédito: 10 distritos, 20 municípios e 3.700 quilómetros.

No fundo, trata-se de reforçar a expansão de fibra ótica de última geração. Assim, uma dezena de municípios vão beneficiar do reforço das suas redes de fibra ótica e, em alguns casos, de rede móvel, em coberturas que em muitos casos superam os 90%. Abrantes, Cantanhede, Celorico da Beira, Constância, Covilhã, Figueira da Foz, Guarda, Mangualde, Pombal e Santa Maria da Feira são os municípios visados nesta nova vaga de investimento da Altice Portugal.

Diz a Altice Portugal que, hoje em dia, são já mais de 5.1 milhões de lares e empresas abrangidos pela infraestruturação de fibra ótica, num projeto que levará esta tecnologia às 5.3 milhões de casas e empresas portuguesas, tornando Portugal num dos primeiros países europeus com cobertura integral de fibra ótica.