Já falta menos de um ano para o começo da 24ª edição do festival.
Este ano não há MEO Sudoeste, mas isso não significa que não se deva falar do festival. Muito pelo contrário. Hoje, 5 de agosto, dia em que deveriam começar os concertos no recinto, eis que chegam várias novidades.
Ozuna reconfirmou que atuará no MEO Sudoeste2021 no dia 6 de agosto, Timmy Trumpet vai assegurar um fim de festa em grande no dia 7 de agosto, Deejay Telio atua dia 5 de agosto e Melim no dia 6 de agosto.
Estes nomes juntam-se aos anteriormente confirmados Bad Bunny, Meduza, ProfJam, Bispo e Major Lazer.
Quanto aos bilhetes, o passe geral custa 105€ e o bilhete diário 48€ até 31 de dezembro. Depois, e ao longo do próximo ano, os valores vão aumentando à medida que as datas para a realização do MEO Sudoeste se aproximam.
Recorde-se que o MEO Sudoeste2021 irá decorrer de 3 a 7 de agosto, com abertura do campismo a 31 de julho.
A Nintendovoltou a largar uma novidade surpresa quando ninguém estava à espera. Diretamente de 2013, retirado da biblioteca da Wii U, a companhia prepara-se para relançar Pikmin 3 em formato Deluxe.
Não será bem um remake, como a maioria destes relançamentos se apresentam, mas sim um pacote completo adaptado às consolas mais recentes da Nintendo, com novas funções, novas missões e com todo o conteúdo extra lançado na versão original.
Juntamente com o anúncio, a Nintendo revelou o primeiro trailer que mostra o adorável aspeto do jogo e como se espera que se apresente na Nintendo Switch, convidando até os mais curiosos a experimentarem um pouco de Pikmin.
Pikmin 3 Deluxe tem data de lançamento marcada para dia 30 de outubro.
Enquanto a From Softwarenão nos dá novidades sobre Elden Ring e o remake de Demon’s Souls continua no forno, o género dos jogos de ação e role-play mais agressivos vê a chegada de um novo título já este mês.
A Cold Symmetry, que já deu a oportunidade aos jogadores de espreitarem a sua nova aposta com uma beta que foi jogada por mais de 350 mil jogadores, revelou agora que Mortal Shell chega a 18 de agosto ao PC, PlayStation 4 e Xbox One.
Tal como outros jogos do género, espera-se uma dificuldade elevada, um nível de risco alto a cada combate e um mundo misterioso e infernal para explorar e descobrir as histórias que esconde.
Para celebrar a revelação da data de lançamento, a Cold Symmetry revelou um novo trailer de Mortal Shell, cheio de ação e sequências de combate que nos deixam espreitar um pouco do que o jogo nos tem para dar.
Tal não quer dizer que os anúncios sejam sempre exibidos, mas é algo que vai mesmo acontecer.
Foto de: sandkillerpt
Quem possui uma box de uma qualquer operadora nacional e gosta de ver conteúdos que são exibidos quando não se está em casa, normalmente recorre às gravações automáticas. Esta é uma funcionalidade que permite ver conteúdos que foram exibidos até há sete dias atrás, o que constitui uma mais valia para quem acompanha séries ou não quer perder este ou aquele filme. No entanto, nem todos os canais contam com esta funcionalidade.
Porém, e apesar de dar muito jeito, chegou algo aos clientes MEO que não estavam à espera. Segundo uma partilha no Reddit, a nova atualização à box da MEO vem trazer anúncios publicitários nas gravações automáticas.
De acordo com a imagem partilhada, isto é o que podem ler: “Antes da sua exibição, poderá ver um anúncio publicitário. Pretende ver anúncios Personalizados ou Genéricos?” E isto é o que diz cada opção:
Anúncios Personalizados – Os anúncios serão selecionados de acordo com o seu perfil de utilização TV;
Anúncios Genéricos – Os anúncios serão apresentados ignorando o seu perfil de utilização TV.
O “problema” é que o utilizador tem mesmo de escolher uma das opções, pelo que não poderá fugir aos anúncios. Contudo, isto não significa que uma publicidade seja sempre exibida antes de verem qualquer coisa gravada. Mas irá com certeza acontecer algumas vezes.
Além disso, se escolherem a opção “anúncios personalizados”, estão a dar permissão para que a MEO possa recolher os vossos hábitos de consumo. No imediato, tal significa que terão publicidades com as quais se identificam, mas não sabemos ao certo as “consequências” de tal escolha no futuro.
Esta não é, porém, a primeira vez que a MEO aposta em anúncios. Em 2018, a empresa chegou a fazer alguns testes na seleção de programas através da box.
A história de Destroy All Humans! é trágica. Na sua estreia, a série conquistou a imaginação dos jogadores com o seu humor e estética próxima dos clássicos do género. A sequela expandiu o universo da série e apostou numa fórmula mais expansiva com níveis maiores e mais variados. Com a chegada da PS3 e Xbox 360, entrou na redundância, nos lançamentos problemáticos e numa falta de inovação que viria a traçar o seu final prematuro. Com este remake, procura-se uma nova vida, uma segunda oportunidade, e apesar de ser uma jogada segura (demasiado segura), é também a mais correta.
A Black Forest Gamesseguiu à risca a fórmula do original e trouxe-nos um remake que é, em tudo, semelhante ao que vimos em 2005. A narrativa, a estrutura, a jogabilidade e até os conteúdos adicionais e secundários: nada foi alterado. A ideia foi modernizar alguns dos seus aspetos mais problemáticos, como os gráficos e alguns aspetos da jogabilidade, e trazer a série a uma geração que não jogou o original. Nesse sentido, Destroy All Humans! é um sucesso e apresenta-nos Crypto-137 e Pox, dois extraterrestres da raça Furon, que tentam, a todo o custo, conquistar o planeta Terra. A sua missão leva-os a aterrorizar os habitantes da pacata Rockwell, à medida que lutam contra organizações secretas e o exército norte-americano numa aventura repleta de humor, que já começa a mostrar a sua idade, e de referência aos clássicos da ficção científica, mantendo, inclusivamente, um estilo visual muito próximo dos filmes de Série B dos anos 50.
Destroy All Humans! divide a sua campanha por zonas, como Turnipseed Farm e Capitol City, e dá aos jogadores várias missões principais para concluírem. As zonas são limitadas, especialmente para o panorama atual, mas apresentam uma certa abertura na sua abordagem, dando aos jogadores a possibilidade de explorarem um pouco desta América fictícia e quase idealista. O foco mantém-se sempre nas missões, um foco que às vezes é muito restrito, mas há a sensação de que estamos a dominar e a contornar os seus desafios à medida que conhecemos melhor as cidades, bases e quintas que exploramos. Esta sensação é exponenciada pelas missões secundárias que se desbloqueiam quando terminamos uma zona, onde o jogo assume uma estrutura mais livre e deixa os jogadores explorarem os mapas em busca de missões, colecionáveis e todo o tipo de caos. Estas missões, que se resumem a corridas ou a desafios de tempo, são muito repetitivas e são um dos aspetos do original que necessitam de uma modernização, mas como estão, têm um charme clássico, ainda que aquém do esperado.
Há muito para descobrir neste jogo de ação e aventura, e se quiserem completar tudo a 100% terão de explorar muito bem os seus níveis. Esta exploração não seria empolgante se Crypto-137 não fosse divertido de controlado e felizmente a Black Forest Games fez um ótimo trabalho de reconstrução, dando à fórmula clássica um sistema de controlos mais apurado e uma movimentação fluída e intuitiva. Crypto-137 é mais fácil de controlar, existe uma maior sensação de controlo, algo que é possível com o leque de armas e poderes que o extraterrestre traz consigo. Armas como o Zap-O-Matic, que atira raios, ou o Death Ray, que vaporiza tudo à sua passagem, ou a telecinesia e a probes que permitem roubar cérebros: são clichés, é certo, mas funcionam. O armamento cresce à medida que avançamos na campanha e é possível comprar melhorias para cada uma delas, desde o aumento do poder à sua duração em combate. O mesmo se aplica à nave de Crypto, que podemos utilizar na campanha e nas missões secundárias, onde temos raios destrutivos, faixas de poder para raptar pessoas e carros, e novamente a possibilidade de melhorar tudo ao longo das missões principais.
A jogabilidade não é inovadora ou profunda, mas sim funcional. Apesar de ter encontrado alguns problemas com o sistema de mira automática, onde foi difícil de selecionar o objeto ou inimigo que queria capturar, a verdade é que as mecânicas funcionam em harmonia com o estilo e design do jogo. Não é uma campanha difícil, apesar dos seus momentos desafiantes, e a sua modernização dá aos jogadores um maior controlo sobre as situações. A nave não é tão intuitiva e apresenta uma câmara mais limitada, onde só podemos controlar a sua distância vertical e rodar a câmara para os lados. A ideia é dar aos jogadores uma visão de cima para baixo, como se estivessem a olhar para os humanos dos céus, mas não funciona tão bem como devia. No entanto, é apenas um pormenor.
O grande problema de Destroy All Humans! é a sua repetição. As missões são muito semelhantes entre si e cingem-se à descoberta de um disfarce, ao rapto de uma personagem ou à destruição de um edifício ou arma. A fórmula pouco muda ao longo da campanha e piora quando nos debruçamos sobre as missões secundárias. A Pandemic tentou contornar estes problemas com uma aposta no humor e no absurdismo, mas não é o suficiente. Quinze anos depois, a estória e humor estão datados, mesmo que apresentem alguns momentos cómicos e divertidos. Os gráficos não surpreendem, mas é interessante fazer a comparação entre as duas versões e perceber como o jogo mudou neste salto geracional. As cores são mais vivas, nítidas e o desempenho muito mais sólido, com os modelos a apresentarem mais animações e detalhes. A UI não segue esta modernização, infelizmente, e revela-se muito básica e banal, com um fundo desinteressante e modelos sem imaginação.
Destroy All Humans! não procura reinventar o género, mas sim revitalizar uma série que parecia perdida no tempo. Como remake, é um trabalho interessante, conseguindo transportar o tom e humor do original para uma nova geração sem perder o que o tornou especial em 2005. É um jogo perfeito para os fãs, que procuram reencontrar o jogo, e para os novos jogadores, que nunca experimentaram a série. Resta agora saber se este é o início de uma revitalização ou se é um lançamento falhado.
Plataformas: PC, PlayStation 4 e Xbox One Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela Dead Good Media.
Na verdade, é já esta semana que recebemos a maioria dos jogos, com o serviço na consola a receber o título de ação e aventura Darksiders: Genisis e o jogo de horror onde todas a escolhas contam, The Dark Pictures Anthology: Man of Medan. As restantes ofertas do dia serão para o serviço tanto na consola, como no PC, e incluem os jogos do programa ID@Xbox: It Lurks Below, Trailmakers, UnderMine e Xeno Crisis.
Porém, o grande destaque desta fornada chega no dia 13 de agosto, ao PC e consolas, e é nada mais, nada menos, que o aclamado Final Fantasy VII HD, o remaster do RPG de 1997 que transformou a indústria dos videojogos.
Em comunicado, a equipa da Xbox revela ainda que, na semana passada, lançou um novo jogo quase em segredo no serviço que só os mais atentos devem ter reparado. Falamos do jogo de corridas da Codemasters,F1 2019, que já pode ser jogado no PC e consola.
Como sempre, há também uma nota para os jogos que vão abandonar o serviço e que podem ser jogados e terminados até dia 14 de agosto, ou comprados com um desconto exclusivo para os subscritores do Xbox Game Pass:
Devil May Cry 5 (Consola)
Kingdom Come: Deliverance (Consola e PC)
Space Hulk: Tactics (PC)
Where the Water Tastes Like Wine (PC)
Yoku’s Island Express (Consola e PC)
O Xbox Game Pass existe com três opções: Xbox Game Pass para consola por 9,99€/mês, Xbox Game Pass para PC por um preço limitado de 3,99€/mês e Xbox Game Pass Ultimate, que inclui acesso à biblioteca do PC da Xbox e aos benefícios do Xbox Live Gold por 12,99€/mês.
Este formato de 1kg é perfeito para cozinhar, misturar e criar.
Gostam dos iogurtes gregos naturais da Oikos, mas queriam adquiri-los num formato maior? Pois bem, foi feita a vossa vontade.
A marca acabou de fazer chegar ao mercado a edição Oikos para chefs, um formato de 1KG de iogurte grego natural ainda mais cremoso. Com zero açúcares adicionados, é a combinação ideal para bowls cheias de ingredientes, smothies gregos, panquecas… enfim, basicamente tudo o que a criatividade permitir.
Este Oikos para chefs está disponível nos principais pontos de venda por 4,59€. Se quiserem conhecer algumas receitas deliciosas, nada como passarem pelo site oficial da Danone.
É um adeus inesperado, talvez provocado pelos efeito da pandemia de COVID-19.
Após ter suspendido as operações durante o confinamento, a Acciona voltou ao ativo no passado mês de maio, disponibilizando novamente as suas motas elétricas pelas ruas de Lisboa. Pois bem, foi sol de pouca dura.
Apesar de não existir nenhuma informação nem no site oficial, nem na app (não nos surgiram motas disponíveis), foi através das redes sociais que a Acciona informou que iria deixar de operar em Lisboa a partir desta sexta-feira, dia 7 de agosto.
A empresa não se ter pronunciou oficialmente sobre os motivos desta decisão, tudo indica que esteja relacionado com os efeitos da COVID-19. Afinal de contas, e num período em que se espera que os portugueses tenham menos dinheiro no bolso, é expectável que a procura por este serviços de sharing diminua.
Recorde-se que a marca tinha 500 motociclos elétricos disponíveis na capital portuguesa, cobrando diversos preços dependendo do modo de condução. Era também possível comprar pacotes de minutos.
Com o adeus da Acciona, a eCooltra fica agora livre para conquistar mais utilizadores.
A PlayStation 4, que dará em breve lugar à sua sequela no final do ano, teve uma geração impecável, cheia de exclusivos que puxaram os limites do hardware, fabricado há cerca de sete a oito anos, com resultados incríveis, capazes de meter inveja até aos jogadores de PC, com jogos com The Last of Us Part II e Ghost of Tsushima, ambos lançados nos últimos dois meses.
Agora, tal como Death Strandingem julho, os jogadores de PC vão poder ter um gosto da experiência PlayStation com a chegada deHorizon Zero Dawn, da Guerrilla Games, cujo motor de jogo, o Decima Engine, também alimentou a última obra de Hideo Kojima.
Horizon Zero Dawn é, sem qualquer dúvida, um dos meus jogos favoritos desta geração, o que é um elogio enorme tendo em conta a quantidade de títulos monumentais que tivemos na última meia década e, em particular, nos últimos dois anos, ao longo de diferentes plataformas. Foi o jogo que me fez adquirir a PlayStation 4 e, na altura, saltar para aquela que era “A experiência Next-Gen”. E para minha satisfação e opinião, o jogo saiu excelente.
Uma premissa extraordinária
Desenvolvido inicialmente para a PlayStation 4, saiu já compatível com as funcionalidades extra da PS4 Pro, um exemplo da ambição da Guerrilla Games em tornar um jogo tecnicamente ambicioso em todas as frentes. Desde a sua revelação inicial que Horizon Zero Dawn conquistou a atenção de todos enquanto um jogo que iria puxar as capacidades da máquina da Sony, e também enquanto novo IP de mundo aberto recheado de segredos e extremamente diverso em ambientes que tentam representar uma Terra mil anos no futuro, abandonada à natureza, e onde máquinas gigantes, inspiradas em criaturas pré-históricas, tomaram conta do que ficou, substituído a fauna que foi, a certa altura, extinta.
O misto de antecipação por um jogo deslumbrante e uma premissa extraordinária, pelo menos no papel, agarraram-me também a mim desde o primeiro minuto. O resultado final? Mais de uma centena de horas com Aloy a descobrir todos os segredos do seu passado e do mundo em que habita.
Tirando uma história que perde o gás assim que que o argumento carrega no pedal da exposição, Horizon Zero Dawn está entre os melhores jogos que passaram pela PlayStation 4. É belo, joga-se de forma divinal, o combate é divertido, a navegação pelo mapa cativante e os confrontos com T-Rex robóticos e aves gigantes são super emocionantes e tensos. Agora, há todo um novo público com uma porta aberta para esta experiência.
A chegada a novos Horizontes
A versão para PC de Horizon Zero Dawn, com lançamento para a Steam e Epic Games Store, é a versão completa lançada para a PlayStation 4, que inclui todos os patches, melhorias e a expansão The Frozen Wilds, que acrescenta mais uma porção de história às aventuras da Aloy. É um pacote completo que só fica melhor com melhorias e técnicas visuais ausentes na versão original.
Tal como Death Stranding, a promessa é tão emocionante como os jogos lançados no formato original, mas com muito mais versatilidade para quem prefere os jogos de PC. Temos resoluções mais altas, taxas de frames maiores, suporte ultra-wide e muito mais. Se Death Stranding impressionou os jogadores de PC, Horizon Zero Dawn promete impressionar muito mais, ao mostrar um Decima Engine ainda mais personalizável, mesmo pedindo requisitos mínimos e recomendáveis ligeiramente mais modestos.
Horizon Zero Dawn no PC, tal como a sua versão original desenvolvida com melhorias para a PS4 Pro, parece estar preparado para os jogadores de PC com máquinas capazes de jogar tudo sem compromisso.
Por defeito, podemos encontrar um conjunto de definições “originais” que suponho que sejam aquelas usadas na consola da Sony. Nesta versão pré-lançamento do jogo, já com o patch de lançamento, numa configuração bem próxima da dos requisitos recomendados, na máquina onde joguei esta versão de PC – com um processador Intel Core i5-8400 de 2.8GHz, 16 GB RAM, armazenamento SSD e uma NVIDIA GeForce GTX1060 de 6GB de VRAM -, o sonho dos 60FPS a 1080p é alcançado quase sem problemas, flutuando raramente abaixo disso e com pequenas quedas mais severas aqui e ali, quando o CPU atingia o máximo das suas capacidades. Mas não é nada que quebre a imersão ou seja muito notório, a menos que estejamos a olhar fixamente para o contador de frames em vez do que está a acontecer no jogo. E havendo a possibilidade de trancar em valores mais baixos, torna a experiencia mais consistente e, à partida, ao nível ou melhor do que temos na consola.
Jogar com as definições da consola, mas com praticamente o dobro da fluidez, foi o suficiente para ficar colado de novo ao ecrã, quase como se o experimentasse pela primeira vez. Um jogo tão dinâmico e colorido, cheio de animações incríveis da nossa personagem, da vegetação e dos animais apresenta-se agora com um mundo muito mais vivo e interessante de explorar. E tudo isto é possível numa máquina bem modesta.
Poder brincar com as definições do jogo fez-me entrar num buraco negro de opções onde descobri que, se preferisse sacrificar a fluidez de jogo, trancando nos 30FPS, podia ter vantagens únicas, uma resolução superior (no meu caso até 4K) e uma qualidade de imagem, no geral, superior, onde se destacam novas opções de texturas, sombras, qualidade de nuvens e reflexos na água, para não falar da vegetação, agora dinâmica, também presente aparentemente em todas as configurações. Para brincar com as definições de jogo, Horizon Zero Dawn: Complete Edition para PC inclui ainda uma ferramenta de benchmark que coloca o jogo em condições exigentes e regista o seu desempenho.
Desempenho nas definições padrão dentro dos requisitos recomendados.
Desempenho nas definições máximas dentro dos requisitos recomendados.
Imersão aumentada
Comparativamente a Death Stranding, fiquei também satisfeito ao descobrir uma flexibilidade melhorada no que toca a resoluções, sendo capaz de ativar resoluções superiores, fazendo downsampling no meu ecrã 1080p e, se preferir, tirar partido das definições ultra-wide, de 21:9 e 32:9, que dão aquele aspeto super-cinemático ao jogo. Infelizmente, estas opções só funcionam bem durante o jogo jogável, pois nas cinemáticas e nos menus, estas mantêm o formato 16:9, com barras translúcidas nas laterais.
Outra função que vi com muita alegria foi a possibilidade de aumentar o ângulo de visão, retirando o ponto de vista padrão sob o ombro da Aloy de apenas 70 graus que, embora cinemático, é também mais claustrofóbico. Agora, é possível aumentar até 100 graus de visão periférica, aumentando, assim, a sensação de escala de um mundo já por si só ambicioso.
Apesar da função já existir na versão original, é impossível não destacar o modo fotografia de um jogo tão belo como Horizon Zero Dawn, que aqui está de volta exatamente como os fãs do jogo o conhecem, mas que, graças às novas definições gráficas, prometem tornar este modo um “fan-favorite” para os fãs da fotografia nos videojogos.
É também de destacar a compatibilidade com o DualShock 4, isto para os mais puristas que queiram elevar a experiência passada com um comando que já conhecem. Contudo, as funções extra, como o trackpad e o som que sai da sua coluna, não parecem estar ativos nesta versão.
A jogabilidade com o teclado e rato também é estupenda, responsiva e fluida, mas, para quem preferir usar um comando além do DualShock, saibam que podem também fazê-lo com o comando oficial da Xbox One, da Xbox 360 e de outras marcas, como a Razer.
Tirando um ou outro crash que mandou o jogo abaixo em momentos de maior caos, Horizon Zero Dawn para PC comporta-se de maneira espetacular sem grandes compromissos visuais, mesmo nas definições abaixo do padrão.
Horizon é lindo. É um autêntico must-have para os jogadores de secretária e entusiastas que pretendem puxar os limites das suas máquinas, pois, tal como Horizon Zero Dawn puxa as capacidades da consola da Sony, no PC vai mais além. É interessante como um jogo já com alguma idade se mantém tão atual e até futurista, olhando para algumas das opções em High e Ultra. Levanto mesmo a hipótese de a Guerrilla Games estar a preparar um eventual patch ou conversão para a PlayStation 5 nas melhores definições possíveis no PC.
Horizon Zero Dawn: Complete Edition para PC é tecnicamente incrível e, se um computador modesto já o corre melhor que na versão original, tenho a certeza que um computador mais moderno irá corrê-lo sem grandes sacrifícios. Esta é, claro, uma ideia já esperada, mas que, na prática, é muito bem executada, e faz com que esta versão do jogo se revele mesmo uma excelente conversão, com funções que tornam o jogo visualmente e mecanicamente melhor.
Horizon Zero Dawn demonstra-se novamente como um jogo colossal e bem ambicioso até nos dias de hoje. Pode não ser o jogo com a melhor narrativa da geração, mas é, certamente, dos que tem o tom mais misterioso e das histórias mais divertidas de desvendar, com uma qualidade visual bem difícil de bater, seja em que plataforma for.
Plataforma: PCe PlayStation 4 Este jogo (versão PC) foi cedido para análise pela PlayStation Portugal.
É, no fundo, um concerto virtual. Realiza-se a 7 de agosto e centra-se no recente álbum After Hours.
Numa parceria com o TikTok e a WAVE, a XO e a Republic Records, vai chegar em breve a The Weeknd Experience, a primeira experiência de realidade virtual de um dos maiores álbuns de 2020, After Hours.
Com a primeira experiência musical virtual do TikTok, o público será cativado e suspenso no espaço enquanto The Weeknd convida a entrar na loucura do seu mundo, visto pelos seus próprios olhos. Será, no fundo, um concerto virtual, centrado no último álbum, como é óbvio.
Os fãs terão a oportunidade de interagir com The Weeknd à medida que o artista leva os espectadores pela viagem épica de After Hours. A The Weeknd Experience, uma experiência imersiva XR no TikTok LIVE, realizar-se-á na madrugada de 7 para 8 de agosto, à 1h30, na conta oficial @tiktok.
Portanto, não se esqueçam de dormir uma soneca à tarde para ficarem bem acordados para este evento.
A festa já começou há alguns dias, mais especificamente a 21 de julho, mas ainda vamos a tempo de dar destaque, uma vez que acontece até 21 de setembro. Chama-se Cubo Mágico e, essencialmente, em 18 locais da cidade de Viseu, apresenta uma programação alternativa e multidisciplinar de modo a impulsionar a retoma económica e a agenda cultural da região.
São mais de 600 os micro-eventos validados por um rigoroso plano municipal de Proteção Civil, espalhados no tempo, com uma programação que recupera o ADN de 10 eventos cancelados como consequência da pandemia que vivemos, dando um palco especial aos artistas e aos promotores culturais locais.
Há arte urbana, concertos, espetáculos, gastronomia e até cinema drive-in, algo que começou a ficar na moda. E claro, como não poderia deixar de ser, este Cubo Mágico terá carrosséis coloridos e farturas doces.
Até ao último dia, a organização espera receber cerca de 200 mil pessoas. Mas atenção: apesar de a entrada nas iniciativas ser gratuita, devem fazer uma reserva prévia na Blueticket. A única coisa que se paga é mesmo o cinema drive-in, com o custo de 19€ por carro.
A nova adaptação da Disney vai ter um lançamento complicado (e caro) para alguns fãs.
Com adiamentos sucessivos, Mulan parece estar pronto para ser visto pelo público no dia 4 de setembro. Porém, e dependendo do país onde vivem, o acesso ao filme será diferente.
Na mais recente reunião dos resultados financeiros da Disney, o atual CEO da empresa, Bob Chapek, revelou que Mulan vai ter um lançamento inédito no Disney Plus, pelo menos em territórios norte-americanos, no dia 4 de setembro.
Já no resto do mundo, as informações obtidas juntamente com os representantes da Disney em Portugal são dúbias, mas tudo o que sabemos é que o filme poderá ficar acessível através da plataforma de streaming nos países onde este já foi anunciado. E uma vez que o Disney Plus chega a Portugal dia 15 de setembro, há a forte possibilidade de podermos ver o filme no conforto do nosso sofá.
Em territórios onde o Disney Plus não está disponível, o filme terá estreia nos cinemas, como é o caso da China.
E como se o lançamento de Mulan não estivesse já confuso o suficiente, a chegada do filme ao Disney Plus não será “gratuito” para os seus subscritores. O acesso ao filme, além da subscrição, requer uma compra adicional de 29,99 dólares, o que, convertido para euros, dá cerca de 25,40€. O utilizador poderá depois ver e rever o filme as vezes que quiser na sua biblioteca, mas ficará sem o acesso ao mesmo assim que deixará de pagar pela sua subscrição.
Assim, o lançamento em terras lusas é, para já, uma incógnita, podendo estrear logo no dia 4 de setembro nas salas de cinema ou ficar disponível no Disney Plus no dia 15 de setembro, quando o serviço chegar por 6,99€ por mês ou 69,99€ por ano.
As Noites F vão contar com 20 espetáculos de música, humor e magia.
Lembram-se quando, em maio, referimos aqui no Echo Boomer que a organização do Festival F queria, mesmo em ano de pandemia, “assinalar o ano de 2020 como também um ano de Festival F”? Pois bem, temos novidades nesse sentido.
Chama-se Noites F e, basicamente, será um evento que acontece como uma celebração do conhecido festival. A decorrer de 13 de agosto a 13 de setembro, no Largo da Sé, na Vila Adentro, em Faro, esta será uma iniciativa com muita música, humor e magia, mas com lotação reduzida e respeitando todas as normas impostas pela Direção Geral de Saúde (DGS).
Entre a noite de estreia, com Diogo Piçarra, e a de encerramento, com Miguel Araújo, há humor com César Mourão, Herman José e Salvador Martinha; magia com Luis de Matos; e muita música: da pop de Aurea, Agir, D.A.M.A e Fernando Daniel, ao heavy-metal dos Moonspell ou o hip-hop de Piruka, passando pelos espetáculos especiais, em dueto, de Tiago Nacarato & Bárbara Tinoco e de Carolina Deslandes & Jimmy P, até aos concertos de António Zambujo, Os Quatro e Meia, Pedro Abrunhosa, Sérgio Godinho, The Black Mamba e Xutos & Pontapés, estas 20 Noites F comemoram o reencontro entre o público e os artistas, com os olhos postos no F de Futuro.
É, portanto, um cartaz eclético, inspirado na linha de programação dos vários palcos que habitualmente integram o festival, mantendo e respeitando a sua diversidade e abrangência.
Os espetáculos têm sempre início às 22h e os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais.
Originalmente, o concerto da banda deveria ter-se realizado a 20 de maio no Passeio Marítimo de Algés.
Foi no passado mês de maio que referimos aqui no Echo Boomer que o concerto dos Guns N’ Roses em Portugal tinha sido adiado devido à pandemia de COVID-19. Na altura, muitos ficaram sem saber o que fazer, uma vez que “adiamento” significa que o espetáculo, à partida, iria ser reagendado para uma data posterior. E foi mesmo isso que aconteceu.
A Everything is New anunciou agora que há uma nova data para o concerto da banda. Marquem na agenda: 2 de junho de 2021, no Passeio Marítimo de Algés.
Os bilhetes já adquiridos mantêm-se válidos para a nova data. Para os fãs que ainda não adquiriram, os mesmos já se encontram à venda nos locais habituais.
São, para já, três as aeronaves não tripuladas (UAV). Vão operar a partir da Lousã.
Entraram em funcionamento os primeiros de 12 drones vocacionados para vigilância, observação e coordenação aéreas. Com o objetivo de vigiar florestas e, dessa forma, prevenir incêndios, os drones, sistemas aéreos não tripulados, permitem manter uma vigilância contínua, pois cada aeronave pode permanecer no ar cerca de 12 horas consecutivas.
Estes sistemas permitem, assim, identificar incêndios nas suas fases iniciais, auxiliar a tomada de decisão do Comando para as Operações de Combate e, ainda, contribuir para as operações de rescaldo, vigiando pontos onde possam ocorrer reacendimentos.
A compra dos drones, no valor de 4,5 milhões de euros, foi autorizada no Conselho de Ministros de 30 de abril para responder à necessidade de vigilância aérea adicional para o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais.
A emissão de vales começou no dia de ontem, 3 de agosto, para vários ciclos.
Esta é uma medida que não é propriamente nova, mas que é sempre bem-vinda. Afinal, adquirir manuais escolares novos é bastante dispendioso, e numa altura em que muitas famílias viram os seus orçamentos sofrer rombos valentes devido à pandemia, nada como aproveitar para poupar.
Assim, está já a funcionar a plataforma MEGA, onde os encarregados de educação podem pedir acesso aos vouchers que, posteriormente, poderão ser trocados pelos manuais escolares.
Estão abrangidos pela gratuitidade dos manuais escolares os alunos que frequentam a escolaridade obrigatória na rede pública do Ministério da Educação, e nos colégios particulares com contrato de associação.
Para já, referir que a emissão de vales começou ontem, dia 3 de agosto, para os alunos do 2º, 3º, 4º, 6º, 8, 9º, 11º e 12º anos, com os restantes ciclos a juntarem-se a 13 de aogsto.
O registo deve começar por ser feito aqui, mas os vales só ficam disponíveis a partir do momento em que as escolas carreguem todos os dados necessários para a sua emissão.
É obrigatório o número de identificação fiscal (NIF) para aceder aos vales, através da APP Edu ou do sítio do MEGA, pois só assim conseguirão aceder aos vales. No caso do NIF não estar registado na base de dados da escola do seu educando, será necessário dirigirem-se à escola para levantar os vales.
O NIF a ser considerado terá de ser o do encarregado de educação, naturalmente, sendo validado automaticamente através do sítio da Autoridade Tributária. Caso o educando ainda não tenha vales, devem verificar se o NIF se encontra corretamente associado ou se a turma já se encontra constituída.
Há também uma boa novidade: não é necessário devolver à escola os manuais que foram entregues anteriormente para poder usufruir dos vales no próximo ano letivo. Isto porque, na sequência da aprovação do Orçamento Suplementar para 2020, no Parlamento, no dia 3 de julho, ficou “suspensa a obrigatoriedade de devolução dos manuais escolares gratuitos entregues no ano letivo 2019/2020, a fim de serem garantidas as condições para a recuperação das aprendizagens dos alunos”.
Assim sendo, a reutilização será retomada no ano letivo 2021/2022, nos moldes em que funcionou no ano letivo 2018/2019. Desta forma, no final do ano letivo 2020/2021, os manuais escolares devem ser devolvidos, em data e condições a especificar futuramente. A devolução terá de ser feita à escola onde o(s) aluno(s) estava(m) matriculado(s), no momento do resgate dos vales.
O Razer Kishi é uma de várias soluções para quem quer levar os seus jogos para todo o lado.
Já tínhamos falado aqui nele, mas a Razer relembra-nos que está preparada para oferecer aos jogadores uma fantástica solução para elevar a experiência do xCloud até às nuvens.
Além de comandos com adaptador como oRazer Raiju Mobile, a nova solução universal da Razer é o Razer Kishi, um comando híbrido que torna qualquer smartphone Android com USB-C numa espécie de Nintendo Switch.
Além do layout de botões e joysticks semelhantes aos de um comando para a Xbox One, o adaptador conta com a integração dos botões Xbox Nexus, Visão e Menu à lista de características da versão atual do Comando Universal Gaming para Android e pode ser usado também em jogos para Android compatíveis disponíveis na Google Play Store.
Já disponível na loja da Razer, Amazon e outros revendedores autorizados, o Razer Kishi para Android pode ser adquirido por 109,99€ e inclui acesso de 14 dias de experiência do Xbox Game Pass Ultimate.
A PlayStation revelou mais três jogos que acabaram de chegar ao catálogo da sua plataforma de streaming, PS Now.
A partir de agora, os subscritores do PlayStation Now para PC e PlayStation 4 vão poder viajar pelo mundo na pele do Agente 47 e eliminar alvos da forma mais criativa que tiverem em mente com Hitman 2, que irá ficar disponível na plataforma até ao dia 1 de fevereiro de 2021.
Para os jogadores que procuram aventura em terras desconhecidas, Greedfall é também uma nova adição a meter no backlog. O RPG de fantasia e ação em mundo semi-aberto onde todas as escolhas contam fica disponível de forma aparentemente permanente no serviço.
Por fim, a terceira adição é para quem procura desafios e emoções fortes com o aclamado side-scroller rogue-like, Dead Cells, que fica disponível por tempo limitado até ao dia 1 de fevereiro de 2021.
O PlayStation Now é também compatível com o PC, estando disponível em três modalidades, com um mês a custar 9.99€,três meses a custarem 24,99€ e 12 meses a custarem 59,99€. Mas antes de se lançarem nesta aventura, há ainda sete dias de teste para garantir que conseguem jogar estes jogos nas melhores condições possíveis.
São 4.900 m2 carregados dos produtos que tão bem conhecem. O UBBO tem, portanto, a maior loja Primark de Lisboa.
Após mais de um ano de obras, aquela que foi a primeira loja da marca Primark em Portugal, tendo aberto em 2009 no centro comercial UBBO, surge agora totalmente remodelada com um total de 4.900 m2, onde os visitantes são convidados a viver uma experiência de compra renovada.
Esta mudança é visível ainda antes de se entrar na loja, uma vez que a fachada foi totalmente remodelada, diferenciando-se pela sua volumetria e design. E claro, os preços baixos já conhecidos continuam garantidos.
A par desta renovação, o UBBO foi ainda escolhido pelo sucesso internacional Eyebrow Design para a abertura da primeira loja na capital. A Eyebrow Design surge como reforço da vertente de saúde e beleza disponível no UBBO e oferece uma técnica exclusiva que alia estética e saúde no tratamento e cuidado da sobrancelha. De referir ainda a nova loja Trofa Saúde, que, ao estar mais perto dos visitantes, pretende dar apoio aos serviços do Hospital.
Há também novidades na restauração neste centro comercial, com a abertura de quatro novos espaços: o Cucurico, integrado no The Hood, o Italian Republic, a Padaria do Bairro e, mais recentemente, o 100 Montaditos, na Praça Central do UBBO.
Basta comprar, chegar e levantar. O serviço é gratuito.
A Ceetrus Portugal acaba de disponibilizar o novo serviço Drive & Smile nos seus quatro Centros Comerciais Alegro da região da grande Lisboa – Alfragide, Montijo, Setúbal e Sintra – tornando possível aos clientes recolherem as suas encomendas de forma fácil, sem sair do carro e sem custos associados.
Neste serviço, a entrega das compras é realizada no parque de estacionamento de cada um dos centros, nos pontos de recolha devidamente identificados.
O funcionamento do serviço Drive & Smile é muito simples: basta encomendar os produtos desejados por email ou telefone numas das lojas aderentes; efetuar o pagamento e agendar a recolha junto do lojista; e, por fim, levantar as compras no ponto de recolha Drive & Smile no dia marcado.
No que tocas às lojas aderentes, tal depende do centro comercial em questão, mas podem consultar as respetivas listas aqui.