Análise – Ary and the Secret of Seasons

Uma aventura pelas estações do ano.

Ary and the Secret of Seasons

Existe algo de mágico num jogo de aventuras, nos seus mundos extensos e exploráveis, nos puzzles e nas mecânicas limadas que nos levam muitas vezes a enfrentar impérios maldosos, feiticeiros milenares ou as próprias forças da natureza. A fórmula é clássica, composta por uma viagem do herói, e existe sempre uma aposta numa estrutura onde a narrativa e a exploração se unem. No entanto, tudo pode cair por terra se os elementos não estiverem num equilíbrio perfeito e no caso de Ary and the Secret of Seasons, o seu desempenho e imaginação.

Como Ary, temos uma missão hercúlea pela frente. Num mundo onde as estações do ano estão em colapso, a jovem tem de ajudar a família e a sua aldeia à medida que tenta descobrir o paradeiro do seu irmão mais velho. Ary é destemida, muito cómica e com um brilho reconfortante nos olhos que lhe dá uma energia sobre-humana. Mesmo contra todas as adversidades, a jovem não hesita e aventura-se por um mundo à beira do fim, repleto de hienas, puzzles e mistérios, tornando-se num dos destaques da campanha deste jogo problemático.

A aventura leva Ary a explorar várias zonas distintas, interligadas por um mapa extenso, onde poderá descobrir novos aliados, missões secundárias, acessórios e armas que lhe permitem continuar a lutar. Ary and the Secret of Seasons é um típico jogo de aventura e transmite uma aura de nostalgia que nos transporta diretamente para a era da PS2, de Jak & Daxter e de Okami. O mundo é muito colorido, as personagens não são meros cartões de papel e servem sempre um propósito, e a progressão mantém-nos agarrada à sua jogabilidade que mistura ação com elementos RPG.

Infelizmente, Ary and the Secret of Seasons só se destaca pela sua mecânica de alteração das estações do ano, com o combate a ser muito básico – apesar de apresentar um contra-ataque, um botão de desvio e melhorias para os atributos de Ary – e o desempenho a prejudicar constantemente a nossa aventura.

Mas vamos primeiro ao positivo. O grande destaque de Ary and the Secret of Seasons é a sua aposta na manipulação do tempo e das suas estações. Através de amuletos mágicos, Ary consegue invocar, numa área limitada, uma das quatros estações, alterando os cenários à sua volta. Esta mecânica ganha vida nos puzzles e nas masmorras da campanha, muito à semelhança de The Legend of Zelda, onde podemos manipular objetos e os cenários para conseguirmos chegar a um baú ou à saída. Imaginem que têm o poder do inverno e que a masmorra está livre de gelo e numa primavera perpétua. Com o amuleto, Ary consegue congelar a água e os inimigos para criar plataformas que lhe permitem avançar. As alterações visuais têm sempre impacto e é surpreendente ver como as masmorras mudam de estação para estação.

Ary and the Secret of Seasons

Os quebra-cabeças não são muito desafiantes e muito deles requerem apenas alguma destreza e o timing certo, mas há uma progressão interessante ao longo das masmorras que consegue encontrar um equilíbrio entre uma aventura para os mais novos e os desafios ideais para os jogadores experientes no género. Para além dos amuletos, Ary pode utilizar amplificadores que exponenciam o poder das estações e funcionam numa área mais extensa. Estes objetos estão no centro de muitos dos puzzles e permitem uma maior combinação dos poderes. No entanto, são limitados, aparecendo só em locais específicos dos mapas, e a sua utilização é previsível, juntamente com a dificuldade reduzida dos puzzles e a linearidade das masmorras.

Nos melhores momentos, Ary and the Secret of Seasons é um competente jogo de aventuras com uma aura nostálgica que quase se assemelha a um filme de animação, com um mundo livre e várias localizações para descobrirmos ao longo de 5 a 10 horas. Nos piores momentos, é um desastre técnico, apresentando um desempenho repleto de soluços, bugs visuais, animações robóticas e uma falta de qualidade alarmante. Apesar da sua aposta na exploração, o mundo é pouco apelativo, a jogabilidade flutua entre a solidez de um jogo de plataformas e a falta de controlo de uma produção de baixo orçamento, com Ary a ficar presa nos cenários, os saltos a serem pouco precisos e o combate a relegar-se quase exclusivamente a um botão.

O desempenho é o maior transtorno deste jogo e custa ver o quanto prejudica a nossa experiência ao longo da campanha. Encontrei falhas nos cenários que me permitiram, por exemplo, nadar debaixo de um lago gelado apenas porque a produtora se esqueceu de preencher o lago na totalidade. Os modelos das personagens são tão assustadores que se cria uma sensação de estranheza, com alguns NPCs a rivalizarem o que vimos em Skylight Freerange 2: Gachduine. Não quero ser injusto, mas é uma pena, especialmente quando Ary é uma personagem tão adorável, mas acaba por destoar num mundo que quer ser um desenho animado e que acaba por ser uma produção direta para vídeo. E à medida que exploramos e encontramos cenários limitados, alguns deles que parecem estar inacabados, e repletos de problemas técnicos, a nossa vontade vai diminuindo e ficamos cansados. Muitos de vocês não vão chegar ao final.

Terá sido ambição a mais? Problemas de produção? Não sei o que levou Ary and the Secret of Seasons a ser uma aventura tão desnivelada, mas é uma pena. Esta estrutura clássica, o seu mundo interligado e a aposta em masmorras é uma fórmula vencedora, e a eXiin quase conseguiu atingir esse patamar, mas tropeçou no desempenho. É uma pena, mas existem ainda momentos de criatividade e a alteração entre as estações do ano, em qualquer parte do mundo, é sempre interessante de ver. Faltou mais alma.

Nota: Satisfatorio

Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch
Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela Dead Good Media.

A sequela de Borat existe e foi filmada em segredo

Resta saber quando é que poderemos ver a nova película.

Borat

Quando estreou, em 2016, o filme Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan deu muito que falar, principalmente por contar com Sacha Baron Cohen, que já tinha dado vida à personagem no programa Da Ali G Show. Fosse pela falta de bom senso ou simplesmente por ser inusitado, a verdade é que tanto críticos como público em geral adoraram o filme, arrecadando mais de 260 milhões de dólares a nível mundial, e isto tendo em conta o reduzido orçamento de 18 milhões de dólares.

Pois bem, há muito que se fala numa sequela, e esse projeto pode estar mesmo a chegar. Segundo o portal Collider, Borat 2 foi filmado em segredo e já terá sido apresentado a algumas personalidades da indústria do cinema.

Não se sabe ao certo qual o argumento, mas a mesma fonte indica que o repórter do Cazaquistão, agora imensamente popular devido aos acontecimentos do primeiro filme, tenta disfarçar-se para continuar a entrevistar pessoas.

De resto, não existem mais detalhes. Não se sabe ao certo o que acontecerá a este Borat 2, mas tendo em conta o panorama mundial, é bem provável que alguém serviço de streaming pague pelos direitos de exibição da película.

Também não foi revelado se o realizador do filme original, Larry Charles, bem como o produtor Jay Roach, estão envolvidos no projeto. Em todo o caso, há quem acredite que esta sequela será disponibilizada ao público antes das eleições dos Estados Unidos, de modo a incentivar os jovens a votar.

Análise – Kingdom of Amalur: Re-Reckoning

Redescubram este RPG de ação, mas não contem com grandes melhorias.

Kingdom of Amalur: Re-Reckoning

A THQ Nordic continua a fazer o trabalho dos deuses ao recuperar séries e franquias perdidas no tempo, criando remasterizações de títulos clássicos ou apostando em continuações que pareciam ser impossíveis. Darksiders, Titan Quest, Destroy All Humans!, entre outros, são apenas alguns dos projetos que a companhia ajudou a revitalizar. Chegou a vez de Kingdom of Amalur ter uma segunda oportunidade junto dos fãs de RPGs e quebrar finalmente a sua imagem como jogo de culto. Infelizmente, temos o exemplo de um excelente jogo numa edição que fica aquém do esperado, de tal modo que me vejo indeciso sobre qual recomendar.

De facto, estou curioso para saber o impacto que Re-Reckoning, que conta com todos os DLCs do original, irá provocar junto dos jogadores. Apesar de ser um belo RPG de ação com um sistema de combate dinâmico, muitas opções de personalização – desde as classes, que poderão ser combinadas, às habilidades e armas –, magias e um leque interessante de inimigos (humanos e fantásticos), juntamente com um mundo muito colorido, inspirado por bandas desenhadas – e saído da mente de Tim Coman e Todd McFarlane –, com a sua própria mitologia e raças, a verdade é que Kingdom of Amalur é o mesmo jogo que encontrámos em 2012.

É certo que temos gráficos aprimorados, mais brilhantes e definidos, e existe um trabalho de som mais claro e detalhado, mas fora estas melhorias visuais e sonoras, o RPG pouco ou nada mudou neste salto temporal. Na verdade, esta atualização não surpreende e, depois de nos habituarmos à nova definição dos modelos e dos cenários, começamos a ver as texturas envelhecidas, os bugs visuais e os loadings extensos que condicionam a aventura sempre que entramos ou saímos de uma masmorra. O principal foi trabalhado, mas Kingdom of Amalur nunca esconde a sua idade.

Apesar da falta de inovação, não deixa de ser um bom RPG de ação. Na verdade, é um dos mais divertidos, completos e recheados que joguei em 2020, mesmo com a sua idade. O mundo é interessante, há um enorme sentido de humor e os cenários são extensos, mas não em demasia, motivando-nos a explorar tudo o que está à nossa volta. A estrutura do jogo é tão sólida e vocacionada para o jogador que parece ter sido feito à medida, com as missões secundárias a estarem espalhadas por todo o mundo de forma equilibrada. É raro chegarmos a uma ponta do mapa e não encontrarmos um item raro, um baú por abrir – por lockpicking – ou um pedaço de história deste mundo enorme. Fui transportado para 2012, mas desta vez no bom sentido.

No entanto, as masmorras pecam por serem tão lineares e maioritariamente descartáveis, servindo, muitas vezes, como palco para uma missão específica e não mais.

Como RPG, Kingdom of Amalur dá uma enorme liberdade de personalização aos jogadores. Mesmo não sendo um exemplo de destaque, existindo jogos que vão ainda mais além, é interessante ver como a 38 Studios conseguiu equilibrar esta aposta na liberdade com a simplicidade da jogabilidade, procurando satisfazer fãs do género e os jogadores mais curiosos. Para além das classes (Finesse, Might e Sorcery), é possível desbloquear talentos que dão à nossa personagem a possibilidade de abrir baús mais difíceis, negociar e convencer através de diálogo, e melhorar a sua aptidão na alquimia e crafting: dois elementos muito presentes na campanha. É inovador? Nem pensar, mas Kingdom of Amalur destaca-se pela sua solidez e pela forma como todos os seus elementos se complementam para nos dar um bom RPG repleto de ação e humor.

A nova edição conta com todos os DLCs lançados na geração passada – intitulados The Legend of Dead Kel, Teeth of Naros e Weapons and Armor Bundle –, e é um pacote ideal para os que, como eu, não tiveram a oportunidade de jogar Kingdom of Amalur no passado. Mesmo com este bónus, Re-Reckoning é um produto estranho que chega ao mercado a meio-gás. As melhorias estão lá, tanto a nível gráfico, como de desempenho – apesar de alguns soluços –, mas não são tão substanciais como se previa.

É uma remasterização segura que vale pelo jogo em si e não pelas novidades. Até certo ponto, não sei se farão bem em poupar dinheiro nas versões anteriores.

Nota: Bom

Plataformas: PC, PlayStation 4 e Xbox One
Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela Dead Good Media.

Empório do Choco. Azeitão tem um novo restaurante onde o choco é rei e senhor

Mas há também outras opções para quem não é fã.

Empório do Choco

Quem vive no distrito de Setúbal decerto estará a par dos restaurantes do grupo Empório Sabores, que além de ter os restaurantes Kodachi, dedicados ao sushi, em Setúbal, Sintra, Moita, Azeitão e Barreiro, tem também uma Picanharia no Barreiro.

Pois bem, hoje, dia 8 de setembro, foi inaugurado um novo estabelecimento do grupo. Chama-se Empório do Choco, fica em Azeitão e só pelo nome sabem o que reina naquele espaço.

Localizado Rua de Lisboa Nº 367 E, o Empório do Choco promete conquistar não só aqueles que veneram choco, mas também quem não aprecia. Como? Com um belíssimo menu.

Nas entradas, podem começar a refeição com Bolinhas de choco, Bolinhas de alheira com maçã ou Queijo de cabra com mel. Podem depois seguir para vários petiscos, como Saladinha de choco, Choquinhos ao alho ou Tiras de frango com mostarda e mel.

Já nos pratos principais há opções que parecem deliciosas só de ler: Risotto de choco, Polvo na frigideira com amêijoa ou Bacalhau à Empório. Para quem não é fã dos produtos do mar, tem sempre dois bifes à disposição: Bife de Azeitão (280g de bife do lombo gratinado com queijo de Azeitão, acompanhado com batata frita) e Bife terra e mar (280g de bife do lombo com gambas, acompanhado com batata frita).

Há ainda duas saladas no cardápio, bem como três hamburgueres, onde se destaca aquele que leva choco.

No que toca a sobremesas, são cinco: Fruta da Época, Mousse de chocolate, Mousse de lima, Bolo de chocolate e Creme Brulé.

E para aqueles que preferem algo mais rápido e barato? Nesse caso podem optar pelo prato do dia. Seja peixe ou carne, o preço é o mesmo: 6,50€. É também possível ir buscar choco frito para comer em casa: 250g custam 8,50€, ao passo que 500g custam 15€.

Se vos pareceu bem, só têm mesmo de passar pelo espaço. O Empório do Choco está aberto de terça a domingo, funcionando das 12h às 23h.

Análise – Marvel’s Avengers

Uma carta de amor aos Avengers, num envelope genérico.

Após atrasos, fases de beta experimentais e algumas confusões, os Vingadores estão de regresso ao mundo dos videojogos com uma nova aventura e uma nova versão dos heróis que nos encheram os ecrãs de cinema durante os últimos 10 anos.

Marvel’s Avengers chega-nos pelo estúdio da Square-Enix, a Crystal Dynamics, que nos últimos tempos andou concentrado nas mais recentes aventuras da icónica Lara Croft. Pegando na experiência de criar jogos com uma forte componente narrativa, com ação e exploração, a Crystal Dynamics agarrou nas populares personagens da banda desenhada e do cinema e tentou expandir a sua experiência de criação de mundos em todas as direções, num jogo que corre o risco de perder identidade, mas que, no fim do dia, se revelou muito mais sólido e coeso do que muitos curiosos e fãs, e eu em particular, estavam à espera.

As minhas expectativas com Marvel’s Avengers estavam baixas muito por causa do marketing em volta do jogo e da minha experiência nas fases de beta que aconteceram em agosto, que revelavam um jogo demasiado focado na experiência multijogador, com um registo banal, repetitivo e, acima de tudo, com um tom absurdamente cínico. Não posso mentir e dizer que alguns dos meus preconceitos não acabaram por ser verdade no jogo final, mas encontrei tanto de bom e inesperado em Marvel’s Avengers que os meus receios foram completamente eclipsados, ou pelo menos não me estragaram a experiência.

Marvel’s Avengers avisa-nos logo no início que devemos jogar a campanha e passar a sua história. É, sem dúvida alguma, uma excelente ideia, isto para não apanharmos potenciais spoilers nas missões públicas, e porque é, de facto, e inesperadamente, o aspeto mais positivo de Marvel’s Avengers.

A Square-Enix e a Crystal Dynamics nunca esconderam e existência de uma campanha, antes pelo contrário, mas olhando para trás, parece-me que não a promoveram tão bem como deviam. Com uma jornada que dura entre 15 a 20 horas de jogo, levando-nos numa viagem pelo mundo enquanto recrutamos aliados para a nossa missão final, culminando num fantástico clímax, só a componente a solo de Marvel’s Avengers é, por si só, um excelente jogo de ação e aventura.

Marvel’s Avengers

Apesar do nome, Marvel’s Avengers é, na verdade, a história de origem de uma das heroínas mais recentes do universo da Marvel, Ms Marvel, ou Kamala Khan, uma jovem paquistanesa-americana que adora os Vingadores, em particular a Captain Marvel, e que, por ironia do destino, após uma catástrofe, ganha super-poderes. Não só é um evento que muda a sua vida, como serve também de cartão de entrada para o grupo que tanto admira.

Marvel’s Avengers mostra-nos uma versão desta origem e, ao mesmo tempo que nos dá oportunidade de jogar enquanto os restantes cinco Vingadores disponíveis ao longo da sua história, deixa-nos assistir à evolução desta nova personagem como se esta fosse realmente a protagonista. É um pouco como Captain America: Civil War, onde temos o herói titular como o centro das atenções e o restante elenco a oferecer suporte ou desafios.

Ao longo da nossa aventura, vamos visitando vários locais e níveis em diferentes formatos e estilos de jogo, que variam entre o registo de aventura, plataformas e exploração, como um Tomb Raider ou Uncharted, onde resolvemos puzzles ambientais e procuramos colecionáveis. Temos níveis mais lineares entre corredores e ruas e, por fim, temos áreas mais abertas, com objetivos e caminhos alternativos e muitos segredos por explorar.

A campanha de Marvel’s Avengers mostra o bom e o mau do jogo, no sentido em que, quando é focado na história e na narrativa, tudo parece ter sido desenhado com o maior dos cuidados, com uma apresentação sólida e polida, acompanhada por excelentes sequências, diálogos e escrita. Por outro lado, a mesma campanha acaba por cair no lado mais genérico do jogo, tanto na apresentação de locais como nos cenários desenhados a pensar na cooperação, com caos e atividades repetitivas. Ainda assim, é de louvar o lado mais cinemático desta experiência, onde se nota um enorme carinho e respeito pelo material em que se inspira, com momentos que nos deixam ficar tão ligados ao jogo e que são capazes de emocionar os maiores fãs.

Com alguns dos visuais mais impressionantes na geração, em particular nas cinemáticas e algumas sequências de ação mais dinâmicas e explosivas, Marvel’s Avengers comporta-se de forma fantástica, mas não está livre de problemas. Tive oportunidade de experimentar o jogo tanto numa Xbox One X como numa Xbox One original e as experiências de jogo são tão distintas como jogar o mesmo jogo em gerações diferentes. Na máquina original, a fluidez de jogo está altamente comprometida, assim como a resolução, que dá um efeito muito desfocado à imagem. Já na Xbox One X temos uma fidelidade gráfica limpa e brilhante, com uma fluidez bastante constante, exceto em momentos mais caóticos onde luzes, explosões e outros efeitos pirotécnicos afetam o desempenho, mas sem estragar o ritmo da ação.

Marvel’s Avengers

A Xbox One X oferece ainda uma opção interessante de desempenho, onde o jogo reduz a qualidade de imagem para melhorar a fluidez. Ao longo da jornada principal confrontei-me ainda com bugs chatos, como legendas dessincronizadas, itens interativos que não respondiam e loadings infinitos que obrigavam ao reinício do jogo. No geral, são problemas que não comprometem a experiência geral do jogo, mas, para um jogo na sua fase de lançamento, revelam que houve alguma pressa em mandá-lo cá para fora.

A jogabilidade, ou a variedade de formas de jogar, é também um dos grandes destaques de Marvel’s Avengers, deixando-nos controlar seis heróis diferentes ao longo da sua campanha, quer em missões dedicadas a cada um deles, quer em missões de treino ou outras mais genéricas, ou até em missões que avançam na história.

Cada herói tem uma forma muito diferente de jogo, mas de fácil adaptação graças aos controlos de ação básica semelhantes. Todos eles partilham uma ou outra forma de jogar semelhantes entre si, mas igualmente diversas. Por exemplo, Thor e Captain America são semelhantes graças às armas de arremesso icónicas, mas, ao mesmo tempo, Thor pode voar como Iron-Man e Captain America usa ataques mais táticos e ágeis como Black Widow. A Viúva Negra também partilha modos de deslocação com Kamala, que, por sua vez, conseguimos controlar de forma muito semelhante com Hulk. A passagem de herói para herói é bastante orgânica e abre espaço para criar preferências e táticas em campo de batalha, percebendo contra quem são mais ou menos úteis, uma vantagem que pode ser a chave para o sucesso em missões cooperativas com amigos.

A progressão de personagem, além de nos dar a cesso a mais skins e experiência que nos torna mais fortes, permite que possamos evoluir cada herói com novos ataques e habilidades, numa extensa árvore de skills que, uma vez desbloqueada, transforma por completo o ritmo do jogo, substituindo ataques simplificados e repetitivos por incríveis combos pausados que são um deleito de ver a acontecer no ecrã e que, em parte, lembram uma jogabilidade não muito diferente de um Devil May Cry ou um Nier.

Admito que Marvel’s Avengers podia viver bem da sua campanha, ainda que gostasse que algumas missões fossem melhor trabalhadas e mais relevantes para a história, e gostava até que as missões secundárias de cada herói se inserissem melhor na narrativa, já que podem ser feitas pós-jogo e parecem mesmo missões genéricas de segunda. Mas temos também o multijogador que, apesar das críticas e do formato, entendo e aplaudo de alguma forma a sua existência.

Não há dúvidas que este é o lado mais “cínico” do jogo, sendo também o mais redundante e o que apresenta o mais genérico que há no género, mas é a oportunidade perfeita para os amigos celebrarem o elenco da Marvel na pele dos seus heróis favoritos.

Focado na cooperação, cada sessão de jogo permite que quatro jogadores se juntem à luta no fato do seu herói favorito em diferentes tipos de missões que podem até ser de história, mas a sua maioria é de busca de recursos, exploração, limpeza de áreas e de lutas contra hordas de inimigos. Em condições ideais e com acesso à comunicação entre jogadores, as sessões podem ser extremamente divertidas, distribuindo tarefas ajustadas a cada um dos heróis, que podem focar-se na defesa, ofensa e suporte, ativando habilidades partilhadas ou participando em combos cooperativos.

Para já, o multijogador recai, infelizmente, na repetição, com sessões relativamente curtas, de desafio variável, dependendo da dificuldade escolhida e do nível das personagens, com foco na acumulação de recursos e créditos de jogo para desbloquear mais conteúdo. Algo que poderá evoluir no futuro com a adição de novos modos e heróis.

Também infeliz é toda a experiência fora do jogo propriamente dito, isto é, com menus desnecessários, tempos de espera longos ou quebrados e uma acessibilidade complexa.

Os bugs recorrentes podem estragar sessões de jogo já a decorrer. Há, por vezes, loadings infinitos, outras vezes é difícil de encontrar jogadores e a quantidade de menus e elementos a estudar podia ser muito mais simplificada e direta. Como está, explorar diferenças entre melhorias e itens que melhoram o desempenho das personagens não é sequer divertido, pelo que acabamos por simplesmente escolher aqueles que têm números de status mais altos.

Apesar da sua vertente multijogador apenas satisfatória, mas com potencial para crescer, Marvel’s Avenger contém um ótimo jogo lá para o meio, especificamente a sua campanha, que pode (e deve) ser jogada a solo. É provável que possa a estar benevolente na minha apreciação ao jogo, mas a verdade é que Marvel’s Avengers surpreendeu-me onde achava que ia falhar, tendo-me agarrado durante horas a fio à jornada da adorável Kamala, que serviu de avatar enquanto conhecíamos pessoalmente os “Maiores Defensores da Terra” e tentávamos juntar de novo esta equipa para uma das maiores ameaças que já enfrentaram.

Mesmo com os seus defeitos e problemas, Marvel’s Avengers é um jogo fantástico para os fãs. Uma mistura de géneros, ideias e de visões, mas que guarda muitas emoções e um carinho tremendo pelo legado da Marvel que, apesar do que muitos novos fãs pensam, não começou nos cinemas.

Nota: Muito Bom

Plataformas: PC, PlayStation 4 e Xbox One
Este jogo (versão Xbox One) foi cedido para análise pela Bandai Namco.

Breath of the Wild recebe uma prequela com Hyrule Warriors: Age of Calamity

Antes da sequela, o maior jogo da série Zelda na Nintendo Switch vai viajar no tempo.

A Nintendo e a Koei Tecmo revelaram um novo jogo da série Hyrule Warriors que será um novo capítulo do universo Zelda, mais especificamente de The Legend of Zelda: Breath of the Wild.

Hyrule Warriors: Age of Calamity é uma sequela, em espírito, do jogo Hyrule Warriors, de 2014, e uma prequela real de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, que troca a exploração e progressão de RPGs por pela ação e adrenalina de um hack and slash.

A história do jogo irá passar-se 100 anos antes dos eventos de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, onde iremos conhecer como aconteceu a Great Calamity, que colocou Link num sono profundo. Nesta aventura, vamos lutar contra hordas de inimigos em batalhas épicas e controlar vários heróis conhecidos em The Legend of Zelda: Breath of the Wild, como a princesa Zelda e os quatro Champions.

Juntamente com o trailer de revelação, a Nintendo revelou também um vídeo de desenvolvimento onde ficamos a conhecer em mais detalhe este novo título que irá, certamente, satisfazer as delícias dos fãs, enquanto The Legend of Zelda: Breath of the Wild 2 não chega.

Hyrule Warriors: Age of Calamity tem data marcada para a Nintendo Switch a 20 de novembro.

Uber quer ser uma plataforma com zero emissões até 2040

Tal significa que 100% das viagens serão realizadas através de Veículos Zero Emissões (VZE), transportes públicos e da micromobilidade.

Uber Comfort

10.000 cidades, seis continentes e zero emissões. Tudo isto até 2040. Esse é o objetivo da Uber, que anunciou hoje o compromisso global de, daqui a 20 anos, ser uma plataforma de mobilidade com zero emissões.

Os mercados europeus estão a liderar este caminho da eletrificação da indústria de ride-sharing. Até 2025, 50% do total dos quilómetros percorridos na plataforma da Uber em sete capitais europeias (Lisboa, Amsterdão, Berlim, Bruxelas, Londres, Madrid e Paris) serão realizadas em VZE.

A Uber tem apostado no mercado português para estrear novos serviços. Em 2016, por exemplo, a empresa lançou pela primeira vez as viagens Uber Green, com veículos 100% elétricos.

Além disso, existe uma parceria com a LeasePlan que permite aos parceiros que usam a aplicação terem acesso a veículos elétricos a preços mais acessíveis, através de um produto renting com todos os serviços incluídos. Há também uma parceria com a Power Dot, na qual os motoristas Uber têm acesso exclusivo a hubs de carregamento elétrico a preços competitivos. A startup portuguesa dispõe de um total de seis hubs de energia em todo o país, com 14 pontos de carregamento que permitem mais de 1000 carregamentos diários dos motoristas parceiros.

Em Portugal, já foram realizadas mais de sete milhões de viagens 100% elétricas através do Uber Green e a Uber estima que as viagens feitas por veículos eléctricos através da aplicação já pouparam 9 mil toneladas de emissões CO2, o que equivale a 37 mil viagens de avião entre Lisboa e Nova Iorque.

De resto, realçar que, desde o passado mês de julho, a Uber passou apenas a aceitar veículos adicionais elétricos na plataforma.

Município do Porto lança plataforma online dedicada aos jovens que querem estudar na cidade

A plataforma vai servir também para apoiar a realização de atividades e programas.

O Município do Porto acaba de lançar o projeto Study in Porto, uma plataforma de informação online direcionada a todos os jovens que pretendam vir estudar para a cidade.

Os estudantes interessados seguir o seu percurso académico na cidade do Porto encontram no site um conjunto de informações úteis (em Português e Inglês), capazes de auxiliar o seu processo de integração.

Das ofertas de ensino e investigação na cidade, passando pelo alojamento, até dicas sobre a mobilidade no interior do concelho, as partilhas são de âmbito diversificado, e incluem ainda oportunidades de emprego e sugestões para atividades culturais e lúdicas.

O Study in Porto tem na sua génese uma estratégia de cooperação, que começou a ser desenvolvida entre o Município do Porto e a Federação Académica do Porto (FAP), e que depois foi alargada e enriquecida com o envolvimento da Universidade do Porto, Instituto Politécnico do Porto, Universidade Católica Portuguesa – Centro Regional do Porto, Universidade Fernando Pessoa, Universidade Lusíada – Norte, Escola Superior de Enfermagem do Porto, Universidade Portucalense Infante D. Henrique, Universidade Lusófona do Porto, ISAG -European Business School, Uniplaces, Inspire Future, Erasmus Student Network – Porto e Comissão Fulbright.

A plataforma vai servir também para apoiar a realização de atividades e programas, com vista à promoção do Porto enquanto destino de excelência na área do conhecimento e da inovação.

Crítica – First Cow

Um filmes simples e com uma ótima mensagem, mas pode não ser para qualquer um.

First Cow

Sinopse: “Um cozinheiro solitário e habilidoso, Cookie (John Magaro), viajou para o oeste e juntou-se a um grupo de caçadores de peles no território de Oregon, embora apenas encontre uma conexão verdadeira com um imigrante chinês, King-Lu (Orion Lee), também em busca da sua fortuna. Depressa os dois colaboram num negócio de sucesso, embora a sua longevidade dependa da participação clandestina de uma vaca leiteira de um rico proprietário que vive nas redondezas.”

Adoro assistir a filmes o mais “cego” possível: sem trailers e com uma quantidade mínima de informações sobre o enredo (ou nenhuma). A A24 tornou-se um estúdio tão popular que nem preciso de saber mais nada sobre o filme, aceito sempre ver. Universal, Paramount, Warner Bros., Disney e Columbia podem ser os “Big Five” dos estúdios de cinema, mas gradualmente as pessoas estão a começar a desviar a sua atenção para estúdios menores e independentes que nos fazem chegar menos filmes por ano, mas com um rácio maior de películas excecionais. Este é, também, o primeiro filme que vejo de Kelly Reichardt. Uma pesquisa rápida demonstra que os seus projetos estão destinados a dividir fortemente críticos e público, logo de que lado fico desta vez?

Não querendo parecer condescendente, mas First Cow pertence à categoria de filmes que o público odeia e os críticos adoram simplesmente devido ao ritmo lento e à história minimalista. O público verá este filme como uma história aborrecida, longa e vazia de quaisquer eventos, enquanto que críticos não só apreciarão os seus notáveis atributos técnicos, mas também a narrativa bonita e simples que entrega uma mensagem bastante importante sobre amizade, lealdade, mas também sobre ganância e poder. Não me encontro em nenhum dos extremos, mas estou claramente do lado positivo. No geral, concordo com os elogios e críticas negativas de cada grupo.

Por um lado, esta pequena história é refrescante e muito relaxante, tendo em conta que Hollywood encontra-se repleto de blockbusters visualmente avassaladores. É um par de horas estranho, mas terapêutico, onde o espetador segue dois amigos a tentar, simplesmente, viver. Cookie tem as habilidades culinárias e ideias inteligentes, enquanto King-Lu usa o seu sentido de oportunidade para dar vida às ideias do seu amigo. A química entre John Magaro e Orion Lee é fenomenal, transformando a amizade das personagens em algo incrivelmente autêntico. Os diálogos são espontâneos e realistas. A edição (também realizada por Reichardt) contém poucos cortes, deixando as conversas fluírem naturalmente e a ação desenrola-se através de um ritmo lento e calmo (na vida real, as coisas não chegam rapidamente umas após as outras).

First Cow

Por outro lado, a narrativa simplista de First Cow também é bastante previsível e perde a atenção do espetador ocasionalmente devido ao constante arrasto de várias sequências onde nada realmente acontece, tanto em termos de história como de personagem. É, sem dúvida, um slow-burn, algo que não tem nada de errado, mas não é capaz de ser eficaz durante todo o tempo de execução. A cinematografia de Christopher Blauvelt é deslumbrante e a banda sonora subtil de William Tyler é particularmente agradável, mas os visuais e a atmosfera não conseguem carregar um argumento inteiro por mais de duas horas. Quando a história entra num ciclo de eventos mais “ativo”, é definitivamente cativante, mas encontra-se presa durante períodos curtos espalhados ao longo de todo o filme.

No final, o argumento bem escrito de Reichardt e Jon Raymond transmite uma mensagem muito simpática desenvolvida através de duas personagens que precisam de encontrar uma maneira de ganhar a vida. As suas personalidades são distintas, equilibrando a amizade com as qualidades e falhas pessoais de cada um. Reichardt pega na narrativa co-escrita e dá-lhe uma excelente direção, o que aparentemente ofereceu a esta dupla grande sucesso nas suas carreiras. Espero que continuem a fazer filmes para todos gostarem, uns mais do que outros.

Assim, First Cow possui uma das marcas registadas do estúdio A24: storytelling não convencional. Kelly Reichardt e Jon Raymond entregam um argumento bem redigido, contando uma história minimalista que provavelmente dividirá críticos e público devido ao seu ritmo propositadamente lento e à narrativa vazia de eventos. Reichardt, que também editou o filme, agarra-se à premissa simples e emprega uma realização realista, terra-a-terra e com várias camadas, caraterizada por conversas genuínas e uma amizade verdadeira. John Magaro e Orion Lee oferecem prestações perfeitas, elevando as personagens com uma química emocionalmente palpável. Uma cinematografia bela e uma banda sonora subtil ajudam o filme a criar uma atmosfera relaxante diferente dos filmes habituais de Hollywood.

No entanto, o tempo de execução de First Cow apresenta momentos que se arrastam em demasia. A história tem um desenvolvimento previsível e, embora a mensagem do filme seja bonita, pode-se tornar uma aventura um pouco aborrecida de se experimentar. No geral, recomendo a qualquer leitor que deseje assistir, em paz e sossego, a um filme simples com uma ótima mensagem sem se importar com quanto tempo demora para chegar ao fim.

Viajar na Free Now ficou mais barato (na opção Ride Eco)

E não só o cliente paga menos, como os motoristas também têm uma redução na comissão.

no caminho

A partir de hoje, a opção Ride Eco na app Free Now, que permite que sejamos transportados em carros elétricos, está mais barata, tanto em Lisboa como no Porto.

As tarifas aplicadas na opção Ride Eco passam a ser cerca de 8% mais baratas do que a tarifa normal (valor variável entre 8 e 10% dependendo da duração e distância da viagem), abrangendo a frota TVDE FREE NOW de carros ecológicos e com motores amigos do ambiente.

A empresa baixa também a comissão dos motoristas, que passa de 15% para 13,5%, nesta opção, ficando acima de metade dos valores praticados no mercado.

Recorde-se que a Free Now passou a integrar a Kapten e Hive na sua plataforma, sendo a única empresa de mobilidade a operar em Portugal que integra quatro opções numa só app: TVDE, táxi (também com uma tarifa fixa na opção Lite, dentro das cidades de Lisboa e Porto), bicicletas e trotinetes elétricas.

A Xbox Series S vai ser a consola mais pequena e barata da nova geração

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E será a Xbox mais pequena de sempre.

Xbox Series S

Atualização: A Microsoft entretanto confirmou as capacidades da máquina, semelhantes às da Xbox Series X mas a apostar em resoluções mais baixas, e confirmou também a data de lançamento para 10 de novembro.


Artigo Original: Querem poupar espaço e dinheiro na próxima geração? A Xbox revelou um novo modelo da sua próxima consola que irá deixar muitos jogadores curiosos em entrar na nova geração de videojogos.

Chama-se Xbox Series S e é, no fundo, uma Xbox Series X, mas com um tamanho reduzido e algumas características mais modestas, para jogadores mais casuais.

Com um preço oficial de 299€, não se conhece ainda a data de lançamento da consola ou as suas verdadeiras características, mas, segundo o Windows Central, que avançou com o anúncio deste novo modelo antes da confirmação pela própria equipa da Xbox, a Xbox Series S está desenhada para uma experiência de jogo limitada a monitores 1080P, com jogos de resolução máxima até 1440p. Fará upscale de conteúdos multimédia para 4K e irá suportar todos os jogos da nova geração com a mesma fidelidade gráfica da Xbox Series X, incluindo capacidades de ray-tracing, suporte de retrocompatibilidade completo e a utilização de discos SSD com drives NVME que permitem carregamentos super rápidos.

Apesar de faltarem confirmações, a mesma fonte especula sobre o preço da Xbox Series X, que poderá ser de 499€, com lançamento marcado para dia 10 de novembro, para ambos os modelos.

Akla Terrace. Novo spot é uma versão mais jovem do restaurante do InterContinental Lisbon

O restaurante Akla ficou ainda melhor.

Akla Terrace

O InterContinental Lisbon acaba de inaugurar um novo espaço exterior. Sendo uma extensão do conhecido e ótimo restaurante Akla, o Akla Terrace é uma magnífica esplanada com vista para o Parque Eduardo VII, apresentando-se como um spot propício a almoços de amigos, negócios ou simplesmente para desfrutar das belas opções apresentadas no menu.

Num ambiente descontraído e informal, o Akla Terrace traz até à mesa dos seus clientes pratos como saladas, pizzas variadas, bagels, hambúrgueres ou até mesmo grelhados no Josper. Do menu, destaca-se por exemplo a Salada Asiática de Atum com Abacate e Rabanete (15€), os bagels de salmão fumado, frango gelhado ou legumes mediterrâneos (7€ cada) ou até o Entrecote (25€ para 200g de carne).

Já para terminar em beleza, existem cinco sobremesas diferentes, mas algo nos diz que a Pavlova com sorbet de framboesa e creme de limão e basílico será a estrela.

Já para aqueles que não podem perder muito tempo no almoço, saibam que o Akla Terrace disponibiliza um menu executivo com sopa, prato principal, sobremesa, bebida e café por 15€. Para quem não tem mesmo tempo nenhum, pode sempre optar pelo menu de takeaway, com pratos variados e uma seleção de smoothies de fruta natural.

Ficando situado em Lisboa, a questão do estacionamento é sempre algo a ter em conta, mas nem aí precisam de se preocupar, uma vez que o restaurante oferece aos seus clientes duas horas de parque.

O Akla Terrace está aberto todos os dias, das 12h às 19h, mas tenham em atenção que o o horário de almoço é das 12h às 15h. Para reservar pode contactar, podem ligar para os números 213818725/213818700 ou enviar e-mail para aqui ou aqui.

Rolling Loud Portugal traz Cardi B e Stormzy a Portimão

2021 não terá apenas uma edição do Rolling Loud Portugal.

Cardi B

Foi em meados de maio que avançámos aqui no Echo Boomer que o festival Rolling Loud Portugal, que deveria realizar-se pela primeira vez na Europa entre 8 e 10 de julho, mais precisamente na Praia da Rocha, em Portimão, não iria concretizar-se devido à pandemia de COVID-19.

Porém, foi também nesse dia que avançámos com as datas para 2021, com este evento, dedicado ao hip-hop, a ficar programado para 6, 7 e 8 de julho do próximo ano. Agora, e já depois de conhecermos o cartaz para esses dias, eis que a organização divulgou um cartaz inteiramente novo, mas para outras datas

Na prática, quer dizer que não teremos uma, mas sim duas edições diferentes do Rolling Loud Portugal.

Esta segunda edição de 2021 acontece também na Praia da Rocha, em Portimão, mas nos dias 9 e 10 de julho. E alguns dos nomes do evento já foram revelados, sendo este encabeçado por Cardi B e Stormzy. Contudo, e tendo em conta o cartaz, parece que falta ainda confirmar um terceiro headliner, embora esta edição se realize em apenas dois dias.

De resto, saltam à vista nomes como 2 Chainz, IAMDDB, Joey Bada$$, Lil Pump e Nelly.

No que toca aos bilhetes, há um primeiro momento de pré-venda esta quinta-feira, dia 10 de setembro. No dia seguinte começa a venda geral. Os preços não foram divulgados.

Vem aí uma festa nas praias de Oeiras com muita música e sushi

A Stella Artois Yatch Fest acontece este mês.

É já no próximo dia 20 de setembro que terá lugar, em Lisboa, a primeira edição do Stella Artois Yatch Fest. Partindo de quatro docas da zona ribeirinha (consoante a embarcação contratada) às 12h, em direção às praias de Oeiras, dezenas de embarcações percorrerão o Tejo e irão parar, já no Atlântico, onde haverá muita festa, ao som dos DJs das famosas festas Swag On.

O conceito é simples e permite finalmente fazer a festa com o devido distanciamento social. Inspirado nas famosas festas do mediterrâneo, dezenas de barcos estarão parados em círculo e, num catamarã de apoio de maior dimensão, estará um DJ com sistema de som que emite para todos os barcos utilizando uma frequência de rádio. Uma vez parados, poderão ser permitidos mergulhos, caso as condições climatéricas assim o permitam.

E porque no meio de tanto sol, música e diversão a fome irá apertar, saibam que vai haver bastante sushi para cada participante, à responsabilidade do Grupo Edo Sushi.

Com a duração total de quatro horas, esta festa tem o selo “Clean and Safe” e cumprirá com todas as regras de segurança implementadas pela DGS. Fiquem a saber, por exemplo, que será feita uma medição de temperatura no check-in e que todas as embarcações serão desinfetadas antes da entrada dos passageiros.

Naturalmente, também todas as embarcações estarão equipadas com equipamentos de proteção individual e álcool gel desinfetante. Já o sushi será servido em doses individuais para cada participante.

No que toca aos bilhetes, estão já à venda, com os preços a começarem nos 525€ por veleiro.

Novo serviço da DPD permite criar lojas online

As entidades que adiram ao serviço poderão fazer expedições com ou sem conta na DPD, de forma totalmente integrada.

DPD

Com a pandemia da COVID19, as vendas online dispararam e o mercado B2C evoluiu alguns anos. Plataformas como Facebook e Instagram passaram a integrar milhares de páginas de vendas de produtos, sendo que, muitas vezes, as vendas concretizam-se via Whatsapp.

Agora, e de forma a simplificar o processo, a DPD, em parceria com a Weasy, lança a nova ferramenta DPD e-commerce, uma solução que permite criar lojas online.

Este serviço vem permitir a criação de lojas online e abrange todos os setores de negócio. As entidades que adiram ao serviço poderão fazer expedições com ou sem conta na DPD, de forma totalmente integrada.

Claro, este é um serviço pago, com os preços mensais a variarem entre os 7,90€ e os 29,90€, pelo que os interessados poderão escolher qual os mais adequados para os seus negócios.

ArrábidaShopping vai ter evento drive in com música e comédia

Gisela João, Carlão e Eduardo madeira são os convidados.

ArrábidaShopping

Chama-se Música e Comédia Drive In no ArrábidaShopping e realiza-se já entre 11 e 13 de setembro naquele centro comercial. Cada dia terá um espetáculo diferente, mas a acontecer sempre às 21h30.

No dia 11, as honras da noite cabem a Carlão. Já no dia seguinte, é a vez do humor brilhar com o conhecido Eduardo Madeira. Finalmente no dia 13, a fadista Gisela João promete encerrar em beleza o evento com a sua maravilhosa voz.

Sendo um evento drive in, tal significa que os interessados podem assistir com toda a comodidade e segurança, mas sem sair dos seus carros.

O acesso ao evento de Música e Comédia Drive In no ArrábidaShopping é realizado através de bilhetes que podem ser levantados, gratuitamente, no balcão de informações do Centro, localizado no Piso 0. Cada pessoa pode levantar um bilhete por sessão, que corresponde à entrada de um carro, e deverá, ainda, indicar quantos ocupantes terá a viatura.

Ao fazerem o check in no dia do evento, à entrada do recinto situado no parque central externo do ArrábidaShopping, receberão dois vales de desconto: um vale de 2€ a ser utilizado nos cinemas UCI Arrábida 20 e um vale de 3€ a ser utilizado na restauração do centro.

Lisboa ao Palco leva 20 concertos à Quinta da Alfarrobeira

Serão 10 noites, sempre com dois concertos em cada.

Lisboa ao Palco

De 11 de setembro a 4 de outubro, a Quinta da Alfarrobeira, em São Domingos de Benfica, Lisboa, acolhe o Lisboa ao Palco, ciclo que apresenta 10 noites de música portuguesa num total de 20 espetáculos de nomes consagrados e em ascensão.

O recinto terá uma lotação reservada a cerca de 600 lugares sentados, cumprindo todas as normas de distanciamento social, higiene e segurança enunciadas pela Direcção Geral de Saúde.

Os bilhetes encontram-se à venda pelo preço único de 15€ na Blueticket, locais habituais e no recinto.

Este é o cartaz:

  • 11 de setembro – David Fonseca (21h45)/ Joana Espadinha (20h45)
  • 12 de setembro – António Zambujo (21h45) / Buba Espinho (20h45)
  • 13 de setembro – GNR (20h) / Cordel (19h)
  • 20 de setembro – Moonspell (20h) / Murais (19h)
  • 25 de setembro – HMB (21h45) / Matay (20h45)
  • 26 de setembro – Paulo Flores & Prodígio (21h45) / Miroca Paris (20h45)
  • 27 de setembro – Bárbara Tinoco (20h) / Tainá (19h)
  • 2 de outubro – Diogo Piçarra (21h45) / Irma (20h45)
  • 3 de outubro – Amor Electro (21h45) / Viva o Samba (20h45)
  • 4 de outubro – Pedro Abrunhosa (20h) / Elisa Rodrigues (19h)

O ciclo Lisboa ao Palco é uma iniciativa da C.M. Lisboa e EGEAC, com o apoio da Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica, produzida pela Sons em Trânsito e Tejo Music Lab.

Continente lança plataforma online para ajudar a encontrar o queijo mais indicado para cada situação

Assim, os clientes ficam a conhecer toda a gama de queijos do Continente.

Nossa Queijaria

Depois da Garrafeira do Continente, que ajuda a escolher um vinho à medida dos gostos e interesses dos clientes, a Sonae MC lança um guia de queijos online para ajudar a encontrar o queijo mais indicado para cada situação.

Na Nossa Queijaria, os clientes podem filtrar por várias características, como a região ou país de origem, intensidade, tipo de leite (ovelha, cabra ou vaca, búfala ou mistura) ou pasta (fresca, amanteigada, macia, semidura ou dura), tipo de cura, prémios obtidos, momento de consumo e preço.

Desta forma, é também possível ficar a conhecer toda gama de queijos disponíveis nas lojas Continente. Adicionalmente, a Nossa Queijaria apresenta ainda acesso a características, curiosidades e sugestões sobre os produtos, como notas de prova sobre os queijos e sugestões de consumo e harmonização.

De resto, dizer que a plataforma será atualizada diariamente com recurso à informação integrante no site oficial e na app Continente Online. Já se forem a uma loja Continente e utilizarem a plataforma Nossa Queijaria no smartphone, saibam que, através da opção “Leitor”, disponível no menu inferior, podem ler o código de barras dos queijos presentes nas lojas para saber um pouco mais sobre estes produtos.

Yellow Days regressa a Portugal em março de 2021

O mote? A apresentação do mais recente disco, A Day In A Yellow Beat.

Yellow Days

Desde o lançamento do EP de estreia, Harmless Melodies, que Yellow Days, projeto do jovem multi-instrumentista George van den Broek, tem vindo a conquistar a indústria musical. As suas melódicas misturas de lo-fi soul unidas ao sotaque mascarado de ídolos do blues, como Howlin’ Wolf e Ray Charles, são a chave do sucesso.

Assim, não é de admirar que, com novo álbum na calha, A Day In A Yellow Beat, a ser lançado a 18 de setembro, Yellow Days regresse a Portugal. Apontem na agenda: 9 de março, no Lisboa ao Vivo, em Lisboa.

Os bilhetes são postos à venda esta sexta-feira, dia 11 de setembro, e custam 20€ cada.

Chocapic lança porções individuais no mercado português

Com 30g cada, são ideais para os lanches dos mais novos.

Chocapic

Agora que o regresso às aulas está iminente, com os alunos a voltarem às escolas já na próxima semana, muitas são as marcas que tentam inovar de modo a receber a preferência dos pais. E no que toca à alimentação, a Chocapic tem algo a dizer.

A marca lançou agora no mercado português porções individuais de 30g, ideais para os lanches das crianças. Pronto para levar para qualquer lado ao servir de snack, o novo formato da gama aposta na conveniência e na portabilidade surgindo como uma opção que garante aos pais estarem a dar a dose certa de cereais aos seus filhos.

O PVP de cada embalagem é de 0,59€.