O dia a seguir a um jantar bem regado pede, muitas vezes, uma refeição de conforto fora de casa. Ou então podem ser daqueles que têm noites demasiado longas a fazer maratonas de séries. Seja um caso ou outro, o Guilty by Olivier tem agora a solução para curar a indisposição e a moleza de fim de semana.
Com o novo Ressaca Brunch, poderão apreciar um menu especial composto por alguns dos pratos mais icónicos da marca e por criações exclusivas com os sabores que todos gostam.
O Ressaca Brunch inclui um prato principal, um milkshake de morango ou chocolate e um café. Entre os pratos principais, é possível escolher entre as já icónicas massa Comforting, um mac and cheese de bolonhesa com bechamel e mistura de queijos, e a pizza Audacious, com molho de tomate, mix de queijos, ventricina e cebola confitada. Mas há propostas criadas propositadamente para a ocasião, consoante os apetites e as dietas: é o caso do Donut Triple Cheeseburger, feito com três hambúrgueres de 90 gr, queijo cheddar, bacon e ovo estrelado, e da Salada Tropical, uma mistura de alfaces, camarão, ovo cozido, ananás, nozes e molho tropical.
E porque um Brunch que se preze não podia deixar de servir panquecas, estas também são uma opção: quatro unidades cozinhadas com Mirtilo fazem-se acompanhar por bacon, ovos mexidos, manteiga, maple syrup e iogurte natural.
Podem aproveitar este brunch no Guilty Avenida, Guilty Parque das Nações ou Guilty Porto. O preço? 25€.
Fujam das serras assassinas neste frenético jogo de ação e arcada distribuído pela Devolver.
Depois de Carrion, a Devolver Digital lança ao mundo mais um projeto intrigante. Disc Room, produzido por Terri, Dose, Kitty e JW, é um jogo de ação e aventura onde controlamos um astronauta preso num mundo povoado por serras. Sim, serras de todos os tamanhos, com poderes especiais e com consciência que farão de tudo para parar o nosso jovem astronauta através de níveis onde só existe um objetivo: não morrer.
Disc Room assume uma jogabilidade e um formato simplificado ao colocar-nos num mundo dividido por níveis curtos. Em cada sala, que compõem um mapa extenso com vários caminhos alternativos, encontramos um desafio principal e vários objetivos secundários, onde teremos de evitar a todo o custo as serras que nos tentam matar. Apesar de termos várias habilidades especiais à nossa disposição, que debloqueamos ao longo da campanha – como a possibilidade de criarmos um clone ou reduzirmos a velocidade das serras –, a jogabilidade foca-se unicamente em ecrãs únicos onde só nos podemos desviar das serras. É uma aposta tão simples, tão arcada e tão limada, auxiliada por um respawn quase automático – que corta assim a frustração do reinício constante e dá-nos vontade de tentar mais uma vez – que é impossível não nos divertirmos com Disc Room.
De facto, é um jogo divertido e fico feliz por ser tão simples e direto como é. Disc Room é tão intuitivo que entramos rapidamente no seu ritmo e vemo-nos a tentar melhorar os tempos conquistados em cada nível, à medida que nos aventuramos pelos seus desafios adicionais: que abrem, por sua vez, novos caminhos e novas oportunidades. A jogabilidade não evolui para além deste jogo de gato e rato entre o nosso astronauta e as serras, mas existem vários tipos de inimigos e até bosses que temos de derrotar através dos nossos dotes de desvio. Podemos voltar atrás a qualquer momento e explorar novos recantos do mapa à medida que a estória se vai desenvolvendo e apresentando os seus mistérios – ainda que não seja um destaque do jogo.
A simplicidade e a aposta em mecânicas limadas e vocacionadas para sessões de jogo mais curtas são duas boas apostas dos produtores, mas é impossível não sentir que falta algo a Disc Room. A jogabilidade está muito bem trabalhada, os controlos resumem-se ao analógico e ao A, os gráficos são básicos, mas complementam os níveis curtos com pequenos apontamentos de cor – como o amarelo do nosso astronauta e o sangue que se espalha sempre que morremos –e a banda sonora ajuda a manter-nos o ritmo e o coração a palpitar. Não há nada que me faça dizer que Disc Room é um mau jogo ou que falha no seu design e tom, mas o que pareciam ser virtudes fizeram com que me fartasse do jogo.
Os desafios não são suficientemente interessantes, repetindo constantemente tarefas como “ficar vivo durante 10 segundos” ou “pressionar uma plataforma durante 20 segundos”, relegando a ação para ações temporárias que nunca se tornam mais interessantes. Mesmo com uma certa aleatoriedade na ordem e na disposição das serras, que mudam de tentativa para tentativa, a verdade é que nunca paramos de nos desviar de objetos que nos eliminam num só toque, muitas vezes com uma hitbox implacável. Eu sei que estou a ser injusto com Disc Room e espero que vocês se divirtam com a sua simplicidade, mas, ao contrário de títulos como Hotline Miami, Katana Zero e o recente Ghostrunner, falta-lhe alma, agressividade e presença.
No entanto, Disc Room concentra-se numa fórmula limitada, mas muito própria. Não procurem grandes narrativas ou momentos de extrema beleza, mas sim uma jogabilidade básica, muito responsiva e um leque apetitoso de níveis. Não esperem muito mais de Disc Room: é bom, mas falta algo.
Disponível para: PC e Nintendo Switch Jogado na Nintendo Switch Cópia para análise cedida pela Cosmocover.
E atenção que vão existir passatempos no dia de abertura.
Quem é fã dos produtos Apple decerto já terá ido, nem que seja uma vez, a uma loja GMS Store. A empresa, especialista em produtos Apple, tem nas suas lojas uma série de produtos da marca da maçã, como computaadores, iPads, iPhones, Apple Watch, AirPods, entre muitas coisas.
Porém, e apesar das várias lojas espalhadas por Portugal, a empresa nunca teve nenhum espaço no Porto… até agora. Foi agora anunciado que a primeira loja GMS Store vai inaugurar naquela cidade já no próximo sábado, dia 7 de novembro.
Nesta nova loja GMS Store na invicta, os clientes vão poder conhecer e experimentar todos os produtos da Apple, onde também vão encontrar especialistas disponíveis para ajudar com qualquer dúvida.
O melhor de tudo? Vão existir dois magníficos passatempos. Um deles requer a inscrição prévia no site, de modo a que possam estar presentes na loja com total segurança. Ao inscreverem-se para a marcação, poderão escrever uma frase e habilitarem-se a prémios como um iPhone 12, um iPhone SE ou um par de Airpods.
Este passatempo termina no dia 7 de novembro, às 08h. Portanto, e até lá, puxem pela criatividade.
Já o outro passatempo é em loja. Devem tirar uma fotografia no photowall presente na loja e publicá-la com o hashtag que a GMS terá na loja, entre as 15h e as 17Hh. A melhor foto deste passatempo ganha um iPhone 12 Pro.
Para além destes dois passatempos, a GMS Store irá ter outras campanhas em vigor, tais como campanhas de abertura, entre outras, com produtos Apple a preços imbatíveis. Além disso, a loja terá também outros presentes para oferecer, como colunas Ultimate Ears, mochilas Herschel, chapéus de chuva, entre outros.
E se forem um dos fãs que vão à inauguração, saibam que terão castanhas assadas bem quentinhas à vossa espera.
Foi através da sua newsletter que Rhye, projeto do canadiense Mike Milosh, anunciou o novo álbum Home, com lançamento previsto para 22 de janeiro de 2021.
O artista, que já passou por diversas por Portugal, vai então lançar o seu quarto disco em breve, sucedendo a Spirit (2019). Segundo Milosh, este Home é um “disco sobre a sua casa, as pessoas que o fazem sentir como uma”.
A tracklist é composta por 13 temas, sendo eles:
Intro
Come In Closer
Beautiful
Safeword
Hold You Down
Need a Lover
Helpless
Black Rain
Sweetest Revenge
My Heart Bleeds
Fire
Holy
Outro
Até lá, fiquem com o novo single “Black Rain”, que podem ver e ouvir aqui em cima, num videoclipe protagonizado pelo ator Aaron Taylor-Johnson.
A semana passada trouxe uma novidade que está a causar muita revolta e polémica no setor TVDE. A Uber, a empresa de mobiilidade mais utilizada por cá, lançou uma funcionalidade que permite aos motoristas definirem as tarifas com as quais querem trabalhar.
Embora no papel pareça promissor, na prática não é bem assim. Uma vez que a tarifa base da Uber é 1x, variando consoante a procura, o que é perfeitamente natural, a nova funcionalidade permite que os motoristas trabalhem abaixo desse tarifa base, podendo defini-la até um mínimo de 0.7x.
O objetivo da Uber é que, com isto, os motoristas acabem por ter mais serviço, mas a verdade é que, trabalhando com valores inferiores, os parceiros Uber têm de passar ainda mais tempo ao volante para igualar valores que faziam antes desta novidade entrar em funcionamento.
Em vários grupos de Facebook, é notória a revolta com esta funcionalidade, com muitos a referirem que não compensa trabalhar por valores mais baixos do que o habitual, até porque a comissão da Uber não é proporcional à descida ou subida da tarifa.
Nos mesmos grupos, há já quem promova várias estratégias. Uma delas passa por fazer com que os motoristas desliguem as outras apps, fazendo com que os clientes fiquem obrigados a utilizar a Uber por falta de alternativas. Há também quem peça para que todos, sem exceção, definam uma tarifa superior.
Infelizmente, é impossível fazer com que todos concordem a 100% com a ideia. Nem todos os motoristas trabalham da mesma forma, pelo que há sempre quem vá aproveitar tarifas inferiores ao valor base para ter pedidos de viagens.
Em todo o caso, esta é um problema real e que está a causar bastante polémica. Um motorista deu o seu testemunho ao Echo Boomer e, se antes faturava por dia cerca de 70/80€ na Uber, com esta alteração não está a conseguir faturar mais de 30€ por dia.
Isto explica-se facilmente: como os motoristas conseguem agora definir a tarifa, os clientes acabam por comparar os preços com as outras aplicações. E, ao constatarem que os preços praticados pela Uber são inferiores aos da Free Now ou Bolt, então é fácil perceber qual será a app predileta para viagens.
O Echo Boomer teve também acesso a uma imagem, que não podemos divulgar, mas onde indicava uma tarifa base de 0,90€… quando o próprio motorista definiu uma tarifa mínima de 1€. É estranho.
Há também um áudio a circular, ao qual tivemos acesso, que dá conta de um testemunho de um motorista Uber que revela que o algoritmo da aplicação está a ignorar viagens a quem defina tarifas de 1.1x ou superior, definindo como prioridade os motoristas que colocam a tarifa 0.7x.
Nesse mesmo áudio, o parceiro Uber conta um testemunho real, uma vez que fez testes antes desta funcionalidade ficar ativa para todos: na zona de Palmela, onde só estava um carro online, esse mesmo veículo tinha um tarifa de 1.3x. O cliente, a cerca de um quilómetro de distância desse mesmo carro, fez o pedido… e o que aconteceu? A app somente dava alerta de pedido a carros localizados na Quinta do Conde, Azeitão, Setúbal, ou seja, bem mais afastados, mas nunca a este veículo em específico. Tudo devido à tarifa. Contudo, assim que diminuiu a tarifa para 1.0x, a app já “descobriu” esse carro.
Mais grave ainda é o facto deste mesmo motorista referir que, em determinada situação, em que somente existia o seu carro na zona, com tarifa de 1.1x, a aplicação referir ao cliente que não existiam carros na zona. Ao descer a tarifa para 1.0x, o veículo passou a surgir na app.
Sim, existem várias imagens a circular nas redes sociais de que dão conta de viagens com tarifas altas, mas, para este motorista, não passam de “migalhas”, até porque não são, de todo, frequentes.
Os motoristas falam em manipulação por parte da Uber e que tal situação deve ser reportada ao regulador. Não se sabe ao certo se esta funcionalidade ficará em funcionamento devido às queixas por parte de quem conduz, mas o objetivo da empresa é de expandir esta possibilidade de definir tarifas a todo o país.
Foi em 1970 que Paul McCartney lançou o seu primeiro álbum a solo autointitulado. 10 anos depois, surgiu McCartney II. Agora, 40 anos após esse segundo disco, eis que é lançado no próximo mês de dezembro o último álbum desta trilogia de clássicos.
Paul não tinha planeado lançar um álbum em 2020, mas, durante o confinamento, viu-se a desenvolver alguns esboços musicais. Em pouco tempo, surgiu uma coleção eclética de canções espontâneas que se transformaria em McCartney III: uma obra despojada, autoproduzida e, literalmente, criada a solo.
Gravado no início deste ano em Sussex, McCartney III é maioritariamente construído a partir de gravações ao vivo de Paul, fazendo overdubs no baixo, bateria, etc. O processo começou quando Paul voltou a uma canção inédita do início dos anos 1990, “When Winter Comes” (coproduzida por George Martin). Paul criou uma nova passagem para a canção, dando origem ao tema de abertura do álbum, “Long Tailed Winter Bird” – enquanto “When Winter Comes”, com a sua nova intro, “Winter Bird”, se tornou o grande final do novo álbum.
“Long Tailed Winter Bird” e “Winter Bird / When Winter Comes” foram o arranque para a vasta abrangência de estilos e ambiências de McCartney III, do introspetivo ao melancólico, do lúdico ao ruidoso e todos os pontos intermediários. A gama de instrumentos vintage que Paul tocou no novo álbum tem uma história ainda mais lendária, incluindo o contrabaixo original do trio de Bill Black de Elvis Presley ao lado do icónico violino baixo Hofner de Paul e um mellotron dos Abbey Road Studios, usado em gravações dos Beatles.
McCartney III será lançado no dia 11 de dezembro em todas as plataformas digitais, em CD e em LP. As versões em vinil vão do standard de 180 gramas a uma edição limitada a três mil cópias e numeradas à mão, até uma edição limitada 333 cópias em vinil amarelo com machas pretas, usando 33 cópias de vinis reciclados de McCartney e McCartney II.
O objetivo aqui também é evitar o desperdício. A diferença é que não envolve vendas (mas também podem promover produtos caseiros que queiram eventualmente vender).
Muito se tem falado nos últimos tempos sobre o desperdício alimentar. Com apps como a Too Good To Go e Phenix a ajudarem a resolver esta problemática, também marcas amplamente conhecidas começam a definir planos para evitar ao máximo o desperdício.
Por exemplo, a 29 de setembro, dia em que se assinalou o 1º Dia Internacional da Consciencialização sobre Perdas e Desperdício Alimentares, a Sonae MC arrancou com o projeto LIFEFood Cycle, uma plataforma que permitirá às lojas Continente gerir as suas quebras de forma mais digital, otimizando a doação a instituições de solidariedade e a vender, a parceiros comerciais, os seus produtos alimentares em risco de quebra, por um preço que se prevê mais baixo.
Mas não seria bom se existisse uma plataforma que permitisse na mesma evitar o desperdício, mas sem envolver vendas/compras? Pois bem, existe mesmo. Chama-se OLIO e está disponível em Portugal.
O objetivo da OLIO é mesmo disponibilizar produtos ótimos para consumo, mas para quem realmente necessita. Segundo o que conseguimos perceber, e pelo menos para já, quase todos os utilizadores estão concentrados na zona de Lisboa. Contudo, basta que mais pessoas saibam da existência desta app para que a mesma se possa expandir pelo resto do país, por assim dizer.
O melhor de tudo? Tanto podem doar produtos alimentares como outro tipo de objetos. No momento de escrita deste artigo, reparamos que podem ir recolher saquetas de chá, café descafeinado, cookies da Prozis, papa Cerelac, arroz integral, snacks para gatos, entre outros coisas. Isto na secção Food.
Já na secção Non-food, há coisas tão diferentes que podem recolher, como copos, molduras, relógio de parede, ferro para cabelo, cortina de banho, flores artificiais, entre outros produtos. Ou seja, e um pouco à semelhança da Phenix, podemos evitar o desperdício de várias coisas. A única diferença é que não temos de pagar por isso.
Em todo o caso, a app tem também um separador que diz “Made” e que, essencialmente, serve para vender comida caseira. Podem também vender peças artesanais, desde que feitas por vós. Neste caso, devem somente pagar quando efetuarem no local a recolha do que “compraram” na OLIO.
A app só está disponível em Inglês, mas tem muito que explorar. Aproveitem e fiquem a conhecer esta nova app, ajudando a combater o desperdício alimentar (e não só).
Começamos o dia com uma boa notícia: vai acontecer em Portugal, por parte da promotora SOUNDSGOOD, um novo festival de música.
Programado para a primeira metade de 2021, o comunicado de imprensa enviado dá conta de que este festival, ainda por apresentar, “assume a ambição de se posicionar como evento de referência para um estilo de música que conhece uma agitação e um reconhecimento crescente um pouco por todo o mundo e também em Portugal”.
A promotora promete um cartaz de referência internacional e que pretende ir ao encontro das expetativas do público nacional, de nichos de turistas de passagem pelo país e com capacidade para atrair grupos de fãs estrangeiros, sobretudo do Reino Unido.
Por enquanto, só nos resta esperar por novidades nos próximos dias. A SOUNDSGOOD já trouxe a Portugal nomes como Lukas Graham, Aloe Blacc, James Arthur, Eagles of Death Metal, Sean Paul, Rudimental, The Hives, Dizzee Rascal, UB40, Bryan Ferry, Nelly, Guano Apes, Joss Stone, Gavin James, Kaiser Chiefs, Morcheeba, entre outros.
A pandemia de Covid-19 perturbou as nossas vidas de todas as formas: no trabalho, na nossa vida pessoal/familiar/social e, até, na nossa intimidade.
Mas como podem enfrentar positivamente estas mudanças? E como podem as pessoas desfrutar de relações sexuais com o respetivo parceiro de uma forma saudável, sem risco de contágio? Além de seguir medidas de saúde e higiene, como se pode superar a monotonia e o tédio causados pelo confinamento, que diminui o desejo sexual?
Como é que a Covid-19 influenciou o sexo e o prazer?
Segundo a Associação Mundial para a Saúde Sexual, este ano assistiu-se a um aprofundamento dos problemas sociais relacionados com a sexualidade, gravidezes indesejadas, aumento dos casos de doenças sexualmente transmissíveis e violação. Esta é uma preocupação das autoridades sanitárias e das ONG.
No campo privado, o confinamento em casa, causado pelas medidas de prevenção como a quarentena, têm complexado os problemas dos casais, surgindo stresses como a pouca comunicação e a diminuição do desejo e do prazer sexual.
De acordo com um estudo do Instituto Kinsey, no qual foram inquiridas 2.000 pessoas dos Estados Unidos e da Europa de diferentes orientações sexuais (entre 18 e 81 anos), os resultados indicaram que 44% viram uma redução na qualidade da sua vida sexual e 30% nas suas atividades românticas.
Isto deveu-se principalmente ao stress causado pelo medo, ansiedade, incerteza e preocupações com a saúde da família, perda de emprego e problemas de convivência, que são percebidos como sendo mais intensos devido ao confinamento obrigatório.
No entanto, tem sido também uma oportunidade para explorar novas formas de viver a sexualidade, tais como sexting, videochamadas eróticas, ver conteúdo pornográfico e utilizar brinquedos sexuais.
Como desfrutar do sexo em tempos de pandemia?
Devido à necessidade de estarem confinadas ao lar, as pessoas tiveram de procurar outras formas de satisfazer o seu desejo sexual, no caso de não viverem com o respetivo parceiro, ou de aumentarem a temperatura se tiverem constatado que a relação arrefeceu.
De facto, as empresas de acessórios sexuais em todo o mundo têm visto um aumento significativo nos lucros. É o caso do dispositivo de aspiração clitorial da empresa alemã Womanizer, cujas vendas triplicaram no primeiro trimestre do ano, durante o início da pandemia. Especialmente nos mercados internacionais.
No Canadá, as vendas aumentaram 135%, enquanto que, nos Estados Unidos, aumentaram 75%. O mesmo aconteceu com o fabricante sueco LELO, com um aumento de 30% nas encomendas dos seus vibradores e dildos no mercado espanhol.
De acordo com as recomendações de saúde pública, podem ter relações íntimas com medidas de biossegurança, como lavar as mãos antes e depois do ato e tomar banho, escovar e usar elixir bucal. Se preferirem, podem usar um bocal e evitar dar beijos na boca, especialmente se forem novos parceiros.
Até a Câmara Municipal de Nova Iorque publicou um guia para praticar sexo em segurança: lavar as mãos antes e depois da masturbação e higienizar os brinquedos sexuais.
E se viverem com o vosso parceiro, devem usar um preservativo na altura do sexo para evitar gravidezes indesejadas e DSTs, cujos sintomas podem tornar o quadro dos sintomas da Covid-19 mais complexo, caso sejam infetados.
Brinquedos sexuais em tempos de Coronavirus
Uma das alternativas que têm sido apresentadas durante o confinamento é a utilização de brinquedos sexuais com um parceiro para aumentar o desejo sexual. Para a masturbação mútua, os dildos permitem sentir vários multi-orgasmos estimulando o clítoris, o ponto G feminino e o ponto P masculino.
Ao mesmo tempo, podem integrar estes acessórios com diversos jogos sexuais, para além da masturbação. Por exemplo, podem optar por um cosplay sexual, uma lingerie, por dançarem um striptease para o vosso parceiro, verem vídeos pornográficos em conjunto e, claro, desafiarem-se mutuamente com as respetivas fantasias sexuais.
Naturalmente, estes dildos, vibradores e tampões devem ser rigorosamente higienizados de acordo com o que está indicado nas caixas de produtos. A este respeito, os fabricantes recomendam que sejam manchados com lubrificante à base de água se forem utilizados na zona anal.
Devem também lavá-los com água quente ou com algum produto de limpeza especial, secá-los e guardá-los na mala num local arejado. É importante notar que os brinquedos são para uso pessoal, não permutáveis. É preferível que o vosso parceiro tenha o seu próprio.
No caso de não viverem com o nosso parceiro, as tecnologias de informação tornaram-se nossos aliados. As videochamadas, o sexting e o envio de nudes através de conversas têm aumentado o sexo de longa distância.
Intimidade
Como é óbvio, esta sexualidade ativa não garante a resolução dos problemas que têm com o vosso parceiro, latentes antes da pandemia, como a falta de comunicação, desconfiança, infidelidades e feridas.
Muitas pessoas solteiras vivem várias situações, desde a depressão, devido ao sentimento de isolamento e solidão, até ao sentimento de felicidade quando se apaixonam graças a plataformas e aplicações de encontros online.
Neste caso, têm de ser honestos sobre quais são as vossas expetativas na nova relação e se se trata apenas de um romance em tempos de pandemia. Desta forma, poderão desfrutar da vossa sexualidade sem culpa ou ansiedade e, assim, evitarem deceções e desgostos.
A Covid-19 ensinou a tomar medidas de higiene extremas e a rever as relações interpessoais, especialmente com os respetivos parceiros. Isto inclui a vida sexual. Quer vivam juntos ou não, a forma como vivem o vosso próprio prazer é diferente.
Com a ajuda de brinquedos sexuais, lingerie, sexting, sexo oral e cunnilingus ou com vídeos, todas as ferramentas são úteis, desde que sejam consensuais.
Evidentemente, precisam de confiar na comunicação e respeito pelo vosso parceiro em ambos os sentidos, isto se quiserem ter uma relação sexual e amorosa mais íntima e agradável.
Corram, cortem e saltem neste ambicioso jogo de ação e plataformas.
Enquanto a CD Projekt Red continua a aperfeiçoar o seu ambicioso regresso ao género RPG, a nossa luxúria e gula por futuros distópicos, metrópoles gigantescas e uma enorme paixão por luzes néon e consumismo continuam a crescer desenfreadamente. Felizmente, a One More Level decidiu suavizar a espera por Cyberpunk 2077 com um dos títulos mais intensos, estilosos e visualmente marcantes deste ano, lançando Ghostrunner ao mundo sem segundas medidas. Apesar de ter ficado impressionando com a fluidez da jogabilidade, não consegui afastar um certo cansaço à medida que avancei pela torre Dharma e me apercebi das suas limitações.
Isto porque Ghostrunner tenta ser o mestre de vários ofícios. Parte jogo de ação na primeira pessoa, parte título de plataformas, mas todo hack and slash, a nova aposta da One More Level coloca-nos num futuro marcado por revoluções sociais e tecnológicas onde assumimos o papel de um Ghostrunner, ou Jack (para os amigos), um ninja cibernético destinado a subir a Torre Dharma e a eliminar Mara, a Keymaster. Para tal, é necessário usar as suas habilidades especiais enquanto salta por plataformas, reflete balas, agarra-se a ganchos e resolve pequenos puzzles situacionais à medida que a Torre e o mundo virtual se fundem numa campanha que nunca deixa de ser visualmente deslumbrante – até mesmo nas consolas da geração atual.
Apesar das suas habilidades, que poderemos expandir ao longo da campanha, o nosso ninja cibernético é mais frágil do que podiam prever. Mesmo com os seus dotes acrobáticos e com a possibilidade de eliminar vários inimigos em simultâneo, basta um ataque para o tirar do combate. Sim, só um. Se forem atingidos por uma bala ou espada, terão de regressar ao ponto de gravação anterior e repetir o confronto ou secção de plataformas. As semelhanças a Super Meat Boy e Hotline Miami não são inocentes e acredito que tenham sido duas das inspirações, mas Ghostrunner pega na fórmula e transporta-a não só para uma perspetiva na primeira pessoa, como aumenta o tamanho da sua campanha e dos níveis, ao ponto de se tornar cansativo.
Os níveis dividem-se entre momentos de plataformas, onde temos de navegar através de cenários futuristas – com a possibilidade de utilizar as corridas pelas paredes e o gancho do nosso ninja para combinar movimentos espetaculares e rápidos –, e de combate, onde somos colocados numa pequena arena com o objetivo de eliminar todos os inimigos em campo. Para tal, é necessário perceber o layout de cada zona, encontrar pontos de vantagem e navegar rapidamente entre adversários sem perder o ritmo: ou seremos eliminados. A IA é implacável e existe uma aposta tão grande numa estrutura de “tentativa e erro” que poderá frustrar alguns de vocês. Ghostrunner é implacavelmente difícil, mas, às vezes, devido ao posicionamento dos inimigos e do seu campo de visão, torna-se também injusto.
No entanto, há uma enorme variedade de cenários de combate, com Ghostrunner a introduzir regularmente novos inimigos e desafios. Se começamos por eliminar soldados que só utilizam uma pistola, depressa nos vemos a enfrentar guardas com metralhadoras, escudos e outras táticas que nos obrigam a ter uma nova abordagem sobre os confrontos. O problema surge quando a One More Level não consegue equilibrar estes vários elementos e torna a jogabilidade pouco intuitiva, criando uma mescla de mecânicas e exigindo que os jogadores sejam quase malabaristas. É uma questão de hábito, e eu sei disso, mas preparem-se para muita frustração durante as primeiras horas.
A fluidez de movimentos e a rapidez dos controlos acabam por suavizar a frustração, algo que devo sublinhar e reforçar nesta análise. Ghostrunner está muito limado e há uma sensação de movimento muito satisfatória à medida que corremos pelas paredes e saltitamos entre plataformas. Quero destacar o Dash, uma das primeiras habilidades do nosso ninja cibernético, que, ao contrário de outros jogos, nos dá a possibilidade de abrandar o tempo. Se mantivermos o botão pressionado, a personagem tem tempo para se desviar de balas e outros obstáculos, criando, assim, a sensação de que estamos a movimentarmos à velocidade da luz – ao ponto de sermos imparáveis. A sua utilização nas secções de plataformas ajuda a criar cenários desafiantes onde temos de combinar saltos, reflexos e este desvio rápido para não regressarmos ao ponto de gravação anterior.
A alma de Ghostrunner está, para mim, nas plataformas, nos trechos de saltos e reflexos que encontramos entre combates. Vou mais longe: não me importava que não existisse combate neste jogo. Podiam retirar tudo, não me importava. O design dos níveis é tão interessante, complexo e de fácil leitura ao mesmo tempo que podia jogar uma campanha completa sem o ruído do combate, dos tiros e das habilidades forçadas. Talvez sejam as minhas saudades de Prince of Persia a falarem mais alto, mas quando me vi a utilizar o gancho para evitar eletricidade e combinei o desvio rápido com corridas na parede, não consegui não ficar nostálgico. Estes foram os meus momentos favoritos de Ghostrunner e foram uma lufada de ar fresco numa campanha repetitiva e barulhenta, onde a simplicidade dos saltos e a leitura dos níveis suplantou qualquer exagero mecânico.
Por entre clichés do género, surge um videojogo que é capaz de chamar a atenção pela sua arte e banda sonora. Em movimento, Ghostrunner utiliza as suas cores e junção entre o real e o virtual para criar um mundo distópico, mas altamente vivo – o que é irónico, tendo em conta a narrativa. A expansividade dos cenários cria a ilusão de que somos apenas uma formiga nesta realidade cibernética e em constante mutação, algo que contrasta com os próprios temas do jogo, existindo ainda espaço para a imaginação e o surrealismo.
Queria mais do combate, mas saí frustrado, algo falhou. Mecânicas a mais? Ambição desmesurada? Talvez. No entanto, Ghostrunner é perfeito para quem adora um desafio e é, definitivamente, um bom jogo.
Disponível para: PC, Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch Jogado na PlayStation 4 Cópia para análise cedida pela 505 Games.
Podem depois investir ou, se preferirem, transformar essas criptomoedas em euros e transferir para a vossa conta PayPal.
Quem nunca explorou o mundo das criptomoedas, decerto só terá ouvido falar no termo “Bitcoin“. Mas a verdade é que existem muitas outras criptomoedas que, podendo ou não ter o mesmo potencial da Bitcoin, estão disponíveis para compra e venda em plataformas dedicadas.
Um desses casos é a Coinbase, plataforma que surgiu em 2012 para dar a qualquer pessoa um acesso simplificado e seguro a bitcoins. O tempo passou, a plataforma evoluiu e, atualmente, é usada por mais de 35 milhões de pessoas para comprar, vender, armazenar, utilizar e ganhar criptomoedas.
Esse é precisamente o intuito desta plataforma, o de dar a qualquer pessoa a possibilidade de entrar neste mundo de forma segura. Mas e se vos dissermos que há possibilidade de ganharem algumas dessas moedas sem que tenham de investir qualquer cêntimo?
A Coinbase tem uma secção no site, localizada no fundo, que se chama Coinbase Earn, em que, através de perguntas que vão respondendo sobre as diferentes criptomoedas, oferece um determinado valor nessas moedas.
Basicamente, o objetivo é que descubram como funcionam criptomoedas específicas, e, a partir daí, recebem um pouco de cada criptomoeda para experimentarem por vocês mesmos.
Algumas das criptomoedas que ganhámos.
Portanto, e depois de se registarem, devem começar por verificar a vossa conta. Numa primeira instância, deve tirar foto à frente/verso do vosso Cartão de Cidadão ou carta de condução e, depois, será pedido que enviem um comprovativo de morada (pode ser um extrato bancário, uma conta da eletricidade/gás/água ou outro). São tudo trâmites legais e necessários para que possam proceder neste mundo.
Quando a vossa conta estiver ok, devem então visitar essa secção do Coinbase Earn e colocar-se na lista de espera de todas as criptomoedas que ainda estiverem a aceitar “candidaturas”, por assim dizer.
Poderão ganhar seis dólares em Algorand (ALGO), Maker (MKR), CELO (CGLD), 19 dólares em Compound (COMP), 10 dólares em EOSIO (EOS) e em Stellar Lumens (XLM), entre outras opções (ver a galeria acima com alguns exemplos).
Referimos “poderão” uma vez que não é garantido que serão realmente convidados a responder a questões para, eventualmente, receberem as prometidas criptomoedas. Contudo, devem mesmo colocar-se em todas as listas de espera, pois só assim terão essa oportunidade.
O melhor de tudo? Podem depois transformar essas criptomoedas em euros e, eventualmente, enviarem esse dinheiro para a vossa conta bancária.
Basta que cliquem em “Negociar”, escolham a opção “Vender” e, a partir daí, começam a vender as vossas moedas digitais para euros (atenção que irão pagar taxas durante o processo). Para passarem esse dinheiro para o PayPal, devem primeiro ir ao vosso perfil e, em “Métodos de pagamento”, adicionar a vossa conta PayPal.
Quando o tiverem feito, devem ir a “Portefólio”, escolher a moeda Euro e, onde diz “Levantar”, definir quanto querem enviar. Basta que, depois, escolham a vossa conta PayPal para que, em poucos segundos, tenham o dinheiro na conta. A partir daí, podem gastar como quiserem ou enviar para a vossa conta bancária (a Coinbase também deixa adicionar uma conta bancária como método de levantamento).
Apesar do público alvo, não são só as crianças que adoram a Nintendo.
Se, em 2020, dizer que os videojogos são para crianças parece um disparate, um estudo levado a cabo pelo portal nacional Future Behind e pela comunidade do grupo Nintendo Switch Portugal parece provar isso mesmo.
O questionário, levado a cabo na maior e mais ativa comunidade de jogadores da Nintendo em Portugal, revela que 58.5% dos atuais jogadores da Nintendo Switch têm idades compreendidas entre 25 e 34 anos, seguido da faixa etária dos 35 aos 44 anos (19,4%) e dos 18 aos 24 (19%).
Além destes dados, ficou-se a saber que 32.5% dos jogadores dividem a Nintendo com familiares. Apenas 17% dos inquiridos o fazem com crianças.
Outros dados interessantes deste questionário revelam que apenas 19.6% dos jogadores são do género feminino e que quase metade dos donos de uma Nintendo Switch também jogam noutras plataformas.
Quando questionados sobre que consolas da marca possuem, para além da Nintendo Switch, 61,9% dos participantes revelaram uma especial afinidade pela linha da Nintendo DS.
Mais dados e curiosidades podem ser consultadas na página do Future Behind, que faz também a ressalva de que estes dados refletem apenas um universo de cerca de 500 jogadores.
Por enquanto ainda só o fazem no centro de Lisboa.
Não é a primeira vez que falamos da EatTasty aqui no Echo Boomer. Afinal de contas, saber da existência de uma plataforma online de confeção e entrega de almoços no local de trabalho pode dar jeito quando nos esquecemos de trazer a marmita de casa.
Pois bem, e depois de muito sucesso fazer no período do almoço, eis que a empresa passou também a apostar nas entregas ao jantar. A única coisa que têm de ter em atenção é se estão a ver o menu de almoço ou jantar, isto para que não se enganem.
Os preços podem começar nos 5,90€ (depende sempre do que escolhem), mas, independentemente do valor, há uma garantia: comida acaba de fazer. E não pagam taxa de entrega.
Podem fazer as vossas encomendas de segunda a sexta-feira, até às 19h50, com as entregas a serem efetuadas entre as 20h15 e as 21h15.
Atenção, e por enquanto, a EatTasty só faz entregas ao jantar no centro de Lisboa. Porém, a empresa já prometeu que, muito em breve, irá alarga a zona de entregas a outras áreas.
São fãs de barbecue e gostam das opções de frango da McDonald’s? Pois bem, há agora uma nova combinação que têm de experimentar.
Até 28 de dezembro, vão poder acompanhar o McChicken, CBO e McNuggets com o novo molho de sabor a churrasco BBQ à Portuguesa, numa parceria com a marca de temperos portuguesa Paladin, da empresa Mendes Gonçalves, sediada na Golegã. Os mais audazes poderão ainda optar por adicionar o toque picante do Sacana da Paladin, molho que será oferecido gratuitamente aos consumidores na compra de uma das receitas de frango (limitado ao stock existente).
Aliás, podem até não saber, mas a empresa é fornecedora dos molhos com sabor tradicional português da McDonald’s desde 2012. A relação de parceria iniciou-se no final de 2012 quando passou a ser o fornecedor do molho da McBifana Original (alho, louro, azeite, colorau), do molho da McBifana à Cervejeira (molho de cerveja) e McBifana à Chefe (alho e colorau), assim como do McLusitano e da mostarda Paladin.
Tem 83 quartos, jardim exterior com terraço, piscina aquecida, ginásio e zona de bar.
Há um nova unidade hoteleira no coração do Porto. O Mercure Porto Centro Aliados surge por parte da Mercure Hotels, pertencente ao Grupo Accor, e fica localizado na Rua Do Bonjardim 95, estando num local ideal para conhecer as principais atrações turísticas da cidade. Além disso, é de fácil acesso via transportes públicos ou automóvel, ficando muito próximo do centro histórico, da famosa Ponte de D. Luís I, da majestosa Torre dos Clérigos e das Caves do Vinho do Porto.
O espaço conta com 83 quartos de tipologias distintas e dispõe de serviços que o convertem num verdadeiro refúgio de paz no coração da cidade, constituído por um jardim exterior com um terraço, uma piscina aquecida e um ginásio, aliados a uma zona de bar com uma decoração envolvente e acolhedora, inspirada na arquitetura e nas cores da cidade do Porto.
O “Sítio Esquecido” é o espaço destinado às refeições do Mercure Porto Centro Aliados, uma alusão ao local, abandonado por muitos anos, que agora se torna um lugar de referência no Porto e que permite descobrir a herança e a gastronomia da cidade, inspirado no lema “Enjoy true taste of food”. No menu, é possível encontrar deliciosas tartes tatin, de abóbora, salmão ou castanhas e cogumelos, saladas frescas e saudáveis e irresistíveis sobremesas, como o tradicional pastel de nata acompanhado com gelado de canela, marmelos bêbados com moscatel e requeijão com doce tradicional.
O novo Mercure Porto Centro Aliados promove também uma alimentação de qualidade, saudável e sustentável. A oferta de produtos de qualidade gourmet, frescos e da época e a eliminação de aditivos controversos são algumas das práticas implementadas pelo hotel. A preferência por fornecedores locais (disponibilizando pelo menos 10 produtos regionais) faz também parte do compromisso do hotel. A sua carta responde às diferentes necessidades alimentares, integrando uma oferta vegetariana e dando resposta aos regimes alimentares específicos (sem glúten, etc.).
O Mercure Porto Centro Aliados promove uma inspiração local, recomendando e proporcionando experiências para que cada visitante se sinta como um verdadeiro local. As “Local Discoveries” são a brand passion da marca, tornando os hotéis Mercure o ponto de partida para que cada cliente conheça a fundo a cidade onde se encontra. A equipa do hotel está preparada para ajudar o hóspede nesta submersão pela cultura e vida local da cidade, recomendando diversas experiências que promovam o “sentir-se como um local”.
O seu programa Discover Local aposta na colaboração com fornecedores locais que valoriza os elementos locais de cada cidade e proporciona experiências associadas à cultura, gastronomia, turismo, etc. Com o Discover Local, os clientes podem imergir na experiência local do destino, através de food and beverage, degustações e, futuramente, de workshops e aulas.
Há ainda que destacar algumas iniciativas do Planet21 – Acting Here, programa de práticas de sustentabilidade ambiental do Grupo Accor, como o projeto Plant for the Planet (em que se destinam as poupanças obtidas na lavandaria, derivadas do uso responsável dos clientes, a projetos de reflorestação e apoio a agricultores locais), a luta contra o desperdício alimentar com o programa Love food, not waste (que sensibiliza clientes, colaboradores e público em geral para a importância de não desperdiçar alimentos), a implementação de hortas urbanas (para a plantação de diversos produtos frescos e biológicos utilizadas na elaboração dos menus), o compromisso com as energias renováveis e a redução da utilização de plásticos de uso único.
A marca Mercure passa, assim, a contar com sete hotéis em Portugal: Mercure Braga Centro, Mercure Figueira da Foz, Mercure Lisboa, Mercure Lisboa Almada, Mercure Porto Centro, Mercure Porto Gaia e, agora, Mercure Porto Cento Aliados.
Uma coluna que serve na perfeição para festas… quando usada em volumes elevados.
A Energy Sistem é uma marca espanhola dedicada a tecnologia relacionada com o áudio, tendo recentemente alargou a sua gama da produtos à área dos smart speakers (com quatro ofertas distintas). Estes vêm com a Alexa integrada (a assistente da Amazon), sendo este modelo testado, o Smart Speaker 7, é o mais “poderoso” da linha a nível sonoro.
Numa altura em que é cada vez mais comum controlar praticamente tudo o que temos em casa através do smartphone, os smart speakers são uma peça fundamental na mobília, cujo AI de assistente de voz traz mil e uma funcionalidades que nos facilitam, e muito, a vida. Isto aliado ao facto de serem um elemento de decoração, logo o aspeto é importante, e nisso a Energy Sistem não falha.
Características
A coluna Smart Speaker 7 está equipada com sistema de som estéreo 2.0, 40W de potência (2x20W full range e 1x5W de tweeter), bass reflex, resposta em frequência 30Hz ~ 19KHz, distorção harmónica total inferior a 1% e relação entre sinal e ruído superior a 90dB.
A conectividade pode ser feita através de Bluetooth classe 2, com 2,4GHz de frequência, potência de sinal <20dBm e raio de alcance até 30m em campo aberto (porque dentro de casa não é bem assim). Também é possível conectar através de Wi-Fi, cuja frequência e potência de sinal é semelhante.
É compatível com sistemas de áudio sem fios como o Airplay, o DLNA e o Spotify Connect. A conectividade por Wi-Fi está equipada com tecnologia multiroom, de forma a possibilitar o emparelhamento de vários dispositivos da marca em uníssono, entre os quais: Energy Multiroom Portable Wi-Fi; Energy Multiroom Tower Wi-Fi; Energy Smart Speaker 3 Talk; Energy Smart Speaker 5 Home; e Energy Smart Speaker 7 Tower.
Esta coluna não tem bateria, logo só funciona ligada à corrente, cujo cabo tem 1,5m de comprimento e o consumo médio de eletricidade é de 3Wh (podendo chegar aos 17Wh no máximo). Tem entrada para mini-jack de 3,5mm, mas não tem para cabo ótico. Para além disso, traz um telecomando com alcance até 10 metros e tem leitor de microSD até 128Gb.
Design
A nível de design há pouco a apontar, sendo que o aspeto é um dos pontos mais fortes da Energy Sistem. Esta coluna não é exceção à regra, apresentando um design simplista em forma de paralelepípedo e cores leves que dão com tudo. A caixa é em madeira de cor branca e, a tapar os altifalantes, tem uma folha de pano cinzento azulado (tom de pastel). No topo, tem um painel com um led circundante cuja cor varia conforme a interação e vários botões de controlo (também representados no telecomando que vem com a coluna). Já na parte traseira da coluna é onde se encontram todas as entradas e botão de ligar/desligar a mesma, o que favorece a estética da Smart Speaker 7. O resto da linha de smart speakers da Energy Sistem segue o mesmo esquema de cores desta, logo, não fica a destoar caso tenham mais do que um dispositivo no mesmo espaço.
A única coisa que mudaria era mesmo o tipo de contacto dos botões no topo da coluna, visto que não são nada ergonómicos e a interação com eles não é prazerosa. É um pormenor irrelevante a nível de design, mas, a nível funcional, não é o tipo de botão mais agradável.
Funcionalidades
Potenciada pela Alexa, esta coluna de 40W não tem problemas em atingir um bom volume. É fácil recorrer à assistente da Amazon, seja através do botão no topo da coluna, no telecomando ou no smartphone e pedir de tudo: reproduzir determinada música, consultar tarefas da agenda, saber qual o tempo de forma a decidir o que vestir, criar rotinas ou definir alarmes, entre muitas outras skills que podem ser adicionadas através da app Amazon Alexa.
É possível reproduzir música via Bluetooth ou recorrendo ao Wi-Fi para criar um sistema multiroom com outras colunas compatíveis, graças à sua transversalidade de conectividade. O curioso é que tanto a ligação por Bluetooth como por WI-FI é bloqueada à aplicação em uso e não ao dispositivo, sendo possível estar a transmitir música do Spotify para a coluna e atender chamadas ou ver vídeos noutras apps, com a emissão de som a ser feita através do smartphone.
O sistema de estéreo permite, isto caso tenham mais colunas de forma a criar o sistema de multiroom, definir que canais querem ativar em cada uma delas. Se esquerdo e direito, só direito ou só esquerdo, criando, assim, um sistema de som “surround”.
Aconselho a lerem o manual de instruções de forma a que consigam colocar tudo a funcionar como deve de ser, porque sem ele é relativamente tricky. E claro, devem mesmo usar as aplicações “Energy WI-FI” e “Amazon Alexa” para explorar mais funcionalidades à posteriori.
Para além disso, é possível reproduzir ficheiros MP3 a partir de cartões microSD e Pen/discos USB (ambos até 128GB) ou “transferir” música para a coluna através da entrada de áudio para o cabo jack de 3,5 mm – caso tenham um iPod ou MP4 parado em casa, podem voltar a dar-lhe vida.
Para alternar entre WI-FI, Bluetooth, MicroSD, USB ou entrada analógica, basta usar o botão de função no topo da coluna ou a partir desse mesmo botão no telecomando. A mudança é relativamente rápida, se bem considero que poderia ser mais imediata.
Veredicto Final
Enquanto que, a nível de aspeto, não há nada a apontar, bem como a nível de características técnicas, o mesmo não se verifica na conectividade, dado que esta não é tão simples e intuitiva como deveria ser. Dá também a sensação que a integração da assistente Amazon Alexa não está configurada a 100%, até porque esta coluna não ativa a Alexa com a voz, só manualmente (através do telecomando).
No que toca ao som, o volume que a coluna atinge é surpreendente, com muita intensidade nos baixos e uma dispersão relativamente boa. Contudo, quando comparado com outras colunas de potência semelhante, a definição do som não é impressionante. Fica a sensação que a intensidade dos baixos acaba por abafar o som cristalino.
No fim de contas, esta coluna serve na perfeição para festas, quando usada em volumes elevados, sendo que, em espaços amplos, consegue proporcionar uma boa experiência auditiva. Em contrapartida, quando usada em espaços pequenos e com o volume mais reduzido, o facto da intensidade dos baixos não se encontrar bem balanceada (e a app para regular isso não existir para iOS) deixa um bocado a desejar. Porém, se forem fãs de baixos intensos, a Smart Speaker 7 é uma boa aposta.
Este dispositivo foi cedido para análise pela Energy Sistem.
Um regresso aos tempos áureos dos FPS num relançamento inesperado na Nintendo Switch.
Longa vida à Nintendo Switch! Longa vida à consola híbrida e ao seu catálogo cada vez mais extenso e variado – ainda que um pouco mal gerido – de videojogos. Esta exaltação de alegria e comoção não é, de todo, descabida, pois encontro cada vez mais títulos variados e alguns clássicos em exclusivo na consola da Nintendo. O novo fenómeno, depois de se transformar na plataforma perfeita para jogos independentes, parece ser a portabilidade de títulos clássicos do PC, onde começamos a ter uma seleção composta por Turok e, em breve, Dusk. O mais recente título a juntar-se a esta lista crescente é Strife: Veteran Edition, o relançamento de um jogo de ação na primeira pessoa que parecia estar esquecido: até hoje.
Strife, lançado em 1996, é um jogo peculiar quando colocado em perspetiva. Lançado depois de DOOM e anos antes de Deus Ex, o título de ação da Rogue Entertainment conseguiu combinar o level design variado e intricado do clássico da id Software com uma estrutura mais próxima de um RPG, talvez inspirado por Ultima Underworld, onde encontramos uma cidade explorável dividida por zonas, lojas e várias missões principais e secundárias. De facto, as mecânicas RPG vão ainda mais longe e, se temos o foco na ação e na exploração, também encontramos momentos em que podemos melhorar os atributos do nosso protagonista, equipar armaduras e descobrir novos tipos de munições.
A jogabilidade é incrivelmente clássica e sentimos 1996 a respirar por cada poro deste relançamento. Com a possibilidade de controlarmos a mira e a câmara, notamos que Strife é uma evolução quando comparado a DOOM e a Rise of the Triad, inserindo-se mais na vaga pós-Quake e Duke Nukem Forever do que a história e os fãs se relembram. A nível mecânico, não existem grandes novidades, com a perspetiva a ser bem equilibrada com a UI, que não é muito invasiva, e os menus – muito bem acondicionados à passagem para o comando – a dar-nos total controlo sobre a mudança de armas e de itens sem precisarmos de parar a ação. O disparo é rápido, a mira é responsiva e certeira (sem ângulos mortos), não é necessário recarregar as armas e existe ainda a possibilidade de saltar e descobrir zonas secretas através dos nossos dotes acrobáticos: tal como nós adoramos.
Strife abraçou os cenários tridimensional e poligonais, mas deu destaque a um design mais clássico, com modelos em sprites e um lado mais cartoonesco que lhe dá, apesar da violência e do sangue, um aspeto próximo de um desenho animado. Os cenários são suficientemente expansivos para termos a sensação de que estamos, de facto, a explorar uma cidade, mas é no level design dos níveis de ação – que podemos abordar em combate ou com alguma furtividade – que descobrimos a magia e a sua sensibilidade clássica em grande destaque. Os níveis estão repletos de caminhos alternativos, de escolhas, de secções superiores e inferiores, criando assim verdadeiros labirintos onde nunca nos perdemos.
A aposta em missões e em objetivos secundários (que nos dão acesso a recompensas adicionais) dão aos níveis uma maior profundidade, quase como se estivéssemos num protótipo de Goldeneye: 007 ou Time Splitters, e com um localizador disponível nos mapas, temos sempre uma vaga ideia para onde temos de ir, se quisermos, entretanto, explorar à nossa vontade. É colorido, diverso e apresenta alguns elementos – como os retratos das personagens e a interpretação por voz – que lhe dão alguma personalidade, especialmente quando pensamos que é um jogo de 1996.
Repito o que disse no início: longa vida à Switch! Que continue a receber mais e mais clássicos do PC e que eu tenha a oportunidade de os descobrir e jogar. Strife: Veteran Edition foi uma excelente surpresa e uma verdadeira viagem até ao passado dos jogos na primeira pessoa, apresentando uma estrutura e tom diferentes do que se fazia em meados da década. Se esta for a sua segunda oportunidade para escapar das amarras do tempo, então espero ter ajudado e convencido alguém – caros leitores – a arriscar. Por 9,99€, é melhor que um menu no McDonald’s ou no Burger King: limpem o palato e descubram este clássico. E que Strife nunca mais fique esquecido no tempo!
Plataforma: PC, Nintendo Switch Este jogo (versão Nintendo Switch) foi cedido para análise pela UberStrategist.
Disponível para: Nintendo Switch Jogado na Nintendo Switch Cópia para análise cedida pela UberStrategist.
Somente 100 garrafas estarão disponíveispara venda.
É uma Super Bock para beber e ser vista, ou não fosse esta edição limitada da autoria de Vhils. Mais do que uma cerveja, esta garrafa é uma obra de arte: surge em vidro escuro e serigrafada com uma ilustração que incorpora o “olho”, sempre tão presente em tantas obras do artista
Além de ser uma obra de arte, esta criação tem também um cariz solidário, já que o valor de venda das garrafas da marca vai reverter, na totalidade, para a Fundação AFID Diferença, com a Super Bock a duplicar o valor de cada venda. A Fundação AFID Diferença é uma instituição que se empenha no acolhimento, na saúde, na integração e reabilitação de jovens com necessidades especiais e outros grupos em situação de desvantagem social, através de atividades Arte-Terapêuticas e Culturais, entre outras, com fim à sua inclusão na sociedade.
Esta garrafa é também bastante exclusiva, uma vez que somente foram criadas 250 unidades. Mas atenção, somente 100 estarão à venda. As restantes 150 garrafas são para coleção interna de Vhils e do Super Bock Group, no âmbito da parceria entre a marca e o próprio.
Se estiverem interessados, devem fazer a vossa pré-reserva aqui. Cada garrafa custa 50€.
Mas para já, a novidade só se aplica a smartphones e tablets Galaxy.
Depois de países como Coreia do Sul, Reino Unido e Estados Unidos da América obterem acesso antecipado ao serviço, eis que o SmartThings Find, que permite localizar dispositivos Galaxy de forma simples e rápida, está a ser hoje disponilizado a nível global.
Ou seja, tal significa que, a partir de agora, os utilizadores portugueses terão acesso à funcionalidade, incluída na app SmartThings. Basicamente, o SmartThings Find utiliza as tecnologias Bluetooth Low Energy (BLE) e Ultra-WideBand (UWB) para ajudar os utilizadores a encontrar smartphones e tablets da marca sul-coreana, isto caso tenham o Android 8 ou versões posteriores.
É possível localizar facilmente o dispositivo desaparecido, mesmo que esteja offline. Como? É que, agora, os utilizadores do SmartThings podem registar-se para utilizarem o seu smartphone ou tablet Galaxy, de forma segura, para ajudar outras pessoas a localizarem os seus dispositivos perdidos.
Sempre que o equipamento esteja offline por mais de 30 minutos, este emite um sinal BLE que pode ser recebido por outros equipamentos. Se o dispositivo for reportado como desaparecido, através do SmartThings Find, qualquer smartphone Galaxy ou tablet nas proximidades, desde que esteja registado com o objetivo de localizar outros dispositivos, poderá alertar o servidor Samsung sobre a sua localização, que irá seguidamente notificar o proprietário do mesmo.
Localizar o dispositivo perdido é muito fácil com recurso a direções integradas no mapa e com a capacidade de “ligar” para um dispositivo perdido para encontrá-lo mais rapidamente. Quando perderem um dispositivo, podem simplesmente abrir a app SmartThings Find no smartphone ou tablet e selecionar o dispositivo que desejam localizar. O smartphone irá, então, mostrar a localização exata do seu dispositivo através de um mapa.
Quando estiverem perto do dispositivo, podem optar por fazer o dispositivo “tocar” ou localizá-lo utilizando a função Search Nearby baseada em AR, que exibe gráficos coloridos que aumentam de intensidade quando o utilizador se aproxima do dispositivo.
Para já, esta novidade somente permite localizar smartphones e tablets Samsung, mas, a partir do início do próximo ano, a marca irá expandir este recurso a outro tipo de equipamentos, como smartwatches e earbuds.
Foi no passado dia 24 de setembro que AnneFrank — Vidas Paralelas (título original: #AnneFrank — Parallel Stories) estreou nas salas de cinema portuguesas, num documentário que, como seria de esperar, é dedicado à história de vida de Anne Frank através das páginas do seu diário. Afinal de contas, foi assim que milhões de leitores ficaram a conhecer a tragédia do Nazismo.
Pois bem, há boas notícias para quem não conseguir ver o documentário no grande ecrã: acaba de ficar disponível na Netflix.
Com cerca de 95 minutos, este documentário, ou melhor, este contar da história de Anne, é intercalado com os depoimentos de cinco sobreviventes do Holocausto: Arianna Szörenyi, Sarah Lichtsztejn-Montard, Helga Weiss e as irmãs Andra e Tatiana Bucci.
Realizado por Sabina Fedeli e Anna Migotto, AnneFrank — Vidas Paralelas é narrado pela atriz Helen Mirren (vencedora de um Óscar com The Queen).