Afinal de contas, falamos de 26 deliciosos bites com queijo, perfeitos para partilhar.
Os tempos que correm não são propriamente os mais convidativos para grandes convívios entre amigos, mas, no caso das famílias, isso não é bem assim. Imaginando que todos os elementos de determinado agregado familiar trabalham a partir de casa, então é relativamente seguro dizer que se encontram livres da COVID-19 (a não ser que sejam assintomáticos e não o saibam).
E é a pensar nestes casos mais positivos, mas não só, que chega a “FAZ-TE AO CHEESY X-MAS“, nova campanha da Pizza Hut que apela ao consumo da Cheesy Bites, uma das especialidades da marca.
Afinal de contas, falamos de 26 deliciosos bites com queijo, perfeitos para partilhar em família. E podem ficar descansados caso tenham receio de comer num restaurante: desde julho passado, passou a ser possível receber em casa ou ir buscar ao restaurante Pizza Hut mais próxima esta icónica invenção da marca, que faz parte do quotidiano dos amantes de pizza há mais de 13 anos.
A marca tem também vindo a promover ações promocionais “QUINTAS ON FIRE XMAS Editions”, bem como a renovação da proposta do icónico Rodízio de Pizzas. Este Festival de Cheesy Bites é também servido à carta e em menu para três pessoas.
Resta salientar que a marca, a celebrar 30 anos de presença em Portugal, tem implementado um rigoroso plano de segurança denominado IN HUT WE TRUST, que garante a lotação reduzida dos restaurantes, o distanciamento físico e disposição de mesas recomendados pela DGS. Este mesmo plano tem ainda outras ações que garantem a segurança dos clientes que, se desejarem, podem até optar por ter um agradável almoço ou jantar numa das mais de 25 esplanadas Pizza Hut à disposição pelo país.
Aliás, a Pizza Hut está a levar o seu plano tão a sério que acaba de receber a aprovação da inspeção SAFETY COVID by ALS, uma rigorosa aprovação internacional que reforça a clientes e colaboradores a máxima segurança nos espaços do restaurante e em toda a sua operação. O Programa SAFETY COVID by ALS está a ser implementado em todos os restaurantes das marcas detidas e operadas pelo Grupo Ibersol em Portugal.
A partir do próximo dia 15 de novembro e até final do mês, há sete filmes europeus para descobrir de forma totalmente gratuita. Basta ter uma boa ligação à Internet.
A iniciativa surge por parte do Europa 6.1, que propõe sete olhares sobre a cinematografia emergente, compilando sete histórias que derretem as fronteiras do continente e celebram a cidadania europeia. Áustria, França, Hungria, Luxemburgo, Polónia, Portugal e República Checa são as sete paragens deste comboio.
Ramiro, Macondo, A Vida nos Bosques, Brasileiros, Histórias de Hortas Comunitárias, Fuga e Karel, Tu e Eu são os filmes a ficar disponíveis gratuitamente no Jangada VoD.
Mas não é obrigatório o visionamento de um filme. Existem outras opções.
O serviço não é propriamente uma novidade em Portugal – Cinemas NOS, Cinema City, Cineplace, entre outros, já o faziam, se bem que numa vertente mais corporativa -, mas é, sim, uma novidade para o UCI Cinemas.
A partir de agora, poderão reservar uma sala exclusiva para um aniversário, uma reunião de família ou qualquer outro tipo de evento privado.
No que toca aos filmes, podem escolher entre aqueles que estão em exibição, de segunda a quinta-feira (dias disponíveis não estando contemplados feriados ou vésperas). Ao reservarem a sala, e como seria de esperar, poderão ter no local somente a companhia de amigos e família. Neste caso, até aconselhamos que levem um máximo de 20 pessoas (a contar convosco). É que o preço de aluguer é de 220€.
Ou seja, é aplicarem a velha máxima de “quantos mais, melhor”. Se for o caso, irão pagar 11€ por pessoa. Mas se o número for mais reduzido, então irão pagar ainda mais.
O preço até pode ser algo abusado, mas justifica-se com o que o UCI Cinemas oferece. Além do bilhete, há um menu à escolha: Menu 1 – Pipocas médias + água 50 cl ou refrigerante 50 cl; Menu 2 – Mini pipocas + Sumo Capri Sun + Chocolate.
Podem ainda prolongar o vosso menu por mais um 1€ e adicionar outros produtos, de acordo com a disponibilidade em cada cinema.
Mas o aluguer de uma sala não exige o visionamento de um filme. Podem reservar salas de cinema para uma competição de gaming com amigos, reuniões, aniversários, formações, conferências ou qualquer outro evento.
Tenham em atenção que, dada a atual situação epidemiológica, existem regras de segurança sanitária que também se aplicam a estes passes reservados.
A distância social deve ser mantida como se fosse um passe para um filme convencional, deixando espaço livre entre os espectadores de ambos os lados, bem como com as filas à frente e atrás. Apenas as pessoas que fazem parte do mesmo agregado familiar podem sentar-se juntas, desde que mantenham essa distância de espaço vazio em ambos os lados, à frente e atrás, com os restantes espectadores. Também a utilização das máscaras é obrigatória.
Esta experiência está disponível nos três UCI Cinemas em Portugal – El Corte Inglés, UBBO e Arrabida 20 -, contudo, cada cinema tem um horário específico para este tipo de evento reservado.
Ou seja, será tudo feito através das lojas online dos diferentes retalhistas.
São daqueles que não efetuaram a pré-reserva da nova PlayStation 5 e estavam com esperanças de conseguir encontrar uma unidade em lojas físicas no dia de lançamento? Esqueçam essa ideia.
Num pequeno texto partilhado por Sid Shuman, Senior Director da SIE Content Communications, no PlayStation Blog, o mesmo afirma que, no dia de lançamento, 19 de novembro, não existirão consolas à venda nas lojas físicas do costume.
A decisão nem está tanto relacionada com a possível falta de stock, mas sim com a pandemia de COVID-19. Afinal de contas, com os casos a aumentarem, é mais importante que nunca que, se possível, fiquemos em casa o tempo que for necessário.
Portanto, escusam de montar uma tenda ou de fazer filas à porta das lojas físicas, tipo Worten, FNAC, Media Markt, Rádio Popular e afins. No dia de lançamento, somente poderão adquirir as consolas nos respetivos sites oficiais.
Em todo o caso, podem ficar descansados aqueles que fizeram a pré-reserva da PlayStation 5 nesses retalhistas: ou recebem em casa ou levantam na loja, assim que receberem essa confirmação.
Finalmente! Depois de bancos como o ActivoBank, Santander e Crédito Agrícola, entre outros, terem disponibilizado o Apple Pay aos seus clientes, é a vez da Caixa Geral de Depósitos fazer o mesmo. Quer isto dizer que os clientes CGD podem agora fazer pagamentos através do iPhone ou Apple Watch.
Seja com cartões de débito, crédito ou pré-pagos VISA, os clientes Caixa têm agora disponível esta forma de pagamento segura, simples e intuitiva, mais importante que nunca nos dias de hoje, uma vez que evita que andemos a mexer em dinheiro ou cartões.
Para utilizarem o Apple Pay e efetuar um pagamento, basta que aproximem o iPhone ou o Apple Watch de um terminal de pagamento automático. E está feito.
Os clientes também podem utilizar o Apple Pay no iPhone, no iPad e no Mac para fazerem compras mais rápidas e convenientes em apps ou na web (com browser Safari), sem terem a necessidade de inserir repetidamente os seus dados de pagamento.
Qualquer compra realizada com o Apple Pay é autenticada com Face ID, Touch ID ou código do dispositivo, bem como com um código de segurança único e dinâmico.
O Apple Pay utiliza um número específico, pelo que o número original do cartão de débito, crédito ou pré-pago não é armazenado no dispositivo nem nos servidores da Apple. Todos os dados são encriptados e passam por um processo de autenticação que confere a máxima segurança a este meio de pagamento.
Para associarem um cartão, basta abrir a app Wallet, clicar no botão + e seguir os passos indicados. Após associarem um cartão ao dispositivo (iPhone, Apple Watch, iPad ou Mac), o serviço fica pronto a ser utilizado (em qualquer estabelecimento que aceite Apple Pay).
A máquina mais pequena da geração não perde tempo em colocar os jogos nas nossas mãos.
Unidade cedida para cobertura pela Microsoft e Xbox Portugal.
Entre muita coisa que aconteceu no mundo em 2020, este ano vai também ficar na história com o lançamento de novas consolas das duas grandes produtoras de hardware da indústria dos videojogos, num espaço de tempo tão curto (meros dias), com as novas PlayStation 5 e o par de consolas da Microsoft, Xbox Series X e Series S.
Também marcante é a decisão de ambas as marcas aparecerem no mercado não com uma, mas duas soluções distintas. No passado, a estreia das consolas de uma determinada geração viu diferentes modelos onde era o armazenamento que mudava, mas, desta vez, as coisas vão numa direção diferente, com a aposta na acessibilidade e no futuro digital. A PlayStation 5 fica-se por um modelo com leitor de discos Blu-Ray e outro sem; já a Xbox lança uma proposta muito interessante com dois modelos distintos: a poderosa e completa Xbox Series X e a mais acessível, pequena e 100% digital Xbox Series S.
A Xbox Series S é, também, a máquina mais curiosa das quatro que chegam ao mercado este mês. Primeiro, pelo seu valor, sendo a mais barata – por 299,99€ –, e também pela sua oferta equilibrada e bastante ponderada para o atual paradigma, expandido a opção de escolha do consumidor, mas oferecendo as vantagens únicas e distintas da nova geração de consolas, com jogos mais realistas, mais imersivos e mais tecnicamente impressionantes.
60% mais pequena, 100% adorável
Mas antes de falarmos do que a consola faz, temos que olhar para o seu design. Se a Xbox Series X causou impacto com o seu aspeto brutalista e monolítico, com um design vertical que nos apanhou desprevenidos, a Xbox Series S teve um impacto muito semelhante, como se de uma mini e adorável Series X se tratasse. Esta é a Xbox mais pequena de sempre e a consola mais pequena desta nova geração, com dimensões e um volume ainda mais compacto do que a Xbox One X, que já era uma consola com dimensões bastante reduzidas.
Toda ela retangular, como se a Series X tivesse sido literalmente cortada ao meio, é, de facto, uma caixa. Simplista e sem acentos ou formas estranhas de grande destaque, exceto a sua enorme saída de ar, que se apresenta na superfície da máquina quando esta está posicionada na horizontal. Estranha e digna de muitas piadas, a existência desta saída de ar é a única coisa que lhe dá uma identidade única, evitando-a de se tornar numa consola visualmente aborrecida, ao mesmo tempo que é uma peça fulcral para a sua ventilação e arrefecimento dos componentes interiores.
Como poderão ver no nosso unboxing à consola, a Xbox Series S é pequena, robusta, sólida e surpreendentemente pesada para o seu tamanho, com 1.9kg. Antes de a testar, graças a imagens de imprensa e pelo tamanho proposto, imaginava a Xbox Series S como uma consola perfeita para viajar. E confirma-se. Apenas pedindo um cabo de alimentação e HDMI para funcionar, juntamente com um comando para jogar, as suas dimensões e peso são perfeitos para colocar numa mala pequena e levá-la para onde quisermos.
Graças ao seu peso e densidade, a consola tem um excelente centro de gravidade que a permite posicionar-se na vertical sem auxílio de bases ou apoios, tornando-se uma fantástica peça decorativa ao pé de uma TV ou móvel moderno. Contudo, a posição tradicional na horizontal parece ser a mais indicada, já que permite uma melhor respiração e fluxo de ar.
Mas seja na vertical ou na horizontal (a posição recomendada), a consola conta com três superfícies livres para a sua respiração (as suas laterais e a saída de ar no topo). Por isso, apesar de ser pequena, é preferível colocar a consola numa zona com algum espaço à sua volta e não metida num armário ou estante ajustada que seja claustrofóbica. De outra forma, vamos limitar o ar para a sucção e correr o risco de abafar o ar quente projetado, afetando o desempenho da máquina ao longo do tempo ou até aquecendo outras coisas que estejam à sua volta. Por isso, recomendamos que a coloquem num sítio mais arejado e menos fechado.
Ainda no seu design, destacam-se as portas e botões disponíveis na consola. Na frente, temos apenas o botão de On/Off com o logo da Xbox a sugerir novamente o posicionamento horizontal, o botão de sincronização – esconde um sensor IR para usar um comando multimédia – e temos ainda uma porta USB para ligar um comando, um disco externo ou o que for necessário.
Na traseira encontramos as restantes portas: de alimentação, de rede, mais duas portas USB, a saída HDMI 2.1 (o cabo que vem incluído é apenas HDMI 2.0) e, por fim, a slot de armazenamento extra para os cartões proprietários da Xbox, que servirão para aqueles utilizadores que querem mais do que os 512GB da Xbox Series S e com suporte da tecnologia Xbox Velocity Architecture (desenhada para os jogos da nova geração).
Uma experiência familiar à velocidade da luz
Com um renovado, mas familiar sistema operativo, transversal a todo o ecossistema da Xbox (incluído a Xbox One), a Xbox Series S foi a experiência mais fluida que alguma vez tive nestas consolas. Quem vem da geração passada vai sentir-se em casa, com os menus, opções de personalização e acessibilidade todas no mesmo sítio, com diferentes formas de organização.
Existem apenas pequeninas diferenças inerentes às capacidades da consola, como por exemplo os filtros de jogos, onde a opção para títulos Optimizados para a Xbox One X desapareceu, ou o surgimento de opção de ativar ou desativar o Auto HDR nos jogos que não suportam tal funcionalidade. De forma clara, não existem virtualmente grandes diferenças, mas há algo que se destaca: a velocidade.
Como dizia, a consola é extremamente fluida. Tudo carrega rapidamente, sem esperas e é muito satisfatório mudar de aba ou ícone. Mas o mais impressionante na rapidez de utilização da consola é mesmo o ligar e o desligar. Seja em modo instantâneo ou na poupança de energia, a Xbox Series S nem dois segundos demora a ligar depois de carregarmos no botão da consola ou do comando. É tão rápida que é impossível não sentir fadiga quando voltamos às consolas anteriores. Sem hipérboles, a consola é quase tão rápida a ligar como mudar de canal na televisão.
Já quando desligada na totalidade, esta demora um pouco mais, mas em parte apenas porque somos presenteados com a bela animação de power-up com uma melodia deliciosa, nostálgica e reminescente de sistemas operativos da Microsoft. Depois disso, mais um ou dois segundos e estamos novamente no menu inicial.
Velocidade é a palavra de ordem nesta geração e tanto a Xbox Series X, como a Xbox Series S, querem tornar a experiência de utilização mais rápida e instantânea. Uma das novas funcionalidades de destaque – e exclusiva – é o Quick Resume, uma função que permite trocar de jogo de forma rápida e, posteriormente, voltar aos títulos anteriores e continuar o seu progresso, mas sem ser necessário ter que voltar aos menus ou passar por loadings.
Basicamente, esta função promete uma experiência semelhante a Save States que encontramos, por exemplo, em muitos emuladores no PC, mas aqui de forma interna. Na prática, a consola permite ter cerca de meia dúzia de jogos abertos em simultâneo, onde podemos trocar entre eles apenas com um carregamento de alguns segundos de espera. Não é tão rápido como fazer um zapping na televisão ou mudar de aba num browser web, mas a ideia e o conceito são muito semelhantes e, enquanto novidades nas consolas, são muito impressionantes.
A quantidade de jogos que podem estar abertos varia de acordo com o tipo de títulos que temos, sendo que é possível ter mais jogos da Xbox 360 abertos em simultâneo do que jogos da Xbox One ou das Series. Porém, dado o espaço disponível na Xbox Series S, de 512GB, não será possível ter muitos jogos instalados para navegar, mas, de uma forma mais positiva, há situações em que dá para usar a funcionalidade com todos os jogos instalados num determinado momento. Nos meus testes, consegui ter seis títulos de diferentes gerações a ocuparem todo o espaço e trocar entre todos sem problemas.
A quantidade de jogos acessíveis com o Quick Resume torna a utilização da Xbox Series S uma autêntica maravilha que, em termos práticos, pode poupar imenso tempo e frustrações ao iniciar jogos, ao colocar em pausa uma aventura cinemática para ir jogar espontaneamente com amigos uma partida num jogo multijogador ou até para quando temos mesmo que sair e deixar o jogo a meio. O Quick Resume funciona tão bem que, durante vários dias, tive um jogo sempre pronto a jogar sem recorrer a menus ou loadings, mesmo depois de desligar a consola na totalidade, movê-la de divisão e de ecrã. É um autêntico gamechanger.
Existem, contudo, algumas limitações. Alguns (poucos) jogos ainda não suportam a função e outros reiniciam aleatoriamente durante esta fase de pré-lançamento, mas, na na sua maioria, e após conhecer quais é que funcionam bem, é uma das melhores adições desta geração.
A Xbox Series S vem com 512GB de armazenamento interno, reduzidos alguns GB para o sistema operativo e o Quick Resume, mas não se deixem enganar pelas suas limitações. É verdade que temos jogos como Call of Duty: Modern Warfare, que se lança para os 200GB, e outros como Forza Motorsport 7, que requer cerca de 100GB, mas a realidade é que o tamanho dos jogos varia dos dígitos singulares às centenas. Ou seja, e dependendo da nossa utilização da consola, é possível guardar e ter ao nosso alcance mais de uma dezena de jogos instalados. Ainda assim, há várias formas de expandir o armazenamento da consola, seja através de discos USB ou pela sua slot de expansão para cartões proprietários que podem ser adquiridos em separado, como o Seagate Storage Expansion Cardde 1 TB, por 249,99€.
É importante referir que, para os jogos da nova geração e jogos atualizados para estas consolas, só é possível tirar partido das suas melhorias através do armazenamento interno e dos tais cartões de expansão, devido à forma e velocidade com que a consola lê a informação armazenada. Através da Xbox Velocity Architecture, os jogos otimizados prometem tempos de carregamento quase nulos, um maior nível de detalhe e imersão, entre outras vantagens “invisíveis”, mas que transformam a experiência. Estas melhorias vão depender sempre da forma como os produtores utilizam esta função, mas é importante referir que os jogos da nova geração só funcionam instalados na memória interna da consola ou no cartão proprietário.
Já os jogos retrocompatíveis têm uma grande vantagem ao serem, também eles, instalados neste tipo de memória e armazenamento, já que os loadings de carregamento e de espera tradicionais são substancialmente reduzidos, em alguns casos passando de minutos para segundos (como por exemplo The Witcher 3, onde os fast-travels são agora instantâneos). E claro, podem também tirar partido do Quick Resume.
Via USB é possível jogar toda a biblioteca retrocompatível da Xbox Original, Xbox 360 e Xbox One, e é também possível transferir jogos de uma consola para a outra, algo bastante útil nesta fase transitória, podendo ajudar muitos utilizadores a poupar dados em descarregamentos. Outra forma bastante útil é utilizar a transferência de jogos via Wi-Fi que, dependendo da velocidade de ligação, é como fazer downloads dos jogos, mas dentro da nossa própria rede.
Controlos revistos
Com uma nova geração, chegam também novas soluções para os controlos. Nesta fase do campeonato, a Xbox optou por manter o tema da familiaridade e do ecossistema unificado com uma pequena revisão do seu comando.
Apesar da nova consola suportar compatibilidade com os comandos da Xbox One e uma vasta seleção de periféricos lançados para essa geração, as alterações ao novo comando tornam-no no melhor modelo básico lançado até agora.
Mais sólido e robusto, tal como a consola, a forma e design pouco mudaram nesta nova versão que vem substituir a nova linha e que é igualmente compatível com a Xbox One, PCs Windows 10 e uma panóplia de dispositivos móveis, graças à sua ligação por Bluetooth. Ainda assim, o novo comando sente-se ligeiramente mais pequeno e confortável nas mãos. É ergonómico e conta com pequenos detalhes que rapidamente me fizeram largar os comandos anteriores, como, por exemplo, a nova textura de aderência que está presente nos gatilhos e nos botões de ombro, e a que cobre toda a traseira do comando até às suas laterais.
A nível de botões, também temos uma revisão completa, com os ABXY mais clicáveis e satisfatórios, e um D-Pad retirado dos modelos elite, sendo muito mais preciso e confortável. A grande característica diferenciadora é, no entanto, o botão de Share, que permite finalmente a captura instantânea de momentos de jogo.
No geral, a oferta da Xbox para o comando muda pouco, mas o que muda é capaz de transformar a experiência. No entanto, acaba por não dar um grande salto para a nova geração, até porque o objetivo é oferecer uma solução melhorada, mas transversal a um ecossistema inteiro ao longo de quatro gerações.
Todo o legado, num único local
Voltando às melhorias dos jogos, quem tem uma televisão ou monitor com suporte HDR vai poder ver os seus jogos de cara lavada. Com o Auto HDR, uma grande seleção de títulos recebe magicamente um tratamento de imagem, com uma gama de cores maior que ajuda a tornar as imagens muito mais definidas, bonitas e brilhantes, sejam jogos da Xbox OG, da Xbox 360 ou da Xbox One.
Entre alguns exemplos testados, onde a experiência com Auto HDR se destaca, temos Mirror’s Edge, Control ou Fallout: New Vegas, que parece que levaram um patch visual em cima, com cores mais saturadas e contrastes maiores, mas sem estragarem a essência ou ambiente do jogo. Nem todos os títulos suportam esta funcionalidade no momento de escrita desta análise, como pude comprovar em Metal Gear Rising: Revengeance, mas está já prometido um aumento de suporte para mais jogos no futuro.
Essencialmente, a Xbox Series S é uma Xbox One S (ou uma Xbox One Original), no sentido em que corre todos os jogos lançados nessa plataforma e suporta todos os jogos que entraram no programa de retrocompatibilidade no passado (excluindo apenas jogos que requerem o Kinect). Sendo a Xbox Series S uma consola apenas digital, todos os jogos disponíveis na loja digital da Xbox irão funcionar.
Todavia, e apesar de esta ser uma consola de nova geração (com melhorias em muitos jogos e pensada para o futuro), existe um pequeno calcanhar de Aquiles, especialmente para quem vem da Xbox One X ou espera tirar partido de melhorias em jogos da Xbox One.
Na promessa da retrocompatibilidade, talvez o aspeto mais desapontante da Xbox Series S seja o não suporte dos jogos otimizados para a Xbox One X, a consola “premium” da geração passada, onde uma seleção de títulos tirava partido do poder extra da máquina oferecendo diferentes modos de jogo, priorizando resolução e framerate.
Atualmente, a menos que seja lançado um patch de otimização para a Xbox Series S (como irá acontecer com muitos jogos cross-platform), muitos destes jogos perdem essas opções, resultando em jogos cuja resolução é apresentada com resoluções iguais ou abaixo dos 1080p, ou com framerates limitados nos 30FPS.
Isto torna-se particularmente “frustrante” quando alguns jogos preparados para a Xbox One X até apresentam modos de 60FPS a 1080p e onde não tenho dúvida nenhuma que a Xbox Series S seria bem capaz de alcançar, especialmente quando os títulos que apresentam framerates e resoluções dinâmicas de origem, conseguem, aparentemente, atingir esses valores.
Um desses exemplos é Star Wars Jedi: Fallen Order, que oferece uma opção que dá prioridade à resolução nativa, que é de 1440p (upscaled para os 4K) a 30FPS; e outra a 1080p a 60FPS, na Xbox One X. Nativamente, sem a existência de uma atualização à vista, a Xbox Series S não permite a escolha de opções neste jogo e corre simplesmente como se estivesse otimizado para a Xbox One S. Existem outros exemplos de jogos com modos que permitem até 4K (para a qual a Xbox Series S não está desenhada), mas teria sido interessante ver jogos como este, que ainda são alguns, terem a opção mais fluida ou o desbloqueio da resolução até aos ditos 1440p. Esta diferença de resoluções até 1080p não é tão aparente em ecrãs Full HD, mas, em ecrãs QHD ou 4K, revelam jogos com uma qualidade de imagem mais suave e menos detalhada.
Em suma, a Xbox Series S, no que toca a retrocompatibilidade com a Xbox One, oferece uma experiência basicamente semelhante ao modelo base dessa geração. Existem apenas melhorias em jogos onde os limites não estão bloqueados pelos produtores e aplicando Auto HDR a alguns títulos que não têm esta opção nativa, como por exemplo o popular Control, da Remedy.
Jogos do futuro sim, mas com sacrifícios
A Xbox Series S é uma consola da nova geração, com componentes que suportam funções do futuro, como suporte de leitura de dados ultra rápida Xbox Velocity Architecture, suporte para framerates até 120fps ou suporte de funções de Ray-Tracing, para um maior imersão visual em jogos. Em todo o caso, esta fase de transição e os jogos de lançamento compatíveis para a consola revelam que estes futuros títulos vão ser sujeitos a alguns sacrifícios para uma experiência ideal.
Para esta análise, o acesso a jogos da nova geração está limitado a títulos cross-gen, ou seja, também jogáveis na geração anterior, que revelam não só o bom potencial da consola, mas também alguma preocupação.
Muitos jogos já disponíveis e lançamentos recentes, daqui para a frente, irão receber atualizações com otimizações, que tanto nos dão uma experiência otimizada de raiz, como oferecem opções com diferentes modos de visualização. Jogos como Forza Horizon 4 eGears 5 já oferecem, por exemplo, modos de jogo capazes de desbloquear o potencial da consola até 120fps, mas todos eles com limitações que, na Xbox Series X (como já foi possível assistir em antevisões), não condicionam a experiência.
Por exemplo, Forza Horizon 4 está agora otimizado para a Xbox Series S graças ao trabalho da Panic Button, (responsáveis por DOOM e Wolfenstein II: The New Colossus para a Nintendo Switch) existindo, neste caso, uma fluidez de jogo extra nesta versão do jogo, algo que na Xbox One S não era possível. Apesar de aparecer com uma ótima qualidade de imagem, não oferece uma resolução 4K como a Xbox One S e Xbox Series X. Nesta consola, o jogo tira partido de carros e ambientes com qualidade melhorada, maior fluidez e tempos de carregamento ultrarrápidos, com fast-travels que demoram entre 2 a 3 segundos.
No caso de Gears 5, o jogo apresenta-se de forma exímia, muito graças ao trabalho desenvolvido pela The Coalition, juntamente com a Epic Games e o seu Unreal Engine, mas as vantagens, neste caso os 120fps, estão limitados apenas a um dos modos multijogador. Gears Tactics, que se estreia agora nas consolas, é outro exemplo feliz, onde a qualidade de imagem e a performance casam de forma fantástica, sem destoar qualquer tipo de sacrifícios.
Yakuza: Like a Dragon é um dos primeiros jogos a oferecer aos jogadores a possibilidade de escolher a prioridade entre o desempenho e a qualidade de imagem, com subtil diminuição de resolução quando escolhemos os 60fps. Mas nada que estrague a experiência.
Temos notícias de que Devil May Cry 5 Special Edition irá deixar de fora tecnologias de Ray-Tracing na Xbox Series S, por outro lado, jogos como o Watch Dogs Legion já o irão fazer. Essencialmente, o futuro da consola no que toca à fidelidade gráfica e exploração das suas capacidades é incerto e ficará sempre nas mãos dos produtores.
São observações a ter em conta que, no fim do dia, justificam a diferença de 200€ face à sua irmã Xbox Series X, que oferece a experiência completa e que entra um pouco na filosofia de design desta pequena caixa. A verdade é que a Xbox Series S foi desenhada ao pormenor e de forma consciente, direcionada para um público mais casual, para quem não tem ecrãs 4K ou não liga tanto à resolução dos jogos. No fundo, tem o potencial de ser uma excelente máquina para correr jogos a 1080p/60fps, mas este tipo de suporte vai ficar sempre dependente dos próprios produtores.
Por outro lado, felizmente, muitos dos jogos mais recentes e populares da Xbox One irão, mais cedo ou mais tarde, receber atualizações para a nova geração, muitos deles com atualizações gratuitas, que prometem puxar finalmente pelas capacidades superiores da Xbox Series S face à geração passada.
Xbox Game Pass, a arma secreta
Apesar da falta de jogos 100% da nova geração, com muitos lançamentos novos no final do ano, como já é costume, a grande arma da Xbox e, em particular, desta pequena máquina acessível, está na oferta que não se limita apenas aos novos jogos, mas sim ao seu passado e à extensa biblioteca do Xbox Game Pass.
A Xbox Series S, apesar dos seus compromissos, é uma fantástica aposta para quem quer jogar jogos, sejam eles quais forem e como se apresentam. Uma aposta para descobrir novas aventuras, histórias e experiências, e tudo isso passa pela facilidade e pela porta aberta ao Xbox Game Pass, cujo preço de admissão anual equivale ao preço de um jogo na sua janela de lançamento. Só que, em vez de um, temos uma centena de títulos à nossa disposição, onde se incluem todos os jogos exclusivos da marca Xbox, futuros lançamentos e uma grande parte deles do passado, podendo ser descarregados e jogados do início ao fim sem compromissos.
Há muita coisa fantástica na Xbox Series S que a tornam uma máquina do futuro. Numa primeira impressão, o seu tamanho impressiona, num contraste vincado face à Xbox Series X e à concorrente PlayStation 5, com a promessa de que, de alguma forma, vai correr os mesmos jogos.
Depois, temos a sua velocidade, tão impressionante que, apesar dos seus sacrifícios, torna extremamente difícil voltar à geração anterior. Desde os menus do sistema aos carregamentos dos jogos, aliados às melhorias em jogos antigos, a Xbox Series S impressiona.
Por fim, temos a oferta e a sua acessibilidade à carteira dos jogadores. Por 299,99€, a Xbox Series S é extremamente competitiva no mundo das consolas, aparecendo mais barata que a Nintendo Switch original e revelando-se uma estupenda alternativa aos PCs de jogos budget.
A Xbox Series S não é uma máquina qualquer. É uma máquina para aqueles que sabem bem o que vão poder retirar dela, com as expectativas no sítio; para aqueles que não se importam tanto com o desempenho técnico dos jogos e até para aqueles que, com curiosidade, querem entrar no mundo da Xbox, que já têm uma consola da concorrência ou têm um orçamento limitado.
Acima de tudo, a Xbox Series S é mais um sólido pilar no excelente ecossistema da Xbox.
Há que rever todos os episódios antes da nova temporada estrear.
Uma das principais novidades do passado mês de outubro foi o anúncio de um soft reboot de Dexter, série que vai regressar ao pequeno ecrã em 2021.
A nova temporada irá começar precisamente após o final da oitava temporada, que, para aqueles que viram Dexter do início ao fim, deixou o futuro da personagem em aberto.
Exibida entre 2006 e 2013, Dexter fez um sucesso tremendo enquanto “esteve no ar”, embora tenha tido algumas temporadas cuja qualidade ficou a desejar. Pois bem, e a pensar naqueles que querem (re)ver antes da chegada dos novos episódios, há mais um serviço de streaming a receber todas as temporadas.
Depois da Amazon Prime Video, que têm os episódios disponíveis, mas somente no catálogo espanhol – ou seja, têm de subscrever o serviço através da Amazon Espanha -, eis que a HBO Portugal vai disponibilizar todas as oito temporadas já a partir de amanhã, dia 6 de novembro.
A icónica série de crime, drama e mistério, baseada no romance envolvente Darkly Dreaming Dexter, de Jeff Lindsay, estará, assim, disponível para mais portugueses a partir desta sexta-feira.
Protagonizada por Michael C. Hall, Jennifer Carpenter, David Zayas e Julie Benz, Dexter é uma série da Showtime Networks, Inc.
Esta expansão vem acompanhada de vários descontos.
Foi no passado mês de outubro que o serviço Bolt Food, após várias promessas de chegada a Portugal, começou finalmente a funcionar no país.
Para já, e como seria de esperar, o Bolt Food começou por estar disponível somente na cidade de Lisboa, devendo permanecer assim durante algumas semanas. Mas existia um problema na capital portuguesa: a zona para entrega de refeições, por sinal muito limitada.
Agora, eis que o serviço expande o seu raio de atuação, chegando a Algés, Benfica, Ameixoeira, Parque das Nações e toda a zona centro de Lisboa. Quer isto dizer que mais clientes terão oportunidade de encomendar comida de spots como H3, Subway, Honest Greens, Vitaminas, Udon, Guacamole, Sushicome, Papa John’S, A-100, Pizzaria Luzzo, Poke House, Fauna e Flora,Choco & Noz, Chickinho e La Piadina, entre outros.
Além disso, esta expansão vem acompanhada de vários descontos, tais como dois por um ou até mesmo menus completos com até 30% de desconto.
No que toca às entregas, são gratuitas para encomendas realizadas até quatro quilómetros de distância do restaurante em questão. De acordo com as novas medidas do Governo, é possível encomendar refeições todos os dias via Bolt Food das 9h até à 1h da manhã.
Se adquiriram um dos lotes em questão, deverão devolver na loja mais próxima para o respetivo reembolso.
Volta e meia, é algo que acontece. Já tínhamos abordado situações com outras cadeias de supermercado, como Continente e Pingo Doce, mas é a primeira vez que reparamos que acontece com um produto à venda nas lojas Mercadona.
A empresa está a pedir aos clientes que devolvam a cerveja Especialidades 1897 Sabor a Tequila devido a um defeito na garrafa que, ao abrir, poderá provocar estilhaços de vidro.
Se adquiriram o produto, tenha em atenção que as garrafas com este defeito são as que têm data de consumo de preferência antes de 15/10/2021, 21/10/2021, 10/11/2021 e 16/12/2021.
A Mercadona não só retirou esta garrafa de cerveja dos seus estabelecimentos, como pede aos clientes que devolvam o produto na loja mais próxima para o respetivo reembolso.
A abertura deste supermercado tinha abertura prevista para dia 30 de outubro. Porém, e tendo em conta a proibição de circulação entre concelhos de 30 de outubro a 3 de novembro, os responsáveis resolveram adiar essa abertura para o dia de hoje, 5 de novembro.
Localizado na rua de Ponte Real, nº111, no distrito do Porto, o novo supermercado responde ao Modelo de Loja Eficiente que a empresa está a implementar em toda a sua cadeia, incluindo o Pronto a Comer, com uma secção de 41 refeições já preparadas.
Contando com uma superfície de vendas de 1.900m2, a nova loja caracteriza-se por ter corredores amplos e confortáveis, dispõe de uma entrada de vidro duplo que evita correntes de ar, lineares específicos de leite fresco e sumos refrigerados, mural de sushi, uma charcutaria com presunto ibérico cortado e embalado no momento, uma ilha central na perfumaria para maquilhagem e uma máquina de sumo de laranja espremido na hora.
Para quem quiser visitar o espaço, saibam que existam 170 lugares de estacionamento. O horário de funcionamento é das 9h às 21:30h, de segunda-feira a domingo.
Esta loja gerou 60 novos postos de trabalho, com contrato sem termo desde o primeiro dia. O plano de expansão da Mercadona para 2020 inclui ainda a abertura de mais três lojas no país, nos distritos do Porto, Aveiro e, pela primeira vez, em Viana do Castelo.
Já falta pouco para que todos possamos ver o filme-concerto dos Capitão Fausto no grande ecrã. SOL POSTO vai ser exibido em somente um dia – 20 de novembro, às 20h – mas em 70 salas de cinema, de norte a sul do país, incluindo as ilhas.
Composto por versões inéditas do repertório da banda, SOL POSTO integra três performances gravadas ao vivo e em exclusivo para o filme. As atuações ocorrem em três momentos distintos do dia: crepúsculo, noite e alvorada. Tal como na vida quotidiana recente, o filme enfrenta a ideia de um período de ponderação em vez de ação, e de suspensão em vez de concretização.
O som e imagem foram gravados ao vivo, no decurso de uma semana, no passado mês de setembro, em Melides.
Esta pretende ser uma experiência visual e auditiva em 5.1, como só as salas de cinema podem proporcionar. Os bilhetes custam 7€ cada.
Um registo na plataforma Music.com permite-nos 90 dias de uma subscrição premium sem gastarmos um cêntimo.
Lembram-se quando, em abril deste ano, falámos aqui no Echo Boomer sobre uma promoção da plataforma Music.com, que consistia em oferecer três meses de acesso gratuito a vários serviços de streaming, tendo o utilizador de escolher entre um deles?
Pois bem, essa promoção está de volta. A razão? Celebrar o 40º aniversário do álbum Ace of Spades, dos Motörhead, que está disponível em formato “360 Reality Audio” em vários serviços de streaming.
Os moldes de funcionamento são exatamente os mesmos aos da anterior promoção, mas há uma diferença: é que, agora, podem também optar por um período de três meses de acesso gratuito à Amazon Music, serviço de streaming de música da gigante eletrónica.
Este serviço junta-se a um leque onde estão disponíveis outros serviços, tais como TIDAL, Deezer ou Nugs, entre outros.
Então vamos lá. Começam por visitar este site. Já na página, devem clicar onde diz “Register to receive 3-month free trial promo code for 360 Reality Audio”. Preenchem o formulário, completam o registo e, em seguida, devem confirmar a adesão no email que indicaram anteriormente.
Feito esse passo, irão concluir que, logo em seguida, recebem um email com o assunto “Coupon to Experience 360RA Inside!”. Dentro desse email, irão verificar que têm um cupão, sendo esse o código que têm de utilizar para usufruir dos tais 90 dias à borla de acesso premium aos serviços de streaming anteriormente mencionados.
Seguidamente, devem clicar onde diz “Start Trial” e, já no site da Sony, escolhem a língua pretendida e aceitam os termos e condições. Na página seguinte, devem então colocar o tal código que estava no email, clicar em “Enviar”, escolhem depois o vosso país e, finalmente, optam pelo serviço desejado.
Atenção, esta oferta de três meses de serviço pago apenas funciona para novos clientes/novas contas. Além disso, para que possam usufruir deste período trial de 90 dias, terão de incluir os dados do vosso cartão de crédito (podem criar um MB Way para o efeito). E não se esqueçam de, depois, se assim o desejarem, cancelarem a vossa subscrição, isto para que, quando terminarem os 90 dias de oferta, não vos seja cobrado qualquer valor.
Apesar de os códigos poderem ser redimidos até 31 de dezembro de 2021 (a anterior promoção era válida até ao final deste ano), recomendamos que aproveitem esta oferta o mais rapidamente possível, pois tendem a desaparecer num ápice.
Acessível e confortável – assim é esta aposta da Trust para budget gaming.
Com a chegada das novas consolas e placas gráficas, chegou também o momento de atualizarem os vossos acessórios. Sejam comandos, teclados ou ratos, as ofertas são muitas, mas o valor, esse maldito inimigo do consumidor, será sempre um problema. Se estão à procura de um novo par de headphones, mas o orçamento é limitado, temos hoje uma sugestão. Apesar de não ser um suprassumo da marca ou do que encontram no mercado, o novo Trust GXT 433 Pylo passou no teste e é uma boa aposta para quem procura um headphone em formato budget.
Muito confortável e já otimizado para as sessões de gaming, o GXT 433 Pylo não é rico em funcionalidades, mas traz consigo um design elegante – ainda que longe de ser vistoso – e a possibilidade de utilizarem não só para se imergirem nas sonoridades dos vossos títulos favoritos, mas também para falarem e gravarem voz. É um dois em um, como muitos dos outros modelos da Trust, e encontramos aqui um par acessível, mas com o conforto de modelos superiores, com as esponjas suaves (de pele sintética) a repousarem perfeitamente por cima dos ouvidos. Mesmo com o seu peso (356 g), não se torna desconfortável ou pesado ao fim de umas horas de utilização, algo que irá satisfazer qualquer jogador.
Não podemos esquecer que são, de facto, um modelo de entrada e que alguns cortes foram necessários para justificar o seu preço acessível. No entanto, a aposta nas frequências graves – com o bass muito proeminente – e em notas altas mais definidas dão-lhe uma enorme consistência, seja durante uma sessão de jogo, em chamada – onde poderão utilizar o microfone – ou enquanto ouvem música. O som é sempre claro e definido, com uma sensibilidade nos 103dB (20 Hz – 20000 Hz), e não encontrámos momentos de cacofonia incompreensível. Aliás, as esponjas bloqueiam muito do ruído exterior, o que nos dá um ambiente ainda mais controlado. A falta de opções de personalização significa que não poderão moldar a experiência de som ao vosso gosto, mas é uma ausência incontornável.
Se a qualidade de som até nos surpreendeu, o mesmo não podemos dizer do microfone. Com a possibilidade de o reposicionarmos ao nosso gosto, definindo, por exemplo, a sua distância da boca, este microfone condensador e omnidirecional só é indicado para as sessões de jogo. Se estiverem a jogar com amigos, não serão prejudicados pela sua baixa qualidade, mas não pensem fazer gravações com ele. A resposta de frequência está entre 100Hz – 10000Hz e não conseguimos ficar indiferentes ao ruído captado – e impossível de limpar – sempre que experimentámos o microfone. Não é, de todo, aconselhado para gravações, mas faz o seu trabalho se quiserem fazer um stream ou simplesmente falar com amigos através do PC ou consolas.
As opções são poucas, mas o GXT 433 Pylo ainda conta com um controlador de volume e a possibilidade de cortarem o som do microfone manualmente. Os níveis de volume são satisfatórios e espaçados o suficiente para encontrarem o que será mais confortável para vocês. Se estiverem a jogar no PC, a Trust decidiu contornar alguns problemas de distância em relação ao cabo e adicionou, sem encargos adicionais, um extensor de um metro. É um pequeno extra, mas que vos deixará mais descansados.
No fundo, os GXT 433 Pylo são um bom par de headphones para quem quer poupar dinheiro sem perder qualidade de som. O microfone não é o mais indicado, mas servirá para tarefas mais mundanas. Com uma lista extensa de compatibilidade, desde as consolas mais recentes aos sistemas mobile, irão encontrar uma companhia perfeita para o dia-a-dia.
Um excelente exercício de terror de domingo à tarde, com direito a intervalos para ir à casa de banho.
A ambição é uma amante imperdoável. Se, por um lado, é a força motora para nos motivar a arriscar e a perseguir sonhos que, de outra forma, pareciam ser impossíveis, por outro, é a primeira a prejudicar-nos quando nos vemos num barco sem fundo, já em alto mar. A ambição foi a mesma que nos trouxe Remothered: Broken Porcelain, o novo título da Stormind Games, e uma nova abordagem sobre a fórmula que encontrámos em Clock Tower, mas com uma personalidade própria. Há aqui uma tentativa, uma visão singular e até uma sensibilidade muito cinematográfica, mas este é um exemplo perfeito para os perigos da ambição. Não se atirem ao mar se não sabem nadar.
Remothered: Broken Porcelain é um mau jogo. Está mal otimizado, estruturado e até realizado, construindo uma cacofonia de sequências de estória e mecânicas que mal se conjugam entre si. É um retrocesso em quase todos os sentidos quando comparado ao original, cuja estória esta sequela continua quase diretamente, onde existia uma maior restrição de ideias e de ambição. É uma sequela, é suposto ser “mais e melhor”, mas quando nos deparamos com um jogo tão fundamentalmente quebrado, é impossível não o achar também secante. E Broken Porcelain é tão fascinante e irritante.
Para um projeto independente, a Stormind Games esforçou-se ao máximo para nos dar cenários mais ricos, detalhados e um design de níveis mais intricado, juntamente com animações mais realistas – um dos problemas do primeiro jogo, onde todas as personagens pareciam ser androids –, e um maior cuidado na iluminação e na banda sonora. Há aqui uma tentativa palpável em melhorar tudo o que tornou Tormented Fathers tão peculiar e interessante, mas com as melhorias gráficas, vieram também os problemas de desempenho e os bugs constantes. A própria jogabilidade é rígida, com tempos de resposta que bloqueiam ocasionalmente a movimentação – ao ponto de pensarmos que o jogo parou –, e que cortam por completo a sensação de furtividade que a estória tanto se esforça em manter.
Remothered: Broken Porcelain é um jogo de horror onde temos de explorar cenários fechados enquanto fugimos e nos escondemos de inimigos imparáveis. Podemos contra-atacar, encontrar esconderijos e até deixar armadilhas e distrações que nos dão segundos preciosos de exploração e resolução de puzzles. Esta é a fórmula que vimos, ainda que noutro formato, em Clock Tower, uma das inspirações de Stormind Games, mas, ao contrário da série clássica da Human Entertainment, Broken Porcelain é muito mais limitado no horror e nos sustos, colocando-nos a revisitar constantemente os meus locais num loop interminável entre momentos de fuga e puzzles simples.
O primeiro capítulo é uma péssima introdução ao jogo e obriga-nos a descobrir uma forma de entrarmos num quarto, apesar de não sabermos concretamente o porquê. Para tal, temos de passar dezenas de vezes pelos mesmos corredores, realizar as ações mais mundanas – como descobrir um número de telefone, voltar atrás e regressar ao ponto de partida – e lutar contra uma UI que é tudo menos intuitiva. Mesmo com a possibilidade de alternar pelos itens através dos botões direcionais, Remothered: Broken Porcelain é antiquado e os menus são desinteressantes, ao ponto de ser difícil de perceber se selecionámos ou não um item. A UI também é inconsistente e encontrei momentos em que não conseguia abrir gavetas porque o jogo se recusava a dar-me o botão correto para interagir com os objetos, o que me obrigou a reajustar a câmara e a posição da personagem demasiadas vezes.
Existem alguns momentos de tensão, especialmente nas fugas, mas Broken Porcelain é mais chato do que difícil. As ações são morosas, lânguidas e aborrecidas, com as animações a demonstrarem ainda o orçamento reduzido do jogo. Mesmo percebendo o porquê desta escolha mecânica, pois serve para aumentar a tensão, a verdade é que temos um jogo que luta contra o jogador à medida que oferece opções de combate e furtividade desnecessárias. Por exemplo, a opção de saltarmos do balcão do hotel, que nos mata automaticamente. Qual é o objetivo? Dar ao jogador a sensação que é preferível morrer do que ser apanhado por uns dos vilões? Consigo compreender a ideia, mas não tem qualquer impacto na jogabilidade ou na narrativa. Aliás, nem temos uma animação única de morte. Nada.
Broken Porcelain é um jogo de excessos, mas respeito a sua coragem. É um projeto que quer fazer um jogo de milhões por uns meros trocos e nada os parou. Conseguimos sentir isso, por exemplo, nas interações entre personagens, que contam com voice acting, e a direção das cenas. Temos uma visão cinematográfica muito afincada com jogos de câmara, perspetivas forçadas e alguns truques de iluminação que tentam cortar a falta de cuidado e fidelidade geral do motor gráfico. Infelizmente, não consegue, mas tenta com todas as suas forças, tal como a banda sonora, que acaba por ser mais genérica e previsível do que se pedia.
No final do dia, o regresso a Remothered é muito insatisfatório. É uma visita de médico, curta e chata, onde nos vemos a repetir as mesmas ações à medida que tentamos descobrir onde está, afinal, a tensão e o horror. O desempenho inconsistente e os bugs horrorosos, como animações que são interrompidas ou personagens presas nos cenários e com o pathfinding mal programado – e ainda cutscenes que teletransportam as nossas heroínas de uma sala para outra –, tornam o ambiente sempre cansativo e morno. É uma tentativa falhada, mas há sempre espaço para melhorias.
No entanto, elas só chegarão numa sequela, pois Broken Porcelain é agora um poço envenenado – tal como a ambição.
Disponível para: PC, Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch Jogado na PlayStation 4 Cópia para análise cedida pela Dead Good Media.
O investimento no Stay Hotel Lisboa Aeroporto rondou os 1,65 milhões de euros.
Em julho deste ano, quando referimos aqui no Echo Boomer que a Stay Hotels estava a trabalhar naquele que seria a 11ª unidade da cadeia de hotéis em Portugal, estava previsto que a inauguração acontecesse durante o segundo semestre de 2020.
E a verdade é que a promessa foi cumprida. O Stay Hotel Lisboa Aeroportojá foi inaugurado e está pronto a receber clientes.
Situado na Rua Vasco da Gama, na Portela, o hotel, construído de raiz, conta com 84 quartos no total: 14 de tipologia STAY One, 50 STAY Double e 20 STAY Twin. Destina-se, sobretudo, a quem chega a Lisboa de passagem (em negócios ou lazer) e a clientes em trânsito no Aeroporto.
A nova unidade incorpora o ADN da marca STAY HOTELS e a premissa “JUST WHAT YOU NEED”, disponibilizando um pequeno-almoço variado, servido em horário alargado (das 04h às 12h) no conforto do quarto ou na sala de refeições; snacks JUST DELICIOUS disponíveis 24 horas por dia com uma oferta variada que inclui petiscos e pratos quentes; wi-fi gratuito em todo o hotel; quartos amplos e confortáveis; um atendimento próximo e atento; e um Airport Point na receção com informação em tempo real sobre os voos do Aeroporto Humberto Delgado.
A unidade dispõe ainda de um parque de estacionamento privado com 26 lugares.
O Stay Hotel Lisboa Aeroporto é o terceiro hotel da marca na capital portuguesa. O investimento rondou os 1,65 milhões de euros.
A marca está disponível em 8 das 10 lojas Continente nos Açores.
Depois de ter sido relançada este ano pelo Grupo Domus Capital, a conhecida marca Sumovite acaba de chegar a várias lojas Continente nos Açores.
O acordo foi fechado no final do passado mês de outubro, chegando as bebidas da marca a 8 das 10 lojas Continente nos Açores. E são três as referências/sabores da Sumovite em garrafa 1.5L: Laranja, Ananás com gás e o recentemente lançado sabor a Maracujá.
Pela procura sentida no mercado, a marca decidiu lançar o sabor Maracujá com gás. Tal garante um produto de qualidade, com uma percentagem de sumo superior, dando-lhe, consequentemente, mais sabor, mas sem perder as baixas calorias que pretende alcançar.
Esta nova referência foi lançada também em garrafa PET 1,5L, sendo escolhida a cor roxa para rótulo do produto, típica do fruto maracujá. Este novo sabor também já está disponível em Portugal Continental.
Além da Uber Eats e Glovo, existe outra plataforma que muitas pessoas ainda desconhecem, seja por falta de divulgação ou por não existir noutras cidades. É a Takeaway.com, plataforma holandesa que está presente em Portugal desde 2016 após a compra da empresa Pizza.pt.
Pois bem, este serviço acaba de lançar um pacote de apoio ao restaurantes, ajudando com redução, e até remoção, de várias taxas nestes dias tão complicados.
Assim, o pacote de apoio inclui:
Um desconto de 25% na comissão para todos os restaurantes que utilizam o serviço de entrega Takeaway.com, uma frota de estafetas em bicicletas elétricas vestidos com as cores laranja da empresa.
Remoção da comissão para novos registos de restaurantes independentes.
Remoção da comissão para encomendas de recolha.
Estas medidas têm efeito imediato durante quatro semanas a partir do dia 8 de novembro, que será revisto com base nas orientações do governo.
Além disso, a Takeaway.com compromete-se a expandir a sua atuação nas cidades de Lisboa, Cascais, Oeiras, Porto e Vila Nova de Gaia, indo ainda trabalhar na expansão das áreas de entrega em algumas das localidades atuais.
Até à data, a Takeaway.com já investiu mais de 30 milhões de euros em apoio a restaurantes em todo o mundo e aproximadamente seis milhões de euros em apoio a profissionais de saúde.
Depois de, recentemente, ter criado um cabaz dedicado ao São Martinho, com castanhas e outros produtos nacionais e da época, eis que a Maria do Pomar disponibiliza agora uma novidade para ajudar a manter a linha sem sair de casa.
O novo Cabaz Fitness tem os alimentos ideais para que consigam manter uma dieta equilibrada e rica em nutrientes.
Com opções para todos os gostos, o novo cabaz pretende trazer mais variedade de alimentos saudáveis à cozinha dos portugueses. Começando pelas frutas, a novidade vem recheada com abacate, banana, kiwi, limão, lima, laranja, mas também maçãs golden. Legumes como bróculos, espargos, batata doce, espinafres ou beterraba, entre outros, surpreendem todos os que adquirirem esta opção, que conta ainda com uma bebida vegetal Shoyce, bagas goji, amêndoas, nozes e ovos.
O custo do cabaz é de 29,50€, não sendo cobrada qualquer taxa de entrega, morem em Lisboa, Porto, Faro ou outra cidade qualquer. As encomendas podem ser feitas através do site oficial ou app, disponível para Android e iOS.
Recorde-se que a Maria do Pomar passou a fazer entregas em todo o território nacional desde o passado mês de outubro.
Também a PlayStation 5 vai poder contar com a aplicação que permite ter acesso ao serviço Apple TV+.
A app Apple TV começou por ser lançada em 2016 para dispositivos iOS e tvOS, mas foi a partir de março do ano passado, quando apresentou um grande redesign, que começou a ganhar outro estatuto, até porque passou a integrar o serviço de streamingApple TV+.
A app da maçã ficou logo disponível para dispositivos Apple, móveis e não só, mas a sua falta de suporte para plataformas fora do ecossistema da marca fez com a sua força nunca fosse muito significativa no mercado, algo que parece estar a mudar aos poucos e poucos.
Agora, e já depois de ter chegado a TVs Samsung, LG e Sony, sabe-se que a aplicação vai ser disponibilizada no ecossistema Xbox e, também, na PlayStation 5.
Quer isto dizer que, no dia de lançamento das novas consolas Xbox Series X e Xbox Series S, que acontece já a 10 de novembro, a Apple TV fica disponível nesses equipamentos, bem como nas plataformas de atual geração – Xbox One, Xbox One X e Xbox One S.
Além disso, e como seria de esperar, apps como as da Netflix, Disney Plus, Spotify, YouTube, YouTube TV, Amazon Prime Video e Twitch, entre outras, estarão disponíveis nas novas consolas.
Ainda em relação à Apple TV, saibam que também vai ficar disponível na PlayStation 5 a partir do lançamento que, por cá, acontece a 19 de novembro.
O equipamento mais parece um tablet e já está disponível para compra.
Chega-nos por parte da EDIGMA, empresa portuguesa com 15 anos de experiência no desenvolvimento de experiências interativas e projetos sinalética digital, e promete ser um aliado valioso no combate à pandemia (ou pelo menos ajudar a prevenir futuros contágios).
O ARA é o novo equipamento 100% português (foi feito de raiz em Portugal) que mede de forma instantânea a temperatura corporal e deteta o uso de máscara. Composto por um ecrã de sete polegadas, o objetivo do ARA é disponibilizar a tecnologia para todos os espaços públicos, nomeadamente escolas, edifícios públicos, universidades, lojas e serviços, aumentando o sentimento de segurança nestes locais.
O ARA ajuda não só a proteger quem está nos espaços públicos, como dispõe de notificações visuais e sonoras que alertam caso se verifique uma não conformidade quer da temperatura quer do uso de máscara.
“O ARA evita também a situação intimidatória de ter alguém a “apontar-nos” um termómetero, bem como a aproximação de outra pessoa para nos medir a temperatura”, afirma Miguel Fonseca, co-fundador do grupo EDIGMA.
As empresas interessadas podem já adquirir o ARA no site oficial. O preço é de 499€ por unidade.