Tudo graças ao recolher obrigatório decretado para os próximos dois fins-de-semana no âmbito do Estado de Emergência.
Estava agendado para os dias 20, 21 e 22 de novembro, mas já não irá acontecer. Falamos do Festival de Música de Setúbal 2020, que acaba de ser cancelado.
A proibição de circulação na via pública nos próximos dois fins-de-semana, dias 14, 15, 20 e 21 de novembro, entre as 13h e as 05h, decretada pelo Governo, levou a Associação do Festival de Música de Setúbal, a Câmara Municipal de Setúbal e o The Helen Hamlyn Trust a decidir o cancelamento da edição de 2020.
Este Festival, único no país ao juntar artistas nacionais e internacionais consagrados com talentos emergentes da comunidade local, contemplava a realização de espetáculos em vários locais do concelho, a maioria dos quais nos períodos da tarde e da noite.
Para efeitos de reembolso do dinheiro de bilhetes adquiridos, deverão contactar o Fórum Municipal Luísa Todi pelo número 265 522 127 ou via email.
De modo a antecipar as já habituais campanhas Black Weekend, de 27 a 29 de novembro, e a Cyber Monday, a 30 de novembro, o Continente Online vai ter duas semanas carregadas de promoções exclusivas com descontos diretos até 50%.
Na primeira edição da Black November, a acontecer somente no Continente Online de 10 a 26 de novembro, estarão com bons descontos vários brinquedos, chocolates, cabazes de Natal, perfumes, livros, artigos para a casa e produtos de mobilidade elétrica.
A par das promoções diárias, haverá várias campanhas semanais exclusivas, com o objetivo de oferecer os melhores preços às famílias.
Em comunicado, o Continente garante que “otimizou o site e reforçou as infraestruturas operacionais para dar respostas às crescentes solicitações e reduzir os tempos de resposta, permitindo servir hoje um número de clientes muito superior“.
Com a pandemia, muitas marcas que acabavam por se dar a conhecer no mercado, fosse em eventos corporativos ou festivais de verão, tiveram de reinventar-se e adaptar os respetivos negócios à mudança dos tempos.
Uma dessas marcas é a 3Mosso que, desde 2017, tem vindo a criar diversas soluções para entregar esse petisco tão apreciado pelos portugueses que é o tremoço, normalmente servido numa embalagem original de papel com dois recipientes e em três sabores simples, alho e orégãos ou picante.
Agora, e de modo a que consiga prevalecer no mercado, a 3Mosso apresenta novos formatos de produto para servir o mercado de uma forma diferenciada.
Este ano, enquanto aguardamos ansiosamente pelo regresso dos festivais, a 3Mosso continuou a reinventar-se, lançando mais um novo formato: 3Mosso em cuvetes de 300g, acompanhadas pela embalagem de papel.
Para devorarem este snack vegan, rico em proteínas e fibras, podem adquirir os tremoços da 3Mosso em lojas Galp ou, se preferirem, encomendar através da app Uber Eats ou Glovo. Deverão, numa dessas aplicações, indicar a loja Galp mais perto da vossa localização e, depois, selecionar a secção snacks salgados. Depois basta escolher os tremoços.
A 3Mosso está também presente no canal Horeca, distribuindo o formato de 3kg de tremoço acompanhado pelas suas embalagens de papel ou peças de barro da marca, produzidas em Portugal.
Se receberem um email com o título “Aviso de reembolso”, apaguem-no de imediato.
Não é a primeira vez que tal acontece, e infelizmente também não será a última, pelo que todo o cuidado é pouco. Depois de, no início de abril, termos alertado para um email falso que se fazia passar pela Autoridade Tributária e Aduaneira, há agora um novo email fraudulento que quer enganar os utilizadores, alegando reembolsos.
Mas não passa de mais um esquema para enganar os mais distraídos. Portanto, já sabem, se receberem um email duvidoso, apaguem-no no imediato. Não carreguem em nenhum dos links que surgir nestes emails.
Como identificar que é um email falso e que não é, de facto, enviado pela Autoridade Tributária?
Devem começar por verificar logo qual é o remetente. Neste caso, o endereço até pode enganar, pois vem do infos@portaldasfinancas.pt. No entanto, este não é o utilizado pela Autoridade Tributária para comunicar aos contribuintes, uma vez que a entidade fá-lo através do endereço @at.gov.pt.
Ou seja, tal informação pode, de facto, enganar, pelo que nada como, além do email, ficarem atentos ao corpo do email.
Como podem ver pela imagem aqui em cima, o email “dá” logo alerta de fraude, uma vez que está escrito em Português do Brasil, utilizando expressões como “recebimento” ou tratando o contribuinte como “você”. Além disso, o email nem sequer apresenta uma assinatura no fim do mesmo, tão típica destes serviços.
Pelo meio, há uma ligação que diz “Reembolso de acesso”, que leva o utilizador a uma ligação do cafenews.fr e a uma página Java (JSP), de modo aque possa roubar dinheiro às vítimas.
Não devem, por motivo algum, carregar no link sugerido. Se receberam este email, apaguem-no imediatamente.
Lembram-se quando, no mês passado, adiantámos que a Taco Bell iria abrir um restaurante no Centro Comercial Colombo, em Lisboa? Pois bem, o espaço entrou hoje, dia 10 de novembro, em funcionamento.
Este é o quarto espaço da marca em Portugal, após os restaurantes inaugurados em dezembro do ano passado no NorteShopping, em Matosinhos, e no Almada Forum. Mais recentemente, em outubro deste ano, a empresa abriu um spot no Mar Shopping Matosinhos.
Como já deverão saber, ou talvez não, na Taco Bell é possível experimentar produtos exclusivos, como os Tacos, os Burritos, as Quesadillas ou o inovador Crunchywrap. Recentemente, a marca lançou a “Taco Tuesday”, uma campanha muito própria e reconhecida noutros países, e onde é possível, todas as terças-feiras, escolher Tacos por apenas 1€.
O novo restaurante da Taco Bell tem um formato King Size e criou 40 novos postos de trabalho.
A cadeia do Grupo YUM! chegou a Portugal graças ao Grupo Ibersol que, em Portugal, explora marcas como a Pizza Hut, Burger King, KFC, Pans&Company e RIBS – True American Barbecue, entre outros.
Depois de 15 anos a trabalhar com um distribuidor local, a Lindt & Sprüngli decidiu criar uma equipa de colaboradores na área de vendas em Portugal. O objetivo? Abrir a primeira loja da marca no nosso país, coincidindo com o 175º aniversário da marca.
Assim, e como parte da estratégia de expansão, a empresa abriu recentemente a sua primeira loja Lindt em Portugal, no centro comercial Vila do Conde Outlet do Porto. Trata-se de um dos centros comerciais de referência, que reúne mais de 150 marcas premium.
A Lindt & Sprüngli, que comercializa os seus produtos no mercado português desde 2004, oferece opções como a gama Lindt EXCELLENCE, com várias tabletes de chocolate com diferentes sabores e percentagens de cacau, que vão desde o mais suave (50%) ao mais puro (100%), ou os clássicos bombons Lindt LINDOR, disponíveis em 16 irresistíveis sabores.
Como novidade para este Natal, a marca lança o bombom LINDOR Doce de Leite – a fusão mais doce e irresistível – junto com o bombom LINDOR com uma suave cobertura de chocolate com leite e coração de pistacho.
Se vão comprar a PlayStation 5, não se desfaçam já da PlayStation 4.
O que fazer à PlayStation 4 depois de adquirir a nova consola da Sony, que chega para a semana? Esta é uma pergunta que muitos jogadores irão fazer. Mas não se desfaçam já dela, pois pode ter um novo lugar nas vossas casas.
Esta semana surgiu um novo ícone no menu inicial da PlayStation 4 chamado PS5 Remote Play, que faz precisamente o mesmo que o nome sugere: transmitir informação de uma PlayStation 5 para essa PlayStation 4.
Aqui no Echo Boomer já tivemos a oportunidade de testar esta funcionalidade entre uma PlayStation 4 Slim e uma PlayStation 5 e os resultados foram bastante interessantes. Com um simples processo de emparelhamento feito com um código entre as duas consolas, a PlayStation 4 passa a controlar na sua totalidade o sistema da PlayStation 5, incluindo menus, aplicações e, claro, jogos.
Com a possibilidade de aceder a este conteúdo até resoluções 1080p a 60FPS, a transmissão não apresenta quase nenhuma latência e a qualidade de imagem, ainda que se note o ruído de um vídeo em transmissão, é surpreendentemente ótima para uma sessão de jogos mais casuais.
Por isso, já sabem, se tiverem uma divisão da casa onde imaginem que podem dar lugar à PlayStation 4, têm aqui uma nova razão para a usar como hub de streaming de jogos da vossa PlayStation 5.
Em janeiro de 2021 celebramos cinco anos desde o desaparecimento inesperado de David Bowie.
É também no próximo ano que chega aos cinemas portugueses Stardust, o biopic sobre a superestrela da música.
Ziggy Stardust será para sempre a famosa personagem de palco de David Bowie. A reviravolta que mudaria a sua carreira e que transformaria para sempre o rapaz tímido e inseguro de Londres numa estrela mundial. Mas quem era Bowie antes de Stardust?
Neste biopic de Gabriel Range com Johnny Flynn, Marc Maron e Jena Malone, vamos conhecer o homem e o artista antes da ascensão mundial.
Após o lançamento do álbum homónimo, que ficaria conhecido apenas pela música “Space Oddity” (1969), David Bowie está focado em promover o seu novo albúm – The Man Who Sold The World – sobretudo nos EUA. Mas ninguém acredita na sua música ou carreira, excepto Ron Oberman, o publicista americano da Mercury Records.
Em 1971, David viaja com toda a esperança e excentricidade para o país dos sonhos, mas depressa começarão os pesadelos. Partem ambos numa digressão nacional que terá apenas lugar nas cidades mais recônditas dos EUA e nas salas de espetáculos mais inusitadas de sempre.
No estrangeiro, o biopic é lançado ainda este ano. Por cá resta-nos esperar por uma data de estreia concreta… que pode sofrer alterações dependendo da evolução da pandemia. Em Portugal, o filme é distribuído pela Outsider Films.
A ECOplay quer ajudar a alterar pequenos hábitos diários que podem fazer a diferença do ponto de vista financeiro e ambiental.
Numa altura em que muitas famílias portuguesas se encontram a trabalhar a partir de casa, a alteração de hábitos reflete-se, naturalmente, nas contas de energia. Por isso, nada como alterar alguns hábitos para poupar na conta da eletricidade.
É precisamente esse o objetivo da nova app ECOplay, está disponível para iOS e Android e foi desenvolvida por um consórcio europeu liderado pelo Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC).
Nesta aplicação, os utilizadores têm acesso a vídeos informativos e a uma série de episódios sobre iluminação, aquecimento ou eletrodomésticos, bem como a questionários relacionados com tomadas de decisão do dia a dia, relativamente a comportamentos energeticamente eficientes.
A aplicação inclui ainda, nos níveis mais avançados, uma série de seis episódios com elementos de ficção científica e suspense onde a crise ambiental é o tema central.
Consoante a aprendizagem efetuada e o desempenho, serão atribuídos pontos e distinções, que permitirão aos jogadores progredir no ranking. Ao longo do jogo, os utilizadores recebem também notificações que o estimulam a adotar comportamentos mais sustentáveis.
A aplicação foi desenvolvida no âmbito do projeto europeu FEEdBACk, cujo objetivo é desenvolver, integrar e testar novas tecnologias ligadas à área da energia e aplicá-las com afinalidade de promover a eficiência energética, através de uma mudança de comportamentos dos utilizadores. E sim, a ECOPlay está disponível em Português.
Ou seja, devem aproveitar para ver os conteúdos destes canais até final deste ano.
De vez em quando, as operadoras lá fazem ajustes à grelha de canais. Por norma, não costumam ser boas notícias, pois mesmo que existam poucos clientes a ver esses canais, a verdade é que existe sempre alguém a consumir esses conteúdos.
Pois bem, agora, e já depois de ter começado a vender um pacote de Internet com limite (!) de tráfego, eis que a MEO vai retirar três canais da sua grelha: Eurochannel, Fox News e Luxe TV.
“Informamos ainda que, a partir de 31-12-2020, os canais Eurochannel, Fox News e Luxe TV deixarão de estar disponíveis na nossa oferta de canais.” Esta é a informação que está a ser partilhada nas faturas dos clientes e que foi divulgada no fórum ZWAME.
A MEO não anunciou publicamente as razões da decisão.
Enquanto esperamos pela sequela, está na hora de revisitarmos Santa Destroy em todo o seu esplendor.
Existem poucas séries como No More Heroes, com um humor tão rude e cru, mas igualmente imaginativo e inteligente, e uma vontade tão acentuada em destruir as convenções do seu género. Esta magia, que raramente vemos na indústria, seria impossível sem Goichi Suda, ou Suda51, o seu diretor e produtor, que nos trouxe também Killer 7, Let It Die e Shadows of the Damned, entre outros. 13 anos depois da sua estreia, No More Heroes, exceto em alguns problemas na jogabilidade, continua tão atual e refrescante como era: e isso é impressionante.
Com o terceiro título a caminha da Nintendo Switch, é um alívio reencontrar a série fora da Wii e da PS3. Pela primeira vez em vários anos, não contando com o spin-off – Travis is Back – , temos Travis Touchdown em todo o seu esplendor e em duas aventuras que o levam numa demanda pelo título de melhor assassino do mundo. Pelo caminho, encontra adversários de peso, muito humor, sangue e vísceras, à medida que quebra a quarta dimensão e nos dá duas campanhas que são tão fruto do seu tempo, como intemporais – ainda que longe de serem perfeitas.
No More Heroes é um jogo de ação e aventura, muito focado no combate. Até certo ponto, podemos compará-lo a Shadow of the Colossus, onde a estrutura se foca quase exclusivamente no combate contra outros assassinos. No entanto, Suda51 injeta uma maior sensação de crescimento e aventura na campanha ao permitir que Travis explore Santa Destroy e descubra novas missões – onde terá de juntar dinheiro para poder enfrentar cada um dos bosses –, colecionáveis, ginásios – para melhorar os seus atributos – e novas indumentárias para vestir entre combates.
Se retirarmos a sua irreverência mecânica e visual, No More Heroes é muito mais tradicional do que aparenta ser. De facto, é um jogo de ação muito seguro, com Travis a utilizar a sua katana laser para disferir combinações muito básicas e golpes mortais que eliminam rapidamente os vários inimigos. Existem mecânicas interessantes, como o recarregar da katana a meio dos combates e a utilização de movimentos de wrestling, mas segue à risca uma estrutura simples e que já vimos noutros jogos: eliminem os inimigos, naveguem por níveis simples e lutem contra o boss. E depois é só repetir.
Mas funciona. E bem. No More Heroes é tão exagerado, com sangue a jorrar exageradamente de cada adversário derrotado, que se torna cativante. Queremos ver o que vem a seguir, que loucura iremos encontrar e como serão as habilidades especiais dos outros assassinos. As batalhas finais são o ponto alto dos dois jogos e Suda51 conseguir criar um leque de personagens impressionante não só nas suas personalidades, muitos deles loucos e imprevisíveis, como nas suas habilidades. Cada confronto é um evento e nunca saberemos o que nos espera e como teremos de os derrotar.
No entanto, existem algumas decisões de design que acabam por não satisfazer, seja no primeiro jogo ou na sua sequela. No original, temos Santa Destroy, a cidade que serve de palco para a aventura louca de Travis e que pode ser explorada livremente. Com a sua moto, Travis pode visitar os vários locais de interesse e descobrir colecionáveis espalhados pelos quintais e lojas da cidade. Qual é o problema? Santa Destroy é aborrecida. O deslocamento é lento e a cidade é demasiado longa para os conteúdos que oferece, tornando-se frustrante viajarmos entre os seus pontos importantes. É frustrante iniciar uma missão de assassinato e depois deslocar-nos, quase de uma ponta à outra da cidade, para encontrarmos o local específico. No combate, temos uma mecânica de sorte, onde temos a possibilidade de ativar ataques especiais e novas habilidades sempre que derrotamos inimigos. Esta mecânica é incontrolável e funciona como uma verdadeira slot machine, não existindo qualquer controlo sobre ela. Isto leva ao ponto de podermos ativar os poderes de Travis mesmo quando terminamos um combate, invalidando assim a sua utilização. Esta falta de controlo e o desperdício de habilidades, que nos podiam ajudar mais à frente, são dois problemas graves numa jogabilidade que já é, por si só, pouco imaginativa ou variada. Felizmente, nunca chega a quebrar o sistema de combate.
Na sequela, Desperate Struggle, o mundo aberto foi substituído por um design mais automático e, em vez de explorarmos as ruas de Santa Destroy, temos à nossa disposição um mapa com várias localizações que podemos visitar. As zonas estão à distância de um botão: perfeito! Os minijogos, ou trabalhos em part-time de Travis, também sofreram uma transformação e são agora inspirados em jogos clássicos de 8 bits. Esta parece ser uma mudança vencedora, e até certo ponto é, sem dúvidas, mas os minijogos nunca deixam de ser cansativos. Em vez de limite de tempo, agora temos vários níveis que temos de concluir para recebermos o pagamento. É cansativo, mas funciona. No entanto, espero que a próxima sequela seja mais criativa neste departamento.
Quero também sublinhar que estas são as versões Wii e não temos grandes mudanças ou melhorias em relação ao que vimos nas edições originais. Os gráficos estão mais limpos, agora em alta definição, mas os modelos, cores e detalhes não sofreram alterações neste salto geracional. No entanto, No More Heroes tem tanta personalidade e um estilo tão animado e colorido que nunca senti – fora os seus cenários mais vazios e poligonais – que estava a jogar dois títulos da Wii.
Não são novas versões ou reedições de luxo, mas isso não me proíbe de dizer que são essenciais. São dois jogos incríveis do catálogo da Wii que têm agora a oportunidade de encontrar um novo público. Mesmo com a sua idade e problemas inerentes ao ritmo e jogabilidade, continuam a ser recomendáveis para todos os fãs de ação, humor e de Suda51.
Não são todos os dias que recebemos jogos como No More Heroes na Switch, não com esta criatividade, estilo e estilo narrativo tão únicos. Não deixem passar a oportunidade.
Disponível para: Nintendo Switch Jogado na Nintendo Switch Cópia para análise cedida pelaDecibel PR.
A Insomniac Games revelou que a funcionalidade vai chegar em forma de atualização.
Quando Marvel’s Spider-Man Remastered foi revelado para a PlayStation 5, ficou-se a saber que terá lançamento exclusivo apenas para os jogadores que comprarem a Ultimate Edition de Marvel’s Spider-Man: Miles Morales ou que fizerem a atualização para essa edição por um valor acrescido.
Para piorar as coisas, ficou-se também a saber na altura que essa remasterização não seria compatível com o progresso de Marvel’s Spider-Man lançado originalmente para a PlayStation 4, o que criou alguma confusão e tristeza perante os fãs, que descobriram que, se queriam continuar a sua aventura, teriam que continuar a jogar a versão da PlayStation 4 (mesmo sendo esta compatível com a PlayStation 5).
Agora, a Insomniac Games revelou que deu a volta à situação e que os jogadores de Marvel’s Spider-Man para a PlayStation 4 vão poder usar o seu saved game em de Marvel’s Spider-Man Remastered para a PlayStation 5.
Esta decisão foi feita devido ao pedido dos fãs e irá ficar disponível através de uma atualização de Marvel’s Spider-Man para a PlayStation 4, tornando o jogo compatível com a nova versão. Numa breve publicação no Twitter, o estúdio diz que a atualização chegará no por volta do Dia de Ação de Graças dos EUA e que irá incluir mais três novos fatos para o jogo.
Até lá, os fãs de Spider-Man, quer estejam na PlayStation 4 ou PlayStation 5, vão poder jogar uma nova aventura em Marvel’s Spider-Man: Miles Morales.
Pode não fazer muito sentido para alguns, mas a verdade é que existem variadíssimas marcas que não possuem uma loja online em Portugal. Seja por efetivamente não existir ou por não ter chegado o momento de investir no nosso país, a verdade é que a existência de lojas digitais não é muito comum.
A Philips era um desses casos. Presente há anos no nosso país, e com produtos destinados a vários nichos, a marca não possuía uma loja onde pudesse reunir uma série de produtos… até agora. Eis que, finalmente, a marca reforça o seu compromisso com os portugueses com a disponibilização de uma loja online.
A Philips oferece aos consumidores uma grande variedade de produtos, que vão desde os cuidados pessoais masculinos e femininos, higiene oral, cuidados da mãe e do bebé, até ao cuidado do lar, incluindo produtos para tratamento do ar, produtos de aspiração, tratamento de tecidos, cozinha e de café. Além disso, poderão facilmente encontrar acessórios para os produtos Philips que já têm em casa.
Poderão ainda contar com ofertas exclusivas, entregas num período máximo de três dias úteis, 15 dias para devolução ou troca das encomendas e dois anos de garantia da Philips.
Agora, a subscrição da Xbox não inclui apenas jogos.
A equipa da Xbox revelou uma prenda para quem usa o seu serviço de subscrição premium. Além de um catálogo de videojogos vasto, ao serviço junta-se agora o acesso ao popular Disney Plus.
A partir de hoje, os subscritores do Xbox Game Pass Ultimate vão poder tirar partido das vantagens do Disney Plus, nas suas consolas e outros dispositivos compatíveis, com o acesso a centenas de filmes e séries da Disney, que inclui a saga Star Wars, o Universo Cinemático da Marvel, filmes da Pixar, as animações da Disney, documentários do National Geographic e muito, muito mais.
Mas não fiquem já muito entusiasmados. Esta oferta faz parte do sistema de Perks e Recompensas do serviço e oferece apenas o primeiro mês da subscrição do Disney Plus. O acesso à subscrição pode ser pedido através das consolas, smartphones e PC até ao dia 31 de janeiro de 2021 e redimido até ao dia 3 de fevereiro de 2021. Isto significa que, se já tiverem uma subscrição mensal, podem colocar em pausa e tirar partido deste mês gratuito.
Esta recompensa para o Xbox Game Pass Ultimate só fica ativa uma vez. Terminado esse período gratuito, o serviço ativa a mensalidade paga. Por isso, se quiserem experimentar, tenham em atenção o estado da vossa conta e dos pagamentos automáticos.
Esta é uma oferta que vem mesmo a calhar, numa altura em que o Disney Plus tem as estreias semanais de The Mandalorian, indo receber no final deste mês um Especial de Natal de Star Wars. Em dezembro, e se tudo correr bem, a plataforma recebe a nova série da Marvel, Wandavision.
São consumidores das cápsulas Nescafé Dolce Gusto e estavam a pensar reformar a vossa velhinha máquina? Pois bem, e nem a propósito, acaba de chegar ao mercado uma nova gama a pensar nas várias necessidades dos verdadeiros apreciadores de café.
São três os modelos que compõem a nova gama de máquinas automáticas da marca: Genio S Basic, Genio S Plus e Genio S Touch. E como seria de esperar, há uns mais avançados que outros.
O modelo mais modesto, mas que nem por isso deixa a desejar, é o Nescafé Dolce Gusto Genio S Basic, com um design bastante simples. Prima pela sua funcionalidade XL, pensada para quem prefere cafés ou bebidas mais longas ou a pretende levar para fora de casa para poder desfrutar durante mais tempo. Este modelo permite também a escolha de bebidas quentes ou frias.
Já o modelo Genio S Plus é, tal como o nome indica, mais avançado. Porquê? Tem a Tecnologia Expresso Boost, que oferece cafés expressos mais intensos e concentrados, bem como o Controlo de Temperatura, que permite uma maior personalização com quatro níveis de temperatura, incluindo a opção de frio.
Falta referir o modelo masi premium, o Genio S Touch, que, tal como o nome indica, conta com um pequeno ecrã touch colorido e intuitivo. Este é o modelo que reúne mais funcionalidades: com recurso à tecnologia Expresso Boost, podendo definir diferentes níveis de intensidade; Controlo de Temperatura, em que a bebida pode variar entre diferentes graus de temperatura, desde frio a muito quente; e funcionalidade XL.
Todos os modelos permitem a criação de mais de 30 criações de café – desde Expresso, Cappuccino e Latte Macchiato a chocolate quente, chá ou bebidas frias. Nos três modelos, o sistema de alta pressão possibilita a criação de um café de alta qualidade que, em menos de 30 segundos, apresenta um creme mais espesso e aveludado.
Faltam os preços. E são os seguintes: 89,90€ para a Genio S Basic, 99,90€ para a Genio S Plus e 119,90€ para a Genio S Touch.
O conhecido espaço que engloba vários conceitos fecha portas a partir de amanhã, dia 10 de novembro.
Face ao número cada vez menor de clientes na restauração e no comércio do centro de Lisboa, mas também devido às novas medidas apresentadas pelo Governo para as próximas semanas, na sequência do agravamento de casos da COVID-19 na cidade, o Time Out Market considera que manter aberto um espaço que concorre diretamente com os melhores negócios da cidade não faz sentido.
Assim, e a partir de amanhã, dia 10 de novembro, o conhecido espaço que engloba vários conceitos vai encerrar portas temporariamente.
“É nossa missão mostrar o melhor de Lisboa e vamos continuar a fazê-lo quando houver condições para isso. Até lá, como sempre, promoveremos o trabalho de todos os nossos lojistas nas suas localizações originais e tentaremos ajudar a cidade a superar este momento difícil na medida e com os recursos que temos”, garante João Cepeda, Presidente do Time Out Market.
Na sequência desta decisão, a empresa comunicou a todos os seus lojistas que os respetivos contratos ficarão suspensos durante o período de encerramento temporário. Suspensão essa, tal como aconteceu no período de março a julho, que não acarretará qualquer custo para os lojistas.
A coleção definitiva de Halo vai ficar completa no PC.
2020 fica marcado para a Saga Halo como o ano em que todos os seus jogos ficaram finalmente jogáveis com todas as suas vantagens. O processo foi longo, demorado, mas está agora completo, com Halo 4 a estrear-se na plataforma como a última grande peça que faltava.
A partir do dia 17 de novembro, os jogadores de PC, com acesso ao Xbox Game Pass para PC, Xbox Game Pass Ultimate, ou utilizadores da Steam, vão encontrar Halo 4remasterizado e otimizado para o PC, com a sua campanha e modos multijogador, que incluem as aventuras Spartan Ops.
Halo 4 foi o primeiro jogo da série nas mãos da 343 Industries e um dos últimos lançamentos exclusivos para a Xbox 360. O jogo já fazia parte da Halo: The Master Chief Collection para a Xbox One desde o seu lançamento, mas só agora foi preparada para o PC.
No dia 17 de novembro, a coleção irá também receber uma nova atualização, com os jogadores das novas consolas da Microsoft a receberem melhorias para a Xbox Series X e Series S, tornando-se, assim, a melhor altura para viajar por Halo, antes de embarcarem para Halo: Infinite em 2021.
Conhece a aventura que te espera no trailer de lançamento do jogo para a PlayStation 4 e PlayStation 5.
Apesar de rebentar na PlayStation 5 de forma eletrizante, Marvel’s Spider-Man: Miles Morales chega mais cedo aos jogadores da PlayStation 4, mais especificamente esta quinta-feira, dia 12 de novembro.
Para comemorar o seu lançamento, a PlayStation e a Insomniac Games revelaram um novo trailer de história que vem abrir as portas de East Harlem e que nos dá a conhecer a família, amigos e desafios de Miles Morales.
A nova aventura dá continuidade aos eventos de Marvel’s Spider-Man de 2018, mas coloca-nos na pele do herói titular Miles Morales, um novo Spider-Man que tem que proteger a cidade de Nova Iorque enquanto Peter Parker está ausente.
O jogo chega primeiro à PlayStation 4, mas pode ser atualizado de forma gratuita para a PlayStation 5. Este processo estará disponível não só para quem comprar a versão física e tiver no futuro a PlayStation 5 com leitor de Blu-Rays, mas também para todos os jogadores que adquirirem a edição digital.
Marvel’s Spider-Man: Miles Morales terá também uma Ultimate Edition que traz um mimo para os jogadores da PlayStation 5, com o jogo original remasterizado e otimizado com novas tecnologias para a nova consola da Sony.
Marvel’s Spider-Man: Miles Morales chega já à PlayStation 4 no dia 12 de novembro e ficará disponível na PlayStation 5 da 19 de novembro. Para saberem mais sobre o jogo e a nossa opinião, passem pela nossa análise, onde o gabamos como “simplesmente espetacular”.
Muitos relatos dão a entender que os restaurantes estão a aproveitar-se da aplicação.
Foi em outubro do ano passado que chegou a Portugal uma aplicação que viria a conquistar milhares e milhares de portugueses. Falamos, claro, da Too Good To Go, app dinamarquesa presente em cada vez mais cidades e, como tal, tem cada vez mais opções, seja de restaurantes, cafés ou pastelarias.
Contudo, e apesar do sucesso da aplicação e de muitos utilizadores estarem extremamente satisfeitos, há também quem vá desistindo do conceito, chegando a desinstalar a aplicação do smartphone. O motivo? O facto de muitas Magic Box de refeições não corresponderem ao que é suposto.
Não é a primeira vez que nos debruçamos sobre isto. Em julho passado, dedicámos um artigo a esta problemática, na medida em que já tínhamos conhecimento de algumas experiência que tinham corrido mal.
A questão é que existem imensos estabelecimentos que não compreendem o objetivo fulcral. O intuito da Too Good To Go é fazer com que os utilizadores tenham direito a produtos que custam x, mas que, como são excedentes, podem ser adquiridos a preços muitíssimo atrativos. Não é difícil compreender o conceito, até porque é uma forma de os estabelecimentos conseguirem algum dinheiro (nem que seja para cobrir os custos de produção) ao invés de se mandar os excedentes para o lixo.
No final do dia, é uma decisão que irá ajudar a baixar custos de produção e a evitar o desperdício alimentar. Porém, e como tudo o que acontece na vida, existem estabelecimentos que estão a aproveitar-se, vendendo Magic Box muito longe do suposto valor original de venda do produto.
Se, antes, algumas das queixas estavam relacionadas com pastelarias, hoje em dia o principal problema está em restaurantes ou outros estabelecimentos que vendem refeições. E claro, existem sempre frutarias que vendem fruta podre. Uma coisa é vender fruta “feia” ou muito madura, outra é vender um produto impróprio para consumo.
Os grupos de Facebook dedicados à Too Good To Go estão a crescer a grande velocidade e, como tal, é nesses mesmos grupos que encontramos grande parte das queixas.
Foto de: Leonor Raposo
Foto de: Vanda Gonçalves
Foto de: Christianne Oliveira
Foto de: Leandro Oliveira
Foto: Alexandre Lopes
Numa das fotos da galeria, um dos estabelecimentos colocou numa caixa um crepe acabado de fazer… Se foi acabado de fazer, tal significa que não é excedente. Noutra das fotos, reparam que a Magic Box em questão traz somente um pouco de omolete, batatas fritas, arroz e um mini alfajore. A quantidade é tão pouca que o conceito de desperdício alimentar não foi claramente aplicado.
Também nos restaurantes de sushi existem problemas, com peças a serem confecionadas na hora, o que não faz muito sentido, e com os restaurantes a fornecerem pouca quantidade, aproveitando-se claramente para fazer negócio.
Também na galeria conseguem verificar uma foto onde surge uma perna de frango, um pouco de arroz e batatas palha. O utilizador em questão pagou 2,99€… por algo que supostamente custa 9€. E em sítio algum uma perna de frango e pouco acompanhamento custa esse “valor original”.
E sim, ali a última foto é de quem escreve este artigo. Ainda hoje estou para descobrir que mixórdia era aquela.
Tendo em conta estas más experiências, os feedbacks são dados, as palavras espalham-se e os restaurantes ficam numa espécie de “lista negra” para os utilizadores, que nunca mais escolhem esse estabelecimento na Too Good To Go. E claro, com estas más experiências – afinal de contas, muitas vezes temos de nos deslocar aos locais e, com isso, perdemos tempo e gastamos recursos -, vários utilizadores têm vindo a desinstalar a famosa aplicação. Também sabemos de casos que são os próprios estabelecimentos a desistirem da app.
Felizmente, e apesar destes casos, a Too Good To Go está cheia de exemplos de sucesso. Milhares de utilizadores andam viciados no conceito, muito por culpa das pastelarias, que são muito generosas no que oferecem a estes clientes.
Com a pandemia mais forte do que nunca, é perfeitamente natural que os artistas optem por cancelar digressões ao invés de estarem continuamente a adiar. Assim, é com tristeza que os The 1975, que estiverem presentes na edição de 2019 do Super Bock Super Rock, anunciam o cancelamento da sua tour europeia, prevista para fevereiro e março de 2021, e que contemplava um concerto em Portugal.
Ou seja, o concerto da banda de Mattew Healy em Lisboa, na Altice Arena, programado para 6 de março de 2021, fica assim sem efeito.
A promotora Everything is New refere que os portadores de bilhetes para o espetáculo poderão solicitar o reembolso, a partir de quinta-feira, dia 12 de novembro, no respectivo local ou website de compra.
Recorde-se que os The 1975 lançaram este ano o quarto álbum de estúdio, Notes on a Conditional Form, álbum que iriam promover com a digressão agora cancelada.