Vai contar com cerca de 14.000 m2 e terá um total de sete lojas, onde se incluem marcas como Continente, Rádio Popular, Ornimundo e a Loja do Gato Preto. Falamos do novo Vila do Conde Retail Park, cujas obras já começaram
O Vila do Conde Retail Park estará localizado junto ao Vila do Conde Porto Fashion Outlet, ambos geridos pela VIA Outlets, sendo dois espaços independentes, mas complementares a nível de oferta, reforçando assim o destino de compras, o que será uma mais valia para a cidade.
A previsão é que os trabalhos estejam concluídos em novembro, mês em que será inaugurado o espaço. O investimento neste projeto é de quatro milhões de euros.
Será um dos projetos com maior expressão no concelho de Almada, procurando dinamizar a zona envolvente do Monte da Caparica.
Lembram-se quando, no passado mês de março, vos falámos sobre o Innovaction District, uma nova cidade na margem sul do Tejo, cuja localização ficará algures entre o Monte da Caparica e o Porto Brandão, no concelho de Almada? Pois bem, já sabemos qual é o primeiro projeto.
Trata-se da residência de estudantes Wave Campus. Localizado a menos de 300 metros do Campus da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, esta residência será desenvolvida com uma licença de turismo, podendo funcionar não só durante o ano letivo, mas também durante os meses de Verão, aproveitando o facto de se encontrar também junto a uma zona de praia.
O novo Wave Campus contará com 331 camas em quartos individuais devidamente equipados. Almada conta com cerca de 10 mil estudantes e com uma oferta reduzida de alojamento, pelo que este empreendimento cria condições para a comunidade estudantil se fixar, com qualidade, nas imediações deste campus universitário.
Outro dos destaques desta zona são as boas acessibilidades a Lisboa, beneficiando do metro de superfície para Almada e Cacilhas e do comboio para a capital, para além de estar muito próximo das praias da Costa de Caparica.
E hoje, dia 29 de abril, é divulgado o single de avanço.
Assim que a pandemia começar a abrandar um pouco por todo o lado, é expectável que as coisas voltem ao normal, com grandes artistas internacionais a poderem aventurar-se por digressões mundiais. É o caso de Billie Eilish, que tem estado a trabalhar num álbum para que, em breve, possa apresentar esses novos temas ao seu público.
Enquanto esse regresso à normalidade não acontece, temos de nos contentar com outras coisas, como lançamentos de discos. Happier Than Ever é o novo álbum de Billie Eilish e chega a 30 de julho.
Tal como aconteceu no muito bem-sucedido álbum de estreia, o muito premiado WHEN WE ALL GO TO SLEEP, WHERE DO WE GO?, Happier Than Ever não inclui outros compositores ou produtores além da própria Billie Eilish e do irmão, FINNEAS, que produziram o álbum em Los Angeles.
Também hoje, 29 de abril, será divulgado o single de avanço do novo álbum. Happier Than Ever já está disponível para pré-venda e será lançado em caixas Deluxe e Super Deluxe, bem como em duas versões exclusivas em vinil, em cassete, em livro fotográfico e CD.
Mas esta integração está, para já, somente pensada para uso casual.
Até aqui, alugar uma e-scooter da Cooltra só era possível através da app dedicada. Agora, a pensar em quem faz um uso casual e não necessita de ter mais uma aplicação instalada no smartphone, eis que a Free Now acaba de juntar-se à Coltra para que disponibilize scooters elétricas naquela app.
A partir de hoje, qualquer utilizador Free Now passa a conseguir usar uma e-scooter para as suas deslocações na cidade de Lisboa. Diz a empresa que os utilizadores vão pagar pelos minutos de aluguer sem que se tenham de preocupar com mais nada, uma vez que está garantido seguro, bateria cheia e dois capacetes (encontram na parte de trás da scooter).
Para encontrarem a scooter Cooltra mais próxima do local onde se encontram, basta que abram a app Free Now e que carreguem no segundo separador no fundo do ecrã para encontrar o veículo mais próximo. Assim que façam a respetiva reserva, têm 15 minutos para iniciar a viagem. Caso estejam perto da scooter, mas não a encontrem, podem, através da app, ativar a buzina e as luzes que vão sinalizar a localização da mota.
Em todo o caso, convém ter em atenção que esta integração está, para já, somente pensada para uso casual, isto é, para aquelas pessoas que, esporadicamente, podem precisar de uma scooter. Ou seja, não terão aqui disponível o aluguer por dias ou meses. Para essas situações, têm de continuar a utilizar a aplicação dedicada da Cooltra.
Com esta integração, passa a disponibilizar as opções de Táxi, TVDE e, agora, scooter. As trotinetes deixaram de estar disponíveis.
Março foi um mês extremamente complicado, na medida em que foram lançados imensos álbuns de boa qualidade, mas finalmente consegui chegar à seleção final (já quase em maio, mas consegui).
Foram 15 os escolhidos. Sem mais apresentações, ei-los.
Que prazer foi a experiência de ouvir este álbum de Adult Mom. Inicialmente começou como um projeto a solo de Stevie Knipe na companhia do seu quarto, mas, ao fim de algum tempo, passou a ser um projeto partilhado com mais gente. Falo pois da banda que, tal como podem ouvir, funciona bem.
A orientação musical também passou de bedroom pop para indie rock. No entanto, não é um indie rock ousado, pelo que falta esse detalhe à banda para chegar ao nível onde merece estar. Contudo, é notável como neste álbum encontraram algo especial na simplicidade. Ouvido o álbum uma, duas, dez vezes, fica a sensação que parece fácil produzir indie rock. Mas não, não o é, por isso muito mérito para Stevie Knipe e companhia.
Classificação do álbum: ★★★★ Músicas a ouvir: > Breathing > Berlin > Sober > Adam
Passaram-se mais de 15 anos desde o lançamento do último álbum desta banda escocesa, que se separou pouco depois. A justificação dada? O simples facto de já não terem vontade de produzir música. Ficou no ar se algum dia se iriam voltar a reunir só para se divertirem juntos, novamente. Questão essa que se metaforizou noutra: quem diria que o regresso iria ser assim tão potente?
A verdade é que este álbum é quase sublime, quer em composição, quer em escrita, e é dotado de uma maturidade incrível, podendo muito bem ser o álbum que vai definir uma carreira que começou há 25 anos. Esperemos que não é que não se cansem tão rápido depois desta.
Classificação do álbum: ★★★★½ Músicas a ouvir: > The Turning of Our Bones > Comperson Pt. 1 > Here Comes Comus > Fable of the Urban Fox > I Once Was a Weak Man
Em 2019, os Evanescence anunciaram que iriam voltar à estrada, para depois começarem a trabalhar no novo álbum. A pandemia trocou-lhes a voltas e chutou a tour para finais de 2020 e, mais tarde, para setembro de 2021. Isto veio fazer com que o álbum saísse antes da tour… e ainda bem!
Da introdução à última música, este álbum respira glória e inventividade que pensava já não existir no seio dos Evanescence. Tal como Amy Lee anunciou, este álbum é, de facto, ousado e poderoso, recheado de conteúdo inesquecível, digno de ser hit.
A verdade é que The Bitter Truth é, sem dúvida, o trabalho mais memorável dos Evanescence desde o álbum de estreia, Fallen (2003). Pena vivermos num contexto musical, em Portugal, onde as bandas que não lançam bons álbum de forma recorrente caem no esquecimento por falta de exposição.
Fica aqui o meu contributo para relembrar que os Evanescence existem e estão de volta! Com sorte, em 2022 poderemos ter a oportunidade de ouvir estas novas baladas de rock ao vivo. Conseguem adivinhar quem é que vai marcar presença se tiver oportunidade?
Classificação do álbum: ★★★★ Músicas a ouvir: > Broken Pieces Shine > Feeding the Dark > Wasted On You > Better Without You > Use My Voice
Após 5 anos longos anos em estúdio a promessa torna-se realidade e a colaboração com Pharoah Sanders e The London Symphony Orchestra vêm acrescentar valor a um género que Sam Sheppard tanto contribuiu para chegar ao ponto em que está hoje.
Promisses não é um álbum de consumo rápido, nem tão pouco para as massas. É sim uma produção que exige atenção, dedicação, predisposição e carinho por parte do ouvinte. O meu conselho? Peguem nuns bons auscultadores, sentem-se no conforto da vossa casa, esvaziem a vossa mente e deixem-se levar por este trabalho exímio. O estado de plenitude e introspecção que vão conseguir atingir com este álbum é impagável.
Classificação do álbum: ★★★★★
Músicas a ouvir: Ouçam o álbum como um todo e desfrutem.
Este mês houve alguns álbuns que se destacaram, maseste “Self-Titled Album” de For Those I Love é, sem dúvida, a jóia da coroa e provavelmente um dos, se não o melhor, álbum do ano (até agora).
Este projeto a solo de música eletrónica (slow-paced rave style) com um toque muito pessoal nasce pelas mãos de David Balfe e foca-se na sua vida. Cada faixa cambaleia entre histórias que remontam momentos concretos mais duros na vida complicada do artista, bem como opiniões sobre os mais diversos temas que o incomodam ou assombram.
O ponto fulcral assenta no facto deste ser um dos trabalhos mais genuínos que já ouvi em toda a minha vida, dando uso a sonoridades eletrónicas misturadas com uma narração em tom de poesia (algo novo, pelo menos para mim). Todas as faixas são riquíssimas, vívidas e carregadas de energia, tornando este álbum em algo íntimo e assombroso ao mesmo tempo. Um livro de memórias sem filtros ou embelezamento que vos vai fazer querer revisitá-lo independentemente do quão angustiante possa ser.
“Cause the world is a cruel cruel place without the love So we’ll spend the rest of our life being brave And hope that things will change And age will still mark the time in the same way“
Classificação do álbum: ★★★★★ Músicas a ouvir: Apesar de considerar que há músicas mais fantásticas que outras, alguns álbuns merecem ser ouvidos como um todo pela sintonia com que são montados. Este é um deles. Obra-Prima!
Smiling With No Teeth requer alguma perseverança para ser apreciado, dado que é dotado de uma sonoridade intimidatória. Contudo, é o exemplo perfeito da máxima: “primeiro estranha-se, depois entranha-se.”
Genesis Owusu, ganês de 23 anos apenas, acabou de embarcar na aventura do mundo da música e, apesar deste ser o seu álbum de estreia, tem aqui um excelente portfólio com ritmos frescos e muitos deles dançantes. Falando de ritmo, isso é algo que não falta, e há muitas faixas memoráveis difíceis de descrever, mas posso confirmar que a amplitude musical deste álbum vem revolucionar o género.
Apesar de ser um género completamente diferente, sinto em Genesis Owusu a mesma energia eletrizante que senti com Yves Tumor.
Se tudo correr como é suposto, daqui a uns anos Genesis Owusu não vai ser um nome estranho a quase ninguém, antes pelo contrário: De cabeça de cartaz para cima.
Classificação do álbum: ★★★★½ Músicas a ouvir: > The Other Black Dog > Waitin’ On Ya > Don’t Need You > Drown > Gold Chains > A Song About Fish
Topaz, produzido com a ajuda de Adrian Quesada (Black Pumas), procura equilíbrio na corda bamba entre vários géneros e consegue ser um bom álbum, com baladas cheias de flow e alma.
Podia ser muito bom, mas fica a sensação que falta uma orientação musical mais vincada da parte de Israel Nash. Enquanto “Down In the Country” e “Stay” nos atiram para outra constelação com guitarradas de um rock mítico que já pouco se produz, “Canyonheart” ou “Indiana” puxam-nos de volta à Terra para a simplicidade do country. Depois há “Dividing Lines”, que traz consigo um instrumental digno de fechar um grande palco após duas horas de boa música, mas já “Southern Coasts” não fazia sentido entrar nessa setlist.
Não me interpretem mal. Não há músicas más ou vulgares, só acho que ficou a faltar a cola que as iria unir e faria este álbum funcionar em uníssono.
No fim do dia, Topaz proporciona uma viagem muito agradável a sonoridades vinda da alma do artista texano de apenas 40 anos.
Classificação do álbum: ★★★½ Músicas a ouvir: > Dividing Lines > Down In the Country > Stay
Jane Weaver já não é nova nestas andanças, apesar de passar despercebida por cá. No entanto, depois deste álbum, com o qual se reinventa mais uma vez, ignorar começa a ser desculpa para os casmurros apenas.
Após experiências noutros campos (do indie rock à eletrónica), somos presenteados com um álbum focado essencialmente no pop, fazendo lembrar artistas como St. Vincent, Goldfrapp ou Kylie Minogue logo no arranque do álbum. À medida que este se vai desenrolando, os instrumentais tornam-se mais elaborados e, por sua vez, a música ganha mais densidade.
Inevitavelmente acabamos a debater-nos com Flock a meio do álbum e “All the Things You Do” e “Pyramid Schemes” mais perto do fim, três faixas brilhantes da artista de Liverpool, mas que, de alguma forma, destoam do resto do álbum. Isso mesmo é provado por “Solarised”, que as precede e fecha o álbum com mais uma melodia carregada de vitalidade.
Só não é um álbum excelente por esta distopia musical, mas do rótulo de qualidade bom não escapa.
Classificação do álbum: ★★★★ Músicas a ouvir: > Heartlow > The Revolution Of Super Visions > Sunset Dreams > Solarised
Longe vai o último álbum realmente bom de Kings Of Leon, com um punhado de músicas com impacto e capacidade de meter a malta aos pulos. Tira-se isso à banda e ficamos entregue ao rock sulista ideal para ouvir em viagem num belo dia solarengo. Não me interpretem mal, eu gosto deste tipo de rock, mas a verdade é que, apesar de ser agradável, não surpreende.
Estes são uns Kings of Leon resignados, longe de grandes sons como “Red Morning Light”, “California Waiting”, “Sex on Fire”, “Use Somebody”, “Radioactive” ou “Supersoacker”. Apesar disso, continuam a ser uma banda acima da média e conseguiram com When You See Yourself um álbum com mais alma e carácter do que o lançado pelos Foo Fighters, em fevereiro.
Classificação do álbum: ★★★½ Músicas a ouvir: > When You See Yourself, Are You Far Away > The Bandit > A Wave
Funky e jazzy são os melhores adjetivos para caracterizar este novo álbum da banda criada no Conservatório de Música de New England, em 2004.
O intuito original era serem uma banda de country music num estilo avant-garde improvisado, ideia abandonada mais tarde sob o pretexto de quererem tocar música que soasse bem (ainda que “Hush Money” traga memórias). Pode-se dizer que acertaram!
Obvisously é um álbum difícil de não se gostar dadas as suas composições agradáveis e perfeccionistas, que parecem sair de um playbook musical. Para além disso, trata temas sensíveis de interesse, tais como mudanças climáticas, feminilidade, empoderamento da mulher e relações falhadas.
Não estou muito familiarizado com os trabalhos passados da banda, mas, segundo consta, este é o seu melhor álbum. Vou dar o benefício da dúvida e acreditar, visto que o disco é realmente bom.
Classificação do álbum:★★★★½ Músicas a ouvir: > Hypotheticals > Same Old News > Being A Woman > Making Do > Know That I Know
Depois de Norman Fucking Roswell!, não ia ser fácil conseguir lançar um álbum capaz de ombrear com este. Ainda assim, Chemtrails Over the Country Club surpreende pela positiva, principalmente a nível de escrita, onde é raro a menina Lana Del Rey falhar. Desta forma, somos embalados em mais um álbum melancólico, onde a vulnerabilidade é mote. Ao fim de uma década, continua a ser impressionante as sensações que Lana Del Rey consegue proporcionar com a sua voz.
Mais um disco para a metade de cima da lista dos melhores álbuns, que faz caso para ajudar a cantora nova iorquina a cimentar ainda mais o seu nome no panorama folk romântico melodramático.
Classificação do álbum: ★★★★★ Músicas a ouvir: > White Dress > Chemtrails Over the Country Club > Not All Who Wander Are Lost > Breaking Up Slowly >Dance Till We Die
Sensivelmente três anos depois de Josiah Wise ter acertado em cheio em Soil, o seu álbum de estreia, o artista regressa às luzes da ribalta com Deacon.
Este álbum segue a linha romântica do seu predecessor, aprofundando-a a um nível quase espiritual. Os trabalhos diretamente ligados a serpentwithfeet também ajudam perceber a amplitude que o R&B tem enquanto género. Mais de meio século depois da explosão do género e mais de uma década depois do último auge comercial que teve, numa abordagem completamente diferente da original, é bom saber que o R&B fornece aos artistas as ferramentas para continuar a dar asas à sua reinvenção enquanto género.
serpentwithfeet é um desses artistas e, com Deacon, prova que o tiro certeiro do álbum de estreia não foi coincidência.
Classificação do álbum:★★★★½ Músicas a ouvir: > Hyacinth > Same Size Shoe > Sailor’s Superstition > Old & Fine > Fellowship
Atrasado pela pandemia, The Art of Losing foi finalmente lançado e está qualquer coisa de espetacular. É só o seu segundo álbum, mas a qualidade musical que comporta faz parecer que Catherine Anne Davies já anda nisto há décadas.
A certeza na sua voz só traz credibilidade e intensifica a reflexão de momentos de pesar e sofrimento na sua música. Porém, ao invés da densidade sombria que as suas músicas acartam, estas surtem um efeito positivo, que é o de companhia nestes tempos menos brilhantes ou coloridos.
O ponto mais notável foi a evolução de Catherine enquanto ser humano e o despontar de The Anchoress enquanto banda em apenas cinco anos.
Nota positiva para a colaboração extremamente bem sucedida com James Dean Bradfield.
Classificação do álbum: ★★★★ Músicas a ouvir: > Let It Hurt > The Exchange (ft. James Dean Bradfield) > Show Your Face > Unravel > My Confessor
Green To Gold é o álbum mais despreocupado e livre de rédeas dos The Antlers até à data. O resultado acaba por ser algo simples mas bonito, leve mas elaborado, aconchegante mas a um custo.
Um custo porque os The Antlers já passaram por muitos dissabores que colocaram em risco a saúde de membros da banda. Os mais supersticiosos acreditam que todos esses dissabores foram o karma fruto do teor das suas letras focadas em temas pesados.
Sete anos passaram desde o último álbum (na altura tinham lançado três em apenas cinco anos), o que dá a entender que não foi fácil esta viragem de eventos. A verdade é que conseguiram e Green To Gold é a prova viva disso. Fica um “Bem-vindos” a estes novos The Antlers.
Classificação do álbum:★★★★ Músicas a ouvir: > Wheels Roll Home > Solstice > It Is What It Is > Green To Gold
Tune-yards foram uma das minhas grandes descobertas em 2014 e “Water Fountain” até entrou no meu top 50 de melhores músicas desse ano. Posto isto, em 2017 recebi o I Can Feel You Creep Into My Private Life com bastante entusiasmado, mas não satisfez.
Quando vi que em março iria sair novo álbum, veio ao de cima um sentimento agridoce. Felicidade por estar prestes a ouvir novo conteúdo desta banda, conhecida por ter um som muito peculiar e original, mas ao mesmo tempo um nervoso miudinho pela existência da possibilidade de se espalharem novamente. Sketchy não é dos melhores álbuns da banda, contudo não desiludiu e, a meu ver, isso é que importa.
Não acho que seja um álbum que funcione como um todo. Todavia, tem individualidades muito boas. Classificação do álbum:★★★½ Músicas a ouvir: > hypnotized > hold yourself. > under your lip
Valerie June – The Moon and The Stars: Prescriptions For Dreamers
É certo e sabido que The Order of Time (2017) colocou a fasquia bem lá em cima, tendo sido na altura um dos meus favoritos na lista de álbum do ano respetivo. Esse mesmo álbum seria o de afirmação de Valerie June no género americana, que lhe deu outro estofo no panorama musical.
Este novo lançamento, apesar de considerar que está ligeiramente abaixo do anterior, continua a ser muito bom. E o que faz dele especial é a garra de June a cantar, tornando-o mais aliciante a cada reprodução. Para ser franco, já perdi conta às vezes que o ouvi! Aconselho-vos a fazer o mesmo.
Classificação do álbum:★★★★½ Músicas a ouvir: > Stay > You and I > Colors > Call Me A Fool (ft. Carla Thomas) > Why The Bright Stars Glow
Atraso enorme no artigo de essenciais de março, estão vocês a pensar. Há inúmeros motivos: um deles foi ter acontecido no mês do meu aniversário. Assim já ficam a saber e, para o ano, já me podem dar os parabéns.
Já quanto aos verdadeiros motivos, foram o facto de já ter acabado o artigo dos essenciais de fevereiro a meio do mês de passado e ter subestimado a quantidade de música que tinha para ouvir. Só o dia 26 de março foi uma loucura a nível de lançamentos, dos quais cinco álbuns constam neste artigo.
Fica o desejo que o essenciais de maio chegue a boas horas, que isto de estar sempre em contra-relógio é exaustivo.
Destruição, tiros e sobrevivência vão ocupar os subscritores do PS Plus em maio.
A PlayStation revelou os jogos de oferta do PlayStation Plus para maio e não vão faltar experiências cheias de adrenalina.
O grande destaque vai para a oferta dedicada à nova geração, com a versão de PlayStation 5 de Wreckfest. Anunciado no final de março, Wreckfest: Drive Hard. Die Last é a nova versão do popular jogo de destruição motorizada que chega agora com melhorias e afinações extra para a máquina da Sony, como visuais 4K a 60FPS, suporte até 24 jogadores online e funcionalidades exclusivas ao DualSense.
As duas outras ofertas, jogáveis na PlayStation 4 e na PlayStation 5, não escapam à ação, com as experiências bélicas de Battlefield V e a tensão no mundo de sobrevivência numa ilha deserta de Stranded Deep.
Como também tem sido hábito, temps também o jogo independente Waves Out, produzido ao abrigo do programa PlayStation Talents.
Estas novas ofertas para abril ficam disponíveis a partir do dia 4 de maio.
Para tirarem partido destas ofertas e garantirem os jogos na vossa biblioteca sempre que quiserem, basta manterem a vossa subscrição PS Plus ativa, que dá também acesso a descontos exclusivos na PlayStation Store quase todas as semanas.
“O tempo é como uma onda… por mais que lutemos, não temos como impedi-lo.”
“A Onda” é o nome do trailer de lançamento de Returnal, o jogo de ação na terceira pessoa da Housemarque que marca o regresso dos exclusivos à PlayStation 5.
Totalmente em Português (e em inglês aqui), o trailer foca-se na premissa e na narrativa pouco conceptual do jogo, que avança através da morte e da repetição da nossa personagem, ciclo após ciclo, revelando novas peças do puzzle.
Com trechos cinemáticos e outros de jogabilidade, o novo trailer deixa espreitar também a sua ação frenética, alguns dos inimigos e a variedade nos biomas disponíveis que contam com diferentes áreas sempre em completa transformação.
Para ficarem a conhecer mais sobre esta nova aposta para a PlayStation, podem ler a nossa antevisão aqui ou o Guia de “Tudo o que precisas de saber sobre o shooter de ficção científica da PS5, Returnal” na página oficial da PlayStation.
Returnal aterra na mais recente consola da Sony já no dia 30 de abril.
Devia ter estreado em dezembro do ano passado no grande ecrã, naquela que era a grande aposta da Paramount para o final de 2020, mas veio a pandemia e trocou as voltas. Em janeiro deste ano, surgiram notícias que indicavam que o filme iria estrear em alguma plataforma de streaming devido a todas as incertezas provocadas pela COVID-19. Já neste mês de abril, ficámos não só a saber que a Amazon tinha ganho a corrida, como uma data de estreia Falamos, claro, de The Tomorrow War, que acaba de ganhar o primeiro teaser.
Em The Tomorrow War, o mundo fica em estado de choque quando um grupo de viajantes do tempo chega do ano 2051, partilhando uma mensagem urgente: dentro de 30 anos, a humanidade vai estar a perder uma guerra global contra uma espécie alienígena letal. A única esperança de sobrevivência é que os soldados e civis do presente sejam transportados para o futuro e se juntem à luta.
Entre os recrutados está o professor de secundário e pai de família Dan Forester (Chris Pratt). Determinado a salvar o mundo para a sua filha, Dan junta-se a uma cientista brilhante (Yvonne Strahovski) e ao seu pai ausente (J.K. Simmons) numa missão desesperada para reescrever o destino do planeta.
Além de Pratt, Strahovski e Simmons, estão ainda no elenco nomes como Betty Gilpin, Sam Richardson e Edwin Hodge.
Realizado por Chris McKay e com argumento de Zach Dean, The Tomorrow War foi produzido por David Ellison, Dana Goldberg, Don Granger, Jules Daly, David Groyer e Adam Kolbrenner. A estreia mundial acontece a 2 de julho na Amazon Prime Video.
Para já, o Olá Vizinho arranca em Oeiras, mas, em breve, deverá expandir-se para Lisboa, Agualva Cacém, Cascais, Porto, Sintra e Bouceiros/Porto de Mós.
A Delegação de Oeiras da Associação Coração Amarelo está a desenvolver com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras o projeto piloto Olá Vizinho, convidando os munícipes a estarem atentos aos idosos isolados que vivam perto de si e possam necessitar de apoio.
O projeto piloto Olá Vizinho consiste na identificação de um voluntário por prédio (na zona de Oeiras) que faça a sinalização das pessoas idosas em situação de isolamento e se comprometa a acompanhá-las e ajudá-las dentro dos princípios e valores da Associação Coração Amarelo.
O voluntário responsável por fazer o acompanhamento das pessoas idosas sinalizadas conta com o apoio da equipa da delegação de Oeiras da IPSS, com a qual reúne mensalmente para partilhar e analisar as diferentes situações e a possível intervenção das equipas.
Recentemente, a Associação Coração Amarelo distribuiu informação pelas caixas de correio dos moradores urbanos de Oeiras a informar sobre o projeto e consciencializar para as necessidades de apoio a casos de vizinhos idosos que vivam em condições de isolamento e quem possa faltar, para além do apoio para questões materiais do dia-a-dia, a atenção e o afeto que permitem mitigar a solidão tão frequente nestas faixas etárias. O envolvimento comunitário é uma peça chave para responder a este desafio.
Outra forma de apoiar a missão Coração Amarelo neste trabalho voluntário de combater o isolamento e solidão de pessoas mais velhas em vulnerabilidade é através da consignação do IRS.
Para o efeito, basta, na altura do preenchimento da declaração de IRS, no Modelo 3, Quadro 11, Campo 1101 – Instituições Particulares de Solidariedade, colocar o NIF da IPSS: 504 813 846. É um ato simples, sem qualquer custo para os contribuintes, e que representa uma preciosa ajuda para que a Associação continue a levar apoio e afetos aos mais idosos.
Para já, o Olá Vizinho arranca em Oeiras, mas a Associação Coração Amarelo conta avançar com o projeto para todas as suas Delegações de Lisboa, Agualva Cacém, Cascais, Porto, Sintra e Bouceiros/Porto de Mós.
Preparem as vossas armas, armaduras e companheiros.
Monster Hunter Rise recebeu novos conteúdos. A versão 2.0 do mais recente jogo da saga vem expandir a experiência com novos conteúdos e desafios, onde se destaca a chegada de três Elder Dragons, Chameleos, Teostra e Kushala Daora, que vão pôr à prova as habilidades dos jogadores.
Além deles, temos novas versões de outras criaturas do jogo, os Apex Monsters, agora soltos nas várias regiões do jogo. Até aqui, o Apex Arzuros, Apex Rathian e Apex Mizutsune podiam apenas ser caçados no modo Rampage, mas são agora uma nova fonte de recursos e de desafios em missões de exploração. Além deles, temos ainda os Apex Rathalos e Apex Diablos para combater nas Rampage Quests
Outro foco desta atualização são as características e as armaduras, com novas opções de criação de Layered Armor e a introdução de novos Outfit Vouchers, que vão permitir que os jogadores sejam mais criativos com o seu look. E claro, há também novos Event Quests para explorar online ou offline.
Esta é a primeira grande atualização de Monster Hunter Rise desde o seu lançamento para a Nintendo Switch, que já tem a versão 3.0 preparada para chegar no final de maio de 2021.
Elas estão de volta, as Navegantes da Lua, e em dose dupla com dois filmes animados para a Netflix. Pretty Guardian Sailor Moon Eternal: O Filme Parte 1 e 2 já tinham estreado no Japão, mas vão agora chegar ao resto do mundo através da popular plataforma de streaming.
Estas novas aventuras não serão bem as mesmas do popular anime de sucesso dos anos 90, mas sim uma adaptação direta da manga original, do arco Dream, que conta também a história de como as Navegantes da Lua crescem juntas como adolescentes, enquanto lutam contra as forças do mal.
Pretty Guardian Sailor Moon Eternal: O Filme Parte 1 e 2 estreiam a 3 de junho em exclusivo, na Netflix.
Sinopse Oficial: As novas aventuras passam-se em abril, altura em que as cerejeiras estão em flor e Tóquio celebra o maior eclipse solar total do século. Quando a lua nova se sobrepõe ao sol lançando gradualmente a penumbra sobre a Terra, Bunny e Chibi-Usa encontram Pegasus, que procura a jovem escolhida que será capaz de quebrar o Cristal de Ouro. Entretanto, aparece uma trupe misteriosa, de seu nome Circo da Lua Morta, determinada a pôr em prática o seu plano maléfico: espalhar pesadelos, apoderar-se do lendário Cristal de Prata, dominar a Lua e a Terra e acabar por controlar todo o universo.
A nova experiência multijogador de Resident Evil não chega a tempo de Village.
Quando RE:Verse foi revelado, o plano era que fosse lançado juntamente comResident Evil Village. Esta aposta competitiva, que coloca vários heróis e vilões da série, como Leon, Jill ou Mr. X, em confrontos diretos PvP, e que se destacava pelos seus visuais ao estilo de desenhos de banda desenhada, seria assim uma terceira vertente ao pacote completo de Village, no dia 7 de maio. Mas os planos mudaram.
RE:Verse, que já teve uma fase experimental entre 7 e 10 de abril, está agora fora da janela de lançamento do novo jogo. Segundo um email enviado aos “embaixadores Resident Evil”, esta experiência chega agora no verão, numa data ainda por revelar.
Ainda assim, os jogadores de Resident Evil Village vão poder contar com mais conteúdo além do jogo principal, como o novo modo Mercenaries, que conta com componente cooperativa online.
Resident Evil Village tem lançamento marcado para dia 7 de maio no PC, Stadia, consolas PlayStation e consolas Xbox.
O Mercado P’la Ate nasce a 8 de maio no Prata Riverside Village.
A iniciativa arranca a 8 de maio e, a partir daí, decorrerá nos primeiros sábados de cada mês, entre as 10h e as 18h. Falamos do Mercado P’la Arte, uma experiência que permitirá a mais de três dezenas de artistas apresentar e comercializar de forma criativa e atrativa o seu trabalho num parque de estacionamento, ainda em construção, no Prata Riverside Village, em Lisboa.
Essencialmente, trata-se de um projeto de exposição e venda de obras de artistas visuais, no qual serão colocadas bancas idênticas constituídas por pequenos andaimes ou suportes que facilitarão a exposição das obras e darão coerência visual e estética ao mercado.
Cada artista disporá de um espaço para expor as suas obras e para interagir com o público e com os outros artistas. Serão garantidos todos os requisitos de segurança e respeitadas as regras de distanciamento social definidas pelas autoridades públicas.
Haverá ainda uma área para venda de livros de artista destinado a editoras independentes e uma programação paralela com diversas ações, nomeadamente, conversas sobre arte.
Pretende-se respeitar a conceção arquitetónica e construtiva original e, ao mesmo tempo, introduzir o fator valorização, entendido tanto numa perspetiva ambiental e social, quanto económica.
A Docapesca, entidade do setor empresarial do Estado tutelada pelo Ministério do Mar, que tem como objeto a exploração de Portos de pesca e Lotas, adjudicou a empreitada de reabilitação do edifício da lota da Fuzeta, no concelho de Olhão, visando a melhoria das condições higio-sanitárias da infraestrutura e a valorização do pescado transacionado.
A execução desta empreitada possui um preço-base de 300.000€, somando o valor da obra e as demais obrigações contratuais.
A necessidade de requalificação desta lota foi identificada em estreita articulação com a Câmara Municipal de Olhão e a intervenção reflete a intenção de otimização funcional das operações de escolha, acondicionamento, pesagem e expedição de pescado.
A solução preconizada visa dotar o edifício das mais recentes exigências no domínio da higiene e segurança alimentar, o reforço da cadeia de frio, valorizando assim o pescado capturado pela comunidade piscatória local e ainda uma maior eficiência energética.
Pretende-se respeitar a conceção arquitetónica e construtiva original e, ao mesmo tempo, introduzir o fator valorização, entendido tanto numa perspetiva ambiental e social, quanto económica.
São baratos e cumprem a promessa, apesar dos sacrifícios do uso dos materiais, que podem limitar a experiência de utilização.
Começando pelas primeiras impressões, o mais recente par de auscultadores para gaming da Trust, o Carus GXT 323, deixa-nos receosos. Mesmo por um preço extremamente acessível de 39,99€, pegar nesta nova solução é estranha, isto porque quase todos os materiais usados, aliados ao design complicado do periférico, tudo parece construído e desenhado com materiais baratos. As cúpulas são grandes e de plástico, conferindo a ideia que são ocas por dentro; as texturas e fibras das almofadas e da banda, em particular, numa primeira impressão também não parecem as melhores; e em termos de interface e controlos só temos um controlador de volume e um switch On/Off para o microfone, num local um pouco escondido. Mas já lá vamos.
Uma vez ultrapassado este primeiro contacto, as coisas melhoram, e bem, revelando que, por baixo da sua carcaça, temos uma solução que vale bem a pena ter em conta, se procurarmos um par de auscultadores que faça um bom serviço nas nossas sessões de gaming.
A promessa é simples, basta fazer plug and play e começar a usar. Com a sua ligação de 3.5mm, os Carus GXT 323 são virtualmente compatíveis com todos os equipamentos áudio com uma porta áudio normal, seja um smartphone, tablet, PCs e consolas, com os seus comandos a servirem de fonte. Além dessa ligação, os Carus GXT 323 incluem ainda um adaptador que divide a entrada e a saída de áudio para placas de áudio de PC que tenham linha de entrada independente.
O switch On/Off do microfone é um bom toque, no entanto, apresenta-se um pouco escondido nas primeiras utilizações, pregando o susto de que o microfone não estava a funcionar quando tentei usar os Carus GXT 323 em sessões online. Afinal, estava apenas desligado por defeito.
Maleaval, mas não destacável, a qualidade de áudio do microfone é a ideal para conversas casuais, e o seu alcance permite que não o tenhamos em cima da boca para que nos ouçam do outro lado. Já para streaming e produção de conteúdos, esta poderá não ser a melhor solução.
Quanto aos auscultadores em si, que contam com drivers de 50mm, a qualidade de áudio é muito melhor do que se poderia esperar deste equipamento. Apesar do foco “Gaming” e da promessa de “graves intensos”, o perfil de áudio usado é bastante neutro e não exagera nos baixos como a maioria dos equipamentos do género, o que nos dá espaço para melhores ajustes e equalizações, se assim o entendermos. Não inclui extras como capacidade surround, mas faz um bom trabalho da distribuição espacial, especialmente em uso de jogos compatíveis com Dolby Atmos para auscultadores ou através do audio 3D da PlayStation 5 via Dualsense.
Infelizmente, qualquer tentativa de imersão em jogos acaba por ser limitada pela ergonomia do headset, que não faz a pressão suficiente na cabeça, e as suas almofadas não isolam por completo o ruído exterior. Apesar de serem relativamente confortáveis e surpreendentemente leves na prática, a sensação de termos um produto budget faz-se sentir e pode prejudicar a experiência.
Ainda assim, por 39,99€, os Carus GXT 323 não escondem o que são e cumprem a promessa para os utilizadores menos exigentes, com uma solução acessível e extremamente versátil.
Este dispositivo foi cedido para análise pela Trust.
Serão seis dias que irão conjugar voos em balão de ar quente, atividades na natureza, descoberta cultural e experiências gastronómicas.
Se as condições de segurança e de saúde pública assim o permitirem, a 1ª edição do Voar na Beira Baixa, o primeiro evento de balonismo do centro de Portugal, vai mesmo acontecer este ano.
Na verdade, o evento já tem datas, com a organização a pretender organizar o evento em pleno coração da Península Ibérica entre 30 de agosto e 4 de setembro deste ano. Serão seis dias que irão conjugar voos em balão de ar quente, atividades na natureza, descoberta cultural e experiências gastronómicas.
O Voar na Beira Baixa receberá participantes oriundas de vários países com os seus balões tradicionais e de formas especiais para sobrevoar as fabulosas paisagens dos seis concelhos desta Comunidade Intermunicipal (Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão). A maioria das atividades previstas serão mantidas em função das possibilidades do momento, sempre no espírito de dar a conhecer tudo o que a Beira Baixa tem para oferecer.
Até lá, terá lugar a apresentação oficial do evento e cerimónia de batismo do balão de ar quente com as cores da Beira Baixa, no início de maio de 2021. O balão voará durante a temporada turística em todo o país, promovendo as maravilhas deste território pleno em história, beleza natural e charme rural, oferecendo uma fantástica ferramenta para descobrir de forma inovadora esta magnífica região preservada pelo tempo.
O evento será o “embaixador” da nova experiência que a Beira Baixa vai possibilitar a todos aqueles que visitam o seu território e que se insere no âmbito do projeto Beira Baixa: 3 Dias, 3 Experiências” (natureza, cultura e gastronomia), que conta com o apoio do Turismo Centro de Portugal, e é cofinanciado pelo Centro2020, Portugal2020 e União Europeia através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.
O concurso público para a elaboração do projeto desta linha foi lançado esta semana.
É formalmente conhecida como a “segunda linha de Gaia” e irá desde a estação da Casa da Música até à estação de Santo Ovídio, desenhando uma circular Sul. Assim é o plano da terceira fase de expansão da rede do Metro do Porto, que reside na criação de uma nova ligação a unir os concelhos do Porto e de Gaia.
A obra vai proporcionar, entre outras vantagens, o alívio da Linha Amarela – a mais concorrida do Metro. Para tal, serão criadas seis novas estações: Campo Alegre, Arrábida, Candal, Rotunda VL8, Devesas e Soares dos Reis. No seu conjunto, o percurso terá uma extensão superior a seis quilómetros. Prevê-se ainda que esta linha venha a conseguir atrair para a rede uma média diária de cerca de 325 mil clientes (quase 120 milhões por ano).
A concretização do projeto pressupõe, ao mesmo tempo, a construção de uma nova ponte sobre o Douro, num investimento de 50 milhões de euros. Esta ponte fará a ligação entre o Campo Alegre e o Candal e localizar-se-á a cerca de 500 metros a nascente da Ponte da Arrábida, e servirá apenas o Metro e a circulação pedonal.
O concurso para a elaboração do projeto desta linha foi lançado esta semana e publicado em Diário da República, tendo um preço de referência de 4,8 milhões de euros. O prazo para apresentação de propostas decorre até 7 de junho.
Os trabalhos com vista à elaboração de toda esta empreitada (nova linha e nova ponte), iniciar-se-ão em 2023 e serão concluídos no ano de 2026.
Sabemos o quão difícil costumava ser encontrar um profissional que pudesse resolver um – ou mais – problemas que habitualmente surgem nas casas. Isso já é passado.
A Fixador é uma empresa de pequenas reparações em Lisboa que opera em várias áreas. A ideia do negócio surgiu para fazer face às dificuldades em encontrar no mercado empresas de confiança para efetuar vários tipos de reparações.
As dificuldades surgem em vários níveis; não só para encontrar profissionais, como depois para saber se o trabalho seria realizado da melhor forma, com o melhor custo para o cliente e nos prazos combinados.
A Fixador faz pequenas reparações em Lisboa, sejam estas do foro mais técnico na casa, como também reparações na área tecnológica.
Onde pode a Fixador dar uma “mãozinha”?
Intervém desde áreas como a eletricidade, carpintaria, canalização e pinturas, até ao arranjo de dispositivos eletrónicos como smartphones e tablets, consolas de jogos, computadores e equipamentos de casa inteligente.
A nível de carpintaria, a empresa arranja portas, faz reparação de piso danificado ou ruidoso, coloca fitas anti-derrapagem em escadas e faz isolamento de portas e janelas. Para além disso, a Fixador monta mobiliário e afixa prateleiras.
Quanto à área da eletricidade, a empresa tem eletricistas certificados que fazem arranjos simples ou mais complexos: reparação de interruptores, pendurar candeeiros, reparar tomadas e quadros elétricos, e fazer novas instalações. Trabalham com disjuntores, iluminação, tomadas e interruptores.
A empresa repara fugas de água, substitui canos velhos, instala torneiras, chuveiros e loiças. No WC, a empresa pode reparar fugas, desentupir o chuveiro, aplicar de silicone, e reparar (ou substituir) banheira ou poliban.
A nível de roturas de água, os profissionais da Fixador ajudam a detetar e reparar fugas de água e infiltrações. Na cozinha, é possível reparar fugas também, desentupir canos, instalar torneiras, instalar, lava-loiças e acessórios.
Esta empresa faz também desentupimento de canos – tanto na cozinha, como no WC.
Também para pinturas é possível recorrer aos profissionais da empresa, que pintam e retocam paredes e tetos, fazem acabamentos e pintam rodapés e ombreiras.
Nesse contexto, a Fixador usa gesso e aplica silicone para reparar juntas, para além de outros serviços de pintura. Há mais que a empresa pode fazer por si na casa: instalação de cortinados, estendais de roupa, filtros de ar condicionado e pendurar objetos.
Assistência Tecnológica
Para além de todos estes serviços na área de intervenção mais técnica na casa, a empresa presta também apoio no campo da tecnologia doméstica, o que abrange um grupo grande de dispositivos.
Como sabemos, a tecnologia desempenha um papel cada vez mais fundamental e incontornável nas nossas vidas. Por isso, é bom saber que temos “rede” para o caso de algum dos nossos aparelhos tiver algum problema.
Neste âmbito, a empresa repara ou melhora o desempenho de consolas de videojogos da PlayStation, Nintendo ou Xbox, por exemplo.
A empresa instala dispositivos inteligentes, projetores, televisões, iluminação inteligente, para além de reparar periféricos e impressoras.
No caso dos computadores, não só repara e resolve problemas de software, como ajuda a personalizar e melhorar o desempenho dos mesmos. Tanto a nível de tablets como telemóveis, a empresa substitui ecrãs ou baterias, instala novas aplicações para sistemas antigos e corrige problemas com os sistemas operativos.
Como se não fosse suficiente, a Fixador ajuda também a resolver problemas de Wi-Fi e a otimizar o sinal do mesmo por toda a casa.
Como solicitar um serviço?
Para usar os serviços da Fixador, basta aceder ao website e escolher o serviço pretendido, bem como a data e horário para a resolução desse serviço.
A partir daí, será recebida uma confirmação e toda a informação do colaborador da empresa responsável pelo respetivo serviço.
De seguida, será disponibilizada uma estimativa de um valor à hora pelo serviço pretendido.
A estes acrescem depois os custos de materiais, que o colaborador irá apresentar quando se deslocar ao local dos trabalhos.
O orçamento ficará disponível por 30 dias e o único custo será uma taxa de deslocação, que será deduzido mais tarde, caso acabem por avançar para o serviço orçamentado.
Promete 900 horas de utilização contínuacom uma pilha.
A nova aposta da Razer no mundo dos ratos gaming dá as mãos ao mundo do lifestyle, com uma solução que leva a tecnologia de ponta da marca às mãos dos utilizadores mais casuais e sempre em movimento.
O Razer Orochi V2 apresenta-se em dois tons, preto ou branco, com um design simplista e moderno e é o novo rato sem fios da marca, que inclui tecnologia Razer Hyperspeed de latência ultrabaixa, switches mecânicos de 2ª geração da Razer e toda a ergonomia e conforto num dos ratos mais compactos da marca.
Desenhado a pensar no jogador em movimento, acompanhado do seu computador portátil, o Orochi V2 destaca-se pelo tempo útil de vida da bateria. Com a possibilidade de utilizar pilhas AA ou AAA, o Orochi V2 promete uma incrível autonomia de 900 horas em ligação via Bluetooth, ou até 425 horas com a utilização da ligação Hyperspeed Wireless.
Além dos dois tons padrão, esta nova solução pode ser adquirida com um pouco de personalização através do programa Razer Customs, onde o utilizador pode escolher o design, cor e padrões do seu novo Rato.
O novo Razer Orochi V2 já está à venda na loja da Razer e revendedores autorizados a partir de 79.99€ para a versão normal e a 99.99€ para a versão Razer Customs. Podem ficar a conhecer mais sobre o produto na sua página oficial.
“Com as decisões certas, esta temporada de The Handmaid’s Tale pode tornar-se épica.” – Esta era a frase que pautava a minha apreciação após ver os primeiros 8 episódios disponibilizados pela Hulu. Após ver os dois finais, penso que apesar de não ter sido épica, não esteve assim tão longe.
The Handmaid’s Tale fechou 2019 com uma temporada na qual o desenvolvimento foi mais lento e cuidado do que se estava à espera. Depois de um ano de sabática, a 4ª temporada chega com estrondo e o desenvolvimento atinge o ritmo aliciante para todos os fãs que esperavam algo mais explosivo desde que a série estreou, em 2017. O melhor é que esta aceleração de ritmo do desenvolvimento não estragou a série.
Após a 3ª temporada ter terminado de forma agridoce, dado que tivemos um resgate bem sucedido – June decidiu ficar para trás heroicamente, mas com o desejo de também conseguir salvar a sua filha mais velha, Hannah -, ao longo desta 4ª e nova temporada temos algum seguimento nesta intenção de June, se bem que valores morais se impõem em certas decisões que, por vezes, não abonam a favor da personagem.
Ainda assim, continua a incessante exploração de June, principalmente a nível psicológico, muitas vezes por via de flashbacks à vida antes de Gilead. Graças a estes flashbacks, conseguimos perceber que grande parte do que motiva June são traumas do passado, vindos de inseguranças da mesma. É aqui que as camadas da heroína começam a ser perfuradas e percebemos que pode estar a chegar a um ponto sem retorno. Com o desenvolvimento da temporada, chegando ao 8º episódio, vemos um lado dela que nunca esperaríamos ver, mas sem os dois últimos episódios era difícil dar o um parecer fiel, até porque sem eles não dava para perceber a finalidade.
Independentemente da forma como estão a desenvolver a personagem, que começa a reagir cada vez mais com base nos traumas oriundos da sua vida em Gilead, há que dar o devido mérito a Elizabeth Moss. Nesta temporada, mais do que nunca, o palco é dela. June chegou a um ponto que está constantemente a eclodir com espalhafato, dando origem a uma infinidade de reações distintas e bastante vincadas. No entanto, a atriz não falha uma, e findada a temporada, foi ela que a elevou ao nível que está.
Janine foi uma das melhores surpresas da temporada, pois para além de também ter tido direito a alguns flashbacks da sua vida pré-Gilead, ganha mais protagonismo do lado de June e posteriormente em Gilead. Conhecemos melhor a personagem (protagonizada por Madeline Brewer) e percebemos que é tão bonita por dentro como por fora. Janine é amiga, confidente, conselheira. O seu altruísmo é admirável. Ficam, porém, algumas dúvidas sobre o tipo de impacto que a existência desta personagem possa vir a ter no futuro, dado a orientação que a narrativa tomou no 9º episódio (rebelião vinda de dentro ou crescimento do outro lado do jogo?).
Outra surpresa veio de Mrs. Keyes, protagonizada pela jovem McKenna Grace, que foi uma das minhas preferidas em The Haunting of Hill House. A jovem atriz de 14 anos já anda nisto da representação há quase uma década e considero que o background de trabalhos dela em produções de terror a ajudou a conferir a frieza necessária para a constituição de personalidade da sua personagem em The Handmaid’s Tale.
Em relação aos grande nomes de Gilead, Joseph e Lydia partem em desvantagem por motivos óbvios, mas é interessante ver o desenvolvimento da dinâmica em torno dos dois, ainda que em direções opostas. Já Fred e Serena têm uma missão colossal no Canadá dificultada pelo estilo de vida que levavam nos Estados Unidos. Podiam ter tido direito a mais tempo de ecrã, no entanto, o que tiveram foi bem aproveitado e fizeram, mais uma vez, justiça ao tipo de pessoas que são. Após ver o 8º episódio, confesso que fiquei entusiasmado pela volta que a série ainda pode vir a ter graças a estes dois, mas chegando ao fim, parece que foi sol de pouca dura.
Na generalidade, esta temporada foi boa, mas tinha potencial para ser muito boa (folgo em perceber que não foi o desastre que a crítica fazia prever). Decompondo por partes, até ao 3º episódio, nada a apontar, absolutamente magnífica. No 4º e 5º, a série toma um rumo muito fora da caixa e, apesar de não ter adorado, acho que no futuro pode vir a ter a sua utilidade. No 6º, 7º e 8º somos presenteados com a realidade que sempre tivemos curiosidade em assistir, principalmente pelos olhos de June. Por fim no 9º e no 10º, a série dá uma volta de 180º no que toca ao futuro de Fred e Serena e entrega-nos um final carregado de justiça poética e sequências de cenas com impacto, sem ser “de mais”.
Gostando ou não do rumo da narrativa pós-3º episódio, que se afasta quase de vês do fio condutor que caracteriza de The Handmaid’s Tale, alguma vez tínhamos de chegar a este ponto. Pecou por ter sido um pouco tardio e alguns “peões” não estarem nas casas corretas, não obstante creio que graças a algumas decisões ousada, esta temporada acabou por ser boa.
SPOILERS ABAIXO
Pessoalmente, vi algum encanto na ideia de dar uso aos conhecimentos dos Waterford sobre Gilead. Estrategicamente era a decisão correta, para recuperar Hannah. Para além disso, de certa forma, face às sequências finais do 8º episódio (onde pudemos concluir que o apoio ao regime de Gilead ultrapassa fronteiras), seria interessante ver a influência popular dos Waterford no Canadá.
O facto de terem acelerado a deterioração psicológica e emocional de June, dessincronizou duas linhas de história que podiam ter funcionado melhor juntas, caso estivessem em pé de igualdade – falo da proporcionalidade inversa entre a deterioração de June e o ganho de influência dos Waterford. Perdeu-se aqui material para 5 ou 6 episódios de qualidade e toda essa narrativa foi comprimida em 2 episódios.
Claro que a finalidade por detrás desta decisão (que considero precipitada e pouco ponderada), foi muito bem conseguida e os momentos finais da temporada estão fantásticos, mas apesar dos meios justificarem o fim, o desenvolvimento desses meios foi mal aproveitada. Com isto fica uma sensação de estranheza, pois numa série onde até hoje foi sempre preciso quatro ou cinco coisas correrem mal, para uma correr bem, de repente as estrelas alinham-se e tudo corre bem à primeira.
Fica também a dúvida no ar de como é que vai funcionar a relação de June, Lawrence e Nick, daqui para a frente. A influência de June sobre os mesmos é enorme (com motivo), mas a facilidade com que Lawrence e Nick ganharam/recuperaram a confiança de Gilead e conseguem fazer coisas que beneficiam o inimigo, debaixo do olho do regime, sem que nada corra mal, rouba realismo à narrativa e poder a Gilead.
Posto isto, a temporada é boa, mas o facto de ter perdido 3 episódios para desenvolvimento de personagens e de contextos, para depois apressar o desenvolvimento da narrativa para os mesmo 3 episódios num só, fez mais mal do que bem à integridade criativa da série.
As duas últimas temporadas tiveram 13 episódios, esta 10 (à semelhança da temporada de introdução). Se calhar terem optado por manter os 13, quando há tanto desenvolvimento para explorar, era uma aposta mais acertada. Mas e vocês, o que acharam?
A quarta temporada de The Handmaid’s Tale estreou a 29 de abril em exclusivo no NOS Play.