Among Us entra de forma suspeita nas PlayStation

O popular jogo chega finalmente à PlayStation 4 e PlayStation 5 este ano.

Durante o mais recente State of Play, a transmissão dedicada às novidades da PlayStation, os fãs das consolas da Sony ficaram a saber que vem aí uma experiência muito suspeita.

Este verão, o popular jogo multijogador Among Us ganha duas novas casas, a PlayStation 4 e PlayStation 5, onde os jogadores vão poder vestir-se de Ratchet e Clank.

Com suporte até 10 jogadores, o jogo coloca a embarcação de uma nave espacial à procura de impostores assassinos através de comportamentos suspeitos e conversas entre os jogadores.

Inicialmente, Among Us foi lançado em dispositivos iOS em 2018, mas só em 2020 é que ganhou a sua popularidade. E desde que surgiu, chegou também aos PCs, Nintendo Switch e Xbox Game Pass para PC.

Além das consolas PlayStation, as consolas Xbox também receberão Among Us em breve.

Castlevania prepara-se para a última temporada com um trailer explosivo

A série animada da Netflix promete acabar em grande.

A adaptação animada da popular série gótica da Konami, Castlevania, está prestes a terminar, pelo menos até que uma sequela espiritual apareça.

Com data marcada para dia 13 de maio, a Netflix revelou o primeiro trailer oficial para a quarta temporada de Castlevania, que não parece nada contida, com muita ação, animações incríveis e muitos monstros e demónios.

Castlevania estreou em 2017 e tornou-se rapidamente um sucesso entre os fãs e críticos, com destaque para a segunda temporada, que atingiu a rara pontuação de 100% no Rotten Tomatoes. A quarta e última temporada vem fechar a história de Trevor, Sypha e companhia, com 10 novos episódios.

Halo Infinite recebe novas imagens e detalhes da versão PC

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A nova atualização de desenvolvimento do jogo inclui novos detalhes.

halo infinite Imagens PC

Halo Infinite chega ao ecossistema Xbox no final deste ano e, pela primeira vez, terá um lançamento em simultâneo no PC via Windows Store, Steam e Xbox Game Pass.

Esta semana, a 343 Industries e a equipa da Xbox revelaram que, com esta oportunidade, Halo Infinite não será apenas uma conversão de um jogo de consola para PC, mas sim um título desenhado e otimizado para cada uma das plataformas e com a liberdade dos jogadores jogarem como e quando quiserem. Tudo graças a funções de cross-platform e cross-progression, que permitem continuar as aventuras entre dispositivos e até entrar em partidas online com jogadores de diferentes plataformas, entre PC e consolas.

Numa publicação de atualização de desenvolvimento do jogo, no portal oficial da saga, os produtores partilharam ainda imensas informações sobre a versão PC e até imagens do título em diferentes cenários, campos de visão e em formatos ultra-wide, disponíveis em exclusivo na versão de PC.

Entre os pontos de destaque da publicação temos o ajuste do campo de visão (no PC e consolas) até 120FPSs; modos competitivos limitados ao tipo de controlo (comandos ou teclado e rato); aplicação de sistemas anti-batota; suporte para ecrãs ultra-wide para alem dos 21:9 e 32:9; e, claro, a possibilidade de jogar entre plataformas.

Nas imagens partilhadas, podemos também espreitar novamente as melhorias visuais do jogo desde a sua apresentação original, com belos interiores reminescentes da trilogia original de Halo e exteriores de cortar a respiração.

Para conhecerem todos os detalhes em pormenor, podem ler os comentários dos produtores, aqui.

Nestlé quer todos os seus cafés provenientes de cultivo sustentável até 2025

Atualmente, a Nescafé e Nescafé Dolce Gusto asseguram 85% e 90%, respetivamente, de café proveniente de cultivo sustentável. As marcas Buondi, Sical, Tofa e Cafés Christina asseguram 89%.

cafés provenientes de cultivo sustentável

Se leram o que dissemos anteriormente, reparam que a Nestlé já garante mais de 85% da produção do café das suas marcas através de cultivo sustentável. Porém, a empresa quer ir mais além, e pretende agora, até 2025, alcançar uma produção com cultivo de café 100% proveniente de origens responsáveis.

As marcas de café da Nestlé têm vindo a desenvolver parcerias com diferentes associações com as quais definem e validam os critérios que asseguram a sua classificação enquanto café proveniente de cultivo sustentável.

Para obter esta classificação é necessário garantir condições que assentam em dimensões económicas, sociais e ambientais que protegem não só o planeta e o ambiente, mas também as comunidades de produtores de café. Isso inclui assegurar a rastreabilidade dos grãos de café até ao produtor, utilizar práticas de agricultura que protejam o solo e que utilizem recursos naturais de forma eficiente, não contribuindo para a desflorestação e fomentando a biodiversidade.

Para além disso, importa também garantir formação de qualidade aos agricultores e produtores – por forma a melhorar a produtividade e rentabilidade das plantações, e as suas condições de trabalho e de vida.

Todos estes critérios são reconhecidos por entidades externas e validados por organizações independentes, como a 4C Services e/ou a Rainforest Alliance, que trabalham em conjunto com auditores locais credenciados para avaliar as práticas de acordo com as normas estabelecidas.

Os critérios 4C – Associação do Código Comum para a Comunidade do Café – asseguram que o cultivo de café não contribui para a desflorestação e perda de biodiversidade; que são utilizadas boas práticas de agricultura e proteção do solo, água e ar durante a produção de café; que os direitos humanos e de trabalho são respeitados; e que os agricultores possuem formação adequada.

A Nescafé e Nescafé Dolce Gusto estabeleceram ainda um projeto global conjuntamente com a Rainforest Alliance, centrado no desenvolvimento de uma produção responsável do café e na melhoria dos meios de subsistência dos agricultores, apoiando-os na obtenção de maior produtividade e de melhor qualidade. Exemplo disso é o facto de que, desde 2010 e através do Nescafé Plan – o maior programa de sustentabilidade do café a nível mundial –, já foram formados mais de 900.000 cafeicultores em novas técnicas de produção que ajudam a proteger os recursos naturais.

Os Prémios Esports Portugal foram adiados para 2022

A pandemia da COVID-19 ainda não garante uma celebração em segurança.

A GOATPixel e a Braver Media, as entidades organizadoras dos Prémios Esports de Portugal, anunciaram hoje que a edição deste ano não irá concretizar-se, mas o evento promete regressar em força em 2022.

Em comunicado, a organização conta que a a difícil decisão, tal como tem acontecido com outros eventos culturais, desportivos e de entretenimento, deve-se ao atual desenvolvimento ainda incerto da pandemia da COVID-19 e aos limites impostos para a preparação confortável deste projeto.

Apesar do estado de desconfinamento, a organização passou os últimos meses em contacto com o seu público e colaboradores e entendeu que ainda não é possível a realização dos vários eventos associados, que incluem várias iniciativas presenciais que culminariam com a celebração e entrega de prémios.

Assim, os esforços e os recursos para a organização do evento serão focados para a edição de 2022, com maior conforto e segurança de todos os intervenientes.

Os Prémios Esports Portugal tiveram apenas uma edição até agora, a de 2020, que, apesar das limitações, culminou com uma celebração de sucesso no Cinema São Jorge, em Lisboa, que acabou por elevar o estatuto do projeto a um dos mais importantes da cena competitiva em Portugal.

A organização irá partilhar novidades sobre a edição de 2022, que espera que se torne na Gala dos Prémios Esports Portugal 2022, em breve.

Continente tem novas bolachas produzidas em Portugal e sem açúcares adicionados

Surgem em três sabores distintos.

bolachas Continente Equilíbrio

Andavam à procura de umas bolachas nutricionalmente equilibradas e sem quaisquer açúcares adicionados? Pois bem, o Continente tem a solução com as novas Bolachas 0% Açúcares Adicionados.

Sendo a grande novidades da gama Continente Equilíbiro, as novas bolachas oferecem uma combinação de três sabores – 5 Cereais e Framboesa, Chocolate e Cacau e Chai e Gengibre – e surgem em embalagens práticas, apresentando-se em doses individuais e bite size, ideais para lanches e snacks saudáveis do dia-a-dia.

Segundo Mayumi Thaís Delgado, nutricionista do Continente, “estas bolachas foram desenvolvidas para que o ingrediente presente em maior quantidade fosse uma farinha integral. Além disso, não têm adição de açúcar e têm um elevado teor de fibra, para que possam ser integradas numa alimentação equilibrada complementando os lanches e snacks intermédios. Para além destas premissas, não têm vermelhos no semáforo, gordura de palma e gorduras hidrogenadas, cumprindo assim os critérios rigorosos que assumimos para a marca Continente Equilíbrio”.

As bolachas encontram-se disponíveis em pacotes com quatro saquetas individuais em todas as lojas Continente e online, pelo PVP de 1,49€ (160g).

Espetáculos de John Cleese em Portugal passam para 2022

Esperemos que seja desta.

espetáculo extra

Como se previa, e uma vez que ainda não é possível reunir milhares de pessoas no mesmo espaço sem distanciamento físico, o que leva a que as digressões de artistas não sejam lucrativas, todos os grandes eventos têm sido adiados algures para 2022. Desta vez, são os espetáculos do mítico ator/escritor/produtor britânico John Cleese em Portugal que acabam de ser adiados.

5, 6, 7, 8 e 9 de junho são as novas datas. Os bilhetes adquiridos para maio de 2020 e junho de 2021 mantêm-se válidos, sem necessidade de troca:

  • Bilhetes de 3 de maio de 2020 e 18 de junho de 2021 são válidos para o dia 5 de junho de 2022;
  • Bilhetes de 4 de maio de 2020 e 19 de junho de 2021 são válidos para o dia 6 de junho de 2022;
  • Bilhetes de 5 de maio de 2020 e 20 de junho de 2021 são válidos para o dia 7 de junho de 2022;
  • Bilhetes de 6 de maio de 2020 e 21 de junho de 2021 são válidos para o dia 8 de junho de 2022;
  • Bilhetes de 7 de maio de 2020 e 22 de junho de 2021 são válidos para o dia 9 de junho de 2022.

O reembolso é também possível. Se o desejarem, podem solicitar o reembolso no ponto de venda onde adquiriram os vossos bilhetes no prazo de 14 dias úteis após a data do espetáculo de 2021. Não o fazendo, os bilhetes mantêm-se válidos para as novas datas, sem necessidade de troca.

Roastelier by Nescafé. Nova solução permite aos clientes torrar o seu café em lojas especializadas

O Roastelier foi desenvolvido com o intuito de levar a preparação de café em loja a outro nível.

Roastelier by Nescafé

Para já só está disponível em duas coffeeshops a nível nacional – uma em Faro, no Chelsea Coffee Brunch, e outra em Matosinhos, no Negra Café -, mas o objetivo é levar esta solução a outros estabelecimentos. Falamos do Roastelier by Nescafé, nova solução da Nestlé Profissional que vem elevar os padrões de consumo de café em Portugal.

Essencialmente, este é um sistema que permite ao cliente torrar o seu café de especialidade em loja. Com o Roastelier, os baristas têm a a oportunidade de proporcionar uma experiência completa em loja, que inclui a torrefação e a personalização do café no seu estabelecimento.

A solução Roastelier inclui uma gama de cafés 100% arábica de alta qualidade com três diferentes origens – Colômbia, Brasil e Etiópia. O café é avaliado de acordo com os mais elevados parâmetros de qualidade dentro das fábricas da Nestlé e posteriormente são submetidos a uma primeira torra – denominada de “Prime Roast” -, que garante preparação simplificação do processo em loja.

O sistema inclui ainda uma plataforma de serviços que fornece ferramentas e orientações aos baristas, para diferenciar e expandir as suas ofertas – permitindo, por exemplo, a venda do seu café personalizado para consumo em casa. Além disso, a marca providencia ainda formação aos baristas para que possam potenciar ainda mais as vantagens da parceria.

Kings of Convenience regressam a Portugal em 2022

Eirik Glambeck Boe e Erlend Oye estão de volta com novo álbum… e nova digressão.

Estiveram em Portugal pela última vez em 2012, na altura quando o NOS Primavera Sound ainda se chamava Optimus Primavera Sound, e nem sequer faziam parte do cartaz, uma vez que foram os substitutos escolhidos para a ausência de Björk. Por um lado, até podemos dizer ainda bem, uma vez que o concerto foi fabuloso. Falamos, claro, dos Kings of Convenience, que vão regressar finalmente a Portugal.

Os concertos estão marcados para 16 de maio de 2022 no Coliseu Porto Ageas e 18 de maio do mesmo ano no Coliseu de Lisboa. O mote para este regresso deve-se ao novo álbum Peace Or Love, com lançamento marcado para 18 de junho, e que explora os últimos anos de vivência conjunta dos amigos Eirik Glambeck Boe e Erlend Oye. Gravado ao longo de cinco anos e em cinco cidades diferentes, Peace Or Love conta com 11 temas que chegam frescos e com vibes de verão, sobre a vida e o amor, com a beleza, a pureza e a claridade emocional que já se esperam dos Kings of Convenience.

O primeiro single, denominado de “Rocky Trail”, já está no ar e vem confirmar que a banda não perdeu skills nem eloquência emocional. Uma simbiose perfeita entre melodias acústicas, violinos e as vozes únicas de Boe e Oye, que resultam num tema contemplativo que fala sobre perceção e arrependimento.

Voltando ao bilhetes, são postos à venda a 7 de maio. Ainda não conseguimos saber os bilhetes para o Porto, mas, para Lisboa, variam entre os 25€ e os 40€.

FIFA 21 chega ao Xbox Game Pass Ultimate a 6 de maio

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E ao EA Play, claro.

Os fãs de futebol virtual com subscrição no Xbox Game Pass Ultimate que não tenham tido ainda a oportunidade de colocar as mãos em FIFA 21 vão poder fazê-lo muito em breve.

A Xbox revelou que FIFA 21 vai chegar ao serviço no próximo dia 6 de maio.

Ainda sem certezas se incluirá a versão next-gen para os jogadores de Xbox Series X|S, FIFA 21 poderá ser jogado sem custos adicionais em qualquer consola Xbox One e Xbox Series X|S e nos PCs, pois esta oferta ficará disponível também para os subscritores do EA Play, que está incluído no Xbox Game Pass.

O EA Play, que já era parte integrante do Xbox Game Pass Ultimate há algum tempo nas consolas, chegou recentemente aos PCs, apresentando um catálogo mais extenso que inclui, além de séries desportivas, outros títulos de destaque da saga Star Wars, Need For Speed ou Battlefield.

O Xbox Game Pass Ultimate, além do acesso ao EA Play no PC e consola, inclui também todo o catálogo de ambas as plataformas e acesso ao serviço xCloud, de jogos através de streaming, por 12,99€ por mês, com o primeiro a custar apenas 1€.

Plano de desconfinamento avança, mas não para todos os concelhos

Há concelhos que recuam no desconfinamento e outros que se mantêm no atual, não avançando para a próxima fase.

Hoje, 29 de abril, o primeiro-ministro António Costa voltou a falar ao país para anunciar a nova fase do desconfinamento. E como o Governo define agora as regras de concelho para concelho, isso significa que as regras vão sendo diferentes para cada caso em específico.

A generalidade do país, à exceção de oito municípios – Odemira (freguesias de São Teotónio e Longueira/Almograve), Aljezur, Resende, Carregal do Sal, Portimão, Paredes, Miranda do Douro e Valongo – está em condições de avançar no desconfinamento. Assim, a partir do dia 1 de maio, além das medidas de 19 de abril, aplicam-se as seguintes regras:

  • Horários de funcionamento: Restaurantes e espetáculos até às 22h30; Comércio em geral: até às 21h00 nos dias de semana e até às 19h00 nos fins de semana e feriados;
  • Os restaurantes, cafés e pastelarias podem funcionar com a limitação condicionada a um máximo de seis pessoas por mesa no interior e dez pessoas por mesa nas esplanadas;
  • Os restaurantes, cafés e pastelarias podem funcionar sem limite de horários e com a limitação condicionada a um máximo de seis pessoas por mesa no interior e dez pessoas por mesa nas esplanadas;
  • A prática de todas as modalidades desportivas passa a estar permitida, bem como e para todas a atividade física ao ar livre;
  • Os ginásios podem funcionar com aulas de grupo, observando as regras de segurança e higiene;
  • A lotação para casamentos e batizados passa a estar limitada a 50% do espaço;
  • Haverá ainda uma avaliação semanal, para averiguar se os concelhos cuja situação epidemiológica melhore podem avançar no desconfinamento.

Já os concelhos de Paredes, Miranda do Douro e Valongo ficam na fase de 19 de abril. Nestes concelhos, a partir de 1 de maio, vão aplicar-se as medidas que estiveram em vigor de 19 a 30 de abril na generalidade do país:

  • Permite-se a abertura de: Todas as lojas e centros comerciais; Restaurantes, cafés e pastelarias (com o máximo 4 pessoas por mesa no interior ou 6 por mesa em esplanadas), até às 22h30 nos dias de semana ou 13h nos fins-de-semana e feriados; Cinemas, teatros, auditórios, salas de espetáculos; Lojas de cidadão com atendimento presencial por marcação;
  • Autoriza-se a prática de: Modalidades desportivas de médio risco; Atividade física ao ar livre até 6 pessoas; Realização de eventos exteriores com diminuição de lotação (5 pessoas por 100 m ²); Casamentos e batizados com 25% de lotação.

No que toca a Aljezur, Carregal do sal e Resende, estes concelhos ficam na fase de 5 de abril. Nestes territórios, a partir de dia 1 de maio, aplicam-se as medidas que vigoraram em todo o continente entre 5 e 18 de abril:

  • Permite-se apenas: Funcionamento de lojas até 200 m2 com porta para a rua; Feiras e mercados não alimentares (por decisão municipal) Funcionamento de esplanadas (com a limitação máxima de 4 pessoas por mesa) até às 22h30 nos dias de semana e até às 13h aos fins de semana; Prática de modalidades desportivas consideradas de baixo risco; Atividade física ao ar livre até 4 pessoas e ginásios sem aulas de grupo; Funcionamento de ginásios sem aulas de grupo; Funcionamento de equipamentos sociais na área da deficiência.

Finalmente no que toca aos concelhos de Odemira e Portimão, ficam na fase de desconfinamento de 15 de março. Assim, a partir de dia 1 de maio, nestes municípios aplicam-se as medidas da primeira etapa de desconfinamento, que se iniciou a 15 de março:

  • Cerca sanitária nas freguesias de São Teotónio e Longueira/Almograve, do concelho de Odemira;
  • Encerramento de: Esplanadas; Lojas até 200 m2 com porta para a rua; Ginásios; Museus, monumentos, palácios, galerias de arte e similares;
  • Proibição de: Feiras e mercados não alimentares; Modalidades desportivas de baixo risco;
  • Permite-se o funcionamento de: Comércio ao postigo; Comércio automóvel e mediação imobiliário; Salões de cabeleireiros, manicures e similares, após marcação prévia; Estabelecimentos de comércio de livros e suportes musicais; Parques, jardins, espaços verdes e espaços de lazer; Bibliotecas e arquivos;

De resto, teremos de aguentar a utilização de máscaras até à imunidade do grupo, que está previsto acontecer durante o mês de setembro.

Amazon renova Invincible para mais duas temporadas

O que significa que, para já, a série terá três temporadas no serviço de streaming Amazon Prime Video.

Invincible

Estreou no passado dia 26 de março e, desde então, tem-se revelado um sucesso de audiências, não só pela brutalidade gráfica, mas pela honestidade com que “transforma” heróis em pessoas comuns. Falamos, claro, da série Invincible, o mais recente hit da Amazon que acaba de ganhar mais duas temporadas.

Quer isto dizer que, até ver, a série terá, pelo menos, um total de três temporadas. Contudo, se a série continuar a revelar-se um sucesso, muito provavelmente terá ainda mais leques de episódios.

Invincible leva-nos a acompanhar Mark Grayson, um jovem de 17 anos cujo pai, Omni-man, é o super-herói mais famoso/poderoso do mundo. Sendo um adolescente, vamos poder acompanhar as mudanças tão características da idade que vão acontecer na vida de Mark, neste caso com o jovem a ter de aprender a controlar os seus poderes. É aí que irá criar o seu próprio alter-ego e aventurar-se num mundo cheio de desafios.

No elenco, de luxo, há nomes como Steven Yeun, J.K Simmons, Sandra Oh, Seth Rogen, Gillian Jacobs, Andrew Rannells, Zazie Beetz, Mark Hamill, Walton Goggins, Jason Mantzoukas, Mae Whitman, Chris Diamantopoulos, Melise, Kevin Michael Richardson, Grey Griffin e Max Burkholder.

Invincible, que chegou ao fim em fevereiro de 2018, é o quarto projeto de Robert Kirkman a saltar das comics para o pequeno ecrã, depois de The Walking Dead, Fear the Walking Dead e Outcast.

A série pode ser vista no serviço de streaming Amazon Prime Video, com o último episódio da primeira temporada a ficar disponível esta sexta-feira, dia 30 de abril.

Lisbon Film Orchestra aposta em trilogia de concertos online com cenários virtuais em 3D

A Lisbon Film Orchestra “transforma-se” em Lisbon Film Band.

Lisbon Film Orchestra trilogia West End Musicals

Com saudades dos concertos da Lisbon Film Orchestra, a primeira e única orquestra portuguesa que se dedica em exclusivo a tocar as melhores bandas sonoras de grandes séries e filmes? Pois bem, temos uma boa novidade para partilhar.

A orquestra vai agora apostar numa trilogia de concertos online, adotando, também, um novo formato graças a três atores/cantores convidados. Cada espetáculo da trilogia West End Musicals será diferente do anterior e serão realizados no estúdio Chroma Key, que promete cenários virtuais em 3D para quem estiver a assistir a partir de casa.

Com direção musical do maestro Nuno de Sá, os concertos irão realizar-se a 22 de maio (parte 1), 29 de maio (parte 2) e 5 de junho (parte 3), sempre a partir das 21h30, e terão as participações de Joana Brito Silva, Manuel Moreira e Raquel Tillo Clayton. Convém dizer, no entanto, que a parte 3 é um concerto extra, sendo assegurado pelos alunos da Academia da Lisbon Film Orchestra.

Nestes concertos, não faltarão temas de grandes clássicos como Mamma Mia, Os Miseráveis, Fantasma da Ópera, Aladdino, Shrek ou Moulin Rouge, mas onde também figurarão os musicais do momento, como Hamilton (Disney+), Dear Evan Hansen ou Waitress, todos eles para ver no conforto de casa e em qualquer parte do mundo.

Quanto aos bilhetes, tanto podem comprar em separado (8€), como o pack compleo que dá acesso a todos os espetáculos (19€).

NOS disponibiliza Wi-Fi Calling em Portugal que permite efetuar chamadas via Wi-Fi

É, para já, a única operadora a disponibilizar esta tecnologia em Portugal.

Wi-Fi Calling

Foi em dezembro do ano passado, através do fórum NOS, que ficámos a saber que a operadora tinha lançado no mercado a tecnologia Wi-Fi Calling, que oferece a possibilidade de, através de um número NOS, fazer e receber chamadas através de qualquer rede WiFi. Mas parece que só agora a tecnologia está a ser amplamente utilizada.

No entanto, esta tecnologia começou a ser implementada em março do ano passado, quando surgiu, nos iPhones, uma atualização de rede da NOS e foi disponibilizado um menu “Chamadas por Wi-Fi” em Rede Móvel. Na altura, poucos conseguiam utilizar, com essa ativação a ter chegado primeiro a alguns clientes corporate e, só depois, a ser expandida para particulares.

No fundo, esta é uma tecnologia que serve para efetuar ou receber chamadas numa área com pouca ou nenhuma cobertura de rede móvel. É útil, por exemplo, quando estamos em divisões cuja cobertura de rede é pouca ou nula, ou naqueles locais mais recônditos do país.

Apesar de ser uma novidade no território nacional, o Wi-Fi Calling não é uma novidade na Europa, uma vez que essa tecnologia já existe há alguns anos. Aliás, chega a remeter-nos para o serviço VoiP, que muitos chegaram a utilizar no passado com o Skype, que permitia falar com amigos ou familiares através da rede Wi-Fi.

O único senão é que, para já, a NOS é a única operadora a disponibilizar esta tecnologia em Portugal, pelo que resta aguardar para que MEO, Vodafone e NOWO façam o mesmo. Porém, quando isso acontecer, é preciso ter noção de que nem todos os smartphones, especialmente os mais antigos, estarão preparados para trabalhar com esta tecnologia.

O modo “Shuffle” chegou à Netflix para escolher por nós o que ver a seguir

“Títulos Aleatórios” é a muito esperada funcionalidade da Netflix.

Desde que a Netflix entrou nas nossas vidas e mudou a forma como assistimos a filmes e séries, com maratonas e zappings infinitos para encontrarmos o que ver a seguir, que um modo shuffle, ou aleatório, era esperado há muito tempo. Agora, a plataforma de streaming revela finalmente essa função, chamada Títulos Aleatórios.

A funcionalidade já está disponível e tem como função escolher o conteúdo por nós. Através da análise do nosso histórico e preferências, ao clicarmos no novo botão para Títulos Aleatórios, a Netflix começa logo a mostrar propostas, mas que podemos saltar, se assim preferirmos.

Algumas das propostas são:

  • Uma série ou um filme que ainda não tenha visto
  • Uma série ou um filme que já esteja a ver
  • Uma série ou um filme da sua lista, ou
  • Uma série ou um filme que não tenha acabado de ver e que queira retomar

Na teórica, a função promete terminar com os zappings aborrecidos em que olhamos para uma lista infindável de conteúdos. Já na prática, acaba por ser uma forma mais interativa e convidativa de ver coisas novas.

Já experimentaram? Acham útil? Vem a tempo ou tarde demais? Que outras funções gostavam de ver na Netflix?

Sabiam que a Telepizza também tem pizzas com massa integral?

Uma forma mais saudável de devorar fatias.

massa integral Telepizza

Quando vamos a uma pizzaria, neste caso da Telepizza, ou pedimos para delivery, é raro definirmos se queremos massa normal ou integral, até porque, por norma, os clientes tendem a focar-se mais nos ingredientes do que propriamente no tipo de massa.

Porém, e além da massa clássica e da mais recente QuadRoller, cujo rebordo vem recheado, já tinham reparado que a marca também tem massa integral?

Feitas com farinha de trigo integral, as pizzas de massa integral, para além de “leves”, também são ricas em nutrientes essenciais para o bom funcionamento do nosso metabolismo.

Além disso, acabam por ser uma fonte de fibra, contribuindo para um aparelho digestivo saudável, e permitem que os níveis de açúcar no sangue se mantenham estáveis. Adicionalmente, a ingestão deste tipo de massa implica uma sensação de fome menos frequente. Por outras palavras, ficamos maios saciados.

Qualquer pizza da Telepizza pode ser pedida com massa integral, em tamanho individual ou médio, excetuando algumas especialidades, que pelas suas características únicas são confecionadas com tipos de massa específicos, como são os casos da QuadRoller, da Vulcano ou das variedades sem glúten.

Para os mais criativos, a massa integral está também disponível nas opções Pizza a Gosto e Pizza a Gosto Vegan, em que cada cliente pode personalizar a sua pizza com a combinação de ingredientes preferida.

Chegou o teaser trailer da série brasileira Dom, da Amazon

A nova produção estreia a 4 de junho na Amazon Prime Video.

Já aqui tínhamos dado destaque a Dom, nova série da Amazon Prime Video inspirada na história real de Vitor, um polícia que dedicou a sua vida à guerra às drogas e o seu filho Pedro, um viciado em drogas que se tornou num dos criminosos mais procurados do Rio de Janeiro. Porém, faltava-nos um vídeo para nos deixar ansiosos.

Pois bem, o primeiro teaser trailer chegou hoje, e este drama policial baseado em factos reais tem tudo para ser apaixonante.

Dom conta a história de Pedro, um belo rapaz de classe média carioca que foi apresentado à cocaína na sua adolescência, eventualmente tornando-se num viciado, que o coloca no caminho de se tornar o líder de um gangue criminoso que dominava os tablóides no Rio de Janeiro no início dos anos 2000.

Alternando entre ação, aventura e drama, Dom também conta a história do pai de Pedro Dom, Vitor Dantas, que em criança faz uma descoberta no fundo do mar, denuncia às autoridades e acaba por se juntar ao serviço de inteligência policial. A série mostra a jornada de pai e filho enquanto vivem vidas opostas, muitas vezes espelhando-se e complementando-se, enquanto ambos enfrentam situações que confundem os limites entre o certo e o errado.

A série é protagonizada por Flávio Tolezani e Gabriel Leone, que partilham o ecrã com Filipe Bragança, Raquel Villar, Isabella Santoni, Ramon Francisco, Digão Ribeiro, Fabio Lago, Julia Konrad e André Mattos, entre outros.

Com oito episódios de uma hora, Dom chega a 4 de junho à Amazon Prime Video e é realizada por Vicente Kubrusly e Breno Silveira, que é também o showrunner, e é produzida por Renata Brandão e Ramona Bakker da Conspiração Filmes.

NOS Alive prestes a ser adiado para 2022

Uma conclusão a que chegamos após um post que os Two Door Cinema Club colocaram nas redes sociais.

Enquanto vários festivais já se pronunciaram, tendo todos eles optado por adiar as respetivas edições deste ano para 2021 – ao contrário do North Music Festival, que crê conseguir realizar o festival sem restrições entre setembro e outubro -, festivais que se realizam em entre julho/agosto, as promotoras do NOS Alive, Super Bock Super Rock, MEO Sudoeste, Vodafone Paredes de Coura, esticam a corda ao máximo para tentar perceber se conseguem efetivamente avançar com as datas previstas para 2021.

Pois bem, é altamente provável que o anúncio do adiamento do NOS Alive esteja por dias. Chegamos a esta conclusão graças a uma partilha que os Two Door Cinema Club fizeram nas redes sociais.

Neste momento, se visitarem o site do NOS Alive, reparam que a banda irlandesa ainda surge como confirmada no festival, com concerto programado para o dia 10 de julho. Porém, o grupo acaba de anunciar um concerto para o mesmo dia, mas neste caso no WiZink Center… em Madrid. Dois dias antes, os Two Door Cinema Club darão outro concerto em Espanha.

Quando em digressão, as bandas percorrem vários países em questão de dias, e seria perfeitamente possível, por exemplo, os Two Door Cinema Club atuarem em Portugal no dia 8 de julho e, dois dias depois, estarem já em Espanha. Porém, essa hipótese cai aqui por terra, devido aos dois espetáculos programados para o nosso país vizinho.

Além disso, quando uma banda tem contrato assinado com um festival para atuar em determinado dia, esse contrato somente é “quebrado” quando o evento em si não se vai realizar. Foi, muito provavelmente, o que aconteceu aqui.

Dito isto, contem com um anúncio do adiamento do festival NOS Alive muito em breve. Existe sempre a possibilidade de adiar o evento algures para este ano, mas não só não é completamente seguro, como um festival deste gabarito está sempre dependente da disponibilidade dos artistas/bandas.

Festival Bons Sons adiado para 2022

A decisão mais sensata.

Bons Sons 2022

À semelhança de outros festivais, como o NOS Primavera Sound, Rock in Rio Lisboa, EDP Cool Jazz, ID No Limits e VOA – Heavy Rock Festival, eis que a organização do festival Bons Sons anuncia o adiamento da edição de 2021. Ou seja, viver a aldeia, sim, mas só no próximo ano.

Assim, o evento foi adiado para 2022, devendo realizar-se de 12 a 15 de agosto. É um adiamento que acontece por diversas razões, mas nem todas são más.

Por um lado, há a consciência de que não estão reunidas as condições para a realização do Bons Sons da forma como o conhecemos. Por outro lado, há razões bem mais positivas, a longo prazo, que justificam também este adiamento.

Finalmente, após tantos anos, serão realizadas, em 2021, as tão ansiadas obras de requalificação do largo (Largo do Rossio) e do centro de Cem Soldos – área ocupada pela quase totalidade do recinto do Bons Sons. Esta requalificação significa o aumento da qualidade de vida das pessoas que habitam e que visitam a aldeia, melhorias nas infraestruturas, no saneamento básico e drenagem de águas, na pavimentação de vias e áreas de lazer, na iluminação/eletricidade, no mobiliário urbano, na circulação das pessoas e dos automóveis e na organização do estacionamento.

O Projeto de Requalificação do Largo do Rossio e das áreas adjacentes, a cargo da Câmara Municipal de Tomar, é uma aposta na cultura, no interior do país, na música portuguesa, no voluntariado, nas aldeias, nos projetos sustentáveis e nas comunidades ativas como é o caso de Cem Soldos, que cria um festival com 80% de receitas próprias e que permite um significativo impacto sócio-económico e mediático na aldeia, na cidade e na região.

Os bilhetes já adquiridos são válidos para 2022. No entanto, se por algum motivo alguém não puder estar presente, devem contactar o festival através de e-mail entre 16 de agosto e 2 de setembro de 2021, de acordo com a legislação. Outras dúvidas e questões sobre este assunto podem ser enviadas para o mesmo e-mail.

Análise – Returnal (PlayStation 5)

“Vive, morre, repete” neste jogo de ação frenético da nova geração.

Returnal PlayStation 5

As primeiras impressões, por vezes, enganam. Umas vezes pela negativa, já outras, como no caso de Returnal, muito pela positiva, o que é um feito por si só, já que essas primeiras impressões deste novo exclusivo para a PlayStation 5 foram ótimas. Mas o que quero dizer é que Returnal é uma experiência muito diferente se passarem apenas umas horas no seu mundo gerado aleatoriamente ou se decidirem ir a fundo nas suas mecânicas e opções de combate. Parecem ser dois jogos diferentes.

Entrei em Returnal de pés frios, não sendo particularmente fã do género em que se insere, nem conhecendo muito bem o trabalho da finlandesa Housemarque, mas o exclusivo PS5 parecia-me tão estranho como o mundo que nos apresenta. Felizmente, revelou-se uma ótima oportunidade para dar a volta a isso.

É fácil começar a descrever Returnal com comparações baratas a uma longa lista de jogos de ação que se tornaram tão prevalentes na indústria – e que marcaram cada um dos seus géneros –, mas seria desonesto. É um jogo que apresenta os ingredientes certos para se tornar num marco, numa referência e inspiração para futuros jogos, sem necessitar de se empoleirar nos outros de outros projetos mais populares.

Mas não quer dizer que tudo seja único. Não é. Como indiquei na minha antevisão, Returnal é uma mistura, um remix de ideias e conceitos, aqui aplicados de forma muito precisa e ponderada, como se de uma alquimia se tratasse, onde um novo elemento nasce. Simplificando o que Returnal realmente é: é um rogue-like onde cada vez que entramos em jogo temos, literalmente, uma experiência diferente, mas igualmente desafiante, aliciante e intimidante. 

Digam “Olá” a Selene, uma astronauta que se vê em apuros no planeta de Atropos, onde a sua nave se despenha. Enquanto jogadores, começamos às escuras e muito mais confusos do que Selene, que esconde um passado que só ela conhece e outro que a vamos ajudar a desbloquear, ciclo atrás de ciclo.

Returnal PlayStation 5

Com a perspetiva na terceira pessoa, temos um jogo de ação, fluido e frenético graças às simples habilidades de Selene – correr, saltar e desviar -, que são amplificadas por um leque de armas de diferentes tipos de disparo e outras habilidades que desbloqueamos de forma permanente ao longo das nossas sessões de jogo. Se começamos com poucas opções e variedade de habilidades, rapidamente temos acesso ao sabre e ao gancho de Selena, que podem ser usados durante o combate, tanto na ofensiva como na defensiva. São pequenas adições que mudam especialmente o ritmo das primeiras zonas da campanha.

Logo a partir dos primeiros momentos percebemos que estamos perante um jogo perigosamente viciante, graças à sua jogabilidade frenética e fluida e aos momentos caóticos causados pelas hordas de inimigos que preenchem o ecrã de projéteis, lasers e explosões. É preciso dar aso tanto aos reflexos como, por vezes, à calma, que são elementos chave para o sucesso de qualquer combate, desde o mais casual, pequeno e claustrofóbico, aos mais épicos em ambientes complexos e de escalas fantásticas.

Returnal faz um excelente trabalho em fazer-nos sentir completamente no controlo e confortáveis desde o primeiro momento, algo que se torna ainda melhor pelos elementos extrassensoriais e quase inconscientes proporcionados pelo DualSense, onde recebe aqui mais uma excelente demonstração tecnológica das suas capacidades. Os sensores hápticos ajudam a sentir todas as nuances da ação e do ambiente, como a chuva, movimento da vegetação, o vento e, claro, os impactos dos projéteis inimigos e dos nossos disparos; os gatilhos adaptativos são aplicados às armas e a outras pequenas ações; e temos ainda o áudio do comando que expande as experiências com efeitos sonoros, especialmente se jogarmos com o som de umas colunas ou da TV.

Por falar em som, esta é também um dos grandes destaques de Returnal, que tira partido de som produzido através do ray-tracing (com a simulação de acústica das áreas de combate e exploração onde o som ganha nuances extremamente realistas), que é extremamente bem explorado com as capacidades de áudio 3D da PlayStation 5 e do DualSense. Não há dúvidas nenhumas de que a utilização de um par de auscultadores é a melhor forma de jogar Returnal. A imersão é imensa e a distribuição espacial é tão boa que é de arrepiar a espinha. Em momentos mais calmos, Returnal aproxima-se bastante de uma experiência ASMR, e em combate torna-se intenso quando ouvimos um inimigo ou um projétil atrás de nós – uma salvação para os mais distraídos.

Visualmente, Returnal é incrível. As cinemáticas apresentam uma qualidade fílmica quase CGI e, durante o jogo, são raros os momentos em que nos apercebemos de pequenos defeitos, como por exemplo ao aproximarmos a câmara da cara de Selene em raras instâncias. Fora isso, é extremamente impecável e impressiona, considerando que o jogo corre a uns fluidos 60FPS sem quedas aparentes.

Returnal PlayStation 5

Porém, no departamento visual não são tanto os gráficos e o nível de detalhe que saltam à vista, mas, sim, a direção artística do jogo, inspirada em clássicos de horror sci-fi da literatura e do cinema, que ganham aqui uma nova dimensão. Entre florestas, ruínas, desertos e cidades abandonadas, cada região, ou bioma, apresenta uma atmosfera única e despoleta sentimentos também únicos no jogador, devido à variação de escala e às possibilidades de exploração ou combate. Navegar entre estas zonas é um autêntico deleito e um assalto aos nossos sentidos e, ciclo após ciclo, vamos poder conhecer novas variantes e zonas secretas, se assim o entendermos.

A jogabilidade e progressão do jogo andam de mãos dadas. Returnal não é um jogo difícil, é até bastante simples de agarrar e jogar, mas a forma como o exploramos e experimentamos as suas camadas pode alterar o nível de desafio das nossas sessões de jogo. Em cada ciclo confrontamo-nos com uma escolha pessoal que revela a natureza de risco-recompensa do jogo. Queremos abrir caminho até ao próximo ponto de interesse fugindo a tudo e todos, mas correndo o risco de não estarmos bem preparados para a próxima grande batalha (com bosses por exemplo), ou queremos explorar todos os cantos à casa possíveis, colocando em risco o nosso progresso e a possibilidade de termos que começar de novo?

Returnal requer uma grande vontade e disponibilidade mental por parte do jogador e isto acontece também a uma escala mais pequena, de momento para momento, com, por exemplo, os Parasitas: itens que vão surgindo que nos dão uma vantagem e uma desvantagem (e que podem ser acumulados). Podemos aceder a mais dano de arma, mas perder vida cada vez que apanhamos um novo item; ou com itens infetados, onde há uma grande possibilidade de recebermos uma malfunction, como perder uma porção de vida.

Estes pequenos momentos de ponderação, aliados à natureza transformativa dos biomas, ciclo após ciclo, colocam-nos sempre perante uma nova experiência de jogo, que é bem recompensada com o desbloqueio de novas porções narrativas, raras atualizações permanentes, descoberta de áreas secretas e outros pequenos momentos que mudam por completo a perspetiva que temos do jogo.

Apesar de adorar com todas as minhas forças a ideia de Returnal e a experiência que me tem proporcionado, há algo que me deixa profundamente de pé atrás e que me faz parar de jogar mais vezes do que propriamente querer voltar a um novo ciclo: tem a ver com o progresso.

Returnal PlayStation 5

A natureza aleatória de Returnal não transforma por completo todos os cenários que encontramos. Contamos com longas secções repetidas mais vezes que o normal, apesar de pequenas trocas de “dungeons” aqui e ali, com a grande exceção para o primeiro bioma, onde praticamente todas as zonas mudam. Isto faz com que, ao longo de Returnal, os objetivos principais se mantenham relativamente à mesma “distância” (salvo por certos atalhos como corredores e portais que abrem as portas para biomas mais à frente) e os confrontos com a meia dúzia de bosses principais do jogo se tornem extremamente dolorosos, especialmente quando investimos mais tempo na exploração e acumulação de pontos/itens/habilidades.

A estrutura de Returnal é interessante e bem aplicada, mas extremamente imperdoável. Ao longo dos ciclos, temos raros momentos onde podemos “guardar” o jogo, com recurso ao ether, um item de consumo que vamos ter que acumular. Contudo, esses momentos são raros, esporádicos e depende bastante do bioma onde estamos, ou do momento narrativo do jogo, fazendo com que a falha em Returnal, após um ciclo mais longo e satisfatório, doa muito mais. Além disso, Returnal faz reset aos ciclos sempre que desligamos a consola ou saímos do jogo, com a única exceção no uso do Rest Mode da consola. O facto de Returnal funcionar assim afeta bastante a vontade de pegar no comando em pequenas doses. O progresso feito naquela pausa de 10-15 minutos desaparece e, se começamos a jogar e por alguma razão temos que parar ou um amigo nos convida para outro jogo online, também perdemos o progresso.

Mas mais grave é a possibilidade de um corte de corrente ou um crash no jogo, como me aconteceu duas vezes após sequências narrativas que me obrigaram a sair e a voltar a entrar no jogo, perdendo progresso e contexto da cena em particular que nunca mais voltei a experienciar.

Mas estas são pequenas exceções e nitpicks pessoais, naquele que é um jogo extremamente sólido, divertido e com uma escala e ambição verdadeiramente inesperada, colocando confortavelmente no patamar dos melhores jogos da PlayStation.

Radical, divertido e explosivo, Returnal é um frenesim cheio de ação satisfatória e mais uma demonstração das capacidades técnicas da PlayStation 5. Não é tão difícil como aparenta em vídeos ou por experiência nos primeiros momentos do jogo, mas vai certamente colocar à prova a nossa paciência, pelas vezes que recomeçamos e pelo contexto em que acontecem. Se procuram ação non-stop, um jogo para render horas e horas ou algo para jogar com amigos à vez para ver quem chega mais longe, Returnal é a aposta certa.

Nota: Muito Bom

Disponível para: PlayStation 5
Jogado na PlayStation 5
Cópia para análise cedida pela PlayStation Portugal.