Duas refeições grátis por mês até ao final do ano.
Não é qualquer pessoa/marca/agência que consegue chegar à marca dos 10 mil seguidores no Instagram, que permite utilizar a funcionalidade swipe up para remeter para uma ligação externa. A Subway chegou alcançou recentemente esse número, pelo que está de parabéns. Contudo, quem sai a ganhar são os seguidores da marca.
No novo passatempo, 10 pessoas vão poder ter subs grátis até final do ano (são duas refeições por mês, durante seis meses). A mecânica é simples. Devem seguir o perfil da marca naquela rede social, bem como mencionar dois amigos nos comentários, referindo ainda qual é a vossa sub favorita e porquê. Para aumentarem as possibilidades de ganhar, podem ainda partilhar o post nas stories.
O passatempo está a decorrer até esta quinta-feira, 13 de maio, sendo que os vencedores serão anunciados no dia seguinte. Se forem um dos felizardos, terão acesso a um voucher intransmissível, válido todo o território nacional durante o restante ano de 2021, para um restaurante Subway à vossa escolha. É válido para um menu à escolha, que poderá ser constituído por uma sub de 15cm, salada ou wrap.
Em março passado, numa entrevista ao The Hollywood Reporter, a showrunner e argumentista Krista Vernoff confessava que não sabia o que iria acontecer depois do final da 17ª temporada de Anatomia de Grey, tendo duas possibilidades em aberto: ou um final em definitivo ou a construção de algo que iria permitir um pouco de suspense e uma abertura para a próxima temporada. Ou seja, o fim podia mesmo chegar em 2021.
Mas não, Anatomia de Grey ainda não vai chegar ao fim. Sabemos disto porque o canal norte-americano ABC acaba de renovar a série para mais uma temporada, neste caso a 18ª. E não é a única boa notícia: Ellen Pompeo, Chandra Wilson e James Pickens Jr., os únicos atores que permanecem no elenco desde a estreia da série, em 2005, também irão regressar para o novo leque de episódios do drama médico.
De resto, isto é tudo o que sabemos por agora. Em breve, o canal ABC deverá anunciar a data de estreia da nova temporada. Em Portugal, Anatomia de Grey pode ser desfrutada no Disney+, ainda que a mais recente temporada, a 17ª, não esteja disponível no serviço.
O lançamento aconteceu no passado sábado, assinalando o Dia Nacional da Segurança Social.
Ainda não foram ao site da Segurança Social? Então preparem-se para uma nova apresentação. É que o portal foi renovado a nível de aspeto visual.
Lançado no passado sábado, de modo a assinalar o Dia Nacional da Segurança Social, o novo Portal tem uma organização mais simples e user friendly, adaptada ao tempo que vivemos, e carateriza-se pela facilidade de acesso e simplicidade, passando a disponibilizar conteúdos numa abordagem centrada no utilizador.
Este é um Portal totalmente responsivo, adaptado aos dispositivos móveis, e cumpre todas as normas ao nível da acessibilidade, para garantir o acesso e a inclusão de todos os cidadãos. Por outro lado, com o lançamento do novo Portal procedeu-se ainda a um reforço ao nível da segurança.
Também a partir de hoje passa a ser possível proceder ao agendamento, através do serviço SIGA, de atendimento através de videoconferência, o que até aqui apenas estava disponível após contacto junto da Linha da Segurança Social (300 502 502).
É também lançada uma nova plataforma de divulgação de estatísticas, que apresenta informação de forma interativa através de Business Intelligence. A informação passa a estar disponível através de quadros e permite um conhecimento e leitura mais simples dos principais indicadores do sistema da Segurança Social, como prestações sociais.
Esta nova plataforma, que concretiza a medida Simplex Stat Segurança Social, passa ainda a disponibilizar informação sobre remunerações e contribuições declaradas de trabalhadores dependentes e independentes, continuando a ser possível a análise de dados através da descarga dos ficheiros respetivos. Foram introduzidas algumas alterações metodológicas.
E sabemos que podemos encontrar estas novas sobremesas na Auchan.
De tempos a tempos, aquelas marcas que muitos de nós adoram, como a Oreo e Milka, entre outras, lá vão fazendo chegar ao mercado novidades um pouco mais fora da caixa. Desta vez, novamente graças à página Creme de Avelãs (se ainda não seguem, devem mesmo fazê-lo), reparámos na existência de novos snacks de sobremesa Oreo e Milka.
Essencialmente, tratam-se de barrinhas refrigeradas, ou seja, barrinhas de gelado. No caso da Milka, temos barras de biscoito de cacau de duas camadas, ricamente recheadas com um creme de leite e coberto com chocolate de leite. Em relação à novidade da Oreo, trata-se de barras de biscoito de cacau, ricamente recheadas com natas (40,8%), revestidas com composto de cacau e decoradas com biscoito com sabor de cacau.
Sabemos que podem encontrar estas novas sobremesas na Auchan, cujo PVP de cada embalagem de quatro unidades é de 2,49€.
Uma IPA – India Pale Ale… que se bebe como uma Lager.
Chegou a altura em que podemos sair mais livremente de casa e começar a fazer pequenas sessões de relaxamento com os nossos amigos ao final do dia. Para aproveitar estes dias, que vão sendo cada vez mais quentes, é quase obrigatório ter uma bebida a condizer. E foi a pensar numa solução que servisse não só para o dia, mas também para a noite, que surgiu a nova cerveja da Lagunitas.
Trata-se da Lagunitas Session IPA, uma cerveja que se bebe como uma Lager, contando com aromas tropicais que lembram maracujá e citrinos. É também refrescante e deixa um final seco na boca.
A Lagunitas Session IPA dá resposta àqueles grandes apreciadores de lúpulo, mas com um corpo leve e apenas 4.0% de teor de álcool. No fundo, trata-se de uma opção mais ligeira para quando queremos aproveitar o prazer de uma IPA algures durante o dia, mas sem que percamos o foco.
Realiza-se este sábado, dia 15 de maio, sendo que os participantes apenas sabem o local onde tudo vai acontecer nas 72 horas antes.
A ideia inicial foi de Fábio Abreu, especialista em experiências culturais. Desafiou Nuno Nobre, consultor gastronómico, para se juntar ao projeto. Juntos, criaram o ABC – Amar, Beber e Comer, cujo mote é simples: desafiar chefs habituados a trabalhar com sousvides e abatedores de temperatura a preparar uma refeição 100% portuguesa num simples fogão de campanha ou numa panela de ferro. Lume e pouco mais.
Quem será o chef? Onde irá cozinhar? Será comida de tacho? Ou um menu de degustação? Haverá música? São tudo questões ainda por esclarecer, mas, para este primeiro momento do projeto Amar, Beber e Comer, o objetivo é dar a conhecer a gastronomia da Madeira. E é por isso mesmo que se realiza naquela ilha.
Esta experiência acontece este sábado, dia 15 de maio, às 14h, algures em São Vicente. Os participantes somente saberão o local onde tudo vai acontecer nas 72 horas antes. A partir daí, é ir acompanhando as redes sociais do projeto para ter acesso a pistas sobre o menu.
E claro, boa comida que se preze tem de se fazer acompanhar por bons vinhos. Sabemos que a João Portugal Ramos, entre outros produtores, está confirmada. No que toca às reservas, são necessariamente limitadas, pelo que, quem quiser participar, pode ligar para o 961304196 ou enviar um email.
Depois desta primeira experiência na Madeira, as próximas iniciativas ABC estão pensadas e podem ser tão distintas como almoços de tacho ou vínicos (ou ambos) em quintas e spots lendários, no palco emblemático de espaços culturais, no mar e no prado ou à descoberta da cozinha de memória no crepitar suave da lenha que estala no braseiro.
Um concerto onde não faltou o tema que a banda vai levar ao Festival Eurovisão.
Texto de: Joana Silva; Fotos de: Joana César
Foi ao som de “Blood Diamond” que, no passado sábado, dia 8 de maio, os The Black Mamba, banda que ganhou o Festival da Canção, se apresentaram ao público, naquele que seria o seu último concerto antes da sua ida para Roterdão, onde irá representar o nosso país na Eurovisão.
Eram muitas as cadeiras sem dono, mas quando se apagaram as luzes ouviram-se palmas como se a sala estivesse cheia. “Está toda a gente aí, Rock In Rio?”, gritou Tatanka em jeito de cumprimento, após a primeira música. Os temas da Eurovisão e da Covid-19 não ficaram de fora, mas iam sendo adiadas “para mais logo”.
O ambiente era animado e intimista e não eram as cadeiras que impediam o público de dançar. “I Want My Money Back” e “Rock Me Baby” fizeram o público vibrar, mas quando se ouviram os primeiros acordes de “It Ain’t You” soou um grande “Ohhh!” uníssono da plateia, seguido de um silêncio atento àquilo que o vocalista cantava.
“Stronger”, “Believe” e “Still I Am Alive” fizeram também parte da setlist do concerto, mas foi com surpresa que surgiu uma música que não estava planeada. Foi quando Pedro Tatanka perguntou as horas e disse “não quero que ninguém vá pedir o seu dinheiro de volta” que sugeriu cantar uma música que há muito não era tocada entre os amigos e colegas de banda. “A única que sabemos, e mais ou menos, é a música do Festival, o resto estamos a rezar para que chegue ao fim”, confessou o vocalista entre risos. E assim surgiu “Wonder Why”, música interpretada em conjunto com a cantora Aurea. Foram minutos com telemóveis e isqueiros no ar e uma plateia a cantar em conjunto com Tatanka.
O concerto terminou com a já tão conhecida “Love is on My Side”, música que a banda irá cantar na Eurovisão. O grupo promete fazer o melhor para representar o nosso país.
Foi uma hora e meia intensa, intimista, de muita cantoria e dança. Tatanka terminou agradecendo: “Obrigada por terem vindo hoje. A cultura é segura”.
12 Minutes é o novo jogo para PC e Xbox que está a dar que falar, não só por estar a ser desenvolvido por um português, Luís António, que já trabalhou na Rockstar, na Ubisoft e no aclamado puzzler de Jonathan Blow, The Witness, mas também pelo forte elenco e conceito misterioso.
Ainda com o lançamento em modo “brevemente”, 12 Minutes recebeu um novo vídeo de desenvolvimento (via IGN) narrado por Luís António, onde podemos conhecer mais sobre este jogo indie, como funciona e podemos ainda ouvir do elenco composto por Daisy Ridley, Willem Dafoe e James McAvoy.
Ao longo dos 12 minutos, temos acesso a dois “loops” temporais que nos ajudam a perceber as ramificações e a escala de um jogo aparentemente passado dentro de um apartamento. Com uma estrutura narrativa que se abre de forma livre, o jogador decide o que acontece a seguir de acordo com todas as suas ações, seja através do simples ato de se sentar, agarrar uma chávena ou de fazer conversas.
12 Minutes promete uma experiência única e diferente em cada loop graças às nuances de cada ação, assim como uma história misteriosa e cheia de segredos para descobrir.
Ainda sem data de lançamento, 12 Minutes chegará aos PCs e consolas Xbox.
Até ao final do ano, os munícipes abrangidos vão conseguir perceber a diferença entre a fatura atual, indexada ao consumo de água, e a fatura virtual, que vão passar a receber, que revelará a tarifa que pagariam calculada através do novo modelo.
O Município da Maia é o primeiro do país a indexar a tarifa de pagamento da gestão de resíduos indiferenciados à sua produção. O projeto recicle mais, pague menos arranca em maio e abrange na primeira fase 3.500 fogos e perto de 10.000 pessoas.
Com este projeto pioneiro a nível nacional, os munícipes da Maia passarão a pagar o valor justo pelos resíduos que colocam no contentor do indiferenciado, o que significa que, quanto mais reciclarem, menos pagam.
Em todo o país, quanto mais se gasta de água, mais se paga pela gestão dos resíduos. Na Maia, quanto mais se reciclar, menos se pagará. Não só o modelo tarifário é mais justo, como se incentiva a reciclagem e a utilização dos ecocentros.
Até ao final do ano, os munícipes abrangidos vão conseguir perceber a diferença entre a fatura atual, indexada ao consumo de água, e a fatura virtual, que vão passar a receber, que revelará a tarifa que pagariam calculada através do novo modelo. No início de 2022, o novo método de cálculo tarifário entrará efetivamente em vigor para 3500 habitações, cerca de 10.000 pessoas. Até ao final de 2024, o sistema deverá abranger todos os munícipes.
Durante a primeira fase, que permitirá aos consumidores controlar e perceber como a sua mudança de hábitos de reciclagem pode influenciar a sua fatura de tratamento de resíduos, a Maiambiente irá destinar a instituições de solidariedade a diferença entre a tarifa efetivamente cobrada e a tarifa que resultaria do novo método de cálculo.
O universo cinemático do Spider-Man sem o Spider-Man está de regresso com a sequela de Venom, que foi um surpreendente sucesso de bilheteiras em 2018.
Com alguns atrasos devido à pandemia global, Venom está de volta num novo filme, Venom: Let There Be Carnage, que recebeu agora o primeiro trailer e, bem, mostra Carnage, o monstro vilão desta aventura.
Desta vez, a aposta está no lado de comédia que apanhou o público desprevenido no primeiro filme e temos na cadeira de realização o aclamado ator Andy Serkis, cuja carreira tem sido maioritariamente construída a trabalhar em personagens CGI fictícias em sagas como Lord of The Rings (Gollum) e Planet of the Apes (Cesar), entre outros.
No elenco temos de volta Tom Hardy no papel de Venom, Michelle Williams enquanto Anne e a estreia de Carnage no grande ecrã está a cargo de Woody Harrelson.
Venom: Let There Be Carnage (ou Tempo de Carnificina) estreia nos cinemas em setembro deste ano.
Para começar, as regiões abrangidas pela iniciativa são Grande Lisboa, Grande Porto e Coimbra, mas o objetivo é chegar a todo o lado.
Desde que a pandemia surgiu que várias empresas, marcas e outras entidades se juntaram para ajudar aqueles que fazem parte de um setor que foi severamente afetado: o da restauração.
Duas dessas empresas, a Delta Cafés e a Nuts Branding, lançaram as iniciativas solidárias Lugar à Mesa e Uma Mesa para Todos, respetivamente. Agora, uniram-se para formar uma mesa maior, chegando mais longe no apoio aos restaurantes e às famílias mais afetadas pela pandemia, onde todos somos chamados a fazer a nossa parte/contribuir. E assim nasceu o movimento Lugar à Mesa para todos.
Este compromisso solidário tornou-se possível com o braço forte dos parceiros sociais, Refood, e do parceiro tecnológico, Zomato. Para começar, as regiões abrangidas pela iniciativa são Grande Lisboa, Grande Porto e Coimbra. No entanto, o intuito é crescer para outras áreas geográficas, contando que mais entidades e empresas se juntem a esta causa.
Todos podem ajudar, sendo muito simples fazê-lo. Basta entrar na plataforma Zomato, selecionar um restaurante aderente ao movimento “Lugar à Mesa para Todos”, escolher “Online Takeaway” e selecionar a opção de doação de refeição solidária.
Pode contribuir com uma refeição no valor de 3€ ou de 6€, refeição essa que é confecionada pelo restaurante selecionado e que será disponibilizada para levantamento para as equipas da Refood da respetiva área geográfica, encarregues da respetiva distribuição às famílias mais carenciadas.
Mas somente aos clientes que vivam nas imediações dos Grandes Armazéns El Corte Inglés de Lisboa.
É a partir desta terça-feira, dia 11 de maio, que o El Corte Inglés Lisboa dá início a um projeto-piloto alinhado com a estratégia de sustentabilidade da empresa e de mobilidade da Câmara Municipal de Lisboa. Essencialmente, vai começar a ser testado o serviço de entregas de encomendas no próprio dia com recurso a uma bicicleta elétrica.
A bicicleta, que conta com um atrelado de dois metros, transporta até 300 quilos de mercadoria. Rápida e amiga do ambiente, esta alternativa de transporte tem a vantagem de evitar obstáculos, como o trânsito, que tornam o processo de entrega mais demorado. Tem uma autonomia de 50 quilómetros e já começou a fazer as primeiras entregas, tendo capacidade para efectuar cerca de 20 entregas por dia pelas ciclovias circundantes ao El Corte Inglés.
As caixas utilizadas nestas entregas são feitas de cartão 100% reciclado, proveniente de cartão que é recolhido nos Grandes Armazéns do El Corte Inglés no âmbito do projeto Resíduo Zero e posteriormente transformado em caixas novas.
Como é óbvio, este projeto-piloto não irá beneficiar qualquer um que faça encomendas, mas sim os clientes que vivem nas imediações dos Grandes Armazéns El Corte Inglés de Lisboa.
Não reinventa a roda, mas remistura os elementos necessários para um dos jogos mais completos e satisfatórios da saga.
Apesar de ter jogado quase todos os jogos (com exceção dos spin-offs e dos títulos de visão isométrica) nunca me senti grande fã da saga Resident Evil, com cada entrada a passar-me pelas mãos de uma forma quase descartável, apesar de os considerar divertidos e com muitos incentivos para revisitar ou conhecer o seu universo. Agora, com Resident Evil Village, a minha postura perante a série poderá ter mudado.
A nova aposta de horror da Capcom é o oitavo jogo da série principal de Resident Evil e a segunda metade da história iniciada em RE7, que se destacou pela mudança de perspetiva para a primeira pessoa. Entre os dois lançamentos tivemos os remakes de RE2 e RE3, que tentaram revitalizar a série e reescrever elementos de forma a que o seu universo se tornasse mais consistente. Porém, para esta aventura, esses dois títulos podem ser descartáveis, pelo menos se não forem os maiores fãs.
Em Resident Evil Village voltamos a controlar Ethan Winters, agora casado com Mia e feliz com a sua filha recém-nascida, Rose, que se deslocaram por segurança para a Roménia depois dos trágicos eventos de Resident Evil 7. Não haveria uma continuação sem tragédia e, após um evento chocante, Ethan vê-se largado numa vila que parece parada no tempo há dois séculos, onde a sua missão é encontrar a sua filha raptada.
RE7 e Village atiraram a série numa nova direção. Enquanto que, anteriormente, o foco era a grande ameaça mundial das infeções e dos planos da Umbrella Corporation, estes dois títulos concentram as atenções em personagens e nas suas motivações mais íntimas, e Village utiliza esse ângulo de forma eficaz ao colocar-nos na pele de Ethan, desnorteado e com uma missão, confrontado com hordas de inimigos em todos os cantos, labirintos, barreiras físicas e outras mentais. Em suma: num cenário de pura sobrevivência, onde temos uma forte motivação para avançar.
Village pega no cliché do “não te vamos explicar nada até que seja a hora certa”, o que é irritante no início e em algumas sequências narrativas, com o jogo a querer mesmo colocar-nos no mindset da personagem. Porque é que se está a passar isto? Porque estão atrás de mim? Que inferno é este? Irritante, mas também eficaz, pois aumenta a ansiedade necessária na exploração dos diferentes cenários, como o Castelos de Dimitrescu, com a senhora alta que quebrou a Internet, que nos persegue durante um boa porção do jogo; uma casa de bonecas cuja aventura se foca no horror psicológico de formas incríveis e quase indiscritíveis; ou até uma área industrial e labiríntica onde a nossa orientação geográfica, memória e o risco aleatório de sermos atacados por inimigos aterrorizantes nos deixa a fazer cálculos nos recursos e percursos a escolher.
Mas o grande destaque vai para a Vila, um hub que cola todo o jogo, onde podemos explorar recursos e objetivos secundários, tesouros, atalhos e caçar recursos. É, essencialmente, sempre a mesma área quando a revisitamos, com exceção da iluminação que altera à medida que o tempo passa, e com atalhos e segredos que se desbloqueiam de acordo com os itens chave que vamos adquirindo noutras áreas.
Apesar do sistema de mundo semiaberto e complemente seamless, do qual na minha jornada não me deparei com loadings (com exceção para momentos chave a caminho do final do jogo), Resident Evil Village é um jogo bastante linear em objetivos e narrativa, o que ajuda a apimentar a ansiedade da próxima grande “missão” e a elevar a escala de momentos épicos que o compõem.
Apesar de, aparentemente, ser um jogo com os pés mais assentes no chão, é de Resident Evil de que estamos a falar, por isso coloquem os cintos. Com bosses e setpieces de loucos é, no entanto, nos momentos mais “pequenos” e em alguns elementos de exposição onde Resident Evil rebenta com os seus próprios padrões, levando-nos a questionar se estão mesmo a fazer “isto” com a história. Não é de loucos como o absurdo Hollywoodesco de Resident Evil 6, mas é nas nuances e no tom que Village tanto se esforça a estabelecer que acaba por quebrar certas convenções, o que tornar a narrativa e a jornada de Ethan tão satisfatória de conhecer.
Se, na estrutura, Village toma alguns riscos, também nas mecânicas de jogo sai da sua zona de conforto, podendo tornar-se relativamente “mais fácil” para os jogadores hardcore que estavam habituados a um certo estilo de jogo. Ervas verdes, amarelas e vermelhas estão praticamente fora da equação e a gestão de inventário está bem diferente.
Village reescreve a forma como usamos o inventário, com os recursos para criarmos munições e first aid kits em separado da nossa mochila, permitindo assim preocupar-nos apenas com o essencial – balas, armas e kits. Não quer dizer não tenhamos que ter cuidado, até porque a escassez de recursos é um fator constante, apesar de não ser muito imperdoável, e, graças aos inimigos que vamos encontrado, temos pequenos momentos de caça e outros onde sentimos que vamos gastar muitos recursos que, comprados, podem ficar caros.
A atualização de armas está de volta e podemos fazê-las no Duke, vendedor viajante que se encontra sempre nos sítios mais inesperados e que não só nos dá um pouco de conforto com conversa após momentos caóticos, como também nos faz uns belos pratos com a carne dos animais selvagens que vamos matando, aumentando a nossa resistência e outros atributos. Mecanicamente, Village é simples o suficiente para nos deixarmos levar pelo loop e profundo o suficiente para nos deixar investidos até nas tarefas secundárias e na exploração de todos os cantos à casa.
Village não é um título “grande”, no sentido em que a sua história pode ser passada por volta de 10 horas, mais ou menos, dependendo do estilo de jogo, do quão completos queremos ser ou da sua dificuldade. Apesar de perceber os receios modernos de um “jogo pequeno”, Village não se sente assim, antes pelo contrário: sente-se monumental, gigante, completo e, acima de tudo, muito satisfatório. É uma soma de elementos que completam o jogo, desde a sua jornada misteriosa com contornos épicos e sobrenaturais, ao ritmo quase perfeito de momento para momento, que culmina com batalhas de bosses das mais tradicionais às mais cerebrais e únicas, até ao extra na exploração e investigação de tudo o que o jogo tem para nos dar na sua campanha. Variedade e novidades são o que tornam o jogo menos monótono, algo que os remakes de 2 e 3 se calhar não foram tão longe para não se desviarem dos seus jogos originais. Aqui, felizmente, a Capcom foi bem sucedida.
Onde também sucedeu foi nos visuais, novamente com a versão mais recente do RE Engine, que vimos nos Remakes, em Devil May Cry 5, RE7 e, mais recentemente, em Monster Hunter Rise para a Nintendo Switch. Com uma nova geração de consolas, a Capcom aproveitou essas capacidades para aplicar uma camadinha extra de beleza no jogo. Nas novas consolas, como na Xbox Series X, onde pude jogar Village, o título pode ser jogado com ou sem ray-tracing. Em ambos os modos, o jogo comporta-se de forma fluida, com alvo nos 60FPS sem grande dificuldade. A grande diferença, ou a mais notória, é de que, no modo desempenho, a fluidez é mais estável, enquanto que, no modo qualidade, os cenários e elementos no ecrã são um pouco mais realistas, com melhores contactos de sombras, iluminação mais natural e outros efeitos que ajudam a solidificar a imagem. Ainda assim, há estranhos defeitos ou limitações, como texturas de baixa qualidade ao aproximarmo-nos (perceptível ao repararmos nos números para abrir cofres), ou a aparente falta de sombras de contacto de inimigos em zonas mais iluminadas, como na vila durante o dia, dando a sensação momentânea que estes flutuam nos cenários. Mas fora este apontamento, o departamento visual de Village é incrível e deixa respirar a excelente direção de arte que mistura elementos góticos, industriais e centenários em atmosferas tão belas como aterrorizantes.
Apesar de curto na relação hora/euro, a campanha de Village, como indiquei em cima, é bastante completa e diversa o suficiente para parecer que demorou o dobro do tempo. Tal como em jogos anteriores, Village recorre a uma experiência de múltiplas passagens, convidando-nos à repetição do jogo para passar a 100% em dificuldades mais elevadas e até com mods que transformam a experiência, podendo ser desbloqueados com créditos ganhos em atividades. Além disso, Village traz de volta o Modo Mercenaries, que se desbloqueia no final, do qual não irei aqui falar por não ser o foco desta análise.
Não comecei Resident Evil Village com muita vontade de o jogar. Mesmo as demos lançadas semanas antes de forma bizarra pela Capcom não foram o suficiente para me deixar muito entusiasmado. Horror não é o meu género favorito, e a série Resident Evil sempre me disse pouco apesar de conhecer a sua trama, as suas personagens e as suas maluquices. Mas Village mudou tudo.
O foco narrativo, as mudanças necessárias para a série, a direção coesa, as surpresas horripilantes e a forma como nos convida a espreitar o resto do universo deixaram-me agarrado ao comando do início até ao fim desta aventura e com vontade de revisitar o seu legado com muito mais interesse do que no passado. Acho que, com Resident Evil Village, já me considero um fã, e esse é o maior elogio que posso dar a este novo jogo da série.
Disponível para: PC, Xbox One, Xbox Series X|S, PlayStation 4, PlayStation 5 Jogado na Xbox Series X Cópia para análise cedida pela Ecoplay.
Algarve, Alentejo e Porto já têm pontos de venda assegurados.
Foi em novembro do ano passado que a Santini apresentou uma nova forma de comer os gelados da marca, desta feita em pauzinho. Com o nome de Picolini, desde logo fizeram sucesso juntos dos clientes. Mas era preciso mais.
“O Picolini foi vendido nas nossas lojas a teste, no entanto, a ideia sempre foi a sua autonomização, possibilitando desta forma um crescimento independente do Picolini, estabelecendo relações com uma rede distribuidores que revendem o produto”, diz Marta de Botton, administradora da empresa, num comunicado de imprensa enviado aos meios. Tudo isto para dizer que, agora, os gelados Picolini da Santini já se vendem fora das lojas da marca.
Algarve, Alentejo e Porto já têm pontos de venda assegurados, sendo que a marca está em fase de negociação com os revendedores interessados na comercialização deste produto ainda para este Verão. Assim, a partir de agora, o Picolini – gelado artesanal com opções vegan, glúten free e sem lactose, fabricado com os ingredientes mais frescos do mercado, sem conservantes, corantes e aromatizantes – passa a poder ser adquirido em diversos espaços comerciais por todo o país.
Numa primeira fase, poderão encontrar os Picolini nestes pontos de venda:
Linha de Cascais e Sintra: Hotel Baía (Cascais) La Contessa (Cascais), Hífen (Cascais), The The Bar (Cascais), Bar do Fundo (Praia Grande) e Golf do Jamor (Oeiras);
Zona de Lisboa: Leónidas Avenida de Igreja (Lisboa), Favo de Mel (Lisboa), Sereia das Ondas (Lisboa), El Café Bombón (Costa da Caparica) e La Bombonera (Costa da Caparica);
Zona de Setúbal: Pestana Troia Eco Resort (Tróia) e Leitaria Montalvão by Chef Álvaro Santos (Setúbal)
Adicionalmente, o Picolini está também disponível em packs de 10 unidades para entrega em casa, com os clientes a poderem escolher entre oito sabores: morango, maracujá, chocolate, limão-framboesa, lima, amendoim, açaí-banana e acerola. As encomendas podem ser feitas via email para entregas em Cascais e Oeiras às terças e quintas, e em Lisboa às quartas e sexta feira.
No momento estão a ser avançadas seis datas, mas ao longo do ano serão divulgadas mais.
Guilherme Fonseca, Pedro Durão, Pedro Sousa, Diogo Abreu, Daniel Carapeto e Duarte Correia da Silva. São estes os humoristas que, no início de 2020, voltaram a reunir-se para a realização da série EGO, do qual a fórmula é simples: num primeiro momento, cada um dos seis comediantes sobe ao palco sozinho para 10 minutos de stand-up comedy; depois, juntam-se todos para o Roda Bota Fora, uma batalha de piadas rápidas (one liners) cujo vencedor é decidido pelos aplausos do público.
Só que veio a pandemia, o que fez com que o percurso do coletivo fosse temporariamente interrompido. Agora, numa altura em que a cultura já pode voltar a funcionar, eis que volta o coletivo Roda Bota Fora volta ao ativo.
No momento estão a ser avançadas seis datas – 20 de maio no Porto, 24 de maio em Lisboa, 26 e 27 de maio em Mafra e 15 e 16 de julho em Porto de Mós -, mas ao longo do ano serão divulgadas mais.
Chega esta semana à Xbox Series X|S e PlayStation 5.
O jogo de ação cooperativo da Gunfire Games, Remnant: From the Ashes, vai ficar melhor nas novas consolas. Lançado originalmente em 2019, o jogo vai receber uma atualização de otimização para as Xbox Series X|S e PlayStation 5, já esta semana, mais especificamente no dia 13 de maio.
Os jogadores da Xbox Series X e da PlayStation 5 vão poder desfrutar do jogo de duas maneiras, com resolução 4K a 30FPS ou a 1080p a 60FPS. Já na Xbox Series S, a experiência fica limitada aos 1080p a 60FPS.
Remnant: From the Ashes faz atualmente parte do catálogo do Xbox Game Pass, onde os jogadores de consola também terão direito a esta atualização gratuita. No mesmo dia, 13 de maio, o serviço no PC também abraça o jogo, com suporte para cross-play, o que significa que os jogadores de PC e consola poderão aventurar-se juntos.
Remnant: From the Ashes está também disponível para PC, pela Steam e Epic Games Store.
Os criadores da série Yakuza, a Ryu Ga Gotoku Studio, vai continuar a história do detetive Takayuki Yagami com Lost Judgment, a sequela do spin-off de estreia lançado em 2018.
Com novos casos para estudar e desvendar, o jogo vai continuar o foco da jornada do detetive e dar enfase à ação, dividido assim o estilo de jogo entre a série Judgment, com ação em tempo real na terceira pessoa, e Yakuza, que o estúdio revelou que irá agora continuar os futuros jogos com jogabilidade por turnos, como aconteceu em Yakuza: Like a Dragon.
Ao contrário do jogo original de 2018 que se estreou na PlayStation 4 antes de chegar a outras plataformas, Lost Judgment chega às consolas Xbox One, Xbox Series X|S, PlayStation 4 e PlayStation 5 no dia 24 de setembro.
Com o ritmo da vacinação a aumentar, o autoagendamento vai ficando disponível para um número cada vez maior de pessoas.
Foi no passado dia 23 de abril que entrou em funcionamento o Portal do Autoagendamento para Vacinação contra a Covid-19. Na altura, a prioridade era dada aos utentes com mais de 65 anos, de modo a que essas pessoas pudessem escolher o ponto de vacinação em que pretendessem ser vacinadas. No fundo, passou a ser possível marcar o dia para a vacina através da Internet.
Entretanto, o tempo vai passando e o ritmo da vacinação aumenta, sendo por isso natural que este autoagendamento vá ficando disponível para um número cada vez maior de pessoas. Agora, passa a ser possível esta marcação da vacina contra a COVID-19 para pessoas com 60 ou mais anos.
Quando os utentes escolhem esta opção, é-lhes apresentada a primeira data disponível, podendo os utentes aceitá-la ou escolher outra mais conveniente.
No caso de não haver vagas disponíveis, os utentes podem optar por ficar em lista de espera naquele ponto de vacinação ou, então, escolher outra data noutro ponto de vacinação.
Posteriormente, o utente que realizou esta inscrição receberá uma sms com a hora precisa em que será vacinado no dia e no ponto de vacinação escolhido.
O período de entrega estabelecido é de 77 meses, com a colocação ao serviço prevista para agosto de 2027.
O consórcio da Siemens Mobility e da Stadler ganhou um contrato no valor de 114,5 milhões de euros para fornecer ao Metropolitano de Lisboa um sistema de sinalização de última geração e uma nova frota de modernas carruagens. A Stadler vai fornecer 14 carruagens em unidades triplas e a Siemens Mobility vai instalar o seu sistema Communications-Based Train Control (CBTC), Trainguard MT, nas linhas Azul, Amarela e Verde, substituindo os atuais equipamentos. Vai também realizar a instalação do seu equipamento de bordo CBTC em 70 unidades da atual frota do Metro de Lisboa e nas novas 14 unidades fornecidas pela Stadler.
O contrato inclui a capacitação técnica para a operação e manutenção, bem como a manutenção preventiva e corretiva de todo o equipamento durante os primeiros três anos e o fornecimento de peças de substituição e consumíveis necessários para a manutenção preventiva durante os dois anos seguintes. O período de entrega estabelecido é de 77 meses, com a colocação ao serviço prevista para agosto de 2027.
As carruagens triplas fornecidas pela Stadler foram desenhadas utilizando uma metodologia modular para facilitar a manutenção. A sua carroçaria de aço inoxidável proporciona um baixo peso e uma grande resistência, sendo constituída por três portas duplas de cada lado das carruagens, de forma a proporcionar que os passageiros possam entrar e sair rápida e facilmente.
Estas 14 unidades triplas estarão equipadas com CBTC GoA2, preparado a ser atualizado para GoA4, permitindo que o serviço seja completamente automatizado no futuro. O fornecimento de energia é por 3º carril a 750 V. Os veículos têm 49,6 metros de comprimento e 2,78 metros de largura e estão equipados com 90 assentos – dois para Pessoas de Mobilidade Reduzida -, dispostos numa configuração longitudinal, permitindo uma capacidade para 450 pessoas (seis pessoas por metro quadrado). O novo material circulante vai permitir uma maior comodidade e melhor acessibilidade dos passageiros e simultaneamente, as melhores comunicações, segurança e sistemas de vigilância por vídeo.
A tecnologia de sinalização CBTC da Siemens Mobility fornece informação em tempo-real da posição do veículo e condições de velocidade operando no princípio de cantão móvel, permitindo aos operadores do Sistema o aumento Seguro do número de veículos numa linha. Isto resulta numa maior frequência de comboios e permite que sejam acomodados mais passageiros no Sistema. Este é o sistema de controlo automático de comboios mais amplamente implementado no mundo e está atualmente em utilização em Singapura, Turquia, Brasil, Espanha e China.
Une os municípios do Entroncamento, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha.
No contexto nacional e para muitos milhares de portugueses, em determinada época da sua vida, o Médio Tejo foi espaço de residência temporária, ou território de passagem, para a sua formação policial ou serviço militar. Locais como a antiga Escola Prática de Cavalaria, agora conhecida como Escola Prática de Polícia, em Torres Novas; o Quartel da Manutenção Militar do Exército, no Entroncamento; e a Base Aérea n.º 3 de Tancos, em Vila Nova da Barquinha, acolheram, ao longo de décadas, várias gerações de homens e mulheres, marcando para sempre os seus percursos de crescimento individual.
Torres Novas, Entroncamento e Vila Nova da Barquinha têm uma história em comum, pontuada por vários elementos materiais e imateriais que os ligam, e a constituem como uma estrutura urbana polinucleada, num contexto de proximidade e interação muito significativas. Em pleno Médio Tejo e num eixo de 15 quilómetros, há cerca de 65.000 residentes com hábitos de circulação e usufruto de equipamentos, serviços, espaços de cultura e lazer, que vão dando corpo a esta urbe regional. Paralelamente, ao acolher e interligar pessoas e culturas provenientes de todos os pontos do país, a região é também um território de encontro e abertura aos outros, ao que é diferente, e que é, afinal, uma das características que nos une.
Foi este o mote do VOLver, novo projeto cultural em rede que une estes três municípios. De 18 de maio a 11 de dezembro, os municípios do Entroncamento, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha irão organizar e acolher um total de 84 eventos culturais – 6 exposições, 13 ações de arte urbana, 28 espetáculos musicais, 15 de dança, 8 de teatro, 10 sessões de cinema e 4 conferências, num programa cofinanciado pelo Programa Operacional Regional do Centro 2020.
O projeto VOLver é um convite ao regresso. Um convite para que todos os portugueses que passaram por este território possam regressar por uns dias, revisitando, em família, os locais, o património e as vivências desse período e que fazem parte da história coletiva.