O Cloud Gaming da Xbox chegou oficialmente a todo o lado

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A Xbox é, oficialmente, mais do que uma simples consola.

O futuro da Xbox já chegou. Após várias atualizações aos serviços e várias fases de teste, a Microsoft oficializa o lançamento dos seus serviços de Cloud em todos os dispositivos.

A partir de agora, a experiência Xbox, via xCloud, ou Xbox Cloud Gaming, pode ser acedida através de PCs Windows 10, smartphones e tablets Android, smartphones e tablets iOS, computadores Mac e dispositivos com acesso aos browsers Microsoft Edge, Chrome ou Safari, neste caso através da ligação Xbox.com/play.

Com uma biblioteca com mais de 100 jogos, o Xbox Cloud Gaming faz parte da subscrição Xbox Game Pass Ultimate que, além desta fantástica funcionalidade, dá ainda acesso a descontos exclusivos, o acesso às capacidades online de jogos pagos nas consolas Xbox, a uma biblioteca ainda maior de jogos que podem ser descarregados nas consolas e no PC e ainda acesso à biblioteca do EA Play, também no PC e consolas.

Atualmente, o serviço Cloud da Xbox foi atualizado com servidores capazes de correr jogos nas versões da Xbox Series X, permitindo jogos mais rápidos, fluidos e bonitos, através de transmissões até 1080p a 60fps.

A experiência cloud está limitada e varia de dispositivo para dispositivo e do tipo de ligação à rede usada, sendo a recomendada uma rede estável e forte em Wi-Fi.

Este ainda é um dos primeiros passos para o futuro da Cloud no ecossistema Xbox, no qual a equipa de desenvolvimento promete melhorias e a adição de mais funcionalidades e de jogos no catálogo.

Há novos carregadores para veículos elétricos e híbridos em Sines

O investimento é de 140.000€.

A Helexia e a aicep Global Parques anunciam que o carregador rápido para veículos elétricos e híbridos instalado na ZILS – Zona Industrial e Logística de Sines, encontra-se em pleno funcionamento e apto para todos os visitantes.

A nova infraestrutura irá servir mais de 3.400 utilizadores que circulam diariamente nos parques da aicep Global Parques, mas também as populações locais entre Sines e Setúbal.

O equipamento tem ligação à rede pública da MOBI.E., o que permite ser utilizada por qualquer pessoa com um veículo elétrico ou híbrido. Os novos carregadores rápidos da Helexia possuem tomadas de 50 kW em DC e 43 kW em AC, permitindo carregar dois veículos em simultâneo.

Esta instalação faz parte de um projeto que englobou a instalação do mesmo equipamento no Parque Empresarial da Península de Setúbal (BlueBiz) e futuramente no Albiz – Parque Empresarial de Sintra.

O investimento e operação dos carregadores são da responsabilidade da Helexia Portugal, num total de 140.000€, para os três parques.

Santo Antão da Barca vai ter uma praia fluvial

Não se sabe é quando.

Vai ser lançado, em breve, o concurso para a criação da praia fluvial de Santo Antão da Barca. Trata-se de um investimento de 395 mil euros para criar uma praia fluvial e zona de fruição nas margens dos Lagos do Sabor, nas imediações do Santuário de Santo Antão da Barca, no concelho de Alfândega da Fé.

A obra vai ser financiada pela EDP, ao abrigo de um protocolo firmado entre o Município, a Confraria do Santo Antão da Barca e esta entidade, em 2019, e que prevê a dinamização turística e económica do território.

Também o acesso direto do IC5 ao santuário está em vias de ser criado, melhorando e facilitando a acessibilidade a este importante ponto de interesse turístico do concelho e à futura praia fluvial.

Nova série documental vai retratar de forma minuciosa um dos acontecimentos mais dramáticos da História

A série conta com entrevistas a especialistas da Polónia, Bielorrússia, Rússia, Alemanha e Ucrânia, bem como com filmagens de arquivo e originais nunca antes vistas.

Quando Hitler chegou ao poder, estava obcecado com a ideia de tornar realidade um princípio ideológico do nazismo “Lebesraum”, ou seja, a expansão territorial para leste para transformar a Alemanha numa grande potência continental.

Ao longo de seis episódios de emissão dupla, A Guerra de Adolfo Hitler, nova série documental do Canal História, faz-nos mergulhar a fundo na Frente Oriental e revive de forma comovente e dramática a parte menos conhecida deste conflito, revelando a história daqueles que viveram, trabalharam, resistiram e, no final, acabaram por ser assassinados nas terras ocupadas.

O Canal História faz uma viagem exclusiva pelos três anos seguintes à invasão da União Soviética (1941-1944). O território ocupado transformou-se no palco das maiores batalhas terrestres alguma vez travadas, mas a população experienciou muito mais, sendo testemunha e vítima da maior parte das ações do Holocausto.

Mais de um quarto da população da Ucrânia e um terço da população da Bielorrússia foram massacradas. Quase nenhuma cidade, povoação ou aldeia ficou a salvo do horror e da destruição. Depois da devastação da guerra, estas terras transformaram-se no “bloco soviético” e só recentemente se abriram os arquivos e se falou abertamente sobre as recordações.

Contando com entrevistas a historiadores especializados da Polónia, Bielorrússia, Rússia, Alemanha e Ucrânia e imagens impressionantes dos campos de batalha e de extermínio, nunca antes vistas, a série A Guerra de Adolfo Hitler retrata, com uma minuciosidade impactante, um dos acontecimentos mais dramáticos e sangrentos da História moderna.

Serão exibidos dois episódios por noite, neste caso a 12, 19 e 26 de julho.

Alameda Shop & Spot, Alma Shopping e Nosso Shopping já têm cacifos 24H

Os cacifos CTT fazem parte da rede de Pontos de Entrega CTT, a maior e mais capilar rede nacional com mais de 1.800 pontos.

Recentemente, a consultora imobiliária CBRE, que gere o Alameda Shop & Spot, Alma Shopping e Nosso Shopping, disponibilizou nesses centros comerciais os cacifos 24H dos CTT, a funcionar em horário alargado.

Para poderem utilizar estes cacifos, cada utilizador terá de se inscrever no site dos CTT, que irá atribuir uma morada virtual, para se colocar no momento da compra. Quando a mesma for colocada no respetivo cacifo, o utilizador é informado por via de SMS e email, recebendo um código para que possa recolher a sua encomenda no cacifo 24H.

No caso de a loja online onde se está a realizar as compras disponibilizar a opção de entrega nos Pontos CTT, não é necessário este registo, sendo o cacifo atribuído diretamente no site.

Os cacifos CTT fazem parte da rede de Pontos de Entrega CTT, a maior e mais capilar rede nacional com mais de 1.800 pontos onde os clientes podem recolher as suas encomendas.

Bruma. O novo café frio da Delta Cafés pode ser apreciado de duas formas distintas

Através de um sistema de pressão ou servido diretamente em copo com gelo.

De tempos a tempos, a Delta Cafés gosta de inovar e lançar novos produtos para o mercado, quase que reinventando o modo de beber café. Agora, e para refrescar o verão, eis que surge um novo café à pressão surpreendentemente gelado.

O nome é Bruma e trata-se de um café 100% arábica com notas de chocolate, caramelo e frutos secos, que resulta de uma infusão a frio ao longo de 16 horas, dando origem a uma experiência de café suave e delicada, com um aroma intenso e ligeira acidez.

No processo de infusão, a temperatura da água fria e o longo contacto do café com a mesma fazem com que todos os sabores e aromas sejam amplificados, obtendo-se características sensoriais únicas dos grãos, sem transferir para a bebida os diversos óleos amargos e ácidos indesejáveis do grão.

Quanto ao teor de cafeína, um copo de Bruma tem aproximadamente a cafeína presente num café expresso.

Pode ser apreciado de duas formas distintas: extraído através de um sistema de pressão com nitrogénio infundido, em que cada café tem uma textura única e cremosidade densa em cada copo – Bruma Nitro Cold Brew Coffee – ou servido diretamente em copo com gelo, dando origem ao Bruma Cold Brew Coffee.

A novidade Bruma, disponível no canal Horeca e em diversas esplanadas, promete refrescar os dias quentes de verão nestas duas versões ou, então, através de uma extensa carta de bebida – Bruma Latte, Bruma Mazagran, Bruma Frappé, Bruma Caipirinha ou Bruma Mojito -, propostas com álcool e sem álcool que exploram a versatilidade deste novo café surpreendentemente gelado.

Musicasa oferece um campo de férias diferente para os miúdos este ano

Música, cultura, desporto e muita brincadeira num projeto único em Portugal.

Numa altura em que as aulas estão prestes a terminar, muitos pais têm sempre aquele problema todos os dias enquanto os filhos não atingem maioridade: o que fazer com eles no período de férias. Muitos podem umas semanas com os avós, outros desenvolvem hobbies, mas há sempre jovens que não sabem muito bem o que fazer e que, quando ouvem falar em campo de férias, tendem a torcer o nariz. Pois bem, há um projeto que promete agradar a todos.

Chama-se Musicasa e junta música, cultura, desporto e, claro muita brincadeira. Indicado para crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 16 anos, os miúdos aprendem a conhecer-se a si próprios e aos outros, enquanto adquirem conhecimentos musicais, tanto práticos como teóricos.

A semana divide-se em aulas de música de manhã, entre guitarra, piano, violino e canto, e atividades diversas à tarde, ligadas ao desporto, cultura, espírito de equipa e muita diversão.

E não, os mais novos não precisam de ter um instrumento ou sequer saber tocar um, uma vez que as turmas são adaptadas aos níveis de experiência. Há instrumentos para quem não possui um e há professores, animadores e babysitters durante todo o dia para as diferentes atividades.

O serviço é personalizado, mas simples e acessível, com a Musicasa a promover a música como um meio de desenvolvimento pessoal, cultural e pedagógico.

Se vos pareceu bem, saibam que os Campo Musicasa têm lugar no Colégio de São Tomás, em Sete Rios, Lisboa, nas semanas de 5-9 julho, 12-16 julho, 19-23 julho e 26-30 julho.

Os preços variam consoante opte por uma ou mais semanas: uma semana – 110€; duas semanas – 209€, três semanas – 308€, quatro semanas – 407€. As inscrições deve ser feitas através do site oficial.

Oficial: Vamos poder comprar insetos inteiros para alimentação em Portugal

Podem ser comercializados/usados, inteiros (não vivos) e moídos (por exemplo, farinha). Partes ou extratos de insetos não podem ser comercializados.

Há alguns anos que a União Europeia está a tentar autorizar a entrada de novos alimentos no mercado, como por exemplo insetos, mas a demora tem estado relacionado com o facto de, naturalmente, não quererem autorizar algo que represente um risco para a saúde humana.

No passado mês de maio, já depois de termos referido que a a Agência Europeia de Segurança Alimentar tinha autorizado o consumo de larvas de besouro, passando a ser o primeiro inseto comestível a ser aprovado na Europa para ser utilizado como ingrediente na alimentação humana, ficámos a saber que a empresa portuguesa Thunder Foods estava à procura de implementar uma unidade industrial de produção e processamento de insetos em larga escala, neste caso para a produção de farinha de Tenebrio molitor, produzida a partir de larvas de escaravelho, também conhecida como “farinha amarela”.

Agora, é a vez da Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) autorizar ao abrigo do Regulamento Europeu para Novos Alimentos a colocação no mercado de forma transitória de alguns insetos.

Acheta domesticus, Alphitobius diaperinus, Apis mellifera male pupae, Gryllodes sigillatus, Locusta migratoria, Schistocerca Gregaria e Tenebrio mollitor são as espécies de insetos que podem ser produzidas, comercializadas e utilizadas na alimentação em Portugal. Porém, há regras a cumprir.

Os insetos podem ser comercializados/usados inteiros, desde que não estejam vivos, ou então moídos, neste caso no formato farinha, por exemplo. De resto, partes ou extratos de insetos não podem ser comercializados.

Convém também alertar que, de acordo com avaliações disponíveis até ao momento da Agência Europeia para a Segurança dos Alimentos – EFSA, diversas espécies de insetos podem causar alergias ou alergias cruzadas, especialmente para quem sofre de alergia a marisco. Assim, é importante que os consumidores sejam claramente informados na rotulagem e na comercialização que um alimento contém insetos e de que espécie são.

Carris está a testar um novo projeto de transporte a pedido

Este novo serviço experimental estará em funcionamento, para já, até 15 de julho.

A Carris, no âmbito do projeto C-STREETS, financiado pelo Mecanismo Interligar a Europa, está a testar um serviço partilhado de mobilidade a pedido, o XBUS.

O XBUS permite que qualquer utilizador possa solicitar o transporte entre duas paragens da Carris à sua escolha na área onde o serviço se encontra disponível, nos dias úteis entre as 8h e as 20h. Basta que, para isso, recorram à app XBUS by CARRIS, disponível para Android e iOS.

A app XBUS informa o cliente do tempo de espera e de viagem, permitindo a partir daí acompanhar o autocarro em tempo real. À chegada do autocarro ao local, a app notifica o passageiro e segue a rota indicada. Ao motorista, o sistema indica o percurso mais rápido a seguir e qual o passageiro a recolher.

Todas as paragens abrangidas por este piloto estão identificadas com a chapa azul XBUS e com um mapa do serviço. O tarifário aplicado é o que já se encontra em vigor nas carreiras regulares e de bairro da CARRIS, seja adquirindo bilhete a bordo ou utilizando o passe Navegante. O pagamento é efetuado com a validação do título de transporte dentro do autocarro. O horário e número de veículos alocados a este projeto podem ser ajustados no decorrer dos testes.

Para este teste em Lisboa, foi escolhida uma localização bastante central nas freguesias das Avenidas Novas, Campolide e São Domingos de Benfica. Está delimitada, aproximadamente, pela área a Sul da Avenida Álvaro Pais e da Avenida das Forças Armadas e a Norte da Avenida Duque de Ávila; e entre o eixo da Avenida José Malhoa/Avenida António Augusto de Aguiar e a Rua Dona Filipa de Vilhena / Rua do Arco do Cego.

Este novo serviço experimental de transporte a pedido estará em funcionamento, para já, até 15 de julho.

Nier Re(in)carnation aterra nos smartphones em julho

Nier estreia-se nos smartphones com um exclusivo a 28 de julho.

Depois de recebermos um novo Nier este ano com a remasterização de Nier Replicant, está na altura de conhecermos uma experiência completamente nova e original desenvolvida pelo diretor criativo da saga, Yoko Taro, juntamente com o aclamado compositor Keiichi Okabe e o produtor Yosuke Saito, mas desta vez no mundo dos jogos móveis.

Nier Re(in)carnation promete expandir o universo de Nier com um novo RPG de ação por comandos e, enquanto esperamos para conhecer o que vai para lá de Replicant e Automata, a Square-Enix revelou um novo trailer e a data de lançamento.

Com lançamento marcado para 28 de julho, Nier Re(in)carnation já pode ser pré-registado na AppStore e no Google Play, onde os jogadores podem habilitar-se a receber itens gratuitos para o jogo, uma vez atingida uma meta coletiva de 600.000 pré-registos.

Em formato free-to-play, Nier Re(in)carnation coloca-nos na pele de uma nova personagem acompanhada por uma misteriosa criatura, duo que parte à descoberta dos mistérios do local onde acordam, chamado The Cage, através de cinemáticas e combates.

Para ficarem a saber um pouco mais sobre a jogabilidade de Nier Re(in)carnation, espreitem também os nove minutos de jogabilidade através de um novo vídeo, cortesia da IGN Portugal.

Matosinhos vai ter uma rede de caminhos rurais

Este projeto-piloto mereceu o parecer favorável por parte da Entidade Regional da Reserva Agrícola.

A Câmara Municipal de Matosinhos está a preparar um dos projetos mais estruturantes do Plano Diretor Municipal: o futuro Parque Rural de Matosinhos.

O objetivo é ordenar a estrutura de circulação rural, através da criação de uma rede de caminhos rurais.

Além de promover o reordenamento e a requalificação das áreas de acesso aos campos agrícolas, mantendo-se e respeitando a identidade dos atuais usos ligados à atividade agrícola, o projeto pretende valorizar os percursos onde se inclui o património edificado (como, por exemplo, os moinhos), apostando ainda na criação do Observatório da Paisagem, distribuído por pontos estratégicos de observação e de descanso.

O primeiro passo foi dado no início deste mês de junho, com a assinatura de escrituras de doações por parte de nove proprietários de um conjunto de parcelas de terrenos dos caminhos rurais, entre as ruas dos Caçadores e do Marreco, na União das Freguesias de Perafita, Lavra e Santa Cruz do Bispo.

Limiano Pausa é o snack que devem levar na mala este verão

É bom como uma pausa deve ser.

Estão prestes a regressar ao escritório ou a preparar-se para umas merecidas féria de verão? Em qualquer dos casos, já devem saber que é importante manter os níveis de energia ao longo do dia, e é devido a isso mesmo que muitos portugueses tendem a pegar em barrinhas, peças de frutas ou outro tipo de produtos para irem comendo ao longo do dia. Mas e porque não apostar também em queijo?

É essa a proposta da Limiano com o seu novo produto. Com o sugestivo nome de Limiano Pausa, é o snack prático para levar na mala este verão, com o equilíbrio perfeito.

Esta nova opção da marca é composta por deliciosos cubos de queijo, amêndoas crocantes e arandos desidratados que, juntos, oferecem uma explosão de sabor num snack nutricionalmente equilibrado, tornando-se na companhia perfeita para um lanche nutritivo a meio da manhã ou da tarde.

Limiano Pausa contém 19% de proteína e é isento de lactose ou glúten. Está disponível nas superfícies comerciais do costume em dois formatos: individual de 40g (PVP 1,19€) e numa embalagem tripla de 3x40g (PVP 3,49€).

Música – Álbuns essenciais (maio 2021)

Nunca vi um mês com tantos álbuns tão bem cotados pela crítica (no geral) e, como tal, o trabalho para selecionar os essenciais não foi pêra fácil.

Contudo, a onda de álbuns de bandas célebres a deixar a desejar continua. Este mês foram os The Black Keys a juntar-se à lista.

Por outro lado, os Squid estrearam-se em grande, bem como Olivia Rodrigo. Birdy, Sons of Kemmet e St. Vincent consolidam as suas carreiras em três regressos bem sucedidos.

[Artigo de álbuns essenciais de abril]

Alfie Templeman – Forever Isn’t Long Enough

alfie templeman forever isnt long enough

Género: Indie Pop/Alternative Pop

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18 anos feitos este ano e já se encontra uma década à frente de todos os músicos da sua idade a nível de composição musical. Forever Isn’t Long Enough só peca mesmo por não ser “long enough”, sendo composto por apenas oito músicas, até porque todas elas dão gosto ouvir. Nota-se a falta de alguma maturidade a nível lírico, mas também não se pode exigir muito.

A EA Sports devia meter olho neste álbum de Alfie Templeman. Tem pelo menos duas músicas que se enquadram com o soundtrack habitual do jogo.

Se forem fãs de Declan McKenna, tenho a certeza que este álbum vai ser do vosso agrado.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

> Forever Isn’t Long Enough
> Wait, I Lied
> Everybody’s Gone Love Somebody

Birdy – Young Heart

birdy young heart

Género: Indie Folk/Indie Pop

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Jasmine van den Bogaerde tem apenas 25 anos, mas o início da sua carreira (que foi bastante precoce) já foi há mais de uma década, após ter ganho o concurso Britânico Open Mic 2008. Com 12 anos, mostrou que tinha algo muito valioso para vingar no mundo da música: a sua voz. Três anos depois ganhou o estatuto de wonderkid, com o lançamento do seu primeiro álbum, Birdy (2011).

Esse álbum contou com 11 músicas, das quais 10 eram covers de músicas já com algum reconhecimento, entre elas “Skinny Love” (Bon Iver), que foi de longe a mais célebre e a alavanca da sua carreira, “1901” (Phoenix), “White Winter Hymnal” (Fleet Foxes), “The District Sleeps Alone Tonight” (The Postal Service) e “Young Blood” (The Naked and Famous).

Se as dúvidas relativamente ao seu timbre e ecletismo vocal se dissiparam com esse álbum, as dúvidas em relação à sua capacidade criativa e de escrita permaneceram. Em 2013 e 2016 lançou álbuns com músicas 100% suas e, para ser franco, nenhum deles me convenceu. São ambos compostos por música com personalidade, mas faltava o resto, a consistência de um álbum sólido e completo.

Embora Young Heart seja mais longo do que precisa, consegue fazer o que ainda não tinha sido feito, que é um trabalho pleno, conciso, algo objetivo e com inúmeras músicas que fazem valer a pena ouvir o álbum.

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:

> Loneliness
> The Otherside
> Surrender
> River Song
> Deepest Lonely
> Young Heart

CHAI – WINK

chai wink

Género: Indie Dance/Experimental Pop

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Numa altura em que a Coreia do Sul está a lançar artistas em série para o mercado mainstream, o K-Pop ganhou outro fôlego. Em contra-partida, o seu irmão gémeo (J-Pop), ficou um pouco esquecido.

As CHAI vieram relembrar que as portas do Japão estão escancaradas para o mundo perceber que os talentos asiáticos não conhecem fronteiras. É apenas o terceiro álbum da banda, mas ao mesmo tempo já é o terceiro álbum da banda bem-sucedido, num pleno invejável.

WINK é caracterizado por uma aura calma, que torna a sua audição numa experiência extremamente agradável e confortável. Longe do espalhafato, acaba por ser um álbum que contrasta pouco com ele próprio. Gravado pelo quarteto com prazer, WINK tem o objetivo de proliferar energia positiva com quem decidir dar-lhe uma chance.

Classificação do álbum: ★★★

Músicas a ouvir:

> Donuts Mind If I Do
> Maybe Chocolate Chips (ft. Ric Wilson)
> It’s Vitamin C
> IN PINK (ft. Mndsgn)

Chloe Moriondo – Blood Bunny

chloe moriondo blood bunny

Género: Pop-Punk/Bedroom Pop

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Olivia Rodrigo virou o mundo de avessas com a música “Driver’s License”. No entanto, no mês do lançamento do álbum que a inclui, já encontrou uma rival que partilha a temática, da autoria de Chloe Moriondo.

O mercado do Bedroom Pop está em altas em 2021 e Chloe Moriondo precede a Arlo Parks, Claud, Girl In Red, Adult Mom e Julien Baker na vez de transportar o testemunho que comporta um género musical que tem tanto de intimista, como de pessoal.

Apesar de só ter 18 anos, Moriondo já tem provas dadas do seu potencial, mas pouca visibilidade. É em situações como esta que fico confuso com a indústria musical. Não foi por acaso que comecei por falar de Olivia Rodrigo acima… A ascensão assombrosa de Olivia com um bom álbum (longe dos melhores do ano) vem provar que, para se ter reconhecimento, não é preciso provas dadas. Muito menos um álbum excelente. Basta ter presença, algumas centenas de milhares de seguidores nas redes sociais, um patrocínio publicitário de alguém já famoso, músicas com melodias atrativas, letras com que os mais novos se identifiquem e uma editora disposta a investir a sério.

Atenção, Sour é um bom álbum, mas como esse há às dezenas por ano – Blood Bunny é um desses.

Desabafo feito, e apesar de Blood Bunny ter as suas fragilidades, é simples, doce e genuíno. Tão genuíno que parece vindo de um capítulo do diário de Moriondo. Só por isso já merece mais, muito mais!

Classificação do álbum: ★★★

Músicas a ouvir:

> Rly Don’t Care
> GIRL ON TV
> I Want To Be With You
> Bodybag
> What If It Doesn’t End Well

Easy Life – Life’s A Beach

easy life lifes a beach

Género: Alternative R&B

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Da capa à sonoridade, passando pelo nome do álbum e até da banda, Life’s A Beach parece um trabalho simples e superficial, mas não podia estar mais longe da realidade.

Os Easy Life, que são um grupo de amigos de Leicester, para além de abordarem temáticas extremamente sensíveis, sérias e conscientes face a tudo o que os rodeia (que se reflete na música que produzem), têm vibrações muito relaxadas, fazendo, por vezes, lembrar o estilo de Mac Miller.

Life’s A Beach ganha assim outro contorno, até porque a sua fonética surge com outra intenção face à original do nome. Contudo, também existe algum “product placement” no nome do álbum, visto que todo ele é dotado de sonoridades com sabor a verão.

Classificação do álbum: ★★★½

Músicas a ouvir:
> a message to myself
> have a great day
> skeletons
> daydreams
> nightmares

Gruff Rhys – Seeking New Gods

gruff rhys seeking new gods

Género: Alternative Pop/Indie Pop

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Há artistas que conseguem rasgos de génios, mas precisam de trabalhar para manter o nível ao longo da sua carreira musical. Há outros que podiam ser magníficos, mas que, mesmo sem se esforçar muito, conseguem lançar álbuns de qualidade uns atrás dos outros. Gruff Rhys é, sem sombra de dúvida, o segundo caso.

16 anos a solo depois de outros tantos em banda, a criatividade e elegância do artista parece não ter fim à vista. Um talento ímpar que corre num campeonato à parte.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

> Mausoleum of My Former Self
> Can’t Carry On
> Holiest of the Holy Men
> The Keep

Lord Huron – Long Lost

lord huron long lost

Género: Indie Folk/Country

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Como definir Lord Huron? Uma mistura entre profundidade de Fleet Foxes ou Local Natives, com uma pitada do ritmo country de Mumford and Sons. Podem adivinhar o resultado… Um álbum perfeito para meter a dar no carro num daquelas viagens longas de vidro aberto, com destino feliz e paisagens de repor energias.

Já foi em 2015 que a banda lançou a faixa que os elevou e definiu (“The Night We Met”), mas foram precisos seis anos para Long Lost chegar e enriquecer o repertório da banda a um ponto que, quando penso em “Lord Huron”, penso automaticamente em “Mine Forever” ou “Not Dead Yet”.

Mais um álbum para a juntar à playlist que vou meter a tocar quando tiver oportunidade de fazer a Route 66 de auto-caravana.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

> Mine Forever
> Meet Me in the City
> Twenty Long Years
> Not Dead Yet
> I Lied (ft. Allison Ponthier)

Mustafa – When Smoke Rises

mustafa when smoke rises

Género: Indie Folk/R&B

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Mustafa é uma artista diferente do normal, dado que não se prende a um género, mas, sim, a um objetivo. Objetivo esse o de contar a sua história de forma direta, sucinta e, acima de tudo, bonita. Para além disso, antes de cantor é poeta, e neste álbum isso fica bem patente, recebendo um transplante da sua habilidade lírica. No entanto, o que mais me surpreendeu foi o facto de ter escolhido fazer esse transplante com o folk como pano de fundo.

Oito músicas e 23 minutos de duração, When Smoke Rises é um álbum sucinto demais. Há músicas que não vivem de acordo com o seu potencial, principalmente “The Hearse”, que é lindíssima, mas acaba “cedo” demais.

O veredicto final é positivo, mas é inegável que este álbum ficou aquém do seu verdadeiro potencial. Esperemos que Mustafa continue a ter vontade de transformar a sua poesia em música.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:
> Stay Alive
> Air Forces
> The Hearse
> Capo (ft. Sampha)

Olivia Rodrigo – Sour

olivia rodrigo sour

Género: Bedroom Pop/Pop-Punk

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Nunca havia ficado tão confuso com o mediatismo em torno de um novo artista até Olivia Rodrigo que, apesar de ter um bom álbum, não inventou propriamente a roda para justificar esta “loucura”. Billie Eilish também teve uma exposição do género, mas em contra-partida, trouxe algo novo à indústria. Olivia abre o álbum de forma “brutal” (pun intended) e confesso que fiquei intrigado, até porque não sabia o que esperar ao certo. A verdade é que a primeira faixa foi um caso quase isolado (a par de “good 4 u”), dado que a linha do álbum é praticamente toda de Bedroom Pop.

Acredito que Olivia tenha um futuro brilhante pela frente, dada a sua capacidade de story-telling, à qual dá uso para expor episódios amargos da sua vida, mas sempre de forma doce. Ainda assim, há uma ligeira disparidade entre qualidade demonstrada e mediatismo.

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:

> brutal
> drivers license
> deja vu
> good 4 u

Paul Weller – Fat Pop, vol. 1

paul weller fat pop vol 1

Género: New Wave/Mod Revival

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Paul Weller tem aqui um caso estranho. Fat Pop é um álbum com boas músicas, mas que não encaixam nada bem juntas. Parece um álbum de carreira, um género de colectânea ou os melhores êxitos de períodos diferentes da carreira.

Isto não invalida o facto do cantor continuar a conseguir brilhar intensamente na sua arte, mas nota-se uma clara falta de organização para ajudar na linha condutora que une Fat Pop de uma ponta à outra.

Classificação do álbum: ★★★½

Músicas a ouvir:
> True (ft. Lia Meltcalfe)
> Fat Pop
> Shades of Blue
> Failed

Sons of Kemmet – Black to the Future

sons of kemet black to the future

Género: Jazz/Afrobeat

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Tão pouco tempo de atividade e tanto impacto social. Your Queen Is a Reptille veio meter este quarteto de músicos do Reino Unido no mapa musical em 2018. Em 2021, e após um verão atribulado após a insurgência do movimento BLM, os Sons of Kemet elevaram o seu jogo e entraram no mapa social.

Black to the Future faz justiça ao trocadilho contido no nome, pegando no afrobeat para desenrolar ritmicamente uma lista de músicas com batidas típicas, em simbiose perfeita com o Jazz. A finalidade é partilhar a cultura africana com o mundo, mostrando o quão bela é e o impacto cultural que tem. Tudo neste álbum está polido como um diamante, a tal simbiose entre géneros que tiram o melhor um do outro, das passagens e até as letras.

Fiquei muito fã do álbum lançado em 2018, mas fiquei rendido com este. Outro óptimo trabalho para ilustre carreira de Sons of Kemet, que ainda está a começar.

Classificação do álbum: ★★½

Músicas a ouvir:

> Pick Up Your Burning Cross (ft. Moor Mother, Angel Bat David)
> Think of Home
> Hustle
> To Never Forget the Source
> Envision Yourself Levitating

Squid – Bright Green Field

squid bright green field

Género: Post-Punk/Experimental Rock

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Depois de IDLES e Fontaines D.C., mais uma banda Punk sensação a despontar das ilhas britânicas. Não sei o que é que dão de comer às crianças de lá, mas está a resultar e a despontar num período sensacional de renascentismo do punk rock.

Bright Green Field é o álbum de estreia dos Squid e é tão bom que chega a ser chocante. Apesar das bases enraizadas no Post-Punk, tem sonoridades e passagens estranhas que que encaixam com naturalidade no género. Nota-se que há muita liberdade criativa no seio da banda. E quem começa assim uma carreira nunca está errado!

Mais uma banda na luta pelo título de reis do punk e nós, fãs, agradecemos com alegria.

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:

> Narrator (ft. Martha Skye Murphy)
> Paddling
> Documentary Filmmaker
> 2010
> Global Grove
> Pamflets

St. Vincent – Daddy’s Home

st vincent daddys home

Género: Soft Rock/Funk

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Em 2014, St. Vincent deu provas do seu potencial enquanto artista no lançamento do seu 5º álbum em oito anos, “St. Vincent” (Self-Titled Album). Três anos depois, com Masseduction (um dos meus álbuns preferidos até à data), ficou claro que era caso sério. Chegamos a 2021 e a carreira de St. Vincent continua em espiral ascendente sem limite à vista. Daddy’s Home é só mais um trabalho que chega para cimentar o seu nome como ícone dentro do género.

Pode-se dizer que este novo álbum carece do ritmo pop dos anteriores, mas em contra partida, traz-nos uma imagem diferente da artista, mais íntima e com mais alma. Uma exposição a nu, introspetiva e uma sonoridade perfeita para deixar absorver tudo o que Clark quer partilhar connosco. Sem dúvida um dos grandes álbuns de 2021!

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

> Pay Your Way In Pain
> Down and Out Downtown
> Living the Dream
> The Melting of the Sun
> Down
> Somebody Like Me
> My Baby Wants a Baby

The Black Keys – Delta Kream

the black keys delta kream

Género: Garage Rock/Blues Rock

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Comecei o artigo por falar nisto e mantenho a opinião. Os The Black Keys começaram a carreira de forma discreta, pelo que foi necessário quase uma década para encontrarem a sua magia.

Em 2010, com o lançamento de Brothers, os rockeiros abrandaram para o apreciar e, um ano depois, El Camino veio rebentar com amplificadores em todo o lado. Obviamente que o estatuto da dupla foi elevado ao de melhor banda rock do mundo, eclipsando os Arctic Monkeys com uma facilidade assombrosa.

Três anos depois, com Turn Blue, já tinham perdido meio gás, e com o lançamento de Let’s Rock a coisa não melhorou muito. Uma década depois de El Camino, somos presenteados com Delta Kream, e embora até a capa do álbum tenha algumas semelhanças com o seu contemporâneo, o conteúdo é que nem por isso. Infelizmente.

Já disse isto muitas vezes e vou continuar a dizer sempre que falar de música: por muito simples que seja criar boa música, é preciso algo mais para criar uma “Gold On the Ceiling”, uma “Lonely Boy”, uma “Little Black Submarines”, uma “Howlin’ For You” ou uma “Tighten Up”. É preciso um rasgo mágico e, durante dois/três anos, ninguém conseguia fazer frente aos The Black Keys. Eram invencíveis.

Com Delta Kream que já se encosta um pouco ao Country Rock de saloon, há pouco (ou nada) que faça justiça à qualidade que a banda tem/teve. Não me interpretem mal: Delta Kream é um álbum de rock bastante satisfatório, mas não há factor diferenciador que me faça pensar que não é só mais um álbum de rock com qualidade. Não há aquela magia.

Classificação do álbum: ★★★½

Músicas a ouvir:
> Crawling Kingsnake
> Stay All Night
> Mellow Peaches

Para não acabar o artigo deste mês com um álbum que ficou um pouco aquém das expectativas quero terminar referindo o novo trabalho dos Mannequin Pussy, Perfect, que não entrou nas contas para os essenciais por ser apenas um EP, mas que merece consideração porque está de facto muito bom. Até ao próximo mês!

Artigo de álbuns essenciais de junho

Foundation estreia na Apple TV+ a 24 de setembro

A ambiciosa adaptação de Isaac Asimov recebe um novo trailer e data de estreia.

Setembro prepara-se para levar até à Apple TV+ um dos projetos de ficção científica mais ambiciosos dos últimos tempos: a adaptação da célebre obra de Isaac Asimov, Foundation.

Com 10 episódios, Foundation recebeu agora um trailer e uma data de lançamento para dia 24 de setembro, altura em que iremos viajar até um futuro distante, com uma história que transcende gerações e onde vamos acompanhar a iminente queda do Império Galáctico.

A série está a ser produzida por David S. Goyer, responsável pelo sucesso de The Dark Knight e Man Of Steel, e conta com um elenco composto por Jared Harris, Lee Pace, Lou Llobell, Leah Harvey, Laura Birn, Terrence Mann, Cassian Bilton, Alfred Enoch, entre outros.

No dia de estreia, 24 de setembro, Foundation terá logo três episódios disponíveis no serviço de streaming da Apple, com os restantes a estrearem às sextas-feiras.

Parque Canino da Quinta do Anjo é o primeiro no concelho de Palmela

A utilização é livre.

Há um novo motivo para levarem os vossos patudos até à Quinta do Anjo. É que está agora instalado nas Colinas da Arrábida, junto à Horta Comunitária, o Parque Canino da Quinta do Anjo, que é também o primeiro do género no concelho de Palmela.

Este é o primeiro de uma rede de equipamentos desta natureza que o município pretende instalar no concelho, em resposta à necessidade que vinha sendo identificada pela população, reconhecendo que as preocupações com o bem-estar animal são sinónimo de desenvolvimento social.

Nesse sentido, o Presidente do Município anunciou a conclusão do projeto para criação de um parque de recreio junto ao CROA, em Palmela, que será, também, ampliado com um novo espaço de gatil e sala de cirurgia, e o estudo para um parque destinado às matilhas recolhidas, que necessitam de uma abordagem diferenciada.

Sobre o conceito dos Parques Caninos, Álvaro Amaro explicou que o primeiro equipamento desta natureza surge, precisamente, em Quinta do Anjo devido à sinergia estabelecida com a Junta de Freguesia, que ficou responsável pela gestão do espaço. A Junta criou, no presente mandato, um pelouro dedicado ao bem-estar animal e tem trabalhado em grande proximidade com o CROA e associações protetoras dos animais.

Com capacidade máxima para dez animais, em simultâneo, o Parque Canino da Quinta do Anjo conta com cinco equipamentos de agility (barreira de salto simples, rampa de escalada, postes de slalom, rampa percurso e roda de salto), bebedouros para pessoas e animais, uma papeleira, dispensador para recolha de dejetos e uma área de estadia para pessoas. A utilização é livre.

Em breve, será também inaugurado o Parque Canino de Pinhal Novo.

Asus revela um novo monitor ROG para a Xbox

Conheçam o ROG Strix XG43UQ Xbox Edition.

A Asus Republic of Gamers tem um novo monitor a pensar nos jogadores Xbox da nova geração.

Com a experiência Xbox Series X|S em mente chega-nos o ROG Strix XG43UQ Xbox Edition, um novo monitor que foi desenvolvido em parceria entre a Xbox e a Asus com o objetivo de elevar a experiência de jogo para um novo patamar, tirando partido de algumas das características únicas da Xbox Series X|S.

O monitor ROG Strix XG43UQ Xbox Edition tem 43 polegadas, é 4K, suporta HDR com um brilho máximo de 1000 nits, apresenta uma taxa de atualização de 360Hz e tira partido da mais recente tecnologia mini LED.

ASUS ROG Xbox

O que torna este monitor tão especial para os utilizadores de Xbox, além das vantagens que as suas características já oferecem, é a existência de uma ligação HDMI 2.1, que permite experiências em verdadeiro 4K com taxas de atualização de 120Hz, e uma porta DisplayPort 1.4, que permite 4K até 144Hz, perfeito para quem quiser explorar (por exemplo) o catálogo do Xbox Game Pass no PC.

Outra característica que promete tornar a experiência Xbox ainda melhor é a existência de um modo calibrado de propósito para a Xbox, de forma a conseguirmos as cores e os tons mais precisos nos jogos da Xbox Series X|S.

Com tecnologias de ponta temos sempre preços altos, e o ROG Strix XG43UQ Xbox Edition, mais do que investimento, é um compromisso para os jogadores de Xbox. Chega ao mercado por 1629€.

Análise – Flama 4902FL

Nunca fizemos panquecas tão boas.

Quem não adora comer uma deliciosa panqueca logo pela manhã? Nós adoramos, e foi por isso mesmo que recebemos para teste a máquina de panquecas Flama 4902FL. E uma coisa é certa: vale bem a pena o vosso investimento.

Ao tirarmos a Flama 4902FL da caixa, desde logo percebemos que esta é uma máquina com um aspeto muito simples, mas ainda assim cuidado. É aquele tipo de aparelhos para usar não só por casa, mas também em casas de campo e quartos de hotel.

Ligando a máquina pela primeira vez, reparamos que demora algum tempo até estar pronta para a cozedura. São dois minutos de pré-aquecimento, para sermos mais precisos. Este é um procedimento que se repete a cada vez que ligam a máquina, e que, a nosso ver, é o único ponto negativo. Se esse tempo fosse reduzido em metade, possivelmente não nos daria aquela sensação da fase de preparação ser algo “lenta”. Já o final da contagem é assinalado com um sinal sonoro – a máquina emite um bip três vezes para alertar que o pré-aquecimento terminou -, sendo uma preciosa ajuda para os cozinheiros mais distraídos.

A partir daí, é prestar atenção ao display LED da 4902FL, o ponto mais forte da máquina e que nos permite regular o tempo de cozedura através de dois botões (podem aumentar ou diminuir a contagem de 30 em 30 segundos), sendo que o mínimo para confecionar são 30 segundos e o máximo uns demorados 10 minutos.

É também importante referir que o aparelho tem duas concavidades para a confecção das panquecas/snacks, ambos com revestimento antiaderente, o que permite minimizar a utilização de gorduras e facilitar a limpeza do equipamento. Esta é um grande vantagem comparativamente a outras maquinas que já testámos de difícil limpeza, já que, nesses casos, escorria massa para zonas de difícil acesso, algo que nunca aconteceu com a máquina de panquecas da Flama. Já a pega antitérmica, que nos permite abrir e fechar a máquina, é também muito fácil de manusear.

No geral, é uma máquina muito intuitiva e facilmente conseguimos cozinhar qualquer tipo de panquecas ou snacks. Para que não faltem ideias, a Flama traz também um livro de receitas de panquecas e snacks que podem fazer nas mais variadas ocasiões.

Nós optámos por fazer umas deliciosas panquecas e garantimos que o resultado superou as nossas expectativas: panquecas fofas, altas e perfeitamente cozinhadas. Ficámos especialmente deslumbrados com a textura, que ficou no ponto. Bastou verter a massa, programar para confeccionar durante dois minutos, esperar – a máquina emite um som cinco vezes para informar que a cozedura ficou concluída – e devorar. Nada mais fácil.

Se quiserem cozinhar outra fornada, basta fechar tampa e aguardar até que a luz “ready” acenda. Depois é repetir o processo.

No entanto, convém ter em atenção que não devem sobrecarregar as concavidades – 1/3 do vosso preparado é a quantidade máxima de massa que devem colocar para cozinhar bem.

Experimentámos fazer também uma omelete com queijo, atum e coentros. Mais uma vez, ficou divinal.

Não temos muito mais a dizer, a não ser o facto que não devem, de forma alguma, utilizar utensílios de metal, pois estes podem danificar o revestimento antiaderente. A marca também aconselha a untar as concavidades ocasionalmente com óleo vegetal para evitar aderência e facilitar a limpeza, algo que só devem fazer após o pré-aquecimento.

Concluindo, a Flama 4902FL é uma belíssima compra (PVP 44.99€) para quem quiser garantir a perfeita confecção de panquecas ou snacks. Da nossa parte, nunca fizemos panquecas tão boas.

Recomendado

Este dispositivo foi cedido para análise pela Flama.

Dois programas para desfrutar ao ar livre no Seixal

Roteiros que prometem proporcionar um dia verdadeiramente memorável aos visitantes deste município.

A Entidade Regional do Turismo da Região de Lisboa preparou um roteiro com as melhores sugestões para desfrutar ao ar-livre, desta vez, na cidade do Seixal.

A primeira sugestão é o Moinho da Maré de Corroios. Edificado em 1403 por iniciativa de Nuno Álvares Pereira, constitui um exemplo do aproveitamento da energia das marés, cuja aplicação à atividade da moagem se generalizou noutros tempos no estuário do Tejo. Este Moinho, conhecido também por Moinho do Castelo, oferece a todos os visitantes uma exposição de longa duração denominada 600 Anos de Moagem. No horário de verão, podem visitar de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h, e aos sábados e domingos, neste caso entre as 14h30 e as 18h30.

Em plena baía do Seixal encontra-se a segunda sugestão para conhecer perto da Natureza, mais precisamente no estuário do Tejo. A Rota Barcos do Tejo apresenta-se como o plano perfeito para uma tarde de lazer, uma vez que a Câmara Municipal do Seixal adquiriu e preservou duas embarcações tradicionais para usufruto de visitantes: o varino “Amoroso” (lotação máxima de 30 passageiros) e o bote de fragata “Baía do Seixal” (lotação máxima de 10 passageiros).

Estas duas embarcações, outrora utilizadas no transporte de mercadorias entre as margens do estuário do Tejo, são atualmente utilizadas em passeios e outros eventos, permitindo aos visitantes uma vista única sobre o Seixal, mas também sobre Lisboa.

Para mais informações sobre esta Rota Barcos do Tejo, podem enviar um email ou ligar para o Posto de Turismo (212275732).

White Shell. Novo empreendimento turístico com vistas deslumbrantes para o mar abre no Algarve no início de julho

Propriedade da Vanguard Properties, o projeto é gerido pela Amazing Evolution e apresenta um conceito assente na sustentabilidade.

Querem ir de férias para o Algarve, mas ainda não tinham encontrado um apartamento que vos desses excelentes vistas para o mar e que estivesse a apenas alguns metros da praia? Há agora uma nova solução.

Trata-se do White Shell, um empreendimento turístico que está prestes a abrir na região do Algarve, nas imediações da pacata vila de Porches. Composto por 55 Vilas de diversas tipologias – de T1 a T3 – que apresentam uma arquitetura simples e contemporânea, o White Shell promove uma vivência tranquila aos seus hóspedes e está implantado em torno das piscinas exterior e interior – esta última aquecida – envolvidas por um extenso prado e relvado, onde também se encontram vários espaços de lazer: um campo multidesportos de padel e ténis, um parque infantil e também um complexo que inclui piscina interior, sauna, ginásio e SPA.

O White Shell, como o nome indica, foi desenhado num formato de concha, com inspiração nas formas orgânicas da natureza, reforçando assim o conceito de sustentabilidade, um dos pilares do projeto. Os espaços exteriores foram concebidos de forma a respeitar a fauna e flora locais e os espaços pedonais foram pensados para potenciar as soluções de mobilidade mais ecológicas: disponibiliza bicicletas elétricas para que os hóspedes, querendo, possam circular no seu interior e um parque de estacionamento privativo no subsolo com postos de carregamento para viaturas elétricas, por forma a evitar a circulação de veículos no resort.

Tem ainda bugies elétricos de apoio aos clientes, para transportar as bagagens dos hospedes aos apartamentos. Para minimizar a pegada ecológica, também a decoração das Vilas foi realizada com materiais sustentáveis e privilegiando a luz natural.

Para além dos serviços já referidos, o empreendimento turístico de cinco estrelas conta com um restaurante cujo conceito está assente na promoção de uma alimentação equilibrada. Trata-se de um espaço amplo e luminoso, com esplanada aberta para a piscina e oferece uma carta diversificada, com opções tradicionais e outras mais irreverentes, sem esquecer as propostas vegetarianas. Muitos dos ingredientes utilizados na cozinha do restaurante White Shell são colhidos ao momento, diretamente da sua horta, promovendo uma maior frescura e sabor às receitas disponíveis na carta. Atualmente, o restaurante serve pequenos-almoços, brunchs, almoços, lanches e snacks ligeiros a hóspedes ou clientes que visitem o espaço.

Para descontrair, desfrutar de uma bebida e contemplar a vista sobre todo o aldeamento – tendo sempre o mar como horizonte – o White Shell Rooftop Bar promete ser o local perfeito. Este espaço funciona todos os dias até às 22h30.

O valor de uma estadia para duas pessoas vai desde os 205€ em época baixa e os 285€ em época alta, em apartamentos T1. Podem consultar todos os detalhes no site oficial.

Terminal 2 do Aeroporto de Lisboa reabre com melhorias no início de julho

A retoma da operação no T2 irá permitir recuperar o normal funcionamento das companhias aéreas que aí desenvolvem a sua atividade.

Com o aumento de tráfego, ainda que reduzido comparado com valores de 2019, a ANA Aeroportos de Portugal decidiu proceder à reabertura do Terminal 2 do Aeroporto de Lisboa no próximo dia 1 de julho.

A ANA informa todos os passageiros que o check-in e embarque das viagens marcadas a partir das 4H da manhã do dia 1 de julho, através das companhias áreas Blue Air, EasyJet, Norwegian, Transavia e Ryanair, serão efetuadas no T2, pelo que devem deslocar-se para este Terminal. Os passageiros com voo marcado com a Wizzair devem verificar, com a companhia aérea, qual o terminal de embarque.

Durante o período em que este Terminal esteve sem atividade comercial, a ANA teve oportunidade de iniciar intervenções de melhoramento e modernização do T2, nomeadamente, a expansão da área de embarque Non-Schengen, a reformulação e ampliação de instalações sanitárias e a criação de uma nova área de espera

Também em parceria com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, estarão disponíveis cinco egates de controlo de fronteira, de última geração, para passageiros maiores de idade, com passaporte eletrónico europeu ou cartão de cidadão português.

A retoma da operação no T2 irá permitir recuperar o normal funcionamento das companhias aéreas que aí desenvolvem a sua atividade, assegurando as necessárias condições de segurança sanitária aos passageiros.

Recorde-se que os voos comerciais estavam suspensos no Terminal 2 do Aeroporto Humberto Delgado desde 30 de março de 2020.