Além de uma atualização da receita, as garrafas trazem agora códigos QR que permitem aceder a várias receitas de cocktails.
Existe desde 1975, tem uma gama composta por mais de 40 sabores e sempre foi conhecida pelos seus verdadeiros sabores a frutas, ervas e especiarias. Falamos, naturalmente, da Bols, que foi alvo de um relançamento a nível mundial e que faz agora chegar a Portugal algumas novidades.
Para já, a receita destes licores foi atualizada, passando a incluir botânicos naturais, o que fez enriquecer o sabor. A outra novidade passa pelo facto de a Bols ser a primeira marca de cocktails a lançar um código QR nas garrafas que, ao digitalizar, permite aceder facilmente a enumeras receitas do Bols Cocktails Gallery. Este portal online contém tutoriais e receitas de cocktails que variam de grau de dificuldade, de forma a inspirar o consumidor a criar os seus próprios cocktails, criando bebidas com menos álcool, menos calorias e um sabor naturalmente delicioso.
Para além disto, a garrafa também foi atualizada com um visual mais premium. O novo logótipo é inspirado na caligrafia de Amesterdão e nos logótipos centenários da marca.
Em Portugal, a marca Bols é distribuída pela Primedrinks.
Há escapadinhas, expedições, circuitos e até programas de voluntariado.
“Precisamos de um Planeta são para viver e para viajar e o Turismo tem um papel determinante na sustentabilidade. Por isso decidimos iniciar um processo de transformação e melhoria nas viagens, criando um segmento dedicado a este objetivo.” É desta forma que a Top Atlântico começa por vender o seu novo projeto Top Atlântico+Planeta, programas de viagem que incorporam e privilegiam fatores que pretendem contribuir para uma maior sustentabilidade.
O objetivo deste Top Atlântico+Planeta passa por:
Privilegiar sempre o recurso a fornecedores locais que contratem trabalhadores locais, promovendo a economia dos lugares;
Incluir visitas aos mercados locais onde os viajantes possam fazer compras que alimentem e promovam os comerciantes e comunidades locais;
Incorporar componentes formativas e de sensibilização à preservação da natureza e das espécies;
Visitas a parques naturais, cujo preço da entrada contribui para projetos de conservação;
Visitas ou interação com as comunidades, participando em projetos que contribuam para o desenvolvimento local e ou ensinem os viajantes sobre a cultura e património a preservar.
Adicionalmente, todas as viagens contribuirão com a plantação de árvores ao abrigo do programa Criar Bosques da Quercus.
Há escapadinhas, expedições, circuitos e até programas de voluntariado.
É atualmente um dos maiores nomes da pop a nível mundial e a sua vinda a Portugal em nome próprio somente ainda não se tinha proporcionado devido à pandemia mundial que ainda atravessamos. Falamos, claro, de Dua Lipa, que vai trazer às maiores salas do país a Future Nostalgia Tour.
Os concertos marcados para 5 de junho de 2022, na Altice Forum Braga, e no dia seguinte, 6 de junho de 2022, na Altice Arena, em Lisboa. Como o nome da tour indica, a artista virá apresentar os temas do mais recente disco, Future Nostalgia, mas sem esquecer as faixas do álbum homónimo de estreia, de 2017.
Quanto aos bilhetes, são postos à venda dia 2 de julho e variam consoante o local. Para Braga, vão desde os 40 aos 60€. Para Lisboa, vão dos 35 aos 60€. Para ambos os concertos, estarão também à venda pacotes VIP que, além do acesso ao concerto, dão ainda acesso a várias outras regalias.
Inspirada na história do primeiro narcosubamarino interceptado na Europa, a série inicia brevemente rodagem em Espanha e Portugal.
Na semana passada, a Amazon Prime Video anunciou que, num futuro próximo, será a casa de uma nova co-produção luso-espanhola, isto é, que terá mão de portugueses e espanhóis. Falamos de Operação Maré Negra, que ainda não tem data de estreia.
A série conta com realização do espanhol Daniel Calparsoro (Hasta el Cielo, Combustión, Invasor) e co-realização do português João Maia (Variações, Casos da Vida, One-way Ticket). A rodagem desta impressionante história verídica sobre a operação policial homónima que interceptou o primeiro submarino da Europa dedicado ao tráfico de estupefacientes, com mais de 3 mil quilos de cocaína a bordo, arrancará brevemente entre Espanha e Portugal, pela mão das Ficción Producciones em colaboração com a portuguesa Ukbar Filmes, uma das produtoras mais internacionais do país, e participação da RTP.
A série transporta-nos até novembro de 2019, quando um submergível artesanal atravessa o Oceano Atlântico com três toneladas de cocaína. Lá dentro, três homens sobrevivem a tormentas, correntes, avarias, fome, discussões e a uma constante pressão policial. Ao comando está Nando, um jovem galego, marinheiro e campeão de boxe amador sem recursos económicos, que se vê obrigado a procurar outros meios para ganhar a vida.
A nova série Amazon Exclusive terá quatro episódios de 50 minutos, com argumento de Patxi Amezcua e Natxo López.
F9: The Fast Saga leva as suas sequências de ação absurdamente ridículas a níveis inacreditavelmente intoleráveis, tudo enquanto tenta contar uma história demasiado longa, confusa e nada criativa em torno de um dos clichés mais genéricos do cinema.
Sinopse:“Dom Toretto (Vin Diesel) leva uma vida tranquila, longe de tudo, com Letty (Michelle Rodriguez) e o seu filho, o pequeno Brian. Mas todos sabem que para lá do horizonte pacífico, o perigo está sempre à espreita. Desta vez, esta ameaça vai forçar Dom a enfrentar os pecados do seu passado para conseguir salvar aqueles que mais ama. A sua equipa volta a unir-se para travar um plano que vai chocar o mundo, liderado pelo melhor condutor e maior assassino que alguma vez encontraram: Jakob (John Cena), o irmão abandonado de Dom.”
Ação é um daqueles géneros que acredito firmemente ter um lugar para cada tipo de filme. Desde lutas incrivelmente coreografadas e sequências de vida-ou-morte de fazer cair o queixo até sequências ridiculamente sem lógica e irrealistas, defendo que não existe um filme “automaticamente mau” baseado no estilo de ação. A franchise Fast & Furious não começou exatamente como uma saga admitidamente “parva” no que toca às suas perseguições de carros e combate homem-a-homem. No entanto, com o passar do tempo, a seriedade e o realismo foram desaparecendo cada vez mais – se é que existiu algum, para começar. A saga chegou a um ponto em que os espectadores aceitaram a sua tradicional suspension of disbelief como um requisito obrigatório para realmente desfrutar do potencial dos filmes como blockbusters para esvaziar baldes de pipocas.
Apesar de estar longe de ser um fã destas películas, não sou sinto um ódio de qualquer tipo. Na verdade, considero sagas como esta bastante úteis e necessárias para que as pessoas possam escapar dos seus problemas do mundo real. Por mais que quem não goste da franquia admita o seguinte ou não, The Fast Saga – como também é referida – é financeiramente bem sucedida, o que significa que os espectadores continuam a ir aos cinemas para assistir a estes filmes, mesmo após duas décadas. Pessoalmente, apenas aprecio genuinamente Fast 5, Fast & Furious 6 e Furious 7, ao passo que as sequelas restantes vão de desastres absolutos a filmes de ação algo nada memoráveis e inofensivamente tontos. Entrei no cinema para F9: The Fast Saga mentalmente preparado para testemunhar cenas desafiadoras das leis da física e personagens a sobreviverem a situações impossíveis…
Mas este filme supera todos os meus níveis de tolerância por uma grande margem. De todos os filmes de F&F, este é o que fica mais perto de ser um desenho animado em imagem real, e não escrevo isto de forma positiva. Desde carros conduzirem verticalmente através de uma ponte em colapso a personagens que se tornam astronautas da maneira mais chocante e estupidamente possível, Justin Lin não mostra nenhum sinal de se importar com o equilíbrio ou estabelecer um limite para a ação absolutamente ridícula. Até agora, os outros filmes iam misturando. Algumas cenas eram mais malucas que outras, mas durante uma sequência inteira, ainda era possível encontrar momentos de excelente ação com um trabalho de proeza notável. Basicamente, conseguia aceitar melhor estas cenas, pois a parte menos lógica da ação era apenas um momento e não a sequência completa.
Ao contrário dos seus antecessores, F9 pega nas ideias mais absurdas sobre como uma cena de ação deve ser apresentada e espalha-as por perseguições de carros, tiroteios, lutas e muito mais por longos minutos. Todos os segundos destas sequências pedem aos espectadores para desligarem os seus cérebros. Se conseguirem fazer isso durante a maior parte do tempo de execução de duas horas e meia, então provavelmente serão capazes de desfrutar deste filme. Infelizmente, esta última longa-metragem estica a capacidade de acreditar para lá dos níveis razoáveis, mesmo para os padrões da franquia. Tenho dificuldades em recordar-me de uma única cena de ação que realmente me tenha surpreendido, o que pode ser um efeito secundário de toda a absurdidade, incluindo a narrativa confusa e atrapalhada.
Todos os pontos de enredo que abordo nos próximos parágrafos são mostrados na sua totalidade no primeiro trailer oficial, logo é quase impossível revelar qualquer informação importante que seja sobre este filme. Recomendo fortemente não assistir a nenhum trailer se não pretendem ver toda a história ser resumida em três minutos, incluindo plot twists e revelações supostamente surpreendentes. Dito isto… a linha narrativa cliché do “irmão perdido” não só prova que os argumentistas estão a ficar sem material novo e criativo para fazer mais filmes, mas também impacta negativamente o traço de personalidade mais importante do protagonista. Durante 20 anos, Dom foi desenvolvido como o “homem de família” perfeito, a pessoa que coloca a sua família acima de tudo. O próprio lema da saga e a mensagem geral são sobre família. Penso ter dado para perceber que a palavra-chave aqui é “família”…
Bom, Dom ter um irmão (John Cena) nunca antes mencionado não seria fácil vender aos espectadores, mas Daniel Casey e Lin são parcialmente capazes de justificar a sua separação com uma história convincente. No entanto, à medida que a exposição e os flashbacks ficam mais pesados, o seu passado torna-se menos interessante. No final, olhando para tudo o que aconteceu e como Dom foi desenvolvido ao longo destes anos, simplesmente não acredito que tenha passado todo este tempo ignorando o seu irmão mais novo por algo que ultimamente deixa a personagem de Vin Diesel retratada como alguém que contradiz a sua evolução até então. Adicionar mais dois antagonistas – Cipher de Charlize Theron e Otto de Thue Ersted Rasmussen – só torna tudo mais confuso.
De seguida, temos a situação de Han (Sung Kang). Trazer de volta uma personagem que morreu num capítulo anterior é sempre um grande risco em qualquer franquia. A menos que exista uma explicação infalível que suporte o regresso da personagem, esta decisão pode realmente prejudicar não só este filme, mas também o impacto emocional dos seus antecessores. Infelizmente, a história por trás do que realmente aconteceu em Tóquio é tão absurda quanto a ação geral. Como se a desculpa preguiçosa e inacreditável não fosse suficiente, o papel de Han neste filme é totalmente irrelevante. Não havia absolutamente nenhuma necessidade de trazê-lo de volta para contar esta narrativa, fazendo com que a personagem e todo o subplot para o encontrar seja tempo inútil adicionado à duração já “inchada”.
Honestamente, não sei se os fãs vão gostar de F9 ou não, mas ficaria surpreendido se terminasse como um dos seus favoritos. Obviamente, o orçamento gigante ajuda a oferecer um valor de produção espetacular com filmagens no local em diferentes países. No geral, é bem filmado com excelentes visuais e produção sonora, por isso, possui tudo aquilo que o espectador comum gosta de ver no grande ecrã. Os membros do elenco que regressam partilham uma química palpável, embora as cenas de Vin Diesel com John Cena não sejam exemplares de boas atuações…
F9 leva as suas sequências de ação ridiculamente absurdas a níveis intoleravelmente inacreditáveis, tudo enquanto tenta contar uma história demasiado longa, confusa e nada criativa em torno de um dos clichés mais genéricos do cinema. Justin Lin ignora o pouco equilíbrio que a saga ainda possui em filmes anteriores, entregando momentos absurdamente parvos ao longo de vários minutos, ao contrário de ter uma cena de ação algo aceitável com a necessidade ocasional de “desligar o cérebro” numa situação específica.
Daniel Casey e Lin também são incapazes de criar uma narrativa cativante sobre o irmão perdido de Dom, prejudicando anos de desenvolvimento de personagem do papel de Vin Diesel. Trazer Han de volta foi tão desnecessário quanto a explicação pouco convincente para o seu regresso, afetando não só o ritmo e o longo tempo de execução deste filme, mas também o peso emocional dos antecessores. Os membros do elenco original e o valor de produção excecional são suficientes para evitar que este filme seja um desastre autêntico.
Se forem capazes (realmente) de aceitar tudo o que apareça no ecrã por mais de duas horas, pode ser um momento de pura diversão tonta no cinema. No entanto, mesmo para fãs da saga Fast & Furious, duvido que este filme termine como um dos favoritos.
Estamos quase a bater na marca de um ano desde que a prova rainha do desporto automóvel vê os seus Grandes Prémios acontecerem com restrições devido à pandemia de SARS-CoV-2. Quase um ano depois estamos de volta à Áustria, desta vez para o Grande Prémio da Estíria, para ver o Red Bull de Max Verstappen a ter uma vantagem soberba sobre o segundo classificado, Lewis Hamilton.
Um sábado animado onde Max Verstappen conseguiu a pole position, seguido de Lewis Hamilton, Lando Norris, Sergio Pérez e Valtteri Bottas. George Russell, da Williams Mercedes, conseguiu um excelente P10 depois de Yuki Tsunoda ter sido penalizado por atrapalhar Bottas numa volta rápida durante a qualificação. Estava tudo pronto para uma corrida que se esperava, pelo menos na minha cabeça, animada e com boas hipóteses de lutas interessantes na frente, bem como a meio da tabela, com Russell a ter uma excelente oportunidade para pontuar pela primeira vez ao volante do seu Williams.
Volta 1. Curva 1. Curva 2. Curva 3. Charles Leclerc com dano na asa frontal após ter danificado por completo o pneu, e parte da suspensão, traseiro esquerdo de Pierre Gasly (obrigando o francês a não completar mais do que uma volta). Ricciardo está em P9, Tsunoda em P10 e Russell em P8 e a aguentar-se bem. Leclerc já parou e Latifi pára também o seu Williams depois de ter ficado com alguns danos no carro… enquanto isto, os cinco da frente continuam na mesma posição em que estavam, mas com Max e Hamilton a ganharem alguma vantagem aos restantes três carros logo após as primeiras voltas.
Foi na volta 7 que reparei, pela primeira vez, que a corrida ia, quase de certeza, cair para o lado da Red Bull e de Max Verstappen. Passadas sete voltas, Pérez até podia estar ainda a tentar passar Lando Norris, mas Max Verstappen já levava 2.746 segundos de vantagem para o rival Lewis Hamilton. A velocidade era tanta lá para a frente que Latifi, um dos primeiros pilotos a parar, foi também o primeiro a ser dobrado por Max, que continuava a voar baixinho.
Salto para a volta 13 para vos contar que, por esta altura, existiam duas corridas. A de Max com Hamilton, bem lá na frente. Mais atrás tínhamos os outros carros que iam lutando para conseguir uma melhor posição, mas nunca para ganhar a corrida. Lando Norris já tinha deixado passar o Red Bull e o Mercedes e estava agora em P5, talvez para conseguir aguentar os pneus iniciais por um maior número de voltas. Já Russell estava a fazer a corrida da sua vida ao volante de um Williams e, na volta 22, continuava em P8 a conseguir apertar Fernando Alonso e a sua P7, ao mesmo tempo que conseguia defender a sua própria posição dos ataques do japonês da AlphaTauri.
No entanto, numa altura em que Verstappen já leva mais de 5 segundos de vantagem para Lewis Hamilton, Russell parou para meter pneus de composição dura, e o que parecia ter sido uma má paragem revelou ser muito mais que isso, pois uma volta depois o piloto da Williams pára novamente. E se já parecia mau ficou ainda pior, quando na volta 39 parou de vez. Problemas no carro levam o britânico a desistir do Grande Prémio da Estíria quando já tinha visto a desaparecer a sua hipótese de pontuar pela primeira vez ao volante do Williams Mercedes.
Depois do drama de Russell e de todos os segundos que Hamilton vai perdendo para Verstappen, lá temos notícias que podem agradar à Mercedes. Pérez pára e a Mercedes responde de seguida ao mandar parar Bottas. Com a resposta rápida da construtora alemã (ao contrário do que aconteceu no último Grande Prémio), o piloto finlandês consegue ganhar posição em pista e passar para P3, ajudando assim a equipa na luta pelo campeonato de construtores. Conseguir P2 e P3 não é ideal, mas é claramente melhor que ter ambos os pilotos a perder pontos para os seus concorrentes diretos.
Durante algumas voltas parecia que Hamilton estava a gostar dos pneus de composição dura. Parecia até que estava a ganhar tempo a Max Verstappen, mas não. Foi tudo fogo de vista. 21 voltas para o fim e Max leva 6.5 segundos de vantagem. Na volta 56, o ritmo do holandês era tanto que já tinha dado uma volta de avanço a Lando Norris (P5).
Pérez pára pela segunda vez e sai da pit com pneus de mistura média numa clara tentativa de conseguir roubar a volta mais rápida a Hamilton e, assim, dar mais um ponto à sua Red Bull neste Grande Prémio da Estíria. O mexicano consegue e Hamilton já está 10 segundos atrás de Max Verstappen, isto numa altura em que também faltam 10 voltas para o fim.
Volta a volta, a distância que o holandês levava para Hamilton era maior: 12 segundos, 14 segundos, 16 segundos… nada o ia parar, a vitória era para Max Verstappen. Com tempo suficiente para parar sem perder a P2 para Bottas, Lewis Hamilton e a sua equipa começavam, certamente, a pensar em parar para conseguir, pelo menos, aquele ponto extra da volta mais rápida. Mas esperaram, e esperaram, não fosse a chuva começar e uma paragem nas boxes, ou até um pião, ajudassem o britânico a conquistar o lugar mais alto do pódio.
Escusado dizer que tal não aconteceu e, no início da volta 70 (de 71), Hamilton lá parou para calçar pneus macios. A última volta foi uma festa para Max Verstappen. O piloto da Red Bull até se deu ao luxo de quase parar o carro ao lado da sua equipa que festejava antes do cruzar da meta (vejam no YouTube), tal era a vantagem que tinha. Para os pilotos da Mercedes, a última volta foi de pressão: enquanto Hamilton puxava ao máximo para conseguir a volta mais rápida, Valtteri Bottas teve que puxar, também ao máximo, para conseguir defender a sua P3, que era atacada por Sergio Pérez no Red Bull. No fim, Hamilton teve a volta mais rápida com 1:07.058 e Bottas segurou a P3… nem tudo é mau.
Dou ainda destaque aos problemas no carro de Ricciardo, que o fizeram terminar em P13 mesmo após início promissor, e ainda à fantástica corrida de Charles Leclerc que, mesmo após ter descido quase para último lugar, conseguiu subir até à 7ª posição, ficando assim nos lugares pontuáveis, mas atrás do seu colega de equipa, Carlos Sainz Jr., em P6. As posições menos más dos pilotos da Ferrari e o desaire de Daniel Ricciardo fazem com que a marca italiana continue perto da McLaren Mercedes na luta pelo 3º lugar do campeonato de construtores, isto numa semana em que a tabela classificativa não teve mudanças na classificação dos pilotos ou das equipas.
Campeonato do Mundo de Fórmula 1 – Top 10 por pilotos
Posição
Piloto
Equipa
Pontos
1
Max Verstappen
Red Bull Racing Honda
156
2
Lewis Hamilton
Mercedes
138
3
Sergio Pérez
Red Bull Racing Honda
96
4
Lando Norris
Mclaren Mercedes
86
5
Valtteri Bottas
Mercedes
74
6
Charles Leclerc
Ferrari
58
7
Carlos Sainz
Ferrari
50
8
Pierre Gasly
AlphaTauri Honda
37
9
Daniel Ricciardo
Mclaren Mercedes
34
10
Sebastian Vettel
Aston Martin Mercedes
30
Campeonato do Mundo de Fórmula 1 – Top 5 por equipas
Podem aproveitar para ver aquele anime que tanto querem sem pagar um cêntimo.
Já por várias vezes demos destaque à Crunchyroll, a maior plataforma legal no que a conteúdos anime diz respeito. Embora não seja fácil encontrar muitos animes devido a questões de licenciamento a Portugal, o que pode obrigar os utilizadores a optar por VPNs, o serviço de streaming tem animes para todos os gostos. E vai ficando com cada vez mais conteúdos.
Agora, e para celebrar o Crunchyroll Festival, evento online que aconteceu esta semana, eis que a plataforma está a oferecer por tempo limitado um acesso premium de 30 dias ao serviço sem que tenham de pagar um cêntimo. Basta seguir este link, preencher os dados necessários e aproveitar.
Esta promoção tanto funciona para contas já existentes como para quem ainda não abriu conta na Crunchyroll. Poderão ver os animes sem anúncios (a versão gratuita é especialmente “chata” nisso) e, em vários casos, em transmissão simultânea com a exibição original no Japão. Por norma, muitos animes ficam disponíveis no serviço logo uma hora após a transmissão japonesa.
Depois já sabem: ou começam a pagar o serviço ou desistem. Tão simples quanto isso.
De resto, aproveitamos para salientar que, além de ter anunciado cinco novos simulcasts esta semana, a plataforma fez ainda saber que três novas séries irão compor o line-up: Drug Store in Another World – The Slow Life of a Cheat Pharmacist, Remake our Life e My Next Life as a Villainess – All Routes Lead to Doom! X.
A Crunchyroll ainda tem mais novidades a caminho para esta temporada de verão.
Destina-se a homens e mulheres entres os 25 e os 45 anos cuja prática desportiva é periódica e outdoor e o estilo de vida saudável e sustentável.
A nível nacional existem cerca de 700 mil participantes de fitness, 33% dos quais estão localizados na zona da Grande Lisboa (cerca de 231 mil pessoas). 45,7% da população lisboeta adere ao fitness em ginásios e estúdios, não obstante no decorrer inicial da pandemia o mercado do fitness sofreu alterações radicais que levaram a adaptações profundas, mas também bastante benéficas, do ponto de vista do praticante.
Hoje em dia, e passado mais de um ano deste novo normal, cerca de 150 mil pessoas procuram uma alternativa aos ginásios tradicional. O mercado em si contará com um aumento estimado de mercado de cerca de 35 milhões de euros até 2024, a nível nacional, resultando numa franca oportunidade de crescimento e melhoria de serviços. Os dados são da Statista, empresa alemã especializada em estudos de mercado.
Foi a pensar nisto, mas não só, que o personal trainer Nuno Mendes, com perto de 20 anos de experiência na área do exercício e saúde, criou o projeto New Move, através da chancela New Me, cujo principal objetivo passa por quebrar os hábitos convencionais do treino em ginásios e procura um espaço outdoor, que será sempre itinerante com uma abordagem integrada e treino personalizado com o apoio de um atrelado.
O New Move é destinado a homens e mulheres entres os 25 e os 45 anos cuja prática desportiva é periódica e outdoor e o estilo de vida saudável e sustentável. O acompanhamento é totalmente personalizado, com um personal trainer, para além da existência de aulas de grupo, bem como uma terceira modalidade de utilização livre dos equipamentos em questão.
Para já, este projeto estará a decorrer nesta fase inicial até ao próximo mês de julho. Há treinos de segunda-feira a sábado, com zonas e horários específicos. Os preços também variam: para algo personalizado, o custo é de 35€ por treino. Já para aulas de grupo ou utilização livre dos equipamentos, o valor desce bastante: 5€ por treino.
Embora existam locais predefinidos para os treinos, como a zona do Parque das Nações, junto às docas Zona do Cafeína ou até no Estádio Nacional, as quartas-feiras são dias de local surpresa, pelo que devem ficar atentos às redes sociais do projeto.
Foi criado em 1994, foi o primeiro parque aquático do Norte de Portugal e está integrado num complexo turístico com mais de 44.000 metros quadrados. Falamos, naturalmente, do Parque Aquático de Amarante, o maior parque aquático de montanha da Península Ibérica, que acaba de reabrir portas para mais uma temporada.
Localizado na encosta norte do rio Tâmega, o Parque Aquático de Amarante oferece, para além de uma envolvente beleza natural, as condições ideais para desfrutar de um dia em cheio em família ou entre amigos este verão.
Para esta época, além da piscina para adultos, pistas rápidas e múltiplas, e um escorrega onde é tudo escuro por dentro, há uma série de novas atrações para 2021.
Por exemplo, podem agora contar com um novo espaço verde, pelo que poderão aproveitar para se bronzearem com vista para o Tâmega. Há também o Sapo, um novo escorrega para os mais jovens; o 4Slide, um escorrega com uma cascata e quatro rampas, feito também a pensar nos mais pequenos; e uma piscina de ondas.
Porém, o que se destaca mesmo é o trio Aquatube, Space Hole & Compact Slide. O Aquatube é um escorrega com mais de 95 metros que vos leva numa descida por um tubo que é aberto em algumas fases do percurso e fechado noutras. Já o Space Hole é um escorrega com 65 metros que, no final do percurso, apresenta uma espécie de caldeirão que vos fará rodopiar como nunca. Por último, o Compact Slide é o mais rápido de todos os escorregas: tem 94 metros de comprimento e um percurso totalmente aberto.
O Parque Aquático de Amarante está a funcionar todos os dias, das 10h às 19h, e os preços variam consoante o mês. Aproveitem enquanto podem, pois o encerramento da nova temporada está marcado para 18 de setembro.
Andavam à procura de um complemento perfeito para um pôr de sol com amigos ou uma noite quente de verão? Então este vinho é o indicado.
É o 3.000 Rosas e surge de uma homenagem a Baron Bodo von Bruemmer, fundador da marca Casal Sta. Maria. Quando a sua esposa faleceu em 1994, Bruemmer plantou pelos jardins da quinta mais de 3.000 rosas. Hoje, estas rosas surgem eternizadas num vinho rosé leve e refrescante que homenageia não só o seu fundador, mas também o amor eterno.
Este rosé foi produzido com uma visão muito clara: uma bebida leve, com tom rosado, que nos remete para os finas de dias veranis e que, de alguma forma, complementa de forma ideal o já famoso vinho rosé Mar de Rosas.
Com notas frutadas, o aroma base de pêssego salienta outros aromas exóticos, criando um vinho que se torna fácil de beber e com baixo nível de álcool (12,5%).
Pelas características, rapidamente se percebe que o 3.000 Rosas é direcionado a um público mais jovem. O PVP é de 13,50€.
Coimbra é o único município da Comunidade Intermunicipal que não terá em funcionamento este serviço.
Esta semana, a Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, afirmou que o SIT Flexi (Transporte Flexível a Pedido), transporte de passageiros a pedido, vai ser implementado até agosto por 18 dos 19 municípios da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra.
“Permite às pessoas ter transporte no dia em que necessitam e para o local onde necessitam com um telefonema”, disse a Ministra aquando da apresentação do projeto.
O objetivo principal é o de colmatar limitações ao nível do acesso ao transporte público convencional, oferecendo acessibilidade em territórios de baixa densidade.
Coimbra é o único município da Comunidade Intermunicipal que não terá em funcionamento este serviço que, para ser utilizado, requere a realização de uma reserva até às 15h do dia anterior à data do transporte pretendido.
O serviço garante ainda interoperabilidade com outros meios de transporte, integração com outros sistemas de informação e uma bilhética integrada.
O investimento é superior a dois milhões de euros.
Classificada como Imóvel de Interesse Municipal, a fábrica de conservas Pinhais, localizada na Avenida Menéres, em Matosinhos, que completou, em 2020, 100 anos de vida, mantém o processo de produção artesanal, empregando 135 colaboradores/as. Isto mesmo após a venda à empresa austríaca Glatz, que fez questão de manter o método de fabrico tradicional.
Para este ano, a fábrica tem um grande projeto a ficar concluído em breve: um museu vivo dedicado à indústria conserveira.
O espaço contará a história da indústria conserveira e pretende contribuir para a sustentabilidade e valorização da indústria conserveira de Matosinhos.
Os visitantes, incluindo os cidadãos com mobilidade reduzida, poderão acompanhar todo o processo de produção, participar em provas de degustação e empapelar a sua própria lata. O espaço terá loja, sala de cinema, serviço educativo, bistrô, entre outras novidades.
Caso as obras não atrasem, o que costuma ser bastante recorrente neste tipo de projeto, o Museu da Conservas Pinhais deverá abrir algures nos próximos meses na cidade de Matosinhos.
O investimento, superior a dois milhões de euros, conta com um financiamento comunitário superior a 900 mil euros.
Porém, e como é um projeto de grande dimensão, foi necessário dividir o projeto por fases, pelo que esta primeira intervenção de valorização do espaço natural reporta-se à parte da horta biológica e do pomar.
Foi no passado dia 19 de junho que a Câmara Municipal de Valongo inaugurou o novo Parque de Lazer do Leça em Ermesinde, novo espaço verde que vai valorizar as margens do rio Leça.
“Estamos a disponibilizar à comunidade equipamentos de lazer de elevada qualidade e acessíveis para todos, onde as pessoas de todas as idades poderão usufruir da vida ao ar livre e dos seus comprovados benefícios para a saúde física e mental”, disse o Presidente da Câmara Municipal de Valongo, José Manuel Ribeiro, aquando da inauguração.
Mas como este é um projeto de grande dimensão, o que obrigou ao respetivo faseamento, esta primeira intervenção de valorização do espaço natural reporta-se à parte da horta biológica e do pomar.
Pretendeu-se com esta obra criar um espaço dedicado à estadia e à prática de agricultura, bem como desenvolver espaços de recreio passivo com o desenvolvimento de uma horta intergeracional e inclusiva com plantas hortícolas, aromáticas e de flor e de um pomar com árvores frutícolas.
Além da conclusão desta primeira fase, foram também inaugurados recentemente outros dois espaços no concelho de Valongo: o Parque de Lazer da Lomba e a requalificação do Largo do Passal, ambos em Sobrado.
Com capacidade para administrar cerca de 1.200 doses diárias.
Face à “evolução da pandemia” em Lisboa, “é cada vez mais importante darmos força a duas linhas de atuação: aumentar a testagem, e Lisboa tem o programa mais ambicioso e vasto de testagem do país, e acelerar a vacinação”. Foi o que disse o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, na reabertura do Pavilhão 3 da Cidade Universitária enquanto centro de vacinação.
Operacionalizado “por um grupo de militares da área da saúde, onde se incluem médicos e enfermeiros”, o centro terá “capacidade para administrar cerca de 1 200 doses diárias”. A disponibilidade do espaço pode consultada em tempo real no portal Sala Aberta.
Já dia 1 de julho, o Pavilhão da Ajuda, em Alcântara, vai receber um novo centro, a funcionar no regime “sem marcação”, entre as 19h e as 21h, para os utentes de todos os agrupamentos de centros de saúde da cidade, nas idades que estejam já contempladas no plano.
O investimento é, só na primeira fase, de 175 milhões de euros.
Esta semana, o Município de Palmela e a FreshWisdom celebraram, no Cine-Teatro S. João, o Protocolo de Colaboração que vai permitir desenvolver o projeto TAGE – Centro Internacional do Audiovisual – Palmela.
O Centro, apresentado na ocasião, vai ficar instalado no Vale do Alecrim (freguesia de Palmela). A desenvolver em três fases, ao longo dos próximos anos (a primeira até 2025), o projeto representa, só na primeira fase, um investimento de 175 milhões de euros. O Centro será um espaço de produção de conteúdos audiovisuais à escala internacional, alojando todas as valências necessárias para a produção desses conteúdos e pretendendo-se que seja reconhecido como um centro de excelência.
Estima-se que venha a criar 500 postos de trabalho na área da construção em cada fase, 700 postos de trabalho diretos na primeira fase (na soma das três, serão mais de 2.000) e 1.100 postos de trabalho indiretos nesta fase inicial (mais de 3.000 na soma das três), sem esquecer a atração de emprego em áreas complementares, como o turismo, o merchandising, a promoção ou o comércio.
Serão também promovidos programas de estágio e, na segunda fase, um Centro Educativo, em áreas tão diversificadas como a formação de atores, realização, caracterização e guarda-roupa, robótica e efeitos especiais, cenarização e infraestruturas, som, iluminação ou fotografia.
Há peças de Salvador Dali e Andy Warhol entre uma centena de criadores do mundo das artes, música e desporto.
O Binance NFT, o marketplace de NFTs e “colecionáveis digitais” da Binance, o maior provedor de infraestrutura blockchain e criptomoeda do mundo, já foi lançado.
Para celebrar o lançamento deste novo mercado, a Binance presta homenagem aos artistas pioneiros Andy Warhol e Salvador Dali, cujas abordagens inovadoras à arte espelham o espírito do atual panorama dos NFTs. A tecnologia NFT revolucionou o mundo da arte, tornando pela primeira vez possível o conceito da propriedade digital. Por isso, o Binance NFT arrancou com uma coleção que reúne dois dos mais célebres artistas de todos os tempos.
Como parte do primeiro leilão Premium Event, a coleção Genesis inclui duas obras de arte icónicas, Three Self-Portraits e Divine Comedy, e está a decorrer até à próxima terça-feira, dia 29 de junho.
Os criadores de NFTs Premium Event incluem também muitos outros nomes, nomeadamente dos mundos da música e do desporto. Entre os criadores recentemente anunciados contam-se Big Time, o muito aguardado RPG multijogador de ação que permite aos jogadores juntarem-se com amigos para recolher e desbloquear NFTs; o músico Timmy Trumpet; e Rivaldo Ferreira, lendário jogador de futebol brasileiro e um dos maiores futebolistas de todos os tempos.
A eles juntar-se-ão outros artistas e criadores também já confirmados: os músicos Lewis Capaldi, Lil Yachty e Kyle; os atletas Michael Owen, Alphonso Davies e José María “Guti’” Gutiérrez Hernández; os pintores Frank Holliday e Trevor Jones; a equipa de Esports eStarPro; e os colecionáveis digitais Nyammy Treats: The Nyan Sum Cards criados por Mighty Jaxx (disponíveis exclusivamente através da NFKings Productions).
Para aceder ao Binance NFT, é necessário criar uma conta Binance ou entrar na plataforma com uma conta já existente. Os utilizadores que criem uma nova conta durante o primeiro mês do lançamento do Binance NFT e comprem o seu primeiro NFT, levarão para casa um NFT de edição limitada.
Devido à realização de residências artísticas por criadores nacionais e internacionais consagrados.
Foi esta manhã, do dia 25 de junho, em conferência de imprensa que se realizou no Fórum Municipal Luísa Todi, em Setúbal, que foi apresentado um projeto cultural inédito que se assume como voltado para o território e para a comunidade.
Trata-se da Rota Clandestina, projeto que tem o objetivo de transformar Setúbal num laboratório teatral, com a realização de residências artísticas por criadores nacionais e internacionais consagrados.
Nesta estratégia de afirmação de Setúbal como Cidade da Criação Artística, que se destina a reforçar a identidade cultural do concelho e a dinamizar o território do ponto de vista artístico, equipamentos municipais como o Fórum Luísa Todi e A Gráfica serão palco de várias residências artísticas.
As residências irão acolher dezenas de artistas nacionais e estrangeiros convidados, como Marco Martins e Victor Hugo Pontes, de Portugal; Pablo Rosal, de Espanha; Pippo Delbono, de Itália; e Leonardo Moreira, do Brasil, que vão explorar Setúbal nas criações.
O novo programa cultural, a decorrer até pelo menos 2022, é dirigido artisticamente por Renzo Barsotti, que em Portugal, entre outros projetos, fundou o Centro de Criação para o Teatro e as Artes de Rua e organizou o espetáculo inaugural do MAAR – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia de Lisboa.
Segundo o produtor, a Rota Clandestina permite “estabelecer uma relação nova, diferente e não convencional entre espetador e ator”, com ensaios abertos, além de “libertar e despertar novas energias criativas no território de Setúbal”.
A iniciativa procura, igualmente, ser um lugar de pensamento, pesquisa e experimentação, com o objetivo de dar corpo às ideias nos tempos e modos de que os artistas precisam.
A primeira sessão realizada no âmbito do projeto decorreu dezembro do ano passado, em A Gráfica – Centro de Criação Artística, com a residência artística Corpos Clandestinos, conduzida pelo coreógrafo e encenador Victor Hugo Pontes, que volta a Setúbal em agosto para nova residência.
Desde o dia 17 de junho e até 3 de julho, o artista italiano Pippo Delbono está a preparar a estreia da produção teatral Amore, sobre a busca pelo amor que conduz a vida das pessoas, com um conjunto de ensaios no Fórum Municipal Luísa Todi.
Paralelamente, está a decorrer no Cinema Charlot – Auditório Municipal o Ciclo Pippo Delbono, de entrada gratuita, sempre a partir das 20h, com a exibição de quatro registos em vídeo de peças de teatro criadas pelo artista italiano, com legendas em português.
Já Pau Palacios, da Agrupación Señor Serrano, de Barcelona, irá desenvolver, a partir de outubro, o limite e fronteira enquanto conceitos explorados numa residência artística.
Sabe-se ainda que, no próximo ano, o dramaturgo e diretor artístico do Teatro Hiato de São Paulo, Leonardo Moreira, irá desenvolver em Setúbal uma residência artística, na qual propõe abordar questões relativas ao processo colonial e à quebra de barreiras entre colonizadores e colonizados.
O desconto de 25% coloca alguns dos jogos mais incríveis da nova consola da Sony mais acessíveis.
O preço dos jogos da nova geração tem sido um tema “quente” na comunidade. Entre os jogadores, alguns defendem o novo preço premium dos novos títulos da PlayStation 5 (entre 70 a 80€), enquanto que outros condenam o valor adicional face aos preços de lançamento na geração passada. Mas, seja como for, agora é uma excelente altura para poupar em alguns grandes títulos.
Sem grandes celebrações, dentro das Ofertas de Fim de Semana, alguns dos exclusivos da PlayStation 5 estão mais acessíveis, com descontos de 25%, que os aproximam do preço considerado “normal” para os lançamentos. Em destaque temos, por exemplo, Returnal, por 59,99€, bem mais barato que os 79,99€ pedidos pela versão normal digital no seu lançamento; e Demon’s Souls, outro grande exclusivo da consola que se encontra ao mesmo preço, também com 25% de desconto.
Com versões da PlayStation 5, mas também com versões da geração anterior, temos Sackboy: A Big Adventure, com 29% de desconto, custando agora 49,69€ em vez de 69,99€; e o excelente Marvel’s Spider-Man: Miles Morales, na sua edição Derradeira, por 59,99€ em vez de 79,99€, que inclui também Marvel’s Spider-Man Remasterizado para a PlayStation 5.
Estas ofertas estão disponíveis até ao dia 28 de junho, mas não são as únicas promoções a decorrer na PS Store. Pela aba de pechinchas podemos encontrar a promoção da semana dedicada a Nier Replicant, 25% mais barato, por 44,99€; uma seleção de jogos por menos de 20€; e promoções semestrais com descontos até 60%.
Neste momento, se forem ao site da marca Amanhecer e pesquisarem por Setúbal no mapa, a única loja na cidade que vos surge é a de Vacinelos, inaugurada no passado mês de abril e onde não só encontram pão tradicional, mas também frutas e legumes sempre frescos, entre outros produtos. Todos os outros estabelecimentos mais próximos estão dispersos: Palmela, Quinta do Anjo, Pinhal Novo e Moita.
Pois bem, há agora uma nova loja Amanhecer Mercadora na cidade. Está localizada na Avenida de Angola, mesmo ao lado do spot Tocook.
Para já, as informações são escassas, mas sendo as lojas Amanhecer lojas de proximidade, sabem que podem contar com espaços de tamanho reduzido, mas onde encontram uma seleção de produtos que fazem falta no dia a dia.
Caso passem pela zona, podem sempre aproveitar para devorar um bolo ou beber um chá no mais recente espaço da Confeitaria D’Arrábida na cidade, que abriu portas em dezembro do ano passado.
Mais uma semana, mais uma bela oferta para os jogadores de PC.
A Epic Games Store tem até ao dia 1 de julho dois novos jogos para resgatar, sem qualquer subscrição ou custo adicional.
Ambos dedicados à adrenalina e alta velocidade, os jogadores vão poder juntar à sua biblioteca da Epic Games Store o jogo de corridas inspirado nos hits de arcade dos anos 80 e 90, Horizon Chase Turbo, e ainda um dos jogos mais aclamados de Sonic, com Sonic Mania, considerado por muitos como a verdadeira sequela da trilogia original da Sega Mega Drive.
Estas ofertas estão disponíveis até às 16h do dia 1 de julho, quando muda para a oferta do jogo de puzzles The Spectrum Retreat.