Poderão não estar recordados, mas em setembro do ano passado, a Bolt passou a disponibilizar três tipos de passes pré-pagos em Lisboa, de modo a que os lisboetas pudessem escolher a modalidade mais conveniente para as suas deslocações.
Ora, na altura, a empresa referiu desde logo que esta novidade somente estaria disponível para o sistema operativo iOS, o que significava que somente os utilizadores de iPhone teriam acesso a estes passes. Aquando deste anúncio, a Bolt também prometeu que os passes chegariam em breve ao Android… mas não foi isso que aconteceu. É que estamos em julho de 2021 e essa funcionalidade ainda não está disponível.
Porém, há agora uma nova forma de ter acesso a este passe da Bolt. O requisito? Ter o Passe Navegante de Lisboa.
Graças a uma parceria da Bolt com a Câmara Municipal de Lisboa e a Transportes Metropolitanos de Lisboa, o Navegante passa agora a incluir o passe Bolt, que permite que possam utilizar diariamente, durante 20 minutos, uma trotinete ou bicicleta da empresa de micromobilidade. Mas tudo isto tem um custo acrescido de mais 15€/mês.
Interessados? É simples. Basta seguirem este link, preencher o formulário e aguardar por novas instruções.
A aposta em produtos feitos com materiais sustentáveis é cada vez maior.
Há muito que se debate o tema da sustentabilidade ambiental, embora só recentemente – desde há alguns anos para cá – as marcas tenham começado a apostar em força em novas formas de chegar ao consumidor, modificando fórmulas e criando novos produtos, de modo a acompanhar a evolução do mercado.
Hoje em dia fala-se muito na substituição do plástico de uso único por outros materiais, com as empresas a optarem por produtos constituídos por plástico 100% reciclado, por madeira e bioplástico, ou até por papel. Alternativas não faltam – basta as empresas apostarem nisso mesmo. Mas e em relação à tecnologia?
Bom, as grandes marcas começam agora a “acordar” para estas preocupações ambientais, mas a maior parte tem começado por otimizar os seus métodos de produção e, só depois, iniciar-se nesta mudança de paradigma, que quase sempre começa pelo packaging do produto. Começam por elaborar uma caixa mais sustentável e, só depois, passam para os componentes dos produtos propriamente ditos. Um desses casos é o da HP, que no ano passado anunciou que os seus portáteis HP Pavilion 14 e HP Pavilion 15 continham plásticos reciclados e destinados aos oceanos na construção da estrutura das colunas.
Ou seja, só por este exemplo já percebemos que as marcas mais poderosas do mundo ainda vão demorar a construir os seus componentes com materiais sustentáveis. No entanto, a tecnologia sustentável acaba por ser uma tendência, sim, mas no âmbito do merchandising empresarial.
Por outras palavras, referimo-nos a brindes promocionais, algo que acabamos por obter quando participamos em eventos, feiras e outro tipo de apresentações empresariais, até porque é uma excelente forma de uma marca “levar” o seu nome para qualquer lugar.
E além das típicas canetas, canecas, pulseiras ou porta-chaves, aposta-se cada vez mais em brindes tecnológicos, como é o caso de auriculares, auscultadores e até colunas bluetooth personalizadas. Neste último caso, as colunas publicitárias são bastante populares, pois além de baratas, são leves e transportáveis, o que faz com uma empresa possa oferecer várias do género (com o logótipo embutido) a clientes e parceiros, numa eficaz jogada de marketing. Mas a cereja no topo do bolo é que, agora, estas colunas de som portáteis podem ser constituídas por materiais mais naturais, como bambu (o revestimento dá um ar muito elegante), cortiça e, imagine-se, palha/carcaça de trigo. As possibilidades são imensas, até porque existem diversos formatos, mas só o facto de uma empresa apostar neste tipo de colunas mais sustentáveis pode impressionar potenciais clientes e investidores.
E para que a vossa marca possa ir para todo o lado, basta depois optarem pela impressão digital a cores ou gravação a laser (opções que variam consoante o tipo de coluna bluetooth escolhida). Por norma, brindes deste género tendem a fazer sucesso junto do público juvenil.
Além destes periféricos áudio, também se aposta muito na oferta de pens, que é outra tendência. Afinal de contas, e mesmo com a existência de clouds, todos precisamos de usar estes acessórios no nosso dia a dia, seja para levar documentos e softwares, como fotografias e vídeos mais particulares. Mas neste caso, e para uma empresa ser diferenciadora, porque não apostar numa pen em madeira? É que não só mostra que estão comprometidos com o meio ambiente, como é também uma boa solução para empresas que atuam no ramo da saúde e bem-estar. Por outras palavras, são produtos mais ecológicos comparativamente às típicas pen drives de plástico.
Neste caso, também têm várias opções: pens personalizadas em madeira, bambu, cortiça ou até opções que contam somente com 50% de material plástico. Depois do material, também o formato é diferente: têm à disposição pens com o aspeto mais convencional, mas também em formato oval, cilíndrico ou com mecanismo rotativo/deslizante. De resto, saibam que as pens podem ser personalizadas de três maneiras diferentes: serigrafia, impressão digital ou gravação a laser (a opção recomendada, pois fica mais elegante).
Tenham já uma empresa ou estejam em vias de começar o vosso próprio negócio, de uma coisa podem ter a certeza: a tecnologia sustentável veio para ficar e os consumidores estão cada vez mais atentos a esta evolução. Dito isto, atualizem-se e sigam a evolução das preferências dos clientes, pois essa atenção aos pormenores pode ditar o sucesso do vosso negócio.
Muitos dos nomes até aqui confirmados para o cartaz do Super Bock Super Rock voltam a renovar o compromisso para com os seus fãs, reconfirmando a presença no Meco.
Quando uma promotora anuncia um reagendamento do festival, algo a que, infelizmente, já começámos a estar habituados, tanto pode logo divulgar parte do cartaz, como aguardar umas semanas para ter as confirmações dos artistas. Foi o caso do Super Bock Super Rock.
Após o anúncio do adiamento para 2022, no passado mês de maio, a promotora Música no Coração tinha prometido novidades para breve no que toca ao cartaz. Pois bem, essas novidades acabam de chegar.
A$AP Rocky e Boy Pablo no dia 14 de julho; Brockhampton, Hot Chip, GoldLink e Pedro de Tróia no dia 15 de julho; e Foals e GANSO no dia 16 de julho. Estes nomes, até aqui confirmados para o cartaz do Super Bock Super Rock, voltam a renovar o compromisso para com os seus fãs, reconfirmando a presença no Meco.
No que toca aos bilhetes, quem tem o papelinho de entrada para as datas de 2020 ou 2021, já devem saber que é válido para a edição de 2022, sem necessidade de troca ou emissão de novo bilhete. Para quem não comprou, saibam que os bilhetes para o SBSR 22 estão à venda, com o bilhete diário a custar 55€ e o passe geral a poder ser adquirido por 110€.
Recorde-se que o Super Bock Super Rock acontecerá de 14 a 16 de julho de 2022 na Herdade do Cabeço da Flauta, no Meco.
A empresa parece estar sem ideias para novas campanhas.
Em junho do ano passado, falámos pela primeira vez na trnd, site que, à semelhança de outros, como a Youzz, Kuvut e The Insiders, envia produtos para que os utilizadores possam experimentar e dar a sua opinião. Mas este tipo de sites parecem ter os dias contados.
Um dos poucos sites que ainda mexe é a Youzz, se bem que conta hoje em dia com algumas regras demasiado rígidas. Por exemplo, numa campanha recente para experimentar os produtos King C. Gillette, a empresa estava a enviar os produtos para os youzzers experimentarem, sim, mas avisando que, caso não fizessem todos os desafios, que o kit enviado, com todos os produtos, teria de ser devolvido. Outro aviso ainda mais grave: a empresa ameaçava que, caso os conteúdos dos desafios fossem eliminados (pede para que mantenham essas fotos e vídeos durante um ano nas redes sociais), estava no direito a ser ressarcida por todos os danos e prejuízos causados como consequência da eliminação desses mesmos conteúdos ou conteúdo.
Podemos dizer-vos que podíamos ter experimentando esta campanha, mas toda esta obrigatoriedade (até parece que estão a pagar aos utilizadores…) faz qualquer um perder a vontade. Na verdade, a Youzz chegou a enviar quatro emails (sim, quatro) a sugerir que as vagas eram limitadas. Não me parece que tal corresponda à verdade, caso contrário não teriam sido tão insistentes.
Mas bem, este artigo não se trata de uma crítica à Youzz, mas, sim, de dar destaque a uma nova campanha da trnd… que é repetida. É exatamente a mesma campanha que promoveram em junho do ano passado, campanha essa que também era muito semelhante a outra que existiu em 2019. Uma confusão, o que só demonstra a dificuldade que estes sites têm tido para arranjar novos parceiros.
Mas vamos à campanha propriamente dita. 1.000 amantes de café frio irão experimentar a gama Starbucks Café refrigerado, que inclui cinco variedades de clássicos refrigerados e dois de frappuccino. Ou seja, sete variedades ao todo.
Mais especificamente, terão direito a:
Oito Chilled Classics: Dois Cappuccino, dois Skinny Latte Lactose Free, dois Caramel Macchiato, dois Caffè Latte e dois Signature Chocolate;
Dois Frappuccino: Um Café e um baunilha.
Para que possam ter a oportunidade de receber estas bebidas, devem preencher o formulário disponível no site, na zona dos projetos. Depois basta esperarem por um email por parte da trnd, que logo decidirá se foram eleitos ou não.
Atenção, devem depois partilhar as bebidas com a família, amigos e colegas de trabalho, mas sempre respeitando as medidas de segurança. Devem, também, colocar fotos no Instagram e preencher alguns inquéritos de satisfação caso sejam escolhidos. Se não o fizerem, arriscam-se a ficar de fora dos próximos projetos, mesmo que preencham os formulários.
Minecraft Dungeons volta a receber novos conteúdos com a sua próxima expansão Echoing Void.
Com data marcada para o dia 28 de julho, Echoing Void leva os jogadores até novas áreas e traz consigo mais inimigos, loot para colecionar, armaduras lendárias e armas para derrotarmos ameaças desconhecidas na dimensão negra de Enderman.
Juntamente com esta nova expansão haverá também conteúdos gratuitos, como a introdução de Gauntlet of Gales, uma missão labiríntica que promete pôr à prova as habilidades dos jogadores com pequenos desafios e puzzles.
Também para dia 28 de julho está programada a chegada de Minecraft Dungeons: Ultimate Edition. Trata-se do relançamento do jogo para todas as plataformas – PC, PlayStation, Xbox e Nintendo Switch -, onde se inclui toda a experiência Minecraft Dungeons com as seis expansões DLC, incluindo Echoing Void, tornando-se uma bela versão para os novos jogadores entrarem neste mundo de aventuras.
Porque o desempenho pode ser acompanhado com estilo.
A pensar nos entusiastas do desempenho e da estética dos seus computadores pessoais, a Corsair lançou um novo componente para refrescar os componentes mais quentes dos utilizadores neste verão infernal.
O Hydro X Series XD7 RGB é a nova solução de refrigeração líquida da marca, um combinado de bomba e refrigeração que inclui uma placa de distribuição universal de 360mm com uma bomba integrada D5 PWM.
Compatível com as caixas da Corsair das séries 7000, 5000 e 4000, a Hydro X Series XD7 RGB pode ser utilizada em diferentes configurações e promete reduzir o ruído e as vibrações dos sistemas quando comparada a soluções mais tradicionais, ao mesmo tempo que promete o melhor desempenho possível dos restantes componentes.
Como o aspeto é também uma prioridade, esta solução conta com 36 LEDs RGB que podem ser configurados através do controlador Corsair iCUE e sincronizado com os restantes equipamentos da marca.
O Hydro X Series XD7 RGB já se encontra à venda em tons de preto e de branco por 259,99€.
Façam as malas e entrem na nova LEGO Autocaravana Volkswagen T2.
Aproveitando a onda de calor do verão e a possibilidade de férias, o Grupo LEGO revelou um novo set refrescante e pronto para uma aventura nesta temporada.
Direcionado para o público jovem-adulto e colecionadores, o Grupo LEGO atualizou a sua versão da Autocaravana Volkswagen, que muitos conheceram melhor como a “Pão de Forma”. A LEGO Autocaravana Volkswagen T2 é inspirada nos modelos da carrinha dos anos 60 e 70 e é um set maior que o T1, com novas características e detalhes.
Da porta deslizante, à cabine que abre no teto, ao interior pormenorizado com armários, frigorífico, fogão, lava louça, à prancha de surf e outros elementos, esta quer ser a recriação mais autêntica da icónica carrinha alemã, satisfazendo, assim, o maior dos fãs.
Com 2207 peças, a LEGO Autocaravana Volkswagen T2 chega às lojas no dia 1 de agosto com um preço de 159,99€.
Trata-se de um projeto da autoria do arquiteto Eduardo Souto de Moura, um dos nomes maiores da arquitetura portuguesa.
Depois da Câmara Municipal de Loulé ter dado início ao procedimento para reconhecer uma moradia localizada na Quinta do Lago como “Monumento de Interesse Municipal”, é agora a vez da Direção-Geral do Património querer classificar o mesmo edifício, exemplar da arquitetura contemporânea, de “Monumento de Interesse Nacional”.
A referida casa situa-se no coração deste empreendimento turístico, na Avenida Ayrton Senna, 33, no Loteamento Golfe Norte, freguesia de Almancil. Trata-se de um projeto da autoria do arquiteto Eduardo Souto de Moura, um dos nomes maiores da arquitetura portuguesa.
Consideram os responsáveis municipais ser este “um testemunho do património arquitetónico contemporâneo do séc. XX, na categoria de arquitetura civil e na tipologia habitacional” e como tal, esta classificação – caso venha a efetivar-se – será também o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo Município com vista à “valorização e divulgação do seu património enquanto fatores decisivos para a preservação da sua memória coletiva”.
Ainda dentro desta política para o património, a Câmara Municipal de Loulé pretende igualmente que a Casa Senhorial da Quinta de Quarteira, mais conhecida como Estalagem da Cegonha, venha a ser reconhecida como “Imóvel de Interesse Municipal”.
O Burger King é daquelas marcas que vai tendo novidades regularmente ao longo do ano, seja a nível de entradas e acompanhamentos, hambúrgueres ou até de sobremesas.
Agora, e poucos dias após o lançamento do novo King Selection – Tomate Seco & Formaggio, há uma nova opção que os mais gulosos vão adorar: o hambúrguer Queen Big Bang.
O nome explica-se facilmente: BIG porque leva um pão com topping de bacon, carne whooper ou hambúrguer de frango frito, cebola, tomate, queijo cheddar (pode ser em dose supla) e bacon. BANG porque surpreende com o medalhão de queijo fundido que se explode à primeira dentada.
O Queen Big Bang pode ser pedido na versão single/double (uma ou duas carnes) e na versão Double Crispy Chicken, levando, como o nome indica, dois hambúrgueres de frango.
Esta novidade já pode ser pedida em todos os restaurantes Burger King, bem como através do site/app e plataformas de delivery que trabalham com a marca.
Os novos auscultadores sem fios da Razer para jogadores são excelentes e o seu preço acessível é apenas uma das cerejas no topo do bolo.
Chegámos a um ponto em que os nossos gadgets usam quase todos os mesmos tipos de interface. Wi-Fi, Bluetooth e USB são exemplos de ligações comuns que potenciam a utilização de periféricos universais, podendo ser usados em qualquer lado.
Com as entradas USB-C a tornarem-se extremamente populares pela sua dimensão reduzida e formato universal, a nova aposta da Razer em áudio vem mesmo tirar partido do tal potencial: o de poder ser usado em quase todos os equipamentos. Chama-se Razer Barracuda X e é uma aposta para os jogadores mais ativos, agnósticos a plataformas, que querem jogar em todo o lado e continuar a usar um único par de auscultadores, poupando assim também um pouco na carteira.
Esta solução 4-em-1 é plug and play e permite a sua utilização em virtualmente todos os dispositivos com USB: PCs, consolas PlayStation, Nintendo Switch e dispositivos Android. Despidos dos extras tradicionais para gamers, como o suporte RGB ou designs arrojados, os Razer Barracuda X apostam no simples e eficaz, do design à função.
Adotando o design das apostas de Lifestyle, como o da linha Razer Opus, os Razer Barracuda X apresentam-se logo com um aspeto moderno e sóbrio, com linhas sólidas, redondas e alguma simetria, passado bem despercebido ao pé de outras apostas mais casuais, tornando-se também um belo companheiro para usar no dia-a-dia ou na rua para além do seu foco primário, os videojogos.
O uso de materiais de alta qualidade também se destaca, com o seu corpo todo em plástico maleável de alta qualidade, aliado à leveza, pesando exatamente os 250g propostos pela marca. Como a linha Opus, o conforto é óbvio, abraçando bem a nossa cabeça com a pressão certa para se apoiarem, ao mesmo tempo que se tornam “invisíveis”. Há também que destacar as suas almofadas de memória, com padrão respirável, que mantêm as nossas orelhas frescas e bem isoladas.
A Razer volta aqui a apostar nos seus drivers Triforce de 40mm, o mesmo tipo de drivers usados nas soluções para jogadores como os Razer Blackshark V2 Pro, mas aqui um pouco mais compactos. A experiência é fantástica, muito graças aos três drivers dedicados a diferentes frequências: altos, médios e baixos, resultando numa experiência clara e distinta em qualquer conteúdo, sejam jogos, filmes ou músicas.
Os baixos são, como já seria de esperar, bastante notórios, mas ajudam a dar corpo à experiência, ao mesmo tempo que temos um excelente alcance, envolvência e acústica muito semelhante a auscultadores com cúpulas maiores. E mesmo com a ausência de licenças THX (que pode ser adquirida à parte com 50% de desconto), os Razer Barracuda X contam com surround sound 7.1, onde pude tirar partido do Dolby Atmos ou do Windows Sonic for Headphones, aumentando a experiência de áudio espacial, especialmente em conteúdos com vários canais.
Ainda no que toca à experiência gaming, os Razer Barracuda X contam com um microfone destacável proprietário, um Razer Hyper Cardioid Mic, também utilizado noutras soluções da marca, que prima pela capacidade de deteção da voz mais facilitada. A qualidade é ótima para sessões de jogo, com pouca captura de ruído, mas também pode ser utilizado para fazer chamadas quando temos o par ligado a um smartphone.
Mas onde os Razer Barracuda X brilham é na versatilidade, mesmo com as suas limitações de ligações, pois os Razer Barracuda X não contam, por exemplo, com ligação Bluetooth. Pelo corpo do par podemos ver logo o quão versátil os Razer Barracuda X podem ser, pois temos uma ligação áudio física de 3.5mm que, com o cabo incluído, podemos ligar onde quisermos, seja a um comando de consolas (incluído os da Xbox), smartphones e tablets com jack 3.5mm, computadores… enfim, onde quiserem, tornando-se automaticamente universal.
Já no que toca à experiência wireless, a Razer oferece aqui algo transversal ao máximo de equipamentos, tudo graças a um pequeno adaptador USB-C que pode ser ligado a PCs, smartphones Android, à Nintendo Switch e às consolas PlayStation, com destaque para a PlayStation 5 com a sua porta USB-C frontal. A sua utilização é literalmente plug-and-play, trocando o pequeno adaptador entre dispositivos de forma simples e sem qualquer tipo de configuração. É fantástico. E no caso de o dispositivo em questão não ter uma porta USB-C, a Razer inclui ainda uma extensão de ligação a USBs normais.
Esta ligação sem fios tira partido da tecnologia Razer HyperSpeed Wireless de 2.4Ghz, o que significa que não temos qualquer tipo de Lag. Esta é uma das razões para a ausência do Bluetooth, que é suscetível a atrasos inconvenientes, especialmente em experiência de jogo.
Também impressionante é o tempo de vida útil da bateria, a apontar para as 20 horas. Na prática traduz-se a 2-3 dias de utilização intensiva, algo que é ajudado pelo sistema de auto turn-off, quando é detetada a ausência de áudio.
Mas a cereja no topo do bolo, e algo que nem tinha presente enquanto utilizava os Razer Barracuda X, é o seu preço recomendado de 99,99€. É ridículo, no bom sentido, considerando a experiência geral dos Razer Barracuda X e da sua utilização virtual e quase sem limites, entre tantos equipamentos. Não há outra forma de qualificar os Razer Barracuda X a não ser como excelentes.
Este dispositivo foi cedido para análise pela Razer.
A Disney e a Pixar podem ter uma nova mascote com o Panda Vermelho de Turning Red.
A Disney e a Pixar revelaram o primeiro trailer do seu novo filme original, Turning Red.
Realizado por Domee Shi, que no passado nos trouxe a curta vencedora de um Óscar da Academia, Bao, conta uma história original sobre uma menina que se transforma num gigante panda vermelho sempre que se entusiasma, algo que segundo a descrição do filme é “quase sempre”.
O divertido conceito do filme pode ser visto já no primeiro trailer de Turning Red, que coloca Mei, a personagem principal, numa situação um pouco embaraçosa na escola, fazendo com que revele o seu lado mais fantástico.
Ao som de “Larger Than Life” dos Backstreet Boys, percebemos que estamos perante mais uma aposta divertida e cómica da Pixar, mas que vai demorar algum tempo até lhe colocarmos os olhos em cima. Turning Red estreia nos cinemas em março de 2022.
Uma alternativa ao pedido online disponível através do portal do SNS24.
Agora que cada vez mais pessoas estão vacinadas e, consequentemente, possuem o certificado digital COVID, podem existir casos em que a modalidade online não está disponível devido a algum erro ou, por exemplo, alguns vacinados não terem acesso à Internet.
A pensar nesta situações, o Governo veio referir que os certificados podem também ser pedidos num dos mais de 750 Espaços Cidadão que existem em Portugal continental.
Este serviço pode ser efetuado em todos os Espaços Cidadão, com exceção daqueles que se localizam dentro das Lojas de Cidadão, sendo uma alternativa ao pedido online disponível através do portal do SNS24.
Como já sabem, o certificado permite comprovar uma das seguintes situações: vacinação contra a Covid-19, recuperação da doença nos últimos 6 meses ou teste negativo à Covid-19.
Este documento digital facilita a circulação das pessoas de forma segura, dentro e fora de Portugal. Pode ser utilizado para ter acesso a estabelecimentos turísticos e de alojamento local, como restaurantes e hotéis, onde, de acordo com as medidas específicas decididas no último Conselho de Ministros, é exigida a apresentação de certificado digital ou teste negativo em todo o território continental.
Além disso, o Certificado Digital Covid facilita também as deslocações entre todos os Estados-membros da União Europeia, na Islândia, no Liechtenstein, na Noruega e na Suíça.
Algo potenciado pelo facto de a Câmara ter agora à sua mercê a gestão do Castelo de Almourol.
Comecemos por falar do Castelo de Almourol, um dos tesouros nacionais, mas há muito que precisa de uma intervenção. Depois de quase 900 anos em que passou pelas mãos da Instituição da Ordem de Cristo e do Exército Português, o idílico monumento está agora sob a tutela da Câmara da Barquinha. O município e o Regimento de Infantaria N.º1 assinaram recentemente um protocolo com vista a uma requalificação do castelo, que prevê melhorias quer ao nível da oferta turística, quer à fruição por parte dos barquinhenses.
Demos este contexto para referir que, nestas obras de reabilitação, está prevista a criação do trilho panorâmico do Médio Tejo, um percurso de 14 quilómetros que a Câmara da Barquinha quer construir junto ao Tejo. Vai permitir ligar o Parque Ribeirinho de Vila Nova da Barquinha ao Centro Náutico de Constância, num percurso que vai ser intervencionado em breve e que poderá ser feito a pé ou de bicicleta. O objetivo é dar a conhecer aos visitantes a história do Castelo de Almourol, pelo qual passarão se decidirem efetuar este trilho.
O acesso à ilha continuará a ser feito nas embarcações tradicionais, uma das quais é agora movida por energia solar.
Numa primeira fase, esta iniciativa arranca com um projeto piloto na loja makro de Albufeira.
A pensar num reforço de comportamentos mais sustentáveis, a makro, em parceria com a ERP Portugal, lança um novo serviço de recolha de resíduos de equipamentos elétricos, eletrónicos (REEE) e pilhas para todos os seus clientes.
Numa primeira fase, esta iniciativa arranca com um projeto piloto na loja makro de Albufeira, estando em fase de preparação o funcionamento em todas as lojas da insígnia a nível nacional. Os clientes da empresa poderão, assim, entregar gratuitamente os seus resíduos, em loja ou solicitar à ERP Portugal a recolha gratuita dos mesmos, nas suas instalações, através deste site, tornando-se parceiros certificados da reciclagem makro.
As operações de recolha, descontaminação, tratamento e reciclagem dos resíduos ficam a cargo da ERP Portugal.
Para devorar sem culpas no Mercado de Campo de Ourique.
Se vivem em Lisboa ou estão de passagem pela cidade, há um bom motivo para seguirem até Campo de Ourique. É que acaba de abrir no local o primeiro balcão da For God’s Bake by Mimi, que promete bolos deliciosos.
Esta nova marca nasce do Mimi, o cake designer Miguel Peres, que se aliou a três amigos (Rita Duarte, Diana Taveira e Diogo Dias) para colocar as suas saborosas obras de arte na boca de todos os lisboetas. A For God’s Bake by Mimi não pretende ser mais uma “fábrica de bolos”. Cada criação será uma peça de arte, que neste caso será saboreada e com vontade de repetição.
E a verdade é que os detalhes não se ficam apenas pelo produto final, mas também pelo packaging, que para os mais excêntricos pode passar por encomendar e escolher banhar o bolo com folha de ouro ou decorá-lo com outros elementos pouco convencionais.
Na For God’s Bake by Mim poderão provar diariamente criações como Bolo de Red Velvet, Chocolate e Caramelo Salgado, Brownie de Chocolate e Fudge de Caramelo, bem como efetuar encomendas. E tanto podem passar pelo espaço como comprar fatias através da Uber Eats e Glovo.
O novo espaço encontra-se a funcionar no Mercado de Campo de Ourique e segunda a domingo, das 11h às 23h. Podem também ligar para o 913400026 ou enviar um email para fazerem as vossas encomendas.
Novidades possíveis graças aos parceiros The Vegetarian Butcher, líder no setor de produção de alimentos à base de proteína vegetal, e Violife, marca líder em produtos alternativos ao queijo.
Numa altura em que os hábitos alimentares são cada vez mais diversificados e a alimentação vegan tem cada vez mais adeptos, também as próprias marcas têm de saber acompanhar a evolução do mercado. É o que acontece com a Telepizza, que já tinha pizzas vegan, mas que faz agora chegar às suas lojas três novas variedades.
São elas:
Pizza Montana: molho de tomate e orégãos, alternativa vegetal ao queijo, cogumelos, cebola, frangovegan e um toque de azeite;
Pizza Barbecue Vegan: molho barbecue, alternativa vegetal ao queijo, milho, frangovegan, picadovegan e um toque de azeite;
Pizza Campestre: molho de tomate e orégãos, alternativa vegetal ao queijo, cogumelos, cebola, pimento verde, tomate cherry, azeitonas pretas e um toque de azeite;
Estas pizzas são possíveis graças aos parceiros The Vegetarian Butcher, marca líder no setor de produção de alimentos à base de proteína vegetal, não geneticamente modificados, e Violife, marca líder em produtos alternativos ao queijo, com a mais ampla oferta do mercado.
Para desfrutar ao máximo destas novidades, a Telepizza oferece duas pizzas médias (até três ingredientes) por 8,80€ cada, ou três pizzas médias por 6,80€ cada, podendo escolher até cinco ingredientes por mais 0,85€ por pizza.
E já sabem: as encomendas com entrega gratuita ao domicílio podem ser feitas através do site, app ou do contacto da loja Telepizza mais perto da vossa morada. Também é possível fazer a refeição numa das lojas físicas ou realizar o pré-agendamento do pedido para takeaway, levantando na loja à hora marcada.
Permite a organizações do Estado e a empresas privadas poupar até 5% do valor final mensal na fatura da eletricidade.
São anomalias ou incoerências que seriam praticamente impossíveis de identificar manualmente, dado o elevado número de faturas e dados mensais recebidos por órgãos estatais e grandes empresas, e podem ser encontradas, em média, em 20% das faturas de eletricidade de uma organização. A tecnológica YET identificou o problema e, em parceria com a E 4 S, desenvolveu uma plataforma integrada de gestão de faturas elétricas que, em caso de necessidade, dá acesso aos dados necessários para se proceder a uma reclamação.
Estes erros podem ocorrer através de duplicação de valores, valores de parcela, dados incorretos no contrato, entre outros, e dão lugar a um sobrecusto, agora fácil de identificar com uma nova tecnologia.
O Watt realiza, automaticamente, uma verificação e validação das condições contratuais para todos os documentos contabilísticos de cada entidade, permitido que sejam realizadas operações de validação de histórico já faturado em todo o momento, não deixando passar cobranças em duplicado ou faturas com condições contratuais diferentes das definidas para cada instalação. É ainda garantido que preços unitários com quatro ou seis casas decimais (tipicamente utilizados no fornecimento de energia elétrica) sejam sempre verificados independentemente da quantidade de documentos em validação.
A solução de bill validation desenvolvida permite também aceder ao histórico dos consumos de cada contrato e instalação consumidora de energia elétrica e acompanhar a evolução dos consumos reais, potência contratada, leituras de contadores, alterações contratuais, bem como a todos os documentos contabilísticos recebidos e validados.
Na plataforma, são ainda disponibilizados vários tipos de alertas, como variações em cadeia ou homólogas que possam ser anormais (quer em termos financeiros, quer em termos de energia consumida), falta de documentos contabilísticos ou CPEs (códigos de ponto de entrega) que apresentem consumo residual ou mesmo sem consumo para um acompanhamento dos pedidos de rescisão de contratos que não foram realizados pelos comercializadores e onde o cliente continua a suportar os custos fixos.
No Watt, é ainda possível consultar e descarregar alguns relatórios de gestão, produzidos apenas com base na informação contratual e das faturas recebidas sem qualquer necessidade de investimentos em sistemas de monitorização.
A ilha de Maravilla é tudo menos um destino paradisíaco – pelo menos na Nintendo Switch.
É difícil admitir que fomos obrigados a atirar a toalha para o meio do ringue e a desistir. Este processo de desistência, de perda e de derrota, é ainda mais cruel e doloroso quando partimos de um ponto de vista analítico, onde é necessário analisar ao pormenor todos os aspetos e caraterísticas de um objeto artístico, mas com Beasts of Maravilla Island fui ao tapete. Um KO técnico, sem possibilidade de me levantar e ripostar perante o gancho inesperado que me apanhou no meu queixo hipotético de crítico. Uma derrota com todas as letras em bold.
Em Beasts of Maravilla Island de certeza que irão encontrar elementos positivos sobre esta viagem pessoal numa ilha verdejante perdida no tempo e no espaço. Esta viagem de autodescoberta é o ponto de partida ideal para uma campanha emocional, cómica e divertida que se expande ao longo desta ilha repleta de fauna e flora surreal, com animais em forma de frutas e plantas que se abrem com o flash da nossa câmara.
O mundo é colorido, a banda sonora é envolvente, ainda que um pouco genérica, e o foco na fotografia traz-nos um olhar diferente sobre esta ideia de captar uma realidade nova e única através de um videojogo. E num ano em que tivemos o regresso de Pokémon Snap, a estreia de Umurangi Generation na Nintendo Switch e Alba: A Wildlife Adventure, é impressionante como Beasts of Maravilla Island se destaca pela sua simplicidade mecânica que une uma neta ao seu avô através do amor pela fotografia e pela vida selvagem.
E depois vem a repetição. A lânguida, matreira e maldosa repetição que mune a jogabilidade e a estrutura de Beasts of Maravilla Island, desvirtuando o ambiente e a inocência de uma estória pessoal que nunca atinge um ponto satisfatório. O título da Banana Bird Studios não só se recusa a evoluir e a dar novos desafios aos jogadores, como reduz a sua campanha a caminhadas aborrecidas pelas várias zonas da ilha, movendo-se numa linha reta capaz de confundir os jogadores devido à má leitura dos cenários e dos objetivos que devem concluir. É a simplicidade ruidosa, o caos controlado e a aposta sucessiva em tarefas que não exigissem grande destreza ou inventividade por parte dos jogadores, não exigindo, por exemplo, um cuidado na captura das fotografias, ainda que apresente alguns puzzles básicos que estão associados a ações únicas dos animais.
E depois da repetição, vem o péssimo desempenho na Nintendo Switch, tanto em docked, como no modo portátil. Beasts of Maravilla Island recusa-se a correr de forma consistente na consola híbrida da Nintendo e não há milagre capaz de suavizar as quedas constantes de framerate, as texturas que demoram a carregar, os bugs visuais e a lentidão geral que transformam a viagem pela selva numa autêntica dor de cabeça. Existem momentos ocasionais de beleza, como os raios de luz a passarem pelo meio das árvores gigantescas da ilha, mas o desempenho quebra por completo a imersão num mundo que devia ser envolvente desde a primeira vez que capturamos um animal com a nossa câmara: e tal não acontece nesta versão para consolas. Não tenho conhecimento do desempenho na versão PC, mas espero que seja muito mais sólido e consistente.
Não vou esconder ou evitar o elefante na sala, pois acredito que conseguem depreender que não terminei Beasts of Maravilla Island. Se quiserem, devolvo o crachá de crítico, mas sinto que o nosso tempo é reduzido e que não deve ser desperdiçado com experiências que não são para nós.
Para muitos jogadores pode não ser um mau jogo, mas está repleto de problemas de ritmo, de criatividade e de desempenho que não consegui ignorar. Afasto-me derrotado, admito, mas de consciência tranquila.
Disponível para: PC, Xbox One e Nintendo Switch Jogado na Nintendo Switch Cópia para análise cedida pela Indie Bros.
A Devolver continua a apostar em projetos independentes únicos e Boomerang X é mais uma vitória para o seu catálogo em crescimento.
Uma boa ideia: é o que basta para termos um videojogo inesquecível. E quando falo em boas ideias não quero que confundam com ideias inovadoras ou originais, mas sim com conceitos que enaltecem o seu contexto e efetividade num videojogo. A originalidade é cada vez mais um mito, uma armadilha para jovens e velhos artistas que procuram destacar-se numa área cada vez mais competitiva, que mina ideias fortes em prol da tentativa de surpreender os jogadores com algo nunca antes visto: mas uma ideia inovadora não é obrigatoriamente boa ou inesquecível.
Boomerang X não é um jogo original, longe disso. É uma mescla de conceitos e de escolhas de design que refletem de peito aberto as suas influências, mas é um título focado, condensado até ao seu significado mais primitivo, onde uma só ideia, uma só mecânica, carrega em si uma campanha viciante, desafiadora e, arrisco-me a dizer, inesquecível para os fãs do género.
Uma só ideia. Reforço que é o que basta para termos um jogo mecanicamente forte e desafiante e, no caso de Boomerang X, essa ideia é a utilização inventiva de um bumerangue ao longo de vários níveis e arenas de combate. Com o bumerangue, a DANG! conseguiu criar um videojogo com um ritmo perfeito, onde o desbloqueio de habilidades e o crescendo da dificuldade criam um cocktail viciante que não conseguimos largar sem tentar “mais uma vez”. Com um design de níveis progressivamente mais arrojado, expandindo a sua verticalidade para desafiar o jogador a dominar a utilização do bumerangue – misturando plataformas altas, vários níveis de ação e ainda armadilhas ambientais, como poços sem fim e zonas envenenadas – a curta duração dos confrontos fomenta esta necessidade de nos mantermos em jogo, alimentando inteligentemente a curiosidade dos jogadores em saberem qual será a habilidade que irão desbloquear de seguida e que tipo de inimigos irão encontrar na próxima zona.
Este ritmo frenético, quase arcade e clássico – que a Devolver Digital nos tem habituado, como demonstram lançamentos como Disc Room, My Friend Pedro e Ape Out -, é alimentado pela versatilidade do bumerangue que controlamos. Todas as ações nascem da utilização do bumerangue e todos os níveis são construídos em torno das suas habilidades, demonstrando um foco que nunca deixa de ser refrescante num projeto desta natureza. O jogo começa por nos ensinar a atirar o bumerangue e a chamá-lo de volta, mas rapidamente descobrimos o seu potencial ao percebermos que podemos atingir mais do que um inimigo em simultâneo ao utilizar estrategicamente esta arma: nunca se esqueçam que o bumerangue regressa sempre ao seu utilizador.
Não só existe espaço para o jogador experimentar e perceber como e quando deve atirar o bumerangue, como o jogo nunca perde a oportunidade de adicionar uma nova funcionalidade que muda por completo o ritmo da ação e da própria movimentação em combate. É um sistema tão coeso e de betão que só peca nos seus pormenores.
No decorrer da campanha, o nosso bumerangue ganha a habilidade de nos teletransportar, mas também de pararmos no ar, abrandar o tempo, realizar ataques mais destrutivos e de área – como uma espécie de shotgun de energia e um tiro concentrado sempre que eliminamos vários inimigos de uma só vez –, entre outros, com o desbloqueio destes novos poderes a acontecerem entre zonas de destaque. Esta progressão é acompanhada por um leque de inimigos que exponenciam a versatilidade destas habilidades e que desafiam continuamente os jogadores a dominarem todas as mecânicas para se manterem em movimento e longe do perigo. Quando ganhamos a habilidade de nos transportarmos para a posição do bumerangue, o jogo adiciona inimigos com pontos fracos que nos obrigam a movimentarmos ao longo dos níveis à procura do ângulo perfeito.
O mesmo acontece quando podemos utilizar ataques de área e encontramos grupos numerosos de inimigos ou então monstros gigantes e com vários pontos fracos. Se aliarmos esta variedade de confrontos e de desafios ao estado de vitória, que não requer a eliminação de todos os inimigos, mas apenas de um punhado de inimigos identificados por uma aura amarela e um círculo por cima dos seus modelos, percebemos como Boomerang X é tanto um jogo de destreza mecânica, como de estratégia, pedindo aos jogadores que sejam inteligentes nas suas abordagens e que tenham sempre consciência do que está à sua volta para não perderem os pontos de defesa (que desbloqueamos ao longo da campanha).
A movimentação é fluída e intuitiva, e o mapeamento dos controlos nunca é confuso ao ponto de exigir uma enorme e desnecessária destreza por parte dos jogadores. Boomerang X mantém-se simples, até quando adiciona novas habilidades, e pede apenas que sejamos curiosos e capazes de combinar as suas várias mecânicas ao longo dos combates. Um dos destaques é, sem dúvidas, o seu motor de física. Dependendo do ângulo do bumerangue, da sua velocidade e da inércia quando o capturamos em movimento, a nossa personagem movimentar-se-á de acordo com a força da arma, o que significa que é tão importante saber para onde apontamos, como a forma como apontamos.
Este sistema é muito sólido e surge naturalmente através da jogabilidade e das nossas abordagens em combate – será difícil não ter consciência do motor de física quando somos obrigados a enfrentar inimigos voadores e em constante movimento –, mas sinto que se pode tornar frustrante devido ao ricochete do bumerangue pelos cenários. É mais uma camada no desafio e estratégia do jogo, mas é igualmente irritante transportarmo-nos para uma zona do nível inesperada apenas porque o bumerangue saltitou entre as superfícies. Uma pequena crítica pessoal.
Boomerang X é um jogo de ação arcade que merece a vossa atenção e é mais uma excelente aposta da Devolver Digital num mercado cada vez mais implacável. A DANG! não se preocupou com a fanfarra e reduziu tudo ao mínimo, a uma mecânica central, e trouxe consigo uma campanha cheia de personalidade que não procura exigir demasiado do vosso tempo e paciência. É desafiante, é profundo mecanicamente, apresenta um design de níveis muito sólido e um estilo visual de fácil leitura e pouco invasivo ou confuso. Que se lixe a originalidade.
Disponível para: PC e Nintendo Switch Jogado na Nintendo Switch Cópia para análise cedida pela Cosmocover
E a próxima abertura acontece já a 27 de julho, na cidade de Espinho.
Já existiam duas lojas na cidade, mas agora há uma terceira. Falamos do novo supermercado da Mercadona no Porto, que já abriu portas para servir a população.
Localizado na Rua de Diogo Botelho, a nova loja tem uma área de vendas de 1.900 m2, dispondo das secções de Talho, Charcutaria, Peixaria, Pastelaria e Padaria, Perfumaria, Frutas e Legumes e Pronto a Comer, com 41 pratos diferentes. O estabelecimento foi concebido segundo o Modelo de Loja Eficiente da Mercadona com corredores amplos e confortáveis, dispõe de uma entrada de vidro duplo que evita correntes de ar, lineares específicos de leite fresco e sumos refrigerados, mural de sushi, charcutaria com presunto cortado à faca e embalado no momento, e uma máquina de sumo de laranja espremido na hora.
Já no exterior existem 240 lugares de estacionamento, bem como 10 lugares destinados ao carregamento de veículos elétricos.
Esta nova loja possibilitou a criação de cerca de 65 postos de trabalho, estáveis e de qualidade, com contratos sem termo desde o primeiro dia, contribuindo assim para a criação de emprego local.
Este ano, a empresa prevê abrir sete novos supermercados, estando a próxima abertura prevista para o dia 27 de julho na cidade de Espinho.