Fórmula 1 – Grande Prémio dos Países Baixos com vitória de Max Verstappen

Depois de um espetáculo menos bonito durante o “Grande Prémio” da Bélgica, a Fórmula 1 esteve de volta para o Grande Prémio dos Países Baixos. A correr em casa, Max Verstappen levou a melhor ao volante do seu Red Bull, deixando a competição para trás e subindo, de novo, à liderança do campeonato do mundo de pilotos.

Desde 1985 que o circuito de Zandvoort, na Holanda, não recebia um Grande Prémio de Fórmula 1, e só por isso este Grande Prémio já era especial. Tornou-se ainda mais importante, para os fãs do desporto motorizado na Holanda, depois de Max Verstappen dominar a corrida de uma ponta à outra e cruzar a linha de meta em primeiro lugar quando a pole position já tinha sido sua.

Na corrida onde apenas três carros não tiveram uma volta de avanço, Lewis Hamilton terminou em P2 a 20.932 segundos do líder, enquanto que a terceira posição foi ocupada pelo outro Mercedes, o de Valtteri Bottas (que já assinou com a Alfa Romeo), que ficou a 56.460 segundos do carro de Max. Há ainda que destacar o 4º lugar de Pierre Gasly ao volante do seu AlphaTauri; a P6 de Alonso, que passa assim a ocupar o 10º lugar no campeonato de pilotos; e ainda a recuperação de Sergio Pérez, que depois de partir da pit lane, muitos esperavam que fosse este o 4º Grande Prémio consecutivo sem pontos para o mexicano, mas não. Sergio Pérez terminou em P8 depois de uma fantástica recuperação.

Numa corrida sem bandeiras vermelhas, o que tem sido cada vez mais raro, existiram ainda algumas trocas na classificação geral tanto de equipas como de pilotos:

Campeonato do Mundo de Fórmula 1 – Top 10 por pilotos

PosiçãoPilotoEquipaPontos
1Max VerstappenRed Bull Racing Honda224.5
2Lewis HamiltonRMercedes221.5
3Valtteri BottasMercedes123
4Lando NorrisMcLaren Mercedes114
5Sergio PerezRed Bull Racing Honda108
6Charles LeclercFerrari92
7Carlos Sainz Jr.Ferrari89.5
8Pierre GaslyAlphaTauri Honda66
9Daniel RicciardoMcLaren Mercedes56
10Fernando AlonsoAlpine Renault 46

Campeonato do Mundo de Fórmula 1 – Top 5 por equipas

PosiçãoEquipaPontos
1Mercedes344.5
2Red Bull Racing Honda332.5
3Ferrari181.5
4Mclaren Mercedes170
5Alpine Renault90

Spin. Nova marca de trotinetes partilhadas começou a funcionar em Matosinhos

Naturalmente, o objetivo é levar as trotinetes e bicicletas partilhadas da Spin para mais cidades portuguesas.

Antes da pandemia chegar e colocar vários negócios em pausa, muito se falava da “febre das trotinetes”. A certa altura, Portugal chegou a ter cerca de 11/12 marcas diferentes a operar no país, e isso fez com que muitas acabassem por desistir do mercado nacional, tendo em conta que os utilizadores acabam por ficar fidelizados a duas ou três empresas.

Não obstante, e com a pandemia a ficar cada vez mais controlada, os negócios querem voltar em toda a força, e parece que é isso que está a acontecer neste segmento de veículos partilhados. Recentemente, vimos chegar a marca LINK, que começa a expandir-se para várias cidades. O mesmo acontece com as trotinetes da Bolt, que vão sendo cada vez mais utilizadas. Também temos as da Bird, que já existem em pelo menos uma dezenas de cidades. Isto só para mencionar algumas. Agora, há mais uma marca, mas que optou por arrancar operações no norte do país.

Falamos da Spin, empresa da Ford Motor Company, que lançou hoje os seus serviços de micromobilidade em Portugal, neste caso em Matosinhos. A partir desta semana, a Spin vai colocar à disposição dos residentes e visitantes desta cidade da área metropolitana do Porto uma frota de 200 trotinetes, esperando aumentar este número até ao final do ano de acordo com a procura.

A entrada em Matosinhos também vai resultar na parceria entre a Spin e o CEIIA, o maior e mais reconhecido centro de Engenharia e Desenvolvimento português que está a desenvolver o AYR, um projeto para a cidade de Matosinhos que pretende recompensar a população da cidade pelos seus comportamentos sustentáveis. O AYR irá quantificar as emissões de CO2 evitadas pelos utilizadores que optarem por utilizar as trotinetes partilhadas da Spin em vez do automóvel e atribuir créditos acumuláveis numa carteira digital que podem futuramente ser trocados por bens ou serviços verdes em Matosinhos, tais como nas faturas de eletricidade referentes ao carregamento de veículos elétricos ou descontos na aquisição de serviços culturais, entre outros.

Para aprofundar o compromisso com a cidade, a Spin ainda vai ceder às cinco corporações de bombeiros de Matosinhos 10 trotinetes elétricas para estes se deslocarem de forma gratuita pela cidade. O objetivo é fomentar a mobilidade dos bombeiros usando este modo de transporte mais sustentável.

Para comemorar a chegada a Portugal, a Spin vai disponibilizar um crédito de 5€ para todos os utilizadores que descarregarem a app no primeiro mês. Para isso, basta colocarem o código promocional OLA-PORTUGAL.

Até ao final do ano, a Spin pretende chegar a mais cidades portugueses, disponibilizando não só trotinetes, mas também bicicletas partilhadas.

Animal Crossing: New Horizons veste PUMA com a nova coleção da marca

Não leves Animal Crossing para todo o lado apenas com a Nintendo Switch. Fá-lo também com a nova coleção da Puma.

A Puma e a Nintendo revelaram uma nova linha de vestuário e calçado inspirado num dos maiores êxitos da Nintendo Switch, Animal Crossing: New Horizons.

Composta por várias peças, esta linha foca-se no streetwear e aposta nos tons e cores leves do aclamado jogo, com peças para crianças, jovens e adultos, incluindo alguns dos ténis com os designs mais diferenciadores da Puma: Suede, Wild Rider e Future Rider.

Esta nova coleção chega à loja online da Puma e outras lojas selecionadas no dia 18 de setembro.

Crysis Remastered Trilogy aterra no PC e nas consolas em outubro

Não há duas sem três e a trilogia de Crysis recebe a sua nova versão definitiva.

Depois de chegar ao PC e consolas, onde se inclui uma impressionante versão para a Nintendo Switch, Crysis regressa com um novo pacote que inclui não só o primeiro jogo remasterizado, mas as suas sequelas Crysis 2 e Crysis 3, com otimizações e atualizações que tiram partido do hardware moderno.

A Crytek já tem data de lançamento para este pacote e apontou na agenda o dia 15 de outubro, para PC, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One e Nintendo Switch.

Tal como o primeiro jogo relançado no ano passado, os novos jogos vão tirar partido de resoluções 4K, 60FPS, iluminação melhorada e texturas de maior qualidade. Contudo, o Ray-Tracing em Crysis 2 e 3 só estará disponível no PC, algo que acaba por ser o contrário do que aconteceu com o primeiro jogo, que tinha esta opção nas consolas.

Além do lançamento da trilogia, a Crytek irá mais tarde lançar os jogos em separado, com versões físicas para a Nintendo Switch a surgirem futuramente.

Crysis Remastered Trilogy conta apenas com as campanhas a solo dos jogos originais.

NOS promove retoma de smartphones com vouchers que podem ir até aos 600€

As retomas NOS permitem vender o telemóvel antigo de uma forma cómoda e segura.

É certo e sabido que compensa sempre mais vender um smartphone numa plataforma como o OLX, mas existe um problema: a venda pode demorar a concretizar-se. Podem passar-se semanas até o equipamento estar vendido, sendo bem provável que acabem por negociar o preço com o comprador.

Mas para quem não tem paciência para andar nestas plataformas e prefere algo mais rápido, de modo a que possa utilizar o dinheiro para adquirir outro equipamento, há uma solução, com as marcas a apostarem nas retomas. É um método muito mais imediato, mas também muito menos lucrativo para o vendedor. Além disso, permite que esses mesmos smartphones sejam recondicionados e reintroduzidos no mercado. Quando tal não é possível, os equipamentos seguem para reciclagem, minimizando o lixo eletrónico produzido. Lá está, é uma alternativa com os seus prós e contras.

Ora, isto para dizer que o novo programa de retoma de equipamentos da NOS já está em vigor e consiste na troca de smartphones antigos e funcionais por um voucher que poderá chegar aos 600€. Este voucher deverá ser descontado de imediato pelo cliente na compra de um novo equipamento numa das lojas físicas da marca.

A retoma dos equipamentos apenas poderá ser feita nas lojas próprias da NOS pelo proprietário legal do telemóvel e na modalidade de aquisição a título particular, não podendo existir qualquer serviço, aluguer ou fidelização associada. Para saberem até quanto pode valer o smartphone para retoma, basta visitarem o site da NOS, que vos dará uma estimativa. Porém, o valor efetivo somente é indicado em loja, após avaliação do estado de conservação do equipamento.

Recorde-se que, no início do ano, a NOS foi a primeira operadora em Portugal a disponibilizar os Garantidos NOS, uma gama de smartphones recondicionados para compra, mas em perfeito estado de conservação, com dois anos de garantia, a preços muito competitivos.

Zu reforça investimento em Trás-os-Montes com abertura de loja em Vila Real

E com esta abertura, a marca passa a contar com 34 lojas em Portugal.

A cidade de Vila Real é a mais recente aposta da ZUmarca da Sonae MC que se dedica ao bem-estar e aos cuidados de saúde de cães e gatos, para a inauguração de um novo espaço.

Com uma área de 128m2, a loja está localizada na renovada Galeria Comercial do Continente de Vila Real e abre já esta terça-feira, dia 7 de setembro, disponibilizando produtos de alimentação, higiene, produtos veterinários e acessórios. 

Em jeito de comemoração, este espaço em Vila Real vai abrir com uma campanha de 10% de desconto em Cartão Continente em toda a loja (exceto em produtos veterinários sujeitos a receita médica e não acumulável com outras promoções em vigor) que se encontrará em funcionamento até ao dia 19 de setembro.

O novo espaço vai gerar quatro postos de trabalho. Com este investimento, a insígnia aumenta para 34 o número de espaços comerciais que tem em todo o país.

A ZU pode também ser encontrada no Continente OnlineGlovoUber EatsMarketplace da Worten e Marketplace do DOTT.

Horizon Forbidden West sempre vai ter atualização gratuita da PS4 para a PS5

A PlayStation voltou atrás na palavra para cumprir uma promessa antiga.

Após o anúncio das várias edições de Horizon Forbidden West para a PlayStation 4 e PlayStation 5, a comunidade sentiu-se traída com um pequeno pormenor: apenas os jogadores que adquirissem as versões digitais mais caras para iniciar a sua aventura na PlayStation 4 é que poderiam atualizar o jogo para a PlayStation 5. Sendo que quem tivesse as versões físicas, teria que adquirir o jogo numa nova versão, sem direito a atualização.

Mas, felizmente, tal não vai acontecer. Jim Ryan, presidente e CEO da Sony Interactive Entertainment, explicou através de uma publicação no PS Blog que a sua equipa vai recuar nessa decisão, dizendo que “qualquer jogador que compre Horizon Forbidden West para a PlayStation 4 poderá atualizar o jogo para a versão da PlayStation 5 de forma gratuita”, independentemente da edição, se é digital ou físico.

Além desta boa notícia, Ryan aproveita para delinear o futuro dos lançamentos da PlayStation para evitar qualquer confusão, indicando que esta será uma exceção, com jogos como o próximo God of War e Gran Turismo 7 a poderem ser atualizados da PlayStation 4 para a PlayStation 5 através do pagamento de 10 dólares (que poderá ser cerca de 10€), uma vez que esta é a diferença de preços de lançamento entre as duas versões dos jogos da PlayStation.

Outra das razões para esta atualização de estratégia deve-se ao cumprimento de uma das promessas da PlayStation aquando do lançamento da Playstation 5, em que todos os jogos cross-gen desse período poderiam ser atualizados gratuitamente, lista de jogos essa que contava inicialmente com Horizon Forbidden West.

Assim, com as novas edições disponíveis para Pré-Reserva, os jogadores já não têm que se preocupar com que versão do jogo comprar. Seja ela qual for, o jogo será atualizável.

Horizon Forbidden West tem lançamento marcado para 18 de fevereiro.

Conhece os requisitos para jogar Far Cry 6 no PC

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A Ubisoft promete uma ótima experiência, mesmo em computadores modestos.

Far Cry 6 é o primeiro jogo da série desenhado com novas gerações de consolas e de placas gráficas em mente, mas não descarta os restantes jogadores que ainda não tiveram oportunidade de atualizar as suas máquinas. É um jogo cross-gen e, por isso, convém estar otimizado para a multitude de sistemas disponíveis.

Em preparação para o lançamento, a Ubisoft revelou não só as novidades da versão PC, mas também os seus requisitos mínimos e recomendados que são, felizmente, bem modestos para conseguirmos jogar de forma confortável e imersiva.

Mas os jogadores com as melhores máquinas não vão ficar desapontados. A Ubisoft promete uma série de novidades exclusivas, desde a sua ferramenta de Benchmark, à possibilidade de podermos ver as alterações de cada definição, suporte de Ray-Tracing em reflexos, iluminação e sombras, suporte de FidelityFX da AMD, suporte de imagens ultra-wide, texturas melhoradas, personalização de controlos e muito mais.

Podem ficar a saber se têm o que é preciso para correr Far Cry 6 nos vossos computadores, aqui em baixo:

1080p, 30fps, Ray-Tracing desligado:

  • CPU: AMD Ryzen 3 1200 – 3.1Ghz ou Intel i5-4460 – 3.2Ghz
  • GPU: AMD RX 460 – 4GB ou Nvidia GTX 960 – 4GB
  • RAM: 8GB
  • Storage: 60GB HDD (SSD recomendado)

1080p, 60fps, Ray-Tracing desligado:

  • CPU: AMD Ryzen 5 3600X – 3.8Ghz ou Intel i7-7700 – 3.6Ghz
  • GPU: AMD RX VEGA64 – 8GB ou Nvidia GTX 1080 – 8GB
  • RAM: 16GB
  • Storage: 60GB HDD (SSD recomendado)

1440p, 60fps, Ray-Tracing desligado:

  • CPU: AMD Ryzen 5 3600X – 3.8Ghz ou Intel i7-9700 – 3.6Ghz
  • GPU: AMD RX 5700XT – 8GB ou Nvidia RTX 2070 Super – 8GB
  • RAM: 16GB
  • Storage: 60GB HDD (SSD recomendado)

1440p, 60fps, Ray-Tracing ligado:

  • CPU: AMD Ryzen 5 5600X – 3.7Ghz ou Intel i5-10600 – 4.1Ghz
  • GPU: AMD RX 6900XT – 16GB ou Nvidia RTX 3070 – 8GB
  • RAM: 16GB
  • Storage: 60GB HDD (SSD recomendado)

4K, 30fps, Ray-Tracing ligado:

  • CPU: AMD Ryzen 7 5800X – 3.7Ghz ou Intel i7-10700k – 3.8Ghz
  • GPU: AMD RX 6800 – 16GB ou Nvidia RTX 3080 – 10GB
  • RAM: 16GB
  • Storage: 60GB HDD (SSD recomendado)

Far Cry 6 chega ao PC, consolas e serviços de streaming a 7 de outubro.

Fracture, o novo mapa para Valorant, chega esta semana

Com o início do Segundo Ato do Terceiro Episódio, ou temporada, há um novo mapa que vem alterar as regras do jogo.

A Riot Games prepara-se para começar uma nova etapa do seu shooter free-to-play com Fracture, o novo mapa que dá início ao Segundo Ato do Terceiro Episódio, da sua narrativa sazonal em constante evolução.

O sétimo mapa para Valorant faz-se, obviamente, com novidades, entre elas novas regras de jogo que vão obrigar a novas estratégias de cooperação e posicionamento, quer estejam no lado dos atacantes ou defensores. Com um formato em H, Fracture está dividido em duas partes, ou biomas, com uma interligação entre ambos através de zip-lines que visam melhorar a locomoção dos jogadores de um ponto ao outro, ao mesmo tempo que retêm total controlo das suas armas para ataque ou defesa, criando um cenário de risco/recompensa devido à vulnerabilidade da sua utilização.

O mapa também se destaca através de uma questão, um cenário “E se?”, como conta o Level Designer Joe Lansford, ao colocar os atacantes em ambos os lados do mapa contra os defensores, obrigando a rápidos reflexos e decisões,uma vez que o perigo está por todo o lado com zonas neutras limitadas. Num Q&A, Lansford faz mesmo até comparações à Batalha de Helm’s Deep, de Senhor dos Anéis, para explicar o tipo de estratégias que espera que os jogadores tomem para transformarem a pressão da defesa num ataque aos oponentes.

Fracture usa o seu design e oportunidades de jogo para avançar com a narrativa sazonal de Valorant, com o levantar do véu do Mirror Earth Kingdom, o mundo espelhado revelado na cinemática Duality, onde os nosso agentes descobre versões alternativas deles mesmos.

Além do conflito e dos matches frenéticos, a Riot Games promete algumas surpresas para este mapa, como easter-eggs para descobrirem um pouco por todo o lado.

Fracture tem lançamento marcado já para esta semana, dia 8 de setembro, quando se dá início ao Ato 2 do Episódio 3. Valorant está disponível no PC em formato free-to-play.

Aldi inaugura maior loja em Portugal em Albufeira e reabre loja em Setúbal

Com esta aposta, a marca vai também criar cerca de 40 novos postos de trabalho em Albufeira.

No passado mês de agosto, a Aldi Portugal abriu duas novas lojas: uma em Vialonga e outra em Vila Praia de Âncora. Agora, de modo a começar este mês de setembro com o pé direito, eis que a marca abre um novo espaço, desta vez em Albufeira. Mas não é uma loja qualquer.

Esta quarta-feira, dia 8 de setembro, entra em funcionamento a nova loja ALDI Albufeira, que passa a ser a maior loja da retalhista alimentar em Portugal.

Com uma área de vendas de cerca de 1500m2 e uma zona de armazém de aproximadamente 400m2, a nova loja situa-se perto da Praça Monumental e vai estar aberta diariamente entre as 7h30 e as 23h00. Para além do horário de funcionamento alargado, os clientes desta nova loja vão poder contar com o já habitual serviço de padaria self-service, uma máquina de corte de pão e outra de sumo de laranja natural espremido na hora.

Outra particularidade desta loja é o seu parque de estacionamento. Para além de contar com cerca de 190 lugares para os clientes que visitarem a loja, o novo ALDI Albufeira é o primeiro espaço do retalhista alimentar em Portugal a ter dois andares de estacionamento. Para este efeito, foi construído um silo automóvel junto à zona comercial, com uma área de cerca de 3700m2, com capacidade para outros 181 lugares: 94 no piso -1 e 87 no piso 0.

No dia 8 de setembro e para assinalar a abertura da maior loja ALDI em Portugal, os clientes do novo ALDI Albufeira vão ter várias ofertas especiais: saldos de até 50% em têxtil e brinquedos, eletrodomésticos, jardim e ferramentas; um desconto exclusivo em várias cervejas e ainda a oportunidade de receberem várias ofertas exclusivas em compras a partir de 30€.

Também na quarta-feira, dia 8 de setembro, a ALDI reabre a sua loja de Setúbal, localizada na Rua Januário dos Santos Gonçalves, agora com uma área de vendas ampliada para cerca de 1200m2 e uma nova organização, alinhada com o novo layout de loja que a insígnia introduziu recentemente.

A nova organização, tem como propósito destacar categorias que o cliente mais valoriza, como acontece com a área de frutas e legumes, à qual foi dado maior protagonismo, na entrada de loja mas também concentrar as promoções e as oportunidades semanais, na mesma zona, neste casos no centro da loja, de modo a facilitar e proporcionar uma experiência de compra mais simples e agradável aos clientes.

Os clientes que visitarem a loja de Setúbal, nesse dia, recebem um cabaz constituído por produtos ALDI (unidades limitadas) por cada 50€ em compras realizadas.

Neste momento, a ALDI Portugal conta com 97 lojas de Norte a Sul do país.

CTT abrem nova loja no Seixal, dentro da Loja do Cidadão

Acabadinha de inaugurar.

Os CTT – Correios de Portugal acabam de reforçar a sua presença no distrito de Setúbal com a abertura de uma nova loja CTT dentro da Loja do Cidadão do Seixal, continuando assim a reforçar a proximidade às populações e a ir de encontro às necessidades dos seus clientes.

A loja funciona todos os dias úteis, das 09h00 às 19h30, e conta com três funcionários.

Os CTT têm uma das maiores redes de retalho do país. Com este novo espaço, passarão a existir 567 lojas próprias a nível nacional.

A pensar nos clientes e respetivas necessidades, as Lojas CTT estão a evoluir também para um novo conceito de Loja, mais moderno e dinâmico, de uma forma gradual e descentralizada. A primeira Loja CTT com este conceito foi lançada em Lamaçães, Braga, em setembro do ano passado – agora este novo conceito já existe também em Picoas (Lisboa), em Sete Rios (Lisboa) e no Porto.

Os CTT estão também a prosseguir a reabertura de lojas únicas em sede de concelho, no âmbito de um compromisso assumido pela administração da empresa, tendo já reaberto 30 das 33 Lojas encerradas, reforçando a proximidade às populações e realçando a importância e abrangência da rede dos CTT.

Canal Odisseia estreia nova série documental dedicada aos Supercarros

O mês de setembro é dedicado às obras-primas das marcas de automóveis mais emblemáticas do mundo.

Quem ter por hábito acompanhar as produções do canal Odisseia, ou pelo menos as séries que vai estreando, sabe que há sempre muito para descobrir. Agora, a pensar nos fãs de automóveis, eis que vai estrear uma série documental que revela as obras-primas das marcas de automóveis mais emblemáticas do mundo.

Ao longo de dez episódios, a série Supercarros irá mostrar-nos como são construídas estas gemas de engenharia. Saberemos tudo sobre velocidade, desempenho, luxo e veremos as propostas tecnológicas mais inovadoras da atualidade.

Os supercarros são as obras-primas multimilionárias das marcas mais emblemáticas do mundo. Mas o que é necessário para criar estes símbolos de estatuto que batem todo o tipo de recordes? Para o descobrir, vamos entrar nas instalações impressionantes de algumas das mais exclusivas empresas de automóveis do mundo e visitar pistas de testes com a piloto Catie Munnings para vermos o desempenho de que estes carros de sonho são capazes.

Além disso, vamos viajar no tempo para descobrir os supercarros que, na sua época, mudaram as regras do jogo, e para ver o que acontece quando os engenheiros levam ao limite o design tecnológico.

Land Rover, Bentley, Ferrari, Bugatti e BMW são algumas das marcas que marcam presença nesta série que promete agradar a todos os apreciadores de tecnologia e alta velocidade.

Supercarros é uma série para ver às terças-feiras, a partir de 7 de setembro, pelas 22h30.

Metro do Porto reforça oferta a pensar no regresso às aulas

O que quer dizer que entraram em vigor os horários de inverno.

Com o arranque de um novo ano letivo que se deseja sem limitações provocadas pela pandemia, o Metro do Porto volta a disponibilizar condições de mobilidade reforçada em toda a Área Metropolitana. A partir de hoje, segunda-feira, dia 6 de setembro, entraram em vigor os horários de inverno do Metro, com aumento da capacidade e das frequências face ao serviço atual.

Como sempre sucede, o Metro do Porto monitoriza em permanência a operação e o desempenho da procura, podendo, caso se revele adequado, proceder a alterações à sua oferta.

As melhores frequências em cada uma das linhas são as seguintes:

  • Linha Azul (A) – 12 minutos em hora de ponta (das 7H às 10H e das 17H às 20H); 15 nas restantes.
  • Linha Vermelha (B), Serviço Normal – 30 minutos ao longo de todo o dia.
  • Linha Vermelha (B), Serviço Expresso – 30 minutos entre as 7H e as 20H.
  • Linha Verde (C) – 15 minutos entre 7H e as 20H. A partir de 26 de Setembro, metade das viagens com términos Norte na Estação Fórum Maia e frequência de 12 minutos nas horas de ponte) e com frequência de 20 ou 30 minutos até ao ISMAI.
  • Linha Amarela (D) – 6 minutos entre as 6H e as 21H, 15 minutos das 21H à 1H.
  • Linha Violeta (E) – 30 minutos durante todo o dia.
  • Linha Laranja (F) – 12 minutos em hora de ponta, 15 nas restantes, 30 minutos após as 20.00.

Não sendo uma linha autónoma, o tronco comum às linhas A, B, C, E e F, entre a Estação da Senhora da Hora e a Estação Estádio do Dragão oferece, nas horas de ponta e nos dias úteis, uma frequência próxima dos 3 minutos.

Nova plataforma vai permitir identificar todas as pessoas em situação de sem-abrigo

Depois, consoante o caso, serão disponibilizadas respostas personalizadas.

A plataforma que vai permitir a identificação de todas as pessoas em situação de sem-abrigo está a ser ultimada, disse a Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, numa declaração à agência de notícias Lusa, no final de um encontro com pessoas em situação de sem-abrigo, em que uma das principais mensagens foi a importância de serem ouvidas.

Segundo a Ministra, o objetivo será, depois de identificados todos os casos, perceber quais as dificuldades de cada pessoa e disponibilizar respostas personalizadas:

“Passamos a ter um conhecimento da situação muito mais abrangente que nos permite depois também encontrar soluções feitas à medida”, disse, explicando que “são histórias de vida muito diversas, pessoas com percursos de vida muito diferentes, mas que nos têm ajudado também a identificar problemas concretos que sentem ou soluções que podem fazer a diferença no percurso de vida que têm”.

Os programas de Housing First e Apartamentos Partilhados são uma das soluções apresentadas pela nova plataforma, para promover o acesso a habitação para pessoas em situação de sem-abrigo. Ana Mendes Godinho referiu também que a ambição do Governo “é alargar o mais possível este programa, para garantir que esta condição básica de ter uma habitação é, de facto, o elemento essencial para a reintegração”.

Recorde-se que o Governo tem o objetivo de alojar 1.100 pessoas em situação de sem-abrigo até ao final do ano, estando atualmente a decorrer o concurso para 600 vagas, que se somam às cerca de 300 que já foram reintegradas nesse âmbito.

Noutra nota, recorde-se ainda que o Parlamento Europeu quer tirar os sem-abrigo das ruas até 2030.

7 dicas para aumentar o alcance das publicações no Instagram

Querem dar um boost ao vosso Insta? Este artigo é para todos vós.

Ter alcance no Instagram transformou-se em muito mais do que uma métrica. A nível pessoal e profissional, passou a ser sinónimo de sucesso. Mais alcance, mais likes e mais partilhas, tudo isso concorre para um objetivo: almejar um determinado estatuto naquela rede social. Goste-se ou não, é assim que funciona.

A definição de alcance no Instagram é simples. Trata-se do número de pessoas que visualizaram determinado conteúdo publicado. Não é só para as marcas e empresas que o alcance é um fator crítico, mas também para quem também, através das redes sociais, se transformou numa marca. Falamos, sobretudo, dos influenciadores. Mas quem é que não gosta de ter mais um like ou dois no seu post?

Não havendo uma fórmula matemática de sucesso que se converta automaticamente em alcance, engajamento e likes, há uma série de conselhos que, combinados, podem resultar numa melhoria significativa de posicionamento no Instagram. Outra hipótese é comprar likes no Instagram, através de recursos como os comercializados por empresas como a Stormlikes. Para já, vamos às dicas para aumentar o alcance das publicações no Instagram.

1. Qualidade, constância e consistência

Não vale a pena inventar: antes de mais, se querem ter mais alcance no Instagram, têm que produzir conteúdos com qualidade, ser constantes no número de publicações por semana e altamente consistentes na qualidade apresentada. Pensem no vosso conteúdo, façam um planeamento cuidado a partir dos indicadores que partilhamos convosco e, depois, mantenham-se firmes no caminho escolhido – que é longo.

2. Hashtags

Escolher as hashtags certas é uma das dicas mais importantes para fazer crescer o alcance do vosso Instagram. As hashtags devem ser escolhidas em função do conteúdo e da sua audiência. Escolher hashtags relevantes é importante para captar os seguidores que procuram por determinado tópico ou hashtag. Não vale a pena usar um batalhão de hashtags. Escolham as palavras-chave certas e tragam novos seguidores para a vossa conta. Não cometam o erro de escolher hashtags muito relevantes no Instagram, mas completamente a despropósito dos conteúdos da vossa conta. Nesse caso, o feitiço vai virar-se contra o feiticeiro.

3. Engajamento e interação

É fundamental engajar os vossos seguidores para garantir que o vosso conteúdo está no topo do feeds dos mesmos. Para isso, devem priorizar conteúdo que os envolva, utilizando uma linguagem pessoal – e personalizada – para gerar identificação. Incentivem os vossos seguidores a gostar, comentar e partilhar os vossos conteúdos. Estreitem os laços com a vossa audiência – leiam as perguntas que têm para vos fazer e respondam. Sejam autênticos, sempre. A interação é absolutamente chave nas redes sociais.

4. Encontrar o horário certo

O Instagram é uma aplicação global onde milhões de pessoas, oriundos dos mais diversos e diferentes fusos horários procuram conteúdos todos os dias. Devem, por isso, estudar a geografia dos vossos seguidores e otimizar as vossas publicações em um ou vários horários que se adequem a esses horários. Há muita literatura disponível na Internet sobre horários de publicação no Instagram que vale a pena ler. Para planear melhor, tenham em consideração quando é que os utilizadores usam o smartphone – o que varia em função da sua disponibilidade, horário de trabalho e de pausa, tempo para família, hobbies.

5. Stories, Live e Reels

Nem só de um feed bonito se constrói uma conta de Instagram. As stories, as lives e os Reels são ferramentas absolutamente extraordinárias. Os lives, cujo sucesso foi evidente durante o Grande Confinamento – veja-se o caso da série Como é que o Bicho mexe?, de Bruno Nogueira – têm a particularidade de enviar uma notificação aos vossos seguidores, convocando-os facilmente para o vosso perfil. As stories também são importantes para manter o interesse e a interação com os vossos seguidores. Já os vídeos são também uma excelente ferramenta de produção de conteúdos e cativar novos seguidores.

6. Call to Action (CTA)

Uma Call to Action pode ajudar a promover a interação do utilizador com o vosso post. As CTA são mensagens claras que apelam à ação: gostar da foto, comentar, salvar na coleção e ouvir uma opinião são algumas dos múltiplos desafios que se podem colocar ao seguidor.

7. Post patrocinado

Se têm uma conta comercial, podem optar por aumentar o alcance de determinado post ou da vossa conta através de anúncios pagos. Para tal, e caso tenham uma conta comercial, basta clicar na opção “promover” para verem o vosso post circular à volta do mundo.

Há novos radares que detetam muito mais que excesso de velocidade

Estávamos em 2018 quando saiu um despacho publicado em Diário da República que dava conta da aprovação do cinemómetro-radar TraffiStar SR390, da Jenoptik. Sensivelmente um ano depois, um novo despacho veio aprovar este equipamento para uso no controlo e fiscalização do trânsito.

Este pequeno contexto serve para dizer que vários destes equipamentos já estão instalados na cidade de Lisboa, sendo que muitos já estarão em funcionamento.

Até agora, sabemos destas localizações, partilhadas por uma utilizadora do grupo de Facebook Operação STOP LISBOA:

  • Avenida Padre Cruz – Sentido Lumiar / Campo e sentido no inverso, entre a saída do Eixo Norte Sul e o desvio para Telheiras, junto à passagem pedonal aérea próximo da bomba combustível da Galp;
  • Na subida da Avenida Calouste Gulbenkian, sentido Avenida de Ceuta/ponte 25 Abril para a Praça de Espanha, antes da saída de Campolide para a Praça de Espanha;
  • Avenida dos Ralis, na Portela;
  • Em frente ao Centro Cultural de Belém;
  • Na Avenida de Ceuta, no final da primeira curva à direita, sentido Campolide / Alcântara;
  • Na Avenida Brasília junto ao SUD, sentido Belém/ Alcântara.

Convém ter muita atenção a este cinemómetro-radar. O TraffiStar SR390, para além de detetar excesso de velocidade numa área de 100 metros e seis vias rodoviárias em ambos os sentidos simultaneamente, deteta a passagem de sinais vermelhos, deteta infrações de passar um traço contínuo e até percebe se o condutor estiver a cruzar a faixa errada num cruzamento.

O TraffiStar SR390 utiliza como princípio de medição o efeito Doppler, com várias frequências, permitindo obter velocidade, distância e posição. O equipamento conta com uma câmara de vídeo IP com resolução de 1024×768 ou 1600×1200 pixéis, podendo captar tanto fotos como vídeos.

Eis as sete vencedoras das 7 Maravilhas da Nova Gastronomia

Através de um programa transmitido em direto pela RTP1 e RTP Internacional, neste caso a Gala da Declaração Oficial das 7 Maravilhas da Nova Gastronomia, os portugueses ficaram finalmente a saber quais as 7 Maravilhas Vencedoras.

Depois do concurso ter iniciado com 1.147 restaurantes concorrentes de todo o território nacional, chegou-se finalmente a um resultado final. Eis os vencedores:

  • Categoria Petiscos – TÁBUA DE POLVO, Baptista (Caminha)
  • Categoria Vegetariana – ALGARVE, DO CAMPO À SALINA, À TERRA – Praia Verde Boutique Hotel (Castro Marim)
  • Categoria Vegana – MIL-FOLHAS DE BATATA, CANTARELOS E BOLOTA, Cor de Tangerina (Guimarães)
  • Categoria Peixe e Marisco – RABOS DE POLVO DAS BRUXAS, Bem Bô (Mirandela)
  • Categoria Cozinha – Molecular VEADO NO BOSQUE, Dom Júlio (Vila Nova de Cerveira)
  • Categoria Carne – ESTRELA DO MOSTEIRO, Mosteiro do Leitão (Batalha)
  • Categoria Doçaria – COININHAS, Confeitaria Santa Coina (Barreiro)

Apresentada por Catarina Furtado e José́ Carlos Malato, a Gala da Declaração Oficial das 7 Maravilhas da Nova Gastronomia veio demonstrar uma vez mais a riqueza gastronómica do nosso país e fazer uma justa homenagem a todos aqueles que diariamente dão o seu contributo em prol da valorização deste património nacional. E que este ano foram desafiados pela organização das 7 Maravilhas a reinventar e a reinterpretar o melhor que sabem fazer pela Gastronomia Portuguesa.

Segundo José Fragoso, Diretor da RTP1 e RTP Internacional: “Através da RTP1, o país ficou a conhecer mais 7 novas maravilhas! Desta vez, são pratos com nomes sugestivos e apetecíveis, inspirados nos melhores produtos nacionais, oriundos do mar ou da terra, e reveladores do talento e da criatividade dos nossos melhores profissionais da gastronomia. Esta edição revelou o fantástico potencial da cozinha portuguesa, representada por novas gerações de cozinheiros e capaz de resistir e de se reinventar mesmo em momentos de crise profunda. Uma palavra de reconhecimento também para as escolas portuguesas de turismo e hotelaria, parceiras essenciais nesta edição das 7 Maravilhas, e que são hoje um instrumento indispensável na qualificação da oferta gastronómica de norte a sul do continente, na Madeira e nos Açores”.

“A edição de 2021 das 7 Maravilhas foi a primeira que não premiou o que já é conhecido de todos. Esta edição procurou contribuir para o renascimento do setor da restauração, num ano marcado pela crise da Covid-19, mas também procurou o melhor que os nossos cozinheiros e cozinheiras criativas sabem fazer, na busca incessante dos sabores únicos e autênticos que definem Portugal. Procurámos ainda alertar para o papel da alimentação nas mudanças climáticas e o papel que tem na saúde, através das melhores escolhas que todos deveremos fazer no nosso dia a dia”, disse Luis Segadães, Presidente das 7 Maravilhas.

Análise – Aliens: Fireteam Elite (PlayStation 5)

O lançamento de Aliens: Fireteam Elite só veio confirmar o que já suspeitava após ver os gameplays: mais facilmente o jogo tira proveito do franchise para o sucesso comercial, do que o franchise tira do jogo.

Aliens: Fireteam Elite é um RPG cooperativo de tiros e sobrevivência na terceira pessoa, que se desenrola em 2202 (23 anos depois dos acontecimentos do terceiro filme da importante saga Sci-Fi criada por Ridley Scott). O objetivo passa por, juntamente com uma equipa veterana de Marines Coloniais, conter a ameaça crescente que são os Xenomorphs. Apesar de ter uma premissa atrativa para quem gosta de jogos focados na ação que vão diretos ao assunto, a execução falha em alguns aspetos importantes.

O jogo em si é simples e prático. Iniciando-o, a única opção existente (após a criação da nossa personagem) é avançar para a base, onde existem alguns NPC’s que providenciam informações úteis e nos enquadram com o que se passa. Destes NPC’s, destaca-se o dono da loja, onde se pode comprar todo o equipamento de combate. Fora isto, que por si só é bastante limitado, é saltar para as missões da campanha e começar a distribuir chumbo em Xenomorphs.

Olhando para a estrutura de progressão no jogo, é muito básica, dado que é única e exclusivamente feita por “níveis”, onde após passar o atual, desbloqueamos o próximo e não foge disto. Os únicos modos de jogo são o de campanha em Co-Op e o Horde mode, que funciona como um survival. Contudo, o modo Horde só fica disponível após completar a campanha.

As limitações dos modos de jogo são, de facto, um grande turn off. Foi logo a primeira coisa que me deixou de pé atrás, esta falta de opção. Não sei o que os programadores têm reservado para o futuro, com possíveis novos updates, mas este arranque fica um pouco aquém das expectativas.

Algo que também não me agradou muito foi terem optado que o jogo se desenrolasse na terceira pessoa em vez de ser na primeira. Apesar de ter o seu encanto a nível visual nas ações de combate, quando se joga com bots (difíceis de coordenar) em locais mais apertados, é uma confusão desgraçada. Sei que esta questão entre jogar na primeira ou terceira pessoa depende do gosto de cada um, mas para este jogo que exige reação instantânea, ser na terceira pessoa não só não é prático, como não traz valor acrescentado nenhum à mecânica do jogo.

aliens fireteam elite review echo boomer 2

Os gráficos, apesar de não serem ultra-realistas (longe do potencial das consolas da nova geração), estão bastante detalhados e fiéis à saga no que toca a cores e texturas. Isto confere densidade ao ambiente célebre patente nos filmes, isto é, carregado de suspense. No entanto, quero ser mais específico, por isso vou decompor ambiente em partes e abordar três aspetos gráficos (arquitetura, dinâmicas do meio circundante e o comportamento dos Xenomorphs) e um não gráfico (os efeitos sonoros).

Quando falo de arquitetura, refiro-me a como os locais de exploração e combate estão montados e caracterizados, sendo que em muitos deles é fácil perceber a gravidade da situação que ocorreu antes de sermos chamados a intervir. Analisando as dinâmicas do meio circundante, saltam à vista os fumos que conferem mistério, gases sob pressão que rompem o silêncio e toldam a visão e tampas de condutas caem sem aviso prévio e nos deixam na dúvida se caíram por acaso ou não. O último elemento que dá uso aos gráficos é o que mais merece destaque: os Xenomorphs.

Tanto o design como as animações dos Xenomorph foram bem desenvolvidas, mas não posso falar deste aspeto gráfico sem referir os efeitos sonoros, que estão no ponto. Contextualizando de forma teatral: O que começa com um aviso de alarme no rádio, rapidamente se reflete nos sons das criaturas que se vão ouvindo em crescendo, oriundos de zonas opostas, antes da aparição. O radar de deteção de movimento enche-se de pontos, que se movem em direção a nós. Quando as criaturas entram finalmente no nosso campo de visão, são sempre mais do que os que conseguimos contar e galgam terreno a um ritmo alarmante, mexendo-se de forma ameaçadora, alternando entre o chão, paredes e teto até se aproximarem o suficiente para o golpe final. O resultado, caso as reações não sejam rápidas o suficiente, só depende do tipo de Xenomorph (existem 11 distintos). Se os conseguimos destruir, os efeitos são explosivos, com a repulsa associada necessária. Nota positiva para toda a caracterização do jogo e dinâmica dos Xenomorphs.

A jogabilidade é satisfatória. A sensação de disparo das diferentes armas é agradável. Os efeitos dos disparos nos Xenomorphs são evidentes, há friendly fire, que até é friendly demais, dado que as balas atravessam os nossos aliados e acertam a contar no que estiver atrás. A movimentação do nosso personagem podia ter mais mecânicas disponíveis tais como saltar, esquivar, agachar ou deitar. A que tem, que se prende com rebolar (um esquivar manhoso, demorado e dramático), só funciona numa direção.

Avançando para as opções na hora de preparar a personagem para combate, existem cinco classes disponíveis, com mais de 30 armas por onde escolher e habilidades distintas. Dentro dessas classes temos Gunner, Demolisher, Technician, Doc e Recon. No caso de jogarem a solo, escolham a que mais vos agradar, no caso de jogarem com amigos, tentem complementar-se.

aliens fireteam elite review echo boomer 3

Nota para o armamento, que funciona com uma sistema de “caixas”. Com este sistema só podemos equipar o que couber dentro dessas caixas. À medida que progredimos no jogo, vamos desbloqueando novas caixas para anexar armas. Nunca tinha jogado um jogo com este sistema, mas pelo que li não é 100% novidade, pois um dos Resident Evil já deu uso a um sistema semelhante. Apesar de não achar este sistema muito ortodoxo, tem a sua ciência e a sua piada.

Já em tom de conclusão, mas ainda com algumas coisas para dizer, este jogo peca por ser simples demais. É claramente um jogo de baixo orçamento para entreter. É certo que há uma narrativa ao longo da campanha, mas não é nada de extraordinário. Ainda que tenha bons jumpscares, muito suspense e uma simbiose muito boa entre sons e visuais, o facto dos NPC’s não terem animações enquanto estão em diálogo connosco deixa um bocado a desejar. Então não existirem quaisquer momentos cinemáticos ainda pior… Aliens: Fireteam Elite é um jogo bastante solitário com uma temática algo pesada. Posto isto, caso decidam comprar o jogo, o meu conselho para tirarem o máximo proveito e divertirem-se a sério é jogarem com amigos.

Como já devem ter percebido pela minha descrição algo bipolar, gosto muito de determinados fatores do jogo, mas no geral estou desapontado. Isto deve-se principalmente ao facto desta ser uma saga pela qual tenho um carinho especial. Logo a seguir a O Pesadelo em Elm Street” (1984), Aliens (1986) foi dos primeiros filmes de terror que assisti na minha infância – yep, foi mesmo marcante.

Soma-se a isso o reacendimento da chama no ano passado, após ter recebido os jogos de tabuleiro de roleplay da saga (Starter Set e o Destroyer of Worlds), dos quais fiz análise. Este ano, a esses jogos de tabuleiro somou-se o livro de apoio Colonial Marines Operations Manual. Uma semana depois do livro chegou Fireteam Elite e a coisa ficou séria. Tão séria que, com o meu entusiasmo com este jogo, mandei vir a saga completa (coleção dos seis filmes em bluray) para os rever e juntá-los à minha coleção de DVD’s.

É o que é, uma felicidade amarga. Antes de fechar esta análise, acho essencial referir o último ponto positivo que salva este jogo, desculpa parte da falta de conteúdo e o eleva ao patamar de “bom”: o preço. Pois é, houve o bom senso de colocar o preço base deste jogo ao nível do mesmo, estando este fixado em 34,49€. A isto anexo a informação de que não há micro-transações dentro do jogo, tudo pode ser obtido através de fuzilamento de Xenomorphs.

Se acho que deves investir neste jogo? Bem, se um dia acordares e escolheres violência, tiveres dois amigos na mesma situação e Fireteam Elite estiver em promoção: vai-te a ele!

Nota: Bom

Disponível para: PC, PlayStation 4, PlayStation 5,
Xbox One e Xbox Series X|S
Jogado na PlayStation 5
Cópia para análise cedida pela Tara Bruno PR

Grupo Bimbo doa 20 fatias de pão a bancos alimentares por cada participante inscrito na Global Energy Race 2021

A sexta edição da Global Energy Race decorre de forma virtual e totalmente gratuita.

O Grupo Bimbo acaba de lançar a convocatória para a sexta edição da sua corrida Global Energy Race (GER). Trata-se do mais importante evento desportivo e causa social da empresa, que procura reunir participantes de todo o mundo para praticarem exercício físico e apoiarem os mais necessitados.

Sob o lema “Você corre, nós doamos“, o Grupo Bimbo doará 20 fatias de pão a bancos alimentares por cada participante inscrito. Nesta edição, a empresa tem como meta reunir o maior número de corredores de todo o mundo, de forma a superar as mais de 6 milhões de fatias doadas na edição de 2020, graças à participação de mais de 30 mil participantes de 127 países.

Devido à crise sanitária causada pela COVID-19, a Global Energy Race 2021 será uma corrida virtual e totalmente gratuita. As inscrições já estão abertas no site oficial e na nova aplicação Global Energy Race, na qual os participantes podem também encontrar um acompanhamento à sua preparação para a corrida e para o após, incluindo dicas de treino, nutrição, receitas saudáveis e desafios mensais, entre outras coisas.

Os atletas podem escolher a distância preferida para a sua corrida: 1, 3, 5 ou 10 quilómetros, podendo esta ser efetuada de forma individual ou em família, tendo de ser realizada entre os dias 4 e 10 de outubro. Aqueles que preferirem podem participar realizando exercícios equivalentes a partir de casa.

Ao efetuar o registo, cada participante receberá via email o seu número de corredor. Nos meses seguintes, poderão encontrar nas redes sociais da GER uma camisa e medalha virtuais como filtro, que podem utilizar nas próprias redes sociais. E para todos os que desejarem ter o seu kit físico, que inclui a camisa, medalha e número de corredor, podem adquiri-lo diretamente na aplicação.

Rui Reininho ensina a comer, dançar e a beber no Palácio Chiado

Há três vídeos para descobrir na mais recente campanha Sem Cerimónias.

Quando abriu, em 2016, depressa o Palácio Chiado, edifício da Rua do Alecrim, em Lisboa, se transformou numa das sensações da cidade. Um espaço lindíssimo com diferentes conceitos gastronómicos que funcionavam de forma independente entre si. Era possível experimentar sushi, carne wagyu, petiscos, entre outras coisas. Mas isso acabou por mudar.

Em outubro de 2018, o Palácio Chiado passou a funcionar de forma diferente. Na altura, passou a existir a parte gastronómica no seu todo, isto é, um total de 180 lugares nas diferentes salas, em que, qualquer que fosse a sala escolhida pelo cliente, recebia logo uma carta com as opções dos conceitos em funcionamento – Barra, Farrobodó, Rosmarino, Seed, Cutelo, Azimuth e Confeitaria do Palácio. Assim, todos os “restaurantes” – chamemos assim – transformaram-se em apenas um, gigante, com uma carta elaborada pelo chef Manuel Bóia.

Claro, além desta mudança na parte gastronómica, o próprio local em si foi renovado. Como esteve fechado meses antes, o hall de entrada foi remodelado, tendo ficado mais acolhedor, mais requintado e com mais sofás (por sinal bastante confortáveis).

Entretanto veio a pandemia, muitos restaurantes acabaram por fechar por tempo indeterminado e o Palácio Chiado aproveitou para novas mudanças. Assim, aquele lugar cool, trendy e de paragem obrigatório para quem passa pelo centro histórico de Lisboa ficou ainda melhor.

Com um novo Bar e o Restaurante renovado, o icónico palácio reabriu portas no passado mês de maio, sem cerimónias, para quem procura um escape à rotina.

Para quem entra no imponente hall do piso 0, o novo Bar SALLA dá as boas-vindas, num espaço totalmente diferente onde o clássico encontra-se com o improvável.

A Carta do Bar SALLA divide protagonismo com o elemento música. Esta é uma das novidades a destacar, onde a melhor house music da capital passa a estar presente três dias por semana (quintas, sextas e sábados) a partir das 19h30, com DJ’s residentes e convidados.

Para quem procura um ponto de encontro com os amigos, a SALLA é o sítio perfeito onde os cocktails de assinatura introduzem alguns petiscos contemporâneos. Num ambiente descontraído, sem dresscode, “sem reservas” e sem cerimónias, este promete ser o novo hotspot de Lisboa. Basta aparecer e deixarem-se ficar.

Pela escadaria principal, já no piso 1, entre arquitetura clássica, o vitral e majestosos frescos, já conseguimos ouvir o DJ residente da renovada Sala de Baile do Restaurante. Esta é a sala nobre do Palácio Chiado, agora projetada, decorada e assinada pela arquiteta Inês Moura. Para quem gosta do sublime sem pretensões, o restaurante oferece uma experiência onde os cincos sentidos se reúnem à mesa, num espaço que promete criar memórias e momentos inesquecíveis.

Um novo Menu e Carta de Bar são também apresentados. Um tributo do chef Manuel Bóia à cozinha portuguesa e internacional, feito com simplicidade e coragem. Entre clássicos e contemporâneos pratos de peixe e marisco, intemporais pratos de carne e sobremesas únicas que nos transportam além-fronteiras, esta é uma experiência que não requer idades ou géneros.

Mas lá por ser um palácio não significa que tenham de ter especial cuidado ou ter algum tipo de atitude diferente. Não. E para desmistificar isso, há uma nova campanha, Sem Cerimónias, protagonizada por Rui Reininho, que ajuda a desmistificar e desconstruir o lado pomposo de um palácio com mais de dois séculos.

Num tom informal, o músico explica como se podem sentir em casa num local que, à partida, vos poderá deixar pouco à vontade. “Como é que se come num palácio?”, “Como é que se dança num palácio?” e “Como é que se pede uma bebida num palácio?” são questões respondidas por Rui Reininho, mestre de descerimónias, em três vídeos diferentes.

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